AVALIAÇÃO DA TÉCNICA DE RADIOGRAFIA DIGITAL EM GAMAGRAFIA

Armando Hideki Shinohara
DEPTO DE ENGENHARIA MECÂNICA-CTG-UFPE, RECIFE-PE

Edmundo Acioli
ENGENHEIROS & CONSULTORES ASSOCIADOS, LAURO DE FREITAS-BA

Helen Jamil Khoury
DEPTO DE ENGENHARIA NUCLEAR-CTG-UFPE, RECIFE-PE




Trabalho apresentado na 6
a
COTEQ
Conferência Sobre Tecnologia de Equipamentos
Salvador, agosto, 2002.







As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade
dos autores.

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Tecnologia de Equipa mentos
Sair







SINÓPSE

Um dos métodos mais importantes e versáteis de ensaios não-destrutivos utilizado na
indústria moderna para inspeção da integridade estrutural de dispositivos e sistema
de processo é a radiografia industrial. Em especial, com advento da tecnologia
digital, novas gerações de detetores bidimensionais tem sido desenvolvidas tais
como filme flexível digital denominado de IP - Imaging Plate, que possui uma série
de características próprias tais como altíssima sensitividade, que representa várias
dezenas de vezes mais sensitivo que um filme de raios-X convencional, maior faixa
dinâmica, linearidade superior, excelente resolução espacial e obtenção de imagens
digitais diretamente da leitora permitindo um posterior processamento computacional
das imagens.

No presente trabalho, visando um estudo de avaliação detalhada do grau de corrosão
nos tubos de aço de diferentes diâmetros e sobre a integridade dos isoladores de alta
tensão utilizados nas torres de transmissão através de gamagrafia digital, vários testes
foram realizados utilizando uma fonte de raios-gama de irídio-192 e um filme IP.

Como resultado, imagens radiográficas digitais de excelente nitidez e resolução
foram obtidas utilizando uma fonte de Ir-192 com atividade de 1,5 Ci, que
corresponde em torno de 10% da intensidade necessária para obtenção de
radiografias na gamagrafia convencional. Este fato permite também mostrar uma
importância fundamental do ponto de vista de proteção radiológica devido a redução
significativa de doses radioativas que os operadores estão sujeitos e necessidade
mínima de área de balizamento na realização de ensaios radiográficos com raios-
gama. Estes resultados permitem concluir a potencialidade e viabilidade do uso da
técnica digital aliada à gamagrafia.























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1. Introdução

O uso das radiações ionizantes nas indústrias constitui-se num fator fundamental para
o desenvolvimento do controle de qualidade em diversos processos industriais.
Dentre as técnicas utilizadas, destaca-se o método de inspeção da integridade
estrutural dos componentes, dispositivos e equipamentos através de ensaios não-
destrutivos utilizando fontes radioativas. Este método chama-se radiografia industrial
com raios-gama, conhecido por gamagrafia, e é amplamente empregado nas
siderúrgicas, na indústria do petróleo, nas indústrias aeronaúticas e companhias
aéreas. As aplicações da gamagrafia são vitais no caso de inspeção de
conjuntos/sistemas complexos, soldas e materiais de fundição, análise de desgaste de
peças em decorrência do atrito, redução de espessura das paredes em função da
corrosão e erosão, que normalmente não é possível de realizado com raios-X.

Na gamagrafia utiliza-se fontes radioativas, emissoras de radiação gama,
conjuntamente com detetores com a propriedade de coletar imagens radiográficas de
peças e tubulações a serem ensaiadas, com o objetivo de identificar a presença de
falhas em soldas, estado de corrosão, bolhas, contrações internas, erosão e etc. As
imagens são coletada num filme radiográfico, que tem características semelhantes
aos utilizados em radiologia médica. As fontes usuais na gamagrafia são: isótopos de
Cobalto-60, Iridio-192 e Césio-137, com atividades até 3,7 TBq (100 Ci). Os
principais parâmetros que interferem na resolução e limite de detecção na técnica de
gamagrafia convencional são: o processamento do filme e a sua visualização no
negatoscópio, o tempo de exposição e a geometria de irradiação.

Segundo os dados da Comissão Nacional de Energia Nuclear-CNEN (1) existem
atualmente cerca de 900 empresas no País que utilizam fontes radioativas em seus
procedimentos industriais. A tabela abaixo fornece a distribuição das industrias
cadastradas na CNEN em função do tipo de aplicação: Gamagrafia {170}, Medidores
Nucleares {329}, Técnicas Analíticas {133}, Perfilagem de Poços de Petróleo {16},
Polimerização, Irradiação de Pedras Preciosas {4}, Esterilização {3}.

Com respeito aos equipamentos de radiografia industrial, nos últimos 40 anos, o
avanço tecnológico tem possibilitado o desenvolvimento e produção de novos
radionuclídeos e o surgimento de equipamentos mais sofisticados para obtenção e
diagnóstico de imagens radiográficos. Em termos de detetores de imagens
radiográficas, a partir de década de 90, novos detetores digitais foram desenvolvidos
e comercializados tais como (i) IP-Imaging Plate e (ii) detetor de tela plana TFT com
transistores de silício amorfo que suportam altas doses de radiação para observar
imagens radiográficas on-line (2,3). Recentemente, estes equipamentos vem sendo
utilizados na radiografia industrial devido uma série de vantagens em relação aos
filmes convencionais tais como excepcional sensibilidade, resolução espacial, maior
faixa dinâmica e as imagens são digitais e podem ser processadas no computador
através de vários softwares de tratamento de imagens. A aplicação da técnica digital
na área de gamagrafia industrial é recente, como mostra vários trabalhos, por
exemplo, apresentados no 15
th
WCNDT – “World Conference on Nondestructive
Testing”, realizado em Roma em 2000 (4-10). No Brasil, a técnica de radiografia
industrial digital ainda é pouco conhecida e utilizada em função da falta de descrição
de procedimentos experimentais bem como do estabelecimento de requisitos para o
controle de qualidade.
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Para apresentar a potencialidade da técnica de gamagrafia industrial quando aliada à
tecnologia digital através do Imagem Plate, selecionamos dois exemplos para este
trabalho, os quais estão suscintamente descritos a seguir. Em termos de inspeção de
tubulações industriais, a detecção de variações na espessura da parede causadas por
erosão e/ou corrosão é de vital importância. Geralmente, na inspeção de um sistema
de tubulações, um dos principais fatores que onera o trabalho é o alto custo para a
remoção dos isolantes térmicos. Portanto, com a utilização da tecnologia
radiográfica, os técnicos podem examinar os sistema de tubulações sem retirar as
mantas térmicas e ainda, o processo industrial em operação. No sistema de
transmissão de energia elétrica de alta tensão, 380 kV e 500 kV, o conhecimento
detalhado do grau de integridade dos componentes remanescente nos isoladores
danificados por vandalismo é de vital importância quando as linhas permanecem
vivas. Neste contexto, a gamagrafia pode fornecer imagens detalhadas aos técnicos
para avaliarem o grau de risco que estará sujeito um técnico na execução da troca dos
isoladores em linhas vivas.

No presente trabalho, imagens radiográficas digitais resultante de ensaios de
gamagrafia em tubulações com corrosão, furos e isoladores de alta-tensão
danificados por vandalismo foram obtidas com raios-gama de Ir-192 e um sistema
digital utilizando Imagem Plate, e são apresentadas e comentadas.

2. Princípio da metodologia do filme digital Imaging Plate

Em termos de detetores de radiação ionizante, basicamente existem dois tipos de
detetores. Medidores de pulsos tais como contador de cintilação e contador
proporcional, que medem fótons um a um, são altamente sensíveis e possuem o
“dead-time” da ordem de 1µs. O “dead-time” está intimamente relacionado às
características de construção dos detetores e corresponde a um determinado tempo
em que o detetor deixa de medir os fótons da radiação que chegam. Outro tipo de
detetor é detetor integral tais como filmes de raios-X e câmara de ionização, que
fornecem total de fótons coletados durante a exposição às radiações ionizantes
através de medidas de outras propriedades físicas tais grau de escurecimento,
corrente elétrica. Diferente dos detetores de pulso, os detetores integrais não
possuem o problema de “dead-time”, mas geram relativamente mais ruídos
diminuindo a relação S/N-sinal/ruído do detetor.

Na década de 80, visando aplicação médica, a FujiFilm do Japão desenvolveu um
detetor inovativo bidimensional denominado de IP – Imaging Plate (11) para
radiografia, que possui mesclas das características dos detetores de pulso e integral.
Em 1985, as características do IP foram detalhadamente investigadas e testadas
como detetor de raios-X nas técnicas de difração e espalhamento de raios-X com
radiação radiação sincrotron (11) e observou-se seguintes características: altíssima
sensitividade, atingindo uma até três ordem de grandeza em comparação um filme
convencional; faixa dinâmica maior; linearidade superior; excelente resolução
espacial da ordem 25 µm; dados digitais são obtidos diretamente da leitora para o
computador para tratamento de imagens. A figura 1 mostra a excepcional
linearidade do Imagem Plate em relação o método filme convencional, quando
ambos são submetidos a diferentes doses de radiação ionizante. Abscissa
corresponde a doses de radiação emitidas por uma amostra padrão de
32
P (radiação
beta de 1,7 MeV). O eixo da ordenada à esquerda representa a quantidade de
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radiação luminescente acumulada pelo Imagem Plate. O eixo da ordenada à direita
mostra à densidade de escurecimento de um filme de raios-X. O detetor IP mostra
uma linearidade excepcional em relação ao filme de raios-X. Estas características são
também similares para raios beta de diferentes energias, eletrons, raios-X e -gama.
Figura 1. Comparação
da linearidade dos
detetores IP e filme de
raios-X quando
expostos à radiação
beta de
32
P por um
período de 18 h (12).
EXPOSURE
Unrecorded
Imaging Plate
Photo-Stimulable
Phosphor Layer
(BaFBr:Eu
2+
)
Image Recorded
Exposure to Laser Beams
Extracts Radiographic Image
As Light Image
Exposure to Visible Light
Erases Any Remaining
Radiographic Image
Radiographic Image
Completely Erased and
IP is Ready for Reuse
Gamma-Ray Photons
Protective Layer
Laser Beam Scanning-
Luminescence
Visible Light
READING
ERASING
Figura 2. Sequência de processamento do Imaging Plate para recuperar imagem
digital na gamagrafia, apagarn as informações e a sua reutilização .
EXPOSURE
Unrecorded
Imaging Plate
Photo-Stimulable
Phosphor Layer
(BaFBr:Eu
2+
)
Image Recorded
Exposure to Laser Beams
Extracts Radiographic Image
As Light Image
Exposure to Visible Light
Erases Any Remaining
Radiographic Image
Radiographic Image
Completely Erased and
IP is Ready for Reuse
Gamma-Ray Photons
Protective Layer
Laser Beam Scanning - Luminescence
Visible Light
READING
ERASING
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A tecnologia do IP – Imaging Plate baseia-se na habilidade de certos cristais de
fósforos (em média, 5µm de diâmetro) capturar uma imagem latente. Esta imagem é
composta de cristais de BaFBr:Eu
+2
, nos quais os elétrons são aprisionados num
nível de maior energia após ser expostos a radiação ionizante. Este estado dos
elétrons pode ser desfeito através de uma estimulação com feixes de laser. O retorno
dos elétrons para níveis de energia originais é seguida de emissão de fótons na região
de luz visível. Este processo é chamado PSL (Photo Stimulated Lminescence).
Quanto mais radiação chega nos cristais de fósforo, maior é a densidade de
aprisionamento, portanto, mais centros PSL são geradas e como consequência, mais
luz visíveis será emitida durante a varredura com o feixe de laser. O processo de
leitura das informações latentes no filme IP está mostrado esquematicamente na
figura 2. Após o processo de “zerar” as informações, o filme IP pode-se ser
reutilizado e este número de ciclos está em torno de 1.000 vezes. Com respeito a
leitura de imagens de radiação num scanner de filme IP, dependendo do objetivo, a
densidade de leitura pode ser selecionado entre 5 a 40 pixels/mm. O PSL de 400 nm
emitido durante a varredura do laser é coletado por um tubo fotomultiplicador (PMT)
é posteriormente convertido em sinais elétricos em ordem cronológico.
Subsequentemente, estes sinais elétricos são convertidos em sinais digitais de 8 a 16
bits.

3. Material e Método

A metodologia adotada para realizar gamagrafia das tubulações de 25–50 mm de
diâmetro e isoladores elétrico de alta-tensão mencionadas acima está mostrada
esquematicamente na Fig.3, na qual mostra o posicionamento da fonte radiativa,
corpo de prova e o filme IP.




















r
R
f
Ir-192
W’
Insulation
Pipe
IP
x
y
Hole
W”
Figura 3. Esquema do arranjo utilizado para realizar gamagrafia de corpos de
prova utilizando uma fonte radiativa e Ir-912 e um filme de Imaging Plate.
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O radionuclídeo emissor de raios gama utilizado foi uma fonte radiativa de isótopo
de Ir-192 de 1,5 Ci de atividade, produzido pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e
Nucleares-IPEN-SP. As radiações da fonte de Ir-192 possuem energias na faixa de
0,46-0,61 MeV e equivale à potência de raios-X de 400 kV. A meia-vida do Ir-192 é
de 75 dias, e é adequada para analisar aços com a espessura de 10-40 mm. O filme
de IP utilizado para coletar as imagens digitais na gamagrafia foi de fabricação
Kodak com a dimensão de 15x30 cm
2
. A leitura foi realizado com Denoptix da
Gendex utilizando o padrão de 16 bits. O presente ensaios foram realizados no
Laboratório de Instrumentação Nuclear e Dosimetria do Departamento de
Engenharia Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco, Recife-PE.

4. Resultados e Discussão

Obtenção de imagens digitais de alta resolução na gamagrafia requer ajustes de
vários parâmetros tais como o tempo de exposição, tipo de radiação a ser utilizada,
distância entre a fonte-corpo de prova-placa digital IP, tipo de corpo de prova. Para
presente ensaio, a distância de 60 cm entre o foco e o filme foi utilizada durante todo
os testes. Para controle e o domínio destes parâmetros exige um trabalho sistemático,
repetitivos e utilização de equações estabelecidas para agilizar o refinamento dos
parâmetros.

A Fig.4 mostra uma imagem digital de gamagrafia para uma tubulação que possui
defeitos nas paredes externa. Observa-se que o estado de corrosão nas paredes
externa e interna é claramente visualizado e a espessura remanescente pode ser
mensurada com boa precisão. Ademais, através de tratamento de imagens, tais
defeitos podem ser realçados e quantificados. Por outro lado, a Fig.5 mostra uma
imagem digital de gamagrafia de uma tubulação coberto com uma manta térmica e
fixada com arame metálico. Através desta imagem observou-se a presença de furos
em várias posições da tubulação. Da mesma forma, os defeitos detectados na
gamagrafia podem substancialmente realçados após um tratamento de imagens. Para
os ambos casos, o tempo de exposição foi da ordem de 180 s. Nota-se que para
determinar a espessura real da parede da tubulação na imagem radiográfica, a
magnificação geométrica deve ser corrigida. Utilizando a técnica de tomografia
computarizada (7), a magnificação pode ser corrigida através da equação 1
realizando-se medidas das espessuras observada nas imagens (w’, w” ). A espessura
real da parede (w) depende da distância entre o filme IP e a fonte radiativa, raio da
tubulação (r) e do raio do isolante térmico (R) para o caso mostrado na figura 5.

Entretanto, na maioria das aplicações prática, a equação [1] pode ser simplificada
através da seguinte relação.
2
2 2
2 2
)
'
) (
( 1
)
'
)
) (
)( (
f
w
r R f
r
f
w
r R f
r
R f
r w

− −
+

− −

− =
[1]
' ) 1 ( w
f
R
w − =
[2]
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Verificou-se que o erro decorrente da simplificação da equação [1] é inferior a 1%
quando a distância entre o filme e o foco da fonte radiativa é pelo menos seis vezes
maior ao diâmetro da tubulação.

A Fig.6 mostra a gamagrafia de um isolador de alta-tensão danificado por
vandalismo. A constituição de isolador desta natureza é complexo e emprega pelo
menos três materiais distintos: aço fundido, vidro e resina de alta performance, para
alcançar alto valor da constante dielétrica e suportar uma carga de tração de 1,5 ton.
Observa-se que em comparação com um isolador na sua forma integra, o isolador
danificado apresentou fraturas no vidro remanescente no interior, indicando que
houve uma perda da característica dielétrica. O tempo de exposição foi de 300 s.

5. Conclusões

Imagens radiográficas digitais de excelente nitidez e resolução foram obtidas
utilizando uma fonte de Ir-192 com atividade de 1,5 Ci, que corresponde em torno
de 10% da intensidade necessária para obter radiografias na gamagrafia
convencional.

Presente trabalho apresentou alguns resultados de gamagrafia digital. Esta iniciativa
propõe identificar todos os parâmetros que contribuem na aquisição de uma imagem
digital adequada para ensaios de radiografia industriais com raios-gama, além de
estabelecer os padrões para a garantia da qualidade das imagens digitais.

Vale ressaltar que a nova tecnologia apresentada também irá contribuir para a
segurança e a saúde dos técnicos que atuam com a gamagrafia. De fato, um dos
grandes problemas da gamagrafia convencional é o risco a radiação que os
trabalhadores ficam expostos em virtude da alta atividade da fonte que é utilizada.
Além disso, é necessário um isolamento de uma grande área da planta industrial no
momento da execução da gamagrafia. Com a tecnologia digital é possível obter uma
imagem de excelente qualidade com uma fonte radioativa com atividade em torno de
100 vezes menor do que a usada na gamagrafia convencional devido a grande
sensibilidade dos filmes digital Imaging Plate. Este fato, permite que o ensaio seja
realizado sem a interrupção da operação da planta, não requer grande área de
isolamento, além de reduzir a dose a que estão sujeitos os trabalhadores.

Estes resultados permitem concluir a potencialidade e viabilidade do uso da técnica
digital na gamagrafia e enfatizar a necessidade da continuidade de trabalhos
sistemáticos objetivando a normatização desta tecnologia no País.


6. Agradecimentos

Os autores A.H. Shinohara e H.J. Khoury agradecem ao CNPq, e em particular o AH
Shinohara agradece ao Chesf-Aneel, CTPetro/Finep pelo apoio financeiro.





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7. Referências

(1) CNEN-Comissão Nacional de Energia Nuclear, http://www.cnen.gov.br
(2) Davis, A.W., Berry, P.C., Claytor, T.N., Fry, D.A., Jones, M.H. e White, S.M,
“An Analysis of Industrial Nondestructive Testing Emplying Digital Radiography as
an Alternative to Film Radiography”, LA-UR-00-2560, 2000
(3) Lavayssière, B., Bonin, A., Gautier, S. e France, C., “New Development in
Industrial Radiography at EDF”, Proceedings of DGfP, Berlin, 115-121, 1999.
(4) Ewert, U., “New Trends in Industial Radiography”, NDT.net, 7(2) 1-5 (February)
2002.
(5) Redouane, D., Yacine, K., Amal, A., Farid, A., Amar, B., “Evaluation of
Corroded Pipelines Wall Thickness Using Image Processing in Industrial
Radiography”, Proceedings of 15
th
WCNDT, Roma, 1-6, 2000.
(6) Onel Y., Ewert, U. e Willems, P., “Radiographic Wall Thickness Measurement of
Pipes by a New Tomographic Algprithm”, Proceedings of 15
th
WCNDT, Roma, 1-6,
2000.
(7) Zscherel, U., Onel, Y., Ewert, U., “New Concepts for Corrosion Inspection of
Pipelines by Digital Industrial Radiology (DIR)”, Proceedings of 15
th
WCNDT,
Roma, 1-10, 2000.
(8) Blettner, A., Chauveau, D., Gresset, F., “Results of the First Industrial
Applications of the New Generation of Imaging Plates”, Proceedings of 15
th

WCNDT, Roma, 1-6, 2000.
(9) Veith, E., Bucherie, C., Lechien, J.L., Jarrousse, J.L., Rattoni, B., “Inspection of
Offshore Flexible Riser with Electromagnetic and Radiographic Techniques”,
Proceedings of 15
th
WCNDT, Roma, 1-9, 2000.
(10) Jagannathan, H., Bhaskar, N.P., Sriraman, P.C.N., e Vijay, N.A., “Step
Towards Automatic Defect Pattern Analysis and Evaluation in Industrial
Radiography Using Digital Image Processing”, Proceedings of 15
th
WCNDT, Roma,
1-5, 2000.
(11)Amemiya, , Y. – Aplicações de métodos de Difração de raios-X: parte II Novas
técnicas de Medição – Imaging Plate, Seminário do, 1993. Pp. 59-68.
(12) Fuji Photo Film Co, Ltd., Tokyo., http://www.fujifilm.com.

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Figura 5. Gramagrafia de tubulação de aço com revestimento de manta
térmica fixadas com arame metálico. As setas indicam regiões com furos.
Figura 4. Gramagrafia de tubulação de aço que sofreu corrosão/erosão nas
superfícies interna e externa da parede. As setas indicam regiões do tubo
com problema superficial.
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Figura 6. Imagem digital de gamagrafia de um isolador de alta-tensão
danificado por vandalismo. Uma textura sutil no interior do isolador
mostra a fratura do vidro remanescente, alterando a propriedade
dielétrica.
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