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Leis de Newton

Acadêmico: Fernanda Yuri Nishimoto RA: 59222
Professora: Hatsumi Mukai
Disciplina: Física Experimental 1 – códio! "#1 Turma: 19$#%
Maringá, 27 de Maio de 2009
1
Resumo
& relatório apresenta a descri'(o de um experimento cu)o o*)eti+o ,oi
determinar a rela'(o entre a acelera'(o e a ,or'a resultante -ue atua em um
sistema. pretendendo#se. dessa ,orma. atinir o mesmo resultado -ue /saac
Ne0ton -uando ,ormulou suas tr1s leis. em 1%$23 4ara isso. ,oi ,eita a an5lise
do mo+imento unidimensional de um carrinho so*re um trilho de ar #super,ície
sem atrito# -ue se desloca+a so* a a'(o de uma ,or'a peso3
IIn!rodu"#o
& mo+imento dos corpos ,oi um assunto -ue sempre despertou rande
interesse e preocupa'(o dos cientistas desde a /dade 6ntia3
No s7culo 89//. hou+e um rande a+an'o nesse sentido com a pu*lica'(o
da o*ra Philosophiae Naturalis Principia Mathematica :4rincípios matem5ticos
da ,iloso,ia natural; de /saac Ne0ton. em 5 de )ulho de 1%$23 & tra*alho
continha as leis ,ormuladas pelo ,ísico e matem5tico acerca do mo+imento de
o*)etos -ue. )untamente com as contri*ui'<es de cientistas anteriores. tais
como "alileu "alilei. =epler e >op7rnico. reem a Mec?nica >l5ssica. tam*7m
conhecida como mec?nica ne0toniana3
6 seuir s(o apresentadas as tr1s @eis de Ne0ton em sua ,orma oriinal
com uma possí+el interpreta'(o!
Lex I: Corpus omne perseverare in statu suo quiescendi vel movendi
uniformiter in directum, nisi quatenus a viribus impressis cogitur statum illum
mutare.
:Na aus1ncia de ,or'as externas. um o*)eto em repouso permanece em
repouso. e um o*)eto em mo+imento permanece em mo+imento retilíneo e
uni,orme;3
Lex II: Mutationem motis proportionalem esse vi motrici impressae, etfieri
secundum lineam rectam qua vis illa imprimitur.
:6 mudan'a de mo+imento 7 proporcional A ,or'a motora imprimida. e 7
produBida na dire'(o da linha reta na -ual a-uela ,or'a 7 aplicada;3
Lex III: Actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: sine
corporum duorum actiones in se mutuo semper esse aequales et in partes
2
contrarias dirigi.
:Ce um o*)eto exerce uma ,or'a so*re outro o*)eto. este outro exerce uma
,or'a de mesma intensidade. mesma dire'(o. mas em sentido oposto so*re o
primeiro;3
D importante ressaltar. no entanto. -ue as leis de Ne0ton n(o s(o
uni+ersais. uma +eB -ue n(o se aplicam a corpos com +elocidades muito
ele+adas :próximas A da luB; ou em dimens<es muito pe-uenas :escala
atEmica;3
IITeoria
4ara uma melhor compreens(o dos resultados o*tidos experimentalmente
s(o necess5rios conhecimentos pr7+ios acerca de aluns conceitos!
//#1 @eis de Ne0ton
# 1F @ei ou 4rincípio da /n7rcia
Godo corpo tende a permanecer em seu estado de repouso ou de
mo+imento uni,orme em linha reta. a menos -ue se)a o*riado a mudar seu
estado por ,or'as impressas nele :For'a resultante di,erente de Bero;3
# 2F @ei ou 4rincípio Fundamental da Hin?mica
6 resultante das ,or'as de aem em um corpo 7 iual ao produto de sua
massa pela acelera'(o ad-uirida3

a m F


. =

&*ser+a'(o! 4ara o experimento descrito neste relatório. temos -ue a ,or'a
resultante -ue atua no sistema 7 somente a ,or'a peso da massa suspensa3
6ssim. a m P


. =
# IF @ei ou 4rincípio da 6'(o e Jea'(o
Ce um corpo 6 exerce uma ,or'a so*re um corpo K :a'(o;. o corpo K
exerce uma ,or'a de mesma intensidade. mesma dire'(o. mas em sentido
oposto so*re 6 :rea'(o;3
I

P

Fiura es-uem5tica das ,or'as -ue atuam no sistema
//#2 Mo+imento Jetilíneo Lni,ormemente 9ariado
& mo+imento en+ol+ido no experimento 7 o MJL9.
S = S v t at! ₂ ₀ ₀ ⅟ :/;
6ssim. considerando S = " e v = " ₀ ₀ . a e-ua'(o anterior se reduB A
S = at! ₂ ⅟ ://;
E a partir da e-ua'(o ://; concluímos -ue
a = #S$t! :///;
D importante ter no'(o do comportamento dos r5,icos desse tipo de
mo+imento para uma melhor compreens(o dos resultados experimentais3 6
seuir s(o apresentados seus es*o'os para aMN -ue ser(o os en+ol+idos no
experimento!


//#I Georia de Erros
O
T

T

P
s
T

N

Hurante a execu'(o do experimento lidamos com +5rios tipos de medidas
cu)os sini,icados precisam estar *em de,inidos.
#Medidas Hiretas Q o*tidas diretamente a partir de um instrumento de medida3
C(o su*di+ididas em!
RMedidas diretas de uma Snica medida
No experimento! massa do carrinho. massa suspensa. espa'o percorrido
RMedidas diretas de +5rias medidas
No experimento! tempo asto pelo carrinho para percorrer determinada
dist?ncia
#Medidas /ndiretas Q o*tidas indiretamente a partir de uma e-ua'(o -ue
en+ol+e dados o*tidos de medidas diretas3
No experimento! acelera'(o do carrinho. ,or'a -ue atua no sistema
Lma randeBa experimental 7 representada da seuinte ,orma!
%rande&a medida = 'valor da grande&a ( desvio da grande&a) unidade
E o nSmero de casas após a +írula depender5 do +alor do des+io3 He+er5 ser
considerado seu primeiro alarismo n(o#nulo3
Hes+ios
E-ua'<es utiliBadas no c5lculo dos des+ios!
# 4ara medidas diretas de uma Snica medida. o des+io 7 dado pela
metade da menor di+is(o do instrumento de medida :rera do ,a*ricante;3 >aso
ha)a aluma in,lu1ncia. como o de paralaxe. a -uantidade de+e ser
acrescentada3
# 4ara medidas diretas de +5rias medidas. o des+io padr(o T 7 dado pela
,órmula!
5
:/9;
#4ara medidas indiretas -ue en+ol+em opera'<es de multiplica'(o e
di+is(o aplicamos o loaritmo neperiano. usando a de,ini'(o
ln* = +*$* :9;
le+ando em conta -ue o sinal neati+o passa a ser positi+o de+ido a teoria de
propaa'(o de erros3
6ssim. para uma medida calculada atra+7s da e-ua'(o 6 U K>VH. por
exemplo. o des+io de 6 ser5 dado por
+a = A '+b$, +c$C +d$-) :9/;
Hes+io 4ercentual
Wuando comparamos uma medida experimental com um +alor teórico.
o*ser+amos uma di,eren'a -ue de+e ser corriida de acordo com a express(o!
HX U 9alor Geórico – 9alor Experimental 1NNX :9//;
9alor Geórico
II Procedimen!o
///#1 Materiais utiliBados!
• Grilho de ar com roldana.
• >arrinho.
• Fio inextensí+el.
• Grena.
• Kalan'a.
• Ni+elador.
%
• >ompressor de ar.
• >ronEmetro.
• >on)unto de seis discos met5licos :massas;.
• Cuporte
• Eletroím(
///#2 Hescri'(o do Experimento
# Etapa 1
& o*)eti+o desta etapa era identi,icar a ,or'a resultante -ue atua+a no
sistema. somando +etorialmente todas as ,or'as atuantes nos corpos -ue o
compunham # o carrinho e a massa suspensa3
# 4rocedimento Experimental 1
/nicialmente. um dos interantes da e-uipe pesou o carrinho. o suporte e
cada uma das seis massas utiliBadas atra+7s de uma *alan'a. sendo seus
+alores anotados3 Cimultaneamente. com o auxílio de um ni+elador esta+a
sendo ,eito o ni+elamento do trilho. +eri,icando se este encontra+a#se na
posi'(o horiBontal :sem inclina'(o;3 Em seuida. os sensores ,oram dispostos
de tal ,orma -ue encontra+am#se distanciados de 2N centímetros e -ue no
tempo iual a Bero. a posi'(o e a +elocidade do carrinho tam*7m ,ossem
nulas3& ,io ,oi ent(o amarrado no carrinho e no suporte. mantendo#os unidos.
e o con)unto ,oi disposto so*re o trilho de modo -ue o ,io passasse pela
roldana3 & eletroím( ,oi liado3
>om o es-uema acima descrito montado. pudemos. ent(o. identi,icar as
,or'as -ue atua+am no carrinho e na massa separadamente!
2
Fiura com a representa'(o das ,or'as -ue atuam em cada corpo do sistema
# Etapa 2
Nesta seunda etapa. o o*)eti+o era identi,icar a acelera'(o das massas3
# 4rocedimento experimental 2
6inda utiliBando o es-uema montado na etapa 1. liamos o compressor de
ar para -ue o atrito entre o carrinho e o trilho ,osse despreBí+el e o cronEmetro
,oi Berado3 6pós a espera de aluns instantes para -ue o compressor ,iBesse
e,eito. o eletroím( ,oi desliado e o carrinho. so* a a'(o da ,or'a peso.
come'ou a se deslocar. acionando os sensores3 &s tempos ,oram. ent(o.
arupados em uma ta*ela e repetiu#se o processo cinco +eBes :ta*ela 1;.
lem*rando sempre de Berar o cronEmetro para cada tomada de tempo3
>om os tempos anotados na ta*ela. ,oi calculado o tempo m7dio para
cada medida de espa'o percorrido. assim como os respecti+os des+ios3 Em
seuida. os espa'os e os tempos m7dios ,oram normaliBados :ta*ela 2;3
Hepois de identi,icadas a ,or'a resultante -ue atua+a no sistema e a
acelera'(o. ,alta+a encontrar a rela'(o entre elas3 4ara isso. ainda nos
detendo A montaem dos aparelhos da etapa 1. dispusemos dois sensores
distanciados de 2N centímetros entre si e colocamos as seis massas )5
pesadas so*re o carrinho3 Em seuida. liamos o compressor de ar.
desliamos o eletroím( e o carrinho passou a se mo+imentar3 & tempo asto
por este ao passar pelo Sltimo sensor ,oi anotado em uma ta*ela. sendo as
$
medidas marcadas pelos demais sensores. inoradas3 & mesmo ,oi executado
5 +eBes3 & próximo passo ,oi passar uma das massas -ue esta+am so*re o
carrinho para o suporte. de modo -ue a massa total do sistema permanecesse
constante3 /sso ,oi necess5rio pois -uando -ueremos determinar
experimentalmente a rela'(o entre duas randeBas :no caso. ,or'a e
acelera'(o;. elas de+em +ariar de modo -ue as outras randeBas en+ol+idas
permane'am constates :massa total do sistema;3 & processo a seuir ,oi
semelhante ao de -uando as seis massas esta+am so*re o carrinho. sendo os
tempos coletados arupados na ta*ela3 & mesmo ,oi ,eito passando#se uma
massa de cada +eB do carrinho para o suporte. de tal ,orma -ue na Sltima
medida experimental todas as massas esta+am so*re o suporte. ,uncionando
como massa suspensa
:ta*ela O; 3
&s tempos m7dios e os respecti+os des+ios ,oram calculados. assim
como a ,or'a e a acelera'(o -ue atua+am no sistema3 Gam*7m o*temos a
raB(o entre ,or'a e acelera'(o :ta*ela 5;3
I$ Análise dos resul!ados
# Ha etapa 1. o*temos -ue as ,or'as resultantes s(o!
No carrinho!
9ertical Q G U m a ₁ ₁
HoriBontal Q N # 4 U m a U N ₁ ₁ ₁
Na massa suspensa!
9erticalQ 4 # G U m a ₂ ₂ ₂
Comando essas ,or'as para o*termos a resultante do sistema. cheamos
-ue
G U m a ₁ ₁
4 # G U m a ₂ ₂ ₂
YYYYYYYYYYYYY
G P 4 # G U :m P m ;a ₁ ₂ ₂ ₁ ₂
9
>omo estamos admitindo -ue as massas do ,io e da polia s(o
despreBí+eis. consideramos -ue os módulos das tra'<es s(o iuais :G U ₁
G ;3 @oo. ₂
For'a resultante U 4 U :m P m ;a ₂ ₁ ₂
4ortanto. a ,or'a resultante do sistema 7 uma constante3
# Na etapa 2. o*ti+emos os seuintes dados experimentais!
C:cm; t :s; ₁ t :s; ₂ t :s; ₃ t :s; ₄ t :s; ₅ tm:s;
2N.N Z
N.1
N.%92 N.2N9 N.2N2 N.211 N.%$I N.2N Z
N.N1
ON.N Z
N.1
1.NN$ 1.N21 1.N1O 1.N2O N.99O 1.N1 Z
N.N1
%N.N Z
N.1
1.2O2 1.255 1.2O$ 1.25$ 1.22$ 1.25 Z
N.N1
$N.N Z
N.1
1.OOI 1.O5% 1.OO9 1.O59 1.O29 1.O5 Z
N.NI
Ga*ela 1 – 9alores de tempo o*tidos experimentalmente
&s espa'os e os tempos m7dios ,oram normaliBados3 6 normaliBa'(o 7 ,eita
di+idindo#se os +alores de uma mesma coluna pelo primeiro +alor da coluna3 E
cheamos A Ga*ela 2!

C t
1 1
2 1.O
I 1.$
O 2.1
Ga*ela 2 – Espa'os e tempos m7dios normaliBados
6tra+7s da an5lise da ta*ela normaliBada.concluímos -ue C [ t\. ou se)a.
C U >t\ e esta constante possui unidade de acelera'(o. loo. trata#se de um
Mo+imento Jetilíneo Lni,ormemente 9ariado e a acelera'(o 7 dada por a U
2CVt\
1N
4ara a realiBa'(o da próxima ,ase do experimento utiliBamos os seuintes
+alores de massa!
massa :;
1 5.N Z N.1
2 5.N Z N.1
I 5.1 Z N.1
O 5.N Z N.1
5 5.N Z N.1
% 5.N Z N.1
Ga*ela I – 9alores de massa dos discos met5licos
6 massa do suporte utiliBado era de :I.5 Z N.1;
4ara a identi,ica'(o da rela'(o matem5tica entre acelera'(o e ,or'a
resultante de um sistema. ,oram colhidos os dados experimentais apresentados
na ta*ela O. de modo -ue +ariamos tanto a acelera'(o -uanto a ,or'a. sem
alterar a massa total do sistema3 /sso ,oi ,eito trans,erindo os discos met5licos
do carrinho para o suporte. isto 7. est5+amos diminuindo a massa do carrinho e
aumentando na mesma propor'(o a massa suspensa3
m :; ₂ t :s; ₁ t :s; ₂ t :s; ₃ t :s; ₄ t :s; ₅
$.5 1.99$ 2.N2O 2.N1$ 2.N2$ 2.N25
1I.% 1.%N2 1.%N9 1.592 1.59I 1.591
1$.% 1.I%O 1.I55 1.I52 1.I%I 1.IOI
2I.% 1.191 1.19I 1.19O 1.192 1.192
2$.% 1.N$1 1.N9I 1.N9N 1.1NI 1.N91
II.% N.99% N.992 N.99I 1.N11 1.N1N
Massa do carrinho! m U :219.1 Z N.1; ₁
Massa total suspensa! m U :II.% Z N.1; ₂
Espa'o percorrido! ]C U :2N.N Z N.1; cm
Ga*ela O – Hados experimentais com a massa total do sistema constante
6 partir dos dados da ta*ela O. construímos a ta*ela 5
Medida Massa
suspensa
For'a Gempo
m7dio
6celera'(o JaB(o
:,or'aVacelera'(
o;
n^ m :; ₂ F :dinas; t:s; a:cmVs\; FVa :;
11
1 $.5 Z N.1 :$I Z 1; 1N\ 2.N2 Z
N.N1
IO.I Z N.O 2O1.2N Z 1
2 1I.% Z N.1 :1II Z 1;
1N\
1.%N Z
N.N1
5O.$ Z N.% 2O2.$$ Z 1
I 1$.% Z N.1 :1$2 Z 1;
1N\
1.I% Z
N.N1
2%.1 Z 1.N 2I9.NI Z 1
O 2I.% Z N.1 :2I1 Z 1;
1N\
1.19 Z
N.NN
9$.O Z N.5 2IO.$I Z 1
5 2$.% Z N.1 :2$N Z 1;
1N\
1.1N Z
N.N1
11%.IO Z
2.I
2ON.%2 Z 1
% II.% Z N.1 :I29 Z 1;
1N\
1.NN Z
N.N1
1I9.2 Z 2.O 2I5.O2 Z 1
Massa Gotal U :252.2 Z N.1; ]C U :2N.N Z N.1; cm
U 9$N.%%5 cmVs\

Ex! 4ara m U $.5 ₂
# F U4 U m x U $.5 x 9$N.%%5 cmVs\ U $II5.%525 dinas ₂ ₂
Hes+io da ,or'a U T, U F :TmVm; U $.5 x 9$N.%%5 x :N.1V$.5; U 9$.N%%5 dinas

1.99$ P 2.N2O P 2.N1$ P 2.N2$ P 2.N2
# Gempo m7dio U YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY U 2.N2 s
5
Hes+io do tempo m7dio calculado a partir da e-ua'(o :/9;
# a U 2CVt\ U 2 x 2NV 2.N2\ U IO.IO cmVs\
Hes+io da acelera'(o U Ta U a :TCVC P 2TtVt; U IO.I :N.1V2N P 2 x :N.N1V2.N2; U
N.O cmVs\
# JaB(o FVa U $INNVIO.O U 2O1.2
FaBendo a normaliBa'(o da ,or'a e da acelera'(o. cheamos aos dados da
ta*ela % apresentada loo a*aixo!
F a
1 1
1.%N 1.59
2.19 2.22
2.2$ 2.$%
I.I2 I.I9
I.9% O.N2
12
Ga*ela % – For'a resultante e acelera'(o normaliBadas
4or esta ta*ela. podemos o*ser+ar -ue a rela'(o entre F e a 7
F [ a
&u se)a. podemos escre+er F como sendo uma constante > multiplicada
por a!
F U > a :9///;
#>5lculo do +alor de >3
& +alor da constante > ,oi calculado atra+7s do r5,ico F x a. ,eito em
papel milimetrado. o -ual ,ornece uma reta!
ccccc "r5,ico 1 – F x a
He acordo com o r5,ico. o coe,iciente anular 7 ]FV]a U 2OI.$
1I
6nalisando as unidades da ,or'a e da acelera'(o. concluímos -ue > tem
unidade de massa :;. pois.
> U ]FV]a U 3cmVs\ V cmVs\ U
>om o +alor de >. podemos reescre+er a e-ua'(o :/;. como!
F U 2OI.$ a
4ara atinir nosso o*)eti+o. no entanto. ,oi necess5rio analisar melhor o
+alor de >3 6ssim. escre+emos > como sendo c_:randeBa adimensional;
multiplicado pela randeBa -ue permaneceu constante :massa total do
sistema;3 @oo. o*temos!
> U c_M
Jeescre+endo a e-ua'(o :9///; com esta nomenclatura. cheamos -ue!
F U c_ M a
# >5lculo de c_3
He acordo com nossos resultados.
c_ U >VM U 2OI.$V252.2 U N.9%
4or7m pela seunda lei de Ne0ton ` F U ma. c_ de+eria ser iual a 13
FaBendo o des+io percentual entre os +alores teórico e experimental!
HX U :9t – 9exp;V9t x 1NN U :1 – N.9%;V1 U OX
4odemos atri*uir essa di,eren'a num7rica a possí+eis erros na tomada
das medidas. na aproxima'(o dos +alores o*tidos e no ,ato de -ue os
e-uipamentos utiliBados possuem uma con,ia*ilidade da ordem de 1X3 6l7m
disso. podem ter ocorrido alumas ,alhas durante a execu'(o do experimento
-ue in,luenciaram no resultado ,inal. mas -ue n(o impediram -ue
alcan'5ssemos nosso o*)eti+o3
$ %onclus#o
6pós o t7rmino do experimento. conseuimos atinir nosso o*)eti+o -ue
era determinar a rela'(o entre a acelera'(o e a ,or'a resultante -ue atua em
um sistema. rela'(o esta -ue Ne0ton )5 ha+ia esta*elecido no s7culo 89//3
4ara -ue o resultado ,osse alcan'ado ,oi utiliBada a metodoloia +ia
1O
normaliBa'(o. seundo a -ual F U > a3 E. atra+7s do r5,ico ,eito em papel
milimetrado. concluímos -ue > U 13
6pesar de alumas di,eren'as entre +alores teóricos e experimentais
terem ocorrido. tal ,alha n(o comprometeu o sucesso do experimento e
pudemos realmente compro+ar -ue as @eis de Ne0ton est(o presentes no
mo+imento dos corpos ao nosso redor3
$I & Referências 'i(liográficas
a1b 0003d,i3uem3*rVd,iVsal+atexto3phpcidUcap2# medidas eerros3pd,
a2b http!VVpt30ikipedia3orV0ikiV@eisYdeYNe0ton
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Edi'(o – Editora @G>. 2I # $N # :199O;
15