DIREITO CONSTITUCIONAL PARA A POLÍCIA FEDERAL

PROFESSOR FREDERICO DIAS

Prof. Frederico Dias www.pontodosconcursos.com.br

1. (CESPE/ANALISTA/ANEEL/2010) A CF atribuiu ao presidente da
República a competência privativa para prover e extinguir os cargos
públicos federais, na forma da lei.
2. (CESPE/ANALISTA/ANEEL/2010) O presidente da República não
dispõe de competência constitucional para conceder indulto, por se
tratar de competência exclusiva do Poder Judiciário.
3. (CESPE/PROMOTOR/MPE-SE/2010) O presidente da República
pode, mediante decreto, delegar todas as atribuições privativas que a
CF lhe reserva, observados os limites traçados nas delegações.
4. (CESPE/AGENTE/PF/2012) Como são irrenunciáveis, todas as
atribuições privativas do presidente da República previstas no texto
constitucional não podem ser delegadas a outrem.
5. (CESPE/TJDF/CONTROLE INTERNO/2008) O presidente da e
República tem competência para delegar, aos presidentes dos
tribunais, a competência de prover e extinguir os cargos públicos
federais no âmbito da administração pública direta, o que abrange o
Poder Judiciário.
6. (CESPE/SGA/AC/Escrivão de Polícia/2008) A extinção de funções
ou cargos públicos vagos é competência privativa do presidente da
República, exercida por meio de decreto.
7. (CESPE/ANALISTA/CÂMARA DOS DEPUTADOS/2012) No exercício
do poder regulamentar, compete ao presidente da República dispor,
mediante decreto, sobre a criação e a extinção de órgãos, funções e
cargos públicos, quando tal ato não implicar aumento de despesa.
8. (CESPE/PROCURADOR/BACEN/2009) Compete privativamente ao
presidente da República extinguir os cargos públicos federais, na
forma da lei.
9. (CESPE/JUIZ/TRF 5.a Região/2009) Conforme entendimento do
STF, o presidente da República pode delegar aos ministros de Estado,
por meio de decreto, a atribuição de demitir, no âmbito das suas
respectivas pastas, servidores públicos federais.
10. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008)
Algumas competências privativas do presidente da República podem
ser delegadas aos ministros de estado. Entre elas está a de presidir o
Conselho da República e o Conselho de Defesa quando não estiver
presente na sessão.
11. (CESPE/TECNICO/ANVISA/2007) Violaria a Constituição Federal
um decreto do presidente da República que extinguisse a ANVISA e
transferisse as competências dessa agência para um órgão do MS.
12. (CESPE/DEFENSOR PÚBLICO/DP/SE/2005) O poder regulamentar
do presidente da República, conforme texto atual da Constituição
Federal, não autoriza a extinção de cargos públicos, matéria esta
afeta ao princípio da legalidade.
13. (CESPE / ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA / TST
/ 2008) O presidente da República pode, por meio de decreto
presidencial, transferir para um órgão da Presidência determinada
competência atribuída ao Ministério do Trabalho.
14. (CESPE/JUIZ/ TRT 1ª REGIÃO (RJ)/2010) A CF admite a
possibilidade de o advogado-geral da União conceder indulto e
comutar penas, com audiência dos órgãos instituídos em lei, se
necessário.

15. (CESPE/ADVOGADO/CORREIOS/2011) De acordo com a CF, o
presidente da República pode, em caráter excepcional, delegar aos
ministros de Estado sua competência para editar medidas provisórias.
16. (CESPE/AGENTE DE INTELIGÊNCIA/ABIN/2008) O presidente da
República pode delegar aos ministros de Estado, conforme
determinação constitucional, a competência de prover cargos
públicos, a qual se estende também à possibilidade de
desprovimento, ou seja, de demissão de servidores públicos.
17. (CESPE/DIPLOMATA/IRB/2011) De acordo com a CF, incluem-se
entre as competências privativas do presidente da República as de
manter relações com Estados estrangeiros, acreditar seus
representantes diplomáticos e celebrar tratados, convenções e atos
internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional.
18. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/TJ/ES/2011) A concessão de
indulto é uma atribuição do presidente da República que pode ser
delegada ao ministro da justiça.
Comentário: De fato, a concessão de indulto é uma competência
delegável do Presidente da República. Portanto, poderá ser delegada
a qualquer ministro de Estado (CF, art. 84, parágrafo único).
19. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/TJ/ES/2011) Em que pese a
existência do princípio da legalidade, é possível, perante a CF, que o
chefe do Poder Executivo, mediante decreto, extinga órgãos, funções
ou cargos públicos na administração direta do Poder Executivo.
20. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/TJ/ES/2011) As competências
privativas atribuídas ao presidente da República pelo texto
constitucional não podem, pela sua natureza, em nenhuma hipótese,
ser objeto de delegação.
21. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/STM/2011) O presidente da
República pode delegar a atribuição de concessão de indultos ao
ministro da Justiça.
22. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/STM/2011) O presidente da
República pode dispor, mediante decreto, sobre a organização e o
funcionamento da administração federal, promovendo a extinção de
funções ou cargos públicos que julgar desnecessários e
inconvenientes para o serviço público.
23. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ADMINISTRATIVA
I/TRE/MT/2010) De acordo com a CF, o presidente da República
poderá delegar a atribuição de conferir condecorações e distinções
honoríficas.
24. (CESPE/JUIZ/TJ/CE/2012) De acordo com o STF, é indelegável a
competência do chefe do Poder Executivo federal para aplicar pena de
demissão a servidores públicos federal.
25. (CESPE/ANALISTA/CÂMARA DOS DEPUTADOS/2012) O presidente
da República só pode ser processado, pela prática de infrações penais
comuns ou crimes de responsabilidade, após juízo de admissibilidade
por dois terços dos membros da Câmara dos Deputados.
26. (CESPE/JUIZ/TRF5/2006) O fato de que o presidente da
República, na vigência de seu mandato, não possa ser
responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções
revela hipótese de imunidade material.
27. (CESPE/PROCURADOR/BACEN/2009) Os crimes de
responsabilidade praticados pelos ministros de Estado, sem qualquer
conexão com o presidente da República, serão processados e
julgados pelo STJ.
28. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ÁREA JUDICIÁRIA/TRT 17ª
REGIÃO/2009) São crimes de responsabilidade os atos do presidente
da República que atentem contra o exercício dos direitos políticos,
individuais e sociais.
29. (CESPE/JUIZ/TRF 5.a Região/2009) Para que o presidente da
República seja julgado pelo STF por crimes comuns, é necessária a
autorização de dois terços da Câmara dos Deputados, por força da
qual fica ele suspenso das suas funções.
30. (CESPE/ANALISTA EM CT/INCA/2010) Os ministros de Estado,
nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, como
regra geral, serão julgados pelo Superior Tribunal de Justiça.
31. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008) O
presidente da República responde por crimes comuns e de
responsabilidade perante o Senado Federal, depois de autorizado o
seu julgamento pela Câmara dos Deputados.
32. (CESPE/PROCURADOR/BACEN/2009) As infrações penais
praticadas pelo presidente da República durante a vigência do
mandato, sem qualquer relação com a função presidencial, serão
objeto de imediata persecutio criminis.
33. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO/CENSIPAM/2006) Quando a
Constituição Federal estabelece que o presidente da República não
será responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas
funções, durante a vigência de seu mandato, não estabelece, com
isso, uma imunidade penal, mas simplesmente uma imunidade
temporária ao processamento criminal.
34. (CESPE/AGENTE JURÍDICO/MPE-AM/2008) A imunidade formal
relativa à prisão do presidente da República não se aplica ao Poder
Executivo estadual.
35. (CESPE/TÉCNICO JUDICIÁRIO/ÁREA ADMINISTRATIVA/TRT 5ª
REGIÃO/2008) Caso haja recebimento, pelo Supremo Tribunal
Federal, de queixa-crime contra o presidente da República pela
prática de infração penal, este terá suspensas as suas funções.
36. (CESPE/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ABIN/2008) Presidente da
República que praticar crime eleitoral na disputa pela reeleição pode
ser julgado pelo Senado Federal por crime de responsabilidade, após
aprovação de dois terços dos membros da Câmara dos Deputados.
37. (CESPE/CONTADOR/STF/2008) Compete ao STF processar e
julgar originariamente o vice-presidente da República nas infrações
penais comuns.
38. (CESPE/TÉCNICO JUDICIÁRIO/SEGURANÇA
JUDICIÁRIA/TRE/BA/2010) Para que seja instaurado processo contra
ministro de Estado, é necessária autorização do Senado Federal.
39. (CESPE/JUIZ/TRT/1ª REGIÃO/2010) Nos casos de crimes de
responsabilidade conexos com os do presidente da República e de
crimes comuns, os ministros de Estado serão processados e julgados
perante o STF.
40. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/STM/2011) Os crimes de
responsabilidade relativos ao presidente da República devem ser
processados e julgados no Senado Federal, após autorização de pelo
menos 2/3 da Câmara dos Deputados.
41. (CESPE/ESCRIVÃO DE POLÍCIA/PC/ES/2011) O julgamento do
presidente da República por crime de responsabilidade será feito pelo
Senado Federal, em sessão presidida pelo presidente do Supremo
Tribunal Federal, e a condenação dependerá da aprovação de dois
terços dos votos de todos os membros do Senado.
42. (CESPE/ANALISTA TÉCNICO/MS/2010) Os municípios não
possuem força policial própria, mas podem constituir guardas
municipais destinadas unicamente à proteção de seus bens, seus
serviços e suas instalações.
43. (CESPE/PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO/MPE/SE/2010) A
segurança pública é dever da União e tem como objetivo fundamental
a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do
patrimônio.
44. (CESPE/AUXILIAR DE TRÂNSITO/SEPLAG/DETRAN/DF/2008) A
segurança pública deverá ser exercida pelas polícias federal,
rodoviária federal, ferroviária federal, civis, militares e corpos de
bombeiros militares.
45. (CESPE/PERITO CRIMINAL/PC/ES/2011) Sendo a segurança um
dever estatal, direito e responsabilidade de todos, os municípios, em
momentos de instabilidade social, podem constituir guardas
municipais destinadas ao policiamento ostensivo e à preservação da
ordem pública.
46. (CESPE/PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO/MPE/SE/2010) Os
municípios que tiverem mais de vinte mil habitantes podem constituir
guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e
instalações.
47. (CESPE/AGENTE/PF/2009) A Polícia Federal tem competência
constitucional para prevenir e reprimir, com exclusividade, o tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o
descaminho.
48. (CESPE/AUXILIAR DE TRÂNSITO/SEPLAG/DETRAN/DF/2008) O
patrulhamento ostensivo das rodovias federais é de competência
exclusiva dos DETRANs.
49. (CESPE/AGENTE PENITENCIÁRIO/AGENTE DE ESCOLTA E
VIGILÂNCIA PENITENCIÁRIO/SEJUS/ES/2009) As polícias militares,
os corpos de bombeiros militares, as forças auxiliares e a reserva do
Exército subordinam-se, juntamente com as polícias civis, ao
presidente da República.
50. (CESPE/AGENTE/PF/2012) Cabe à Polícia Federal apurar infrações
penais que atentem contra os bens, serviços e interesses da
administração direta, das autarquias e das fundações públicas da
União. Às polícias civis dos estados cabem as funções de polícia
judiciária das entidades de direito privado da administração indireta
federal.
51. (CESPE/AGENTE/PF/2012) A Polícia Federal, as polícias militares e
os corpos de bombeiros militares são forças auxiliares e reserva do
exército.
52. (CESPE/ABIN/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/2010) É permitido a um
estado da Federação criar instituto geral de perícias estadual e inseri-
lo no rol constitucional dos órgãos encarregados do exercício da
segurança pública.
53. (CESPE/ABIN/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/2010) As corporações
consideradas forças auxiliares e reserva do Exército subordinam-se
aos governadores dos estados, do Distrito Federal e dos territórios.
54. (CESPE/AUXILIAR DE TRÂNSITO/SEPLAG/DETRAN/DF/2008) As
polícias militares e os corpos de bombeiros militares, forças auxiliares
e reservas do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias
civis, aos governadores dos estados, do Distrito Federal (DF) e dos
territórios.
55. (CESPE/AGENTE PENITENCIÁRIO/AGENTE DE ESCOLTA E
VIGILÂNCIA PENITENCIÁRIO/SEJUS/ES/2009) A Polícia Federal tem
competência exclusiva para exercer as funções de polícia judiciária da
União.
56. (CESPE/AGENTE PENITENCIÁRIO/AGENTE DE ESCOLTA E
VIGILÂNCIA PENITENCIÁRIO/SEJUS/ES/2009) Os municípios têm a
faculdade de, por meio de lei, constituir guardas municipais
destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, não lhes
cabendo, contudo, o exercício da polícia ostensiva.
57. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
Às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira,
incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia
judiciária e a apuração de infrações penais, inclusive as militares.
58. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
A Polícia Rodoviária Federal, órgão permanente, organizado e
mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma
da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais, estaduais e
municipais.
59. (CESPE/PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO/MPE/SE/2010) Às
polícias civis competem, ressalvada a competência da União, as
funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto
as militares.
60. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
Compete à Polícia Federal exercer, com exclusividade, as funções de
polícia judiciária da União, sendo certo que cabe às polícias civis
exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.
61. (CESPE/POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL/PRF/2008) A Polícia
Federal, a PRF e a polícia ferroviária federal são consideradas,
juntamente com as polícias militares e os corpos de bombeiros
militares, forças auxiliares e reserva do Exército.
62. (CESPE/AGENTE DE POLÍCIA CIVIL/PCES/2008) Os municípios
podem instituir guardas municipais com a função de reforçar a
segurança pública, em auxílio à polícia civil.
63. (CESPE/PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO/MPE/SE/2010) As
polícias militares e os corpos de bombeiros militares subordinam-se
aos governadores dos estados, com exceção do DF, onde a
subordinação se dá em relação ao chefe de governo da União.
64. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008) A CF
não obriga que a remuneração dos policiais rodoviários federais seja
feita por meio de subsídio.
65. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008)
Competem às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de
carreira, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações
penais, inclusive as militares.
66. (CESPE/POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL/PRF/2003) De acordo
com a atual Carta Política, a PRF é um órgão transitório da segurança
pública, destinado ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.
67. (CESPE/OFICIAL De DILIGÊNCIA /MPE-RR/2008) Segundo a
Constituição Federal, o MP não integra os órgãos de segurança
pública.
68. (CESPE/OFICIAL De DILIGÊNCIA /MPE-RR/2008) O MP estadual e
a polícia civil são subordinados ao governador do estado.
69. (CESPE/Delegado de Polícia Civil - SECAD/TO/2007) As polícias
militares e os corpos de bombeiros militares, apesar de serem forças
auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as
polícias civis, aos governadores. Isso é válido também para a polícia
militar e a polícia civil do Distrito Federal (DF), que também são
subordinadas ao governador do DF.
70. (Delegado de Polícia Civil - SECAD/TO/2007) As polícias civis
estão incumbidas da função de polícia ostensiva e da preservação da
ordem pública, além da função de polícia judiciária e da apuração de
infrações penais.
71. (CESPE/Consultor Legislativo/Câmara dos Deputados/2003) Às
polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira,
incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia
ostensiva e a apuração de infrações penais, excluindo-se as militares.
72. (CESPE/Consultor Legislativo/Câmara dos Deputados/2003) À
Polícia Federal cabem, entre outras previstas na Constituição da
República, as funções de prevenir e reprimir o tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins, bem como o contrabando, inserindo-se
a prevenção e a repressãodo descaminho nas atribuições das polícias
militares.
73. (CESPE/Consultor Legislativo/Câmara dos Deputados/2003) A
Constituição da República conferiu aos municípios a possibilidade de
constituição de guardas municipais destinadas tão-somente à
proteção de seus bens, serviços e instalações, não lhes sendo
facultado o exercício das funções de polícia ostensiva ou judiciária.
74. (CESPE/Consultor Legislativo/Câmara dos Deputados/2003)
Compete à União, e não ao governo do Distrito Federal (DF),
organizar e manter a polícia militar e o corpo de bombeiros no âmbito
do DF.
75. (CESPE/Consultor Legislativo/Câmara dos Deputados/2003) As
funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras serão
exercidas pela Polícia Federal.
76. (CESPE/Analista Judiciário/TJDFT/2007) A organização e a
manutenção dos serviços locais de segurança pública do DF (Polícia
Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros) são de competência
privativa do próprio DF.
(CESPE/CPMDF/2005 – Seleção Interna) A palavra polícia
correlaciona-se com a segurança. Vem da palavra grega polis, que
significava o ordenamento político do Estado. Aos poucos, polícia
passou a significar a atividade administrativa tendente a assegurar a
ordem, a paz interna, a harmonia e, mais tarde, o órgão do Estado
que zela pela segurança dos cidadãos. Com relação ao tema
abordado no texto acima e a respeito da organização constitucional
dos órgãos de segurança pública, julgue os próximos itens.
77. (CESPE/CPMDF/2005 – Seleção Interna) A multiplicidade dos
órgãos de segurança pública prevista pela Constituição Federal de
1988 indica a redução da possibilidade de intervenção das Forças
Armadas na segurança interna.
78. (CESPE/CPMDF/2005 – Seleção Interna) A Constituição Federal
atribui às polícias militares e aos corpos de bombeiros a qualidade de
forças auxiliares e reserva do Exército.
79. (CESPE/CPMDF/2005 – Seleção Interna) A Constituição Federal
concedeu aos municípios a faculdade de constituir guardas
municipais, as quais podem exercer atuação de polícia judiciária e
ostensiva.
80. (CESPE/CPMDF/2005 – Seleção Interna) As polícias civis e
militares do Distrito Federal (DF) são organizadas e mantidas pelo
governo do DF e estão entregues ao comando do governador.
81. (CESPE/Analista Judiciário/TJDFT/2007) A criação de um
departamento de trânsito como órgão componente da segurança
pública estadual é medida que não se compatibiliza com o modelo
federal. A Constituição Federal, quando aponta os órgãos incumbidos
do exercício da segurança pública, condiciona os estados a
acompanharem esse mesmo modelo, fixando um rol que se considera
numerus clausus.
82. (CESPE/Analista Judiciário/TJDFT/2007) É cabível e
constitucionalmente formal lei de iniciativa do Poder Legislativo
estadual ou do DF que tenha por objeto a gestão da segurança
pública.
83. (CESPE/Analista Judiciário/TJDFT/2007) O envolvimento de
policiais militares em um crime, ainda que os delitos sejam estranhos
à atividade militar, como o roubo e o tráfico de drogas, desloca a
atribuição das investigações e da presidência do inquérito para a
policia militar.
84. (CESPE/Procurador – PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA/2007)
É facultada aos municípios, por meio do exercício de suas
competências legislativas, a criação de guardas municipais destinadas
à proteção de seus bens, serviços e instalações. A Constituição
Federal, no entanto, não reconhece a possibilidade de exercício das
atividades de polícia ostensiva ou judiciária às guardas municipais.
85. (CESPE/Técnico Judiciário/TRE-AL/2004) Seria inconstitucional lei
do município de Maceió – AL criando um departamento de polícia civil
municipal e atribuindo-lhe a função de realizar o policiamento
ostensivo no território do município.
86. (CESPE/AGENTE/POLÍCIA FEDERAL/2004) No caso de a
organização criminosa ter sido constituída para a prática de tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins e para a sua comercialização
local, o combate a essas ações criminosas será da competência
exclusiva da Polícia Federal.
87. (CESPE/ESCRIVÃO/POLÍCIA FEDERAL/2004) Atendidas as
disposições legais, é atribuição da polícia federal apurar infrações
penais cuja prática tenha repercussão interestadual e exija repressão
uniforme.
88. (CESPE/ESCRIVÃO/POLÍCIA FEDERAL/2004) A apuração das
infrações penais praticadas contra empresas públicas da União
somente é de competência da Polícia Federal caso tenham
repercussão interestadual, exigindo repressão uniforme.
88. (CESPE/ESCRIVÃO/POLÍCIA FEDERAL/2004) A apuração das
infrações penais praticadas contra empresas públicas da União
somente é de competência da Polícia Federal caso tenham
repercussão interestadual, exigindo repressão uniforme.
90. (CESPE/Agente Comunitário de Segurança/PMV/2007) Os
estadosmembros e os municípios têm amplo direito de criarem
modelos e órgãos de segurança pública diferentes do modelo federal
estabelecido constitucionalmente.
91. (CESPE/Agente Comunitário de Segurança – PMV/2007) No caso
de haver carência de pessoal, a nomeação de pessoa estranha à
carreira para o exercício da função de delegado de polícia atende às
disposições constitucionais.
92. (CESPE/Agente Comunitário de Segurança – PMV/2007) O
sistema policial brasileiro é formado, basicamente, por instituições
com competências ostensivas e judiciárias. Ao município é permitida
a constituição de guardas municipais, com as características das
demais forças policiais, cuja finalidade principal é a proteção dos
bens, serviços e instalações dos cidadãos e do próprio município.
93. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008) A
Polícia Federal será competente para instaurar inquérito contra
indivíduo preso em flagrante acusado de ter praticado crime de furto
ao Banco do Brasil.
94. (CESPE/AGENTE DE POLÍCIA CIVIL/PCES/2008) A gestão da
segurança pública, nos estados, é atribuição privativa dos delegados
de polícia civil.
95. (CESPE/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ABIN/2008) Em caso de
roubo a agência do Banco do Brasil, o inquérito policial deve ser
aberto por delegado da Polícia Civil, e não, da Polícia Federal.
96. (CESPE/AGENTE DE POLÍCIA CIVIL/PCES/2008) Em função da
rígida divisão de competências administrativas instituídas pela CF
para os órgãos que integram o sistema de segurança pública
brasileiro, o cumprimento pela polícia militar de uma ordem judicial
de busca e apreensão ou a realização de um flagrante de tráfico de
drogas é suficiente para contaminar os mencionados atos.
97. (CESPE/AGENTE DE POLÍCIA CIVIL/PCES/2008) Caso, em uma
investigação da polícia civil, seja detectado o envolvimento de
policiais militares em um fato criminoso, como uma quadrilha, por
exemplo, a investigação deve ser deslocada para a polícia militar.
98. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
A organização e o funcionamento dos órgãos federais responsáveis
pela segurança pública serão disciplinados mediante decreto do
presidente da República, de maneira a garantir a eficiência de suas
atividades.
99. (CESPE/ESCRIVÃO/PCES/2006) O custeio da segurança pública
pode ser sustentado por meio de taxas de segurança pública, ainda
quando o uso do serviço seja potencial.
100. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA/POLÍCIA CIVIL/PB/2008) Caso
um indivíduo faça parte de uma quadrilha que rouba bancos em
diversos estados da Federação, o inquérito que vise investigar as
ações do bando desse indivíduo somente poderá ser instaurado pela
polícia civil de um dos estados onde o crime tiver sido praticado.
101. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
Desde que previsto expressamente na Constituição estadual, é
possível a garantia de foro especial por prerrogativa de função a
delegados de polícia civil.
102. (CESPE/DELEGADO/PC/ES/2011) Segundo o STF, não há
subordinação dos organismos policiais civis, que integram a estrutura
do Estado, ao chefe do Poder Executivo, razão pela qual considera
constitucional lei estadual que estabeleça autonomia administrativa,
funcional e financeira à polícia civil.
103. (CESPE/DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL SUBSTITUTO/PCRN/2008)
O ordenamento jurídico brasileiro admite a instituição de taxa para o
custeio de serviços prestados por órgãos de segurança pública, na
medida em que tal atividade, por ser essencial, pode ser financiada
por qualquer espécie de tributo existente.

GABARITO

1. C
2. E
3. E
4. E
5. E
6. C
7. E
8. C
9. C
10. E
11. C
12. E
13. C
14. C
15. E
16. C
17. C
18. C
19. E
20. E
21. C
22. E
23. E
24. E
25. C
26. E
27. E
28. C
29. E
30. E
31. E
32. E
33. C
34. C
35. C
36. E
37. C
38. E
39. C
40. C
41. C
42. C
43. E
44. C
45. E
46. E
47. E
48. E
49. E
50. E
51. E
52. E
53. C
54. C
55. C
56. C
57. E
58. E
59. C
60. E
61. E
62. E
63. E
64. E
65. E
66. E
67. C
68. E
69. C
70. E
71. E
72. E
73. C
74. C
75. C
76. E
77. C
78. C
79. E
80. E
81. C
82. E
83. E
84. C
85. C
86. E
87. C
88. E
89. C
90. E
91. E
92. E
93. E
94. E
95. C
96. E
97. E
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