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CEUMA UNIVERSIDADE CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DOCENTE: IVONE ASCAR REDES DE COMPUTADORES COM BASE NAS NORMAS

CEUMA UNIVERSIDADE

CEUMA UNIVERSIDADE CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DOCENTE: IVONE ASCAR REDES DE COMPUTADORES COM BASE NAS NORMAS

CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CEUMA UNIVERSIDADE CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DOCENTE: IVONE ASCAR REDES DE COMPUTADORES COM BASE NAS NORMAS

DOCENTE: IVONE ASCAR

REDES DE COMPUTADORES COM BASE NAS NORMAS DA ABNT

São Luís - MA

2014

2 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Acadêmicos : Alex de Oliveira Sampaio - CPD:

2

Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Acadêmicos:

Alex de Oliveira Sampaio

- CPD: 900760

Pedro Henrique Fontes Leite

- CPD: 037052

1º Período - Turma: 280131 - SI

3 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação da

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação da disciplina de Administração de Sistemas de Informação - ASI, lecionado no 1º período noturno, do Curso de Sistemas de Informação – SI, ministrado pela docente Prof .ª . MA. Ivone Ascar, da Universidade UNICEUMA.

4 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 07 2 -

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

SUMÁRIO

  • 1 - INTRODUÇÃO

.....................................................................................................

07

  • 2 - Á IMPORTÂNCIA DAS REDES DE COMPUTADORES

07

  • 3 - ACESSO SIMULTÂNEO

07

  • 4 - DISPOSITIVOS PERIFÉRICOS PARTILHADOS

................................................ 08

  • 5 - CÓPIAS DE SEGURANÇA MAIS FÁCEIS

08

  • 6 - CORREIO ELETRÔNICO

09

  • 7 - ABNT

09

  • 8 - PADRONIZAÇÃO

10

  • 9 - HISTÓRIA ............................................................................................................

10

  • 10 - PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL

11

  • 11 - PADRONIZAÇÃO NACIONAL ..........................................................................

11

  • 12 - OBJETIVOS

.......................................................................................................

12

  • 13 - PROCESSO DE NORMALIZAÇÃO

...................................................................

12

  • 14 - CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PROCESSO

13

  • 15 - BENEFÍCIOS

......................................................................................................

14

  • 16 - ÓRGÃOS INTERNACIONAIS DE NORMALIZAÇÃO

14

  • 17 - NORMA BRASILEIRA (NBR) 14565

15

  • 18 - TOPOLOGIA BÁSICA

15

  • 19 - ÁREA DE TRABALHO (ATR) ...........................................................................15

  • 20 - ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÃO (AT)

15

  • 21 - DISTRIBUIDOR INTERMEDIÁRIO (DI)

16

  • 22 - DISTRIBUIDOR SECUNDÁRIO (DS) ................................................................

16

  • 23 - SALA DE EQUIPAMENTOS (SEQ)

...................................................................

16

  • 24 - PONTO DE CONSOLIDAÇÃO DE CABOS (PCC)

16

  • 25 - NORMA TÉCNICA – REDES LOCAIS

16

  • 26 - NORMA ANSI/EIA/TIA-568-A

............................................................................

16

  • 27 - NORMA ANSI/EIA/TIA-568-B.1

17

  • 28 - NORMA ANSI/EIA/TIA-568-B.2

17

  • 29 - CONCLUSÃO

....................................................................................................

18

  • 30 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................19

RESUMO

RESUMO 5 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação No início da década de 1980, os

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

No início da década de 1980, os sistemas de grande porte conhecidos como Mainframes dominavam os ambientes computacionais das empresas. Com a falta de normas para o mercado de redes locais de microcomputadores, os fabricantes disponibilizavam para o mercado sistemas proprietários de comunicação para atender a demanda cada vez maior de processamento. A partir de 1988, os primeiros sistemas de cabeamento integrando voz, vídeo e dados foram lançados comercialmente. Com a introdução de padrões internacionais, os sistemas de cabeamento passam a serem produzidos sob normas definidas internacionalmente.

Palavras-chave: Rede de Computadores, Normalização, ABNT, Importância e Conhecimento.

ABSTRACT

ABSTRACT 6 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação In the early 1980s, the large systems

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

In the early 1980s, the large systems known as mainframes ruled the computing environments of enterprises. With the lack of standards for the market from local networks of microcomputers, manufacturers provide what the market for proprietary communication systems to meet the increasing demand of processing.

Starting in 1988, the first cabling systems integrating voice, video and data were released commercially. With the introduction of international standards, cabling systems are being produced under internationally defined standards.

Keywords:

Knowledge.

Computer

Networking,

Standards,

ABNT,

Importance

and

  • 1. INTRODUÇÃO

1. INTRODUÇÃO 7 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação 2. Á IMPORTÂNCIA DAS REDES DE

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

  • 2. Á IMPORTÂNCIA DAS REDES DE COMPUTADORES.

Uma Rede de Computadores é a conexão de dois ou mais computadores para permitir a partilha de recursos e troca de informações entre máquinas. Por exemplo, em pequeno escritório de Designers Gráficos, com alguns computadores e uma impressora, poderia se construir uma pequena rede para permitir o uso da impressora entre os usuários. Atualmente, com a importância cada vez maior de se dispor de acesso a Informações e facilidade de comunicação, as redes de computadores estão projectadas para crescer indefinidamente, sendo a Internet um bom exemplo. Os Profissionais com capacidade de Implementar Projectar, Implementar, Manusear e Gerenciar rede, podem ajudar as empresas no alcance dos seus objectivos e tornar mais rápido e accessivel o trabalho em grupo. Vejamos alguns beneficios que as Redes de Computadores podem providenciar paras as Organizações:

Permitir acesso simultâneo a programas e dados importantes. Permitir às pessoas partilhar dispositivos periféricos. Facilitar o processo de realização de cópias de segurança (backup). Agilizar as comunicações.

Vamos analisar cada uma dessas vantagens um pouco mais detalhadamente.

  • 3. ACESSO SIMULTÂNEO

É um facto na computação comercial em que a maioria dos funcionários que trabalham em escritórios usa os mesmos programas. Com uma rede, as empresas podem economizar milhares de dólares comprando versões especiais para rede dos programas mais comumente usados, em vez de comprar cópias separadas para cada máquina. Como uma única cópia de rede do programa atende simultaneamente às necessidades de um grande número de usuários, todos os

8 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação funcionários economizam também o espaço de armazenamento que

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

funcionários economizam também o espaço de armazenamento que aquele programa ocuparia em um disco rígido local. O mesmo vale para dados que vários funcionários precisam acessar ao mesmo tempo. Aqui entra a questão da integridade dos dados e não apenas do dinheiro. Se os funcionários mantêm cópias separadas dos dados em discos rígidos diferentes, isso dificulta sua atualização. Assim que uma alteração é feita em uma máquina, começa a haver discrepâncias e fica muito difícil saber qual dado está correto. Manter dados usados por mais de uma pessoa em um dispositivo de armazenamento partilhado soluciona todo o problema.

4. DISPOSITIVOS PERIFÉRICOS PARTILHADOS

Talvez o maior incentivo para as pequenas empresas ligarem seus computadores em rede seja o compartilhamento dos dispositivos periféricos, especialmente aqueles de custo elevado, como as impressoras a laser e os scanners. Muitas impressoras a laser custam bem mais de 1.000 dólares, muito embora a maioria dos usuários só precise acessá-las ocasionalmente. Partilhar um dispositivo como esse torna o custo muito mais justificável. Com uma rede, o compartilhamento de equipamentos é facilitado.

5. CÓPIAS DE SEGURANÇA MAIS FÁCEIS

Para as empresas, os dados podem ser extremamente valiosos, portanto é crucial assegurar que os funcionários nunca deixem de fazer cópias de segurança (backup) dos dados que utilizam. Uma maneira de abordar esse problema é manter todos os dados valiosos em um dispositivo de armazenamento compartilhado que os empregados possam acessar por meio de uma rede. Assim, uma pessoa pode ficar encarregada de fazer cópias de segurança regulares dos dados armazenados naquele dispositivo.

  • 6. CORREIO ELETRÔNICO

6. CORREIO ELETRÔNICO 9 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Uma das aplicações de maior

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Uma das aplicações de maior alcance da comunicação de dados é o correio eletrônico (e-mail), um sistema para troca de mensagens escritas (e, cada vez mais, mensagens verbais) por meio de uma rede. O correio eletrônico pode ser encarado como o resultado do cruzamento do sistema postal com a secretária eletrônica. Em um sistema e-mail, cada usuário tem um endereço exclusivo. Para enviar uma mensagem a alguém, você digita o endereço dessa pessoa no correio eletrônico e depois digita a mensagem. Quando você terminar, a mensagem será enviada àquele endereço. A próxima vez que o usuário acessar o sistema, ele será informado de que há uma correspondência para ele. Alguns sistemas notificam os destinatários assim que a mensagem é entregue. Depois de ler a mensagem, o destinatário pode salvá-la, eliminá-la, passá-la para outra pessoa ou responder com outra mensagem.

  • 7. ABNT

Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de

24/08/1992.

É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Pan-americana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação MERCOSUL de Normalização). A ABNT é a representante oficial no Brasil das seguintes entidades internacionais:

ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Eletrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Pan-americana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação MERCOSUL de Normalização).

  • 8. PADRONIZAÇÃO

8. PADRONIZAÇÃO 10 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Padronização (também conhecido como normalização )

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Padronização (também conhecido como normalização) é o processo de desenvolvimento e implementação de normas técnicas. A padronização tem como objetivo definir especificações técnicas que auxiliem na maximização da compatibilidade, reprodutibilidade, segurança ou qualidade de determinado processo, produto ou serviço. Em ciências sociais, incluindo economia, a ideia de padronização é próxima à solução de um problema de coordenação, situação onde todas as partes podem obter ganhos, mas apenas através da tomada de decisões coerentes entre si. A aplicação técnica do conhecimento conceitual em processos produtivos visando à solução para questões recorrentes, observando condições econômicas e do estado da arte, passa pelo processo de padronização nas tomadas de decisões para a manutenção dos padrões obtidos.

  • 9. HISTÓRIA

A implementação de padrões na indústria e no comércio tornaram-se extremamente importante com o começo da Revolução Industrial, onde havia necessidade de gerar grandes quantidades de produtos com qualidade homogênea. No início do século XX, destacaram-se os estudos de Frederick Taylor visando racionalizar as etapas de produção. Em seu livro Princípios de Administração Científica, Taylor propõe que administrar uma empresa deve ser tido como uma ciência (Taylorismo). A ideia principal do livro é a racionalização do trabalho, que envolve a divisão de funções dos trabalhadores. Para isso era necessário à padronização dos processos de produção, de forma que o produto final não dependesse unicamente de um trabalhador responsável por todas as etapas do processo, mas sim de conjuntos de trabalhadores treinados para funções específicas. A divisão e a padronização do processo produtivo visam à máxima eficiência com o menor esforço. Henry Ford costuma ser tido como um dos criadores deste modelo de administração, pelas medidas práticas ligadas a concepção teórica semelhante à de Taylor que ele adotou em suas fábricas. A ele é

11 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação atribuído o Fordismo, isto é, a produção em

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

atribuído o Fordismo, isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como linha de montagem.

  • 10. PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL

A padronização internacional começou pela área eletrotécnica, com a constituição, em 1906, da Comissão Internacional Eletrotécnica (IEC). O estabelecimento da Federação das Associações Nacionais de Padronização (ISA), com foco na engenharia mecânica, veio logo a seguir, em 1926. Porém, foi a Segunda Guerra Mundial que provocou um impulso nessa atividade. Os Estados Unidos, devido ao ataque japonês a Pearl Harbor, tiveram que adaptar suas indústrias, especialmente as mecânicas e metalúrgicas, para produzir canhões, aviões, navios, fuzis, etc. Como eles tinham que trabalhar contra o tempo, às atividades de fabricação foram divididas entre as diversas empresas que tinham maior afinidade com a produção daquele item específico. As peças passaram a ser produzidas em diferentes locais e enviadas para um local onde era feita a montagem final dos armamentos. Para que essa otimização do processo tivesse sucesso foi necessário que se investisse em padronização de medidas e intervalos de confiança para que as diversas peças se encaixassem entre si. Com o final do conflito, em 1946, representantes de 25 países reuniram-se em Londres e criaram uma nova organização internacional, com o objetivo de facilitar a coordenação internacional e unificação dos padrões industriais. A Organização Internacional para Padronização (ISO) iniciou oficialmente as suas operações em 23 de fevereiro de 1947 com sede em Genebra, na Suíça.

  • 11. PADRONIZAÇÃO NACIONAL

Em geral, em cada país existe um organismo nacional de normalização certificado. Alguns exemplos são o ANSI nos Estados Unidos, o BSI no Reino Unido, o DIN na Alemanha e a ABNT no Brasil. Essas entidades podem ser públicas, privadas ou uma parceria conjunta dos dois setores. O controle dessas entidades está ligado a aspectos históricos relativos a influencia do setor privado na administração pública e ao grau de desenvolvimento de cada economia. Públicas ou

12 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação privadas, todas as entidades nacionais certificadas estão ligadas

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

privadas, todas as entidades nacionais certificadas estão ligadas ao órgão de controle internacional, ISO. No Brasil, o órgão responsável pela normalização técnica é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Fundada em 1940, vem fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização no país. É membro fundador da ISO, da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação MERCOSUL de Normalização).

  • 12. OBJETIVOS

A normalização técnica baseia-se em resultados da ciência, da tecnologia e da experiência prática. Tem como conceito básico a obtenção do consenso entre as diversas partes envolvidas: o fabricante, o fornecedor e o cliente/usuário. A padronização busca a definição, a unificação e a simplificação, de forma racional, seja dos produtos acabados, seja dos elementos utilizados para produzi- los e tem como objetivos principais:

Economia - redução de desperdícios e variedade de produtos de certa gama;

Comunicação - assegurar a absorção e transferência de tecnologia;

Segurança - proteção da vida e saúde humana;

Compatibilidade - manutenção da funcionalidade com produtos

complementares; Proteção do consumidor - aferição da qualidade requerida pelo consumidor;

Eliminação de barreiras técnicas e comerciais - adequação a padrões internacionais.

  • 13. PROCESSO DE NORMALIZAÇÃO

Na maioria das organizações, a padronização é conduzida seguindo uma sequência característica de etapas. Para estar de acordo com as normas técnicas impostas por cada órgão da maneira mais eficiente possível, o projeto deve levar

13 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação em consideração esses passos básicos na hora de

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

em consideração esses passos básicos na hora de determinar o cronograma de trabalho. Apesar de o processo básico ser o mesmo para grande parte das organizações, os órgãos de normalização nem sempre compartilham os mesmos objetivos e, dessa forma, não geram os mesmos resultados. Os diferentes enfoques dado por cada órgão é que vão determinar as etapas e a sequência a ser seguida para que o resultado pretendido seja atingido. No momento do projeto é necessário determinar que resultados que serão perseguidos, pois isso irá influenciar o tipo de processo a serem seguidos, os resultados que serão obtidos e a organização que deverá ser consultada.

14. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PROCESSO

Apesar de nem todo processo de padronização seguir exatamente as mesmas etapas, alguns pontos que caracterizam um processo típico podem ser identificados:

  • 1. Determinação e reconhecimento da necessidade por um número suficiente de membros de uma organização de normalização;

  • 2. Elaboração de um conjunto de requisitos a serem atendidos fundamentados em especificações técnicas;

  • 3. Descrição dos requisitos por um grupo de peritos técnicos, com base no consenso entre os membros da organização;

  • 4. Processo de aprovação formal do projeto de especificações entre a organização e seus membros;

  • 5. Teste e certificação por parte da indústria, a fim de garantir a interoperabilidade entre diferentes implementações;

  • 6. Processo de manutenção ou revisão periódica para garantir que o padrão permaneça em sincronia com as exigências do mercado.

No planejamento das atividades e objetivos da normalização, o projeto deve determinar quais as etapas do processo devem receber maior atenção e quantas etapas sequenciais visam executar.

15. BENEFÍCIOS

15. BENEFÍCIOS 14 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Devido ao crescente número de exigências

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Devido ao crescente número de exigências e a alta competitividade da economia internacional, as empresas dependem cada vez mais da sua capacidade de inovação para redução de custos. Nesse contexto, a normalização é utilizada como meio para se alcançar a redução de custos da produção e do produto final, mantendo ou melhorando sua qualidade. As vantagens mais significativas, que resultam da atividade normativa, podem ser enumeradas:

Utilização adequada dos recursos;

Uniformização da produção;

Melhoria da qualidade;

Aumento da produtividade;

Possibilidade de registro do conhecimento tecnológico;

Facilita a cooperação tecnológica entre países;

Simplificação e redução do tempo de projeto;

Atualização permanente;

Promoção do comércio, através da supressão dos obstáculos originados

pelas diferentes práticas nacionais.

As normas e a padronização geram diversos benefícios tanto para a indústria e quanto para a sociedade. E, apesar da cooperação ocasionalmente exigir algum esforço dos órgãos de normalização tanto quanto dos projetistas, na maioria dos casos é benéfico para ambas às partes.

16. ÓRGÃOS INTERNACIONAIS DE NORMALIZAÇÃO

ISO - Organização Internacional para Padronização

IEC - Comissão Eletrotécnica Internacional

ISA - Sociedade Internacional de Automação

IEEE - Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos

ITU - União Internacional de Telecomunicações

IATA - Associação Internacional de Transportes Aéreos

Curso de Bacharelado de Sistema da Informação ∑ Codex Alimentarius - Código Alimentar 17. NORMA BRASILEIRA

Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Codex Alimentarius - Código Alimentar

  • 17. NORMA BRASILEIRA (NBR) 14565

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A norma NBR 14565 surgiu em 1994 por um grupo de estudos da ABNT, com o objetivo de criar uma norma de padronização brasileira. Em agosto de 2000 foi publicado pela ABNT um procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada. Está norma tem com objetivo estabelecer os critérios mínimos para elaboração de projetos de rede internos estruturado de comunicações, em edificações comercial, independente do porte. A rede interna estruturada é projetada de modo a prover uma infraestrutura que permita a evolução e a flexibilidade para os serviços de telecomunicações. A norma NBR 14565 se aplica a prédios comerciais, situados em um mesmo terreno, envolvendo os pontos de telecomunicações nas áreas de trabalho, os armários de telecomunicações, salas de equipamento, entre outros. No desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado, a NBR 14565 pretende estabelecer a correta forma de aplicação dos conceitos de rede primaria e rede secundaria envolvendo todos os seus elementos constitutivos.

  • 18. TOPOLOGIA BÁSICA

Segundo a estrutura básica proposta pela NBR 14565 para um sistema estruturado fica definidos os seguintes pontos:

  • 19. Área de Trabalho (ATR)

Área interna de uma edificação que possui pontos de telecomunicação e de energia elétrica onde estão conectados os equipamentos dos usuários.

  • 20. Armário de Telecomunicação (AT)

É o espaço destinado à transição entre o caminho primário e secundário, com conexão cruzada, podendo abrigar equipamento ativo.

Curso de Bacharelado de Sistema da Informação 21. Distribuidor Intermediário (DI) Distribuidor que interliga cabos primários

Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

  • 21. Distribuidor Intermediário (DI)

Distribuidor que interliga cabos primários de primeiro nível e

cabos de

segundo nível.

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  • 22. Distribuidor Secundário (DS)

Distribuidor que interliga cabos primários de primeiro ou segundo a cabos

secundários.

  • 23. Sala de Equipamentos (SEQ)

É o espaço necessário para equipamentos de telecomunicações, sendo

frequentemente salas com finalidades especiais.

  • 24. Ponto de Consolidação de Cabos (PCC)

Local no cabeamento secundário, sem conexão cruzada, ele poderá ocorrer mudança da capacidade do cabo, visando flexibilidade. A NBR 14565 também estabelece que a administração de uma rede interna

de cabeamento estruturado compreende toda a documentação desta rede, incluindo todas as etiquetas, placas de identificação, cortes esquemáticos, plantas dos pavimentos, etc.

  • 25. NORMA TÉCNICA – REDES LOCAIS

  • 26. NORMA ANSI/EIA/TIA-568-A.

(Electric Industries association e Telecommunication Industries Associations).

Todo as sinalizações de dados, voz (telefonia), multimídia (som ambiente ou vídeo) podem ser transmitidas através do mesmo cabo de mesma infraestrutura (tomadas, conectores, painéis). Seguindo as normas internacionais, o sistema de cabeamento estruturado implantado visa suportar as necessidades atuais e futuras, de comunicações para dados, voz e imagem. Para assegurar um perfeito sistema de cabeamento estruturado, alguns requisitos são de suma importância, entre eles, a prática adequada de instalação e a documentação do projeto físico, tais como:

17 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação • Memorial Descritivo • Lista de Materiais Aplicados

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Memorial Descritivo

Lista de Materiais Aplicados

Especificações Técnicas dos Materiais Aplicados

Diagramas e Plantas

Tabela de Relacionamento de Cabos

  • 27. NORMA ANSI/EIA/TIA-568-B.1

Especifica os requerimentos mínimos para o cabeamento de telecomunicações a ser instalado tanto no interior dos edifícios como nas instalações feitas entre edifícios em ambientes externos. Esse documento possui informações sobre topologia, distância, cabos reconhecidos, configurações dos conectores entre outros. O cabeamento especificado nessa norma e desenvolvido para suportar vários tipos de edificações comerciais, assim como diversas aplicações tais como voz, dados, vídeo, imagens entre outras. Estima-se nesses documentos que a vida útil de um sistema estruturado seja, no mínimo, de 15 anos.

  • 28. NORMA ANSI/EIA/TIA-568-B.2

Fornece os padrões mínimos de desempenho dos componentes de cabeamento, assim como os procedimentos para a validação dos mesmos, visto que a desempenho de transmissão de cabeamento dependente das características dos seus componentes como cabeamento Horizontal, hardware de conexão e patch-cords, além do numero total de conexões e os cuidados com que os mesmos foram instalados e serão mantidos. O desenvolvimento das aplicações com altas taxas de transmissão, por exemplo, o Gigabit Ethernet, exige que os sistemas de cabeamento sejam caracterizados pelos parâmetros de transmissão: perda de inserção, PSNEXT, perda de retorno e PSELFEXT.

29. CONCLUSÃO

29. CONCLUSÃO 18 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação Podemos verificar que com o passar

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

Podemos verificar que com o passar do tempo, que os meios de comunicação eletrônica tiveram um desenvolvimento acentuado devido a grande economia que veio trazer as empresas, mas ao mesmo tempo, possibilitou o surgimento de outras aplicações tão importantes quanto à troca de informações entre empresas. A Internet e a Intranet são um fruto do desenvolvimento da tecnologia utilizada para as redes de computadores. Também o entretenimento faz parte desse desenvolvimento. O fato é que a área que trata da comunicação entre computadores tem tido um crescimento muito grande dentro da Informática pois existem muitas aplicações que estão ainda sendo estudadas para possíveis implementações a usuários comuns. As Redes de Computadores vieram e se firmaram tanto no campo industrial e comercial como no campo pessoal e inda ira se desenvolver grandemente no futuro.

30. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

30. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19 Curso de Bacharelado de Sistema da Informação http://pt.wikibooks.org/wiki/Redes_de_computadores/Introducao http://www.univasf.edu.br/~edmar.nascimento/redes/redes_20112_aula02.pdf http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_computadores http://pt.wikipedia.org/wiki/Abnt http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931

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Curso de Bacharelado de Sistema da Informação

http://pt.wikibooks.org/wiki/Redes_de_computadores/Introducao

http://www.univasf.edu.br/~edmar.nascimento/redes/redes_20112_aula02.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_computadores http://pt.wikipedia.org/wiki/Abnt

http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931

http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=938

http://pt.slideshare.net/

http://www.hdtechnology.com.br/

http://www.recitronic.com.br/

http://www.clubedohardware.com.br/

http://www.guiadohardware.net/index.php

http://www.redes.usp.br/

http://www.projetoderedes.com.br/

http://www.networkexperts.com.br/

http://www.teleco.com.br/

http://www.dicas-l.com.br/

http://www.mobilezone.com.br/

http://www.microsoft.com/pt/br