MISSAL ROMANO

RESTAURADO POR DECRETO DO CONCÍLIO
ECUMÊNICO VATICANO II,
PROMULGADO PELA AUTORIDADE DE PAULO VI
E REVISTO POR MANDADO DO PAPA JOÃO PAULO II


Tradução portuguesa para o Brasil
da separata da terceira edição típica
preparada sob os cuidados da
Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
ROMA
22

INSTRUÇÃO GERAL
SOBRE O MISSAL ROMANO

PROÊMIO

!" #uando ia celebrar com seus discípulos a ceia pascal$ onde instituiu o sacri%ício do
seu Corpo e Sangue$ o Cristo Sen&or mandou preparar uma sala ampla e mobiliada '(c
22$!2)" A *gre+a sempre +ulgou dirigida a si esta ordem$ estabelecendo como preparar as
pessoas$ os lugares$ os ritos e os te,tos$ para a celebração da Santíssima -ucaristia" Assim$
as normas atuais$ prescritas segundo determinação do Concílio .aticano **$ e o /ovo Missal$
0ue a partir de agora ser1 usado na *gre+a de Rito romano para a celebração da Missa$ são
provas da solicitude da *gre+a$ mani%estando sua %2 e amor imut1veis para com o supremo
mist2rio eucarístico$ e testemun&ando uma contínua e ininterrupta tradição$ ainda 0ue
algumas novidades se+am introdu3idas"

Testemun&o de %2 inalterada

2" A nature3a sacri%ical da Missa$ 0ue o Concílio de Trento solenemente a%irmou!$ em
concord4ncia com a universal tradição da *gre+a$ %oi de novo proclamada pelo Concílio
.aticano ** 0ue pro%eriu sobre a Missa estas signi%icativas palavras5 6O nosso Salvador na
7ltima Ceia instituiu o sacri%ício eucarístico do seu Corpo e Sangue para perpetuar o sacri%ício
da cru3 atrav2s dos s2culos at2 a sua volta$ e para con%iar 8 *gre+a$ sua esposa muito
amada$ o memorial de usa morte e ressurreição62"
O 0ue o Concílio ensinou com estas palavras encontra9se e,presso nas %:rmulas da
Missa" Com e%eito$ a doutrina +1 e,pressa concisamente nesta %rase de antigo Sacrament1rio$
con&ecido como (eoniano5 6Todas as ve3es 0ue se celebra a mem:ria deste sacri%ício$
renova9se a obra da nossa redenção6;$ 2 desenvolvida clara e cuidadosamente nas Oraç<es
eucarísticas= nestas preces$ ao %a3er a anamnese$ dirigindo9se a Deus em nome de todo o
povo$ d19l&e graças e o%erece o sacri%ício vivo e santo$ ou se+a$ a oblação da *gre+a e a
vítima por cu+a imolação Deus 0uis ser aplacado>$ e ora tamb2m para 0ue o Corpo e Sangue
de Cristo se+am um sacri%ício agrad1vel ao ?ai e salutar para todo o mundo@"
Assim$ no novo Missal a regra da oração da *gre+a corresponde 8 regra perene da %2$
0ue nos ensina a identidade$ e,ceto 0uanto ao modo de o%erecer$ entre o sacri%ício da cru3 e
sua renovação sacramental na Missa$ 0ue o Cristo Sen&or instituiu na 7ltima Ceia e mandou
os Ap:stolos %a3erem em sua mem:ria" ?or conseguinte a Missa 2 simultaneamente sacri%ício
de louvor$ de ação de graças$ de propiciação e de satis%ação"

;" *gualmente$ o admir1vel mist2rio da presença real do Sen&or sob as esp2cies
eucarísticas %oi con%irmado pelo Concílio .aticano **A e por outros documentos do Magist2rio
-clesi1sticoB$ no mesmo sentido e na mesma %orma com 0ue %ora proposto 8 nossa %2 pelo
Concílio de TrentoC" -ste Mist2rio 2 proclamado na celebração da Missa$ não apenas nas
palavras da consagração$ pelas 0uais o Cristo se torna presente atrav2s da
transubstanciação$ mas tamb2m no espírito e mani%estação de sumo respeito e adoração 0ue
ocorrem na (iturgia eucarística" ?or este mesmo motivo$ o povo cristão 2 levado a prestar a
este admir1vel Sacramento na #uinta9%eira da Ceia do Sen&or e na solenidade do Santíssimo
Corpo e Sangue de Cristo um culto especial de adoração"

>" A nature3a do sacerd:cio ministerial$ pr:prio do bispo e do presbítero 0ue o%erecem o
Sacri%ício na pessoa de Cristo e presidem a assembl2ia do povo santo$ se evidencia no
pr:prio rito$ pela eminDncia do lugar e da %unção do sacerdote" As ra3<es desta %unção são
enunciadas e e,plicadas mais pro%usamente na ação de graças da Missa Crismal da #uinta9
%eira da Semana Santa$ dia em 0ue se comemora a instituição do sacerd:cio" A0uele te,to
celebra a transmissão$ pela imposição das mãos$ do poder sacerdotal 0ue 2 a continuação do
poder de Cristo$ Sumo ?ontí%ice do /ovo Testamento$ e enumera todas as suas %unç<es"

@" -sta nature3a do sacerd:cio ministerial esclarece ainda outra realidade de grande
import4ncia5 o sacerd:cio r2gio dos %i2is$ cu+o sacri%ício espiritual atinge a plena reali3ação
pelo minist2rio do Bispo e dos presbíteros$ em união com o sacri%ício de Cristo$ 7nico
MediadorE" Com e%eito$ a celebração da -ucaristia 2 uma ação de toda a *gre+a$ onde cada
um deve %a3er tudo e s: o 0ue l&e compete$ segundo o lugar 0ue ocupa no ?ovo de Deus"
?or isso se deve prestar maior atenção a certos aspectos da celebração 0ue$ no decurso dos
s2culos$ %oram negligenciados" /a verdade$ este povo 2 o ?ovo de Deus$ ad0uirido pelo
Sangue de Cristo$ reunido pelo Sen&or$ alimentado por sua palavra= povo c&amado para
elevar a Deus as preces de toda a %amília &umana$ e dar graças em Cristo pelo mist2rio da
salvação$ o%erecendo o seu sacri%ício= povo en%im 0ue cresce na unidade pela comun&ão do
Corpo e Sangue de Cristo" -ste povo$ embora santo por sua origem$ cresce continuamente
em santidade pela participação consciente e %rutuosa do mist2rio eucarístico!"

Testemun&o de uma tradição ininterrupta

A" Ao enunciar as normas segundo as 0uais o Ordin1rio da Missa deveria ser re%ormado$
o Concílio .aticano ** ordenou$ entre outras coisas$ 0ue alguns ritos %ossem restaurados
6segundo a %orma primitiva dos Santos ?adres6!!$ retomando assim as mesmas palavras
com 0ue S" ?io .$ na Constituição Apost:lica 6#uo primum6 de !@B$ promulgou o Missal
Tridentino" ?or esta coincidDncia de palavras pode9se observar como ambos os Missais
Romanos$ ainda 0ue separados por 0uatro s2culos$ conservam uma 7nica e mesma tradição"
?or2m$ ponderando9se os elementos internos desta tradição$ veri%icam9se a sabedoria e a
%elicidade com 0ue o segundo missal completa o primeiro"

B" /a0ueles tempos$ verdadeiramente di%íceis$ em 0ue a %2 cat:lica corria perigo em
relação 8 índole sacri%ical da Missal$ o sacerd:cio ministerial e a presença real e permanente
do Cristo sob as esp2cies eucarísticas$ era necess1rio 0ue S" ?io . conservasse uma tradição
mais recente$ in+ustamente impugnada$ introdu3indo o mínimo de modi%icaç<es nos ritos
sagrados" /a verdade$ a0uele Missal de !@B pouco di%ere do primeiro Missal impresso em
!>B>$ 0ue por sua ve3 reprodu3 com %idelidade o do tempo do ?apa *nocDncio ***" Al2m
disso$ os manuscritos da Biblioteca .aticana$ ainda 0ue sugerissem algumas correç<es$ não
permitiam 0ue se %osse al2m dos coment1rios lit7rgicos medievais$ na investigação dos
6antigos e provados autores6"

C" Fo+e$ pelo contr1rio$ a0uela 6norma dos Santos ?adres6 seguida pelos 0ue corrigiram
o Missal de São ?io . %oi enri0uecida por in7meros trabal&os de eruditos" Depois do
Sacrament1rio Gregoriano$ editado pela primeira ve3 em !@B!$ os antigos Sacrament1rios
romanos e ambrosianos %oram publicados em numerosas ediç<es críticas$ assim como os
antigos livros lit7rgicos espan&:is e galicanos$ tra3endo assim 8 lu3 muitas preces de grande
valor espiritual at2 então ignoradas"
*gualmente as tradiç<es dos primeiros s2culos$ anteriores 8 %ormação dos ritos do
Oriente e do Ocidente$ são agora mel&or con&ecidas$ depois 0ue se descobriram tantos
documentos lit7rgicos"
Al2m disso$ o progresso dos estudos patrísticos lançou sobre a teologia do mist2rio
eucarístico a lu3 da doutrina dos ?adres mais eminentes da antigHidade cristã$ como Santo
*rineu$ Santo Ambr:sio$ São Cirilo de Ierusal2m e São Ioão Cris:stomo"

E" ?or isso$ 6a norma dos Santos ?adres6 não e,ige apenas 0ue se conserve o 0ue os
nossos antepassados mais recentes nos legaram$ mas tamb2m 0ue se assuma e se +ulgue do
mais alto valor todo o passado da *gre+a e todas as mani%estaç<es de %2$ em %ormas tão
variadas de cultura &umana e civil como as semitas$ gregas e latinas" -sta visão mais ampla
nos permite perceber como o -spírito Santo concede ao povo de Deus uma admir1vel
%idelidade na conservação do imut1vel dep:sito da %2$ apesar da enorme variedade de
oraç<es e ritos"

Adaptação 8s novas condiç<es

!" O novo Missal$ portanto$ dando testemun&o da norma de oração da *gre+a romana e
conservando o dep:sito da %2 legado pelos concílios mais recentes$ constitui por sua ve3 uma
etapa de grande import4ncia na tradição lit7rgica"
#uando os ?adres do Concílio .aticano ** rea%irmaram os dogmas do Concílio
Tridentino$ %alaram numa 2poca da &ist:ria bastante di%erente= por isso %ormularam$ em
mat2ria pastoral$ dese+os e consel&os 0ue &1 0uatro s2culos não se podiam prever"

!!" O Concílio de Trento +1 recon&ecera o grande valor cate0u2tico da celebração da
Missa$ mas não pudera tirar todas as suas conse0HDncias para a vida pr1tica" Muitos$ na
verdade$ pediam 0ue se permitisse o uso da língua vern1cula na celebração do Sacri%ício
-ucarístico" ?or2m$ por ocasião deste pedido$ o Concílio$ tendo em conta as circunst4ncias
da0uele tempo$ +ulgou dever rea%irmar a doutrina tradicional da *gre+a$ segundo a 0ual o
Sacri%ício -ucarístico 2 antes de tudo uma ação do pr:prio Cristo$ cu+a e%ic1cia não depende
do modo de participação dos %i2is" ?or isso$ ele se e,primiu com estas palavras %irmes e
moderadas5 6Ainda 0ue a Missa conten&a um grande ensinamento para o povo %iel$ os
?adres não +ulgaram oportuno 0ue se+a celebrada em língua vern1cula indistintamente6!2" -
condenou 0uem +ulgasse ser reprov1vel 6o rito da *gre+a romana$ onde parte do C4non e as
palavras da consagração são pro%eridas em vo3 bai,a= ou 0ue a Missa devesse ser celebrada
somente em língua vern1cula6!;" Contudo$ ao proibir o uso da língua vern1cula na Missa$
ordenou aos pastores de almas 0ue o substituíssem pela cate0uese em momento oportuno5
6?ara 0ue as ovel&as de Cristo não sintam %ome """$ ordena o Santo Sínodo aos pastores e a
todos os 0ue tDm cura de almas 0ue %re0Hentemente$ durante a celebração da Missa$ por si
mesmos ou por outrem$ e,pli0uem alguns dos te,tos 0ue se lDem na Missa e ensinem entre
outras coisas algo sobre o mist2rio do Santíssimo Sacri%ício$ principalmente nos Domingos e
%estas6!>"

!2" O Concílio .aticano **$ reunido para adaptar a *gre+a 8s necessidades de seu m7nus
apost:lico nos nossos dias$ e,aminou em pro%undidade$ como o Concílio de Trento$ o aspecto
cate0u2tico e pastoral da sagrada (iturgia!@" -$ como nen&um cat:lico negue a legitimidade
e a e%iciDncia de um rito sagrado reali3ado em língua latina$ ele pJde recon&ecer 0ue 6não
raro o uso da língua vern1cula seria muito 7til para o povo6 e conceder a licença para us19
la!A" O ardente entusiasmo com 0ue esta deliberação %oi acol&ida por toda parte %e3 com
0ue logo$ sob a direção dos Bispos e da pr:pria S2 Apost:lica$ todas as celebraç<es lit7rgicas
participadas pelo povo pudessem reali3ar9se em língua vern1cula$ para 0ue mais plenamente
se compreendesse o mist2rio celebrado"

!;" Contudo$ como o uso da língua vern1cula na sagrada (iturgia 2 apenas um
instrumento$ embora de grande import4ncia$ pelo 0ual mais claramente se reali3a a
cate0uese do mist2rio contido na celebração$ o Concílio .aticano ** ordenou 0ue algumas
prescriç<es do Concílio de Trento$ ainda não cumpridas em todos os lugares$ %ossem postas
em pr1tica$ com a &omilia nos domingos e dias de %esta!B$ ou a introdução de algumas
e,plicaç<es durante os ritos sagrados!C"
Mas o Concílio .aticano **$ aconsel&ando 6a0uela participação mais per%eita na missa$
em 0ue os %i2is$ depois da comun&ão do sacerdote$ recebem o Corpo do Sen&or consagrado
no mesmo sacri%ício6!E$ urgiu 0ue se pusesse em pr1tica um outro dese+o dos ?adres de
Trento$ ou se+a$ 0ue$ para participar mais plenamente na sagrada -ucaristia$ 6os %i2is
presentes em cada Missa não comunguem apenas espiritualmente$ mas tamb2m pela
recepção sacramental da -ucaristia62"

!>" Movido pelo mesmo dese+o e 3elo pastoral$ o Concílio .aticano ** pJde ree,aminar o
0ue o Tridentino determinara a respeito da Comun&ão sob as duas esp2cies" Com e%eito$
como &o+e +1 não se p<em mais em d7vida os princípios doutrin1rios 0uanto 8 plena e%ic1cia
da Comun&ão recebida apenas sob a esp2cie de pão$ permitiu ele 0ue se dD algumas ve3es a
Comun&ão sob as duas esp2cies$ a %im de 0ue$ atrav2s de uma apresentação mais
elucidativa do sinal sacramental$ &a+a uma oportunidade para se compreender mel&or o
mist2rio de 0ue os %i2is participam2!"

!@" Deste modo$ en0uanto permanece %iel ao seu m7nus de mestra da verdade$ a *gre+a$
conservando 6o 0ue 2 antigo6$ isto 2$ o dep:sito da tradição$ cumpre tamb2m o seu dever de
+ulgar e de prudentemente assumir 6o 0ue 2 novo6 'c%" Mt !;$ @2)"
/a verdade$ certa parte do novo Missal relaciona mais claramente as preces da
*gre+a com as necessidades do nosso tempo" *sto acontece sobretudo com as Missas rituais e
as Missas 6para as diversas circunst4ncias6$ nas 0uais a tradição e a inovação
&armoniosamente se associam" ?or isso$ en0uanto muitos te,tos &auridos na mais antiga
tradição da *gre+a e divulgados pelas diversas ediç<es do Missal Romano permanecem
inteiramente intactos$ outros %oram adaptados 8s aspiraç<es e condiç<es &odiernas" Outros$
%inalmente$ como as oraç<es pela *gre+a$ pelos leigos$ pela santi%icação do trabal&o &umano$
pela comunidade de todos os povos e por algumas necessidades do nosso tempo$ %oram
integralmente compostas a partir de pensamentos$ e$ muitas ve3es$ das pr:prias palavras
dos documentos conciliares"
*gualmente$ devido 8 consciDncia da nova situação do mundo de &o+e$ não se +ulgou
comprometer o vener1vel tesouro da tradição$ modi%icando9se algumas e,press<es de te,tos
anti0uíssimos$ para 0ue mel&or se adaptassem 8 atual linguagem teol:gica e
correspondessem mel&or 8 atual disciplina eclesi1stica" Assim$ %oram mudadas algumas
e,press<es re%erentes 8 estima e ao uso dos bens terrenos$ como tamb2m algumas %:rmulas
0ue acentuavam certas modalidades de penitDncia e,terna$ mais apropriadas a outros
tempos da *gre+a"
Deste modo$ as normas lit7rgicas do Concílio Tridentino %oram em muitos pontos
completadas e aper%eiçoadas pelas normas do .aticano **$ 0ue levou a bom termo os
es%orços 0ue visavam a apro,imar os %i2is da sagrada (iturgia$ empreendidos nos 0uatro
7ltimos s2culos$ principalmente nos 7ltimos tempos$ graças sobretudo 8 estima pelos
estudos lit7rgicos$ promovidos por S" ?io K e seus sucessores"


Capítulo *

*M?ORTL/C*A - D*G/*DAD-
DA C-(-BRAMNO -OCARPST*CA

!A" A celebração da Missa$ como ação de Cristo e do povo de Deus &ierar0uicamente
ordenado$ 2 o centro de toda a vida cristã tanto para a *gre+a universal como local e tamb2m
para cada um dos %i2is22" ?ois nela se encontra tanto o 1pice da ação pela 0ual Deus
santi%ica o mundo em Cristo$ como o do culto 0ue os &omens o%erecem ao ?ai$ adorando9o
pelo Cristo$ Qil&o de Deus2;" Al2m disso$ nela são de tal modo relembrados$ no decorrer do
ano$ os mist2rios da redenção$ 0ue eles se tornam de certo modo presentes2>" As demais
aç<es sagradas e todas as atividades da vida cristã a ela estão ligadas$ dela decorrendo ou a
ela sendo ordenadas2@"

!B" R por isso de m1,ima conveniDncia dispor a celebração da Missa ou Ceia do Sen&or
de tal %orma 0ue os ministros sagrados e os %i2is$ participando cada um con%orme sua
condição$ recebam mais plenamente a0ueles %rutos2A 0ue o Cristo Sen&or 0uis prodigali3ar$
ao instituir o sacri%ício eucarístico de seu Corpo e Sangue$ con%iando9o 8 usa dileta esposa$ a
*gre+a$ como memorial de sua pai,ão e ressurreição2B"

!C" *sto se conseguir1 de modo ade0uado se$ levando em conta a nature3a e as
circunst4ncias de cada assembl2ia lit7rgica$ toda a celebração %or disposta de tal modo 0ue
leve os %i2is 8 participação consciente$ ativa e plena do corpo e do espírito$ animada pelo
%ervor da %2$ da esperança e da caridade" -sta 2 a participação ardentemente dese+ada pela
*gre+a e e,igida pela pr:pria nature3a da celebração= ela constitui um direito e um dever do
povo cristão em virtude do seu batismo2C"

!E" -mbora 8s ve3es não se possa contar com a presença dos %i2is e sua participação
ativa$ 0ue mani%estam mais claramente a nature3a eclesial da celebração2E$ a celebração
eucarística conserva sempre sua e%ic1cia e dignidade$ uma ve3 0ue 2 ação de Cristo e da
*gre+a$ na 0ual o sacerdote cumpre seu m7nus principal e age sempre pela salvação do
povo"
?or isso$ recomenda9se 0ue ele$ na medida do possível$ celebre mesmo diariamente
o sacri%ício eucarístico;"

2" Reali3ando9se a celebração da -ucaristia$ como tamb2m toda a (iturgia$ por meio de
sinais sensíveis 0ue alimentam$ %ortalecem e e,primem a %2;!$ deve9se escol&er e dispor
com o maior cuidado as %ormas e elementos propostos pela *gre+a 0ue$ em vista das
circunst4ncias de pessoas e lugres$ promovam mais intensamente a participação ativa e
plena dos %i2is$ e 0ue mel&or respondam 8s suas necessidades espirituais"

2!" A presente *nstrução$ portanto$ visa apresentar as lin&as gerais segundo as 0uais se
deve ordenar a celebração da -ucaristia$ bem como e,por as regras para cada %orma
particular de celebração;2"

22" De m1,ima import4ncia 2 a celebração da -ucaristia na *gre+a particular" O Bispo
diocesano$ o principal dispenseiro dos mist2rios de Deus na *gre+a particular a ele con%iada$ 2
o moderador$ o promotor e guarda de toda a vida lit7rgica;;" /as celebraç<es 0ue se
reali3am sob a sua presidDncia$ sobretudo na celebração eucarística reali3ada por ele$ com a
participação do presbit2rio$ dos di1conos e do povo$ mani%esta9se o mist2rio da *gre+a" ?or
isso$ tais celebraç<es da Missa devem ser tidas como modelares para toda a diocese" R$ pois$
seu dever es%orçar9se para 0ue os presbíteros$ os di1conos e os %2is cristãos leigos
compreendam sempre mais pro%undamente o sentido autDntico dos ritos e dos te,tos
lit7rgicos e assim se+am levados a uma celebração ativa e %rutuosa da -ucaristia" Com a
mesma %inalidade cuide 0ue cresça sempre a dignidade das pr:prias celebraç<es$ para cu+a
promoção muito contribui a bele3a do espaço sagrado$ da m7sica e da arte"

2;" Al2m disso$ para 0ue a celebração atenda mais plenamente 8s normas e ao espírito
da sagrada (iturgia e aumente sua e%ic1cia pastoral$ apresentam9se neste *nstrução Geral e
no Ordin1rio da Missa alguns a+ustes e adaptaç<es"

2>" -stas adaptaç<es$ na maioria$ consistem na escol&a de alguns ritos ou te,tos$ ou
se+a$ de cantos$ leituras$ oraç<es$ muniç<es e gestos mais correspondentes 8s necessidades$
preparação e índole dos participantes$ atribuídas ao sacerdote celebrante" Contudo o
sacerdote deve estar lembrado de 0ue ele 2 servidor da sagrada (iturgia e de 0ue não l&e 2
permitido$ por pr:pria conta$ acrescentar$ tirar ou mesmo mudar 0ual0uer coisa na
celebração da Missa;>"

2@" Al2m disso$ no Missal são indicadas$ no devido lugar$ certas adaptaç<es 0ue$
con%orme a Constituição sobre a Sagrada (iturgia$ competem respectivamente ao Bispo
diocesano ou 8 Con%erDncia dos Bispos;@" 'c%" in%ra$ n" ;CB$ ;CC92E;)"

2A" /o 0ue se re%ere$ por2m$ 8s diversidades e adaptaç<es mais pro%undas$ 0ue atendam
8s tradiç<es e 8 índole dos povos e regi<es$ a serem por utilidade ou necessidade
introdu3idas 8 lu3 do art" > da Constituição sobre a Sagrada (iturgia$ observe9se o 0ue se
e,p<e na *nstrução 6De (iturgia Romana et inculturatione6;A 0ue vem e,posto 'n" ;E@9;EE)
mais adiante"


CA?PTO(O **

-STROTORA$ -(-M-/TOS - ?ART-S
DA M*SSA


*" -STROTORA G-RA( DA M*SSA

2B" /a Missa ou Ceia do Sen&or$ o povo de Deus 2 convocado e reunido$ sob a
presidDncia do sacerdote 0ue representa a pessoa de Cristo$ para celebrar a mem:ria do
Sen&or ou sacri%ício eucarístico;B" ?or isso$ a esta reunião local da santa *gre+a aplica9se$ de
modo eminente$ a promessa de Cristo5 6Onde dois ou trDs estão reunidos no meu nome$ eu
estou no meio deles6 'Mt !C$ 2)" ?ois$ na celebração da Missa$ em 0ue se perpetua o
sacri%ício da cru3;C$ Cristo est1 realmente presente tanto na assembl2ia reunida em seu
nome$ como na pessoa do ministro$ na sua palavra$ e tamb2m$ de modo substancial e
permanente$ sob as esp2cies eucarísticas;E"

2C" A Missa consta$ por assim di3er$ de duas partes$ a saber$ a liturgia da palavra e a
liturgia eucarística$ tão intimamente unidas entre si$ 0ue constituem um s: ato de culto>"
De %ato$ na Missa se prepara tanto a mesa da ?alavra de Deus como a do Corpo de Cristo$
para ensinar e alimentar os %i2is>!" F1 tamb2m alguns ritos 0ue abrem e encerram a
celebração"

**" OS D*.-RSOS -(-M-/TOS DA M*SSA

(eitura e e,planação da ?alavra de Deus

2E" #uando se lDem as Sagradas -scrituras na *gre+a$ o pr:prio Deus %ala a seu povo$ e
Cristo$ presente em sua palavra$ anuncia o -vangel&o"
?or isso todos devem escutar com veneração as leituras da ?alavra de Deus$
elemento de m1,ima import4ncia da (iturgia" -mbora a palavra divina contida nas leituras
da Sagrada -scritura se diri+a a todos os &omens de 0ual0uer 2poca$ e se+a entendida por
eles$ a sua mais plena compreensão e e%ic1cia 2 aumentada pela e,posição viva$ isto 2$ a
&omilia$ 0ue 2 parte da ação lit7rgica>2"

Oraç<es e outras partes pr:prias do sacerdote

;" -ntre as partes 0ue competem ao sacerdote ocupa o primeiro lugar a Oração
eucarística$ cume de toda a celebração" A seguir$ vDm as oraç<es$ isto 2$ a oração do dia
'coleta)$ a oração sobre as o%erendas e a oração depois da Comun&ão" O sacerdote$
presidindo a comunidade como representante de Cristo$ dirige a Deus estas oraç<es em
nome de todo o povo santo e de todos os circunstantes>;" R com ra3ão$ portanto$ 0ue são
c&amadas 6oraç<es presidenciais6"

;!" Da mesma %orma cabe ao sacerdote$ no desempen&o da %unção de presidente da
assembl2ia$ pro%erir certas admoestaç<es previstas no pr:prio rito" #uando estiver
estabelecido pelas rubricas$ o celebrante pode adapt19las um pouco para 0ue atendam 8
compreensão dos participantes= cuide$ contudo$ o sacerdote de manter sempre o sentido da
e,ortação proposta no Missal e a e,presse em poucas palavras" Cabe ao Sacerdote
presidente tamb2m moderar a palavra de Deus e dar a bDnção %inal" ?ode$ al2m$ disso$ com
brevíssimas palavras$ introdu3ir os %i2is na missa do dia$ ap:s a saudação inicial e antes do
ato penitencial$ na liturgia da palavra$ antes das leituras= na Oração eucarística$ antes do
?re%1cio$ nunca$ por2m$ dentro da pr:pria Oração= pode ainda encerrar toda a ação sagrada
antes da despedida"

;2" A nature3a das partes 6presidenciais6 e,ige 0ue se+am pro%eridas em vo3 alta e
distinta e por todos atentamente escutadas>>" ?or isso$ en0uanto o sacerdote as pro%ere$
não &a+a outras oraç<es nem cantos$ e calem9se o :rgão e 0ual0uer outro instrumento"

;;" /a verdade$ o sacerdote$ como presidente$ re3a em nome da *gre+a e de toda a
comunidade reunida e$ por ve3es$ tamb2m somente em seu nome para cumprir o seu
minist2rio com atenção e piedade" -stas oraç<es$ propostas antes da proclamação do
-vangel&o$ na preparação das o%erendas e antes e depois da Comun&ão do sacerdote$ são
re3adas em silDncio"

Outras %:rmulas 0ue ocorrem na celebração

;>" Sendo a celebração da Missa$ por sua nature3a$ de índole 6comunit1ria6>@$ assumem
grande import4ncia os di1logos entre o sacerdote e os %i2is reunidos$ bem como as
aclamaç<es>A$ pois não constituem apenas sinais e,ternos da celebração comum$ mas
promovem e reali3am a comun&ão entre o sacerdote e o povo"

;@" As aclamaç<es e respostas dos %i2is 8s oraç<es e saudaç<es do sacerdote constituem
o grau de participação ativa 0ue os %i2is congregados$ em 0ual0uer %orma de Missa$ devem
reali3ar$ para 0ue se promova e e,prima claramente a ação de toda a comunidade>B"

;A" Outras partes$ muito 7teis para mani%estar e %omentar a participação ativa dos %i2is e
0ue competem a toda a assembl2ia convocada$ são principalmente o ato penitencial$ a
pro%issão de %2$ a oração universal e a oração do Sen&or"

;B" ?or %im$ dentre as outras %:rmulas5
a) algumas constituem um rito ou ato independente$ como o &ino do Gl:ria$ o salmo
responsorial$ o Aleluia e o versículo antes do -vangel&o$ o Sanctus$ a aclamação da
anamnese e o canto depois da Comun&ão=
b) algumas$ por2m$ acompan&am um rito$ tais como o canto da entrada$ das o%erendas$ da
%ração 'Agnus Dei) e da Comun&ão"

Maneiras de pro%erir os diversos te,tos

;C" /os te,tos 0ue o sacerdote$ o di1cono$ o leitor ou toda a assembl2ia devem pro%erir
em vo3 alta e distinta$ a vo3 corresponda ao gDnero do pr:prio te,to$ con%orme se trate de
leitura$ oração$ e,ortação$ aclamação ou canto= como tamb2m 8 %orma de celebração e 8
solenidade da assembl2ia" Al2m disso$ levem9se em conta a índole das diversas línguas e o
gDnio dos povos"
/as rubricas$ portanto$ e nas normas 0ue se seguem$ as palavras 6di3er6 ou
6pro%erir6 devem aplicar9se tanto ao canto como 8 recitação$ observados os princípios acima
propostos"

*mport4ncia do canto

;E" O Ap:stolo aconsel&a os %i2is$ 0ue se re7nem em assembl2ia para aguardar a vinda
do Sen&or$ a cantarem +untos salmos$ &inos e c4nticos espirituais 'c%" Cl ;$ !A)$ pois o canto
constitui um sinal de alegria do coração 'c%" At 2$ >A)" ?or isso$ di3ia com ra3ão Santo
Agostin&o5 6Cantar 2 pr:prio de 0uem ama6>C$ e &1 um prov2rbio antigo 0ue a%irma5 6#uem
canta bem$ re3a duas ve3es6"

>" ?ortanto$ dD9se grande valor ao uso do canto na celebração da Missa$ tendo em vista
a índole dos povos e as possibilidades de cada assembl2ia lit7rgica" Ainda 0ue não se+a
necess1rio cantar sempre todos os te,tos de per si destinados ao canto$ por e,emplo nas
Missas dos dias de semana$ deve9se 3elar para 0ue não %alte o canto dos ministros e do povo
nas celebraç<es dos domingos e %estas de preceito"
/a escol&a das partes 0ue de %ato são cantadas$ deve9se dar pre%erDncia 8s mais
importantes e sobretudo 80uelas 0ue o sacerdote$ o di1cono$ o leitor cantam com respostas
do povo= ou então 80uelas 0ue o sacerdote e o povo devem pro%erir simultaneamente>E"

>!" -m igualdade de condiç<es$ o canto gregoriano ocupa o primeiro lugar$ como pr:prio
da (iturgia romana" Outros gDneros de m7sica sacra$ especialmente a poli%onia$ não são
absolutamente e,cluídos$ contanto 0ue se &armoni3em com o espírito da ação lit7rgica e
%avoreçam a participação de todos os %i2is@"
Oma ve3 0ue se reali3am sempre mais %re0Hentemente reuni<es internacionais de
%i2is$ conv2m 0ue aprendam a cantar +untos em latim ao menos algumas partes do Ordin1rio
da Missa$ principalmente o símbolo da %2 e a oração do Sen&or$ empregando9se melodias
mais simples@!"

Gestos e posiç<es do corpo

>2" Os gestos e posiç<es do corpo tanto do sacerdote$ do di1cono e dos ministros$ como
do povo devem contribuir para 0ue toda a celebração resplandeça pelo decoro e nobre
simplicidade$ se compreenda a verdadeira e plena signi%icação de suas diversas partes e se
%avoreça a participação de todos@2" Deve9se$ pois$ atender 8s diretri3es desta *nstrução
geral e da pr1tica tradicional do Rito romano e a tudo 0ue possa contribuir para o bem
comum espiritual do povo de Deus$ de pre%erDncia ao pr:prio gosto ou arbítrio"
A posição comum do corpo$ 0ue todos os participantes devem observar 2 sinal da
unidade dos membros da comunidade cristã$ reunidos para a sagrada (iturgia$ pois e,prime
e estimula os pensamentos e os sentimentos dos participantes"

>;" Os %i2is permaneçam de p2$ do início do canto da entrada$ ou en0uanto o sacerdote
se apro,ima do altar$ at2 a oração do dia inclusive= ao canto do Aleluia antes do -vangel&o=
durante a proclamação do -vangel&o= durante a pro%issão de %2 e a oração universal= e do
convite Orai$ irmãos antes da oração sobre as o%erendas at2 o %im da Missa$ e,ceto nas
partes citadas em seguida"
Sentem9se durante as leituras antes do -vangel&o e durante o salmo responsorial=
durante a &omilia e durante a preparação das o%erendas= e$ se %or conveniente$ en0uanto se
observa o silDncio sagrado ap:s a Comun&ão"
A+oel&em9se$ por2m$ durante da consagração$ a não ser 0ue$ por motivo de sa7de ou
%alta de espaço ou o grande n7mero de presentes ou outras causas ra3o1veis não o
permitam" Contudo$ a0ueles 0ue não se a+oel&am na consagração$ %açam inclinação
pro%unda en0uanto o sacerdote %a3 genu%le,ão ap:s a consagração"
Compete$ por2m$ 8 Con%erDncia dos Bispos adaptar$ segundo as normas do direito$ 8
índole e 8s legitimas tradiç<es dos povos$ os gestos e posiç<es do corpo descritos no
Ordin1rio da Missa@;" Cuide9se$ contudo$ 0ue correspondam ao sentido e 8 índole de cada
parte da celebração" Onde %or costume o povo permanecer de +oel&os do %im da aclamação
do Santo at2 ao %inal da Oração eucarística e antes da Comun&ão 0uando o sacerdote di3 -is
o Cordeiro de Deus$ 2 louv1vel 0ue ele se+a mantido"
?ara se obter a uni%ormidade nos gestos e posiç<es do corpo numa mesma
celebração$ obedeçam os %i2is aos avisos dados pelo di1cono$ por um ministro leigo ou pelo
sacerdote$ de acordo com o 0ue vem estabelecido no Missal"

>>" -ntre os gestos incluem9se tamb2m as aç<es e as prociss<es reali3adas pelo
sacerdote com o di1cono e os ministros ao se apro,imarem do altar= pelo di1cono antes da
proclamação do -vangel&o ou ao levar o (ivro dos evangel&os ao ambão= dos %i2is$ ao
levarem os dons e en0uanto se apro,imam da Comun&ão" Conv2m 0ue tais aç<es e
prociss<es se+am reali3adas com dignidade$ en0uanto se e,ecutam cantos apropriados$
segundo as normas estabelecidas para cada uma"


O silDncio

>@" Oportunamente$ como parte da celebração deve9se observar o silDncio sagrado@>" A
sua nature3a depende do momento em 0ue ocorre em cada celebração" Assim$ no ato
penitencial e ap:s o convite 8 oração$ cada %iel se recol&e= ap:s uma leitura ou a &omilia$
meditam brevemente o 0ue ouviram= ap:s a comun&ão$ en%im$ louvam e re3am a Deus no
íntimo do coração"
Conv2m 0ue +1 antes da pr:pria celebração se conserve o silDncio na igre+a$ na
sacristia$ na secretaria e mesmo nos lugares mais pr:,imos$ para 0ue todos se dispon&am
devota e devidamente para reali3arem os sagrados mist2rios"


***" AS ?ART-S DA M*SSA

A) R*TOS */*C*A*S

>A" Os ritos 0ue precedem a liturgia da palavra$ isto 2$ entrada$ saudação$ ato
penitencial$ STrie$ Gl:ria e oração do dia$ tDm o car1ter de e,:rdio$ introdução e preparação"
Sua %inalidade 2 %a3er com 0ue os %i2is$ reunindo9se em assembl2ia$ constituam uma
comun&ão e se dispon&am para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente
a -ucaristia"
-m certas celebraç<es 0ue$ de acordo com as normas dos livros lit7rgicos se ligam
com a Missa$ omitem9se os ritos iniciais ou são reali3ados de um modo pr:prio"

-ntrada

>B" Reunido o povo$ en0uanto o sacerdote entra com o di1cono e os ministros$ começa o
canto da entrada" A %inalidade desse canto 2 abrir a celebração$ promover a união da
assembl2ia$ introdu3ir no mist2rio do tempo lit7rgico ou da %esta$ e acompan&ar a procissão
do sacerdote e dos ministros"

>C" O canto 2 e,ecutado alternadamente pelo grupo de cantores e pelo povo$ ou pelo
cantor e pelo povo$ ou s: pelo grupo de cantores" ?ode9se usar a antí%ona com seu salmo$ do
Gradual romano ou do Gradual simples$ ou então outro canto condi3ente com a ação
sagrada@@ e com a índole do dia ou do tempo$ cu+o te,to ten&a sido aprovado pela
Con%erDncia dos Bispos"
/ão &avendo canto 8 entrada$ a antí%ona proposta no Missal 2 recitada pelos %i2is$ ou
por alguns deles$ ou pelo leitor= ou então$ pelo pr:prio sacerdote$ 0ue tamb2m pode adapt19
la a modo de e,ortação inicial 'c%" n" ;!)"

Saudação ao altar e ao povo reunido

>E" C&egando ao presbit2rio$ o sacerdote$ o di1cono e os ministros sa7dam o altar com
uma inclinação pro%unda"
-m seguida$ em sinal de veneração o sacerdote e o di1cono bei+am o altar= e o
sacerdote$ se %or oportuno$ incensa a cru3 e o altar"

@" -,ecutado o canto da entrada$ o sacerdote$ de p2 +unto 8 cadeira$ +unto com toda a
assembl2ia %a3 o sinal da cru3= a seguir$ pela saudação$ e,pressa 8 comunidade reunida a
presença do Sen&or" -sta saudação e a resposta do povo e,primem o mist2rio da *gre+a
reunida"
Qeita a saudação do povo$ o sacerdote$ o di1cono$ ou um ministro leigo$ pode com
brevíssimas palavras introdu3ir os %i2is na Missa do dia"

Ato penitencial

@!" -m seguida$ o sacerdote convida para o ato penitencial$ 0ue ap:s breve pausa de
silDncio$ 2 reali3ado por toda a assembl2ia atrav2s de uma %:rmula de con%issão geral$ e
concluído pela absolvição do sacerdote$ absolvição 0ue$ contudo$ não possui a e%ic1cia do
sacramento da penitDncia"
Aos domingos$ particularmente$ no tempo pascal$ em lugar do ato penitencial de
costume$ pode9se %a3er$ por ve3es$ a bDnção e aspersão da 1gua em recordação do
batismo@A"

Sen&or$ tende piedade

@2" Depois do ato penitencial inicia9se sempre o Sen&or$ tende piedade$ a não ser 0ue +1
ten&a sido re3ado no pr:prio ato penitencial" Tratando9se de um canto em 0ue os %i2is
aclamam o Sen&or e imploram a sua miseric:rdia$ 2 e,ecutado normalmente por todos$
tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor"
.ia de regra$ cada aclamação 2 repetida duas ve3es$ não se e,cluindo$ por2m$ um
n7mero maior de repetiç<es por causa da índole das diversas línguas$ da m7sica ou das
circunst4ncias" #uando o Sen&or 2 cantado como parte do ato penitencial$ antep<e9se a cada
aclamação uma 6invocação6'6tropo6)"

Gl:ria a Deus nas alturas

@;" O Gl:ria$ 2 um &ino anti0uíssimo e vener1vel$ pelo 0ual a *gre+a$ congregada no
-spírito Santo$ glori%ica e suplica a Deus ?ai e ao Cordeiro" O te,to deste &ino não pode ser
substituído por outro" -ntoado pelo sacerdote ou$ se %or o caso$ pelo cantor ou o grupo de
cantores$ 2 cantado por toda a assembl2ia$ ou pelo povo 0ue o alterna com o grupo de
cantores ou pelo pr:prio grupo de cantores" Se não %or cantado$ deve ser recitado por todos
+untos ou por dois coros dialogando entre si"
R cantado ou recitado aos domingos$ e,ceto no tempo do Advento e da #uaresma$
nas solenidades e %estas e ainda em celebraç<es especiais mais solenes"

Oração do dia 'coleta)

@>" A seguir$ o sacerdote convida o povo a re3ar= todos se conservam em silDncio com o
sacerdote por alguns instantes$ tomando consciDncia de 0ue estão na presença de Deus e
%ormulando interiormente os seus pedidos" Depois o sacerdote di3 a oração 0ue se costuma
c&amar 6coleta6$ pela 0ual se e,prime a índole da celebração" Con%orme antiga tradição da
*gre+a$ a oração costuma ser dirigida a Deus ?ai$ por Cristo$ no -spírito Santo@B e por uma
conclusão trinit1ria$ isto 2 com uma conclusão mais longa$ do seguinte modo5
9 0uando se dirige ao ?ai5 ?or nosso Sen&or Iesus Cristo$ vosso Qil&o$ na unidade do
-spírito Santo=
9 0uando se dirige ao ?ai$ mas no %im menciona o Qil&o5 #ue convosco vive e reina$
na unidade do -spírito Santo=
9 0uando se dirige ao Qil&o5 .:s$ 0ue sois Deus com o ?ai$ na unidade do -spírito
Santo"
O povo$ unindo9se 8 s7plica$ %a3 sua a oração pela aclamação Am2m"
/a Missa sempre se di3 uma 7nica oração do dia"


B) (*TORG*A DA ?A(A.RA

@@" A parte principal da liturgia da palavra 2 constituída pelas leituras da Sagrada
-scritura e pelos cantos 0ue ocorrem entre elas$ sendo desenvolvida e concluída pela
&omilia$ a pro%issão de %2 e a oração universal ou dos %i2is" ?ois nas leituras e,planadas pela
&omilia Deus %ala ao seu povo@C$ revela o mist2rio da redenção e da salvação$ e o%erece
alimento espiritual= e o pr:prio Cristo$ por sua palavra$ se ac&a presente no meio dos %i2is@E"
?elo silDncio e pelos cantos o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela
pro%issão de %2= alimentado por essa palavra$ re3a na oração universal pelas necessidades de
toda a *gre+a e pela salvação do mundo inteiro"

O silDncio

@A" A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo 0ue %avoreça a meditação= por
isso deve ser de todo evitada 0ual0uer pressa 0ue impeça o recol&imento" *ntegram9na
tamb2m breves momentos de silDncio$ de acordo com a assembl2ia reunida$ pelos 0uais$ sob
a ação do -spírito Santo$ se acol&e no coração a ?alavra de Deus e se prepara a resposta
pela oração" Conv2m 0ue tais momentos de silDncio se+am observados$ por e,emplo$ antes
de se iniciar a pr:pria liturgia da palavra$ ap:s a primeira e a segunda leitura$ como tamb2m
ap:s o t2rmino da &omiliaA"

(eituras bíblicas

@B" Mediante as leituras 2 preparada para os %i2is a mesa da palavra de Deus e abrem9se
para eles os tesouros da BíbliaA!" ?or isso$ 2 mel&or conservar a disposição das leituras
bíblicas pela 0ual se mani%esta a unidade dos dois Testamentos e da &ist:ria da salvação=
nem 2 permitido trocar as leituras e o salmo responsorial$ constituídos da palavra de Deus$
por outros te,tos não bíblicosA2"

@C" /a celebração da Missa com povo$ as leituras são sempre pro%eridas do ambão"

@E" ?or tradição$ o o%ício de pro%erir as leituras não 2 %unção presidencial$ mas
ministerial" As leituras se+am pois proclamadas pelo leitor$ o -vangel&o se+a anunciado pelo
di1cono ou$ na sua ausDncia$ por outro sacerdote" /a %alta$ por2m$ do di1cono ou de outro
sacerdote$ o pr:prio sacerdote celebrante leia o -vangel&o= igualmente$ na %alta de outro
leitor idJneo$ o sacerdote celebrante pro%erir1 tamb2m as demais leituras"
Depois de cada leitura$ 0uem a leu pro%ere a aclamação= por sua resposta$ o povo
reunido presta &onra 8 palavra de Deus$ acol&ida com %2 e de 4nimo agradecido"

A" A leitura do -vangel&o constitui o ponto alto da liturgia da palavra" A pr:pria (iturgia
ensina 0ue se l&e deve mani%estar a maior veneração$ uma ve3 0ue a cerca mais do 0ue as
outras$ de &onra especial$ tanto por parte do ministro delegado para anunci19la$ 0ue se
prepara pela bDnção ou oração= como por parte dos %i2is 0ue pelas aclamaç<es recon&ecem
e pro%essam 0ue o Cristo est1 presente e l&es %ala$ e 0ue ouvem de p2 a leitura= ou ainda
pelos sinais de veneração prestados ao -vangeli1rio"

Salmo responsorial

A!" U primeira leitura segue9se o salmo responsorial$ 0ue 2 parte integrante da liturgia
da palavra$ o%erecendo uma grande import4ncia lit7rgica e pastoral$ por %avorecer a
meditação da palavra de Deus"
O Salmo responsorial deve responder a cada leitura e normalmente ser1 tomado do
lecion1rio"
De pre%erDncia$ o salmo responsorial ser1 cantado$ ao menos no 0ue se re%ere ao
re%rão do povo" Assim$ o salmista ou cantor do salmo$ do ambão ou outro lugar ade0uado
pro%ere os versículos do salmo$ en0uanto toda a assembl2ia escuta sentada$ geralmente
participando pelo re%rão$ a não ser 0ue o salmo se+a pro%erido de modo contínuo$ isto 2$ sem
re%rão" Mas$ para 0ue o povo possa mais %acilmente recitar o re%rão salm:dico$ %oram
escol&idos alguns te,tos de re%r<es e de salmos para os diversos tempos do ano e as v1rias
categorias de Santos$ 0ue poderão ser empregados em lugar do te,to correspondente 8
leitura$ sempre 0ue o salmo 2 cantado" Se o salmo não puder ser cantado$ se+a recitado do
modo mais apto para %avorecer a meditação da palavra de Deus"
-m lugar do salmo proposto no lecion1rio pode9se cantar tamb2m um respons:rio
gradual do Gradual romano ou um salmo responsorial ou alelui1tico do Gradual Simples$
como se encontram nesses livros"

Aclamação antes da proclamação do -vangel&o

A2" Ap:s a leitura 0ue antecede imediatamente o -vangel&o$ canta9se o Aleluia ou outro
canto estabelecido pelas rubricas$ con%orme e,igir o tempo lit7rgico" Tal aclamação constitui
um rito ou ação por si mesma$ atrav2s do 0ual a assembl2ia dos %i2is acol&e o Sen&or 0ue
l&e vai %alar no -vangel&o$ sa7da9o e pro%essa sua %2 pelo canto" R cantado por todos$ de p2$
primeiramente pelo grupo de cantores ou cantor$ sendo repetido$ se %or o caso= o versículo$
por2m$ 2 cantado pelo grupo de cantores ou cantor"
a) O Aleluia 2 cantado em todo o tempo$ e,ceto na #uaresma" O .ersículo 2 tomado
do lecion1rio ou do Gradual"
b) /o Tempo da #uaresma$ no lugar do Aleluia$ canta9se o versículo antes do -vangel&o
proposto no lecion1rio" ?ode9se cantar tamb2m um segundo salmo ou trato$ como se
encontra no Gradual"

A;" Favendo apenas uma leitura antes do -vangel&o5
a) no tempo em 0ue se di3 o Aleluia$ pode &aver um salmo alelui1tico$ ou um salmo
e o Aleluia com seu versículo=
b) no tempo em 0ue não se di3 o Aleluia$ pode &aver um salmo e o versículo antes do
-vangel&o ou somente o salmo=
c) O Aleluia ou o versículo antes do -vangel&o podem ser omitidos 0uando não são
cantados"

A>" A se0HDncia 0ue$ e,ceto nos dias da ?1scoa e de ?entecostes$ 2 %acultativa$ 2
cantada antes do Aleluia"

Fomilia

A@" A &omilia 2 uma parte da liturgia e vivamente recomendadaA;$ sendo indispens1vel
para nutrir a vida cristã" Conv2m 0ue se+a uma e,plicação de algum aspecto das leituras da
Sagrada -scritura ou de outro te,to do Ordin1rio ou do ?r:prio da Missa do dia$ levando em
conta tanto o mist2rio celebrado$ como as necessidades particulares dos ouvintesA>"

AA" A &omilia$ via de regra 2 pro%erida pelo pr:prio sacerdote celebrante ou 2 por ele
delegada a um sacerdote concelebrante ou$ ocasionalmente$ a um di1cono$ nunca$ por2m$ a
um leigoA@" -m casos especiais e por motivo ra3o1vel a &omilia tamb2m pode ser %eita pelo
Bispo ou presbítero 0ue participa da celebração sem 0ue possa concelebrar"
Aos domingos e %estas de preceito &a+a &omilia$ não podendo ser omitida a não ser
por motivo grave$ em todas as Missas celebradas com participação do povo= tamb2m 2
recomendada nos outros dias$ sobretudo nos dias de semana do Avento$ #uaresma e Tempo
pascal$ como ainda em outras %estas e ocasi<es em 0ue o povo acorre 8 igre+a em maior
n7meroAA"
Ap:s a &omilia conv2m observar um breve tempo de silDncio"

?ro%issão de %2

AB" O símbolo ou pro%issão de %2 tem por ob+etivo levar todo o povo reunido a responder
8 palavra de Deus anunciada da sagrada -scritura e e,plicada pela &omilia$ bem como$
proclamando a regra da %2 atrav2s de %:rmula aprovada para o uso lit7rgico$ recordar e
pro%essar os grandes mist2rios da %2$ antes de iniciar sua celebração na -ucaristia"

AC" O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e
solenidades= pode9se tamb2m di3er em celebraç<es especiais de car1ter mais solene"
#uando cantado$ 2 entoado pelo sacerdote ou$ se %or oportuno$ pelo cantor ou pelo
grupo de cantores= 2 cantado por todo o povo +unto$ ou pelo povo alternando com o grupo
de cantores"
Se não %or cantado$ ser1 recitado por todos +untos$ ou por dois coros alternando
entre si"

Oração universal

AE" /a oração universal ou oração dos %i2is$ o povo responde de certo modo 8 palavra de
Deus acol&ida na %2 e e,ercendo a sua %unção sacerdotal$ eleva preces a Deus pela salvação
de todos" Conv2m 0ue normalmente se %aça esta oração nas Missas com o povo$ de tal sorte
0ue se re3e pela Santa *gre+a$ pelos governantes$ pelos 0ue so%rem necessidades$ por todos
os seres &umanos e pela salvação do mundo inteiroAB"

B" /ormalmente serão estas as s2ries de intenç<es5
a) pelas necessidades da *gre+a=
b) pelos poderes p7blicos e pela salvação de todo o mundo=
c) pelos 0ue so%rem 0ual0uer di%iculdade=
d) pela comunidade local"
/o entanto$ em alguma celebração especial$ tal como Con%irmação$ MatrimJnio$
-,20uias$ as intenç<es podem re%erir9se mais estreitamente 80uelas circunst4ncias"

B!" Cabe ao sacerdote celebrante$ de sua cadeira$ dirigir a oração" -le a introdu3 com
breve e,ortação$ convidando os %i2is a re3arem e depois a conclui" As intenç<es propostas
se+am s:brias$ compostas por s1bia liberdade e breves palavras e e,pressem a oração de
toda a comunidade"
As intenç<es são pro%eridas$ do ambão ou de outro lugar apropriado$ pelo di1cono$
pelo cantor$ pelo leitor ou por um %iel leigoAC"
O povo$ de p2$ e,prime a sua s7plica$ se+a por uma invocação comum ap:s as
intenç<es pro%eridas$ se+a por uma oração em silDncio"

C) (*TORG*A -OCARPST*CA

B2" /a 7ltima Ceia$ Cristo instituiu o sacri%ício e a ceia pascal$ 0ue tornam continuamente
presente na *gre+a o sacri%ício da cru3$ 0uando o sacerdote$ represente do Cristo Sen&or$
reali3a a0uilo mesmo 0ue o Sen&or %e3 e entregou aos discípulos para 0ue o %i3essem em sua
mem:riaAE"
Cristo$ na verdade$ tomou o pão e o c1lice$ deu graças$ partiu o pão e deu9o a seus
discípulos di3endo5 Tomai$ comei$ bebei= isto 2 o meu Corpo= este 2 o c1lice do meu Sangue"
Qa3ei isto em mem:ria de mim" ?or isso a *gre+a dispJs toda a celebração da liturgia
eucarística em partes 0ue correspondem 8s palavras e gestos de Cristo" De %ato5
!) /a preparação dos dons levam9se ao altar o pão e o vin&o com 1gua$ isto 2$
a0ueles elementos 0ue Cristo tomou em suas mãos"
2) /a Oração eucarística rendem9se graças a Deus por toda a obra da salvação e as
o%erendas tornam9se Corpo e Sangue de Cristo"
;) ?ela %ração do pão e pela Comun&ão os %i2is$ embora muitos$ recebem o Corpo e o
Sangue do Sen&or de um s: pão e de um s: c1lice$ do mesmo modo como os Ap:stolos$ das
mãos do pr:prio Cristo"

?reparação dos dons

B;" /o início da liturgia eucarística são levadas ao altar as o%erendas 0ue se converterão
no Corpo e Sangue de Cristo"
?rimeiramente prepara9se o altar ou mesa do Sen&or$ 0ue 2 o centro de toda a
liturgia eucarísticaB$ colocando9se nele o corporal$ o puri%icat:rio$ o missal e o c1lice$ a não
ser 0ue se prepare na credDncia"
A seguir$ tra3em9se as o%erendas" R louv1vel 0ue os %i2is apresentem o pão e o vin&o
0ue o sacerdote ou o di1cono recebem em lugar ade0uado para serem levados ao altar"
-mbora os %i2is +1 não tragam de casa$ como outrora$ o pão e o vin&o destinados 8 liturgia$ o
rito de lev19los ao altar conserva a mesma %orça e signi%icado espiritual"
Tamb2m são recebidos o din&eiro ou outros donativos o%erecidos pelos %i2is para os
pobres ou para a igre+a$ ou recol&idos no recinto dela= serão$ no entanto$ colocados em lugar
conveniente$ %ora da mesa eucarística"

B>" O canto do o%ert:rio acompan&a a procissão das o%erendas 'c%" n" ;B$ b) e se
prolonga pelo menos at2 0ue os dons ten&am sido colocados sobre o altar" As normas
relativas ao modo de cantar são as mesmas 0ue para o canto da entrada 'c%" n" >C)" O canto
pode sempre %a3er parte dos ritos das o%erendas$ mesmo sem a procissão dos dons"

B@" O pão e o vin&o são depositados sobre o altar pelo sacerdote$ pro%erindo as %:rmulas
estabelecidas= o sacerdote pode incensar as o%erendas colocadas sobre o altar e$ em
seguida$ a cru3 e o pr:prio altar$ para simboli3ar 0ue a o%erta da *gre+a e sua oração sobem$
0ual incenso$ 8 presença de Deus" -m seguida$ tamb2m o sacerdote$ por causa do minist2rio
sagrado e o povo$ em ra3ão da dignidade batismal$ podem ser incensados pelo di1cono ou
por outro ministro"

BA" -m seguida$ o sacerdote lava as mãos$ ao lado do altar$ e,primindo por esse rito o
seu dese+o de puri%icação interior"

Oração sobre as o%erendas

BB" Depositadas as o%erendas sobre o altar e terminados os ritos 0ue as acompan&am$
conclui9se a preparação dos dons e prepara9se a Oração eucarística com o convite aos %i2is a
re3arem com o sacerdote$ e com a oração sobre as o%erendas"
/a Missa se di3 uma s: oração sobre as o%erendas$ 0ue termina com a conclusão mais breve$
isto 25 ?or Cristo$ nosso Sen&or= se$ no %im$ se %i3er menção do Qil&o$ a conclusão ser15 #ue
vive e reina para sempre"
O povo$ unindo9se 8 oração$ a %a3 sua pela aclamação Am2m"

Oração eucarística

BC" *nicia9se agora a Oração eucarística$ centro e 1pice de toda a celebração$ prece de
ação de graças e santi%icação" O sacerdote convida o povo a elevar os coraç<es ao Sen&or na
oração e ação de graças e o associa 8 prece 0ue dirige a Deus ?ai$ por Cristo$ no -spírito
Santo$ em nome de toda a comunidade" O sentido desta oração 2 0ue toda a assembl2ia se
una com Cristo na proclamação das maravil&as de Deus e na oblação do sacri%ício" A oração
eucarística e,ige 0ue todos a ouçam respeitosamente e em silDncio"

BE" ?odem distinguir9se do seguinte modo os principais elementos 0ue comp<em a
Oração eucarística5
a) Ação de graças 'e,pressa principalmente no ?re%1cio) em 0ue o sacerdote$ em
nome de todo o povo santo$ glori%ica a Deus e l&e rende graças por toda a obra da salvação
ou por um dos seus aspectos$ de acordo com o dia$ a %estividade ou o tempo"
b) A aclamação pela 0ual toda a assembl2ia$ unindo9se aos espíritos celestes canta o
Santo" -sta aclamação$ parte da pr:pria Oração eucarística$ 2 pro%erida por todo o povo com
o sacerdote"
c) A epiclese$ na 0ual a *gre+a implora por meio de invocaç<es especiais a %orça do
-spírito Santo para 0ue os dons o%erecidos pelo ser &umano se+am consagrados$ isto 2$ se
tornem o Corpo e Sangue de Cristo$ e 0ue a &:stia imaculada se torne a salvação da0ueles
0ue vão recebD9la em Comun&ão"
d) A narrativa da instituição e consagração$ 0uando pelas palavras e aç<es de Cristo
se reali3a o sacri%ício 0ue ele instituiu na 7ltima Ceia$ ao o%erecer o seu Corpo e Sangue sob
as esp2cies de pão e vin&a$ e entreg19los aos ap:stolos como comida e bebida$ dando9l&es a
ordem de perpetuar este mist2rio"
e) A anamnese$ pela 0ual$ cumprindo a ordem recebida do Cristo Sen&or atrav2s dos
Ap:stolos$ a *gre+a %a3 a mem:ria do pr:prio Cristo$ relembrando principalmente a sua bem9
aventurada pai,ão$ a gloriosa ressurreição e a ascensão aos c2us"
%) A oblação$ pela 0ual a *gre+a$ em particular a assembl2ia atualmente reunida$
reali3ando esta mem:ria$ o%erece ao ?ai$ no -spírito Santo$ a &:stia imaculada= ela dese+a$
por2m$ 0ue os %i2is não apenas o%ereçam a &:stia imaculada$ mas aprendam a o%erecer9se a
si pr:priosB!$ e se aper%eiçoem$ cada ve3 mais$ pela mediação do Cristo$ na união com Deus
e com o pr:,imo$ para 0ue %inalmente Deus se+a tudo em todosB2"
g) As intercess<es$ pelas 0uais se e,prime 0ue a -ucaristia 2 celebrada em
comun&ão com toda a *gre+a$ tanto celeste como terrestre$ 0ue a oblação 2 %eita por ela e
por todos os seus membros vivos e de%untos$ 0ue %oram c&amados a participar da redenção
e da salvação obtidas pelo Corpo e Sangue de Cristo"
&) A do,ologia %inal 0ue e,prime a glori%icação de Deus$ e 2 con%irmada e concluída
pela aclamação Am2m do povo"

Ritos da Comun&ão

C" Sendo a celebração eucarística a ceia pascal$ conv2m 0ue$ segundo a ordem do
Sen&or$ o seu Corpo e Sangue se+am recebidos como alimento espiritual pelos %i2is
devidamente preparados" -sta 2 a %inalidade da %ração do pão e os outros ritos preparat:rios$
pelos 0uais os %i2is são imediatamente encamin&ados 8 Comun&ão"

A Oração do Sen&or

C!" /a Oração do Sen&or pede9se o pão de cada dia$ 0ue lembra para os cristãos antes
de tudo o pão eucarístico$ e pede9se a puri%icação dos pecados$ a %im de 0ue as coisas santas
se+am verdadeiramente dadas aos santos" O sacerdote pro%ere o convite$ todos os %i2is
recitam a oração com o sacerdote$ e o sacerdote acrescenta so3in&o o embolismo$ 0ue o
povo encerra com a do,ologia" Desenvolvendo o 7ltimo pedido do ?ai9nosso$ o embolismo
suplica 0ue toda a comunidade dos %i2is se+a libertada do poder do mal"
O convite$ a pr:pria oração$ o embolismo e a do,ologia com 0ue o povo encerra o
rito são cantados ou pro%eridos em vo3 alta"

Rito da pa3

C2" Segue9se o rito da pa3 no 0ual a *gre+a implora a pa3 e a unidade para si mesma e
para toda a %amília &umana e os %i2is se e,primem a comun&ão eclesial e a m7tua caridade$
antes de comungar do Sacramento"
#uanto ao pr:prio sinal de transmissão da pa3$ se+a estabelecido pelas Con%erDncias
dos Bispos$ de acordo com a índole e os costumes dos povos$ o modo de reali319loV"
Conv2m$ no entanto$ 0ue cada 0ual e,presse a pa3 de maneira s:bria apenas aos
0ue l&e estão mais pr:,imos"

Qração do pão

C;" O sacerdote parte o pão eucarístico$ a+udado$ se %or o caso$ pelo di1cono ou um
concelebrante" O gesto da %ração reali3ado por Cristo na 7ltima ceia$ 0ue no tempo
apost:lico deu o nome a toda a ação eucarística$ signi%ica 0ue muitos %i2is pela Comun&ão no
7nico pão da vida$ 0ue 2 o Cristo$ morto e ressuscitado pela salvação do mundo$ %ormam um
s: corpo ' !Cor !$ !B)" A %ração se inicia terminada a transmissão da pa3$ e 2 reali3ada com
a devida reverDncia$ contudo$ de modo 0ue não se prolongue desnecessariamente nem se+a
considerada de e,cessiva import4ncia" -ste rito 2 reservado ao sacerdote e ao di1cono"
O sacerdote %a3 a %ração do pão e coloca uma parte da &:stia no c1lice$ para
signi%icar a unidade do Corpo e do Sangue do Sen&or na obra da salvação$ ou se+a$ do Corpo
vivente e glorioso de Cristo Iesus" O grupo dos cantores ou o cantor ordinariamente canta
ou$ ao menos$ di3 em vo3 alta$ a s7plica Cordeiro de Deus$ 8 0ual o povo responde" A
invocação acompan&a a %ração do pão= por isso$ pode9se repetir 0uantas ve3es %or
necess1rio at2 o %inal do rito" A 7ltima ve3 conclui9se com as palavras dai9nos a pa3"

Comun&ão

C>" O sacerdote prepara9se por uma oração em silDncio para receber %rutuosamente o
Corpo e Sangue de Cristo" Os %i2is %a3em o mesmo$ re3ando em silDncio"
A seguir$ o sacerdote mostra aos %i2is o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o
c1lice e convida9os ao ban0uete de Cristo= e$ unindo9se aos %i2is$ %a3 um ato de &umildade$
usando as palavras prescritas do -vangel&o"

C@" R muito recomend1vel 0ue os %i2is$ como tamb2m o pr:prio sacerdote deve %a3er$
recebam o Corpo do Sen&or em &:stias consagradas na mesma Missa e participem do c1lice
nos casos previstos 'c%" n" 2C;)$ para 0ue$ tamb2m atrav2s dos sinais$ a Comun&ão se
mani%este mais claramente como participação no sacri%ício celebrado atualmenteB;"

CA" -n0uanto o sacerdote recebe o Sacramento$ entoa9se o canto da comun&ão 0ue
e,prime$ pela unidade das vo3es$ a união espiritual dos comungantes$ demonstra a alegria
dos coraç<es e realça mais a índole 6comunit1ria6 da procissão para receber a -ucaristia" O
canto prolonga9se en0uanto se ministra a Comun&ão aos %i2isB>" Favendo$ por2m$ um &ino
ap:s a Comun&ão$ encerre9se em tempo o canto da Comun&ão"
Fa+a o cuidado para 0ue tamb2m os cantores possam comungar com %acilidade"

CB" ?ara o canto da comun&ão pode9se tomar a antí%ona do Gradual romano$ com ou
sem o salmo$ a antí%ona com o salmo do Gradual Simples ou outro canto ade0uado$
aprovado pela Con%erDncia dos Bispos" O canto 2 e,ecutado s: pelo grupo dos cantores ou
pelo grupo dos cantores ou cantor com o povo"
/ão &avendo canto$ a antí%ona proposta no Missal pode ser recitada pelos %i2is$ por
alguns dentre eles ou pelo leitor$ ou então pelo pr:prio sacerdote$ depois de ter comungado$
antes de distribuir a Comun&ão aos %i2is"

CC" Terminada a distribuição da Comun&ão$ ser %or oportuno$ o sacerdote e os %i2is oram
por algum tempo em silDncio" Se dese+ar$ toda a assembl2ia pode entoar ainda um salmo ou
outro canto de louvor ou &ino"

CE" ?ara completar a oração do povo de Deus e encerrar todo o rito da Comun&ão$ o
sacerdote pro%ere a oração depois da Comun&ão$ em 0ue implora os %rutos do mist2rio
celebrado"
/a Missa se di3 uma s: oração depois da Comun&ão$ 0ue termina com a conclusão
mais breve$ ou se+a5
9 se %or dirigida ao ?ai5 ?or Cristo$ nosso Sen&or=
9 se %or dirigida ao ?ai$ mas no %im se %i3er menção do Qil&o5 #ue vive e reina para
sempre=
se %or dirigida ao Qil&o5 #ue viveis e reinais para sempre"
O povo pela aclamação Am2m %a3 sua a oração"

D) R*TOS D- -/C-RRAM-/TO

E" Aos ritos de encerramento pertencem5
a) breves comunicaç<es$ se %orem necess1rias=
b) saudação e bDnção do sacerdote$ 0ue em certos dias e ocasi<es 2 enri0uecida e
e,pressa pela oração sobre o povo$ ou por outra %:rmula mais solene=
c) despedida do povo pelo di1cono ou pelo sacerdote$ para 0ue cada 0ual retorne 8s
suas boas obras$ louvando e bendi3endo a Deus=
d) o bei+o ao altar pelo sacerdote e o di1cono e$ em seguida$ a inclinação pro%unda ao
altar pelo sacerdote$ o di1cono e os outros ministros"

CA?PTO(O ***

QO/MW-S - M*/*STRR*OS /A M*SSA

E!" A Celebração eucarística constitui uma ação de Cristo e da *gre+a$ isto 2$ o povo
santo$ unido e ordenado sob a direção do Bispo" ?or isso$ pertence a todo o Corpo da *gre+a
e o mani%esta e a%eta= mas atinge a cada um dos seus membros de modo di%erente$
con%orme a diversidade de ordens$ o%ícios e da participação atualB@" Desta %orma$ o povo
cristão$ 6geração escol&ida$ sacerd:cio real$ gente santa$ povo de con0uista6$ mani%esta sua
organi3ação coerente e &ier1r0uicaBA" Todos$ portanto$ 0uer ministros ordenados$ 0uer %i2is
leigos$ e,ercendo suas %unç<es e minist2rios$ %açam tudo e s: a0uilo 0ue l&es competeBB"


*" QO/MW-S D- ORD-M SACRA

E2" Toda celebração legítima da -ucaristia 2 dirigida pelo Bispo$ pessoalmente ou atrav2s
dos presbíteros$ seus au,iliaresBC"
#uando o Bispo est1 presente 8 Missa com a%luDncia do povo$ 2 de m1,ima
conveniDncia 0ue ele celebre a -ucaristia e associe a si os presbíteros na sagrada ação como
concelebrantes" *sto se %a3$ não para aumentar a solenidade e,terior do rito$ mas para
mani%estar mais claramente o mist2rio da *gre+a$ 6sacramento da unidade6BE"
Se o Bispo não celebra a -ucaristia$ mas delega outro para %a3D9lo$ conv2m 0ue ele
pr:prio$ de cru3 peitoral$ de estola e revestido do pluvial sobre a alva$ presida a liturgia da
palavra$ e no %im da Missa$ dD a bDnçãoC"

E;" O presbítero$ 0ue na *gre+a tem o poder sagrado da Ordem para o%erecer o sacri%ício
em nome de CristoC!$ tamb2m est1 8 %rente do povo %iel reunido$ preside 8 sua oração$
anuncia9l&e a mensagem da salvação$ associa a si o povo no o%erecimento do sacri%ício a
Deus ?ai$ por Cristo$ no -spírito Santo$ d1 aos seus irmãos o pão da vida eterna e participa
com eles do mesmo alimento" ?ortanto$ 0uando celebra a -ucaristia$ ele deve servir a Deus e
ao povo com dignidade e &umildade$ e$ pelo seu modo de agir e pro%erir as palavras divinas$
sugerir aos %i2is uma presença viva de Cristo"

E>" Depois do presbítero$ o di1cono$ em virtude da sagrada ordenação recebida$ ocupa o
primeiro lugar entre a0ueles 0ue servem na celebração eucarística" A sagrada Ordem do
diaconado$ realmente$ %oi tida em grande apreço na *gre+a +1 desde os inícios da era
apost:licaC2" /a Missa$ o di1cono tem partes pr:prias no an7ncio do -vangel&o e$ por ve3es$
na pregação da palavra de Deus$ na proclamação das intenç<es da oração universal$
servindo o sacerdote na preparação do altar e na celebração do sacri%ício$ na distribuição da
-ucaristia aos %i2is$ sobretudo sob a esp2cie do vin&o e$ por ve3es$ na orientação do povo
0uanto aos gestos e posiç<es do corpo"


**" QO/MW-S DO ?O.O D- D-OS

E@" /a celebração da Missa os %i2is constituem o povo santo$ o povo ad0uirido e o
sacerd:cio r2gio$ para dar graças a Deus e o%erecer o sacri%ício per%eito$ não apenas pelas
mãos do sacerdote$ mas tamb2m +untamente com ele$ e aprender a o%erecer9se a si
pr:priosC;" -s%orcem9se$ pois$ por mani%estar isto atrav2s de um pro%undo senso religioso e
da caridade para com os irmãos 0ue participam da mesma celebração"
?or isso$ evitem 0ual0uer tipo de individualismo ou divisão$ considerando sempre 0ue
todos tDm um 7nico ?ai nos c2us e$ por este motivo$ são todos irmãos entre si"

EA" Qormem um 7nico corpo$ se+a ouvindo a palavra de Deus$ se+a tomando parte nas
oraç<es e no canto$ ou sobretudo na oblação comum do sacri%ício e na comum participação
da mesa do Sen&or" Tal unidade se mani%esta muito bem 0uando todos os %i2is reali3am em
comum os mesmos gestos e assumem as mesmas atitudes e,ternas"

EB" Os %i2is não se recusem a servir com alegria ao povo de Deus$ sempre 0ue solicitados
para algum minist2rio particular ou %unção na celebração"


***" M*/*STRR*OS ?ART*CO(AR-S

O minist2rio do ac:lito e do leitor instituídos

EC" O ac:lito 2 instituído para o serviço do altar e au,iliar o sacerdote e o di1cono"
Compete9l&e principalmente preparar o altar e os vasos sagrados$ e$ se necess1rio$ distribuir
aos %i2is a -ucaristia$ da 0ual 2 ministro e,traordin1rioC>"
/o minist2rio do altar$ o ac:lito possui partes pr:prias 'c%" n" !CB9!E;) 0ue ele
mesmo deve e,ercer"

EE" O leitor 2 instituído para pro%erir as leituras da sagrada -scritura$ e,ceto o
-vangel&o" ?ode igualmente propor as intenç<es para a oração universal$ e %altando o
salmista$ pro%erir o salmo entre as leituras"
/a celebração eucarística$ o leitor tem uma %unção pr:pria 'c%" n" !E>9!EC)$ 0ue ele
mesmo deve e,ercer"

As demais %unç<es

!" /ão &avendo ac:lito instituído$ podem ser delegados ministros leigos para o serviço
do altar e a+uda ao sacerdote e ao di1cono$ 0ue levem a cru3$ as velas$ o turíbulo$ o pão$ o
vin&o e a 1gua$ ou tamb2m se+am delegados como ministros e,traordin1rios para a
distribuição da sagrada Comun&ãoC@"

!!" /a %alta de leitor instituído$ se+am delegados outros leigos$ realmente capa3es de
e,ercerem esta %unção e cuidadosamente preparados$ para pro%erir as leituras da Sagrada
-scritura$ para 0ue os %i2is$ ao ouvirem as leituras divinas$ concebam no coração um suave e
vivo a%eto pela Sagrada -scrituraCA"

!2" Compete ao salmista proclamar o salmo ou outro c4ntico bíblico colocado entre as
leituras" ?ara bem e,ercer a sua %unção 2 necess1rio 0ue o salmista saiba salmodiar e ten&a
boa pron7ncia e dicção"

!;" -ntre os %i2is$ e,erce sua %unção lit7rgica o grupo dos cantores ou coral" Cabe9l&e
e,ecutar as partes 0ue l&e são pr:prias$ con%orme os diversos gDneros de cantos$ e
promover a ativa participação dos %i2is no cantoCB" O 0ue se di3 do grupo de cantores vale
tamb2m$ com as devidas ressalvas$ para os outros m7sicos$ sobretudo para o organista"

!>" Conv2m 0ue &a+a um cantor ou regente de coro para dirigir e sustentar o canto do
povo" Mesmo não &avendo um grupo de cantores$ compete ao cantor dirigir os diversos
cantos$ com a devida participação do povoCC"

!@" -,ercem tamb2m uma %unção lit7rgica5
a) O sacristão$ 0ue disp<e com cuidado os livros lit7rgicos$ os paramentos e outras
coisas necess1rias na celebração da Missa"
b) O comentarista$ 0ue$ oportunamente$ dirige aos %i2is breves e,plicaç<es e
e,ortaç<es$ visando a introdu3i9los na celebração e dispJ9los para entendD9la mel&or"
Conv2m 0ue as e,ortaç<es do comentarista se+am cuidadosamente preparadas$ s:brias e
claras" Ao desempen&ar sua %unção$ o comentarista %ica em p2 em lugar ade0uado voltado
para os %i2is$ não$ por2m$ no ambão"
c) Os 0ue %a3em as coletas na igre+a"
d) Os 0ue$ em certas regi<es$ acol&em os %i2is 8s portas da igre+a e os levam aos
seus lugares e organi3am as suas prociss<es"

!A" R conveniente$ ao menos nas igre+as catedrais e outras igre+as maiores$ 0ue &a+a
algum ministro competente ou mestre de cerimJnias$ a %im de 0ue as aç<es sagradas se+am
devidamente organi3adas e e,ercidas com decoro$ ordem e piedade pelos ministros sagrados
e os %i2is leigos"

!B" As %unç<es lit7rgicas$ 0ue não são pr:prias do sacerdote ou do di1cono e das 0uais
se trata acima 'n" !9!A)$ podem ser con%iadas tamb2m pelo p1roco ou reitor da igre+a a
leigos idJneosCE com bDnção lit7rgica ou designação tempor1ria" #uanto 8 %unção de servir
ao sacerdote +unto ao altar$ observem9se as normas dadas pelo Bispo para sua diocese"


*." A D*STR*BO*MNO DAS QO/MW-S
- A ?R-?ARAMNO DA C-(-BRAMNO

!C" Om e o mesmo sacerdote deve e,ercer a %unção presidencial sempre em todas as
suas partes$ com e,ceção da0uelas 0ue são pr:prias da Missa com a presença do Bispo 'c%"
acima$ n" E2)"

!E" Ac&ando9se presentes v1rias pessoas aptas a e,ercerem o mesmo minist2rio$ nada
impede 0ue distribuam entre si e e,erçam as diversas partes do mesmo minist2rio ou o%ício"
?or e,emplo$ um di1cono pode ser destinado a pro%erir as partes cantadas e outro$ ao
minist2rio do altar= &avendo v1rias leituras$ 2 bom 0ue se+am distribuídas entre diversos
leitores= e assim por diante" Mas não conv2m de modo algum 0ue v1rias pessoas dividam
entre si um 7nico elemento da celebração$ por e,emplo$ a mesma leitura %eita por dois$ um
ap:s o outro$ a não ser se trate da ?ai,ão do Sen&or"

!!" Se na Missa com o povo &ouver apenas um ministro$ ele mesmo e,erça diversas
%unç<es"

!!!" A preparação pr1tica de cada celebração lit7rgica$ com espírito d:cil e diligente$ de
acordo com o Missal e outros livros lit7rgicos$ se+a %eita de comum acordo por todos a0ueles
a 0uem di3 respeito$ se+a 0uanto aos ritos$ se+a 0uanto ao aspecto pastoral e musical$ sob a
direção do reitor da igre+a e ouvidos tamb2m os %i2is na0uilo 0ue diretamente l&es concerne"
Contudo$ ao sacerdote 0ue preside a celebração$ %ica sempre o direito de dispor sobre
a0ueles elementos 0ue l&e competemE"



CA?PTO(O *.

AS D*.-RSAS QORMAS D-
C-(-BRAMNO DA M*SSA

!!2" /a *gre+a local deve9se dar o primeiro lugar$ por causa de sua signi%icação$ 8 Missa
presidida pelo Bispo$ cercado de seu presbit2rio$ di1conos e ministros leigosE!$ e na 0ual o
povo santo de Deus participa plena e ativamente$ visto 0ue aí se d1 a principal mani%estação
da *gre+a"
/a Missa celebrada pelo Bispo$ ou 8 0ual ele se %a3 presente sem 0ue celebre a
-ucaristia$ observem9se as normas 0ue se encontram no Cerimonial dos BisposE2"

!!;" DD9se igualmente grande valor 8 Missa celebrada com uma comunidade$ sobretudo a
paro0uial$ uma ve3 0ue esta representa a *gre+a universal$ em determinado tempo e lugar$
principalmente 0uando se trata da celebração comunit1ria do dia do Sen&orE;"

!!>" -ntre as Missas celebradas em certas comunidades$ possui dignidade particular a
Missa conventual$ 0ue %a3 parte do O%ício cotidiano$ ou a Missa c&amada 6da comunidade6"
-mbora estas Missas nada ten&am de especial em sua celebração$ 2 de suma conveniDncia
0ue se+am celebradas com canto$ e sobretudo com a plena participação de todos os
membros da comunidade$ religiosos ou cJnegos" /essas Missas$ cada um e,erça a sua
%unção segundo a Ordem ou o minist2rio 0ue recebeu" Conv2m ainda 0ue todos os
sacerdotes$ não obrigados a celebrar individualmente por motivo pastoral$ concelebrem na
medida do possível" Al2m disso$ todos os membros da comunidade$ isto 2$ os sacerdotes
obrigados a celebrar individualmente para o bem pastoral dos %i2is$ podem tamb2m
concelebrar a Missa conventual ou 6da comunidade6 no mesmo diaE>" Conv2m 0ue os
presbíteros 0ue participam da celebração eucarística$ a não ser 0ue este+am escusados por
+usta causa$ e,erçam normalmente a %unção da pr:pria Ordem$ participando de pre%erDncia
como concelebrantes$ revestidos das vestes sagradas" Caso contr1rio$ portam a veste coral
pr:pria ou sobrepeli3 sobre a veste talar"


*" A M*SSA COM ?O.O

!!@" -ntende9se por Missa com povo a 0ue 2 celebrada com participação de %i2is"
Conv2m$ na medida do possível$ 0ue a celebração$ sobretudo nos domingos e %estas de
preceito$ se reali3e com canto e conveniente n7mero de ministrosE@$ pode$ por2m$ ser
reali3ada sem canto e com um ministro apenas"

!!A" /a celebração de 0ual0uer Missa em 0ue este+a presente o di1cono$ este e,erça a
sua %unção" Conv2m$ entretanto$ 0ue o sacerdote celebrante se+a assistido normalmente por
um ac:lito$ um leitor e um cantor" O rito descrito em seguida prevD$ por2m$ a possibilidade
de maior n7mero de ministros"

O 0ue 2 necess1rio preparar

!!B" O altar se+a coberto ao menos com uma toal&a de cor branca" Sobre ele ou ao seu
redor$ colo0uem9se$ em 0ual0uer celebração$ ao menos dois castiçais com velas acesas$ ou
então 0uatro ou seis$ sobretudo 0uando se trata de Missa dominical ou %estiva de preceito$
ou 0uando celebrar o Bispo diocesano$ colocam9se sete" Fa+a tamb2m sobre o altar ou em
torno dele$ uma cru3 com a imagem do Cristo cruci%icado" Os castiçais e a cru3$ ornada com
a imagem do Cristo cruci%icado$ podem ser tra3idos na procissão de entrada" ?ode9se
tamb2m colocar sobre o altar o -vangeli1rio$ distinto do livro das outras leituras"

!!C" ?reparem9se tamb2m5
a) +unto 8 cadeira do sacerdote5 o missal e$ se %or oportuno$ um livro de cantos=
b) no ambão5 o (ecion1rio=
c) na credDncia5 c1lice$ corporal$ puri%icat:rio e$ se %or oportuno$ pala= patena e$ se
necess1rio$ cib:rios= pão para a Comun&ão do sacerdote 0ue preside$ do di1cono$ dos
ministros e do povo= gal&etas com vin&o e 1gua$ a não ser 0ue todas estas coisas se+am
apresentadas pelos %i2is na procissão das o%erendas= recipiente com 1gua a ser abençoada se
&ouver aspersão= patena para a Comun&ão dos %i2is= e o 0ue %or necess1rio para lavar as
mãos"
O c1lice$ como conv2m$ se+a coberto com um v2u$ 0ue pode ser da cor do dia ou de
cor branca"

!!E" /a sacristia$ con%orme as diversas %ormas de celebração$ preparem9se as vestes
sagradas 'c%" n" ;;B9;>!) do sacerdote$ do di1cono e dos demais ministros5
a) para o sacerdote5 alva$ estola e casula ou planeta=
b) para o di1cono5 alva$ estola e dalm1tica$ 0ue pode ser dispensada em sua %alta$
como tamb2m em celebraç<es menos solenes=
c) para os demais ministros5 alva ou outras vestes legitimamente aprovadasEA"
#uando se reali3a a procissão da entrada preparem9se tamb2m o -vangeli1rio= nos
domingos e dias %estivos$ o turíbulo e a naveta com incenso$ 0uando se usa incenso= cru3 a
ser levada na procissão e castiçais com velas acesas"


A) M*SSA S-M D*XCO/O

Ritos iniciais

!2" Reunido o povo$ o sacerdote e os ministros$ revestidos das vestes sagradas$ dirigem
ao altar na seguinte ordem5
a) o turi%er1rio com o turíbulo aceso$ 0uando se usa incenso=
b) os ministros 0ue portam as velas acesas e$ entre eles$ o ac:lito ou outro ministro
com a cru3=
c) os ac:litos e os outros ministros=
d) o leitor$ 0ue pode condu3ir um pouco elevado o -vangeli1rio$ não$ por2m$ o
lecion1rio=
e) o sacerdote 0ue vai celebrar a Missa"
#uando se usa incenso$ antes de iniciar a procissão$ o sacerdote p<e incenso no
turíbulo$ abençoando9o com o sinal da cru3$ sem nada di3er"

!2!" -n0uanto se %a3 a procissão para o altar$ canta9se o canto da entrada 'c%" n" >B9>C)"

!22" C&egando ao altar$ o sacerdote e os ministros %a3em inclinação pro%unda"
A cru3$ ornada com a imagem do Cristo cruci%icado tra3ida eventualmente na
procissão$ pode ser colocada +unto ao altar$ de modo 0ue se torna a cru3 do altar$ 0ue deve
ser uma s:= caso contr1rio$ ela ser1 guardada em lugar ade0uado= os castiçais são colocados
sobre o altar ou +unto dele= o -vangeli1rio se+a colocado sobre o altar"

!2;" O sacerdote sobe ao altar e bei+a9o em sinal de veneração" -m seguida$ se %or
oportuno$ incensa a cru3 e o altar$ contornando9o"

!2>" -m seguida$ o sacerdote dirige9se 8 cadeira" Terminado o canto da entrada$ e
estando todos de p2$ o sacerdote e os %i2is %a3em o sinal da cru3" O sacerdote di35 -m nome
do ?ai$ e do Qil&o$ e do -spírito Santo" O povo responde5 Am2m"
.oltado para o povo e abrindo os braços$ o sacerdote sa7da9o com uma das %:rmulas
propostas" -le mesmo ou outro ministro$ pode$ com brevíssimas palavras$ introdu3ir os %ieis
na Missa do dia"

!2@" Segue9se o ato penitencial" -m seguida$ 2 cantado ou recitado o Sen&or$ tende
piedade$ con%orme as rubricas 'c%" n" @2)"

!2A" /as celebraç<es previstas$ canta9se ou se recita o Gl:ria 'c%" n" @;)"

!2B" -m seguida$ o sacerdote convida o povo a re3ar$ di3endo$ de mãos unidas5 Oremos"
- todos$ +untamente com ele$ oram um momento em silDncio" -ntão o sacerdote$ abrindo os
braços$ di3 a oração do dia" Ao terminar$ o povo aclama5 Am2m"

(iturgia da ?alavra

!2C" Concluída a oração do dia$ todos se assentam" O sacerdote pode$ com brevíssimas
palavras$ introdu3ir os %i2is na liturgia da ?alavra" O leitor$ por sua ve3$ dirige9se ao ambão$
e do (ecion1rio +1 aí colocado antes da Missa$ proclama a primeira leitura$ 0ue todos
escutam" /o %im$ o leitor pro%ere a aclamação ?alavra do Sen&or$ respondendo todos Graças
a Deus"
Se %or oportuno$ pode9se$ então$ observar um breve espaço de silDncio$ para 0ue
todos meditem o 0ue ouviram"

!2E" -m seguida$ o salmista ou o pr:prio leitor$ pro%ere os versículos do salmo ao 0ue o
povo normalmente responde com o re%rão"

!;" Se &ouver uma segunda leitura antes do -vangel&o$ o leitor a proclama do ambão$
en0uanto todos escutam$ respondendo$ no %im$ com a aclamação$ como se disse acima 'n"
!2C)" -m seguida$ se %or oportuno$ pode9se observar um breve espaço de silDncio"

!;!" Depois$ todos se p<em de p2 e canta9se o Aleluia ou outro canto$ con%orme as
e,igDncias do tempo lit7rgico 'c%" n" A29A>)"

!;2" -n0uanto se canta o Aleluia ou outro canto$ o sacerdote$ se usar incenso$ coloca9o no
turíbulo e o abençoa" A seguir$ com as mãos unidas$ e pro%undamente inclinado diante do
altar$ di3 em silDncio5 Y Deus todo9poderoso$ puri%icai9me"

!;;" Toma$ então$ o -vangeli1rio$ se estiver no altar e$ precedido dos ministros leigos$
0ue podem levar o turíbulo e os castiçais$ dirige9se para o ambão$ condu3indo o -vangeli1rio
um pouco elevado" Os presentes voltam9se para o ambão$ mani%estando uma especial
reverDncia ao -vangel&o de Cristo"

!;>" /o ambão$ o sacerdote abre o livro e$ de mãos unidas$ di35 O Sen&or este+a
convosco$ respondendo o povo5 -le est1 no meio de n:s e$ a seguir$ ?roclamação do
-vangel&o$ %a3endo com o polegar o sinal da cru3 sobre o livro e sobre si mesmo$ na %ronte$
na boca e no peito$ acompan&ado nisso por todos" O povo aclama$ di3endo5 Gl:ria a v:s$
Sen&or" O sacerdote incensa o livro$ se usar incenso 'c%" n" 2BA92BB)" A seguir$ proclama o
-vangel&o e$ ao terminar$ pro%ere a aclamação5 ?alavra da Salvação$ respondendo todos5
Gl:ria a v:s$ Sen&or" O sacerdote bei+a o livro$ di3endo em silDncio5 ?elas palavras do Santo
-vangel&o"

!;@" Se não &ouver leitor$ o pr:prio sacerdote$ de p2 ao ambão$ di3 todas as leituras bem
como o salmo" Tamb2m aí$ se usar incenso$ ele o coloca e abençoa e$ pro%undamente
inclinado$ di35 Y Deus todo9poderoso$ puri%icai9me"

!;A" O sacerdote$ de p2 +unto 8 cadeira ou no pr:prio ambão$ ou ainda$ se %or oportuno$
em outro lugar ade0uado$ pro%ere a &omilia= ao terminar$ pode9se observar um tempo de
silDncio"

!;B" O símbolo 2 cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo 'c%" n" AC)$ estando
todos de p2" Us palavras - se encarnou pelo -spírito Santo$ todos se inclinam
pro%undamente$ mas nas solenidades da Anunciação do Sen&or e do /atal do Sen&or todos
se a+oel&am"

!;C" Terminado o símbolo$ o sacerdote$ de p2 +unto 8 cadeira e de mãos unidas$ com
breve e,ortação convida os %i2is 8 oração universal" A seguir$ o cantor$ o leitor ou outra
pessoa$ do ambão ou de outro lugar apropriado e voltado para o povo prop<e as intenç<es$
8s 0uais o povo$ por sua ve3$ responde suplicante" ?or %im$ o sacerdote$ de mãos estendidas$
conclui a prece por uma oração"

(iturgia eucarística

!;E" Terminada a oração universal$ todos se assentam e tem início o canto do o%ert:rio
'c%" n" B>)"
O ac:lito ou outro ministro leigo coloca sobre o altar o corporal$ o puri%icat:rio$ o
c1lice$ a pala e o missal"

!>" Conv2m 0ue a participação dos %i2is se mani%este atrav2s da o%erta do pão e vin&o
para a celebração da -ucaristia$ ou de outras d1divas para prover 8s necessidades da igre+a
e dos pobres"
As oblaç<es dos %i2is são recebidas pelo sacerdote$ a+udado pelo ac:lito ou outro
ministro" O pão e o vin&o para a -ucaristia são levados para o celebrante$ 0ue as dep<e
sobre o altar$ en0uanto as outras d1divas são colocadas em outro lugar ade0uado 'c%" n"
B;)"

!>!" Ao altar$ o sacerdote recebe a patena com pão$ e a mant2m levemente elevada
sobre o altar com ambas as mãos$ di3endo em silDncio5 Bendito se+ais$ Sen&or" - dep<e a
patena com o pão sobre o corporal"

!>2 -m seguida$ de p2$ no lado do altar$ derrama vin&o e um pouco dZ1gua no c1lice$
di3endo em silDncio5 ?or esta 1gua$ en0uanto o ministro l&e apresenta as gal&etas"
Retornando ao centro do altar$ com ambas as mãos mant2m um pouco elevado o c1lice
preparado$ di3endo em silDncio5 Bendito se+ais$ Sen&or= e dep<e o c1lice sobre o corporal$
cobrindo9o com a pala$ se +ulgar oportuno"
Contudo$ se não &ouver canto de preparação das o%erendas ou não &ouver m7sica de %undo
do :rgão$ na apresentação do pão e do vin&o$ o sacerdote pode pro%erir em vo3 alta as
%:rmulas de bendição$ respondendo o povo5 Bendito se+a Deus para sempre"

!>;" Depois de colocado o c1lice sobre o altar$ o sacerdote$ pro%undamente inclinado$ di3
em silDncio5 De coração contrito"

!>>" A seguir$ se usar incenso$ o sacerdote o coloca no turíbulo$ abençoa9o sem nada
di3er e incensa as o%erendas$ a cru3 e o altar" O ministro$ de p2$ ao lado do altar$ incensa o
sacerdote e$ sem seguida$ o povo"

!>@" Ap:s a oração De coração contrito$ ou depois da incensação$ o sacerdote$ de p2 ao
lado do altar$ lava as mãos$ di3endo em silDncio5 (avai9me$ Sen&or$ en0uanto o ministro
derrama a 1gua"

!>A" Outra ve3 no centro do altar$ o sacerdote$ de p2 e voltado para o povo$ estendendo e
unindo as mãos$ convida o povo a re3ar$ di3endo5 Orai$ irmãos e irmãs etc" O povo p<e9se
de p2 e responde$ di3endo5 Receba o Sen&or" -m seguida$ o sacerdote$ de mãos estendidas$
di3 a Oração sobre as o%erendas" /o %im o povo aclama5 Am2m"

!>B" O sacerdote inicia a Oração eucarística" Con%orme as rubricas 'c%" n" ;A@) ele escol&e
uma das Oraç<es eucarísticas do Missal Romano$ ou aprovadas pela S2 Apost:lica" A Oração
eucarística$ por sua nature3a$ e,ige 0ue somente o sacerdote$ em virtude de sua ordenação$
a pro%ira" O povo$ por sua ve3$ se associe ao sacerdote na %2 e em silDncio e por intervenç<es
previstas no decurso da Oração eucarística$ 0ue são as respostas no di1logo do ?re%1cio$ o
Santo$ a aclamação ap:s a consagração$ e a aclamação Am2m$ ap:s a do,ologia %inal$ bem
como outras aclamaç<es aprovadas pela Con%erDncia dos Bispos e recon&ecidas pela Santa
S2"
R muito conveniente 0ue o sacerdote cante as partes da Oração eucarística$
enri0uecidas pela m7sica"

!>C" *niciando a Oração eucarística$ o sacerdote$ estendendo as mãos$ canta ou di35 O
Sen&or este+a convosco$ e o povo responde5 -le est1 no meio de n:s" -n0uanto prossegue5
Coraç<es ao alto$ eleva as mãos" O povo responde5 O nosso coração est1 em Deus" O
sacerdote$ de mãos estendidas$ acrescenta5 Demos graças ao Sen&or$ nosso Deus$ e o povo
responde5 R nosso dever e nossa salvação" -m seguida$ o sacerdote$ de mãos estendidas$
continua o ?re%1cio= terminado este$ une as mãos e com todos os presentes$ canta ou di3 em
vo3 alta5 Santo 'c%" n" BE$b)"

!>E" O sacerdote continua a Oração eucarística con%orme as rubricas$ 0ue se encontram
em cada uma dessas Oraç<es"
Se o celebrante 2 Bispo$ nas ?reces$ ap:s as palavras5 pelo vosso servo o ?apa /"$
acrescenta5 e por mim$ vosso indigno servo" #uando o Bispo celebra %ora de sua diocese$
ap:s as palavras5 pelo vosso servo o ?apa /"$ acrescenta5 por mim$ vosso indigno servo e
por meu irmão /"$ Bispo desta *gre+a /"$ ou ap:s as palavras5 de nosso ?apa /"$ acrescenta5
de mim$ vosso indigno servo e de meu irmão /"$ Bispo desta *gre+a /"
O Bispo diocesano$ ou 0uem %or de direito e0uiparado a ele$ deve ser nomeado com
esta %:rmula5 com o ?apa /"$ com o nosso Bispo 'ou5 .ig1rio$ ?relado$ ?re%eito$ Abade) /"
O Bispo Coad+utor e os Au,iliares$ não$ por2m$ outros bispos$ eventualmente$
presentes$ podem ser nomeados na Oração eucarística" #uando v1rios devem ser nomeados$
pode9se %a3D9lo em %orma geral5 e o nosso Bispo /" e seus Bispos au,iliares"
-m cada Oração eucarística$ estas %:rmulas se usam con%orme e,igirem as normas
gramaticais"

!@" Om pouco antes da consagração$ o ministro$ se %or oportuno$ adverte os %i2is com
um sinal da campain&a" Qa3 o mesmo em cada elevação$ con%orme o costume da região"
Se %or usado incenso$ ao serem mostrados ao povo a &:stia e o c1lice ap:s a
consagração$ o ministro os incensa"

!@!" Ap:s a consagração$ tendo o sacerdote dito5 -is o mist2rio da %2$ o povo pro%ere a
aclamação$ usando uma das %:rmulas prescritas"
/o %im da Oração eucarística$ o sacerdote$ tomando a patena com a &:stia e o c1lice
ou elevando ambos +untos pro%ere so3in&o a do,ologia5 ?or Cristo" Ao t2rmino$ o povo
aclama5 Am2m" -m seguida$ o sacerdote dep<e a patena e o c1lice sobre o corporal"

!@2" Concluída a Oração eucarística$ o sacerdote$ de mãos unidas$ di3 a e,ortação 0ue
precede a Oração do Sen&or e$ a seguir$ de mãos estendidas$ proclama9a +untamente com o
povo"

!@;" Terminada a Oração do Sen&or$ o sacerdote$ de mãos estendidas$ di3 so3in&o$ o
embolismo5 (ivrai9nos de todos os males$ no %im do 0ual o povo aclama5 .osso 2 o reino"

!@>" -m seguida$ o sacerdote$ de mãos estendidas$ di3 em vo3 alta a oração Sen&or Iesus
Cristo$ dissestes= terminada esta$ estendendo e unindo as mãos$ voltado para o povo$
anuncia a pa3$ di3endo5 A pa3 do Sen&or este+a sempre convosco" O povo responde5 O amor
de Cristo nos uniu" Depois$ con%orme o caso$ o sacerdote acrescenta5 Meus irmãos e min&as
irmãs$ saudai9vos em Cristo Iesus"
O sacerdote pode dar a pa3 aos ministros$ mas sempre permanecendo no 4mbito do
presbit2rio$ para 0ue não se perturbe a celebração" Qaça o mesmo se por motivo ra3o1vel
0uiser dar a pa3 para alguns poucos %i2is" Todos$ por2m$ con%orme as normas estabelecidas
pela Con%erDncia dos Bispos$ e,pressam mutuamente a pa3$ a comun&ão e a caridade"
-n0uanto se d1 a pa3$ pode9se di3er5 A pa3 do Sen&or este+a sempre contigo$ sendo a
resposta5 Am2m"

!@@" A seguir$ o sacerdote toma a &:stia$ parte9a sobre a patena e dei,a cair uma
partícula no c1lice$ di3endo em silDncio5 -sta união" -n0uanto isso$ o coral e o povo cantam
ou di3em o Cordeiro de Deus 'c%" n" C;)"

!@A" -m seguida$ o sacerdote$ em silDncio$ e com as mãos +untas$ di3 a oração da
Comun&ão5 Sen&or Iesus Cristo$ Qil&o de Deus vivo$ ou Sen&or Iesus Cristo$ o vosso Corpo"

!@B" Terminada a oração$ o sacerdote %a3 genu%le,ão$ toma a &:stia consagrada na
mesma missa e segurando9a um pouco elevada sobre a patena ou sobre o c1lice$ di3 voltado
para o povo5 Qeli3es os convidados etc$ e$ +untamente com o povo$ acrescenta uma s: ve35
Sen&or$ eu não sou digno"

!@C" De p2 e voltado para o altar$ o sacerdote di3 em silDncio5 O Corpo de Cristo me
guarde para a vida eterna$ e comunga com reverDncia o Corpo de Cristo" A seguir$ segura o
c1lice e di3 em silDncio5 #ue o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna$ e com
reverDncia bebe o Sangue de Cristo"

!@E" -n0uanto o sacerdote comunga o Sacramento$ entoa9se o canto da Comun&ão 'c%" n"
CA)"

!A" O sacerdote toma$ então$ a patena ou o cib:rio e se apro,ima dos 0ue vão comungar
e 0ue normalmente se apro,imam em procissão"
/ão 2 permitido aos %i2is receber por si mesmos o pão consagrado nem o c1lice
consagrado e muito menos passar de mão em mão entre si" Os %i2is comungam a+oel&ados
ou de p2$ con%orme %or estabelecido pela Con%erDncia dos Bispos" Se$ no entanto$
comungarem de p2$ recomenda9se 0ue$ antes de receberem o Sacramento$ %açam devida
reverDncia$ a ser estabelecida pelas mesmas normas"

!A!" Se a Comun&ão 2 dada sob a esp2cie do pão somente$ o sacerdote mostra a cada
um a &:stia um pouco elevada$ di3endo5 O Corpo de Cristo" #uem vai comungar responde5
Am2m$ recebe o Sacramento$ na boca ou$ onde %or concedido$ na mão$ 8 sua livre escol&a" O
comungante$ assim 0ue recebe a santa &:stia$ consome9a inteiramente"
#uando a Comun&ão se %i3er sob as duas esp2cies$ observe9se o rito descrito no lugar
pr:prio 'c%" n" 2C>92CB)"

!A2" Outros presbíteros eventualmente presentes podem a+udar o sacerdote na
distribuição da Comun&ão" Se não &ouver e se o n7mero dos comungantes %or muito grande$
o sacerdote pode c&amar ministros e,traordin1rios para a+ud19lo$ ou se+a$ o ac:lito instituído
bem como outros %i2is$ 0ue para isso %oram legitimamente delegadosEB" -m caso de
necessidade$ o sacerdote pode delegar %i2is idJneos para o caso particularEC"
-stes ministros não se apro,imem do altar antes 0ue o sacerdote ten&a tomado a
Comun&ão$ recebendo sempre o vaso 0ue cont2m as esp2cies da Santíssima -ucaristia a
serem distribuídas aos %i2is$ da mão do sacerdote celebrante"

!A;" Terminada a distribuição da Comun&ão$ o pr:prio sacerdote$ no altar$ consome
imediatamente todo o vin&o consagrado 0ue ten&a sobrado= as &:stias 0ue sobram$ ele as
consome ao altar ou as leva ao lugar destinado 8 conservação da -ucaristia"
Tendo voltado para o altar$ o sacerdote recol&e os %ragmentos$ se os &ouver= a
seguir$ de p2 ao altar$ ou +unto da credDncia$ puri%ica a patena ou o cib:rio sobre o c1lice=
depois$ puri%ica o c1lice di3endo em silDncio5 Qa3ei$ Sen&or$ e en,uga9o com o sanguin&o" Se
os vasos %oram puri%icados sobre o altar$ o ministro leva9os para a credDncia" ?ode9se
tamb2m dei,ar$ devidamente cobertos no altar ou na credDncia$ sobre o corporal$ os vasos a
puri%icar$ sobretudo 0uando são muitos$ e puri%ic19los imediatamente ap:s a Missa$ depois da
despedida do povo"

!A>" -m seguida$ o sacerdote pode voltar 8 cadeira" ?ode9se guardar durante algum
tempo um sagrado silDncio$ ou entoar um salmo ou outro canto ou &ino de louvor 'c%" n" CC)"

!A@" A seguir$ de p2$ +unto 8 cadeira ou ao altar$ voltado para o povo$ o sacerdote di3$ de
mãos unidas Oremos$ e de mãos estendidas$ recita a Oração depois da Comun&ão$ 0ue pode
ser precedida de um momento de silDncio$ a não ser 0ue +1 se ten&a guardado silDncio ap:s
a Comun&ão" /o %im da oração o povo aclama5 Am2m"

Ritos %inais

!AA" Terminada a oração depois da comun&ão$ %açam9se$ se necess1rio$ breves
comunicaç<es ao povo"

!AB" -m seguida$ o sacerdote$ estendendo as mãos$ sa7da o povo$ di3endo5 O Sen&or
este+a convosco$ e o povo responde5 -le est1 no meio de n:s" - o sacerdote$ unindo
novamente as mãos$ acrescenta logo$ recol&endo a mão es0uerda sobre o peito e elevando a
mão direita5 Abençoe9vos Deus todo9poderoso$ e traçando o sinal da cru3 sobre o povo$
prossegue5 ?ai$ e Qil&o$ e -spírito Santo" Todos respondem5 Am2m"
-m certos dias e ocasi<es$ esta bDnção 2 enri0uecida e e,pressa$ con%orme as
rubricas$ pela oração sobre o povo ou outra %:rmula mais solene"
O Bispo abençoa o povo com %:rmula apropriada$ traçando trDs ve3es o sinal da cru3
sobre o povoEE"

!AC" (ogo ap:s a bDnção$ o sacerdote$ de mãos unidas$ acrescenta5 *de em pa3 e o
Sen&or vos acompan&e e todos respondem5 Graças a Deus"

!AE" O sacerdote bei+a o altar$ como de costume e$ %eita a ele com os ministros leigos
pro%unda inclinação$ com eles se retira"

!B" Se &ouver depois da Missa alguma ação lit7rgica$ omitem9se os ritos %inais$ isto 2$ a
saudação$ a bDnção e a despedida"


B) M*SSA COM D*XCO/O

!B!" #uando est1 presente 8 celebração eucarística$ o di1cono$ revestido das vestes
sagras$ e,erça seu minist2rio" Assim$ o di1cono5
a) assiste o sacerdote e camin&a a seu lado=
b) ao altar$ encarrega9se do c1lice e do livro=
c) proclama o -vangel&o e$ por mandado do sacerdote celebrante$ pode %a3er a
&omilia 'c%" n" AA)=
d) orienta o povo %iel atrav2s de oportunas e,ortaç<es e enuncia as intenç<es da
oração universal=
e) au,ilia o sacerdote celebrante na distribuição da Comun&ão e puri%ica e recol&e os
vasos sagrados=
%) se não &ouver outros ministros$ e,erce as %unç<es deles$ con%orme a necessidade"

Ritos iniciais

!B2" Condu3indo o -vangeli1rio$ pouco elevado$ o di1cono precede o sacerdote 0ue se
dirige ao altar= se não$ camin&a a seu lado"

!B;" C&egando ao altar$ se condu3ir o -vangeli1rio$ omitida a reverDncia$ sobe ao altar" -$
tendo colocado o -vangeli1rio com de%erDncia sobre o altar$ com o sacerdote venera o altar
com um :sculo"
Se$ por2m$ não condu3ir o -vangeli1rio$ %a3$ como de costume$ com o sacerdote
pro%unda inclinação ao altar e$ com ele$ venera9o com um :sculo"
?or %im$ se %or usado incenso$ assiste o sacerdote na colocação do incenso e na
incensação da cru3 e do altar"

!B>" *ncensado o altar$ dirige9se para a sua cadeira com o sacerdote$ permanecendo aí ao
lado do sacerdote e servindo9o 0uando necess1rio"

(iturgia da palavra

!B@" -n0uanto 2 pro%erido o Aleluia ou outro canto$ o di1cono$ 0uando se usa incenso$
serve o sacerdote na imposição do incenso" -m seguida$ pro%undamente inclinado diante do
sacerdote$ pede$ em vo3 bai,a a bDnção$ di3endo5 D19me a tua bDnção" O sacerdote o
abençoa$ di3endo5 O Sen&or este+a em teu coração" O di1cono %a3 o sinal da cru3 e
responde5 Am2m" -m seguida$ %eita uma inclinação ao altar$ toma o -vangeli1rio$ 0ue
louvavelmente se encontra colocado sobre o altar e dirige9se ao ambão$ levando o livro um
pouco elevado$ precedido do turi%er1rio com o turíbulo %umegante e dos ministros com velas
acesas" Ali$ ele sa7da o povo$ di3endo de mãos unidas5 O Sen&or este+a convosco e$ em
seguida$ 8s palavras ?roclamação do -vangel&o$ traça o sinal da cru3 com o polegar sobre o
livro e$ a seguir$ sobre si mesmo$ na %ronte$ sobre a boca e o peito$ incensa o livro e
proclama o -vangel&o" Ao terminar$ aclama5 ?alavra da Salvação$ respondendo todos5 Gl:ria
a v:s$ Sen&or" -m seguida$ bei+a o livro$ di3endo em silDncio5 ?elas palavras do santo
-vangel&o$ e volta para +unto do sacerdote"
#uando o di1cono serve ao Bispo$ leva9l&e o livro para ser osculado ou ele mesmo o
bei+a$ di3endo em silDncio5 ?elas palavras do santo -vangel&o" -m celebraç<es mais solenes
o Bispo$ con%orme a oportunidade$ abençoa o povo com o -vangeli1rio"
?or %im$ o -vangeli1rio pode ser levado para a credDncia ou outro lugar ade0uado e
digno"

!BA" /ão &avendo outro leitor preparado$ o di1cono pro%ere tamb2m as outras leituras"

!BB" Ap:s a introdução do sacerdote$ o di1cono prop<e$ normalmente do ambão$ as
intenç<es da oração dos %2is"

(iturgia eucarística

!BC" Terminada a oração universal$ en0uanto o sacerdote permanece em sua cadeira$ o
di1cono prepara o altar com a a+uda do ac:lito= cabe9l&e ainda cuidar dos vasos sagrados"
Assiste o sacerdote na recepção das d1divas do povo" -ntrega ao sacerdote a patena com o
pão 0ue vai ser consagrado= derrama vin&o e um pouco dZ1gua no c1lice$ di3endo em
silDncio5 ?elo mist2rio desta 1gua e$ em seguida$ apresenta o c1lice ao sacerdote" -le pode
%a3er esta preparação do c1lice tamb2m +unto 8 credDncia" #uando se usa incenso$ serve o
sacerdote na incensação das o%erendas$ da cru3 e do altar$ e depois ele mesmo ou o ac:lito
incensa o sacerdote e o povo"

!BE" Durante a Oração eucarística$ o di1cono permanece de p2 +unto ao sacerdote$ mas
um pouco atr1s$ para cuidar do c1lice ou do missal$ 0uando necess1rio"
A partir da epiclese at2 a apresentação do c1lice o di1cono normalmente permanece
de +oel&os" Se &ouver v1rios di1conos$ um deles na &ora da consagração pode colocar
incenso no turíbulo e incensar na apresentação da &:stia e do c1lice"

!C" U do,ologia %inal da Oração eucarística$ de p2 ao lado do sacerdote$ eleva o c1lice$
en0uanto o sacerdote eleva a patena com a &:stia$ at2 0ue o povo ten&a aclamado5 Am2m"

!C!" Depois 0ue o sacerdote disse a oração pela pa3 e5 A pa3 do Sen&or este+a sempre
convosco$ o povo responde5 O amor de Cristo nos uniu$ o di1cono$ se %or o caso$ %a3 o
convite 8 pa3$ di3endo$ de mãos +untas e voltado para o povo5 Meus irmãos e min&as irmãs$
saudai9vos em Cristo Iesus" -le$ por sua ve3$ recebe a pa3 do sacerdote e pode o%erecD9la
aos outros ministros 0ue l&e estiverem mais pr:,imos"

!C2" Tendo o sacerdote comungado$ o di1cono recebe a Comun&ão sob as duas esp2cies
do pr:prio sacerdote e$ em seguida$ a+uda o sacerdote a distribuir a Comun&ão ao povo"
Sendo a Comun&ão ministrada sob as duas esp2cies$ apresenta o c1lice aos comungantes e$
terminada a distribuição$ consome logo com reverDncia$ ao altar$ todo o Sangue de Cristo
0ue tiver sobrado$ com a a+uda$ se %or o caso$ dos demais di1conos e dos presbíteros"

!C;" Concluída a distribuição da Comun&ão$ o di1cono volta com o sacerdote ao altar e
re7ne os %ragmentos$ se os &ouver" A seguir$ leva o c1lice e os outros vasos sagrados para a
credDncia$ onde os puri%ica e comp<e como de costume$ en0uanto o sacerdote regressa 8
cadeira" ?odem9se dei,ar devidamente cobertos na credDncia$ sobre o corporal$ os vasos a
puri%icar e puri%ic19los imediatamente ap:s a Missa$ depois da despedida do povo"

Ritos %inais

!C>" Ap:s a Oração depois da Comun&ão$ o di1cono %a3 breves comunicaç<es 0ue se
%i3erem necess1rias ao povo$ a não ser 0ue o pr:prio sacerdote pre%ira %a3D9lo"

!C@" Se %or usada a oração sobre o povo ou a %:rmula da bDnção solene$ o di1cono di35
*nclinai9vos para receber a bDnção" Dada a bDnção pelo sacerdote$ o di1cono despede o
povo$ di3endo de mãos unidas e voltado para o povo5 *de em pa3 e o Sen&or vos
acompan&e"

!CA" A seguir$ +unto com o sacerdote$ venera com um :sculo o altar e$ %eita uma
inclinação pro%unda$ retira9se como 8 entrada"


C) QO/MW-S DO ACY(*TO

!CB" As %unç<es 0ue o ac:lito pode e,ercer são de diversos tipos= alguns deles podem
ocorrer simultaneamente" Conv2m$ por isso$ 0ue se+am oportunamente distribuídas entre
v1rias pessoas= mas se estiver presente um 7nico ac:lito$ este e,ecute o 0ue %or mais
importante$ distribuindo9se as demais entre outros ministros"

Ritos iniciais

!CC" /a procissão para o altar$ o ac:lito pode levar a cru3$ entre dois ministros 0ue levam
velas acesas" Depois de c&egar ao altar$ dep<e a cru3 perto do altar$ de modo 0ue se torne a
cru3 do altar= se não$ guarda9a em lugar digno" -m seguida$ ocupa o seu lugar no
presbit2rio"

!CE" Durante toda a celebração$ cabe ao ac:lito apro,imar9se do sacerdote ou do di1cono$
para l&es apresentar o livro e a+ud19los em outras coisas necess1rias" Conv2m$ portanto$
0ue$ na medida do possível$ ocupe um lugar do 0ual possa comodamente cumprir o seu
minist2rio$ 0uer +unto 8 cadeira 0uer +unto ao altar"

(iturgia eucarística

!E" /ão &avendo di1cono$ depois de concluída a oração universal$ en0uanto o sacerdote
permanece +unto 8 cadeira$ o ac:lito p<e sobre o altar o corporal$ o puri%icat:rio$ o c1lice$ a
pala e o missal" A seguir$ se %or o caso$ a+uda o sacerdote a receber os donativos do povo e$
oportunamente$ leva para o altar o pão e o vin&o e os entrega ao sacerdote" Osando9se
incenso$ apresenta ao sacerdote o turíbulo e o au,ilia na incensação das o%erendas$ da cru3 e
do altar" -m seguida$ incensa o sacerdote e o povo"

!E!" O ac:lito legalmente instituído$ como ministro e,traordin1rio$ pode$ se %or
necess1rio$ a+udar o sacerdote a distribuir a Comun&ão ao povo!"Se a Comun&ão %or dada
sob as duas esp2cies$ na ausDncia do di1cono$ o ac:lito ministra o c1lice aos comungantes$
ou segura o c1lice$ se a comun&ão %or dada por intinção"

!E2" Do mesmo modo$ o ac:lito legalmente instituído$ terminada a distribuição da
Comun&ão$ a+uda o sacerdote ou o di1cono a puri%icar e arrumar os vasos sagrados" /a %alta
de di1cono$ o ac:lito devidamente instituído leva os vasos sagrados para a credDncia e ali$
como de costume$ os puri%ica$ os en,uga e os arruma"

!E;" Terminada a Missa$ o ac:lito e os demais ministros$ +unto com o sacerdote e o
di1cono$ voltam processionalmente 8 sacristia$ do mesmo modo e na mesma ordem em 0ue
vieram"

D) QO/MW-S DO (-*TOR

Ritos iniciais

!E>" /a procissão ao altar$ %altando o di1cono$ o leitor$ revestido de vestes aprovadas$
pode levar o -vangeli1rio um pouco elevado= neste caso$ camin&a 8 %rente do sacerdote= do
contr1rio$ com os demais ministros"

!E@" Ao c&egar ao altar$ %a3 com os outros pro%unda inclinação" Se levar o -vangeli1rio$
sobe ao altar e dep<e o -vangeli1rio sobre ele" A seguir$ ocupa$ com os demais ministros$
seu lugar no presbit2rio"

(iturgia da palavra

!EA" O ac:lito pro%ere$ do ambão$ as leituras 0ue precedem o -vangel&o" /ão &avendo
salmista$ pode pro%erir tamb2m o salmo responsorial depois da primeira leitura"

!EB" /a %alta de di1cono$ depois 0ue o sacerdote %e3 a introdução$ pode pro%erir$ do
ambão$ as intenç<es da oração universal"

!EC" Se não &ouver canto 8 -ntrada e 8 Comun&ão$ e os %i2is não recitarem as antí%onas
propostas no missal$ o leitor as pode pro%erir no momento oportuno 'c%" n" >C e CB)"


**" M*SSA CO/C-(-BRADA

!EE" A concelebração$ 0ue mani%esta convenientemente a unidade do sacerd:cio e do
sacri%ício$ bem como a unidade de todo o povo de Deus$ 2 prescrita pelo pr:prio rito5 na
ordenação de Bispo e de ?resbíteros$ na bDnção de Abade e na Missa do Crisma"
Al2m disso$ se recomenda$ a não ser 0ue o bem pastoral dos %i2is e,i+a ou aconsel&e
outra coisa5
a) na Missa vespertina na Ceia do Sen&or=
b) na Missa de Concílios$ Reuni<es de Bispos e de Sínodos=
c) na Missa conventual e na Missa principal nas igre+as e orat:rios=
d) nas Missas de reuni<es sacerdotais de 0ual0uer tipo$ se+a de seculares se+a de
religiosos!!"
Contudo$ a cada sacerdote 2 permitido celebrar a -ucaristia de %orma individual$ mas
não no mesmo tempo$ em 0ue na mesma igre+a ou orat:rio$ se reali3a uma concelebração"
/o entanto$ na #uinta9%eira$ na Ceia do Sen&or e na Missa da .igília pascal$ não 2 permitido
o%erecer o sacri%ício de modo individual"

2" Os presbíteros em peregrinação$ se+am acol&idos de bom grado para a concelebração
eucarística$ contanto 0ue se+a recon&ecida sua condição sacerdotal"

2!" Onde &ouver grande n7mero de sacerdotes$ a concelebração pode reali3ar9se v1rias
ve3es no mesmo dia$ onde a necessidade ou utilidade pastoral o aconsel&ar= mas deve ser
%eita em momentos sucessivos ou em lugares sagrados diversos!2"

22" Compete ao Bispo$ segundo as normas do direito$ dirigir a disciplina da
concelebração em todas as igre+as e orat:rios de sua diocese"

2;" Ten&a9se em particular apreço a concelebração em 0ue os presbíteros de uma
diocese concelebram com o pr:prio Bispo$ na Missa estacional$ principalmente nas maiores
solenidades do ano lit7rgico$ na Missa de ordenação de um novo Bispo da diocese ou do seu
Coad+utor ou Au,iliar$ na Missal do Crisma$ na Missa vespertina$ na Ceia do Sen&or$ nas
celebraç<es do Santo Qundador da *gre+a local ou ?atrono da diocese$ nos anivers1rios do
Bispo e por ocasião de um Sínodo ou visita pastoral"
?elo mesmo motivo$ recomenda9se a concelebração todas as ve3es 0ue os
presbíteros se re7nem com o seu Bispo$ por ocasião dos e,ercícios espirituais ou de algum
encontro" /esses casos se mani%esta de %orma ainda mais clara a unidade do sacerd:cio e da
*gre+a$ 0ue caracteri3a cada concelebração!;"

2>" ?or motivo especial$ 0uer pela signi%icação do rito$ 0uer pela import4ncia da %esta$ 2
permitido celebrar ou concelebrar mais ve3es no mesmo dia$ nos seguintes casos5
a) se algu2m$ na #uinta9%eira Santa$ celebrou ou concelebrou a Missa do Crisma$
pode celebrar ou concelebrar a Missa vespertina$ na Ceia do Sen&or=
b) se algu2m celebrou ou concelebrou a Missa da .igília pascal pode celebrar ou
concelebrar a Missa no dia da ?1scoa=
c) no /atal do Sen&or$ todos os sacerdotes podem celebrar ou concelebrar trDs
Missas$ contanto 0ue se+am celebradas em suas &oras pr:prias=
d) na Comemoração de todos os %i2is de%untos$ todos os sacerdotes podem celebrar
ou concelebrar trDs Missas$ contanto 0ue as celebraç<es se %açam em momentos diversos$ e
observado o 0ue 2 prescrito a respeito da aplicação da segunda e da terceira Missa!>=
e) se algu2m concelebra com o Bispo ou seu delegado no Sínodo$ na visita pastoral
ou em reuni<es de sacerdotes$ pode$ para o bem dos %i2is$ celebrar outra Missa" O mesmo
vale$ com as devidas ressalvas$ para os encontros de religiosos"

2@" A Missa concelebrada$ nas suas diversas modalidades$ segue as normas previstas 'c%"
n" !!29!EC)$ observando9se$ ou mudando9se o 0ue vem e,posto a seguir"

2A" /ingu2m se associe nem se+a admitido a concelebrar$ depois de +1 iniciada a Missa"

2B" ?reparem9se no presbit2rio5
a) cadeiras e livretes para os sacerdotes concelebrantes=
b) na credDncia5 c1lice de taman&o su%iciente ou v1rios c1lices"

2C" Se não &ouver di1cono suas %unç<es serão desempen&adas por alguns dos
concelebrantes"
Se tamb2m não &ouver outros ministros$ partes 0ue l&es são pr:prias podem ser
con%iadas a outros %i2is capacitados= caso contr1rio$ serão desempenadas por alguns dos
concelebrantes"

2E" Os concelebrantes vestem na secretaria ou noutro lugar ade0uado$ os paramentos
0ue usam normalmente ao celebrarem a Missa" Se &ouver motivo +usto$ como$ por e,emplo$
grande n7mero de concelebrantes e escasse3 de paramentos$ podem os concelebrantes$
e,ceto sempre o celebrante principal$ dispensar a casula ou planeta$ e usar apenas a estola
sobre a alva"

Ritos iniciais

2!" -stando tudo preparado$ %a39se como de costume a procissão pela igre+a at2 o altar"
Os sacerdotes concelebrantes seguem 8 %rente do celebrante principal"

2!!" Ao c&egarem ao altar$ os concelebrantes e o celebrante principal$ %eita pro%unda
inclinação$ veneram o altar com um :sculo$ e se encamin&am para as suas cadeiras" O
celebrante principal$ se %or oportuno$ incensa a cru3 e o altar e$ em seguida$ vai at2 a
cadeira"

(iturgia da palavra

2!2" Durante a liturgia da ?alavra$ os concelebrantes ocupam os seus lugares e levantam9
se com o celebrante principal"
*niciado o Aleluia$ todos se levantam$ e,ceto o Bispo$ 0ue coloca incenso$ sem nada
di3er e d1 a bDnção ao di1cono ou$ na sua ausDncia$ ao concelebrante 0ue vai proclamar o
-vangel&o" Contudo$ na concelebração presidida por um presbítero$ o concelebrante 0ue$ na
ausDncia do di1cono proclama o -vangel&o$ não pede nem recebe a bDnção do celebrante
principal"

2!;" A &omilia normalmente ser1 %eita pelo celebrante principal ou por um dos
concelebrantes"

(iturgia eucarística

2!>" A preparação dos dons 'c%" n" !;E9!>A) 2 %eita pelo celebrante principal$ en0uanto os
outros concelebrantes permanecem nos respectivos lugares"

2!@" Depois 0ue o celebrante principal concluiu a oração sobre as o%erendas$ os
concelebrantes apro,imam9se do altar e colocam9se em torno dele$ mas de tal %orma 0ue
não di%icultem a reali3ação dos ritos e a visão das cerimJnias sagradas por parte dos %i2is$
nem impeçam o acesso do di1cono ao altar ao e,ercer a sua %unção"
O di1cono e,erce o sua %unção +unto ao altar$ ministrando$ 0uando necess1rio$ o
c1lice e o Missal" Contudo$ 0uanto possível$ permanece de p2$ um pouco atr1s$ ap:s os
sacerdotes concelebrantes$ colocados em torno do celebrante principal"

O modo de pro%erir a Oração eucarística

2!A" O ?re%1cio 2 cantado ou proclamado somente pelo sacerdote celebrante principal=
mas o Santo 2 cantado ou recitado por todos os concelebrantes +unto com o povo e o grupo
de cantores"

2!B" Terminado o Santo$ os sacerdotes concelebrantes prosseguem a Oração eucarística
na maneira como se determina a seguir" S: o celebrante principal %ar1 os gestos indicados$
caso não se determine outra coisa"

2!C" As partes 0ue são pro%eridas con+untamente por todos os concelebrantes e$
sobretudo as palavras da consagração$ 0ue todos devem e,pressar$ 0uando %orem recitadas$
se+am ditas em vo3 tão bai,a de tal modo 0ue se ouça claramente a vo3 do celebrante
principal" Dessa %orma as palavras são mais %acilmente entendidas pelo povo"
As partes a serem pro%eridas por todos os concelebrantes +untos$ ornadas com notas
no missal$ são de pre%erDncia cantadas"

Oração eucarística *$ ou C4non romano

2!E" /a Oração eucarística *$ ou C4non romano$ o ?ai de miseric:rdia 2 dito somente pelo
celebrante principal$ de mãos estendidas"

22" O (embrai9vos$ : ?ai e o -m comun&ão conv2m 0ue se+am con%iados a um ou dois
sacerdotes concelebrantes$ 0ue$ cada um$ em vo3 alta e de mãos estendidas$ di3 so3in&o a
sua parte"

22!" O Recebei$ : ?ai$ 2 dito novamente apenas pelo celebrante principal de mãos
estendidas"

222" Do Dignai9vos$ : ?ai$ aceitar at2 o /:s vos suplicamos$ o celebrante principal reali3a os
gestos$ en0uanto todos os concelebrantes di3em tudo +untos$ da seguinte %orma5
a) O Dignai9vos$ : ?ai$ aceitar$ com as mãos estendidas para as o%erendas=
b) /a noite e Do mesmo modo$ de mãos unidas=
c) as palavras do Sen&or$ com a mão direita estendida para o pão e o c1lice$ se
parecer oportuno= 8 apresentação$ ol&am para a &:stia e o c1lice e depois se inclinam
pro%undamente=
d) o Celebrando$ pois$ a mem:ria e o Recebei$ : ?ai$ esta o%erenda$ de mãos
estendidas=
e) o /:s vos suplicamos$ inclinados e de mãos unidas at2 as palavras recebendo o
Corpo e o Sangue e erguem9se %a3endo o sinal da cru3 8s palavras se+amos repletos de
todas as graças e bDnçãos do c2u"

22;" O (embrai9vos$ : ?ai e o - a todos n:s pecadores conv2m 0ue se+am con%iados a um
ou dois sacerdotes concelebrantes$ 0ue$ cada um$ em vo3 alta e de mãos estendidas$ di3
so3in&o a sua parte"

22>" Us palavras - a todos n:s pecadores todos os concelebrantes batem no peito"

22@" O ?or ele não cessais de criar 2 dito apenas pelo celebrante principal"

Oração eucarística **

22A" /a Oração eucarística **$ o /a verdade$ : ?ai$ v:s sois santo 2 pro%erido apenas pelo
celebrante principal$ de mãos estendidas"

22B" Desde o Santi%icai pois at2 o - n:s vos suplicamos os concelebrantes pro%erem tudo
+untos$ da seguinte %orma5
a) o Santi%icai pois$ de mãos estendidas em direção 8s o%erendas=
b) o -stando para ser entregue e Do mesmo modo$ de mãos unidas=
c) as palavras do Sen&or$ com a mão direita estendida para o pão e o c1lice$ se
parecer oportuno= 8 apresentação$ ol&am para a &:stia e o c1lice e depois se inclinam
pro%undamente=
d) o Celebrando$ pois$ a mem:ria e o - n:s vos suplicamos$ de mãos estendidas"

22C" As intercess<es pelos vivos5 (embrai9vos$ : ?ai$ e pelos %alecidos5 (embrai9vos
tamb2m dos nossos irmãos$ conv2m 0ue se+am con%iados a um ou dois sacerdotes
concelebrantes$ 0ue$ cada um$ em vo3 alta e de mãos estendidas$ di3 so3in&o a sua parte"

Oração eucarística ***

22E" /a Oração eucarística ***$ o /a verdade$ v:s sois santo 2 pro%erido apenas pelo
celebrante principal$ de mãos estendidas"

2;" Do ?or isso$ n:s vos suplicamos at2 o Ol&ai com bondade$ todos os concelebrantes
pro%erem tudo +untos$ da seguinte maneira5
a) o ?or isso$ n:s vos suplicamos$ com as mãos estendidas para as o%erendas=
b) o /a noite em 0ue ia ser entregue e o Do mesmo modo$ de mãos unidas=
c) as palavras do Sen&or$ com a mão direita estendida para o pão e o c1lice$ se
parecer oportuno= 8 apresentação$ ol&am para a &:stia e o c1lice e depois se inclinam
pro%undamente=
d) o Celebrando agora e o Ol&ai com bondade$ de mãos estendidas"

2;!" As intercess<es5 #ue ele %aça de n:s$ o - agora n:s vos suplicamos e o Acol&ei com
bondade$ conv2m 0ue se+am con%iados a um ou dois sacerdotes concelebrantes$ 0ue$ cada
um$ em vo3 alta e de mãos estendidas$ di3 so3in&o a sua parte"

Oração eucarística *.

2;2" /a Oração eucarística *.$ /:s proclamamos at2 levando 8 plenitude a sua obra 2
pro%erido apenas pelo celebrante principal$ de mãos estendidas"

2;;" Do ?or isso$ n:s vos pedimos$ at2 o Ol&ai com bondade$ todos os concelebrantes
recitam tudo +untos$ da seguinte maneira5
a) o ?or isso$ n:s vos pedimos$ de mãos estendidas para as o%erendas=
b) o #uando$ pois$ c&egou a &ora e o Do mesmo modo$ de mãos unidas=
c) as palavras do Sen&or$ com a mão direita estendida para o pão e o c1lice$ se
parecer oportuno= 8 apresentação$ ol&am para a &:stia e o c1lice e depois se inclinam
pro%undamente=
d) o Celebrando agora e o Ol&ai com bondade$ de mãos estendidas"

2;>" *ntercess<es5 o - agora$ : ?ai$ lembrai9vos de todos$ o (embrai9vos tamb2m e o - a
todos n:s$ conv2m 0ue se+am con%iados a um mais concelebrantes$ 0ue as recita so3in&o$
em vo3 alta$ de mãos estendidas"

2;@" #uanto a outras Oraç<es eucarísticas aprovadas pela S2 Apost:lica$ observem9se a
normas estabelecidas para cada uma delas"

2;A" A do,ologia %inal da Oração eucarística 2 pro%erida somente pelo sacerdote celebrante
principal e$ se se pre%erir$ +unto com os demais concelebrantes$ não$ por2m$ pelos %i2is"

Rito da Comun&ão

2;B" A seguir$ o celebrante principal$ de mãos unidas$ di3 a e,ortação 0ue precede a
Oração do Sen&or e$ com as mãos estendidas$ re3a a Oração do Sen&or com os demais
concelebrantes$ tamb2m de mãos estendidas e com todo o povo"

2;C" O (ivrai9nos 2 dito apenas pelo celebrante principal$ de mãos estendidas" Todos os
concelebrantes di3em com o povo a aclamação %inal5 .osso 2 o reino"

2;E" Depois do convite do di1cono ou$ na sua ausDncia$ de um dos concelebrantes5 Meus
irmãos e min&as irmãs$ saudai9vos em Cristo Iesus$ todos se cumprimentam" Os 0ue se
encontram mais pr:,imos do celebrante principal recebem a sua saudação antes do di1cono"

2>" Durante o Cordeiro de Deus$ os di1conos ou alguns dos concelebrantes podem
au,iliar o celebrante principal a partir as &:stias para a Comun&ão dos concelebrantes e do
povo"

2>!" Ap:s depositar no c1lice a %ração da &:stia$ s: o celebrante principal$ de mãos
+untas$ di3 em silDncio a oração Sen&or Iesus Cristo$ Qil&o do Deus vivo$ ou Sen&or Iesus
Cristo$ o vosso Corpo e o vosso Sangue"

2>2" Terminada a oração antes da Comun&ão$ o celebrante principal %a3 genu%le,ão e
a%asta9se um pouco" Om ap:s os outros$ os concelebrantes se apro,imam do centro do altar$
%a3endo genu%le,ão e tomam do altar$ com reverDncia$ o Corpo de Cristo= segurando9o com
a mão direita e colocando por bai,o a es0uerda$ retornam a seus lugares" ?odem$ no
entanto$ permanecer nos respectivos lugares e tomar o Corpo de Cristo da patena 0ue o
celebrante principal$ ou um ou v1rios dos concelebrantes seguram$ passando diante deles=
ou então passam a patena de um a outro at2 o 7ltimo"

2>;" A seguir$ o celebrante principal toma a &:stia$ consagrada na pr:pria Missa$ e$
mantendo9a um pouco elevada sobre a patena ou sobre o c1lice$ voltado para o povo$ di35
Qeli3es os convidados$ e continua com os concelebrantes e o povo$ di3endo5 Sen&or$ eu não
sou digno"

2>>" -m seguida$ o celebrante principal$ voltado para o altar$ di3 em silDncio5 #ue o Corpo
de Cristo me guarde para a vida eterna$ e comunga com reverDncia o Corpo de Cristo" Os
concelebrantes %a3em o mesmo$ tomando a Comun&ão" Depois deles$ o di1cono recebe das
mãos do celebrante principal o Corpo do Sen&or"

2>@" O Sangue do Sen&or pode ser tomado diretamente do c1lice$ ou por intinção$ ou
ainda com uma c4nula ou uma col&er"

2>A" #uando a Comun&ão 2 %eita diretamente do c1lice$ pode9se usar um dos seguintes
modos5
a) O celebrante principal$ de p2 ao meio do altar$ toma o c1lice e di3 em silDncio5
#ue o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna$ bebe um pouco do Sangue e entrega
o c1lice ao di1cono ou a um concelebrante" A seguir$ distribui a Comun&ão aos %i2is 'c%" n"
!A9!A2)"
Os concelebrantes apro,imam9se do altar$ um a um$ ou dois a dois 0uando se usam
dois c1lices$ %a3em genu%le,ão$ tomam do Sangue$ en,ugam a borda do c1lice e voltam para
a respectiva cadeira"
b) O celebrante principal$ de p2$ no centro do altar$ toma normalmente o Sangue do
Sen&or"
Os concelebrantes podem tomar o Sangue do Sen&or nos seus respectivos lugares$
bebendo do c1lice 0ue o di1cono$ ou um dos concelebrantes l&es apresenta= ou tamb2m
passando sucessivamente o c1lice uns aos outros" O c1lice 2 sempre en,ugado$ se+a por
a0uele 0ue bebe$ se+a por a0uele 0ue apresenta o c1lice" Cada um$ depois de ter
comungado$ volta 8 sua cadeira"

2>B" O di1cono$ +unto ao altar$ consome$ com reverDncia$ todo o Sangue 0ue restar$
a+udado$ se %or preciso$ por alguns dos concelebrantes= leva9o$ em seguida$ 8 credDncia$
onde ele mesmo ou um ac:lito legitimamente instituído$ como de costume$ o puri%ica$
en,uga e comp<e 'c%" n" !C;)"

2>C" A Comun&ão dos concelebrantes pode tamb2m reali3ar9se de modo 0ue um depois
do outro comunguem$ no altar$ do Corpo e$ logo em seguida$ do Sangue de Cristo"
/este caso$ o celebrante principal toma a Comun&ão sob as duas esp2cies$ como de
costume 'c%" n" !@C)$ observando9se o rito escol&ido$ em cada caso$ para a Comun&ão do
c1lice$ 0ue os demais concelebrantes &ão de seguir"
Assim$ terminada a Comun&ão do celebrante principal$ coloca9se o c1lice num lado
do altar$ sobre outro corporal" Om depois do outro$ os concelebrantes apro,imam9se do
centro do altar$ %a3em genu%le,ão e comungam o Corpo do Sen&or= passam em seguida para
o lado do altar e tomam o Sangue do Sen&or$ con%orme o rito escol&ido para a Comun&ão do
c1lice$ como se disse acima"
A Comun&ão do di1cono e a puri%icação do c1lice se reali3am tamb2m como %oi
descrito acima"

2>E" Se a Comun&ão dos concelebrantes se %a3 por intinção$ o celebrante principal
comunga como de costume$ o Corpo e o Sangue do Sen&or$ cuidando 0ue %i0ue ainda
bastante do precioso Sangue para a Comun&ão dos concelebrantes" A seguir$ o di1cono$ ou
um dos concelebrantes$ disp<e o c1lice$ de modo conveniente$ no meio do altar ou num dos
lados sobre outro corporal$ +unto com a patena com as partículas"
Os concelebrantes$ um depois do outro$ apro,imam9se do altar$ %a3em genu%le,ão$
tomam a partícula$ mergul&am9na parcialmente no c1lice e$ com a patena sob a boca$
tomam a partícula embebida e voltam aos seus lugares como no início da Missa"
O di1cono tamb2m comunga por intinção$ respondendo Am2m ao concelebrante 0ue
l&e di35 O Corpo e o Sangue de Cristo"
O di1cono$ +unto ao altar$ consome$ com reverDncia$ todo o Sangue 0ue restar$
a+udado$ se %or preciso$ por alguns dos concelebrantes= leva9o$ em seguida$ 8 credDncia$
onde ele mesmo ou um ac:lito legitimamente instituído$ como de costume$ o puri%ica$
en,uga e comp<e"

Ritos %inais

2@" O celebrante principal procede ao mais como de costume at2 o %inal da Missa 'c%" n"
!AA9!AC)$ permanecendo os concelebrantes em suas cadeiras"

2@!" Os Concelebrantes$ antes de se a%astarem do altar$ %a3em9l&e uma pro%unda
inclinação" O celebrante principal$ com o di1cono$ por2m$ como de costume$ bei+a o altar em
sinal de veneração"


***" M*SSA COM ASS*ST[/C*A D- OM SY M*/*STRO

2@2" /a Missa celebrada por um sacerdote$ ao 0ual assiste e responde um s: ministro$
observa9se o rito da Missa com povo 'c%" n" !29!AE)$ pro%erindo o ministro$ 0uando %or o
caso$ as partes do povo"

2@;" Se o ministro %or di1cono$ ele e,erce as %unç<es 0ue l&e são pr:prias 'c%" n" !B!9
!CA)$ e desempen&a outrossim$ as outras partes do povo"

2@>" A celebração sem ministro ou ao menos de um %iel$ não se %aça a não ser por causa
+usta e ra3o1vel" /este caso$ omitem9se as saudaç<es$ as e,ortaç<es e a bDnção no %inal da
Missa"

2@@" Os vasos sagrados necess1rios são preparados antes da Missa$ se+a na credDncia
perto do altar$ se+a sobre o altar$ do lado direito"

Ritos iniciais

2@A" O sacerdote$ apro,ima9se do altar e$ %eita pro%unda inclinação$ o venera pelo :sculo e
ocupa seu lugar na cadeira" Se pre%erir$ o sacerdote pode permanecer ao altar= neste caso$
prepara9se aí tamb2m o missal" -m seguida$ o ministro ou o sacerdote di3 a antí%ona da
entrada"
2@B" A seguir$ o sacerdote com o ministro$ de p2$ %a3 o sinal da cru3$ di3endo5 -m nome
do ?ai= voltado para o ministro$ sa7da9o com uma das %:rmulas propostas"

2@C" -m seguida$ reali3a9se o ato penitencial e$ con%orme as rubricas$ se di3em o Sen&or
e o Gl:ria"

2@E" A seguir$ de mãos unidas$ di3 Oremos e$ %a3endo uma pausa conveniente$ pro%ere a
oração do dia$ com as mãos estendidas" Ao terminar$ o ministro aclama5 Am2m"

(iturgia da palavra

2A" As leituras$ na medida do possível$ são pro%eridas do ambão ou da estante"

2A!" Depois da oração do dia$ o ministro lD a primeira leitura e o salmo e$ 0uando
prescrita$ a segunda leitura e o versículo do Aleluia ou outro canto"

2A2" Depois$ inclinado$ o sacerdote di35 Y Deus todo9poderoso$ puri%icai9me$ e$ em
seguida$ lD o -vangel&o" Ao terminar di35 ?alavra da Salvação$ e o ministro responde5 Gl:ria
a v:s$ Sen&or" -m seguida$ o sacerdote venera o livro$ bei+ando9o e di3endo em silDncio5
?elas palavras do santo -vangel&o"

2A;" A seguir$ o sacerdote recita com o ministro o símbolo$ de acordo com as rubricas"

2A>" Segue9se a oração universal$ 0ue tamb2m pode ser dita nesta Missa" O sacerdote
introdu3 e conclui a oração$ ao passo 0ue o ministro pro%ere as intenç<es"

(iturgia eucarística

2A@" /a liturgia eucarística tudo 2 %eito como na Missa com povo$ e,ceto o 0ue se segue"

2AA" Qeita a aclamação no %inal do embolismo$ 0ue segue a Oração do Sen&or$ o sacerdote
di3 a oração Sen&or Iesus Cristo$ dissestes= em seguida$ acrescenta5 A pa3 do Sen&or este+a
sempre convosco$ a 0ue o ministro responde5 O amor de Cristo nos uniu" Se %or oportuno$ o
sacerdote sa7da o ministro"

2AB" A seguir$ en0uanto di3 com o ministro o Cordeiro de Deus$ o sacerdote parte a &:stia
sobre a patena" Terminado o Cordeiro de Deus$ dep<e no c1lice a %ração da &:stia$ di3endo
em silDncio5 -sta união"

2AC" -m seguida$ o sacerdote di3 em silDncio a oração Sen&or Iesus Cristo$ Qil&o do Deus
vivo ou Sen&or Iesus Cristo$ o vosso Corpo= depois$ %a3 genu%le,ão$ toma a &:stia e$ se o
ministro comungar$ di3$ voltado para ele e segurando a &:stia um pouco elevada sobre o
c1lice5 Qeli3es os convidados e di3 com ele uma s: ve35 Sen&or$ eu não sou digno" -m
seguida$ voltado para o altar$ comunga o Corpo de Cristo" Se o ministro não receber a
Comun&ão$ o sacerdote$ tendo %eito a genu%le,ão$ toma a &:stia e$ voltado para o altar$ di3
uma ve3 em silDncio5 Sen&or$ eu não sou digno e O Corpo de Cristo me guarde e comunga o
Corpo de Cristo" Depois toma o c1lice e di3 em silDncio5 O Sangue de Cristo me guarde para
a vida eterna$ e toma o Sangue"

2AE" Antes de ser dada a Comun&ão ao ministro$ 2 dita a antí%ona da Comun&ão pelo
ministro ou pelo pr:prio sacerdote"

2B" O sacerdote puri%ica o c1lice na credDncia ou ao altar ou" Se o c1lice %or puri%icado no
altar$ pode ser levado para a credDncia pelo ministro ou ser colocado a um lado$ sobre o
altar"

2B!" Ap:s a puri%icação do c1lice$ conv2m 0ue o sacerdote observe algum tempo de
silDncio= a seguir$ di3 a Oração depois da Comun&ão"

Ritos %inais

2B2" Os ritos %inais são reali3ados como na Missa com povo$ omitindo9se$ por2m$ o *de em
pa3" O sacerdote$ como de costume$ venera o altar com um bei+o e$ %eita inclinação
pro%unda$ retira9se com o ministro"


CA?PTO(O *.

A(GOMAS /ORMAS MA*S G-RA*S
?ARA TODAS AS QORMAS D- M*SSA

.eneração do altar e do -vangeli1rio

2B;" Con%orme uso consagrado$ a veneração do altar e do -vangeli1rio 2 %eita pelo :sculo"
Mas$ onde esse sinal não se coadunar com as tradiç<es ou a índole da região$ compete 8
Con%erDncia dos Bispos estabelecer outro sinal para substituí9lo$ com o consentimento da S2
Apost:lica"

Genu%le,ão e inclinação

2B>" A genu%le,ão$ 0ue se %a3 dobrando o +oel&o direito at2 o c&ão$ signi%ica adoração= por
isso$ se reserva ao Santíssimo Sacramento$ e 8 santa Cru3$ desde a solene adoração na Ação
lit7rgica da Se,ta9%eira na ?ai,ão do Sen&or at2 o início da .igília pascal"
/a Missa o sacerdote celebrante %a3 trDs genu%le,<es$ a saber5 depois da
apresentação da &:stia$ ap:s a apresentação do c1lice e antes da Comun&ão" As
particularidades a serem observadas na Missa concelebrada$ vDm indicadas nos respectivos
lugares 'c%" n" 2!92@!)"
Se$ por2m$ &ouver no presbit2rio tabern1culo com o Santíssimo Sacramento$ o
sacerdote$ o di1cono e os outros ministros %a3em genu%le,ão$ 0uando c&egam ao altar$ e
0uando dele se retiram$ não$ por2m$ durante a pr:pria celebração da Missa"
Tamb2m %a3em genu%le,ão todos os 0ue passam diante do Santíssimo Sacramento$ a
não ser 0ue camin&em processionalmente"
Os ministros 0ue levam a cru3 processional e as velas$ em ve3 de genu%le,ão$ %a3em
inclinação da cabeça"

2B@" ?ela inclinação se mani%esta a reverDncia e a &onra 0ue se atribuem 8s pr:prias
pessoas ou aos seus símbolos" F1 duas esp2cies de inclinação$ ou se+a$ de cabeça e de
corpo5
a) Qa39se inclinação de cabeça 0uando se nomeiam +untas as trDs ?essoas Divinas$
ao nome de Iesus$ da .irgem Maria e do Santo em cu+a &onra se celebra a Missa"
b) *nclinação de corpo$ ou inclinação pro%unda$ se %a35 ao altar= 8s oraç<es Y Deus
todo9poderoso$ puri%icai9me e De coração contrito= no símbolo 8s palavras - se encarnou= no
C4non Romano$ 8s palavras /:s vos suplicamos" O di1cono %a3 a mesma inclinação 0uando
pede a bDnção antes de proclamar o -vangel&o" Al2m disso$ o sacerdote inclina9se um pouco
0uando$ na consagração$ pro%ere as palavras do Sen&or"

*ncensação

2BA" A turi%icação ou incensação e,prime a reverDncia e a oração$ como 2 signi%icada na
Sagrada -scritura 'c%" Sl !>$ 2= Ap C$;)"
O incenso pode ser usado %acultativamente em 0ual0uer %orma de Missa5
a) durante a procissão de entrada=
b) no início da Missa$ para incensar a cru3 e o altar=
c) 8 procissão e 8 proclamação do -vangel&o=
d) depostos o pão e o c1lice sobre o altar$ para incensar as o%erendas$ a cru3 e o
altar$ bem como o sacerdote e o povo"
e) 8 apresentação da &:stia e do c1lice$ ap:s a consagração"

2BB" Ao colocar o incenso no turíbulo$ o sacerdote o abençoa com o sinal da cru3$ sem
nada di3er"
Antes e depois da turi%icação %a39se inclinação pro%unda 8 pessoa ou 8 coisa 0ue 2
incensada$ com e,ceção do altar e das o%erendas para o sacri%ício da Missa"
São incensados com trDs ductos do turíbulo5 o Santíssimo Sacramento$ as relí0uias
da santa Cru3 e as imagens do Sen&or e,postas para veneração p7blica$ as o%erendas para o
sacri%ício da Missa$ a cru3 do altar$ o -vangeli1rio$ o círio pascal$ o sacerdote e o povo"
Com dois ductos são incensadas as relí0uias e as imagens dos Santos e,postas 8
veneração p7blica$ mas somente uma ve3 no início da celebração$ ap:s a incensação do
altar"
O altar 2 incensado$ cada ve3 com um s: icto$ da seguinte maneira5
a) se o altar estiver separado da parede$ o sacerdote o incensa$ andando ao seu
redor=
b) se$ contudo$ o altar não estiver separado da parede$ o sacerdote$ camin&ando$
incensa primeiro a parte direita do altar$ depois a parte es0uerda"
Se a cru3 estiver sobre o altar ou +unto dele$ 2 turi%icado antes da incensação do
altar= caso contr1rio$ 0uando o sacerdote passa diante dele"
As o%erendas são incensadas pelo sacerdote com trDs ductos do turíbulo$ antes da
incensação da cru3 e do altar$ ou traçando com o turíbulo o sinal da cru3 sobre as o%erendas"

?uri%icação

2BC" Sempre 0ue algum %ragmento da &:stia aderir aos dedos$ principalmente ap:s a
%ração ou a Comun&ão dos %i2is$ o sacerdote limpe os dedos sobre a patena ou$ se
necess1rio$ lave9os" Da mesma %orma recol&a os %ragmentos$ se os &ouver %ora da patena"

2BE" Os vasos sagrados são puri%icados pelo sacerdote ou pelo di1cono ou pelo ac:lito
instituído depois da Comun&ão ou da Missa$ na medida do possível +unto 8 credDncia" A
puri%icação do c1lice 2 %eita com 1gua$ ou com 1gua e vin&o$ a serem consumidos por a0uele
0ue puri%ica o c1lice" A patena se+a limpa normalmente com o sanguin&o"
Cuide9se 0ue a sobra do Sangue de Cristo 0ue eventualmente restar ap:s a
distribuição da Comun&ão se+a tomado logo integralmente ao altar"

2C" Se a &:stia ou alguma partícula cair no c&ão$ se+a recol&ida com reverDncia= se %or
derramado um pouco do Sangue$ lave9se com 1gua o lugar onde caiu$ e lance9se depois esta
1gua na piscina construída na sacristia"

Comun&ão sob as duas esp2cies

2C!" A Comun&ão reali3a mais plenamente o seu aspecto de sinal$ 0uando sob as duas
esp2cies" Sob esta %orma se mani%esta mais per%eitamente o sinal do ban0uete eucarístico e
se e,prime de modo mais claro a vontade divina de reali3ar a nova e eterna Aliança no
Sangue do Sen&or$ assim como a relação entre o ban0uete eucarístico e o ban0uete
escatol:gico no reino do ?ai!@"

2C2" Cuidem os pastores de lembrar$ da mel&or %orma possível$ aos %i2is 0ue participam
do rito ou a ele assistem$ a doutrina cat:lica a respeito da %orma da Sagrada Comun&ão$
segundo o Concílio -cumDnico Tridentino" Antes de tudo advirtam os %i2is de 0ue a %2 cat:lica
ensina 0ue$ tamb2m sob uma s: esp2cie$ se recebe Cristo todo e inteiro$ assim como o
verdadeiro sacramento= por isso$ no 0ue concerne aos %rutos da Comun&ão$ a0ueles 0ue
recebem uma s: esp2cie não %icam privados de nen&uma graça necess1ria 8 salvação!A"
-nsinem ainda 0ue a *gre+a$ na administração dos sacramentos$ tem o poder de
determinar e mudar$ salva a sua subst4ncia$ o 0ue +ulgar conveniente 8 utilidade dos 0ue os
recebem e 8 veneração dos mesmos sacramentos$ em ra3ão da diversidade das coisas$ dos
tempos e dos lugares!B" Ao mesmo tempo e,ortem os %i2is a dese+arem participar mais
intensamente do rito sagrado$ pelo 0ual se mani%esta do modo mais per%eito o sinal do
ban0uete eucarístico"

2C;" Al2m dos casos previstos nos livros rituais$ a Comun&ão sob as duas esp2cies 2
permitida nos seguintes casos5
a) aos sacerdotes 0ue não podem celebrar ou concelebrar o santo sacri%ício=
b) ao di1cono e a todos 0ue e,ercem algum o%ício na Missa=
c) aos membros das comunidade na Missa conventual ou na Missa c&amada 6da
comunidade6$ aos alunos dos Semin1rios$ a todos os 0ue %a3em e,ercícios espirituais ou 0ue
participam de alguma reunião espiritual ou pastoral"
O Bispo diocesano pode bai,ar normas a respeito da Comun&ão sob as duas esp2cies
para a sua diocese$ a serem observadas inclusive nas igre+as dos religiosos e nos pe0uenos
grupos" Ao mesmo Bispo se concede a %aculdade de permitir a Comun&ão sob as duas
esp2cies$ sempre 0ue isso parecer oportuno ao sacerdote a 0uem$ como pastor pr:prio$ a
comunidade est1 con%iada$ contanto 0ue os %i2is ten&am boa %ormação a respeito e este+a
e,cluído todo perigo de pro%anação do Sacramento$ ou o rito se torne mais di%ícil$ por causa
do n7mero de participantes ou por outro motivo"
Contudo$ 0uanto ao modo de distribuir a sagrada Comun&ão sob as duas esp2cies
aos %i2is$ e 8 e,tensão da %aculdade$ as Con%erDncias dos Bispos podem bai,ar normas$ a
serem recon&ecidas pela S2 Apost:licaV"

2C>" #uando a Comun&ão 2 dada sob as duas esp2cies5
a) 0uem serve ao c1lice 2 normalmente o di1cono$ ou$ na sua ausDncia$ o presbítero=
ou tamb2m o ac:lito instituído ou outro ministro e,traordin1rio da sagrada Comun&ão= ou
outro %iel a 0uem$ em caso de necessidade$ 2 con%iado eventualmente este o%ício=
b) o 0ue por acaso sobrar do precioso Sangue 2 consumido ao altar pelo sacerdote$
ou pelo di1cono$ ou pelo ac:lito instituído$ 0ue serviu ao c1lice e$ como de costume$ puri%ica$
en,uga e comp<e os vasos sagrados"
Aos %i2is 0ue$ eventualmente$ 0ueiram comungar somente sob a esp2cie de pão$
se+a9l&es o%erecida a sagrada Comun&ão dessa %orma"

2C@" ?ara distribuir a Comun&ão sob as duas esp2cies$ preparem9se5
a) 0uando a Comun&ão do c1lice 2 %eita tomando diretamente do c1lice$ prepare9se
um c1lice de taman&o su%iciente ou v1rios c1lices$ tendo9se sempre o cuidado de prever 0ue
não sobre mais do Sangue de Cristo do 0ue se possa tomar ra3oavelmente no %im da
celebração=
b) 0uando a Comun&ão se reali3a por intinção$ as &:stias não se+am demasiado %inas
nem pe0uenas$ mas um pouco mais espessas 0ue de costume$ para 0ue possam ser
distribuídas comodamente depois de mol&adas parcialmente no Sangue"

2CA" Se a Comun&ão do Sangue se %a3 bebendo do c1lice$ o comungando$ depois de ter
recebido o Corpo de Cristo$ apro,ima9se do ministro do c1lice e %ica de p2 diante dele" O
Ministro di35 O Sangue de Cristo= o comungando responde5 Am2m$ e o ministro l&e estende
o c1lice$ 0ue o pr:prio comungando$ com as mãos$ leva 8 boca" O comungando toma um
pouco do c1lice$ devolve9o ao ministro e se retira= o ministro$ por sua ve3$ en,uga a borda
do c1lice com o puri%icat:rio"

2CB" Se a Comun&ão do c1lice 2 %eita por intinção$ o comungando$ segurando a patena
sob a boca$ apro,ima9se do sacerdote$ 0ue segura o vaso com as sagradas partículas e a
cu+o lado tem o ministro sustentando o c1lice" O sacerdote toma a &:stia$ mergul&a9a
parcialmente no c1lice e$ mostrando9a$ di35 O Corpo e o Sangue de Cristo= o comungando
responde5 Am2m$ recebe do sacerdote o Sacramento$ na boca$ e se retira"


CA?PTO(O .

D*S?OS*MNO - OR/AM-/TAMNO DAS *GR-IAS
?ARA A C-(-BRAMNO DA -OCAR*ST*A

*" ?R*/CP?*OS G-RA*S

2CC" ?ara celebrar a -ucaristia o povo de Deus se re7ne geralmente na igre+a$ ou na %alta
ou insu%iciDncia desta$ em outro lugar conveniente$ digno de tão grande mist2rio" As igre+as
e os demais lugares devem prestar9se 8 e,ecução das aç<es sagradas e 8 ativa participação
dos %2is" Al2m disso$ os edi%ícios sagrados e os ob+etos destinados ao culto se+am realmente
dignos e belos$ sinais e símbolos das coisas divinas!C"

2CE" ?or isso$ a *gre+a não cessa de solicitar a nobre contribuição das artes e admite as
e,press<es artísticas de todos os povos e regi<es!E" Ainda mais$ assim como se es%orça por
conservar as obras e tesouros artísticos legados pelos s2culos precedentes!! e$ na medida
do necess1rio$ adapt19las 8s novas necessidades$ tamb2m procura promover %ormas novas
0ue se adaptem 8 índole de cada 2poca!!!"
?ortanto$ nos programas propostos aos artistas$ bem como na seleção de obras a
serem admitidas na igre+a$ procure9se uma verdadeira 0ualidade artística$ para 0ue
alimentem a %2 e a piedade e correspondam ao seu verdadeiro signi%icado e ao %im a 0ue se
destinam!!2"

2E" Todas as igre+as se+am dedicadas ou ao menos abençoadas" Contudo$ as igre+as
catedrais e paro0uiais se+am solenemente dedicadas"

2E!" ?ara edi%icar$ re%ormar e dispor convenientemente os edi%ícios sagrados$ consultem
os respons1veis a Comissão diocesana de (iturgia e Arte Sacra" O Bispo diocesano recorra
tamb2m ao parecer e au,ílio da mesma Comissão$ 0uando se tratar de estabelecer normas
nesta mat2ria$ de aprovar pro+etos de novos edi%ícios sagrados ou resolver 0uest<es de certa
import4ncia!!;"

2E2" A ornamentação da igre+a deve visar mais a nobre simplicidade do 0ue a pompa" /a
escol&a dessa ornamentação$ cuide9se da autenticidade dos materiais e procure9se assegurar
a educação dos %i2is e a dignidade de todo o local sagrado"

2E;" ?ara corresponder 8s necessidade de nossa 2poca$ a organi3ação da igre+a e de suas
dependDncias re0uer 0ue não se ten&a em vista apenas o 0ue se re%ere 8s aç<es sagradas$
mas tamb2m tudo o 0ue contribua para uma +usta comodidade dos %i2is$ como se costuma
providenciar nos lugres onde se reali3am reuni<es"

2E>" O povo de Deus$ 0ue se re7ne para a Missa$ constitui uma assembl2ia org4nica e
&ier1r0uica 0ue se e,prime pela diversidade de %unç<es e aç<es$ con%orme cada parte da
celebração" ?or isso$ conv2m 0ue a disposição geral do edi%ício sagrado se+a tal 0ue o%ereça
uma imagem da assembl2ia reunida$ permita uma conveniente disposição de todas as coisas
e %avoreça a cada um e,ercer corretamente a sua %unção"
Os %i2is e o grupo dos cantores ocuparão lugares 0ue l&es %avoreçam uma
participação ativa!!>"
O sacerdote celebrante$ o di1cono e demais ministros tomarão lugar no presbit2rio"
Aí se prepararão as cadeiras dos concelebrantes= se$ por2m$ seu n7mero %or grande$ as
cadeiras serão dispostas em outro lugar da igre+a$ mas pr:,imo do altar"
Tudo isso$ al2m de e,primir a ordenação &ier1r0uica e a diversidade das %unç<es$
deve constituir uma unidade íntima e coerente pela 0ual se mani%este com evidDncia a
unidade de todo o povo de Deus" A nature3a e bele3a do local e de todas as al%aias
alimentem a piedade dos %i2is e mani%estem a santidade dos mist2rios celebrados"


**" D*S?OS*MNO DO ?R-SB*TRR*O ?ARA A ASS-MB(R*A SAGRADA

2E@" O presbit2rio 2 o lugar$ onde se encontra locali3ado o altar$ 2 proclamada a palavra
de Deus$ e o sacerdote$ o di1cono e os demais ministros e,ercem o seu minist2rio" Conv2m
0ue se distinga do todo da igre+a por alguma elevação$ ou por especial estrutura e ornato"
Se+a bastante amplo para 0ue a celebração da -ucaristia se desenrole comodamente e possa
ser vista por todos!!@"

O altar e sua ornamentação

2EA" O altar$ onde se torna presente o sacri%ício da cru3 sob os sinais sacramentais$ 2
tamb2m a mesa do Sen&or na 0ual o povo de Deus 2 convidado a participar por meio da
Missa= 2 ainda o centro da ação de graças 0ue se reali3a pela -ucaristia"

2EB" A celebração da -ucaristia$ em lugar destinado ao culto$ deve ser %eita num altar=
%ora do lugar sagrado$ pode se reali3ar sobre uma mesa apropriada$ sempre$ por2m$ com
toal&a e corporal$ cru3 e castiçais"

2EC" Conv2m 0ue em toda igre+a e,ista um altar %i,o$ 0ue signi%ica de modo mais claro e
permanente Iesus Cristo$ ?edra vida '!?d 2$>= c%" -% 2$ 2)= nos demais lugares dedicados 8s
sagradas celebraç<es$ o altar pode ser m:vel"
C&ama9se altar %i,o 0uando 2 construído de tal %orma 0ue este+a unido ao pavimento$
e não possa ser removido= m:vel$ 0uando pode ser removido"

2EE" O altar se+a construído a%astado da parede$ a %im de ser %acilmente circundado e nele
se possa celebrar de %rente para o povo$ o 0ue conv2m %a3er em toda parte onde %or
possível" O altar ocupe um lugar 0ue se+a de %ato o centro para onde espontaneamente se
volte a atenção de toda a assembl2ia dos %i2is!!A" /ormalmente se+a %i,o e dedicado"

;" Tanto o altar %i,o como o m:vel se+a dedicado con%orme o rito apresentado no
?onti%ical Romano= contudo$ o altar m:vel pode tamb2m ser apenas abençoado"

;!" Segundo tradicional e signi%icativo costume da *gre+a$ a mesa do altar %i,o se+a de
pedra$ e mesmo de pedra natural" Contudo$ pode9se tamb2m usar outro material digno$
s:lido e esmeradamente trabal&ado$ a +uí3o da Con%erDncia dos Bispos" Os p2s ou a base de
sustentação da mesa$ podem ser %eitos de 0ual0uer material$ contanto 0ue digno e s:lido"
O altar m:vel pode ser construído de 0ual0uer material nobre e s:lido$ condi3ente
com o uso lit7rgico e de acordo com as tradiç<es e costumes das diversas regi<es"

;2" Se %or oportuno$ manten&a9se o uso de depositar sob o altar a ser dedicado relí0uias
de Santos$ ainda 0ue não se+am m1rtires" Cuide9se$ por2m$ de veri%icar a autenticidade de
tais relí0uias"

;;" /as novas igre+as a serem construídas$ conv2m erigir um s: altar$ 0ue na assembl2ia
dos %i2is signi%i0ue um s: Cristo e uma s: -ucaristia da *gre+a"
Contudo$ nas igre+as +1 construídas$ 0uando o altar antigo estiver colocado de tal
maneira 0ue torne di%ícil a participação do povo$ nem puder ser trans%erido sem detrimento
de seu valor artístico$ construa9se outro altar %i,o com valor artístico e a ser devidamente
dedicado= e somente nele se reali3em as sagradas celebraç<es" ?ara não distrair a atenção
dos %i2is$ do novo altar$ o altar antigo não se+a ornado de modo especial"

;>" -m reverDncia para com a celebração do memorial do Sen&or e o ban0uete em 0ue
se comungam o seu Corpo e Sangue$ pon&a9se sobre o altar onde se celebra ao menos uma
toal&a de cor branca$ 0ue combine$ por seu %ormato$ taman&o e decoração$ com a %orma do
mesmo altar"

;@" /a ornamentação do altar observe9se moderação"
/o Tempo do Advento se ornamente o altar com %lores com moderação tal 0ue conven&a 8
índole desse tempo$ sem contudo$ antecipar a0uela plena alegria do /atal do Sen&or" /o
Tempo da #uaresma 2 proibido ornamentar com %lores o altar" -,cetuam9se$ por2m$ o
domingo 6(aetare6 '*. na #uaresma)$ solenidades e %estas"
A ornamentação com %lores se+a sempre moderada e$ ao inv2s de se dispor o
ornamento sobre o altar$ de pre%erDncia se+a colocado +unto a ele"

;A" Sobre a mesa do altar podem ser colocadas somente a0uelas coisas 0ue se re0uerem
para a celebração da Missa$ ou se+a5 o -vangeli1rio$ do início da celebração at2 a
proclamação do -vangel&o= desde a apresentação das o%erendas at2 a puri%icação dos vasos
sagrados$ o c1lice com a patena$ o cib:rio$ se necess1rio$ e$ %inalmente$ o corporal$ o
puri%icat:rio$ a pala e o missal"
Al2m disso$ se dispon&am de modo discreto os aparel&os 0ue possam a+udar a
ampli%icar a vo3 do sacerdote"

;B" Os castiçais re0ueridos pelas aç<es lit7rgicas para mani%estarem a reverDncia e o
car1ter %estivo da celebração 'c%" n" !!B)$ se+am colocados$ como parecer mel&or$ sobre o
altar ou +unto dele$ levando em conta as proporç<es do altar e do presbit2rio$ de modo a
%ormarem um con+unto &armonioso e 0ue não impeça os %i2is de verem a0uilo 0ue se reali3a
ou se coloca sobre o altar"

;C" Fa+a tamb2m sobre o altar ou perto dele uma cru3 com a imagem do Cristo
cruci%icado 0ue se+a bem visível para o povo reunido" Conv2m 0ue tal cru3 0ue serve para
recordar aos %i2is a pai,ão salutar do Sen&or$ permaneça +unto ao altar tamb2m %ora das
celebraç<es lit7rgicas"

O ambão

;E" A dignidade da palavra de Deus re0uer na igre+a um lugar condigno de onde possa
ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos %i2is no momento da
liturgia da ?alavra!!B"
De modo geral$ conv2m 0ue esse lugar se+a uma estrutura est1vel e não uma
simples estante m:vel" O ambão se+a disposto de tal modo em relação 8 %orma da igre+a 0ue
os ministros ordenados e os leitores possam ser vistos e ouvidos %acilmente pelos %i2is"
Do ambão são pro%eridas somente as leituras$ o salmo responsorial e o precJnio
pascal= tamb2m se podem pro%erir a &omilia e as intenç<es da oração universal ou oração
dos %i2is" A dignidade do ambão e,ige 0ue a ele suba somente o ministro da palavra"
Conv2m 0ue o novo ambão se+a abençoado antes de ser destinado ao uso lit7rgico
con%orme o rito proposto no Ritual Romano!!C"

A cadeira para o sacerdote celebrante e outras cadeiras

;!" A cadeira do sacerdote celebrante deve mani%estar a sua %unção de presidir a
assembl2ia e dirigir a oração" ?or isso$ o seu lugar mais apropriado 2 de %rente para o povo
no %undo do presbit2rio$ a não ser 0ue a estrutura do edi%ício sagrado ou outras
circunst4ncias o impeçam$ por e,emplo$ se a demasiada dist4ncia torna di%ícil a comunicação
entre o sacerdote e a assembl2ia$ ou se o tabern1culo ocupar o centro do presbit2rio atr1s
do altar" -vite9se toda esp2cie de trono!!E" Antes de ser destinada ao uso lit7rgico$ conv2m
0ue se %aça a bDnção da cadeira da presidDncia segundo o rito descrito no Ritual
Romano!2"
Dispon&am9se tamb2m no presbit2rio cadeiras para os sacerdotes concelebrantes$
bem como para presbíteros 0ue$ revestidos de veste coral$ participem da concelebração$ sem
0ue concelebrem"
A cadeira para o di1cono este+a +unto da cadeira do celebrante" ?ara os demais
ministros$ as cadeiras se+am dispostas de modo 0ue se distingam claramente das cadeiras do
clero e eles possam e,ercer com %acilidade a %unção 0ue l&es 2 con%iada!2!"


***" A D*S?OS*MNO DA *GR-IA

O lugar dos %i2is

;!!" Dispon&am9se os lugares dos %i2is com todo o cuidado$ de sorte 0ue possam
participar devidamente das aç<es sagradas com os ol&os e o espírito" Conv2m 0ue &a+a
&abitualmente para eles bancos ou cadeiras" Mas$ reprova9se o costume de reservar lugares
para determinadas pessoas!22" Sobretudo nas novas igre+as 0ue são construídas$
dispon&am9se os bancos ou as cadeiras de tal %orma 0ue os %i2is possam %acilmente assumir
as posiç<es re0ueridas pelas di%erentes partes da celebração e apro,imar9se sem di%iculdades
da sagrada Comun&ão"
Cuide9se 0ue os %i2is possam não s: ver o sacerdote$ o di1cono ou os leitores$ mas
tamb2m$ graças aos instrumentos t2cnicos modernos$ ouvi9los com %acilidade"

O lugar do grupo de cantores e dos instrumentos musicais

;!2" O grupo dos cantores$ segundo a disposição de cada igre+a$ deve ser colocado de tal
%orma 0ue se mani%este claramente sua nature3a$ isto 2$ 0ue %a3 parte da assembl2ia dos
%i2is$ onde desempen&a um papel particular= 0ue a e,ecução de sua %unção se torne mais
%1cil= e possa cada um de seus membros %acilmente obter uma participação plena na Missa$
ou se+a$ participação sacramental!2;"

;!;" O :rgão e outros instrumentos musicais legitimamente aprovados se+am colocados
em tal lugar 0ue possam sustentar o canto do grupo de cantores e do povo e possam ser
%acilmente ouvidos$ 0uando tocados so3in&os" Conv2m 0ue o :rgão se+a abençoado antes de
ser destinado ao uso lit7rgico$ segundo o rito descrito no Ritual Romano!2>"
/o Tempo do Advento o :rgão e outros instrumentos musicais se+am usados com
moderação tal 0ue conven&a 8 índole desse tempo$ sem contudo$ antecipar a0uela plena
alegria do /atal do Sen&or"
/o Tempo da #uaresma o to0ue do :rgão e dos outros instrumentos 2 permitido
somente para sustentar o canto" -,cetuam9se$ por2m$ o domingo 6(aetare6 '*. na
#uaresma)$ as solenidades e as %estas"

O lugar de conservação da Santíssima -ucaristia

;!>" De acordo com a estrutura de cada igre+a e os legítimos costumes locais$ o
Santíssimo Sacramento se+a conservado num tabern1culo$ colocado em lugar de &onra da
igre+a$ su%icientemente amplo$ visível$ devidamente decorado e 0ue %avoreça a oração!2@"
/ormalmente o tabern1culo se+a um 7nico$ inamovível$ %eito de material s:lido e inviol1vel
não transparente$ e %ec&ado de tal modo 0ue se evite ao m1,imo o perigo de pro%anação!2A"
Conv2m$ al2m disso$ 0ue se+a abençoado antes de ser destinado ao uso lit7rgico$ segundo o
rito descrito no Ritual Romano!2B"

;!@" -m ra3ão do sinal 2 mais conveniente 0ue no altar em 0ue se celebra a Missa não
&a+a tabern1culo onde se conserva a Santíssima -ucaristia!2C"
R pre%erível$ pois$ a +uí3o do Bispo diocesano$ colocar o tabern1culo5
a) no presbit2rio$ %ora do altar da celebração$ na %orma e no lugar mais
convenientes$ não estando e,cluído o altar antigo 0ue não mais 2 usado para a celebração
'n" ;A)=
b) ou tamb2m numa capela apropriada para a adoração e oração privada dos
%i2is!2E$ 0ue este+a organicamente ligada com a igre+a e visível aos %i2is"

;!A" Con%orme antiga tradição manten&a9se perenemente acesa uma l4mpada especial
+unto ao tabern1culo$ alimentada por :leo ou cera$ pela 0ual se indi0ue e se &onre a
presença de Cristo!;"

;!B" Al2m disso$ de modo algum se es0ueça tudo o mais 0ue se prescreve$ segundo as
normas do direito$ sobre a conservação da Santíssima -ucaristia!;!"

As imagens sagradas

;!C" /a liturgia terrena$ antego3ando$ a *gre+a participa da liturgia celeste$ 0ue se celebra
na cidade santa de Ierusal2m$ para a 0ual$ peregrina$ se encamin&a$ onde Cristo est1
sentado 8 direita de Deus$ e venerando a mem:ria dos Santos$ espera %a3er parte da
sociedade deles!;2"
?or isso$ segundo anti0uíssima tradição da *gre+a$ as imagens do Sen&or$ da Bem9
aventurada .irgem Maria e dos Santos se+am legitimamente apresentadas 8 veneração dos
%i2is nos edi%ícios sagrados!;; e se+am aí dispostas de modo 0ue condu3am os %i2is aos
mist2rios da %2 0ue ali se celebram" ?or isso$ cuide9se 0ue o seu n7mero não aumente
desordenadamente$ e sua disposição se %aça na devida ordem$ a %im de não desviarem da
pr:pria celebração a atenção dos %i2is!;>" /ormalmente$ não &a+a mais de uma imagem do
mesmo santo" De modo geral$ procure9se na ornamentação e disposição da igre+a$ 0uanto 8s
imagens$ %avorecer a piedade de toda a comunidade e a bele3a e a dignidade das imagens"


CA?PTO(O .*

R-#O*S*TOS
?ARA A C-(-BRAMNO DA M*SSA

*" O ?NO - O .*/FO ?ARA A C-(-BRAMNO DA -OCAR*ST*A

;!E" Seguindo o e,emplo de Cristo$ a *gre+a sempre utili3ou pão e vin&o com 1gua para
celebrar o ban0uete do Sen&or"

;2" O pão para a celebração da -ucaristia deve ser de trigo sem mistura$ rec2m9%eito e
13imo con%orme antiga tradição da *gre+a latina"

;2!" A verdade do sinal e,ige 0ue a mat2ria da celebração eucarística pareça realmente
um alimento" Conv2m$ portanto$ 0ue$ embora 13imo e com a %orma tradicional$ se+a o pão
eucarístico de tal modo preparado 0ue o sacerdote$ na Missa com povo$ possa de %ato partir
a &:stia em diversas partes e distribuí9las ao menos a alguns dos %i2is" /ão se e,cluem$
por2m$ as &:stia pe0uenas$ 0uando assim o e,igirem o n7mero dos comungantes e outras
ra3<es pastorais" O gesto$ por2m$ da %ração do pão$ 0ue por si s: designava a -ucaristia nos
tempos apost:licos$ mani%estar1 mais claramente o valor e a import4ncia do sinal da unidade
de todos num s: pão$ e da caridade %raterna pelo %ato de um 7nico pão ser repartido entre os
irmãos"

;22" O vin&o para a celebração eucarística deve ser de uva 'c%" (c 22$ !C)$ natural e puro$
isto 2$ sem mistura de subst4ncias estran&as"

;2;" Cuide9se atentamente 0ue o pão e o vin&o destinados 8 -ucaristia se+am
conservados em per%eito estado$ isto 25 0ue o vin&o não a3ede$ nem o pão se corrompa ou
se torne demasiado duro$ di%ícil de partir"

;2>" Se depois da consagração ou 0uando vai comungar$ o sacerdote percebe 0ue no
c1lice não %oi colocado vin&o$ mas 1gua$ derrame a 1gua em algum recipiente$ colo0ue vin&o
com 1gua no c1lice$ consagrando9o com a parte da narração da instituição correspondente 8
consagração do c1lice$ sem ser obrigado a consagrar novamente o pão"


**" AS SAGRADAS A(QA*AS -M G-RA(

;2@" Como na construção de igre+as$ tamb2m em relação a todas as al%aias$ a *gre+a
admite a e,pressão artística de cada região$ aceitando adaptaç<es 0ue concordem com a
índole e as tradiç<es de cada povo$ contanto 0ue tudo corresponda devidamente ao uso a
0ue se destinam as al%aias!;@"
Tamb2m neste ponto cuide9se atentamente de obter a nobre simplicidade 0ue se
coadune per%eitamente com a verdadeira arte"

;2A" /a escol&a dos materiais para as al%aias$ admitem9se igualmente$ al2m dos
tradicionais$ a0ueles 0ue são considerados nobres pela mentalidade atual$ são dur1veis e se
prestam bem para o uso sagrado" Compete 8 Con%erDncia dos Bispos de cada região decidir a
esse respeito 'c%" n" ;E)"


***" OS .ASOS SAGRADOS

;2B" -ntre as coisas necess1rias para a celebração da Missa$ &onram9se especialmente os
vasos sagrados e$ entre eles$ o c1lice e a patena$ onde se o%erecem$ consagram e consomem
o vin&o e o pão"

;2C" Os vasos sagrados se+am %eitos de metal nobre" Se %orem de metal o,id1vel ou
menos nobres do 0ue o ouro se+am normalmente dourados por dentro"

;2E" A +uí3o da Con%erDncia dos Bispos$ com aprovação da S2 Apost:lica$ os vasos
sagrados podem ser %eitos tamb2m de outros materiais s:lidos e considerados nobres em
cada região$ por e,emplo$ o 2bano ou outras madeiras mais duras$ contanto 0ue conven&am
ao uso sagrado" /este caso$ pre%iram9se sempre materiais 0ue não se 0uebrem nem se
alterem %acilmente" *sso vale para todos os vasos destinados a receber as &:stias como
patena$ cib:rio$ teca$ ostens:rio e outros do gDnero"

;;" Os c1lices e outros vasos destinados a receber o Sangue do Sen&or$ ten&am a copa
%eita de mat2ria 0ue não absorva lí0uidos" O p2 pode ser %eito de outro material s:lido e
digno"

;;!" ?ara consagrar as &:stias$ 2 conveniente usar uma patena de maior dimensão$ onde
se coloca tanto o pão para o sacerdote e o di1cono$ bem como para os demais ministros e
%i2is"

;;2" #uanto 8 %orma dos vasos sagrados$ o artista tem a liberdade de con%eccion19los de
acordo com os costumes de cada região$ contanto 0ue coadunem com o uso lit7rgico a 0ue
são destinados e se distingam claramente da0ueles destinados ao uso cotidiano"

;;;" #uanto 8 bDnção dos vasos sagrados$ observem9se os ritos prescritos nos livros
lit7rgicos!;A"

;;>" Conserve9se o costume de construir na sacristia uma piscina$ em 0ue se lance a 1gua
da puri%icação dos vasos sagrados e da lavagem das toal&as de lin&o 'c%" n" 2C)"


*." AS .-ST-S SAGRADAS

;;@" /a *gre+a$ 0ue 2 o Corpo de Cristo$ nem todos os membros desempen&am a mesma
%unção" -sta diversidade de %unç<es na celebração da -ucaristia mani%esta9se e,teriormente
pela diversidade das vestes sagradas$ 0ue por isso devem ser um sinal da %unção de cada
ministro" *mporta 0ue as pr:prias vestes sagradas contribuam tamb2m para a bele3a da
ação sagrada" As vestes usadas pelos sacerdotes$ os di1conos$ bem como pelos ministros
leigos são oportunamente abençoados antes 0ue se+am destinados ao uso lit7rgico$ con%orme
o rito descrito no Ritual Romano!;B"

;;A" A alva 2 a veste sagrada comum a todos os ministros ordenados e instituídos de
0ual0uer grau= ela ser1 cingida 8 cintura pelo cíngulo$ a não ser 0ue o seu %eitio o dispense"
Antes de vestir a alva$ p<e9se o amito$ caso ela não encubra completamente as vestes
comuns 0ue circundam o pescoço" A alva não poder1 ser substituída pela sobrepeli3$ nem
sobre a veste talar$ 0uando se deve usar casula ou dalm1tica$ ou 0uando$ de acordo com as
normas$ se usa apenas a estola sem a casula ou dalm1tica"

;;B" A não ser 0ue se dispon&a de outro modo$ a veste pr:pria do sacerdote celebrante$
tanto na Missa como em outras aç<es sagradas em cone,ão direta com ela$ 2 a casula ou
planeta sobre a alva e a estola"

;;C" A veste pr:pria do di1cono 2 a dalm1tica sobre a alva e a estola= contudo$ por
necessidade ou em celebraç<es menos solenes a dalm1tica pode ser dispensada"

;;E" Os ac:litos$ os leitores e os outros ministros leigos podem tra+ar alva ou outra veste
legitimamente aprovadas pela Con%erDncia dos Bispos em cada região 'c%" n" ;E)"

;>" A estola 2 colocada pelo sacerdote em torno do pescoço$ pendendo diante do peito= o
di1cono usa a estola a tiracolo sobre o ombro es0uerdo$ prendendo9a do lado direito"

;>!" A capa ou pluvial 2 usada pelo sacerdote nas prociss<es e outras aç<es sagradas$
con%orme as rubricas de cada rito"

;>2" #uanto 8 %orma das vestes sagradas$ as Con%erDncias dos Bispos podem de%inir e
propor 8 S2 Apost:lica as adaptaç<es 0ue correspondam 8s necessidades e costumes da
região!;CV"

;>;" /a con%ecção das vestes sagradas$ podem9se usar$ al2m dos tecidos tradicionais$ os
materiais pr:prios de cada região e mesmo algumas %ibras arti%iciais 0ue se coadunem com a
dignidade da ação sagrada e da pessoa$ a +uí3o da Con%erDncia dos Bispos!;E"

;>>" Conv2m 0ue a bele3a e nobre3a de cada vestimenta decorram não tanto da
multiplicidade de ornatos$ mas do material usado e da %orma" Os ornatos apresentem %iguras
ou imagens ou então símbolos 0ue indi0uem o uso sagrado$ e,cluindo9se os 0ue não se
prestam bem a esse uso"

;>@" As di%erentes cores das vestes sagradas visam mani%estar e,ternamente o car1ter
dos mist2rios celebrados$ e tamb2m a consciDncia de uma vida cristã 0ue progride com o
desenrolar do ano lit7rgico"

;>A" Com relação 8 cor das vestes sagradas$ se+a observado o uso tradicional$ a saber5
a) O branco 2 usado nos O%ícios e Missas do Tempo pascal e do /atal do Sen&or=
al2m disso$ nas celebraç<es do Sen&or$ e,ceto as de sua ?ai,ão$ da Bem9aventurada .irgem
Maria$ dos Santos An+os$ dos Santos não M1rtires$ nas solenidades de Todos os Santos '!\
de novembro)$ de São Ioão Batista '2> de +un&o)$ nas %estas de São Ioão -vangelista '2B de
de3embro)$ da C1tedra de São ?edro '22 de %evereiro) e da Conversão de São ?aulo '2@ de
+aneiro)"
b) O vermel&o 2 usado no domingo da ?ai,ão e na Se,ta9%eira da Semana Santa$ no
domingo de ?entecostes$ nas celebraç<es da ?ai,ão do Sen&or$ nas %estas natalícias dos
Ap:stolos e -vangelistas e nas celebraç<es dos Santos M1rtires"
c) O verde se usa nos O%ícios e Missas do Tempo comum"
d) O ro,o 2 usado no tempo do Advento e da #uaresma" ?ode tamb2m ser usado nos
O%ícios e Missas dos Qi2is de%untos"
e) O preto pode ser usado$ onde %or costume$ nas Missas dos Qi2is de%untos"
%) O rosa pode ser usado$ onde %or costume$ nos domingos Gaudete '*** do Advento)
e (aetare '*. na #uaresma)"
g) -m dias mais solenes podem ser usadas vestes sagradas %estivas ou mais nobres$
mesmo 0ue não se+am da cor do dia"
/o 0ue se re%ere 8s cores lit7rgicas$ as Con%erDncias dos Bispos podem determinar e
propor 8 S2 Apost:lica adaptaç<es 0ue correspondam 8 necessidades e ao car1ter de cada
povo"

;>B" As Missas rituais são celebradas com a cor pr:pria$ a branca ou a %estiva= as Missas
por diversas necessidades$ com a cor pr:pria do dia ou do Tempo$ ou com a cor ro,a$ se
tiverem cun&o penitencial$ por e,emplo$ n" ;!$ ;; e ;C= as Missas votivas$ com a cor 0ue
conv2m 8 Missa a ser celebrada$ ou tamb2m com a cor pr:pria do dia ou do tempo"


." OOTROS OBI-TOS OSADOS /A *GR-IA

;>C" Al2m dos vasos e das vestes sagradas$ para os 0uais se prescreve determinado
material$ as demais al%aias destinadas ao culto lit7rgico!> ou a 0ual0uer uso na igre+a$
se+am dignas e condi3entes com o %im a 0ue se destinam"

;>E" Deve9se cuidar de modo especial 0ue os livros lit7rgicos$ particularmente$ o
-vangeli1rio e o lecion1rio$ destinados 8 proclamação da palavra de Deus$ go3ando$ por isso$
de veneração peculiar$ se+am na ação lit7rgica realmente sinais e símbolos das realidades
celestes$ e$ por conseguinte$ verdadeiramente dignos$ artísticos e belos"

;@" Al2m disso$ deve9se atender com todo o cuidado 8s coisas 0ue estão ligadas
diretamente com o altar e a celebração eucarística$ como se+am$ por e,emplo$ a cru3 do
altar e a cru3 0ue 2 levada em procissão"

;@!" Ten&a9se o cuidado de observar as e,igDncias da arte tamb2m em coisas de menor
import4ncia$ e de sempre aliar uma nobre simplicidade a um apurado asseio"

CA?PTO(O .**

A -SCO(FA DA M*SSA - D- SOAS ?ART-S

;@2" A e%ic1cia pastoral da celebração aumentar1 certamente$ se os te,tos das leituras$
das oraç<es e dos cantos corresponderem$ na medida do possível$ 8s necessidades$ 8
preparação espiritual e 8 mentalidade dos participantes" *sto se obter1 mais %acilmente
usando9se a m7ltipla possibilidade de escol&a 0ue se descreve adiante"
?or conseguinte$ na organi3ação da Missa$ o sacerdote levar1 mais em conta o bem
espiritual de toda a assembl2ia do 0ue o seu pr:prio gosto" (embre9se ainda de 0ue a
escol&a das diversas partes deve ser %eita em comum acordo com os 0ue e,ercem alguma
%unção especial na celebração$ sem e,cluir absolutamente os %i2is na0uilo 0ue se re%ere a
eles de modo mais direto"
Sendo muito grande a possibilidade de escol&a para as diversas partes da Missa$ 2
necess1rio 0ue antes da celebração$ o di1cono$ os leitores$ o salmista$ o cantor$ o
comentarista$ o grupo dos cantores$ saibam e,atamente cada um 0uais os te,tos 0ue l&es
competem$ para 0ue nada se %aça de improviso$ pois a &armoniosa organi3ação e e,ecução
dos ritos muito contribuem para dispor os %i2is 8 participação da -ucaristia"


*" A -SCO(FA DA M*SSA

;@;" /as solenidades o sacerdote deve seguir o calend1rio da igre+a em 0ue celebra"

;@>" /os domingos$ nos dias de semana do Advento$ do /atal$ da #uaresma e da ?1scoa$
nas %estas e nas mem:rias obrigat:rias5
a) se a Missa 2 celebrada com povo$ o sacerdote siga o calend1rio da igre+a em 0ue
celebra=
b) se a Missa 2 celebrada com a participação de um s: ministro$ o sacerdote pode
escol&er tanto o calend1rio da igre+a como o calend1rio pr:prio"

;@@" /as mem:rias %acultativas5
a) /os dias de semana do Advento$ de !B a 2> de de3embro$ nos dias da Oitava da
?1scoa e nos dias de semana da #uaresma$ e,ceto #uarta9%eira de Cin3as e os dias de
semana da Semana Santa$ di39se a Missa do dia lit7rgico ocorrente= mas se poder1 tomar a
oração do dia da mem:ria 0ue conste no calend1rio geral para a0uele dia$ e,ceto na #uarta9
%eira de Cin3as ou num dia de semana da Semana Santa" /os dias de semana do Tempo
pascal a mem:ria dos Santos pode reali3ar9se integralmente con%orme as rubricas"
b) /os dias de semana do Advento anteriores a !B de de3embro$ nos dias de semana
do Tempo do /atal desde o dia 2 de +aneiro e nos dias de semana do Tempo pascal$ pode9se
escol&er tanto a Missa do Santo ou de um dos Santos cu+a mem:ria se celebra$ ou ainda de
0ual0uer outro 0ue conste do Martirol:gio na0uele dia"
c) /os dias de semana do Tempo comum$ pode9se escol&er entre a Missa do dia de
semana$ a da mem:ria %acultativa ocorrente$ a de algum Santo 0ue conste do Martirol:gio
na0uele dia$ uma das Missas para diversas necessidades ou votiva"
Se o sacerdote celebra com povo$ cuidar1 de não omitir muitas ve3es e sem ra3ão
su%iciente$ as leituras indicadas no lecion1rio cada dia para os dias de semana$ pois a *gre+a
dese+a 0ue a mesa da palavra de Deus se+a o%erecida aos %i2is com maior ri0ue3a!>!"
?ela mesma ra3ão não tome com %re0HDncia as Missas dos Qi2is de%untos$ pois
0ual0uer Missa 2 o%erecida tanto pelos vivos como pelos %alecidos$ e &1 um memento para
eles em cada Oração eucarística"
Onde os %i2is tiverem grande estima pelas mem:rias %acultativas da .irgem Maria ou
dos Santos$ satis%aça9se a legítima piedade do povo"
#uando &ouver liberdade de optar entre a mem:ria do calend1rio universal e a do
calend1rio diocesano ou religioso$ dD9se pre%erDncia$ em p2 de igualdade e segundo a
tradição$ 8 mem:ria particular"

**" A -SCO(FA DAS ?ART-S DA M*SSA

;@A" Ao escol&er os te,tos das diversas partes da Missa$ tanto do Tempo como dos
Santos$ observem9se as normas 0ue se seguem"

(eituras

;@B" ?ara os domingos e solenidades estão marcadas trDs leituras$ isto 2$ do ?ro%eta$ do
Ap:stolo e do -vangel&o$ 0ue levam o povo cristão a compreender a continuidade da obra da
salvação$ segundo a admir1vel pedagogia divina" -stas leituras se+am realmente %eitas" /o
Tempo pascal$ con%orme a tradição da *gre+a$ em lugar do Antigo Testamento$ a leitura
tomada dos Atos dos Ap:stolos"
?ara as %estas são previstas duas leituras" Mas$ se a %esta$ segundo as normas$ %or
elevada ao grau de solenidade$ acrescenta9se uma terceira leitura$ tirada do Comum"
/a mem:ria dos Santos$ a não ser 0ue &a+a pr:prias$ lDem9se normalmente as
leituras indicadas para o dia de semana" -m alguns casos prop<em9se leituras apropriadas$
ou se+a$ 0ue realçam um aspecto peculiar da vida espiritual ou da atividade do Santo" O uso
destas leituras não deve ser urgido$ a não ser 0ue uma ra3ão pastoral realmente o
aconsel&e"

;@C" /o (ecion1rio semanal prop<em9se leituras para cada dia da semana durante todo o
ano" ?or isso$ via de regra$ tais leituras serão tomadas nos dias em 0ue estão marcadas$ a
não ser 0ue ocorra uma solenidade ou %esta ou mem:ria 0ue ten&a leituras pr:prias do /ovo
Testamento$ ou se+a$ nas 0uais se %aça menção do Santo celebrado"
Se$ no entanto$ a leitura contínua da semana %or interrompida por alguma
solenidade$ %esta ou celebração particular$ poder1 o sacerdote$ considerando a disposição
das leituras de toda a semana$ +untar 8s outras as leituras omitidas$ ou então decidir 0uais
os te,tos 0ue deverão ser pre%eridos"
/as Missas para grupos particulares$ poder1 o sacerdote escol&er te,tos mais
adaptados 80uela celebração$ contanto 0ue se+am selecionados entre os 0ue constem do
lecion1rio aprovado"

;@E" -,iste tamb2m uma seleção especial de te,tos da Sagrada -scritura no lecion1rio
para as Missas rituais em 0ue ocorra a celebração de algum Sacramento ou Sacramental ou
para as Missas 0ue são celebradas por alguma necessidade"
-stes lecion1rios %oram compostos para levar os %i2is$ por uma audição mais
ade0uada da palavra de Deus$ a compreender mais plenamente o mist2rio de 0ue
participam$ e estimar cada ve3 mais a palavra de Deus"
?or isso$ ao determinar os te,tos a serem pro%eridos na celebração$ levem9se em
conta as ra3<es de ordem pastoral e a %aculdade de opção concedida nesta mat2ria"

;A" ?or ve3es se apresenta uma %orma mais longa ou outra mais breve de um mesmo
te,to" /a escol&a entre as duas %ormas ten&a9se em vista o crit2rio pastoral" /o caso$ 2
preciso atender 8 capacidade dos %i2is de ouvir com %ruto a leitura mais ou menos longa= 8
sua capacidade de ouvir um te,to mais completo a ser e,plicado pela &omilia!>2"

;A!" #uando se concede a %aculdade de escol&er entre um ou outro te,to +1 determinado$
ou 0uando se dei,a 8 escol&a$ ser1 mister atender 8 utilidade dos 0ue participam" *sso pode
acontecer 0uando se trata de usar um te,to 0ue se+a mais %1cil ou mais ade0uado 8
assembl2ia reunida$ ou de um te,to a ser repetido ou reposto$ indicado como pr:prio em
alguma celebração ou se+a leitura de livre escol&a$ sempre 0ue a utilidade pastoral o
aconsel&e!>;"
*sso pode acontecer 0uando o mesmo te,to deva ser proclamado de novo dentro de
alguns dias$ por e,emplo$ no domingo e num dia de semana 0ue se segue imediatamente$
ou 0uando se teme 0ue algum dos te,tos escol&idos apresente di%iculdades para a
assembl2ia reunida" Cuide9se$ por2m$ 0ue na escol&a dos te,tos da Sagrada -scritura$
algumas de suas partes se+am permanentemente e,cluídas"

;A2" Al2m das %aculdades de escol&er te,tos mais apropriados$ con%orme %oi e,posto
acima$ d19se 8s Con%erDncias dos Bispos$ em circunst4ncias peculiares$ a %aculdade de
indicar algumas adaptaç<es relativas 8s leituras$ mantendo9se$ no entanto$ o princípio de
0ue os te,tos se+am escol&idos do lecion1rio devidamente aprovado"

Oraç<es

;A;" -m cada Missa$ a não ser 0ue se indi0ue outra coisa$ di3em9se as oraç<es 0ue l&e
são pr:prias"
/as mem:rias dos Santos$ di39se a oração do dia pr:pria ou$ em sua %alta$ do
Comum correspondente= as oraç<es sobre as o%erendas e depois da Comun&ão$ não sendo
pr:prias$ podem ser tomadas do Comum ou dos dias de semana do Tempo comum"
/os dias de semana do Tempo comum$ por2m$ al2m das oraç<es do domingo
precedente$ podem tomar9se as oraç<es de outro domingo do Tempo comum ou uma das
oraç<es para diversas necessidades consignadas o Missal" Mas ser1 sempre lícito tomar
apenas a oração do dia das mesmas Missas"
Desta maneira se o%erece maior ri0ue3a de te,tos$ capa3es de nutrir com maior
abund4ncia as preces dos %i2is"
/os tempos mais importantes do ano$ essa adaptação +1 2 %eita pelas oraç<es 0ue
l&es são pr:prias$ contidas no Missal para cada dia da semana"

Oração eucarística

;A>" O grande n7mero de pre%1cios com 0ue o Missal Romano %oi enri0uecido tem por
ob+etivo pJr em plena lu3 os temas da ação de graças na Oração eucarística e realçar os
v1rios aspectos do mist2rio da salvação"

;A@" A escol&a entre as v1rias Oraç<es eucarísticas$ 0ue se encontram no Ordin1rio da
Missa$ segue$ oportunamente$ as seguintes normas5
a) A Oração eucarística *$ ou C4non romano$ 0ue sempre pode ser usada$ 2
proclamada mais oportunamente$ nos dias em 0ue a Oração eucarística tem o -m comun&ão
pr:prio ou nas Missas enri0uecidas com o Recebei$ : ?ai$ pr:prio$ como tamb2m nas
celebraç<es dos Ap:stolos e dos Santos mencionados na mesma Oração= tamb2m nos
domingos$ a não ser 0ue por motivos pastorais se pre%ira a Terceira Oração eucarística"
b) A oração eucarística **$ por suas características particulares$ 2 mais
apropriadamente usada nos dias de semana ou em circunst4ncias especiais" -mbora ten&a
?re%1cio pr:prio$ pode igualmente ser usada com outros pre%1cios$ sobretudo a0ueles 0ue de
maneira sucinta apresentem o mist2rio da salvação$ por e,emplo$ os pre%1cios comuns"
#uando se celebra a Missa por um %iel de%unto$ pode9se usar a %:rmula pr:pria proposta no
respectivo lugar$ a saber antes do (embrai9vos tamb2m"
c) A Oração eucarística *** pode ser dita com 0ual0uer ?re%1cio" DD9se pre%erDncia a
ela nos domingos e %estas" Se$ contudo$ esta ?rece %or usada nas Missas pelo %i2is de%untos$
pode9se tomar a %:rmula especial pelo %alecido$ no devido lugar$ ou se+a$ ap:s as palavras5
Reuni em v:s$ ?ai de miseric:rdia todos os vossos %il&os e %il&as dispersos pelo mundo
inteiro"
d) A Oração eucarística *. possui um ?re%1cio imut1vel e apresenta um resumo mais
completo da &ist:ria da salvação" ?ode ser usada 0uando a Missa não possui ?re%1cio
pr:prio$ bem como nos domingos do Tempo comum" /ão se pode inserir nesta Oração$
devido 8 sua estrutura$ uma %:rmula especial por um %iel de%unto"

Cantos

;AA" /ão 2 lícito substituir os cantos colocados no Ordin1rio da Missa$ por e,emplo$ o
Cordeiro de Deus$ por outros cantos"

;AB" /a seleção dos cantos interlecionais e dos cantos da -ntrada$ das O%erendas e da
Comun&ão$ observem9se as normas estabelecidas nos respectivos lugares 'c%" n" >9>!$ >B9
>C$ A!9A>$ B>$ CB9CC)"


CA?PTO(O .***

M*SSAS - ORAMW-S ?ARA D*.-RSAS C*RCO/STL/C*AS
- M*SSAS DOS Q*R*S D-QO/TOS

*" M*SSAS - ORAMW-S
?ARA D*.-RSAS C*RCO/STL/C*AS

;AC" Como a liturgia dos Sacramentos e Sacramentais obt2m para os %i2is devidamente
preparados 0ue 0uase todos os acontecimentos da vida se+am santi%icados pela graça divina
0ue %lui do mist2rio pascal!>>$ e como a -ucaristia 2 o sacramento dos sacramentos$ o
Missal %ornece %ormul1rios de Missas e oraç<es 0ue$ nas diversas ocasi<es da vida cristã$
podem ser usadas pelas necessidades do mundo inteiro$ da *gre+a universal e da *gre+a local"

;AE" Tendo em vista a mais ampla %aculdade de escol&er leituras e oraç<es$ conv2m 0ue
as Missas para as diversas circunst4ncias se+am empregadas moderadamente$ isto 2$ 0uando
a oportunidade o e,igir"

;B" -m todas as Missas para as diversas circunst4ncias$ a não ser 0ue se dispon&a de
outro modo$ 2 permitido usar as leituras dos dias de semana bem como os seus cantos
interlecionais$ se combinarem com a celebração"

;B!" -ntre essas Missas contam9se as Missas rituais$ para diversas necessidades$ para as
diversas circunst4ncias e votivas"

;B2" As Missas rituais estão unidas 8 celebração de certos Sacramentos e Sacramentais"
São proibidas nos domingos do Advento$ da #uaresma e da ?1scoa$ nas solenidades$ nos
dias da oitava da ?1scoa$ na Comemoração de Todos os Qi2is de%untos$ na #uarta9%eira de
Cin3as e nos dias de semana da Semana Santa$ observando9se$ al2m disso$ as normas
contidas nos livros rituais e nas pr:prias Missas"

;B;" As Missas para v1rias necessidades ou para diversas circunst4ncias são usadas em
algumas circunst4ncias$ 0ue ocorrem de tempos em tempos$ ou em 2pocas estabelecidas"
Dentre elas a autoridade competente pode escol&er as Missas para as rogaç<es$ cu+a
celebração$ no decorrer do ano$ ser1 decidida pela Con%erDncia dos BisposV"

;B>" Ao ocorrer uma necessidade mais grave ou por utilidade pastoral$ pode celebrar9se
em 0ual0uer dia a Missa conveniente com ordem ou permissão do Bispo diocesano$ e,ceto
nas solenidades$ nos domingos do Advento$ da #uaresma e da ?1scoa$ nos dias da oitava da
?1scoa$ na Comemoração de Todos os Qi2is De%untos$ na #uarta9%eira de Cin3as e nos dias
de semana da Semana Santa"

;B@" As Missas votivas sobre os mist2rios do Sen&or ou em &onra da Bem9aventurada
.irgem Maria$ dos An+os$ de algum Santo ou de todos os Santos$ podem ser celebradas para
%avorecer a devoção dos %i2is nos dias de semana do Tempo comum$ mesmo 0ue ocorra uma
mem:ria %acultativa" Contudo não podem ser celebradas como votivas as Missas 0ue se
re%erem aos mist2rios da vida do Sen&or ou da Bem9aventurada .irgem Maria$ com e,ceção
da Missa de sua *maculada Conceição$ pelo %ato de a sua celebração estar unida ao círculo do
ano lit7rgico"

;BA" /os dias em 0ue ocorra uma mem:ria obrigat:rio ou um dia de semana do Advento
at2 ao dia !A de de3embro$ do Tempo de /atal desde o dia 2 de +aneiro$ e do Tempo pascal
depois da oitava da ?1scoa$ de per si são proibidas as Missas para diversas necessidades e
votivas" Se$ por2m$ verdadeira necessidade ou utilidade pastoral o e,igir$ poder1 ser usada
na celebração com povo a Missa 0ue corresponda a tal necessidade ou utilidade$ a +uí3o do
reitor da igre+a ou do pr:prio sacerdote celebrante"

;BB" /os dias de semana do Tempo comum em 0ue ocorra uma mem:ria %acultativa ou se
celebra o O%ício semanal$ 2 permitido celebrar 0ual0uer Missa ou usar 0ual0uer oração para
diversas circunst4ncias$ e,cetuando9se as Missas rituais"

;BC" Recomenda9se de modo particular a mem:ria de Santa Maria no S1bado$ pelo %ato
de se tributar na (iturgia da *gre+a 8 Mãe do Redentor uma veneração acima e de pre%erDncia
a todos os Santos!>@"


**" M*SSAS ?-(OS Q*R*S D-QO/TOS

;BE" A *gre+a o%erece o Sacri%ício eucarístico da ?1scoa de Cristo pelos de%untos$ a %im de
0ue$ pela comun&ão de todos os membros de Cristo entre si$ o 0ue obt2m para uns o
socorro espiritual traga aos outros a consolação da esperança"

;C" -ntre as Missas dos %i2is de%untos ocupa o primeiro lugar a Missa de e,20uias$ 0ue
pode ser celebrada todos os dias$ e,ceto nas solenidades de preceito$ na #uinta9%eira da
Semana Santa$ no Tríduo pascal e nos domingos do Advento$ da #uaresma e da ?1scoa$
observado$ al2m disso$ tudo o 0ue 2 de direito!>A"

;C!" A Missa dos %i2is de%untos ao receber9se a notícia da morte$ ou por ocasião da
sepultura de%initiva$ ou no dia do primeiro anivers1rio$ pode ser celebrada tamb2m nos dias
dentro da oitava de natal$ nos dias em 0ue ocorrer uma mem:ria obrigat:ria ou um dia de
semana$ e,ceto #uarta9%eira de Cin3as e os dias de semana da Semana Santa"
As outras Missas dos %i2is de%untos$ ou Missas 6cotidianas6$ podem ser celebradas
nos dias de semana do Tempo comum$ 0uando ocorre uma mem:ria %acultativa ou 2 re3ado
o O%ício semanal$ contanto 0ue realmente se+am celebradas em intenção dos %alecidos"

;C2" /as Missas e,e0uiais &a+a$ normalmente$ uma breve &omilia$ e,cluindo9se no
entanto 0ual0uer tipo de elogio %7nebre"

;C;" Os %i2is$ sobretudo os da %amília do %alecido$ se+am convidados a participar tamb2m
pela sagrada Comun&ão do sacri%ício eucarístico o%erecido por um %alecido"

;C>" Se a Missa e,e0uial 2 imediatamente seguida pelo rito dos %unerais$ terminada a
oração depois da Comun&ão e omitidos os ritos %inais$ reali3a9se a 7ltima encomendação ou
despedida" -ste rito 2 celebrado apenas 0uando estiver presente o corpo"

;C@" /a organi3ação e escol&a das partes da Missa dos %i2is de%untos$ principalmente da
Missa e,e0uial$ 0ue podem variar 'por e,emplo$ oraç<es$ leituras e oração universal)$
conv2m levar9se em conta$ por motivos pastorais$ as condiç<es do %alecido$ de sua %amília e
dos presentes"
Al2m disso$ os pastores levem especialmente em conta a0ueles 0ue por ocasião das e,20uias
comparecem 8s celebraç<es lit7rgicas e escutam o -vangel&o$ tanto os não cat:licos$ como
cat:licos 0ue nunca ou raramente participam da -ucaristia$ ou parecem ter perdido a %2$ pois
os sacerdotes são ministros do -vangel&o de Cristo para todos"


CA?PTO(O *K

ADA?TAMW-S #O- COM?-T-M AOS B*S?OS
- US SOAS CO/Q-R[/C*AS

;CA" A renovação do Missal Romano$ reali3ada segundo as e,igDncias do nosso tempo$ de
acordo com as normas do Concílio .aticano **$ teve o m1,imo cuidado para 0ue todos os
%i2is pudessem garantir$ na celebração eucarística$ a0uela plena$ consciente e ativa
participação 0ue a pr:pria nature3a da (iturgia e,ige e 8 0ual os pr:prios %i2is$ por %orça de
sua condição$ tDm direito e obrigação!>B"
?ara 0ue a celebração corresponda mais plenamente 8s normas e ao espírito da
sagrada (iturgia$ prop<em9se nesta *nstrução e no Ordin1rio da Missa algumas adaptaç<es$
con%iadas ao crit2rio do Bispo diocesano ou 8s Con%erDncias dos Bispos"

;CB" O Bispo diocesano$ 0ue deve ser tido como o sumo sacerdote de sua grei$ do 0ual$ de
algum modo$ deriva e depende a vida de seus %i2is em Cristo!>C$ deve %omentar$ coordenar
e vigiar a vida lit7rgica em sua diocese" Con%orme esta instrução$ cabe a ele orientar a
disciplina da concelebração 'c%" n" 22$ ;B>)$ estabelecer normas para o serviço do sacerdote
ao altar 'c%" n" !B)$ sobre a distribuição da sagrada Comun&ão sob as duas esp2cies 'c%" n"
2C;) e sobre a construção e restauração de igre+as 'c%" n" 2E!)" Mas$ cabe9l&e antes de tudo
alimentar o espírito da sagrada (iturgia nos sacerdotes$ di1conos e %i2is"

;CC" As adaptaç<es$ de 0ue se trata abai,o$ 0ue pedem uma coordenação mais ampla$
devem ser especi%icadas$ con%orme as normas do direito$ na Con%erDncia dos Bispos"

;CE" Compete 8s Con%erDncias dos Bispos antes de tudo preparar e aprovar a edição deste
Missal Romano nas diversas línguas vern1culas$ para 0ue$ recon&ecidas pela S2 Apost:lica$
se+am usadas nas respectivas regi<es!>E"
O Missal Romano deve ser publicado integralmente tanto no te,to latino como nas
vers<es em vern1culo legitimamente aprovadas"

;E" Compete 8s Con%erDncias dos Bispos de%inir as adaptaç<es$ e introdu3i9las no pr:prio
Missal$ com a aprovação da S2 Apost:lica$ pontos indicados nesta *nstrução geral e no
Ordin1rio da Missa$ como5
9 gestos e posiç<es do corpo dos %i2is 'c%" acima$ n" >;)=
9 gestos de veneração ao altar e ao -vangeli1rio 'c%" acima$ n" 2B;)=
9 te,tos dos cantos da -ntrada$ da ?reparação das o%erendas e da Comun&ão 'c%"
acima$ n" >C$ B> e CB)=
9 a escol&a de leituras da Sagrada -scritura a serem usadas em circunst4ncias
peculiares 'c%" acima$ n" ;A2)=
9 a %orma de dar a pa3 'c%" acima$ n" C2)=
9 o modo de receber a sagrada Comun&ão 'c%" acima$ n" !A e 2C;)=
9 o material para a con%ecção do altar e das sagradas al%aias$ sobretudo dos vasos
sagrados$ bem como a %orma e a cor das vestes lit7rgicas 'c%" acima$ n" ;!$ ;2A$ ;2E$ ;;E$
;>29;>A)"
Contudo$ Diret:rios ou *nstruç<es pastorais$ consideradas 7teis pelas Con%erDncias
dos Bispos$ ap:s pr2via aprovação da S2 Apost:lica$ poderão ser introdu3idas$ em lugar
apropriado$ no Missal Romano"

;E!" Us mesmas Con%erDncias compete cuidar com especial atenção das traduç<es dos
te,tos bíblicos usados na celebração da Missa" ?ois$ da Sagrada -scritura são lidas as liç<es
e e,plicadas na &omilia$ e cantam9se os salmos$ e 2 de sua inspiração e ba%e+o 0ue surgiram
as preces$ oraç<es e &inos lit7rgicos$ de modo 0ue 2 dela 0ue os atos e sinais recebem a sua
signi%icação!@"
Ose9se uma linguagem 0ue corresponda 8 compreensão dos %i2is e 0ue se adapte 8
proclamação em p7blico$ considerando$ por2m$ as características pr:prias aos diversos
modos de %alar usados nos livros sagrados"

;E2" Compete$ igualmente$ 8s Con%erDncias dos Bispos preparar com muito cuidado a
versão dos demais te,tos$ para 0ue$ garantida a índole de cada língua$ se transmita
plenamente e com %idelidade o sentido do te,to original latino" /a e,ecução deste
empreendimento 2 preciso considerar os diversos gDneros liter1rios usados no Missal$ como
as oraç<es presidenciais$ as antí%onas$ as aclamaç<es$ as respostas$ as preces lit4nicas etc"
Deve9se ter em mente 0ue a tradução dos te,tos não visa primeiramente 8
meditação$ mas$ antes$ 8 proclamação ou ao canto no ato da celebração"
Qaça9se uso de uma linguagem adaptada aos %i2is da respectiva região$ mas 0ue se+a
nobre e dotada de valor liter1rio$ permanecendo sempre a necessidade de alguma cate0uese
sobre o sentido bíblico e cristão de certas palavras ou %rases"
R mel&or 0ue nas regi<es em 0ue se %ala a mesma língua$ se ten&a$ na medida do
possível$ uma s: versão para os te,tos lit7rgicos$ sobretudo para os te,tos bíblicos e para o
Ordin1rio da Missa!@!"

;E;" Tendo em vista o lugar proeminente 0ue o canto recebe na celebração$ como parte
necess1ria ou integrante da liturgia!@2$ compete 8s Con%erDncias dos Bispos aprovar
melodias ade0uadas$ sobretudo para os te,tos do Ordin1rio da Missa$ para as respostas e
aclamaç<es do povo e para celebraç<es peculiares 0ue ocorrem durante o ano lit7rgico"
Cabe9l&es igualmente decidir 0uanto aos gDneros musicais$ melodias e instrumentos
musicais$ 0ue possam ser admitidos no culto divino e$ at2 0ue ponto realmente são
ade0uados ou poderão adaptar9se ao uso sagrado"

;E>" Conv2m 0ue cada diocese ten&a o seu calend1rio e o pr:prio das Missas" A
Con%erDncia dos Bispos$ por sua ve3$ prepare o calend1rio pr:prio da nação$ ou$ em
colaboração com outras Con%erDncias um calend1rio mais amplo$ a ser aprovado pela S2
Apost:lica!@;"
/esta iniciativa deve9se considerar e de%ender ao m1,imo o dia do Sen&or$ como dia
de %esta primordial$ de modo 0ue outras celebraç<es$ a não ser 0ue se+am de m1,ima
import4ncia$ não se l&e antepon&am!@>" *gualmente se cuide 0ue o ano lit7rgico renovado
por decreto do Concílio .aticano ** não se+a obscurecido por elementos secund1rios"
/a elaboração do Calend1rio do país$ se+am indicados 'c%" n" ;B;) os dias das
Rogaç<es e das #uatro TDmporas do ano$ bem como as %ormas e os te,tos para celebr19
las!@@= e ten&am9se em vista outras determinaç<es peculiares"
Conv2m 0ue$ na edição do Missal$ as celebraç<es pr:prias de toda a nação ou de
uma região mais ampla se+am inseridas no devido lugar entre as celebraç<es do calend1rio
geral$ ao passo 0ue as celebraç<es pr:prias de uma região ou de uma diocese ten&am lugar
em ApDndice particular"

;E@" Qinalmente$ se a participação dos %i2is e o seu bem espiritual e,igirem variaç<es e
adaptaç<es mais pro%undas$ para 0ue a sagrada celebração responda 8 índole e 8s tradiç<es
dos diversos povos$ as Con%erDncias dos Bispos podem propJ9las 8 S2 Apost:lica$ segundo o
art" > da Constituição sobre a sagradas (iturgia$ para introdu3i9las com o seu
consentimento$ sobretudo em %avor de povos a 0uem o -vangel&o %oi anunciado mais
recentemente!@A" Observem9se atentamente as normas peculiares emanadas pela *nstrução
6A (iturgia Romana e a *nculturação6!@B"
#uanto ao modo de proceder neste ponto$ observe9se o seguinte5
?rimeiramente se apresente um pro+eto pormenori3ado 8 S2 Apost:lica$ para$ com a
devida autori3ação$ proceder 8 elaboração de cada uma das adaptaç<es"
Depois de estas propostas serem devidamente aprovadas pela S2 Apost:lica$
reali3em9se as e,perimentaç<es nos períodos de tempos e lugares estabelecidos" Se %or o
caso$ esgotado o tempo de e,perimentação$ a Con%erDncia dos Bispos determinar1 a
continuação das adaptaç<es$ apresentando 8 apreciação da S2 Apost:lica uma %ormulação
madura sobre o assunto!@C"

;EA" Contudo$ antes 0ue se dD início a novas adaptaç<es$ sobretudo$ mais pro%undas$
dever9se91 ter o grande cuidado de promover s1bia e ordenadamente a devida %ormação do
clero e dos %i2is= 0ue as %aculdades +1 previstas se+am levadas a e%eito e as normas
pastorais$ correspondentes ao espírito da celebração$ se+am plenamente aplicadas"

;EB" Observe9se tamb2m o princípio$ segundo o 0ual cada *gre+a particular deve estar de
acordo com a *gre+a universal não s: 0uanto 8 doutrina da %2 e os sinais sacramentais$ mas
tamb2m 0uanto aos usos universalmente aceitos pela tradição apost:lica e ininterrupta$ 0ue
devem ser observados não s: para evitar os erros$ mas tamb2m para transmitir a
integridade da %2$ visto 0ue a regra da oração da *gre+a corresponde 8 sua regra da %2!@E"
O Rito Romano constitui uma parte not1vel e preciosa do tesouro lit7rgico e do
patrimJnio da *gre+a cat:lica$ cu+as ri0ue3as contribuem para o bem da *gre+a universal$ a
tal ponto 0ue sua perda gravemente a pre+udicaria"
Tal rito no decorrer dos s2culos não s: conservou os usos lit7rgicos origin1rios da
cidade de Roma$ mas de modo pro%undo$ org4nico e &armonioso integrou tamb2m em si
muitos outros 0ue se derivavam dos costumes e da índole de povos diversos e de di%erentes
*gre+as particulares tanto do Ocidente como do Oriente$ ad0uirindo assim um certo car1ter
supra9regional" /os tempos atuais$ a identidade e a e,pressão unit1ria deste rito encontra9se
nas ediç<es típicas dos livros lit7rgicos promulgados pela autoridade do Sumo ?ontí%ice e nos
correspondentes livros lit7rgicos aprovados pelas Con%erDncias dos Bispos para suas dioceses
e con%irmados pela S2 Apost:lica!A"

;EC" A norma estabelecida pelo Concílio .aticano **$ segundo a 0ual as inovaç<es na
re%orma lit7rgica não se %açam a não ser 0ue a verdadeira e certa utilidade da *gre+a o e,i+a
e tomando a devida cautela de 0ue as novas %ormas de um certo modo brotem como 0ue
organicamente da0uelas 0ue +1 e,istiam!A!$ tamb2m devem aplicar9se 8 inculturação do
pr:prio Rito Romano!A2" Al2m disso$ a inculturação necessita de um tempo prolongado para
0ue$ na precipitação e imprudDncia$ não se pre+udi0ue a autDntica tradição lit7rgica"
Qinalmente$ a busca da inculturação não leva$ de modo algum$ 8 criação de novas
%amílias rituais$ mas ao tentar dar resposta 8s necessidades de determinada cultura o %a3 de
tal modo 0ue as adaptaç<es introdu3idas no Missal ou nos outros livros lit7rgicos não
pre+udi0uem o car1ter proporcionado$ típico do Rito romano!A;"

;EE" Assim pois$ o Missal Romano$ ainda 0ue na diversidade de línguas e em certa
variedade de costumes!A>$ para o %uturo$ dever1 ser conservado como instrumento e sinal
preclaro da integridade e unidade do Rito romano!A@"