1

APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA

O Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática vem
desenvolvendo suas atividades desde outubro de 2007, com reconhecimento
pela comunidade acadêmica local e nacional, tendo suas primeiras defesas
ocorridas em Junho/2010.
Durante esse período, o corpo docente e discente vêm trazendo novas
preocupações e apontando soluções que visam melhorar ainda mais a
qualidade dos trabalhos que estão se originando.
A tais preocupações, juntam-se as sugestões dos avaliadores da
CAPES que nos visitaram em dezembro/2010 e os novos critérios de avaliação
dos cursos da área, estabelecidos em reunião de coordenadores em
Brasília/DF em maio deste ano.
Os principais pontos que nortearam nossas modificações foram:
1) a necessidade de diminuir o número de disciplinas obrigatórias e
direcioná-las para o trabalho de dissertação do aluno;
2) a necessidade de reduzir o período de cumprimento dos créditos para
que os alunos possam dar continuidade às suas atividades em sala de
aula, bem como participar de concursos;
3) a qualificação do aluno deve ocorrer na metade do período de
finalização da dissertação e, portanto, nesse tempo ele deve ter cursado
disciplinas que possam ser diretamente aproveitadas para a dissertação;

Diante das considerações acima, os membros do colegiado do curso,
em conjunto com os demais docentes, em reunião ocorrida em 09 de dezembro
de 2009 (21ª. Reunião Ordinária do Colegiado) aprovaram, por unanimidade,
mudanças na estrutura curricular do curso, acrescentando novas disciplinas e
modificando sua obrigatoriedade. Em 31 de maio de 2010 (25ª. Reunião
ordinária do Colegiado) foram aprovadas por unanimidade, as novas
disciplinas, suas ementas e bibliografia, ficando completa a Nova Estrutura
curricular do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática.

Nova Estrutura Curricular do Mestrado Profissional em Ensino de
Ciências e Matemática:

Áreas de Concentração
1. Ensino de Física
2. Educação Matemática

Linhas de Pesquisa
1. História e Filosofia das Ciências e da Matemática.
2. Tecnologias de Informação, Comunicação e Cultura Científica.
3. Metodologia e Didática do Ensino de Ciências e da Educação Matemática

Disciplinas

2
Disciplinas obrigatórias do Tronco Comum (NC) -(cursar 2 + 2 seminários)
1. Metodologia da Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos.
2. Teorias da Aprendizagem do Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos.
3. Seminários de Ensino de Ciências e Educação Matemática – 1 crédito por
semestre (SECEM)


Disciplinas obrigatórias por Linha de Pesquisa (LP)-(cursar, no mínimo, 1)
1. História e Filosofia das Ciências e da Matemática – 4 créditos
2. Tecnologias de Informação e Comunicação e a Prática Docente - 4 créditos
3. Metodologia e Didática no Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos
4. Tecnologia e Educação Matemática – 4 créditos

5. Filosofias da Matemática e da Educação Matemática – 4 créditos


Disciplinas obrigatórias por Área de Concentração (AC) - (cursar, no
mínimo, 2)
Ensino de Física:
1. Física no Ensino Médio – 4 créditos.
2. Tópicos de Física Clássica – 4 créditos.
3. Tópicos de Física Moderna e Contemporânea – 4 créditos
4. Laboratório Didático e Ensino de Física – 4 créditos

Educação Matemática:
1. Fundamentos de Teoria dos Números – 4 créditos
2. Fundamentos de Álgebra – 4 créditos
3. Tópicos de Geometria – 4 créditos.
4. Tópicos de Análise – 4 créditos
5. Ensino-Aprendizagem de Matemática no Ensino Fundamental e Médio – 4
créditos

Estágio Docente (E).

O Estágio Docente consiste em uma atividade obrigatória contando 02 (dois)
créditos - 60 (sessenta) horas, visando o acompanhamento in loco do
mestrando, por parte do orientador, na implementação em sala de aula da
proposta que resultará no trabalho de conclusão e do produto educacional por
ele gerado.
3

Disciplinas optativas (OP)

1. Ciência, Tecnologia e Sociedade – 4 créditos
2. Fundamentos e Aplicação da Álgebra de Clifford no Ensino de Física – 4
créditos.
3. Ambientes Virtuais e Colaborativos de Ensino-Aprendizagem – 4 créditos.
4. Discussão Critica de Artigos de Pesquisa em Ensino de Física e Educação
Matemática – 4 créditos
5. Formação Científica e Docência – 3 créditos.
6. A Ciência e seus Públicos – 3 créditos.
7. Tópicos em Ensino de Matemática – a definir
1
.
8. Tópicos em Ensino de Física – a definir
1
.
9. Redação Científica – 3 créditos
10. Sociologia da Ciência – 3 créditos
11. História Social das Ciências – 4 créditos
12. Simulações no Ensino de Física – 3 créditos
13. Epistemologia da Ciência e Ensino de Física – 2 créditos
14. Objetos de aprendizagem e o ensino de ciências e matemática – 2 créditos
15. Temáticas de Informação e Comunicação – 3 créditos
16. Resolução de Problemas e Construtivismo Social – 4 créditos
17. Modelagem Matemática – 3 créditos
18. Tendências em Educação Matemática – 4 créditos
19. Educação Matemática dentro da pós-modernidade – 4 créditos
20. Seminários de pesquisa I
21. Seminários de pesquisa II

Créditos por Disciplinas:
30 créditos – 20 créditos de disciplinas obrigatórias, 08 créditos das disciplinas
optativas a serem selecionadas pelos alunos e 02 créditos de seminários
(SECEM).

Estágio Docente: 2 créditos

Trabalho Final (TF): 34 créditos (Espera-se que o mestrando dedique 20
horas semanais à elaboração do Trabalho Final).

1
O número de créditos será definido de acordo com a ementa e o conteúdo programático.
4

Tempo mínimo: 1 (um) ano.

Tempo máximo: 3 (três) anos.

Uma possível distribuição por semestre, considerando que os mestrandos
dedicariam tempo parcial, seria a seguinte:
SEMESTRE 1 SEMESTRE2 SEMESTRE
3
SEMESTRE
4
SEMESTRE
5
SEMESTRE
6
NC AC E TF
NC LP OP
SECEM SECEM
AC OP

13 13 6 34


Observação 1: Cada crédito corresponde a 15 horas/aula, ou a 30 horas de
atividades práticas ligadas ao curso.


Linhas de Pesquisa

Nome: História e Filosofia das Ciências e da Matemática.
Descrição: Esta linha de pesquisa investiga as dimensões histórica, filosófica e
epistemológica relevantes para o Ensino das Ciências e da Matemática, com
ênfase no desenvolvimento de processos e produtos, por meio de projetos que
procurarão reunir subsídios para analisar, de forma qualitativa e quantitativa, a
História e Filosofiada Ciência e da Matemática como forma de abordagem
teórica e metodológica no processo de ensino e aprendizagem.

Nome: Tecnologias de Informação, Comunicação e Cultura Científica.
5
Descrição: Esta linha de pesquisa explora de modo crítico e reflexivo a
produção e utilização das tecnologias da informação e comunicação para
compreensão da cibercultura e da evolução tecnológica nos processos de
formação, ensino e aprendizagem. Explora ainda a divulgação científica como
um dos aspectos centrais da produção dos saberes científicos sob os pontos
de vista histórico-sócio cultural e teórico-metodológico. Busca, por outro lado,
produzir materiais multimídias de natureza didático-pedagógica que contribuam
para melhor desempenho das atividades de divulgação e de Ensino de
Ciências e Matemática.

Nome: Metodologia e Didática no Ensino das Ciências e na Educação
Matemática.
Descrição: Esta linha contempla os processos de ensino e aprendizagem e
interações sócio-cognitivas por meio de pesquisas sobre a execução curricular,
a sala de aula, o seu uso como laboratório e como espaço de formação, a
utilização e impacto de materiais didáticos e de ferramentas
teórico/metodológicas bem como os fundamentos cognitivos e científicos que
os justificam. Estuda também a formação, desenvolvimento e modelagem de
conceitos e de problemas no domínio das Ciências e da Matemática. Os
projetos de pesquisa relacionados a esta linha visam a produção de meios que
possibilitem antecipar e superar possíveis dificuldades de natureza didática e
epistemológica que ocorrem na prática pedagógica.












6
Disciplinas obrigatórias do Tronco Comum (cursar 2)
1. Metodologia da Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos.
2. Teorias da Aprendizagem do Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos.
3. Seminários de Ensino de Ciências e Educação Matemática (SECEM) – 1
crédito/semestre

Ementas e Bibliografias das Disciplinas:

1. Metodologia da Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática – 4
créditos
Docentes possíveis: Dr. Silvanio de Andrade, Dra. Abigail Lins, Dra. Filomena
Moita.

 Ementa

O conhecimento científico. A produção do conhecimento nas Ciências, em
Matemática e na Educação. Paradigmas de pesquisa e produção do
conhecimento: as bases epistemológicas da aprendizagem em Ciências e
Matemática. Pesquisa qualitativa x pesquisa quantitativa. Abordagens
qualitativas, mistas e não convencionais de pesquisa. Planejamento da
pesquisa: etapas básicas do projeto de pesquisa. Subsídios para a seleção dos
temas, focalização de tópicos, levantamentos de dados e procedimentos de
amostragem. Análise e apresentação de dados quantitativos e qualitativos.
Elaboração e apresentação de relatórios de pesquisa.

 Bibliografia

ALVESSON, M.; SKOLDBERG, K. Reflexive methodology: new vistas for qualitative
research. 2
nd
ed. London: Sage, 2009.
ANDRÉ, M. (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos
professores. Campinas: Papirus, 2001.
ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional.
Brasília: Líber livro, 2008. (Série pesquisa, v. 13).
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. 15. ed. Campinas: Papirus, 2008.
ANDRÉ, M. E. D. A.; LUDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.
São Paulo: EPU, 1986.
BAQUERO, M. A pesquisa quantitativa nas ciências sociais. Porto Alegre: Ed.
UFRGS, 2009.
BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um
manual prático. Tradução de Pedrinho A. Guareschi. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
BELL, J. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em educação,
saúde e ciências sociais. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à
teoria e aos métodos. Tradução Maria João Alvarez, Sara Bahia dos Santos e Telmo
Mourinho Baptista. Porto: Porto Editora, 1994.
BRANDÃO, C. R. A pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho
do educador. São Paulo: Cortez, 2003. (Série saber com o outro, v. 1).
BRANDÃO, C. R.; STRECK, D. R. Pesquisa participante: o saber da partilha.
Aparecida: Idéias & Letras, 2006.
CHARMAZ, K. A construção da teoria fundamentada: guia prático para análise
qualitativa. Tradução: Joice Elias Costa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
7
COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos: novos olhares na pesquisa em
educação. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer
pesquisa em educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
COSTA, M. V.; BUJES, M. I. E. (Orgs.). Caminhos investigativos III: riscos e
possibilidades de pesquisar nas fronteiras. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.
Tradução Luciana de Oliveira da Rocha. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
DANCEY, C. P.; REIDY, J. Estatística sem matemática para psicologia: usando
SPSS para windows. Tradução Lorí Viali. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. (Orgs.). O planejamento da pesquisa qualitativa:
teorias e abordagens. Tradução Sandra Regina Netz. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
2006.
DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. (Orgs.). The sage handbook of qualitative research.
3
rd
ed. Oaks: Sage, 2005.
DIONNE, H. A pesquisa-ação para o desenvolvimento local. Tradução: Michel
Thiollent. Brasília: Líber livro, 2007. (Série pesquisa, v. 16).
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação: fundamentos e tradições.
Tradução Miguel Cabrera. Porto Alegre: Artmed, 2010.
FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática:
percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006.
FLICK, U. (Coord.). Coleção pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009. 5v.
FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução Joice Elias Costa. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. de. Manual para normalização de
publicações técnico- cientificas. 8.ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.
GATTI, B. A. Série pesquisa. Brasília: Líber Livro, 2004-2010. v. 1-18.
GONDIM, L. M. P.; LIMA, J. C. A pesquisa como artesanato intelectual:
considerações sobre método e bom senso. São Carlos: EDUFSCAR, 2006.
GONSALVES, E. P. Conversas sobre iniciação a pesquisa científica. 4. ed.
Campinas: Alínea, 2007.
HIGGS, J.; HORSFALL, D.; GRACE, S. Writing qualitative research on practice.
Rotterdam: Sense Publishers, 2009.
HOY, W. K. Quantitative research in education: a primer. Oaks: Sage, 2009.
IBIAPINA, I. M. L. M. Pesquisa colaborativa: investigação, formação e produção de
conhecimentos. Brasília: Líber Livro, 2008. (Série pesquisa, v. 17).
JACKSON, C. L.; TAYLOR, G. R. Demystifying research: a primer for novice
researchers. Rotterdam: Sense Publishers, 2007.
KELLY, A. E.; LESH, R. A. Handbook of research design in mathematics and
science education. Mahwah: LEA, 2000.
KILPATRICK, J. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática
como campo profissional e científico. Tradução: Rosana G. S. Miskulin et al. Zetetiké,
Campinas, v. 4, n. 5, p. 99-120, jan./jun. 1996.
KINCHELOE, J. L.; BERRY, K. S. Pesquisa em educação: conceituando a
bricolagem. Tradução Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2007.
LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Pesquisa pedagógica: do projeto à implementação.
Tradução Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 2008.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Tradução Heloísa Monteiro e Francisco Settineri.
Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
LUDKE, M. (Coord.); OLIVEIRA, A. T. C. C. et al. O que conta como pesquisa? São
Paulo: Cortez, 2009.
MOROZ, M.; GIANFALDONI, M. H. T. A. O processo de pesquisa: iniciação. 2. ed.
ampl. Brasília: Líber Livro, 2006. (Série pesquisa, v. 2).
NARDI, R. (Org.). Pesquisas em ensino de física. São Paulo: Escrituras, 1998.
8
NARDI, R. Memórias da educação em ciências no Brasil: a pesquisa em ensino de
física. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 10, n.1, p. 63-101,
2005.
OLIVEIRA, I. B. de & ALVES, N. Pesquisa no/ do cotidiano das escolas: sobre
redes de saberes. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
PÁDUA, E. M. M. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 15. ed.
Campinas: Papirus, 2009.
PINTO, A. V. Ciência e existência: problemas filosóficos da pesquisa científica. 2. ed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
POUPART, J. et al. (Ed.) Pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e
metodológicos. Tradução de Ana Cristina Nasser. Petrópolis: Vozes, 2008.
PUBLICAÇÕES em geral sobre os temas metodologia da pesquisa, escrita
acadêmica, normalização de publicações e trabalhos técnico-científicos (incluindo
normas em vigor da ABNT), pesquisa quantitativa, qualitativa, mista e não
convencionais e pesquisa em Ensino de Ciências e Educação Matemática.
Levantamento de artigos de relatos de experiência e de pesquisa, dissertações e teses
sobre ensino de Ciências e Educação Matemática.
ROMBERG, T. A. Perspectives on scholarship and research methods. In: A. Grouws
(Ed.). Handbook of research on mathematics teaching and learning. Reston:
NCTM, 1992. cap 3, p. 49-64.
SALOMON, D. V. A maravilhosa incerteza: ensaio de metodologia dialética sobre a
problematização no processo do pensar, pesquisar e criar. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
SAMPIERI, R. H; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de pesquisa. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
SILVERMAN, D. Interpretação de dados qualitativos: métodos para análise de
entrevistas, textos e interações. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
SOARES, M.; FAZENDA, I. Metodologias não-convencionais em teses acadêmicas. In:
FAZENDA, I. (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo:
Cortez, 2007. p. 119-136.
STRAUSS, A; CORBIN, J. Pesquisa qualitativa: técnicas e procedimentos para o
desenvolvimento de teoria fundamentada. Tradução: Luciane de Oliveira da Rocha. 2.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
TAYLOR, P. C.; WALLACE, J. (Eds.). Qualitative research in postmodern times:
exemplars for science, mathematics and technology educators. Dordrecht: Springer,
2007.

2. Teorias da Aprendizagem no Ensino de Ciências e Matemática – 4
créditos
Docentes possíveis: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo, Dra. Abigail Fregni Lins, Dr.
Silvanio de Andrade

 Ementa

Psicologia da Aprendizagem. Articulação entre Psicologia e Educação. Teorias
da Aprendizagem em diferentes abordagens como behavioristas, cognitivistas
e sócio-construtivistas. As Teorias da Aprendizagem e os modelos de ensino.

 Bibliografia
9
AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção do conhecimento: uma perspectiva
cognitiva. Tradução Ligia Teopisto. Lisboa: Ed. Plátano, 2003.
AUSUBEL, D. P.; NOVAK P.; JOSEPH D.; HANESAN, H. Psicologia educacional.
Rio de Janeiro: Interamericana. 1980.
BRITO, M. R. F. (Org.) Psicologia da Educação Matemática: teoria e pesquisa .
Porto Alegre: Editora: Editora Insular, 2001.
BRUNER, J. Atos de significação. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1997
CARRETEIRO, M. Construtivismo e Educação. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2002.
FALCÃO, J. T. R. Psicologia da Educação Matemática: uma introdução. Belo
Horizonte: Editora: Autêntica, 2003.
MOREIRA, M. A. Uma abordagem cognitivista no ensino da Física. Porto Alegre:
EDURGS, 1983.
MOREIRA, M. A.; Bucheweitz B. Novas estratégias de ensino e aprendizagem de
mapas conceituais e o Vê epistemológico. Lisboa: Ed. Plátano Universitária, 1982.
MOREIRA, M.A. Aprendizagem significativa. Brasília, Editora da UnB, 2006.
NOVAK, J. D.; GOWIN D. B. Aprendendo a aprender. Lisboa: Edições Técnicas.
1996.
NOVAK, J. D. Aprender, criar e utilizar os mapas conceituais como ferramentas
de facilitação nas escolas. Lisboa: Ed. Plátano Universitária, 2000.
VERGNAUD, G. La théorie des champs conceptuels. Recherches en Didactique des
Mathématiques, vol. 10, n°2.3, pp. 133-170. La Pensée Sauvage, 1990.
VYGOTSKY, L.: Formação Social da Mente. São Paulo, Martins Fonte, 2007.
–––––. Pensamento e Linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 1989.

3. Seminários de Ensino de Ciências e Educação Matemática (SECEM) – 1
crédito/semestre

Seminários semanais envolvendo alunos de graduação, pós-graduação, corpo
docente do mestrado e professores universitários e de educação básica.
Caracterização: os seminários compreendem apresentação de pesquisas em
andamento ou concluídas, conferências, palestras e relatos de práticas de
convidados ou inscritos (pesquisadores, pós-graduandos, professores do
ensino superior e da escola básica). É um espaço de discussão sobre teorias,
práticas, metodologias, e demais questões relacionadas à prática educativa em
Ensino de Ciências e Educação Matemática.
















10
Disciplinas obrigatórias por Linha de Pesquisa (cursar, no
mínimo, 1)
1. História e Filosofia das Ciências e da Matemática – 4 créditos
2. Tecnologias de Informação e Comunicação e a Prática Docente - 4 créditos
3. Metodologia e Didática no Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos
4. Tecnologia e Educação Matemática – 4 créditos
5. Filosofias da Matemática e da Educação Matemática – 4 créditos

Ementas e Bibliografias das Disciplinas:

1. História e Filosofia das Ciências e da Matemática – 4 créditos
Docentes possíveis: Dra. Ana Paula Bispo da Silva, Dr. Cidoval Morais de
Sousa.

 Ementa

Análise de obras originais de cientistas relevantes e obras secundárias, isto é,
artigos e livros de historiadores da Ciência relacionados, em diferentes tópicos
de Ciências e Matemática, dentro do contexto histórico e filosófico da época em
questão. A análise será realizada através de estudo de casos específicos que
possibilitem compreender a interação entre as Ciências, a Matemática e as
correntes filosóficas vigentes em diferentes épocas e que sejam de interesse
para a aplicação em sala de aula, principalmente no Ensino Médio. Exemplos
como o modelo de construções na Aritmética de Nicômaco, Geometria não-
Euclidiana e as visões de espaço, Galileu e o estudo da natureza de Bacon,
estudos sobre a natureza da luz e os trabalhos de Leibniz.

 Bibliografia

COHEN, M. R.; DRABKIN, I.E. A source book en Greek science. Cambridge: Havard
University Press, 1958.
DAVIS, P.; HERSH, R. A experiência matemática. Rio de Janeiro: Francisco
Alves,1985.
–––––. O sonho de Descartes. Francisco Alves. Rio de Janeiro.1988.
DUGAS, R. A history of mechanics. New York: Dover, 1988.
EVES, H. Introdução à História da Matemática. Editora da Unicamp.
Campinas,2002.
ÉVORA, F. (org.) Século XIX – O nascimento da ciência contemporânea. Centro de
Lógica, Epistemologia e História da Ciência da Unicamp. Editora da Unicamp.
Campinas. 1991.
FEYERABEND, P. Contra o método. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1977.
FOSSA, J. O Número Nupcial no Livro VIII da República. In Cadernos de História e
Filosofia da Ciência. Unicamp. Campinas. 1984.
LAKATOS, I. A lógica do descobrimento matemático – provas e refutações.
Zahar. Rio de Janeiro. 1978.
MAGIE, W. F. A source book in physics. New York: McGraw-Hill, 1935.
MATTHEWS, M. R. Science teaching: the role of history and philosophy of
science. London: Routledge, 1994.
MIGUEL, A.; MIORIM, M. A. História na Educação Matemática: Propostas e
desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
11
MIORIM, M. A. Introdução à História da Educação Matemática. São Paulo: Editora
da Unicamp, 1992.
POINCARÉ, H. The foundations of science. Trad. George Bruce Halsted. Lancaster:
The Science Press, 1946.
SILVA, C. C. (org.). Estudos de história e filosofia das ciências: subsídios para
aplicação no ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006.
SMITH, D. E. A source book in mathematics. New York: Dover, 1959.

2. Tecnologias de informação e comunicação e a prática docente – 4
créditos
Docentes possíveis: Dra. Filomena Moita
 Ementa
As tecnologias de informação e comunicação e sua influência na social atual,
com reflexos na vida econômica, cultural, educacional e na identidade humana.
Mediação pedagógica e didática em diferentes ambientes computacionais
(micromundos) de aprendizagem. A cibercultura e a estética digital. O
ciberespaço, o hipertexto e a narrativa não-linear ou multilinear. Interfaces,
interatividade e colaboração. As TICs e a escola: os desafios e os novos papéis
do professor. A exploração do softerware educacional na perspectiva da sua
integração na prática pedagógica. Potencial e desafios das novas tecnologias
na prática educativa que implicam uma nova concepção de formação e prática
docente.

 Bibliografia
AARSETH, E.J. Cibertexto: perspectivas sobre a literatura ergótica. Lisboa: Pedra
da roseta, 2005.
ALDRICH, C. Learning by doing: a comprehensive guide to simulations,
computer games, and pedagogy in e-learning and other educational experiences.
San Francisco, CA: Pfeiffer, 2005.
ALMEIDA, D.M. Segunda Lei da Termodinâmica - Recursos Digitais e Ensino de
Química. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências da
Universidade do Porto (Mestrado em Química para o Ensino). Disponível em 11 de
Dezembro de 2005 em http://nautilus.fis.uc.pt/cec/teses/delfina/, 2004.
BRÁS, C.M.D. Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação no
ensino da Física e da Química: os professores e a Astronomia no ensino básico.
Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências da Universidade do
Porto (Mestrado em Educação Multimédia). Disponível em 11 de Dezembro de 2005
em http://nautilus.fis.uc.pt/cec/teses/carlosbras/, 2003.
COSTA, L. Geração "ZAP" - novos desafios na escola: complementos digitais
para o ensino da química. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de
Ciências da Universidade do Porto (Mestrado em Educação Multimédia). Disponível
em 11 de Dezembro de 2005 em http://nautilus.fis.uc.pt/cec/teses/luiza%20costa/,
2003.
CORREIA, A. A.; ANTONY, G. Educação hipertextual: diversidade e interação como
materiais didáticos. In JOHNSON, S. Cultura da interface: como o computador
transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2001.
FERREIRA, F.M.B. Tabela periódica interactiva: uma experiência com alunos do
10º ano e reformulação do recurso digital. Dissertação de Mestrado apresentada à
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (Mestrado em Educação Multimédia.
12
Disponível em 11 de Dezembro de 2005 em http://nautilus.fis.uc.pt/cec/teses/flora/,
2005.
FREIRE, W. Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. Rio de Janeiro:
Editora Wak, 2008.
LEÃO, L. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São
Paulo: Editora Iluminuras, 2001.
___________. O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São
Paulo: Editora SENAC – SP, 2005.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Editora 34. 1993.
LEVY, P. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
________. Cibercultura. São Paulo: Cortez, 1999.
________. A Inteligência Coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 3ed.
São Paulo: Loyola, 2000.
_______. As tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: editora 34, 2001.
MARTIN-BARBERO, J. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e
hegemonia. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001.
MOITA, F.M.G.S.C. Game On: jogos eletrônicos na escola e na vida da geração
@. São Paulo:Editora Atomoealínea, 2007.
MURRAY, J. H. Hamlet no Holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São
Paulo: Itaú Cultural: Unesp, 2003.
PAPERT, S. A máquina das crianças: Repensando a Escola na Era da
Informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
PONTE, J. P e CANAVARRO, A. P: Matemática e Novas Tecnologias. Editora
Universidade Aberta, 1997.
OKADA, A. Cartografia Cognitiva: mapas do conhecimento para pesquisa,
aprendizagem e formação docente. Cuiaba: KCM, 2008.
SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à
cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
SANTOS, E.; ALVES, L. Práticas pedagógicas e Tecnologias Digitais (Org.)Rio de
Janeiro: E-papers, 2006.
SOUSA. C.M. et al. Ciência, Tecnologia e Sociedade: enfoques teóricos e
aplicados. São Carlos: Pedro e João Editores, 2008.
TURKLE, S. A vida no ecrã. A identidade na Era da Internet. Lisboa: Relógio d’água
Editores, 1997.
_________. O segundo eu: os computadores e o espirito humano. Lisboa: Editorial
Presença, 1995.
VALE, F. R. Jogos de computadores e sistemas emergentes. In: Caleidoscópio,
Revista de Comunicação e Cultura. Lisboa: Edições Lusófonas, 2003, pp 75-84.
WOLTON, D. Internet, e depois? Uma teoria crítica das novas mídias. Porto
Alegre: Sulina, 2003.

3. Metodologia e Didática no Ensino de Ciências e Matemática – 4 créditos
Docentes possíveis: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo, Dra. Abigail Fregni Lins e
Dr. Marcelo Gomes Germano, Dr. Silvanio de Andrade.

 Ementa
Esta disciplina visa discutir didática e metodologia no ensino de Ciências e
Matemática sob diferentes perspectivas. Nesta direção aborda a transposição
didática, o contrato didático, obstáculos epistemológicos e didáticos, a
engenharia didática, a avaliação escolar – noções e funções, representação
13
semiótica, teoria dos campos conceituais. As metodologias de ensino de
ciências e matemática mais usuais: alcance e limitações.

 Bibliografia
ASTOLFI, J. P. e DEVELAY, M. A didática das Ciências. Campinas: Papirus, 1992.
BACHELARD, G. A formação do Espírito Cientifico. Rio de Janeiro: Contraponto
Editora, 1999.
BROSSEAU, G. Fondements et méthodes de la didactique des Mathematiques.
Recherches in didactiques de Mathematiques, 7 (2), La pensée Sauvage, 1986.
BRUNO D´AMORE. Epistemologia e didática da Matemática. São Paulo: Ed.
Escrituras, 2005.
CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M.; GASCÓN, J.: Estudar Matemáticas: O elo perdido
entre o ensino e a aprendizagem. Daisy Vaz de Moraes (trad.). Editora ArtMed,
2001.
COLL, C. et all.O construtivismo em sala de aula. Porto Alegre. Artmed, 1998.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Ed. Cortez, 1997.
MACHADO, S. A. (ORG) Educação Matemática, uma introdução. São Paulo:
EDUC, 1999.
PAIS, L. C.: Didática da Matemática: Uma análise da influência francesa. 2ª.
edição. Editora Autêntica, 2001.
PAIVA, M. C. C. Avaliação: novas tendências, novos paradigmas. São Paulo: Ed.
Mercado Aberto, 2.000.
PONTE, J. P.; SERRAZINA, M. L.: Didáctica da Matemática do 1º. Ciclo.
Universidade Aberta, 2000.
VERGNAUD, G. La theorie de Champs Conseituels. Recherches in didactiques de
Mathematiques, 10 (23), La pensée Sauvage, 1990.

4. Tecnologia e Educação Matemática – 4 créditos
Docente possível: Dra. Abigail Fregni Lins


 Ementa

Avanço do currículo relativo à utilização da tecnologia (calculadoras e
computadores) no ensino e aprendizagem da Matemática, a nível nacional e
internacional. Tecnologia atualmente disponível (calculadoras, software e
Internet) relevante ao ensino e aprendizagem da Matemática e sua utilização
pedagógica. Limites (implicações) e possibilidades (potencialidades) da
tecnologia abordada diante das áreas temáticas curriculares, como Número e
Cálculo; Funções; Geometria; Estatística e Probabilidade.

 Bibliografia

Aplicativos livres: GeoGebra, Winplot, Graphmatica, Cinderela, Excel.
ABRANTES, A. (1997). A tecnologia no currículo de Matemática: Dez anos de
investigação em Portugal. Educação e Matemática, 45, 27-31.
BICUDO, Maria A. Viggiani; BORBA, Marcelo de Carvalho (Orgs.) (2004) Educação
Matemática – Pesquisa em Movimento. São Paulo: Cortez Editora.
BISHOP, A., CLEMENTS, K., KEITEL C., KILPATRICK, J. e LABORDE, C. (orgs)
(1996) International Handbook of Mathematics Education. Dordrecht: Kluwer.
ENGLISH, L. (Org) (2002) Handbook of International Research in Mathematics
Education.
14
HEID, M. K.; BLUME, G.W. (Eds.) (2008). Research on Technology and the
Teaching and Learning of Mathematics: v. 1, Research Syntheses. Greenwich: IAP.
HEID, M. K.; BLUME, G.W. (Eds.) (2008). Research on Technology and the
Teaching and Learning of Mathematics: v. 2, Cases and Perspectives. Greenwich:
IAP.
KING, J.; DORIS, S. (2003). Geometria Dinâmica. Lisboa. APM.
NCTM (1993) Adenda: Geometria a partir de múltiplas Perspectivas. Lisboa. APM.
NCTM (2001) Adenda: Lidar com dados e probabilidades. Lisboa. APM.
PCN - Ensino Fundamental e Ensino Médio – Matemática.
PONTE, J. P.; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. (2003). Investigações Matemáticas na
Sala de Aula. Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Atual
Editora.
Revista Educação e Matemática, Seção Tecnologias na aula de Matemática. Lisboa.
APM.
ZETETIKE - – artigos sobre Uso de Tecnologias na Educação Matemática.
QUADRANTE – artigos sobre Uso de Tecnologias na Educação Matemática.
GEPEM - – artigos sobre Uso de Tecnologias na Educação Matemática.
BOLEMA – artigos sobre Uso de Tecnologias na Educação Matemática.

5. Filosofias da Matemática e da Educação Matemática
Docente possível: Dr. Silvanio de Andrade

 Ementa

Filosofias da Matemática e da Educação Matemática: conceitualizações, papel,
valor e significados. A natureza do conhecimento matemático. O conhecimento
matemático como relação sujeito-objeto e como produção social. Filosofias
absolutistas da Matemática. Filosofias falibilistas e sociais da Matemática. A
Filosofia da Matemática de Imre Lakatos. A Filosofia da Matemática de Ludwig
Wittgenstein. O construtivismo social como uma filosofia da Matemática.
Conhecimento objetivo e conhecimento subjetivo. Construções sociais do
conhecimento objetivo. Construções sociais do conhecimento subjetivo. A
ordem do discurso em Matemática. Um olhar arqueológico e genealógico à
Matemática. A história da Matemática na visão absolutista: uma crítica. A
história da Matemática na perspectiva das filosofias falibilistas e sociais da
Matemática. Objetivos e ideologias da Educação Matemática. Ideologias
utilitárias. Ideologias puristas. A ideologia dos educadores públicos e educação
matemática crítica. Por dentro da sala de aula de Matemática: contribuições da
Filosofia da Matemática e da Filosofia da Educação Matemática.


 Bibliografia

ANDRADE, S. de; COSTA, W. N. G.; DOMINGUES, K. C. de M. Etnomatemática:
educação matemática e inclusão social. In: ONOFRE, E. G.; SOUZA, M. L. G. de
(Orgs.). Tecendo os fios da inclusão: caminhos do saber e do saber fazer. João
Pessoa: Editora da UFPB, 2008. p. 83-94.
ALRØ, H.; RAVN, O.; VALERO, P (Eds.). Critical mathematics education: past,
present, and future. Rotterdam: Sense Publishers, 2010.
BOERO, P. Theorems in school: from history, epistemology and cognition to
classroom practice. Rotterdam: Sense Publishers, 2007.
15
BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V. M. Filosofia da educação matemática. 3. ed.
Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
BICUDO, M. A. V. Educação matemática. 2. ed. São Paulo: Centauro, 2005.
BUENO, O.; LINNEBO, O. New waves in philosophy of mathematics. Basingstoke:
Palgrave Macmillan, 2009.
CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Livraria Sá da
Costa, 1984.
D’AMORE, B. Epistemologia e didática da matemática. Tradução de Maria Cristina
B. Barufi. São Paulo: Escrituras, 2005.
DAVIS, P. J.; HERSH, R. A experiência matemática. 3. ed. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1986.
DOSSEY, J. A. The nature of mathematics: its role and its influence. In: D. A. Grouws
(Ed.). Handbook of research on Mathematics teaching and learning. NCTM:
Reston, 1992. cap 2, p. 39-48.
ERNEST, P. Social constructivism as a philosophy of mathematics. New York:
SUNY, 1998.
______. (Ed.). Mathematics, education and philosophy: an international
perspective. London: The Falmer Press, 1994.
______. The philosophy of mathematics education. Abingdon: Routledge Falmer,
1991.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. 11. ed. São Paulo: Loyola, 2004.
______. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FRANÇOIS, K.; BENDEGEM, J. P. V. (Eds.). Philosophical dimensions in
mathematics education. New York: Springer, 2007.
GELLERT, U.; JABLONKA, E. Mathematisation and demathematisation: Social,
philosophical and educational ramifications. Rotterdam: Sense Publishers, 2007.
GOLD, B.; SIMONS, R. A. (Eds.). Proof and other dilemmas: mathematics and
philosophy. Washington: Mathematical Association of America, 2008.
KERKHOVE, B. V.; BENDEGEM, J. P. V. Perspectives on mathematical practices:
bringing together philosophy of mathematics, sociology of mathematics, and
mathematics education. Dordrecht: Springer, 2007.
KIERAN, C.; FORMAN, E.; SFARD, A. Learning discourse: discursive approaches to
research in mathematics education. Dordrecht: Kluwer, 2002.
KLUTH, V. S.; ANASTACIO, M. Q. A. (Orgs.). Filosofia da educação matemática:
debates e confluências. São Paulo: Centauro, 2009.
KOETSIER, T. Lakatos’ philosophy of mathematics: a historical approach.
Amsterdam: Elsevier, 1991.
LABORDE, C.; PERRIN-GLORIAN, M-J.; SIERPINSKA, A. Beyond the apparent
banality of the mathematics classroom. Dordrecht: Springer, 2005.
LAKATOS, I. A lógica do descobrimento matemático: provas e refutações.
Tradução de Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
MACHADO, N. J. Matemática e realidade. São Paulo: Cortez, 1987.
MENEGHETTI, R. C. G. Educação matemática: vivências refletidas. São Paulo:
Centauro, 2006.
MIGUEL, A.; MIORIM, M. A. História na educação matemática: propostas e
desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
MIORIM, M. A.; VILELA, D. S. (Orgs.). História, filosofia e educação matemática:
práticas de pesquisa. Campinas: Alínea, 2009.
OTTE, M. O formal, o social e o subjetivo: uma introdução à filosofia e à didática da
matemática. São Paulo: Editora da UNESP, 1993.
RESTIVO, S.; BENDEGEM, J. P. V.; FISCHER, R. Math worlds: philosophical and
social studies of mathematics and mathematics education. New York: SUNY, 1993.
SANTOS, M. P. Encontros e esperas com os ardinas de Cabo Verde:
aprendizagem e participação numa prática social. Tese de doutorado. Universidade de
Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Educação, Lísboa (Portugal), 2004.
16
SHANKER, S. G. Wittgenstein and the turning point in the philosophy of
mathematics. New York: SUNY, 1987.
SILVA, J. J. da. Filosofias da matemática. São Paulo: Editora UNESP, 2007.
STEINBRING, H. The construction of new mathematical knowledge in classroom
interaction: an epistemological perspective. New York: Springer, 2009.
SULLIVAN, P.; WOOD, T. (Eds.). Knowledge and beliefs in mathematics teaching and
teaching development. In: International handbook of mathematics teacher
education. WOOD, T. (Ed.). Rotterdam: Sense Publishers, 2008. v. 1.
THOMPSON, A. Teachers’ beliefs and conceptions: a synthesis of the research. In: A.
Grouws (Ed.). Handbook of research on mathematics teaching and learning.
Reston: NCTM, 1992. cap 7, p. 127-146.
______. The relationship of teachers’ conceptions of mathematics and mathematics
teaching to instructional practice. In: CARPENTER, T. P.; DOSSEY, J. A.; KOEHLER,
J. L. (Eds.). Classics in mathematics education research. Reston: NCTM, 2004. cap
13, p. 172-184.
WITTGENSTEIN, L. Investigações filosóficas. Trad. José Carlos Bruni. São Paulo:
Abril cultural, 1979. (Os Pensadores).



































17

Disciplinas obrigatórias por Área de Concentração (cursar, no
mínimo, 2)

Ensino de Física
1. Física no Ensino Médio – 4 créditos.
2. Tópicos de Física Clássica – 4 créditos.
3. Tópicos de Física Moderna e Contemporânea – 4 créditos
4. Laboratório Didático e Ensino de Física – 4 créditos


Ementas e Bibliografias das Disciplinas:

1. Física no Ensino Médio - 04 créditos.
Docentes possíveis: Dr. Marcelo Gomes Germano e Dra. Morgana Ligia de
Farias Freire.

 Ementa

Ensino Médio de Física: encontro com a realidade. Formação acadêmica e
realidade profissional. Tendências e influências no Ensino Médio de Física.
Projetos Inovadores para o Ensino Médio de Física no Brasil. Diferentes
abordagens e nova organização dos conteúdos para o Ensino Médio de Física.

 Bibliografia

CADERNO BRASILEIRO DE ENSINO DE FÍSICA - Departamento de Física/UFSC.
Editora da UFSC, Florianópolis.
CANIATO, R. A Terra em que vivemos. Editora Papirus. Campinas, 1996.
CANIATO, R. O Céu: projeto brasileiro para o ensino de Física. Campinas, SP.
Fundação Tropical de Pesquisa e Tecnologia, 1978.
CANIATTO, R. Com ciência na educação; ideário e prática de uma alternativa
brasileira para o ensino de ciências. Campinas, SP, Editora Papirus, 1987.
CHASSOT, A. Alfabetização Científica: questões e desafios para educação. Ijuí,
Editora UNIJUÍ, 2001.
ENSINO DE FÍSICA: conteúdo, metodologia e epistemologia em uma concepção
integradora. Maurício Pietrecola(Org.). 2.ed. ver. , Florianópolis, UFSC, 2005.
FRANCALANZA, H. O ensino de ciências no primeiro grau. São Paulo, Atual, 1986.
FREIRE, P.; Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996.
GASPAR, A. - Experiências de Ciências para o 1
o
grau. 2
o
edição. Ática. São Paulo,
SP.
GREF - Textos de mecânica, termologia e eletromagnetismo. Editora da USP, São
Paulo, 1993.
MEC. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília. 1999.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio PCNEM) - Ciências
Naturais. Brasília - DF. MEC/SEF.
MOREIRA, M. A.; LEVANDOWSKI, C. E. Diferentes Abordagens do Ensino de
Laboratório. Editora da UFRS. Porto Alegre. 1993.
18
NARDI, R. Educação em Ciências: da pesquisa a prática docente. Escrituras. São
Paulo –SP. 1998.
NARDI, R. Pesquisas em Ensino de Física. Escrituras. São Paulo –SP. 1998.
PIETROCOLA, M. O papel do conhecimento físico no entendimento do mundo. In.
ENSINO DE FÍSICA: conteúdo, metodologia e epistemologia em uma concepção
integradora. Maurício Pietrecola(Org.). 2.ed. ver. , Florianópolis, UFSC, 2005.
PSSC - Physical Science Study Committee – Física,. São Paulo - SP. Editora Edart.
1966.
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA, São Paulo, Publicação da Sociedade
Brasileira de Física (SBF), 1979.
TARDIF, M. Saberes Profissionais dos Professores e Conhecimentos Universitários.
Revista Brasileira de Educação. Jan, fev, mar, n
o
13 , 2000.
MATTHEWS, M. R. História, filosofia e ensino de ciências: a tendência atual de
reaproximação. Cad. Cat. Ensino de Física, v.12(3): 164-214.dez.1995
HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO BRASIL 1: ABERTURA PARA O CONHECIMENTO DE
1500 A 1920. Scientific American Brasil. São Paulo, Dueto, 2009.

2. Tópicos de Física Clássica – 04 créditos
Docentes possíveis: Dr. Marcelo Gomes Germano, Dra. Ana Paula Bispo da
Silva, Dr. Jean Paulo Spinelly e Dra. Morgana Ligia de Farias Freire.

 Ementa

Mecânica Newtoniana: as leis do movimento e a conservação do momento.
Formalismo Hamiltoniano: equações canônicas. Trabalho e Energia: forças
conservativas, não conservativas, potencial e campo. Termodinâmica e
Entropia: leis da termodinâmica, teoria cinética dos gases, princípios de
mecânica estatística. Eletromagnetismo: eletrostática, campo e potencial
elétrico, campo magnético, leis de indução, equações de Maxwell.

Aspecto didático: no desenvolvimento do curso serão explorados os aspectos
históricos, conceituais e de aplicabilidade prática do conteúdo. Os temas de
maior relevância serão trabalhados, visando a transposição para a sala de aula
do Ensino Médio.

 Bibliografia

FEYNMAN, R. P..; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman lectures on
physics. Massachusetts: Addison-Wesley, 1965. Vol. 1-3.
GOLDSTEIN, H. Classical mechanics. Massachusetts: Addison-Wesley, 1969.
ZEMANSKY, M. W.; DITTMAN, R. H. Heat and thermodynamics: an intermediate
textbook. 7ª ed. Boston: McGraw-Hill, 1997.
JACKSON, J. D. Classical electrodynamics. 3ª ed. New York: John Wiley, 1999.
EINSTEIN, A; INFELD, L.. A evolução da física. 4ª ed. Traduzido por Giasone
Rebua. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica vols. 1 -3. São Paulo: Edgard
Blücher, 1998.

3. Tópicos de Física Moderna Contemporânea – 4 créditos
Docentes possíveis: Dr. Marcelo Gomes Germano, Dra. Ana Paula Bispo da
Silva, Dr. Jean Paulo Spinelly e Dra. Morgana Ligia de Farias Freire.
19


 Ementa

Teoria da Relatividade Restrita: uma inconsistência na física - mecânica
newtoniana versus eletromagnetismo; principio da relatividade; transformação
de Lorentz-Poincaré, dilatação do tempo, contração do espaço; cinemática e
dinâmica einsteiniana; equivalência entre a massa e a energia; geometria da
relatividade restrita. Teoria da Relatividade Geral: principio da equivalência e
da relatividade geral; campo gravitacional como curvatura do espaço-tempo;
fuga das galáxias; radiação de fundo. Mecânica Quântica: fundamentos formais
e conceituais; diferentes versões. Física Nuclear: princípios da fissão e fusão
nuclear; reator nuclear – princípio e funcionamento. Física de Partículas:
interações fundamentais; partículas elementares.

Aspecto didático: no desenvolvimento do curso serão explorados os aspectos
históricos, conceituais e de aplicabilidade prática do conteúdo.

 Bibliografia

EISBERG R. M., Fundamentos da Física Moderna, Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Dois, 1979.
EISBERG, R. M.; Resnick, R., Física Quântica. Rio de Janeiro: Campus, 1979.
BEISER A., Conceptos de Física Moderna, México: Ed. Mc Graw-Hill, 1977.
COHEN-TANNOUDJI, C., DIU, B., LALOË, F. Mécanique Quantique I , II. Paris:
Hermann, 2000.
MESSIAH, A. Quantum Mechanics. Amsterdam: North-Holland Publishing Company,
1976.
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica vol. 4. São Paulo: Edgard Blücher,
1998.
CARUSO, F., OGURI V. Física Moderna: origens clássicas e fundamentos
quânticos. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2006.
LORENTZ, H. A., EINSTEIN, A., MINKOWSKI, H. O Princípio da Relatividade.
Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 1978.
JOSE-PHILIPPE PEREZ, Relativité et invariance: Fondements et applications,
Paris : DUNOD, 2005.
MAYER-KUCKUK,T. Física Nuclear. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993
GRECA, I. M., MOREIRA, M. A., HERSCOVITZ, V. E. Uma proposta para o ensino de
mecânica quântica. Revista Brasileira de Ensino de Física, vol. 33, n. 4, 444-457,
dezembro, 2001.
PESSOA JR, O. Interferometria, interpretação e intuição: uma introdução conceitual à
física quântica. Revista Brasileira de Ensina de Física, vol. 19, n. 1, 27-48 março,
1997.
CAVALCANTE, M. A., TAVOLARO, C. R. C. Uma oficina de física moderna que vise a
sua inserção no ensino médio. Caderno Catarinense de Ensino de Física, vol. 18, n. 3,
298-316, dezembro, 2001.
VALADARES, E. C., MOREIRA, A. M. Ensinando física moderna no segundo grau:
efeito fotoelétrico, laser e emissão de corpo negro. Caderno Catarinense de Ensino de
Física, Florianópolis, vol. 15, n. 2, 121-135, agosto, 1998
EINSTEIN, A., INFELD, L.. A evolução da física. Rio de janeiro: Guanabara Koogan,
1988.
HAWKING, S. O universo numa casca de noz. São Paulo: Editora Arx, 2002.
20
MLODINOW, L. A janela de Euclides. São Paulo: Geração Editorial, 2004
HEISENBERG, W. Diálogos sobre Física Atômica. Lisboa: Verbo, 1971.
GAMOV, G. O incrível mundo da Física Moderna. São Paulo: IBRASA, 1980.
TOLEDO PIZA, A. F. R. Schrödinger & Heisenberg – A Física além do senso
comum. São Paulo: Odysseus, 2003
ABDALLA, M. C. Bohr – O arquiteto do átomo. São Paulo: Odysseus, 2002
ROSENFELD, R. FEYNMAN & GELL-MANN – Luz, quarks, ação. São Paulo:
Odysseus, 2003.


4. Laboratório Didático e Ensino de Física – 3 créditos
Docente possível: Dr. Marcelo Gomes Germano

 Ementa

Introdução ao trabalho de investigação da ciência experimental; estudo das
grandezas físicas básicas da Mecânica, Termodinâmica, Eletromagnetismo e
Física Moderna. Algumas Atividades experimentais envolvendo Mecânica,
Termodinâmica, Eletromagnetismo e Física Moderna. Discussão e Análise de
livros de Física.

A Experimentação no Ensino de Ciências. Laboratórios didáticos: tipo e
caracterização quanto à metodologia. O Laboratório de Ensino e a
Transposição Didática. O laboratório didático numa perspectiva construtivista.
Exemplos de Atividades Experimentais em Mecânica, Termodinâmica,
Eletromagnetismo e Física Moderna.

 Bibliografia

CAMPOS, M. C. da C., Didática de ciências: o ensino-aprendizagem Como
investigação. São Paulo: FTD, 1999.
PEREIRA, D. da C., Didática da Física e da Química. Universidade Aberta, 1991.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNANBUCO, M. M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Editora Cortez, 2002.
MOREIRA, M. A.; LEVANDOWSKI, C. E. Diferentes abordagens ao ensino de
laboratório. Ed. da UFRGS. Porto Alegre-RS, 1983.
PIACENTINI, J. J., GRANDI, B. C. S., HOFMANN, M., LIMA, F. R. R.,ZIMMERMANN,
E., Introdução ao Laboratório da Física, 3ª Ed. da UFSC, 2005.
Axt, R. e Guimarães V.H. –Física Experimental I e II - Manual de Laboratório,
Editora da UFRGS, 1981.
GREF, Mecânica. Edusp. São Paulo.1992
GREF, Física Térmica e Óptica. Edusp. São Paulo, 1992.
GREF, Eletromagnetismo. Edusp. São Paulo.1992
GASPAR, A. Experiências de Ciências para o 1
o
grau. 2
o
edição. Ática. São Paulo,
SP.
MEC. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília. 1999.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio PCNEM) - Ciências
Naturais. Brasília - DF. MEC/SEF.
SANT’ANNA, I.M.; SANT’ANNA, V. M. Recursos educacionais para o ensino:
quando e por quê? Petrópolis: Vozes, 2004.
ALBUQUERQUE, W. V. et. al Manual de Laboratório de Física, São Paulo, Editora
McGraw-Hill do Brasil, 1980.
ARTIGOS DE PERIÓDICOS de Laboratório e Ensino de Ciências (Física)
21
Educação Matemática:
1. Fundamentos de Teoria dos Números – 4 créditos
2. Fundamentos de Álgebra – 4 créditos
3. Tópicos de Geometria – 4 créditos.
4. Tópicos de Análise – 4 créditos
5. Ensino-Aprendizagem de Matemática no Ensino Fundamental e Médio – 4
créditos

Ementas e Bibliografias das Disciplinas:

1. Fundamentos de Teoria dos Números – 4 créditos
Docentes possíveis: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo, Dra. Abigail Fregni Lins, Dr.
Silvanio Andrade, Dr. Aldo Bezerra Maciel.

 Ementa

Temas fundamentais de Teoria dos Números. Análise crítica dos textos
matemáticos: definições, teoremas, demonstrações, propriedades, conceitos e
técnicas matemáticas. Compreensão dos mesmos a nível textos matemáticos
didáticos, tanto para o Ensino Fundamental quanto para o Ensino Médio.
Pesquisas em Educação Matemática realizadas no tema.

 Bibliografia

COELHO, S. P., MILIES, C. P., Números: uma introdução à Matemática, São Paulo,
Edusp, 2000.
COUTINHO, S.C., Números inteiros e criptografia RSA, Rio de Janeiro, Instituto de
Matemática Pura e Aplicada, SBM, 2000.
EVES, H. Introdução à História da Matemática. Tradução: Hygino H. Domingues, 2ª
edição.Campinas/SP:EditoradaUNICAMP,1997.
NIVEN, I. M. Números : racionais e irracionais. Rio de Janeiro: SBM, 1984.
SHOKRANIAN, S. Uma introdução a teoria dos números. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2008.
SHOKRANIAN, S. Uma breve historia da teoria dos números no século vinte. Rio
de Janeiro: Ciência Moderna, 2010.


2. Fundamentos de Álgebra – 4 créditos
Docentes possíveis: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo, Dra. Abigail Fregni Lins, Dr.
Silvanio Andrade, Dr. Aldo Bezerra Maciel.

 Ementa
Temas fundamentais de Álgebra. Análise crítica dos textos matemáticos:
definições, teoremas, demonstrações, propriedades, conceitos e técnicas
matemáticas. Compreensão dos mesmos a nível textos matemáticos didáticos,
tanto para o Ensino Fundamental quanto para o Ensino Médio. Pesquisas em
Educação Matemática realizadas no tema.

Bibliografia

22
COXFORD, A. F., SHULTE, A. P., As idéias da Algebra, National Council of
Teachers of Mathematics, Tradução de H.H. Domingues, São Paulo, Editora Atual.
EVES, H. Introdução à História da Matemática. Tradução: Hygino H. Domingues, 2ª
edição. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1997.
BIRKHOFF, G. & MACLANE, S. A Survey of Modern Algebra. New York: Macmillan,
1954.
FILLOY, E.; ROJANO, T; PUIG, L. (Eds.). Educational algebra. Dordrecht: Springer,
2008.
FRALEIGH, J.B. A First Course on Abstract Algebra. Boston: Hougton Mifflin Co.,
1973.
GARBI, G. G., O romance das equações algébricas, Makron Books, 1997
GARCIA, A. LEQUAIN, Y., Álgebra: um curso de introdução, Rio de
Janeiro,Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Projeto Euclides, 1988.
GREENS, C. E. (Ed.). Algebra and algebraic thinking in school mathematics.
Reston: NCTM, 2008.
NIVEN, I. M. Números : racionais e irracionais. Rio de Janeiro: SBM, 1984.


3. Tópicos de Geometria – 3 créditos
Docentes possíveis: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo e Dra. Abigail Fregni Lins.

 Ementa

Esta disciplina desenvolve um modelo de Geometria Euclidiana e apresenta
modelos de Geometrias não-Euclidianas, abordando conteúdos sobre formas e
figuras planas e espaciais, composição e decomposição, semelhança e
congruência, perímetros, áreas e volumes. Os conteúdos serão abordados
levando em conta a sua evolução conceitual histórica, visando a ampliar a
compreensão critica de uma teoria axiomatizada, seus alcances e limitações
para o ensino; bem como se utilizará recursos computacionais em
procedimentos específicos.

 Bibliografia

BARBOSA, J. L. M. Geometria Euclidiana Plana. Coleção do Professor de
Matemática, Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1995.
CABRI GEOMETRE II. Laborde, J.M. & Bellemain, F. (designers). Educational
Software © Université Joseph Fourier, Grenoble. Dallas: Texas Instruments, 1994.
CABRI 3D. Laborde, J. M. e BELLEMAIN, F. (designers). Educational Software ©
Université Joseph Fourier, Grenoble. Dallas: Texas Instruments, 2004.
CARVALHO, P. C. P. Introdução à Geometria Espacial. Coleção do Professor de
matemática, Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1993.
EVES, H. Introdução à História da Matemática. Tradução: Hygino H. Domingues, 2ª
edição. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1997.
FETISSOV, A. I. A demonstração em Geometria. Atual Editora Ltda, São Paulo,
1997.
FONSECA, M. C. F. R., et al. O ensino de geométrica na escola fundamental – três
questões para a formação do professor dos ciclos iniciais. Belo Horizonte:
Autêntica,2001.
LIMA, E. L. Isometrias. Coleção do Professor de Matemática, Sociedade de
Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1998.
________. Medida e Forma em Geometria. Coleção do Professor de Matemática,
Sociedade de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1991.
23
LIMA, P. F., BELLEMAIN, P. M. B. Um estudo da noção de grandeza e implicações
no ensino fundamental. Natal: Editora da SBHMat, No prelo.
LINS, A. F.: Towards an Anti-Essentialist View of Technology in Mathematics
Education: The Case of Cabri-Géomètre. Proceedings of the 25th International Group
for the Psychology of Mathematics Education (PME 25), Vol.1, p. 338. Utrecht, The
Netherlands, 2001.
LORENZATO, S. Por que não ensinar geometria? In: A Educação Matemática em
Revista, nº 4. São Paulo: SBEM, 1995.
MEC-SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. 3. Matemática: Ensino de primeira
à quarta série. Secretaria de Educação Fundamental de Ministério da Educação e do
Desporto.Brasília,1997.
MOISE, E. et al. Geometria Moderna. Reading: Addison – Wesley, 1966.
MONTGOMERY, M./ SHULTE, A. P. (orgs.). Aprendendo e Ensinando Geometria.
SãoPaulo:Atual,1994.
PAVANELLO, R. M. A Geometria nas séries iniciais do Ensino Fundamental:
contribuições da pesquisa para o trabalho escolar. In: Matemática nas séries iniciais
do ensino fundamental: A pesquisa em sala de aula. PAVANELLO, R. M. (Org.).
SãoPaulo:ColeçãoSBEM,vol.2,2004.
PAVANELLO, R. M. O abandono do ensino da geometria no Brasil: Causas e
Conseqüências. In: Zetetiké, nº 1. São Paulo: Unicamp, 1993.
RÊGO, R. G.; RÊGO, R. M. Matematicativa, 3ª edição. João Pessoa, EDUFP, 2004.
RÊGO, R. G.; RÊGO, R. M; JÚNIOR, S. G. A geometria do Origami. João Pessoa,
EDUFP, 2004.
RÊGO, R. G.; RÊGO, R. M; FOSSA, J. A.; PAIVA, J. P. A. Padrões de Simetria, do
cotidiano a sala de aula. João Pessoa, EDUFP, 2006
WAGNER, E. Construções Geométricas. Coleção do Professor de Matemática,
Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1993.

4. Tópicos de Análise – 3 créditos
Docentes possíveis: Dr. Aldo Bezerra Maciel e Dr. Rômulo Marinho do Rêgo.

 Ementa

Os temas do Cálculo Diferencial e Integral são retomados na Análise –
números reais, seqüências e séries, limites, continuidade, funções reais
(polinomiais, racionais, trigonométricas, inversas, exponenciais e logarítmicas),
derivadas e integrais tendo em conta os diferentes níveis de linguagem e de
rigor matemático utilizando o desenvolvimento histórico dos conceitos de
Cálculo e de suas representações, bem como a utilização de recursos da
Informática. Será enfatizado o conceito de função, trabalhando-se a sua
evolução histórica; suas aplicações, seu mapa conceitual, a função como uma
ferramenta para relacionar grandezas, para associar conjuntos, como uma
relação matemática e como elemento de espaços mais gerais e de suas
diferentes representações.

 Bibliografia

ANTON, H. Cálculo ,um novo horizonte,Vol.1 e 2. Bookmann . Porto Alegre:
Companhia Editora, 1999.
BASSANEZI, R. Ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática. São
Paulo: Contexto, 2002.
24
CARAÇA, B.J. Conceitos fundamentais de matemática. Lisboa: Sá da Costa
Editora, 1984.
COURANT, R. Cálculo Diferencial e Integral, vols. 1 e 2, Rio de Janeiro:
Editora Globo, 1955.
COURANT, R.; ROBBINS,H. O que é matemática? Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2000.
DAVIS, P.; HERSH, R. A experiência matemática. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1985.
SMITH, Robert T.; MINTON, Roland B. Insights Into Calculus Using Derive.
NewYork: Mcgraw-HillProfessi,2001.
FIGUEIREDO, D. G. Análise I. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
MACIEL, A. B.; LIMA, O. A. i Campina Grande, EDUEP, 2005.
MAPLE 10. Waterloo Maple Inc. 2005.
RÊGO, R. M. Uma Abordagem Alternativa de Ensino de Cálculo Utilizando
Infintésimos (tese de doutoramento, UFRN). Natal: CE-UFRN, 2000.
RÊGO, R. G. Um estudo sobre a construção do Conceito de Função (tese
de doutoramento, UFRN). Natal: CE-UFRN, 2000.
RICHARDSON, M. Fundamentals of Mathematics, New York: The Macmillan
Company, 1967.
Winplot: http://www.mat.ufpb.br/sergio/winplot/winplot.html


5. Ensino-Aprendizagem de Matemática no Ensino Fundamental e Médio -
04 créditos
Docente possível: Dr. Silvanio de Andrade

 Ementa
A matemática escolar do ensino fundamental e médio: princípios e padrões,
conteúdos, análise conceitual e processos de ensino-aprendizagem. Análise
conceitual e metodológica dos conteúdos matemáticos comumente ensinados
no ensino fundamental e médio e ensino-aprendizagem de conceitos
científicos. Análise de livros didáticos, planos de ensino e propostas
curriculares. Laboratório de ensino-aprendizagem de matemática aplicado ao
ensino fundamental e médio. Elaboração de módulos e projetos de ensino,
materiais didáticos e kits pedagógicos.

 Bibliografia:
BARUFI, M. C. B.; LAURO, M. M. Funções elementares, equações e inequações:
uma abordagem utilizando microcomputador. São Paulo: CAEM-IME/USP, [199-].
(Série Ensino Médio, v.1).
BORBA, R.; GUIMARÃES, G. (Orgs.). A pesquisa em educação matemática:
repercussões na sala de aula. São Paulo: Cortez, 2009.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Média e
Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio: ciências da
natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/ SEMTEC, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Média e
Tecnológica. PCN+ ensino médio: orientações educacionais complementares aos
parâmetros curriculares nacionais: ensino médio: ciências da natureza, matemática e
suas tecnologias. Brasília: MEC/ SEMTEC, 2002.
25
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: Matemática. Brasília: MEC/ SEF, 1998.
BRIGHENTI, M. J. L. Representações gráficas: atividades para o ensino e a
aprendizagem de conceitos trigonométricos. Bauru: EDUSC, 2003.
BRUMBAUGH, D. K.; ROCK, D. Teaching secondary mathematics. 3rd ed.
Mahwah: LEA, 2006.
CHEVALLARD, Y; BOSCH, M.; GASCÓN, J. Estudar matemáticas: o elo perdido
entre o ensino e a aprendizagem. Tradução: Daisy Vaz de Moraes. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
COURANT, R.; ROBBINS, H. O que é matemática?: uma abordagem elementar de
métodos e conceitos. Tradução Adalberto da S. Brito. Rio de Janeiro: Ed. Ciência
Moderna, 2000.
CRAINE, T. V. (Ed.). Understanding geometry for a changing world. Reston:
NCTM, 2009. (Yearbook, 71st).
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM REVISTA. Revista da Sociedade Brasileira de
Educação Matemática.
EUCLIDES. Os elementos. Tradução e introdução de Irineu Bicudo. São Paulo: Ed.
UNESP, 2009.
GARDING, L. Encontro com a matemática. Trad. de Célio Alvarenga e Maria M.
Alvarenga. 2. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997.
GARNIER, C.; BEDNARZ, N.; ULANOVSKAYA, I. (Orgs.). Após Vygotsky e piaget:
perspectivas social e construtivista: escolas russas e ocidental. Tradução: Eunice
Gruman. Porto Alegre, 1996.
GRANDO, N. I. (Org.). Pesquisa em educação matemática: contribuições para o
processo ensino-aprendizagem. Passo Fundo: Ed. UPF, 2006.
GREENS, C. E. (Ed.). Algebra and algebraic thinking in school mathematics.
Reston: NCTM, 2008. (Yearbook, 70
th
).
GROUWS, D. A. (Ed.). Handbook of research on mathematics teaching and
learning. Reston: NCTM, 1992.
KRULIK, S.; RUDNICK, J. A. Problem-driven math: applying the
mathematics beyond solutions. Chicago: McGraw Hill, 2005.
LESTER, F. K. (Ed.). Second handbook of research on mathematics teaching and
learning. Greenwich: Information Age Publishing, 2007.
LESTER, F. K. (Ed.). Teaching mathematics through problem solving:
Prekindergarten–Grade 6. Reston: NCTM, 2003.
LORENZATO, S. (org.). O laboratório de ensino de Matemática na formação de
professores. Campinas: Autores Associados, 2006.
MARANHÃO, C. (Org.). Educação matemática nos anos finais do ensino
fundamental e no ensino médio: pesquisas e perspectivas. São Paulo: Musa, 2009.
MARTIN, W.G.; STRUTCHENS, M. E. (Eds.). The learning of mathematics. Reston:
NCTM, 2007. (Yearbook, 69th).
NCTM. Focus in high school mathematics: reasoning and sense making.
Reston: NCTM, 2009.
NCTM. Principles and standards for school mathematics. Reston: NCTM, 2000.
PALHARES, P. (Coord.). Elementos de matemática para professores do ensino
básico. Lisboa: Lidel, 2004.
PRECATADO, A.; GUIMARÃES, H. M. (Orgs.). Materiais para a aula de matemática.
Associação de Professores de Matemática: Lisboa (Portugal), 2001.
PUBLICAÇÕES referentes ao ensino-aprendizagem de Matemática no ensino
fundamental e médio, incluindo artigos de relatos de experiência, artigos de pesquisa,
dissertações de mestrado, teses de doutorado, periódicos, projetos de ensino, livros
didáticos e propostas curriculares.
26
REZENDE, E. Q. F.; QUEIROZ, M. L. B. Geometria euclidiana plana e construções
geométricas. 2. ed. Campinas: Ed. UNICAMP, 2008.
RPM: Revista do Professor de Matemática. São Paulo: IME-USP.
SADOVSKY, P. O ensino de matemática hoje: enfoques, sentidos e desafios.
Tradução Antônio de Padua Danesi. São Paulo: Ática, 2007.
SBM: Sociedade Brasileira de Matemática. Coleção do professor de matemática.
Rio de Janeiro: SBEM.
SCHOEN, H. L.; CHARLES, R. I. Teaching mathematics through problem solving:
grades 6-12. Reston: NCTM, 2003.
STYLIANOU, D. A.; BLANTON, M. L.; KNUTH, E. J. Teaching and learning proof
across the grades: a k-16 perspective. Reston: NCTM, 2009.
SUTHERLAND, R. Ensino eficaz de matemática. Tradução Adriano M. Migliavaca.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
TOMAZ, V. S.; DAVID, M. M. M. S. Interdisciplinaridade e aprendizagem da
matemática em sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
VAN DE WALLE, J. A. Matemática no ensino fundamental: formação de professores
e aplicação em sala de aula. Tradução: Paulo Henrique Colonese. 6. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
VAN DE WALLE, J. A; LOVIN, L. H. Teaching student-centered
mathematics: grades 5-8. New York: Pearson, 2006. (The Van de Walle
Professional mathematics series, v. 3).































27
DISCIPLINAS OPTATIVAS

1. Ciência, Tecnologia e Sociedade – 4 créditos
2. Fundamentos e Aplicação da Álgebra de Clifford no Ensino de Física – 4
créditos.
3. Ambientes Virtuais e Colaborativos de Ensino-Aprendizagem – 4 créditos.
4. Discussão Critica de Artigos de Pesquisa em Ensino de Física e Educação
Matemática – 4 créditos
5. Formação Científica e Docência – 3 créditos.
6. A Ciência e seus Públicos – 3 créditos.
7. Tópicos em Ensino de Matemática – a definir
2
.
8. Tópicos em Ensino de Física – a definir
1
.
9. Redação Científica – 3 créditos
10. Sociologia da Ciência – 3 créditos
11. História Social das Ciências – 4 créditos
12. Simulações no Ensino de Física – 3 créditos
13. Epistemologia da Ciência e Ensino de Física – 2 créditos
14. Objetos de aprendizagem e o ensino de ciências e matemática – 2 créditos
15. Temáticas de Informação e Comunicação – 3 créditos
16. Resolução de Problemas e Construtivismo Social – 4 créditos
17. Modelagem Matemática – 3 créditos
18. Tendências em Educação Matemática – 4 créditos
19. Educação Matemática dentro da pós-modernidade – 4 créditos
20. Seminários de pesquisa I
21. Seminários de pesquisa II

Ementas e Bibliografias das Disciplinas:

1. Ciência, tecnologia e sociedade – 3 créditos
Docentes possíveis: Dr. Cidoval Morais de Sousa, Dr. Marcelo Gomes
Germano, Dra. Filomena Moita

 Ementa
Concepção herdada da Ciência. A estrutura das revoluções científicas.
Orientações construtivistas. Novos enfoques sobre a Ciência: transciência e
ciência reguladora. Técnica e natureza humana. O significado da Tecnologia.
Filosofia da Tecnologia. A avaliação de Tecnologias. A Educação como cenário
para a aprendizagem social da educação científica e tecnológica. Aproximação
ao conceito de sociedade. Sociedades e desenvolvimento científico e
tecnocientífico: tipologias. A imagem tradicional da Ciência e da Tecnologia. Os
estudos CTS. Ciência, Tecnologia e reflexão ética. Ciência e ambiente. A
Educação Científica e Tecnológica.

 Bibliografia

BAZZO, W. A. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação
Tecnológica. Florianópolis, Ed. da UFSC, 1998.

2
O número de créditos será definido de acordo com a ementa e o conteúdo programático.
28
BARNES, B.; EDGE, D. (eds): Science in Context: Readings in the Sociology of
Science (Milton Keynes: Open University Press), 1982.
BECK, U. Risk Society: Towards a New Modernity. London: Sage, 1992.
DAVID, B. O papel do Cientista na Sociedade. São Paulo: Pioneira, 1974.
GIBBONS, M et al: The New Production of Knowledge: The Dynamics of Research
in Contemporary Societies (Sage), 1994.
GONZÁLEZ GARCÍA, M. I., LÓPES CEREZO; J.A.; LUJÁN LÓPEZ, J. L. Ciencia,
Tecnología y Sociedad: Una Introducción al estudio social de la Ciencia y la
Tecnología. Madrid, Tecnos, 1996.
GRINT, K.; WOOLGAR, S.: The Machine at Work: Technology, Work and
Organization. Polity Press, 1997.
KHUN, T. S. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo, Editora
Perspectiva, 1987.
LATOUR, B. A Ciência em Ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade
afora. São Paulo, Ed. Unesp, 2000.
LATOUR, B. Jamais Fomos Modernos. Rio de Janeiro, Ed. 34, 1994.
LATOUR, B.; WOOLGAR, S. A Vida de Laboratório: a produção dos fatos
científicos. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1997.
LEFF, H. Saber ambiental: Sustentabilidade, Racionalidade, Complexidade,
Poder. Petrópolis: Vozes, 2001.
LUHMANN, N. Observaciones de la modernidad: racionalidad y
contingencia en la sociedad moderna, Barcelona, Paidós, 1997.
LÓPEZ CEREZO, J. A.; LUJÁN, J. L. Ciencia y Política del riesgo, Madrid,
Alianza Editorial, 2000.
MARX, K. Contribuição à Crítica da Economia Política. Moscou: Editorial
Progreso, 1989.
MERTON, R. K.: La Sociología de la Ciencia. Madrid, Alianza, 1977. 2v
MITCHAM, C: ¿Qué es la filosofía de la tecnología?, Barcelona, Anthropos,
1989.
PINTO, A. V.: O Conceito de Tecnologia. Volumes I e II. Editora Contraponto,
2005.
PRICE, D. J. de SOLLA: Little Science, Big Science, New York: Columbia University
Press, 1963.
SISMONDO, S: An Introduction to Science and Technology Studies Oxford:
Blackwell, 2004.
SNOW, C. P. As Duas Culturas e uma Segunda Leitura. São Paulo: Edusp, 1995.
THE ROYAL SOCIETY. Science and the Public Interest: communicating the results of
new scientific research to the public. London: 2006. Disponível em:
<http://www.royalsoc.ac.uk/>. Acesso em maio de 2006.

2. Fundamentos e Aplicação da Álgebra de Clifford no Ensino de Física –
4 créditos
Docente possível: Dr. Eládio José de Góes Brennand

 Ementa
Números Reais: axiomas de corpo; corpo dos reais; propriedades dos reais;
números reais como pontos da reta. Espaço Vetorial: espaço R
n
; base,
dimensão; subespaço, soma direta; representação geométrica de um vetor;
produto escalar ; produto vetorial. Álgebra de Clifford: extensão dos reais;
produto de Clifford – interpretação geométrica, k-vetor; espaço de Clifford,
multivetores. Cálculo Geométrico: derivação e integração de multivetores;
operadores. Álgebra do Espaço Euclidiano tridimensional e Aplicações: regras
de composição; subalgebras; programa newtoniano, forças conservativas;
29
forças centrais; dinâmica dos corpos rígidos. Álgebra do espaço-tempo e
Aplicações: espaço de Minkowski; regras de composição; subalgebras;
equações de Maxwell; transformação de Lorentz; dinâmica relativística;
equação de Dirac real.
Aspecto didático: no desenvolvimento do curso serão explorados os aspectos
históricos e de transposição de conceitos.

 Bibliografia
DORAN, C.; LASENBY, A. Geometric Algebra for Physicists. Cambridge: University
Press, 2003.
HESTENES, D. New Foundations for Classical Mechanics. Netherlands: Kluwer
Academic Publishers, 2
nd
Edition, 1999.
–––––. Reforming the Mathematical Language of Physics, Am. J. Phys. 71 (2) pp.: 104
-121, 2003.
–––––. Spacetime Physics with Geometric Algebra, Am. J. Phys. 71 (7), pp.: 691 - 714,
2003.
––––––; SOBCZYK, G. Clifford Algebra to Geometric Calculus: A Unified
Language for Mathematics and Physics. Netherlands: Kluwer Academic Publishers,
Reprinted, 1999.
CASANOVA, G. L’Algebra de Clifford et ses Applications – Survey Article. Advances in
Applied Clifford Algebras, 12, pp.: 1-155, 2002.
LICHNEROWICZ, A. Éléments de Calcul Tensoriel. Librairie Armand Colin, 1964.
LIMA, Elon Lages. Álgebra linear. IMPA, 2005
–––––. Curso de Análise vols. 1, 2. IMPA, 2005.
–––––. Álgebra Exterior. IMPA, 2005.
–––––. Espaços Métricos. IMPA, 2005

3. Ambientes Virtuais e Colaborativos de Ensino-Aprendizagem – 3
créditos.
Docente possível: Dra. Filomena Maria Gonçalves Cordeiro da Silva Moita.

 Ementa:

Estudo da evolução dos ambientes virtuais e colaborativos. As diferentes
modalidades de educação mediada pela tecnologia. O ensino mediado por
computador, sistemas e ambientes de gerenciamento de conteúdos digitais,
recursos para a avaliação, monitoramento, interação e produção e
desenvolvimento de conteúdos. Planejamento e Desenvolvimento de projetos
para a educação mediada por computador e sua relação e aplicação no Ensino
de Ciências e Matemática. Os games enquanto facilitadores do processo
ensino e aprendizagem. Comunidades de prática e a pesquisa em ambientes
virtuais colaborativos de ensino-aprendizagem, metodologias de ensino e
aprendizagem neste contexto: estado atual, perspectivas e tendências.


 Bibliografia
AARSETH, E.J. Cibertexto: perspectivas sobre a literatura ergótica. Lisboa: Pedra
da roseta, 2005.
CASTELLS, M. A Sociedade em rede. 5. ed. São Paulo: Paz e terra, 1999. v. 1
COSTA, F> A.; PERALTA H.; VISEU S. As TICs na educação em Portugal:
concepções e práticas. Porto: Porto editora, 2007.
FRANKLIN, S. Mentes artificiais. Lisboa: Relógio d´água, 1995.
30
JOHNSON, S. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
________________. Tudo Que é Mau Faz Bem. Lisboa: FNAC, Colombo. Temática
Comunicação, Coleção Neurônios, Abril/2006.
________________. De cabeça aberta. Rio de Janeiro: Zahar editor, 2008.
PAPERT, S. A máquina das crianças: Repensando a Escola na Era da
Informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
PARENTE, A. (Org). Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de
Janeiro: Edição 34, 1993.
PONTE, J. P e CANAVARRO, A. P: Matemática e Novas Tecnologias. Editora
Universidade Aberta, 1997
PRETTO, N. DE L. (Org). Tecnologia e novas educações. Salvador: EDUFBA, 2005.
SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à
cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
SIMON, H. A. As ciências do artificial. Lisboa: Amada editor, 1981.
DIAS A. A S.; GOMES, M.J. (Org.) E- leaning para e-formadores. Braga:
Universidade do Minho, 2000.

4. Discussão Critica de Artigos de Pesquisa em Ensino de Física e
Educação Matemática – 4 créditos
Docente: Dra. Abigail Fregni Lins

 Ementa
Revistas e periódicos nacionais e internacionais Qualis CAPES na área de
Ensino de Física e Educação Matemática. Artigos de pesquisa publicados nos
principais periódicos das áreas da Educação Matemática e do Ensino de
Física, a nível nacional e internacional.

 Bibliografia

Revistas e Periódicos pertinentes a área de Ensino de Ciências classificados
pelo Qualis CAPES, em especial os de Ensino de Física e Educação
Matemática.
Abaixo, algumas das Revistas e Periódicos pertinentes a área de Educação
Matemática a serem trabalhados:
BOLEMA
Educação e Matemática
Educación y Matemática
Educational Studies in Mathematics
For the Learning of Mathematics
GEPEM
Quadrante
Journal for Research in Mathematics Education
Journal of Mathematics Teacher Development
Journal of Mathematics Teacher Education
Mathematics Education Research Journal
Rechèrches en Didactique des Mathématiques
School Science and Mathematics
ZETETIKE
Science&Education
The Physics Teacher
31
Revista Brasileira de Ensino de Física
Caderno Brasileiro de Ensino de Física
Investigações em Ensino de Ciências
Ciência&Educação
American Journal of Physics


5. Formação Científica e Docência. 2 créditos.
Docentes possíveis: Dra. Abigail Fregni Lins e Dr. Cidoval Morais de Sousa.

 Ementa:
Esta disciplina trata da formação do professor do ensino fundamental e médio
de ciências e de matemática enquanto professor pesquisador. Apresenta e
discute os desafios atuais da formação docente, as tendências
contemporâneas da formação de professores e suas implicações na área de
Ensino de Ciências e Educação Matemática.

 Bibliografia

Brasil: MEC/INEP- Documentos do PNLD e PCNS – Diretrizes para a formação de
professores de matemática e de ciências no Brasil.
BERTONI, N.. Formação do professor: concepção, tendências verificadas e pontos de
reflexão. In: Formação de Professores de Matemática. Temas & Debates, Ano VIII,
Edição n. 7, Blumenau: SBEM, 1995.
BOAVIDA, A. M.; PONTE, J. P. Investigação colaborativa: Potencialidades e
problemas. In: Reflectir e Investigar sobre a Prática Profissional. Portugal:
Associação de Professores de Matemática, 2002.
CHARLOT, B. Relação com o saber, Formação dos professores e Globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
–––––. Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre: Artmed,
2000.
FIORENTINI, D. (Org.). Formação de professores de Matemática: explorando
novos caminhos com outros olhares. Campinas, SP: Mercado de Letras,
2003.248p.
–––––; Nacarato, A. M.; PINTO, R. A. Saberes da experiência docente em
Matemática e educação continuada. Quadrante: Revista teórica e de investigação.
8: 33-59, 1999.
HARGREAVES, A. Os professores em tempo de mudança: o trabalho e a cultura
dos professores na idade Pós-Moderna. Portugal: MacGraw-Hill, 1998.
MIZUKAMI, M. G. N. et al. Escola e aprendizagem da docência: processos de
investigação e formação. São Carlos: EdUFSCar, 2002.
NACARATO, A. M. Educação Continuada sob a perspectiva da pesquisa-ação:
currículo em ação de um grupo de professoras ao tentar aprender ensinando
Geometria. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Campinas, SP: Universidade
Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, 2000, 323p.
NÓVOA, A. (coord.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Publicações Dom
Quixote, 1995.
–––––. (Org.). Profissão professor. Portugal: Porto, 1995.
PERRENOUD, P. Práticas Pedagógicas, Profissão Docente e Formação:
perspectivas sociológicas. Lisboa: Publicação Dom Quixote, 1993.
PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 1994.
32
PONTE, J. P. (Org) Matemática 2001 Recomendações para o Ensino e
Aprendizagem da Matemática. Relatório de pesquisa publicado pela Associação dos
Professores de Matemática de Portugal. Lisboa. 2001.
–––––. Concepções dos professores de Matemática e processos de formação. In:
Educação Matemática. Temas de Investigação. Portugal: Instituto de Inovação
Educacional, 185-239, 1992.
ROJAS, J. (org.) O Ser professor Metodologias e Aprendizagens. Editora UFMS.
Campo Grande.
SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo. Porto Alegre: ArtMed., 2000.
SERRAZINA, M. L.. O desenvolvimento profissional do professor de Matemática.
Conferência realizada no IV Congreso Iberoamericano de Educación Matemática (IV
CIBEM- CD-ROM). Cochabamba/Bolívia: 2001.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.

6. A Ciência e seus Públicos – 3 créditos.
Docentes possíveis: Dr. Cidoval Morais de Sousa e Dr. Marcelo Gomes
Germano.

 Ementa
As relações ciências-público (o entendimento que o público faz das ciências, a
divulgação científica). Análise do tema sob os pontos de vista histórico, teórico-
metodológico e das políticas de C&T. Análise dos espaços institucionais e
meios de comunicação em que se veiculam as Ciências. Relação ciência,
público e cultura científica. Espaços formais x espaços não formais.
Comunicação, ciência e público.

 Bibliografia:

LEWENSTEIN, B. Public Understanding of Research in Developing Countries. Ithaca:
Cornell University Department of Communication, 2003 (published as website
proceedings at http://www.PCSTNetwork.org/PURWorkshop)
–––––. When Science Meets the Public .Washington, D.C.: American Association for
Advancement of Science, 1992.
MARTINEZ, E.; FLORES, J. (Comp.) La popularización de la ciencia y la
tecnología: reflexiones básicas. México: Consejo de las Naciones Unidas para la
Educación, La Ciencia y la Cultura, 1997.
MASSARANI, L., CASTRO, I. (Org) Ciência e Público: caminhos da divulgação
científica no Brasil. Rio de Janeiro: Casa da Ciência - Centro Cultural da Ciência e
Tecnologia da UFRJ. Fórum de Ciência e Cultura, 2002.
MATOS, C. Ciência e inclusão social .São Paulo: Ed. Terceira Margem, 2002.
NELKIN, D. Selling Science: How the Press Covers Science and Technology. New
York: W. H. Freeman, 1987
SOUSA, C.M. et. al. (org) A Comunicação Pública da Ciência. Taubaté: Editora
Cabral, 2003.
TRACHTMAN, L. La comprensión pública de la tarea científica: una crítica. In:
MARTINEZ, E.; FLORES, J. (comp.) La popularización de la ciência y la
tecnológica: reflexiones básicas. México: Consejo de las Naciones Unidas para la
Educación, la Ciencia y la Cultura, Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnologia
en América Latina y el Caribe, Fondo de Cultura Económica, 1997.
WORTMANN, M.L.C. Olhando para a educação em ciência a partir dos estudos
culturais. 1999 (monografia)
VOGT, C., MOLINO, C. Percepção Pública da Ciência. Campinas: Editora
Unicamp/Fapesp: 2003.
33
ORDÓÑEZ, E.A (Org.) La Ciencia y su Público: Perspectivas Históricas. Consejo
Superior de Investigaciones Científicas. Madrid, 1990



7. Tópicos de Ensino de Matemática

 Ementa: Disciplina de ementa variável, com conteúdos a serem
definidos visando aprofundamento de temática específica do trabalho de final
de curso.

8. Tópicos de Ensino da Física.
 Ementa: Disciplina de ementa variável, com conteúdos a serem
definidos visando aprofundamento de temática específica do trabalho de final
de curso.

9. Redação Científica – 3 créditos
Docente possível: Dr. Cidoval Morais de Sousa
 EMENTA
O sistema de comunicação na ciência: aspectos históricos, sistema de
recompensas (efeito Matheus) e teoria do publish or perish. A importância da
redação científica na divulgação dos resultados da pesquisa. Como preparar
um artigo científico para publicação: análise, interpretação e contextualização
de dados. Como escolher uma revista científica para submeter um artigo para
publicação. Como submeter um artigo para publicação. Processo de revisão
por pares. O processo de submissão eletrônica de artigos. Ética, direitos e
permissões.
 BIBLIOGRAFIA
Acevedo-Díaz, J. A., Vázquez-Alonso, Á., Manassero-Mas, M. A., Acevedo-
Romero, P. Consensos sobre la naturaleza de la Ciencia: fundamentos de una
investigación empírica. Rev. Eureka. Enseñ. Divul. Cien., 2007, 4(1), pp. 42-
66.
BIANCHETTI, L.; MACHADO, A.M.N. A bússola do escrever: desafios e
estratégias na orientação de teses e dissertações. São Paulo: Cortez, 2002.
CASTIEL, L. D.; SANZ-VALERO, J. , RED MEI-CYTED. Entre fetichismo e
sobrevivência: o artigo científico é uma mercadoria acadêmica?. Cad.
Saúde Pública [online]. 2007, vol.23, n.12, pp. 3041-3050. ISSN 0102-311HE
NZ, G. P. Como aprimorar o formato de um artigo científico. Hortic. Bras.
[online]. 2003, vol.21, n.2, pp. 146-149. ISSN 0102-0536.
KRZYZANOWSKI, R. F. , FERREIRA, M. C. G. Avaliação de periódicos
científicos e técnicos brasileiros. Ci. Inf. [online]. 1998, vol.27, n.2, pp. nd-nd.
ISSN 0100-1965.
MARZIALE, M. H. P. ; MENDES, I. A.C.. O fator de impacto das publicações
científicas. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2002, vol.10, n.4, pp. 466-
467. ISSN 0104-1169.
MIRANDA, D. B. , PEREIRA, M. N. F.O periódico científico como veículo de
comunicação: uma revisão de literatura. Ci. Inf., Brasília, v. 25, n. 3, p. 375-
382, set./dez. 1996
34
STREHL, Letícia. O fator de impacto do ISI e a avaliação da produção
científica: aspectos conceituais e metodológicos. Ci. Inf. [online]. 2005,
vol.34, n.1, pp. 19-27. ISSN 0100-1965.
Outros textos para leitura e consulta:

10. Sociologia da Ciência – 3 créditos
Docente possível: Dr. Cidoval Morais de Sousa
 Ementa
Panorama geral da sociologia da ciência: principais correntes e autores. A
sociologia da ciência funcionalista – Robert K. Merton. O Programa Forte e a
concepção construtivista de ciência (Bloor). A etnografia dos laboratórios e as
teorias de ator-rede (Latour, Knorr-Cetina, Callon). Pierre Bourdieu e o campo
científico. Notas sobre os debates contemporâneos.

 Bibliografia
ARELLANO-HERNANDEZ, A. La sociología de las ciencias y de las técnicas de
Bruno Latour y Michel Callon. Cuadernos digitales: Publicaciones electrónicas en
historia, archivística y estudios sociales. Universidad de Costa Rica.v. 8. n. 23, nov.
2003
BLOOR, D. Conocimiento y imaginário social, Barcelona, Gedisa, 1998.
BOURDIEU, P. Para uma Sociologia da Ciência. Lisboa: Edições 70, 2008.
GIL, F. (Org) A Ciência tal qual se faz. Lisboa: Editora João Sá da Costa, 1999.
IRANZO, J. MANUEL; BLANCO, J. R.; DE LA FE, T.G.; TORRES, C.; COTILLO, A.
Sociologia de la Ciencia y de la Tecnologia. Madrid: Consejo Superior de
Investigaciones Cientificas, 1995.
KNORR-CETINA, K.; MULKAY,M. Introduction: emerging principles in social studies of
science. In: M. MULKAY, M.; KNORR-CETINA, K. Science observed: perspectives
on the social study of technology. Sage Publications: London/Beverly Hills/New
Delhi, 1993
LAMO DE ESPINOSA, E.; GONZALEZ GARCIA, J.M.; TORRES ALBERO, C.
Sociologia del conocimiento y de la Ciencia. Madrid: Alianza Universidad, 1994.
LATOUR, B. Ciência em Ação.São Paulo, Unesp, 2000.
MATTEDI, M. Sociologia e conhecimento, Chapecó, Argos, 2006.
MERTON, R. Sociologia do Conhecimento. In: Antônio R. Bertelli, Moacir G. S.
Palmeira e Otávio Guilherme Velho (orgs.), Sociologia do Conhecimento. 2.ed.
Zahar Editores, Rio de Janeiro,1974. p. 81-125
PESTRE, D. (1996) Por uma nova História social e cultural das ciências: novas
definições, novos objetos, novas abordagens. Cadernos IG/UNICAMP. 6 (1), pp. 3-56.
VESSURI, H. 1999 A construção disciplinar: tendências na sociologia da ciência.
Mosaico. Revista de Ciências Sociais, v.1, n.2: 1998, Vitória, Espírito Santo, Brasil

11. História Social das Ciências – 3 créditos
Docente possível: Dra. Ana Paula Bispo da Silva
 Ementa
Impactos da Revolução Industrial sobre a cultura científico-tecnológica. As
transformações nas ciências nos séculos XIX e XX.Natureza da História das
Ciências como empreendimento cultural. Relação da História das Ciências com
a história, a sociologia e a epistemologia. Métodos e de abordagens. Histórias
das Ciências como campo disciplinar autônomo. Diferença entre História das
Ciências e ‘história’ escrita a serviço do desenvolvimento de disciplinas
35
científicas ou de concepções filosóficas. Problemas de métodos. Gêneros e
temas em História das Ciências. Fontes da História das Ciências. Literatura
disponível. Perspectivas contemporâneas da História das Ciências. História
social da ciência. Debate sobre o problema do relativismo na história. A
profissionalização da disciplina. As condicionantes culturais da revolução
científico-tecnológico do final do século XX. O ambiente cultural e a práxis
científico-tecnológica no século XX. Os valores da sociedade do conhecimento.
A cultura científica no Brasil. Historiografia da ciência no Brasil.

 Bibliografia:

Aubin, D. ;Dalmedico, A. D. – Writing the History of Dynamical Systems and Chaos:
Longue Durée and Revolution, Disciplines and Culture, Historia Mathematica, 29, 1-67,
2002.
BAIARDI, A. Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à tecnologia. São Paulo:
HUCITEC, 1997.
BAIARDI, A. Realidades e incertezas no nascimento de uma nova era. Cadernos CRH,
22, jan/jun 1995.
BELL, D. O advento da sociedade pós-industrial. São Paulo: Cultrix, s/d.
DANTES, M. A. (ed). Espaços da ciência no Brasil (1800-1930), Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz, 2001.
FOUREZ, G. A construção das ciências. São Paulo: Editora UNESP, 1995.
GARIN, E. Ciência e vida civil no Renascimento, São Paulo: Editora UNESP, 1994.
HENRY, J. A revolução científica e as origens da ciência moderna. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1998.
HOBSBAWN, E. A era das revoluções – 1789-1848, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 21ª
ed, 2007.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos – O breve século XX – 1914 – 1991, São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
MACFARLANE, A. A cultura do capitalismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989.
ROSSI, P. A ciência e a filosofia dos modernos. São Paulo: Editora UNESP, 1992.
RUSSEL, B. História do pensamento ociddental. Rio de janeiro: Ediouro, 2001.
SÁNCHEZ RON, J. M. El poder de la ciencia – Historia social, política y
econômica de La ciência (siglos XIX y XX), Barcelona: Crítica, 2007.
TARNAS, R. A epopéia do pensamento ocidental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2005.
TATON, R. (org.) A ciência moderna. Tomo 1, O Renascimento. São Paulo: Difusão
Européia do Livro, 1959.
ZARUR, G.C.L. A arena científica. Campinas, FLCSO/EAA, 1994.

12. Simulações no Ensino de Física – 2 créditos
Docente possível: Dra. Morgana Ligia de Farias Freire
 Ementa
Novas ferramentas metodológicas para o auxílio no ensino da física, tais como
modelagem e simulações de sistemas físicos ou fenômenos físicos. Uso e
Avaliação dessas novas ferramentas metodológicas disponíveis na rede
mundial de computadores (internet).

 Bibliografia
Sites de simulação computacional ou laboratórios virtuais (gratuitos) disponível na
rede mundial de computadores
36
BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática, São Paulo,
Contexto, 2002.
MOREIRA, M. A.; LEVANDOWSKI, C. E. Diferentes abordagens ao ensino de
laboratório. Ed. da UFRGS. Porto Alegre-RS, 1983.
MEC. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília. 1999.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM) - Ciências
Naturais. Brasília - DF. MEC/SEF.
SANT’ANNA, I.M.; SANT’ANNA, V. M. Recursos educacionais para o ensino:
quando e por quê? Petrópolis: Vozes, 2004.
Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado sobre o uso de Simulações
computacionais e novas tecnologia ou recursos de realidade virtual no Ensino de
Física
ARTIGOS DE PERIÓDICOS de Simulações computacionais e novas tecnologia ou
recursos de realidade virtual para o Ensino de Ciências (Física).


13. Epistemologia da Ciência e Ensino de Física – 2 créditos
Docente possível: Dr. Marcelo Gomes Germano

 Ementa
As bases filosóficas da Ciência Moderna. Epistemologia da ciência no século
XX. Epistemologia da ciência: implicações e contribuições para o ensino de
Física.

 Bibliografia
BACON, F. Novum Organum ou Verdadeiras Indicações acerca da Interpretação
da Natureza. Os Pensadores, São Paulo. Abril Cultural, 1984.
BACHELARD, G. A Filosofia do Não; O Novo Espírito Científico; A Poética do
Espaço. Os Pensadores – São Paulo, Editora Abril Cultural, 1984.
BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma
psicanálise do conhecimento. Tradução de Estela dos Santos Abreu. Rio de
Janeiro, Editora Contraponto, 1996.
BASTOS FILHO, J. B. Reducionismo: uma abordagem epistemológica. Maceió,
EDUFAL, 2005.
BURTT, E. A. As bases metafísicas da ciência moderna. Trad. José Viegas Filho e
Orlando Araújo Hemrique. Editora Universitária, Brasília, 1991.
CHALMERS, Alan, F., O que é ciência, afinal? Tradução de Raul Fiker, 1
a
ed.
– São Paulo, Brasiliense, 1993.
CHAUÍ, M. Introdução a História da Filosofia, São Paulo: Companhia das Letras, -
SP, 2002.
DESCARTES, R. Discurso do Método: para bem dirigir a própria razão e
buscar a verdade nas ciências. Tradução: Pietro Nassetti. São Paulo, Editora
Martin Claret, 2002a.
DESCARTES, R. Regras para a Direção do Espírito. Tradução: Pietro
Nassetti. São Paulo, Editora Martin Claret, 2002b.
FEYERABEND, P. Contra o método. Tradução: César Augusto Mortari. São Paulo,
Editora Unesp, 2007.
KANT. I. Crítica da Razão Pura. Tradução de Valério Rohden e Udo Baldur
Moosburger. São Paulo, Abril Cultural, 1983.
KUHN, T. A Estrutura das Revoluções Científicas. 8
a
ed. São Paulo, Perspectiva,
2003.
37
LAKATOS, I. Falsificação e Metodologia dos Programas de Investigação
Científica. Tradução de Emília P. Carvalho Mendes. Lisboa, Portugal. Edições 70,
1999.
LOCKE, J. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar
Aiex. Os Pensadores. São Paulo, Nova Cultura, 1998.
MARTINS, R.A. Como distorcer a física: considerações sobre um exemplo de
divulgação científica, Cad. Cat. Ensino de Física, v.15(3): 243-264. dez.1998.
MATTHEWS, M. R., História, filosofia e ensino de ciências: a tedência atual
de reaproximação, Cad. Cat. Ensino de Física, v.12(3): 164-214.dez.1995
MOREIRA, M. A. e OSTERMANN, F., 1993. Sobre o ensino do método
científico. Cad. Cat. Ensino de Física, v.10(2): 108-117.
OSTERMANN, F., A Epistemologia de Kuhn. Caderno Catarinense de Ensino de
Física, v.13(3): 184-196; dezembro. 1996.
POPPER, K. R. Conjecturas e Refutações. Brasília, Editora da Universidade de
Brasília (UnB), 1982.
REGNER, A. C. Feyerabend e o Pluralismo Metodológico. Caderno Catarinense de
Ensino de Física, v.13(3): 231-247; dezembro. 1996.
SILVEIRA, F. L. A Metodologia dos Programas de Pesquisa: A Epistemologia de Imre
Lakatos . Caderno Catarinense de Ensino de Física, v.13(3): 219-230; dezembro.
1996a.
SILVEIRA, F.L. A filosofia da Ciência de Karl Popper: O Racionalismo Crítico. Caderno
Catarinense de Ensino de Física, v.13(3): 197-218; dezembro. 1996b.
VIEIRA PINTO. Ciência e Existência: Problemas filosóficos da pesquisa
científica. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1979.


14. Objetos de aprendizagem e o ensino de ciências e matemática – 2
créditos
Docente possível: Dra. Filomena Moita

 Ementa
O conceito de objetos de aprendizagem: produção e avaliação. A utilização no
processo de ensino e aprendizagem das Ciências e da Matemática, em
diversos ambientes de aprendizagem (presenciais, semipresenciais e a
distância) e em diversos níveis de ensino (fundamental, médio e superior).
Ferramentas de elaboração de materiais e sua aplicação no ensino de Ciências
e Matemática.

 Bibliografia

AUSUBEL, D P Aquisição e Retenção de Conhecimentos: Uma perspectiva
cognitiva. Lisboa: Editora Plátano , 2003.
BANNAN-RITLAND, B., DABBAGH, N., & MURPHY, K.. Learning object systems as
constructivist learning environments: Related assumptions, theories and applications.
In D. Wiley (Ed.), The instructional use of learning objects - Online version.
Retrieved 2 October 2003 from Retrieved September 29, 2003, from
http://reusability.org/read/chapters/bannan.doc.
BARRITT, C. Reusable learning object strategy: Designing information and
learning objects through concept, fact, procedure, process, and principle
templates. Retrieved September 24, 2003, from,
http://business.cisco.com/servletwl3/FileDownloader/iqprd/86575/86575_kbns.pdf.
38
JONASSEN, D. H., & REEVES, T. C. Learning with technology: Using computers as
cognitive tools. In D. H. Jonassen, (Ed.), Handbook of research on educational
communications and technology (pp. 693-719). New York: Macmillan, 1996.
KRISCHNER, PAUL A Cognitive load theory Learning and Instruction VOL12 P001,
2002.
MORAN, J.M. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e
telemáticas. In: M.A. BEHRENS; M. MASETTO e J.M. MORAN, Novas tecnologias e
mediação pedagógica. Campinas, Papirus2000..
PRATA, C. L. ; NASCIMENTO, A. C. A. (Org.) Objetos de aprendizagem: uma
proposta de recurso pedagógico. Brasília, DF: RIVED/MEC, out, 2007.
ROSNAY, J. de. O salto do milênio. F.M. MARTINS e J.M. SILVA (org.), Para navegar
no século XXI: tecnologias do imaginário e cibercultura. Porto Alegre, EDIPUCRS,
2000.
SÁ, C.S. e MACHADO, E. de C. 2003. O computador como agente transformador da
educação e o papel do objeto de aprendizagem.
SANTOS, JOSÉ NAZARENO e TAVARES, ROMERO Animação interativa como
organizador prévio XV Simpósio Nacional de Ensino de Física – Curitiba/PR, 2003.
SWELLER, JOHN Cognitive load theory, learning difficulty and instructional
design Learning and Instruction Vol04 p293, 2003.
TAVARES, ROMERO (2005a ) Animações interativas e mapas conceituais XVI
Simpósio Nacional de Ensino de Física – Rio de Janeiro/RJ, 2005.
TEDESCO, J.C. (org.). Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza?
São Paulo, Cortez, 2003.
RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação e Objetos de Aprendizagem. Brasília:
Equipe RIVED/MEC 2007
WELLER, MARTIN; PEGLER, CHRIS and MASON, ROBIN. ELearn International
Conference in Edinburgh, 2003.

15. Temáticas de Informação e Comunicação – 3 créditos
Docente possível: Dra. Filomena Moita

 Ementa
Disciplina de ementa e bibliografia variáveis, que pretende discutir temas em
evidência em tecnologia da informação e comunicação, como: estilos de
aprendizagem e o e-learning, b-learning e o m-learning; o professor como
investigador da sua prática; introdução à grounded theory e ao atlas.ti;
ambientes virtuais e a aprendizagem: plasticidade na formação do adulto
educador.

 Bibliografia – a definir de acordo com o tema abordado.


16. Resolução de Problemas e Construtivismo Social
Docente possível: Dr. Silvanio de Andrade

 Ementa
Resolução de Problemas: aspectos históricos, conceitos e abordagens, ênfase
nas pesquisas, práticas de sala de aula e perspectivas curriculares.
Levantamento de práticas de sala de aula e de pesquisa desenvolvidos na
perspectiva da resolução de problemas. Levantamento de artigos de relatos de
experiência e de pesquisa, dissertações de mestrado e teses de doutorado
sobre o tema resolução de problemas. Ensino-aprendizagem de Matemática
39
via Resolução de Problemas. Proposição de Problemas. Investigação
Matemática. Exploração de Problemas. Ensino-aprendizagem de Matemática
via Exploração de Problemas. Perspectivas sócio-político-culturais na
Resolução de Problemas. Construtivismo Social. A psicologia sócio-histórica de
Vygotsky. Formação de conceitos matemáticos. Planejamento, vivência-ação e
avaliação de uma sala de aula de Matemática via Resolução e Exploração de
problemas.

 Bibliografia:
ALRO, H.; SKOVSMOSE, O. Diálogo e aprendizagem em educação matemática.
Tradução de Orlando de Figueiredo. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
ANDRADE, S. de. A pesquisa em educação matemática, os pesquisadores e a
sala de aula: um fenômeno complexo, múltiplos olhares, um tecer de fios. 2008. Tese
(Doutorado em Educação. Área de Concentração: Ensino de Ciências e Matemática) –
Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
ANDRADE, S. de. Ensino-aprendizagem de matemática via resolução, exploração,
codificação e descodificação de problemas na sala de aula & na formação do
professor. In: IBERO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (CIBEM). Livro de
Actas... Porto: Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, 2005. 12p. CD-
ROOM.
ANDRADE, S. de. Ensino-aprendizagem de matemática via resolução,
exploração, codificação e descodificação de problemas e a multicontextualidade
da sala de aula. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – IGCE,
UNESP, Rio Claro, 1998.
BECKER, J. P.; SHIMADA, S. (Eds.). The open-ended approach: a new proposal for
teaching mathematics. 2. ed. Reston: NCTM, 2007.
BRANSFORD, J. D. et al. Como as pessoas aprendem: cérebro, mente, experiência
e escola. Trad. Carlos D. Szlak. São Paulo: Editora Senac, 2007.
CHARLES, R. I.; SILVER, E. A. The teaching and assessing of mathematical
problem solving. Reston: NCTM, 1989.
CHARLES, R.; LESTER, F.; O'DAFFER, P. How to evaluate progress in problem
solving. Reston: NCTM, 1987.
COELHO, M. A. V. M. P. A resolução de problemas: da dimensão técnica a uma
dimensão problematizadora. Campinas: UNICAMP, 2005. Dissertação (Mestrado em
Educação – Área de Concentração: Educação Matemática) – FE, UNICAMP, 2005.
DAVIS, R. B.; MAHER, C. A.; NODDINGS, N. (Eds.). Constructivist views on the
teaching and learning of mathematics. Reston: NCTM, 1990. (JRME Monograph 4).
ERNEST, P. Social constructivism as a philosophy of mathematics. New York:
SUNY, 1998.
ERNEST, P. The philosophy of mathematics education. Abingdon: Routledge
Falmer, 1991.
FOCUS: on learning problems in mathematics. Framingham, v. 15, n. 2-3, 1993. 112 p.
FRANKE, M. L; KAZEMI, E.; BATTEY, D. Problem solving and modeling. LESTER, F.
K. (Ed.). Second handbook of research on mathematics teaching and learning.
Greenwich: Information Age Publishing, 2007. cap 6, v. 1, p. 225-256.
GARNIER, C.; BEDNARZ, N.; ULANOVSKAYA, I. (Orgs.). Após Vygotsky e piaget:
perspectivas social e construtivista: escolas russas e ocidental. Tradução: Eunice
Gruman. Porto Alegre, 1996.
ITACARAMBI, R. R. A resolução de problemas de geometria, na sala de aula,
numa visão construtivista. São Paulo: USP, 1993. Dissertação (Mestrado em
Educação) - FE, USP, 1993.
KAUR, B.; HAR, Y. B.; KAPUR, M. (Eds.). Mathematical Problem Solving.
Singapore: World Scientific, 2009. (Yearbook 2009, Association of Mathematics
Educators).
40
KILPATRICK, J. Variables and methodologies in research on problem solving. In:
CARPENTER, T. P.; DOSSEY, J. A.; KOEHLER, J. L. (Eds.). Classics in
mathematics education research. Reston: NCTM, 2004. cap 4, p. 40-47.
KINCHELOE, J. L (Ed.). Classroom teaching: an introduction. New York: Peter Lang,
2005.
KRULIK, S.; RUDNICK, J. A. Problem-driven math: applying the mathematics
beyond solutions. Chicago: McGraw Hill, 2005.
LAKATOS, I. A lógica do descobrimento matemático: provas e refutações.
Tradução Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
LESH, R. Problem solving and modeling. LESTER, F. K. (Ed.). Second handbook of
research on mathematics teaching and learning. Greenwich: Information Age
Publishing, 2007. cap 17, v. 2, p. 763-804.
LESH, R.; DOERR, H. M. (Eds.). Beyond constructivism: models and modeling
perspectives on mathematics problem solving, learning and teaching. LEA: Mahwah:
2003.
LESTER, F. K. (Ed.). Teaching mathematics through problem solving:
Prekindergarten–Grade 6. Reston: NCTM, 2003.
LESTER, F. K. et al. Learning how to teach via problem solving. In: AICHELE, D. B.;
COXFORD, A. F. Professional development for teachers of mathematics. Reston:
NCTM, 1994.
LESTER, F. K. Musing about mathematical problem-solving research: 1970-1974.
JRME (Journal for Research in Mathematics Education), Reston, v. 25, n. 6, p. 660-
675, Dec. 1994.
MARTIN, T. S. (Ed.). Mathematics teaching today: improving practice, improving
student learning!. 2. ed. Reston: NCTM, 2007.
MENDONÇA, M. do C. D. Problematização: um caminho a ser percorrido em
educação matemática. Campinas: UNICAMP, 1993. Tese (Doutorado em Educação -
Psicologia da Educação) - FE, UNICAMP, 1993.
MOYSÉS, L. Aplicações de Vygotsky à educação matemática. 9.ed. Campinas:
Papirus, 2009.
NEWMAN, F.; HOLZMAN, L. Lev Vygotsky: cientista revolucionário. Tradução:
Marcos Bagno. São Paulo: Loyola, 2002.
Núñez, I. B. Vygotsky, Leontiev e Galperin: formação de conceitos e princípios
didáticos. Brasília: Liber Livro, 2009.
ONUCHIC, L. de la R. Ensino-aprendizagem de matemática através da resolução de
problemas. In: BICUDO, M. A. V. (Org.). Pesquisa em educação matemática:
concepções & perspectivas. São Paulo: Editora da Unesp, 1999.
POLYA, G. A arte de resolver problemas. Tradução de Heitor Lisboa de Araújo. Rio
de Janeiro: Interciência, 1978.
PONTE, J. P. da; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na
sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PUBLICAÇÕES sobre o tema resolução de problemas, incluindo artigos de relatos de
experiência, artigos de pesquisa, dissertações de mestrado e teses de doutorado.
REYS, R. et al. Helping children learn mathematics. 9. ed. Hoboken: Wiley, 2008.
SAKSHAUG, L. E.; OLSON, M.; OLSON, J. Children are mathematical problem
solvers. Reston: NCTM, 2002.
SCHOEN, H. L.; CHARLES, R. I. (Eds.). Teaching mathematics through problem
solving: Grades 6–12. Reston: NCTM, 2003.
SCHOEN, H. L.; CHARLES, R. I. Teaching mathematics through problem solving:
grades 6-12. 3. ed. Reston: NCTM, 2006.
SCHOENFELD, A. H. (Ed.). Mathematical thinking and problem solving. Hillsdale:
LEA, 1994.
SCHOENFELD, A. H. Learning to think mathematically: problem solving,
metacognition, and sense making in mathematics. In: A. Grouws (Ed.). Handbook of
41
research on mathematics teaching and learning. Reston: NCTM, 1992. cap 15, p.
334-370.
SCHROEDER, T. L.; LESTER, F. K. Developing understanding in mathematics via
problem solving. In: TRAFTON, P. R.; SHULTE, A. P. (Eds.). New directions for
elementary school mathematics. Reston: NCTM, 1989.
SMOLE, K. S.; DINIZ, M. I. (Orgs.). Ler, escrever e resolver problemas: habilidades
básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.
TÖRNER, G.; SCHOENFELD, A. H.; REISS, K. M. (Eds.). Problem solving around
the world: summing up the state of the art. Dordrecht: Springer, 2007. (ZDM
Mathematics Education, v. 39, n. 5-6, p. 353-563, 2007).
VALE, I.; PIMENTEL, T. Resolução de problemas. In: PALHARES, P. (Coord.).
Elementos de matemática para professores do ensino básico. Lisboa: Lidel, 2004.
cap. 2, p. 7-51.
VAN DE WALLE, J. A. Matemática no ensino fundamental: formação de professores
e aplicação em sala de aula. Tradução: Paulo Henrique Colonese. 6. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
VIGOTSKII, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. Trad. Paulo
Bezerra. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
VIGOTSKII, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. Trad. Maria da Penha Villalobos. 4. ed. São Paulo: Ícone, 1992.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. 7. ed. Tradução José C. Neto, Luis
S. M. Barreto e Solange C. Afeche. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. Tradução Jeferson L. Camargo. 4. ed.
São Paulo: Martins Fontes, 2008.

17. Modelagem Matemática
Docente responsável: Dr. Rômulo Marinho do Rêgo

 Ementa
Esta disciplina objetiva estudar a evolução histórica e a caracterização da
Modelagem Matemática; suas principais técnicas; sua utilização em sala de
aula como metodologia e ambiente de ensino e aprendizagem e como
ferramenta da etnomatemática. Ao final do curso o professor mestrando deverá
elaborar uma unidade de ensino utilizando-se desta metodologia.

 Bibliografia


BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática:
uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2006.
BARBOSA, J. C. O que pensam os professores sobre a modelagem
matemática? Zetetiké, v.7, n.11, pág. 67-85, janeiro/junho, 2002.
BARBOSA, J. C. Modelagem matemática: concepções e experiências de
futuros professores. Tese de Doutorado em Educação Matemática. Rio
Claro: Instituto de Geociências e Ciências Exatas. UNESP, 2001.
BIEMBENGUT, M. S.; HEIN, N. Modelagem Matemática no Ensino. 2. ed.
São Paulo: Contexto, 2002.
BURAK, D. Modelagem matemática e a sala de aula. In: Encontro Paranaense
de Modelagem em Educação Matemática, 1,. Londrina: UEL, 2004, 1 CD-Rom.
D'AMBROSIO, U Desafios da Educação Matemática no Novo Milênio. São
Paulo, Educação Matemática em Revista, ano 8, n.11, p.14-17, dez. 2001.
42
GIORDANO, F.; WEIR, M.; FOX, W. A first course in mathematical
modeling.Third Edition. EEUU: Thomson Brooks Cole, 2003.
HAMSON, M. J. The place of Mathematical Modelling in Mathematics
Education. In: S. J. Lamon et al. (eds.) Mathematical Modelling: a way of life.
Chichester: Ellis Horwood, 2003, p. 215-226.


18. Tendências em Educação Matemática – 4 créditos
Docentes possíveis: Dr. Silvanio de Andrade e Dra. Abigail Fregni Lins

 Ementa
Desenvolvimento histórico da Educação Matemática. Fundamentos científico-
filosóficos e atuais tendências da Educação Matemática. Tendências de
pesquisa e de ensino e aprendizagem. Processo de ensino e aprendizagem da
Matemática, voltada para a formação à pesquisa científica.

 Bibliografia

ANAIS de Encontros de Educação Matemática. ENEM, PME, ICME entre outros.
BIEMBENGUT, M. S.; HEIN, N. Modelagem Matemática no Ensino. São Paulo:
Editora Contexto, 2000.
BICUDO, M. A. V.; BORBA, M. C.(Orgs.). Educação Matemática – Pesquisa em
Movimento. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V. M. Filosofia da Educação Matemática. Coleção
Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2001.
BISHOP, A. J. et al. (Eds.). Second international handbook of Mathematics
Education. Dordrecht: Kluwer Academic Plubishers, 2003.
BRUN, J.. Didática das Matemáticas. Lisboa: Instituto Piaget, 2000.
D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática – Arte ou Técnica de Explicar e Conhecer. São
Paulo: Editora Ática, 1990.
ENGLISH, L. (Ed.). Handbook of International Research in Mathematics
Education. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates, 2003.
FALCÃO, J. T. R. Psicologia da Educação Matemática – Uma Introdução. Coleção
Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Atual Editora, 2003.
FIORENTINI, D. (Org.). Formação de Professores de Matemática – Explorando
novos caminhos com outros olhares. Campinas: Mercado de Letras, 2003.
FRANCHI, A. et al.. Educação Matemática – Uma Introdução. São Paulo: EDUC,
2002.
FREUDENTHAL, H. Mathematics as an educational task. Dordrecht, Holanda:
D.Reidel, 1973.
GERALDI, C. M. G.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. M.A. (Orgs). Cartografias do
Trabalho Docente. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
GROUWS, D. A. (Ed.). Handbook of research on Mathematics teaching and
learning. New York: Macmillan, 1992.
KLINE, M. O Fracasso da Matemática Moderna. São Paulo: IBRASA, 1976.
KINCHELOE, J. L (Ed.). Classroom teaching: an introduction. New York: Peter
Lang, 2005.
KILPATRICK, J. A History of Research in Mathematics Education. In: D. A. Grouws
(Ed.). Handbook of research on Mathematics teaching and learning. New York:
Macmillan, 1992. p. 3-38.
LESTER, Franck. K. (Ed.). Second handbook of research on Mathematics teaching
and learning. Greenwich: Information Age Publishing, 2007.
43
MACHADO, N. J. Epistemologia e Didática, 2ª Edição. São Paulo: Cortez Editora,
1996.
MEWBORN, D. (Ed.). Teachers engaged in research: inquiry into Mathematics
classrooms. Greenwich: Information Age Publishing, 2006.
MENDES, I. A. O Uso da História no Ensino da Matemática – Reflexões Teóricas e
Experiências. Belém: Editora da UEPA, 2001.
MIGUEL, A.; MIORIM, M. Â. História na Educação Matemática – Propostas e
Desafios. Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Atual
Editora, 2004.
PERIÓDICOS de pesquisa em Educação Matemática.
PERRENOUD, P. Prática Reflexiva no Ofício de Professor – Profissionalização e
Razão Pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
PONTE, J. P.; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala
de Aula. Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Atual
Editora, 2003.
SIERPINSKA, A.; KILPATRICK, J. (Eds.). Mathematics Education as a Research
Domain: a Search for Identity. Dordrecht: The Netherlands, 1998.
VERGANI, T. Educação Matemática – Um horizonte de possíveis sobre uma
educação matemática viva e globalizante. Lisboa: Universidade Aberta, 1993.

19. Educação Matemática dentro da pós-modernidade - 04 créditos
Docente possível: Silvanio de Andrade

 Ementa
Educação Matemática dentro da pós-modernidade: o que isto significa?.
Modernidade líquida. Educação Matemática em tempos de globalização.
Teorias críticas e pós-críticas do currículo. Na sala de aula de Matemática.
Matemática, diálogo e aprendizagem. Matemáticas como práticas sociais e
processos de ensino-aprendizagem. Desafios da ação-reflexão-ação críticas
em etnomatemática, construtivismo social, exploração de problemas e
educação matemática crítica. A sala de aula de Matemática como compromisso
técnico-político. O educador matemático como intelectual específico.

 Bibliografia:
ALRO, H.; SKOVSMOSE, O. Diálogo e aprendizagem em educação matemática.
Tradução de Orlando de Figueiredo. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
ANDRADE, S. de. A pesquisa em educação matemática, os pesquisadores e a
sala de aula: um fenômeno complexo, múltiplos olhares, um tecer de fios. 2008. Tese
(Doutorado em Educação. Área de Concentração: Ensino de Ciências e Matemática) –
Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
ANDRADE, S. de. Ensino-aprendizagem de matemática via resolução,
exploração, codificação e descodificação de problemas e a multicontextualidade
da sala de aula. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – IGCE,
UNESP, Rio Claro, 1998.
ANDRADE, S. de; COSTA, W. N. G.; DOMINGUES, K. C. de M. Etnomatemática:
educação matemática e inclusão social. In: ONOFRE, E. G.; SOUZA, M. L. G. de
(Orgs.). Tecendo os fios da inclusão: caminhos do saber e do saber fazer. João
Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2008.
BAUMAN, Z. Globalização: as conseqüências humanas. Tradução Marcus Penchel.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999.
BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Ed., 2001.
44
BAUMAN, Z. O mal-estar da pós-modernidade. Tradução Mauro Gama; Cláudia
Martinelli Gama. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.
BAUMAN, Z.; MAY, T. Aprendendo a pensar com a sociologia. Tradução Alexandre
Werneck. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2010.
BOURDIEU, P. Esboço de uma teoria da prática. 2. ed. In: ORTIZ, R. (Org.). Pierre
Bourdieu: sociologia. São Paulo: Ática, 1994a, p. 46-81.
BOURDIEU, P. O campo científico. 2. ed. In: ORTIZ, R. (Org.). Pierre Bourdieu:
sociologia. São Paulo: Ática, 1994a, p. 122-155.
CLARETO, S. M. Terceiras margens: um estudo etnomatemático de espacialidades
em Laranjal do Jari (Amapá). 2003. Tese (Doutorado em Educação Matemática) -
IGCE, UNESP, 2003.
CORRÊA, V. Globalização e neoliberalismo: o que isso tem a ver com você,
professor?. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.
COSTA, W. N. G. A etnomatemática da alma A'uwe-xavante em suas relações
com os mitos. 2007. Tese (Doutorado em Educação. Área de Concentração: Ensino
de Ciências e Matemática) – FE-USP, São Paulo, 2008.
DOWLING, P. The sociology of mathematics education: mathematical myths/
pedagogic texts. London: The Falmer Press, 1998.
DUSSEL, I; CARUSO, M. A invenção da sala de aula: uma genealogia das formas de
ensinar. Tradução Cristina Antunes. São Paulo: Moderna, 2003.
ERNEST, P. (Ed.) Mathematics, education and philosophy. London: The Falmer
Press, 1994.
ERNEST, P. Social constructivism as a philosophy of mathematics. New York:
SUNY, 1998.
FOUCAULT, M. A arqueologia do Saber. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2004.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. 11. ed. São Paulo: Loyola, 2004.
FOUCAULT, M. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir: o nascimento da prisão. Tradução R. Ramalhete. 28.
ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Tradução R. Machado. 4.ed. Rio de Janeiro:
Graal, 1985.
GROS, F. (Org.). Foucault: a coragem da verdade. São Paulo: Parábola, 2004.
HARGREAVES, A. et al. Aprendendo a mudar: o ensino par além dos conteúdos e
da padronização. Porto Alegre: Artmed, 2002.
HOWELL, R. W.; BRADLEY, W. J. (Eds.). Mathematics in a postmodern age: a
christian perspective. Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 2001.
JESUS, W. P. Educação matemática e filosofias sociais da matemática. Tese
(Doutorado) – Faculdade de Educação, Unicamp, Campinas, 2002.
KINCHELOE, J. L (Ed.). Classroom teaching: an introduction. New York: Peter Lang,
2005.
KINCHELOE, J. L. A formação do professor como compromisso político:
mapeando o pós-moderno. Tradução Nize M. C. Pellanda. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1997.
LAKATOS, I. A lógica do descobrimento matemático: provas e refutações.
Tradução Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
MORAES, M. S. S. et al. Educação matemática e temas político-sociais. Campinas:
autores associados, 2008.
PUBLICAÇÕES referentes ao tema Educação Matemática dentro da Pós-
Modernidade, incluindo artigos de relatos de experiência, artigos de pesquisa,
dissertações de mestrado, teses de doutorado e periódicos.
RESTIVO, Sal et all. Math worlds: philosophical and social studies of mathematics
and mathematics education. New York: SUNY, 1993.
RIBEIRO, J. P. M., DOMITE, M. do C. S.; FERREIRA, R. (Orgs.). Etnomatemática:
papel, valor e significado. 2. ed. Porto Alegre: Zouk, 2006.
45
SANTOS, B. S. (Org.). Conhecimento prudente para uma vida decente: um
discurso sobre as ciências revisitado. São Paulo: Cortez, 2004.
SANTOS, B. S. Introdução a uma ciência pós-moderna. 5. ed. Rio de Janeiro:
Graal: 2010.
SILVA, A. A. da. Em busca do diálogo entre duas formas distintas de
conhecimento matemático. São Paulo: FEUSP, 2008. Tese (Doutorado em
Educação. Área de Concentração: Ensino de Ciências e Matemática) – FE-USP, São
Paulo, 2008.
SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
2. ed. Belho Horizonte: Autêntica, 2001.
SKOVSMOSE, O. Educação crítica: incerteza, matemática, responsabilidade.
Tradução de Maria A. V. Bicudo. São Paulo: Cortez, 2007.
VILELA, D. S. Elementos para uma compreensão das matemáticas como práticas
sociais. In: MIORIM, M. A.; VILELA, D. S. (Orgs.). História, filosofia e educação
matemática: práticas de pesquisa. Campinas: Alínea, 2009.
VILELA, D. S. Matemática nos usos e jogos de linguagem: ampliando concepções
na educação matemática. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, Unicamp,
Campinas, 2007.
WALSHAW, M. (Ed.). Mathematics education within the postmodern. Greenwich:
IAP, 2004.

20. Seminários de Pesquisa I

Ementa: disciplina de ementa variável que corresponde às reuniões de grupo
de pesquisa, direcionadas às discussões pertinentes à area de pesquisa, ao
trabalho em desenvolvimento pelos pós-graduandos e assuntos relacionados

21. Seminários de Pesquisa II

Ementa: disciplina de ementa variável, em continuação de Seminários de
Pesquisa I, que corresponde às reuniões de grupo de pesquisa, direcionadas
às discussões pertinentes à area de pesquisa, ao trabalho em desenvolvimento
pelos pós-graduandos e assuntos relacionados