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A influência das matrizes teóricas Liberal

e Marxista sobre o Estado e a Sociedade ao
longo do séc. XX
Se analisarmos com cuidado a influência das matrizes liberal e marxista sobre o
Estado e a sociedade ao longo do século xx,poderemos observar que o estado de matriz
liberal veio a tona com as idéias advindas do espectro iluminista que dominava a
Europa ocidental no século XIX, matriz esta em que se pregava o estado
mínimo. Como liberal, devemos entender uma sociedade, onde há a independência e a
liberdade de todos os cidadãos, não sendo submissos a nenhuma outra força, pois são
iguais ante as leis que regem a sociedade. No limiar do século XX, bem antes do
advento do declínio do Estado liberal ocidental, nasce com a revolução bolchevique o
primeiro Estado socialista, a Rússia. Sabemos que este Estado tinha como dogma o
princípio do controle total da vida social, política e econômica do cidadão. O Estado
social/marxista, por suas peculiares características antagonizam com o Estado liberal,
enquanto um deixa a cargo do Mercado toda e qualquer atividade, o outro se encarrega
do controle total do estado sobre as atividades.
Os Estados adotaram a Matriz Liberal tem como vantagem e fator diferencial entre
outras a a forma com que aplica a justiça, a manutenção da lei e da ordem deixando os
cidadãos livres para dedicarem aos seus próprios interesses e outras atividades no
Mercado. Porém trazem consigo a desvantagem da fragmentação e divisão
da sociedade em classes. Isto causa a disparidade piramidal entre pobres e ricos, ou
seja, os ricos cada vez mais ricos e os pobres mais pobres. No Estado de Matriz
Socialista não a vez para a competitividade de mercado visto que o controle de
todo processo produtivo é Estatal.
O século XX trouxe à baila a tensão máxima entre as matrizes liberal e marxista, a
construção do muro de Berlin e a criação da cortina de ferro, separando o mundo entre a
influência ocidental (liberal) e da URSS (marxista).
sua colocação é perfeita, porém no mundo real além de levarem ao pé da letra levar
vantagem em tudo, tanto em uma matriz quanto em outra,o que importa e o poder, é a
submissão da sociedade aos caprichos de uns poucos.


Estado e poder são entes estritamente ligados, portanto indissolúveis em sua origem, no
entanto não podemos conferir a mal feitores e terroristas, o status de Estado de direito,
como exemplo podemos citar as organizações criminosas existentes no Brasil, e mesmo no
mundo: Farcs na Colômbia, Talibã no Afeganistão, PCC no Brasil, comando vermelho etc.
Vejam que mesmo tendo poder sobre a comunidade em que estão inseridas, não
representam o poder estatal.
Não há dúvida quanto ao fato de que na segunda metade deste século XX as correntes
de pensamento que podemos genericamente referir como Liberalismo e Marxismo
foram aquelas dominantes. Com a vitória dos Aliados e a derrota do Nacional-
Socialismo (Nazismo) alemão, do Fascismo italiano e do regime autoritário japonês na
Segunda Guerra Mundial, o Liberalismo e o Marxismo passaram a dominar amplamente
o cenário das idéias sócio-políticas a nível mundial.
No Brasil, após a Segunda Guerra, com o término do regime autoritário do
Estado Novo de Getúlio Vargas (que durou de 1937 a 1945) instaurou-se uma ordem
liberal que perdurou até o golpe de l964 quando se iniciou um período de cerca de vinte
anos de uma ordem militar autoritária. Mesmo neste período autoritário, contudo, o
discurso dominante era de que a ordem militarista visava garantir a preservação dos
valores culturais do Ocidente, como a liberdade e a democracia, os quais estariam
ameaçados pelo totalitarismo de cunho marxista ou comunista, bem como construir as
pré-condições para o funcionamento de uma democracia liberal. Esta corrente de
pensamento que deu sustentação ao período de autoritarismo militar ficou conhecida
como Ideologia da Segurança Nacional.
A partir, então, de meados dos anos 80 reinstaurou-se um regime democrático-
liberal, com a eleição de uma assembléia constituinte em 86, cujos trabalhos foram
concluídos em 88. Este processo culmina com a eleição direta de um presidente em fins
de 1989.
A magnitude dos poderes do estado sobre a sociedade e os cidadãos no raio de ação de
seu território, isso gera e sempre vai gerar controvérsias e antagonismos, pois
jamais houve ou haverá consenso sobre quem mais beneficiou ou prejudicou a
sociedade, a política liberal ou a marxista, em busca do estado de bem estar social,
almejado por todos
A hipótese central deste texto, como dissemos antes, é a de que tanto o
Liberalismo quanto o Marxismo estão fundamentados em premissas falsas a respeito
dos principais atributos do ser humano, individual ou coletivamente considerado.
Convém ressaltar que isto também é verdadeiro em relação às outras correntes de
pensamento que foram importantes neste século, a exemplo do Fascismo e do Nacional-
Socialismo nazista, cujas premissas falsas não serão aqui criticadas pelo simples fato de
não serem hoje muito expressivas.
São estas falsas concepções acerca do ser humano, como já foi dito, que se
projetam sob a forma de princípios ético-morais equivocados, bem como sob a forma de
modelos de organização política que estão na base dos grandes problemas enfrentados
pela humanidade. Por esta razão devemos fazer um esforço de síntese a fim de
compreendermos a essência das concepções de ser humano e de humanidade que
nucleiam as correntes de pensamento, os valores ético-morais e os modelos de
organização política do Liberalismo e do Marxismo, em torno das quais se desenvolvem
as demais principais instituições sociais da
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maioria dos países na atualidade.
Como já dissemos antes, nos alongaremos um pouco mais no exame das
premissas e das instituições centrais do Liberalismo do que naquelas do Marxismo, pela
simples razão de que em nossos dias as instituições derivadas do Liberalismo tornaram-
se amplamente dominantes no mundo.
Fonte: http://www.humanitarismo21.com/livro/Livro-04-Liber-web.htm
Vão com tanta sede ao pote, ou as tetas, com nepotismo, improbidades, roubalheiras que
podem hora dessas matar a vaca, das tetas de ouro.
Dentro da matriz liberal havia também divergências, mais que entretanto foram
convergindo em nome de uma corrente una visando, em prol de uma sociedade de livre
concorrência de mercado e liberdades individuais.

para podermos situar a importância das matrizes liberal e marxista no contexto político,
social e econômico dos séculos XIX e XX, não podemos nos furtar de deixar bem claro
que o inicio de tais fatores ,foram os ideais iluministas, e principalmente as teorias do
filosofo e teórico alemão, Karl Marx(marxismo).
O Estado como organização tal qual conhecemos na idade contemporânea, é o ente que
exerce o poder regulatório sobre toda a sociedade dentro de um citado território, ou seja,
tem a capacidade de influenciar a ação e o comportamento das pessoas.
a revolução industrial trouxe consigo uma nova classe dominadora, a emergente
burguesia industrial, não menos danosa do que as antigas praticas advindas do
feudalismo e do liberalismo total.
para podermos nos situar no antagonismos das matrizes liberal e marxista, temos
que obrigatoriamente que fazer uma pesquisa sobre os pensadores e filósofos que foram os
mentores destas matrizes.
Karl Marx, Carl weber,Montesquieu,Jean Jaques Rousseau,Adam Smith,Jean de La
Fontaine,Thomas Hobbes e John Lock.


A influência do marxismo foi profunda na trajetória das ciências sociais, particularmente
desde os anos 1930 e, em especial, dos decênios que e se seguiram à segunda guerra
mundial. Essa expansão da metodologia marxista nas ciências sociais em seu conjunto teve,
no caso da historiografia, um impacto talvez ainda maior, pela natureza mesma da
construção teórica marxista, cujo fundamento é a análise da história. Nos países ocidentais
falou-se de uma historiografia marxista francesa (La brousse, Vilar, Lefebvre, Soboul,
Bouvier), de uma inglesa (Dobb, Hill, Hobsbawm, Hilton, Thompson, Samuel, Anderson),
de uma italiana (Sereni, Zangheri, Procacci, Romeo, Barbagallo), de uma espanhola
(Fontana, Tuñón, Elorza, Pérez Garzón, Ruiz), de uma brasileira (Caio Prado Jr., Gorender,
Nelson Werneck Sodré, entre outros). Diversamente da escola dos Annales, cujo âmbito é
quase que exclusivamente francês, o marxismo possui uma difusão e uma importância de
natureza supranacional. No entanto, através um conjunto de princípios comuns, a deixa
perceber a marca nacional concreta que inspira o desenvolvimento geral da filosofia e da
teoria social marxista em cada caso.
Fonte:http://criticanarede.com/fil_historia.html

O final da primeira grande guerra trouxe consigo uma nova ordem político social, bem
como mudanças no mapa geográfico mundial, isto por que para derrotar o poderio
militar dos alemães, juntaram-se diversos países, dos mais variados matizes.
Durante o interstício entre a primeira e segunda guerra mundial, houve a grande depressão
americana (1929), a revolução bolchevic, que pôs fim ao regime czarista na Rússia, e
o surgimento do nacional socialismo alemão (nazismo), isso causou grande tensão entre as
grandes potencias do mundo naquele momento histórico, que culminariam com a segunda
grande guerra, perguntaríamos o que tem isso haver com as matrizes liberais e marxistas?
Tudo se analisarmos que os atores envolvidos na ação, defendiam cada qual de sua forma, o
liberalismo ou o marxismo, cada qual com sua visão, deturpada ou não.
Peguemos como um pequeno exemplo a ilha de cuba que optou pelo marxismo
seguindo a linha soviética de Estado, com a derrocada do socialismo soviético, cuba
ficou órfã, e sem parceiros no mundo seja comercial seja em sua visão de sociedade,
que se mostrou utópica e ineficaz, dentro do que prometia , a igualdade entre todos de
um mesmo espectro social.

"O marxismo seguramente foi a doutrina mais importante do século XX, no amplo sentido
de um “campo” (Bourdieu) ou ainda no sentido de ideologia (Gramsci) e não no dos
próprios Marx e Engels.(como doutrina dominante da classe dominante.) A tal ponto que se
pode dizer que o século XX foi o século do marxismo.

A partir das formulações originais da dupla Marx-Engels, o marxismo foi se constituindo
numa concepção de história, numa visão de mundo, numa prática de luta, numa política,
diretamente na crítica ao capitalismo, seu inimigo figadal. Desde o século XIX, formações
partidárias nitidamente operárias criaram-se inspiradas nas idéias da dupla, tais como o
prestigioso Partido Social-Democrata alemão, do qual o próprio Engels foi militante e
dirigente, e o Partido Socialista Operário Espanhol. Todos os demais partidos de origem
operária na Europa Ocidental, e mesmo na Índia, tinham o marxismo como sua orientação
teórica-prática mais consistente"
Fonte: cartamaior.com. BR

Para analisar as diferenças entre as matrizes teóricas Liberal e Marxista (as quais foram
utilizadas para enfrentar os paradigmas da relação Estado, Governo e Mercado durante os
séculos XIX e XX) é preciso que se conheça as duas principais questões que esses modelos
teóricos buscaram responder.

A primeira questão pode ser formulada nos seguintes termos: qual a natureza do domínio
exercido pelo Estado sobre a sociedade e qual a natureza do uso da força estatal sobre os
indivíduos?

A esta questão os liberais iriam responder que o domínio do Estado sobre a sociedade
funda-se em um contrato social tácito por meio do qual os cidadãos abririam mão de
parcela de sua liberdade individual em troca de segurança e justiça.

Para os liberais a vida em sociedade não é natural, ela nasce pela necessidade de se superar
um hipotético estado de guerra generalizada de todos contra todos, situação de extrema
insegurança.

Essa vida em sociedade seria regida nos termos do contrato social, o qual seria o
instrumento balizador das relações entre o Estado e os cidadãos.

Nesse sentido, dever-se-ia respeitar o direito natural como única fonte legitima do direito
civil, portanto, todos os homens seria tratados em pé de igualdade perante a lei e o Estado.
Haja vista não haver diferença entre os indivíduos na natureza.

A coerção física exercida pelo Estado sobre os cidadãos, portanto, teria natureza legal, nos
termos do contrato social que regularia a relação entre o Estado e os indivíduos. Ora, se os
cidadãos abrem mão de parcela de sua liberdade em troca de proteção e segurança, eles
também reconhecem que o Estado poderá usar a força, se necessário, para garantir os
direitos naturais (liberdade, igualdade, propriedade) dos seus cidadãos.

Por outro lado, os marxistas encaram de forma diversa a dominação do Estado sobre a
sociedade. Para Marx, apenas no comunismo primitivo haveria relação de igualdade dos
homens em face dos bens produzidos. No entanto, a partir do momento que a produção
passa a gerar excedente, e este excedente se concentra nas mãos de uma ou poucas pessoas,
passa a existir uma relação de dominadores VS dominados. Os detentores do excedente da
produção seriam os dominadores, e os trabalhadores seriam os dominados. Na visão do
marxismo o Estado nasceria para garantir essa dominação de dominadores sobre
dominados.

Portanto, para os marxistas a igualdade entre os homens não era real, em razão da
diferenças de suas posses. Os dominadores teriam sempre privilégios sobre os dominados.

Ora, se o Estado teria como função garantir a perpetuação dessa relação de desigualdade,
então todo tipo de violência exercido por ele seria inaceitável. Daí porque Marx defendia a
necessária revolução para que os proletários tomassem o poder e fizessem a conversão do
capitalismo no socialismo e depois deste no comunismo, onde o Estado não mais existiria.

A segunda questão que essas correntes antagônicas tentaram responder ao longo dos anos
pode ser sintetizada nos seguintes termos: como seriam as relações entre a maioria e a
minoria na sociedade e como elas se relacionam com o Estado?

Os liberais responderiam que todos são iguais perante a lei e o Estado, de modo que podem
por conta própria lutar para conseguir uma colocação adequada na sociedade e no mercado.

Já os marxistas teriam opinião no sentido de que a minoria é aquela que exerce domínio
sobre a maioria, pois à minoria cabe o controle dos excedentes da produção. Nessa razão,
deveria a maioria, que detém a força de trabalho, tomar o poder do Estado para acabar com
as diferenças entre as classes pelo processo revolucionário e, em seguida, acabar com o
próprio Estado, que, na visão dessa corrente, não teria razão de existir se não houvesse
diferenças entre os homens.

Para o marxismo, o Estado existe para manter a dominação de uma classe sobre outra
(burguesia/proletariado) e expõe uma série de idéias que põem em xeque os princípios do
liberalismo, afirmando que o desenvolvimento da sociedade se daria com a tomada de
poder pela classe dominada, até então, não detentora dos meios de produção, instituição do
socialismo e pelo fim da propriedade privada e do Estado.
As duas matrizes fundamentam os padrões de relação entre Estado e mercado ao longo do
século XX em todo mundo e consagram a dinâmica pendular entre eles.
Para Coelho (2009, p. 24), Estado e mercado são as duas principais referências da
sociedade capitalista; as mudanças e os avanços produzidos ao longo do tempo fazem um
movimento em ziguezague, oscilando entre o Estado (esquerda) e mercado (direita).
ai esta exatamente a questão, ninguém produz nada sem ter o controle total de toda linha
produtiva, maquinário distribuição e financiamento de maquinas mais modernas para
otimizar a produção.
Como bem disse Marx, o sucesso do liberal/capitalismo, era vital para a criação de um novo
sistema dominado pelo proletariado,começando pelo socialismo onde dividiriam a pobreza
ate desaguar no comunismo onde a riqueza seria de todos.
No decorrer do século XX , vimos que houve uma detuparção dos ideais marxistas ,e deu no
que deu, hoje restam dois regimes decrépitos, com dois ditadores vivendo vida de nababos,
e o povo, razão maior da filosofia, na mais completa miséria.
Dirão alguns saudosistas da velha guerra fria: Cuba tem um sistema de saúde reconhecido
mundialmente, responderei por eles, e o pão, esta farto? Existe transporte coletivo de
qualidade? Saneamento básico? Salários ao menos em um patamar decente?
A resposta para tudo isso é não, enquanto isso reina a dinastia castro.
Fidel não combatia Fulgêncio batista fantoche segundo ele dos estados unidos?
Ao eternizar-se no poder servindo a URSS, o que de bom fez ele para o povo, senão serem
eternos plantadores de cana?
Dependendo do tipo de sistema governamental adotado em uma sociedade, com as
nuanças características das matrizes ideológicas, as relações entre Estado e mercado
(sociedade) mudam, ampliando as possibilidades de ação ou impondo limites à vontade
dos indivíduos ou da coletividade.
À medida que o pêndulo atinge seu ponto máximo à direita, os mecanismos de mercado
apresentam aumento da produção, desenvolvimento tecnológico e do acúmulo
concentrado da riqueza em uma sociedade, todavia, mostram-se insuficientes para
estimular o investimento privado, o desenvolvimento econômico e o bem-estar social,
aumentando as desigualdades sociais.
A partir daí, “a sociedade começa a inclinar-se à esquerda, buscando a intervenção
estatal como forma de corrigir as falhas de mercado, sanar suas insuficiências e recriar
as bases da economia e o aumento do bem-estar” (COELHO, 2009, p.25).
Quando o pêndulo chega ao seu ponto máximo à esquerda, o Estado se retrai, pois não
se mostra mais capaz de promover o crescimento econômico e o bem-estar social,
favorecendo os mecanismos de regulação do mercado e a expansão econômica das
sociedades capitalistas.


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/49064/1/Os-Limites-e-possibilidades-das-
relacoes-entre-Estado-Governo-e-Mercado-na-sociedade-
capitalista/pagina1.html#ixzz1PwUb1bmP
Não esqueçamos que o próprio Marx, dividiu suas teorias sociológicas em duas, uma irreal,
e outra cientifica.
Creio que a irreal foi a que seguiram os grandes farsantes da historia, que tudo prometeram
ao povo, depois se perpetuaram no poder.
Quanto a luta de classes, em todos os países onde de alguma forma houve luta para se
conseguir algum beneficio para a sociedade como um todo, pelo sofrimento impingido pelo
ardor das batalhas, o povo se tornou mais unido mais cidadão, o que não é o caso do Brasil.
Nossa pirâmide social é uma vergonha, somente agora com a chegada de uma pseudo
esquerda algo vem sendo mudado, porém os ricos cada vez mais ricos, e o pobre vivendo
com salários aviltantes, ou os bolsas esmolas da vida.
o liberalismo ou a matriz liberal como queiram,deixou como herança maior para a
sociedade do final o séculos XIX e XX,a busca por um estado de bem estar social,
economia de mercado, competitividade e liberdade para a sociedade,porém como em
um entrelaçamento com o marxismo, não deixou de ser uma sociedade injusta, onde as
fontes de produção de riquezas,continuam nas mãos de uma pequena parcela
burguesa,ao proletariado resta o de sempre, vender o que tem ,ou seja sua mão de obra,
sempre remunerada aquém de seu real valor.

Karl Marx, previa o aproveitamento pela classe proletária das benesses advindas do
crescimento do capitalismo,como uma base intermediaria, para que então em uma luta de
classes fosse implantada uma ditadura do proletariado, calcada no bem estar da maioria
não de uma minoria( como vemos ainda na atualidade), para somente depois de
sedimentada chegar-se ao comunismo.
Talvez ninguém jamais saiba o que ocorreu nas mentes de Stalin, Lênin,kruchov,Mao TSÉ
tung,ao deturparem a matriz marxista adaptando-a a seus próprios interesses,na teoria
todos os cidadãos possuíam os mesmo direitos, eram iguais, mais entre os iguais, haviam os
mais iguais, ou seja familiares e membros dos partidos comunistas dos respectivos países.
Somente para registrar, que desenvolvimento o marxismo trouxe para Romênia, republica
Tcheco-eslováquia, polônia, Bulgária, e outros países mais sobre a influência da URSS.
talvez esteja eu enganado,mais uma observação superficial leva-me a crer que os países que
acreditaram no canto da sereia prometido pelos Russos de Lênin e Stalin, eram cada um a
seu tempo os mais miseráveis, portanto mais suscetíveis a acreditar em milagres, vide
Angola, Moçambique, Vietnã,Camboja.
Sabemos hoje que todo e qualquer matriz tem que ser trabalhada, maturada para que se
mostre eficiente, para que mostre a que veio.
"Deve-se dizer, sem apologia acrítica, que esse vasto campo construiu-se cheio de
contradições, que fizeram sua riqueza, até que a mão pesada do Partido Bolchevique,
vitorioso na Revolução de 1917, em seguida Partido Comunista da URSS, converteu o
marxismo num dogma, e matou, em grande medida, sua capacidade criadora, que requer,
antes de tudo, sua própria autocrítica. O marxismo havia chegado à Rússia pelas mãos de
teóricos do calibre de Plekhanov, e deu origem imediatamente a um movimento político
que tomou explicitamente a forma de partido lutando pela Revolução e pelo poder, com
seus dirigentes que se transformaram em condottiere mundiais, Lênin e Trotsky, para citar
apenas estes"
Fonte: cartamaior.com. BR
Confesso que participar deste fórum fica a cada dia mais difícil, talvez por incompetência de
minha parte, ou por eu ainda não ter entendido o espírito da coisa.
Mas vamos lá, dentro daquilo que entendi o século XX viveu sob o signo e a sombra do
marxismo,que assombrou o mundo ao derrubar o regime czarista na Rússia com a
revolução de 1917,o mundo capitalista seguiu seu rumo buscando através de novos métodos
de produção como a linha de montagem, implementada por Henry Ford,euferir cada vez
mais lucros.
O crasch da bolsa de new York em 1929 derrubou a política liberal/capitalista dos estados
unidos bem como de boa parte do mundo ocidental, no que chamamos de efeito dominó.
Para enfrentar o pesadelo que abateu sobre a economia e a sociedade americana, foi
necessário um plano emergencial, o new deal, posto em pratica por Roosevelt.
Plano este que vizava assistência aos desempregados pela crise, e uma política de
intervenção do Estado para que se desse o reerguimento da economia.
Tentando me fazer entender continuo seguindo a historia,após a vitoria bolchevic na
Rússia,Todo o sistema produtivo foi estatizado, inclusive a vida dos cidadãos, não
importava que profissão você tinha, se estivesse faltando arroz, eras convocado a uma
temporada nas fazendas coletivas para o aumento da produção.
Caso acontecesse do aumento do preço de determinado produto no mercado exterior,
estava o cidadão compulsoriamente convocado a ir dar sua contribuição em sua produção,
aquele sonhador que ousasse perguntar onde estava Marx/social/comunismo, era logo
tachado como traidor do regime e fuzilado sem direito a defesa.

Governo republicano,sendo o anterior o imperialismo.
A República de Weimar
Parte 1
Uma serie de revoltas logo após o termino da primeira grande guerra,culminou com
a abdicção do imperador Guilherme II, sendo entaõ estabelecida na Alemanha o regime
republicano(1918)
Ao final da primeira grande guerra a Alemanha estava arruinada
econômicamente,sua sociedade destruida moralmente, seu povo humilhado pela derrota
impingida, pelos países aliados.
Com a vitoria os países aliados impingiram ao governo Alemão um durissimo
termo de rendição, o tratado de versalhes,datado de 1919.
Foi nessa condição de total adversidade que surgiu a republica de Weimar,tendo
essa denominação pois sua carta constitucional foi assinada na cidade de weimar,localizada
na provincia da Saxônia.
Desde seu inicio a republica de weimar demostrou sua fragilidade,pois nascia entre
os escombros e as cinzas da guerra,o ódio ainda pairava no ar.
Isto em um país de tradições imperialistas, sem nenhum contato como o que seria
democracia, agravou-se com uma econõmia incipiênte, inflação galopante,e ainda tendo
como complicador a quebra da bolsa de valores de nova york,que causou nos Estados
Unidos Da America uma forte depressão economica, que se irradiou pelo mundo.
A republica de weimar, digradiou-se desde sua criação, com a ferocidade de grupos
extremistas, entre os quais os nacional-socialistas, Que taxavam como traição a asssinatura
do tratado de versalhes, pelo entaõ governo social democrata, alem de não contar com o
apoio popular necessario na manutenção de um governo forte.
O que começou com o crash da economia americana, que detonou a bomba relogio
da crise mundial de 1929, exarcebou-se com o crescimento do partido nacional-
socialista,que miraram suas armas politicas, em torno do desemprego monstruoso, e de
uma inflação galopante.
Porém a grande virada no contexto politico mundial deu-se em 1932, com a reeleição do
marechal Hindenburg, que chamou para formar o novo governo, o entaõ inexpressivo
politico extremista, Adolph Hitlher;pois o mesmo, com seu discurso nacionalista ficou em
segundo lugar nas eleições, entaõ realizadas.
Republica de weimar, parte 2.
Dentre os termos impostos aos derrotados alemães,incluíam a perda de grande parte de
seus territórios da época imperial na Europa, de todo seu vasto império colonial nos mares
e oceanos, bem como no continente africano, isso tudo alem de restrições sobre a formação
de suas forças armadas,e o pagamento indenizatório dos danos causados durante a guerra.
O pagamento do butim de guerra bem como a estagnação dos meios produtivos, a
incapacidade do Estado em intervir, neste momento dramático,resultou no que se
esperava,serie de infortúnios e desacertos da republica/liberal de weimar, trouxeram ao
poder o partido nacional-socialista(1933) capitaneado por Adolf Hitler, que pregava a
superioridade ariana, a união de todo povo alemão na ajuda na reconstrução e nos meios
produtivos,e buscar um bode expiatório para angariar mais poder.
Podemos então dizer com convicção que a historia frustrou a republica de weimar.
A republica de weimar 3-conclusão
A crise político econômico surgido em 1929 nos desencadeará na republica de weimar
estragos profundos, o aumento do descontentamento popular, situação de miséria absoluta,
e a impotência do Estado em controlar a situação.
Os nacionais-socialistas sob a batuta de Adolf Hitler de a fundação do partido, saíram
fortalecidos desta situação adversa dos republicanos.
Estando política e economicamente debilitados, os republicanos não foram páreo para o
crescimento e posterior tomada do poder por Hitler e seu partido nacional-socialista, que
apenas 6 meses após chegar ao poder põem por terra as bases republico/democráticas de
weimar, e instaura a ditadura, que veremos causara mais a frente a maior guerra de todos
os tempos.