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MATERIAL GRIFADO PARA

FACILITAR A MEMORIZAÇÃO

Apresentação

Ingressar na Polícia Federal é um sonho acalentado por muitos brasileiros que buscam
estabilidade, segurança profissional, salários condizentes ou até mesmo a realização de um
sonho almejado desde a infância.
Nesse contexto, no meu contato diário com candidatos a concursos públicos, constantemente
tenho me deparado com pessoas que, apesar da imensa vontade de ingressar na referida
Instituição, possuem dificuldades para estudar e compreender as matérias estabelecidas nos
editais, especialmente com relação à legislação.
Por isso, não é incomum observar candidatos que não conseguem obter todas as leis previstas
no Edital, que utilizam estas normas desatualizadas ou que possuem dificuldades para estudar
o conteúdo em meios eletrônicos.
Sob a perspectiva de facilitar o estudo dos candidatos aos cargos de nível superior e nível
intermediário da Polícia Federal, com base no Edital do referido certame, preparei esta obra
para apresentar a legislação atualizada elencada no Edital.
Também, para facilitar a compreensão e memorização dos assuntos que mais são solicitados em
concursos públicos, tive a oportunidade de destacá-los, nos mesmos moldes do que é realizado
com a utilização de canetas “marca-texto”.
Na opinião de grandes especialistas sobre a preparação para concursos, a utilização de
marcadores de texto facilita a compreensão e memorização do leitor e por isso foram realizadas
as marcações.
Desejo uma boa sorte e que possam fazer bom uso deste material!

Higor Vinicius Nogueira Jorge

Sumário
Apresentação ............................................................................................................................... 0
1 Lei nº 7.102/1983 ....................................................................................................................... 3
2 Lei nº 10.357/2001 ................................................................................................................... 10
3 Lei nº 6.815/1980 ..................................................................................................................... 16
4 Lei nº 10.826/2003 ................................................................................................................... 47
5 Lei nº 12.830/2013 ................................................................................................................... 61

718. de 2008) § 3o Os processos administrativos em curso no âmbito do Departamento de Polícia Federal observarão os requisitos próprios de segurança para as cooperativas singulares de crédito e suas dependências. subagências e seções. requisitos próprios de segurança para as cooperativas singulares de crédito e suas dependências que contemplem.718. caso isso inviabilize economicamente a existência do estabelecimento. de 2008) Esta Lei estabelece regras para estabelecimentos financeiros e para o exercício de atividades de vigilância e transporte de valores realizados por empresas particulares. 1º É vedado o funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores ou movimentação de numerário. (Incluído pela Lei nº 11. e dá outras providências1. DE 20 DE JUNHO DE 1983.718. (Incluído pela Lei nº 11. os seguintes procedimentos: (Incluído pela Lei nº 11. considerando a reduzida circulação financeira. elaborado pelo Ministério da Justiça. (Incluído pela Lei nº 11.718. assim como as cooperativas singulares de crédito e suas respectivas dependências.017. de 2008) III – dispensa de contratação de vigilantes. de 1995) § 1o Os estabelecimentos financeiros referidos neste artigo compreendem bancos oficiais ou privados. de 1995) (Vide art. que não possua sistema de segurança com parecer favorável à sua aprovação. 1 . 16 da Lei 9.102. associações de poupança. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.718. pela Lei nº 11. de 2008) I – dispensa de sistema de segurança para o estabelecimento de cooperativa singular de crédito que se situe dentro de qualquer edificação que possua estrutura de segurança instalada em conformidade com o art. sociedades de crédito. de 2008) § 2o O Poder Executivo estabelecerá. (Incluído pela Lei nº 11. postos de atendimento. 2o desta Lei.102/1983 LEI Nº 7. (Redação dada pela Lei 9.017.718. caixas econômicas. suas agências. desde que detalhadas todas as suas dependências. na forma desta lei. entre outros. de 2008) II – necessidade de elaboração e aprovação de apenas um único plano de segurança por cooperativa singular de crédito. estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores. (Renumerado do parágrafo único com nova redação. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros.1 Lei nº 7. faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art.

o serviço de vigilância ostensiva poderá ser desempenhado pelas Polícias Militares. de 1995) (Vide art. II . Parágrafo único. e III . de 1995) Art.O sistema de segurança referido no artigo anterior inclui pessoas adequadamente preparadas. será obrigatoriamente efetuado em veículo especial da própria instituição ou de empresa especializada.017. e. 16 da Lei 9.por empresa especializada contratada. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. de 1995) Art. 3º A vigilância ostensiva e o transporte de valores serão executados: (Redação dada pela Lei 9. de 1995) Art.cabina blindada com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. (Revogado pela Lei 9. permitindo sua perseguição. assim chamadas vigilantes. compete ao Ministério da Justiça: (Redação dada pela Lei 9. 4º O transporte de numerário em montante superior a vinte mil Ufir. de 1995) Parágrafo único. de 1995) II . 20.017.017. desde que organizado e preparado para tal fim. (Redação dada pela Lei 9. com pessoal próprio. 5º O transporte de numerário entre sete mil e vinte mil Ufirs poderá ser efetuado em veículo comum.017.017.017. de 1995) I .artefatos que retardem a ação dos criminosos.017.017. de 1995) I . de 1995) Art. de 1995) II .Art. 6º Além das atribuições previstas no art.fiscalizar os estabelecimentos financeiros quanto ao cumprimento desta lei. (Redação dada pela Lei 9.pelo próprio estabelecimento financeiro.017. eletrônicos e de filmagens que possibilitem a identificação dos assaltantes. alarme capaz de permitir. mais um dos seguintes dispositivos: I . comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição. à autoridade que autoriza o seu funcionamento. a critério do Governo da respectiva Unidade da Federação. aprovado em curso de formação de vigilante autorizado pelo Ministério da Justiça e cujo sistema de segurança tenha parecer favorável à sua aprovação emitido pelo Ministério da Justiça. (Redação dada pela Lei 9. identificação ou captura. 2º . com a presença de dois vigilantes. (Redação dada pela Lei 9. (Redação dada pela Lei 9.017. pelo estabelecimento financeiro.equipamentos elétricos. de 1995) . empresa de vigilância ou órgão policial mais próximo. (Redação dada pela Lei 9.017. com segurança.encaminhar parecer conclusivo quanto ao prévio cumprimento desta lei. Nos estabelecimentos financeiros estaduais. pelo menos. ou (Redação dada pela Lei 9.

Art. em favor de estabelecimentos financeiros. das exigências previstas nesta Lei.advertência.proceder à vigilância patrimonial das instituições financeiras e de outros estabelecimentos. além das hipóteses previstas nos incisos do caput deste artigo. de mil a vinte mil Ufirs. São considerados como segurança privada as atividades desenvolvidas em prestação de serviços com a finalidade de: (Redação dada pela Lei nº 8. vigilância e transporte de valores. (Redação dada pela Lei 9. 9º . de 1994) § 2º As empresas especializadas em prestação de serviços de segurança. II .017. Art. de 1995) III . de 1995) (Vide art. de 1994) I .(Incluído pela Lei nº 8. 7º O estabelecimento financeiro que infringir disposição desta lei ficará sujeito às seguintes penalidades. e órgãos e empresas públicas. além dos requisitos mínimos de segurança. Parágrafo único . de 1995) Art 8º .Nenhuma sociedade seguradora poderá emitir.Nos seguros contra roubo e furto qualificado de estabelecimentos financeiros.aplicar aos estabelecimentos financeiros as penalidades previstas nesta lei.017. de 1995) Art. serão concedidos descontos sobre os prêmios aos segurados que possuírem. de 1995) I . 16 da Lei 9. de 1994) . apólice de seguros que inclua cobertura garantindo riscos de roubo e furto qualificado de numerário e outros valores.017.multa. Para a execução da competência prevista no inciso I. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator:(Redação dada pela Lei 9.As apólices com infringência do disposto neste artigo não terão cobertura de resseguros pelo Instituto de Resseguros do Brasil. poderão se prestar ao exercício das atividades de segurança privada a pessoas. § 1º Os serviços de vigilância e de transporte de valores poderão ser executados por uma mesma empresa. outros meios de proteção previstos nesta Lei.017.realizar o transporte de valores ou garantir o transporte de qualquer outro tipo de carga. (Redação dada pela Lei 9. (Redação dada pela Lei 9. de 1995) II . industriais. a estabelecimentos comerciais. de prestação de serviços e residências. a entidades sem fins lucrativos. pelo segurado. constituídas sob a forma de empresas privadas. 10. na forma de seu regulamento.017.III . (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 8. bem como a segurança de pessoas físicas.interdição do estabelecimento. o Ministério da Justiça poderá celebrar convênio com as Secretarias de Segurança Pública dos respectivos Estados e Distrito Federal. (Redação dada pela Lei 9. sem comprovação de cumprimento.863.017.863. públicos ou privados. Parágrafo único.863.

§ 3º Serão regidas por esta lei. 11 . é o empregado contratado para a execução das atividades definidas nos incisos I e II do caput e §§ 2º. e II . o vigilante preencherá os seguintes requisitos: I . pelos regulamentos dela decorrentes e pelas disposições da legislação civil.A propriedade e a administração das empresas especializadas que vierem a se constituir são vedadas a estrangeiros. de 1995) Art. de 1994) Art. VI .863. realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado nos termos desta lei.ter sido aprovado em exame de saúde física. Territórios e Distrito Federal: I . as empresas definidas no parágrafo anterior. 14 . e VII .863. . 10. trabalhista. O capital integralizado das empresas especializadas não pode ser inferior a cem mil Ufirs.ser brasileiro. para execução dessas atividades. para os efeitos desta lei.017. de 1994) § 4º As empresas que tenham objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores.863. 13. 3º e 4º do art. de 1994) V . Art. 15. que utilizem pessoal de quadro funcional próprio. II . Art.estar quite com as obrigações eleitorais e militares. Parágrafo único . IV . ficam obrigadas ao cumprimento do disposto nesta lei e demais legislações pertinentes.863. Vigilante. (Redação dada pela Lei nº 8.autorização de funcionamento concedida conforme o art. (Redação dada pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 8. 12 . (Incluído pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei 9. previdenciária e penal.ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau.São condições essenciais para que as empresas especializadas operem nos Estados. 16 . comercial. mental e psicotécnico.O requisito previsto no inciso III deste artigo não se aplica aos vigilantes admitidos até a publicação da presente Lei. III . Território ou Distrito Federal. em curso de formação de vigilante.Para o exercício da profissão.não ter antecedentes criminais registrados. de 1994) Art.ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. Art. 20 desta Lei.Os diretores e demais empregados das empresas especializadas não poderão ter antecedentes criminais registrados.comunicação à Secretaria de Segurança Pública do respectivo Estado.ter sido aprovado.

16.184. IV .seguro de vida em grupo.863. V . de 1995) I .autorizar a aquisição e a posse de armas e munições.prisão especial por ato decorrente do serviço. Art.Art. 17. feito pela empresa empregadora. 20.aprovar uniforme. (Incluído pela Lei nº 8.fixar o currículo dos cursos de formação de vigilantes. quando em serviço.fixar a natureza e a quantidade de armas de propriedade das empresas especializadas e dos estabelecimentos financeiros.017. II .porte de arma. Cabe ao Ministério da Justiça.rever anualmente a autorização de funcionamento das empresas elencadas no inciso I deste artigo.fiscalizar as empresas e os cursos mencionados dos no inciso anterior. X . VII . 19 .fixar o número de vigilantes das empresas especializadas em cada unidade da Federação. VIII . por intermédio do seu órgão competente ou mediante convênio com as Secretarias de Segurança Pública dos Estados e Distrito Federal: (Redação dada pela Lei 9. que se fará após a apresentação dos documentos comprobatórios das situações enumeradas no art. IV . III . 23 desta Lei. VI . e IX . O exercício da profissão de vigilante requer prévio registro no Departamento de Polícia Federal.O vigilante usará uniforme somente quando em efetivo serviço. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. 18 . Art. de 1994) .É assegurado ao vigilante: I .uniforme especial às expensas da empresa a que se vincular.fiscalizar e controlar o armamento e a munição utilizados.conceder autorização para o funcionamento: a) das empresas especializadas em serviços de vigilância.aplicar às empresas e aos cursos a que se refere o inciso I deste artigo as penalidades previstas no art. e c) dos cursos de formação de vigilantes. b) das empresas especializadas em transporte de valores. II . III .

proibição temporária de funcionamento. Parágrafo único . quando em serviço. 16 ou 20.Incorrerão nas penas previstas neste artigo as empresas e os estabelecimentos financeiros responsáveis pelo extravio de armas e munições. Art. 25 . Art.Os vigilantes. 23 .das empresas especializadas. conforme a gravidade da infração. e nº 1. Art. II . 26 . e IV .cancelamento do registro para funcionar.017. poderão também utilizar espingarda de uso permitido. em 20 de junho de 1983.As armas destinadas ao uso dos vigilantes serão de propriedade e responsabilidade: I . II . de calibre 12.034.Parágrafo único. 21 . 24 . e as demais disposições em contrário. 162º da Independência e 95º da República. quando empenhados em transporte de valores. de 21 de outubro de 1969. Parágrafo único .O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data de sua publicação.dos estabelecimentos financeiros quando dispuserem de serviço organizado de vigilância. As competências previstas nos incisos I e V deste artigo não serão objeto de convênio.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 22 . de 1995) III .017. (Redação dada pela Lei 9. ou mesmo quando contratarem empresas especializadas. 27 . levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . Art.As empresas especializadas e os cursos de formação de vigilantes que infringirem disposições desta Lei ficarão sujeitos às seguintes penalidades. de fabricação nacional. sob pena de terem suspenso seu funcionamento até que comprovem essa adaptação. Brasília.Será permitido ao vigilante. de 6 de abril de 1970. mediante convênio. de 1995) Art. aplicáveis pelo Ministério da Justiça. Art.multa de quinhentas até cinco mil Ufirs: (Redação dada pela Lei 9.Revogam-se os Decretos-leis nº 1.advertência. pelas Secretarias de Segurança Pública. a contar da data em que entrar em vigor o regulamento da presente Lei. ou.103. portar revólver calibre 32 ou 38 e utilizar cassetete de madeira ou de borracha.As empresas já em funcionamento deverão proceder à adaptação de suas atividades aos preceitos desta Lei no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. Art. JOÃO FIGUEIREDO .

6. de 21.O.1983 .Ibrahim Abi-Ackel Este texto não substitui o publicado no D.U.

Art. transporte. compra. doação. exportação. 4o Para exercer qualquer uma das atividades sujeitas a controle e fiscalização relacionadas no art. promoverá sua atualização. 1o desta Lei e a aplicação das sanções administrativas decorrentes. psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica. venda. em qualquer estado físico. bem como estabelecerá os critérios e as formas de controle. os produtos químicos a serem controlados e. a pessoa física ou jurídica deverá se cadastrar e requerer licença de funcionamento ao Departamento de Polícia Federal. 1o Estão sujeitos a controle e fiscalização. distribuição. DE 27 DE DEZEMBRO DE 2001. cessão. aquisição. Art. embalagem. definirá.2 Lei nº 10. transformação. permuta. 1o . § 1o Aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes. comercialização. § 2o Para efeito de aplicação das medidas de controle e fiscalização previstas nesta Lei.357/2001 LEI No 10. remessa. em portaria. 3o Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. posse. reexportação. produção.2 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. de ofício ou em razão de proposta do Departamento de Polícia Federal. reaproveitamento. independentemente do nome fantasia dado ao produto e do uso lícito a que se destina. todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes. Art. e dá outras providências. reciclagem. armazenamento. psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica. considera-se produto químico as substâncias químicas e as formulações que as contenham. da Secretaria Nacional Antidrogas ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. quando necessário.357. em sua fabricação. Estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes. de acordo com os critérios e as formas a Esta lei estabelece normas sobre o controle exercido pela Polícia Federal na comercialização de substâncias relacionadas com drogas. nas concentrações estabelecidas em portaria. importação. excluindo ou incluindo produtos. 2o O Ministro de Estado da Justiça. empréstimo. 2 . na forma prevista nesta Lei. transferência e utilização. psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde.

que estejam exercendo atividade sujeita a controle e fiscalização. em caráter eventual. 1o desta Lei é obrigada a fornecer ao Departamento de Polícia Federal. 1o e 2o. Art. § 1o As pessoas jurídicas já cadastradas. 6o Todas as partes envolvidas deverão possuir licença de funcionamento. Os documentos que consubstanciam as informações a que se refere este artigo deverão ser arquivados pelo prazo de cinco anos e apresentados ao Departamento de Polícia Federal quando solicitados. 8o A pessoa jurídica que realizar qualquer uma das atividades a que se refere o art. nos termos dos arts. 6o e dos procedimentos adotados pelos demais órgãos competentes. periodicamente. 4o deverá requerer. 11. Art. Art. A pessoa física ou jurídica que. A pessoa física ou jurídica que exerça atividade sujeita a controle e fiscalização deverá informar ao Departamento de Polícia Federal. 12. Parágrafo único. nos casos previstos em portaria. 5o A pessoa jurídica referida no caput do art. Art. Constitui infração administrativa: I – deixar de cadastrar-se ou licenciar-se no prazo legal. deverão providenciar seu recadastramento junto ao Departamento de Polícia Federal. 9o Os modelos de mapas e formulários necessários à implementação das normas a que se referem os artigos anteriores serão publicados em portaria ministerial. Art. . qualquer suspeita de desvio de produto químico a que se refere esta Lei. § 2o A pessoa física ou jurídica que. 10. no prazo de trinta dias a partir da data da suspensão ou da mudança de atividade. a Renovação da Licença de Funcionamento para o prosseguimento de suas atividades. deverá providenciar o seu cadastro junto ao Departamento de Polícia Federal e requerer autorização especial para efetivar as suas operações. necessitar exercer qualquer uma das atividades sujeitas a controle e fiscalização. 2o. por qualquer motivo. será necessária autorização prévia do Departamento de Polícia Federal.serem estabelecidas na portaria a que se refere o art. sem prejuízo do disposto no art. Art. independentemente das demais exigências legais e regulamentares. exceto quando se tratar de quantidades de produtos químicos inferiores aos limites a serem estabelecidos em portaria do Ministro de Estado da Justiça. exportar ou reexportar os produtos químicos sujeitos a controle e fiscalização. na forma a ser estabelecida em regulamento. Art. suspender o exercício de atividade sujeita a controle e fiscalização ou mudar de atividade controlada deverá comunicar a paralisação ou alteração ao Departamento de Polícia Federal. 7o Para importar. no prazo máximo de vinte e quatro horas. as informações sobre suas operações. Art. anualmente.

VI – exercer atividade sujeita a controle e fiscalização com pessoa física ou jurídica não autorizada ou em situação irregular. quando solicitado. bem como a suspensão ou mudança de atividade sujeita a controle e fiscalização. 14. VIII – importar. em local visível da embalagem e do rótulo. XI – deixar de informar no laudo técnico. qualquer alteração cadastral ou estatutária a partir da data do ato aditivo. notas fiscais. no prazo de trinta dias. XII – deixar de comunicar ao Departamento de Polícia Federal furto. nos termos desta Lei. a concentração do produto químico controlado. IV – deixar de apresentar ao órgão fiscalizador. e XIII – dificultar. exportar ou reexportar produto químico controlado. notas fiscais. 13. ou prestá-las com dados incompletos ou inexatos. sem autorização prévia. rótulos e embalagens de produtos químicos controlados visando a burlar o controle e a fiscalização.II – deixar de comunicar ao Departamento de Polícia Federal. V – exercer qualquer das atividades sujeitas a controle e fiscalização. X – adulterar laudos técnicos. Art. . II – apreensão do produto químico encontrado em situação irregular. sem a devida Licença de Funcionamento ou Autorização Especial do órgão competente. III – omitir as informações a que se refere o art. no prazo de quarenta e oito horas. sem prévia comunicação ao órgão competente. a ação do órgão de controle e fiscalização. III – suspensão ou cancelamento de licença de funcionamento. quando for o caso. manifestos e outros documentos de controle. ou nota fiscal. sujeitará os infratores às seguintes medidas administrativas. IX – alterar a composição de produto químico controlado. VII – deixar de informar qualquer suspeita de desvio de produto químico controlado. aplicadas cumulativa ou isoladamente: I – advertência formal. para fins ilícitos. de qualquer maneira. Art. Os procedimentos realizados no exercício da fiscalização deverão ser formalizados mediante a elaboração de documento próprio. O descumprimento das normas estabelecidas nesta Lei. 8o desta Lei. independentemente de responsabilidade penal. roubo ou extravio de produto químico controlado e documento de controle.

00 (um milhão. III – as entidades particulares de caráter assistencial.IV – revogação da autorização especial. Fica instituída a Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos. estadual e municipal. filantrópico e sem fins lucrativos que comprovem essa condição na forma da lei específica em vigor. § 1o Sanadas as irregularidades. Art. 1o desta Lei. II – as instituições públicas de ensino. § 2o Os produtos químicos que não forem regularizados e restituídos no prazo e nas condições estabelecidas neste artigo serão destruídos. 17. § 3o Em caso de risco iminente à saúde pública ou ao meio ambiente. a quantidade dos produtos químicos encontrados em situação irregular e as circunstâncias em que ocorreram os fatos. cento e vinte e oito reais e vinte centavos) a R$ 1. § 1o Na dosimetria da medida administrativa. a natureza da infração. a conduta do infrator.100. e V – multa de R$ 2. o recolhimento do valor total da multa arbitrada poderá ser feito em até cinco parcelas mensais e consecutivas. . 15. A pessoa física ou jurídica que cometer qualquer uma das infrações previstas nesta Lei terá prazo de trinta dias. sem prejuízo da aplicação de medidas administrativas previstas no art. alienados ou doados pelo Departamento de Polícia Federal a instituições de ensino.20 (dois mil. após trânsito em julgado da decisão proferida no respectivo processo administrativo. pesquisa e saúde. 18. sessenta e quatro mil e cem reais). serão consideradas a situação econômica. § 3o Das sanções aplicadas caberá recurso ao Diretor-Geral do Departamento de Polícia Federal. São isentos do pagamento da Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos. 16. sem prejuízo das demais obrigações previstas nesta Lei: I – os órgãos da Administração Pública direta federal.064. 14. na forma e prazo estabelecidos em regulamento. o órgão fiscalizador poderá dar destinação imediata aos produtos químicos apreendidos. a reincidência. a contar da data da fiscalização.128. São sujeitos passivos da Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos as pessoas físicas e jurídicas que exerçam qualquer uma das atividades sujeitas a controle e fiscalização de que trata o art. para sanar as irregularidades verificadas. pesquisa ou saúde pública. Art. Art. Art. os produtos químicos eventualmente apreendidos serão devolvidos ao seu legítimo proprietário ou representante legal. § 2o A critério da autoridade competente. 1o desta Lei. cujo fato gerador é o exercício do poder de polícia conferido ao Departamento de Polícia Federal para controle e fiscalização das atividades relacionadas no art.

Art. 22. e c. 20. Art. Art. 21. O Fundo Nacional Antidrogas destinará oitenta por cento dos recursos relativos à cobrança da Taxa. Ficam revogados os arts. Parágrafo único. quando se tratar de microempresa.00 (um mil reais) para: a. 1o a 13 e 18 da Lei no 9. referidos no caput deste artigo. . emissão de segunda via de Certificado de Registro Cadastral. b.00 (cinqüenta reais) para: a. renovação de Licença de Funcionamento. quando se tratar de filial de empresa já cadastrada. II . ao Departamento de Polícia Federal. e b. emissão de Autorização Especial.017. emissão de Certificado de Licença de Funcionamento.quarenta por cento. e c. Art. emissão de segunda via de Certificado de Licença de Funcionamento.00 (quinhentos reais) para: a. emissão de Certificado de Registro Cadastral. emissão de segunda via de Autorização Especial. III – no valor de R$ 50. 23. A Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos é devida pela prática dos seguintes atos de controle e fiscalização: I – no valor de R$ 500. Art. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. III . Os valores constantes dos incisos I e II deste artigo serão reduzidos de: I .cinqüenta por cento. Parágrafo único. b. alteração de Registro Cadastral. de 30 de março de 1995. A Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos será recolhida nos prazos e nas condições estabelecidas em ato do Departamento de Polícia Federal. quando se tratar de empresa de pequeno porte.000. à aplicação de multa e à alienação de produtos químicos. II – no valor de R$ 1.setenta por cento. à aplicação de multa e à alienação de produtos químicos previstas nesta Lei constituem receita do Fundo Nacional Antidrogas – FUNAD. Os recursos relativos à cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos. para o reaparelhamento e custeio das atividades de controle e fiscalização de produtos químicos e de repressão ao tráfico ilícito de drogas. 19.

2001 CARDOSO .O.U. 180o da Independência e 113o da República. de 28. FERNANDO Aloysio Nunes Ferreira Filho HENRIQUE Este texto não substitui o publicado no D.Brasília. 27 de dezembro de 2001.12.

3 ESTA LEI FOI REPUBLICADA PELA DETERMINAÇÃO DO ARTIGO 11. aos interesses políticos. resguardados os interesses nacionais. cria o Conselho Nacional de Imigração. VI . a sua prorrogação ou transformação ficarão sempre condicionadas aos interesses nacionais.de turista.12. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.964. qualquer estrangeiro poderá. satisfeitas as condições desta Lei. DA LEI Nº 6. entrar e permanecer no Brasil e dele sair. TÍTULO Da Admissão. II I .de cortesia.permanente. TÍTULO Da Aplicação I Art. Entrada e Impedimento CAPÍTULO Da Admissão Art. III . DE 19 DE AGOSTO DE 1980. II . Art.815/1980 LEI Nº 6. à organização institucional.oficial. e VII .815.temporário. 3º A concessão do visto. Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil.diplomático. 1° Em tempo de paz.de trânsito. IV . sócio-econômicos e culturais do Brasil. 3 A norma trata do estrangeiro que ingressa no país e cria o Conselho Nacional de Imigração.1981. 2º Na aplicação desta Lei atender-se-á precipuamente à segurança nacional.3 Lei nº 6. DE 09. bem assim à defesa do trabalhador nacional. 4º Ao estrangeiro que pretenda entrar no território nacional poderá ser concedido visto: I . faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. V .

fixado pelo Ministério das Relações Exteriores. sendo responsável. em todos os casos. 11. 5º Serão fixados em regulamento os requisitos para a obtenção dos vistos de entrada previstos nesta Lei. ao turista nacional de país que dispense ao brasileiro idêntico tratamento. Parágrafo único. por ocasião do embarque.menor de 18 (dezoito) anos. Poderá ser dispensada a exigência de visto. A reciprocidade prevista neste artigo será. 10. sem prejuízo do disposto no artigo 125. Art. 12. tenha de entrar em território nacional. II . observado o disposto no artigo 7º. desacompanhado do responsável legal ou sem a sua autorização expressa.condenado ou processado em outro país por crime doloso. Art. 9º O visto de turista poderá ser concedido ao estrangeiro que venha ao Brasil em caráter recreativo ou de visita. Art. no exterior. IV . 8º O visto de trânsito poderá ser concedido ao estrangeiro que. que só se interrompa para as escalas obrigatórias do meio de transporte utilizado.que não satisfaça às condições de saúde estabelecidas pelo Ministério da Saúde. ou autorização de permanência no território nacional.Parágrafo único. O prazo de validade do visto de turista será de até cinco anos. a documentação exigida. A empresa transportadora deverá verificar. para atingir o país de destino. assim considerado aquele que não tenha finalidade imigratória. Art. Art. § 2° Não se exigirá visto de trânsito ao estrangeiro em viagem contínua.considerado nocivo à ordem pública ou aos interesses nacionais. 7º Não se concederá visto ao estrangeiro: I . Art. § 1º O visto de trânsito é válido para uma estada de até 10 (dez) dias improrrogáveis e uma só entrada.anteriormente expulso do País. prevista no artigo anterior. passível de extradição segundo a lei brasileira. O visto é individual e sua concessão poderá estender-se a dependentes legais. Art. III . nem intuito de exercício de atividade remunerada. ou V . 6º A posse ou a propriedade de bens no Brasil não confere ao estrangeiro o direito de obter visto de qualquer natureza. pela saída do estrangeiro. salvo se a expulsão tiver sido revogada. no caso de irregularidade apurada no momento da entrada. que observará o prazo de estada do turista fixado nesta Lei. e proporcionará . dentro de critérios de reciprocidade. Art. estabelecida mediante acordo internacional. item VI.

televisão ou agência noticiosa estrangeira. propiciar mão-de-obra especializada aos vários setores da economia nacional.múltiplas entradas no País. V . visando à Política Nacional de Desenvolvimento em todos os aspectos e. será de até noventa dias. Art. e nos demais.964. sob regime de contrato ou a serviço do Governo brasileiro.964. prorrogáveis por igual período. de até um ano. do contrato.em viagem de negócios. A imigração objetivará. de 09/12/81) Art.na condição de cientista. No caso do item IV do artigo 13 o prazo será de até 1 (um) ano. (Incluído pela Lei nº 6. no caso do inciso VII. o correspondente à duração da missão. de 09/12/81) . de 09/12/81) Parágrafo único. visado pelo Ministério do Trabalho. salvo o disposto no parágrafo único deste artigo. técnico ou profissional de outra categoria. 16. à assimilação de tecnologia e à captação de recursos para setores específicos. revista. prorrogável. primordialmente. rádio. ou da prestação de serviços. professor. II . VII . totalizando o máximo de cento e oitenta dias por ano. com estadas não excedentes a noventa dias. O prazo de estada no Brasil.na condição de correspondente de jornal.em viagem cultural ou em missão de estudos. mediante prova do aproveitamento escolar e da matrícula. VI . O visto temporário poderá ser concedido ao estrangeiro que pretenda vir ao Brasil: I . (Redação dada pela Lei nº 6. 14. (Redação dada pela Lei nº 9. Parágrafo único.na condição de ministro de confissão religiosa ou membro de instituto de vida consagrada e de congregação ou ordem religiosa.964. ao aumento da produtividade. em especial.na condição de estudante. 13. nos casos dos incisos II e III do art.na condição de artista ou desportista. 13. III . IV . O visto permanente poderá ser concedido ao estrangeiro que pretenda se fixar definitivamente no Brasil. 15. de 10/07/95) Art. (Redação dada pela Lei nº 6. salvo no caso de comprovada prestação de serviço ao Governo brasileiro. observado o disposto na legislação trabalhista. comprovada perante a autoridade consular. Art. quando for o caso. Ao estrangeiro referido no item III ou V do artigo 13 só se concederá o visto se satisfizer às exigências especiais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Imigração e for parte em contrato de trabalho.076.

além dos requisitos referidos no artigo 5º. ainda. as exigências de caráter especial previstas nas normas de seleção de imigrantes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Imigração. Para obter visto permanente o estrangeiro deverá satisfazer. A validade para a utilização de qualquer dos vistos é de 90 (noventa) dias. da Justiça e da Fazenda. O Ministério das Relações Exteriores definirá os casos de concessão. por prazo nãosuperior a 5 (cinco) anos. Carteira de Trabalho e Previdência Social. será fornecido documento especial que o identifique e caracterize a sua condição. A entrada no território nacional far-se-á somente pelos locais onde houver fiscalização dos órgãos competentes dos Ministérios da Saúde. oficial ou diplomático. 17. Art. III . 20. por igual prazo. 22. Art.os vistos de cortesia. respeitados os interesses da segurança nacional. e. Pela concessão de visto cobrar-se-ão emolumentos consulares. 19. temporário ou de turista. domiciliado em cidade contígua ao território nacional. ressalvados: I . 23. Art. . (Redação dada pela Lei nº 12. bem como pela retirada dos mesmos do território nacional. ao exercício de atividade certa e à fixação em região determinada do território nacional. § 1º Ao estrangeiro. Parágrafo único. de 2009). quando for o caso. A concessão do visto permanente poderá ficar condicionada. pela manutenção e demais despesas do passageiro em viagem contínua ou do tripulante que não estiver presente por ocasião da saída do meio de transporte. § 2º Os documentos referidos no parágrafo anterior não conferem o direito de residência no Brasil. Ao natural de país limítrofe. II .134. se concedidos a titulares de passaporte diplomático ou de serviço. prorrogação ou dispensa dos vistos diplomáticos. referido neste artigo. poder-se-á permitir a entrada nos municípios fronteiriços a seu respectivo país. 18. oficial e de cortesia. que pretenda exercer atividade remunerada ou freqüentar estabelecimento de ensino naqueles municípios. contados da data de sua concessão. O transportador ou seu agente responderá.os regulados por acordos que concedam gratuidade. 21. a qualquer tempo. Art. nem autorizam o afastamento dos limites territoriais daqueles municípios. cobrando-se os emolumentos devidos.os vistos de trânsito. aplicando-se esta exigência somente a cidadãos de países onde seja verificada a limitação recíproca. CAPÍTULO Da Entrada II Art. desde que apresente prova de identidade. Art.Art. podendo ser prorrogada pela autoridade consular uma só vez.

Parágrafo único. de 09/12/81) Art. além dos deveres que lhe forem impostos pelo Direito Internacional. O visto concedido pela autoridade consular configura mera expectativa de direito. sem prévia autorização do Ministério da Justiça. que lhe assegure a manutenção. Art. podendo a entrada. CAPÍTULO Do Impedimento III Art. não poderá reentrar sem efetuar o seu pagamento. ou a inconveniência de sua presença no território nacional. O estrangeiro admitido no território nacional na condição de asilado político ficará sujeito. § 2º O impedimento de qualquer dos integrantes da família poderá estender-se a todo o grupo familiar. O asilado não poderá sair do País sem prévia autorização do Governo brasileiro. Nenhum estrangeiro procedente do exterior poderá afastar-se do local de entrada e inspeção. sem que o seu documento de viagem e o cartão de entrada e saída hajam sido visados pelo órgão competente do Ministério da Justiça. Não poderá ser resgatado no Brasil. A empresa transportadora responde. § 1º O estrangeiro que se tiver retirado do País sem recolher a multa devida em virtude desta Lei. mediante termo de responsabilidade firmado pelo representante da empresa transportadora. 26. a cumprir as disposições da legislação vigente e as que o Governo brasileiro lhe fixar. TÍTULO Da Condição de Asilado III Art. 25. acrescido de correção monetária. pela saída do clandestino e do impedido. a qualquer tempo. Na impossibilidade da saída imediata do impedido ou do clandestino. Art. A inobservância do disposto neste artigo importará na renúncia ao asilo e impedirá o reingresso nessa condição. (Redação dada pela Lei nº 6. a estada ou o registro do estrangeiro ser obstado ocorrendo qualquer dos casos do artigo 7º. prorrogável por igual período. 27. Parágrafo único. 28. TÍTULO Do Registro e suas Alterações CAPÍTULO Do Registro IV I . fixados o prazo de estada e o local em que deva permanecer o impedido. 29.Art. 24.964. a critério do Ministério da Justiça. o Ministério da Justiça poderá permitir a sua entrada condicional. o bilhete de viagem do estrangeiro que tenha entrado no território nacional na condição de turista ou em trânsito. ficando o clandestino custodiado pelo prazo máximo de 30 (trinta) dias.

964. serão os constantes do documento de viagem. 33. deverá. e a identificar-se pelo sistema datiloscópico. igualmente. Parágrafo único. Art. Ao titular do visto temporário previsto no inciso VII do art. 35. proceder ao registro mencionado neste artigo sempre que sua estada no Brasil deva ser superior a 90 (noventa) dias. oficial ou diplomático.Art. não excederá a um ano. O estrangeiro titular de passaporte de serviço. O nome e a nacionalidade do estrangeiro. podendo ser cancelada a critério do Ministério da Justiça. dentro dos trinta dias seguintes à entrada ou à concessão do asilo. 16). O titular de visto diplomático. Art.964. 32. Parágrafo único. oficial ou diplomático. 31. Art. oficial ou de cortesia. A prorrogação do prazo de estada do turista não excederá a 90 (noventa) dias. salvo nos casos de asilado ou de titular de visto de cortesia. Ao estrangeiro registrado será fornecido documento de identidade. acreditado junto ao Governo brasileiro ou cujo prazo previsto de estada no País seja superior a 90 (noventa) dias. de temporário (incisos I e de IV a VI do art. do artigo 13. está sujeita ao pagamento da taxa prevista na Tabela de que trata o artigo 130. A prorrogação do prazo de estada do titular do visto temporário. 30. Art. (Renumerado e alterado pela Lei nº 6. poderá ser concedida a prorrogação do prazo de estada no Brasil. de 09/12/81) § 1º. (Incluído pela Lei nº 6. para o efeito de registro. (Incluído pela Lei nº 6. observadas as disposições regulamentares. CAPÍTULO Da Prorrogação do Prazo de Estada II Art. oficial ou diplomático.964. incisos V e VII. 34. (Redação dada pela Lei nº 6. temporário ou asilado e aos titulares de visto de cortesia. 13) ou de asilado é obrigado a registrar-se no Ministério da Justiça.964. de que trata o item VII. de 09/12/81) . Ao estrangeiro que tenha entrado na condição de turista. poderá obter transformação do mesmo para permanente (art. deverá providenciar seu registro no Ministério das Relações Exteriores. de 09/12/81) Art. O estrangeiro admitido na condição de permanente. de 09/12/81) CAPÍTULO Da Transformação dos Vistos III Art. O titular do visto de que trata o artigo 13. 37. que haja entrado no Brasil ao amparo de acordo de dispensa de visto. A emissão de documento de identidade. 13 só poderá ser concedida a transformação após o prazo de dois anos de residência no País. 36. satisfeitas às condições previstas nesta Lei e no seu Regulamento.

Art. se não for efetuado o registro no prazo de noventa dias. 40. (Incluído pela Lei nº 6. A transformação do visto oficial ou diplomático em temporário ou permanente importará na cessação de todas as prerrogativas. Na transformação do visto poder-se-á aplicar o disposto no artigo 18 desta Lei. 13 e 16. 9°.964.se tiver sentido pejorativo ou expuser o titular ao ridículo. É vedada a legalização da estada de clandestino e de irregular. do deferimento do pedido. no Diário Oficial. 10.964. de 09/12/81) Art. (Renumerado pela Lei nº 6. 39.964.se estiver comprovadamente errado. contados da publicação. itens I a IV e VI) e de cortesia.964. e a transformação em permanente. de turista. poderá ter os mesmos transformados para oficial ou diplomático. 41. O nome do estrangeiro. dos vistos de trânsito. de 09/12/81) Parágrafo único. § 1° O pedido de alteração de nome deverá ser instruído com a documentação prevista em Regulamento e será sempre objeto de investigação sobre o comportamento do requerente. Art. Do despacho que denegar a transformação do visto.964. de 09/12/81) CAPÍTULO Da Alteração de Assentamentos IV Art. O titular de quaisquer dos vistos definidos nos artigos 8°.964. (Renumerado pela Lei nº 6. 30). O titular de visto diplomático ou oficial poderá obter transformação desses vistos para temporário (artigo 13. de 09/12/81) I . poderá ser alterado: (Renumerado pela Lei nº 6. (Renumerado pela Lei nº 6. itens I a VI) ou para permanente (artigo 16). se o estrangeiro ultrapassar o prazo legal de estada no território nacional.964. ouvido o Ministério das Relações Exteriores. temporário (artigo 13. 43. . (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Parágrafo único. A transformação de vistos de que tratam os artigos 37 e 39 ficará sem efeito. ou III . A solicitação da transformação de visto não impede a aplicação do disposto no artigo 57. caberá pedido de reconsideração na forma definida em Regulamento. 42.se for de pronunciação e compreensão difíceis e puder ser traduzido ou adaptado à prosódia da língua portuguesa. de 09/12/81) Art. privilégios e imunidades decorrentes daqueles vistos. 38. constante do registro (art. (Renumerado pela Lei nº 6. e satisfeitas as exigências previstas nesta Lei e no seu Regulamento. § 2° Os erros materiais no registro serão corrigidos de ofício. de 09/12/81) Art.§ 2º. II .

só se efetivará se o mesmo estiver devidamente registrado (art. de 09/12/81) I . os dados de identificação do estrangeiro admitido ou matriculado e comunicarão. gerente. (Renumerado pela Lei nº 6. 46. a admissão de estrangeiro a serviço de entidade pública ou privada. ao Ministério da Justiça cópia dos registros de casamento e de óbito de estrangeiro. de 09/12/81) CAPÍTULO Da Atualização do Registro V Art. . Compete ao Ministro da Justiça autorizar a alteração de assentamentos constantes do registro de estrangeiro. de 09/12/81) Art. (Incluído pela Lei nº 6. locatário. o proprietário. a empresa imobiliária. CAPÍTULO Do Cancelamento e do Restabelecimento do Registro VI Art. os dados de identificação do estrangeiro admitido na condição de hóspede. As entidades. (Renumerado pela Lei nº 6. mensalmente. Art.964. à medida que ocorrer. no Brasil. quando requisitados. Salvo o disposto no § 1° do artigo 21. (Renumerado e alterado pela Lei nº 6. quando for o caso. sublocatário ou morador. sublocador ou locatário de imóvel e o síndico de edifício remeterão ao Ministério da Justiça.964. O estrangeiro terá o registro cancelado: (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Parágrafo único.964. de 09/12/81) Art. Os Cartórios de Registro Civil remeterão. de 09/12/81) Art.§ 3° A alteração decorrente de desquite ou divórcio obtido em país estrangeiro dependerá de homologação. remeterá ao Ministério da Justiça os dados de identificação do estrangeiro e os do seu documento de identidade emitido no Brasil. locador. diretor ou acionista controlador. § 4° Poderá ser averbado no registro o nome abreviado usado pelo estrangeiro como firma comercial registrada ou em qualquer atividade profissional. 49.964. 44. Tratando-se de sociedade anônima. (Renumerado pela Lei nº 6. 47.964. sua rescisão ou prorrogação. bem como a suspensão ou cancelamento da matrícula e a conclusão do curso. 48. ou a matrícula em estabelecimento de ensino de qualquer grau. 45. a que se refere este artigo remeterão ao Ministério da Justiça. a providência é obrigatória em relação ao estrangeiro que figure na condição de administrador. O estabelecimento hoteleiro. ao registrar firma de que participe estrangeiro. o término do contrato de trabalho.se obtiver naturalização brasileira. 30). da sentença respectiva.964. de 09/12/81) Parágrafo único. (Renumerado pela Lei nº 6. que dará conhecimento ao Ministério do Trabalho. A Junta Comercial.964.

§ 1° O registro poderá ser restabelecido. a qualquer tempo. de 09/12/81) Parágrafo único.se permanecer ausente do Brasil por prazo superior ao previsto no artigo 51.964. de 09/12/81) § 1° O Ministro da Justiça poderá. TÍTULO Da Saída e do Retorno V Art. A prova da data da saída. (Renumerado pela Lei nº 6. expressamente. pelo órgão competente do Ministério da Justiça. o restabelecimento do registro dependerá. se cessada a causa do cancelamento. 51. no término do prazo de sua estada no território nacional. quando razões de segurança interna aconselharem a medida.se houver transgressão do artigo 18. O estrangeiro registrado como permanente. renunciando. 50.se requerer a saída do território nacional em caráter definitivo. que se ausentar do Brasil.se tiver decretada sua expulsão. no documento de viagem do estrangeiro. § 3° Se da solicitação de que trata o item III deste artigo resultar isenção de ônus fiscal ou financeiro. far-se-á pela anotação aposta. da satisfação prévia dos referidos encargos.se temporário ou asilado.II . e. sempre. VI . § 2º. o ato que estabelecer a exigência disporá sobre o prazo de validade do visto e as condições para a sua concessão. § 3º O asilado deverá observar o disposto no artigo 29. Art. poderá regressar independentemente de visto se o fizer dentro de dois anos. artigo 37.964. estabelecer a exigência de visto de saída. e VII .se ocorrer a transformação de visto de que trata o artigo 42. . § 2° Na hipótese do parágrafo anterior. V . no momento em que o mesmo deixar o território nacional. § 2° Ocorrendo a hipótese prevista no item III deste artigo. ou obtiver a transformação prevista no artigo 39. nos demais casos. ou 99 a 101. para os fins deste artigo. IV . o estrangeiro deverá proceder à entrega do documento de identidade para estrangeiro e deixar o território nacional dentro de 30 (trinta) dias. III . ao direito de retorno previsto no artigo 51. Não se exigirá visto de saída do estrangeiro que pretender sair do território nacional. nos casos do item I ou II. (Renumerado pela Lei nº 6. se o estrangeiro retornar ao território nacional com visto de que trata o artigo 13 ou 16.

se este não se retirar voluntariamente do território nacional no prazo fixado em Regulamento. de 09/12/81) I . Poderá ser concedido passaporte para estrangeiro: (Renumerado pela Lei nº 6. ou não válido para o Brasil. de 09/12/81) .no Brasil: a) ao apátrida e ao de nacionalidade indefinida. temporário ou asilado. (Renumerado pela Lei nº 6. Art. como tal admitido no Brasil. Nos casos de entrada ou estada irregular de estrangeiro. Art. ao cônjuge ou à viúva de brasileiro que haja perdido a nacionalidade originária em virtude do casamento. 55.964. O estrangeiro registrado como temporário. Os documentos de que trata este artigo são de propriedade da União. 56. de 09/12/81) Art. de laissez-passer a estrangeiro registrado no Brasil como permanente. deste artigo. 52. O laissez-passer poderá ser concedido. II . TÍTULO Da Deportação VII Art. poderá regressar independentemente de novo visto. 53. de 10/07/95) TÍTULO Do Documento de Viagem para Estrangeiro VI Art. de 09/12/81) Parágrafo único. 57.Art. de 09/12/81) Parágrafo único. 54. ao estrangeiro portador de documento de viagem emitido por governo não reconhecido pelo Governo brasileiro. (Renumerado pela Lei nº 6. que se ausentar do Brasil. A concessão de passaporte. no Brasil ou no exterior. dependerá de prévia consulta ao Ministério das Relações Exteriores.964. (Renumerado pela Lei nº 6. cabendo a seus titulares a posse direta e o uso regular. no exterior. (Renumerado pela Lei nº 6. será promovida sua deportação. São documentos de viagem o passaporte para estrangeiro e o laissezpasser. do item I.076.964. b) a nacional de país que não tenha representação diplomática ou consular no Brasil. dependerá de audiência prévia do Ministério da Justiça.no Brasil e no exterior. no caso da letra b. (Suprimido pela Lei nº 9.964. c) a asilado ou a refugiado.964. se o fizer dentro do prazo de validade de sua estada no território nacional. Parágrafo único. A concessão. nem representante de outro país encarregado de protegê-lo.

aplicando-se o disposto no artigo 73. 64. (Renumerado pela Lei nº 6.964. 60. a tranqüilidade ou moralidade pública e a economia popular. enquanto não se efetivar a deportação. § 2º. 58. de 09/12/81) TÍTULO Da Expulsão VIII Art. (Renumerado pela Lei nº 6. Não sendo apurada a responsabilidade do transportador pelas despesas com a retirada do estrangeiro. pelo prazo de sessenta dias. de 09/12/81) Parágrafo único. de 09/12/81) . dentro do prazo previsto neste artigo. de 09/12/81) Art. Não se procederá à deportação se implicar em extradição inadmitida pela lei brasileira. 37. (Renumerado pela Lei nº 6. 59. O deportado só poderá reingressar no território nacional se ressarcir o Tesouro Nacional. a prisão poderá ser prorrogada por igual período. 98 a 101. também corrigida. findo o qual será ele posto em liberdade. § 2º Desde que conveniente aos interesses nacionais. de 09/12/81) Art. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Parágrafo único.964. 63. Não sendo exeqüível a deportação ou quando existirem indícios sérios de periculosidade ou indesejabilidade do estrangeiro.964. Sempre que não for possível. O estrangeiro.§ 1º Será igualmente deportado o estrangeiro que infringir o disposto nos artigos 21. § 2º. Art. O estrangeiro poderá ser dispensado de quaisquer penalidades relativas à entrada ou estada irregular no Brasil ou formalidade cujo cumprimento possa dificultar a deportação.964. nem podendo este ou terceiro por ela responder. É passível de expulsão o estrangeiro que. 24. serão as mesmas custeadas pelo Tesouro Nacional.(Renumerado pela Lei nº 6. Art.964. se for o caso. a deportação far-se-á independentemente da fixação do prazo de que trata o caput deste artigo. ou cujo procedimento o torne nocivo à conveniência e aos interesses nacionais. 62. 65. A deportação consistirá na saída compulsória do estrangeiro. poderá ser recolhido à prisão por ordem do Ministro da Justiça. A deportação far-se-á para o país da nacionalidade ou de procedência do estrangeiro. de 09/12/81) Art. Art. (Renumerado pela Lei nº 6. §§ 1º ou 2º do artigo 104 ou artigo 105. com correção monetária. ou para outro que consinta em recebê-lo. das despesas com a sua deportação e efetuar. atentar contra a segurança nacional. 61. determinar-se a identidade do deportando ou obter-se documento de viagem para promover a sua retirada.964. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art. de qualquer forma.964. proceder-se-á à sua expulsão.964. a ordem política ou social. o pagamento da multa devida à época. (Renumerado pela Lei nº 6.

poderá determinar a prisão. do estrangeiro submetido a processo de expulsão e. de 09/12/81) Art. ou de desrespeito à proibição especialmente prevista em lei para estrangeiro. 71. por 90 (noventa) dias. também.964. de 09/12/81) Parágrafo único. (Renumerado pela Lei nº 6. O Ministro da Justiça. o prazo de prisão de que trata a parte final do caput deste artigo ficará interrompido. Em caso de medida interposta junto ao Poder Judiciário que suspenda. a ordem política ou social. de expulsão o estrangeiro que: a) praticar fraude a fim de obter a sua entrada ou permanência no Brasil.964. O Ministro da Justiça.964. de ofício ou acolhendo solicitação fundamentada. assim como nos casos de comércio. c) entregar-se à vadiagem ou à mendicância. Desde que conveniente ao interesse nacional.964. 67. determinará a instauração de inquérito para a expulsão do estrangeiro. 66. (Renumerado pela Lei nº 6. Art. a economia popular. (Renumerado pela Lei nº 6.Parágrafo único. de 09/12/81) Parágrafo único. Caberá exclusivamente ao Presidente da República resolver sobre a conveniência e a oportunidade da expulsão ou de sua revogação. (Renumerado pela Lei nº 6. ainda que haja processo ou tenha ocorrido condenação. não sendo aconselhável a deportação. provisoriamente. a moralidade ou a saúde pública. de ofício. a efetivação do ato expulsório. 70. Nos casos de infração contra a segurança nacional. Compete ao Ministro da Justiça.964. de 09/12/81) Art. assim como da folha de antecedentes penais constantes dos autos. Art. 69. a expulsão do estrangeiro poderá efetivar-se. prorrogá-la por igual prazo. cópia da sentença condenatória de estrangeiro autor de crime doloso ou de qualquer crime contra a segurança nacional. É passível. ou d) desrespeitar proibição especialmente prevista em lei para estrangeiro. até trinta dias após o trânsito em julgado. A medida expulsória ou a sua revogação far-se-á por decreto. dele não se retirar no prazo que lhe for determinado para fazê-lo. o inquérito será sumário e não . Os órgãos do Ministério Público remeterão ao Ministério da Justiça. (Renumerado pela Lei nº 6. 68. recebidos os documentos mencionados neste artigo. posse ou facilitação de uso indevido de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica. a ordem política ou social e a economia popular. de 09/12/81) Parágrafo único. determinar a instauração de inquérito para a expulsão do estrangeiro. a qualquer tempo. Art. Art. para concluir o inquérito ou assegurar a execução da medida. b) havendo entrado no território nacional com infração à lei. até a decisão definitiva do Tribunal a que estiver submetido o feito.

74. Não se concederá a extradição quando: (Renumerado pela Lei nº 6. § 2º. (Renumerado pela Lei nº 6.964.964. de 09/12/81) II . de 09/12/81) Art. e desde que o casamento tenha sido celebrado há mais de 5 (cinco) anos. comprovadamente.excederá o prazo de quinze dias. Verificados o abandono do filho. em lugar designado pelo Ministério da Justiça. TÍTULO Da Extradição IX Art. ou quando prometer ao Brasil a reciprocidade.964. de 09/12/81) Art. ou que tenha o prazo desta vencido. (Renumerado pela Lei nº 6. no Diário Oficial da União. cuja prisão não se torne necessária. dentro do qual fica assegurado ao expulsando o direito de defesa. caberá pedido de reconsideração no prazo de 10 (dez) dias. ou b) filho brasileiro que. Salvo as hipóteses previstas no artigo anterior. cujo prazo não excederá a 90 (noventa) dias.964. esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente. de 09/12/81) Art. 72. ou (Incluído incisos. 73. 77. de 09/12/81) I . (Renumerado pela Lei nº 6. Art. a expulsão poderá efetivar-se a qualquer tempo. permanecerá em liberdade vigiada.964.964. O Ministro da Justiça poderá modificar. A extradição poderá ser concedida quando o governo requerente se fundamentar em tratado. § 1º. Descumprida qualquer das normas fixadas de conformidade com o disposto neste artigo ou no seguinte. O estrangeiro. a contar da publicação do decreto de expulsão. 76. a qualquer tempo. de 09/12/81) . de ofício ou a pedido. de 09/12/81) Art.964. o Ministro da Justiça. poderá determinar a prisão administrativa do estrangeiro. o divórcio ou a separação.quando o estrangeiro tiver: a) Cônjuge brasileiro do qual não esteja divorciado ou separado. e guardará as normas de comportamento que lhe forem estabelecidas. não constituem impedimento à expulsão a adoção ou o reconhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o motivar. de fato ou de direito. (Renumerado pela Lei nº 6.se implicar extradição inadmitida pela lei brasileira. 75.964. as normas de conduta impostas ao estrangeiro e designar outro lugar para a sua residência. de fato ou de direito. de 09/12/81) Parágrafo único. alíneas e §§ pela Lei nº 6. Não se procederá à expulsão: (Renumerado e alterado pela Lei nº 6. (Renumerado e alterado pela Lei nº 6.

de 09/12/81) .o extraditando houver de responder. Art. (Renumerado pela Lei nº 6. Tribunal ou autoridade competente do Estado requerente. § 3° O Supremo Tribunal Federal poderá deixar de considerar crimes políticos os atentados contra Chefes de Estado ou quaisquer autoridades. VI . e VIII .existir sentença final de privação de liberdade. terrorismo. II .o fato que motivar o pedido não for considerado crime no Brasil ou no Estado requerente.I . § 1° A exceção do item VII não impedirá a extradição quando o fato constituir. § 2º Caberá. principalmente. perante Tribunal ou Juízo de exceção. São condições para concessão da extradição: (Renumerado pela Lei nº 6. salvo se a aquisição dessa nacionalidade verificar-se após o fato que motivar o pedido. ao Supremo Tribunal Federal. seqüestro de pessoa. ou estar a prisão do extraditando autorizada por Juiz. V . conexo ao delito político. infração da lei penal comum.964.ter sido o crime cometido no território do Estado requerente ou serem aplicáveis ao extraditando as leis penais desse Estado.se tratar de brasileiro.o Brasil for competente. 79. de 09/12/81) I . terá preferência o pedido daquele em cujo território a infração foi cometida. para julgar o crime imputado ao extraditando. sabotagem. salvo o disposto no artigo 82. 78.a lei brasileira impuser ao crime a pena de prisão igual ou inferior a 1 (um) ano. pelo mesmo fato. no Estado requerente.estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente.o fato constituir crime político. III . Quando mais de um Estado requerer a extradição da mesma pessoa. IV . ou que importem propaganda de guerra ou de processos violentos para subverter a ordem política ou social. e II . ou quando o crime comum. exclusivamente.o extraditando estiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou absolvido no Brasil pelo mesmo fato em que se fundar o pedido.964. bem assim os atos de anarquismo. Art. constituir o fato principal. a apreciação do caráter da infração. segundo suas leis. VII .

de 2013) Art. sucessivamente: I . devidamente instruído. § 2º Nos casos não previstos decidirá sobre a preferência o Governo brasileiro. (Redação dada pela Lei nº 12. ou. cópia dos textos legais sobre o crime. ou conjuntamente com este. O Estado interessado na extradição poderá. a pena e sua prescrição. uma vez superado o óbice apontado. ainda. a data.878. quando previsto em tratado.964. sem prejuízo de renovação do pedido. (Redação dada pela Lei nº 12.o que em primeiro lugar houver pedido a entrega do extraditando. segundo a lei brasileira.878. na sua falta. § 3º Havendo tratado ou convenção com algum dos Estados requerentes. requerer a prisão cautelar do extraditando por via diplomática ou. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2013) § 3o Os documentos indicados neste artigo serão acompanhados de versão feita oficialmente para o idioma português. A extradição será requerida por via diplomática ou.§ 1º Tratando-se de crimes diversos. ao Ministério da Justiça. será encaminhado pelo Ministério da Justiça ao Supremo Tribunal Federal. a identidade do extraditando e. e III . após exame da presença dos pressupostos formais de admissibilidade exigidos nesta Lei ou em tratado. de 2013) Parágrafo único. 80. diretamente ao Ministério da Justiça. 82. após exame da presença dos pressupostos formais de admissibilidade exigidos nesta Lei ou em . (Redação dada pela Lei nº 12. 81. o domiciliar do extraditando. quando previsto em tratado.o Estado requerente em cujo território haja sido cometido o crime mais grave. devendo o pedido ser instruído com a cópia autêntica ou a certidão da sentença condenatória ou decisão penal proferida por juiz ou autoridade competente. a natureza e as circunstâncias do fato criminoso. de 09/12/81) Art. (Redação dada pela Lei nº 12.878.878. Não preenchidos os pressupostos de que trata o caput. terão preferência. O pedido. o pedido será arquivado mediante decisão fundamentada do Ministro de Estado da Justiça.o Estado de origem. II . de 2013) § 1o O pedido deverá ser instruído com indicações precisas sobre o local. de 2013) § 2o O encaminhamento do pedido pelo Ministério da Justiça ou por via diplomática confere autenticidade aos documentos. prevalecerão suas normas no que disserem respeito à preferência de que trata este artigo. se os pedidos forem simultâneos. que. se a gravidade dos crimes for idêntica.878. em caso de urgência e antes da formalização do pedido de extradição. de 2013) Art. (Redação dada pela Lei nº 12. (Redação dada pela Lei nº 6.878. a competência.

878. 83.(Renumerado pela Lei nº 6. mensagem eletrônica ou qualquer outro meio que assegure a comunicação por escrito. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2013) § 4o Caso o pedido não seja formalizado no prazo previsto no § 3o. representará ao Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Lei nº 12. o Relator designará dia e hora para o interrogatório do extraditando e.tratado. a prisão domiciliar. (Redação dada pela Lei nº 12. Art. Efetivada a prisão do extraditando (artigo 81).878. 86. Art. de 2013) Art.878. de 09/12/81) § 1º A defesa versará sobre a identidade da pessoa reclamada. formalizar o pedido de extradição. no prazo de 90 (noventa) dias contado da data em que tiver sido cientificado da prisão do extraditando. (Renumerado pela Lei nº 6. podendo ser apresentado por correio.964. não cabendo recurso da decisão. conforme o caso. A prisão perdurará até o julgamento final do Supremo Tribunal Federal. de 2013) § 3o O Estado estrangeiro deverá. correndo do interrogatório o prazo de dez dias para a defesa.878. de § 1o O pedido de prisão cautelar noticiará o crime cometido e deverá ser fundamentado. 85. de 09/12/81) Art. a requerimento do Procurador-Geral da República. no prazo de sessenta dias da . o extraditando deverá ser posto em liberdade. nem a prisão albergue. poderá converter o julgamento em diligência para suprir a falta no prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias.964. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2013) § 2o O pedido de prisão cautelar poderá ser apresentado ao Ministério da Justiça por meio da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). § 3º O prazo referido no parágrafo anterior correrá da data da notificação que o Ministério das Relações Exteriores fizer à Missão Diplomática do Estado requerente. o Tribunal. decorridos os quais o pedido será julgado independentemente da diligência. defeito de forma dos documentos apresentados ou ilegalidade da extradição. 2013) (Redação dada pela Lei nº 12. não sendo admitidas a liberdade vigiada. 84. Nenhuma extradição será concedida sem prévio pronunciamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal sobre sua legalidade e procedência. Concedida a extradição. § 2º Não estando o processo devidamente instruído. o pedido será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal. fax. Ao receber o pedido. de 09/12/81) Parágrafo único. devidamente instruído com a documentação comprobatória da existência de ordem de prisão proferida por Estado estrangeiro. será o fato comunicado através do Ministério das Relações Exteriores à Missão Diplomática do Estado requerente que. (Renumerado pela Lei nº 6.878. se não o tiver.964. não se admitindo novo pedido de prisão cautelar pelo mesmo fato sem que a extradição haja sido devidamente requerida. dar-lhe-á curador ou advogado.

Se o Estado requerente não retirar o extraditando do território nacional no prazo do artigo anterior. se o motivo da extradição o recomendar. (Renumerado pela Lei nº 6.964.964. será feita com os objetos e instrumentos do crime encontrados em seu poder. sem consentimento do Brasil.de comutar em pena privativa de liberdade a pena corporal ou de morte. (Renumerado pela Lei nº 6. Quando o extraditando estiver sendo processado.de não considerar qualquer motivo político. quanto à última. 89. IV . III .de não ser o extraditando entregue. 93. A entrega do extraditando. por crime punível com pena privativa de liberdade. depois de entregue ao Estado requerente. no Brasil. de 09/12/81) Parágrafo único. O Governo poderá entregar o extraditando ainda que responda a processo ou esteja condenado por contravenção. 88. sem prejuízo de responder a processo de expulsão.de computar o tempo de prisão que. no Brasil. ressalvados. de 09/12/81) Art.964. de 09/12/81) Art.comunicação. a outro Estado que o reclame. Art. deverá retirar o extraditando do território nacional. o disposto no artigo 67. 87.964. e de novo entregue sem outras formalidades. de 09/12/81) Parágrafo único.964. (Renumerado pela Lei nº 6. de acordo com as leis brasileiras e respeitado o direito de terceiro. entretanto. Art. O extraditando que. ou tiver sido condenado. será ele posto em liberdade. de 09/12/81) Art. Art. de 09/12/81) . Não será efetivada a entrega sem que o Estado requerente assuma o compromisso: (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art. A entrega do extraditando ficará igualmente adiada se a efetivação da medida puser em risco a sua vida por causa de enfermidade grave comprovada por laudo médico oficial. a extradição será executada somente depois da conclusão do processo ou do cumprimento da pena. será detido mediante pedido feito diretamente por via diplomática. Os objetos e instrumentos referidos neste artigo poderão ser entregues independentemente da entrega do extraditando. para agravar a pena. (Renumerado pela Lei nº 6. II . escapar à ação da Justiça e homiziar-se no Brasil. (Renumerado pela Lei nº 6. (Renumerado pela Lei nº 6. e V . Negada a extradição. 92.de não ser o extraditando preso nem processado por fatos anteriores ao pedido. (Renumerado pela Lei nº 6. ressalvado.964.964. de 09/12/81) I . foi imposta por força da extradição. ou por ele transitar. 90. 91.964. não se admitirá novo pedido baseado no mesmo fato. os casos em que a lei brasileira permitir a sua aplicação.

98. 95. Aos estrangeiros portadores do visto de que trata o inciso V do art. 100. Salvo motivo de ordem pública. sob regime de contrato. nos termos da Constituição e das leis. é vedado o exercício de atividade remunerada por fonte brasileira. § 1°. o trânsito. para o desempenho de atividade profissional certa. Sempre que lhe for exigido por qualquer autoridade ou seu agente. de 09/12/81) Art. mediante apresentação de documentos comprobatórios de concessão da medida. pelo Ministro da Justiça. ou do artigo 37. ou exercê-la fora daquela região. ouvido o Ministério do Trabalho. 97. de pessoas extraditadas por Estados estrangeiros.964. § 2º. (Incluído pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art. poderá ser permitido. de 09/12/81) TÍTULO Dos Direitos e Deveres do Estrangeiro X Art. ((Renumerado pela Lei nº 6.964.964. mudar de domicílio nem de atividade profissional. salvo autorização expressa do Ministério da Justiça. 94. O estrangeiro admitido na forma do artigo 18. de 09/12/81) Parágrafo único. o estrangeiro deverá exibir documento comprobatório de sua estada legal no território nacional. é vedado estabelecer-se com firma individual. bem assim o da respectiva guarda. 101. O estrangeiro admitido na condição de temporário. (Renumerado pela Lei nº 6. (Renumerado pela Lei nº 6. 99. 45. gerente ou diretor de sociedade comercial ou civil. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art.964. Ao estrangeiro que se encontra no Brasil ao amparo de visto de turista.964. Ao estrangeiro titular de visto temporário e ao que se encontre no Brasil na condição do artigo 21. Para os fins deste artigo e dos artigos 43. Ao titular de visto temporário de que trata o artigo 13. de trânsito ou temporário de que trata o artigo 13.964. item VI. O estrangeiro residente no Brasil goza de todos os direitos reconhecidos aos brasileiros. bem como inscrever-se em entidade fiscalizadora do exercício de profissão regulamentada. 47 e 48.964. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art. O exercício de atividade remunerada e a matrícula em estabelecimento de ensino são permitidos ao estrangeiro com as restrições estabelecidas nesta Lei e no seu Regulamento. de 09/12/81) Parágrafo único. bem como aos dependentes de titulares de quaisquer vistos temporários é vedado o exercício de atividade remunerada. item IV. (Renumerado pela Lei nº 6. 96. Art. não poderá. ou exercer cargo ou função de administrador. de 09/12/81) Art. só poderá exercer atividade junto à entidade pela qual foi contratado. (Renumerado pela Lei nº 6. na oportunidade da concessão do visto. no território nacional. dentro do prazo que lhe for fixado na oportunidade da concessão ou da transformação do visto.Art. 13 é permitida a inscrição temporária em entidade fiscalizadora do exercício de profissão regulamentada.964. o documento deverá ser apresentado no original. e a fixação em região determinada. salvo em .

mediante instrumento internacional firmado com outro Governo que encerre cláusula específica sobre o assunto. mediante autorização do Ministério da Justiça. por viagem não redonda. O portador de visto de cortesia. 106. § 3º Ao titular de quaisquer dos vistos referidos neste artigo não se aplica o disposto na legislação trabalhista brasileira.caso excepcional.ser proprietário. É vedado ao estrangeiro: (Renumerado pela Lei nº 6. O estrangeiro que adquirir nacionalidade diversa da constante do registro (art. organização ou agência internacional de caráter intergovernamental a cujo serviço se encontre no País.964. O estrangeiro registrado é obrigado a comunicar ao Ministério da Justiça a mudança do seu domicílio ou residência. IV . de 09/12/81) Art. orientador intelectual ou administrativo das empresas mencionadas no item anterior.964.964. nos noventa dias seguintes. armador ou comandante de navio nacional. fica responsável pela sua saída do território nacional. de 09/12/81) § 1º O serviçal com visto de cortesia só poderá exercer atividade remunerada a serviço particular de titular de visto de cortesia. salvo em navio de bandeira de seu país. de 09/12/81) I . de 09/12/81) Art. Art. minas e demais recursos minerais e dos potenciais de energia hidráulica. a contar da data em que cessar o vínculo empregatício.964. ouvido o Ministério do Trabalho. e de empresas de televisão e de radiodifusão. (Renumerado pela Lei nº 6. devendo fazê-lo nos 30 (trinta) dias imediatamente seguintes à sua efetivação. sob pena de deportação do mesmo. exploração e aproveitamento das jazidas. sócio ou acionista de sociedade proprietária dessas empresas. 104. deverá. a requerimento do transportador ou do seu agente.obter concessão ou autorização para a pesquisa. (Renumerado pela Lei nº 6. (Renumerado pela Lei nº 6. oficial ou diplomático só poderá exercer atividade remunerada em favor do Estado estrangeiro. prospecção. inclusive nos serviços de navegação fluvial e lacustre. quando necessário. .ser responsável. III . Ao estrangeiro que tenha entrado no Brasil na condição de turista ou em trânsito é proibido o engajamento como tripulante em porto brasileiro. de 09/12/81) Art. oficial ou diplomático. de 09/12/81) Art. no prazo de 30 (trinta) dias. 105. 103.ser proprietário de empresa jornalística de qualquer espécie. a cujo serviço se encontra o serviçal. 102. 30). requerer a averbação da nova nacionalidade em seus assentamentos. § 2º A missão. (Renumerado pela Lei nº 6. mediante autorização prévia do Ministério da Justiça.964. II .964. organização ou pessoa. ou do Governo ou de entidade brasileiros. (Renumerado pela Lei nº 6.

organizar.possuir. passeatas. de idéias. no gozo dos direitos e obrigações previstos no Estatuto da Igualdade. nem se imiscuir. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao português beneficiário do Estatuto da Igualdade ao qual tiver sido reconhecido o gozo de direitos políticos.964. 107. nos negócios públicos do Brasil. de radiotelegrafia e similar. com os fins a que se referem os itens I e II deste artigo. de 09/12/81) I . IX .V . armador ou comandante de navio nacional. mesmo como amador. lagos e canais.organizar desfiles. b) ser proprietário. e também aos estabelecimentos de internação coletiva. junto a compatriotas ou não. inclusive de navegação fluvial e lacustre. exclusivamente entre compatriotas. portos. . aparelho de radiodifusão. criar ou manter sociedade ou quaisquer entidades de caráter político. ainda que tenham por fim apenas a propaganda ou a difusão. Parágrafo único. leiloeiro e despachante aduaneiro. VII . adesão a idéias. § 1º O disposto no item I deste artigo não se aplica aos navios nacionais de pesca. direta ou indiretamente.participar da administração ou representação de sindicato ou associação profissional. programas ou normas de ação de partidos ou facções políticas de qualquer país. e X . III . no sentido de obter. programas ou normas de ação de partidos políticos do país de origem. sendo-lhe especialmente vedado: (Renumerado pela Lei nº 6. salvo reciprocidade de tratamento. apenas lhe é defeso: a) assumir a responsabilidade e a orientação intelectual e administrativa das empresas mencionadas no item II deste artigo.exercer ação individual. ou deles participar. de fundos públicos.prestar assistência religiosa às Forças Armadas e auxiliares. II . VI . Art. VIII .ser corretor de navios. ressalvado o disposto na legislação específica. e c) prestar assistência religiosa às Forças Armadas e auxiliares.ser prático de barras. § 2º Ao português. rios.ser proprietário ou explorador de aeronave brasileira. mediante coação ou constrangimento de qualquer natureza. comícios e reuniões de qualquer natureza. ressalvado o disposto no parágrafo anterior. O estrangeiro admitido no território nacional não pode exercer atividade de natureza política. bem como de entidade fiscalizadora do exercício de profissão regulamentada. manter ou operar.

ser registrado como permanente no Brasil. consideradas as condições do naturalizando. superior a 1 (um) ano. (Renumerado pela Lei nº 6. As entidades mencionadas neste artigo. passar a exercer atividades proibidas ilícitas. 112.964. segundo a lei brasileira. religiosos. impedir a realização. pronúncia ou condenação no Brasil ou no exterior por crime doloso a que seja cominada pena mínima de prisão. bem como participarem de reunião comemorativa de datas nacionais ou acontecimentos de significação patriótica. II . e . São condições para a concessão da naturalização: (Renumerado pela Lei nº 6. abstratamente considerada. É lícito aos estrangeiros associarem-se para fins culturais.capacidade civil. item II. III . imediatamente anteriores ao pedido de naturalização. Art. de 09/12/81) TÍTULO Da Naturalização CAPÍTULO Das Condições XI I Art. de conferências. filiarem-se a clubes sociais e desportivos.Art. (Renumerado pela Lei nº 6.residência contínua no território nacional. 111. V . pelo prazo mínimo de quatro anos. IV . 108. de 09/12/81) Art. se constituídas de mais da metade de associados estrangeiros. beneficentes ou de assistência. depois de registrada. sempre que considerar conveniente aos interesses nacionais. A entidade que houver obtido registro mediante falsa declaração de seus fins ou que. alínea b.bom procedimento.inexistência de denúncia. somente poderão funcionar mediante autorização do Ministro da Justiça.964. O Ministro da Justiça poderá. de 09/12/81) Art. 110. de 09/12/81) I . de 09/12/81) Parágrafo único. a ser instaurado imediatamente. terá sumariamente cassada a autorização a que se refere o parágrafo único do artigo anterior e o seu funcionamento será suspenso por ato do Ministro da Justiça. VI . (Renumerado pela Lei nº 6. até final julgamento do processo de dissolução.964.964. é faculdade exclusiva do Poder Executivo e far-se-á mediante portaria do Ministro da Justiça.964. recreativos. (Renumerado e alterado pela Lei nº 6.exercício de profissão ou posse de bens suficientes à manutenção própria e da família. por estrangeiros. e a quaisquer outras entidades com iguais fins. da Constituição. VII . 109. A concessão da naturalização nos casos previstos no artigo 145.ler e escrever a língua portuguesa. congressos e exibições artísticas ou folclóricas.

em sociedade comercial ou civil. 113 e 114 desta Lei. no Brasil. III . contados da notificação.ser filho de brasileiro. item III.964. sexo. A residência será.recomendar-se por sua capacidade profissional. no do item IV. IV . no mínimo.de cônjuge estrangeiro casado há mais de cinco anos com diplomata brasileiro em atividade. científica ou artística. o prazo de quinze dias.boa saúde. a mil vezes o Maior Valor de Referência.VIII . de um ano. exigindo-se apenas a estada no Brasil por trinta dias. de 09/12/81) § 3º A declaração de nulidade a que se refere o parágrafo anterior processar-se-á administrativamente.de estrangeiro que. poderá ser reduzido se o naturalizando preencher quaisquer das seguintes condições: (Renumerado pela Lei nº 6.964. O estrangeiro que pretender a naturalização deverá requerê-la ao Ministro da Justiça. ou ser industrial que disponha de fundos de igual valor. empregado em Missão Diplomática ou em Repartição Consular do Brasil. Art. de 09/12/81) I . ou possuir cota ou ações integralizadas de montante. 114. de 09/12/81) I . a falsidade ideológica ou material de qualquer dos requisitos exigidos neste artigo ou nos arts. contar mais de 10 (dez) anos de serviços ininterruptos. (Incluído pela Lei nº 6. naturalidade. estado civil. 115.ser proprietário. no Ministério da Justiça.964. filiação. no mínimo. pelo menos. O prazo de residência fixado no artigo 112. ou II .964. de 09/12/81) Art. Dispensar-se-á o requisito da residência. Art. 113. destinada. quando se tratar: (Renumerado pela Lei nº 6.ter filho ou cônjuge brasileiro. cujo valor seja igual. II . ou V . para defesa. de 09/12/81) § 2º verificada. de bem imóvel. à exploração de atividade industrial ou agrícola. declarando: nome por extenso. § 1º não se exigirá a prova de boa saúde a nenhum estrangeiro que residir no País há mais de dois anos. no do item V. será declarado nulo o ato de naturalização sem prejuízo da ação penal cabível pela infração cometida. Parágrafo único.haver prestado ou poder prestar serviços relevantes ao Brasil. e de três anos. de dois anos. nos casos dos itens I a III. (Renumerado e alterado pela Lei nº 6.964. idêntico. (Renumerado pela Lei nº 6. de ofício ou mediante representação fundamentada. a qualquer tempo. . nacionalidade. a juízo do Ministro da Justiça. concedido ao naturalizado. principal e permanentemente.

por intermédio de seu representante legal. poderá ele determinar. de 09/12/81) Art. se satisfaz ao requisito a que alude o artigo 112. ao órgão competente do Ministério da Justiça. desde que requeira a naturalização até 2 (dois) anos após atingir a maioridade. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) § 1º. O dirigente do órgão competente do Ministério da Justiça determinará o arquivamento do pedido. de 09/12/81) Art. Qualquer mudança de nome ou de prenome.964. atestado policial de residência contínua no Brasil e atestado policial de antecedentes. outras diligências. passado pelo serviço competente do lugar de residência no Brasil. estabelecido definitivamente no território nacional. se necessário.964. até dois anos após atingir a maioridade. de 09/12/81) I . de 09/12/81) Parágrafo único. O requerimento de que trata o artigo 115. 117.964. só por exceção e motivadamente será permitida. se o . item VII e se deseja ou não traduzir ou adaptar o seu nome à língua portuguesa.964. mês e ano de nascimento. de 09/12/81) § 2º. que valerá como prova de nacionalidade brasileira até dois anos depois de atingida a maioridade. profissão. radicado definitivamente no território nacional. Recebido o processo pelo dirigente do órgão competente do Ministério da Justiça. (Renumerado pela Lei nº 6. ao Ministro da Justiça. enquanto menor. se requerida a naturalização até 1 (um) ano depois da formatura. lugares onde haja residido anteriormente no Brasil e no exterior. II . (Incluído pela Lei nº 6. requerer ao Ministro da Justiça. O estrangeiro admitido no Brasil durante os primeiros 5 (cinco) anos de vida. mediante autorização do Ministro da Justiça. (Parágrafo único transformado em § 3º pela Lei nº 6. 116. no Distrito Federal. em requerimento dirigido ao Ministro da Justiça. Exigir-se-á a apresentação apenas de documento de identidade para estrangeiro. (Renumerado pela Lei nº 6. Estados e Territórios. posteriormente à naturalização. com parecer. 118. a qualquer das condições previstas no artigo 112 ou 116. § 3º. A petição será assinada pelo naturalizando e instruída com os documentos a serem especificados em regulamento. (Renumerado pela Lei nº 6. quando se tratar de: (Incluído § e incisos pela Lei nº 6. a emissão de certificado provisório de naturalização. o processo deverá ser submetido. confirmar expressamente a intenção de continuar brasileiro. que procederá à sindicância sobre a vida pregressa do naturalizando e opinará quanto à conveniência da naturalização. dirigido ao Ministro da Justiça. cabendo reconsideração desse despacho. A naturalização se tornará definitiva se o titular do certificado provisório. se o naturalizando não satisfizer. de 09/12/81) Parágrafo único.dia. será apresentado. poderá.964. Art. Em qualquer hipótese.estrangeiro que tenha vindo residir no Brasil antes de atingida a maioridade e haja feito curso superior em estabelecimento nacional de ensino.estrangeiro admitido no Brasil até a idade de 5 (cinco) anos.964.964. conforme o caso.

119 e alterado pela Lei nº 6. na sua falta. pelo juiz federal da cidade onde tenha domicílio o interessado. será ela arquivada no órgão competente do Ministério da Justiça. de 09/12/81) CAPÍTULO Dos Efeitos da Naturalização II Art. (Renumerado o art. de 09/12/81) § 2º. A naturalização não extingue a responsabilidade civil ou penal a que o naturalizando estava anteriormente sujeito em qualquer outro país.arquivamento for mantido. o qual será solenemente entregue. (Incluído alterado pela Lei nº 6. de 09/12/81) § 3º. No curso do processo de naturalização. poderá o naturalizando recorrer ao Ministro da Justiça. só produzirá efeitos após a entrega do certificado e confere ao naturalizado o gozo de todos os direitos civis e políticos. 120. A naturalização não importa aquisição da nacionalidade brasileira pelo cônjuge e filhos do naturalizado.964. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) Art. Publicada no Diário Oficial a portaria de naturalização.964.964. (Renumerado pela Lei nº 6. desde que o faça fundamentadamente. o prazo é de trinta dias contados da publicação do ato.964. (Parágrafo único transformado em em § 3º pela Lei nº 6. na forma fixada em Regulamento. Quando não houver juiz federal na cidade em que tiverem domicílio os interessados. de 09/12/81) TÍTULO Das Infrações. em ambos os casos. salvo a hipótese do artigo 116. salvo motivo de força maior. Onde houver mais de um juiz federal. A satisfação das condições previstas nesta Lei não assegura ao estrangeiro direito à naturalização. de 09/12/81) § 1º. Art. de 09/12/81) Art. devidamente comprovado. A naturalização ficará sem efeito se o certificado não for solicitado pelo naturalizando no prazo de doze meses contados da data de publicação do ato. que emitirá certificado relativo a cada naturalizando. a entrega será feita pelo da Primeira Vara.964.(Renumerado pela Lei nº 6. pelo da comarca mais próxima. 124. (Renumerado pela Lei nº 6.964. 121. (Incluído alterado pela Lei nº 6. 122. poderá qualquer do povo impugná-la. Penalidades e seu Procedimento CAPÍTULO Das Infrações e Penalidades XII I . de 09/12/81) Art. a entrega será feita através do juiz ordinário da comarca e. nem autoriza que estes entrem ou se radiquem no Brasil sem que satisfaçam às exigências desta Lei.964.964. A naturalização. 123. de 09/12/81) Art. (Renumerado pela Lei nº 6. 119. excetuados os que a Constituição Federal atribui exclusivamente ao brasileiro nato. 118 para art.964.

por estrangeiro. III .964. (Redação dada pela Lei nº 6.entrar no território nacional sem estar autorizado (clandestino): Pena: deportação. por dia de excesso.demorar-se no território nacional após esgotado o prazo legal de estada: Pena: multa de um décimo do Maior Valor de Referência. até o máximo de 10 (dez) vezes o Maior Valor de Referência. 125.deixar de registrar-se no órgão competente. 98. VI . ou 99 a 101: . dentro do prazo estabelecido nesta Lei (artigo 30): Pena: multa de um décimo do Maior Valor de Referência.transportar para o Brasil estrangeiro que esteja sem a documentação em ordem: Pena: multa de dez vezes o Maior Valor de Referência. de 09/12/81) I . 37.deixar de cumprir o disposto nos artigos 96.Art. VIII . além da responsabilidade pelas despesas com a retirada deste do território nacional. de 09/12/81) VII . 102 e 103: Pena: multa de duas a dez vezes o Maior Valor de Referência.infringir o disposto no artigo 25: Pena: multa de 5 (cinco) vezes o Maior Valor de Referência para o resgatador e deportação para o estrangeiro. sujeitando o infrator às penas aqui cominadas: (Renumerado pela Lei nº 6. IV . Constitui infração. IX . caso não saia no prazo fixado. 24. II . § 2º. por dia de excesso. V .964. X . por estrangeiro.infringir o disposto nos artigos 18.empregar ou manter a seu serviço estrangeiro em situação irregular ou impedido de exercer atividade remunerada: Pena: multa de 30 (trinta) vezes o Maior Valor de Referência.deixar a empresa transportadora de atender à manutenção ou promover a saída do território nacional do clandestino ou do impedido (artigo 27): Pena: multa de 30 (trinta) vezes o Maior Valor de Referência.infringir o disposto nos artigos 21. até o máximo de 10 (dez) vezes o Maior Valor de Referência. 104. §§ 1º ou 2º e 105: Pena: deportação. por estrangeiro. § 2º. e deportação.

poderão ter os respectivos valores aumentados do dobro ao quíntuplo. laissezpasser. XIV . 127.infringir o disposto no artigo 26. visto de saída: Pena: reclusão de 1 (um) a 5 (cinco) anos e. o disposto nos Títulos VII e VIII desta Lei. Parágrafo único. XII . respectivamente. de 09/12/81) CAPÍTULO Do Procedimento para Apuração das Infrações II Art.964. XI . observar-se-á o Código de Processo Penal e. (Renumerado pela Lei nº 6. ou. ou para a obtenção de passaporte para estrangeiro. de 09/12/81) Art. Art.964. (Renumerado pela Lei nº 6. de 09/12/81) TÍTULO Disposições Gerais e Transitórias XIII . conforme se dispuser em Regulamento. As penalidades previstas no item XI. se o infrator for estrangeiro.infringir o disposto nos artigos 45 a 48: Pena: multa de 5 (cinco) a 10 (dez) vezes o Maior Valor de Referência. expulsão. 128. de alteração de assentamentos.Pena: cancelamento do registro e deportação. 126. § 1º ou 64: Pena: deportação e na reincidência. As multas previstas neste Capítulo.infringir ou deixar de observar qualquer disposição desta Lei ou de seu Regulamento para a qual não seja cominada sanção especial: Pena: multa de 2 (duas) a 5 (cinco) vezes o Maior Valor de Referência. de naturalização. se o infrator for estrangeiro. nos casos de reincidência. XVI .964. A infração punida com multa será apurada em processo administrativo. que terá por base o respectivo auto. nos casos de deportação e expulsão.infringir o disposto no artigo 106 ou 107: Pena: detenção de 1 (um) a 3 (três) anos e expulsão. expulsão.fazer declaração falsa em processo de transformação de visto. XV . aplicam-se também aos diretores das entidades referidas no item I do artigo 107. expulsão. de registro.introduzir estrangeiro clandestinamente ou ocultar clandestino ou irregular: Pena: detenção de 1 (um) a 3 (três) anos e. itens XI a XIII. No caso do artigo 125. quando exigido. XIII . (Renumerado pela Lei nº 6.

as emitidas e as que o sejam. (Renumerado pela Lei nº 6. bem como as certidões de que trata o § 2º. O Poder Executivo fica autorizado a firmar acordos internacionais pelos quais.12. de 11 de junho de 1970. do mesmo Decreto. estabeleçam-se as condições para a concessão.964. 131. de 23. Enquanto não for criada a cédula de que trata este artigo. e nos artigos 57. Art. 134.964. 670. § 1º. de 09/12/81) Art. isenção ou dispensa dos vistos estatuídos nesta Lei. de 09/12/81) .01. de 13/05/92) Art. 133.964. continuarão válidas: I . a qual terá validade em todo o território nacional e substituirá as carteiras de identidade em vigor. de 09/12/81) § 1º. O pedido de registro provisório deverá ser feito no prazo de 120 (cento e vinte) dias. a revisão dos valores dos emolumentos consulares. § 2º O Ministro das Relações Exteriores fica autorizado a aprovar.Art 128. provisoriamente. Fica aprovada a Tabela de Emolumentos Consulares e Taxas que integra esta Lei. (Revogado pela Lei nº 8.422.1985) § 1º Os valores das taxas incluídas na tabela terão reajustamento anual na mesma proporção do coeficiente do valor de referências.236. mediante Portaria.1983) Art. § 2°. O registro de que trata o parágrafo anterior implicará na expedição de cédula de identidade. e 60.422. gratuidade. e II . Para os fins deste artigo. Poderá ser regularizada. § 2º.689. . com base no Decreto-Lei n. de 3 de julho de 1969. (Revogado pela Lei nº 7. 3. 129. 130. do artigo 149.010. (Renumerado pela Lei nº 6. a contar da data de publicação desta Lei. do Decreto n. tendo em conta a taxa de câmbio do cruzeiroouro com as principais moedas de livre convertibilidade. observado o princípio da reciprocidade de tratamento a brasileiros e respeitados a conveniência e os interesses nacionais. de 20.(Vide Decreto-Lei nº 2.964. (Revogado pela Lei nº 8. portador de visto temporário ou permanente. (Renumerado pela Lei nº 6. 66. § 3º. Fica o Ministro da Justiça autorizado a instituir modelo único de Cédula de Identidade para estrangeiro. a situação dos estrangeiros de que trata o artigo anterior.as Carteiras de Identidade emitidas com base no artigo 135 do Decreto n.180. 132. fica instituído no Ministério da Justiça o registro provisório de estrangeiro. de 20 de agosto de 1938. que permitirá ao estrangeiro em situação ilegal o exercício de atividade remunerada e a livre locomoção no território nacional. de 13/05/92) Art. de 09/12/81) Parágrafo único. Art. (Incluído pela Lei nº 6.

Firmados. (Renumerado o art.010. 941. O Ministro da Justiça instituirá modelo especial da cédula de identidade de que trata este artigo. os nacionais dos países respectivos deverão requerer a regularização de sua situação. observado o disposto no parágrafo único do artigo anterior. antes de esgotar o prazo previsto no § 5º. os acordos bilaterais. Independerá da satisfação das exigências de caráter especial referidas no artigo 17 desta Lei a autorização a que alude este artigo. 135 para art. de 11 de junho de 1970. 137e alterado pela Lei nº 6. de 09/12/81) . O registro provisório e a cédula de identidade. a partir daquela data. será dirigida ao órgão do Departamento de Polícia mais próximo do domicílio do interessado e instruída com um dos seguintes documentos: I . de que trata este artigo. deverá. II .964. referidos no artigo anterior. no prazo previsto na alínea c. para continuar a residir no território nacional. 137.certidão do registro de nascimento ou casamento. e no seu Regulamento. § 5º. requerer permanência ao órgão competente do Ministério da Justiça dentro do prazo de 90 (noventa) dias improrrogáveis. Art.qualquer outro documento idôneo que permita à Administração conferir os dados de qualificação do estrangeiro. IV . do item II do art. em formulário próprio. § 6º. O disposto neste artigo não se aplica aos processos de naturalização. 133. O estrangeiro que se encontre residindo no Brasil na condição prevista no artigo 26 do Decreto-Lei n. de 09/12/81) Parágrafo único. 941. terão prazo de validade de dois anos improrrogáveis. Art. 136. ressalvado o disposto no parágrafo seguinte. (Renumerado pela Lei nº 6. Se o estrangeiro tiver ingressado no Brasil até 20 de agosto de 1938. (Alterado pela Lei nº 6. a contar da data da entrada em vigor desta Lei. Decreto nº 66. as normas desta Lei. III . de 13 de outubro de 1969.§ 4º.689. e prove a qualificação.cópia autêntica do passaporte ou documento equivalente. desde que tenha mantido residência contínua no território nacional. de 13 de outubro de 1969. § 7º. Aos processos em curso no Ministério da Justiça. sobre os quais incidirão. desde logo.964. de 09/12/81) Parágrafo único. na data de publicação desta Lei. 135.certidão fornecida pela representação diplomática ou consular do país de que seja nacional o estrangeiro.964. de 09/12/81) Art. atestando a sua nacionalidade. inclusive a nacionalidade. A petição. 3. poderá requerer permanência ao órgão competente do Ministério da Justiça. (Renumerado pela Lei nº 6. aplicar-se-á o disposto no Decreto-lei nº. data da entrada em vigor do Decreto n.964.

de 09/12/81) Art.1981 ANEXO Tabela de Emolumentos (Art. de 3 de outubro de 1941.01.964. de 13 de outubro de 1969. (Incluído pela Lei nº 6. Amaury Mendes Este texto não substitui o publicado no D. para determinar a prisão do estrangeiro. 159º da Independência e 92º da República.262. Revogadas as disposições em contrário.Visto em passaporte estrangeiro: a.1985) 19 de e agosto de Taxas 1980) I .8.8. expulsão e extradição.964. Decreto-Lei nº 941. JOÃO Ibrahim R.1980 e republicado em 22.8.964. de 21. (Incluído pela Lei nº 6. 140. Angelo Murilo Waldyr Danilo Venturini FIGUEIREDO Abi-Ackel Guerreiro Stábile Macêdo Arcoverde S. Decreto-Lei nº 5. de 09/12/81) Art.709.00 (dez cruzeiros) ouro.Emolumentos Consulares .1980. d. Fica o Ministro da Justiça autorizado a delegar a competência. visto temporário: Cr$ 10.815.Decreto-Lei nº 7. de 10 de janeiro de 1969.688. b. visto de turista: Cr$ 5. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. 19 de agosto de 1980.964. (Desmembrado pela Lei nº 6. de 18 de novembro de 1975. de 11 de outubro de 1967.00 (dez cruzeiros) ouro. Aplica-se o disposto nesta Lei às pessoas de nacionalidade portuguesa. de 18 de setembro de 1945.236. . de 23.Concessão de passaporte e "lassez-passer" para estrangeiro: Cr$ 15. artigo 69 do Decreto-Lei nº 3. artigo 2° da Lei nº 5. . de 09/12/81) Brasília. de 7 de outubro de 1971. retificado em 22. 131 da Leí n ° 6. c. Decreto-Lei nº 417.333. 139.00 (cinco cruzeiros) ouro.O. 138.U. que esta lei lhe atribui.967. visto de trânsito: Cr$ 5. Lei nº 5. de 09/12/81) Art. visto permanente: Cr$ 10. (Desmembrado pela Lei nº 6. de 4 de maio de 1938. de 17 de dezembro de 1942. 141.00 (quinze cruzeiros) ouro.101.00 (cinco cruzeiros) ouro. de (Vide Decreto-Lei nº 2. especialmente o Decreto-Lei nº 406.Art. em caso de deportação. e Lei nº 6. sob reserva de disposições especiais expressas na Constituição Federal ou nos tratados em vigor.

6 (seis décimos) do maior valor de referência.00 (dois mil cruzeiros).1.964.Pedido de restabelecimento de registro temporário ou permanente: Cr$ 1.Pedido de transformação de visto: Cr$ 4.00 (quatro mil cruzeiros).0 (um) maior valor de referência.Taxas (Vide Lei Complementar nº 89.00 (seiscentos cruzeiros).00 (seiscentos cruzeiros). .Pedido de reconsideração de despacho e recurso: o dobro da taxa devida no pedido inicial.1.1. .00 (seiscentos cruzeiros) por ato a certificar.Pedido de registro de sociedade: Cr$ 2.Pedido de retificação de assentamentos no registro de estrangeiro: Cr$ 600. . 23.00 (trezentos cruzeiros). .Pedido de passaporte para estrangeiro ou "Iaissez-passer" . .1981) . Substituição .00 (dois mil cruzeiros).00 (hum mil cruzeiros).000.Pedido de registro temporário ou permanente: Cr 600. de 1997) .236.Pedido de visto de saída: Cr$ 300.00 (hum mil cruzeiros).000. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.0 (um) maior valor de referência.1.1985) .000. 00 (dois mil cruzeiros).0.00 (dois mil cruzeiros).Pedido de prorrogação de prazo de estada do titular de visto de turista ou temporário: Cr$ 2.000. . .000. 23. (Incluído pela Lei nº 6.1985) Outras vias .236.5 (um e meio) maior valor de referência.Pedido de naturalização: Cr$ 1. . . .000. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.Emissão de documento de identidade (artigos 33 e 132): Primeira via .1.II .Pedido de certidão: Cr$ 600. .000.Pedido de visto em contrato de trabalho: Cr$ 2.12. . de 9. Cr$2.Pedido de autorização para funcionamento de sociedade.

.

II – cadastrar as armas de fogo produzidas. IX – cadastrar mediante registro os produtores. roubo e outras ocorrências suscetíveis de alterar os dados cadastrais. 4 . varejistas. 1o O Sistema Nacional de Armas – Sinarm. instituído no Ministério da Justiça. V – identificar as modificações que alterem as características ou o funcionamento de arma de fogo. tem circunscrição em todo o território nacional. sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm.826/2003 LEI No 10. extravio. posse e comercialização de arma. no âmbito da Polícia Federal. mediante cadastro. acessórios e munições. inclusive as vinculadas a procedimentos policiais e judiciais. importadas e vendidas no País. define crimes e dá outras providências. furto. VII – cadastrar as apreensões de armas de fogo. III – cadastrar as autorizações de porte de arma de fogo e as renovações expedidas pela Polícia Federal. VIII – cadastrar os armeiros em atividade no País.826. atacadistas. Esta lei trata do registro.4 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Art. inclusive as decorrentes de fechamento de empresas de segurança privada e de transporte de valores. VI – integrar no cadastro os acervos policiais já existentes.4 Lei nº 10. posse e comercialização de armas de fogo e munição. IV – cadastrar as transferências de propriedade. bem como conceder licença para exercer a atividade. criação do Sinarm (Sistema Nacional de Armas) e estabelece alguns crimes. 2o Ao Sinarm compete: I – identificar as características e a propriedade de armas de fogo. exportadores e importadores autorizados de armas de fogo. Art. DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro.

que poderão ser fornecidas por meios eletrônicos. acessórios e munições responde legalmente por essas mercadorias. atestadas na forma disposta no regulamento desta Lei. Militar e Eleitoral e de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal. sendo intransferível esta autorização. Art.706. atender aos seguintes requisitos: I .706. além de declarar a efetiva necessidade. 3o É obrigatório o registro de arma de fogo no órgão competente. (Redação dada pela Lei nº 11. § 1o O Sinarm expedirá autorização de compra de arma de fogo após atendidos os requisitos anteriormente estabelecidos. conforme marcação e testes obrigatoriamente realizados pelo fabricante. 4o Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá. de 2008) II – apresentação de documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa. XI – informar às Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal os registros e autorizações de porte de armas de fogo nos respectivos territórios. de 2008) § 3o A empresa que comercializar arma de fogo em território nacional é obrigada a comunicar a venda à autoridade competente. na forma do regulamento desta Lei. bem como as demais que constem dos seus registros próprios. § 2o A aquisição de munição somente poderá ser feita no calibre correspondente à arma registrada e na quantidade estabelecida no regulamento desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11. As disposições deste artigo não alcançam as armas de fogo das Forças Armadas e Auxiliares. Parágrafo único. . Parágrafo único. Estadual. III – comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo.comprovação de idoneidade. como também a manter banco de dados com todas as características da arma e cópia dos documentos previstos neste artigo. bem como manter o cadastro atualizado para consulta. as características das impressões de raiamento e de microestriamento de projétil disparado. CAPÍTULO II DO REGISTRO Art. com a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal.X – cadastrar a identificação do cano da arma. em nome do requerente e para a arma indicada. § 4o A empresa que comercializa armas de fogo. ficando registradas como de sua propriedade enquanto não forem vendidas. As armas de fogo de uso restrito serão registradas no Comando do Exército.

§ 5o A comercialização de armas de fogo, acessórios e munições entre pessoas físicas
somente será efetivada mediante autorização do Sinarm.
§ 6o A expedição da autorização a que se refere o § 1o será concedida, ou recusada com a
devida fundamentação, no prazo de 30 (trinta) dias úteis, a contar da data do requerimento do
interessado.
§ 7o O registro precário a que se refere o § 4o prescinde do cumprimento dos requisitos dos
incisos I, II e III deste artigo.
§ 8o Estará dispensado das exigências constantes do inciso III do caput deste artigo, na
forma do regulamento, o interessado em adquirir arma de fogo de uso permitido que comprove
estar autorizado a portar arma com as mesmas características daquela a ser adquirida. (Incluído
pela Lei nº 11.706, de 2008)
Art. 5o O certificado de Registro de Arma de Fogo, com validade em todo o território
nacional, autoriza o seu proprietário a manter a arma de fogo exclusivamente no interior de sua
residência ou domicílio, ou dependência desses, ou, ainda, no seu local de trabalho, desde que
seja ele o titular ou o responsável legal pelo estabelecimento ou empresa. (Redação dada pela
Lei nº 10.884, de 2004)
§ 1o O certificado de registro de arma de fogo será expedido pela Polícia Federal e será
precedido de autorização do Sinarm.
§ 2o Os requisitos de que tratam os incisos I, II e III do art. 4 o deverão ser comprovados
periodicamente, em período não inferior a 3 (três) anos, na conformidade do estabelecido no
regulamento desta Lei, para a renovação do Certificado de Registro de Arma de Fogo.
§ 3o O proprietário de arma de fogo com certificados de registro de propriedade expedido
por órgão estadual ou do Distrito Federal até a data da publicação desta Lei que não optar pela
entrega espontânea prevista no art. 32 desta Lei deverá renová-lo mediante o pertinente registro
federal, até o dia 31 de dezembro de 2008, ante a apresentação de documento de identificação
pessoal e comprovante de residência fixa, ficando dispensado do pagamento de taxas e do
cumprimento das demais exigências constantes dos incisos I a III do caput do art. 4o desta
Lei. (Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008) (Prorrogação de prazo)
§ 4o Para fins do cumprimento do disposto no § 3o deste artigo, o proprietário de arma de
fogo poderá obter, no Departamento de Polícia Federal, certificado de registro provisório,
expedido na rede mundial de computadores - internet, na forma do regulamento e obedecidos
os procedimentos a seguir: (Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008)
I - emissão de certificado de registro provisório pela internet, com validade inicial de 90
(noventa) dias; e (Incluído pela Lei nº 11.706, de 2008)
II - revalidação pela unidade do Departamento de Polícia Federal do certificado de registro
provisório pelo prazo que estimar como necessário para a emissão definitiva do certificado de
registro de propriedade. (Incluído pela Lei nº 11.706, de 2008)

CAPÍTULO III
DO PORTE
Art. 6o É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos
previstos em legislação própria e para:
I – os integrantes das Forças Armadas;
II – os integrantes de órgãos referidos nos incisos do caput do art. 144 da Constituição
Federal;
III – os integrantes das guardas municipais das capitais dos Estados e dos Municípios com
mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, nas condições estabelecidas no regulamento desta
Lei;
IV - os integrantes das guardas municipais dos Municípios com mais de 50.000 (cinqüenta
mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, quando em serviço; (Redação dada pela
Lei nº 10.867, de 2004)
V – os agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do
Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da
República;
VI – os integrantes dos órgãos policiais referidos no art. 51, IV, e no art. 52, XIII, da
Constituição Federal;
VII – os integrantes do quadro efetivo dos agentes e guardas prisionais, os integrantes das
escoltas de presos e as guardas portuárias;
VIII – as empresas de segurança privada e de transporte de valores constituídas, nos
termos desta Lei;
IX – para os integrantes das entidades de desporto legalmente constituídas, cujas
atividades esportivas demandem o uso de armas de fogo, na forma do regulamento desta Lei,
observando-se, no que couber, a legislação ambiental.
X - integrantes das Carreiras de Auditoria da Receita Federal do Brasil e de AuditoriaFiscal do Trabalho, cargos de Auditor-Fiscal e Analista Tributário. (Redação dada pela Lei nº
11.501, de 2007)
XI - os tribunais do Poder Judiciário descritos no art. 92 da Constituição Federal e os
Ministérios Públicos da União e dos Estados, para uso exclusivo de servidores de seus quadros
pessoais que efetivamente estejam no exercício de funções de segurança, na forma de
regulamento a ser emitido pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ e pelo Conselho Nacional
do Ministério Público - CNMP. (Incluído pela Lei nº 12.694, de 2012)

§ 1o As pessoas previstas nos incisos I, II, III, V e VI do caput deste artigo terão direito de
portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou
instituição, mesmo fora de serviço, nos termos do regulamento desta Lei, com validade em
âmbito nacional para aquelas constantes dos incisos I, II, V e VI. (Redação dada pela Lei nº
11.706, de 2008)
§ 1o-A (Revogado pela Lei nº 11.706, de 2008)
§ 2o A autorização para o porte de arma de fogo aos integrantes das instituições descritas
nos incisos V, VI, VII e X do caput deste artigo está condicionada à comprovação do requisito a
que se refere o inciso III do caput do art. 4o desta Lei nas condições estabelecidas no
regulamento desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008)
§ 3o A autorização para o porte de arma de fogo das guardas municipais está condicionada
à formação funcional de seus integrantes em estabelecimentos de ensino de atividade policial e
à existência de mecanismos de fiscalização e de controle interno, nas condições estabelecidas no
regulamento desta Lei, observada a supervisão do Comando do Exército. (Redação dada pela
Lei nº 10.867, de 2004)
§ 4o Os integrantes das Forças Armadas, das polícias federais e estaduais e do Distrito
Federal, bem como os militares dos Estados e do Distrito Federal, ao exercerem o direito
descrito no art. 4o, ficam dispensados do cumprimento do disposto nos incisos I, II e III do
mesmo artigo, na forma do regulamento desta Lei.
§ 5o Aos residentes em áreas rurais, maiores de 25 (vinte e cinco) anos que comprovem
depender do emprego de arma de fogo para prover sua subsistência alimentar familiar será
concedido pela Polícia Federal o porte de arma de fogo, na categoria caçador para subsistência,
de uma arma de uso permitido, de tiro simples, com 1 (um) ou 2 (dois) canos, de alma lisa e de
calibre igual ou inferior a 16 (dezesseis), desde que o interessado comprove a efetiva
necessidade em requerimento ao qual deverão ser anexados os seguintes documentos: (Redação
dada pela Lei nº 11.706, de 2008)
I - documento de identificação pessoal; (Incluído pela Lei nº 11.706, de 2008)
II - comprovante de residência em área rural; e (Incluído pela Lei nº 11.706, de 2008)
III - atestado de bons antecedentes. (Incluído pela Lei nº 11.706, de 2008)
§ 6o O caçador para subsistência que der outro uso à sua arma de fogo, independentemente
de outras tipificações penais, responderá, conforme o caso, por porte ilegal ou por disparo de
arma de fogo de uso permitido.(Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008)
§ 7o Aos integrantes das guardas municipais dos Municípios que integram regiões
metropolitanas será autorizado porte de arma de fogo, quando em serviço. (Incluído pela Lei nº
11.706, de 2008)
Art. 7o As armas de fogo utilizadas pelos empregados das empresas de segurança privada e
de transporte de valores, constituídas na forma da lei, serão de propriedade, responsabilidade e

As armas de fogo utilizadas pelos servidores das instituições descritas no inciso XI do art. furto. (Incluído pela Lei nº 12. de 2012) . de 2012) § 2o O presidente do tribunal ou o chefe do Ministério Público designará os servidores de seus quadros pessoais no exercício de funções de segurança que poderão portar arma de fogo. de 2012) § 4o A listagem dos servidores das instituições de que trata este artigo deverá ser atualizada semestralmente no Sinarm. somente podendo ser utilizadas quando em serviço. Art. nas condições estabelecidas no regulamento desta Lei. 4o desta Lei. 13 desta Lei.guarda das respectivas empresas.694. (Incluído pela Lei nº 12.694. roubo ou outras formas de extravio de armas de fogo. nas primeiras 24 (vinte e quatro) horas depois de ocorrido o fato. devendo essas observar as condições de uso e de armazenagem estabelecidas pelo órgão competente.694. sendo o certificado de registro e a autorização de porte expedidos pela Polícia Federal em nome da empresa.694. (Incluído pela Lei nº 12.694. acessórios e munições que estejam sob sua guarda. 7o-A. furto. bem como à formação funcional em estabelecimentos de ensino de atividade policial e à existência de mecanismos de fiscalização e de controle interno. (Incluído pela Lei nº 12. 4 o desta Lei quanto aos empregados que portarão arma de fogo. se deixar de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda.694. roubo ou outras formas de extravio de armas de fogo. sem prejuízo das demais sanções administrativas e civis. responsabilidade e guarda das respectivas instituições. acessórios e munições que estejam sob sua guarda. § 3o A listagem dos empregados das empresas referidas neste artigo deverá ser atualizada semestralmente junto ao Sinarm. de 2012) § 1o A autorização para o porte de arma de fogo de que trata este artigo independe do pagamento de taxa. somente podendo ser utilizadas quando em serviço. (Incluído pela Lei nº 12. 6o serão de propriedade. § 2o A empresa de segurança e de transporte de valores deverá apresentar documentação comprobatória do preenchimento dos requisitos constantes do art. devendo estas observar as condições de uso e de armazenagem estabelecidas pelo órgão competente. respeitado o limite máximo de 50% (cinquenta por cento) do número de servidores que exerçam funções de segurança. de 2012) § 5o As instituições de que trata este artigo são obrigadas a registrar ocorrência policial e a comunicar à Polícia Federal eventual perda. sendo o certificado de registro e a autorização de porte expedidos pela Polícia Federal em nome da instituição. § 1o O proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança privada e de transporte de valores responderá pelo crime previsto no parágrafo único do art. nas primeiras 24 (vinte e quatro) horas depois de ocorrido o fato. (Incluído pela Lei nº 12. de 2012) § 3o O porte de arma pelos servidores das instituições de que trata este artigo fica condicionado à apresentação de documentação comprobatória do preenchimento dos requisitos constantes do art.

§ 2o A autorização de porte de arma de fogo. Art. perderá automaticamente sua eficácia caso o portador dela seja detido ou abordado em estado de embriaguez ou sob efeito de substâncias químicas ou alucinógenas. nos termos do regulamento desta Lei. . 8o As armas de fogo utilizadas em entidades desportivas legalmente constituídas devem obedecer às condições de uso e de armazenagem estabelecidas pelo órgão competente. IV – à expedição de porte federal de arma de fogo. III – apresentar documentação de propriedade de arma de fogo. Fica instituída a cobrança de taxas. 11. nos valores constantes do Anexo desta Lei. no âmbito de suas respectivas responsabilidades. 9o Compete ao Ministério da Justiça a autorização do porte de arma para os responsáveis pela segurança de cidadãos estrangeiros em visita ou sediados no Brasil e. II – à renovação de registro de arma de fogo. 4o desta Lei. II – atender às exigências previstas no art. VI – à expedição de segunda via de porte federal de arma de fogo. atiradores e caçadores e de representantes estrangeiros em competição internacional oficial de tiro realizada no território nacional. prevista neste artigo. respondendo o possuidor ou o autorizado a portar a arma pela sua guarda na forma do regulamento desta Lei. Art. é de competência da Polícia Federal e somente será concedida após autorização do Sinarm. bem como o seu devido registro no órgão competente. § 1o A autorização prevista neste artigo poderá ser concedida com eficácia temporária e territorial limitada. A autorização para o porte de arma de fogo de uso permitido. pela prestação de serviços relativos: I – ao registro de arma de fogo. e dependerá de o requerente: I – demonstrar a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física. da Polícia Federal e do Comando do Exército. V – à renovação de porte de arma de fogo. Art. em todo o território nacional. o registro e a concessão de porte de trânsito de arma de fogo para colecionadores. § 1o Os valores arrecadados destinam-se ao custeio e à manutenção das atividades do Sinarm. nos termos de atos regulamentares.Art. 10. ao Comando do Exército. III – à expedição de segunda via de registro de arma de fogo.

(Incluído pela Lei nº 11. ou. roubo ou outras formas de extravio de arma de fogo. e multa. de 2008) § 3o A cobrança de valores superiores aos previstos nos §§ 1o e 2o deste artigo implicará o descredenciamento do profissional pela Polícia Federal. Parágrafo único. de 1 (um) a 2 (dois) anos. o valor cobrado pelo instrutor de armamento e tiro não poderá exceder R$ 80. de 2008) § 2o Na comprovação da capacidade técnica. Nas mesmas penas incorrem o proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda. 11-A. de 1 (um) a 3 (três) anos.706.706. 12.00 (oitenta reais). . (Incluído pela Lei nº 11.§ 2o São isentas do pagamento das taxas previstas neste artigo as pessoas e as instituições a que se referem os incisos I a VII e X e o § 5o do art. Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo.706. no interior de sua residência ou dependência desta. de 2008) § 1o Na comprovação da aptidão psicológica. nas primeiras 24 (vinte quatro) horas depois de ocorrido o fato. O Ministério da Justiça disciplinará a forma e as condições do credenciamento de profissionais pela Polícia Federal para comprovação da aptidão psicológica e da capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo. em desacordo com determinação legal ou regulamentar. (Incluído pela Lei nº 11. Omissão de cautela Art.16 da tabela do Conselho Federal de Psicologia. de uso permitido. (Incluído pela Lei nº 11. furto. desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa: Pena – detenção. ainda no seu local de trabalho. acessório ou munição que estejam sob sua guarda. de 2008) CAPÍTULO IV DOS CRIMES E DAS PENAS Posse irregular de arma de fogo de uso permitido Art. acessório ou munição.706. 13. acrescido do custo da munição. o valor cobrado pelo psicólogo não poderá exceder ao valor médio dos honorários profissionais para realização de avaliação psicológica constante do item 1. 6o desta Lei. e multa. (Redação dada pela Lei nº 11. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade: Pena – detenção.706. de 2008) Art.

V – vender. em via pública ou em direção a ela. adquirir. de 3 (três) a 6 (seis) anos. receber. 14.112-1) Disparo de arma de fogo Art. ainda que gratuitamente. O crime previsto neste artigo é inafiançável. e multa. remeter. fornecer. deter. remeter. 16. de 2 (dois) a 4 (quatro) anos. (Vide Adin 3. transportar. ceder. de 2 (dois) a 4 (quatro) anos. Parágrafo único. ainda que gratuitamente. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências. fabricar ou empregar artefato explosivo ou incendiário. perito ou juiz. manter sob guarda ou ocultar arma de fogo. emprestar. detiver. empregar. O crime previsto neste artigo é inafiançável. adquirir. 15. deter. acessório ou munição de uso proibido ou restrito.112-1) Posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito Art. manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo. acessório. acessório ou munição. (Vide Adin 3. transportar ou fornecer arma de fogo com numeração. empregar. Parágrafo único. arma de fogo. munição ou explosivo a criança ou adolescente. Nas mesmas penas incorre quem: I – suprimir ou alterar marca. Portar. de uso permitido. sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclusão. ter em depósito. Possuir. sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. III – possuir. receber. possuir. ter em depósito. fornecer. numeração ou qualquer sinal de identificação de arma de fogo ou artefato. adquirir. suprimido ou adulterado. sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclusão. ainda que gratuitamente. e multa. emprestar. entregar ou fornecer. ceder. de forma a torná-la equivalente a arma de fogo de uso proibido ou restrito ou para fins de dificultar ou de qualquer modo induzir a erro autoridade policial. transportar. II – modificar as características de arma de fogo. marca ou qualquer outro sinal de identificação raspado. IV – portar. salvo quando a arma de fogo estiver registrada em nome do agente. Parágrafo único. e multa.Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido Art. e . portar. desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime: Pena – reclusão.

a pena é aumentada da metade se a arma de fogo. arma de fogo. Importar. 21. Art. Comércio ilegal de arma de fogo Art. visando possibilitar a . remontar. Art. a qualquer título. 17. 20. expor à venda. ter em depósito. alugar.706. 15. 14. 19. conduzir. ou adulterar. permitidos ou obsoletos e de valor histórico serão disciplinadas em ato do chefe do Poder Executivo Federal. inclusive o exercido em residência. 7o e 8o desta Lei. de 4 (quatro) a 8 (oito) anos. favorecer a entrada ou saída do território nacional. e multa. 16.112-1) CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES GERAIS Art. de usos proibidos. exportar. adulterar. gravado na caixa. Equipara-se à atividade comercial ou industrial. Nos crimes previstos nos arts. O Ministério da Justiça poderá celebrar convênios com os Estados e o Distrito Federal para o cumprimento do disposto nesta Lei. Adquirir. fabricação ou comércio irregular ou clandestino. 22. sem autorização da autoridade competente: Pena – reclusão de 4 (quatro) a 8 (oito) anos. 16. de arma de fogo. qualquer forma de prestação de serviços. para efeito deste artigo. desmontar. receber. 17 e 18. e multa. recarregar ou reciclar. Os crimes previstos nos arts. a pena é aumentada da metade se forem praticados por integrante dos órgãos e empresas referidas nos arts. transportar. 17 e 18 são insuscetíveis de liberdade provisória. sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclusão. 23. acessório ou munição. montar. acessório ou munição. de 2008) § 1o Todas as munições comercializadas no País deverão estar acondicionadas em embalagens com sistema de código de barras. mediante proposta do Comando do Exército. Nos crimes previstos nos arts. no exercício de atividade comercial ou industrial. Parágrafo único. (Vide Adin 3. ocultar. Art. 18. 17 e 18. munição ou explosivo. 6o. restritos. técnica e geral bem como a definição das armas de fogo e demais produtos controlados. em proveito próprio ou alheio. acessório ou munição forem de uso proibido ou restrito. de qualquer forma. sem autorização legal. A classificação legal. Tráfico internacional de arma de fogo Art.VI – produzir. Art. ou de qualquer forma utilizar. (Redação dada pela Lei nº 11. vender.

§ 4o As instituições de ensino policial e as guardas municipais referidas nos incisos III e IV do caput do art. (Incluído pela Lei nº 11.706.706. abrindo-se-lhes prazo para manifestação de interesse. 6o. na forma do regulamento desta Lei. de 2008) § 3o O transporte das armas de fogo doadas será de responsabilidade da instituição beneficiada.identificação do fabricante e do adquirente. de 2008) § 5o O Poder Judiciário instituirá instrumentos para o encaminhamento ao Sinarm ou ao Sigma. exclusive para os órgãos previstos no art. que procederá ao seu cadastramento no Sinarm ou no Sigma. 6o. semestralmente.706. quando não mais interessarem à persecução penal serão encaminhadas pelo juiz competente ao Comando do Exército. entre outras informações definidas pelo regulamento desta Lei. atiradores e caçadores. da relação de armas acauteladas em juízo. gravado no corpo da arma. (Incluído pela Lei nº 11. somente serão expedidas autorizações de compra de munição com identificação do lote e do adquirente no culote dos projéteis. importação.706. de 2008) § 1o As armas de fogo encaminhadas ao Comando do Exército que receberem parecer favorável à doação. definido pelo regulamento desta Lei. 6o desta Lei e no seu § 7o poderão adquirir insumos e máquinas de recarga de munição para o fim exclusivo de suprimento de suas atividades. desembaraço alfandegário e o comércio de armas de fogo e demais produtos controlados. mencionando suas características e o local onde se encontram. de 2008) § 4o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. conforme se trate de arma de uso permitido ou de uso restrito. de 2008) . compete ao Comando do Exército autorizar e fiscalizar a produção. após a elaboração do laudo pericial e sua juntada aos autos. de 2008) Art. serão arroladas em relatório reservado trimestral a ser encaminhado àquelas instituições. de 2008) § 2o O Comando do Exército encaminhará a relação das armas a serem doadas ao juiz competente. 24. 25. obedecidos o padrão e a dotação de cada Força Armada ou órgão de segurança pública. exportação.706.(Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. inclusive o registro e o porte de trânsito de arma de fogo de colecionadores. 2º desta Lei. mediante autorização concedida nos termos definidos em regulamento. § 2o Para os órgãos referidos no art. para destruição ou doação aos órgãos de segurança pública ou às Forças Armadas. Excetuadas as atribuições a que se refere o art. (Incluído pela Lei nº 11. na forma do regulamento desta Lei. § 3o As armas de fogo fabricadas a partir de 1 (um) ano da data de publicação desta Lei conterão dispositivo intrínseco de segurança e de identificação.706. atendidos os critérios de prioridade estabelecidos pelo Ministério da Justiça e ouvido o Comando do Exército. Art.706. no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas. que determinará o seu perdimento em favor da instituição beneficiada. As armas de fogo apreendidas.

26. 6o desta Lei. excepcionalmente. (Redação dada pela Lei nº 11.884. ficando este dispensado do pagamento de taxas e do cumprimento das demais exigências constantes dos incisos I a III do caput do art. mediante recibo e indenização. É vedado ao menor de 25 (vinte e cinco) anos adquirir arma de fogo. Para fins do cumprimento do disposto no caput deste artigo. pelos meios de prova admitidos em direito. expedido na forma do § 4o do art. nas condições fixadas pelo Comando do Exército. no Departamento de Polícia Federal. (Redação dada pela Lei nº 11.706. Caberá ao Comando do Exército autorizar. de 2008) . entregá-las à Polícia Federal. VII e X do caput do art. na forma do regulamento. (Incluído pela Lei nº 11. réplicas e simulacros de armas de fogo. certificado de registro provisório. (Vide Lei nº 10. Art. (Revogado pela Lei nº 11. mediante recibo. serão indenizados. o proprietário de arma de fogo poderá obter. que com estas se possam confundir. 28. de 2008) (Prorrogação de prazo) Parágrafo único. no prazo de 90 (noventa) dias após sua publicação. a aquisição de armas de fogo de uso restrito. As autorizações de porte de armas de fogo já concedidas expirar-se-ão 90 (noventa) dias após a publicação desta Lei. de 2008) Parágrafo único. nos termos do regulamento desta Lei. de 2004) Parágrafo único. Excetuam-se da proibição as réplicas e os simulacros destinados à instrução.706. acompanhados de nota fiscal de compra ou comprovação da origem lícita da posse.Art. 5o desta Lei. presumindo-se de boa-fé. Os possuidores e proprietários de arma de fogo de uso permitido ainda não registrada deverão solicitar seu registro até o dia 31 de dezembro de 2008. mediante apresentação de documento de identificação pessoal e comprovante de residência fixa. ou declaração firmada na qual constem as características da arma e a sua condição de proprietário. (Redação dada pela Lei nº 11. Art. Os possuidores e proprietários de armas de fogo adquiridas regularmente poderão. Parágrafo único. Art. de 2008) Art.706. 30. ficando extinta a punibilidade de eventual posse irregular da referida arma. O disposto neste artigo não se aplica às aquisições dos Comandos Militares. a venda. 27. Art. Parágrafo único. VI. e. a comercialização e a importação de brinquedos. ressalvados os integrantes das entidades constantes dos incisos I. de 2008) Art. V. 31. perante a Polícia Federal. sem ônus para o requerente. ao adestramento.706.706. nas condições dos arts. ou à coleção de usuário autorizado. São vedadas a fabricação. espontaneamente. 6o e 10 desta Lei. 29. a qualquer tempo. 32. 4o. O detentor de autorização com prazo de validade superior a 90 (noventa) dias poderá renová-la. 4o desta Lei. Os possuidores e proprietários de arma de fogo poderão entregá-la. III. II.

adotarão. II – à empresa de produção ou comércio de armamentos que realize publicidade para venda. a ser realizado em outubro de 2005. por qualquer meio.000. 5o da Constituição Federal. para entrar em vigor. Art.437. 182o da Independência e 115o da República. 36. faça. marítimo. exceto nas publicações especializadas.O. ressalvados os eventos garantidos pelo inciso VI do art. estimulando o uso indiscriminado de armas de fogo. Os promotores de eventos em locais fechados. o disposto neste artigo entrará em vigor na data de publicação de seu resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral. ferroviário. 22 de dezembro de 2003. fluvial ou lacustre que deliberadamente. § 2o Em caso de aprovação do referendo popular.00 (trezentos mil reais). Será aplicada multa de R$ 100. 33. 35. É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional. Art. de 20 de fevereiro de 1997. 34. É revogada a Lei no 9.706. As empresas responsáveis pela prestação dos serviços de transporte internacional e interestadual de passageiros adotarão as providências necessárias para evitar o embarque de passageiros armados. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS Art. sob pena de responsabilidade.000. 6o desta Lei. as providências necessárias para evitar o ingresso de pessoas armadas. salvo para as entidades previstas no art. dependerá de aprovação mediante referendo popular. com aglomeração superior a 1000 (um mil) pessoas. Brasília. Art. conforme especificar o regulamento desta Lei: I – à empresa de transporte aéreo.U. promova. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. § 1o Este dispositivo. Parágrafo único. rodoviário.00 (cem mil reais) a R$ 300. facilite ou permita o transporte de arma ou munição sem a devida autorização ou com inobservância das normas de segurança. de 23.12.Art. 37.2003 ANEXO (Redação dada pela Lei nº 11. LUIZ Márcio José Marina Silva INÁCIO LULA Thomaz Viegas Este texto não substitui o publicado no D. de 2008) DA SILVA Bastos Filho .

§ 3o) .00 1.Registro de arma de fogo para empresa de segurança privada e de 60.até 31 de dezembro de 2008 R$ Gratuito (art. 5o.de 1o de julho de 2008 a 31 de outubro de 2008 45.Renovação do certificado de registro de arma de fogo para empresa de segurança privada e de transporte de valores: .Renovação de porte de arma de fogo VII .até 30 de junho de 2008 30.00 60.Expedição de segunda via de certificado de registro de arma de fogo VIII .00 III .a partir de 1o de janeiro de 2009 60.00 .a partir de 1o de novembro de 2008 V .00 .000.00 Gratuito (art.00 60.00 1.00 transporte de valores IV . 30) 60.000.00 .a partir de 1o de janeiro de 2009 II .Renovação do certificado de registro de arma de fogo: .Expedição de segunda via de porte de arma de fogo 60.TABELA DE TAXAS ATO ADMINISTRATIVO I .Expedição de porte de arma de fogo VI .até 31 de dezembro de 2008 .Registro de arma de fogo: .

os membros da Defensoria Pública e do Ministério Público e os advogados. § 1o Ao delegado de polícia.5 Lei nº 12.5 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. da materialidade e da autoria das infrações penais. devendo-lhe ser dispensado o mesmo tratamento protocolar que recebem os magistrados. 3o O cargo de delegado de polícia é privativo de bacharel em Direito. que deverá indicar a autoria. § 2o Durante a investigação criminal. privativo do delegado de polícia. 2o As funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais exercidas pelo delegado de polícia são de natureza jurídica. essenciais e exclusivas de Estado. Art. § 6o O indiciamento. materialidade e suas circunstâncias. Art. mediante despacho fundamentado. documentos e dados que interessem à apuração dos fatos. § 5o A remoção do delegado de polícia dar-se-á somente por ato fundamentado. dar-se-á por ato fundamentado. Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. cabe ao delegado de polícia a requisição de perícia. que tem como objetivo a apuração das circunstâncias. § 3o (VETADO). mediante análise técnico-jurídica do fato. DE 20 DE JUNHO DE 2013. 1o Esta Lei dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia. § 4o O inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei em curso somente poderá ser avocado ou redistribuído por superior hierárquico. 5 . Dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia. por motivo de interesse público ou nas hipóteses de inobservância dos procedimentos previstos em regulamento da corporação que prejudique a eficácia da investigação.830/2013 LEI Nº 12. na qualidade de autoridade policial. do inquérito policial e da investigação conduzida pelo delegado de polícia. cabe a condução da investigação criminal por meio de inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei. Esta lei trata das regras e garantias para a investigação criminal.830. informações.

20 de junho de 2013.6. DILMA José Miriam Luís Inácio Lucena Adams Eduardo Este texto não substitui o publicado no DOU de 21.Brasília.2013 ROUSSEFF Cardozo Belchior . 192o da Independência e 125o da República.

membro consultor da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia e da Comissão de Ciência e Tecnologia da OAB-SP e diretor do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (2014/2016). Graduado em Direito pelo Centro Universitário Toledo Araçatuba e pós-graduado em Polícia Comunitária pela Universidade do Sul de Santa Catarina. titular da cadeira 30 da Academia de Ciências.Conheça o Autor Higor Vinicius Nogueira Jorge é Delegado de Polícia da Polícia Civil do Estado de São Paulo.cnpq. professor da pós-graduação em Investigação de Fraudes e Forense Computacional: Direito Digital (IFFC) da Faculdade Impacta de Tecnologia. professor da pós-graduação em Perícia Forense Computacional da Faculdade de Tecnologia São Mateus. segurança da informação. investigação criminal e técnicas para aprovação em concursos em todo o Brasil. pela Editora Brasport. Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. inteligência policial. membro da Associação Internacional de Investigação de Crimes de Alta Tecnologia (HTCIA). palestrante do curso de inteligência estratégica da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – representação de Campinas. Ministrou cursos e palestras sobre investigação de crimes cibernéticos. segurança na internet. presidente da Câmara Municipal de Santana da Ponte Pensa (2013/2016).br/7040686244829651 . Currículo da plataforma Lattes Currículo completo em: http://lattes. professor da pós-graduação em Polícia Judiciária e Sistema de Justiça Criminal da Academia de Polícia do Estado de São Paulo. Autor do livro “Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação” em parceria com o delegado Emerson Wendt. professor dos cursos de formação e aperfeiçoamento da Academia de Polícia do Estado de São Paulo e do Estado de Sergipe. professor da pós-graduação em Gestão Estratégica da Academia de Polícia Civil do Estado de Sergipe.

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