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MOTOTAXISMO

Auto-Regulação vs. Regulação
André Cruz
Ihering Guedes Alcoforado



O Mototaxismo emerge em Salvador, como um novo modo de transporte
público que não se enquadra nas formas vigentes de transporte publico, dado
possuir caracterisiticas estruturais própria e não redutível aos modos de
transportes público.
O mototaxismo tem características que se aproxima do transporte público
individual (taxi), com quem compartilha as seguintes características : i) não é
coletivo mas individual, uma caraterística estrutural compartilhada com o
taxi), ii) não apresenta economias de escala, já que o negócio pode ser viável
economicamente com a operação de uma única unidade).
Esta nota trata de um segmento do mototaxismo cujo “negócio” é focado num
segmento do mercado não contemplado pelo transporte publico coletivo
público (ônibus), nem pelo transporte publico coletivo individual (taxi). Este
segmento do mercado se localiza nas franjas do sistema oficial de transportes e
se estrutura para atender uma demanda de transporte que se localiza fora da
área atendida pelo sistema convencional. E tem como objetivo evidenciar a
eficiência e eficácia do processo de auto-regulação.
Com este propósito o trabalho consta desta introdução, mas duas partes e uma
conclusão. Na primeira parte, apresento o sistema de transporte público, a
partir dos seus sub-sistemas: transportes público coletivo e transporte público
individual e, apresentdo o perfil sócio econômico dos operadores do sub-
sistema mototaxismo. Na segundo parte, apresento o referencial teórico que
justificativa a auto-regulação nos ambientes caracterizados pela ausência
efetiva da presença do Estado.

Na terceira parte, faço um estudo de caso do auto-taxismo para chamar
atenção para a emergência de uma auto-regulação deste subsistema numa
área considerada “marginal”: o além do fim de linha de Coutos , área não
atendida pelo serviço convencional por dois motivos que não necessariamente
se superpõe: i) segurança para os operadores do sistema convencional, e ii) as
limitações das vias (largura dos logradouros) para a operação dos
equipamentos padrão do sistema convencional anto do sistema de transpote
público coletivo ( ônibus)como privado (taxi), o que evidencia duplamente a
não efetividade da presença do Estado.



BIBLIOGRAFIA
EGGERTSSON, Thráinn, "Property Rights in Stateless Societies" in Economics
Behaviour and Institutions. Cambridge University Press, 1990 [Cambridge
Surveys of Economic Literature]

EGGERTSSON, Thráinn, The Emergence of Property Rights in Economics
Behaviour and Institutions. Cambridge University Press, 1990 [Cambridge
Surveys of Economic Literature]