DIREITO CONSTITUCIONAL

LFG – Analista – 2010.1 - Flávio Martins
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Ala 01 – 01.02.2010
CONCEITO DE CONSTITUIÇÃO
1 – Conceito sociológico (Ferdinnd Lssle!"
!onstiti"#o n#o $ ma fol%a de papel& n#o $ m do'mento. !onstiti"#o $ a
soma dos fatores reais de poder (e emanam da popla"#o.
# – Conceito $ol%tico (Crl Sc&'itt!
!onstiti"#o $ a de'is#o pol)ti'a fndamental do povo.
( – Conceito )*r%dico
!onstiti"#o $ ma lei. * a lei mais importante do ordenamento +r)di'o. ,
direito $ 'omposto de m sistema %ierár(i'o de normas. A 'onstiti"#o $ o
pressposto de validade de todas as leis& o se+a& para (e ma lei se+a válida ela
pre'isa ser 'ompat)vel 'om a !onstiti"#o. O+S. Segndo o S-F& n#o e.iste
%ierar(ia entre lei 'omplementar e lei ordinária.
(,1 – -ierr.*i ds nor's do direito /rsileiro
!F

-ratados sobre direitos %manos sem o pro'edimento
espe'ial

Lei ordinária& lei 'omplementar
1
Atos infralegais / de'retos portarias&
resol"0es1
(,# – Trtdos Interncionis
(,#,1 0 Et1s 1r incl*ir os trtdos interncionis no orden'ento /rsileiro"
• Assint*r2 3residente da 4ep5bli'a – art. 67& 8999
• Re2erendo do Congresso Ncionl – por meio de de'reto legislativo.
• Decreto 1residencil
(,#,# 0 -ierr.*i dos Trtdos interncionis
:m regra& os tratados interna'ionais ingressam no ordenamento brasileiro 'om
for"a de lei ordinária. :.'e"0es2
• Se o tratado versa sobre direitos %manos e for aprovado pelo
'ongresso na'ional nas das 'asas& em dois trnos& por ;<= dos ses membros terá
for"a de emenda 'onstit'ional. Art. =>& ? ;>& !F.
• Se o tratado versar sobre direitos %manos e n#o for aprovado 'om o
pro'edimento espe'ial do art. =>& ? ;> o tratado terá for"a spralegal /a'ima da lei1 e
infra'onstit'ional /abai.o da 'onstiti"#o1. $osi34o do STF. :m fn"#o dessa
posi"#o $ (e n#o mais se admite a pris#o do depositário infiel em ra@#o do 3a'to de
S#o Aos$ da !osta 4i'a.
CLASSIFICAÇÃO DAS CONSTITUIÇ5ES
1 – 6teril o* For'l
1,1 – 6teril" sB possi mat$ria 'onstit'ional estando essa mat$ria apenas m te.to
o em vários te.tos.
1,# – For'l" al$m de possir mat$ria 'onstit'ional& possi otros assntos. :..
!F<66 2 art. 272& ? 2>& direitos trabal%istas.
# – Escrit o* Cost*'eir (n4o escrit!
#,1 – Escrit" $ m do'mento solene. :.. !F<66
#,# – Cost*'eir" $ ma 'onstiti"#o frto dos 'ostmes da so'iedade. :..
!onstiti"#o da 9nglaterra.
( – Dog'7tic o* -istóric
2
(,1 – Dog'7tic" $ a(ela (e $ frto de m trabal%o legislativo espe')fi'o. 4eflete os
dogmas de m momento %istBri'o. :.. todas as 'onstiti"0es brasileiras foram
dogmáti'as.
(,# – -istóric" $ frto de ma lenta evol"#o %istBri'a. :.. !onstiti"#o da 9nglaterra.
8 – $ro'*lgd9 O*torgd9 Cesrist o* $ct*d (d*list!
8,1 –$ro'*lgd2 $ a !onstiti"#o demo'ráti'a& feita pelos representantes do povo.
Co Drasil foram promlgadas as 'onstiti"0es de 16E1& 1E;7& 1E7F e 1E66
8,# – O*torgd" $ a(ela (e $ imposta ao povo pelo governante. Co Drasil foram
otorgadas a de 1627& 1E;G& 1EFG.
8,( – Cesrist 2 feita pelo governante e sbmetida a apre'ia"#o do povo mediante
referendo. , Drasil nn'a teve.
8,8 – $ct*d o* d*list" $ a(ela frto de m a'ordo entre das o mais for"as
pol)ti'as. :.. Magna !%arta Libertatm de 121= /feita na 9nglaterra pelo 4ei S#o sem
-erra& a'ordo entre o rei e os bar0es da terra1
: – Sint;tic o* Anl%tic
:,1 – Sint;tic2 $ resmida& 'on'isa. -rata apenas dos assntos prin'ipais. :..
!onstiti"#o dos :HA.
:,# – Anl%tic" e.tensa& proli.a. :.. !F<66.
< – =rnti o* Dirigente
<,1 – =rnti" $ a(ela (e apenas de'lara os direitos e garantias fndamentais.
<,# – Dirigente" $ a(ela (e al$m de de'larar os direitos e garantias fndamentais&
prevI metas estatais /fi.a ma dire"#o para o :stado segir1. :.. !F<66. :.. art. ;>.
> – Nor'ti?9 Se'@ntic o* No'inl
>,1 – Nor'ti?" reflete na totalidade a realidade so'ial /JK$ a 'amisa (e veste bemKK1
>,# – Se'@ntic" feita em regimes ditatoriais& es'ondendo a realidade so'ial. /JK $ a
'amisa (e es'onde defeitos f)si'osKK1. :. Co Drasil a de 1627& de 16;G e a de 1EFG.
>,( – No'inl2 n#o reflete a realidade& $ a(ela (e se preo'pa 'om o ftro. /JK $ a
'amisa apertada& a espera de ma dietaKK1. :.. !F<66.
A – I'*t7?el9 R%gid9 Se'i0r%gid9 FleB%?el, ATENÇÃO CCC
A,1 – I'*t7?el – $ a(ela (e n#o mda. A !onstiti"#o de 1627 foi imtável nos
primeiros 7 anos.
A,# – R%gid – possi m pro'edimento de altera"#o mais rigoroso (e o destinado a
otras leis. :.. !F<66. Lei ordinária2 maioria simples /L maioria relativa1. Lei
'omplementar2 maioria absolta. :menda 'onstit'ional2 ;<= dos membros
;
O+S. Maioria simples /L maioria relativa12 mais da metade dos membros
presentes
Maioria absolta2 mais da metade de todos os membros
3ara aprovar ma lei ordinária %á m (orm de aprova"#o e o (orm de
instala"#o da sess#o. , (orm de instala"#o $ sempre maioria absolta /art. 7G1.
A,( –FleB%?el – possi o mesmo pro'edimento de altera"#o das otras leis. * a(ela
fá'il de mdar.
A,8 – Se'i0R%gid o* Se'i0FleB%?el – parte dela $ r)gida& parte $ fle.)vel. :..
!onstiti"#o brasileira de 1627.
CLDUSULAS $ETREAS, ATENÇÃOCCCC
1 0 Introd*34o
Al$m de possir m pro'edimento rigoroso de altera"#o a !F<66 possi m
'on+nto de mat$rias (e n#o podem ser sprimidas& n#o podem ser abolidas em
%ipBtese algma /sB seria poss)vel no 'aso de ma nova 'onstiti"#o& ma nova
ordem 'onstit'ional1. S#o as '%amadas 'láslas p$treas. :st#o previstas no art. F0&
? 7>. S#o elas2
• Feder34o
• Foto direito9 secreto e 1eriódico
• Se1r34o dos 1oderes
• Direitos e grntis indi?id*is
# – Feder34o
Forma federativa de :stado. * a ni#o de vários estados formando m estado
maior e mantendo 'ada estado ma par'ela de atonomia.
O+S, , presiden'ialismo /sistema de governo1 $ 'lásla p$treaM , sistema
de governo presiden'ialista CN, $ 'lásla p$trea.
O+S, A rep5bli'a $ 'lásla p$treaM A rep5bli'a CN, $ ma 'lásla p$trea
e.pressa na !onstiti"#o. :ntretanto& o S-F de'idi re'entemente (e a rep5bli'a $
ma 'lásla p$trea impl)'ita na !F<66. Mar'ar 'omo verdadeira apenas se no
'on'rso 'air JKsegndo o S-FO.
( 0 Foto direito9 secreto e 1eriódico
Foto direto $ a(ele em (e o povo es'ol%e diretamente o se representante.
O+S. Ca !F<66 %á ma %ipBtese de voto indireto /art. 6112 Se o presidente e o vi'e
7
dei.am o 'argo nos dois primeiros anos %averá elei"0es diretas em E0 dias. Mas se o
presidente e o vi'e dei.am o 'argo nos dois 5ltimos anos do mandato %averá elei"0es
indiretas em ;0 dias /o 'ongresso $ (e irá es'ol%er o presidente1.
Foto 1eriódico" de tempos em tempos o eleitor tem o direito de votar. :m
ra@#o disso o mandato n#o pode ser vital)'io.
O+S. 8oto niversal2 todos tIm o direito de votar
O+S, , voto obrigatBrio n#o $ 'lásla p$trea
Lin%a de s'ess#o da presidIn'ia da 4ep5bli'a2


8 0 Se1r34o de $oderes
, Drasil adoto a triparti"#o de poderes2 legislativo& e.e'tivo e +di'iário. ,s
poderes s#o regidos por trIs prin')pios2
• Inde1endGnci entre os 1oderesH
• -r'oni entre os 1oderes
• Indeleg/ilidde2 m poder n#o pode delegar sa fn"#o ao otro salvo as
%ipBteses previstas na !F.
: – Direitos e =rntis Indi?id*is
C#o est#o apenas no art. =>& mas espal%ados por toda a !onstiti"#o. :..
prin')pio da analidade eleitoral /direito individal do eleitor - art. 1F1& prin')pio da
anterioridade tribtária /direito individal do 'ontribinte - art. 1=0& 9991& direitos so'iais.
O+S. Segndo o S-F& os direitos so'iais tamb$m s#o 'láslas p$treas /teoria
generosa o ampliativa das 'láslas p$treas1.
O+S, 3rofessor tem livros sobre memori@a"#o do direito. 3egar m5si'as do
professor /'onstit'ional e penal1 no site dele.
ESTRUTURA DA CONSTITUIÇÃO
=
3residente
8i'e – 3residente
3residente da !Pmara
3residente do Senado
3residente do S-F
1 – $re@'/*lo
, prePmblo $ ma 'arta de inten"0es di@endo (al o ob+etivo& para (e serve
ma 'onstiti"#o. :le n#o $ obrigatBrio. -odas as 'onstiti"0es brasileiras tiveram
prePmblo.
JKsob a prote"#o de QesKK – , Drasil $ m :stado lai'o& o se+a& n#o tem
religi#o ofi'ial no Drasil. Apenas a !onstiti"#o de 1627 tin%a religi#o ofi'ial (e era a
'atBli'a. O+S. 3ara o S-F a palavra Qes no prePmblo n#o fere a lai'idade do
:stado brasileiro. Fala Qes& mas n#o define (al Qes ATENÇÃOCCC Segndo o S-F
o prePmblo n#o tem natre@a de norma 'onstit'ional& mas serve 'omo parPmetro de
interpreta"#o da !onstiti"#o. Logo& 'omo n#o $ norma 'onstit'ional n#o serve de
parPmetro para o 'ontrole de 'onstit'ionalidade e os estados n#o s#o obrigados a
repetir o prePmblo da !F.
# – $rte $er'nente
C#o (er di@er (e essa parte n#o $ imtável. :la pode ser alterada atrav$s
das emendas 'onstit'ionais. * a parte (e estdaremos drante todo o 'rso. * a
parte 'ompreendida entre o prePmblo e o AQ!-& $ o meio da !F.
( – ADCT (Atos ds Dis1osi3Ies Constit*cionis Trnsitóris!
* 'omposto de normas 'onstit'ionais. S#o normas temporárias /valem por
determinado tempo1 o e.'ep'ionais /valem sB para determinadas sita"0es1.
O+S. , AQ!- pode ser alterado por emendas 'onstit'ionais. :.. A !3MF
estava prevista do AQ!-& ela foi alterada& prorrogada atrav$s de emendas.
CONTEJDO DAS CONSTITUIÇ5ES
1 – ConteKdo (ele'entos! ds Constit*i3Ies
1,1 – Ele'entos org@nicos" s#o os elementos& os artigos (e organi@am a estrtra
do :stado. :.. art. 2>& art. 16.
1,# – Ele'entos li'itti?os" s#o a(eles (e limitam o poder do :stado& fi.ando
direitos R popla"#o. :.. Art. =>.
1,( – Ele'entos Sócio ideológicos" s#o a(eles (e fi.am ma ideologia para o
:stado. Art. 7>
1,8 – Ele'entos de Est/iliL34o constit*cionl" s#o a(eles (e bs'am a
estabilidade em 'aso de tmlto instit'ional. :.2 interven"#o federal /art. ;7& 91& o
estado de defesa /art. 1;F – medida regional1& estado de s)tio /medida na'ional1.
$ODER CONSTITUINTE
F
1 – Conceito
* o poder de 'riar o de reformar ma 'onstiti"#o. , titlar desse poder $ o
povo. /art. 1>& parágrafo 5ni'o1. Ca verdade o povo $ o titlar indireto do poder
'onstitinte. , titlar direto s#o os representantes eleitos. A teoria do poder
'onstitinte foi elaborada por SieS$s na obra denominada , (e $ o ter'eiro estadoM
Algmas editoras trad@em 'omo A !onstitinte Drgesa.
Ala 02 – 06.02.2010
# – Es1;cies de 1oder constit*inte
#,1 – Origin7rio
* o poder de 'riar ma nova 'onstiti"#o.
#,1,1 – Crcter%stics
• Inicil" ele fa@ nas'er m novo ordenamento +r)di'o /novas leis ser#o feitas1.
• Ili'itdo" n#o possi limites em nen%ma otra lei& ma nova 'onstiti"#o tem
total liberdade. :ntretanto& algns atores afirmam (e o limite do poder
'onstitinte originário $ o direito natral /$ o direito (e n#o está es'rito& mas
(e fa@ parte da alma %mana1. :.2 direito a vida& a liberdade. Al$m disso& %á
atores (e defendem m prin')pio segndo o (al os direitos fndamentais
n#o podem retro'eder. Assim& ma nova 'onstiti"#o n#o poderia tirar os
direitos fndamentais +á 'on(istados.
• Incondiciondo" ele pode ser e.er'ido de (al(er maneira
#,# – Deri?do o* Instit*%do
#,#,1 0 Es1;cies
#,#,1,1 – Re2or'dor
* o poder de reformar ma 'onstiti"#o +á e.istente.
#,#,1,# – Decorrente
* o poder (e 'ada estado do pa)s possi para elaborar sa prBpria
'onstiti"#o /'onstiti"#o estadal1. O+S. Segndo o S-F& o QF tamb$m tem esse
poder.
#,#,# – Crcter%stics
• Li'itdo2 possi os ses limites na prBpria 'onstiti"#o. :.2 'láslas p$treas.
G
• Condiciondo2 possi formas pr$-estabele'idas de manifesta"#o. :.2
pro'edimento para emenda 'onstit'ional.
REFOR6A CONSTITUICIONAL
1 – -i1óteses de re2or' d constit*i34o /rsileir
1,1 – Re?is4o Constit*cionl
Art. ;>& AQ!-. Segndo a maioria da dotrina ela n#o pode mais ser feita no
Drasil por(e segndo o art. ;> essa revis#o sB poderia ser feita ma 5ni'a ve@ pelo
menos = anos apBs a promlga"#o da !F. Co => ano essa revis#o +á foi feita. A
revis#o deve ser /'omo foi1 aprovada pelo (Brm de maioria absolta /mais da
metade de todos os membros1 do 'ongresso na'ional. A vota"#o feita em sess#o
ni'ameral /as das 'asas +ntas& o se+a& o senado e a 'Pmara dos deptados
'on+ntamente1. 3ara ma minoria da dotrina& e.iste a teoria da dpla revis#o2 seria
feita em das etapas2 1> faria ma emenda 'onstit'ional ao art. ;> do AQ!-
permitindo novas revis0es. 2> fa@ ma nova revis#o 'onstit'ional.
1,# – E'end Constit*cionl, ATENÇÃOCCC
1,#,1 – $re?is4o Legl" Art. F0& !F.
1,#,# – $ro1ost de E'end,
A proposta de emenda 'onstit'ional /3:!1 pode ser feita por /rol ta.ativo12
• 1<; dos deptados o dos senadores
• 3residente da 4ep5bli'a
• Mais da metade das assembl$ias legislativas /poder legislativo dos estados1&
por maioria simples de ses membros
1,#,( – A1ro?34o d e'end
• Qas 'asas do 'ongresso na'ional
• Qois trnos
• ;<= dos ses membros
O+S. C#o e.iste san"#o o veto presiden'ial para a emenda 'onstit'ional por(e
emenda $ frto do poder 'onstitinte (e $ e.er'ido pelo legislativo.
1,#,8 – $ro'*lg34o" a mesa da 'Pmara dos deptados e a mesa do senado federal.
1,#,: – M*ndo n4o se 1ode 2Ler e'end
6
Tá trIs sita"0es em (e n#o se pode fa@er emenda 'onstit'ional2
• Inter?en34o 2ederl2 interven"#o da ni#o no estado o no QF. O+S. se a
interven"#o for da Hni#o no mni')pio n#o $ interven"#o federal& logo pode
fa@er emenda nesta sita"#o.
• Estdo de de2es /medida regional1
• Estdo de s%tio /medida na'ional1
1,#,< – ReNei34o d 1ro1ost de e'end
Se a 3:! for re+eitada ela somente pode ser apresentada novamente na
prB.ima sess#o legislativa /ano seginte1. Sess#o legislativa L m ano 'ivil
CONSTITUCIONALIS6O
1, Conceito
* m movimento %istBri'o& pol)ti'o e +r)di'o 'om o ob+etivo de limitar o poder
do estado atrav$s de ma 'onstiti"#o es'rita.
#, Antecedentes -istóricos
#,1 OP6gn Crt de 1#1:PP do rei )o4o se' Terr (Inglterr!
#,# Constit*i34o norte'ericn
#,( Constit*i34o 2rnces
(, Neoconstit*cionlis'o
Qepois de obtida a limita"#o do poder do estado atrav$s das 'onstiti"0es&
bs'a-se ma maior efi'á'ia do te.to 'onstit'ional& prin'ipalmente dos direitos
fndamentais.
FENQ6ENOS CONSTITUCIONAIS
1, Rece134o
A nova 'onstiti"#o re'ebe /re'ep'iona1 todas as leis anteriores (e 'om ela
se+am 'ompat)veis. Assim& 'om ma nova !onstiti"#o n#o pre'isa fa@er todas as leis
do pa)s novamente. As leis anteriores in'ompat)veis n#o ser#o re'ep'ionadas pela
nova 'onstiti"#o. As leis podem ser total o par'ialmente re'ep'ionadas pela nova
'onstiti"#o. A re'ep"#o tem o poder de alterar a natre@a normativa de algns atos.
:.. o !-C era lei ordinária& mas a !F<66 di@ (e !-C deve ser lei 'omplementar&
ent#o o !-C oi re'ep'ionado 'omo lei 'omplementar. :.. , !3 era de'reto lei.
Qe'reto lei dei.o de e.istir 'om a !F<66& ent#o o !3 foi re'ep'ionado 'omo lei
ordinária.
E
#, Re1ristin34o
* o retorno de ma lei revogada (ando sa lei revogadora perde a vigIn'ia.
:.. Lei A $ revogada pela lei D. A lei D $ revogada pela lei !. ,'orreria repristina"#o
se a lei A voltasse a ter vigIn'ia.
:sse fenUmeno n#o e.iste no Drasil& salvo dois 'asos2
• $re?is4o eB1ress n no? lei. :.. Lei A (e foi revogada pela lei D
(e foi revogada pela lei !. 3ara (e o'orra a repristina"#o a lei !
deveria di@er e.pressamente (e revoga a lei D e (e a lei A volta a
e.istir.
• Decis4o C*telr n ADI" Lei RA<RSRR.
(, Desconstit*cionliL34o
A nova 'onstiti"#o ao revogar a 'onstiti"#o anterior transforma esta em
lei infra'onstit'ional. :sse fenUmeno n#o e.iste no Drasil.
8, Rece134o 'teril de nor' constit*cionl
A nova 'onstiti"#o mant$m em vigor algns dispositivos da 'onstiti"#o
anterior ainda (e por po'o tempo. :. o art. ;7 do AQ!-
:, 6*t34o constit*cionl, ATENÇÃOCCC
C#o $ a mdan"a do te.to 'onstit'ionalVV Ca mta"#o o te.to da 'onstiti"#o
n#o se altera. , (e se altera $ a interpreta"#o da 'onstiti"#o. :.1. Art. =>& W9& !F<66
/inviolabilidade do domi')lio1 – em 1E66 a palavra 'asa desse dispositivo era
interpretada 'omo residIn'ia. To+e& a palavra 'asa $ interpretada 'omo residIn'ia&
lo'al de trabal%o& (arto de %otel o'pado& (arto de motel o'pado& trailer. , se+a& a
palavra 'asa 'ontina sendo a mesma& o (e mdo foi a interpreta"#o da palavra.
:.2. Art. 10;& ?;>& !F<66. O+S. :m 200E& o S-F disse (e o AGH n#o $ mais
obrigada a defender a 'onstit'ionalidade da lei.
EFICDCIA OU A$LICA+ILIDADE DAS NOR6AS CONSTITUCIONAIS
1, Introd*34o
:fi'á'ia de ma lei $ a possibilidade de prod"#o de efeitos 'on'retos.
#, Clssi2ic34o ds nor's constit*cionis
#,1 0 Nor' constit*cionl de e2ic7ci 1len
* a(ela (e prod@ todos os ses efeitos de imediato& sem pre'isar de m
'omplemento. :. art. =G& art. 16 ? 1>& art. 67& 9 !F<66
10
#,# 0 Nor' constit*cionl de e2ic7ci contid9 restring%?el o* red*t%?el
:ssa norma tamb$m prod@ todos os ses efeitos& mas lei infra'onstit'ional
pode red@ir esses efeitos. :.. Art. =>& W999 – e.emplo (e lei (e restringe o e.er')'io
da profiss#o2 estatto da ,AD /para e.er'er a profiss#o pre'isa ser aprovado no
e.ame da ordem.
#,( Nor' constit*cionl de e2ic7ci li'itd
* a(ela (e prod@ po'os efeitos.
#,(,1 – Nor' constit*cionl de e2ic7ci li'itd de 1rinc%1io instit*ti?o
:la prod@ po'os efeitos por(e pre'isa de m 'omplemento. :.. Art. G>& W9&
WW899& art. ;G& 899& art. 70& ?7> !F<66.
O+S, , (e o'orre (ando n#o $ feito o 'omplemento da norma 'onstit'ional
de efi'á'ia limitada de prin')pio instittivoM ,'orre a '%amada in'onstit'ionalidade
por omiss#o. 3ara ata'ar essa in'onstit'ionalidade por omiss#o %á das a"0es2 a
AQ9 por omiss#o e o mandado de in+n"#o.
#,(,1 Nor' constit*cionl de e2ic7ci li'itd de 1rinc%1io 1rogr'7tico o*
nor' 1rogr'7tic
* a norma (e fi.a m programa de ata"#o para o :stado. :.. Art. 1EF& 20=&
G>& 98. :ssas normas geram po'os efeitos por(e pre'isam de ma lenta evol"#o do
:stado.
* poss)vel a impetra"#o de mandado de segran"a& pleiteando a apli'a"#o
'on'reta de ma norma programáti'a. :.2 art. 1EF& art. 20=& !F<66.
$RINCT$IOS FUNDA6ENTAIS
1, $re?is4o legl
Art. 1> ao art. 7> da !F<66.
Art. 1> - fndamentos da rep5bli'a
Art. 2> - Separa"#o dos poderes
Art. ;> - ,b+etivos da rep5bli'a
Art. 7> - 3rin')pios (e regem as rela"0es interna'ionais
#, F*nd'entos d re1K/lic (rt, 1U!
• So/erni2 independIn'ia no plano e.terno X sprema'ia no plano interno
• Ciddni2 $ a possibilidade de parti'ipar das de'is0es pol)ti'as
• Dignidde d 1esso &*'n,
11
• Flores sociis do tr/l&o e d li?re iniciti?
• $l*rlis'o 1ol%tico
Come ofi'ial do Drasil2 4ep5bli'a Federativa do Drasil. Qesse artigo e.trai-se
os segintes prin')pios2
• 3rin')pio repbli'ano
• 3rin')pio federativo
• 3rin')pio da indissolbilidade
• 3rin')pio demo'ráti'o.
A palavra demo'ra'ia – demo em grego signifi'a povo e 'ra'ia signifi'a poder.
, se+a& demo'ra'ia $ o poder do povo. A demo'ra'ia pode ser2
• Qireta2 o povo toma sas de'is0es diretamente
• 9ndireta o representativa2 $ a(ela em (e o povo toma sas de'is0es
atrav$s de ses representantes eleitos
• Semidireta2 ma demo'ra'ia indireta& 'om algmas %ipBteses de demo'ra'ia
direta /$ o 'aso de plebis'ito& referendo1. Art. 1>& parágrafo 5ni'o& !F<66
Ala 01.0;.2010 - Fol%a em separado
Ala 22.0;.2010 – Fol%a em separado
Ala 0=.07.2010
DIREITOS E =ARANTIAS FUNDA6ENTAIS (CONTINUAÇÃO!
1 – Direito de 1ro1riedde
Art. =>& WW99& !F e segintes. , direito de propriedade n#o $ absolto em
virtde de (e a propriedade deve atender sa fn"#o so'ial. A !F define a fn"#o
so'ial da propriedade rral /art. 16F1 e da rbana /art. 162& ? 2>1. A propriedade
rbana atende sa fn"#o so'ial se ela respeitar o plano diretor da 'idade. As
12
'onse(YIn'ias do desrespeito da fn"#o so'ial da propriedade tamb$m est#o na !F.
:.2 93-H progressivo /rbano1& desapropria"#o /rral1.
1,1 – EBce3Ies o direito de 1ro1riedde (rts, VVIF e VVF9 CF!
1,1,1 – Des1ro1ri34o (rt, :U9 VVIF!
• * reglada por lei federal /art. 22. 99& !F1
• 3r$via e +sta indeni@a"#o em din%eiro
• Hso definitivo
1,1,# – Re.*isi34o d 1ro1riedde (rt, :U9 VVF9 CF!
• Hso temporário
• 9ndeni@a"#o apenas se %over dano.
# – $rinc%1io d in2st/ilidde do controle N*risdicionl
Art. =>& WWW8. A lei n#o pode afastar do poder +di'iário les#o o amea"a a
direito /(al(er direito1. 8ia de regra& n#o $ ne'essário o esgotamento das vias
administrativas para se pleitear algo no poder +di'iário.
( – Art, :U9 VVVFI
Direito d.*irido2 $ o direito (e +á pode ser e.er'ido& $ m direito +á
in'orporado ao patrimUnio da pessoa.
Ato N*r%dico 1er2eito2 $ a(ele ato +á reali@ado segndo as leis vigentes. :.2
'ontrato de lo'a"#o - depois dele ter sido finali@ado mda-se a lei de lo'a"0es& o
'ontrato n#o será modifi'ado por 'onta dessa modifi'a"#o da lei.
Cois N*lgd2 $ a imtabilidade das de'is0es +di'iais transitadas em +lgado.
:.'e"0es2 lei penal posterior retroage para benefi'iar o r$.
8 – Art, :U9 VVVFII
-ribnal de e.'e"#o $ o tribnal 'riado apBs o fato prati'ado para +lgar a(ele
fato determinado /ad %o'1 o ma pessoa espe')fi'a /ad persona1. * proibido por(e o
+lgamento desse tribnal n#o teria impar'ialidade.
: – Art, :U9 VVVFIII
, +5ri $ ma 'lásla p$trea
3rin')pios 'onstit'ionais do +5ri2
• $lenit*de de de2es2 possibilidade de se tili@ar de argmentos
meta+r)di'os /fora do direito1. 8o'I pode sar argmentos filosBfi'os& so'iolBgi'os&
religiosos.
• Sigilo ds ?ot3Ies2 os +rados votam em ma sala se'reta
1;
• So/erni dos ?eredictos2 o tribnal n#o pode alterar a de'is#o dos
+rados. , má.imo (e pode o'orrer $ a reali@a"#o de m novo +5ri.
• Co'1etGnci2 +lga apenas 'rimes dolosos 'ontra a vida e os 'rimes
'one.os.
< – Art, :U9 VLII e VLIF
<,1 – Rcis'o
O+S. C#o 'onfndir o 'rime de ra'ismo 'om o 'rime de in+5ria ra'ial. ,
ra'ismo está prevista em lei espe')fi'a /Lei GG1F<6E1. :.2 impedir (e alg$m ingresse
em m re'into por 'onta da 'or da pele. A in+5ria ra'ial $ (ando ao ofender alg$m
vo'I tili@a elementos de ra"a o 'or. :.2 se +de safado.
, 'rime de ra'ismo $ inafian"ável e impres'rit)vel.
<,# – =r*1os r'dos contr o Estdo de'ocr7tico
:sse 'rime tamb$m $ inafian"ável e impres'rit)vel. * m 'rime 'ontra a
segran"a na'ional.
> – $ens eBistentes e 1roi/ids no +rsil Art, :U9 VLFI e VLFII
ATENÇÃOCCC Rs penas proibidas2
• De 'orte& salvo em 'asos de gerra de'larada /para algns 'rimes1
• De cr7ter 1er1;t*o
• De tr/l&o 2or3do
• De /ni'ento" $ 'olo'ado fora do pa)s e nn'a mais pode retornar ao
pa)s
• Cr*;is
A – Art, :U9 LIF e ss
A,1 – $rinc%1io do de?ido 1rocesso legl (LIF!
Segndo o S-F& %á o devido pro'esso legal pro'essal /soma de todos os
direitos e garantias apli'ados ao pro'esso1 e o devido pro'esso legal sbstantivo o
material /se o ato do poder p5bli'o n#o for ra@oável& será in'onstit'ional1.
A,# – $rinc%1io do contrditório e d '1l de2es (LF!
:sses dois prin')pios s#o apli'ados tanto ao pro'esso +di'ial (ando ao
pro'esso administrativo. C#o se apli'am ao in($rito poli'ial. O+S. , S-F tem
apli'ado esses prin')pios nas rela"0es entre parti'lares – $ a '%amada efi'á'ia
%ori@ontal dos direitos fndamentais /e.2 para se e.'lir m asso'iado de ma
asso'ia"#o deve-se respeitar a ampla defesa1.
17
A,( – $roi/i34o de 1ro?s il%cits (LFI!
:sse direito n#o $ absolto. 3revale'e o entendimento de (e provas il)'itas
podem ser sadas em benef)'io do r$& em ra@#o do prin')pio da propor'ionalidade.
O+S. Segndo o S-F e.iste a prova il)'ita por deriva"#o /teoria dos frtos da árvore
envenenada12 tdo (e de'orre de ma prova il)'ita tamb$m será il)'ito.
A,8 – $rinc%1io d 1res*n34o de inocGnci
, r$ n#o será 'onsiderado 'lpado at$ a senten"a penal 'ondenatBria
transitada em +lgado. 3or 'onta disso as pris0es pro'essais /pris#o em flagrante&
pris#o temporária1 s#o e.'ep'ionais.
A,: – $ris4o ci?il
* poss)vel pris#o 'ivil apenas do devedor volntário e ines'sável de
alimentos. O+S. Segndo o S-F& n#o e.iste mais no Drasil a pris#o 'ivil do depositário
infiel. 8er s5mla vin'lante 2=.
RE6EDIOS CONSTITUCIONAIS
1 – -/es Cor1*s (rt, :U9 LVFIII!
Tabeas 'orps signifi'a dá-me o 'orpo. * destinado a ttelar o direito R
liberdade de lo'omo"#o. Co Drasil ele srgi no 'Bdigo de pro'esso 'riminal de 16;2 e
depois apare'e em todas as 'onstiti"0es brasileiras a partir de 1E;2. O+S. Ca
'onstiti"#o de 16E1& o %abeas 'orps ttelava (ais(er direitos /teoria brasileira do
%abeas 'orps1.
1,1 – Es1;cies de -C
1,1,1 – -/es cor1*s re1ressi?o o* li/ertório
A(i +á e.iste o ato 'onstrangedor da liberdade de lo'omo"#o. :.2 +á e.iste m
pro'esso o ma pris#o.
1,1,# – -/es cor1*s 1re?enti?o
A'onte'e (ando %á apenas ma amea"a de 'onstrangimento R liberdade.
1,1,( – Legiti'idde
Zal(er pessoa pode impetrar %abeas 'orps em favor de (al(er pessoa.
9mpetrante2 $ (em a+)@a o T!. O+S. C#o pre'isa ser advogado /apenas este
rem$dio 'onstit'ional dispensa o advogado1. A pessoa pode impetrar T! em se
favor o em favor de ter'eira pessoa. C#o pre'isa de pro'ra"#o do pa'iente. ,
analfabeto tamb$m pode impetrar T!. C#o se admite o T! apB'rifo /sem assinatra1.
M3 tamb$m pode atar.
1=
3a'iente2 $ (em sofre a les#o o amea"a de les#o R sa liberdade de
lo'omo"#o. , pa'iente deve ser pessoa %mana. C#o se admite T! em favor de
pessoa +r)di'a eis (e ela n#o tem liberdade de lo'omo"#o. -amb$m n#o $ poss)vel
T! em favor de animais. * poss)vel T! em favor de estrangeiros& mas deverá ser
redigido em l)nga portgesa.
Atoridade 'o-atora2 pessoa (e promove a les#o o amea"a da liberdade de
lo'omo"#o. 3ode ser atoridade p5bli'a /delegado& +i@& tribnal1 o& em algns 'asos&
o parti'lar /dono do %ospital (e n#o libera o pa'iente en(anto ele n#o pagar a
'onta1.
# – -/es Dt
Lei E=0G<EG. Serve para2
• garantir o a'esso a informa"0es sobre dados pessoais e.istentes em
entidades governamentais o em ban'os de dados de 'aráter p5bli'o. ATENÇÃOCCC
SB serve para bs'ar dados do prBprio impetrante.
• 4etifi'a"#o dos dados& se estiverem in'orretos
• Fa@er anota"0es nesses dados pessoais& se estiverem 'orretos
Dan'o de dados de 'aráter p5bli'o $ o ban'o de dados (e permite o a'esso
de otras pessoas& al$m da entidade (e o possi /e.. S3!1.
ATENÇÃOCC 3ara impetrar %abeas data e pre'iso esgotar a via
administrativaM Sim& para impetrar o %abeas data $ ne'essária a negativa o a demora
na via administrativa. 8er s5mla 2 do S-A.
A'esso2 re'sa o demora de 10 dias
4etifi'a"#o2 re'sa o demora de 1= dias
Anota"#o2 re'sa o demora de 1= dias
#,1 – Legiti'idde
, impetrante pode ser pessoa f)si'a o +r)di'a& brasileiro o estrangeiro.
, %abeas data assim 'omo o %abeas 'orps s#o a"0es gratitas& n#o in'idem
'stas.
( – 6nddo de InN*n34o
Co Drasil nas'e na !F<66. , mandado de in+n"#o n#o possi lei
reglamentadora. O+S. Segndo o S-F& o mandado de in+n"#o tem apli'a"#o
imediata& apli'ando-se a lei do mandado de segran"a& por analogia.
Serve para bs'ar o 'omplemento& a reglamenta"#o de ma norma
'onstit'ional de efi'á'ia limitada (e prevI algm direito. :. de normas ainda sem
reglamenta"#o2 art. ;G& 899 e art. 70& ?7>.
1F
(,1 – Legiti'idde
, impetrante pode ser pessoa f)si'a o +r)di'a. , impetrado $ a entidade
responsável pela reglamenta"#o /(em está se omitindo1.
(,# – E2eitos, ATENÇÃOCC
• 3osi"#o antiga do S-F2 '%amada de posi"#o n#o 'on'retista. , +di'iário se
limitava a 'omni'ar a omiss#o ao Brg#o omitente.
• 3osi"#o atal do S-F2 '%amada de posi"#o 'on'retista. Cos dias de %o+e os
mandado de in+n"#o prod@ efeitos 'on'retos para as partes /nos 'asos do
art. 70 ?7>1 o para todos /'aso do art. ;G& 899 – at$ (e se+a feita a lei
espe'ial& apli'ar-se-á a lei geral da greve – lei dos 'eletistas – Lei GG6E<6E1
Ala 0F.07.2010 – 1[ parte – fol%a separada
Ala 0F.07.2010 – 2[ parte
8 0 6nddo de seg*rn3 coleti?o
8,1 0 Legiti'dos"
• $rtido 1ol%tico co' re1resent34o no congresso ncionl" deve ter
pelo menos m deptado o m senador. SB pode impetrar MS em defesa dos ses
filiados o de ses prBprios direitos
• Entidde de clsse2 em favor de ses membros o asso'iados
1G
• OrgniL34o sindicl" em favor de ses membros o asso'iados
• Associ34o legl'ente constit*%d e e' 2*ncion'ento 1elo 'enos
1 no" em favor de ses membros o asso'iados
O+S. As entidades de 'lasse& organi@a"#o sindi'al e asso'ia"#o n#o pre'isam
de atori@a"#o e.pressa de ses membros bastando estar previsto em se estatto.
DIREITOS SOCIAIS
(ci 1o*co9 ci '*ito 1ens do TRT!
1 – Introd*34o
,s direitos so'iais s#o '%amados de direitos de 2[ dimens#o. 4e'ebem este
nome por(e s#o a(eles direitos em (e o estado tem o dever de agir /diferente dos
direitos de 1[ gera"#o em (e o :stado tem o dever de n#o fa@er /n#o invadir a
priva'idade& n#o ferir a liberdade1.
:.emplos de direitos so'iais2 direito a sa5de& alimenta"#o& ed'a"#o& moradia&
trabal%o. S#o en'ontrados do art. F> ao art. 11.
Art. F> - rol de direitos so'iais
Art. G > - direitos individais dos trabal%adores
Art. 6> ao art. 11 – direitos 'oletivos dos trabal%adores /basi'amente a greve e
a sindi'ali@a"#o1.
O+S. , S-F re'on%e'e (e o :stado tem o dever de 'stear o tratamento e a
medi'a"#o de pa'ientes portadores de doen"as graves.
8ia de regra& a efi'á'ia dos direitos so'iais depende de ma evol"#o do
:stado. ,s direitos so'iais devem garantir m m)nimo de efeitos /o m)nimo
e.isten'ial1.
DIREITOS DE NACIONALIDADE
1 – Conceito
Ca'ionalidade $ o v)n'lo +r)di'o e pol)ti'o de ma pessoa 'om m :stado. *
poss)vel pessoas sem na'ionalidade – s#o os '%amados apátridas. , direito de
na'ionalidade $ m direito fndamental. Tá o estatto do estrangeiro /Lei F61=<601.
# – Es1;cies
#,1 – Ncionlidde origin7ri o* 1ri'7ri
* a(ela ad(irida pelo nas'imento. :stá prevista apenas na !F.
#,1,1 – Crit;rios 1r ncionlidde origin7ri
16
#,1,1,1 0 Crit;rio WN*s solisX – o (e importa $ onde a pessoa nas'e. * adotado em
(ase todos os pa)ses do 'ontinente ameri'ano.
#,1,1,# – Crit;rio WN*s sng*inisX – o (e importa para a na'ionalidade $ a
as'endIn'ia.
#,1,# – M*e' ; /rsileiro nto
• Cas'ido em territBrio brasileiro& sl?o se de pais estrangeiros a servi"o de se
pa)s. /'rit$rio \+s solisO1.
• Cas'ido no estrangeiro de pai brasileiro o m#e brasileira e (e este+a&
(al(er deles& a servi"o /servi"o p5bli'o1 do Drasil /JK'rit$rio +s sanginisO X 'rit$rio
fn'ional1
• Cas'ido no estrangeiro de pai brasileiro o m#e brasileira& (e n4o este+a a
servi"o do Drasil& e (e se+a registrado em reparti"#o brasileira 'ompetente. O+S. A
emenda =7<0G retroage aos nas'idos entre 1EE7 e 200G (ando n#o tin%a a
possibilidade de registro de fil%os de pais brasileiros nas'idos no estrangeiro.
• Cas'ido no estrangeiro de pai brasileiro o m#e brasileira e (e ven%a a residir
na 4ep5bli'a Federativa do Drasil e opte& em (al(er tempo& depois de atingida a
maioridade& pela na'ionalidade brasileira /jus sanguinis X residIn'ia X op"#o1. A
op"#o deve ser feita +nto a +sti"a federal /art. 10E& W1. A op"#o $ m ato
personal)ssimo /nem por pro'ra"#o pode ser feita por otra pessoa1 e sB pode ser
feita depois de atingida a maioridade.
#,# – Ncionlidde sec*nd7ri o* d.*irid
* a(ela ad(irida por m ato posterior de vontade /natrali@a"#o1. :stá
prevista na !F e na lei infra'onstit'ional /lei federal1. O+S. C#o $ poss)vel medida
provisBria sobre na'ionalidade /art. F2& ?1>1
#,#,1 – Es1;cies de nt*rliL34o
#,#,1,1 – Nt*rliL34o t7cit o* grnde nt*rliL34o
C#o e.iste mais no Drasil& mas e.isti na 'onstiti"#o de 16E1. -odos (e
estavam no Drasil na $po'a foram 'onsiderados brasileiros& salvos se manifestassem
em sentido 'ontrário.
#,#,1,# – Nt*rliL34o eB1ress
#,#,1,#,1 – Ordin7ri (rt, 1#9 II9 !
• :strangeiros orindos dos pa)ses de l)nga portgesa2 residIn'ia por
1 ano X idoneidade moral
• :strangeiros de otras na'ionalidades2 re(isitos est#o no estatto do
estrangeiro /arts. 112 e 11=& ?2> da Lei F61=<601
#,#,1,#,# – EBtrordin7ri o* .*inLen7ri (rt, 1#9 II9 /!
1E
Zal(er estrangeiro residente no Drasil a mais de 1= anos e sem 'ondena"#o
penal pode re(erer a natrali@a"#o.
( – $ort*g*eses residentes no +rsil
, portgIs residente no Drasil tem das op"0es2
• se natrali@ar brasileiro /dei.a de ser portgIs1
• pedir a e(ipara"#o 2 'om isso ele terá todos os direitos de m brasileiro
natrali@ado e 'ontinará sendo portgIs. A dotrina '%ama de portgIs
e(iparado. O+S. , Drasil e.ige re'ipro'idade de 3ortgal& o se+a& os brasileiros (e
moram em 3ortgal tamb$m devem ter esse direito de e(ipara"#o. Atalmente& os
brasileiros tamb$m tIm e(ipara"#o em rela"#o aos portgeses.
Ala 1E.07.2010
8 – Di2eren3s entre /rsileiros ntos e /rsileiros
3ara de'orar2 A prova e.tra fndi a 'abe"a. 3ropriedades& :.tradi"#o&
Fn"0es& !argos.
8,1 – Crgos
Tá 'argos (e apenas brasileiros natos podem o'par.
S#o 'argos privativos de brasileiros natos /rol ta.ativo1
• 3residente da 4ep5bli'a
• 8i'e-presidente
• 3residente da !Pmara dos Qeptados
• 3residente do Senado
• Ministro do S-F
• Qiplomata
• ,fi'ial das for"as armadas. O+S. C#o pode ser ofi'ial /de
tenente para 'ima1& mas pode ser soldado& sargento.
• Ministro da defesa
O+S. -odos os ministros do S-F devem ser brasileiros natrali@ados.
O+S. Drasileiro natrali@ado pode ser deptado federal o senador& sB n#o
podem ser presidente dessas 'asas.
20
8,# – F*n3Ies
, brasileiro nato possi F assentos reservados no !onsel%o da 4ep5bli'a /art.
6E& 899& !F1. , presidente da rep5bli'a possi dois Brg#os 'onsltivos& (e ser#o
ovidos para a tomada de de'is0es importantes /e.2 interven"#o federal1. :sses
Brg#os s#o o 'onsel%o da rep5bli'a e o 'onsel%o de defesa na'ional /art. E11.
8,( – EBtrdi34o
De1ort34o" $ o envio de m estrangeiro para otro pa)s& se a(i entro o
permane'e irreglarmente. 4e'ai somente sobre estrangeiros. * ato nilateral& o
se+a& n#o pre'isa do pedido do otro pa)s.
EB1*ls4o" $ a retirada do estrangeiro do territBrio brasileiro se a(i prati'o
ato atentatBrio ao interesse na'ional. SB re'ai sobre estrangeiro. * ato nilateral. Se o
estrangeiro tiver 'Un+ge o fil%o brasileiro (e dele dependa& n#o poderá ser e.plso.
EBtrdi34o" $ o envio de ma pessoa para otro pa)s para (e lá se+a
pro'essada o 'mpra pena. 3ode re'air sobre estrangeiros o brasileiros
natrali@ados. * ato bilateral& o se+a& m pa)s pede e o otro 'on'ede. :.tradi"#o
ativa2 o Drasil pede. , Drasil pode pedir a e.tradi"#o de (al(er pessoa /brasileiro
nato& natrali@ado o de estrangeiro1. :.tradi"#o passiva2 m pa)s pede para o Drasil.
3ode re'air sobre estrangeiros. Drasileiro nato NUNCA pode ser e.traditado. Drasileiro
natrali@ado pode ser e.traditado por 'rime anterior a natrali@a"#o o por tráfi'o de
drogas independente de ter sido antes o depois da natrali@a"#o. C#o importa onde
foi 'ometido o tráfi'o – no Drasil o no e.terior.
8,8 – $ro1riedde
3ropriedade de empresas +ornal)sti'as. Drasileiro natrali@ado sB pode ter
empresa +ornal)sti'a apBs 10 anos da sa natrali@a"#o.
O+S. Somente a !onstiti"#o Federal pode estabele'er diferen"as entre
brasileiro nato e natrali@ado.
: – $erd d ncionlidde
:,1 – A34o 1r cncel'ento d nt*rliL34o
• SB para brasileiros natrali@ados
• A+i@ada pelo M3F
• -ramita na +sti"a federal
• Zando %over a práti'a de ato atentatBrio ao interesse na'ional
• Momento e.ato da perda da na'ionalidade2 senten"a +di'ial transitada
em +lgado.
• Tá apenas ma %ipBtese para read(irir a na'ionalidade brasileira2
a+i@ando ma a"#o res'isBria.
21
:,# – A.*isi34o ?ol*nt7ri de o*tr ncionlidde
4e'ai sobre brasileiros natos e natrali@ados.
Momento da perda da na'ionalidade2 a perda n#o á atomáti'a. A perda da
na'ionalidade se dá apenas 'om o de'reto do presidente da rep5bli'a. 3ara read(irir
a na'ionalidade brasileira& basta voltar a residir no Drasil e pedir o de'reto
presiden'ial. Ceste 'aso& prevale'e o entendimento de (e a pessoa volta a ter a
na'ionalidade anterior& se+a nato o natrali@ado.
O+S. Tá dois 'asos permitidos para dpla na'ionalidade2
• A.*isi34o de o*tr ncionlidde origin7ri /ad(irida pelo
nas'imento1& p. e. des'endentes de italiano
• M*ndo o 1%s estrngeiro eBige nt*rliL34o do /rsileiro
co'o condi34o de 1er'nGnci no 1%s o* 1r eBercer lg*'
direito.
DIREITOS $OLTTICOS
1 – Conceito
!on+nto de direitos destinados a assegrar a soberania poplar /art. 1>&
parágrafo 5ni'o1.
# – $le/iscito e Re2erendo
* ma 'onslta poplar sobre determinado assnto. Zem 'onvo'a $ o
'ongresso na'ional /art. 7E& W81 atrav$s de de'reto legislativo.
Co 1le/iscito primeiro pergnta para o povo e depois fa@ a lei o o ato
administrativo. * ma 'onslta a priori.
Co re2erendo primeiro fa@ a lei o ato e depois pergnta para o povo. * ma
'onslta a posteriori.
( – Iniciti? 1o1*lr
* a possibilidade de o povo propor pro+eto de lei federal. Art. F1& ? 2>. ,
'ongresso n#o tem pra@o para votar o pro+eto e este pode ser re+eitado pelas 'asas.
Re.*isitos"
• Assint*r de 1 Y do eleitordo ncionl
• Assint*rs e' 1elo 'enos : estdos
• $elo 'enos Z9(Y dos eleitores desses : estdos
(,1 – $roNeto de lei estd*l de iniciti? 1o1*lr
22
Fi'a a 'argo da 'onstiti"#o estadal. A !F n#o di@ nada sobre o assnto.
(,# – $roNeto de lei '*nici1l de iniciti? 1o1*lr
:stá na !F. Re.*isitos"
:Y do eleitordo '*nici1l.
8 – A34o 1o1*lr
8er 'om detal%es na parte de rem$dios 'onstit'ionais
3ode ser a+i@ada por 'idad#o /pessoa no go@o dos direitos pol)ti'os1. Serve
para evitar o reparar les#o ao patrimUnio p5bli'o& moralidade administrativa& meio-
ambiente& patrimUnio %istorio o 'ltral. A a"#o $ gratita /n#o in'ide 'stas nem
s'mbIn'ia1.
: – Direito de S*2r7gio, ATENÇÃOCCC
Qireito de sfrágio $ o direito de votar /alistabilidade1 e ser votado
/elegibilidade1.
:,1 – Alist/ilidde
:m regra& o voto $ obrigatBrio. :m algns 'asos ele $ fa'ltativo e em otros
'asos ele $ proibido.
Foto o/rigtório"
• 'iores de 1A nos
• 'enores de >Z nos,
Foto 2c*ltti?o"
• 6iores de 1< nos e 'enores de 1A
• 6iores de >Z nos
• Anl2/etos
Foto 1roi/ido"
• 6enores de 1< nos
• Estrngeiro /n#o tem direitos pol)ti'os& e.'eto 'asos de
portgIs e(iparado1
• Conscritos2 militar 'ons'rito2 militar drante o servi"o militar
obrigatBrio.
:,1,1 – Crcter%stics do ?oto
:,1,1,1 – Foto direto
2;
, eleitor es'ol%e diretamente o se representante /sem intermediários1.
:.'e"#o2 art. 61& !F. Se o presidente e o vi'e dei.am o 'argo nos dois 5ltimos anos
do mandato& tem-se elei"#o indireta no 'ongresso na'ional no pra@o de ;0 dias. .
O+S. Se o presidente e o vi'e dei.am o 'argo nos primeiros dois anos teremos
elei"0es diretas no pra@o de E0 dias.
:,1,1,# – Foto secreto
:,1,1,( – Foto *ni?ersl
-odos tIm o direito de votar.
:,1,1,8 – Foto 1eriódico
Qe tempos em tempos o eleitor tem o direito de votar.
O+S. :ssas primeiras (atro 'ara'ter)sti'as s#o 'láslas p$treas
:,1,1,: – Foto 1ersonl%ssi'o
C#o pode votar por pro'ra"#o& somente a prBpria pessoa pode votar.
:,1,1,< – Li/erdde do ?oto
Apenas o 'ompare'imento $ obrigatBrio. :le pode votar em (al(er
'andidato& em bran'o o nlo.
:,1,1,> – Ig*ldde
Hm %omem& m voto. -odos os votos tIm o mesmo valor.
:,# – Elegi/ilidde
:,#,1 – Condi3Ies de elegi/ilidde
• +rsileiro2 para os 'argos (e n#o se+am privativos de brasileiro nato podem
tamb$m se 'andidatar os portgeses e(iparados
• =oLo dos direitos 1ol%ticos
• Fili34o 1rtid7ri
• Do'ic%lio eleitorl n circ*nscri34o" 'ir'ns'ri"#o $ o lgar onde vo'I vota e
n#o onde vo'I mora.
• Alist'ento eleitorl
• Idde '%ni' 1r o crgo
• (: nos" 1residente9 ?ice e sendor
• (Z nos" go?erndor9 ?ice
27
• #1 nos" 1re2eito9 ?ice9 de1*tdos (2ederl9
estd*l o* distritl! e N*iL de 1L,
• 1A nos" ?eredor
O+S. , pro+eto de lei JKfi'%a limpaKK – 3ara o -S: a lei +á vai valer para as
elei"0es de 2010. Segndo o -S: essa lei n#o se en(adra ao art. 1F por(e ela n#o
altera o pro'esso eleitoral e sim elegibilidade. Al$m disso& vale tamb$m para
'ondena"0es passadas e ftras.
Ala 07.0=.2010
O+S. Zal o momento para aferi"#o das 'ondi"0es de elegibilidadeM A regra $
o momento do registro da 'andidatra na +sti"a eleitoral. :.'e"#o2 Co to'ante a idade
m)nima& o momento $ o da posse.
:,#,# – Inelegi/ilidde
* a in'apa'idade de ser votado.
:,#,#,1 – Inelegi/ilidde A/sol*t
* a in'apa'idade de ser votado para todos os 'argos.
S#o eles2
• Estrngeiro
• 6ilitr conscrito
• Anl2/etos. ATENÇÃOCCCC :le pode votar /voto fa'ltativo1& mas n#o
pode ser votado.
:,#,#,# – Inelegi/ilidde Relti?
8ale para algns 'argos.
:,#,#,#,1 – $r o 'es'o crgo (reelei34o!
 No Legislti?o" $ poss)vel reelei"#o por indeterminadas ve@es.
 No EBec*ti?o" $ poss)vel apenas ma reelei"#o consec*ti?, * poss)vel ma
segnda reelei"#o n#o 'onse'tiva.
:,#,#,#,# – $r o*tros crgos
 No legislti?o2 pode se 'andidatar a otro 'argo. :le n#o pre'isa renn'iar ao
atal mandato para 'on'orrer.
2=
 No eBec*ti?o2 pode se 'andidatar a otro 'argo& mas deve renn'iar ao atal
mandato F meses antes da elei"#o.
:,#,#,#,( – $elo 1rentesco, ATENÇÃOCCC Art, 189 [ >U
Algns parentes do '%efe do poder e.e'tivo n#o pode se 'andidatar dentro da
respe'tiva 'ir'ns'ri"#o.
Se o 1rente ; 1re2eito2 n#o pode prefeito nem vereador da(ela 'idade
Se o 1rente ; go?erndor2 n#o pode governador& deptado federal& estadal
nem prefeito de todas as 'idades do estado.
Se 1residente2 nen%m 'argo
:.'e"#o2 se a pessoa +á era titlar de mandato eletivo poderá se 'andidatar a
reelei"#o.
$rentes2
• C\nN*ge2 a separa"#o +di'ial drante o mandato NÃO afasta a
inelegibilidade. S5mla vin'lante 16. :ssa regra tamb$m se apli'a a ni#o estável e
para a ni#o %omoafetiva.
• $rentes consng]%neos o* 2ins t; o #U gr*.
:,#,#,#,8 – Do 'ilitr
, militar 'ons'rito tem inelegibilidade absolta. Aá o militar n#o 'ons'rito2
• Se tem menos de 10 anos de servi"o2 tem (e dei.ar a atividade militar
• Se tem mais de 10 anos de servi"o2 pode ser 'andidatar fi'ando
li'en'iado. Se eleito& vai para a reserva.
:,( – $erd e s*s1ens4o dos direitos 1ol%ticos (rt, 1:!
C#o e.iste 'assa"#o dos direitos pol)ti'os. , (e temos s#o as %ipBteses de
perda e sspens#o.
3erda2 possi m pra@o indeterminado
Sspens#o2 possi pra@o determinado
:,(,1 – $erd dos direitos 1ol%ticos
:,(,1,1 – A34o 1r cncel'ento d nt*rliL34o
Se a pessoa dei.a de ser brasileiro ela perderá os direitos pol)ti'os.
:,(,1,# – A.*isi34o ?ol*nt7ri de o*tr ncionlidde
Se a pessoa dei.a de ser brasileiro 'onse(entemente perde os direitos
pol)ti'os.
2F
:,(,1,( – Esc*s de consciGnci
Qiante de ma obriga"#o a todos imposta /votar& servi"o militar obrigatBria1 a
pessoa pode alegar a '%amada es'sa de 'ons'iIn'ia. Qiante dessa alega"#o ele tem
(e 'mprir ma presta"#o alternativa. Se ele n#o 'mprir ele perde os direitos
pol)ti'os.
:,(,# – S*s1ens4o dos direitos 1ol%ticos
:,(,#,1 – Inc1cidde ci?il /sol*t
:n(anto drar a in'apa'idade fi'ar#o sspensos ses direitos pol)ti'os.
:,(,#,# – Conden34o 1enl trnsitd e' N*lgdo, ATENÇÃOCCC
-erá sspensos ses direitos pol)ti'os at$ a e.tin"#o da pnibilidade& en(anto
drarem os efeitos da 'ondena"#o independentemente de estar preso o solto
/restri"#o par'ial da liberdade1. , preso provisBrio tem o direito de votar
:,(,#,( – I'1ro/idde d'inistrti?
:,8 – $rinc%1io d nterioridde o* n*lidde eleitorl (rt, 1<!
A lei (e altera o pro'esso eleitoral sB pode ser apli'ada Rs elei"0es (e ser#o
reali@adas pelo menos 1 ano depois. O+S. , S-F entende (e o art. 1F $ direito
individal do eleitor /'lásla p$trea1& direito de n#o ser pego de srpresa.
:,: – $rtidos 1ol%ticos (rt, 1>!
S#o regidos pelo prin')pio da liberdade /'ria"#o& e.tin"#o& fs#o& 'is#o&
in'orpora"#o1. :ssa liberdade $ mitigada& e.istem ma s$rie de limites impostos aos
partidos pol)ti'os 'omo p. e.& resgardar a soberania na'ional& o regime demo'ráti'o&
o plripartidarismo& os direitos fndamentais /ver in'isos do art. 1G1.
O+S. 9n'iso 9 - !aráter na'ional2 n#o se permite partidos estadais& por
e.emplo.
Art. 1G& ? 1> - a'abo 'om a verti'ali@a"#o das 'oliga"0es partidárias. A
'oliga"#o partidária no Pmbito federal pode ser diferente da 'oliga"#o no Pmbito
estadal.
,s partidos s#o 'riados pelo registro em 'artBrio de pessoas +r)di'as e registro
do estatto no -S:.
O+S. , !ongresso Ca'ional tento 'riar ma JK'lásla de barreiraKK& (e
limitava a parti'ipa"#o dos partidos menores /'om po'a representa"#o no
'ongresso1. , S-F disse (e tal regra $ in'onstit'ional por ferir o direito das
minorias.
* vedada a tili@a"#o pelos partidos pol)ti'os de organi@a"#o paramilitar.
SE$ARAÇÃO DOS $ODERES
2G
1 – Introd*34o
Art. 2>. S#o poderes do :stado2 :.e'tivo& Legislativo e Adi'iário. * adotado
no Drasil e triparti"#o de poderes /Montes(ie em , :sp)rito das Leis1. A separa"#o
dos poderes tem por finalidade evitar a 'on'entra"#o do poder nas m#os de ma sB
pessoa. :ssa teoria veio em resposta Rs monar(ias absoltistas. , Drasil +á adoto a
(atriparti"ao de poderes2 e.e'tivo& legislativo& +di'iário e o poder moderador. 9sso
foi adotado pela !onstiti"#o de 1627 /9mp$rio1. , poder moderador era e.er'ido pelo
rei& tin%a a finalidade de fis'ali@ar os otros ; poderes /o rei tamb$m era o '%efe do
e.e'tivo1.
A separa"#o dos poderes $ 'lásla p$trea /art. F0& ?7>& 9991. !ada
poder e.er'e ma fn"#o t)pi'a /prin'ipal1 e tamb$m e.er'e otras fn"0es de forma
se'ndária /fn"0es at)pi'as1.
$oder F*n34o T%1ic F*n34o At%1ic
Legislti?o
Fis'ali@ar /art. G01 e
Legislar
Algar /art. =2&91&
Administrar
)*dici7rio Algar Legislar& Administrar
EBec*ti?o Administrar
Legislar /M31& Algar
/pro'essos
administrativos1

Tá m sistema de 'ontroles re')pro'os entre os ; poderes. * o '%amado
sistema de freios e 'ontrapesos. Hm poder interfere no otro. :.2 'ontrole de
'onstit'ionalidade& veto presiden'ial& re+ei"#o de medida provisBria& nomea"#o dos
ministros do S-F.
$ODER LE=ISLATIFO
1 – Introd*34o
:stá presente em todas as nidades da federa"#o.
Co mni')pio2 'Pmara de vereadores
Co estado2 assembl$ia legislativa
Co QF2 'Pmara legislativa
Ca ni#o2 'ongresso na'ional
8ia de regra& o poder legislativo no Drasil $ ni'ameral /tem ma 'asa sB1. A
e.'e"#o $ o poder legislativo da ni#o (e $ bi'ameral2 'Pmara dos deptados e
senado federal.
26
C@'r Sendo
=1; integrantes 61 senadores
4epresenta o povo
/por isso (e 'ada estado tem m n5mero
diferente de deptados – varia de 6 a G01.
:ssa defini"#o $ feita por lei 'omplementar de
a'ordo 'om o 'enso da popla"#o.
4epresenta os estados membros e o QF
/'ada estado tem o mesmo n5mero de
senadores2 ;1
:lei"#o se dá pelo sistema propor'ional
/importa mais os votos nos 'andidatos do
partido e da 'oliga"#o1
:lei"#o se dá pelo sistema ma+oritário
/$ eleito (em tiver mais votos1
Mandato de 7 anos Mandato do senador
-igela virada para 'ima
/aberta para o povo1
-igela virada para bai.o
# – Re*niIes
$er%odo legislti?o" semestre legislativo
Sess4o legislti?" ano legislativo
Legislt*r" per)odo de 7 anos
#,1 – Sess4o legislti?
#,1,1 – Ordin7ri
3er)odo em (e o 'ongresso se re5ne normalmente /art. =G1. 8ai de 02.02 a
1G.0G e de 01.06 a 22.12.
#,1,# – EBtrordin7ri, ATENÇÃOCC Art, :>
* a 'onvo'a"#o do 'ongresso no re'esso. :.2 analisar interven"#o federal&
estado de s)tio e estado de defesa /s#o de'retados pelo presidente& mas o 'ongresso
tem (e aprovar1.
ATENÇÃOCC Ca sess#o e.traordinária o 'ongresso sB pode votar a mat$ria
para a (al foi 'onvo'ado e tamb$m as medidas provisBrias pendentes.
ATENÇÃOCC ,s parlamentares n#o mais re'ebem a mais pela 'onvo'a"#o
e.traordinária.
2E
Ala 12.0=.2010
( – I'*nidde 1rl'entr (rt, :(!
* m 'on+nto de prerrogativas& de direitos destinados a assegrar o livre
e.er')'io da fn"#o parlamentar. C#o $ m privil$gio& $ ma prerrogativa. 3rivil$gio di@
respeito a pessoa& +á prerrogativa di@ respeito a fn"#o e.er'ida.
(,1 – Es1;cies de i'*nidde
(,1,1 – I'*nidde 'teril o* /sol*t
* a inviolabilidade por opini0es& palavras e votos. * ma irresponsabilidade
penal e 'ivil. 3ara (e ele este+a imne o parlamentar deve estar no e.er')'io da
fn"#o parlamentar.
-odos os parlamentares tIm imnidade material ATENÇÃOCC , vereador tem
imnidade material apenas dentro da 'ir'ns'ri"#o do se mni')pio.
O+S. , parlamentar li'en'iado n#o 'ontina 'om a imnidade parlamentar.
O+S. Segndo entendimento ma+oritário& a imnidade material NÃO se
'omni'a ao 'o-ator o part)'ipe sem essa prerrogativa.
(,1,# – I'*nidde 2or'l o* relti?
(,1,#,1 – M*nto 1ris4o
, parlamentar sB pode ser preso em flagrante de 'rime inafian"ável. As otras
pris0es 'atelares n#o s#o poss)veis. Se preso em flagrante a 'asa será 'omni'ada
em 27 %oras para deliberar sobre a pris#o& por maioria absolta de ses membros.
(,1,#,# – M*nto o 1rocesso
Cri'e 1rticdo ntes d di1lo'34o2 pro'essa normalmente /sB mda a
'ompetIn'ia1.
Cri'e 1rticdo 1ós di1lo'34o2 pro'esso normalmente& mas a 'asa
pode sspender o pro'esso. 3artido pol)ti'o representado na 'asa fa@ m pedido. A
'asa terá 7= dias para de'idir. Sspenso o pro'esso fi'a sspensa a pres'ri"#o.
-odos os parlamentares tIm imnidade formal& eBceto o vereador
8 0 Co'issIes
8,1 – Co'iss4o de constit*i34o e N*sti3 (CC)!
* ma 'omiss#o presente em TODAS as 'asas legislativa& 'omposta por
parlamentares e '+a fn"#o prin'ipal $ apre'iar a 'onstit'ionalidade dos pro+etos de
lei. :la fa@ o 'ontrole preventivo da 'onstit'ionalidade.
8,# – Co'iss4o 1rl'entr de in.*;rito (C$I!
;0
3ode ser 'riada em (al(er 'asa legislativa /federal& estadal o mni'ipal1. *
ma investiga"#o feita por parlamentares. 9nvestiga m fato 'erto por pra@o
determinado. 3ara 'riar ma !39 $ ne'essário 1<; de parlamentares. -em poder
instrtBrio de +i@. A 5ni'a pris#o (e a !39 pode de'retar $ a pris#o em flagrante. :la
pode re(isitar do'mentos& (ebrar o sigilo telefUni'o. :la n#o pode proferir nen%ma
de'is#o nem de'is0es 'atelares. :la n#o de'ide nada& apenas investiga. :la n#o
pode determinar inter'epta"#o telefUni'a /sB +i@ pode& $ a '%amada reserva de
+risdi"#o1& n#o pode tamb$m de'retar mandado de bs'a domi'iliar. :la pode
de'retar a (ebra do sigilo ban'ário e fis'al.
O+S. Segndo o S-F& a !39 estadal tem os mesmos poderes da !39 federal.
Aá a !39 mni'ipal tem poderes limitados /n#o pode de'retar (ebra do sigilo
ban'ário& fis'al1. Mitos atos depender#o de ordem +di'ial.
$ROCESSO LE=ISLATIFO
1 – Introd*34o
* a s'ess#o de atos destinados a elabora"#o da lei.
# 0 Es1;cies nor'ti?s
• E'ends Constit*cionis
• Lei co'1le'entr
• Lei ordin7ri
• Lei delegd
• 6edid 1ro?isóri (n4o ; lei9 's te' 2or3 de lei!
• Decreto legislti?o
• Resol*34o
( – E'end constit*cionl (rt, <Z!
Zem fa@ a proposta de emenda 'onstit'ional /3:!12 rol ta.ativo2
• 1S( de de1*tdos o* sendores
• $residente
• 6is d 'etde ds sse'/l;is legislti?s
A emenda $ votada nas das 'asas do 'ongresso na'ional em dois trnos 'om
(orm de ;<=. CN, %á san"#o nem veto presiden'ial para emenda. ATENÇÃOCCC Tá
; 'ir'nstPn'ias nas (ais CN, se pode fa@er emenda2
• Inter?en34o 2ederl
;1
• Estdo de s%tio
• Estdo de de2es
* promlgada pelas mesas da 'Pmara e do senado /n#o $ mesa do
'ongressoV1. Se ma 3:! for re+eitada ela sB pode ser apresentada novamente na
prB.ima sess#o legislativa.
8 – Lei co'1le'entr (rt, :R!
* a lei (e se destina a 'omplementar a 'onstiti"#o nas %ipBteses
e.pressamente previstas. Zando a !onstiti"#o sB fala lei está se referindo a lei
e.traordinária.
Lei Ordin7ri Lei co'1le'entr
Aprova"#o por maioria simples Aprova"#o por maioria absolta
3ode versar sobre (al(er mat$ria SB versa sobre mat$ria reservada na
'onstiti"#o
O+S. Maioria simples L mais da metade dos presentes
Maioria absolta L mais da metade de todos os membros
Zal a 'onse(YIn'ia de ma lei ordinária elaborada sobre assnto reservado a
lei 'omplementarM :ssa lei ordinária $ in'onstit'ional /in'onstit'ionalidade formal1.
Se ma lei 'omplementar for feita sobre mat$ria (e n#o era reservada a lei
'omplementar nada o'orre. C#o %averá (al(er in'onstit'ionalidade. :ssa lei
'omplementar $ materialmente ma lei ordinária& logo ela pode ser revogada por ma
lei ordinária.
: – Lei ordin7ri
8ia de regra& e.iste ma ini'iativa 'on'orrente entre ; pessoas2
• Congresso
• $residente
• $ovo
!om rela"#o ao 'ongresso na'ional basta m deptado o senador para fa@er
o pro+eto de ma lei ordinária.
!om rela"#o o povo $ ne'essário 1] do eleitorado na'ional& em pelo menos =
estados e em 'ada m desses estados pelo menos 0&;] dos eleitores desses
estados.
Algmas leis tIm ini'iativa privativa do presidente da rep5bli'a2 art. F1& ? 1>.
;2
Tá tamb$m 'asos de lei de ini'iativa privativa do +di'iário& do M3
Tá dois tipos de (orm2 o (orm de instala"#o e o (orm de vota"#o. , de
instala"#o $ o n5mero m)nimo de parlamentares para se ini'iar ma sess#o de
vota"#o& para todas as leis esse (orm $ de maioria absolta. , (orm de vota"#o
$ o (e pre'isa para ma lei ser votada. !ada lei tem m (orm de aprova"#o
diferente.
, pro+eto de lei $ votado nas das 'asas do 'ongresso na'ional. -emos ma
'asa ini'iadora /(e vota o pro+eto de lei pela primeira ve@1 e temos a 'asa revisora
/(e vota o pro+eto de lei pela segnda ve@1. O sendo so'ente ser7 cs
inicidor .*ndo o 1roNeto de lei 2or de iniciti? de sendor,
Cs inicidor Cs re?isor Conse.]Gnci
4e+eitado ^^^
, pro+eto sB pode ser
apresentado novamente
na prB.ima sess#o
legislativa& salvo
delibera"#o da maioria
absolta
Aprovado 4e+eitado 9gal a'ima
Aprovado Aprovado 4emessa para o
presidente para san"#o o
veto
Aprovado :mendado 8olta para a 'asa
ini'iadora para apre'ia"#o
das emendas
Se o pro+eto $ re+eitado em (al(er ma das 'asas ele sB poderá ser
reapresentado na prB.ima sess#o legislativa.
8ia de regra& o pro'esso legislativo n#o tem pra@o. :ntretanto& e.iste o
pro'esso legislativo smário& tamb$m 'on%e'ido 'omo regime de rgIn'ia (e $ o
pro'esso legislativo 'om pra@o. 3ara (e isso a'onte"a %á dois re(isitos2 o pro+eto
tem (e ser de ini'iativa do presidente& o presidente deve soli'itar a rgIn'ia para o
'ongresso na'ional.
Cs inicidor Cs re?isor Se &o*?er e'end9 ?olt
cs inicidor
7= dias para votar 7= dias para votar 10 dias para apre'iar as
emendas

O+S. Se perder esses pra@os a'ima tran'a a pata& o se+a& n#o pode votar
otros pro+etos& salvo medidas provisBrias.
;;
:,1 – Sn34o
Se o presidente 'on'orda 'om a lei aprovada ele a san'iona. :le tem 1= dias
5teis para san'ionar. Se o presidente permane'er inerte& apBs esse pra@o o'orre
san"#o tá'ita.
:,# – Feto
,'orre se o presidente dis'orda da lei. , pra@o do veto tamb$m $ de 1= dias
5teis. Tá dois motivos pelos (ais o presidente pode vetar m pro+eto de lei2
ATENÇÃOCCC
• Inconstit*cionlidde (?eto
N*r%dico!
• SeN contr7rio o interesse
1K/lico (?eto 1ol%tico!,
!ara'ter)sti'as do veto2 ATENCÃOCCC
• E eB1resso2 o silIn'io 'onfigra san"#o
• E 'oti?do" deve ter motiva"#o
• S*1ressi?o2 o presidente sB pode retirar parte do te.to& n#o pode
a'res'entar nada
• E totl o* 1rcil2 O+S. n#o pode vetar apenas algmas palavras da
frase. Qeve vetar pelo menos ma al)nea inteira.
• E relti?o o* s*1er7?el2 O+S. o 'ongresso na'ional pode re+eitar o
veto do presidente& no pra@o de ;0 dias& em sess#o 'on+nta e pelo
voto se'reto da maioria absolta.
:,( – $ro'*lg34o
A promlga"#o de lei ordinária $ de responsabilidade do presidente. Qeve
promlgar em 76 %oras a partir da san"#o o da 'omni'a"#o da re+ei"#o do veto. Se
o presidente n#o fi@er (em promlga $ o presidente do Senado. Se ele tamb$m n#o
fi@er (em promlgará $ o vi'e-presidente do senado.
< – Lei delegd
, 'ongresso na'ional delega para o presidente a possibilidade de fa@er ma lei
sobre m assnto espe')fi'o. * o presidente (e soli'ita essa delega"#o /ela n#o $
feita de of)'io1. A delega"#o $ feita por meio de ma resol"#o do 'ongresso na'ional.
Cessa resol"#o estará fi.ada a mat$ria delegada& o pra@o da delega"#o.
<,1 – Ti1os de deleg34o
<,1,1 – Deleg34o t%1ic
;7
, pro+eto de lei n#o volta para o 'ongresso na'ional. , presidente elabora& +á
promlga e pbli'a a lei.
<,1,# – Deleg34o t%1ic
, pro+eto de lei volta para a apre'ia"#o do 'ongresso na'ional. O+S. ,
'ongresso na'ional pode apenas aprovar o re+eitar& sem fa@er (al(er tipo de
emenda.
Se o presidente e.trapolar os limites da delega"#o& o 'ongresso na'ional
poderá sstar a lei delegada /art. 7=& 81.
Mat$rias (e n#o podem ser delegadas2 art. F6
• Co'1etGnci eBcl*si? do congresso ncionl
• Co'1etGnci 1ri?ti? d C@'r o* do Sendo
• 6t;ri reser?d lei co'1le'entr
Ala 1G.0=.2010
> – 6edid 1ro?isóri (rt, <#!
* m ato 'om for"a de lei feito pelo '%efe do 3oder :.e'tivo& em 'aso de
relevPn'ia e rgIn'ia e 'om pra@o determinado. -em for"a de lei& mas n#o $ lei& logo
esbarra no prin')pio da reserva legal. A M3 n#o pode dispor sobre assntos
reservados a lei /e.. medida provisBria n#o pode 'riar 'rime1.
Zem fa@ a M32
• 3residente
• Governador& se %over previs#o na 'onstiti"#o do estado.
• 3refeito& se %over previs#o na lei orgPni'a do mni')pio.
, governador e o prefeito tamb$m podem fa@er M3 em ra@#o do prin')pio da
simetria desde (e prevista nas leis desses entes.
3ara editar ma M3 pre'isa de2
• Rele?@nci2 importPn'ia
• UrgGnci2 pressa
O+S. Segndo o S-F& o +di'iário poderá apre'iar os re(isitos de relevPn'ia e
rgIn'ia em 'asos e.'ep'ionais.
;=
3bli'ada a M3& 'ome"a a prod@ir efeitos desde logo. 3bli'ada a M3& o
presidente a manda para o 'ongresso na'ional (e vai apre'iar essa M3. :le vota a
M3 em vota"#o bi'ameral. Se o 'ongresso aprova a M3 ela vira lei. Se o 'ongresso
re+eitar a M3 ela perde a efi'á'ia. Se a M3 n#o $ votada no pra@o ela perde a efi'á'ia
/re+ei"#o tá'ita1. A M3 tem pra@o de F0 dias prorrogáveis por mais F0 dias /essa
prorroga"#o $ atomáti'a1. Cesse pra@o n#o se 'onta o re'esso parlamentar.
Segndo o art. F2& se o 'ongresso na'ional n#o votar a M3 nos primeiros 7=
dias& tran'a a pata& o se+a& paralisam-se todas as otras vota"0es.
ATENÇÃOCCC :m 200E o S-F entende (e o tran'amento da pata n#o re'ai
sobre todas as leis. Somente re'ai sobre as poss)veis leis ordinárias (e poderiam se
editadas por M3. SB tran'a lei ordinária. C#o tran'a L!& :!.
Se o 'ongresso re+eitar ma M3 o presidente poderá reeditá-la& mas apenas na
prB.ima sess#o legislativa /ano seginte1.
6t;ris .*e n4o 1ode' ser editds 1or 6$" rt, <#9 [ 1U
• Ncionlidde
• Direito 1ol%ticos
• Direito 1enl
• $rocesso 1enl e 1rocesso ci?il
• 6t;ri reser?d lei co'1le'entr
• 6t;ri or3'ent7ri
• OrgniL34o do N*dici7rio e do 'inist;rio 1K/lico
• Reten34o de ti?os 2innceiros /impedir o (e o !ollor fe@ 'om a
popan"a1
• 6t;ri N7 1ro?d e' 1roNeto de lei e 1endente de sn34o o*
?eto,
Se o !ongresso re+eitar ma M3 essa re+ei"#o opera efeitos e. tn'. ,
'ongresso se re+eitar ma M3 deve editar m de'reto legislativo nm pra@o de F0 dias
para reglamentar os efeitos +á gerados pela M3. :.2 se M3 foi sobre tribto e ela $
re+eitada& esse de'reto vai di@er& p&e.& 'omo vai devolver o tribto. Se o 'ongresso n#o
fi@er esse de'reto em F0 dias a re+ei"#o da M3 prod@irá efeito e. nn'.
To+e sB pode ma prorroga"#o por F0 dias. Antes podia prorrogar
indefinidamente& %avia ma prorroga"#o a 'ada ;0 dias e a M3 valia para sempre. :m
rela"#o a essas medidas de antes da reforma da M3 elas 'ontinam em vigor at$ (e
o 'ongresso se manifesta.
> – Decreto legislti?o e resol*34o
;F
Qe'reto legislativo $ o ato destinado a dis'iplinar mat$rias de 'ompetIn'ia
e.'lsiva do 'ongresso na'ional /art. 7E& !F1. 4esol"#o $ o ato destinado a
dis'iplinar mat$ria de 'ompetIn'ia privativa da 'Pmara e do senado /arts. =1 e =21. ,s
dois n#o tIm san"#o nem veto presiden'ial. Zorm dos dois2 maioria simples. Zem
promlga o de'reto $ o presidente do 'ongresso na'ional. Zem promlga a
resol"#o $ o presidente da 'asa respe'tiva.
:.'ep'ionalmente& %á ma resol"#o feita pelo 'ongresso. A delega"#o para
fa@er lei delegada $ feita por meio de resol"#o.
$ODER EVECUTIFO
1 – Introd*34o
:stá presente em todas as nidades da federa"#o. Tá dois sistemas de
governo2 presiden'ialismo e parlamentarismo.
$residencilis'o $rl'entris'o
,rigem2 'onstiti"#o ameri'ana de 1G6G ,rigem2 9nglaterra
!%efe de governo2 presidente !%efe de governo2 primeiro ministro
, presidente $ es'ol%ido pelo povo 3rimeiro ministro $ es'ol%ido pelo
parlamento
3residente tem mandato determinado 3rimeiro ministro tem mandato
indeterminado
3residente n#o pode dissolver o
'ongresso
3rimeiro ministro pode dissolver o
parlamento

Co presiden'ialismo nota-se m maior distan'iamento entre poder e.e'tivo e
o legislativo.
# – Re.*isitos 1r ser 1residente
• Ser brasileiro nato
• 9dade m)nima2 ;= anos
• -er filia"#o partidária
• -er alistamento eleitoral
• Qomi')lio eleitoral no Drasil
• :star no go@o dos direito pol)ti'os
• C#o pode ter nen%ma 'asa de inelegibilidade
;G
( – Elei34o
A elei"#o para presidente o'orre no 1> domingo do otbro. :m 'aso de 2>
trno – será no 5ltimo domingo de otbro.
, presidente $ eleito em sistema ma+oritário por maioria absolta. , se+a& $
eleito a(ele (e tiver mais da metade dos votos válidos. Se no 1> trno nen%m
'andidato obter esse n5mero& teremos 2> trno 'om os dois mais votados no primeiro
trno. , 'andidato a presidente $ registrado na mesma '%apa do vi'e.
8otos válidos2 s#o todos os votos& e.'l)dos os bran'os e nlos.
8 – S*cess4o 1residencil
• 3residente
• 8i'e
• 3residente da !Pmara /povo vem na frente1
• 3residente do Senado
• 3residente do S-F
A sbstiti"#o do presidente pelo vi'e $ definitiva& dra at$ o final do mandato.
Aá a sbstiti"#o do presidente pelo presidente da 'Pmara& do senado o do S-F $
temporária /art. 611. Se a va'Pn'ia dos 'argos de presidente e vi'e o'orrer nos dois
primeiros anos do mandato %averá elei"#o direta para presidente em ;0 dias. Se a
va'Pn'ia o'orrer nos 5ltimos dois anos %averá elei"#o indireta.
: – A*sGnci do 1residente e do ?ice do território ncionl
4egra2 o presidente n#o pre'isa de atori@a"#o do 'ongresso para se asentar
do territBrio. :.'e"#o2 se a asIn'ia e.'eder 1= dias $ ne'essária atori@a"#o do
'ongresso na'ional& sob pena de perda do 'argoV Arts. 6; e 7E& 999.
< – Atri/*i3Ies do 1residente" rt, A8" rol eBe'1li2icti?o
Co Drasil o presidente $& ao mesmo tempo& '%efe de :stado e '%efe de
governo. !%efe de :stado $ (em representa o pa)s e.ternamente. !%efe de governo
$ (em administra as regras pol)ti'as e e'onUmi'as do pa)s.
8ia de regra& as atribi"0es do presidente s#o indelegáveis. :.'e"#o2 %á ;
%ipBteses (e o presidente pode delegar /art. 67& p. 5ni'o12
• FLer decreto so/re d'inistr34o 2ederl9 se' *'entr
des1ess
• Conceder ind*lto
• $ro?G crgos 1K/licos 2ederis
<,1 – Atri/*i3Ies do ?ice
;6
• Sbstitir o presidente nas sas sa)das temporárias
• S'ede o presidente na sa sa)da definitiva
• 3oder ser 'onvo'ado pelo presidente para miss0es espe'iais
• Fa@ parte do 'onsel%o da rep5bli'a e do 'onsel%o da defesa na'ional.
> – Res1ons/ilidde do 1residente d re1K/lic
, presidente pode prati'ar 'rime 'omm o 'rime de responsabilidade. ,
'rime de responsabilidade n#o $ e.atamente m 'rime. * ma infra"#o pol)ti'a
prati'ada pelo presidente /art. 6=1.
Zem +lga o presidente da rep5bli'a por 'rime 'omm $ o S-F. Aá (em +lga
o presidente por 'rime de responsabilidade $ o senado federal& presidido pelo ministro
presidente do S-F. -anto no 'rime 'omm (anto pelo 'rime de responsabilidade $
pre'iso m +)@o de admissibilidade para o pro'esso 'orrer. Zem dá essa atori@a"#o
$ a 'Pmara dos deptados 'om (orm de 2<;. 9ni'iado o pro'esso 'ontra o
presidente ele $ sspenso do 'argo por at$ 160 dias. Se o presidente $ 'ondenado por
'rime 'omm ele perde o 'argo e vai 'mprir a pena. Se for 'ondenado a 'rime de
responsabilidade ele perde o 'argo e fi'a in'apa@ para fn"#o p5bli'a por 6 anos.
, presidente sB pode ser pro'essado por 'rime 'omm (e tiver v)n'lo 'om a
fn"#o /e.2 prevari'a"#o& pe'lato& 'orrp"#o passiva1. :m rela"#o aos otros 'rimes
o presidente sB será pro'essado apBs o mandato fi'ando sspensa a pres'ri"#o
/imnidade do presidente1.
A – Re.*isitos 1r ser 'inistro" rt, A>
• Ser brasileiro. O+S. Ministro da defesa deve ser brasileiro nato.
• 9dade2 21 anos
• Go@o dos direitos pol)ti'os
R – ^rg4os cons*lti?os do 1residente (rt, RZ e R1!
,s dois 'onsel%os s#o presididos e 'onvo'ados pelo presidente. 3ara tomar ;
de'is0es o presidente deve ovir esses ; 'onsel%os2
• 9nterven"#o federal
• :stado de s)tio
• :stado de defesa.
O+S. , pare'er dado por esses 'onsel%os n#o vin'la o presidente.
Ala 26.0F.2010
;E
$ODER )UDICIDRIO ATENÇÃOCCCC FAI CAIR
1 – Introd*34o
Art. E2 e ss
Fn"#o t)pi'a2 +lgar
Fn"0es at)pi'as2 legislar /-ribnal elabora se regimento interno1 e
administrar /'ontratando fn'ionário1.
# – =rntis instit*cionis do 1oder N*dici7rio
#,1 – A*tono'i d'inistrti?
Art. EE. -oda administra"#o do poder +di'iário $ feita pelo prBprio poder
+di'iário. :.2 'ontrata"#o de pessoal.
#,# – A*tono'i 2innceir
Art. EE. ApBs ser determinado o (antm do din%eiro p5bli'o vai para o
+di'iário 'abe a ele de'idir onde vai apli'ar os re'rsos.
#,( – A*tono'i F*ncionl
:le tem liberdade para tomada de sas de'is0es.
( – =rntis dos 'e'/ros do 1oder N*dici7rio (dos N*%Les!
Art. E=. A finalidade dessas garantias $ preservar a independIn'ia do
magistrado.
(,1 – Fitliciedde (rt, R:9 I!
* ma esp$'ie de estabilidade dos +)@es. ApBs 2 anos no e.er')'io da fn"#o&
o +i@ sB pode perder o 'argo por senten"a transitada em +lgado. * m JKplsKK se
'omparada a estabilidade dos demais fn'ionários p5bli'os.
!om a reforma do +di'iário /:! 7=<071 %o+e s#o dois os re(isitos para o
vitali'iamento2
• 2 anos no e.er')'io da fn"#o.
• 3arti'ipa"#o em 'rsos ofi'iais de aperfei"oamento.
Qrante os dois anos /antes de se tornar vital)'io1 o +i@ pode perder o 'argo
por delibera"#o do tribnal.
O+S. Tá m 'aso em (e o +i@ se torna logo no primeiro dia de e.er')'io2
70
• M*ndo ingress diret'ente nos tri/*nis /nomea"#o
para tribnal sperior1. :.2 (ando ma pessoa (e n#o $ +i@ de 'arreira $ nomeado
ministro do S-F.
• M*ndo entr 1elo :U constit*cionl /art. E712 1<=
'onstit'ional $ 'omposto de advogados e membros do M3. S#o 7 tribnais2 -A&-4F&
-S- e -4-. ATENÇÃOCCC S-A e S-F n#o tIm 'omposi"#o pelo 1<=. Apesar disso m
advogado pode 'ompor o S-F por 'onta da nomea"#o do presidente lembrando (e
os re(isitos s#o notBrio saber +r)di'o& repta"#o ilibada e idade entre ;= e F=.
, 1<= 'onstit'ional fn'iona 'om o sistema F&;&1. , Brg#o de 'lasse es'ol%e
F. , tribnal sele'iona ;. , '%efe do e.e'tivo es'ol%e 1.
Fitliciedde Est/ilidde
Art. E=& 9 Art. 71
3ra@o2 2 anos 3ra@o2 ; anos
SB perde o 'argo por senten"a transitada
em +lgado.
3ode perder o 'argo por pro'esso
administrativo
(,# 0 In'o?i/ilidde
, +i@ n#o será removido 'ontra sa vontade da 'omar'a onde ata. :.'e"#o2
• 3or interesse p5bli'o
• 3or delibera"#o da maioria absolta do tribnal
• 3or de'is#o do 'onsel%o na'ional de +sti"a.
(,( – Irred*ti/ilidde de s*/s%dios
,s ven'imentos do magistrado n#o podem ser nominalmente red@idos.
8 – Fed3Ies os N*%Les
Art. E=& parágrafo 5ni'o.
• C#o pode e.er'er otra profiss#o& salvo ma de magist$rio
• C#o pode re'eber 'stas pro'essais
• C#o pode e.er'er vida pol)ti'o partidária2 n#o pode ser filiar a m
partido pol)ti'o.
71
• C#o pode re'eber (al(er a.)lio de institi"#o p5bli'a o privada&
salvo nos 'asos previstos em lei
• C#o pode advogar no tribnal o no +)@o do (al se afasto pelos
primeiros ; anos apBs o afastamento.
: – Estr*t*r (órg4os! do 1oder N*dici7rio
Art. E2.

O+S. , !CA /!onsel%o Ca'ional de Asti"a1 tamb$m fa@ parte do poder
+di'iário. -em a fn"#o prin'ipal de 'ontrolar administrativamente o poder +di'iário.
:,1 – S*1re'o Tri/*nl Federl (STF!
Arts. 101 e 102.
:,1,1 – Co'1osi34o
Art. 101. S#o 11 ministros
:,1,# – Re.*isitos 1r ser 'inistro do STF
• +rsileiro nto. Qentro do 3A o 5ni'o 'argo (e $ privativo de brasileiro
nato $ o ministro do S-F. ,s otros 'argos podem ser o'pados tamb$m pode
brasileiro natrali@ado.
• Idde entre (: e <: nos. :ssa idade má.ima $ sB para entrar. :ssa idade
má.ima e.iste por 'asa da aposentadoria 'omplsBria aos G0 anos.
• Not7?el s/er N*r%dico
• Re1*t34o ili/d
:,1,( – No'e34o
Se dá por meio de es'ol%a livre do presidente. ApBs a es'ol%a do presidente o
nome deve ter aprova"#o pela maioria absolta do Senado.
:,1,8 – Co'1etGnci, ATENÇÃOCCC
72
S-
F
S-A -S
S-M -S:
-A -4
F
Ai@
estadal
Ai@
federal
-4
-
-4
:
Ai@
:leitoral
Ai@ do
-rabal%
o
Anta
Militar
!C
A
Saber a 'ompetIn'ia do S-F /art. 1021 e do S-A /art. 10=1. Co 'on'rso eles
mistram esses dois artigos.
:,1,8,1 – Origin7ri (rt, 1Z#9 I!
S#o as a"0es a+i@adas diretamente no S-F. :.2 AQ9& AQ!& AQ3F& 'rime
'omm do presidente da rep5bli'a& deptado federal& senador& +lgar e.tradi"#o
passiva /Drasil vai e.traditar alg$m1& a"0es 'ontra !CA e !CM3.
:,1,8,# – Rec*rsl (rt, 1Z#9 II e III!
, S-F +lga em gra de re'rso. Co art. 102& 99 en'ontramos o 4,! /re'rso
ordinário 'onstit'ional1. ATENÇÃOCCC:.2 'rime pol)ti'o.
, art. 102& 999 tra@ o re'rso e.traordinário.
:,1,: – O*trs consider3Ies
:,1,:,1 – SK'*l ?inc*lnte, ATENÇÃOCCC
Foi 'riada pela :! 7=<07. :stá dis'iplinada no art. 10;-A. Lei 11.71G<0F
• Apenas o S-F edita s5mla vin'lante.
• , S-F pode fa@er s5mla vin'lante de of)'io o mediante re(erimento.
• * ne'essário 2<; dos membros do S-F para fa@er s5mla vin'lante2 6
ministros
• , S-F sB pode fa@er s5mla vin'lante apBs reiteradas de'is0es sobre mat$ria
'onstit'ional
• 3oder vin'lante2 ela obriga todos os Brg#os do +di'iário& toda a administra"#o
p5bli'a direta o indireta federal& estadal e mni'ipal. :la n#o obriga o 3oder
Legislativo. , 'ongresso pode fa@er ma lei tratando de assnto (e a s5mla
+á trato.
O+S. !ontra m ato o de'is#o (e desrespeita s5mla vin'lante 'abe
re'lama"#o para o S-F.
:,1,:,1,1 – Legiti'dos re.*erer edi34o9 re?is4o o* o cncel'ento de
sK'*l ?inc*lnte
• 3elo menos os legitimados da AQ92 E pessoas do art. 10;
:,# – Consel&o Ncionl de )*sti3 (CN)! – rt, 1Z(0+
* m Brg#o do poder +di'iário. C#o $ 'ontrole e.terno do 3A& $ m 'ontrole
interno. O+S. Segndo o S-F& o !CA e sa 'omposi"#o s#o 'onstit'ionais.
:,#,1 – Co'1osi34o
7;
* 'omposto de 1= membros. -odos eles 'om mandato de 2 anos permitida
ma 5ni'a re'ond"#o. E desses 1= membros s#o membros do poder +di'iário. F
desses 1= membros n#o s#o do +di'iário /2 advogados& 2 membros do M3 e 2
'idad#os1.
O+S. , presidente do !CA $ o presidente do S-F.
, !CA possi 'ompetIn'ia administrativa e n#o +risdi'ional. -em a fn"#o de
fis'ali@ar o poder +di'iário impondo san"0es aos +)@es& p.e..
:,( – S*1erior Tri/*nl de )*sti3 (ST)! – rt, 1Z8
S#o pelo menos ;; ministros. 3ara se ministro do S-A s#o os mesmos
re(isitos do S-F& mas a(i pode ser brasileiro natrali@ado.
O+S. Aposentadoria 'omplsBria n#o atinge 'argos eletivos.
A 'omposi"#o se dá da seginte forma2 1<; desembargadores dos -As& 1<;
desembargadores dos -4s e 1<; advogados e membros dos M3. ATENÇÃOCCC Co
S-A n#o se apli'a o regra do (into 'onstit'ional. A(i em ve@ de 1<= $ m 1<;.
A nomea"#o2 antes da nomea"#o pelo presidente deve %aver a aprova"#o pela
maioria absolta do Senado.
:,(,1 – Co'1etGnci (rt, 1Z:!
:,(,1,1 – Origin7ri (rt, 1Z:9 I!
:.2 'rime 'omm de governador& 'rime prati'ado por desembargador&
%omologa"#o de senten"a estrangeira.
:,(,1,# – Rec*rsl (rt, 1Z:9 II e III!
4,! /re'rso ordinário 'onstit'ional1. :.2 'ontra de'is#o (e nega T! o MS
no -A o no -4F. 4e'rso espe'ial /4esp1 'ontra de'is#o (e 'ontraria lei federal&
(ando m tribnal der a ma lei federal interpreta"#o diversa da de otro tribnal.
:,8 – Tri/*nl Regionl Federl (TRF!" rt, 1Z>
-em pelo menos G +)@es. A(i se apli'a a regra do 1<= 'onstit'ional. ,s
demais s#o +)@es federais. O+S. Cem todo estado tem m -4F. A +sti"a federal $
dividida em regi0es.
O+S. Falto 'omposi"#o dos otros Brg#os do poder +di'iário.

OR=ANI_AÇÃO DO ESTADO +RASILEIRO
Ala 1=.0G.2010
77
O+S. Falto in)'io de organi@a"#o do estado brasileiro
1 – Fed3Ies os entes 2ederti?os (rt, 1R!
8er art. 1E.
# – Uni4o
Dens da Hni#o2 art. 20. :.2 terras devoltas em lo'ais importantes para a
segran"a na'ional /fronteiras1& rios e lagos (e est#o em mais de m :stado& rios
(e vem para o Drasil o (e da(i sai& terras o'padas pelos )ndios& mar territorial&
#,1 0 Co'1etGnci d Uni4o, ATENÇÃOCCC
#,1,1 – Co'1etGnci n4o legislti?
#,1,1,1 0 Co'1etGnci co'*' (rt,#(!
* a 'ompetIn'ia (e perten'e a todos os entes federativos. :.2 @elar pela
garda da 'onstiti"#o e das leis& proteger o meio-ambiente& 'idar da sa5de. O+S.
S-F Hni#o& :stados e Mni')pios tem o dever de ar'ar 'om rem$dios em virtde do
art. 2;.
#,1,1,# – Co'1etGnci eBcl*si? (rt, #1!
* a 'ompetIn'ia (e perten'e apenas a Hni#o& CN, pode ser delegada. :.2
manter rela"#o 'om os :stados estrangeiros& de'larar a gerra e 'elebrar a pa@&
de'retar interven"#o federal& estado de s)tio& estado de defesa& emitir moeda.
#,1,# – Co'1etGnci legislti?
#,1,#,1 – Co'1etGnci concorrente (rt, #8!
Hni#o fa@ ma lei geral e os :stados e o QF fa@em sas leis espe')fi'as. :.2
direito tribtário& li'ita"#o& 'stas nos servi"os forenses& +i@ados espe'iais& legislar
sobre fmo /'idar da sa5de1.
Se a Hni#o n#o fi@er a lei geral& o :stado poderá fa@I-la at$ (e sobreven%a lei
geral federal (e sstará a lei estadal no (e l%e for 'ontrária.
#,1,#,# – Co'1etGnci 1ri?ti? (rt, ##!
!ompete a Hni#o& mas pode ser delegada. 3ode ser Qelegada aos :stados por
meio de lei 'omplementar (e delegará os temas espe')fi'os das mat$rias
rela'ionadas neste artigo. :.2 direito penal& pro'essal& do trabal%o& empresarial&
desapropria"#o
( – Co'1etGnci dos Estdos
(,1 – Co'1etGnci n4o legislti?
7=
(,1,1 – Co'1etGnci co'*'
3erten'e a todos os entes federativos.
(,1,# – Co'1etGnci resid*l (rt, #:9 [1U!
* a(ela (e n#o perten'e a Hni#o o aos Mni')pios. Aos :stados 'abem a
'ompetIn'ia residal.
(,# – Co'1etGnci legislti?
(,#,1 – Co'1etGnci 1r 2Ler s* 1ró1ri constit*i34o (rt, #:9 CF!
(,#,# – Co'1etGnci resid*l
(,#,( – Co'1etGnci 1or deleg34o
Ca 'ompetIn'ia privativa da Hni#o o :stado pode re'eber delega"#o
(,#,8 – Co'1etGnci concorrente
8 – Co'1etGnci dos 6*nic%1ios
8,1 – Legislti?
8,1,1 – El/orr s* lei org@nic
:ssa lei deve respeitar a !onstiti"#o :stadal e a Federal. :ssa lei $
aprovada pelo 'Pmara de vereadores& em dois trnos& 'om interst)'io m)nimo de 10
dias& 'om (Brm de 2<;.
8,1,# – Legislr so/re ss*nto de interesse locl
8,1,( – S*1le'entr legisl34o 2ederl o* estd*l no .*e co*/er
8,# – N4o legislti?
8,#,1 – Co'*'
8,#,# – EB1ress n CF (rt, (Z9 III e ss!
:.2 'obrar os tribtos de sa 'ompetIn'ia& apli'ar essa verba& 'riar distritos&
'idar dos servi"os p5bli'os lo'ais /li.o& transporte 'oletivo1
: – DF (rt, (#!
• C#o pode ser dividido em mni')pios
• Abriga Dras)lia
• * regido por lei orgPni'a (e $ aprovada da mesma forma do mni')pio.
O+S. Segndo o S-F& a lei orgPni'a do QF tem stats de 'onstiti"#o estadal.
• As poli'ias& o M3& o Adi'iário e a Qefensoria 35bli'o do QF s#o mantidos
pelo Hni#o.
7F
• , QF tem a mesma 'ompetIn'ia legislativa dos estados e dos mni')pios.
< – Inter?en34o 2ederl
9nterven"#o $ a retirada da atonomia do ente federativo. A Hni#o pode intervir
nos estados e no QF /interven"#o federal1. ,s estados podem intervir nos mni')pios
/interven"#o estadal1.
A Hni#o no pode intervir nos mni')pios& salvo se o mni')pio fa@ parte de
territBrio federal.
Zem de'reta interven"#o $ o '%efe do poder e.e'tivo. Co de'reto
interventivo o '%efe do e.e'tivo determinará o pra@o da interven"#o& a amplitde da
mesma.
<,1 – C/i'ento (rt, (8!
<,1,1 – D inter?en34o 2ederl
• 3ara manter integridade na'ional
• 3ara repelir invas#o estrangeira
• Zando o estado n#o apli'a o m)nimo na sa5de o na ed'a"#o
<,1,# – D inter?en34o estd*l
• Se o mni')pio n#o apli'a o m)nimo na sa5de o na ed'a"#o
• Se o mni')pio n#o presta 'ontas no pra@o legal
ORDE6 SOCIAL
1 0 Introd*34o
Qestina-se a 'on'reti@ar os direitos so'iais. :stdar apenas a letra da !F. !ai
po'o da prova de 'onstit'ional.
Segridade so'ial2
• Sa5de
• 3revidIn'ia so'ial
• AssistIn'ia so'ial
3revidIn'ia tem 'aráter 'ontribtivo /sB se benefi'ia da previdIn'ia (em
'ontribi 'om ela1. Aá a assistIn'ia so'ial $ n#o 'ontribtiva /$ a.)lio (e o estado dá
para os mais pobres1.
7G
CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE
1 – Introd*34o
* a verifi'a"#o da 'ompatibilidade das leis e atos normativos 'om a
!onstiti"#o. , 'ontrole de'orre da rigide@ 'onstit'ional.
# – Es1;cies de inconstit*cionlidde
#,1 0 6teril
, 'onte5do& a mat$ria da lei fere a 'onstiti"#o.
#,# – For'l
* a(ela (e possi m v)'io no pro'esso de 'ria"#o da lei o na 'ompetIn'ia
para fa@I-la.
( – For's de controle
(,1 – M*nto o 'o'ento
(,1,1 – $re?enti?o
,'orre antes da e.istIn'ia da lei.
(,1,# – Re1ressi?o
,'orre (ando a lei +á e.iste.
8 – Controle 1re?enti?o
TipBteses2
• Legislativo2 $ feito pela 'omiss#o de 'onstiti"#o e +sti"a.
• :.e'tivo2 feito atrav$s do veto +r)di'o
• Adi'iário2 (ando m parlamentar impetra MS para obstar o
prossegimento de m pro'esso legislativo in'onstit'ional.
: – Controle Re1ressi?o
TipBteses2
• Legislativo2
• 4e+ei"#o de medida provisBria2 o 'ongresso pode re+eitar
medida provisBria tida 'omo in'onstit'ional.
• Sstar lei delegada (e e.trapolar os limites da delega"#o.
• Adi'iário2
76
• Qifso o por via de e.'e"#o
• !on'entrado o por via de a"#o
:,1 – Controle Di2*so
Zal(er +i@ pode de'larar ma lei in'onstit'ional em m 'aso 'on'reto
desde (e a in'onstit'ionalidade se+a mat$ria in'idental do pro'esso.
,s tribnais somente podem de'larar ma lei in'onstit'ional pela maioria
absolta dos ses membros o pela maioria absolta dos membros do Brg#o espe'ial
/'lásla de reserva de plenário1. 8er s5mla vin'lante 10.
O+S. Tá dois 'asos em (e o Brg#o fra'ionário do tribnal poderá de'larar a
lei in'onstit'ional2
• Zando o pleno o o Brg#o espe'ial +á se manifesto sobre o assnto
• Zando o pleno do S-F +á se manifesto sobre o assnto.
8ia de regra& o 'ontrole difso prod@ efeitos inter partes. 4e'entemente o S-F
entende (e algmas de sas de'is0es proferidas em 'ontrole difso podem gerar
efeitos erga omnes – $ a '%amada trans'endIn'ia dos motivos determinantes.
:,# – Controle concentrdo o* 1or ?i de 34o
* feito atrav$s de a"0es 'onstit'ionais2
• AQ9 gen$ri'a
• AQ9 interventiva
• AQ9 por omiss#o
• AQ!
• AQ3F
O+S. 8er as a"0es espe'ifi'adamente no material de apoio.
7E