DELIMITAÇÃO DOS SISTEMAS SOCIAIS

Profª Maria Ester Menegasso, Dra.
Texto síntese para fins didáticos.

RESUMO
Este texto apresenta breve resumo da Teoria da Delimitaço dos !istemas !ociais
de "lberto #uerreiro $amos.
"lberto #uerreiro $amos, soci%logo brasileiro, durante o período em &ue foi
professor, na 'undaço #et(lio )argas, na *niversidade de !orbone e na *niversidade do
!ul da +alif%rnia, desenvolveu a Teoria da Delimitaço dos !istemas !ociais, elaborada em
diversas de suas obras, culminando com o livro A Nova Ciência das Organizações, de
,-.,.
1 Introdução
" propriedade de uma teoria se mede por sua aplicabilidade prática, merc/ da
utili0aço de m1todos ade&uados, dentro do momento 2ist%rico em &ue se vive. " partir
desse princípio, deve3se ir em busca de um &uadro referencial te%rico &ue permita dar
explicaç4es para as &uest4es &ue se p4em no momento atual. "ssociados a essas propostas
so necessários instrumentos &ue permitam intervir na realidade. 5este texto, parte3se da
premissa de &ue o momento presente se caracteri0a por um c2amamento 6 reflexo a
respeito dos valores &ue estruturam o paradigma da Modernidade. Portanto as &uest4es &ue
se p4em no presente exigem um &uadro te%rico &ue analise criticamente esses valores. "
teoria da delimitaço dos sistemas sociais 1 ade&uada a essa tarefa, constituindo3se em um
arcabouço geral &ue pode proporcionar um con7unto de categorias atuais e ob7etivas para o
entendimento do presente.

Principais Cateorias Da Teoria Da De!i"itação Dos Siste"as Sociais
1# Ra$ão
,
" Delimitaço dos !istemas !ociais, proposta por $amos 8,-.,9, parte do
pressuposto &ue o ser 2umano 1 multidimensional por nature0a, dotado de uma força &ue
l2e permite ordenar a vida em sua psi&ue. Essa força 1 a ra$ão, descoberta pelos gregos,
pedra angular no alicerce da vida 2umana associada. !ingularmente, o surgimento da
moderna burocracia se fa0 sobre o mesmo alicerce, pois :eber 8,-;.9 lança a dimenso do
cálculo da ra0o como base da organi0aço formal, produtora de bens e serviços. !egundo o
mesmo autor, a ra0o, como força ordenadora da mente, constitui3se de uma dimenso
instrumental voltada para o cálculo de conse&</ncias e de outra dimenso entendida como
substancial, direcionada a elaborar os valores associados 6 pr%pria vida. " primeira delas
foi discutida por :eber 8,-;.9 ao se referir 6 Zweckrationalität. " segunda, no menos
importante do &ue a primeira, 1 a substantiva, &ue tamb1m c2amou a atenço do autor
&uando se referiu 6 Wertrationalität. 5o se deve es&uecer, portanto, &ue o surgimento da
organi0aço burocrática, como entendida no presente, 1 fruto da Modernidade, moldada no
decorrer dos (ltimos du0entos e cin&<enta anos sob o alicerce parcial da ra0o.
" descoberta da ra$ão ocorreu no s1culo =) a. +., por interm1dio da mente de
!%crates, Plato e "rist%teles, &ue seguiam o camin2o ideali0ado por >omero nos seus
escritos na =líada 8)oegelin, ,-;.9. ?, portanto, fruto do intelecto da civili0aço grega. @á
>obbes, no s1culo A=A d. +., seguindo !mit2 8,;;B9, redu0 a ra0o a seu caráter moderno
de mero instrumento a serviço do cálculo, tamb1m redu0indo a exist/ncia 2umana a essa
mesma dimenso. Dessa l%gica, surge uma nova forma de associaço 2umana, com novas
crenças e valores. Emerge dessa grande transformaço um novo paradigma &ue estrutura o
Ccidente como um imenso mercado e, sob tal alicerce, passa3se a conceber todo o arran7o
da vida 2umana 8PolanDi,,-EE9. C trabal2o e a ocupaço 2umana tamb1m foram redu0idos
a tal dimenso, principalmente ao se criar o conceito de emprego, ora em declínio. Para se
entender mel2or essa transformaço, torna3se necessário discutir com mais profundidade a
concepço da ess/ncia 2umana.
%# A Mu!tidi"ensiona!idade &u"ana
" multidimensionalidade do 2omem re&uer, al1m da ra$ão, outras dimens4es &ue
se expressam pela sociabilidade e pelo aparato &ue ele apresenta no mundo físico. ?
F
singular &ue o ser 2umano se7a o (nico ser vivo, dentre todas as esp1cies, dotado de ra0o,
embora possua as dimens4es social e físicoGbiol%gicas no muito diferentes das de outros
animais. Pela dimenso social, o ser 2umano se relaciona com o seu ambiente por meio da
convivialidade e pelo comportamento, a&ui entendido como uma situaço em &ue o
coletivo se apropria da mente e do poder de escol2a da pessoa. 5o 1 de se estran2ar &ue o
comportamentalismo se7a uma das ideologias mais aplicadas nos espaços de produço de
bens e serviços, 2a7a vista serem as regras e normas, comuns nas organi0aç4es, o
imperativo &ue orienta o coletivo. "s premissas do estímulo e do reforço adotados como
ferramentas básicas do comportamentalismo podem levar ao ani&uilamento da ra0o. Por
isso, &uando se instala o imp1rio do coletivo sobre a ra0o, se eclipsa a capacidade de agir
8"rendt, ,-.H9. 5essa situaço, o ser 2umano perde sua propriedade inata de escol2a, ou
se7a, ele perde a força &ue l2e permite ordenar sua vida e ser dono de seu destino.
" multidimensionalidade do ser 2umano tem, 1 necessário relembrar, na ra$ão, na
socia'i!idade e no aporte ()sico o trip1 sobre o &ual se alicerça todo o seu ordenamento e o
da sociedade 6 &ual pertence. Essa multidimensionalidade tamb1m pode ser apresentada
como de caráter político, social e econImico. " ra0o, componente político, corresponde 6
capacidade do indivíduo de decidir o pr%prio destinoJ o social, ao imperativo de viver com
outrosJ e o econImico, 6 capacidade de prover as necessidades básicas para a
sobreviv/ncia. " dimenso física, em particular, tem na nature0a sua identidade maior. "
luta pela preservaço ecol%gica e pelo desenvolvimento sustentado tem suas raí0es na
l%gica de &ue o ser 2umano tem uma dimenso físicaGbiol%gica &ue deve ter um 2abitat
ade&uado para sobreviver.
Partindo da multidimensionalidade do ser 2umano, a teoria da delimitaço dos
sistemas sociais prop4e &ue os diferentes espaços da exist/ncia 2umana correspondam a
cada uma de suas dimens4es. ? necessário esclarecer &ue essa teoria foi proposta como
modelo 2eurístico, seguindo a proposta de modelo ideal concebida por :eber 8,-EE9.
$elembrando, a ra$ão corresponde ao espaço da políticaJ o socia!* ao da convivialidadeJ e
o ()sico* ao da economia ou de mercado. "inda fa0 parte da proposta dessa teoria o limite
&ue se imp4e ao espaço &ue cada dimenso deve ocupar na exist/ncia 2umana. !egundo
ela, os valores do espaço da sociabilidade e os da economia ou do mercado no podem
invadir o espaço da ra0o. +aracteri0am a teoria, principalmente, os limites &ue ela imp4e
H
ao mercado e 6 sociabilidade, sem, contudo, deixar de recon2ecer a importKncia de cada
uma delas. Tamb1m determina a supremacia da ra0o sobre as demais dimens4es, no
sentido &ue os clássicos l2e atribuíram, pois &ue estas se subordinam 6s escol2as da&uela.
+# Espaços De E,ist-ncia &u"ana
*ma sociedade ordenada sob o imp1rio da ra0o, tendo delimitado o espaço da
economia ou do mercado, constitui3se na&uilo &ue $amos 8,-.,9 definiu como o
paradigma paraeconImico. C autor afirma &ue a paraeconomia 1, tamb1m, constituída do
mercado como enclave da realidade multic/ntrica, e &ue, nesse paradigma, podem existir
m(ltiplos crit1rios substantivos de vida pessoal e uma variedade de padr4es de relaç4es
interpessoais. 5a concepço do paradigma, o ser 2umano será incidentalmente um
maximi0ador da utilidade, devendo ocupar3se com o ordenamento de sua exist/ncia
conforme as suas pr%prias necessidades de atuali0aço. " economia, a isonomia, a
fenonomia, a anomia e a 2orda so as principais categorias ou espaços da exist/ncia
2umana propostas na teoria.
" econo"ia 1 um espaço altamente prescritivo, em &ue o cálculo de conse&</ncias
usualmente 1 sinInimo de ra0o, isto 1, ra0o de cálculo. "ssim, &uando se afirma &ue 1
necessário racionali0ar o trabal2o, entende3se &ue as tarefas devem ser reali0adas dentro de
uma dada l%gica. +2egou3se a confundir ra0o com a mel2or forma de se fa0er determinado
trabal2o 8TaDlor, ,-,,9. +omo se observa, esse conceito de ra0o 1 parcial, uma ve0 &ue
carece de seu elemento substantivo.
? na economia &ue as pessoas det/m empregos e reali0am trabal2os, raramente se
ocupam. Esse fato torna3se evidente &uando se considera &ue o Ltrabal2o 1 a prática de um
esforço subordinado 6s necessidades ob7etivas inerentes ao processo de produço em siM,
en&uanto La ocupaço 1 a prática de esforços livremente produ0idos pelo indivíduo, em
busca de sua atuali0aço pessoalM 8$amos, ,-.,, p.,HN9. Já o emprego se constiti em m
posto de tra!al"o #ormal $nto a ma organizaç%o o a ma pessoa& dentro do escopo do
mercado' (ssa relaç%o #ormal se esta!elece entre organizações e pessoas& e& nela& estas
s%o detentoras de m emprego' Os e#eitos )e o emprego e*erce so!re a vida "mana em
E
geral s%o alienantes& trans#ormando o ser "mano em +v,tima patol-gica da sociedade
centrada no mercado. 8$amos, ,-.,, p. -.3,N.9.
5a isono"ia se exercita a convivialidadeJ 1 uma oportunidade para o exercício mais
igualitário de viv/ncia, pr%prio para a ocupaço, &ue pode, tamb1m, orientar3se para o
rendimento econImico, embora este no se7a seu fim (nico. " isonomia 1 um espaço da
exist/ncia 2umana em &ue se torna possível associar a ocupaço ao trabal2o, 7á &ue o seu
exercício se deve a uma escol2a pessoal. Dessa forma, tanto o trabal2o &uanto a ocupaço
podem tornar3se fonte para a atuali0aço pessoal. " isonomia no 1 um espaço de mercado,
embora possa com ele ser inter3relacionado. "lguns sistemas de produço, entre os &uais as
cooperativas de trabal2o e renda, como regulamentadas no Orasil, podem ser espaços
isonImicos. 5o espaço compreendido por essa categoria delimitativa, 1 possível 6 pessoa
2umana vir a ser um ente operacional, en&uanto, tamb1m, ser reativo ao meio. Por1m, no
espaço isonImico verdadeiro, ela pode exercer escol2as pessoais &ue culminem com o bem
comum, sem perder de vista &ue o resultado obtido nesse espaço pode ser tamb1m para sua
satisfaço pessoal.
C espaço da (enono"ia caracteri0a3se como uma oportunidade para o exercício da
reali0aço pessoal. Deve ser entendida como um estado de busca permanente, 7á &ue 1
pr%prio do ser 2umano dar significado 6 vida. Por isso, pode3se afirmar &ue a fenonomia 1
uma oportunidade de reali0ar algo &ue preenc2a a lacuna do sentido da exist/ncia. "ssim, o
exercício de &ual&uer atividade &ue engrandeça, &ue possa ser classificado como nobre ou
&ue proporcione o sentimento de satisfaço íntima, pertence ao espaço fenonImico.
Exemplos so as atividades relacionadas com as artes, alguns trabal2os intelectuais e o
trabal2o em prol do bem comum.
" ano"ia e a .orda so categorias anormais, &ue se regem pela marginalidade do
sistema social. " ano"ia define pessoas destituídas de senso social e de vida pessoal. Elas
no t/m um norte para suas vidas. " anomia caracteri0a a pessoa &ue perdeu o sentido para
sua vida. @á a .orda se refere ao sentido coletivo da anomia, ou se7a, ela caracteri0a um
con7unto de pessoas sem rumo, sem sentido da ordem social. Pogo, uma sociedade em &ue
se perdeu a representatividade, passa a se constituir em 2orda. *ma sociedade constituída
de 2ordas 1 a&uela em &ue seus membros perderam a consci/ncia de sua
Q
multidimensionalidade, 7á &ue esta 1 um componente essencial da representatividade
8)oegelin, ,-;.9.
"cresçam3se a essas categorias o trabalho e a ocupação como integrantes da
mltidimensionalidade "mana& por se constit,rem em elementos necessários e
imprescind,veis / !oa sociedade& da forma como esta foi entendida pelos pensadores
clássicos gregos. Por conse&</ncia, a anomia e a 2orda so espaços &ue se desenvolvem
&uando o trabal2o e, principalmente, a ocupaço fenecem.
Esses espaços ou categorias constituem a realidade do 2omem, perpassando de uma
forma ou de outra, em maior ou menor grau, a exist/ncia 2umana.
"s categorias do paradigma paraeconImico pressup4em &ue, em cada um desses
espaços, pro7eta3se um modelo de ser 2umano. Esses modelos no caracteri0am, no entanto,
a unidimensionali0aço do 2omem, 7á &ue o reducionismo no cabe na teoria da
delimitaço dos sistemas sociais. "ssim, para efeito deste estudo de tese, discute3se, a
seguir, cada um dos modelos, associando3os a um ou mais espaços ou categorias da
delimitaço dos sistemas sociais.
"ntes, por1m, 1 necessário alertar3se &ue, assim como esses espaços de produço
perpassam a exist/ncia 2umana no seu todo, tamb1m os modelos de 2omem esto
presentes, em maior ou menor grau, em cada ser 2umano. " associaço &ue se fa0 entre
espaço e modelo de 2omem tem o prop%sito de elucidar ou conceituar, com maior preciso,
o entendimento &ue se tem de cada uma dessas categorias. Presta3se, portanto, a um
exercício de associaço simples entre cada um dos conceitos e como tal deve ser
interpretado, mesmo por&ue nen2um ser 2umano, sob condiç4es normais de
multidimensionalidade, pode ser redu0ido ao nível de um simples conceito associado a
apenas um espaço da exist/ncia 2umana.
/# Mode!os De &o"e"
Depreende3se daí &ue o espaço da economia corresponde, em larga escala, ao
.o"e" operaciona!. Este se caracteri0a por buscar apenas sua subsist/ncia em termos de
necessidades básicas, tanto as de nature0a primária &uanto as sociais mais elementares. De
acordo com $amos 8,-.E9, as demais características do 2omem operacional soR a
passividadeJ a programaço be2avioristaJ o a7ustamento via treinamento formalJ a
B
motivaço para o trabal2o com base em obtenço de vantagem de recompensa material e
econImicaJ a aus/ncia de preocupaço 1tica associada ao trabal2oJ a aus/ncia de liberdade
pessoal no Kmbito do espaço da economiaJ a aus/ncia de recompensa intrínseca no
exercício do trabal2o, tendo como conse&</ncia a satisfaço postergada.
C modelo de .o"e" reati0o 1 fruto de uma nova viso da motivaço 2umana e da
constataço da influ/ncia de seus sentimentos e valores no espaço de produço econImica
ou organi0acional. Decorre, portanto, da constataço de &ue o ambiente de produço em
&ue se inspira o taDlorismo e o be2aviorismo necessitam do relacionamento mais
2umanístico no sentido &ue l2e atribui 'romm 8,-;N9. C 2omem reativo caracteri0a3se pela
adaptabilidade 6s normas do grupo institucionalJ pela subordinaço aos ditames do grupo
informal e adaptabilidade ao meio. +onstitui uma categoria &ue expressa a adaptabilidade e
a sociabilidade do ser 2umano, imergindo3o no grupo e subordinando3o a ele. C espaço do
2omem reativo 1 a economia, a burocracia, ou se7a, o ambiente de massa ou grupos sociais
maiores. Eventualmente ele pertence, tamb1m, aos espaços isonImicos ou conviviais.
C .o"e" parent1tico 1 a concepço do ser 2umano na dimenso plena da ra0o.
Ele se caracteri0a por ser partícipe de organi0aç4esJ ter consci/ncia crítica acerca dos
valores organi0acionaisJ compreender os ditames da ra0o substantiva, em contraposiço 6s
condicionantes do comportamento definidas a partir das imposiç4es externasJ dimensionar
e avaliar, permanentemente, o espaço em &ue viveJ poder romper com suas raí0esJ estar
como &ue em suspenso no seu meio social, procurando compreend/3loJ estar comprometido
na construço da vida particular e social, com base em valores 1ticosJ compreender e
exercitar a vida em cada espaço da exist/ncia 2umana. Ele procura dar significado 6 vida
com auto3estima e autoconfiança. Cs espaços em &ue o 2omem parent1tico encontra plena
possibilidade de aço 1 o da fenonomia e o da isonomia.
5este ponto 1 preciso clarificar a noço de modelos de 2omem, uma ve0 &ue estes
so modelos ideais nos termos cun2ados por :eber 8,-;.9. 5o se pode esperar &ue tais
modelos se encontrem em absoluto no concreto. +omo se afirmou anteriormente, cada ser
2umano tem presente com maior ou menor intensidade cada um desses modelos,
dependendo, tamb1m, das possibilidades ob7etivas oferecidas em cada um dos espaços da
exist/ncia 2umana.

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Re(erencias 'i'!ior2(icas

"$E5DT, >anna2. A condição .u"ana# $io de @aneiro R 'orense3*niversitária, ,-.H.
SSSSSSSSS. T.e .u"an condition# +2icago R T2e *niversitD of +2icago, ,-Q..
SSSSSSSSS. A dinidade da po!)ticaR ensaios e confer/ncias. F. ed. $io de @aneiro R $elume3
Dumará, ,--H.


'$"5TP, )ictor E. U" sentido para a 0ida# !o Paulo R !antuário, ,-.-.

'$CMM, Eric2. Psican2!ise da sociedade conte"por3nea. $io de @aneiro R Ua2ar, ,-;N.
SSSSSSSS. O "edo 4 !i'erdade. ,N. ed. $io de @aneiro R Ua2ar, ,-;;.

>EPPE$, "gnes. Socio!oia de !a 0ida cotidiana. Oarcelona R Península, ,-;;.
SSSSSSSS. Una re0isi5n de !a teor)a de !as necesidades. Oarcelona R Paid%s =b1rica,,--B.
=PP=+>, =van. A con0i0encia!idade# Pisboa R Europa3"m1rica, ,-;B.

$"MC!, "lberto #uerreiro. Moderni0ationR toVards a possibilitD model. =nR OEP=5#, :. ".,
TCTTE5, #. C. De0e!opin nations6 &uest for a model. 5eV @erseD R D. von 5ostrand, ,-;N. p.
F,3Q-.
SSSSSSSS. Consideraç7es so're o "ode!o a!ocati0o do o0erno 'rasi!eiro# =nR !1rie +adernos do
+P#"G*'!+, 'lorian%polis, ,-.N. Mimeo.
SSSSSSSS. Mode!o econ8"ico 'rasi!eiro6 uma apreciaço 6 lu0 da Teoria da Delimitaço dos
!istemas !ociais. =nR !1rie +adernos do +P#"G*'!+, 'lorian%polis, ,-.N.
SSSSSSSS. T.e ne9 science o( orani$ations# Toronto R *niversitD of Toronto, ,-.,.
SSSSSSSS. Ad"inistração e conte,to 'rasi!eiro6 esboço de uma teoria geral de administraço. F.
ed. $io de @aneiro R '#), ,-.H.
!M=T>, "dam. A ri:ue$a das naç7es. !o Paulo R 5ova +ultural, ,-... +oleço LCs
Economistas.M
T>*$C:, Pester +. O (uturo do capita!is"o# $io de @aneiro R $occo, ,--;.
TC''PE$, "lvin. A terceira onda# F,. ed. $io de @aneiro R $ecord, ,--Q.
)CE#EP=5, Eric. Ana"nesis# 5otre Dame R *niversitD of 5otre Dame, ,-;..

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