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Sumário
um!rio....................................................................................................................................................................."
#inda $xiste #lgu%m Fiel&.......................................................................................................................................'
Romance na (umeeira..............................................................................................................................................)
*or +ue os (,n-uges e .raem&............................................................................................................................./'
0itos e Lendas #cerca do (asamento...................................................................................................................."1
2ão 0e 3nduzas ! .entação....................................................................................................................................'/
#conteceu 4 e #gora&..............................................................................................................................................'5
Desfazendo o .ri6ngulo..........................................................................................................................................78
#natomia de um 9(aso9 4 e Depois:.......................................................................................................................1)
.orne eu (asamento 3nvulner!vel a 9(asos9........................................................................................................;5
CAPÍTULO 1
Ainda Existe Alguém Fiel?
O que outrora era chamado de adultério e escondido como estigma de culpa e embaraço,
agora é um "caso" < uma palavra que soa bem, convidativa, envolta em mistério, fascínio e emoção.
POR !" voc= não terminou a hist>ria&9 < perguntou ele? apertando minha mão? ao despedir4
se? depois da sessão da manhã da confer=ncia para homens. $u havia contado a hist>ria de um homem
cu-a infidelidade havia arruinado o seu casamento? causado um div>rcio em outra fam@lia e deixado
cicatrizes indel%veis na alma de seus filhos.
9A Bue voc= Buer dizer&9 < perguntei.
9*etersen? tal hist>ria não termina costumeiramente em trag%dia e frustraçãoC muitas vezes %
atrav%s de um DcasoD extracon-ugal Bue uma pessoa encontra o verdadeiro amor e felicidade e alegria
pela primeira vez. *odemos almoçar -untos&9
2o carro? indo para o restaurante? fiBuei saEendo Bue esse homem franco? de meia4idade? era um
pastor Bue dirigia tr=s peBuenas igre-as naBuela região. $mEora casado com uma Eela e talentosa
mulher Fem sua pr>pria descriçãoG? ele estava profundamente envolvido com uma -ovem pianista de
uma de suas igre-as.
90inha esposa % uma Eoa mulher? mas Buando me casei com ela foi apenas uma decisão
intelectual? e não saE@amos o Bue era amor. A nosso casamento % s>lido? mas não muito emocionante?
e os nossos tr=s filhos adolescentes estão indo Eem.9
9Fale4me a respeito da pianista.9
9$u comecei a atender chamados pastorais na casa dela Buando os filhos estavam na escola e o
marido traEalhando. DescoEri Bue t@nhamos afinidade em muitos sentidos? e Bue havia nela uma
vivacidade Bue minha esposa não possui. Hostei da maneira como eu agia e me sentia Buando estava
com ela. # primeira vez Bue Dfizemos amorD foi algo do outro mundo.9
(om nervosa excitação em sua voz? ele continuou: 9$la % tão desiniEida e satisfaz todas as
fantasias sexuais Bue -! tive. $u nunca havia me divertido muito em minha vidaC nunca havia me
sentido -ovem? rom6ntico ou DsexID. *ela primeira vez descoEri o Bue % o verdadeiro amor. .emos o
direito de ser felizes? não %& +ualBuer coisa Bue se-a Eoa assim tem Bue estar correta. $u preferiria ir
para o inferno com ela? do Bue para o c%u com minha esposa.9
9#mor verdadeiro&9 < perguntei.
9(ertamente: $u estou sempre pensando no melhor para ela. $u -amais a feriria. 2ão poderia
pensar em Dfazer amorD com ela enBuanto ela estivesse menstruada ou Buando estivesse nos dias
f%rteis.9
9e isto % amor verdadeiro? porBue voc= não se divorcia de sua esposa e se casa com ela&9 <
sugeri? -ocosamente.
9A Bu=& Joc= est! Erincando: Ara? isso seria errado. $u não Buero ferir minha esposa e destruir
duas fam@lias.9
# $oura
$la era uma mulher muito atraente: -ovem e um tanto t@mida. $u me encontrara com ela depois
da sessão de uma confer=ncia? e ela perguntara se eu tinha tempo para ouvir a sua hist>ria.
impecavelmente vestida? o caEelo Eem penteado? ela parecia um modelo comparecendo a uma
entrevista. +uando nos sentamos? ela teve todo o cuidado com a sua postura. # posição de suas mãos e
p%s era tal? Bue presumi Bue ela era muito dona de si ou havia sido treinada em uma escola de arte.
%ria e pesando cuidadosamente cada palavra? ela falou de seu casamento malogrado? Bue estava agora
no limiar do colapso. $la e seu marido haviam via-ado oitenta Buil,metros? para participar daBuela
confer=ncia.
# hist>ria desconcertante do casamento deles parecia focalizar4se em uma Bueixa: 9$u preciso
tanto Bue ele goste de mim. *reciso sentir Bue significo algo para ele. $u daria tudo para Bue ele
dissesse Bue sou maravilhosa ou linda para ele. 2ão posso entender por Bue receEo cumprimentos de
outras pessoas a respeito de minha apar=ncia e meus talentos e parece Bue ele não os nota de forma
alguma.9
9Joc= encontrou algu%m Bue a encora-a e aprecia&9 < perguntei. $la hesitou? olhou para o
assoalho e? vacilante? Ealançou a caEeça afirmativamente.
9Fale4me a esse respeito9 < continuei.
9ei Bue isso est! errado e sinto4me culpada? mas não sei o Bue fazer. $u nunca pensei em ter
um DcasoD < de fato? este homem % o mais feio Bue conheço < mas aprendi a am!4lo. Da primeira vez
Bue o vi? senti repulsa? mas ele falou am!vel e compreensivamenteC ele me aceitou? fez4me sentir
mulher? importante e atraente? e me deu o apoio emocional Bue eu tanto Bueria de meu marido.
Finalmente esBueci a sua apar=ncia? porBue Buando algu%m faz por voc= o Bue ele fez? voc= dese-a
dar4lhe de volta muito mais < tudo o Bue voc= tem.9
# essa altura havia l!grimas em seus olhos? e ela exclamou: 92ão posso suportar a id%ia de
desistir dele? porBue acho Bue meu marido -amais mudar!.9
O "%ecutivo
$u estava em meu Buarto de hotel? esperando. #lgu%m Eateu K porta. A homem Bue havia
telefonado? marcando um encontro? chegara. $le era conhecido na cidade? tivera =xito nos neg>cios e
era muito considerado por sua capacidade de liderança e seu excelente casamento e fam@lia
maravilhosa. $le viera de s>lidas origens? fora educado em col%gios evang%licos? era um l@der em sua
igre-a e estava ativamente envolvido em muitos empreendimentos cristãos.
Depois Bue trocamos algumas frases convencionais? ele sentou4se nervosamente em uma
cadeira.
9$m Bue posso servi4lo&9 < perguntei.
*or v!rios minutos? ele falou em termos gerais de proElemas Bue são comuns ao homem:
9.odos enfrentam proElemas... ningu%m % perfeito... mesmo como crentes? freBLentemente lutamos
com interrogaçMes a respeito do Bue ningu%m saEe... algumas vezes h! coisas aBui dentro Bue os
outros não podem ver e acontecem coisas Bue nos surpreendem...9
enti o seu emEaraço para chegar ao ponto dif@cil de revelar o oE-etivo de sua visita. $le rodeou
o proElema repetidamente? procurando algum ind@cio de compreensão em meus olhos. Finalmente? em
um esforço para a-ud!4lo? perguntei: 9*or Bue voc= não me diz somente o nome dela e conta como
tudo começou&9
9$ntão voc= saEe? não %&9
N claro Bue? a essa altura? eu saEia.
$le descreveu as recentes desavenças Bue ele e a esposa estavam tendo a respeito dos filhos e
como o seu relacionamento havia se tornado tenso. $les estavam pouco a pouco se afastando um do
outro. 2esse mesmo per@odo de solidão? aparentemente ele foi lançado? de maneira inevit!vel? devido
a atividades eclesi!sticas? nos Eraços de uma -ovem e atraente mulher divorciada. $la havia ficado
frustrada com o ex4marido: 9$le era Eronco? parado? sem atrativos < Eom? mas chato.9 #s hist>rias
dos dois eram como as peças de dois BueEra4caEeças Bue se a-ustassem. $les se encaixaram
perfeitamente. *arecia Bue fora at% algo providencial? algo Bue lhes acontecera pelo destino. $les se
entendiam um ao outro? precisavam um do outro. Alhos se encontraram e mãos se tocaram <
contentamento? uma fagulha? uma chama? e? antes de perceEerem o Bue estava acontecendo? eles
estavam na cama -untos.
2a ocasião em Bue ele veio conversar comigo? eles estavam tendo encontros freBLentes? e ele
estava lutando com os sentimentos de terror e fasc@nio < amor e um sentimento atormentador de
culpa. 9$u sempre achei Bue algo como isso não deve acontecer? mas Buando acontece com voc= %
diferente. Arei sinceramente para Bue? se Deus não Buisesse aBuilo em nossas vidas? Bue tirasse os
sentimentos Bue tenho por ela. (hegamos a orar -untos. Arei neste sentido repetidamente? e ele não
respondeuC portanto? deve significar Bue ele nos Buer -untos.9
$m uma peBuena cidade do centro4oeste? o culto terminou? e a igre-a estava se tornando vazia e
silenciosa. Oma mulher? Bue retardara sua retirada? esgueirou4se at% mim? e perguntou se eu podia
conceder4lhe um momento. 3ndo direto ao assunto? ela expressou fortemente a sua discord6ncia com
uma parte de minha mensagem: < Joc= chama isso de adult%rioC eu o chamo de 9um caso9. Joc= o
faz soar como a coisa pior do mundo. $u não estou envolvida com algum vagaEundo su-o da rua. A
meu homem % respeitado e tão Eom Buanto BualBuer outra pessoa desta igre-a. #contece ser este meu
pecado corriBueiro e... Bual % o seu& Joc= não % um an-o? %&
$la piscou para mim? e mergulhou na noite.
$stes são apenas Buatro dentre as centenas de homens e mulheres Bue t=m compartilhado
comigo os seus segredos maritais? durante os meus trinta e oito anos de minist%rio itinerante: esposas
de pastores? mission!rios? professores de $scolas P@Elicas Dominicais? conselheiros cristãos? memEros
de igre-as e l@deres cristãos muito ativos. $les refletem a crescente incid=ncia de casos extracon-ugais
entre crentes professos? revelam a ampla gama de pessoas afetadas e a tend=ncia de encontrar razMes
para apoiar esse procedimento? emEora essas razMes possam ser contr!rias Ks convicçMes morais e
E@Elicas Bue temos esposado h! muito tempo.
2QA N O0 *RAPL$0# 2AJA
3nfidelidade no contexto do casamento não % uma id%ia nova. 2ão % um produto da chamada
revolução sexual ou da nova moralidade. (asos extracon-ugais t=m acontecido K humanidade durante
milhares de anos. 9+uando os fara>s governavam o $gito9? suElinha o psiBuiatra #lexander Rolf? de
2eS Tork? 9virtude? contin=ncia e fidelidade matrimonial eram reBueridos do marido? e a sua
infidelidade era tratada com rigor.9 A cineasta social RoEert #. Uarper declara Bue 9regulamentos a
respeito de relaçMes extra4con-ugais e violaçMes desses regulamentos estão certamente enterrados no
passado pr%4hist>rico do homem. .odas as culturas conhecidas estaEeleceram algumas limitaçMes em
relação Ks relaçMes sexuais extracon-ugais e alguns meios de castigar as violaçMes desses taEus
designados.9
/
$m um estudo feito pelo antrop>logo V. . ProSn? descoEriu4se Bue? dentre oitenta e oito
sociedades? em v!rias partes do mundo? )5W desses grupos puniam os seus cidadãos Buando eram
descoEertos envolvidos em um caso extracon-ugal. $m outro estudo? de cento e Buarenta e oito
sociedades? os taEus contra casos extracon-ugais apareciam em )/ W delas.
"
2ão oEstante? uma conclamação K fidelidade na d%cada de )X % como uma voz solit!ria
clamando no deserto sexual de ho-e em dia. A Bue outrora era rotulado de adult%rio? escondendo um
estigma de culpa e emEaraço? agora % um 9caso9 < uma palavra Bue soa Eem? convidativa? envolta em
mist%rio? fasc@nio e emoção. Om relacionamento? e não um pecado. A Bue outrora ficava por detr!s
dos Eastidores < um segredo Eem guardado < est! agora nas manchetes? % um tema da .J? faz
sucesso? % tão comum como um resfriado. As casamentos são 9aEertos9C os div>rcios? 9criativos9.
# promiscuidade sexual nunca foi o costume estaEelecido em nenhuma sociedade humana? e?
sim? sempre considerada uma influ=ncia negativa soEre a fam@lia e a sociedade. #t% a revista Pla&bo&,
Bue dificilmente poderia se pensar se-a dirigida a casamentos s>lidos? descoEriu? em uma pesBuisa
cuidadosamente realizada? Bue a esmagadora maioria de homens e mulheres % contra o sexo
extracon-ugal para o povo em geral e para eles pr>prios em particular.
'
Dificilmente isto est! de acordo com o pensamento do pai do 9relat>rio sexual9? Dr. #lfred
YinseI. $m /51'? ele disse Bue metade dos homens e um Buarto das mulheres Bue entrevistou
confessaram relaçMes extracon-ugais. Desde então? todo autor Bue escreve a respeito do Bue o homem
americano faz? se Easeia? freBLentemente? nesse relat>rio e faz elaEoraçMes a partir dele. 0as o
relat>rio de YinseI não foi exato. 2a verdade? ele não entrevistou homens Bue representassem toda a
população americana. *elo contr!rio? dos 91.XXX homens FBue ele entrevistouG? uma parte
exageradamente grande estava em prisMes? hospitais de doenças mentais? instituiçMes para deficientes
mentais? incluindo homossexuais9.
7
Dificilmente era este um grupo representativo Bue fosse conhecido
por sua saZde moral e mental est!vel.
here Uite? moderna pesBuisadora de sexo? diz Bue as suas descoEertas revelam Bue ;; W dos
homens FamericanosG t=m casos extracon-ugais. 'c(alls Frevista americana para a fam@liaG fez uma
pesBuisa Bue discorda dessa porcentagem: ela indica apenas /; W. Autras estat@sticas de grande
puElicidade agora concordam com Uite? indicando Bue dois? dentre tr=s maridos? e Buase uma? dentre
duas esposas? foram infi%is em determinada ocasião? durante as suas vidas.
Das cem mil mulheres Bue responderam K pesBuisa do Redboo), em /587? trinta? dentre cem <
Buase um terço < haviam tido 9casos9 com outros homens. $? se uma mulher teve sexo pr%4nupcial?
era muito mais prov!vel Bue tivesse um 9caso9. Jinte e seis de cada grupo de trinta haviam tido sexo
pr%4nupcial.
$ntre as esposas de trinta e cinco a trinta e nove anos de idade? ') W haviam sido infi%is. *ara
as esposas Bue traEalhavam fora? a porcentagem saltava para 78 W < Buase a metade. Q medida Bue
mais esposas passam a participar da força de traEalho? os 9casos9 crescem na mesma proporção. 2ão %
de se admirar Bue alguns soci>logos e pesBuisadores de sexo predigam Bue futuramente a metade de
todas as esposas americanas experimentar! sexo extracon-ugal.
De acordo com o Redboo), % duas vezes mais prov!vel Bue esposas sem religião tenham sexo
com homens Bue não se-am seus maridos do Bue as esposas Bue se-am cristãs aut=nticas.
/
.udo isto? a despeito de outra pesBuisa? Bue mostra Bue ); por cento de todas as pessoas
interrogadas cr=em Bue o sexo extracon-ugal % sempre ou Buase sempre errado. Autros // W acham
Bue circunst6ncias especiais precisam ser consideradas. 0enos de ' W dizem Bue a infidelidade não %
errada? de forma alguma. A Bue afirmamos acreditar e a maneira como vivemos estão muitas vezes
distantes como um p>lo do outro.
Durante os recentes esc6ndalos sexuais Bue aEalaram o (ongresso americano? o Dr. am Vanus?
catedr!tico na Faculdade de 0edicina de 2eS Tork? disse: 9Oma aposta vitoriosa seria de Bue metade
dos memEros do (ongresso se envolve em DcasosD fora do casamento?9
1
*or%m? se-a Bual for o nZmero exato? a 9esmagadora maioria9 citada pela Pla&bo& Bue % contra
esses 9casos9 certamente não controla os ve@culos de comunicação? o cinema ou a propaganda.
exo? sexo? sexo. # nossa cultura est! chegando ao ponto de saturação total. # fossa est!
transEordando. Livros? revistas? discos e filmes o proclamam incessantemente. # .J? o ve@culo de
comunicação mais poderoso e imediato? o proclama espalhafatosamente. A sexo est! com tudo. $le % o
tema constante das novelas vespertinas e das mesas redondas? o assunto inevit!vel das entrevistas com
gente famosa. .odos os dias? o dia todo? EomEardeia4nos essa mensagem? como petardos vindos de um
canhão de lavagem cereEral: 9(onsiga do sexo tudo o Bue ele pode dar. De todo -eito. $m todo o
tempo. Joc= s> vive uma vez. Hoze o Bue puder. 2ão deixe passar a oportunidade. A amanhã não
existe.9
A estudo dirigido por Louis Uarris? em /58)485? recenseou /.55X homens entre /) e 75 anos de
idade? e chegou K conclusão de Bue 9a =nfase crescente Bue os homens estão dando K auto4realização?
ao prazer e a fazer o Bue Eem entendem est! alterando dramaticamente o sistema americano
tradicional de valores. As valores auto4orientados Bue estão surgindo representam um novo
liEeralismo pessoal. 2ão % uma forma do velho liEeralismo social. $le se coloca K parte da distinção
tradicional? conservadora4radical? Easeada em proElemas sociais e econ,micos. # sua preocupação %
com a conduta da vida pessoal do homem.9
;
.raduza esta filosofia? e ela dir!: 9# fidelidade est! por foraC os 9casos9 % Bue estão por dentro.
e o seu casamento não lhe propicia? em todo tempo? tudo o Bue voc= sempre esperou? sonhou ou
imaginou? e deixa de lhe proporcionar o constante prazer dos sentidos e a realização Bue voc= merece?
encontre isso tudo em outro lugar? desfrute de algum Dadult%rio sadioD. #s pessoas são esp@ritos livres? e
não devem ser restringidas. 2ão pode haver regulamentos a respeito de relacionamentos.9
9#dult%rio sadio9 % exatamente a expressão usada pelo Dr. #lEert $llis? proeminente sex>logo.
$le recomenda? aos casais cu-o amor rom6ntico feneceu em seu casamento? Bue o adult%rio pode ser
uma coisa sadia para re-uvenescer o seu relacionamento. 2ão faz sugestMes acerca de como revigorar o
relacionamento de dentro para fora < como edificar o amor novamente. omente d! uma resposta
egoc=ntrica: pule foraC tenha um 9caso9.
.oda esta enxurrada pseudocient@fica? pseudoliEerada? a respeito da necessidade de sexo extra?
tem feito mais do Bue colocar casais na cama. .em criado um clima social Bue tem gerado temor e
sil=ncio. As casados fi%is são menos descontra@dos do Bue os infi%is? como se a fidelidade? e não a
infidelidade? fosse motivo de vergonha? nesta sociedade oEcecada pelo sexo. Oma -ovem casada Bue
traEalha me disse: 9$u traEalho em um escrit>rio com vinte e tr=s outras esposas. ou a Znica Bue
ainda % fiel ao seu marido. $las acham Bue sou esBuisita < perguntam4me Bual % o meu proElema.
# autora $va Paguedor? em *s #&one +aithful #n&more, F#inda $xiste #lgu%m Fiel&G fala a
respeito de mulheres fi%is Bue parecem autodepreciadoras. $las protestam? como a desculpar4se: 9$u
sou do s%culo passado? sou Buadrada? sou chata? e não h! nada interessante em s=4lo.9
Oma esposa confessou: 9$u estava almoçando? na semana passada? com onze mulheres. .emos
estudado franc=s -untas desde Bue os nossos filhos estão na creche. Oma delas? a provocadora do
grupo? perguntou: D+uantas de voc=s t=m sido fi%is durante toda a sua vida de casadas&D omente uma
de n>s? K mesa? levantou a mão. 2aBuela noite o meu marido me olhou pesaroso Buando contei4lhe Bue
/
2A.# DA .R#DO.AR: #o traduzir? preferi colocar 9cristãs aut=nticas9 a 9fortemente religiosas9? porBue no Prasil 9religião9? para
muitos? inclui a umEanda e o candomEl%? Bue? de certa forma? encora-am o adult%rio.
não fora eu.
9 D0as eu tenho sido fielD9 < assegurei4lhe.
9 D$ntão? por Bue voc= não levantou a mão&D9
9 DFiBuei com vergonha.9
8
3sso % a mesma coisa Bue uma pessoa ficar com vergonha de sua saZde? durante uma epidemia?
ou se desculpar por sua vitalidade e energia? por ocasião de uma convenção de parapl%gicos.
$mEora o sexo extracon-ugal este-a sendo apresentado como mais aceit!vel e se-a mais
dispon@vel do Bue nunca? os resultados são tão positivos como a promoção& (ostum!vamos falar a
respeito do sentimento de culpa? da dor? do exterm@nio do amor4pr>prio e do auto4engano? em
enganarmos nosso c,n-uge. er! Bue estas ponderaçMes desapareceram -untamente com a l6mpada a
Buerosene? e a vida agora pode ser uma grande orgia sexual? sem proElemas? sem remorsos? sem
reverEeraçMes&
As m%dicos #lexander LoSen e RoEert V. Levin fazem coro com um sonoro 2QA: Devido K
incomum percepção deles? os cito livremente.
(onsidere, por e%emplo, um marido que est- tendo relaç.es se%uais com outra mulher. # sua
atitude, compartilhada por muitas pessoas em circunst/ncias semelhantes, é de que se%o e amor são
duas coisas diferentes, e que ele tem o direito de desfrutar do se%o da mesma forma como de qualquer
um dos pra0eres físicos da vida. 'as que ele ama e respeita a esposa1 d- valor ao seu casamento1
gosta demais de seus filhos. 2o modo de ver dele, a sua responsabilidade est- em proteger a sua
família de qualquer conhecimento de suas infidelidades. " assim, argumenta ele, a sua esposa não
perde nada. "la pode até ganhar, porque ele volta para ela um homem mais amoroso e rela%ado. "
assim, em nome do amor, ele a engana.
3- pelo menos tr4s maneiras de a infidelidade poder ser desastrosa para o futuro de qualquer
casamento. *rimeira? ela inevitavelmente causa dor ao outro c,n-uge. !m casamento e%iste quando
um homem e uma mulher estão ligados não pela lei, mas pelo amor, e assumiram o compromisso livre
de aceitar responsabilidade um pelo outro, fortificados pelo sentimento de dedicação completa, que
se estende do presente até o futuro. 5irtualmente, todos os casamentos assim começam com fé ou
confiança < o que quer di0er que, quando um homem e uma mulher confiam6se um ao outro, fa0em6
no crendo que nenhum deles 7amais tentar- ferir o outro, que cada um deles contribuir- para a
felicidade do outro e que, 7untos, eles procurarão se reali0ar.
# primeira transgressão dessa fé, ou confiança, a infidelidade b-sica, precede qualquer ato de
relaç.es e%tracon7ugais. #contece quando um c8n7uge decide afastar6se de seu companheiro, em
busca de intimidade ou reali0ação, e mantém esta decisão em segredo. "sta é a verdadeira traição da
confiança. !m homem não pode ou não quer falar com sua esposa a respeito de assuntos que o
interessam profundamente, e então discute essas preocupaç.es com outra mulher, de cu7a companhia
gosta. "le precisa conservar esse relacionamento em segredo, porque a esposa ficaria ferida se
ficasse sabendo da verdade, e isto, por sua ve0, reforça a separação de ambos.
", também, o marido se%ualmente infiel precisa devotar tempo e dinheiro, tanto quanto energia
física e emocional 9 outra mulher. :e7a o que for que ele lhe der, na verdade, ele o precisa tirar de
sua esposa. *sto significa que a esposa est- pagando pelos pra0eres dele.
egunda? a infidelidade mascara o verdadeiro proElema. :e7a até que ponto for que a
infidelidade alivie temporariamente os sintomas superficiais de descontentamento em um marido ou
esposa < tais como o de se sentirem sem atrativos ou não serem apreciados < ela encobre a
verdadeira doença e permite que se agrave. #o invés de procurar uma confrontação honesta, com
todos os seus riscos e possibilidades, ambos aceitam o ato desonesto da infidelidade < em muitos
casos, um ativamente e o outro passivamente. #ngustiados pelo pensamento de uma separação ou
div;rcio, eles fingem ser fiéis, enquanto buscam satisfação fora do casamento.
'uitas ve0es é o membro mais sadio e mais forte do casamento que encontra reali0ação em
outros lugares, e então pede o div;rcio. "sta situação dei%a o outro c8n7uge com um sentimento de
desamparo e em uma posição muito pior do que se tivesse havido uma confrontação.
.erceira? ela % destruidora do ego. O c8n7uge infiel que finge que, conservando em segredo os
seus "casos", protege a esposa e salvaguarda o seu casamento, labora no mais profundo engano de
todos< o engano pr;prio. 5isto que o uso do engano transforma a pessoa contra quem ele é usado em
advers-ria. !ma pessoa auto6enganada torna6se, obviamente, o seu pr;prio inimigo, o pior deles.
(omo acontece com todas as criaturas vivas, procuramos espontaneamente o pra0er, e fugimos
da dor. =i0er a verdade é uma forma de procurar o pra0er da intimidade, como os que se amam bem
o sabem. Pregar uma mentira é uma tentativa de evitar castigo e dor. Por conseguinte, é natural
dese7ar falar a verdade em situaç.es normais e mentir em situaç.es de perigo.
" quando achamos que precisamos mentir a alguém que confia em n;s e a quem amamos que
caímos na armadilha do que os psic;logos chamam de laço duplo. :e7a o que for que fi0ermos,
perderemos. > isto que um marido infiel enfrenta quando volta para casa, para uma esposa que ele
ama genuinamente. "le quer restaurar o seu senso de pro%imidade com ela, mas sabe que não pode
contar6lhe o que fe0. " então ele mente.
(ontudo, esta mentira tem um efeito de bumerangue.
?
#o invés de apro%im-6lo de sua esposa,
ela o fa0 sentir6se muito mais distante dela. # mentira que o poupara da ira e re7eição dela, trou%e
consigo uma dor caracteristicamente sua. "m tais situaç.es, quanto mais forte for o dese7o de uma
pessoa de se apro%imar de quem ela est- enganando, maior ser- a dor decorrente da mentira que os
divide.
(ontudo, a pessoa que não se importa muito com nada nem com ninguém pode, a7ustando a
sua idéia de amor de forma a adequar6se 9s suas necessidades, di0er tanto 9 esposa como 9 amante
que as ama, e crer nisso. #s mentiras são inconscientes, e, portanto, não marcadas pela dor. "ste é o
ato final do auto6engano. "m ve0 de resolver o conflito, ele o perpetua1 a pessoa que se engana vive
uma mentira1 est- doente, e não sente a febre.
)
#ssim? a dor se manifesta? atingindo todas as pessoas envolvidas. U! algo de destruidor em um
9caso9: ele destr>i a integridade intr@nseca do indiv@duo? o amor4pr>prio do c,n-uge e a possiEilidade
de intimidade? e repercute atrav%s das geraçMes futuras? afetando os nossos filhos e os deles. As melMes
rouEados e comidos em segredo? na verdade? são venenosos.
# lei da colheita permanece inexor!vel. As homens se arreEentam contra ela? por%m ela nunca
se desfaz. 92ão vos iludaisC de Deus não se zomEa. A Bue o homem semear? isso colher!: Buem
semear na sua carne? da carne colher! corrupçãoC Buem semear no esp@rito? do esp@rito colher! a vida
eterna.9
5
As doutores LoSen e Levin concluem:
O alvo final est- além de falar a verdade para si mesmo. (onsiste em ser fiel a si mesmo. #
pessoa que é fiel a si mesma não pode viver feli0, a não ser que os cord.es g4meos de se%o e amor
se7am trançados em sua vida. Pelo fato de ser uma pessoa indivisa, ela procura ser fiel 9 mulher que
ama. # sua fidelidade é filha do amor, e não do medo1 é motivada por escolha, e não pelo acaso1
provém do dese7o satisfeito, e não de sentimentos e%tintos.
CAPITULO
!oman"e na Cumeeira
2enhum bom crente, ou boa crente, se levanta de manhã cedo, olha pela 7anela, e di0< "Pu%a,
que dia bonito@ #cho que vou sair por aí e cometer adultério. " 2ão obstante, h- muitos que o fa0em.
Florence Littauer
$L# era uma mulher extremamente Eela? de dezenove anos? casada havia Buatro anos? sem
filhos. #gora? havia alguns meses? o seu marido? de meia4idade? estava fora da cidade? a serviço
militar. Oma noite de primavera? -! Eem tarde? ela estava se preparando para dormir. Despiu4se para o
Eanho. A seu caEelo longo? lustroso? negro? caiu suavemente ao redor de sua face e de seu corpo <
um Buadro de Eeleza caracteristicamente feminina. # lua Erilhou soEre ela? iluminando as suas formas
esculturais. $la terminou o seu ritual vespertino particular da higiene pessoal.
RoEerta Yells Dorr descreve? em cores vivas? esta cena em sua novela David and PathseEa:
Aate6:eba tirou a roupa e entrou na bacia de alabastro que a sua serva :ara havia enchido
com -gua morna. "la permaneceu nua na bacia, enquanto a sua serva enchia uma cuia de -gua e a
derramava sobre ela. Aate6:eba levantou6se sem embaraço, embora não tivesse nada para cobrir a
sua nude0. :em que ela o soubesse, os olhos de um homem a estavam observando e... normalmente ele
"
2A.# DA .R#DO.AR: Pumerangue % uma arma usada pelos aEor@genes neozelandeses? em forma de L? Bue? Buando atirada? volta K
mão do atirador. 9$feito de Eumerangue9 % o Bue atinge o autor do processo.
teria olhado para outro lado, mas foi tudo tão inesperado e era tão lindo, que ele continuou a olhar.
"m crescente admiração, ele absorveu6se na bele0a dela, vista apenas parcialmente através das
folhas secas de palmeira. O cabelo dela caía em cachos Bmidos sobre os seus seios redondos, e a sua
cintura minBscula acentuava a agrad-vel curva de seus quadris. "nquanto ele olhava, ela saiu da
bacia, e, com brusco movimento da cabeça, 7ogou os cabelos para tr-s, tornando visível a curva de
suas costas. "le reconheceu que nunca tinha visto algo tão belo ou tão gracioso em sua vida.D
Oma Eatida suave na sua porta mudou totalmente os seus planos para o resto daBuela noite e o
resto de sua vida.
Om 9caso9 extracon-ugal. (omo ele começaC o Bue faz com Bue ele continueC Buais são as suas
caracter@sticasC e Buem são? ao mesmo tempo? os seus perpetradores e as suas v@timas&
# P@Elia nunca encoEre ou omite as falhas humanas. Deus não escreve Eiografias humanas
como um pai 9coru-a9. #s falhas e loucuras dos l@deres Bue ele escolheu são identificadas tão
claramente Buanto os seus sucessos. $le não encoEre os defeitos deles. #s hist>rias desses l@deres
mostram Bue as tentaçMes hodiernas são tão antigas Buanto o homem e Bue o fracasso faz parte de cada
um de n>s. 0as? induEitavelmente? cada caso de infidelidade con-ugal % diferente em muitos detalhes:
o contexto geogr!fico? social e familiar < a idade? as atitudes e os antecedentes das pessoas
envolvidas. 0as os elementos E!sicos são os mesmos? especialmente entre crentes professos. $ o caso
de Davi e Pate4eEa % tão moderno Buanto uma novela de .J.
# (3R(O2.[2(3#
#Buele dia de primavera era comum em todos os sentidos. 2ão h! nada no registro E@Elico Bue
indiBue Bue havia algo de inusitado nas atividades ou na atmosfera daBuele dia. As mercadores
apregoavam as suas mercadorias? como haviam feito havia s%culosC as crianças Erincavam nas ruelas
da velha cidade? e as sinagogas ressoavam com as oraçMes do povo? repetidas sem parar. 3srael acaEara
de atravessar uma s%rie de Eatalhas contra os s@rios? e estava gozando os frutos de suas vit>rias.
Reinavam paz e prosperidade. Davi? procurando alargar os limites de seu reino? havia enviado os seus
ex%rcitos para enfrentar e destruir os amonitas. +uanto ao mais? tudo corria como de costume.
+ualBuer coisa Bue pudesse fazer com Bue aBuela velha cidade viErasse e Bue as suas tradiçMes
seculares prosperassem não estava sendo perturEada.
2ingu%m suspeitava de algo desastroso naBuele dia comum? e muito menos Davi e Pate4eEa.
2ada indicava a terr@vel cadeia de eventos desencadeada naBuele dia: adult%rio? gravidez? engano?
homic@dio? trag%dia familiar e -u@zo divino. .udo isso num dia como outro BualBuer.
9$u nunca pensei Bue isto poderia acontecer4nos9? soluçou uma esposa de pastor? em meu
escrit>rio. 9#s coisas pareciam estar correndo tão Eem? tudo era normal? não havia sinais de perigo <
naBuela %poca a nossa igre-a estava crescendo < e foi tão inesperado? tão chocante. A meu marido
reBuereu div>rcio? aEandonou o pastorado e -untou4se a essa mulher leviana Bue -! se divorciara tr=s
vezes.9
9.udo Eem9? 9normal9? 9nenhum sinal9? 9igre-a crescendo9? 9inesperado9. $stas não são
palavras de surpresa. .udo parece Eem. 2ão h! razMes para se suspeitar de uma trag%dia. A traEalho
est! indo Eem. Deus parece estar operando. # fam@lia est! em paz. $ então? sem nenhum sinal de
advert=ncia... a EomEa:
Vos%? com cerca de vinte anos de idade? tinha grande responsaEilidade na casa de *otifar. $le
gerenciava todos os assuntos dom%sticos de seu patrão e todos os seus neg>cios. .udo estava correndo
normalmente: as plantaçMes produzindo? os reEanhos se multiplicando. #Buele simp!tico -ovem
administrava tudo sem percalços. Deus o fazia prosperar.
$ então? um dia < em nada especial < enBuanto ele estava 9cuidando de seu traEalho9? uma
mulher começou a olh!4lo de maneira significativa? sugerindo sedutoramente: 9Vos%? venha dormir
comigo:9
#o se levantar naBuela manhã? Vos% nunca sonharia Bue naBuele dia < outro dia normal de
traEalho < ele receEeria um convite apaixonado para um 9caso9? sofreria chantagem e seria levado
para a prisão.
$u tamE%m não tinha suspeitas. $u acaEara de chegar a uma cidade de 0ichigan? para começar
uma s%rie de reuniMes na igre-a? naBuele domingo. $ra uma comunidade peBuena? ins@pida? um povo
comum? sem sofisticação. 2aBuela noite de s!Eado? na recepção de apresentação? uma senhora da
igre-a sentou4se ao meu lado. $la estava longe de ser cativante ou Eonita. Oma simples 0aria: não
tinha personalidade cintilante? era um pouco gorda? um tipo de dona4de4casa comum.
Durante um momento trocamos cumprimentos. $m seguida? de maneira trivial? ela me estendeu
um pedaço de papel com o seu endereço e nZmero de telefone.
9*ensei Bue voc= poder! sentir4se solit!rio? enBuanto estiver aBui. e Buiser passar por l! uma
destas tardes? telefone4me. A meu marido estar! ausente a semana inteira? traEalhando em Detroit. A
Zltimo orador Bue tivemos aBui na igre-a visitou4me v!rias vezesC acho Bue voc= vai gostar de ir
tamE%m.9 2ada sutil ou expressivo? astuto ou pudico? mas casual como oferecer4se um copo de !gua? e
aparentemente? sem maiores conseBL=ncias.
As 9casos9 não começam com o piscar de luzes vermelhas de advert=ncia. A dia não começa
com nuvens negras e agourentas? avisos de furacão? uma intranBLilidade interior ou uma voz do c%u
Bue diz: 9Reforce as suas defesasC a tentação est! se aproximando.9 A furacão Bue destruiu o pr%dio
em Bue estava o meu escrit>rio? h! v!rios anos atr!s? apresentou4se inesperadamente? em um Eelo dia
de primavera? veio rugindo como um avião a -ato? e deixou tudo torcido? BueErado e em frangalhos. $
a primavera continuou. #ssim tamE%m vem a tentação. +uando& $m um dia como os outros.
A (#R#(.$R$
(reio Bue aBuele 9caso9 aconteceu Buase como uma surpresa? tanto para Davi como para Pate4
eEa. 2enhum dos dois plane-ara aBuilo uma hora antes de acontecer. 2ão foi o resultado de um
namoro ou de uma cumplicidade voluptuosa. Davi era um homem segundo o coração de Deus? e Pate4
eEa? uma esposa fiel ao seu marido? cora-oso e patriota. Davi estava vindo de um per@odo de
prosperidade e fama. $m numerosas Eatalhas ele fora vitoriosoC ele havia destru@do oitenta e sete mil
inimigos e capturado vinte e dois mil. $ todas essas vit>rias eram confirmação da presença de Deus
com ele e da promessa de Deus de lhe dar uma dinastia perene. 9$ o enhor ia concedendo vit>rias a
Davi por onde Buer Bue ele passasse.9
"
Uaviam acaEado de ser pronunciadas as promessas de Deus: 9$u escolhi voc=... tenho estado
com voc=... Joc= ser! contado entre os homens mais famosos do mundo: ... # fam@lia de Davi
governar! o meu povo para sempre.9 $ Davi respondera com esfuziantes agradecimentos: 9\ enhor
Deus: por Bue derramou suas E=nçãos -ustamente soEre este teu servo de fam@lia tão insignificante&...
$ssa Eondade est! longe da compreensão humana:... .oda a honra se-a dada ao enhor... *ois o
enhor % Deus? e verdadeiras são suas palavras.9
'
*ouco antes ele sa@ra de sua rotina? para cumprir os seus votos a V,natas? e havia restaurado? aos
herdeiros dele? toda a terra anteriormente de propriedade de aul. A filho alei-ado de V,natas fora
convidado a morar no pal!cio? como memEro da pr>pria fam@lia de Davi. em nenhum acanhamento?
Davi dançara diante da #rca do enhor? K vista de toda a cidade? celeErando louvores a Deus. 92ão me
importa Bue aos seus olhos eu não se-a Eem4visto: continuarei dançando? em louvor ao enhor9? disse
ele.
7
9Davi foi um rei -usto e estimado por todo o povo de 3srael.9
1
*ortanto? aBui est! Davi? um
homem de grande coragem? generosidade e Eondade? -usto e reto em seus atos? dedicado a Deus e
cheio de louvor e ação de graças. Dificilmente poderia ser considerado candidato a um desastre
pessoal.
32A($2.$
egundo todas as apar=ncias? tanto Davi como Pate4eEa estavam inocentes. 2enhum dos dois
se envolveu em BualBuer atividade Bue pudesse ser interpretada como encora-adora de infidelidade ou
transig=ncia para com o pecado. Pate4eEa ocupou4se com a inocente tarefa de tomar um Eanho
vespertino. 2ada h! de sensual nisso. $la não estava expondo os seus encantos femininos com o
intuito de seduzir. 2ão era uma prostituta Earata nem uma sedutora cortesãC e tamE%m não era uma
sereia ardente e ardilosa. implesmente uma esposa fiel preparando4se para uma noite de sono.
$ Davi& *rovavelmente com trinta e nove anos de idade? ele não era um homem sexualmente
frustrado? um macho inBuieto? a espreitar nas somEras da noite. $ tamE%m ele não era um homem
sexualmente faminto? rondando como um animal no cio. 2essa %poca? ele tinha -! mais de sete esposas
e v!rias concuEinas K sua disposição. $le -! gerara dezessete filhos. #ssim sendo? dificilmente se
poderia dizer Bue estava procurando uma nova conBuista sexual para evidenciar a sua virilidade. $le
experimentara o Bue BualBuer um pode experimentar de vez em Buando: uma noite insone. $u tenho
tido muitas. Joc= tamE%m. Oma noite em Bue os pensamentos parecem correr e pular como caEritos
selvagens? recusando4se a se acalmarem. .alvez ele estivesse pensando em suas tropas Bue estavam
sitiando a cidade de RaE!. Au em algum outro proElema de $stado.
0as ainda não era tarde Buando Davi levantou4se da cama e foi dar uma volta no terraço do
pal!cio < para analisar o seu proElema? para resolver a sua luta contra a ins,nia.
Desinteressadamente? ele olhou em v!rias direçMes? notando Bue a cidade estava dormindo melhor do
Bue ele. #li perto? os seus olhos foram atra@dos por uma peBuena luz? Bue se filtrava atrav%s de
postigos parcialmente fechados. $le olhou rapidamente uma vez? duas < depois os seus olhos se
fixaram ali. Oma Eela -ovem estava tomando o seu Eanho vespertino. #t% esse ponto? tudo era inocente
e ningu%m deve ser culpado.
(A2+O3.#
#s circunst6ncias não fazem um homem: elas o revelam. Q semelhança dos saBuinhos de ch!? a
nossa verdadeira força se manifesta Buando somos imersos em !gua Buente. 2ão h! nada de errado em
acontecer de se ver uma Eela mulher tomando Eanho. 2ada de errado em se reconhecer a sua atração
f@sica e encanto dados por Deus. 2ada de errado com um r!pido e involunt!rio pulsar do coração? uma
onda de sangue viril? uma exclamação silenciosa:
9*uxa:9 0as agora começa a luta? a luta com as suas fantasias? a sua carne? a sua f% e o seu
futuro.
Davi conhecia Eem a lei de Deus e a sua proiEição do adult%rio. $le saEia Bue? de acordo com a
lei? uma mulher Bue fosse comprovadamente adZltera podia ser apedre-ada. 2a mocidade? ele
decorara: 92ão coEiçar!s a mulher de teu pr>ximo.9 $? sem dZvida? esta não era a primeira tentação
desse tipo Bue ele sentia. (omo -ovem forte? sadio? no pal!cio do rei? admirado pelasC moças do reino?
ele tivera o seu Buinhão de seduçMes e oportunidades. 0as isso era diferente < ou não& As seus
pensamentos corriam de forma selvagem? desenfreada. 90ais Eonita do Bue BualBuer de minhas
esposas. .ão -ovem? fremente? convidativaC ela me excita. .enho sofrido muita pressãoC mereço um
pouco de relaxamento. .enho guardado a lei de Deus por muito tempoC uma peBuena infração não %
nada s%rio demais. De fato? pode ser Bue Deus me fez andar aBui fora esta noite para Bue pud%ssemos
estar -untos. .alvez este se-a o oE-etivo de uma noite insone? e s> uma vez... um ato... não um DcasoD
prolongado. # coisa não precisa passar desta noite. $ ningu%m ficar! saEendoC eu tomarei provid=ncias
neste sentido.9 $ pergunta ao seu servo: 9+uem % aBuela moça& # casa % de Buem& *reciso saEer.9
2enhuma hesitação? nenhuma espera? consideração? medição de conseBL=ncias? desist=ncia. $le
não conseguia ver al%m daBuele momentoC fora cegado pela paixão. Om fus@vel começava a despedir
fagulhas. $le -! podia v=4la em seus Eraços.
9$la % Pate4eEa? a esposa de Orias9 < informa o servo.
Davi murmura: 9$ Orias est! ausente? na guerra. .udo se encaixa tão Eem. Orias % um grande
soldado? mas provavelmente não % muito Eom marido ou amante < tão mais velho do Bue ela < e
ficar! ausente por muito tempo. $sta -ovem precisa de um pouco de conforto? em sua solidão. $sta %
uma forma em Bue a posso a-udar. 2ingu%m ficar! ferido. $u não tenciono nada de errado com isto.
2ão % concupisc=ncia < Bue -! senti muitas vezes. N amor. 2ão % a mesma coisa Bue achar uma
prostituta na rua. Deus saEe.9 $ ordena ao servo: 9.raze4a para mim.9
$videntemente? Davi não pensou muito. A Bue ele vira incendiou a sua imaginação? e? em
menos tempo do Bue leva para contar o Bue aconteceu? ele estava alimentando uma fantasia? Bue se
tornou uma oEsessão. $le fora arrastado pelos seus pr>prios dese-osC aBueles dese-os conceEeram? e
ele estava prenhe de pecado antes de Pate4eEa chegar ao aposento real e ficar gr!vida.
1
# tentação
apela para o dese-o? o dese-o cria a fantasia? a fantasia incendeia os sentimentos? e os sentimentos
clamam por ação.
A A(OL.#0$2.A
Durante v!rios dias < provavelmente semanas < as coisas continuaram como antes. 0uitas
vezes Davi relemErou aBuela noite memor!vel? emEora ele e Pate4eEa tivessem -urado guardar
segredo e não tivessem plane-ado nenhum outro encontro. $ra uma recordação particular deles?
trancada s> em dois coraçMes. Dentro de um m=s ou dois os sinais: a aus=ncia de um per@odo
menstrual? tontura matinal? n!useas... e o segredo foi exposto. 9$stou gr!vida9.
Desde a %poca e o exemplo de #dão? o homem? instintivamente? procura encoErir os seus
rastros? 9porBue os seus atos são maus9.
8
Ratergate não foi nada de novo. A Bue se pretendia fosse um
prazer clandestino e passageiro < um ato < agora reBuer a minuciosa estrat%gia do engano < uma
atitude. A fato de ter vivido uma mentira uma noite? se não for confessado completamente? reBuer
muitas mentiras para encoEri4lo.
$ a pessoa Bue tem reputação de integridade agora recorre a todo tipo de engano conceE@vel
para salvar a sua pele. Jiver uma mentira torna f!cil o desencadeamento de outras mentirasC de fato?
elas se tornam necess!rias. 9$ste % o primeiro segredo Bue escondi de minha esposa em dezoito anos9?
confessou um esposo infiel. 9$u me sinto um miser!vel? tendo Bue inventar tantas mentiras? visto Bue
nunca fiz isso antes.9 # estrat%gia % sempre a mesma. #s t!ticas? imemor!veis: prote7a6se, culpe os
outros, elimine as evid4ncias. #trav%s dos s%culos? o homem ainda não inventou maneiras novas de se
esconder.
$ tamE%m o crente Eem doutrinado Bue prefere ocultar em vez de confessar conta as mesmas
hist>rias enganosas? tanto Buanto o galanteador Bue nunca ouviu falar da graça de Deus. Om Davi <
homem segundo o coração de Deus < torna4se ardiloso? traiçoeiro? implac!vel e sem consci=ncia.
$m um golpe de mestre? de des@gnio maligno? Davi passou rapidamente e decisivamente a fazer
as tr=s coisas ao mesmo tempo: .ragam Orias da guerra? façam4no dormir com Pate4eEa uma noite
ou duas e mandem4no de volta K Eatalha. Orias gostaria muito desse descansoC ele e todo mundo creria
Bue o EeE= era dele e Davi estaria completamente livre do alçapão? livre do escarmento? da culpa e da
responsaEilidade. Om plano engenhoso: # verdade seria sepultada na ignor6ncia de Orias. $ teria
funcionado sem empecilhos? se Orias e Deus tivessem cooperado. Davi não contou com a integridade
de seu soldado nem com a discord6ncia de Deus.
Orias chegou ao pal!cio por ordem do rei? fez um relat>rio da Eatalha e receEeu ordens de ir
para casa e descansar aBuela noite. *resentes de comida e vinho foram mandados adiante dele? para
indicar Bue Davi se alegrava com ele e para preparar o palco para uma noite agrad!vel. 0as aBuele
homem era um soldado na plena acepção da palavra? e? emEora possivelmente não sentisse nenhum
motivo oculto da parte de Davi? não se podia permitir descansar e desfrutar de sua esposa enBuanto os
seus colegas oficiais estavam aBuartelados no campo? em uma zona de Eatalha. $le dormiu na casa da
guarda do pal!cio.
(om decisão e ira crescentes? Davi o enviou ao segundo est!gio. 9e eu o emEriagar? poderemos
fazer com Bue ele entre em sua casa? e então ele dese-ar! Pate4eEa. 0esmo Bue ele não durma com
ela? estar! E=Eado demais para lemErar4se do Bue aconteceu? e assim tudo estar! Eem. 0as Orias?
emEora inteiramente E=Eado? dormiu outra noite com os guardas.
.oda a consideração por esse soldado leal estava se transformando em medo e ressentimento.
9$ntão ele precisa ser tirado da cena. e isto significa Bue eu estou me voltando contra os Bue me
amam e me servem? Bue se saiEa Bue os meus amigos podem ser sacrificados. N assim Bue as coisas
são? Ks vezes. $u sacrificarei BualBuer pessoa < BualBuer relacionamento < para me proteger e
manter a verdade amordaçada.
9*onde Orias na frente onde for mais renhida a pele-a? e retirai4vos dele? para Bue se-a ferido e
morra.9
)
$le enterrou o seu pecado no tZmulo de Orias. Om 9caso9 extracon-ugal Bue tem
continuidade sempre necessita de sacrif@cio. A sacrif@cio ego@stico do amor? da lealdade? dos
relacionamentos? do respeito? da integridade? da consci=ncia < e da comunhão com Deus. 90as isto
Bue Davi fez desagradou ao enhor.9
5
# noite de prazer Bue Davi gozara tornou4se um pesadelo de dor. A seu filho morreu. # sua Eela
filha? .amar? foi violentada pelo seu meio4irmão #mnom. #mnom foi morto pelo seu irmão mais
velho? #Esalão. #Esalão foi separado de Davi durante tr=s anos? e voltou para formar uma conspiração
contra o pai. +uando finalmente #Esalão foi morto? em uma emEoscada? Davi rompeu em pranto e
soluçou: 90eu filho #Esalão? meu filho? meu filho #Esalão.9
/X
A Bue modifica um homem de Deus? de forma Bue ele se torne velhaco? sinistro? destruidor de
tudo o Bue ele e as outras pessoas prezam& A Bue transforma o terno e sens@vel amor de um homem a
Deus em uma determinação dura? implac!vel? de agir K sua pr>pria maneira& #s liçMes da experi=ncia
de Davi são >Evias? e se aplicam a todos n>s. uElinhe4as em sua mente e em seu coração.
/. 2ingu%m? emEora escolhido? aEençoado e usado por Deus? est! imune a um 9caso9
extracon-ugal.
". +ualBuer pessoa? a despeito de Buantas vit>rias tenha tido? pode cair desastrosamente.
'. A ato de infidelidade % o resultado de dese-os? pensamentos e fantasias descontrolados.
7. A seu corpo % seu servoC se não o for? torna4se seu senhor.
1. A crente Bue cair vai desculpar4se? racionalizar e encoEri4lo? Buanto BualBuer outra pessoa.
;. A pecado pode ser agrad!vel? mas nunca ser oculto de maneira eficaz.
8. Oma noite de paixão pode desencadear anos de dor para a fam@lia.
). A fracasso não % nem fatal nem final.
.odas estas liçMes serão aEordadas nos pr>ximos cap@tulos.
CAPITULO #
Por $ue os C%n&uges Se Traem?
O "caso"é um sinal da necessidade de a7uda1 uma tentativa para compensar as defici4ncias que
h- no relacionamento, devidas 9 tensão circunstancial < um aviso de que alguém est- sofrendo.
usan Buire
# (A3# não acontecem simplesmente. .oda ação tem uma causa. #s açMes não surgem
espontaneamente do nada. U! fatores Bue contriEuem? forças Bue pressionam e razMes pessoais soE a
superf@cie. As ramos t=m de ter ra@zes. $? emEora as ra@zes raramente se-am vistas? elas determinam o
tamanho e o car!ter dos ramos.
e um casamento % viErante e se desenvolve? % porBue h! razMes para isso. A crescimento não %
espont6neo? impercept@vel e sem causa. As relacionamentos não vice-am? se forem negligenciados ou
se deles se fizer uso inadeBuado. $? emEora os c,n-uges possam não ser capazes de articular de modo
correto tudo o Bue fazem? não oEstante? estão fazendo algumas coisas certas.
A fracasso de um casamento acontece da mesma forma. +uando um c,n-uge se envolve em um
9caso9 < uma aventura de uma noite ou um relacionamento prolongado < h! razMes. 2em a parte
culpada nem a inocente podem entender plenamente essas razMes ou descrev=4las exatamente. *ode ser
Bue não saiEam Buais são as suas mais profundas dimensMes psicol>gicas? emocionais? f@sicas e
espirituais? e o Bue pode parecer uma razão v!lida para um? pode parecer uma desculpa para o outro.
A 9caso9 % um sinal da necessidade de a-uda < uma tentativa de compensar as defici=ncias
existentes no relacionamento? um sinal de compensar as defici=ncias existentes no relacionamento? um
sinal de advert=ncia de Bue algu%m est! sofrendo. Linda Rolfe o resume: 9er infiel % um sintoma? e
não uma s@ndrome. #lgo est! errado no casamento deles ou em sua capacidade de ter intimidade com
outro ser humano? da mesma forma Bue uma feEre % manifestação de uma infecção. As DcasosD
extracon-ugais servem como indicador de disfunção no casamento.9
/
#s causas da infidelidade con-ugal variam tanto Buanto as personalidades envolvidas? mas creio
Bue todas podem ser consideradas? enBuadrando < se em uma destas tr=s categorias gerais:
imaturidade emocional? conflitos sem solução ou necessidades não satisfeitas.
30#.OR3D#D$ $0A(3A2#L
# adolesc4ncia % geralmente temida pelos pais? da mesma forma como teme as doenças da
inf6nciaC esperam Bue os seus filhos não se-am adolescentes dif@ceis e Bue não ha-a traumas
permanentes.
0uita vezes ela % um per@odo traum!tico? acarretando a mudança de relacionamentos?
agonizante pressão dos colegas e interrogaçMes a respeito da identidade e do futuro do adolescente.
$sse per@odo não deve ser permanente? mas geralmente % uma ponte da depend=ncia da inf6ncia para a
interdepend=ncia do adulto. $sses anos de transição muitas vezes são marcados por imaturidade?
reEeldia? voluEilidade? dZvidas Buanto a si mesmo e experimentação. 3nfelizmente? algumas pessoas
Bue -! t=m Buarenta ou cinBLenta anos de idade ainda são adolescentes Buanto ao seu comportamento.
$m vez de o casamento ser a nossa Zltima chance de crescermos? de acordo com Voseph Parth? ele
torna4se um refletor de nossas imaturidades perp%tuas.
(onsideremos o meu amigo Voe. (asado h! tr=s anos < dois filhos. Durante os anos em Bue
estava namorando? ele gostava de pensar acerca de si mesmo como um presente de Deus para as
garotas? e mudava de uma namorada para outra. 0!sculo e simp!tico? ele tinha um sorriso matreiro e
maneiras confiantes Bue faziam dele um encanto. Forçado a casar4se devido K inesperada gravidez da
sua namorada? ele Bueria ser fiel? mas ainda tinha olhos irreBuietos. De acordo com ele? sua esposa era
tudo o Bue uma esposa pode ser: vivaz? sexualmente estimulante? altru@sta? e? como ele? crente. 0as?
em sua mente? ele era ainda o adolescente sem peias? namorador. 92a verdade? eu não sou homem de
uma s> mulher9? -actou4se ele? com um piscar de olhos.
Q %poca em Bue ele e a esposa vieram a mim? ele estava tendo almoços de neg>cios em pontos
de encontro? tomando lanches em casas de m! fama e visitando uma garota periodicamente. $le estava
vacilando entre o dese-o de manter um casamento Eem estaEelecido e os seus apetites de adolescente
flutuantes.
=Bvidas quanto a si mesmo podem armar o palco para a infidelidade con-ugal. LemEro4me Eem
de Vorge. $le veio de uma fam@lia de grandes realizadores: o seu pai estava no topo da pir6mide
gerencial? e sua mãe era calorosa? extrovertida? tendo muitos amigos. As seus irmãos e irmãs eram
agressivos? confiantes? e todos ativos na igre-a. +uando menino? ele lutara com grandes expectativas e
comparaçMes? especialmente com os seus irmãos? e sentia? secretamente? Bue não era tão Eem dotado
Buanto eles e por isso não era prov!vel Bue tivesse sucesso. .inha pouca estima por si mesmo. (asou4
se com #na? tipo dominador? e eles se estaEeleceram? para formar uma fam@lia.
$mEora ele tivesse tudo o Bue acompanha o sucesso < Eom emprego? oportunidades @mpares?
casa Eoa < o seu conflito @ntimo continuou. 9.odo mundo espera mais de mimC eles não me aceitam
como realmente sou. #t% no Buarto de dormir? minha esposa reage? mas relutantemente? como a dizer:
D#nde depressa e acaEe logo com issoD. Realmente não sou o homem Bue devia ser.9
$le sentia4se castrado. onhava com uma relação em Bue não tivesse essa luta interior < esse
fracasso constante < emEora o adult%rio fosse totalmente contr!rio a tudo o Bue cria e Bue lhe fora
ensinado. (omo a maioria dos homens? ele não estava procurando sexo? mas algu%m Bue fosse um
arrimo soEre o seu amor pr>prio? tão vacilante.
# garota com Buem se encontrou no supermercado era BualBuer coisa? menos o tipo Bue ele
teria considerado para ser sua esposa. Divorciada duas vezes? poEre? desleixada < uma vagaEunda?
mas uma campeã em saEer como edificar o ego de um homem. $m sua primeira visita K casa dela? ele
sentiu repulsa. $ra o oposto de tudo Bue ele conhecia: tinha apenas poucos m>veis? uma cama velha?
umas duas cadeiras de doErar? uma mesa e um peBueno tapete desfiado. 0as era um escape para tudo
o Bue pesava soEre ele.
Depois da primeira vez Bue mantiveram relaçMes sexuais? ele pensou: 9$la gosta de mim pelo
Bue sou? e não pela pessoa Bue procurasse fazer de mim. ou aceito. $la gosta de mim. $u a excito.9
$le estava fisgado. (omo algu%m Bue encostara em um fio de alta tensão? não podia larg!4la. 0ais
tarde? ele disse: 9$u nunca me senti tão homem como Buando estava com ela.9
#Eigail van Puren? colunista de imprensa americana? Bue escreve a famos@ssima coluna 9Dear
#EEI9? diz: 9Om homem escolhe uma vagaEunda? porBue Buer uma companhia feminina Bue não se-a
melhor do Bue ele. 2a companhia dela? ele não se sente inferior. $le a recompensa? tratando4a como a
uma dama. $le trata a esposa FBue é uma damaG como uma vagaEunda? porBue acha Bue? degradando4
a? a reEaixar! at% o n@vel dele. 3sto f!4lo sentir4se culpado. #ssim? a fim de DempatarD com a esposa?
pelo fato de fazer com Bue ele se sinta culpado? ele continua punindo4a.DD
*ndulg4ncia por parte dos pais pode preparar um filho para uma imaturidade perp%tua e para a
infidelidade con-ugal. *ais permissivos? temerosos de contrariar os dese-os de seus filhos? dão4lhes
tudo o Bue eles pedem. 2unca lhes % negado nada. $les são mimados? tratados como EeE=s e nunca
lhes % ensinada a necessidade ou o valor da disciplina. A adolescente Bue tem tudo? cu-os menores
dese-os sempre foram atendidos? não se tornar! um c,n-uge forte e altru@sta. # pessoa Bue cresce sem
ouvir e respeitar a palavra 2QA -amais a considerar! uma resposta h!Eil? Buando estiver sendo tentada
a satisfazer os seus dese-os e caprichos.
teve? provavelmente? nunca entendera Bue isto fazia parte de seu proElema. $le viera de um
s>lido lar cristão? em Bue a P@Elia era honrada? lida e seguida. A fato de ir K igre-a? a reuniMes
especiais? a acampamentos E@Elicos e a um col%gio evang%lico? tudo isto era considerado como lugar4
comum e era caracter@stico de sua fam@lia. As interesses comerciais da fam@lia floresciam? Eem como o
seu padrão de vida. $m todos os aspectos? eles eram uma fam@lia cristã exemplar? de sucesso. 0as
havia um defeito fatal.
Fosse o Bue fosse Bue os filhos Buisessem? conseguiam oEter. PrinBuedos ou roupas? patins?
Earcos? carros? casas? viagens < não fazia diferença: Eastava apenas mencionar. (laro Bue os pais não
tencionavam fazer4lhes mal. 9Deus nos tem aEençoadoC vamos aproveitar9? esta era a atitude deles.
acrif@cio? aEnegação Fnegação dos pr>prios dese-osG? disciplina? eram termos E@Elicos familiares? mas
estranhos ao seu vocaEul!rio e estilo de vida. +uando teve se casou? tudo foi amor e luxo. 0uitos
anos mais tarde? com proElemas? Buando o seu casamento apresentou uma fratura? ele fez a Znica coisa
Bue saEia fazer: comprou mais coisas para a esposa. 0aiores e melhores. Hastou dinheiro como se não
houvesse o dia de amanhã. 0as a fenda se alargou. A Bue ela Bueria era compreensão?
companheirismo? uma solução. 2essa %poca? uma mulher -ovem? na igre-a? sentiu a frustração dele? o
seu desencora-a4mento? e ofereceu4lhe um sorriso amistoso? uma mão calorosa? e? finalmente? um
corpo ardoroso. 9(asos9 eram acontecimento familiar para ela? e ele estava em sua lista.
A 9caso9 deles o mergulhou em um profundo sentimento de culpa? e ele começou a lutar entre
as opçMes de negar os seus pr>prios dese-os e de entregar4se a eles. 2ão oEstante? muitas vezes ele
ficava estranhamente contente consigo mesmo por ceder. # sua familiaridade com a P@Elia s> fazia
crescer o seu sentimento de culpa. +uando o fiz lemErar4se de Bue a vontade de Deus proiEia aBuilo
< 92ão adulterar!s... 2ão coEiçar!s a mulher do teu pr>ximo... se a tua mão te escandalizar? corta4a9
< ele não conseguia entender. # ess=ncia de sua reação foi: 9(omo % Bue o senhor ou BualBuer outra
pessoa pode dizer4me DnãoD& $u consigo o Bue dese-o? sempre o consegui e sempre o conseguirei.
+uero esta mulher? não importam as conseBL=ncias. 2ão me venha dizer Bue significar! o rompimento
com minha fam@lia? a destruição do casamento dela e pre-u@zos no testemunho da igre-a. +uero este
meu relacionamento.9 0enino mimado: As seus pais? perplexos? nunca perceEeram como eles haviam
contriEu@do? anos atr!s? para este fracasso e para esse drama familiar Bue estavam vivendo.
A orgulho tamE%m prepara um homem para a Bueda. (omo diz alomão? em *rov%rEios:
9+uando o homem se orgulha de si mesmo? acaEa sendo envergonhado? mas Buando ele se humilha?
acaEa se tornando s!Eio.9
"
Oma pessoa emocionalmente madura tem um senso realista de suas
pr>prias fraBuezas humanas e da necessidade de depend=ncia de Deus e de outras pessoas. $la não
exiEe a sua força nem flexiona os seus mZsculos diante de Deus e dos outros.
Om conhecido evangelista tornou4se possu@do pelo orgulho. A seu traEalho estava prosperando?
os seus programas de r!dio e .J estavam florescendo? crescia o nZmero de convites para falar. $le
começou a manipular pessoas para satisfazer os seus oE-etivos ego@sticos. +uando se tornou mais
ousado? começou a via-ar a s>s com sua secret!ria. #o um homem de Deus o interrogar a respeito
daBuilo? ele se -actou: 9$u conseguirei resolver isto. 2ão se preocupe comigo. $ mesmo Bue eu decida
me divorciar e casar com essa moça? Bue % Bue tem& A povo se esBuecer! de tudo em poucos meses.
3sso não afetar! o meu minist%rio.9 N claro Bue ele caiu < caiu como um passarinho acertado por um
tiro? e o seu casamento e o seu minist%rio ca@ram com ele.
Autro -ovem pensava Bue a sua capacidade de decorar vers@culos da P@Elia o tornaria seguro.
$le era capaz de citar mais de dois mil vers@culos? mas continuava a fazer visitas clandestinas a certa
mulher? Buando o marido dela estava fora de casa. 9$u não devia fazer isto? mas acho Bue sou muito
homem.9 A orgulho o cegou. A conhecimento? por si s>? exalta o ego. Da mesma forma? ele poderia
ter decorado o dicion!rio. # *alavra? aEsorvida mentalmente? não fora misturada com f% < a f% Bue
age. $le foi como um Eoi para o matadouro? como uma mariposa para a chama.
Argulho em um campo de realizaçMes pode preparar4nos para cair em outro? 9...e o orgulho vem
antes da Bueda Fa Bueda de atan!s % um exemploG.9
'
Om autor evang%lico de grande sucesso? nos
$stados Onidos? com a caEeça pesada do vinho dos elogios e da prosperidade? envolve4se
ousadamente em uma relação adZltera. #s duas !reas estão relacionadas. # Bueda acontece não na
!rea de seu sucessoC ele ainda est! escrevendo. 0as o seu orgulho a respeito do sucesso de seus livros
levou4o ao colapso moral.
9$u era o pastor de maior =xito na cidade. # nossa igre-a crescera? ganhando centenas de
memEros em poucos meses9 < disse4me um -ovem pastor durante uma convenção de verão. 9$u era o
assunto das conversas da comunidade < reconhecido? louvado? admirado. 2a hist>ria dessa igre-a?
ningu%m havia oEtido tal sucesso. .odos? por assim dizer? comiam em minha mão. $ então? por
alguma razão aEsurda? me envolvi com uma -ovem? e reBueri div>rcio. 2a verdade? o nosso casamento
estava indo muito Eem? e eu não tinha nada de Bue me Bueixar? mas não consegui aErir a mão dessa
-ovem.9
9Joc= acha Bue o fato de voc= ter resvalado para este DcasoD est!? de alguma forma? relacionado
com o seu sucesso na igre-a&9 < perguntei.
9Ah? claro Bue sim:9 < concordou ele. 9A meu ego@smo me arruinou. $u achava Bue não havia
possiEilidade de eu errar. (omecei a crer no Bue os outros falavam de mim? elogiando4me. ] medida
Bue a igre-a continuou a crescer? fiBuei imEu@do de orgulho? e isso -untou a ladeira moral em Bue
escorreguei. Jit>ria e derrota ao mesmo tempo. $? sem dZvida? o meu relacionamento com essa -ovem
apenas alimentou o meu HA ainda mais. 0inha esposa não Buis me conceder o div>rcio? e assim eu
estava amarrado.9
(ada pessoa determina a extensão de sua pr>pria imaturidade emocional. As 9casos9 não se
originam de maus casamentos: são desenvolvidos por pessoas imaturas. Om cl!ssico par!grafo a
respeito de maturidade % Filipenses ':/X4/7:
Presentemente anseio conhecer (risto Cesus e o poder manifestado pela sua ressurreição, e
ainda por participar dos seus sofrimentos, até mesmo morrer como ele morreu, de modo a poder
talve0 como ele obter a ressurreição dos mortos.
"ntretanto, irmãos meus, não me considero dos que 7- a alcançaram "espiritualmente", nem me
7ulgo ter atingido a perfeição. 'as continuo lutando mais firmemente por aquilo para que (risto me
atraiu.
'eus irmãos, não creio t46lo atingido ainda1 mas fico6me nisto< dei%o atr-s o passado, e com
as mãos estendidas para qualquer coisa que se me depare 9 frente, diri7o6me para o alvo< o galardão
honroso de ser chamado por =eus em (risto.
Desta passagem aprendo Bue a maturidade tem cinco elementos:
(onfiança completa? irrevog!vel? em (risto somente.
Reconhecimento de minhas imperfeiçMes humanas.
Dedicação a aprendizado e crescimento vital@cios.
(onservação de meu futuro diante de mim? esBuecendo o passado.
*revisão? Eusca? persist=ncia para com tudo de Eom Bue Deus Buer para mim.
.odos estes elementos tamE%m se aplicam ao casamento.
(A2FL3.A 2QA R$ALJ3DA
As conflitos vivenciais são inevit!veis. 2a intimidade e constante conviv=ncia do casamento
eles não podem ser evitados. Filhos? dinheiro? sexo? estafa? parentes < tudo isto e mais são os
causadores. A -ovem casal Bue percorre o corredor central da igre-a com estrelas nos olhos? crendo em
um viveram4felizes4para4sempre? est! para sofrer um rude aEalo. $les são como o homem Bue
comprou um disco por causa da mZsica Bue continha num ladoC Buando chegou em casa? descoEriu
Bue tinha outro lado com outra mZsica? totalmente diferente e menos atraente.
(ada pessoa tem a sua coleção particular de idiossincrasias? trazidas da inf6ncia e de sua
experi=ncia. As seus h!Eitos são peculiares. $la se sente Eem com eles. *ensando em se casar? ela
procura algu%m Bue tamE%m se sinta Eem com ela como ela % e? ao mesmo tempo? satisfaça as suas
necessidades emocionais. 3sto significa? geralmente? algu%m Eem diferente dela? e faz parte da atração.
#gora? comEine estas duas coleçMes de temperamentos? personalidades e caracter@sticas individuais? e
ve-a Buanto campo para discord6ncia e dificuldades. #dicione a isto a natureza teimosa e ego@stica de
cada c,n-uge? e voc= pode encontrar ainda mais < um inc=ndio:
2essa situação? para Bue um casamento soEreviva e prospere? precisa haver negociação?
transig=ncia e aceitação. A Bue tem import6ncia para uma pessoa? pode não ter para outra. #lgumas
coisas significam pouco para n>s? e nos rendemos a elas. #lguns dos h!Eitos de nosso c,n-uge são
inocentes? e os aceitamos e nos a-ustamos a eles. Autras coisas são fonte constante de irritação? e nos
irritamos e lutamos contra elas. Do nosso ponto de vista? elas parecem tão desnecess!rias? il>gicas?
sem import6ncia? nada pr!ticas. 2ão podemos entender por Bue o nosso c,n-uge não consegue
enxergar a saEedoria e a vantagem do nosso ponto de vista? e não Buer mudar.
Desenvolve4se um impasse. Om dos c,n-uges insiste em seu ponto de vista. A outro finca4se na
sua opinião com a mesma determinação? e assim continua. # essa altura? a comunicação reduz4se a
zero. 2enhum deles tem amor suficientemente forte para ignorar as fraBuezas do outro e focalizar4se
nos pontos fortes do outro. $ste ponto de confiança então entra na razão dada para a diverg=ncia.
"O trabalho é tudo. " A americano m%dio v= menos a sua fam@lia do Bue BualBuer marido e pai
do mundo? oEservou *earl Puck. As destruidores de lares são freBLentemente o traEalho? a firma? a
carreira. *or%m nem todo o sucesso do mundo nos neg>cios pode suEstituir ou compensar o fracasso
em casa. # promoção extra e um sal!rio mais alto dificilmente compensam a perda de uma esposa
amorosa e a alienação dos filhos. A sucesso não vale muito para um homem de neg>cios cu-as
promessas não cumpridas resultaram em um lar desfeito.
#inda sinto tristeza por causa do -ovem casal com Bue me encontrei e aconselhei em
Rashington: Uarold e *hIllis. #mEos eram crentes talentosos? dedicados e davam um impec!vel
testemunho. FiBuei impressionado com o seu potencial? tão promissor. Deus ir! us!4los grandemente?
eu estava certo. 0as o traEalho < a profissão < os clientes. $le era um 9caxias9? viciado no traEalho?
Eem K semelhança de seu patrão. A primeiro a chegar ao escrit>rio? o Zltimo a sair. $? sem dZvida? era
pago regiamente. A seu sal!rio? comissMes e promoçMes aumentaram. $ então houve casa nova? carro
novo? roupas novas? restaurantes elegantes. A seu Znico filho? Prad? estava crescendo em um Eairro de
classe? mas com pouco interesse de seu pai.
9$u não posso fazer tudo o Bue Buero < não tenho tempo. $ % claro Bue tenho de pagar as
contas? e por isso preciso continuar me DvirandoD9? explicava Uarold.
#s suas responsaEilidades no traEalho cresceram? e o seu filho tamE%m? mas não o seu
casamento. *hIllis começou a sentir4se cada vez mais posta de lado? ignorada. 9er! Bue ele não
perceEe Bue não precisamos de mais dinheiro? de mais coisas& *recisamos dele.
A traEalho? para ele? % tudo? e tenho medo do Bue isto significar! para o nosso filho. $le e seu
pai estão se afastando cada vez mais? e eu não posso continuar dando desculpas esfarrapadas para ele9?
Bueixou4se ela.
A garoto entrou para um grupo de escoteiros. Uarold não encontrou tempo para ver um s>
desfile? para assistir aos -ogos. 0as tomou provid=ncias: 9*hIllis? cuide para Bue Prad chegue a tempo
para o -ogo? e tenha uma carona para casa.9
$? Buando o filho chegava? não tinha oportunidade nem de contar ao pai como fora a vit>riaC ele
não estava l!. +uando finalmente chegava em casa? o garoto estava dormindo. (ada semana a mesma
hist>ria. # solidão e o ressentimento cresceram? levando mãe e filho a se voltarem contra o pai.
9Om DcasoD com outro homem nunca entrara na minha caEeça9? contou *hIllis. 9$sse homem
agrad!vel estava em todos os -ogos? e deu especial atenção a Prad e a mim? visto Bue est!vamos
sozinhos. $? uma coisa levou a outra? como dizem.9
# esposa de Uarold tornou4se amante de outro homem? porBue Uarold tinha uma amante: o
traEalho.
"# vida toda é uma luta por dinheiro. " 9Foi o dinheiro Bue me lançou nos Eraços de outro
homem < pelo menos o conflito e as pressMes por causa do dinheiro9? Bueixou4se #rlene.
As conflitos por causa do dinheiro são comuns no casamento. # renda? as despesas? o cr%dito? as
d@vidas? acrescidos do significado diferente Bue o dinheiro tem para cada c,n-uge? podem criar uma
situação tensa? explosiva. +uando um homem perde o emprego e não consegue sustentar a fam@lia?
muitas vezes acha Bue a sua masculinidade est! sendo ameaçada. $? nessas circunst6ncias? alguns
homens acham Bue uma conBuista sexual vai a-ud!4los a reafirmar a sua virilidade.
*or%m? voltemos a #rlene. 9.@nhamos a oportunidade de comprar uma casa? e era uma
pechincha. 0as precis!vamos moEili!4la? e s> as coisas essenciais nos deixariam atolados em d@vidas.
$ntão Pill sofreu um acidente com o carro? e houve um monte de coisas ligadas com ele Bue o nosso
seguro não coEria. +uando fiBuei gr!vida? descoErimos Bue algu%m no escrit>rio de Pill havia deixado
de incluir o meu nome como dependente dele? de forma Bue as despesas com o parto tamE%m não
foram coEertas. .entei arrumar um emprego? para a-udar? mas? Buando paguei K empregada? comprei
roupas e paguei as refeiçMes fora? e outras coisas? cheguei K conclusão de Bue não compensava. .oda
nossa vida % uma luta por dinheiro. .odo m=s % um tropel fren%tico para ver Bue contas podemos
pagar? e o Bue precisamos deixar de lado. #ssumi o Dagrad!velD serviço de telefonar para os credores e
dizer4lhes Bue podemos pagar apenas a metade do Bue lhes devemos cada m=s. # constante
preocupação? o emEaraço < voc= não pode imaginar como % isso.
9$ então? um dia? encontrei4me? por acaso? com Dave? Bue fora meu colega no gin!sio. $le
levou4me para almoçar em um restaurante elegante e luxuoso. Ah? Bue al@vio: A simples prazer de
conversar a respeito de coisas comuns? da vida di!ria? e não ouvir falar nenhuma vez em dinheiro: #
culpa Bue sinto acerca do meu DcasoD % como gotas de !cido corroendo o fundo de meu c%reEro. 0as
preciso ter algum escape? algum al@vio dessa preocupação e tensão constantes a respeito de dinheiro.9
"# minha sogra não é mandona1 ela é uma tirana. " As parentes de seu c,n-uge encora-am a
infidelidade con-ugal& # maioria deles est! ansiosa para Bue o seu reEento se saia Eem? e não deslustre
o nome da fam@lia. $ o fato de ter os av>s por perto e dispon@veis % importante para as crianças? a fim
de lhes dar uma sensação de hist>ria e de continuidade.
0as Voanne aprendeu? da maneira mais dif@cil? Bue a integridade do casamento precisa ter
preced=ncia soEre BualBuer influ=ncia negativa? BualBuer intrusão dos parentes? se-am Buem forem.
*or%m? ela não agiu com suficiente presteza. .inha apenas vinte e cinco anos de idade? e
traEalhava? em regime de tempo parcial? como enfermeira. # sua reação diante do fim de seu 9caso9?
Eem como as razMes Bue apresentou para -ustific!4lo foram Eem caracter@sticas.
9Vim % um amor < um tanto ap!tico? mas eu o amo demais. e algu%m me dissesse Bue eu iria
engan!4lo? eu teria rido na cara dessa pessoa. 0as eu o fiz.
9.udo começou Buando minha sogra BueErou o tornozelo e veio ficar conosco? enBuanto
convalescia. 0inha sogra não % mandonaC ela % uma tirana. $la Buer isto? aBuilo e mais aBuilo outro
feito -!? e do -eito dela. upZnhamos Bue ia ficar apenas algumas semanas? por%m ela se mudou com
armas e Eagagens? e? dentro de uma semana? arran-ara a nossa casa e as nossas vidas da maneira como
Bueria. *ara mim era evidente Bue ela plane-ara ficar permanentemente.
9#chei Bue não devia dizer nadaC afinal de contas? ela era a mãe de Vim. (omecei a ficar cada
vez mais ressentida. $ comecei a passar tanto tempo Buanto poss@vel fora de casa. Om dia Fred? filho
de um de meus pacientes? ofereceu4se para me levar para casa no carro dele e sugeriu Bue par!ssemos
para tomar um caf% no meio do caminho.
9Foi assim Bue começou. Durou tr=s meses. Om dia Fred falou algo a respeito de ser grato K
minha sogra por me fazer Buerer ficar tanto tempo com ele. #Builo me p,s a pensar? e reconheci v!rias
coisas. $u não amava Fred. 2a verdade? eu o estava usando como forma aloucada de revidar contra
minha sogra e contra Vim? por não conseguir suport!4la. $u nunca dissera a Vim o Bue sentiaC esperava
Bue ele souEesse? e fiBuei zangada Buando vi Bue ele não perceEia.
9Rompi com Fred? e então disse a Vim Bue a mãe dele precisava ir emEora. $le ficou surpreso e?
acho eu? aliviado? porBue encontrou? para ela? um apartamento < do outro lado da cidade < -! no dia
seguinte. #gora estou dez vezes mais feliz.9
"2;s discordamos a respeito de nossa filha." 9A Bue voc= considera proElema E!sico de seu
casamento? Bue? de alguma forma? se relaciona com a infidelidade Bue voc= est! praticando& A seu
casamento sempre pareceu Eem firmado? e voc= e sua esposa tinham tanto em comum:9 < esta foi a
minha pergunta a um executivo da (alif>rnia? Buando ele pediu a-uda para tir!4lo do emaranhado
extracon-ugal em Bue se metera.
90inha esposa e eu tivemos uma discussão s%ria a respeito da nossa filha9 < respondeu ele
imediatamente. 93sso se tornou um muro de separação entre n>s.9
9(onte4me como a coisa se desenvolveu at% este ponto9 < sugeri.
92ossa filha estava começando a namorar? e nenhum de n>s dois? na verdade? saEia o Bue fazer.
0inha esposa tinha medo Bue ela de repente chegasse em casa gr!vida? considerando a turma com Bue
ela estava andando. $ então disse: D*ro@Ea4a de andar com eles. *recisamos proteg=4laC % para o pr>prio
Eem dela.D $u tamE%m estava preocupado? mas Bueria aEordar o proElema de maneira diferente. +ueria
dizer4lhe Bue confi!vamos nela? e ela devia firmar4se em sua honra. Discutimos os m%ritos de cada
aEordagem? at% Bue não havia nada mais para se dizer. 0as continuamos falando. 2a verdade? não
est!vamos mais falando: est!vamos discutindo? criticando? ferindo um ao outro.
92aturalmente? nossa filha aproveitou4se disso ao m!ximo. aEia Bue? se est!vamos lutando um
contra o outro? ela estava livre de restriçMes. .omou as minhas dores? e colocou4se contra a mãe.
entindo4se re-eitada? minha esposa acusou4me de ser fraco e vacilante < e talvez eu o tenha sido. 2o
Bue concerne a mim? o golpe me atingiu Buando ela disse Bue havia perdido todo o respeito por mim.
enti4me devastado. A proElema havia se transferido de nossa filha para o nosso casamento. As
ataBues se tornaram mais intensos? e catalizaram outras coisas Bue? havia muito? tinham sido
esBuecidas. .odos os nossos sonhos estavam ruindo por terra.
9a@ andando como um aut,mato. A Bue havia sido um casamento extraordin!rio? agora parecia
uma concha vazia. $u não estava procurando outra mulher < eu sempre fora fiel < mas estava
procurando um pouco de conforto? um impulso? um arrimo? para o meu esp@rito vacilante? assim penso.
$sta outra mulher me propiciou isso.9
"!ma entrevista com uma rainha. " 92ingu%m conseguiu entender Buando encontrei outra
mulher e me mudei9? disse Frank? 9nem mesmo Uelen? emEora eu tenha tentado explicar o caso a ela.
Foi a atitude EoEa Bue ela tinha a respeito de sexo Bue causou o proElema. *ara Uelen pensar em
relação sexual? tudo precisava estar perfeito. # casa precisava estar limpa? a roupa passada? o caEelo
dela Eem penteado? etc... etc? e ela precisava estar perfeitamente feliz comigo em todos os aspectos. e
tivesse havido BualBuer tipo de proElema na Zltima semana? Eastava. $u estava andando na corda
EamEa. $ precisava dar4lhe a conhecer com Eastante anteced=ncia Bue eu Bueria fazer sexo. e eu não
o fizesse? ela fingia estar dormindo ou dizia Bue estava com dor de caEeça. *assei oito anos sentindo4
me como algu%m Bue estava tentando ter uma entrevista com uma rainha. (ada vez eu sentia Bue fazer
sexo ficava muito caro. N uma pena. N uma pena? porBue em muitos outros aspectos ela % uma >tima
esposa.9
"!ma dona6de6casa horrível. 9 # Bueixa de amuel % exatamente o contr!rio. 9LZcia era uma
dona4de4casa horr@vel. 2unca tinha tempo de passar as minhas camisas? e ficava horas no telefone?
geralmente falando a respeito de nossa vida particular. #ssim? Buando eu ficava irritado ou
simplesmente tentava falar com ela a respeito do proElema? ela me agarrava e me levava para a cama.
$la pensava Bue todos os nossos proElemas podiam ser resolvidos na cama? sem Bue ela fizesse
BualBuer esforço para mudar a sua maneira de ser. $u precisava conseguir algum al@vio. # primeira
vez Bue me encontrei com essa divorciada? na casa dela? era um lugar limpo? perfumoso? atraente.
+ualBuer pessoa ali se sentiria em casa. $ra confort!vel e repousante. A sexo não era nada de especial?
mas o apartamento? um lugar tão agrad!vel:9
"#ntecedentes conservadores. 9#o oEservar 0arI? de trinta e tr=s anos? de minha escrivaninha?
fiBuei impressionado com a sua simplicidade. A caEelo? a aus=ncia de pintura? o vestido? tudo dizia
Bue ela devia ter tido antecedentes religiosos conservadores. $la remexeu4se? hesitante? na cadeira?
mas finalmente contou a sua hist>ria? soluçando.
9$u não posso crer Bue .om tenha feito isso? mas encontrei este Eilhete de Diana no Eolso dele.
$le sempre foi ativo na igre-a? mas % muito calmo? não sendo do tipo agressivo. $ Buanto a Diana? n>s
estamos no mesmo cluEe? vivemos apenas tr=s BuarteirMes uma da outra e os nossos caminhos se
cruzam constantemente.9
+uando .om veio ao meu escrit>rio? alguns dias depois? ele era exatamente o Bue ela dissera:
distinto? reservado? am!vel. $nBuanto falou de seu 9caso9? oEservou tranBLilamente: 90inha esposa %
tão simples e modesta: # fam@lia dela era assim. $la veste roupas tão fora de moda Bue todos a notam
no meio da multidão. Fico emEaraçado? emEora Bueira orgulhar4me dela. $u -! lhe falei repetidas
vezes para arrumar4se melhor? por%m ela se recusa. Om pouco teimosa? acho eu.9
9D=4me um exemplo9 < pedi.
9Pem? recentemente pedi4lhe para comprar um vestido Bue não se arrastasse at% os seus
tornozelos? por%m achou Bue eu Bueria Bue se vestisse indecentemente? e ela não iria fazer isso. #t%
mesmo em nosso cluEe? as esposas dos outros homens t=m apar=ncia muito melhor. 0arI poderia
parecer muito mais Eonita? se pudesse livrar4se dessas noçMes r@gidas. $ste % realmente o pomo de
nossa disc>rdia e conflito.9
"Cean super limpa." As conflitos Bue se originam em padrMes diferentes de higiene não são
apenas comuns? mas tamE%m fonte de cont@nuas discussMes? Bue gradualmente vão erodindo os
sentimentos dos c,n-uges um pelo outro. (ada pessoa? em seu suEconsciente? tem uma versão ideal de
como deve ser o seu 9lar9? Easeada na experi=ncia de sua primeira inf6ncia. +uando essas diferenças
existem? o proElema con-ugal resultante % muito mais s%rio do Bue BualBuer discord6ncia a respeito de
sexo ou dinheiro.
Vean era uma perfeccionista e exagerada Buanto a manter4se limpa. PoE Bueixou4se: 9$la % do
tipo de esposa Bue? se eu me levantar no meio da noite para tomar um copo dD!gua? arruma a cama de
novo. $? de fato? ela não deixa a fam@lia usar a sala de visitas? receosa de Bue a desarrumemos.9 $la era
tão enfadonha Buanto ao seu corpo como acerca da casa? e exigia Bue o marido se afastasse antes de
e-acular? porBue não Bueria o s=men dele dentro dela.
"O som das quei%as dela me cansava. " A Bue % mais comum do Bue o c,n-uge Bue se -ulga
perfeito? cu-a importunação e cr@tica tiram o seu c,n-uge do s%rio&
90inha esposa resmunga da forma como a maioria das pessoas respira: sem perceEer.9 $ os
coment!rios de UarveI? a respeito da esposa? não eram todos negativos. 9$la sempre teve Eoa
apar=ncia? foi Eoa mãe? Eoa cozinheira e Eoa dona4de4casa. 0as? rapaz? era s> acontecer uma coisa
mais trivial? e ela -! destramEelhava. FiBuei tão aEalado Bue preferia ficar sentado no carro? na
garagem? do Bue entrar em casa? Buando chegava do traEalho.
9(erta noite est!vamos vindo de carro para casa? e não fiz o retorno a tempo? tendo Bue
prosseguir at% outro retorno. Aito BuarteirMes mais adiante? ela ainda estava fazendo daBuilo um cavalo
de Eatalha. #Buele som? martelando em meus ouvidos? simplesmente me cansou. Joc= chega ao ponto
em Bue não ouve mais palavras? s> uma enxurrada cont@nua de ru@dos. Finalmente? precisei cair fora
completamente e encontrar outra companhia feminina? silenciosa. $? pode crer? não % dif@cil encontrar
uma companhia assim.9
9+uem vive relemErando proElemas passados9? diz alomão? 9destr>i Eoas amizades. N melhor
morar sozinho num Buarto de pensão do Bue numa Eela casa com uma mulher Eriguenta e implicante.
#Buele pinga4pinga constante Bue acontece Buando chove e a mulher Eriguenta e implicante são muito
parecidos. .entar impedir Bue ela reclame e resmungue % como tentar segurar o vento ou uma gota de
>leo na mão.9
7
$sses vers@culos aplicam4se tamE%m a maridos resmungMes.
#s discord6ncias não pre-udicam um casamento? mas a cr@tica o destr>i. *odemos discordar
diametralmente em muitos assuntos? respeitar os pontos de vista um do outro? traEalhar para alisar as
arestas? e ainda amar um ao outro. 0as? Buando as discord6ncias se transformam em cr@tica da outra
pessoa? ningu%m pode agLentar por muito tempo. A erro de atacar a pessoa? em vez de procurar
resolver o proElema? % uma forma segura de sugerir ao seu c,n-uge Bue ele/ela cometeu um erro
casando com voc=. $ ele/ela pode procurar remediar esse erro na companhia de outrem.
"Dalve0 isto se7a apenas a melancolia da meia6idade. " teve? chefe da companhia Bue estava
traEalhando em meu gramado na semana passada? foi cruamente sincero Buando lhe perguntei acerca
de seu casamento. 92a verdade? sou casado? mas vivo na 9(hatol6ndiaD. *arece como se eu estivesse
num tZmulo. Jai de mal a pior. 0inha esposa parece não entender algumas das lutas Bue estou
enfrentando < nem eu as entendo. .enho traEalhado como um mouro < cumprido o meu dever < e
o Bue foi Bue isso me adiantou& $stamos ficando velhos. *ode ser Bue eu tenha apanhado o Bue eles
chamam de Dmelancolia da meia4idadeD. 2o entanto? a metade de minha vida -! passou? os filhos -!
sa@ram de casa < um homem tem o direito de se divertir um pouco.9
*or conseguinte? o seu 9caso9 < na verdade? mais de um < se relacionava com a sua meia4
idade e seu est!gio na vida? e confirmava o estudo dos doutores Plood e Rolfe? Bue revelou Bue
apenas a metade dos casais de meia4idade est! satisfeita com o seu casamento. #lguns casais
permanecem -untos at% os filhos serem criados? e depois se separam. (ontudo? muitos não esperam
nem isso. Uo-e em dia? Buarenta e cinco por cento de todos os adolescentes americanos vivem em um
lar na companhia apenas do pai ou da mãe? antes de chegarem aos dezoito anos.
# satisfação con-ugal? muitas vezes? diminui drasticamente depois Bue os filhos chegam. #
rotina torna4se mortal? e o casamento torna4se enfadonho? chato e mon>tono. # medida Bue os
c,n-uges envelhecem? afastam4se um do outro? e experimentam um div>rcio emocional. U! uma
erosão gradual de suas esperanças e sonhos mZtuos? e a Znica coisa Bue compartilham % o Eanheiro.
$ a mudança % dif@cil < custa caro. *ode parecer mais dif@cil renovar e regenerar um velho
contrato matrimonial do Bue fazer um novo com outra pessoa.
teve concluiu: 9$u sei Bue estou dando para a minha esposa apenas as migalhas? mas não sou
um velho Bue D-! eraD e não estou para criar teias de aranha -unto com uma velha? Buando h! tantas
coisinhas -ovens por a@? achando Bue eu tenho algo a oferecer. 2ão pretendo perder o Zltimo trem a
sair da cidade.9
2$($3D#D$ 32#.3F$3.#
90eu parceiro não entende nem satisfaz as minhas necessidades.9 .odo marido? toda mulher?
sentiu isto em alguma ocasião? emEora possa ser Bue nunca o tivesse expressado audivelmente.
+uando as necessidades não são satisfeitas? est! aEerta a porta para a infidelidade < outra pessoa Bue
satisfaça essas necessidades. A Dr. Vames DoEson? conhecido conselheiro familiar? o expressa
sucintamente:
:urgem grandes necessidades. uanto maiores as necessidades de pra0er, romance, se%o e
satisfação do ego, maiores as necessidades do casamento e mais alto clamam essas vo0es. !ma
necessidade cresce, e não est- sendo suprida. " geralmente a pessoa clama para os que estão ao seu
redor< ":atisfaçam as minhas necessidades. Ouçam6me. #mem6me. "ntendam6me. (uidem de mim." "
esse clamor não é ouvido, entendido ou respondido. "stamos em casa, estamos vivendo 7untos, mas
não estamos suprindo as necessidades um do outro. " as necessidades se agravam1 e, quando se
tornam prementes, então as vo0es que chamam as pessoas para a infidelidade tornam6se mais
audíveis.
1
A casamento % um relacionamento Bue satisfaz as necessidades. #ssim foi durante o namoro e
continua at% o Zltimo dia em Bue um casal est! -unto. 2ingu%m % tão altru@sta ou pouco egoc=ntrico
Bue se case pelo puro dese-o de satisfazer as necessidades de outrem? sem pedir nada para si. $ o fato
de Buerer Bue as nossas necessidades se-am supridas não % ego@stico nem pecaminoso. .em sido dito
Bue o amor % a avaliação exata e o suprimento das necessidades do outro.
#dão e $va? emEora perfeitos e inocentes? tinham v!rias esp%cies de necessidades. Deus os
criou dessa maneira. $les tinham necessidades sociais? emocionais? f@sicas? ps@Buicas e espirituais < e
isto antes de eles terem ca@do em pecado. De fato? a sua Bueda foi uma tentativa de satisfazer essas
necessidades de maneira e em %poca contr!rias ao plano do (riador.
Deus colocou o homem? com suas necessidades? em uma posição em Bue elas pudessem ser
supridas.
/. $le foi colocado em um Eelo -ardim? e lhe foi dito Bue o cultivasse? guardasse e comesse dele.
#s suas necessidades de bele0a, trabalho e alimentação podiam ser satisfeitas pelo ambiente em que
vivia.
?. $le não foi deixado sozinho. Foi4lhe dada outra pessoa? e foi4lhes dito Bue compartilhassem?
se unissem e procriassem. #s suas necessidades de companhia, intimidade, continuidade e família
foram supridas por outra pessoa.
'. Foi4lhe dada comunhão com Deus. #s suas necessidades de reali0ação pessoal, prop;sito e
vida eterna foram satisfeitas somente por =eus.
> certas necessidades podem ser satisfeitas? no casamento? por outra pessoa. 2em todas. 0as a
ess=ncia da promessa do casamento %: 9$u satisfarei essas necessidades.9 As votos pronunciados na
cerim,nia de casamento dizem:
9.er4te e conservar4te9 < dedicação
92a alegria e na tristeza9 < propriedade
92a riBueza ou na poEreza9 < lealdade
92a doença ou na saZde9 < sustento
9*ara amar4te e Buerer4te9 < fidelidade
9#t% Bue a morte nos separe9 < companheirismo
ão exig=ncias nada f!ceis. 2ão % de se admirar Bue todos falhemos? por vezes. 2ão estou
sugerindo Bue diluamos os votos? mas Bue entendamos como eles são traduzidos e aplicados Ks
necessidades di!rias de nosso c,n-uge.
#s necessidades de duas pessoas raramente se encaixam perfeitamente? mas Buando cada
c,n-uge est! procurando seriamente satisfazer as necessidades do outro? o proElema da terceira ponta
do tri6ngulo tem pouca oportunidade de vir K exist=ncia.
.emos cinco necessidades E!sicas? Bue um c,n-uge pode satisfazer:
#.$2^QA
9Joc= -! ouviu falar da grande face de pedra9& < perguntou certa mulher K sua amiga.
9im? acho Bue -!9 < replicou a amiga.
9$u me casei com ela9 < declarou a mulher. 90eu marido não ouve e não fala.9
ara escreveu4me? depois de nossas sessMes de aconselhamento: 9er4me4! dif@cil desistir do
amor Bue sinto por outra pessoa? e dizer DnãoD K primeira pessoa Bue realmente me ouviu. Durante treze
anos com Pruce? não me tenho sentido amada nem dese-ada. $le nunca nota o Bue cozinho? nem
minha apar=ncia e como tento arrumar a casa para ele. $le nunca presta atenção a mim. #cha Bue tudo
o Bue sou ou faço % normal? natural? e? realmente? penso Bue não sou importante para ele.9
Om marido Bue havia prevaricado e sentia4se culpado disse: 9(heguei a sentir4me como nada
mais do Bue uma peça do moEili!rio. $u era um -oão4ningu%m dentro de minha casa? ningu%m Bue
fosse digno de nota? de ser ouvido ou de ser amado. FiBuei cheio. 2ão faz muito tempo? sa@? para não
voltar mais. Finalmente me decidi9? disse ele. 9U! algumas semanas cheguei em casa e minha esposa
estava colocando o EeE= na cama. (omecei a Eei-!4la. $la? por%m? virou4se de lado e começou a falar a
respeito da erupção da pele do EeE=. Joc= -! tentou Eei-ar algu%m com um alfinete de segurança na
Eoca& *or Bue ela não podia olhar para mim& (onversar comigo& er! Bue preciso andar de fraldas ou
cuspir fora a comida? para conseguir Bue ela me note& $u sou o cara com Buem ela se casou. 0as
precisaria chegar com uma perna BueErada ou ficar com pneumonia para conseguir Bue ela notasse
Bue estou presente.9
;
#($3.#^QA
.oda pessoa tem uma necessidade profundamente arraigada de ser aceita pelo seu valor
individual. N nosso dever amar nosso c,n-ugeC caEe a Deus mud!4lo. A autor Vohn Drescher cita o
conselheiro 3ra V. .anner: 9+ualBuer tentativa para mudar o c,n-uge? em um esforço de nossa parte? %
um insulto a ele. 3sso divide? suscita ira? e causa solidão ainda maior.9
8
$ posso acrescentar Bue isso
empurra o c,n-uge para outros Eraços? Bue o aceitem melhor.
Ruth e Vack eram amigos pessoais de $velIn e meus. 2a verdade eram nossos vizinhos. 0as o
9caso9 em Bue ela se envolveu os trouxe a mim? para serem aconselhados. Vack era amEicioso?
din6mico? exigente? uma testemunha eficiente de (risto < um Eom papo. Rute era serena? atraente?
extrovertida e distinta. Oma pessoa encantadora.
As pr>prios padrMes cristãos inflex@veis de Vack atra@am algumas pessoas? mas repeliam outras.
$ram aplicados a todas as pessoas? na igre-a e fora dela? produzindo em algumas delas falso
sentimento de culpaC em outras? apenas compaixão... por Vack. .odos os memEros da fam@lia sentiam a
pressão. #lguns se reEelavamC outros se su-eitavam.
Ruth disse: 9#mo muito o enhor? mas nunca consigo agradar ao meu marido. $u não estava
crescendo espiritualmente tão depressa Buanto ele achava Bue eu devia. $le estava sempre procurando
saEer Buanto eu estava lendo a minha P@Elia. FiBuei simplesmente fisicamente esgotada? e não pude
continuar indo Ks diversas reuniMes da igre-a todas as noites da semana. $u precisava ficar em casa.
Vack interpretou isso como sinal de apostasia? e me criticou na frente das crianças? at% Bue toda a nossa
fam@lia começou a Erigar constantemente. $ntão ele me culpou pelos proElemas de nossa fam@lia?
apresentando como causa Bue eu estava me Dafastando do enhorD. $le Bueria Bue eu fosse 0adre
.eresa? PettI (rocker e (herIl Ladd? reunidas em uma s> pessoa. $le estava decidido a me moldar K
sua vontade. 2ada Bue eu fazia lhe agradava.
9*ecado < adult%rio < era a coisa mais distante de meus pensamentos? desde o dia em Bue me
convertera a (risto. $u não estava procurando sexo < at% isso tamE%m se havia deteriorado em nosso
casamento. $u nem seBuer estava procurando um DcasoD? para me vingar? fazer meu marido pagar? e
nem mesmo para chamar a atenção dele. $u estava simplesmente aturdida. $? Buando o vizinho do
meio do Buarteirão me notou? sorriu algumas vezes? conversou comigo amavelmente e gostou de mim
da maneira como sou < aconteceu. $u estava agonizante.9
#F$3^QA
0uitos c,n-uges traem por nada mais? a princ@pio? do Bue o dese-o de um pouco de afeição. #s
coisas Bue dão Erilho aos dias de namoro e ao começo do casamento < dar4se as mãos? carinhos?
aEraços? Eei-os < não podem agora ser guardadas no guarda4roupa? -untamente com o vestido de
noiva.
9#gora estamos casadosC não somos mais crianças.9 *ensa ele: 9*or Bue voc= precisa continuar
correndo atr!s do Eonde? uma vez Bue -! o pegou&9 $ ela: 9Oma vez Bue voc= pegou o peixe? pode
-ogar a isca fora.9
92>s não nos temos tocado h! mais de dois anos? Buase literalmente. (ertamente temos tido
relaçMes sexuais? mas? na verdade? dificilmente nos tocamos? pelo menos não intencionalmente.9 <
estas foram as palavras de uma esposa de pastor Bue veio a uma de nossas confer=ncias.
$la estava com cerca de cinBLenta anos? era um tanto atarracada? caEelos puxados para tr!s?
vestida de maneira simples? e parecia do tipo altamente organizado? uma administradora. (om a voz
começando a se emEargar? ela continuou: 9$u não tenho sido muito do tipo afetivo? não Bue eu não
goste disso? mas meu marido e eu precis!vamos traEalhar tanto para administrar as igre-as: Durante
vinte e tr=s anos? pastoreamos principalmente igre-as peBuenas. A senhor saEe como % isso. Faz4se
todo o traEalho: ensinar? cantar? organizar? visitar? servir de zeladora. $st! sempre soErecarregada?
sempre exausta.
9+uando meu marido não evidenciou nenhum dese-o de demonstrar afeição? nenhuma
necessidade disso? presumi Bue ele fosse simplesmente desse tipo? e Bue essas coisas não o
interessassem < não fossem necess!rias. *or isso? tamE%m não insisti? e? por assim dizer? fiBuei fora
do caminho dele. 2unca me fora ensinado Bue essas coisas são importantes para um homem.9
9(omo % Bue o seu marido começou a se envolver com essa outra mulher&9 < arrisBuei.
9Pem? ela se ofereceu para fazer algum traEalho volunt!rio no escrit>rio da igre-a. 2ão a
conhec@amos Eem? mas precis!vamos da a-uda. Ficamos em dZvida? uma ou duas vezes? se dev@amos
conserv!4la? porBue ela se vestia de maneira muito sensual. 0as meu marido achava Bue? visto Bue ela
era uma crente nova? ele poderia a-ud!4la. #chei Bue ela não seria uma tentação para ele? pois ele não
se interessava por afeição.9
# essa altura ela estava soluçando.
9$ então? o Bue aconteceu&9
9Ah? como eu estava cega: (omo estava errada: $la fazia Buestão de estar no escrit>rio dele?
dando? para isso? BualBuer desculpa. #rreliava com ele? tocava4o? Erincando? e? Eem? algo foi
despertado nele? creio eu. $le tornou4se outro homem. Foi então Bue me disse Bue não me amava mais?
e ia deixar o minist%rio e morar com ela. $ra incr@vel.9
0uitas mulheres tamE%m são famintas de afeição. # autora $velIn 0iller Perger lemEra a
hist>ria familiar? mas -ocosa? Bue ouvi anos atr!s. Om casal estava via-ando de carro por uma estrada
deserta? certa noite? e foi impedido de continuar? e assaltado. A assaltante lhes disse para entregarem o
dinheiro. 90as eu não tenho dinheiro9? protestou o homem? Bue estava dirigindo o carro. A Eandido
ordenou Bue ele sa@sse do carro para ser revistado. De fato? ele não tinha dinheiro. $ntão o Eandido
ordenou Bue a esposa sa@sse do carro. +uando ela foi revistada? ele verificou Bue tamE%m não tinha
dinheiro? e então ela receEeu ordens de entrar no carro de novo. $? ao entrar? ela disse: 9e voc= me
revistar outra vez? eu lhe faço um cheBue.9
#D03R#^QA
0ark .Sain disse: 9$u posso viver dois meses sustentado por um Eom elogio.9 *ara cada
coment!rio negativo Bue um pai ou mãe faz a uma criança? ele? ou ela? precisa fazer Buatro
coment!rios positivos? para conservar o eBuil@Erio. #ssim acontece no casamento. A louvor verEal
nutre o relacionamento. De acordo com o meu amigo Dr. $d Rheat? 9a consci=ncia de sua pr>pria
Eeleza? para uma esposa? depende grandemente do Bue o seu esposo pensa dela. $la precisa ser nutrida
emocionalmente com louvor? e -amais deve ser diminu@da pela cr@tica.9
)
# famosa autora 0araEel 0organ pergunta: 9A Bue leva o homem a ser respons!vel e a ter
sucesso em suas amEiçMes& +ue incentivo a-udar! o homem a permanecer est!vel? fiel e amoroso para
com sua esposa e sua fam@lia& # admiração pode fazer com Bue o marido ande garEosamente outra
vez? devolver! o Erilho aos seus olhos e a viEração ao seu coração. $le ter! novamente a ousadia de
sonhar e crer em suas capacidades? porBue voc= lhe disse Bue acredita nelas.9
5
+ue caracter@sticas devemos admirar& "(oncentre6se nas virtudes dele", dizem Lou PeardsleI e
.oni prI: "2o seu papel de marido e pai.
2a sua apar4ncia e modo de vestir.
2as suas capacidades mentais.
2a sua confiabilidade no trabalho.
2a sua força masculina.
2o seu amor ao :enhor.
2a sua capacidade e coordenação atlética.
2o seu senso de humor.
2a sua coragem.
2a sua ternura e capacidades se%uais.
"stas são apenas o começo. 9
/X
.odo marido deve ler *rov%rEios '/ e (6ntico dos (6nticos. uElinhe cada Bualidade?
capacidade e !rea de Eeleza mencionadas a respeito da esposa? nessas passagens. #pliBue4as todas K
sua esposa? e faça a sua pr>pria lista de admiração.
#.3J3D#D$
0uitos casamentos naufragam nas rochas da infidelidade porBue se tornam chatos. .ornam4se
cansativos. # rotina torna4se mortal. 3r para o traEalho? voltar para casa? assistir .J? ir para a cama <
semana ap>s semana? monotonamente.
92ão fazemos -untos mais coisa alguma9? % uma Bueixa comum das esposas. 92ão sa@mos
-untos sem os filhos? não temos recreação nem vamos a concertos? nem temos interesses ou pro-etos
Bue compartilhemos? nem diversão.9
90eu marido e eu costum!vamos sair? sem os filhos? tr=s ou Buatro vezes por semana? o Bue era
demais. 0as depois paramos? e não temos ido a lugar nenhum? o Bue tamE%m est! errado.9
A marido dessa mulher? convalescendo do 9caso9 Bue teve com uma moça no escrit>rio?
concordou: 9$u acho Bue precis!vamos passar mais tempo -untos < s> n>s dois < nos dedicando a
coisas como DhoEEiesD? pro-etos? etc.9
(asamentos >timos? ou potencialmente >timos? sofrem? se forem negligenciados. Leia de novo a
famosa declaração de Pen-amim Franklin: 9Om pouco de neglig=ncia pode gerar muito pre-u@zoC pela
falta de um prego? perdeu4se a ferraduraC pela falta da ferradura? perdeu4se o cavaloC pela falta do
cavalo? o cavaleiro perdeu4se? sendo vencido e morto pelo inimigo < tudo pela falta de um pouco de
cuidado com um prego da ferradura.9
2enhuma pessoa pode satisfazer todas as necessidades de outra. #lgumas necessidades são
supridas pelos outrosC outras? pelas nossas vocaçMesC e ainda outras? somente por Deus. $sperar Bue o
c,n-uge propicie o Bue apenas Deus pode propiciar? certamente acarretar! desapontamento. 2ingu%m
pode tomar o lugar dele. $ a paz? o contentamento e a força Bue ele propicia influenciarão todas as
outras !reas do nosso relacionamento matrimonial.
*or%m? da mesma forma como nenhuma pessoa pode ocupar o lugar de Deus? Deus não ocupa o
lugar do c,n-uge. Fomos criados para suprir as necessidades um do outro? as necessidades Bue
somente outra pessoa pode suprir. Om comovente poema da famosa poetisa $lla Rheeler Rilcox?
emEora escrito h! Buase cem anos? narra? em cores vivas? a hist>ria dos dias atuais:9
=" !'# ":PO:# *2+*"$ P#R# O :"! '#R*=O
'arcada e desonrada pelos seus pr;prios delitos, "stou diante de voc41 não como alguém que
pede 'iseric;rdia ou perdão, mas como alguém, =epois que o mal foi cometido, ue procura os
porqu4s e as ra0.es.
5enha comigo, =e volta para aqueles primeiros anos de amor, e ve7a Onde foi que nossos
caminhos começaram a se afastar. 5oc4 deve lembrar
(omo me perseguiu selvagemente, ultrapassando todos Os competidores e rivais, até que por
fim 'e agarrou firme e fortemente, (om votos e aliança. "u era a coisa central
=e todo o !niverso, para voc4, naquela época. =a mesma forma como então, para mim, não
havia outros homens. "u me preocupava
#penas com tarefas e pra0eres de que voc4 participava. ue dias feli0es@ 5oc4 se cansou
primeiro. 2ão direi que voc4 se cansou, mas uma sede =e conquista e reali0ação no campo masculino
=ei%ou o barco do amor sem piloto ao leme. # loucura do dinheiro e o dese7o intenso =e sobrepu7ar
os outros abrasaram o seu coração. 2essa crescente conflagração, desapareceram Romance e
sentimento.
$- fora, voc4 era um homem de talentos e poder < O seu dote duplo
=e eleg/ncia e cérebro lhe deu um lugar de líder1 "m casa, voc4 era enfadonho, estava
cansado, banal. 5oc4 me dava casa, comida, roupas1 voc4 era am-vel1 Porém, oh, tão cego, tão cego@
5oc4 não via nem podia ver as minhas necessidades femininas
=e pequenas atenç.es1 e voc4 não deu atenção
uando me quei%ei de solidão1 voc4 disse<
"O homem precisa pensar no pão de cada dia
" não desperdiçar tempo em vida social va0ia <
"le dei%a essa espécie de encargo para a esposa,
" paga as contas dela, e dei%a que ela faça o que quer,
" acha que ela deve, com isso, sentir6se satisfeita. "
(ada dia 2ossas vidas, que haviam sido uma vida no começo, (omeçaram a se afastar cada
ve0 mais. O velho romance de um homem e uma mulher estava morto. 5oc4 s; falava sobre políticas
do comércio. O seu trabalho, o seu clube, a busca louca de ouro #bsorviam os seus pensamentos. O
bei7o que voc4 me dava por dever era frio. :obre os meus l-bios. # vida perdera o seu sabor, sua
emoção, até que 2um dia fatal, quando a terra parecia muito insossa, O sol nasceu radioso e belo. "u
falei pouco, e ele ouviu muito1 3avia atenção nos olhos dele, e uma tamanha 2ota de camaradagem
em seu grave tom de vo01 "u 7- não me sentia so0inha. 3avia um interesse am-vel na face dele1 "le
falou da maneira como eu estava penteada. " louvou a roupa que eu vestia. Parecia que 7- fa0ia mil
anos ou mais ue eu não era notada dessa forma. :e o meu ouvido "stivesse acostumado a
cumprimentos ano ap;s ano, :e eu tivesse ouvido voc4 falar
(omo esse homem falou, eu não teria sido tão fraca. O começo inocente =e todo o meu pecado
+oi apenas o anseio feminino de ser colocada 2o santu-rio interior do pensamento de um
homem. 5oc4 me conservou l-, como namorada e noiva1 'as depois, como esposa, voc4 me dei%ou de
fora. Dão longe, tão longe, que não me podia ouvir gritar1 5oc4 podia, voc4 devia, ter6me salvo de
minha queda. "u não era m-1 somente solit-ria < isso era tudo.
O homem deve oferecer algo para substituir
# doce aventura da perseguição do amante
ue termina no casamento.
#s leis do amor, quando negligenciadas,
Pavimentam o caminho para a "(ausa "statut-ria".
CAPITULO '
(itos e Lendas A"er"a do Casamento
uando alguém espera, do casamento, algo que ele nunca pretendeu dar, est- condenado a
sentir6se frustrado, desiludido e irado. *sto pode tornar6se uma desculpa para um "caso" ou pode ser
uma oportunidade para crescer.
# '#*OR*# das coisas em Bue grande parte de n>s cria? Buando chegou ao casamento? não %
verdade. $sses mitos e lendas t=m atravessado muitas geraçMes? e? emEora a experi=ncia de todo
mundo o negue? ainda nos apegamos a eles tenazmente? como um homem Bue est! se apegando a uma
corda Bue não est! presa a lugar nenhum. .enho conversado com pessoas Bue se divorciaram duas e
tr=s vezes Bue ainda cr=em e esperam Bue esses mitos venham a ser realidade para elas da pr>xima
vez.
A fato de crer nessas lendas cria expectativas conscientes e inconscientes? Bue condenam o
casamento desde o princ@pio e preparam os seus participantes para a infidelidade. Da@? então? eles se
tornam frustrados? enfraBuecidos e vulner!veis.
#s crenças determinam o comportamento. Joc= não pode crer errado e agir certo. Joc= não
pode pensar em doença e saZdeC cultivar fracasso? e encontrar sucessoC crer em f!Eulas? e desfrutar da
realidade.
N triste diz=4lo? mas alguns desses mitos são perpetuados na igre-a? na classe da $scola P@Elica
Dominical? no semin!rio. 2ão tenho nenhum dese-o de perturEar a f% de ningu%m. *elo contr!rio?
Buero Bue essa f% se-a sincera? realista e verdadeiramente E@Elica. 0as os crentes? por vezes? cr=em em
coisas Bue não estão na P@Elia? por causa de um m%todo errado de interpretação ou de uma esperança
infantil de Bue Deus assumir! as responsaEilidades por eles.
.odos n>s dese-amos respostas prontas? soluçMes pr%4faEricadas. +ueremos Bue um mestre
autorit!rio nos diga em Bue pensar? e não como pensar. +ue nos assegure Bue 9tal maneira de crer9?
9tal plano9? 9tal m%todo9? 9tal aEordagem9 % a resposta para todos os proElemas e a Bnica verdade
E@Elica. $ % claro Bue achamos Bue s> esses mestres t=m essas verdades.
(onsideremos Buatro desses mitos religiosos.
03.A 2_0$RA O0: 9F$3.A 2A (NO9
$sta marca registrada? de todo casamento? significa o Bue a etiBueta de um estilista famoso
significa em certas calças 9-eans9: Bualidade. 2ão h! defeitosC não h! falhas na costuraC o material % de
primeira BualidadeC o acaEamento? impec!velC o estilo? revolucion!rio. (omo diz certa companhia? a
Bualidade precede o nome.
#ssim? se nosso casamento foi feito no c%u? se Deus nos ungiu? o =xito % inevit!vel. 3sso não
aconteceu no primeiro casamento? e desde então não tem acontecido. 2ingu%m Buestionaria Bue Deus
uniu #dão e $va? mas isso não assegurou sucesso familiar.
#s suposiçMes não confessadas deste mito são mais ou menos assim: 9Jisto Bue o c%u % um
lugar perfeito? BualBuer plano Bue venha de l! traz consigo o seu pr>prio sucesso. $xiste s> uma
mulher certa? ou s> um homem certo < a Znica pessoa do mundo com Buem posso ser feliz < com
Buem realmente sou compat@vel. $ Deus estaEeleceu Bue de alguma forma nos uniremos. $? al%m do
mais? se Deus escolheu o meu c,n-uge e nos uniu? certamente não teremos os proElemas e dificuldades
Bue outros casais t=m. *ouco a-ustamento ser! necess!rio? ou mesmo nenhum. Fomos feitos um para o
outro.9
Jamos colocar todos esses sonhos diurnos de volta nos livros de contos de fadas? com o
cavaleiro Eranco e a princesa? pois % a esse amEiente Bue eles pertencem.
!ma fal-cia deste mito é a predestinação. e Deus nos predestinou para este relacionamento e
ele não funciona? a culpa % dele. 2>s somos apenas participantes passivos do -ogo. Deus o plane-ou?
elaEorou as regras e assegurou a sua prosperidade. +uando dificuldades imprevistas aparecem?
-untamente com #dão? culpamos a Deus: 9o c,n-uge Bue tu me deste9? aEandonamos a nossa f% ou
negamos a realidade do proElema.
$? tamE%m? crer nesta lenda propicia conforto e segurança falsos. 9Deus nos fez um para o
outro9 d! a entender Bue as nossas personalidades se encaixam perfeitamente < Bue os nossos
temperamentos são complementares. $stamos despreparados para os choBues de disc>rdia e conflito?
ocasiMes em Bue tudo aBuece a fogueira < vem o impasse? se apresenta o Eeco sem sa@da? a ruptura.
.erceiro? este mito torna6se uma desculpa. +uando o amor rom6ntico fenece? a sua chama
Eruxuleia. # antiga vivacidade se vai? o seu c,n-uge -! não % o mesmo? e começa a deterioração. $ntão
vem a desculpa: 9*ara começar? acho Bue? na verdade? Deus não nos uniu. .alvez o nosso casamento
tenha sido apenas secular? e realmente Deus não estava nele. 2ão foi ele Bue nos uniuC por isso %
melhor nos separarmos.9 Oma mulher Bue me disse isto acrescentou: 9$ finalmente encontramos um
vers@culo Bue diz Bue podemos nos divorciar.9 3sso parece espiritual? mas % tão aEsurdo Buanto um
peixe usando >culos.
.enho ouvido isso vezes incont!veis? e sempre respondo: 92ão sei se o seu casamento foi feito
no c%u ou não? mas sei Bue todo o traEalho de sua manutenção precisa ser feito na terra.9
Oma palavra a respeito desta teoria de 9o homem certo < a mulher certa9: N dif@cil? para mim?
crer Bue Deus limitaria desta forma as possiEilidades de felicidade de uma pessoa. 0orte? acidente ou
separação por outros motivos poderia impedir o casamento de dado homem com dada mulher. #cho
Bue seria poss@vel edificar um casamento maravilhoso com BualBuer memEro do outro sexo escolhido
dentre muitas pessoas. e duas pessoas entendem a natureza ativa do amor e se dedicam ao Eem4estar
um do outro? podem gozar de satisfação con-ugal.
$m muitas culturas não4ocidentais não h! familiaridade nem amor antes do casamento. As
casamentos são plane-ados pelos pais. # pessoa não interfere na decisão de Buem ser! o seu c,n-uge? e
certamente os nuEentes não se conhecem nem se amam. (ontudo? muitos casamentos fortes e Eelos
t=m sido produzidos com essa forma de arran-o. 0uito amor verdadeiro % desenvolvido depois do
casamento? e reBuer a mesma Bualidade de esforço em BualBuer cultura ou civilização.
"ste mito também imobili0a. inceros -ovens crentes esperam? apreensivos? por alguma estrela4
guia < alguma direção dram!tica? escrita em uma nuvem: ((F < (ase4se com Fulano: Om rapaz?
oEviamente sincero e preocupado? me implorou: 9*or favor? diga4me se eu devo casar4me com essa
moça. #mEos somos dedicados a (risto e cremos Bue nos amamos. 2amoramos h! Eastante tempo? e
parece ser a coisa certa? mas eu ainda não tive um sinal claro. 2enhuma certeza de Bue tudo dar! certo
< nenhuma direção espec@fica.9
*or%m? não se-amos acusados de deixar Deus fora do Buadro do casamento. #Bui estão fatos.
Deus certamente tem um plano para a vida de cada pessoa e nos guiar! nesse plano? se o Buisermos. $
esse plano certamente inclui duas direçMes E!sicas: o traEalho Bue teremos e o nosso casamento < o
nosso lugar e o nosso c,n-uge? se o casamento for a vontade dele para n>s.
e um casal procura realmente fazer a vontade de Deus e a Eusca pacientemente em sua *alavra?
ora e pede o conselho de crentes amadurecidos? Deus unir! as pessoas certas. $nBuanto #dão dormiu
segundo a vontade de Deus? Deus lhe preparou uma esposa e a trouxe para ele.
A servo de #Eraão foi enviado ao 3raBue? para encontrar uma esposa para 3saBue. $ste servo
Bueria fazer a vontade de Deus? e orou: 90ostra4me a moça certa? aBuela Bue for generosa? aBuela Bue
se oferecer para servir? para andar a segunda milha.9
/
Deus gosta de responder a esse tipo de oração.
(onsidere o meu caso. $velIn era uma garota vivaz? talentosa? generosa e popular? Buando nos
conhecemos. $la estivera noiva duas vezes? de rapazes crentes? e não tinha falta de pretendentes Bue a
admirassem. 0inha primeira reação? depois de me recuperar do delicioso choBue de conhec=4la? foi:
9*reciso salvar esta garota de todos os seus admiradores.9 Ficamos noivos < não naBuele mesmo dia?
% claro? mas não muitos meses depois. #mEos dese-!vamos realmente a vontade de Deus em nossas
vidas? e sent@amos Bue ele nos havia unido.
Depois de um noivado de seis meses? discordamos a respeito da decisão de nos casarmos KBuela
altura ou terminarmos primeiro os estudos. Rompemos completamente. Definitivamente. Fui para a
escola. $la voltou para a sua casa? a oitocentos Buil,metros de dist6ncia. 2ão continuamos tendo
nenhum contato e destru@mos ou devolvemos todas as recordaçMes do nosso relacionamento: cartas?
fotografias? alianças? etc. $? emEora estiv%ssemos completamente fora da vida um do outro e muito
separados? muitas vezes eu me lemErava de como ela era uma garota sensacional? e inconscientemente
comparava com ela as outras garotas com Buem sa@a. $velIn ainda sentia profundamente em seu
coração Bue Deus nos havia unido desde o princ@pio? emEora tudo então indicasse Bue nunca ver@amos
isso acontecer.
0uitos meses se passaram. $velIn? chegando K conclusão de Bue a nossa amizade terminara
totalmente? relutantemente fez outros planos. #rrumou outro emprego? e toda a sua vida tomou outra
direção. *or fim? ela encontrou um >timo rapaz crente? e estava noiva outra vez? plane-ando casar. *or
algum motivo? nessa ocasião? eu precisei enviar4lhe uma comunicação? sem saEer de seu iminente
casamento com aBuele rapaz < e? % claro? sem saEer Bue os convites -! haviam sido enviados? o
vestido de noiva confeccionado? o pastor convidado e todos os outros preparativos terminados.
0inha comunicação reacendeu uma antiga chama. # resposta dela fez suscitar de novo a minha
apreciação por ela. .elefonei4lhe.
A seu esp@rito vivaz cativou4me novamente. A casamento dela foi desmanchado cinco dias antes
da data estaEelecida? e n>s recomeçamos de onde hav@amos parado. $ tem havido muitos Eenef@cios
adicionais. $u ainda como torradas todas as manhãs feitas na torradeira Bue algu%m lhe deu para o
outro casamento:
*or%m não estou sugerindo Bue isso % um padrão. Foi em cima da hora. 0as n>s dois saEemos e
nunca tivemos dZvida de Bue Deus nos uniu para edificar um casamento forte e para a-udar outros
casamentos.
MITO NUMERO DOIS: "ENCONTRAR O MEU PAPEL"
.anto Buanto posso me lemErar? todo sermão Bue ouvi a respeito do lar enfatizava dois ou tr=s
pontos. Uavia sempre estes dois: 9A marido % o patrãoC a esposa deve ser4lhe su-eita.9 e um terceiro
ponto era inclu@do? era: 9Faça as crianças oEedecerem? e mantenha o culto dom%stico.9 Desde aBueles
anos impression!veis? tenho visto muitos casais com os seus pap%is claramente definidos? mas o seu
casamento indo por !gua aEaixo < lares em Bue era lido $zeBuiel? no culto dom%stico? e os filhos não
viam a hora de ca@rem fora.
Duvido Bue a cena tenha mudado muito? emEora certamente ha-a mais recursos para se ter uma
Eoa vida familiar agora do Bue em BualBuer outra %poca da hist>ria da igre-a. # compreensão pr!tica e
E@Elica acerca do casamento e da criação de filhos Bue temos ho-e % maravilhosa. 0as o ensino
deseBuiliErado a respeito do papel dos c,n-uges continua? como se o fato de se identificar e assumir o
seu papel caracter@stico assegurasse o sucesso do casamento. 0inistros e professores de semin!rios?
tanto homens como mulheres? ainda estão fazendo as mulheres sentirem o peso da culpa a respeito de
Bual % o seu papel? mas não ouço falar muito de os maridos 9amarem as suas esposas como (risto
amou a igre-a9 e acerca do Bue isto significa. 2o começo de meu minist%rio? eu conseguia falar horas
seguidas a respeito da responsaEilidade da mulher? mas EalEuciar apenas uma ou duas frases para os
homens? e isso acontecia pouco antes da E=nção final.
$m um dos semin!rios Bue conduzimos -untos? o Dr. UoSard Uendricks disse Bue muitos
homens crentes são como sargentos frustrados? Eatendo na caEeça de suas esposas com a P@Elia e
repetindo o Znico vers@culo Bue decoraram: 9uEmeta4se? suEmeta4se? encontre o seu lugar e fiBue ali.9
Autras desanimadas esposas crentes estão suspirando: 9#h? se meu marido assumisse o seu
papel como caEeça desta casa? os nossos proElemas estariam resolvidos:9
(laro Bue cada c,n-uge tem uma função especial? emEora o nosso oE-etivo não se-a dissecar
isso aBui. Deus nos criou com caracter@sticas masculinas e femininas? dons peculiares e
responsaEilidades espirituais. omos iguais em valor e import6ncia? mas diferentes Buanto Ks funçMes.
2ingu%m tem o direito de escolher o lugar Bue vai preencher nem como o preencher!. U! um plano
preconceEido e ordem.
.odavia? o fato de se assumir um papel e autoridade não % o mesmo Bue ter liderança em termos
E@Elicos. $u posso assumir essa posição e ainda ser egoc=ntrico? mandão? tir6nico. $? Buando a minha
atitude % errada? os meus relacionamentos se desfazem.
$u era o chefe de minha fam@lia. 2ão havia dZvidas Buanto a isso. 0as eu não entendia a receita
de Vesus de Bue um l@der % o servo de todos: dando? ministrando? redimindo.
"
$u podia dar ordens? mas
não conseguia servir. $u era decisivo? mas inflex@vel? não cedia nunca. $u era um Eom provedor? mas
providenciava pouco encora-amento para os dons de minha esposa. # meu ver? $f%sios 1:""4'' fora
escrito primordialmente para a esposa.
...#t% Bue aconteceu a adversidade. .ensMes soErevindas ao nosso casamento me levaram
novamente a essa passagem? e senti4me arrasado. *alavras Bue? na verdade? eu não havia visto antes
saltaram da p!gina: submetei6vos... amai... se deu... santifica e purifica a sua esposa... apresent-6la
sem mancha... amai as vossas mulheres como ao vosso pr;prio corpo... nutre... pre0a... membros...
dei%ar-Ese unir-... serão... uma s; carne... ame como a si mesmo... como também (risto amou a
igre7a.
(omo foi Bue (risto amou a igre-a& Fosse o Bue fosse Bue ele tivesse pedido de seu povo? ele o
fez primeiro. $le nos manda amarC ele o fez primeiro. *recisamos perdoarC ele perdoou primeiro.
omos chamados para levar a nossa cruzC ele a levou primeiro. *recisamos nos sacrificarC ele o fez
primeiro.
#ssim? o homem % o iniciador. $le perdoa primeiro? sacrifica4se? sustenta? aceita primeiro. $le
modela algo para a sua esposa? como (risto fez com a igre-a. 3sto % mais do Bue usar um t@tulo ou ser
um fiscal divino. uEtrai o senso de superioridade de Bue ele % possu@do? e ele reconhece Bue não pode
fazer isto sem as forças Bue v=m de Deus.
03.A 2O0$RA .R`: 9A (##0$2.A 0$ .AR2#R# F$L3a9
Oma das razMes por Bue o casamento tem sofrido cr@ticas ho-e em dia % Bue ele não % o rem%dio
para todos os males Bue se pensa Bue %. $ nenhum povo do mundo faz maiores exig=ncias do
casamento do Bue os americanos. $le tamE%m não faz o Bue nossos pais? amigos? educadores e o
sucesso não foram capazes de fazer: tornar4nos felizes. #inda cremos Bue o casamento % a nossa
grande esperança. $le nos separar! de nosso passado? nos dar! todo o amor de Bue precisamos agora e
nos garantir! uma velhice tranBLila. 9Felizes para sempre9 ainda consta em nossos sonhos.
# cerim,nia do casamento % uma revelação ao mundo de Bue cremos Bue encontramos algu%m
Bue nos tornar! felizes. Om marido divorciado disse? a um pastor amigo? o Bue muitos não teriam a
coragem de dizer: 9Deus aEençoe a minha Buerida esposaC ela tentou tão intensamente: $u dei a esta
mulher tr=s dos melhores anos de minha vida? esperando Bue ela pudesse me entender e me fazer sentir
homem. $la simplesmente não tinha condiçMes. $la simplesmente não souEe como me fazer feliz.9
As pais dele haviam tentado e falhado. Autros falharam. *or isso? ele casou4se e deu K esposa a
chance de acertar. $la? por%m? tamE%m não o conseguiu. 0as ele tentar! outra vez? estou certo? e dar!
a outra mulher o mesmo privil%gio. $ ela tamE%m falhar!. (ada nova tentativa? nessa mesma direção?
desse menino crescido? est! destinada a aumentar o seu desapontamento e frustração. $le % um
sonhador.
Om homem 9pensou alto9? para mim? acerca do motivo por Bue o seu casamento não durou. $le
-! fizera a Buinta tentativa. $le % um homem genioso? e as suas explosMes destroem tudo o Bue
realmente dese-a. 0as? no conceito dele? a esposa % sempre a culpada? porBue não conseguia produzir
a felicidade.
.r=s fal!cias compMem este mito:
O casamento compensar- os fracassos do passado. 90inha mãe não gostava de mimC uma vez?
meu pai não aEotoou as minhas calças direitoC viv@amos no lado errado da cidadeC minha professora do
prim!rio foi um fracasso. A casamento ser! um porto em Bue lançarei a 6ncora < serei aceito. .odo o
passado ser! esBuecido. er! um novo começo.9 (laro Bue ser! um relacionamento novo? mas o
passado o perseguir! como um cão de caça. 2>s nos casamos por todas as razMes erradas: fugir de um
lar desa-ustado? tirar desforra? provar algo. As proElemas do casamento trarão de volta o passado? e o
passado determinar! como nos haveremos com os proElemas. A seu passado influenciar! o seu
casamento mais do Bue o seu casamento ir! alterar o seu passado.
A casamento não modifica o passadoC ele o revela. 2em Deus pode mudar o passadoC ele
aconteceuC % imut!vel. 0as Deus pode nos livrar de sua tirania. $ então poderemos aprender do
passado e us!4lo como plataforma? da Bual lançaremos contra4ataBues positivos.
egunda fal!cia: O meu c8n7uge propiciar- o que preciso. e eu crer nisso? criarei uma
depend=ncia controlada. .ornar4me4ei um alei-ado emocional. # Bualidade de minha vida %
determinada pelos outros. 2ão pertenço a mim mesmo. $les agem? eu rea-o. $les comandam o
espet!culo? eu sou um espectador. $u me apoio nelesC Buando eles se movem? eu caio. $les apanham
um resfriado? sou eu Buem espirra. $u vivo atrav%s deles? e os torno moralmente oErigados a
providenciar o meu Eem4estar. +uando eles não conseguem providenciar o Bue acho Bue preciso? eu os
culpo pelos meus fracassos. $u lhes dei o poder de me destru@rem.
Oma -ovem esposa de pastor? em soluços? fez esta confissão a David Rilkerson: 9#gora não h!
aEsolutamente nenhuma esperança para o nosso casamento. Jivemos em dois mundos diferentes. $le
est! demasiadamente envolvido no seu traEalhoC não tem tempo para mim e para as crianças. .odo o
meu mundo girava ao redor dele? mas agora estou ficando cansada de ficar em casa? esperando por ele.
2ão estou realizando nada? pessoalmente. 2em sei se ainda o amo.9
aEiamente? David respondeu: 9+ue vergonha: .oda a sua felicidade depende apenas do Bue o
seu marido faz& endo um Eom marido? tratando4a da maneira Bue voc= pensa Bue deve ser tratada?
gastando um pouco de tempo com voc= < então voc= pode achar um pouco de felicidade: 0as se ele
a menosprezar? o seu mundo desmoronar!: .udo depende dos atos de seu marido: ..ovem? voc= não %
uma pessoa inteiraC % apenas meia pessoa. Joc= não pode soEreviver se depender de outrem para ser
feliz. # verdadeira liEeração da mulher significa voc= encontrar a sua pr>pria felicidade em si mesma?
atrav%s do poder de Deus.9
'
$ ele continuou: 9A casamento não % feito de duas metades tentando se tornarem um todo. *elo
contr!rio? o casamento consiste de duas pessoas inteiras? Bue são unidas pelo $sp@rito de Deus.
A casamento nunca funciona? a não ser Bue cada c,n-uge mantenha a sua identidade? estaEeleça
os seus pr>prios valores? encontre o seu pr>prio senso de realização e descuEra a sua pr>pria fonte de
felicidade... atrav%s do enhor.9
3ntimamente ligada est! a terceira fal!cia deste mito: # felicidade é um resultado < o amor, um
sentimento. # felicidade % o resultado de um acontecimento? e o amor? algo Bue voc= consome
gulosamente.
$sses dois conceitos encora-am o c,n-uge a ser passivo: a esperar? reagir apenas? ver para Bue
lado o vento sopra. $le espera Bue 9algo de Eom vai acontecer9 com ele. 0uitos de n>s chegamos ao
casamento gritando: 9atisfaça as minhas necessidades? ame4me? faça4me feliz9? e depois esperamos? e
esperamos. $ temos esperança.
0as a verdade % Bue essa felicidade % uma escolha. #Eraham Lincoln sempre dizia: 9# maioria
das pessoas % tão feliz Buanto escolheu ser.9 Joc= não pode escolher os seus sentimentos de
felicidade? mas pode escolher as açMes Bue propiciarão esses sentimentos. 2ão fazemos o Bue fazemos
porBue sentimos da maneira como sentimosC sentimos da maneira como sentimos porBue fazemos o
Bue fazemos. #gimos? e assim aprendemos uma nova maneira de sentirC e não sentimos? e assim
aprendemos uma nova maneira de agir.
.emos pouco controle soEre as nossas emoçMes? mas tremendo controle soEre as nossas açMes.
Foi por isso Bue $rich Fromm disse: 9A amor não % uma v@tima de minhas emoçMes? mas um servo de
minha vontade.9 # P@Elia diz a mesma coisa: 9#costumemo4nos a amarmos uns aos outros.9
7
Joc= -!
praticou algo: piano? t=nis? canto? natação& A Bue % pr!tica& N a repetição da mesma ação at% Bue voc=
se torna perito? at% Bue aBuilo se torna parte de voc=.
# pr!tica relaciona4se com as açMes. Joc= não pode praticar sentimentos. *ortanto? amor % algo
Bue voc= fa0. $ric Uoffer acrescenta: 9#mor % uma atividade direcionada para outra pessoa.9 Jisto Bue
% ação? % uma decisão < um ato consciente da vontade? um ato de f%. 2a cerim,nia de casamento? o
pastor pergunta: 9Joc= vai amar esta pessoa&9 presumindo Bue amor % algo Bue voc= decide Bue vai
exercer. $ voc= responde: 9im? vou9? uma promessa? em vez de um sentimento < uma promessa de
fazer? em vez de uma espera para reagir. +uando a ação do amor % iniciada em relação a um c,n-uge
no n@vel volitivo? os outros elementos do amor? intelectuais e emocionais? aparecerão por si. $? como
nos lemEra Vohn Drakeford: 9Oma vez estaEelecido um padrão de comportamento? ele tem o seu
pr>prio modo de realização.9
#ssim? precisamos escolher. Om solteiro infeliz ser! um casado infeliz. Om celiEat!rio infeliz
não ser! modificado por uma aliança matrimonial. 2enhum c,n-uge poder! fazer por mim o Bue eu
não decidir dese-ar. # minha felicidade % de minha escolha? e não da oErigação de meu c,n-uge.
03.A 2_0$RA +O#.RA: 9A F3LUA 0#2.`0 A (##3 O23DA9
U! uma crença comum de Bue os filhos consertam um casamento. e isso fosse verdade?
considerando4se as estat@sticas de div>rcio? eles não tiveram sucesso nisso. 3sto significaria Bue os
filhos de divorciados estão sofrendo devido ao seu pr>prio fracasso. #Esurdo:
Oma f!Eula relacionada com essa crença diz: 9A nosso casamento pode não ser tão firme? mas a
presença de crianças criar! um ponto focal unificador. e amEos nos concentrarmos em criar filhos? as
nossas diferenças pessoais desaparecerão.9 3sto % como atirar um f>sforo em um Earril de p>lvora e
sentar em cima dele.
As filhos não resolvem os proElemas con-ugaisC eles os revelam? os agravam. $les são muito
maus conselheiros matrimoniais. $m vez de aliviar as tensMes maritais? eles as aumentam. #s falhas
encoEertas serão expostas? e esses amorzinhos vão precipitar um terremoto.
.odo estudo de satisfação con-ugal mostra Bue h! um decl@nio Buando os filhos começam a
nascer. +uando chega o terceiro filho? a satisfação con-ugal decresce drasticamente. 3sto não nos deve
surpreender. A Bue % Bue um filho acrescenta ao casamento& # presença inilud@vel de uma criatura
dependente? exigente? ego@sta? vulner!vel? Bue tem duas extremidades Bue precisam ser limpas.
(ertamente isto vai mudar o programa? si Dcitar frustraçMes? esgotar a mãe e diminuir a conta Eancaria
/8
arf Dgir em n>s o Bue h! de melhor e o Bue h! de pior.
#s dificuldades do casamento causarão discord6ncia a respeito da criação dos filhos? Buanto K
sua disciplina e instrução. Om dos pais % mais permissivo? o outro? mais autorit!rio. Om diz: FiBue. A
outro: Deixe4o ir. As filhos? estando entre amEos? -ogam um c,n-uge contra o outro? e?
inconscientemente? os separam ainda mais.
A foco primordial precisa ser o casamento? e não os filhos. *recisamos nos concentrar no Bue
damos aos filhos? e não no Bue eles nos dão.
+uando Vesus disse: 9*or isso deixar! o homem pai e mãe? e unir4se4! a sua mulherC e serão os
dois uma s> carne9?
1
ele não falou nem uma palavra a respeito dos filhos. > acerca do casamento. A
casamento % permanente? a paternidade tempor!ria. *recisamos nos esmerar no Bue % permanente? e
não no Bue % tempor!rio? e criar os filhos no contexto de um casamento em crescimento.
A Dr . #rmin Hrams enfatiza:
2unca se pretendeu que os filhos fossem o ei%o da família. O seu lugar é na periferia,
protegidos e amados, mas respeitados como crianças, esperando6se deles que se portem como tais. O
centro de uma família é a relação entre o marido e a esposa. Dudo o mais gira em torno disso. =esta
maneira, quando os filhos dei%am o convívio da família, podem fa046lo causando o mínimo de
perturbação para a unidade familiar. :e eles são o centro dessa unidade, não podem sair sem causar
uma ruptura séria nela. # nossa função, como pais, é tornarmo6nos gradualmente desnecess-rios,
equipar a criança e permitir que ela circunde a família em ;rbitas cada ve0 mais amplas, até
estabelecer6se individualmente na sociedade como adulto respons-vel.
;
#t% mesmo filhos doentes podem ter um efeito devastador soEre o casamento. Om estudo
indicou um grande coeficiente de div>rcios Bue aconteceu depois Bue um filho morreu? ap>s longa
enfermidade. # mãe Bue passa noite e dia cuidando do filho tem a tend=ncia de negligenciar Buase
totalmente o seu casamento. Logo depois do funeral a deterioração surge na superf@cie? e muitos
maridos vão emEora. Fico pensando Bue apoio e cuidado esses maridos estavam oferecendo durante
aBueles dias dolorosos < evidentemente muito pouco. .alvez eles tamE%m fossem crianças.
Om estudo feito na (alif>rnia descoEriu Bue os casamentos de uma surpreendente porcentagem
de oitenta por cento de pais com filhos Bue tinham c6ncer finalmente se separou: A Dr. idneI #r-e?
da ociedade #mericana de (6ncer? concorda: 9+uando as pessoas se descoErem nesta situação? h!
todo tipo de reaçMes. U! uma grande interligação de agressMes? e? antes de voc= perceEer? muitos
maridos e esposas estão se detestando.9
9$? se h! uma patologia emocional na fam@lia? esta situação a estimula9? diz o Dr. 0. Lois
0urpheI? diretor dos pediatras de um grande hospital americano. 9A c6ncer não produz nada Bue -!
não estivesse latente anteriormente.9
Desta forma? como eu disse em meu livro Dhe 'arriage #ffair, o casamento começa com duas
pessoas? e termina com as mesmas duas. $le passa pelo ciclo de paternidade? e volta ao ponto onde
começou. (omeça com um casal apaixonado? mas não necessariamente termina dessa maneira. 0uitas
vezes isto acontece por causa de um lar centralizado nos filhos? e Buando esses filhos crescem e vão
emEora? não h! mais centro de interesse comum. $sses pais? no esforço de fazer o melhor pelos seus
descendentes? na verdade? permitiram Bue os seus filhos se intrometessem entre eles? para o detrimento
de todas as pessoas envolvidas.
8
$stes Buatro mitos matrimoniais t=m uma caracter@stica em comum? uma fal!cia Bue os liga: a
de Bue voc= pode livrar4se de sua responsaEilidade. +ue outrem < Deus? o seu c,n-uge? o seu filho <
% respons!vel pelo seu Eem4estar. +ue outrem deva ser o iniciador.
$sta maneira de pensar prepara voc= de maneira perfeita para ter um 9caso9. e Deus não lhe
deu o c,n-uge ideal e o seu c,n-uge e seus filhos não lhe propiciam felicidade? por Bue não procurar
em outra parte& #lgures voc= a encontrar!.
$ isto tamE%m % um mito.
CAPITULO )
*+o (e Indu,as á Tenta-+o
:e voc4 est- pensando, em seu íntimo<"!m FcasoF 7amais poderia me acontecer", est- em
dificuldades. (rer que somos imunes nos dei%a completamente e%postos e desprotegidos.
$llen Rilliams
+O#2DA voc= nasceu? casou4se < casou4se com uma companheira Bue palmilhar! o caminho
da vida com voc= at% o fim. Joc= -amais acordar! BualBuer manhã nem ir! dormir BualBuer noite sem
Bue essa companheira este-a Eem ao seu lado. $ssa companheira nunca o deixar! por falta de sustento.
Joc= nunca a poder! processar? reBuerendo sustento separado. N imposs@vel divorciar4se dela. +uer
voc= goste Buer não? voc= e essa companheira estarão -untos at% Bue a morte os separe. .entação <
esta % a sua companheira vital@cia.
.odo mundo % tentado. # tentação não desconhece ningu%m. .odo mundo % tentado? e sempre
ser!. 2ingu%m pode evadir4se dela ou evit!4la. N um fato inescap!vel da vida. $nBuanto um homem
estiver vivo? ser! tentado. # tentação % como a poeira: cai soEre todo mundo. N como os germes Bue
carregamos conosco? Bue nos atacam Buando a nossa resist=ncia est! fraca.
2enhum isolamento das outras pessoas nos isolar! da tentação. A monge? em seu mosteiro
reclusoC o eremita? em sua caverna secretaC o prisioneiro? em sua cela solit!ria? todos conhecem a
tentação. 2ão h! exceçMes. 2ão h! isençMes. # tentação % uma realidade universal? inevit!vel.
e voc= tem uma mente por meio da Bual pensa? ser! tentado atrav%s dessa mente. e voc= tem
um corpo em Bue vive? ser! tentado atrav%s desse corpo. e voc= tem uma natureza social? com Bue se
relaciona com os outros seres humanos? essa ser! uma avenida para a tentação. e voc= % um ser
sexuado? ter! tentaçMes sexuais.
(erto autor? na revista Ps&cholog& Doda&, disse: 9.odos os homens? desde o primeiro dia de seu
casamento em diante? pensam na sua possiEilidade de serem infi%is. 2ão? necessariamente? Bue eles
plane-em fazer algo nesse sentido? mas a possiEilidade % uma coisa consciente em suas mentes.9 e o
autor Buis dizer Bue todas as pessoas? homens e mulheres? enfrentam verdadeira tentação sexual? est!
aEsolutamente certo. De fato? se uma pessoa pensa? erradamente? Bue % isenta da tentação? -! est!
sendo vulner!vel? e atan!s -! est! passando graxa no escorregador para ela.
92ingu%m? ao ser tentado? deve dizer: DN Deus Bue me est! tentandoD? pois Deus não pode ser
tentado pelo mal e a ningu%m tenta. #ntes? cada Bual % tentado pela pr>pria concupisc=ncia? Bue o
arrasta e seduz. $m seguida? a concupisc=ncia? tendo conceEido? d! K luz o pecado? e o pecado?
atingindo a maturidade? gera a morte.9
/
O #utor da Dentação. Durante a sedução da tentação? % f!cil racionalizar? e culpar Deus de ser o
seu autor. 2ão? conforme .iago diz? Deus não tenta ningu%m. Faz=4lo? seria completamente contr!rio K
sua natureza? aos seus oE-etivos e K sua *alavra.
+uem tentou #dão e $va? no -ardim do Nden& +uem tentou Vesus durante Buarenta dias no
deserto& atan!s? o DiaEo? Bue % chamado de tentador? a velha serpente? e % nosso grande inimigo. $le
anda em derredor? rugindo como leão? procurando a Buem possa tragar.
"
$ ele tem um padrão de
tremendo sucesso < Bue teve =xito? at% certo ponto? com todos os memEros da raça humana.
# 2ature0a da Dentação. 2ote Eem isto: tentação não % pecado. 2unca poderia ser. # P@Elia diz:
9Vesus foi tentado em tudo? mas sem pecado.9
'
(ostum!vamos cantar? muitos anos atr!s? este hino? na
$scola P@Elica Dominical: 9.entado? não cedas1 ceder % pecar.9 # tentação não % pecado.
# nossa reação? a nossa resposta? determina se pecamos ou não. De fato? a tentação? em si
pr>pria? % uma das coisas mais fracas do mundo. ozinha? ela % totalmente impotente. *ara ter =xito? a
tentação sempre necessita de um parceiro < algu%m para concordar com ela? para dançar com ela?
para aErir a porta para ela? para dar4lhe as Eoas4vindas.
5oc4 não pode impedir as tentaçMes de virem? mas pode decidir o Bue vai fazer com cada uma
delas.
5oc4 não pode impedir os p!ssaros de voarem soEre a sua caEeça? mas pode impedi4los de
fazerem ninho em seus caEelos.
5oc4 não pode impedir o DiaEo de cantar em seus ouvidos as suas cantilenas de encantamento?
mas não precisa -untar4se a ele e cantar um dueto.
5oc4 não pode impedir o DiaEo de expor suas mercadorias na vitrine? instando para Bue voc= as
compre? mas voc= não tem de compr!4las.
5oc4 não pode impedir o DiaEo de colocar os seus fedelhos K sua porta? e de Eater
incessantemente. 0as voc= não precisa aErir a porta? p,4los para dentro? aBuec=4los? vesti4los e
aliment!4los.
+uando uma garota se aproximou de mim? no vest@Eulo de um hotel? e? sorrindo? perguntou:
9Joc= gostaria de se divertir um pouco esta noite&9 era apenas uma tentação. er induzido K
infidelidade não % pecar. #Buiescer com ela % Bue faz a diferença.
# Dentação G :empre Para Pecar... "" origina o pecadoFF, adverte Diago. *ecado % o oE-etivo
da tentação. $mEora toda tentação se-a aparentemente inocente? o Znico prop>sito do DiaEo % levar
voc= a pecar. 2ão apenas impedir um pouBuinho o seu progresso? colocar alguns oEst!culos em seu
caminho? mas assisti4lo como uma parteira? e a-ud!4lo a dar K luz... o pecado.
A oE-etivo do DiaEo não % ter um mundo cheio de E=Eados? prostitutas e toxic,manos. $ssas
pessoas não constituem uma propaganda para ele. 0as o pecado? se-a em Bue n@vel social for e com
Bue sofisticação? opMe4se ao maravilhoso plano de Deus para a sua vida? e neste oE-etivo sinistro e
destruidor o DiaEo est! totalmente empenhado.
# Dentação #pela Para os :eus =ese7os 3umanos. *ara as necessidades Bue voc= tem? e Bue
foram criadas por Deus. .odas elas não são malignas. "...# tentação do homem deriva dum impulso
dos seus pr;prios dese7os... " A apelo da tentação % sempre satisfazer uma necessidade leg@tima de
maneira errada ou na hora errada. A dese-o intr@nseco? por si mesmo? % Eom? Buerer satisfaz=4lo % Eom?
mas Buando e como % satisfeito faz a diferença. A Eem ou o mal estão na maneira como essas
necessidades são satisfeitas.
A dese-o de ter amigos? amor? ser apreciado? ter sucesso? aceitação? intimidade? são todos Eons.
atisfaz=4los mediante desonestidade? manipulação? ego@smo e violação da verdade de Deus nos leva
ao pecado.
#contece exatamente assim com o sexo. .oda pessoa % um ser sexuado? com dese-os sexuais?
atraçMes sexuais e sentimentos sexuais. .udo isto foi id%ia de Deus. 2ão h! nem nunca poderia haver
nada de errado com o sexo. *or ser a sexualidade um dom de Deus? não pode haver erro? defeito ou
mal nela. 0as o homem? historicamente? tem prostitu@do os dons de Deus? e os tem usado para a sua
vantagem ego@stica e detrimento.
:atan-s é astuto. "le sabe que, como crentes, temos bom gosto e boas motivaç.es. "le não nos
tenta com coisas baratas ou com o pecado imprudente, pois isso não apelaria 9 nossa nature0a
espiritual. Pelo contr-rio, ele pega sutilmente algum dos melhores dons de =eus, como intimidade e
unidade de espírito, e in7eta, nesse dom, algumas qualidades que não são agrad-veis a =eus. "le
distorce as nossas prioridades e nos tenta a usar as coisas boas de =eus no lugar ou na hora errada.
=esta forma, a atração se%ual pode tornar6se um problema num relacionamento amoroso
perfeitamente apropriado.
7
# Dentação #pela Para o Ponto 'ais +raco de :ua 5ida. .odos n>s temos uma fraBueza
especial. (omo estrategista arguto? o DiaEo reZne as suas forças mais poderosas no ponto mais fraco
da Eatalha. #s nossas diferenças de temperamento? personalidade? fraBuezas herdadas nos levam a
reagir peculiarmente a diferentes tipos de tentação. *edro teve a sua tentação especial? e? certamente?
.ome tamE%m? .iago e Voão lutaram com suas fraBuezas caracter@sticas.
Oma pessoa luta o dia inteiro com a tentação de rouEar. Autra preferiria morrer a rouEar. Ande
uma pessoa % fraca? outra % forte. Oma? luta contra a tentação de mentir. Oma -ovem disse4me? depois
do culto em Bue eu pregara na capela de certa universidade: 9r. *etersen? eu sou uma mentirosa.
0into o tempo todo < sempre menti. *rovavelmente? ho-e -! menti cinBLenta vezes. 0into at%
Buando não preciso. 0into Buando isso não me faz nenhum Eem. 0as minto sempre. $? por falar
nisso? estou me preparando para ser mission!ria.9 #ntes de tornar4se mission!ria? ela precisa entregar4
se a (risto? Bue disse: 9$u sou a verdade.9 Autra pessoa % muito tentada K inve-a? violentamente levada
ao ciZme? Buando outros t=m sucesso ou adBuirem posição? proemin=ncia ou prest@gio. V! outra não se
importa. Oma pessoa % gananciosa? !vida. Autras t=m o proElema oposto. $sEan-am tudo o Bue
ganham. #lgumas lutam com a arrog6ncia e o orgulho? enBuanto outras lutam com o complexo de
inferioridade e a passividade. A sexo % um proElema mais dif@cil para uns do Bue para outros. N Bue
eles são mais sensuais < suas necessidades emocionais são maiores. # tentação para um 9caso9
extracon-ugal pode constituir uma grande Eatalha para eles? maior do Bue para os do tipo mais
conservador.
# Dentação (omeça na 'ente. A >rgão sexual mais importante % a mente. Om 9caso9 começa
na mente? muito antes de terminar na cama. # relação clandestina começou como um pensamento
inocente no recesso secreto da mente de algu%m. A pensamento % a fonte da ação. A corpo % o servo da
mente. A pensamento determina o car!ter. A nosso car!ter % moldado na forma de nossa concentração.
# mente % um -ardim Bue pode ser cultivado? para produzir a colheita Bue dese-armos.
# mente % uma oficina? em Bue são feitas as decisMes importantes para a vida e a eternidade.
# mente % uma f!Erica de armas? onde for-amos as armas de nossa vit>ria ou de nossa
destruição.
# mente % um campo de Eatalha? em Bue todas as Eatalhas decisivas da vida são ganhas ou
perdidas.
As comunistas aprenderam? atrav%s do sucesso de sua lavagem cereEral? Bue? se puderem
converter e controlar os pensamentos das pessoas? podem reformar o seu car!ter e escraviz!4las. $les
cr=em? como disse $merson: 9# chave de todo homem % o seu pensamento.9 As pensamentos
governam o mundo. As Eons pensamentos nunca produzem maus resultados? nem os maus
pensamentos? Eons resultados. Vesus disse: 9(onhece4se a !rvore por seus frutos.9
2apoleon Uill cristalizou o Bue -ulgo ser o conceito mais importante e surpreendente a respeito
da mente: 9# Znica coisa soEre Bue todas as pessoas t=m controle completo? indisputado? % a sua mente
< A.b seus pensamentos.9 Joc= não tem controle soEre as suas circunst6ncias ou a sua naturezaC voc=
não pode controlar a hereditariedade ou o amEienteC voc= não pode controlar a sua condição f@sica ou
capacidade mentalC nem outras pessoas? amigos ou inimigos? o passado ou o futuro. U! uma Znica
coisa Bue voc= pode controlar: voc= tem o poder de moldar os seus pensamentos e adeBu!4los a
BualBuer padrão de sua escolha. 9(omo ele pensa consigo mesmo? assim %.9
1
Pensamento do 'al ou 'au Pensamento. +ual % a diferença entre estes dois& uponhamos Bue
eu leia um livro ou revista ou assista a um programa de .J. #lgo Bue ve-o < uma propaganda? um
par!grafo? um desenho < faz com Bue um pensamento do mal relampe-e pela minha mente. 3sso %
pecado& 2ão. Dirigindo pela rua? o Bue ve-o em uma propaganda ou ouço no r!dio do carro faz com
Bue uma sugestão do mal invada a minha mente. 3sso % pecado& 2ão. Au? enBuanto estou traEalhando
na f!Erica? no refeit>rio do escrit>rio? no cluEe? ouço piadas su-as? anedotas picantes? o relato de
aventuras sexuais. N pecado ouvi4las& (laro Bue não.
Au então me encontro na igre-a e deparo com uma mulher Bue % radiante? charmosa? viErante.
$mEora não ha-a flerte? ela tem uma personalidade radiante. (onserva4se em forma? veste4se Eem e
dispMe de uma amaEilidade cristã extrovertida? Bue a torna muito atraente. Om pensamento esvoaça
pela minha mente de Bue essa pessoa % uma Eeleza? % mui talentosa e Bue % sexualmente atraente para
BualBuer homem Bue tenha sangue nas veias. U! algo de errado com isso& 2ão: 2ão % pecado ouvir as
centenas de sugestMes passageiras e tentadoras Bue Eatem K porta de minha mente todo dia? a vida
inteira. *ara o super4sens@vel? o DiaEo cochicha: 9U! algo de errado em voc=. e voc= fosse um Eom
crente? Deus estaria cuidando de voc=? e voc= não teria esses pensamentos. ` tarde demaisC voc= -!
pecou.9 Joc= pode reconhecer as mentiras do DiaEo? porBue são sempre negativas e levam a um
sentimento irremedi!vel de culpa e K autocondenação.
0as Buando esse pensamento passageiro do mal % aceito? receEe acolhida e % acariciado
demoradamente? com o consentimento de sua vontade? torna4se um mau pensamento. e eu aErir a
porta? convidar amavelmente o visitante para entrar? der4lhe uma cadeira confort!vel para descansar e
encora-ar conversa adicional? o estranho se torna meu amigo. $ste amigo agora me a-uda a formar um
Buadro < simples a princ@pio? mas por fim com detalhes e a cores vivas < de tudo o Bue essa
amizade pode significar para mim e das necessidades Bue serão supridas por ela.
$sse Buadro % uma fantasia? e as fantasias são os aprestos para a ação dese-ada. Oma 9transa9 %
experimentada muitas vezes na fantasia? antes da hora e do lugar do primeiro encontro serem
estaEelecidos.
#lgu%m perguntar!: 9+uando Vesus falou a respeito de concupisc=ncia ou adult%rio mental? ele
estava falando apenas de pensamentos do mal ou de maus pensamentos&9 JerifiBuemos
cuidadosamente as suas palavras em 0ateus 1:"): 9$u? por%m? vos digo Bue todo aBuele Bue olhar
para uma mulher para a coEiçar? -! em seu coração cometeu adult%rio com ela.9
$m seu viErante livro $ove and 'arriage, o Dr. David Uocking torna este princ@pio
meridianamente claro:
Primeiro, a palavra olhar est- no presente, no grego, indicando um h-bito vivencial contínuo.
2ão cremos que este7a di0endo que olhar com dese7o se%ual em um dado momento é errado. =eus nos
fe0 com dese7o se%ual. Os homens gostam de olhar para as mulheres, e as mulheres gostam de olhar
para os homens. (remos que esta passagem est- condenando a pr-tica de centrali0ar a sua atenção
em uma dada pessoa, com a motivação de cometer adultério com ela.
"m segundo lugar, a palavra "mulher" est- no singular, quanto ao nBmero, e não no plural. O
te%to não est- condenando o ato de se olhar para mulheres em geral, mas a concentração em uma
mulher em particular. !ma pessoa determinada começa a dominar os nossos dese7os.
"m terceiro lugar, as palavras "para a cobiçar" t4m refer4ncia ;bvia 9 perpetração do
adultério. *sto não é a mesma coisa que e%perimentar o dese7o de olhar para a apar4ncia física de
uma mulher e gostar do que se viu. O problema acontece quando voc4 se concentra em uma pessoa
em particular e mentalmente vai para a cama com ela.
;
Não concordo, isso vai contra nossos princípios
$ste % o mau pensamento? a fantasia? 9concentrar4se em uma dada pessoa? e plane-ar
mentalmente ir para a cama com ela9.
2este ponto? a mente começa a fazer duas coisas. # sua parte suEconsciente não faz diferença
entre Eem e mal? e apenas reage Ks sugestMes e figuras Bue lhe são ministrados? audivelmente ou na
imaginação. #s sugestMes v=m da conversa com n>s mesmos Bue todos praticamos? não perceEendo?
muitas vezes? o seu tremendo poder de influ=ncia. .odas as pessoas conversam consigo mesmas o
tempo todo? reagindo inconscientemente a todas as situaçMes? analisando? -ulgando? recordando?
expressando as suas crenças? temores ou dese-os. A psic>logo Dr. David toop fez um estudo soEre
nossa conversa com n>s mesmos e oEserva: 9Heralmente? em voz alta? dizemos a m%dia de /1X a "XX
palavras por minuto. #lgumas pesBuisas sugerem Bue falamos com n>s mesmos? em nossos
pensamentos? a m%dia de? aproximadamente? /.'XX palavras por minuto. Jisto Bue muitos de nossos
pensamentos tomam a forma de imagens ou conceitos mentais? podemos pensar? em uma fração de
segundo? em algo Bue nos tomaria v!rios minutos de discurso verEal para descrever.9
8
# medida Bue se desenvolve a fantasia a respeito da possiEilidade de uma relação extracon-ugal?
a nossa mente afirma e incentiva essa fantasia? mediante o Bue dizemos para n>s mesmos e as imagens
criadas. 93sso seria gostoso... eu preciso disso... a vida tem sido enfadonha... ela % algo mais... as
maçãs rouEadas são mais doces... 2ão estou pensando em nada de errado.9 $ assim por diante? K
velocidade de /.'XX palavras por minuto. (entenas de imagens alimentam a fantasia. e repetirmos
BualBuer delas audivelmente para n>s mesmos? essa auto4sugestão cauteriza a imagem ainda mais
profundamente? e o nosso suEconsciente tomar! provid=ncias para Bue isso aconteça.
0otivadores de sucesso h! muito t=m reconhecido a veracidade deste princ@pio. A primeiro
passo para o sucesso? dizem eles? % decidir exatamente o Bue voc= dese-a realizar e Buando. 3dentifiBue
claramente o seu oE-etivo? o seu alvo. $screva isto? de forma Bue voc= possa v=4lo. Faça um desenho.
Repita o alvo audivelmente todos os dias? talvez cinBLenta vezes de manhã e cinBLenta vezes de noite.
$m seguida? faça um livro de recortes. $ncontre figuras coloridas? de revistas? Bue se relacionem com
o seu alvo? ou o Bue voc= possuir!? Buando o alcançar: casa nova? carro? roupas de tamanho menor?
f%rias? etc. $? ao estudar as figuras? comece a falar consigo mesmo positivamente. Joc= criar! uma
imagem forte e clara em sua menteC as emoçMes apropriadas se seguirão? e o seu oE-etivo ser!
realizado.
#ssim? as nossas mentes alimentam a fantasia? a fantasia cria as emoçMes? e as emoçMes clamam
pela experi=ncia propriamente dita. ` por isso Bue? Buando uma pessoa est! emocionalmente decidida
a ter um 9caso9? toda a verdade e toda a l>gica do mundo não parecem intimid!4la. $m uma disputa
entre emoção e verdade? a emoção geralmente vence.
Autra coisa Bue a nossa mente faz % nos enganar. # nossa mente nos a-uda a encontrar o Bue
esperamos encontrar? Buer isso este-a ou não presente. .emos um modo esBuisito de encontrar aBuilo
Bue estamos procurando. e estamos cultivando uma 9transa9 extracon-ugal? uma fantasia? a nossa
mente aparecer! com todo tipo de id%ias acerca de como isso poder! ser feito? onde e quais serão os
resultados positivos.
# nossa mente tamE%m nos a-uda a racionalizar? isto %? a encontrar Eoas razMes para -ustificar
BualBuer coisa Bue façamos. $laEoramos um Eelo ros!rio de razMes para -ustificar as nossas açMes?
emEora possamos estar ferindo outras pessoas? no processo. oE a noEre Eandeira de sermos sinceros
para com n>s mesmos? enganamos o nosso c,n-uge. # nossa mente não % um instrumento Bue detecta
a verdade? mas corte-a o nosso 9ego9 e nos protege de ouvir coisas Bue não Bueremos ouvir. 2ão % de
se admirar Bue *aulo tenha falado a respeito da necessidade de uma transformação resultante de uma
9renovação da vossa mente9.
)
+uando uma fantasia extracon-ugal % nutrida e alcançou este ponto? h! v!rios efeitos colaterais?
Bue fazem o casamento desmoronar ainda mais.
O (8n7uge Dorna6se Passivo
N imposs@vel estar alimentando ativamente uma fantasia e estar edificando ativamente o
casamento em casa ao mesmo tempo. $stes esforços são automaticamente tirados do outro. #s
peBuenas coisas Bue melhorariam o casamento são reservadas para o amante. e algu%m inicia açMes
positivas no lar? Bue a-udam o relacionamento? não tem desculpas. e a situação piora ainda mais? isso
ratifica a sua racionalização. $ % claro Bue não h! oração s%ria. 2ingu%m est! esperando a intervenção
de Deus? Buando as emoçMes estão clamando por um corpo ardente.
(omparação Hera =esdém
# mulher em casa? com um avental? não % p!reo para outra Bue este-a em nossa fantasia. #s
comparaçMes aumentam K medida Bue o 9caso9 se aprofunda. # esposa em casa agora não se comunica
mais? não % tão afetuosa? não satisfaz as minhas necessidades? não sai tão Eem na cama? etc. $m outras
palavras? ela não se compara com esse Earco de ilusMes Bue encontrei. #gora? na cama? h! tr=s pessoas?
em vez de duas. #s relaçMes sexuais? Bue? por necess!rias? s> podem ser mec6nicas? envolvem apenas
dois participantes? mas o terceiro est! na imaginação e na fantasia do trapaceiro.
"ngano Dorna6se a Regra
A começo de um 9caso9? ou a sua continuação? reBuerem desonestidade? engano e duplicidade.
Oma pessoa Bue vive uma mentira não tem proElema de pregar mentiras. De fato? a situação o exige.
0entira % como Eatatinha frita: voc= não consegue parar apenas com uma. *essoas outrora honradas
agora olham para o seu c,n-uge Eem nos olhos e mentem ousadamente a respeito de seus programas?
sua saZde? seu traEalho e seus gastos. Om 9caso9 atinge Eem fundo a integridade de uma pessoa? e a
verdade se torna dispens!vel. +uando uma pessoa se envolve dessa maneira? voc= cr= no Bue ela faz? e
não no Bue ela diz < nas suas açMes? e não nas suas palavras.
!m :ecreto =ese7o de 'orte
# fim de racionalizar um 9caso9? a mente do infiel apresenta todos os suEterfZgios conceE@veis.
(reio Bue todas as pessoas Bue continuaram tendo ligaçMes extracon-ugais? em algum tempo?
dese-aram Bue o seu c,n-uge morresse silenciosamente durante o sono? para Bue pudessem continuar
tendo tal relacionamento sem sentimento de culpa. Oma esp%cie de dese-o Eenevolente de morte. 2ão
estou dizendo Bue Buerem Bue eles se-am assassinados < emEora em alguns casos isso inclua
envenenamento da comida ou o empr%stimo de uma arma FlemEre4se de Davi e OriasG. Da mesma
forma? não acho Bue eles lamentariam sinceramente a perda. 90as se houvesse alguma forma de o
meu c,n-uge dar o fora desta vida leg@tima e pacificamente? eu estaria livre e não seria desonrado nem
precisaria me esconder.9 A coração humano? sem a graça de Deus? far! o Bue for necess!rio para torcer
as coisas de acordo com os seus dese-os depravados? conscientes ou inconscientes.
+O#2DA J$0 # .$2.#^QA
(ontudo? não % suficiente analisar a tentação < dissecar os seus resultados. (omo voc= a
enfrenta& A Bue voc= faz para arrancar as suas presas? e fazer dela sua escrava&
#nule6a, +icando de :obreaviso
Oma grande parte do poder da tentação est! em sua estrat%gia: agir de surpresa. Om ataBue de
surpresa % uma das t!ticas mais eficientes do inimigo. FreBLentemente tenho ouvido isso de crentes
sinceros: 92unca sonhei Bue seria tentado a ser infielC pensei Bue estava a salvo? Bue isso não podia
acontecer comigo.9 Jisto Bue a P@Elia nos diz claramente Bue seremos sempre tentados? por Bue não
esper!4lo& 0uitas vezes fazemos um -ogo passivo? defensivo? em vez de -ogar inteligente e
agressivamente. $xpressamos surpresa? ficamos chocados Buando a tentação acontece da maneira
como Deus disse Bue aconteceria. urpresa seria se a tentação não viesse. *or Bue não crer em Deus&
Om amigo Buerido me telefonou? e eu podia perceEer? pela sua voz? Bue ele estava com
proElemas. 2ão fiz grandes con-eturas? porBue ele era? eu saEia? um crente muito forte? convertido de
uma vida escaErosa? e Bue? havia anos? era um respeitado l@der em sua igre-a. (hegando ao meu
escrit>rio? ele falou de uma -ovem divorciada Bue estava desamparada? como ele lhe levara uma cesta
de compras? mandou consertar o carro dela e procurou a-ud!4la como irmão em (risto. *arte da reação
dela foi apaixonar4se por ele e convid!4lo a ir K casa dela? para uma noite calma? @ntima. 9#chei dif@cil
dizer não9? disse ele. 9FiBuei surpreso por ter havido uma luta. #cho Bue eu pensava Bue não teria
essas tentaçMes nunca mais.9
=esenvolva uma (onsci4ncia Aíblica
$m uma luta contra a tentação? geralmente vivemos os nossos valores? e não o Bue cremos. e a
nossa consci=ncia foi treinada pela P@Elia e somos dedicados aos nossos princ@pios? enfrentamos a
tentação com confiança? e não com medo. #s advert=ncias de Deus são as palavras amorosas de um
pai? dizendo ao seu filho para não correr na rua? não pular da ponte? não Erincar com f>sforos. ão
apenas proteçMes amorosas? e não proiEiçMes arEitr!rias.
#qui estão algumas advert4ncias que propiciam percepção e força < uma /ncora< # sabedoria
do :enhor pode livrar voc4 das palavras doces e mentirosas da prostituta, da mulher que abandona
seu marido, sem se lembrar que o casamento é um compromisso feito perante =eus. uem freqIenta
as casas dessas mulheres p.e em risco a pr;pria vida1 quem anda com elas se dirige diretamente
para o reino dos mortos. #cima de tudo? meu filho? tome muito cuidado com suas emoçMes? porque
elas afetam toda a sua vida. Dome cuidado com a mentira e a falsidade1 fu7a delas, e olhe sempre
para a frente, sem olhar para os lados. Pense muito antes de dar qualquer passo, e andar- sempre
pelo caminho do bem. 2ão se desvie nem para a direita nem para a esquerda@ 2ão ande pelo caminho
do mal@
:aiba que as prostitutas usam palavras doces e suaves para atrair os 7ovens. 'as, depois de
tudo, o que sobra para voc4 é a vergonha amarga e uma consci4ncia pesada, que fere como uma
espada aguda e bem afiada.
Aeba -gua do seu pr;prio poço, meu filho < se7a fiel e leal para com sua esposa@ ual o valor
de ter filhos com mulheres sem honra, mulheres de rua, Para que ter filhos que não serão seus e
viverão com pessoas que voc4 nem ao menos conhece, !se bem essa b4nção que voc4 recebeu, a
capacidade se%ual. #proveite o pra0er que ela pode lhe dar através do amor de sua esposa. "la deve
ser sempre para voc4 a mulher mais bela e encantadora@ Os abraços e carinhos de sua esposa devem
ser o seu pra0er, a sua satisfação total@ . 2ão d4 valor 9 bele0a dessas mulheres nem se dei%e atrair
pelos seus olhares provocantes. " a mulher que trai seu marido é ainda pior que a prostituta@ "sta
e%ige apenas um pouco de dinheiro, mas a mulher que trai o marido dese7a destruir a vida do 7ovem.
:er- possível alguém abraçar brasas acesas sem queimar o peito, > possível alguém andar sobre
brasas acesas sem queimar os pés , =a mesma forma, é impossível alguém roubar a mulher de outro
homem e não ser castigado pelo seu pecado@... :; mesmo um louco seria capa0 de roubar a mulher de
outro homem@ :; mesmo alguém que dese7e destruir sua pr;pria vida faria uma coisa dessas@
# loucura, ao contr-rio, parece uma prostituta, dominada pelo fogo da pai%ão, que nada sabe
nem dese7a saber. +ica sentada 9 porta de casa ou anda pelas esquinas da cidade, fa0endo propostas
aos homens que passam e tratam de seus neg;cios e di0endo aos descuidados e sem compreensão da
vida< "5enham a minha casa comigo@ # bebida roubada é mais doce@ O pão roubado e comido 9s
escondidas é muito mais gostoso@" " muitos vão atr-s dela, sem saber que estão caminhando para a
morte, que muitos 7- seguiram a loucura e agora estão no fundo do inferno.
" porque o :enhor viu a traição que voc4s cometeram, abandonando suas esposas, que foram
fiéis por tanto tempo. #quelas companheiras a quem prometeram cuidado e sustento. 2inguém com
um pouco de 7uí0o faria isso. "'as, que fe0 um patriarca,", dirão voc4s. Aem, ele procurava uma
descend4ncia prometida por =eus, num prop;sito espiritual. Portanto, tenham cuidado com suas
pai%.es e ninguém se7a infiel 9 sua esposa@
"is por que eu digo< +u7am do pecado se%ual. 2enhum outro pecado atinge o corpo como este.
uando voc4s cometem este pecado, é contra o seu pr;prio corpo. :er- que voc4s não aprenderam
ainda que seu corpo é a morada do "spírito :anto que =eus lhes deu, e que ele vive dentro de voc4s,
:eu pr;prio corpo não lhes pertence. Porque =eus comprou voc4s por preço elevado. Portanto, usem
todas as partes do seu corpo para render gl;ria a =eus, porque o corpo lhe pertence.
Porque =eus dese7a que voc4s se7am santos e puros, e se conservem afastados de todo pecado
se%ual, a fim de que cada um de voc4s se case em honra e santidade. " não em pai%ão carnal, como
fa0em os pagãos, na sua ignor/ncia de =eus e de seus caminhos. " esta é também a vontade de =eus<
que neste assunto nenhum de voc4s cometa 7amais a usurpação de tomar a esposa de outro homem,
porque o :enhor lhes dar- por isto uma retribuição terrível, como n;s antes 7- os advertimos
severamente. Porque =eus não nos chamou para vivermos na impure0a nem cheios de imoralidade,
mas para ser santos e puros. :e alguém se recusar a viver de acordo com estes mandamentos, não
estar- desobedecendo 9s leis dos homens, mas de =eus, que d- o seu anto "spírito a voc4s.
3onrem o casamento e os seus respectivos votos1 e se7am puros1 porque =eus sem falta
castigar- todos os que são imorais ou cometem adultério.
J
=esarme6a, Recusando6se a Dem46la
Om medo fatalista da tentação aumenta o seu poder soEre n>s. #lgumas pessoas dariam tudo
para Bue a tentação pudesse ser eliminada e elas pudessem viver sem lutar. 9# maior de todas as
tentaçMes % a de não t=4la9? diz UenrI Drummond. 2apoleão Ponaparte declarou: 9#Buele Bue tem
medo de ser vencido est! certo da derrota.9
(ada tentação % uma oportunidade de derrotar o DiaEo. Devemos dar as Eoas4vindas a cada uma
dessas oportunidades. # tentação % uma chance de desenvolver virtudes e autodom@nio < uma pedra
para a construção do car!ter cristão. A homem Bue tem mais tentaçMes tem mais oportunidades de
crescer na graça. .omateiros fr!geis e sem firmeza podem ser cultivados na atmosfera controlada de
uma estufa. 0as são necess!rias tempestades e ventos para fazer crescerem os carvalhos. Depende do
Bue voc= Buer ser. (ada tentação nos leva para mais perto de Deus e d! a ele a oportunidade de
confirmar e demonstrar a vit>ria dele soEre atan!s.
Hraças a Deus pela tentação e seus efeitos Een%ficos. A Bue o DiaEo tencionava fosse a nossa
destruição? Deus usa para o nosso desenvolvimento. A Bue o DiaEo plane-ava para nos deter? Deus usa
para o nosso aperfeiçoamento. Deus usa a luta moral para nos levar K maturidade. $le criou o homem
para ter dom@nio? para estar acima das circunst6ncias? proElemas? tentaçMes? e não aEaixo deles. Fomos
feitos para sermos vencedores? e não covardesC filhos de Deus? e não escravosC vitoriosos? e não
desertores.
=ecida com =eterminação :e 5oc4 uer 5it;ria
# palavra 9vit>ria9 pressupMe Eatalha. # tentação % o campo de Eatalha. 3ndecisão em uma Eatalha
significa derrota. A oE-etivo de toda a sua vida determinar! como voc= enfrentar! as tentaçMes di!rias.
e voc= vacilar aBui? vacilar! Buando a pressão for forte.
$. tanleI Vones o declara intensamente: 9e voc= não resolver? a sua mente indecisa vai
derrot!4lo. #Bui % o lugar em Bue não pode haver ociosidade. *ois BualBuer ociosidade ser! o cavalo
de .r>ia? Bue penetrar! em seu interior e aErir! as portas para o inimigo. Deus pode fazer BualBuer
coisa pelo homem Bue se decidiuC mas ele pode fazer pouco ou nada pelo Bue não tem pensamentos
firmes.9
/X
As nossos Bueridos amigos? os radialistas David e Yaren 0ains? falam a respeito de sua
dedicação K 9fidelidade mental9:
3- muitas coisas a que não nos permitimos ser e%postos, nesta sociedade ímpia e louca.
#lgumas ve0es é uma conversa com outra pessoa, em que temos que mudar de assunto. Ou um
programa de D5, uma revista ou 7ornal que precisa ser re7eitado. Podemos controlar estes fatores. #s
pessoas que caem se%ualmente não caem automaticamente. (aem porque estavam brincando com
certas coisas, em sua mente, durante determinado período de tempo. :empre que esse tipo de
pensamento vem, n;s o e%pulsamos de nossa mente. 3- uma tremenda força no h-bito, e,
habitualmente, durante muitos anos, sempre que essas tentaç.es se apresentam, através de uma
revista, uma publicidade ou se7a o que for, n;s a recusamos. "sta fidelidade mental nos torna
incapa0es de sermos atingidos no que concerne 9 nossa relação con7ugal.
# vit>ria não acontece por acaso. $la vem como resultado de uma dedicação completa a Deus e
uma estrat%gia de vida plane-ada. 2ada de valor % ganho sem Bue se pague um preço. Rendição a Deus
% o preço Bue voc= paga pela liEerdade. A Dr. Vones conclui: 9Oma erupção de dese-o passageiro o
derrotar!? se voc= permitir Bue ele tome controle de sua vontade e se torne algo permanente. Oma
vontade frouxa deixar! voc= frouxo < e vacilante. Dese-os mutuamente exclusivos? competindo
dentro de voc= pelo dom@nio de sua vontade? o deixarão anulado < farão de voc= uma nulidade.
Decida4se? em sua mente? a pagar o preço da vit>ria? porBue? se não o fizer? voc= precisar! decidir4se a
ser uma casa dividida contra si mesma? Bue não prevalecer!.9 2a verdade? uma pessoa não cai na
imoralidade porBue não pode impedi4lo. *elo contr!rio? ela o faz porBue no seu @ntimo est!
acariciando esse pensamento. $la não fez um ato de consagração.
=etermine #ntecipadamente a :ua Reação
Joc= não pode esperar at% estar cara a cara com a tentação? para decidir Bual vai ser a sua
reação. $ntão ser! tarde demais. 2o Eanco de tr!s do carro? na convenção de vendas? na estrada? na
festa? -untos no escrit>rio < esses não são os lugares certos para se meditar? analisar e decidir a
respeito de um 9caso9. $moção demais encontra4se presente. # decisão deve ser tomada
antecipadamente? e s> ser confirmada na ocasião da tentação.
Om representante comercial crente? meu amigo? estava assistindo a uma convenção de
vendedores em 2eS Tork. 2uma noite livre? ele estava esperando um carro? com outros homens? para
conhecer alguns dos lugares tur@sticos da cidade. 0as entrou no carro errado. #Bueles vendedores não
estavam indo ver as atraçMes tur@sticas? mas dirigiam4se para um famoso Ear dançante. #ntes de
entender o seu erro? o meu amigo estava a caminho com os outros? sem possiEilidade de voltar. #o
entrar no Ear? a cada homem -untou4se imediatamente uma dançarina? Bue o tomou pelo Eraço e o
levou a uma mesa. # -ovem Bue o conduziu era elegante? atrevida e se vestia sedutoramente. 9#
medida Bue a noite continuou? a tentação tornou4se como um rolo compressor9? ele me contou mais
tarde. 9#Buela mulher era deliciosa. $u fiz tudo o Bue pude para não agarr!4la impulsivamente e lev!4
la para um dos Buartos? nos fundos. 0as a coisa Bue me segurou e me protegeu < a Znica coisa < foi
Bue? antes de ter sa@do de casa? eu havia dito? K minha esposa? Bue era s> dela? e Bue? não importava
Bue tentaçMes houvesse? pertenc@amos somente um ao outro e estar@amos orando um pelo outro.9 # sua
decisão antecipada o salvou.
=iscipline :ua 'ente com (ontra6ataques
Vesus contou a hist>ria de um homem Bue expulsou os esp@ritos malignos de sua casa? mas
deixou4a limpa e vazia. Om v!cuo. *or fim? os esp@ritos voltaram com maior força? e a situação ficou
pior Bue antes. 2ão % suficiente resistir Ks forças negativas: precisamos nos esmerar nas coisas
positivas. e não aErigar o Eem? nenhum homem pode conservar por muito tempo o mal do lado de
fora. *aulo diz: 9...vence o mal com o Eem.9
(ontra4ataBue % a chave. 9Firmem seus pensamentos naBuilo Bue % verdadeiro? Eom e direito.
*ensem em coisas Bue se-am puras e agrad!veis e detenham4se nas coisas Eoas e Eelas Bue h! em
outras pessoas. *ensem em todas as coisas pelas Buais voc=s possam louvar a Deus e alegrar4se com
elas.9
//
Autra tradução diz: 9Fixe os seus pensamentos... pense... pense... pense.9 3sto não significa
desengatar a sua mente? deix!4la em ponto morto e esperar Bue alguns pensamentos excelentes sur-am
nela inopinadamente. (oloBue o seu carro em ponto morto? e ele cair! pela riEanceira? descontrolado.
onhar com os olhos aEertos % perigoso? % um dos desastres mais dispendiosos da vida. *recisamos
nos concentrar deliEerada e decididamente no Bue % puro? digno de louvor? positivo e honrado.
.oda a nossa sociedade desencora-a esta pr!tica. A Dr. LacI Uall realizou uma pesBuisa s%ria e
descoEriu Bue noventa por cento de tudo o Bue contriEui para a vida de uma pessoa % negativo. > dez
por cento dos pensamentos e conceitos na vida das pessoas são positivos. 2ão % de admirar Bue a
maioria delas siga a linha de menor resist=ncia < a lei do m@nimo esforço < e dese-e desistir? parar de
lutar. # maioria dos pensamentos Bue penetram em nosso c%reEro e em nossas almas % negativa. N por
isso Bue precisamos saturar a nossa mente com a P@Elia e outra literatura sadia. (ante hinos Bue
elevem e encora-em. #rran-e um amigo crente positivo? para se sustentarem mutuamente. #gradeça
diariamente a Deus por seu c,n-uge? seus filhos? seus pais e sua fam@lia.
*edro disse: 9(ingindo os lomEos do vosso entendimento.9
/"
$ 3sa@as afirma: 9.u conservar!s
em paz aBuele cu-a mente est! firme em ti.9
/'
=escubra o :egredo da 5it;ria de (risto
2osso enhor foi tentado em tudo? da mesma forma Bue n>s? e venceu. $le enfrentou as
tentaçMes como homem? usando os mesmos recursos Bue estão K nossa disposição. e ele tivesse
recorrido ao seu poder divino? como Filho de Deus? poderia ter operado um milagre? para destruir o
seu inimigo e suprir as suas necessidades. 2o entanto? em vez disso? como ser humano? com todas as
emoçMes? pressMes e fraBuezas do homem? ele enfrentou o tentador em todos os pontos. Durante
Buarenta dias no deserto? na companhia de animais selvagens? ele foi exposto a todo o arsenal sat6nico
de tentaçMes. $le suportou Buarenta dias de provação severa e constante. Durante Buarenta dias e
noites na tempestade? a sutileza e a persist=ncia das tentaçMes cresceram. atan!s apertou os laços?
usando todos os argumentos e seduçMes poss@veis? e estava decidido a ter uma vit>ria decisiva.
#s tentaçMes atacaram o ponto mais fraco? na hora mais dif@cil. +uando (risto estava faminto?
devido ao -e-um? a tentação foi propiciar pão? para satisfazer a fome? a necessidade. +uando ele estava
sentindo4se aEandonado? a tentação foi testar o amor de Deus e verificar se ele ainda se importava com
o Filho. +uando ele estava sendo suE-ugado por uma sensação de import6ncia? a tentação foi transigir?
a fim de ganhar poder e dom@nio. $m todos os pontos (risto resistiu firmemente? decisivamente.
+ual foi o segredo de sua vit>ria& .r=s princ@pios podem ser detectados:
"le foi obediente ao seu Pai. #ntes da tentação? ele havia se rendido a toda a vontade de Deus.
$ste foi o princ@pio fundamental de sua vida < uma escolha tranBLila e repetida de oEedecer a cada
passo. # oEedi=ncia a um programa plane-ado por Deus nunca % f!cil? mas % o preço da liEerdade e
plenitude.
"le estava cheio do "spírito. A $sp@rito anto o havia controlado? de forma Bue tornava4se
poss@vel a manifestação exterior de sua dedicação a Deus. A poder do $sp@rito anto o capacitava para
enfrentar destemida e agressivamente a tentação? e sair4se inc>lume.
"le estava saturado das "scrituras. *ara contra4atacar cada tentação de atan!s? Vesus citou a
P@Elia. 9$st! escrito9 foi a sua poderosa arma? em cada Eatalha. # $scritura fazia parte de sua vida<
memorizada? estudada? usada.
(risto % o nosso padrão. AEtemos a vit>ria? da mesma forma como ele a oEteve? atrav%s de
nossa oEedi=ncia? do $sp@rito anto e da *alavra de Deus. # nossa dedicação e as nossas decisMes
operam em cooperação com o poder de Deus.
Duas meninas estavam atravessando um campo? a caminho da escola. Om touro Eravo começou
a persegui4las. Oma delas gritou de medo: 9Jamos parar aBui e orar para Bue Deus nos prote-a.9 #
outra? um pouco mais s!Eia? disse: 92ão? vamos correr e orar.9 As p%s dela e a força de Deus:
cooperação.
(ada tentação reBuer a sua responsaEilidade e a capacidade de Deus. Deus não far! por voc=
aBuilo Bue -! eBuipou voc= para fazer por si mesmo. $? por outro lado? não importa o Buanto voc=
tente? não conseguir! fazer o Bue somente ele pode fazer.
CAPÍTULO .
A"onte"eu / e Agora?
'uitos maridos e esposas pensam que é mais f-cil promover a separação do que consertar o
casamento. :; quando 7- é tarde demais é que eles percebem que escolheram o caminho mais f-cil,
mas não o mais s-bio.
!m UA0$0 de meia4idade e sua esposa estavam de p% na lama e !gua? olhando tristemente
para as ru@nas e os escomEros de sua casa e de tudo o Bue possu@am. $ram v@timas de um furacão. #
sua Eela casa de praia? no .exas? outrora uma propriedade inve-!vel? agora não passava de uma
grotesca pilha de pedras? madeira? eletrodom%sticos? m>veis? comida e roupa < tudo ensopado de
!gua salgada. #s sirenes Bue advertiam da tempestade haviam soado? dando o seu aviso? mas eles
pensavam Bue estavam em segurança. 2ão haviam suportado outros vendavais igualmente severos& $
este não seria diferente. #s ondas retumEantes? Bue outrora faziam parte do panorama Bue se via da
porta de frente? agora haviam destru@do a casa.
#o olharem? pasmos? para aBueles destroços chocantes? interrogaçMes Bue nunca haviam feito
antes turEilhonavam em suas mentes: 9er! Bue devemos chamar a (ruz Jermelha& A lixeiro& A
$x%rcito de alvação& er! Bue h! algo Bue possa ser salvo ou compense o esforço& Devemos
construir aBui novamente& .emos condiçMes financeiras para tanto& N seguro& Au devemos aEandonar
isto para sempre&9
$stas são perguntas muito parecidas com as Bue são feitas sempre Bue um 9caso9 extracon-ugal
% descoEerto e a realidade dele nos atinge como uma onda de maremoto. *odemos construir o nosso
casamento de novo& er! Bue Buero isso& U! algo nele Bue possa ser salvo ainda& e h!? como faz=4
lo& *or onde começar& *osso confiar mais uma vez? visto Bue fui tra@do& (erta mulher expressou a sua
reação inicial de desespero? Buando descoEriu a infidelidade de seu marido. 9.udo chegou a um fim
aErupto. into4me como se tivessem me pisoteado? e estou entorpecida de dor. N tudo tão sem
esperança: \ Deus? a-uda4me: #-uda4me:9
# sua reação inicial e as seguintes? diante do 9caso9 de seu c,n-uge? determinarão? em grande
medida? Buais serão os resultados finais? em termos de dor e de progresso. # infidelidade pode ser o
fato, mas o que voc4 sente a respeito desse fato e a sua reação em relação a ele é que formam o % do
problema. #lgumas reaçMes são maduras? mas não fortes. Autras são totalmente improdutivas desde o
começo? especialmente do ponto de vista do casamento e da fam@lia. #lgumas reaçMes aumentam o
proElema? -! s%rio. Jamos discutir cinco das reaçMes negativas mais comuns? antes de acentuar o lado
positivo. #s tend=ncias humanas naturais? numa situação de tanta tensão? são: ficar paralisado?
auto-ustificar4se? dar4se por vencido? lutar e forçar.
F3(#R *#R#L3#DA
$sta reação torna a pessoa im>vel por causa da recusa < a recusa de ver e admitir o Bue as
evid=ncias indicam e o coração confirma. +uando algu%m est! se envolvendo em uma 9transa9? h!
sempre sinais? sinais definidos Bue mostram Bue as coisas não estão como estavam antes. 2ão %
simplesmente a Buestão de encontrar um Eilhetinho de amor esBuecido num Eolso? ou manchas de
Eatom no colarinho. U! mudanças sutis de personalidade? na atenção? Buanto K franBueza e respeito K
linguagem corporal.
*ara muitas pessoas? o pr>prio pensamento de o seu c,n-uge estar tendo um 9caso9 torna4as
paralisadas? levando4as a negar o fato e a nada fazerem. #s evid=ncias podem estar por toda parte?
por%m? elas não Buerem acreditar. e o marido chegou em casa com manchas de Eatom no colarinho?
elas dirão Bue provavelmente ele estava andando deEaixo de uma escada e pingou tinta na camisa.
allI era assim. $la me disse: 9$u não parava de dizer a mim mesma Bue eu estava imaginando tudo
aBuilo. 2ão estava acontecendo < não acontece < não vai acontecer. $stou fazendo uma tempestade
em um copo dD!gua.9 $la levou mais de um ano para reunir coragem para fazer ao marido uma
pergunta a esse respeito.
2esse @nterim? o seu marido infiel estava fazendo tudo o Bue podia para ser descoEerto? de
forma Bue ela pudesse saEer de tudo e a-ud!4lo a enfrentar o proElema. $ra um grito? pedindo a-uda.
$le chegou ao ponto de dizer? K mesa do caf%? depois de ter estado fora a noite toda: 9(a@ no sono na
casa dela? e acaEei passando a noite l!.9 #inda assim não se fizeram perguntas? não houve
confrontação. allI estava enterrando a caEeça em um travesseiro de fantasia? achando? de alguma
forma? Bue pensar no proElema poderia acentu!4lo < Bue a coisa Bue ela temia pudesse lhe soErevir.
(erta amante Buestionou em voz alta? duvidando Bue esse tipo de esposa fosse a parte inocente:
9*erguntei ao meu amante se a esposa dele est! saEendo de nosso relacionamento? indagando: D$la
saEe&D
D9$la não Buer saEerD9 < respondeu ele. D9$la nunca o pergunta. e perguntasse? eu lho diria.D9
# mulher continuou: 9$m casos como este? não h! partes inocentes. omente seres humanos?
Bue não fazem perguntas porBue não Buerem saEer as respostas.9
Linda Rolfe? Bue escreveu muito a respeito de infidelidade con-ugal? o diz claramente: 9$ssa
recusa em reconhecer o proElema % um artif@cio psicol>gico Bue permite Bue uma mulher fin-a para si
mesma Bue o marido dela % perfeitamente fiel? mesmo Buando ele se esforça para apresentar4lhe
evid=ncias de sua infidelidade. $m um caso t@pico? a mulher Bue se recusa a reconhecer esse proElema
tenta apegar4se ao seu casamento? mesmo Buando ele não % mais nada al%m de uma farsa.9
/
# recusa em reconhecer o proElema % um mecanismo de escape Easeado em medo? falsa
esperança e falta de confiança em Deus. U! um medo de incapacidade para enfrentar a crise? um
complexo de não se ter recursos para enfrent!4la? de não se saEer para onde se voltar? nessa confusão.
N assim Bue sentimentos de desamparo? solidão e desespero o inundam? e voc= não consegue enfrentar
as exig=ncias da situação dif@cil. 92ão me posso permitir crer nisso? pois não saEeria o Bue fazer? se
fosse verdade.9 *ensamentos de suic@dio são comuns nessas circunst6ncias. allI? Bue mencionei
acima? disse4me como? durante o per@odo em Bue ela estava recusando4se a reconhecer o proElema?
esforçou4se ao m!ximo? ficando exasperada dia e noite < tendo algumas noites somente tr=s horas de
sono < procurando tirar esse pensamento da caEeça. 2o limiar de um esgotamento nervoso? ela
começou a tomar doses exageradas de comprimidos para dormir? para não ser oErigada a enfrentar o
proElema? pensando: 9# Znica solução % não sentir nada.9
A caso de allI pode parecer extremo? mas BualBuer esp%cie de recusa em reconhecer o
proElema s> o estimula e agrava. $ssa recusa produz v!rias coisas desastrosas:
5oc4 começa inconscientemente a encobrir as faltas de seu c8n7uge, dar desculpas para os seus
atos? culpar4se pelo procedimento dele. Joc= torna4se parte do proElema? e não da solução. +uando os
seus filhos ou seus pais comentam ou perguntam algo? voc= se apressa a fingir? apresentar um !liEi?
tirar as desconfianças da caEeça deles. 9$le tem traEalhado muito... ultimamente não tem dormido
Eem... etc? etc.9
:em querer, voc4 estimula a infidelidade. 2esse caso? o tempo não cura? s> proporciona? ao
infrator? maior oportunidade. # recusa em reconhecer o proElema? exercida passivamente? d! ao
9caso9 a oportunidade de se aprofundar? at% o ponto em Bue se-a imposs@vel a recuperação? e o
casamento este-a condenado.
5oc4 prolonga o castigo e impede =eus de dar soluç.es de maneira ativa. #t% o pr>prio Deus
fica limitado? se ningu%m admite a verdade. Deus não opera de maneira estranha? et%rea? na atmosfera
Bue cerca o proElema. $le opera nas pessoas e atrav%s delas < atrav%s de algu%m Bue toma a
iniciativa? confronta? perdoa? sana.
Parece ao seu c8n7uge que voc4 não o ama. Ficar paralisado em uma posição de inatividade
tamE%m d! a entender ao c,n-uge Bue est! se desencaminhando Bue voc= não se importa com ele? Bue
o seu amor % fraco? est! Easeado nas conveni=ncias. A amor forte diz: 92ão Buero Bue voc= continue a
ferir4se e ferindo os outros? perdendo de vista o Bue Deus espera de voc=.9
$m uma hist>ria verdadeira? a respeito de um casal an,nimo? $llen Rilliams descreve
vivamente a luta de uma mulher com o seu marido pastor. 9Duas vezes? nos meses Bue se seguiram? eu
lhe perguntei? deitada ao lado dele? em nossa cama? tensa e tremendo? reunindo toda a minha coragem:
DU! outra mulher&D
9D2ão:D disse ele com raiva na voz? dando4me a Znica resposta Bue eu dese-ava ouvir. $u me
enrolei agarrada Ks costas dele? desse homem Bue eu conhecia tão Eem? esse homem com Buem me
casara vinte e sete anos antes? e dormimos amEos? saEendo Bue ele me havia mentido. $u o perceEera
em sua voz? o sentira em seu corpo. Fiz a Znica coisa Bue saEia fazer? Buando uma coisa % terr@vel
demais para se enfrentar. Joltei as costas ao proElema. e eu o encarasse? Buem saEe? ele se
desvaneceria.9
"
#O.AVO.3F3(#R4$
0uitos c,n-uges tra@dos sentem fogo por dentroC eles ardem de autocompaixão e -ustiça pr>pria.
U! tamE%m hostilidade e humilhação? mas isso se expressa em um 9Je-a o Bue ele me fez:9 #o
descoErir o 9caso9 de seu marido? Lorna explicou? numa atitude de choBue e descrença: 9Depois de
tudo o Bue fiz por ele? este % o agradecimento Bue receEo: Dei4lhe os melhores anos de minha vida.
Fui a mãe dos filhos dele. 0antive a casa limpa para ele. Fiz a comida dele. .inha uma camisa limpa
para ele todas as manhãs. FiBuei ao lado dele nas horas dif@ceis? e agora não sou suficientemente Eoa
para ele. $ssa % a gratidão Bue receEo.9 $ ela poderia? provavelmente? ter desfiado um ros!rio de
dezenas de outras coisas Eoas Bue havia feito por ele. $la possu@a uma personalidade muito ordenada e
tinha a tend=ncia de tomar as r%deas e dirigir as atividades da fam@lia e as tarefas di!rias com um rigor
de sargento. $la freBLentemente dava ordens em voz estridente? em vez de pedir a-uda. # id%ia Bue
tinha de um tempo divertido era Buando se 9fazia algo construtivo9? como reformar completamente o
-ardim ou fazer seis pares de cortinas em uma noite.
Lorna era uma Eoa mulher? mas o seu senso de valores estava inteiramente envolvido com o Bue
ela conseguia realizar. *resumia Bue essas realizaçMes tamE%m edificariam o seu relacionamento
con-ugal? e? Buando não o fizeram? ela sentiu4se ofendida e deprimida? e censurou severamente o seu
esposo? Bue não dava valor KBuelas coisas.
A meu amigo PoE estava não apenas saindo4se muito Eem em seu neg>cio de vendas de
autom>veis? mas tinha tamE%m a imagem Bue o a-udava naBuilo. $le gostava de roupas finas? Eons
carros? uma piscina e tudo o mais. A interior de sua casa era imaculado? de fino acaEamento? e sempre
parecia como se -amais algu%m tivesse morado ali. $u o visitei muitas vezes. +uando ele descoEriu o
9caso9 da esposa? ficou perplexo. $ exclamou? incr%dulo: 9Dei a ela tudo o Bue Bueria: roupas? carro?
dinheiro < redecorei a casa? comprei m>veis novos. #gora ela arruinou a minha reputação?
aproveitando4se de mim. #cho Bue % verdade Bue % imposs@vel entender ou agradar uma mulher.9
#mor6pr;prio
A orgulho ferido est! intimamente relacionado com o amor4pr>prio de uma pessoa e a imagem
Bue ela faz de si pr>pria. A fato de Bue o seu c,n-uge encontrou algu%m mais atraente aEala esse amor4
pr>prio. oErev%m um sentimento de incapacidade? e at% de desamor a si mesmo. Oma esposa
exclamou: 9(omecei a sentir4me feia? horr@vel? e ficava diante do espelho? examinando4me? para ver o
Bue havia de errado Bue me fazia tão indese-!vel.9 $velIn 0iller Perger fala de outra esposa? Bue
ficou saEendo Bue a sua neglig=ncia? permitindo4se engordar al%m da conta? encora-ara o marido a
iniciar um relacionamento extracon-ugal? e Bue a auto4aversão Bue se seguiu Buase a destruiu. 90eu
marido se Bueixava de eu ser gorda. $le perguntava4me como eu podia esperar Bue ele se sentisse
sexualmente excitado Buando o meu corpo parecia um colchão volumoso. .entei reduzir o peso? mas
as suas cr@ticas me levaram a dese-ar comer mais < uma esp%cie de consolo. 0as acho Bue a essa
altura -! estava zangada por ele me culpar? e pensava: DPem? se voc= não gosta disso? eu vou mostrar4
lhe Bue posso comer at% ficar tão gorda Buanto Buiser:D Depois perceEi Bue estava ineBuivocamente
feia < gorda < e me odiei por isso.9
'
Oma esposa tra@da sentiu Bue a sua reputação estava destru@da: 9enti Bue não tinha mais
coragem de sair de casa. A Bue pensariam agora os meus vizinhos? os meus amigos? o povo da igre-a&
.odos vão chegar K conclusão de Bue não consegui prender meu marido. 2ão % -usto9? Bueixou4se ela.
9(omo ele espera Bue eu pareça fascinante? Buando tenho filhos e casa para cuidar&9
Perfeccionismo
# reação de um m!rtir do orgulho % geralmente a reação predominante de um perfeccionista?
Buando o c,n-uge % infiel. A perfeccionista % um indiv@duo amedrontado? competitivo? Bue sempre
dese-a vencer? dominar e controlar as pessoas Bue o rodeiam. 0uitas vezes ele % um detectador de
falhas cr,nico? e nada % suficientemente Eom para ele. (omo crente? ele % legalista. Hosta de regras?
rituais e padrMes? e não consegue viver espontaneamente. .endo medo de intimidade? ele faz de seu
casamento mais um contrato comerciai do Bue um caso de amor sem peias. A sexo torna4se uma
oErigação superficial. U! pouco divertimento? pouco riso.
.endo um marido Erincalhão e galanteador? uma esposa costumava dizer: 9Heorge? para com
isso. 2ão somos mais crianças.9 *or fim? ele encontrou uma pessoa Bue gostava de suas piscadelas e
car@cias. $ a esposa ficou horrorizada. #o aconselh!4la? minha esposa perguntou4lhe: 9(om Bue
freBL=ncia voc= tinha sexo com seu marido&9
$la ficou um pouco emEaraçada? e respondeu pensativamente: 9#cho Bue a Zltima vez foi por
ocasião do anivers!rio dele... sim... eu lhe dei sexo no seu anivers!rio.9
Om presente anual. +uando minha esposa me contou isso? eu disse: #inda Eem Bue ele não
nasceu no dia "5 de fevereiro? em um ano Eissexto.
$la desempenhou Eem o seu papel de m!rtir e gostou dele. #l%m disso? pensava Bue era uma
crente Eem doutrinada? avançada? e tinha s%rias dZvidas de Bue o marido fosse crente. Desta forma? no
conceito dela? o 9caso9 dele e o div>rcio suEseBLente faziam parte do fato de ela ser 9perseguida por
causa da -ustiça9. (laro Bue essas coisas não tinham nada a ver com isso? mas para suscitar simpatia?
foi isso o Bue ela anunciou a todos. $la ainda acha Bue a solidão Bue sofre % o preço Bue est! pagando
por ser correta? e isto s> aumenta o isolamento em Bue ela vive.
D#R4$ *AR J$2(3DA
A c,n-uge Bue se d! por vencido cai em confusão? e assume toda a culpa? esperando pelo
inevit!vel. Dar4se por vencido significa declarar fal=ncia? admitir Bue os seus recursos estão
totalmente esgotados? aEandonar a luta? desistir de assumir controle? tornar4se v@tima. (omo estas
frases descrevem Eem as reaçMes manifestadas diante da descoEerta do adult%rio do c,n-uge:
Os =ependentes
#lgumas pessoas? especialmente mulheres? caem em confusão por serem dependentes. # escora
da esposa % tirada? e ela cai. # Znica pessoa de Buem ela dependia? a sua muleta? foi removida? e ela
não consegue ficar de p% sozinha. De repente ela perceEe Bue sente4se deserdada? fraca? indefesa?
inadeBuada e amedrontada? como se de sZEito tivesse perdido a capacidade de enfrentar a vida. A
futuro lhe parece perigoso? agourento. A h!Eito sem solução de apoiar4se em outrem a deixou incapaz
de sustentar4se f@sica e emocionalmente.
0arI? o tipo de Eeata religiosa? veio a mim? pedindo aconselhamento. $la era uma peBuena
menina amedrontada? emEora -! estivesse casada havia dezesseis anos. A seu marido? Pill? havia
pedido div>rcio? para poder continuar o seu 9caso9 com Dottie. 0arI estava visivelmente aEalada <
devastada. Dottie era uma -ovem coBuete do escrit>rio dele? cheia de proElemas com o marido dela? e
Pill havia se tornado o seu 9consolador9. # coisa toda aconteceu como uma EomEa? emEora 0arI me
tivesse contado Bue havia tempos estava ouvindo? todos os dias? falar de Dottie e seus proElemas com
aBuele 9cachorro9 do marido dela. 9$ra Dottie no caf% da manhã? no almoço e no -antar? e emEora
estivesse cansada de ouvir falar nela? não esperava nenhuma infidelidade.9
+uando Pill reBuereu o div>rcio? tudo o Bue a sustentava foi retirado? e ela desmoronou. (laro
Bue ele a mane-ava como a um Eoneco. #meaçou ir emEora < chegou a colocar as roupas na mala <
e ela implorou Bue ele ficasse. $le ameaçou vender a casa com ela dentro? e? como ele esperava? ela
deu4se por vencida? pedindo miseric>rdia entre l!grimas. $xatamente como uma escrava. # sua
depend=ncia a degradava? e? na verdade? ela se odiava por isso. 9$u me odeio9? disse ela? 9por ser tão
imatura a ponto de me apoiar em todo mundo tão fortemente Bue fico completamente perdida Buando
sou deixada por minha conta.9 # situação mudou tremendamente Buando ela experimentou uma
conversão a (risto e? atrav%s de seu poder? Bue lhe infundiu nova vida? começou a exercer açMes
positivas.
Os 'altratados
#lgumas mulheres dão4se por vencidas por causa de viol=ncia e maus4tratos. Oma amiga
graciosa? Eem4educada e talentosa Bue encontrei na igre-a? 2oemi? ficava paralisada por medo de
viol=ncia corporal. 9e eu enfrentasse o meu marido com o seu engano e infidelidade9? disse4me ela?
9estou certa de Bue nada o impediria de fazer com Bue eu e as crianças pagassem caro.9 $u o vi. $le
era um homem grande e de mau g=nio < um touro. # despeito de todas as minhas recomendaçMes
para a-ud!4la a desenvolver uma estrat%gia de ação? 2oemi não o conseguiu. $le a havia petrificado.
Os (ulpados
# culpa tamE%m paralisa? provavelmente mais do Bue BualBuer outra reação. 0uitas vezes o
c,n-uge re-eitado olha para dentro de si mesmo e aceita toda a culpa pela confusão s>rdida em Bue o
seu lar entrou. $sta introspecção não % o Buestionamento sadio Bue pergunta se a pessoa contriEuiu de
BualBuer forma para a situação? e reconhece? e aprende de BualBuer falha. *elo contr!rio? % a procura
de um Eode expiat>rio? algu%m em Buem colocar toda a culpa. $? por causa de suas pr>prias
inseguranças? esse c,n-uge assume toda a responsaEilidade. (omo costumava dizer o comercial da
televisão: 9(omi tudo.9 3sto não % nem verdadeiro nem Ztil.
# esposa re-eitada muitas vezes recapitula todas as coisas Bue ela poderia ter feito de maneira
diferente? e se det%m nos seus erros passados < alguns reais e outros imagin!rios. +uanto mais analisa
o seu passado? mais razMes encontra para a sua situação. A seu senso de valor pr>prio vai a zeroC o seu
sentimento de culpa se multiplica < falsa culpa? em grande parte. A DiaEo impedir! certas pessoas de
at% fazerem um invent!rio honesto da situaçãoC outras? ele lança por soEre a amurada e as afoga em
autocondenação falsa miseric>rdia entre l!grimas. $xatamente como uma escrava. # sua depend=ncia
a degradava? e? na verdade? ela se odiava por isso. 9$u me odeio9? disse ela? 9por ser tão imatura a
ponto de me apoiar em todo mundo tão fortemente Bue fico completamente perdida Buando sou
deixada por minha conta.9 # situação mudou tremendamente Buando ela experimentou uma conversão
a (risto e? atrav%s de seu poder? Bue lhe infundiu nova vida? começou a exercer açMes positivas.
Os 'altratados
#lgumas mulheres dão4se por vencidas por causa de viol=ncia e maus4tratos. Oma amiga
graciosa? Eem4educada e talentosa Bue encontrei na igre-a? 2oemi? ficava paralisada por medo de
viol=ncia corporal. 9e eu enfrentasse o meu marido com o seu engano e infidelidade9? disse4me ela?
9estou certa de Bue nada o impediria de fazer com Bue eu e as crianças pagassem caro.9 $u o vi. $le
era um homem grande e de mau g=nio < um touro. # despeito de todas as minhas recomendaçMes
para a-ud!4la a desenvolver uma estrat%gia de ação? 2oemi não o conseguiu. $le a havia petrificado.
Os (ulpados
# culpa tamE%m paralisa? provavelmente mais do Bue BualBuer outra reação. 0uitas vezes o
c,n-uge re-eitado olha para dentro de si mesmo e aceita toda a culpa pela confusão s>rdida em Bue o
seu lar entrou. $sta introspecção não % o Buestionamento sadio Bue pergunta se a pessoa contriEuiu de
BualBuer forma para a situação? e reconhece? e aprende de BualBuer falha. *elo contr!rio? % a procura
de um Eode expiat>rio? algu%m em Buem colocar toda a culpa. $? por causa de suas pr>prias
inseguranças? esse c,n-uge assume toda a responsaEilidade. (omo costumava dizer o comercial da
televisão: 9(omi tudo.9 3sto não % nem verdadeiro nem Ztil.
# esposa re-eitada muitas vezes recapitula todas as coisas Bue ela poderia ter feito de maneira
diferente? e se det%m nos seus erros passados < alguns reais e outros imagin!rios. +uanto mais analisa
o seu passado? mais razMes encontra para a sua situação. A seu senso de valor pr>prio vai a zeroC o seu
sentimento de culpa se multiplica < falsa culpa? em grande parte. A DiaEo impedir! certas pessoas de
at% fazerem um invent!rio honesto da situaçãoC outras? ele lança por soEre a amurada e as afoga em
autocondenação falsa.
(erta esposa escreveu para um conselheiro de uma revista evang%lica: 90eu marido disse4me
Bue ama outra mulher. # princ@pio fiBuei zangada? mas agora acho Bue tudo foi por minha culpa. #cho
Bue? como crente? eu devia ter feito mais para salvar o meu casamento. 2ão contriEu@ com o suficiente.
2ão amei o suficiente. into4me um fracasso? tanto como mulher Buanto como esposa. #lgumas
manhãs? mal consigo me arrastar para fora da cama. *referiria dormir e esBuecer. #inda h!
esperança&9
Autra disse: 92ão posso parar de me focalizar em meus erros. into4me como a ovelha negra?
pois em nossa fam@lia nunca houve DcasosD antes.9
(omo se todos os aspectos do casamento dependessem dela? outra esposa arrasada confessou:
9Fracassei como mãe tanto Buanto como esposa? porBue não ensinei os nossos filhos de forma Bue o
meu esposo dese-asse passar o seu tempo como eles em casa.9 Jisto Bue esta mulher evidentemente
cria Bue o seu marido não tinha nenhuma responsaEilidade pela criação dos filhos ou pela atmosfera
do lar? certamente ela não seria capaz de permitir Bue ele assumisse BualBuer responsaEilidade por
suas escapadas adZlteras. Dessa maneira? ela as encora-ava.
As "scapistas
Autra palavra Bue seria sin,nima de 9dar4se por vencido9? neste contexto? seria 9fugir9. #
tend=ncia natural % correr Buando voc= tem medo? e não tem certeza de onde est! o Bue fazer. 2esse
caso? a desist=ncia % uma forma de fuga? de admissão de fraBueza. A escapismo pode desencadear uma
recusa para considerar o perdão? uma vingança explosiva ou um div>rcio r!pido. *or%m? se-a o Bue for
Bue torne a pessoa im>vel ou incapaz de agir? % doentio e improdutivo.
#lguns crentes dão4se por vencidos em face de um 9caso9 por causa de sua pr>pria f% distorcida
e an=mica. # sua marca de cristianismo faz deles capachos para serem pisados e esmagados. $les
acham Bue não t=m o direito de fazer perguntas a respeito do mal? e assim precisam suport!4lo
passivamente? e sofrer em sil=ncio. $les não se permitem lidar com a infidelidade? mas continuam
convivendo com ela e? se necess!rio? aceitam uma vida de extrema humilhação.
A proElema de toda essa inatividade % Bue ela recompensa o infiel e prolonga a solução do caso.
# infidelidade con-ugal % resolvida com uma esp%cie de ação estrat%gica? e voc= não pode iniciar ação
estando a toda hora procurando escapar do proElema.
LO.#R
$stou certo de Bue nunca houve um caso de infidelidade con-ugal em Bue não estivesse evidente
a ira < ira da parte daBuele Bue % infiel? devido K neglig=ncia real ou suposta Bue motivou a sua
infidelidade? e ira? certamente? da parte daBuele Bue se sente tra@do. 2ão importa como a pessoa
pareça? calma ou compreensiva? na superf@cie? o ultra-e sofrido est! Bueimando por dentro ou se
preparando para explodir tudo violentamente. U! ira por causa da vergonha? da humilhação? da
desilusão? do engano.
(erta mulher? acerca de Buem li? explodiu Buando descoEriu a infidelidade de seu marido.
9Voguei um prato nele. Disse4lhe Bue ele podia ir emEora? Bue eu não Bueria um homem Bue não me
amava. D$u não Buero ir emEoraD? disse ele. D#mo voc= e amo as crianças.D #Builo me deixou ainda
mais furiosaC e -oguei um copo nele.9 3sso deu a ela um pouco de al@vio? mas certamente não resolveu
nada. $ os pratos são caros.
eria m>rEido se não houvesse ira contra 9a terr@vel viol=ncia psicol>gica do adult%rio9. Linda
Rolfe diz: 9As psicanalistas chamam o adult%rio de Dferimento ps@BuicoD e de fato parece haver algo
Buase visceralmente pungente nesse sentido. 2ão % apenas uma ferida profunda no ego? mas tamE%m
na confiança entre os c,n-uges < uma ferida Bue pode e? de fato? muitas vezes termina fazendo um
casamento sangrar at% a morte.9
7
.odavia? por Bue esta ira % expressa e em Bue forma determina se ela % ou não destrutiva&
$stamos lutando pelo casamento? contra o mal? contra o c,n-uge ou pelas razMes puramente ego@stas
de terem sido feridos os nossos sentimentos& # luta pode assumir v!rias formas? a saEer:
5ingança, Bue % tão comum Buanto inZtil e autodestruidora. $mEora os escritores do 2ovo
.estamento mencionem v!rias vezes: 9# ningu%m torneis mal por mal9? esta % uma tend=ncia muito
humana. 9e ele pode faz=4lo? eu tamE%m posso.9 0uitas esposas cedem ao dese-o de revidar? de dar a
ele uma prova de seu pr>prio rem%dio? de provar Bue ainda são dese-!veis? Bue ainda podem arrumar
um homem < por malvadez.
$velIn 0iller Perger fala de uma mulher a Buem aconselhou. 9$u senti4me -ustificada em
tamE%m ter uma aventura9? disse a cliente? com hostilidade franca. 9$u tamE%m Bueria alguma
atenção. 0as Buando o DcasoD acaEou? de repente acordei para o fato de Bue eu era aBuele car!ter
desprez@vel? Da outraD? eu: 3magine s>: Poa? firme? a filha mais velha de um catedr!tico? sempre uma
garota direita? no caminho reto e estreito da virtude:9
1
$mEora exista um ineg!vel prazer ego@stico em
vingar4se? não oEstante? isso s> complica o proElema < o duplica. #gora são dois Bue sa@ram da linha
e precisam de perdão.
# coisa mais importante %: +uem est! no controle& e voc= paga mal por mal < a sua reação %
determinada pela ação de seu c,n-uge < o seu c,n-uge controla voc=. Reagir? pagando com a mesma
moeda? % ser controlado pela pessoa Bue iniciou a ação. Joc= % controlado pela pessoa cu-as açMes
voc= imita. Joc= cessa de ser o iniciador? e torna4se apenas um reator? e o tiro sai pela culatra. Joc=
não % mais inocente em toda a situação do Bue o seu marido ou a outra.
5ingança % mais do Bue retaliação. N a Eusca de uma forma para castigar? como pagamento pela
in-Zria infligida. Om marido Bue prevaricou pode não ficar aEsolutamente ferido Buando a esposa se
envolve em uma aventura? como retaliação contra a dele. $le pode alegrar4se com isso. #gora ele tem
uma Eoa razão para adulterar? e mesmo para desmanchar o casamento. 0as? se ela dese-a vingar4se por
causa do Bue est! sofrendo? vai tomar provid=ncias para Bue ele tamE%m sofra.
Oma divorciada escreveu para a 9Dear #EEI9 depois do 9caso9 de seu marido: 9$u me portei
como man@aca. Hritei e impliBuei com ele. $mpacotei as roupas dele? e mandei Bue sa@sse de casa.
Depois cometi um erro fatal. (ontei tudo aos nossos parentes e amigos? e me dirigi imediatamente a
um advogado e pedi o div>rcio. (riei um esc6ndalo tão not>rio Bue meu marido não p,de mais ficar
na cidade.9 $la empatou o placar? e conseguiu vingança. 0as funcionou& 9#gora perceEo Bue s>
estava pensando em mim. As meus filhos pagaram o preço do meu orgulho. $ram tr=s meninos com
menos de dez anos de idade.9 $ ela continua: 9As anos se passaram. As meus filhos agora estão
casados? em seus pr>prios lares? mas eu estou sozinha. into4me arrasada e a minha amargura se
manifesta claramente.9
;
(ulpar. # ira toma outra forma: de culpar. A oposto da pessoa Bue aceita toda a culpa? Bue
mencionei acima? % a Bue culpa o c,n-uge por tudo. $la explode em -ustiça pr>pria? com ira? e espera a
confissão e a volta de seu marido. Oma mulher disse4me? espumando de raiva: 9A proElema % deleC
não meu. FiBuei cansada destas perguntas: DAnde foi Bue eu errei& $m Bue eu fracassei& (omo foi Bue
eu o negligenciei&? etc? etc Foi ele Buem adulterouC não eu. $? por falar nisso? % Eom Bue eu diga Bue
não o empurrei para a cama da outraC ele suEiu nela por iniciativa pr>pria.9
U! tamE%m o dese-o de lutar contra 9a terceira parte9. 9#Buela mulher vil rouEou o meu marido?
e vai pagar por isso.9 e a outra mulher % uma estranha? voc= pode ter o dese-o incontrol!vel de se
defrontar com ela e fulmin!4la com as suas palavras. Doris era uma mulher assim. $la exigiu Bue o
marido revelasse Buem era aBuele 9verme9. +uando ele se recusou a faz=4lo? ela fez com Bue algu%m o
cseguisse. 0ais tarde? Buando ela foi at% aBuela casa? 9para ver Buem era a sua competidora9? não
conseguiu crer no Bue viu. # casa era simples? peBuena? em um Eairro de segunda classe < em agudo
contraste com a casa grande e o Eairro Eonito? cheio de !rvores? para onde o seu sucesso os havia
levado. $la tocou a campainha e esperou nervosamente. +uando a porta se aEriu? não apareceu
nenhuma Eeleza voluptuosa e alucinante enBuadrada nos Eatentes. > uma dona4de4casa -ovem?
despenteada? desmazelada:
Depois de ter in-uriado verEalmente aBuela mulher e a ter condenado K perdição? Doris exigiu
Bue ela não permitisse Bue o seu marido a visitasse outra vez. # resposta Bue receEeu deu4lhe pouco
al@vio. 9e o seu marido volta ou não vem mais? isso % decisão dele. $u não posso controlar isso.
.alvez ele este-a encontrando aBui algo Bue não encontra em casa.9
e a 9outra9 % uma vizinha? amiga ou conhecida? voc= tenta lutar de outra forma: com difamação
< no caEeleireiro? no cluEe? na igre-a? nas reuniMes. $la % metodicamente destru@da por aBuele
9peBueno memEro9? a l@ngua não domada? Bue .iago diz Bue est! cheia de peçonha.
FAR^#R
Forçar significa atacar? empurrar impetuosamente exigindo uma solução? manipular as pessoas
envolvidas e a situação? para encontrar um conserto r!pido. N natural Bue dese-emos nos ver livres de
um proElema horr@vel como o Bue estamos considerando o mais depressa poss@vel. 2enhuma pessoa
emocionalmente sadia Buer prolongar a dor um minuto mais do Bue o necess!rio. e voc= tem a
tend=ncia de ser uma pessoa Bue toma a iniciativa? % Buase imposs@vel ficar sentada e esperar Bue as
soluçMes apareçam e amadureçam. N Buase como se voc= achasse Bue BualBuer ação % melhor do Bue
nenhuma.
# descoEerta de um caso extracon-ugal desencadeia tantas emoçMes conflitantes < a surpresa
do fato? o engano? o desencanto? a traição. #lgo precisa ser feito. (omo algu%m Bue est! se afogando?
voc= se deEate na !gua selvagemente? esperando agarrar4se a algo Bue se-a a sua salvação: o milagre.
$ssas açMes desesperadas podem não estar relacionadas umas com as outras e serem at%
antag,nicas. Au podem ir desde fingir ignor6ncia? manipular circunst6ncias? at% a citação da P@Elia.
VudI? uma nossa distinta amiga crente? ficou arrasada devido Ks infidelidades cr,nicas de seu
marido e o suEseBLente div>rcio. $u lhe perguntei Bue reação ela tivera? Bue se demonstrara negativa?
improdutiva. 9$u fiz tudo de espiritual Bue pude pensar? para tentar resolver a situação. $u disse a meu
marido: DJamos orar a este respeitoD? e esperei um milagre. (itei vers@culos da P@Elia para ele <
vers@culos Bue ele conhecia tão Eem Buanto eu? pois amEos hav@amos nascido em lares cristãos. Repeti
todos os fatos e f>rmulas cristãos apropriados. $ntão? depois Bue toda a minha pregação não
funcionou? mandei um oficial da igre-a falar com ele? usar a sua Dm!gicaD espiritual para com ele.
+uando todas essas f>rmulas espirituais s> complicaram o proElema? voc= começa secretamente a
perder a sua f% em Deus tamE%m.9
9+ue outras coisas de natureza não espiritual voc= foi tentada a fazer&9 < perguntei.
9Pem? h! a tend=ncia de fazer com Bue o seu c,n-uge fiBue saEendo Bue voc= ficaria destru@da
sem ele? para Bue cresça o sentimento de culpa dele. $ tamE%m voc= tem vontade de espion!4lo? de
manipul!4lo? em uma tentativa de separ!4lo da DoutraD ou de intervir em um salvamento dram!tico.9
9#prendi? o Bue foi duro9 < declarou VudI? com grande convicção < 9Bue essa esp%cie de esforços
não apenas falharam? mas tamE%m pioraram a situação.9
$stas cinco reaçMes < ficar paralisado? auto-ustificar4se? dar4se por vencido? lutar e forçar <
levam a um Eeco sem sa@da. #s reaçMes negativas sempre fazem isso. $las t=m uma coisa em comum:
propiciam ao c,n-uge um pouBuinho de satisfação pr>pria transit>ria? mas não contriEuem para a
solução do dilema. #penas agravam um assunto -! por si delicado e inseguro.
Om pai pediu ao seu filho peBueno Bue desse graças K mesa.
$nBuanto o restante da fam@lia oEservava? o garotinho fitou cada prato de comida Bue a mãe
havia preparado. Depois do exame? ele Eaixou a caEeça e orou sinceramente: 9enhor? não estou
gostando do aspecto da comida? mas te agradeço por ela? e vou com=4la assim mesmo. #m%m.9 #
reação certa em uma situação dif@cil. De semelhantes circunst6ncias tratar! o cap@tulo seguinte.
CAPITULO 0
1es2a,endo o Tri3ngulo
#inda estou para ver um casamento ameaçado pela intrusão de uma terceira pessoa em que
cada um dos parceiros não contribuiu para o tri/ngulo.
Dra. $velIn 0iller Perger
O*$3.# e a descoEerta de um 9caso9 extracon-ugal pode ser uma experi=ncia emocional
dolorosa. $moçMes de surpresa? choBue? ira? medo? >dio e culpa v=m cascateando soEre voc= como as
cataratas do 2i!gara. Joc= fica confuso? e? em vez de as suas reaçMes serem plane-adas e positivas? são
imprevis@veis e explosivas. A soci>logo LeSis TaElonskI nota Bue? Buando um 9caso9 % descoEerto?
os homens? provavelmente? manifestarão -ustiça pr>pria e ira? sendo menos prov!vel Bue considerem o
9caso9 como ato contra eles? e tendem a agir. #s mulheres? provavelmente? se sentirão feridasC elas
aEsorvem as not@cias e ficam imaginando o Bue h! de errado com elas? reexaminam o relacionamento?
e tendem? finalmente? a deixar a infidelidade passar.
(ertamente % dif@cil pensar de maneira l>gica e sensata Buando o seu casamento? como o
Ditanic, chocou4se com um 9iceEerg9 e voc= sente Bue tudo aBuilo pelo Bue viveu est! soçoErando.
2ão % de admirar Bue as nossas reaçMes se-am? muitas vezes? fren%ticas e impulsivas. N imposs@vel
sentar4se calmamente na coEertura do navio Bue -! começa a afundar? e elaEorar uma estrat%gia para
salv!4lo.
.odavia? h! diferença entre o Ditanic Bue est! sendo levado rapidamente para o fundo do oceano
e um casamento profundamente atingido pelo adult%rio. A casamento % um relacionamento? e não um
oE-eto. As relacionamentos não são desenvolvidos nem destru@dos em um momento? como resultado
de uma s> experi=ncia? Eoa ou m!. A crescimento? ou deterioração? % determinado por muitas
experi=ncias e por nossa reação a essas experi=ncias. *ortanto? um esforço feito em momento de
p6nico não tem valor e % improdutivo. 9$ntão? o seu c,n-uge prevaricou&9? pergunta a conselheira
$velIn 0iller Perger. 93sso não significa Bue a sua vida est! arruinada? Bue o oE-etivo de sua vida
acaEouC h! algo Bue voc= pode fazer a respeito. $sse acontecimento pode suscitar em voc= os seus
recursos mais insuspeitos? mas? mesmo Bue voc= não consiga salvar o seu casamento? pode haver para
a sua vida um significado profundo? e? com saEedoria e paci=ncia? Buem saEe? voc= pode at% salvar o
seu casamento.9
/
Om 9caso9 % realmente uma coisa muito complexa? e não cede por meio de soluçMes
simples? imediatas. $le não começou da noite para o dia? e não ser! resolvido do dia para a noite.
*odemos e devemos desenvolver uma estrat%gia eficiente para nos havermos com esse proElema?
porBue tanto a parte enganada Buanto a parte culpada estão mergulhadas em incertezas a respeito de
como agir.
$u isolei dez princ@pios pr!ticos? Bue nos propiciarão uma compreensão melhor acerca de n>s
mesmos? do proElema e de suas soluçMes. $stes princ@pios a-udarão? Buer o 9caso9 tenha sido apenas
descoEerto? Buer -! tenha continuado por muito tempo. 0esmo para as pessoas Bue não estão sendo
afetadas pessoalmente? de forma alguma? por um 9caso9 extracon-ugal no momento presente? estes
princ@pios podem fazer parte de uma estrat%gia para impedir a infidelidade. $les não estão
relacionados em BualBuer ordem de import6ncia ou seBL=ncia? mas os primeiros Buatro? acredito? v=m
antes dos Zltimos seis.
2QA $ #*R$$ # #H3R
$sta pode ser a coisa mais dif@cil de se fazer? mas certamente ser! a mais s!Eia. *ara proteger4se
de -ulgamentos apressados e emoçMes sZEitas? voc= precisa afastar4se da situação? em vez de atirar4se
nela? correndo. 9# coisa mais importante para se fazer imediatamente % não fazer nada9? diz a Dra.
Rita R. Rogers? catedr!tica de psiBuiatria na O(L# FOniversidade da (alif>rnia < Los #ngelesG.
92ão se apresse a agir? mas? pelo contr!rio? retire4se? para refletir. *ese o Bue tudo realmente significa
para o seu c,n-uge? Eem como para voc=.9
"
# tend=ncia? ao se descoErir a infidelidade? % culpar?
acusar? ameaçar? entrar em p6nico. 2ão h! como esta maneira de aEordar o proElema possa ser
construtiva? porBue voc= est! agindo Easeado em suas emoçMes? e elas podem fluir desenfreadamente
Buando voc= est! sofrendo a dor insuport!vel de um coração partido. A orgulho ferido? o ciZme e a ira
-usta o impulsionarão a alguma ação explosiva. Resista a isso. 2ão saia imediatamente? para fazer
alguma coisa dr!stica? como correr ao advogado? pedir o div>rcio? ameaçar separação ou fazer algum
ultimato irrevog!vel? Bue force o seu c,n-uge a agir de forma tamE%m apressada? Bue torne imposs@vel
a restauração de seu casamento.
e voc= agir de maneira impulsiva e imediata? nunca ser! capaz de entender realmente o Bue
aconteceu e por Bu=. $spere at% saEer o Bue est! acontecendo com o seu c,n-uge? antes de tomar
medidas apressadas ou mal conceEidas. *elo contr!rio? voc= precisa dar4se tempo para permitir Bue as
suas emoçMes se acalmem. 3sso pode levar diasC assim sendo? espere. Resista a todas as tentaçMes de
fazer algo apressadamente ou de p,r as cartas na mesa. 2ão fale por enBuanto com ningu%m? pedindo
conselho ou simpatia. Om dia as l!grimas escaldam a sua face? e voc= acha Bue poderia chorar a vida
toda? mas no dia seguinte voc= se sentir! totalmente destru@do? ou destru@da? com dores em todo o
corpo ou amortecido de dor.
Autra sugestão: 2ão se apresse a tirar f%rias sozinha ou coisa parecida? porBue voc= 9precisa de
tempo para pensar nisso9. 3sto s> levar! a mais envolvimento com 9a outra9. 0antenha a sua rotina
costumeiraC conserve4se ativa fisicamente? mantenha a casa limpa? cuide dos filhos. 2ão aEandone as
suas responsaEilidades em casa? na igre-a ou na comunidade? exceto? talvez? por um Ereve per@odo de
descanso e meditação. e voc= traEalha fora de casa? permaneça no seu traEalho. 3sso % importante
para a sua cura e seu amor4pr>prio.
"sta é a hora de conversar com =eus. Derrame diante dele o seu coração? e diga4lhe exatamente
como voc= se sente. $le saEe Bue voc= % humana. 2ão procure medir as suas palavras para encaixar4se
na noção Bue voc= tem dele. $le não ficar! chocado ou perturEado. $xponha a coisa toda diante de
Deus? e peça a saEedoria dele. $le % um socorro Eem presente na angZstia. Oma mulher re-eitada
escreveu a um conselheiro: 9$u orei? pedindo paci=ncia para não perder a calma nem chorar ou
criticar? da forma como sentia vontade de fazer. Arei? pedindo a-uda para continuar a amar? em vez de
odiar o meu marido? como -! estava começando a fazer. .ive muita dificuldade em perdo!4lo pelo Bue
ele havia feito? e por isso orei a esse respeito tamE%m.9
Autra mulher an,nima falou da importante compreensão Bue receEeu ao orar: 9# primeira a-uda
Bue receEi naBuele dia terr@vel foi a oração. > o fato de me comunicar com Deus aliviou parte de
minha ansiedade? mas fez mais do Bue isso. $m oração? cheguei a compreender? num n@vel emocional?
a verdade Bue eu conhecera at% então apenas academicamente. $nfrentando a possiEilidade de uma
fam@lia dividida e do div>rcio? aprendi K força Bue o casamento cristão % mais do Bue um contrato
legal entre um homem e uma mulher ou um acordo Bue pode ser encerrado? sempre Bue a esposa ou o
marido o -ulguem conveniente.9
$la continuou: 9Raciocinei Bue Deus estava presente Buando nos casamosC Bue ele devia
tamE%m estar presente então? Buando est!vamos enfrentando dificuldades. 3sto me confortou. $ntão
levei adiante o meu racioc@nio. 0eu marido e eu t@nhamos apostado em nosso casamentoC Deus
tamE%m tinha apostado nele. D3sto % dois contra umD? pensei capciosamente? colocando Deus < com
muita auto-ustificação? eu o reconheço agora < do meu lado. $ então? mentalmente? levei minha
l>gica um passo al%m: Deus? eu mesma? tr=s filhos e algo Bue eu chamava de lar e fam@lia < tudo isto
pesava contra um homem e uma mulher em um estado de amor rom6ntico. +uem poderia comparar
logicamente a trag%dia de um romance destru@do com a de um lar e um casamento destru@dos&9
Hastar o tempo para refletir e orar? nos primeiros est!gios da descoEerta da infidelidade? % a
ação mais importante Bue voc= pode realizar. (reia Bue? de alguma forma? Deus lhe dar! saEedoria? e
extrair! o Eem a partir de uma situação negativa.
$*#R$ A F#.A D$ O# A*323\$
+uando um 9caso9 % descoEerto? a mente do c,n-uge tra@do funciona em alta velocidade.
$xperimenta não apenas todo tipo de emoçMes? mas essas emoçMes são tamE%m incitadas em seus
pensamentos dia e noite. 3nconscientemente? voc= mistura os fatos propriamente ditos com a sua
opinião negativa a respeito desses fatos? e cria um Buadro falso acerca de si pr>prio e da dificuldade.
Joc= não apenas rememora os fatos repetidamente? mas tamE%m os interpreta e chega a conclusMes.
+uando as suas interpretaçMes e conclusMes são -untadas aos fatos nus e crus? voc= acaEa tendo um
Buadro totalmente distorcido e inexato.
Ara? certamente não % f!cil pensar l>gica e corretamente Buando voc= est! deEaixo desse tipo de
tensão e angZstia. 0as % aEsolutamente essencial forçar4se a pensar claramente? senão as suas emoçMes
fluirão desenfreadamente e criarão toda sorte de inverdades. 2ão estou dizendo Bue as suas emoçMes
são corretas ou incorretas? mas Bue elas carecem de Ease. Joc= precisa constantemente fazer diferença
entre o Bue são fatos reais e o Bue são opiniMes negativas? Bue voc= inconscientemente misturou com
os fatos verdadeiros. *or exemplo: A fato %: 9A meu c,n-uge % infiel9? mas voc= pode adicionar uma
conclusão falsa e negativa: 9...portanto? ele não se importa mais comigo e com as crianças.9
90eu marido ama outra mulherd < 93sto Buer dizer Bue perdi a minha Eeleza e agora sou feia.9
90eu c,n-uge me engana.9 < 92ão posso nunca mais confiar nele.9
9A nosso amor nunca mais pode ser reacendido. empre ser! frio e est%ril.9 9Vamais poderei
perdoar e refazer4me disso.9 9# nossa reputação est! arruinada.9
9ou um fracasso como esposa e mãe.9
9#gora os crentes não nos aceitarão mais.9 9As nossos filhos ficarão marcados para o resto da
vida.9 9Deus não me perdoar!. De agora em diante serei um crente de segunda classe. Deus não pode
mais usar4meC estou destru@do.9
2enhuma dessas deduçMes % v!lida. As fatos são verdadeiros < as conclusMes são falsas. $?
porBue essas conclusMes são sempre negativas? elas destroem o seu amor4pr>prio e o levam a
mergulhar em desespero irremedi!vel. A fracasso do casamento torna4se o seu fracasso? e o faz ficar
im>vel e arrasado pelo sentimento de culpa. $las tamE%m dizem Bue voc= cr= Bue o fracasso foi fatal e
finalC portanto? não h! razão para crer e esforçar4se agressivamente para alcançar uma solução.
2QA D$3e$ A *R$$2.$ D$.RO3R A *##DA
# frustração e decepção ocasionados por um 9caso9 mudam significativamente o presente? mas?
no seu processamento? tamE%m podem descolorir o passado ou rouE!4lo completamente de voc=. A
des6nimo Bue voc= est! sentindo agora leva4o a imaginar se todas as alegrias do casamento e da
fam@lia desfrutadas no passado não eram falsas? e o seu c,n-uge? um hip>crita. U! uma tend=ncia para
pensar: 9$le sempre me enganouC ele nunca me amouC nunca falou de coração o Bue dizia.9 #ssim?
perdemos a perspectiva das Eoas experi=ncias do passado. #s discord6ncias e dificuldades do passado
são exageradas? amplificadas? e nada parece Eom mais.
9Fui tra@da.9
9Fui ferida tão profundamente.9
9$ste % o primeiro caso de infidelidade em nossa fam@lia.9 9A nosso casamento fracassou.9
9$ste % o primeiro caso de infidelidade em nossa igre-a.9 9# nossa fam@lia est! dividida.9
9(ometi adult%rio.9
$llen Rilliams cita uma esposa an,nima Bue escreveu? depois Bue o seu marido se envolveu
com outra mulher:
Reconhecemos que o nosso casamento havia sido bom. "ra mais f-cil para o meu marido
afirmar isto do que para mim. "u tinha a tend4ncia de 7ogar fora todas as bele0as dos anos em que
havíamos vivido 7untos, por causa de uma mancha, como se algo que havia ocorrido no presente
pudesse negar a felicidade do passado. (omeçamos a relembrar 7untos aqueles anos, no calor de
nossas discuss.es e em nossas horas mais tranqIilas. # nossa vida em comum tivera uma rica
hist;ria de e%peri4ncias compartilhadas, tr4s filhos e uma netinha. Dudo isto foi colocado em um lado
da balança. Pesou muito mais do que a infelicidade do ano passado.
K
#ssim? d= valor aos Eons tempos Bue voc= gozou < a alegria Bue gozaram um com o outro? as
risadas? o conforto? a intimidade. (laro Bue haver! estocadas de dor Buando voc= pensar nessas coisas
K luz da traição atual. 0as deixe Bue as experi=ncias positivas do passado o encora-em a traEalhar em
favor de uma solução presente. 2ão sacrifiBue o prazer do passado ao fracasso do presente. 2ão
cancele o passado. (uide dele com carinho. $ edifiBue soEre ele.
D$D3+O$4$ # #*R$2D$R < 2QA # #P#2DA2#R
# descoEerta de um 9caso9 extracon-ugal imediatamente inicia um processo doloroso de
reavaliação. # din6mica entre voc= e o seu c,n-uge induEit!vel e irrevogavelmente ser! mudada. A
relacionamento nunca mais ser! o mesmo. $ duas perguntas serão sempre feitas? deliEerada ou
inconscientemente? tanto pela parte inocente Buanto pela culpada: 9Devo afastar4me& Deve o meu
c,n-uge afastar4se&9 $ dezenas de outras perguntas estão inclu@das nessas duas: 9A Bue devo fazer&9
9+ual ser! o resultado disso tudo&9 9*osso confiar outra vez&9 9De Buem % a culpa&9 etc? etc.
Joc= se acha despreparado para responder a essas perguntas na condição de perplexidade em
Bue est!. 0as pode decidir se para voc= essa trag%dia ser! o fim de um casamento ou o in@cio de um
processo de aprendizado. Depois Bue #dão e $va desoEedeceram a Deus e foram descoEertos?
imediatamente culparam a Deus? ao DiaEo? um ao outro e K situação. *referiram culpar < não ouvirC
censurar < não aprenderC esconder4se < para se protegerem da desaprovação de Deus e daBueles a
Buem amavam. Desde então todos os homens t=m tido a mesma luta E!sica. # Dra. Ruth 2euEauer?
terapeuta do casamento e da fam@lia? residente em 2eS Tork? diz: 9# reconstrução de um casamento
depende? em grande parte? da rapidez com Bue um casal pode avançar al%m do est!gio em Bue
simplesmente culpa4se um ao outro. As c,n-uges Bue nunca avançam al%m do est!gio de culpar podem
permanecer casados? mas os proElemas Bue levaram? a princ@pio? K infidelidade con-ugal passam sem
ser reexaminados e podem resultar em um ciclo de infidelidades repetidas.9
7
2enhum amigo de Deus ou do casamento pode dizer Bue o adult%rio % uma coisa dese-!vel. 0as
um 9caso9 % uma crise Bue indica uma necessidade? uma indicação da necessidade de uma mudança <
de um retorno. # conselheira 0areia LassSell confirma: 9# pessoa envolvida em um caso de
infidelidade extracon-ugal fez uma declaração iniludivelmente dram!tica Bue não pode ser ignorada? e
aEriu a oportunidade para o casal realizar uma oEra construtiva em seu relacionamento.9
1
# psic>loga Dra. Ruth Y. Restheimer concorda: 9$u nunca recomendaria um DcasoD... por causa
das outras conseBL=ncias? Bue são dolorosas. 2ão oEstante? % um fato Bue certos c,n-uges são
sacudidos de sua complac=ncia pelo DcasoD de seu? parceiro.9
;
Oma esposa aEalada? tra@da? confessou:
9(ada vez Bue penso naBueles dias terr@veis? resolvo novamente tratar o meu casamento e o meu
marido com mais cuidado.9
# infidelidade % mais freBLentemente um sintoma do Bue uma causa de fratura marital. Da
mesma forma como a l6mpada do >leo em seu carro? a luzinha a cintilar revela um proElema Bue
precisa ser resolvido imediatamente < um sintoma de uma grande dificuldade. # luz vermelha não
indica Bue o carro nunca foi Eom? uma porcaria desde a f!Erica. 2em indica Bue o carro est!
arruinado? e voc= deve lev!4lo para o ferro velho. N um sinal? uma advert=ncia de Bue alguma
provid=ncia importante % necess!ria. 0uitos anos atr!s? minha esposa estava dirigindo o seu carro
alegremente? Buando a luz vermelha no painel começou a cintilar. 2ão saEendo ao certo o Bue ela
indicava? mas pensando Bue poderia estar revelando algum desa-uste sem import6ncia? ela continuou
dirigindo? at% mais depressa ainda? para encontrar um mec6nico. +uando chegou K oficina? a muitos
Buil,metros dali? o motor do carro havia fundido. e ela tivesse interpretado corretamente o sinal? os
resultados teriam sido positivos.
A 9caso9 % um indicador < um alarme? um catalisador para mudança positiva. Decida Bue voc=
vai aprender dele? e não us!4lo como um pretexto para desistir? tirar o corpo fora ou afastar4se. 0esmo
Bue os seus esforços não tenham =xito e seguir4se o div>rcio? ainda assim voc= pode aprender muita
coisa Bue não aprenderia de outra forma. Deus usa todas as coisas < tudo o Bue deixamos Bue ele use
< para nos ensinar e nos a-ustar? at% mesmo o desastre de um casamento feito em frangalhos.
D$.$R032$ A F#.A #2.$ D$ D$(3D3R A D$.32A
As 9casos9 acontecem em todos os tamanhos e formas? e por v!rias razMes. A cen!rio e as
causas são diferentes em cada caso? tão diferentes Buanto as pessoas neles envolvidas. 2ão existe
nenhum 9caso t@pico9. A Dr. Restheimer diz: 9U! muitas esp%cies de DcasosD? iniciados por diferentes
razMes? com v!rios graus de seriedade.9
8
$mEora o adult%rio se-a o proElema? tanto numa aventura de uma noite Buanto em um
relacionamento de longa duração? a din6mica e os resultados variam e cada um deles precisa ser
tratado de maneira diferente. A deão da $scola P@Elica Bue aconselhei? Bue deliEeradamente seduzia
cada garota Bue podia? na escola? era uma coisa. Om amigo meu Bue? reagindo a um proElema de seu
casamento? cedeu a uma experi=ncia? apenas uma noite? e então confessou4a a Deus e K esposa? era
outra coisa. # P@Elia faz grande diferença entre a pessoa Bue % apanhada numa falta < Bue cai por
causa de falta de vigil6ncia da tentação? e depois se recupera < e a Bue continua em um programa
deliEerado de pecado? s> deplorando ter sido pego. 3sto não Buer dizer Bue um % menos pecador do Bue
o outro nem Bue estamos minimizando o pecado? mas significa apenas Bue o aconselhamento e o
contra4ataBue devem ser diferentes. *osso acrescentar? aBui? Bue o adZltero cr,nico < cu-a
infidelidade % um modo de vida < % geralmente um homem cu-o comportamento tem pouco a ver
com a esposa ou a Bualidade de seu matrim,nio. em Bue ha-a um milagre de Deus? não % prov!vel
Bue ele se modifiBue.
$m seu livro assaz elucidador? #ffair Prevention, o ministro episcopal *eter Yreitler relaciona
oito tipos comuns de casos extracon-ugais: A (aso de #mizade? A (aso do Pom Jizinho? A (aso do
(afezinho? A (aso do #proveita4o4momento? A (aso da Jelha4#mizade42unca4$sBuecida? A (aso
do #-udador das *essoas? A (aso Pang4Pang e o (aso do $scrit>rio. As nomes Bue ele deu a esses
9casos9 mostram como ou onde eles começam? e são Eem auto4explicativos? exceto? talvez? o (aso
Pang4Pang. $ste % o do homem prom@scuo? cu-os muitos casos são como entalhos feitos em seu cinto
de masculinidade < da mesma forma como um coSEoI pode cortar entalhes na culatra de seu
rev>lver para cada Eandido Bue matou.
)
Joc= não pode tratar uma doença? a não ser Bue saiEa Bual %. Om estudo mostrou Bue trinta e
um por cento das mulheres envolvidas voluntariamente contaram a seus maridos a respeito de seus
9casos9? comparados com apenas dezessete por cento dos homens. *ortanto? precisa haver um tempo
para discussão aEerta e franca? e descoErimento dos fatos. $sta discussão direta tem o oE-etivo de
determinar os fatos E!sicos do 9caso9 < a esp%cie de envolvimento? Buem se envolveu? a sua duração?
o n@vel de dedicação do amor por parte do c,n-uge. $ tamE%m % importante conhecer os sentimentos
de seu c,n-uge em relação ao 9caso9 e ao futuro de seu casamento. 2ão deve haver acusaçMes? histeria?
ameaças? atriEuição de culpa ou sondagem para esmiuçar detalhes. $sta confrontação inicial pode
indicar se h! BualBuer possiEilidade de o casamento soEreviver.
#ntes da descoEerta propriamente dita do 9caso9? voc=? provavelmente? perceEeu alguns dos
sinais? de forma Bue tinha -! algumas informaçMes. Uouve mudanças nos h!Eitos de seu c,n-uge ou
nos padrMes estaEelecidos em seu casamento < ou um interesse incomum ou exagerado com sua
apar=ncia pessoal ou um desinteresse para com sexo? e at% impot=ncia. Au um interesse renovado em
experimentos sexuais? ou mudanças freBLentes e inexplicadas em seu programa ou hor!rio de traEalho
ou tempo de lazer. Au o fato de ele Fou elaG se fechar em longos per@odos de sil=ncio? i
A Dr. Richard Fisch? catedr!tico de psiBuiatria na $scola de 0edicina da Oniversidade
tanford? sugere isto:
:e voc4 dese7a consertar o seu casamento, e não se livrar de seu marido, não tente fa046lo
confessar o adultério, através do interrogat;rio, insinuaç.es ou outras formas de ciladas. =iga6lhe
abertamente o que voc4 sabe... e como ficou sabendo. " também espere até que o primeiro choque
emocional passe, antes de tentar falar sobre todo o problema. uando, por fim, voc4 conseguir tra0er
o assunto 9 baila, não use de ameaças, tais como6 div;rcio ou separação, não fique lembrando6lhe
que voc4 se sente traída, que ele nunca mais ser- digno de sua confiança. " não insista para que ele
procure a7uda profissional.D
Durante esta primeira discussão ficou ele aliviado pelo fato de o proElema ser exposto
aEertamente& $le Bueria falar& $xpressou remorso pelo fato de voc= ter sido ferida ou indicou um
dese-o de fazer o casamento funcionar& $sses são Eons sinais e devem ser estimulados. *ropiciam uma
oportunidade de ouro para voc= usar o melhor de sua saEedoria? e as chances são razoavelmente Eoas
de Bue ser! capaz de salvar o seu casamento.
2o entanto? talvez ele tenha sido reticente? negando? culpando? desafiando. $sta situação torna o
desafio maior? mas não? necessariamente? irrealiz!vel. ReaçMes sensatas e cuidadosamente
consideradas? da sua parte? a esta confrontação inicial? serão muito importantes. A seu Znico oE-etivo?
nesta ocasião? ser! oEter os fatos? e não saltar para conclusMes ou iniciar BualBuer ação.
*$RHO2.$ # R#a\$? $ 2QA A D$.#LU$
+uando oEtiver os fatos reais? voc= poder! explorar as razMes para a infidelidade < razMes Bue
a a-udarão a entender as causas e a parte Bue lhe toca? neste envolvimento. *or Bue foi Bue o seu
marido se voltou para outra mulher& +uais são as lutas dele& $m Buase todos os casos de infidelidade
con-ugal? a 9outra9 propiciou algo Bue a esposa não estava dando. # sua motivação precisa ser de
aprender e entender? e não de se defender ou culpar < confrontação com cuidado? não com cr@tica <
de ouvir sem mal@cia ou ira. $sta pode ser a tarefa mais dif@cil de todas: ouvir? colocar4se no lugar de
seu c,n-uge? tentar entender os sentimentos dele e por Bue ele acha Bue aconteceu o 9caso9. #lgumas
das coisas Bue voc= ouvir serão dif@ceis de aceitar. *odem atingi4la diretamente. Joc= pode ser ferida e
at% mesmo acusada in-ustamente. (erta mulher contou4me Bue o marido dela lhe disse: 9$u não posso
conversar com voc=? e s> Bueria algu%m com Buem conversar.9 Joc= pode sentir4se in-ustamente
criticada. (ontudo? morda os seus l!Eios? enxugue as l!grimas? e ouça < ouça@ 2em pense em usar de
menosprezo? de moralização? de sermMes? de vers@culos E@Elicos.
2ão estou sugerindo uma impassiEilidade pr!tica? isto %? Bue o c,n-uge ofendido se assente
passivamente sem expressar sentimentos? reprimindo toda a dor. $ssa pode ser a hora em Bue voc=
diga como foi ferida profundamente? e comece a estaEelecer diretrizes para a reconstrução da
confiança entre voc=s dois. 0as? se voc= est! amargurada? e não v= nada? a não ser falhas? e começa a
menosprezar seu c,n-uge? -! arrasado pelo sentimento de culpa? pode ser desastroso. A Dr. Vohn F.
AD(onnor? do (entro *sicanal@tico da (olZmEia *ara .reinamento e *esBuisa? adiciona esta sugestão:
9+uando estiver falando? use a regra do DeuD. Diga: D$u fui feridaD? em vez de dizer: DJoc= me feriu.D $m
outras palavras? nunca comece uma sentença? numa conversa com ele? Bue > coloBue na defensiva.
Joc=s dois devem tentar pensar: D$ste % um ponto morto em nosso casamentoD? e tentar começar a
resolver a situação -untos.9
/X
Om terapeuta do Uospital 2orthside de #tlanta? He>rgia? Dr. #l4fred #. 0esse? comenta: 9.oda
esposa Bue se defronta com o adult%rio de seu marido deve insistir para Bue ele corte todas as ligaçMes
com a outra pessoa e se concentre em incentivar a satisfação de seu casamento. # descoEerta diminui a
atração de um 9caso9. $le perde o seu encanto clandestino e torna4se menos sedutor e menos
significativo.9
//
$sta interação aEerta % imperativa. .eria sido o 9caso9 a reação dele K sua aus=ncia f@sica ou
emocional ou a evid=ncia de uma crise na vida de voc=s& Oma escapat>ria de uma situação
desanimadora no traEalho ou incerteza a respeito de sua masculinidade& Fora uma erupção de orgulho?
da parte dele? um sustento para os seus sentimentos de inadeBuação& *ressão dos colegas& *erda do
amor4pr>prio? devido K perda de um emprego ou proElemas de serviço& 0edo da idade& Redução de
capacidades sexuais n> casamento& 0udança de cargo ou de carreira& 2ascimento ou enfermidade de
um filho& Jiagem da esposa? a serviço& Jingança& 3nsatisfação emocional& Om desesperado grito?
pedindo socorro& FAu BualBuer uma dentre cem outras consideraçMes&G $ste % o tipo de informação de
Bue voc= necessita para oEter compreensão. Joc= não conseguir! aEordar todos esses aspectos em
uma horaC pode levar dias. $ certamente não conseguir! ouvir tudo isto? se manifestar cr@tica e não4
aceitação. *or%m ouvir? oEservar e compartilhar? a fim de se tornar sens@vel ao profundo significado do
9caso9F % da maior import6ncia. # esposa precisa colocar as suas cartas na mesa? e convencer o marido
a fazer o mesmo.
Oma advert=ncia: 2ão sonde? para descoErir os detalhes picantes. 9Ande voc=s dois iam Buando
estavam -untos&9 9+uando fazia amor comigo? voc= estava pensando nela&9 9Joc= alguma vez a
trouxe aBui para nossa casa? para a nossa cama&9 (erta mulher? descoErindo Bue o seu marido infiel ia?
com a 9outra9? ao UolidaI 3nn? exclamou: 9$u nunca vou me hospedar em um UolidaI 3nn enBuanto
viver:9 *ode haver alguns detalhes Bue voc= est! morrendo de vontade de conhecer? mas não procure
saE=4los. $les são irrelevantes para a solução do proElema. A fato de conhec=4los pode satisfazer a sua
curiosidade e acender o seu ciZme? mas não contriEuir! para a solução.
Resista a todos os dese-os de fazer perguntas Bue a comparem? de BualBuer forma? com a outra?
em termos de apar=ncia? maneira de vestir e realizaçMes.
.amE%m? por favor? não lhe pergunte se ele a ama. Joc= o estar! forçando a ficar constrangido.
2esse ponto? ele não saEeC est! dividido. $le est! vivendo no mundo dos seus sentimentos? e? sem
dZvida? sendo enganado por esses sentimentos. e voc= perguntar: 9Joc= ainda me ama&9 e ele lhe
disser a verdade? % Eem poss@vel Bue ele diga: 92ão9? ou: 92ão sei9? e então voc= ficaria aEalada <
sem esperanças. e ele disser: 9im9? voc= ser! tentada a achar Bue ele est! mentindo? ou dizer:
9$ntão? por Bue voc= fez uma coisa dessas& 3sso prova Bue voc= não me ama.9 3sto s> agrava a
situação. 2este ponto? os atos dele falam mais alto do Bue BualBuer coisa Bue ele possa dizer.
32($2.3J$ A $O (R$(30$2.A? 2QA A $2.30$2.A D$ (OL*#
.alvez a coisa mais dif@cil de todas para se fazer < e ao mesmo tempo a mais necess!ria < se-a
examinar a possiEilidade de sua culpaEilidade no 9caso9. Joc=? de alguma forma? falhou para com o
seu c,n-uge& # Dra. 0arI #nn Partusis? psiBuiatra e autora? aponta o Bue devia ser >Evio para todo
mundo: 9N necess!rio haver tr=s 6ngulos para se fazer um tri6ngulo? e um desses 6ngulos?
inevitavelmente? % o seu.9
/"
Raramente um marido ou uma esposa iniciam um tri6ngulo amoroso? se o
casamento não estiver seriamente enfermo. A reconhecimento de Bue falhamos? de alguma forma? ou
contriEu@mos para o 9caso9 não nos deve surpreender nem nos lançar em uma excitação de autodefesa.
#final de contas? voc= % perfeita& Joc= não comete erros& Joc= não % humana? como n>s outros? com
entendimento limitado? fraBuezas pessoais? pecados e possiEilidades de fracasso& # auto-ustificação?
em BualBuer dos c,n-uges? condena o casamento em BualBuer est!gio. N dif@cil conviver com a
perfeição.
*or Bue não engolir o seu orgulho e admitir diante de voc= mesma? de Deus e de seu c,n-uge o
Bue voc= de fato saEe ser a verdade? e enfrentar a pergunta necess!ria e dif@cil: 9A Bue % Bue eu fiz Bue
contriEuiu para esta situação&9 2ão estou sugerindo um prolongado processo de introspecção? onde
voc= disseca todas as suas falhas? afirma o Buanto % m! e aumenta o seu sentimento de culpa. 2ão
precisamos? al%m do mais? disso. Da mesma forma? não estou recomendando Bue voc= assuma toda a
culpa por toda a confusão? isentando o seu c,n-uge do pecado Bue cometeu. .enho conhecido
mulheres Bue eram tudo o Bue um marido poderia dese-ar? mas assim mesmo o marido as enganou. U!
mais razMes para a infidelidade do Bue uma esposa inadeBuada. *or%m precisamos perguntar
realisticamente: 9$u falhei&9 9A Bue posso aprender com isto&9 9$m Bue devo mudar&9 Da mesma
forma como espera Bue o seu c,n-uge infiel reconheça a infidelidade dele e aprenda com ela? voc=
precisa fazer com BualBuer falha de sua parte ./
2atalie Hittelson? a autora do Redboo), sugere isto: (abe a cada esposa que sabe ou suspeita
que o seu marido est- enganando6a dar uma boa olhada em sua pr;pria conduta, suas pr;prias
atitudes e as mensagens mudas que dirige ao homem de sua vida. "la deve perguntar a si mesma
francamente se? de certas maneiras sutis, não pode estar privando6o da dedicação de seu tempo,
simpatia, interesse, compai%ão. :e não est- compartilhando as suas melhores idéias com a sua
melhor amiga, e dei%ando para o marido apenas os detalhes mon;tonos da vida doméstica. :e não
est- fa0endo ouvidos moucos quando ele tra0 para casa algumas das frustraç.es de seu dia, e, pelo
contr-rio, e%igindo as atenç.es dele para as frustraç.es dela. :er- que ele não se tornou personagem
de secund-ria import/ncia em sua escala de prioridades, Aode e%piat;rio, 'uro de lamentaç.es,
(riança problema,
LK
(erta esposa ferida? todavia? nem por isso mais s!Eia? concorda: 9Joc= pode se envolver
terrivelmente com os filhos e com o traEalho? sem perceEer? e não dar ao seu marido a atenção de Bue
ele precisa. DescoEri Bue tamE%m não era principalmente sexo o Bue o meu marido Bueria. $le estava
procurando todos os outros tipos de atençMes Bue eu estava negligenciando em proporcionar4lhe? at%
mesmo? ocasionalmente? o carinho maternal? Bue todo mundo precisa de vez em Buando? e Bue eu Ks
vezes dese-ava receEer dele.9 0ar-orie aimmerman cita um marido infiel? mas penitente: 9Om homem
precisa ser mais do Bue um comensal em sua pr>pria casa.9
Oma esposa an,nima entristecida acrescenta o seu ponto de vista: 9Alhando para o passado?
verifiBuei Bue houve muitas ocasiMes < oh? tantas ocasiMes: < Buando o meu marido procurou
proximidade e compreensão? Bue não lhe dei. $u estava sempre fazendo algo mais urgente? como
remendar? limpar o refrigerador? arrancar ervas daninhas do -ardim. LemErei as inZmeras vezes Bue ele
disse? de modo anelante: D*or Bue não sa@mos sozinhos por uns dois dias& Joc= poderia comprar um
vestido novo. $ n>s simplesmente gozar@amos umas f%rias dos filhos? da casa < ficando sem fazer
nada? sentindo4nos -ovens.D $u não disse diretamente: D2ão se-a tolo? somos adultosD? mas a minha falta
de entusiasmo? sem dZvida? foi >Evia.9 Autra mulher? emEora uma crente firme? perceEeu outra coisa:
9$stou tão envergonhada: $u devo ter sido uma mulher muito dominadora? auto-ustificadora. $ nunca
perceEi o Bue estava fazendo.9
#o aEandonar sua esposa crente? um marido incr%dulo disse? candidamente: 9$ssa outra mulher
não % tão Eonita como voc= < ela não % nem muito limpa. em mim ela seria uma alco>latra. 0as % a
Znica pessoa Bue conheço Bue precisa de mim e me aceita como sou. $la tem algo para mim Bue voc=
nunca teve.9 Linda Rolfe acrescenta: 9# maior parte dos adult%rios não ocorre devido aos conflitos
internos de um indiv@duo. N Eem mais freBLente o adult%rio ser o resultado de um conflito
interpessoal. A amor4pr>prio? em decl@nio? de um homem? pode estar ligado ao fato de a esposa ser a
causa do DegoD danificado desse homem. $la pode ser supinamente cr@tica ou excessivamente exigente
para com o s!" marido ou sexualmente indiferente ou at% re-eit!4lo sexualmente.9
Om conselho semelhante vem do *astor UenrI RildeEoer? da 3gre-a Reformada:
Pelo fato de as relaç.es e%tracon7ugais muitas ve0es suprirem o que falta ao casamento, a sua
causa é freqIentemente um ou mais pecados de omissão, tais como dei%ar de mostrar consideração
para com o seu c8n7uge, neglig4ncia, dei%ar de propiciar6lhe a certe0a de seu amor, não
e%pressando6o audivelmente, neglig4ncia em e%pressar afeição ou em se apresentar atraente,
acessível, comunicativa. #lgumas ve0es uma esposa com um programa intenso parece desinteressada
e fria. +ilhos, clubes, neg;cios e atividades na igre7a, embora importantes, precisam ser conservados
em suas devidas perspectivas... uando a parte ofendida reconhece as suas pr;prias falhas e como
elas contribuíram para a crise, ainda pode, com a a7uda de =eus, começar a perdoar o ofensor
e,reedificar a confiança.
/7
Para 'aridos Dambém .udo o Bue dissemos acima vale para os maridos tamE%m? cu-as esposas
foram infi%is. .udo o Bue uma esposa deve ao marido? o marido deve a ela tamE%m < sem exceção. A
Dr. David ReuEen? autor de sucesso? oEserva: 9A casamento % como uma longa viagem em um Earco
peBuenino: se um dos dois passageiros começar a fazer o Earco Ealançar? o outro tem Bue segur!4lo?
Dfaz=4lo ficar firmeC senão irão amEos para o fundo.9
/1
9(om o DcasoD de meu marido9? contou4me certa senhora? 9aprendi tanto a respeito de mim
mesma? Bue me tornei uma mulher inteiramente diferente. $nfrentei o Bue vi e ouvi a respeito de mim
mesma? e orei para Bue Deus me ensinasse? me transformasse. .ive uma profunda experi=ncia com
Deus? fui realmente convertida? e as minhas atitudes mudaram. Repetidamente orei para Bue Deus me
desse saEedoria para me tornar ai esposa mais perfeita poss@vel para o meu marido. #t% o meu marido
notou a mudança.9
2enhum casamento % reconstru@do? a não ser Bue cada um dos c,n-uges este-a disposto a
aprender com o proElema e a sofrer modificaçMes positivas. 2enhuma ação direta? de minha parte?
mudar! o meu c,n-uge? mas eu posso mudar. # graça de Deus est! dispon@vel para me fazer crescer?
confessar os meus pecados? a minha necessidade? e ele promete ser 9fiel e -usto para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda in-ustiça9.
/;
$le tamE%m promete dar4me generosamente de sua força?
para eu fazer o Bue não consigo fazer sozinho.
/8
*$R03.# +O$ (#D# (f2VOH$ (A2F$$ # O# #^\$
Jisto Bue são necess!rias duas pessoas para constitui um casamento? se uma delas falha? amEas
t=m alguma responsaEilidade por esse fracasso. # sua responsaEilidade não % a mesma? mas elas são
igualmente respons!veis. Oma age? a outra reageC uma negligencia o seu parceiro? a outra? os seus
votos. Oma % infiel nas atençMes? a outra? adulterando. 2enhuma pode carregar os fardos da outra.
(ada uma precisa se responsaEilizar por suas pr>prias açMes? não importa o Bue a outra tenha feito.
2enhuma das duas % respons!vel pelas açMes da outra? mas cada uma? pelo seu pr>prio
comportamento. 9.udo o Bue o homem semear? isso tamE%m ceifar!9 aplica4se a cada pessoa em
particular e individualmente.
A ato de se esBuivar da responsaEilidade % uma caracter@stica humana? posta em pr!tica desde
#dão. Hostamos de -ogar o 9-ogo da culpa9? e procurar um Eode expiat>rio. A marido infiel acusa:
9Joc= estava tão preocupada com os filhos Bue nunca prestou nenhuma atenção a mim.9 Au: 9Desde
Bue voc= arrumou aBuele emprego? a perdi de vista9? etc. $le aponta o dedo? e diz: 9Joc=D? 9voc=9?
9voc=9. A Bue voc4 fez desculpa o Bue eu fiz. e pode conseguir Bue a sua esposa aceite toda a
responsaEilidade? ele fez o Eolo e ele mesmo o come. (omo um alco>latra:? ele pode continuar a sua
ação destrutiva? saEendo Bue a sua 9mãe9 o proteger! das conseBL=ncias e assumir! toda a culpa.
+ualBuer mulher Bue fizer isto estar! apenas dando ao seu marido experi=ncia em atitudes evasivas e
irresponsaEilidades egoc=ntricas. As doutores Rillard e 0arguerite Peecher apresentam um par!grafo
@mpar a respeito deste princ@pio:
!ma pessoa pode ter um problema ou ser um problema. # pessoa que é um problema não acha
que tem problemas. (ontinua a vida esplendidamente, e%plorando os outros e tirando das pessoas que
a acolhem. # pessoa que a acolhe é a que tem um problema< o problema de propiciar apoio para a
que é um problema. "m suma, são necess-rios os dois para tornar possível que um deles falhe@
LM
LemEro4me de um homem? (harles? Bue era perito nisso. Depois de ficar um dia ou dois com a
amante? ele vinha para casa e esperava Bue a esposa o aEraçasse e se relacionasse sexualmente com
ele. +uando ela hesitava ou se recusava? ele dizia: ?9Joc= est! me -ogando Eem nos Eraços dessa outra
mulher. # culpa % sua se o nosso casamento acaEar. N isso Bue voc= Buer Bue aconteça&9 $le era um
patife. # verdade % Bue ele não tinha intenção de desistir de seu 9caso9? mas Bueria fazer a esposa
sentir Bue era a culpada. $la era a lata de lixo dele.
+ualBuer decisão tem Bue mudar do sentimento de culpa para a responsaEilidade. Da mesma
forma como não podemos escapar da participação Bue tivemos no proElema? não devemos desculpar a
parte Bue os outros tiveram. 2ão podemos defender o pecado de adult%rio? mas ao mesmo tempo
podemos reconhecer A nosso pecado de neglig=ncia? Bue contriEuiu para a crise. #lgumas esposas
re-eitadas? por medo e insegurança? assumem toda a culpa pelas açMes de seu marido? e rogam?
imploram? pressionam e aceitam BualBuer tipo de humilhação? para impedir Bue eles as aEandonem.
9Joc= pode fazer BualBuer coisa? mas não me aEandone. A Bue eu faria sem voc=&9 2enhum homem?
no seu @ntimo? Drespeita uma mulher assim. A Bue ela pode pensar Bue lhe propicia controle soEre ele
realmente % um sinal de sua fraBueza. $la est! dizendo: 9$u não sou uma pessoa importante.9 A
marido dela a aEandonar! por falta de respeito? ou continuar! com os seus 9casos9 e ficar!? mas para
us!4la como peteca ou como capacho.
A marido Bue prevaricou? da mesma forma como começou voluntariamente o seu 9caso9?
precisa escolher voluntariamente permanecer no casamento. (ertamente voc= ora e confia em Deus
para ocasionar uma transformação? mas nem toda ia pressão do mundo conseguir! isso. Joc= precisa
aErir a gaiola de forma Bue ele fiBue livre para tomar uma decisão volunt!ria. > esse tipo de escolha
tem algum valor no casamento. #o mesmo tempo? voc= expressa o pensamento encontrado nas
palavras do Rev. 0r. Yreitler: 9*enso Bue voc= seria louco se arriscasse a me perder9? ou: 9A Bue
temos -untos = Eom demais para ser destru@do.9 #nos atr!s? Buando est!vamos discutindo a
infidelidade con-ugal Buanto a alguns amigos Bue est!vamos tentando a-udar? perguntei K minha
esposa: 9A Bue voc= faria se descoErisse Bue eu estivesse tendo um DcasoD e pensando em aEandonar o
lar&9 em hesitação? ela respondeu: 9Ficaria com o coração partido e? provavelmente? choraria muito.
0as Deus me a-udaria a atravessar a crise? e eu ainda conservaria as mem>rias dos Eons anos Bue
vivemos -untos. 0as não choraria eternamente. U! muitos homens Bue ficariam entusiasmados com a
id%ia de ter uma esposa como eu? Bue os amasse como eu o amei. $ estou certa de Bue não teria
proElema nenhum em encontrar um deles.9 Oma Eoa resposta. $sse % B tipo de esposa a Buem voc= se
apega.
#PR#4$ (A0 O0 (A2F3D$2.$ AO O0 (A2$LU$3RA
De acordo com as autoridades m%dicas? oitenta por cento de todos os proElemas curam4se a si
mesmos. Devemos enfrentar os proElemas do casamento da mesma forma. 9im9? diz 2atalie
Hittelson? Bue mencionei anteriormente? 9o casamento Bue emenda os seus pr>prios ossos? por assim
dizer? muitas vezes % fortalecido no processo. > Buando tudo o mais falha e passa a haver uma
emerg=ncia emocional insolZvel % Bue se torna essencial a a-uda psicol>gica exterior.9
/5
#ssim? um
casal deve ir tão longe Buanto poss@vel em resolver a crise sem a assist=ncia de profissionais.
(ontudo? algumas vezes a dor da infidelidade % tão grande Bue as pessoas envolvidas precisam
descarregar as suas emoçMes? aErindo4se com algu%m? antes de começaram a ser honestas uma com a
outra. N muito dif@cil desemaranhar as emoçMes de ira e culpa? e ter uma perspectiva nova. $ elas
precisam desaEafar as emoçMes com algu%m Bue não coloBue mais lenha no fogo. $sta deve ser?
provavelmente? uma pessoa Bue não se-a influenciada? imparcial: um pastor? um conselheiro? um
psic>logo. +uarenta a cinBLenta por cento de todos os proElemas levados ao pastor? ho-e em dia?
relacionam4se com a fam@lia e os interesses matrimoniais. *rocurar aconselhamento necess!rio % um
sinal de força? e não de fraBueza. N o mesmo Bue procurar a a-uda de um especialista para salvar os
seus olhos? ao inv%s de tolamente e desnecessariamente ficar cego.
#cho maravilhoso Bue em nossa %poca o campo de conselheiros cristãos est! se expandindo
rapidamente Fpelo menos nos $stados OnidosG? e? na maioria dos centros metropolitanos? h! um
serviço de aconselhamento cristão. 0uitas igre-as grandes agora t=m as suas pr>prias cl@nicas? nos
$stados Onidos. #o procurar aconselhamento? primeiro consulte o seu pastor. e ele achar Bue não
pode a-ud!4lo? pode recomendar outra pessoa com a capacidade para isso. e voc= % crente? não hesite
em perguntar ao psic>logo? se for consult!4lo? Buais são os valores espirituais Bue ele preza e Buais os
seus oE-etivos em aconselhar. $mEora outras pessoas possam a-udar at% certo ponto? faça todo o
poss@vel para encontrar um conselheiro competente Bue aprecie a sua dedicação a (risto e possa a-ud!4
lo no contexto de sua f%? preferivelmente algu%m Bue tenha tido sucesso em seu pr>prio casamento e
vida familiar. e o conselho dele? ou dela? não funcionou no seu pr>prio caso? ele? ou ela? não poder!
a-ud!4lo em Buase nada.
+ualBuer pessoa Bue este-a sofrendo a dor aguda e a perda ocasionados por infidelidade de seu
c,n-uge tamE%m precisa de um amigo? um confidente < algu%m Bue saiEa ouvir? sem dar palpites.
#lgu%m Bue d= apoio? mas sem se enternecer < Bue manifeste aceitação? mas não d= conselhos.
.odos n>s temos uma porção de amigos e conhecidos Bue gostariam de compartilhar dos detalhes
picantes de um mexerico? ou Bue sempre t=m o conselho certo para BualBuer situação? emEora o
pr>prio casamento deles dificilmente se-a excitante. $vite4os como a uma praga. # maioria das
pessoas? na verdade? não entende as complexidades ou ramificaçMes de um 9caso9? e não são capazes
de dar conselhos oE-etivos. #pressam4se a dizer: 9A Bue eu faria %...9? ou: 9$u não confiaria mais
nele9? ou: 9e-a sincera para consigo mesma.9 $stes conselheiros encontram4se por a@ Ks dZzias. 2ão
faça puElicidade de sua angZstia. *elo contr!rio? encontre uma caixa de resson6ncia onde voc= possa
aErir o coração? expressar tranBLilamente os seus sentimentos e deixar as l!grimas ca@rem? um amigo
ou amiga Bue orar! por voc= e orar! com voc= < algu%m Bue não tem todas as respostas. Om amigo
Bue? como diz o verso do poeta? 9tomar! -untos o grão e a palha? e? com um sopro de Eondade? soprar!
a palha para longe9.
Om amigo assim? ou um casal? % suficiente. 2ão conte o Bue voc= est! passando para toda a
classe da $scola P@Elica Dominical ou para a sociedade de senhoras ou para os parentes. entimos a
tentação? ao descrever o proElema? de reEaixar o nosso c,n-uge? para ganhar simpatia. Desta forma?
isto envenena a reputação de seu marido? e? depois Bue o 9caso9 for resolvido? ele ser! malvisto.
Uaver! per@odos escuros? teneErosos? sentimento de isolamento. *or vezes voc= ter! vontade de entrar
em um Euraco e evitar o emEaraço de ver velhos amigos ou de ir K igre-a sozinha. A pastor e sua
esposa? Bue mencionei em cap@tulo anterior? a respeito de Buem $llen Rilliams escreveu? encontraram
forças em um grupo de amigos na igre-a. # esposa disse: 9# pressão positiva da comunidade cristã foi
um fator enormemente positivo? enBuanto aEr@amos caminho por entre a crise. Uav@amos nos decidido
a compartilhar a nossa dificuldade com outro casal de crentes. $les foram capazes de nos a-udar a
amEos. $les tornaram4se um anteparo para mim? no sentido de Bue a sua influ=ncia inaEal!vel me
conservou firme? Buando facilmente eu poderia ter explodido. De maneira simE>lica? eles ofereceram
ao meu marido aceitação e a certeza de Bue nada Bue ele havia feito podia separ!4lo do amor de Deus
ou da igre-a.9
PO+O$ A $O *$RDQA < D$*A3 $e*R$$ A $O *$RDQA
empre Bue h! pecado? uma traição de confiança? apresenta4se o assunto do perdão. +uer ele
se-a procurado pelas partes Bue precisam dele ou oferecido a elas? nem se precisa dizer Bue % essencial
para a recuperação do casamento? depois de um 9caso9? Bue se entenda Eem o Bue % perdão. *erdão % o
assunto central. (omo BualBuer pessoa Bue tenha passado por essa experi=ncia pode testificar? a
restauração de um casamento? depois de infidelidade? não % assunto f!cil. A perdão não se manifesta
rapidamente. N dif@cil. 0as % a Znica maneira de curar e liEertar? a Znica solução para a dor pungente.
A Bue % Bue saEemos realmente acerca do perdão& (omo pode ele ser praticado em situação tão
carregada de emoçMes&
O Perdão G Possível
N poss@vel para amEos os c,n-uges: o infiel e o tra@do. A adult%rio não % um pecado sem perdão?
como parece Bue algumas pessoas pensam. # P@Elia não relaciona os pecados como se alguns deles
fossem mais hediondos do Bue os outros? e alguns mais facilmente perdoados. #lguns pecados causam
mais danos do Bue outros? e? em suas conseBL=ncias? são de mais longo alcance. *aulo fala a respeito
de como o adult%rio? de maneira peculiar? afeta tão seriamente o corpo:
+ugi da prostituição. ualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo1 mas o que
se prostitui peca contra o seu pr;prio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é santu-rio do "spírito
:anto, que habita em v;s, o qual possuis da parte de =eus, e que não sois de v;s mesmos, Porque
fostes comprados por preço1 glorificai, pois, a =eus no vosso corpo.
"X
0as todo pecado confessado pode ser perdoado. 2ada % imposs@vel para Deus. Depois de seu
adult%rio com Pate4eEa? Davi disse: 9(onfessei4te o meu pecado? e a minha iniBLidade não encoEri.
Disse eu: (onfessarei ao enhor as minhas transgressMesC e tu perdoaste a culpa do meu pecado.9
"/
As
pecados de omissão? dentro do casamento < neglig=ncia? re-eição? egocentrismo? amargura < podem?
por vezes? ser mais corrosivos do Bue o adult%rio? e tamE%m precisam ser perdoados. As pecados de
temperamento precisam ser confessados? tanto Buanto os pecados da carne. .odo pecado %
primordialmente cometido contra Deus? emEora? na infidelidade? muitas outras pessoas se-am feridas:
os c,n-uges de amEos os lados? as duas fam@lias? todos os filhos. Jisto Bue Deus criou cada um de n>s?
plane-ou o casamento e os relacionamentos familiares? e tem um lindo plano para cada pessoa. +uando
pecamos? re-eitamos o plano de Deus. $le odeia o pecado? porBue destr>i o homem Bue ele tanto ama?
de forma Bue a confissão precisa ser primeiramente feita a ele. Davi enxergou esta perspectiva:
9(ontra ti? contra ti somente? peBuei? e fiz o Bue % mau diante dos teus olhos.9
""
O Perdão G 2ecess-rio
N essencial para a nossa saZde mental tanto Buanto para a nossa saZde con-ugal. Davi falou a
respeito do sentimento de culpa e do engano de seu 9caso9? e como ele o deixou seco por dentro. $
finalmente a liEertação: 9(omo % feliz o homem cu-os pecados Deus apagou e est! livre de m!s
intençMes em seu coração: $u tentei? por algum tempo? esconder de mim mesmo o meu pecado. A
resultado foi Bue fiBuei muito fraco? gemendo de dor e aflição o dia inteiro. De dia e de noite sentia a
mão de Deus pesando soEre mim? fazendo com as minhas forças o Bue a seca faz com um peBueno
riacho. A sofrimento continuou at% Bue admiti minha culpa e confessei a ti o meu pecado. *ensei
comigo mesmo: D(onfessarei ao enhor como desoEedeci Ks suas leis.D +uando confessei? tu perdoaste
meu terr@vel pecado.9
"'
O Perdão " =ifícil
$le atinge o 6mago de nossa -ustiça pr>pria. #lgumas vezes gostamos de nos sentir condenados.
#garramo4nos Ks nossas feridas? dese-ando ainda empatar? nos vingando. *erdoar % aErir mão dos
sentimentos de v@tima? e isso não % f!cil. A nosso >dio pr>prio muitas vezes est! no alicerce de nossa
incapacidade de perdoarC por não conseguirmos aceitar as nossas caracter@sticas humanas? não temos a
capacidade de aceitar o nosso c,n-uge? Bue falhou. # nossa incapacidade de aceitar o amor limita a
nossa capacidade de d!4lo. empre -ulgamos os outros da maneira como nos -ulgamos a n>s mesmos.
e não temos um amor4pr>prio sadio e não nos consideramos valiosos? pessoas em est!gio de
crescimento? muitas vezes necessitando de perdão? não conseguimos dar ao nosso c,n-uge o Bue não
podemos dar a n>s mesmos. > Buando reconhecemos as nossas defici=ncias % Bue estamos prontos
para aceitar as imperfeiçMes dos outros. 2ão podemos oferecer perdão? se estamos num v!cuo. 2a
medida em Bue receEemos e gozamos do amor de Deus e dos outros? aprendemos a amar.
*recisamos deixar Deus nos amar. A Bue receEemos e experimentamos? podemos depois
repartir. A mesmo % verdadeiro em relação ao perdão. +uanto mais sou perdoado? mais perdoador me
torno.
O Perdão " uma "scolha
Vesus coloca o perdão no n@vel da decisão pessoal? e não da emoção. 9+uando estiverdes orando?
perdoai, se tendes alguma coisa contra algu%m? para Bue tamE%m vosso *ai Bue est! no c%u vos perdoe
as vossas ofensas.9
"7
$sta % uma ordem dada K vontade. #s emoçMes e os sentimentos não podem
receEer ordens. *reciso decidir4me a perdoar? mesmo Buando todos os meus sentimentos clamem
contra isso. 0uitas vezes? Buando tenha enfrentado uma luta para perdoar algu%m? levanto4me? em
meu escrit>rio? e digo em voz alta: 9$u o perd,o? perd,o? perd,o.9 +uando coloco a minha vontade e
o meu coração nessa direção? sentimentos de perdão começam a seguir4se? e então consigo dizer K
pessoa envolvida: 9$u te perd,o.9 *ode levar algum tempo para Bue as feridas sarem? mas a sua
decisão alivia a tensão? e o tempo começa o processo de cura.
Perdoar 2ão G "squecer
A perdão não % um apagador Bue apaga a lemErança do ato de sua mente definitivamente. 3sso %
imposs@vel. #inda continua sendo hist>ria. # cicatriz pode ser permanente. *erdoar e esBuecer %
esBuecer a ira Bue sentimos contra a pessoa Bue nos pre-udicou < para nunca mais a usar contra ela? e
para não tirar mais do arm!rio esse esBueleto. $mEora nos lemEremos do fato? tratamos a pessoa como
se ele nunca tivesse acontecido. LemErar constantemente o 9caso9 de seu c,n-uge Buando estão no
Buarto? ou durante algum conflito? assegura Bue a infidelidade -amais ser! esBuecida por amEas as
partes? e isso pode encora-!4lo a voltar a comet=4la.
(ertamente? onde a confiança foi aEalada pode haver interrogaçMes durante certo tempo?
pontadas ocasionais de dZvida? ou ecos? mas esses sintomas desaparecerão? se houver um esforço
mZtuo para melhorar o relacionamento con-ugal.
O Perdão G Oferecido
Hosto da maneira como o *astor RildeEoer o expressa:
=a mesma forma como o perdão divino não depende do fato de o homem sentir6se perdoado,
mas da declaração de perdão feita por =eus, a ser aceita com base em sua Palavra, assim também
cada c8n7uge precisa declarar que perdoa o outro e aceita o perdão do outro com base na palavra
dele. #mbas as partes precisam renovar a dedicação um ao outro, não apenas de maneira emocional,
mas com uma declaração < e com atos que confirmem as palavras... "les precisarão di0er um ao
outro o que, se são crentes, 7- disseram a =eus< F"u lhe pertenço< coração, alma, mente e forças.
+arei tudo o que estiver ao meu alcance para ser fiel a voc4. " =epois precisarão p8r em pr-tica o
amor um ao outro. Precisarão dar de si tanto quanto foram capa0es de dar e querer e esforçar6se
para dar muito mais.
?
N
$ste perdão pode ser a pedra angular de um casamento mais forte do Bue nunca. U! anos? li uma
hist>ria cl!ssica de perdão excelente? Bue me comove outra vez? ao escrev=4la. # mulher a conservou
trancada no coração durante meio s%culo? mas compartilhou4a com a 9Dear #EEI9? para a-udar outras
pessoas Bue se encontrem nas mesmas condiçMes:
"u tinha vinte anos, e ele, vinte e seis. +a0ia dois anos que est-vamos casados, e eu nem
sonhava que ele pudesse ser infiel. # terrível verdade foi6me comunicada quando uma 7ovem viBva de
uma fa0enda vi0inha me veio di0er que o filho que ela estava esperando era de meu marido. O meu
mundo veio abai%o. "u queria morrer. $utei contra uma vontade imensa de mat-6la. " a ele também.
"u sabia que isso não resolveria o caso. Orei, pedindo forças e orientação. " elas vieram. "u
sabia que precisava perdoar aquele homem, e o fi0. " perdoei a ela também. (almamente contei ao
meu marido o que havia aprendido, e n;s tr4s 7untos elaboramos uma solução. Oue criatura0inha
amedrontada era ela@P O beb4 nasceu em minha casa. Dodo mundo pensou que eu dera 9 lu0, e que a
minha vi0inha estava me "a7udando". 2a verdade, era e%atamente o contr-rio. 'as poupamos 9 viBva
a humilhação Oela tinha mais tr4s filhosP, e o garotinho foi criado como meu. " nunca ficou sabendo
da verdade.
Deria sido esta a compensação divina para a minha incapacidade de gerar um filho, 2ão sei.
2unca comentei este incidente com meu marido. "le tem sido um capítulo fechado em nossas vidas
durante cinqIenta anos. 'as tenho lido nos olhos dele, milhares de ve0es, o amor e a gratidão.
";
CAPITULO 4
Anatomia de um 5Caso5 / e 1e6ois7
!m impulso interior irresistível alimentou esse "caso" ardente por mais de dois anos. Rogando
poder, ele agora transformou6se em outra pessoa, o que causou grande rego0i7o.
A $D3Fb(3A cor de 6mEar? cercado por centenas de metros Buadrados de estacionamento?
parecia mais um armaz%m atacadista do Bue uma igre-a? a casa de Deus. 2ão havia colunas Erancas no
p>rtico? nem uma cruz no alto da fachada? nem um gramado Eem cuidado. $stacionamento para
centenas de carros? do lado de fora? e dentro? cadeiras simples? e não Eancos pesados de mogno? para
as centenas de adoradores. De fato? mil pessoas no culto de domingo pela manhã % coisa comum? e
ainda mais pessoas v=m? se o programa % especial. $sta % a maior igre-a daBuele condado? naBuele
estado no centro dos $stados Onidos.
2o Buadro de avisos? na entrada? notei o hor!rio dos cultos e uma linha em tipos peBuenos? ao
p% da p!gina? Bue dizia: 9Rev. Douglas 2elson? *astor.9g G FiBuei imaginando se aBuelas centenas de
adoradores conheciam a hist>ria de Douglas 2elson Bue eu conhecia. A seu tr!gico passado. A
engano. A desastre. As 9casos9. (omo Doulgas e allI viram o seu casamento ressuscitar das cinzas.
2ão fazia muito tempo? eu me sentara no sof! da sala de visitas de sua casa confort!vel? e os sondara
com dezenas de perguntas. 2enhuma foi re-eitada como ing=nua demais. 2enhuma resposta foi
sonegada. enti a viEração de seu relacionamento franco e di!fano? Bue causa refrig%rio? e a sua
profunda compreensão e dedicação? Bue foram moldadas atrav%s de alguns dias teneErosos e !guas
profundas.
FiBuei impressionado ao ver Bue todos os princ@pios Bue mencionei neste livro tornaram4se
realidade na experi=ncia deles. $les mostraram4se dispostos a reviver comigo? em detalhes vivos?
comoventes? todos os emocionantes momentos? 9se isso a-udar outros casais a encontrarem -untos o
caminho de volta9. N uma hist>ria verdadeira e iluminadora? de poder? paixão e lindas promessas.
Douglas e allI encontraram4se na igre-a durante a sua adolesc=ncia. 2a verdade? eles não se
conheceram de maneira formal? visto Bue cresceram -untos na mesma igre-a e freBLentaram o mesmo
gin!sio? e? de certa maneira? sempre se conheceram. Jindo de um lar em Bue amEos os pais nunca
haviam experimentado nada mais do Bue traEalho duro? para se manterem? allI estava
emocionalmente esgotada. eus pais certamente a amavam < ou diziam Bue a amavam < mas não
saEiam como expressar esse amor de maneira Bue uma adolescente insegura pudesse entender e
receEer. 2enhuma afeição era demonstrada. > o Bue havia era traEalho? traEalho? traEalho?
entremeado com um pouco de comer? dormir e estudar. #ssim? como simples aluna do segundo ano do
gin!sio? ela sentia uma tremenda necessidade de ser apreciada e amada. 2essa pouca idade? Buando a
maioria das -ovens est! alme-ando apenas uma Eoa nota em estudos sociais ou um acompanhante para
a festa de promoção da classe? allI tinha -! um grande dese-o de se casar e ter filhos. 9.alvez o meu
dese-o de me casar fosse o de um escape da dif@cil situação em casa? ou uma esperança de al@vio de
minha poEreza. 0as sei Bue da primeira vez Bue sa@ com Douglas? dese-ei casar4me com ele? Bue eu
tinha Bue me casar com ele e Bue não permitiria Bue nada o impedisse.9
DAs nomes verdadeiros e os lugares foram mudados? mas os fatos são reais.
Douglas? uns dois anos mais velho? tamE%m ficou apaixonado? mas a id%ia de um casamento
prematuro o deixou amedrontado. $le gostava da companhia dela? mas estava totalmente despreparado
para pensar em se estaEelecer. As seus pais? Bue tamE%m não eram muito afetuosos? eram Eem4
sucedidos? muito disciplinados e encora-avam integridade? excel=ncia e uma amEição aventurosa entre
os seus filhos. # freBL=ncia K igre-a era oErigat>riaC a Eoa educação? uma necessidade.
.anto Douglas como allI eram ativos em seu grupo de -ovens e freBLentavam regularmente as
reuniMes anuais de avivamento? na igre-a. 0as não havia ningu%m com Buem pudessem conversarC
pelo menos eles assim pensavam. 2ingu%m com Buem pudessem compartilhar as suas lutas e seus
temores. $? como muitos adolescentes cu-os pais não demonstram muita afeição? as suas emoçMes
estavam K flor da pele? esperando para serem incendiadas com uma palavra? um toBue e por outro
corpo Buente. e uma garota cresceu sendo tocada e aEraçada de maneira sadia pelo seu pai? o homem
mais importante de sua vida? ela ser! menos vulner!vel sexualmente diante do primeiro rapaz Bue
segurar a sua mão.
92>s dois gost!vamos de estar Eem -untos9? lemErou Douglas. 9$? antes de o perceEermos?
hav@amos desenvolvido uma intimidade sexual Bue durou o tempo todo em Bue estivemos no col%gio?
at% a faculdade. $la sempre se manifestava? e n>s Eatalh!vamos contra ela constantemente. Huardamos
esse segredo durante anos? e ningu%m ficou saEendo.9 +uando perguntei a respeito de sua relação com
a igre-a? ele continuou: 92>s dois %ramos crentes e memEros da igre-a? de forma Bue nos
arrepend@amos imediatamente? nos aEst@nhamos durante algum tempo? depois ced@amos novamente K
tentação. 2ão t@nhamos apoio interior. (onhec@amos toda a %tica: os Dez 0andamentos? os DdeveresD?
mas isso não era suficiente para nos manter fora da cama. Om sermão ocasional contra a imoralidade
s> parecia nos fazer mergulhar ainda mais profundamente em autocondenação e sentimento de culpa.
2ão havia a-uda externaC não Bue ela fosse ou seria re-eitada? mas não se manifestava. 2enhum dos
adultos parecia perceEer as lutas Bue est!vamos tendo. .alvez eles se tivessem esBuecido de seu
pr>prio passado ou haviam atravessado a sua adolesc=ncia com as suas gl6ndulas desa-ustadas.9
A casamento aconteceu na semana ap>s a colação de grau? e poucas semanas depois Douglas
entrou no semin!rio evang%lico? em 2eS Tork. A casamento foi a culminação de Buatro anos de
noivado? e a realização de um lindo sonho de allI. 0as foi uma decisão? para Douglas? Bue
significava o cumprimento de um dever. 9(omecei a perceEer Bue estava me casando com ela por
causa de um profundo senso de honra colocado em minha vida por meus pais. $u saEia Bue? de certa
forma? havia desonrado essa mulher? eu a havia deflorado? e agora devia casar4me com ela. $mEora
estivesse apaixonado por ela? adentramos o casamento com essa maneira de entend=4lo? e ele nunca?
aEsolutamente? foi para mim uma experi=ncia muito profunda. (ontudo? %ramos um casal Bue gostava
de diversão? e fizemos muitas coisas divertidas -untos.9
allI acrescenta: 90as para mim foi um grande sentimento de paixão? Bue continuava desde o
gin!sio. $u tinha a minha paixão e o meu amor todos ligados em um pacote? e estava emocionada por
ser esposa de Douglas? e estava esperando ter filhos.9
2o semin!rio? o ritmo não diminuiu. $mpregos noturnos? para sustentar a fam@lia? duas crianças
para criar e muita atividade religiosa. $mEora Douglas estivesse estudando para ser pastor e
profundamente envolvido nos neg>cios da igre-a? classes da $scola P@Elica Dominical? atividades do
semin!rio? segundo ele disse? 9não havia em mim nenhuma sensação de intimidade com (risto? do
$sp@rito anto realmente atuando dentro de minha vida9. +uando perguntei se ele perceEia o v!cuo
espiritual? ele exclamou: 9Ah? não: .odas as outras pessoas estavam agindo da mesma forma? de modo
Bue est!vamos todos envolvidos com serviço cristão muito Eom. De fato? se KBuela %poca me tivesse
perguntado? estou certo Bue eu lhe teria dito Bue me sentia realizado em todos os sentidos. 0as o Bue
pens!vamos Bue era a nuvem da unção de Deus soEre n>s era? provavelmente? nada mais do Bue a
poeira de nossa pr>pria atividade.9
2este ponto? o casamento deles era t@pico do da maioria dos casais de estudantes. $les se
aconchegavam e se aEraçavam muito? lutando para encontrar o seu caminho. 2enhum dos pais de
amEos havia estaEelecido ou modelado um relacionamento afetuoso? Bue servisse de exemplo para
eles. $les estavam aprendendo um do outro? e amEos concordam Bue foi 9dif@cil9. allI diz Bue tinha
muitas necessidades emocionais? era muito ciumenta e se agarrava a Douglas? procurando segurança.
#mEos estavam em um n@vel espiritual superficial. #o redor deles havia se formado uma concha? a
concha de seus primeiros anos -untos? e 9n>s soErevivemos devido K experi=ncia f@sica do amor? a
emoção dos filhos? a excitação de estar entrando no minist%rio9.
92ão oEstante? o nosso casamento naBuela %poca era Eem corriBueiro9? lemEra Douglas? 9as
minhas amEiçMes estavam nada mais do Bue dormentes. $stava crescendo em mim um dese-o
impulsivo de sucesso e poder. A meu Znico alvo era suEir ao topo da escada eclesi!stica? tornar4me
pastor de uma grande igre-a? a maior do pa@s? e tamE%m tornar4me presidente de nossa grande
Denominação. 3sso? para mim? seria o sumo do sucesso.9
.udo parecia estar caindo em seus devidos lugares. *arecia Bue Deus estava sorrindo para eles?
e seguindo o plano deles. A primeiro convite Bue ele receEeu? logo Bue sa@ram do semin!rio? foi de
uma igre-a Eem grande? como pastor ad-unto. As m>veis deles nem seBuer haviam sido arrumados
direito ainda? na casa pastoral? Buando a trag%dia se aEateu < não soEre eles? mas soEre o pastor
principal. $le teve um s%rio ataBue card@aco? e foi removido? tornando4se incapacitado. *assara4se
apenas um m=s? e -! esse agressivo graduado do semin!rio estava sendo catapultado para a posição de
pastor titular? na idade de vinte e seis anos.
entar4se detr!s da escrivaninha de pastor titular era uma coisa ineEriante para esse -ovem
pregador. $le tinha poder? proemin=ncia e controleC as pessoas estavam se convertendo? a igre-a
crescia? mas ele era como um marinheiro novo ao leme de um navio de guerra. +uando se lhe
perguntava se ele era capaz de fazer aBuele traEalho? ele confiantemente repetia o chavão? Bue parecia
espiritual: 9Deus e eu podemos fazer BualBuer coisa -untos.9 0as era uma -act6ncia oca de um homem
oco. $nsoEerEecido com o pensamento de Bue estava no caminho do sucesso? ele começou a fazer
manoEras para aErir caminho atrav%s dos canais de influ=ncia e poder na comunidade. $nBuanto
gozava da alegre companhia dos executivos e l@deres profissionais da cidade na #ssociação (ristã de
0oços? no RotarI? no Lions e no (luEe local? o seu casamento mantinha4se coeso apenas pela
atividade estonteante Bue havia ao redor deles. 9$u estava faminto de poder. +ueria ser rei. +ueria ser
presidente de todas as organizaçMes.9 allI estava envolvida com os filhos < tinha chegado outro < e
não entendia a necessidade de Douglas de ser louvado? ou sua luta com um vazio interior crescente. #s
palavras dele são reveladoras: 9A anseio por amor Bue eu sentia no fundo do coração era Buase caniEal
< procurando devorar BualBuer pessoa ao meu redor Bue parecesse disposta a ser consumida.9 allI
não entendia isso. $m vez de se aproximarem? para oEterem apoio e compreensão? tendo em vista seu
casamento? cada um deles tinha o seu pro-eto: ele? a igre-a? ela? os filhos. #s suas necessidades
pessoais continuaram? sem serem reconhecidas ou satisfeitas. Om v!cuo. Om amEiente perfeito para
um 9caso9.
#t% para um pastor.
$ isso não % surpresa. As pastores não são menos suscept@veis ao impulso sexual e K paixão do
Bue BualBuer outra pessoa. e diferença existe? eles são mais suscept@veis. $les estão expostos a todo
tipo de doença emocional e espiritual. #s pessoas Bue os procuram? pedindo a-uda? estão Euscando
amor e simpatia. #lgu%m Bue cuide delas. +ualBuer pastor? com apenas um toBue de compaixão? não
pode deixar de se identificar e sentir com o seu povo Bue sofre. 2ão s> os pastores? mas BualBuer
pessoa Bue est! em uma profissão destinada a a-udar as pessoas enfrenta as mesmas tentaçMes. U!
anos? um pastor contou4me como o seu aconselhamento a uma mulher -ovem? em sua igre-a? tornou4se
a sua ru@na. $nBuanto ela chorava l!grimas de alegria? ele a confortou e a aEraçou. Dois corpos
Buentes se tocaram e se fundiram -untos. A fus@vel foi ligado. Logo aconteceu a explosão inevit!vel.
Foi assim Bue começou o primeiro 9caso9 de Douglas. Om Eei-o inocente de uma garota
agradecida pela oEra de Deus em sua vida. # motivação dela era pura? mas um fus@vel foi ligado? Bue
provocou uma reação em cadeia? e? emEora ela e seu -ovem pastor fossem amEos inocentes... Eem?
deixemos Bue Douglas conte o caso.
9A pensamento de imoralidade com BualBuer uma das senhoras de minha igre-a -amais havia
entrado em minha caEeça. $u achava Bue estava imune a isso. $ então? certa noite? Eatizei uma -ovem
Bue havia sido uma verdadeira prostituta? mas Bue então aceitara a (risto. Depois daBuele culto
vespertino de Eatismo? ela vestiu4se e voltou ao meu gaEinete para me agradecer. A caEelo dela ainda
estava Zmido da !gua do Eatismo. *ara minha surpresa? ela lançou os Eraços ao meu redor e estalou
um Eei-o na minha Eoca? e disse: D2em sei dizer como me sinto maravilhosa e purificada? agora.D
#Builo? provavelmente? fora uma esp%cie de expressão muito natural para ela < Eem meiga. Foi tudo
tão espont6neo? e? estou certo? tão puro. Da parte dela não havia nenhum prop>sito oculto? mas uns
sinos começaram a tanger dentro de mim? e isso aEriu toda sorte de dese-os. # lemErança daBuele
Eei-o ficou comigo durante v!rios dias. $u lemErei o seu saEor e o revivi muitas vezes? e comecei a
sentir Bue estava no limiar de uma nova aventura < não procurando algo? mas certamente aEerto para
uma aventura.9
$ssa armadilha sat6nica fora colocada? e ele sentira o cheiro da isca. V! era tarde para seguir o
conselho de Vohn DrIden: 9N melhor recusar a isca do Bue deEater4se no laço.9 $? um m=s mais tarde?
apresentou4se a oportunidade para satisfazer o dese-o. e a tentação est! esperando K porta? o DiaEo
tomar! provid=ncias para Bue algu%m este-a ali para aErir a porta depressa. $ essa porta aEerta sempre
parece tão natural? tão coerente? tão predestinada.
$ram Buatro horas da tarde? Buando a porta foi escancarada? aEerta por um 9amigo do peito9.
9$u me lemEro muito Eem como entrei no hospital para visitar a esposa de um de nossos melhores
amigos. Jiv@amos a poucos BuarteirMes de dist6ncia? hav@amos passado as f%rias -untos? algumas
vezes? %ramos ativos na mesma igre-a? e a esposa era especialmente uma @ntima amiga de allI. $las
faziam muitas coisas -untas? e tinham grande consideração uma pela outra. +uando eu estava me
preparando para sair? ela agarrou a minha mão e disse: DJoc= não saEe disso? mas isto est! no meu
coração h! dois anos. $u estou profundamente apaixonada por voc=. $u o amo de todo o coração.D
*uxa: Foi como uma festa de ão Voão. .udo começou a explodir dentro de mim e ao meu redor. A
meu coração começou a Eater? e as palmas de minhas mãos? a suar? e a minha Eoca ficou seca? os meus
olhos se dilataram. 0as eu saEoreei aBuelas primeiras sensaçMes emEaraçosas? e sa@ do hospital
pisando nas nuvens. A resto da tarde foi um Buadro psicod%lico? e eu estava de volta Ks sete da noite?
para ouvi4la dizer aBuilo de novo? Eei-!4la e aEraç!4la. 2>s amEos começamos a viver esperando o dia
em Bue ela tivesse alta e pud%ssemos Dmostrar o nosso amor um ao outroD.9
#Buela visita pastoral tornou4se um convite apaixonado Bue não p,de ser negado. Om impulso
irrefre!vel incendiou essa 9transa9 ardente por cerca de dois anos. Durante dois anos eles tinham os
seus sinais secretos na igre-a? os seus lugares secretos? onde deixar Eilhetes de amor? os seus encontros
secretos. #nsiando por poder? ele agora o tinha soEre outra pessoa? e isso era emocionante. D$ eu
comecei a ter as mesmas sensaçMes Bue tivera no gin!sio? Buando allI e eu começamos a ter as
nossas peBuenas intimidades. #Buelas palpitaçMes do coração agora voltavam? e eu disse para mim
mesmo: D$stou apaixonado.D9
# essa altura? achei Bue precisava perguntar: 9allI? onde estava voc=& A Bue estava
acontecendo l! Dna cozinhaD&9 allI continuou a hist>ria: 9Pem? eu souEe imediatamente Bue algo
estava errado? mas não estava certa do Bue era. uspeitei Bue houvesse algo entre Douglas e Voanne?
mas não saEia at% Bue ponto estava indo nem como lutar contra aBuilo. #s minhas intuiçMes estavam
captando sinais por toda parte? e as luzes vermelhas piscando. .entei afastar4me da fam@lia de Voanne
< não tivemos mais -antares -untos? não reunimos mais as duas fam@lias nem tivemos mais f%rias
-untos < mas Douglas insistia em Bue continu!ssemos considerando4os como amigos.
90as aconteceu algo de Eom9? continuou allI. 9$ssa situação derruEou Douglas do pedestal
em Bue eu o tinha colocado. $u havia pensado Bue ele não poderia fazer nada de erradoC era um
homem de Deus. 2a verdade? eu estava confiando mais nele do Bue confiava em Deus. #ssim? esse
proElema realmente me fez recuar? voltar para Deus? e o meu relacionamento com (risto começou a
aprofundar4se? e ele tornou4se mais real para mim.9
Durante dois anos as coisas continuaram? mas não como haviam sido antes? isso era imposs@vel.
#lgo tinha Bue ceder. A Bue % Bue acontece por detr!s das portas fechadas do coração e da mente do
pastor? Buando ele se torna hipnotizado pelas suas 9maçãs rouEadas9 e galvanizado pelo seu engano&
(omo % Bue um homem cavalga tr=s cavalos selvagens ao mesmo tempo e conserva o eBuil@Erio?
Buando eles começam a enveredar por direçMes diferentes& +uais são& (asamento? minist%rio e
infidelidade. As chineses t=m um prov%rEio: 9#Buele Bue sacrifica a sua consci=ncia K amEição
Bueima um Buadro para oEter as cinzas.9 A Bue estava acontecendo com esse Buadro tr@plice? Buando
as chamas da paixão e da amEição continuaram incontroladas& (omo um homem conserva a sua
sanidade mental? Buando essas forças de seu inferno interior convergem e concorrem&
# essa altura? o casamento estava em dificuldades. allI saEia ao certo Bue Douglas estava
dormindo com a sua amiga? e havia Erigas di!rias. #cusaçMes. #meaças. 9$m pZElico? Buando os
rumores a respeito do DcasoD começaram a vazar? eu defendi Douglas. $u não estava disposta a permitir
Bue os outros -ogassem pedras nele. $u achava Bue era algo Bue n>s precis!vamos discutir por detr!s
de portas fechadas. $u chegava at% a negar o fato diante do povo da igre-a? enBuanto Erigava com ele
constantemente a respeito? em particular. (hegamos K agressão f@sica? algumas vezes? Buando ameacei
contar para todo mundo? e aEandon!4lo. #s crianças tornaram4se as minhas armas contra ele? e? para
chamar a sua atenção? eu dizia a elas? na presença dele: De voc=s souEessem Buem % seu paiD? ou: Deu
pai %...D 0as ele somente ficava ainda mais furioso. # minha atitude era aE-eta? mas eu estava me
deEatendo de dor? de toda forma Bue conseguia.
9#l%m do mais? eu estava sempre Buestionando a conversão dele. $u não entendia como ele
podia estar envolvido com outra mulher? e ainda ter Eoas relaçMes com Deus. $ não havia ningu%m a
Buem eu pudesse recorrer. 0uitas vezes senti Bue estava levando essa carga sozinha. $u me sentia
humilhada? ferida? re-eitada. 0as nunca houve o pensamento ou a ameaça de me divorciar. 2>s
hav@amos selado isso Buando hav@amos nos casado? de forma Bue eu nunca desisti. (ertamente
Douglas estava deixando Deus de lado? deixando4me de lado? mas eu saEia Bue Deus o faria voltar K
razão? emEora o processo fosse doloroso? penoso. $u cria de todo o coração Bue? enBuanto eu fosse
oEediente a Deus? ele cuidaria de meu marido.
9*rovavelmente? o senhor pode estar tendo interrogaçMes a respeito de nossa vida sexual.
$mEora eu usasse tudo contra ele? nunca recusei4lhe o sexo. exualmente? eu procurava satisfazer
todas as necessidades dele? e isso foi uma Dt!Eua de salvaçãoD. Raciocinei Bue? -! Bue ele estava indo a
outros lugares para se satisfazer? se eu o pudesse satisfazer em casa? afast!4lo4ia desses outros lugares.
0uitas vezes eu chegava a ranger os dentes? mas saEia Bue seria errado se eu me negasse a ele.
#crescentar erro ao erro dele não a-udaria. Dois erros não perfazem uma coisa certa.9
+ual era a reação de Douglas a isso& 9allI est! certa. $mEora ela souEesse Bue eu estivera com
outra mulher naBuela manhã? ela nunca se negou a fazer sexo naBuela noite. *enso Bue? se ela se
negasse? me teria feito sair de casa. 0as disse Bue isso era proElema meu? não dela? e ela estava ali
para se dar a mim. .udo o Bue tenho? devo a ela.9
0as o Bue estava acontecendo com a consci=ncia de Douglas& 9N claro Bue todo homem Bue
comete adult%rio tamE%m mente. #mEos os pecados vice-am lado a lado. 2o ato de mentir? o
processamento começou a ser muito r!pido. $u precisava manipul!4la? suE-ug!4la. Diante das
acusaçMes de allI? eu dizia: DJoc= est! imaginando coisas. U! algo errado com voc=. *essoas normais
não são ciumentas assim.D $u tentava convenc=4la de Bue ela estava deseBuiliErada emocionalmente.
+ue? na verdade? ela estava louca.
9$ havia aBuele terr@vel conflito interior. $u achava Bue amava amEas. #lgumas vezes? durante
a noite? eu sonhava. A Bue aconteceria se eu tivesse Bue escolher uma das duas& #s duas estão no
carro? o carro pegou fogo? e eu posso tirar s> uma delas. +ual delas vou escolher& #h? se minha esposa
morresse: $mEora eu não expressasse esse dese-o audivelmente? esse dese-o de morte tornou4se tão
forte Bue foi transferido espiritualmente para allI. $ ela começou a dese-ar morrer. $u literalmente
colocara esse dese-o no esp@rito dela. 3ntuitivamente. A pecado sempre acaEa em morte? propriamente
dita? ou em se dese-!4la. $le começa como uma coisa peBuena? uma Erincadeira? mas termina com
voc= tendo realmente a vontade de Bue a sua esposa morra.9
$ o minist%rio de Douglas& er! Bue ele tinha proElema em pecar s!Eado K noite e pregar o
evangelho no domingo de manhã& Autro pastor Bue conheço tornou4se mais legalista e reprovador? em
suas pregaçMes? para afastar as atençMes de seus pr>prios pecados. Douglas respondeu: 9.ornei4me
endurecido. # oEsessão impulsiva dentro de mim era continuar aBuele DcasoD? não importava como? e
eu nunca parei para analisar as coisas loucas? estZpidas? Bue eu estava fazendo. 2ão havia nenhuma
luta semanal antes de suEir ao pZlpito? pensando como eu podia fazer aBuilo. $u estava totalmente
cego. Uavia tanta cegueira e engano Bue eu conseguia -ustificar o Bue estava fazendo. De fato? eu
pregava melhor Buando tinha estado com Voanne na noite de s!Eado. 0as eu restringia a minha
pregação. $u não diria? do pZlpito? Bue o adult%rio % pecado. $u rodeava o assunto. $u tinha muito
cuidado? ao atacar os mentirosos. .udo soava correto? mas eu chegava at% a Eeira e voltava atr!s? para
não chegar a condenar a mim mesmo no processo. 0as ningu%m -amais podia dizer Bue eu não estava
sendo E@Elico.
9$ as pessoas estavam sendo salvas. (asamentos sendo restaurados. $u ainda fico perplexo com
isto? porBue os meus estudos teol>gicos diziam Bue Deus não pode usar pessoas nessas condiçMes. $ a
minha l>gica diz Bue não h! maneira de se colocar essas duas coisas -untas. 0as eu era como aBueles
leMes de pedra? com !gua saindo de suas Eocas. A poder de Deus estava operando atrav%s de mim? mas
não estava operando em mim.9
0as o tempo de Deus finalmente chegou? pelo menos o começo dele. # estrat%gia dele com
cada pessoa % diferente? mas os princ@pios são os mesmos. Om por um? ele remove as escoras? e nos
deixa expostos? at% Bue possa oEter a nossa atenção. #lgumas vezes % uma aEordagem direta?
soErepu-ante. Autras vezes? começa com uma poEreza interior. 0as ele est! decidido a completar a
oEra Bue começou em n>s? não importa Buantos oEst!culos o nosso orgulho coloBue no caminho. $le
nos levar! de volta ao caminho real? não importa Buantos coelhos este-amos caçando. # sua pr>pria
maneira e no seu tempo certo? ele pMe os desprez@veis para fora do c%u.
(om Douglas começou durante os feriados de 2atal e #no4novo. $le havia mandado a fam@lia
pass!4los com os parentes no $stado de 0ichigan? e decidira passar a melhor parte da semana sozinho
na casa pastoral. 92a v%spera do #no4novo? eu me lemEro Bue me sentei em casa sozinho? ningu%m
mais estava na casa? e? a-oelhando4me ao lado de uma cadeira? comecei a chorar. em saEer por Bu=.
$u nunca tivera uma explosão emocional como aBuela. Repentinamente senti Bue estava vazio por
dentro? e não o havia perceEido. $u não saEia mais como orar. LemEro4me de ter ficado sentado ali?
tentando orar por allI? as crianças e Voanne? mas nada sa@a. Deus ausentara4se. $ra a primeira
experi=ncia Bue eu tinha de meu tremendo vazio espiritual. # Znica coisa Bue conseguia fazer era
apenas chorar? soluçar e dizer: DA Bue h! de errado comigo&D $: D\ Deus? a-uda4me:D $u não estava
disposto a dizer especificamente: DRemove isto de mim.D $u não conseguia pedir isso. .udo o Bue
podia dizer era: D#-uda4me.D
92o m=s seguinte? perceEi Bue tudo estava se despedaçando dentro de mim. De fato? comecei a
duvidar Bue conseguisse continuar no minist%rio. # convicção de pecado começou a aumentar <
profunda convicção de Bue eu era uma fraude e Bue a situação ao meu redor estava se deteriorando. #
minha amante estava começando a fazer exig=ncias inusitadas? Bue eu não podia cumprir. $la me
telefonava? para saEer se eu fizera sexo com minha esposa na noite anterior. $u não podia suportar
isso. $ra um ciZme extremo. $la Bueria tudo de mim? o Bue %? sem dZvida? a inclinação natural da
mulher. $u podia suportar uma esposa e uma amante? mas não podia suportar duas esposas. 3sto estava
muito al%m de minhas forças? e eu estava sendo esmagado no meio da situação.
92a manhã do domingo seguinte havia culto. Fui para o templo Eem cedo? cerca de sete e meia?
para repassar o meu sermão e me preparar para os cultos daBuele dia. #o entrar no santu!rio? ouvi o
>rgão e me assentei no Zltimo Eanco. 2ossa organista? uma moça solteira de cerca de vinte e sete anos?
estava praticando as mZsicas para o culto matutino. 2ão havia ningu%m mais no templo. #o ouvir a
mZsica? comecei a chorar novamente? incontrolavelmente. +uando me levantei e fui descendo pelo
corredor? ela notou Bue eu estava realmente perturEado? e me disse: DA Bue % Bue eu posso fazer& ei
Bue algo est! errado.D De repente perceEi Bue ela saEia Bue eu estava arrasado? e? provavelmente? saEia
a razão. (omecei a sentir Bue talvez muitas outras pessoas tamE%m o souEessem.
9$la foi comigo ao meu gaEinete e? antes de o perceEer? eu? por assim dizer? vomitei para ela o
Bue não dissera para ningu%m mais. $ solucei: D$sta coisa com Voanne est! me matando.D Dim? eu seiD?
disse ela? demonstrando simpatia. De repente eu me descoEri nos Eraços dela? e ela estava me
acalmando e acariciando e dizendo: D$u compreendo.D $? daBuele momento em diante? o caso com
Voanne acaEou. #Buele epis>dio terminou com tudo. $u nunca mais voltei para ela. enti? em minha
mente? Bue fora liEertado daBuele laço? e transferi tudo para a organista. .irei dali e coloBuei aBui.
(aso nZmero dois.9
9(iZme % o inferno do amante in-uriado9? escreveu Vohn 0ilton < 9e cruel como a sepultura9?
acrescenta alomão. Voanne? agora repudiada? decidiu Bue? se ela não conseguia ter o pastor para si?
nenhuma outra mulher o teria. A telefone de allI começou a tocar o dia inteiro: chamados an,nimos
v!rias vezes por dia: 9(om Buem o seu marido est! fazendo sexo esta noite&9 #s crianças receEiam
telefonemas de uma voz de mulher disfarçada? Bue dizia: 9Joc= saEe com Buem o seu pai est!
dormindo&9
$m minha entrevista com Douglas? agora um maduro homem de Deus? notei v!rias vezes Bue
ele soEressaltou4se? incredulamente? ao perceEer o Buanto fora estZpido? louco. $u não pude deixar de
perguntar: 9+uais são os elementos desses casos& A Bue voc= acha Bue essas mulheres lhe deram? Bue
a sua esposa não lhe propiciava em casa& Riso? surpresas? presentes? apreciação? edificação de seu
ego&9
9#llan? eu não sei. $u -! pensei nisso. # minha esposa me amava muito? e % claro Bue essas duas
mulheres diziam Bue elas tamE%m me amavam. *enso Bue era a emoção de experi=ncias diferentes.9
9(omo maçãs rouEadas&9
9im? estou certo de Bue eram maçãs rouEadas. # grama do vizinho parece ser mais verde. #
coisa proiEida. +uando era menino? eu costumava esconder4me atr!s da casa para fumar? porBue os
meus pais não Bueriam Bue eu fumasse. $ eu achava Bue era errado fumar na presença deles. As meus
pais? piedosos como eram? estaEeleceram padrMes muito elevados para mim. N por isso Bue nunca
pensei em div>rcio. $u podia mentir? enganar? cometer adult%rio? mas não podia pensar em div>rcio?
porBue o div>rcio % contra a vontade de Deus. # minha estrutura moral e %tica era uma superestrutura.
$u não estava emEutido nela < era um estranho nela? de forma Bue estava constantemente tentando
aErir caminho para sair daBuela prisão. > muito mais tarde a moralidade tornou4se parte integrante de
mim.9
0as os esforços ciumentos de Voanne estavam começando a fazer efeito. #s suas acusaçMes
tornaram4se cada vez mais pZElicas? at% Bue exerceu4se uma pressão crescente do povo? começando a
dizer Bue o pastor e a organista estavam tendo um 9caso9. 0as ningu%m podia provar nada. *or
enBuanto.
(onfiantemente? mas estupidamente? Douglas estava agindo com essa moça como agira com
Voanne. A mesmo padrão de Eilhetinhos de amor? nos mesmos lugares. 0as um Eilhete? com os
dizeres: 9$u te amo9? deixado soEre o teclado do >rgão? nunca chegou Ks mãos da organista. #caEou
nas mãos de um di!cono. $vid=ncia 9preto no Eranco9. As cães de caça do c%u haviam alcançado o seu
fugitivo.
As di!conos exigiram uma renZncia imediata. 3ncapaz de manipular a estrutura pol@tica da igre-a
ainda mais? Douglas estava numa armadilha. Duas vezes antes? ele havia conseguido enganar o
conselho da igre-a? e oEtido um voto de confiança. air voluntariamente teria sido uma admissão da
culpa. .eria significado tamE%m deixar para tr!s um relacionamento em Bue ele se revelara com o
mesmo grau de intensidade Bue um alco>latra se apega K sua garrafa. #gora ele estava sendo
completamente desmascarado. #s suas entranhas estavam se agitando violentamente. Desesperada4
mente? ele tentou mostrar uma fachada de falsa confiança. *or%m ela começou a se desfazer Buando
lhe pediram para sair da reunião e esperar do lado de fora? enBuanto eles discutiam o assunto.
9$m vez de pelo menos simular uma sa@da tranBLila? eu me assustei. Fugi. .ropecei pelo
santu!rio escuro? e me a-oelhei? chorando de medo e confusão. De volta K sala de reunião? os homens
estavam decidindo o meu destino. 2a sala ao lado? havia um peBueno escrit>rio. .elefonei para allI:
DJenha me Euscar. 2ão posso agLentar mais isto.D Desliguei e? com tal vergonha Bue Buase me levou a
um estado de choBue? encarei a hediondez de tudo aBuilo? e fugi a esmo? por um lance de escadas
iluminado apenas pela luz vermelha das letras Bue diziam: Da@daD.
9allI me encontrou? o pastor do reEanho? encurvado? em posição fetal? em um corredor do
porão? amontoado contra a escadaria. Deria melhor para voc=? para as crianças? para esta igre-a? se eu
estivesse mortoD? solucei.
9$la me consolou. $la me acalmou. $la nunca perguntou os detalhes. 2ão havia necessidade.
$la me levou pela mão atrav%s dos corredores escuros da casa de Deus at% o nosso carro? estacionado
deEaixo da -anela iluminada da sala de confer=ncias. 2a %poca eu não o perceEi? mas aBueles homens
eram servos de Deus? enviados? pelo $sp@rito anto? para realizar a desagrad!vel tarefa de sacudir um
homem de Deus? at% Bue s> o Bue fosse inaEal!vel permanecesse.
92aBuela noite eu me encaminhei at% o -ardim de nossa Eela casa pastoral. De p% soE o c%u de
outono? olhei para os c%us e gritei: DLeva4me: Leva4me agora: Depressa:D $m um movimento
desesperado? agarrei a camisa e a puxei num repelão? aErindo4a ao peito? arrancando os EotMes
-untamente com a Eainha? expondo o meu peito nu aos c%us? aguardando o rel6mpago Bue eu esperava
Bue viesse e me aErisse ao meio? levando4me para o inferno < lugar ao Bual pertencia.
90as não houve o relampe-ar do raio? pois o fogo purificador -! começara a Bueimar. #l%m
disso? Deus não pune o pecado da maneira como n>s o punimos. Da mesma forma como os
fazendeiros? muitas vezes? Bueimam um pasto? para matar as ervas daninhas? de forma Bue a grama
nova possa Erotar? assim tamE%m o fogo consumidor de Deus Bueima a esc>ria? sem consumir o
pecador.9
eguiram4se a revelação dos fatos e a resignação. # igre-a lhes deu tr=s meses de sal!rio? tr=s
meses na casa pastoral? mas s> at% a sexta4feira seguinte para desocupar o gaEinete pastoral? com a
clara advert=ncia de Bue eles nunca mais seriam Eem4vindos KBuela igre-a? em BualBuer tempo. As
l@deres da igre-a mal souEeram como resolver a situação. #trav%s de todo o estado? toda a região? as
m!s l@nguas depressa levaram aBuelas tristes not@cias para pastores e l@deres denominacionais.
Douglas procurou desesperadamente os seus amigos? s> para descoErir Bue todos se afastavam
dele. $le era imundo? um leproso. 2oventa e duas cartas foram escritas para amigos influentes?
dizendo: 9$stou sem igre-a. *reciso de a-uda.9 > um se incomodou em responder. .alvez esses
homens souEessem o Bue Deus saEia < e? provavelmente? Douglas tamE%m < Bue ele não estava
pronto para outra igre-a. *ois? a despeito do BueErantamento? da re-eição e do fracasso? por dentro? na
verdade? ele ainda não estava diferente. > a etiBueta exterior havia mudado? na mesma garrafa vazia.
$le ainda era o magnificente manipulador? o mestre em controlar? o defensor de sua posição. $le ainda
estava procurando mane-ar as pessoas? ainda era mais um pol@tico do Bue um homem de Deus.
Oma igre-a peBuena? mas em crescimento? aEriu4se em Ahio < a Znica dispon@vel. 0as? a fim
de conseguir a igre-a? Douglas mentiu a respeito das razMes de sua exoneração. Depois de se mudarem?
allI dedicava4se Ks crianças em casa? enBuanto Douglas continuava os seus contatos com a organista?
agora em outro estado? pois ela tamE%m fora despedida simultaneamente com ele. Uavia
correspond=ncia? telefonemas? uma caixa postal particular? encontros clandestinos. Jiagens a outras
cidades? a serviço da igre-a? sempre inclu@am uma parada secreta? mas Bue não era secreta para allI.
$la tornara4se uma Eoa detetive? descoErindo os chamados nas contas de telefone? os Eilhetes e reciEos
de mot%is. 9.oda vez Bue ele sa@a para fazer uma viagem9? lemEra allI? 9eu saEia Bue ele ia ve4la. $u
o podia at% perceEer pela maneira como ele agia. 0uitas vezes eu disse a ele Bue podia suportar
melhor a verdade do Bue as suas mentiras. De BualBuer forma? eu iria descoErir? e isso era mais
doloroso do Bue se ele simplesmente me contasse a verdade logo do princ@pio.9
Logo rumores do passado começaram a se infiltrar at% Ahio < rumores de adult%rio? de
manipulação? de mentira. $ os sentimentos de Douglas& 9$u continuava a lutar? a arrostar
cora-osamente o ataBue violento e crescente de fatos Bue continuavam a se amontoar contra mim. #
velha ressaca exercia sucção contra as minhas entranhas? e eu sentia Bue estava para ser varrido de
volta para o mar.
9# crise explodiu certa manhã de domingo? Buando suEi ao pZlpito para pregar. 2o pZlpito
havia uma petição? para eu renunciar. $ra assinada por trezentas e cinBLenta pessoas? muitas das Buais
estavam assentadas sorridentes na congregação. Om grupo de homens havia contratado um detetive
particular e examinado o meu passado. A relat>rio do detetive < Buarenta e sete p!ginas de fatos
terrivelmente distorcidos < havia sido fotocopiado e distriEu@do a toda a congregação. As di!conos
exigiram Bue eu fosse suEmetido a um teste com o detector de mentiras. $mEora eu tivesse passado
nesse teste? isso não foi o suficiente. Fui despedido. 2ão tive escolha? a não ser esgueirar4me
envergonhado outra vez para casa? e aEraçar4me com minha esposa e filhos? enBuanto o fogo de Deus
continuava a sua oEra purificadora.9
Uavia um peBueno grupo de pessoas Bue deixou a igre-a com ele? ainda crendo nele? e eles
começaram a reunir4se como uma congregação peBuena? lutando para soEreviver? em uma lo-a.
Despo-ado de tudo o Bue? para conseguir? ele pisara soEre muitas pessoas < poder? controle?
reconhecimento < Douglas agora tinha tempo para pensar. (om trinta e cinco anos de idade? ele era
um homem arrasado? com sonhos arrasados e anos de fracasso atr!s dele e ao redor dele. Durante
meses ele havia flutuado com a mar%? açoitado por todas as circunst6ncias Bue se apresentaram. Jazio?
sem oE-etivos? mas de certa forma ainda determinado a aErir os seus pr>prios caminhos.
0as o começo de uma mudança de cento e oitenta graus foi uma reunião 9casual9 com um
estranho Bue se tornara seu amigo. $sse amigo lhe compartilhara uma profunda experi=ncia espiritual
< algumas das grandes coisas Bue Deus fizera por ele < e convidara Douglas a participar de uma
confer=ncia? com ele? em (hicago. (onfer=ncias eram coisas costumeiras para ele? mas aBuela devia
ser a experi=ncia de sua vida. .odos os seus outros encontros durante os Zltimos anos ele havia
preparado pessoalmente e procurado infatigavelmente. $ste encontro foi preparado por Deus. Douglas
não tinha id%ia do Bue o esperava? K sua fam@lia e ao seu futuro? Buando atravessou o vest@Eulo daBuele
hotel? e entrou no salão de convençMes? onde estava se realizando a confer=ncia.
endo um visitante? sem responsaEilidades determinadas naBuela reunião? Douglas ficou
oEservando o povo? enBuanto este entrava para as reuniMes. $le sentiu o seu deleite e excitação de tão4
somente estarem ali. Uavia reuniMes com diferentes oradores? o dia inteiro? para v!rios grupos: uma
refeição variegada de oportunidades espirituais de ensino? inspiração e comunhão. (ontatos pessoais?
no intervalo entre as reuniMes? K mesa de refeiçMes e nos corredores? fizeram Douglas entrar em
contato frontal com pessoas cu-as vidas haviam sido radicalmente e lindamente mudadas por Deus.
.udo isso começou a se focalizar em um vazio interior Bue estava no centro do ser de Douglas? Bue
havia sido cercado pela sua criação religiosa? seu treinamento? suas atividades. $sta sensação de vazio
s> aumentou a sua luta? enBuanto ele se assentou para assistir K Zltima reunião vespertina. em
nenhuma intenção de se envolver pessoalmente ou de responder ao apelo pZElico do orador de ir K
frente para orar? ele colocou a caEeça nas costas do assento Bue ficava K sua frente.
De repente? sem aviso pr%vio? ele começou a chorar incontrolavelmente < a chorar tanto Bue
com dificuldade conseguia respirar. $ra como se todas as represas interiores tivessem se rompido? e
ele estava sendo inundado de dentro para fora. entiu o Eraço de um amigo ao redor dele? e ouviu a
sua voz orando por ele. #t% essa hora? Douglas sempre se preocupara com a opinião pZElica? a sua
imagem pZElica. #nteriormente? as l!grimas eram derramadas em particular. 2ingu%m saEia? ningu%m
as via. #gora ele estava soluçando convulsivamente? com gente a toda sua volta. Fora posto a
descoEerto. 2ão era mais capaz de controlar ou manipular as suas emoçMes? visando aos seus pr>prios
interesses.
#Buela intensa agitação emocional colocou em posição diametralmente oposta o Znico ponto de
todo conflito de sua vida: o medo. 9$u saEia Bue? se eu me aErisse? Deus iria tirar de mim todas as
coisas Bue eu considerava preciosas? deixando4me K sua merc=? não agLentava lutar mais?
*ela primeira vez lia J0 h .
# luz fora acesa em meu aEismo negro.
9+uando voltei ao meu Buarto? no hotel? era meia4noite. # primeira coisa Bue dese-ei fazer foi
telefonar para allI? acord!4la e contar4lhe as Eoas4novas. $u disse: D$u precisava telefonar para voc= e
dizer4lhe como a amo do fundo do coração.D $ chorei novamente. Desta vez? uma esp%cie diferente de
l!grimas. Limpas. Refrescantes?9
+ual foi a reação de allI ao telefonema de Douglas? e Bue significado teve& em dZvida? ela
pensou Bue ele estava visitando a sua amante enBuanto assistia K confer=ncia. 9im? mas Buando ele
telefonou? chorando K meia4noite? para me dizer Bue me amava? perceEi Bue algo havia se rompido
dentro dele. $le nunca demonstrara emoçMes? como o choro? antes disso < pelo menos não em minha
presença. $ então? % claro Bue eu tamE%m comecei a chorar. $le nem conseguia explicar o Bue lhe
acontecera? mas o resto daBuela maravilhosa noite de vig@lia fiBuei pensando se esta finalmente não
seria a resposta Ks minhas oraçMes.9
2o dia seguinte? Douglas pegou um avião diretamente para casa? desta vez com um dese-o novo
e dominador: contar a allI toda a hist>ria < tudo a respeito de seu encontro com Deus e tudo acerca
de seus dois 9casos9. Deitados -untos na cama? ele começou uma confissão Bue durou a maior parte
daBuela noite de domingo. 9#Eri o coração acerca de tudo o Bue havia feito? tudo o Bue estava fazendo
e tudo o Bue havia plane-ado fazer nos pr>ximos dias < porBue eu tinha um encontro marcado no dia
seguinte em outra cidade. $xpus tudo. #s mentiras? o engano. #pesar de ela chorar? suportou4o
extremamente Eem. $la nunca exigiu detalhes? emEora eu estivesse preparado para lhe contar todos os
detalhes? tudo o Bue ela pedisse. Foi uma grande catarse? apesar de muito dolorosa para allI? e
especialmente dolorosa para mim.
9.odavia? pela primeira vez em minha vida? perceEi Bue? se as nossas vidas e o nosso casamento
deviam ser salvos? teria Bue ser atrav%s da sinceridade. # Znica maneira de eu o poder fazer era
desarmando4me e dando a ela o pino percussor da granada e dizendo: Degure4o. Joc= pode me
explodir a BualBuer momento? se Buiser? mas precisa saEer tudo a meu respeito.D .omei a decisão de
nunca mais deixar Bue algo se interpusesse entre nosso relacionamento Bue eu não pudesse
compartilhar com ela. Fosse o Bue fosse.9
*erdão: $sta palavra % linda e % f!cil pronunci!4la. 0as como % Bue voc= esBuece anos de
engano e devastação& $ste era D proElema de allI. # confissão de Douglas foi como o nascimento do
sol depois de sete anos de noite. (omo % Bue voc= se acostuma com a luz? Buando ela começa a revelar
algo a respeito de voc= mesmo& A perdão se completa em um momento? mas? e a cura? leva mais
tempo& A ato de perdoar restaura a confiança automaticamente& $ Bue dizer das cicatrizes&
Joltei4me para allI? sentada em uma cadeira ao meu lado? e notei a paz e a serenidade
expressas em sua fisionomia. $la era uma mulher encantadora? agora com Buase cinBLenta aros. 9N
claro Bue eu estava me regozi-ando9? comentou ela? pensativamente. 90as estava um pouco temerosa
ao mesmo tempo. #Builo iria durar& $u -! me sentira desapontada tantas vezes? Bue hesitava em me
permitir crer totalmente Bue todo aBuele pesadelo acaEara. $u não podia relaxar completamente. #
medida Bue o tempo passou? Deus começou a revelar4me as minhas atitudes de -ustiça pr>pria. $u
ainda estava -ulgando o meu marido de maneira cr@tica e sentindo pena de mim mesma? e comecei a
Buerer possu@4lo? control!4lo. e eu tão4somente pudesse agarr!4lo? não deix!4lo sair de minhas garras?
ele não cometeria mais erros. $ssa possessividade tamE%m me fez tentar modific!4lo? para Bue não
tiv%ssemos mais proElemas. Finalmente perceEi Bue? se Deus havia começado essa oEra nova em
Douglas? tamE%m s> ele poderia continu!4la e complet!4la. #ssim? reunindo toda a minha força de
vontade? entreguei4o totalmente a Deus < eu o liEerei. D$le % teu... $le realmente não pertence a mim.D
$ foi então Bue a verdadeira cura começou a acontecer.9
Do outro lado da sala estava DouglasC olhei para ele < agora? dificilmente se diria Bue era o
retrato do homem Bue acaEara de me descrever. (omo eu? com uns poucos Builos al%m do peso ideal?
ele tem uma fisionomia agrad!vel? com um sorriso f!cil? traços animados? mente r!pida. 9+ual foi o
ponto central de O#. experi=ncia&9 < perguntei. 9A Bue realmente surgiu da experi=ncia purificadora
e saneadora Bue voc= teve com Deus& (ertamente ela afetou as suas emoçMes? mas como ela mudou a
sua atitude? as suas açMes&9
# resposta dele foi clara? limpa. 9Fui levado em direção K verdade < verdade para com minha
esposa? verdade para com Deus. 3mediatamente depois daBuela experi=ncia decidi Bue passaria o resto
de minha vida sendo honesto. $u saEia o Bue o fingimento nos custara. *erdoe4me a expressão? mas
n>s dois hav@amos apanhado como o DiaEo. #ssim? ser honestos? na verdade? não nos custou nada. $
tamE%m uma nova apreciação por minha esposa começou a se desenvolver. *assei a v=4la soE uma
nova luz. $u não s> descoEri Bue ela % uma comigo em seu relacionamento com Deus? e igual a mim
em sua intelig=ncia e caracterização emocional? mas Bue em muitas !reas excede muito a mim no Bue
faço. $la algumas vezes ouve Deus muito melhor do Bue eu. .amE%m notei Bue dese-ava colocar o
meu Eraço ao redor dela em pZElico? e segurar a mão dela? o Bue não era meu costume. Oma outra
coisa: comecei a ver a diferença entre amor e paixão. As sentimentos Bue v=m da paixão? eu não posso
controlar. 0as posso controlar a maneira como expressarei esses sentimentos em açMes. *osso
controlar para Buem vou telefonar. *ara Buem vou escrever. *osso controlar Buem vou ver? Buando
vou ver essa pessoa e com Buem irei. #prendi Bue amor % um ato? e Bue preciso começar a traEalhar
nesse sentido < Bue os meus sentimentos devem ser colocados soE o controle de meus atos.9
Faz Buinze anos? agora? Bue o casamento de Douglas e allI ressuscitou dentre os mortos. # sua
casa espaçosa tornou4se uma Petel < uma casa de Deus < onde eles agora t=m um minist%rio Bue
tem alcançado outros casais atingidos pela fratura de um 9caso9 e Bue estão lutando com a dor Bue ele
causou. $les suportaram essa dor pessoalmente. $les a podem compreender? mostrar simpatia. $les
atravessaram o sofrimento excruciante causado pelas feridas auto4infligidas. #gora podem aconselhar
com compaixão e certeza. +uando tão4somente um casal pode descoErir? atrav%s deles? Bue h!
esperança e cura? eles sentem Bue a experi=ncia Bue sofreram não foi em vão.
$nBuanto os dois falavam com tanta sinceridade e franBueza a respeito de seus fracassos e da
restauração de seu casamento? o meu coração sentiu4se aBuecido e estimulado. Dese-ei Bue outros
casais proElem!ticos Bue conheço pudessem enfrentar os seus proElemas com tanto sucesso. Levantei4
me do sof! confort!vel? e preparei4me para ir emEora. # filha mais nova entrou < uma Eela -ovem de
dezenove anos. Om netinho veio engatinhando na direção deles. Autros netos? Bue vivem perto?
Erincavam no Buintal. $ra uma cena tranBLila. enti pena de ter de ir emEora? mas o meu avião não
iria esperar.
0as eu tinha mais uma pergunta para amEos. 9+ue liçMes profundas foram gravadas em suas
almas? com todos esses proElemas? e como % Bue voc=s tratam os ecos do passado&9
allI falou primeiro: 9#ntes de tudo? uma palavra acerca do perdão. N f!cil perdoar algu%m
Buando voc= realmente o ama. $sta foi a Znica razão por Bue consegui continuar perdoando Douglas
durante todos aBueles anos. *erdão não % apenas algo Bue voc= faz. N algo Bue voc= %. 2ão se constitui
de palavras Bue saem de minha Eoca? dizendo: D$u te perd,o.D N a maneira como uma pessoa vive. 2ão
deixando a vingança para uma hora mais prop@cia. N apagar completamente a lousa.
9$? tamE%m? o div>rcio nunca foi uma opção. Alhando para o passado? fico contente por
ningu%m ter aparecido? aconselhando4me a me divorciar. e eu tivesse sido maltratada fisicamente?
separação ou div>rcio poderiam ser necess!rios? para a minha proteção. $u sei Bue tinha todos os
direitos legais e morais de me divorciar? mas preferi permanecer com ele. Je-o toda a mensagem da
cruz nos chamando para permanecer no relacionamento matrimonial e morrer para o eu ali. De Bue
outra forma a vida nova -orrar! em seu c,n-uge? a não ser Bue voc= este-a disposta a DmorrerD&
9Finalmente? a cura não acontece da noite para o dia. 0as sempre começa com a veracidade <
por dolorosa Bue se-a. $la leva muito tempo? mas melhora cada dia. #s cicatrizes ainda estão l! dentro?
mas o tempo % um fator curador. $u me focalizo nas experi=ncias felizes de nossos anos recentes? em
vez de nas m!s recordaçMes do passado teneEroso. +uando um eco do passado repercute? agora
podemos enfrent!4lo -untos? com toda a franBueza. *or Bue creio Bue o casamento % para sempre? Deus
me capacitou a me firmar? e agora ele nos aEençoou al%m de nossa imaginação.9
Douglas concluiu: 9$stou convencido de Bue uma união m@stica realmente existe no casamento.
2>s nos tornamos um. 2ão somos mais duas pessoas vivendo na mesma casa? dois corpos dormindo
no mesmo leito. $m nossos esp@ritos aconteceu algo Bue nos tornou um. $sta unidade do casamento
tem como condição necess!ria o fato de cada c,n-uge ter total acesso a tudo Bue est! acontecendo no
outro. 3sto não significa dragar todo o passado? e revelar tudo o Bue aconteceu antes do casamento.
0as significa viver agora? em nosso relacionamento? com total franBueza. #conselho os casais da
forma Bue dese-aria Bue algu%m nos tivesse ensinado Buando começamos. Façam um contrato de Bue?
não importa como doa? voc=s dois compartilharão todos os sentimentos Bue tiverem. 2ão s> fatos? mas
tamE%m sentimentos? porBue os sentimentos são sempre as coisas Bue nos levam aos fatos. 2a
verdade? não somos respons!veis por nossos sentimentos? mas pela maneira como os expressamos e
colocamos em ação.
9allI e eu temos posto em pr!tica deliEeradamente este conceito da verdade. # coisa Bue
destr>i o casamento % a mentira. A adult%rio sozinho não destruir!? necessariamente? o casamentoC % a
mentira. Fomos capazes de resolver o proElema do adult%rio Buando o trouxemos K luz. .odo homem
tem defeitos e pecados. > Buando voc= o conserva no escuro % Bue o pecado cresce e se multiplica. e
ele não % trazido K luz? não h! esperança para ele. 2o começo? eu não Bueria traz=4lo K luz? porBue não
Bueria a-uda. #gora Buero a-uda. #ssim? se for tentado a pecar? Buero Bue a coisa se-a exposta
imediatamente e isto significa Bue preciso incluir minha esposa. *ertencemos a um grupo de mais
outros Buatro casais? com os Buais fizemos um contrato de compartilhar e apoiar uns aos outros.
9$ tamE%m? lemEre4se daBuele preceito Bue foi mencionado ligeiramente acima? a respeito de
amor e confiança. 0inha esposa o perceEeu antes de mim? porBue ela achava dif@cil confiar em mim.
2a verdade? não somos chamados para confiar uns nos outros. 2ão h! ningu%m em Buem se possa
confiar totalmente. .odas as pessoas são capazes de me decepcionar ou trair? e eu sou capaz de trair os
outros. omos chamados para confiar naBuele Bue nunca nos trair!? nunca nos decepcionar!. 0as
somos chamados tamE%m para amarmos uns aos outros. e o nosso relacionamento for Easeado na
confiança? então no momento em Bue essa confiança for tra@da? o relacionamento estar! destru@do.
#ssim? confio em Deus e amo minha esposa. $la confia em Deus e me ama. $? se ela me decepcionar?
vou continuar a am!4la de BualBuer forma? porBue % a isso Bue estou dedicado. A amor de allI
continuou a manifestar4se a mim? preenchendo a Erecha Bue eu constantemente criava? mediante o
meu adult%rio. $la estava sempre indo ao meu encontro.
# dist6ncia entre n>s continuou a mesma? porBue ela continuou iniciando? tendo a iniciativa de
me amar. A seu amor? Bue não me condenava? % a coisa Bue coEriu uma multidão de pecados.
9Deixe4me tamE%m acrescentar algo K palavra de allI a respeito do perdão. .emos a tend=ncia
de Buerer perdão instant6neo um do outro. > Deus pode propiciar isso. +uando digo K minha esposa
Bue o assunto acaEou? Buero Bue ela nunca mais o aEorde outra vez? por Bue acho Bue ela deve fazer
como Deus faz < apag!4lo para sempre da mem>ria dela. *or%m ela não % igual a Deus? $la opera na
dimensão do tempo? enBuanto Deus opera na dimensão da eternidade. DescoErimos Bue tempo e
paci=ncia são necess!rios para Bue o perdão amadureça em cada um de n>s? de forma Bue muitas vezes
precisamos esperar um pelo outro? enBuanto ele se desenvolve.
9Finalmente? sei Bue o fracasso não % nem fatal nem final. Deus % um Deus restaurador? Bue nos
levanta de onde estamos e nos propicia um novo começo. $u estava numa verdadeira fossa. *osso
dizer4lhe exatamente como ela %? como cheira mal e o Bue sai dela. ei o Bue os DcasosD fazem ao seu
c,n-uge e aos seus filhos? se voc= continua nesse caminho. 0as allI e eu somos testemunhos vivos
de Bue não importa o Buanto se-a teneErosa a situação em BualBuer casamento? no momento? ou
Buantas nuvens negras este-am pairando soEre voc= por causa de fracassos passados? Deus pode
perdoar completamente. As campos Bue foram consumidos pelos gafanhotos são restaurados com
Eelas colheitas.9
2essas circunst6ncias teneErosas? não conheço nada melhor do Bue esta certeza.
CAPÍTULO 8
Torne Seu Casamento In9ulnerá9el a 5Casos5
2ão h- salvaguarda melhor contra a infidelidade do que um casamento vital, interessante.
Dr. 2orman 0. LoEenz
$0 O0# viagem ao #laska? $velIn e eu ganhamos umas f%rias de uma semana? com todas as
despesas pagas? no faEuloso *arBue 2acional de 0onte 0c4YinleI. Joamos para o parBue em um
peBueno avião? soEre profundos vales entre montanhas? Eonitos lagos e entre picos magnificentes. +ue
cen!rio maravilhoso: $m seguida transferimo4nos para um ,niEus de turismo? para a viagem de cinco
horas atrav%s das montanhas? at% o remoto (amp Denali? com o nosso hospedeiro? RallI (ole.
(omo acontece Ks crianças? em sua primeira viagem K DisneIl6ndia? tudo para n>s era motivo
para admiração. $ra o para@so dos fot>grafos. Orsos pardos? cariEus? alces? ovelhas selvagens? p!ssaros
raros < vimos todos eles. $ o ponto culminante da #m%rica do 2orte? o 0onte 0cYinleI? era
espetacular? solene? ma-estoso? imponente:
0as? nessa viagem inesBuec@vel? havia tamE%m muitos sinais comuns? ao longo do caminho?
sinais de advert=ncia: (uidado com Rochas oltas. 2ão aia da $strada. 2ão #campar #Bui. $
tamE%m sinais indicadores: *arada *anor6mica de Descanso. $stação (ient@fica. 0onumento
Uist>rico.
A casamento % assim < uma viagem longa e memor!vel. $ ele torna4se mais significativo
Buando voc= presta Eem atenção aos sinais. $ mais seguro < seguro de um 9caso9 de infidelidade
con-ugal. *rimeiramente? ve-amos os sinais de advert=ncia.
2QA (A0*#R$ A 32(A0*#R[J$L
2ão h! dois casamentos iguais? de forma alguma. *ortanto? compar!4los % uma atitude negativa?
produzindo resultados negativos. e voc= comparar o seu casamento com muitos outros ao seu redor?
Bue estão se desmoronando ou são apenas concurso de resist=ncia? ficar! desanimado? sentir4se4! fora
de sincronismo com os tempos atuais. Au se tornar! complacente? pensando Bue não tem por Bue se
preocupar. e voc= se focalizar em casamentos Bue acha Bue realmente tiveram sucesso? voc= se
menosprezar!? ampliar! as suas pr>prias incapacidades e ir! desesperar. Joc= nunca poder! alcançar o
padrão.
# verdade % Bue não existe casamento4padrão. #s comparaçMes são como uma porta girat>ria?
Bue não leva a gente a lugar nenhum. Joc= fica dando voltas? e termina no mesmo lugar. Joc= s>
confirma a sua convicção de Bue seu casamento % de segunda classe? ou aumenta o seu temor de Bue
não conseguir! ter um casamento de primeira classe. $stas duas atitudes matam a iniciativa pessoal?
Bue % necess!ria para se oEter =xito no casamento. 2ão nos admiremos de a P@Elia dizer: 9As Bue se
comparam entre si não são s!Eios.9
A seu casamento % Znico < e? por isso? incompar!vel. Joc= não compara um JolksSagem com
um 0ercedes Penz? emEora amEos se-am autom>veis? e amEos possam levar voc= aonde voc= Buiser
ir. .udo a respeito desses dois carros % diferente? emEora amEos tenham as mesmas peças essenciais e
operem segundo o mesmo princ@pio E!sico. #s personalidades e temperamentos dos c,n-uges? as
caracter@sticas herdadas das fam@lias? as oportunidades? a instrução e a experi=ncia < tudo isso difere
amplamente em cada situação. N f!cil imaginar Bue outros casamentos são muito melhores do Bue o
seu? mas? na verdade? voc= não saEe a verdadeira situação do casamento de ningu%m. # comparação
de seu casamento com o de BualBuer outra pessoa -amais pode ser v!lida ou positiva. #s sementes do
sucesso no casamento -! se encontram em seu casamento. Joc= precisa reg!4las e fertiliz!4las.
A seu c,n-uge % especial. Joc= não precisa de um outro c,n-uge. $ntre voc=s? amEos t=m os
recursos para edificar i.m grande relacionamento? se realmente estiverem empenhados nisso. 2ingu%m
mais tem o mesmo potencial Bue voc=s t=m < a comEinação especial de forças e doçura Bue Deus
lhes deu. .odos os elementos para um casamento Bue satisfaça -! estão a@? se voc= Buiser us!4los. Joc=
não precisa de um novo emprego? uma nova amante? l! fora? ou de uma cirurgia pl!stica. .udo est!
Eem ao seu alcance? se cada um de voc=s dois assumir uma nova atitude. $ssas riBuezas estão ao seu
alcance. 0as voc= precisa procur!4las e continuar procurando.
3sto não ser! f!cil. 2enhum casamento maravilhoso acontece automaticamente. .udo o Bue tem
valor vale o esforço Bue se faz para alcanç!4lo. e voc= est! tendo dificuldades? a tend=ncia %
focalizar4se nos proElemas? e não em encontrar soluçMes. # situação exige coragem? Eem como
persist=ncia? determinação e dedicação. #o inv%s de comparar o seu casamento com outros? compare4o
com o potencial Bue Deus deu a voc=s dois e com os eternos princ@pios de Deus? Bue funcionam.
$sBuecemo4nos? Buando dizemos Bue a grama do vizinho % mais verde? Bue ela precisa ser aparada?
fertilizada e regada? da mesma forma como a. de nosso -ardim. As esforços para cultivar o seu
gramado darão resultados mais recompensadores e permanentes do Bue a excitação passageira de
escapar para uma aventura.
2ão olhe para fora? para ver o Bue os outros estão fazendo. #proveite BualBuer id%ia pr!tica Bue
voc= puder? provinda de fontes confi!veis? e apliBue4a criativamente ao seu relacionamento. (opie
todas as Eoas id%ias Bue puder? e faça experi=ncias com elas. *ratiBue4as. (opie? mas não compare.
Alhe para dentro. Joc= est!? agora mesmo? pisando em sua mina de ouro < a sua -azida de diamantes.
Russell (onSell conta uma hist>ria incompar!vel:
$ra uma vez um idoso persa Bue se chamava #li Uafed. $le era possuidor de uma grande
fazenda? pomar? campos de cereais? hortas. Fizera muitos investimentos? e estava rico e contente. Om
dia receEeu a visita de um velho sacerdote Eudista? um homem de elevada estirpe. $les se assentaram
perto do fogo? e o sacerdote contou4lhe a minuciosa hist>ria da criação. $ concluiu dizendo Bue os
diamantes eram as pedras preciosas mais raras e valiosas Bue haviam sido criadas? 9gotas congeladas
de luz solar9? e? se #li tivesse diamantes? ele poderia oEter o Bue Buisesse para si e para a sua fam@lia.
#li Uafed começou a sonhar com diamantes < acerca de Buanto eles valiam. $ tornou4se poEre.
$le não perdera nada? mas sentia4se poEre? porBue tornou4se confuso e descontente porBue temia Bue
fosse poEre. $le disse: 9+uero uma mina de diamantes9? e ficava acordado durante a noite.
(erta manhã? ele decidiu vender a sua fazenda e tudo o Bue tinha? e via-ar pelo mundo? em
Eusca de diamantes. Vuntou o dinheiro Bue tinha? deixou a fam@lia aos cuidados de um vizinho? e
começou a sua Eusca. Jia-ou pela *alestina e pela $uropa extensivamente? e nada encontrou. *or fim?
depois Bue o seu dinheiro -! fora todo gasto e ele estava em farrapos? em mis%ria e poEreza? chegou a
uma praia em Parcelona? $spanha. Oma grande onda veio BueErando? e esse homem poEre?
desanimado? sofrendo? Buase moriEundo? não p,de resistir K terr@vel tentação de se lançar nessa onda
tremenda. $ afundou? para nunca mais emergir.
A homem Bue comprou a fazenda de #li Uafed? certo dia levou o seu camelo para o regato Bue
havia em sua horta. +uando o camelo colocou o focinho naBuele riEeiro raso? o novo propriet!rio
notou um Erilho curioso de luz? Bue provinha de uma pedra nas areias Erancas da torrente. #o
esgravatar com os dedos a areia? ele encontrou um monte das mais Eelas pedras preciosas: diamantes.
$sta foi a descoEerta da mais magn@fica mina de diamantes na hist>ria da humanidade: a Holconda. As
maiores diamantes Bue enfeitam as coroas reais do mundo vieram dessa mina.
/
As diamantes de #li Uafed estavam deEaixo de seus pr>prios p%s? mas ele não o perceEeu.
As diamantes de seu casamento estão em seu Buintal. 2ão os deixe passar desperceEidos. 2ão
os menospreze. Harimpe os.
2QA #R0$ # O# *Ri*R3# #R0#D3LU#
0uitos 9casos9 são o resultado da Bueda nas armadilhas auto4armadas? com iscas para si
pr>prio. Pisonhamente passamos graxa em nossos pr>prios escorregadores? e? inconscientemente?
fazemos as coisas Bue nos preparam para cair.
(onsidere primeiramente os seus amigos OasP. 2uma sociedade em Bue o flerte % a norma? e a
infidelidade? comportamento aceito? voc= precisa escolher e cultivar as amizades com muito cuidado.
As amigos Bue tratam levianamente a infidelidade con-ugal ou Bue contam piadas sugestivas e
hist>rias picantes são? na verdade? inimigos de seu casamento. $vite4os. Jisto Bue muitos 9casos9
acontecem entre amigos @ntimos < casais Bue tiveram muita amizade < uma conversa desEragada a
respeito de sexo derruEa os muros protetores? espicaça a curiosidade e suscita fantasias. +uanto mais
franca e aproximada for a amizade? mais necess!rio % manter a conversa em alto n@vel. 0uitas
mulheres se defrontaram com a trag%dia dupla da infidelidade de seu marido com a sua melhor amiga.
em Buerer Eancar o 9santo9? voc= sempre pode encontrar maneiras de fazer os seus amigos
perceEeram Bue voc= considera Bue a infidelidade % algo muito s%rio. $? induEitavelmente? com açMes
positivas? precisa confirmar o seu ponto de vista? de forma Bue os seus amigos ve-am e ouçam Bue
voc= admira? aprecia e ama o seu c,n-uge. +uando? na conversa? se mencionar algo Bue? de alguma
forma? demonstre pouco caso do casamento? voc= deve reagir com algo positivo a respeito de seu
casamento. 2ão deixe o amEiente continuar envenenado pelas dZvidas e negativismo? Bue dão ao
casamento uma m! fama. e-a mais do Bue uma testemunha silenciosa. Fale a favor do casamento <
de seu casamento.
Outra armadilha que armamos para n;s mesmos é no escrit;rio, no trabalho. 2ão % segredo
Bue muitos 9casos9 são gerados no escrit>rio? e Bue os favores sexuais muitas vezes influenciam
contratos e promoçMes. Oma secret!ria atraente e muito competente contou4me como ela se protege:
9Recuso todos os convites para almoços ou -antares privados com homens de nosso escrit>rio < e
receEo muitos < porBue me conheço e sei Bue seria dif@cil não reagir K admiração dos outros homens.
$u dou muito valor ao meu casamento? para me expor a esses riscos.9
"vite as revistas e as divers.es que diminuem as inibiç.es. (onsidere as novelas da .J? por
exemplo. N imposs@vel edificar um casamento s>lido e ser 9gamada9 em novelas. As seus dramas
distorcidos? de romance? sexualidade? infidelidade? 9casos9 e aEortos? induzem a comparaçMes?
insatisfaçMes. 3nconscientemente? voc= começa a pensar por Bue sua esposa não % igual K 9outra
mulher de Voão9 ou por Bue o seu esposo não % igual ao 9marido secreto de 0aria9. $ssas comparaçMes
com a ficção inevitavelmente resultarão em um sentimento de Bue o seu casamento lhe est! rouEando
algo? e Bue um 9caso9 liEertaria voc= dessa chateação. $sta fantasia irreal aumenta BualBuer
desapontamento con-ugal Bue voc= possa ter. #s expectativas frustradas levam voc= a culpar o seu
c,n-uge por estar restringindo voc=. A fato de culpar o seu c,n-uge leva4o a tornar4se inativo em seus
esforços para edificar um casamento sadio. A resultado dessa dedicação e desse esforço decrescentes %
deterioração con-ugal ainda maior. 3sto? por seu turno? alimenta ainda mais a fantasia e prepara voc=
para um 9caso9. N um c@rculo vicioso. Joc= não pode edificar um casamento sadio Easeando4se em
uma fantasia? com personagens imagin!rios.
0argaret Uess? esposa de um pastor de Detroit? tem algumas sugestMes pr!ticas para voc= evitar
as suas pr>prias armadilhas: Drace limites nos relacionamentos com o se%o oposto. !m psiquiatra
disse que evita marcar a Bltima consulta do dia com uma mulher. !m pastor mantém a pessoa que
est- sendo aconselhada do outro lado da escrivaninha, e conserva as cortinas abertas. !m médico
chama a enfermeira para a sala, quando precisa e%aminar uma paciente. !m patrão e sua secret-ria
podem evitar irem 7antar so0inhos ou trabalhar 9 noite so0inhos. !ma dona6de6casa pode evitar
situaç.es tentadoras com vi0inhos, quando o marido est- via7ando. !ma esposa de bom senso não
ficar- tr4s meses numa casa de campo ou de praia, dei%ando o marido entregue a si mesmo. =a
mesma forma, ela não procurar- o marido de alguma outra mulher que foi passar o verão fora. 2ão
h- necessidade de um marido mostrar solicitude indevida por uma mulher cu7o marido tem de estar
ausente, a neg;cios. "la precisa sentir uma lacuna que s; o marido pode preencher.
# ra. Uess continua:
:er- que esses limites significam o impedimento de relacionamentos calorosos entre homens e
mulheres, (laro que não. # Aíblia nos d- o modelo. Paulo aconselhou Dim;teo a considerar "um
velho... como a um pai1 aos moços, como a irmãos1 9s mulheres idosas, como a mães1 9s moças,
como a irmãs, com toda a pure0a".
?
5oc4 pode desfrutar de ami0ades maravilhosas com o se%o
oposto. # relação entre irmão e irmã inclui identificação. "%pressa interesse e mostra amor. *nclui o
carinho verbal, e mesmo o toque físico, sob certas circunst/ncias. !m caloroso aperto de mão pode
e%pressar apoio. 'as evite qualquer contato físico que contenha insinuaç.es de atração se%ual. Os
limites que voc4 estabelecer dependerão do potencial de eletricidade.
'
"#bstei6vos de toda espécie de mal. "
Q
A Dr. (arlfred P. Proderick resume isso de outra maneira: 9e voc= se encontrar em uma
situação Bue expresse deliciosa intimidade com um memEro atraente do sexo oposto? voc= deve
começar a procurar maneiras de reestruturar a situação.9
1
e voc= não o fizer? o seu p% ser! preso em
sua pr>pria rede.
R$(O$4$ # $RR#R *\4D$4$RR#
A p>4de4serra não pode ser serrado de novo. A chiclete velho não pode ser mastigado
interminavelmente. A passado agora % hist>ria? e não pode ser vivido outra vez. Joc= não pode fazer
nada a respeito do comportamento do passado? mas pode aprender dele. Joc= pode viver apenas o
momento presenteC BuaisBuer recordaçMes pessoais ou de outras pessoas a respeito dos erros do
passado s> o ferirão e o tornarão incapaz de agir agora. Recuse4se a permitir Bue o seu casamento ho-e
se-a ferido pelo Bue existiu no passado.
.odo mundo tem um passado imperfeito. 2ingu%m tem uma hist>ria imaculada? podendo olhar
para tr!s e ver uma sucessão de vit>rias sem solução de continuidade. A passado de cada um de n>s foi
pontilhado de dificuldades? desenganos? fracassos e pecados. 2enhuma vida? nenhum casamento foi
todo ensolarado? sem tempestade? perigo ou crise.
#lgumas pessoas se det=m em uma falha? em sua criação. De fato? todos foram v@timas dessas
falhas? porBue não h! pais perfeitos. 2ingu%m receEe carinho suficiente de seu pai? carinho suficiente
de sua mãe? carinho suficiente do resto da fam@lia. 2enhum casamento? at% ho-e? foi um modelo
perfeito para os filhos. #lguns de n>s fomos privados? ensinados de maneira errada? viemos de um lar
desfeito? aprendemos muito pouco acerca do Bue % amor. #lguns experimentaram o sentimento de
culpa por causa de fracasso pessoal. A fracasso nos neg>cios? na escola? na vida moral? no casamento.
.odos temos um passado irrevog!vel. A Bue est! feito est! feito. 3sso nunca pode ser mudado
ou revogado. Lord PIron? o poeta ingl=s? escreveu: 92enhuma mão pode fazer o rel>gio Eater para
mim as horas Bue passaram.9
2em todo o esforço do mundo pode trazer de volta a pedra -! atirada.
2em todo o remorso do mundo pode desdizer as palavras contundentes uma vez ditas.
2em toda a tristeza do mundo pode desfazer o dano Bue um 9caso9 inflige ao seu casamento.
2em todas as l!grimas do mundo podem transformar o adult%rio em um ato de pureza.
2em todas as desculpas do mundo consertarão o ato de neglig=ncia.
2enhuma pena pode anular o Bue -! foi escrito.
2ão h! maneira de se colocar o leite derramado de volta na leiteira ou de recolher novamente a
!gua perdida no solo.
2ingu%m pode reunir de novo as penas Bue foram sopradas pelo vento? para onde s> Deus saEe.
2ão h! Buantidade de oraçMes ou de vida piedosa Bue desfaça o dano causado por atos
indisciplinados e indulg=ncia.
A seu passado pode Eeneficiar o seu casamento? ou pode ser Bue o arruine. Joc= pode aprender
com ele? edificar soEre ele? e entreg!4lo a Deus < ou voc= pode estacionar ao lado dele? viv=4lo
novamente? e ser seduzido por ele. A passado % um tirano Bue o manter! amedrontado? e o tornar!
incapaz diante das oportunidades de seu casamento ho-e. Au se tornar! um Eode expiat>rio? de forma
Bue sempre haver! algum lugar onde colocar a culpa pela sua indisposição para transformar4se e
edificar o seu matrim,nio agora. Joc= pode desenvolver? dentro de si? uma percepção para examinar o
seu passado. 0as essa percepção por si mesma não mudar! o passado nem o presente.
+uando voc= se desculpa? por causa de seu passado? est! se consignando K mediocridade para
sempre < para de cont@nuo fazer4se de v@tima. (omo sugere sucintamente o Dr. RaIne R. DIer: 9e
o meu passado % o culpado pelo Bue sou ho-e? e o passado não pode ser mudado? estou condenado a
permanecer como sou.9
;
U! um sinal diante do seu passado Bue diz: 2QA $.#(3A2#R #+O3. e
voc= ignorar esse sinal? permanecer no passado? recapitul!4lo minuciosamente? estar! indicando: 9A
meu futuro est! atr!s de mim.9 (onseBLentemente? isto solapar! o desenvolvimento de seu casamento
ho-e e amanhã.
# Eagagem de ontem % fardo demasiadamente pesado para ho-e. .enho via-ado constantemente
durante trinta e oito anos. e insistisse em incluir em minha Eagagem ho-e todos os ternos e camisas?
todos os pares de sapatos e meias? todas as malas de todo esse per@odo? não seria capaz de carreg!4la.
2ão me deixariam entrar no ,niEus ou avião. $ tamE%m? não teria nenhum oE-etivo Ztil. $u me livrei
de tudo o Bue não pode me servir ho-e. *aulo? o ap>stolo? expressou Eem isso para todos os
casamentos: 9...uma coisa faço? e % Bue? esBuecendo4me das coisas Bue atr!s ficam? e avançando para
as Bue estão adiante...9
8
(ada c,n-uge precisa tomar exatamente esta decisão: 92unca mais suscitarei o
passado. 2ão podemos deixar Bue nada do Bue ficou para tr!s controle o futuro de nosso casamento.
Vamais tirarei do arm!rio BualBuer esBueleto? para fazer voc= se lemErar de um erro passado? nem
apresentarei contra voc= BualBuer coisa para pre-udic!4lo e continuar o sofrimento Bue n>s dois
passamos. As melhores dias de nosso casamento estão K nossa frente? e n>s avançaremos para eles e os
gozaremos -untos.9
A amor não guarda nenhum9 registro de in-ustiças sofridas. Joc= -oga fora o livro de registros e
se livra de suas armas de manipulação. $ntregue o seu Zltimo trunfo.
Desta maneira? cada dia % um novo começo? e não apenas uma recapitulação do passado. Joc=s
decidem perdoar? aprender com os erros cometidos? para crescerem -untos. Deus? mediante a nossa
confissão? enterra os nossos pecados no mar de seu esBuecimento? e nunca mais os apresenta
novamente contra n>s: $le D...ir! atr!s de voc=s? para proteg=4los?9
)
(ada um dos c,n-uges precisa
assumir um compromisso s%rio de 9ser a retaguarda9 do outro? de proteg=4lo contra as recordaçMes
automutiladoras do passado. LemEre4se: o ontem acaEou a noite passada.
ALU$ #.R#JN DA \(OLA D$ $O (f2VOH$
Devido Ks muitas diferenças temperamentais e emocionais entre homens e mulheres? % natural
Bue eles -ulguem de maneira diferente o seu casamento. Om c,n-uge pode estar receEendo grande
parte do Bue dese-a? enBuanto o outro se sente frustrado. A arran-o Bue pode ser ideal para um pode ser
maçante para o outro. *ortanto? ao considerar o estado de seu casamento? voc= precisa perguntar4se
cora-osamente como o seu c,n-uge se sente? e não apenas como voc= se sente. Jisto Bue o casamento
% uma sociedade? as suas condiçMes e sucesso precisam ser -ulgados por amEos os s>cios. Joc= não
pode presumir Bue amEos t=m a mesma opinião? e Bue? porBue as suas necessidades são supridas? as de
seu c,n-uge tamE%m estão sendo supridas.
.om e Van são meus amigos especiais? no .exas. Recentemente? Buando nos assentamos ao
redor da mesa da cozinha? eles me contaram a sua experi=ncia. (erta noite? eles tinham acaEado de ir
para a cama. .om estava deitado de costas? enBuanto eles contavam as suas experi=ncias do dia. (om
as mãos na nuca? ele exclamou com grande satisfação: 9$stou muito feliz. .emos um casamento e uma
fam@lia maravilhosos? estou indo Eem nos neg>cios? estamos em uma igre-a aEençoada. 2ão sei como
poder@amos estar mais contentes.9 $nBuanto ele estava gozando dessa euforia? dessa alegria? perceEeu
Bue Van permanecia muito Buieta? e então a cama começou a ser sacudida. oluços aEafados vinham
do outro lado da cama. Van rompera em choro. .om ficou chocado? e então Buase morreu de surpresa
Buando ela disse: 9(omo % Bue voc= pode dizer isso& $u nunca estive tão infeliz e desiludida. 2ada
est! indo direito. .udo % uma Eagunça.9 .om me disse: 9$u não podia crer no Bue estava ouvindo. 2ão
podia entender aBuilo.9
0uitas vezes os homens são oEtusos. As maridos? em geral? acham Bue? se não h! conflitos
frontais por v!rias semanas? nenhuma discussão? ningu%m atirou pratos? as coisas estão indo muito
Eem? e o casamento est! sendo um sucesso. # sua esposa pode estar sofrendo sozinha? por sentir Bue
não % reconhecida? não % entendida? e Bue o romance entre eles se desfez.
(erta mulher? Bue estava visitando um conselheiro con-ugal havia v!rias semanas? finalmente
reuniu coragem suficiente para contar isso ao marido. $le ficou EoBuiaEerto? como se dissesse: 9A Bue
% Bue h! de errado com voc=&9 Oma -unta de cavalos não conseguiria lev!4lo arrastado ao conselheiro.
A casamento ia Ks mil maravilhas < para ele.
As casais muitas vezes acham? inconscientemente? Bue discutir as necessidades do casamento
aEertamente criar! tensMes e aumentar! os proElemas? e Bue % melhor não mexer com eles. Deixe
sossegado o cão Bue dorme. 2ão traga K luz o Bue não % Eom. 0as o oposto % verdadeiro. $nBuanto
presumimos Bue tudo est! otimamente Eem? se não saEemos onde estão as falhas potenciais? um
terremoto pode estar se formando? e de repente pode aEalar tudo? para nunca mais se recuperar.
*recisamos conhecer as forças e as fraBuezas de nossa vida em comum. *recisamos saEer como o
nosso c,n-uge se sente a respeito da Bualidade de nosso casamento. As segredos precisam ser
compartilhados enBuanto somos capazes de enfrent!4los positivamente e -untos.
Recentemente? discuti? com um casal Bue estava casado havia Buarenta anos? os proElemas de
seu casamento. $mEora fossem conhecidos em sua igre-a? eles? durante todos aBueles anos? ainda não
se haviam nivelado um com o outro? e cada um presumia Bue tudo ia Eem com o outro. #mEos
desempenhavam certos pap%is? e apoiavam um ao outro puElicamente? mas? em seu @ntimo? a esposa
achava Bue não tinha identidade pr>pria e fora negligenciada todo aBuele tempo. #gora tudo veio para
fora como uma explosão? e os pedaços estão espalhados por toda parte. $la diz: 9A nosso casamento
est! condenado.9
*ergunte ao seu c,n-uge agora: 9(omo voc4 realmente se sente em relação ao nosso casamento&
Ande voc= v= !reas de necessidade&9 #li!s? enBuanto estou escrevendo este cap@tulo? em casa? sa@ do
escrit>rio? fui at% a cozinha? e fiz K minha esposa estas perguntas. e ela est! chateada? eu preciso ficar
saEendo. e ela sente4se ferida? preciso saEer por Bu=. e ela se sente negligenciada fisicamente?
socialmente? sexualmente? preciso ficar saEendo? porBue senão não haver! progresso em nosso
casamento.
#ssim sendo? faça estas perguntas? e fale a verdade ao respond=4las ao seu c,n-uge. Fale a
verdade em amor a respeito de si mesmo? e não a respeito de seu c,n-uge. 2ão aponte o dedo nem faça
acusaçMes. omente diga como se sente. .roBuem de >culos s> por um pouBuinho? de forma Bue cada
c,n-uge possa ver exata e eBuiliEradamente os pontos de vista do outro. 9$m vez disso? seguiremos
com amor a verdade em todo o tempo < falando com verdade? tratando com verdade? vivendo em
verdade < e assim nos tornaremos cada vez mais? e de todas as maneiras? semelhantes a (risto? Bue %
o (aEeça.9
5
$m um casamento Bue est! se desenvolvendo nenhum dos c,n-uges deve dizer? surpreso: 90as
eu não saEia Bue voc= estava se sentindo assim.9
0#2.$2U# # 0QA J#a3#? 0# # (#3e# (U$3#
Jisto Bue diri-o grandes confer=ncias soEre o casamento e a vida familiar? estou sempre
procurando novos t@tulos para as palestras? de modo a conterem um apelo e serem atraentes para o
pZElico. A Bue voc= acha deste: 9Dez 0aneiras ecretas de egurar o eu (,n-uge9& $stou certo de
Bue este t>pico ser! muito atraente? e a-udar! a aumentar o nZmero de ouvintes. 0as isso seria tr!gico.
(omo seria incorreto algu%m tentar segurar outra pessoa. *elo contr!rio? precisamos aprender dez
maneiras de aErir a mão fechada com Bue cada um est! segurando o outro.
2>s agarramos possessivamente o nosso c,n-uge? porBue sempre deixamos a caixa vazia. A Dr.
Rillard Peecher conta como a maioria das pessoas chega ao casamento crendo Bue ele % uma caixa
cheia de coisas Eoas? da Bual tiramos tudo o de Bue precisamos para nos tornarmos felizes. +ue a
certidão de casamento % tamE%m a chave dessa caixa. +ue podemos tirar dela tanto Buanto dese-amos?
e ela? de alguma forma misteriosa? continuar! cheia. $? mesmo Buando essa caixa fica vazia? e o
casamento se desmorona? ainda não aprendemos a nossa lição. #inda continuaremos a procurar um
segundo casamento? Bue traga uma outra caixa sem fundo? de forma Bue a possamos esvaziar.
/X
A casamento % uma caixa vazia. 2ão h! nada nela. $le % uma oportunidade de colocar algo nela?
de se fazer algo por ele. 2unca se pretendeu Bue o casamento fizesse algo por algu%m. $spera4se Bue
as pessoas façam algo por ele. e voc= não puser na caixa mais do Bue tirou dela? ela ficar! vazia. A
amor não est! no casamento? est! nas pessoas? e as pessoas o colocam no casamento. Romance?
consideração? generosidade? não estão no casamento? estão nas pessoas? e elas os colocam na caixa do
casamento. +uando essa caixa fica vazia? tornamo4nos vulner!veis? suscept@veis a ter um 9caso9.
e voc= pretende conservar cheia essa caixa? deve aErir as mãos e afrouxar o aperto com Bue
tenta controlar o seu c,n-uge. A fato de segurar o seu c,n-uge muitas vezes significa oprimi4lo.
egurar o seu c,n-uge? na verdade? significa control!4lo. 3sto % feito de v!rias maneiras? por exemplo:
sendo autorit!rio? mandão? dominador. $ssa esp%cie de marido ou esposa geralmente se casou com
uma pessoa 9fraca9? com algu%m Bue tem de si mesmo id%ia muito negativa. Om fraco < algu%m Bue
tem medo e far! o Bue o outro diz. Om homem Bue conheço trata a esposa como a um cão. 2ão? ele
trata o cão melhor. $le conversa com o cão mais do Bue com a mulher? e não engana o cão da maneira
como engana a esposa? com os seus 9casos9. *elo fato de ela estar amedrontada? sentir4se insegura?
perseguida? ela pensa Bue % seu dever cristão não dizer nada e não fazer nada. #ssim? ele continua
intimidando4a? oprimindo4a ainda mais? e ela se su-eita. *or medo de um futuro incerto? ela se apega a
ele covardemente. #mEos se agarram um ao outro por diferentes razMes. (om os punhos cerrados.
Dois fracos.
$sta possessividade de mãos fechadas se manifesta tamE%m em uma incapacidade de realçar os
dons? talentos e Bualidades de nosso c,n-uge. #s esposas cu-os maridos não as incentivam a
progredirem e a desenvolverem os seus talentos? dados por Deus? estão K merc= das vozes extremistas
do movimento feminista? ou coisa semelhante. #lgumas vezes o marido % estimulado pelo seu traEalho
e pelos seus contatos? enBuanto a mente de sua esposa est! virando gel%ia? pois s> se relaciona com as
crianças em casa. $le controla e limita o desenvolvimento dela? e depois? anos mais tarde? volta4se
para uma mulher mais faceira? porBue a sua esposa não evoluiu. $sta semana mesmo? em Aklahoma?
uma filha me falou a respeito de seus pais. A pai? um pastor? negligenciou a mãe dela completamente
durante anos? oprimindo4a e favorecendo a filha. # esposa raramente era vista? era sempre o c,n-uge
silencioso. $ ele estava sempre citando vers@culos E@Elicos distorcidos para provar a sua pol@tica de
punhos fechados. (om o tempo? tanto a esposa como a filha descoEriram Bue estavam sendo vitimadas
e manipuladas uma contra a outra. #mEas encontraram a sua identidade em (risto? foram liEertas? e
agora estão desenvolvendo de maneira Ztil suas capacidades dadas por Deus. +uando ele viu Bue o seu
-ogo fora descoEerto? saiu de casa? e ainda continua a citar os seus vers@culos.
(onservar a mão aEerta significa Bue voc= vive para o seu c,n-uge? mas não através dele. David
Rilkerson diz para as donas4de4casa:
:aia da escravidão de viver a sua vida apenas através dos outros. =eus nunca pretendeu que
voc4 encontrasse felicidade s; através de seu marido ou de seus filhos. 2ão estou sugerindo que voc4
os abandone < mas que tão6somente abandone a sua degradante escravidão 9 idéia de que a sua
felicidade depende apenas de outras pessoas. =eus quer que voc4 descubra uma vida de verdadeira
felicidade e contentamento, baseada apenas no que voc4 é como pessoa, e não nos caprichos das
pessoas que estão ao seu redor.DD
Deus Buer Bue voc= encontre a sua identidade pessoal no fato de ele o ter criado e redimido.
Joc= tem valor desde o nascimento? e? al%m disso? tem uma posição correta para com Deus e sua
-ustiça? Buando receEe a (risto como alvador e enhor. #ssim? se-a voc= marido ou mulher? precisa
ter um relacionamento pessoal e crescente com Deus? Bue não dependa de seu c,n-uge ou de seu papel
na fam@lia. #ssim? voc=s dois são livres para viver um para o outro? em vez de viver um através do
outro. Jiver um atrav%s do outro encora-a um apego doentio? e punhos cerrados? para não ficar opresso
ou desiludido. Jiver um pelo outro liEera voc=s dois para relaxarem o aperto com Bue prendem um ao
outro? e -untos traEalharem produtivamente para conservarem a caixa cheia.
$xiste um peBueno restaurante holand=s na *ensilv6nia? em um suEZrEio? onde $velIn e eu
gostamos de tomar refeiçMes. 2ão h! nada como ele em toda a região de (hicago. # comida %
maravilhosa < havendo variedade incomum? deliciosamente temperada? o seu preparo constituindo
uma tentação? sendo em porçMes grandes. +uando temos h>spedes em casa? este % o primeiro lugar em
Bue pensamos em lev!4los. $ eles sempre falam de l!? lemErando4o com entusiasmo. 2ão h!
decoração luxuosaC na realidade? ele % Eem simples? o refeit>rio apertado? as mesas coEertas de lin>leo.
2ão fazem reservas antecipadas? por isso geralmente precisamos esperar at% Bue ha-a mesa
desocupada. 2enhuma vez os donos nos apertaram num canto e nos fizeram prometer Bue voltar@amos.
2enhuma vez eles nos acorrentaram Ks mesas para terem a certeza de Bue não os deixar@amos.
2enhuma vez eles gritaram e se lamentaram:
9A Bue faremos se voc=s não voltarem mais& Joc=s não v=em o Bue estão fazendo por n>s&
(omo podemos viver sem voc=s&9 2enhuma vez eles enviaram piBuetes de valentMes para arrastar
fregueses para dentro. $ eles não dão descontos. implesmente mant%m a sua caixa apetitosamente
cheia? e as suas mãos generosas sempre vazias. .odo fregu=s est! disposto a esperar pacientemente
uma mesa vazia? e a se arrumar como puder no aperto da sala. $le saEe Bue não poder! encontrar nada
melhor em BualBuer outro lugar.
*ara diz=4lo de outra maneira? aEra a gaiola? mas mantenha o cocho cheio de alpiste da melhor
Bualidade.
.AR2$4$ A UA*$D$3RA? $ 2QA A Ui*$D$
2ão deviam permitir que as crianças casassem. e essa fosse a lei? ela eliminaria todos os
casamentos? visto Bue n>s todos agimos como crianças ego@stas? grande parte do tempo. A fato de
realizarmos o ato adulto de nos casarmos não nos torna adultos. $ este % o verdadeiro proElema Bue
est! suE-acente a BualBuer outra dificuldade no casamento. # criança desempenha um papel
passivo/receptivo. $la espera ser servida. .udo % feito para ela. $la não tem nenhum senso de
responsaEilidade ou nenhuma iniciativa. N tratada como h>spede. #s crianças não saEem como serem
hospedeiras.
+ualBuer marido ou esposa com um pouBuinho de sinceridade admitir! Bue % mais gostoso ser
h>spede? ser mimado? Bue se 9faça sala9 para a gente. 2ão ter nenhum senso de responsaEilidade? não
assumir nenhuma despesa? não sacrificar nenhum tempo para nos prepararmos < s> descansar? gozar
a vida? ser servido. e cada um dos c,n-uges est! esperando ser um h>spede? esperando Bue o outro
exerça iniciativa em seu Eenef@cio? haver! proElemas. #mEos ficarão desapontados. A casamento
chegar! a um ponto insuport!vel? e a infidelidade se tornar! atraente. #mEos começam a pensar Bue
em algum outro lugar h! outra pessoa Bue dar! o 9shoS9 e deixar! Bue eles se-am os espectadores.
3sto % Eem o contr!rio do Bue Vesus disse e demonstrou. 90as entre v>s não ser! assimC antes?
BualBuer Bue entre v>s Buiser tornar4se grande? ser! esse o Bue vos sirvaC e BualBuer Bue entre v>s
Buiser ser o primeiro? ser! servo de todos. *ois tamE%m o Filho do homem não veio para ser servido?
mas para servir? e para dar a sua vida em resgate de muitos.9
/"
2enhum casamento pode acomodar dois h>spedes < nem mesmo um. Om casamento Bue
satisfaz precisa ter dois hospedeiros? cada um dedicado pessoalmente ao papel ativo/comunicador de
adulto maduro? e não ao papel passivo/receptor de criança mimada. $velIn e eu temos receEido muitas
centenas de h>spedes em nossa casa? atrav%s dos anos. 0inha esposa ama as pessoas? e durante trinta
anos dificilmente tem se passado uma semana sem h>spedes em casa. e passamos alguns dias tendo
em casa apenas a nossa fam@lia? um de nossos filhos pergunta: 9+uando % Bue vamos ter visitas&9
.emos hospedado ricos e poEres? personalidades mundialmente conhecidas e viZvas solit!rias?
famosos l@deres cristãos e o casal lutador Bue mora no fim da rua? Bue não tem igre-a. Uouve dezenas
de lanches? -antares? festas? peBuenas e grandes. #lgumas vezes uma começava Buando outra mal
estava terminando. er um hospedeiro gentil e Eem4sucedido exige exatamente o Bue % necess!rio para
edificar um casamento Bue propicie satisfação.
O 3ospedeiro *nicia e "difica #mi0ades
Heralmente? Buando h>spedes são convidados para uma refeição ou para passar uma noite com
a gente? são amigos do hospedeiro. *essoas totalmente estranhas? ou inimigas? não fazem parte de
nossa lista de h>spedes? geralmente. Om dos oE-etivos da hospitalidade % desenvolver novas amizades
e aprofundar as antigas. De fato? amigos e amizade perfazem o elemento central e mais importante?
como diz alomão: 9A homem Bue tem amigos precisa mostrar4se am!vel.9
(ada c,n-uge deve dese-ar dizer: 9A meu c,n-uge % o meu melhor amigo.9 $m uma festa
recente? um l@der crente e sua esposa estavam celeErando suas Eodas de prata. *erguntei4lhes Bual era a
principal caracter@stica de seu casamento. # esposa? respondeu imediatamente: 92>s nos tornamos
muito Eons amigos.9 3sto % significativo. Joc=s podem ter um relacionamento sexual compat@vel? e
não ser amigos @ntimos. Joc=s podem estar associados em suas responsaEilidades de pais? e não gozar
de intimidade e franBueza como amigos. Joc=s podem desempenhar os seus pap%is EiElicamente
prescritos? e não aceitar um ao outro como iguais? Bue % a Ease da verdadeira amizade.
# pr>pria palavra ami0ade Fno ingl=sG? diz o Dr. #llan Fromme? originou4se de um verEo da
antiga linguagem triEal teut,nica? e significa amar. Da maneira sutil Bue a linguagem % capaz de ligar
experi=ncias humanas afins? 9amigos9 e 9amor9 parece terem uma origem comum.
/'
$m uma pesBuisa
feita com mais de Buarenta mil americanos? dirigida pela revista Ps&cholog& Doda&, estas Bualidades
foram muito apreciadas em um amigo: a capacidade de guardar confidencias? lealdade? calor humano e
afeição. $m seu livro $ove $ife, o meu amigo Dr. $d. Rheat inclui um >timo cap@tulo a respeito de
como nos tornarmos melhores amigos. $u o recomendo profusamente. A começo do amor fraternal
RphiléoP, diz ele? %: 9*assamos tempo -untos? nos divertimos -untos? participamos -untos de atividades e
interesses? gostamos um do outro? mesmo depois de nos conhecermos? comentamos soEre diversos
assuntos? temos confiança um no outro? pedimos a-uda um do outro? contamos com a lealdade um do
outro. .empo compartilhado? atividades compartilhadas? interesses compartilhados e experi=ncias
compartilhadas.9 93sto foi a ess=ncia de nosso casamento9? disse Van truther. 9$ssa exposição e
compartilhamento da Eolsa de recordaçMes do dia Bue passou? a cada noite.9
/7
#ssumindo o papel de hospedeiro? trataremos o nosso c,n-uge da maneira como tratamos os
nossos h>spedes. uponha Bue um h>spede acidentalmente derrame caf% em sua toalha de linho.
(omo voc= reage& 92ão foi nada. 2>s tamE%m fazemos isso constantemente. Alhe? deixe4me a-ud!4lo
a enxugar isso? para Bue não pingue em sua roupa.9 e seu marido faz o mesmo? ser! esta a sua reação:
9Joc= % um desastrado. 2ão pode ser mais cuidadoso& Joc= su-ou a minha melhor toalha: Joc= não
tem consideração pelo tempo Bue gasto limpando tudo o Bue voc= su-a9&
0uitas vezes não demonstramos amaEilidade de amigos nem consideração e cortesia. 3sto
suscita uma pergunta importante: 9(omo eu agiria se isso acontecesse com um h>spede em minha
casa&9 Faça4se esta pergunta Buando a sua esposa produzir um arranhão no carro? Buando o seu marido
manchar o tapete ou derruEar aBuela x@cara de porcelana? Buando o seu vaso favorito for BueErado? e
acontecer toda uma s%rie de coisas como essas. Je-a o seu c,n-uge como o h>spede de honra? e fale
com ele como tal. +uanto melhor for o seu amigo? mais necess!rios se tornarão o tato e a cortesia.
O 3ospedeiro " Dambém um Plane7ador (uidadoso
Uospedeiros e hospedeiras de sucesso não chegam a s=4lo por acidente. $les plane-am os
eventos festivos at% o Zltimo detalhe. 2ada % considerado sem import6ncia. # festa Bue acontece tão
naturalmente e eficientemente? na verdade? % o resultado de muito mZtuos& *ara compartilharem os
alvos e sonhos pessoais& (erta mãe cochichou ao ouvido de sua filha? pouco antes de ela entrar na
igre-a? para o casamento: 9#gora voc= vai ficar saEendo o Bue % a verdadeira solidão.9
A Bue dizer a respeito das necessidades se%uais"@ (omo voc= vai fazer para suprir as
necessidades sexuais de seu c,n-uge? se voc= for o hospedeiro& Joc= ser! mais sens@vel& 0ais
generoso& 0ais criativo& #presentar! menos desculpas& (ulpar! menos& *rocurar! aprender tudo o
Bue puder a respeito da natureza sexual de seu c,n-uge& Au continuar! na ignor6ncia& A c,n-uge Bue
se recusa a ser hospedeiro e a propiciar a satisfação sexual de seu parceiro est! simplesmente pedindo
Bue outra pessoa entre em cena e satisfaça essa necessidade.
2ecessidades espirituais, e voc= assumiu a responsaEilidade do desenvolvimento espiritual de
seu c,n-uge? vai se familiarizar mais com a P@Elia& $star mais c,nscio de como orarem -untos e se
incentivarem mutuamente&
A -antar terminara. As seus corpos suados estavam descansando? e os seus p%s cansados ainda
falavam das estradas Buentes e poeirentas Bue haviam palmilhado. As disc@pulos estavam pensativos?
recordando o Bue haviam visto e ouvido naBuele feriado -udaico? chamado de *!scoa. Vesus havia?
naBuele dia? ensinado algumas coisas surpreendentes? coisas de fazer pensar? como: 9+uem me receEe?
receEe aBuele Bue me enviou.9 Fizera dezenas de declaraçMes como esta.
Durante uma pausa na conversa? Vesus levantou4se e tirou a capa. 0ovido por um profundo
senso de Buem ele era? de onde viera? e o Bue tinha? colocou uma toalha ao redor da cintura? derramou
um pouco de !gua em uma Eacia e começou a lavar os p%s dos disc@pulos. A l@der deles tornara4se seu
servo. (hocante: $le era o hospedeiro. $les eram os h>spedes. $le havia suprido as suas necessidades
humanas de comida e camaradagem? e agora estava lhes falando de parceria? serviço e amor. Voão /':/
diz: 9Vesus... havendo amado os seus Bue estavam no mundo? amou4os at% o fim.9 $ então? no
vers@culo /1? Vesus disse: 9*orBue eu vos dei exemplo? para Bue? como eu vos fiz? façais v>s tamE%m.9
3sto % o Bue % necess!rio para ser um Eom hospedeiro? diz ele: grande amor e serviço humilde.
Autra vez? na penumEra da madrugada? ap>s a sua ressurreição? Vesus apareceu K margem do
0ar de .iEer@ades? esperando sete de seus disc@pulos. +uando o Earco deles chegou ao alcance de sua
voz? ele os convidou para comerem. 9e-am meus h>spedes9? disse ele. $les estavam cansados e
desanimados? depois de traEalharem a noite toda e não terem pescado nada. $le sugeriu Bue eles
lançassem a rede do outro lado do Earco? e as suas redes repentinamente se viram cheias. $le havia
preparado um fogo para aBuec=4los? comida para aliment!4los e incentivo para o seu traEalho. $ ele
falou com eles acerca de amizade? amor e de segui4lo. +uando a refeição terminou? eles sa@ram com
alegria e esperança? com suas necessidades supridas. $le era o hospedeiro perfeito.
#.3J$ A #0AR 0$D3#2.$ # O# #^\$
9A amor % a Znica emoção Bue não % espont6nea. # Znica Bue precisa ser aprendida e a Znica
Bue realmente interessa. A verdadeiro amor % uma haEilidade raramente aprendida antes dos trinta e
cinco anos de idade. 2enhum amor? nem mesmo o amor maternal? % instintivo ou inato. 0uita gente
consegue amar apenasC de maneira miser!vel? suspeitandoC Buando fala de amor? d! a entender
receEimento? e não doação.9
/1
# autora canadense? Vune (allSood? acertou Eem o alvo. A amor precisa
ser aprendido. A amor % uma especialidade. A amor implica em doação. $mEora o amor se-a a coisa
mais dese-ada do mundo e incont!veis volumes tenham sido escritos? exaltando4o e explicando4o?
ainda assim temos tão pouco dele e tão pouco entendimento de como ele funciona: Rilliam *enn
reconheceu Bue ele era a lição mais dif@cil do cristianismo.
Om triste coment!rio a respeito de toda a nossa sociedade % Bue estamos mais familiarizados
com o tipo rom6ntico de amor? Bue % expresso? de maneira mascarada? em mZsica ao luar de verão? em
pasta dental e em sutiãs almofadados. $ continuamos a exalt!4lo? sem expressar o Bue ele na verdade
%: um mundo de pensamentos anelantes de criança. #ndr% 0aurois o expressa mais aEertamente
Buando reflete com tristeza: 9Devemos K 3dade 0%dia as duas piores invençMes da humanidade: o
amor rom6ntico e a p>lvora.9
#s concepçMes erradas a respeito do amor persistem. *ara muitas pessoas? ele % o direito de ser
mimado. Oma d@vida Bue os outros precisam nos pagar < uma garantia. Joc= apaixonou4se? e? agora
Bue est! casado? pode cruzar os Eraços e esperar Bue o casamento lhe entregue a felicidade? Bue % sua
por contrato. 2ão % assim.
Joc= adBuire amor dando4o? não exigindo4o. N um mito Bue o amor est! presente
automaticamente e Bue? de alguma forma? vir! K tona? mais cedo ou mais tarde. e voc= cr= nisso? o
desapontamento ser! inevit!vel.
Relacionada com isto? existe a noção de Bue o amor acontece a voc=. # sua decisão ou ação %
secund!ria? e voc= torna4se uma v@tima maravilhosa do amor. Au Bue o amor % uma esp%cie de
dep>sito? Bue voc= receEe ao nascer? Bue forma um reservat>rio? do Bual voc= pode sacar K vontade?
para satisfazer as suas necessidades e as dos outros. Au Bue -! vimos eBuipados com uma capacidade
fixa e finita de amar < um talento especial. FreBLentemente nos consideramos como compreensivos?
doadores e geralmente amorosos? emEora os fatos deixem de confirmar esse Buadro tão simp!tico? Bue
pintamos de n>s mesmos. 0as cremos Bue o amor % uma emoção passiva? Bue vive e morre dentro de
n>s? e Bue surge e desaparece? dependendo de provid=ncia ou circunst6ncias favor!veis.
2as palavras de Yatherine #nn *orter: 9A amor precisa ser aprendido? e aprendido novamente?
e sempre novamenteC não h! fim para esse processo.9 Vune (allSood concorda: 9Oma vida sem amor?
de acordo com os psic>logos modernos? % uma vida de destruição e insanidade. $? enBuanto ira? >dio e
culpa desaErocham em BualBuer canto? amor? simpatia e tato reBuerem d%cadas de cuidados e
carinho.9
/;
*ara aprender? precisamos estudar. $ a P@Elia? por falar nisso? % o Znico livro Bue serve de fonte
inteiramente exata e de autoridade confi!vel acerca do amor? Bue se possa encontrar. U! tr=s passagens
principais na P@Elia Bue tratam do amor? seus elementos e sua pr!tica. A (6ntico dos (6nticos de
alomão % uma hist>ria detalhada e c6ndida de amor con-ugal. 3 (or@ntios /' % um cap@tulo Bue mostra
do Bue o amor % feito? e como ele se comporta. 3 Voão ' e 7 enfatiza as verdades g=meas de Bue o amor
precisa ser primeiramente receEido de Deus e depois ministrado ativamente aos outros. 2esses dois
cap@tulos? os verEos fa0er, praticar, dar, agir e amar são usados repetidamente. Jisto Bue o amor %
ordenado por Deus < maridos? amai as vossas mulheres? praticai o amor < isto mostra Bue o amor %
uma decisão. Oma escolha. Deus não pode comandar os nossos sentimentos ou emoçMes. 2>s tamE%m
não podemos. #s in-unçMes de Deus podem ser oEedecidas somente se amar % uma decisão Bue
tomamos? uma ação Bue iniciamos. De fato? % uma escolha expressa em ação e confirmada pela ação.
$ por isso Bue Deus diz: 9Jamos parar de di0er Bue amamos os outrosC vamos realmente am!4los? e
mostr-6lo com as nossas aç.es." *ortanto? como -! dissemos em cap@tulo anterior? o amor % algo Bue
fazemos. 3sto tira dele o mist%rio e o mito Bue o envolvem < o sentimentalismo Earato e o
emocionalismo irracional. A amor % uma arte Bue % aprendida e uma disciplina Bue % praticada. #
atenção e os esforços Bue são necess!rios para se adBuirir BualBuer arte? per@cia? vocação? precisam ser
empenhados para se aprender a amar. 3sto inclui disciplina? concentração? paci=ncia e dedicação. Jisto
Bue esses atos de amor são uma Buestão de escolha ou decisão? eles não são dependentes de nossos
sentimentos. De fato? eles podem ser contr!rios aos nossos sentimentos. #inda ontem uma esposa me
disse: 9$u não sinto mais nada pelo meu marido. 2ão posso toc!4lo e não Buero Bue ele me toBue. $ o
senhor Buer Bue eu rea-a positivamente a ele? Buando % isso Bue sinto&9 $xatamente: #s açMes
positivas repetidas podem ter um efeito positivo em seus sentimentos.
Repetindo os princ@pios do cap@tulo Buatro: 92ão fazemos o Bue fazemos porBue sentimos da
maneira como sentimos. entimos da maneira como sentimos porBue fazemos o Bue fazemos.9 3sso %
hipocrisia? dir! voc=: 9Joc= Buer Bue eu expresse amor? fale palavras de amor? demonstre amor?
Buando não sinto vontade de faz=4lo&9? interrogou um marido. (laro. #-a 9como se...9 eria hipocrisia
apenas se as suas motivaçMes fossem enganar ou manipular o seu companheiro. e o seu dese-o %
edificar uma relação e praticar a verdade de Deus? Deus o honrar! e os sentimentos corretos se
seguirão.
A colunista de v!rios -ornais e pastor Dr. Heorge (rane conta esta experi=ncia elucidadora:
Oma esposa entrou em seu escrit>rio cheia de >dio contra o marido e decidida a reBuerer o div>rcio.
9$u não Buero apenas me ver livre deleC Buero me vingar dele. #ntes de me divorciar dele? ?Buero feri4
lo tanto Buanto puder? pelo Bue ele fez comigo.9 A Dr. (rane sugeriu um plano engenhoso: 9J! para
casa e pense e a-a como se? na verdade? voc= amasse o seu marido. Diga4lhe o Buanto ele significa para
voc=. $xpresse admiração por todas as suas Eoas BualidadesC louve4o por todas as caracter@sticas
positivas. $sforce4se para ser tão am!vel? atenciosa e generosa Buanto poss@vel. 2ão poupe esforços
para se dedicar a ele de todas as formas? para agrad!4lo? para estar com ele sempre. Faça tudo o Bue
voc= puder para lev!4lo a crer Bue voc= o ama mesmo. Depois Bue voc= o convencer de seu amor
infindo e de Bue voc= não pode viver sem ele? então solte a EomEa. Diga4lhe o Buanto voc= o odeia? e
Bue voc= est! reBuerendo o div>rcio. 3sso realmente vai feri4lo profundamente.9
(om expressão de vingança em seus olhos? ela sorriu e exclamou: 9itimo? >timo. 2ão % Bue ele
vai ficar surpreso&9
$ ela o fez com entusiasmo. #gindo 9como se9. Durante dois meses? ela iniciou atos de amor?
amaEilidade? ouviu? deu? reanimou? compartilhou? 9fazendo o melhor pelo oE-eto de seu amor9.
(omo ela não voltou? o Dr. (rane telefonou4lhe: 9#gora voc= est! pronta para iniciar o
div>rcio&9
9Div>rcio&9 < exclamou ela. 92unca: DescoEri Bue realmente o amo.9
As atos dela haviam mudado os seus pr>prios sentimentos. 0ovimento resultou em emoção. A
experimento tornou4se uma experi=ncia.
A Dr. $d Rheat resume isto nestes Buatro princ@pios: 9Om? eu posso aprender o Bue % amor na
*alavra de Deus e crescer no meu entendimento dele.Dois? amor não % f!cil ou simples < ele % uma
arte Bue preciso aprender e K Bual preciso me dedicar. .r=s? amor % um poder ativo? Bue controlo pela
minha vontade. $u posso decidir amar. +uatro? amor % o poder Bue produzir! amor K medida Bue
aprendo a d!4lo? em vez de fazer força para atra@4lo.9
/8
# sua capacidade de amar % estaEelecida não tanto por promessas fervorosas Buanto por atos
repetidos. 9$? Buando nos amamos uns aos outros? Deus vive em n>s e o seu amor em n>s cresce ainda
mais.9 # verdade emocionante % Bue? Buanto mais voc= d! amor aos outros? mais Deus lhe d! amor.
Joc= torna4se uma tuEulação? e não uma cisterna. A seu suprimento do amor de Deus aumenta K
medida Bue voc= aciona o amor pelas suas açMes. +uando p!ra de amar? voc= se engana a si mesmo. #
fonte seca. UenrI Drummond? famoso autor? Bue escreveu soEre o amor? resume tudo isso:
# vida não é cheia de oportunidades de aprendermos a amar, Dodo homem, toda mulher, todos
os dias, t4m milhares delas. O mundo não é um parque de divers.es1 é uma classe escolar. # vida não
é um feriado, mas um curso difícil. " a Bnica lição eterna para n;s todos é de que maneira podemos
amar melhor. O que torna um homem um bom artista, um bom escultor, um bom mBsico,
O treinamento. O que fa0 de um homem um bom homem, O treinamento. O amor não é produto
de emoção entusi-stica. "le 4 uma e%pressão rica, forte, vigorosa, viril de todo o car-ter cristão < a
nature0a que se assemelha a (risto na mais ampla acepção da palavra. " os fatores constituintes
desse grande car-ter s; podem ser edificados por treinamento incessante.
/)
(A0$($ A $O *Ri*R3A 9(#A9 $0 (##
9As DcasosD existem? e sempre existirão? porBue as pessoas dese-am relacionamentos con-ugais
de Bualidade? Bue satisfaçamC e? se elas não os encontram em seu casamento? os procurarão em outros
lugares. As anseios Bue estão por detr!s dos DcasosD são profundamente humanos e ativos em todos
n>s.9 $ssa declaração foi feita pelo Dr. .om 0cHinnis? psic>logo e conselheiro em Fair LaSn? 2eS
VerseI.
e existe alguma verdade nessa afirmação? segue4se Bue? propiciando em casa aBuilo Bue o
9caso9 promete? a tentação para o 9caso9 fica impotente. +uais são os elementos de um 9caso9 Bue o
tornam atraente& A Bue % Bue ele oferece& +uais são os seus segredos e mist%rios não revelados& +ual
% o desafio Bue ele faz a um casamento cansado& +uais são as Bualidades Bue voc= pode adicionar ao
seu casamento? Bue lhe darão as 9sensaçMes9 Bue um 9caso9 propicia? sem a traição? a destruição e o
sentimento de culpa? Bue um 9caso9 inevitavelmente produz&
A texto mais descritivo Bue li a respeito das caracter@sticas Bue um casamento precisa ter para
contra4atacar os apelos da infidelidade con-ugal foi escrito pelo Dr. Hinnis? mencionado acima. N
citado por 2ickI 0cRhirter? do erviço de 2ot@cias Ynigth4Ridder.
#s pessoas casadas procuram "casos" ou sucumbem diante deles quando se acham
desvalori0adas e não estão vivendo plenamente. uando estão chateadas. :obrecarregadas. *sso
aumenta quando se sentem muito solit-rias, o que pode acontecer em uma casa cheia de crianças e
com um c8n7uge palrador, em que ha7a um programa estafante de coisas "divertidas" para fa0er.
#s pessoas que procuram ter um "caso" sofrem do anseio infantil mais profundo de serem
tocadas, acariciadas, apoiadas, abraçadas e bei7adas, quero admitam, quer não. "las querem
surpresas feli0es. *sto pode significar um presente sentimental e inesperado de ve0 em quando. 'ais
importante do que isto, é o presente fidedigno de tempo e carinho, a d-diva de idéias, e%peri4ncias,
hist;rias, disparates e 7ogos compartilhados, inclusive os 7ogos se%uais. "las querem viver.
"las querem um amigo ou amiga amorosos, um companheiro que não as 7ulgue. =ese7am
alguém que as convença de que ainda são amadas, dignas de amor e muito especiais. Por um pouco
de tempo, de ve0 em quando, elas querem escapar das responsabilidades de adultos, que se tornaram
inevit-veis, mon;tonas e difíceis.
U! pelo menos dezesseis pensamentos? Bualidades e caracter@sticas mencionadas aBui.
Relacionei essas id%ias importantes? e propus tr=s perguntas a respeito de cada uma. Repasse essas
perguntas cuidadosamente. (onsidere4as sem pressa. Responda4as com sinceridade. #s suas respostas
sinceras podem prognosticar um novo começo < podem ser o in@cio da mudança. $las indicarão onde
voc= poder! começar a mudar o clima de seu casamento? e criar as situaçMes Bue lhe darão e ao seu
c,n-uge os sentimentos Eons de Bue voc=s necessitam. F.amE%m inclu@ essas perguntas em p!ginas
separadas? no fim deste cap@tulo? de forma Bue voc= pode arranc!4las e conserv!4las diante de si
enBuanto esses h!Eitos novos estão sendo formados.G
Oma pergunta importante? final. N realmente poss@vel construir e manter um casamento
viErante& *odemos enfrentar os inevit!veis desapontamentos e conflitos com coragem? e crescer em
amor e intimidade& # resposta % sim < um enf!tico 30. Autro tri6ngulo % formado: voc=? o seu
c,n-uge e Deus. (ada parte % indispens!vel para o sucesso do casamento. Deus não far! a sua parte <
e voc= não pode fazer a dele. ` uma sociedade. Om relacionamento pessoal com Deus capacita4o a
contriEuir com o Bue voc= tem de melhor para o casamento. $ então ele acrescenta a dimensão extra?
de amor? paz? alegria? força e perdão? Bue voc= não pode criar por si mesmo.
Deus % Buem ele diz Bue %. Joc= % Buem ele diz Bue %. Deus far! o Bue ele diz Bue far!. Joc=
pode fazer o Bue ele diz Bue voc= pode fazer.
:ei passar falta, e sei também ter abund/ncia1 em toda maneira e em todas as coisas estou
e%perimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome1 tanto em ter abund/ncia, como em
padecer necessidade.
*osso todas as coisas naBuele Bue me fortalece.
/5
DRS: P"2:#'"2DO: +*2#*:
9Oma coisa continua imut!vel atrav%s dos s%culos: nada % mais excelente? mais completo? de
fato? mais santificado? do Bue o leito matrimonial imaculado? particularmente Buando a decisão de Bue
ele permaneça imaculado % um ato consciente das duas pessoas Bue o compartilham.9
"X
9U! uma enorme diferença entre Buerer algo Buando não o temos? e continuar a Buer=4lo Buando
o temos. (ontinuar a dese-ar e a Buerer o Bue temos significa Bue estaEelecemos um relacionamento?
Bue formamos uma conexão < Bue? de fato? amamos.9
"/
U! mais de um s%culo? UenrI David .horeau disse esta verdade sucintamente: 9implifiBue?
simplifiBue? simplifiBue.9 Focalize4se e permaneça fiel ao Bue est! no centro? e? como planetas ao
redor do sol de nosso casamento? os outros elementos da vida encontrarão o seu lugar apropriado. e-a
fiel? permaneça fiel? tenha f% < e a felicidade acontecer!.