Calorimetria

Aluno(a) _________________________________________________________ Nº.

____
Série:______ Turma:______ Ensino Médio 3º Trimestre Data:____/____/____
Disciplina: Física II ro!essor: "uciano #ent$
Lista de Exercícios de Calorimetria
1. (UPF 2012/2) Um recipiente aberto contém 0! "# de #elo a $100%C. & massa do recipiente pode ser despre'ada. Fornecemos calor
ao recipiente com (ma taxa de )!0 cal/min d(rante 1!0 min(tos. Considerando c#elo* 0! cal/#%C e
L+(s,o* -0 cal/# depois de .(anto tempo a partir do momento em .(e o a.(ecimento come/o( a temperat(ra come/ar0 a ser maior
do .(e 00%C1
(&) 2300 se#(ndos
(4) 2200 se#(ndos
(C) 230 se#(ndos
(5) 200 se#(ndos
(E) !66 se#(ndos
2. (UPF 2012/1) 5ois blocos met0licos & e 4 ambos de materiais di+erentes s,o colocados em contato no interior de (m calorímetro
ideal de modo a isol0$los de in+l(7ncias externas. Considerando .(e a massa do bloco & (m&) é i#(al ao dobro da massa do bloco 4
(m4) o calor especí+ico do bloco & (c&) é i#(al 8 metade do calor especí+ico do bloco 4 (c4) e a temperat(ra inicial do bloco & (9&) é i#(al
ao triplo da temperat(ra inicial do bloco 4 (94) pode$se a+irmar .(e .(ando alcan/ado o e.(ilíbrio térmico do sistema a
temperat(ra de e.(ilíbrio (9e.) ser0 i#(al a:
a) 94
b) 2 94
c) 2 94
d) 3 94
e) ! 94
2. (UPF 2010/2) Um calorímetro contém (ma massa de 0#(a de 1 "# 8 temperat(ra de 2!%C. & massa é a.(ecida d(rante ! min(tos
por (m resistor elétrico no .(al circ(la (ma corrente elétrica de ! & +ornecida por (ma +onte de tens,o de 220 ;. Considerando .(e o
calor especí+ico da 0#(a é de 32 < #
$1
(%C)
$1
pode$se a+irmar .(e a temperat(ra +inal da 0#(a em %C é aproximadamente de:
a) )-!
b) =2)
c) !2!
d) 202
e) 1026
3. (UPF 2010/1) >abe$se .(e o calor de comb(stao e a .(antidade de calor liberada na .(eima de (ma (nidade de massa de (m
determinado comb(sti?el. &o mesmo tempo tem$se .(e o calor de comb(stao do #as de co'in@a e 6000 "cal/"#. Portanto (m b(Aao de
#as de 12 "# pode a.(ecer de 20
0
C a 100
0
C (m n(mero de litros de a#(a i#(al a: (considere: o calor especi+ico da a#(a * 1 cal/#.
0
CB a
densidade da a#(a * 1 #/cm
2
B e despre'e as perdas de calor)
a) =)!
b) 10!!
c) 1!00
d) 1)00
e) 1=!0
!. (UCD>C 2012/2) Uma es+era de a/o est0 inicialmente 8 temperat(ra de 20 %C. &o receber (ma .(antidade de calor de 600 calorias
s(a temperat(ra passa para 23 %C. E ?alor da s(a capacidade térmica ser0 ent,o de
(&) 1!0 cal/%C.
(4) 100 cal/%C.
(C) 200 cal/%C.
(5) 2!0 cal/%C.
(E) 200 cal/%C
6. (UCD>C 2011/2) FenFmenos +ísicos nos rodeiam. 9odos os dias a todo o momento nos deparamos com altera/Ges de toda a ordem.
& e?apora/,o da 0#(a do mar a condensa/,o do ?apor dH0#(a na +orma de n(?ens e de c@(?a o( a solidi+ica/,o da 0#(a em #rani'o
o( em ne?e s,o exemplos de
(&) m(dan/as de estado da matéria.
(4) m(dan/as de #rande'as +ísicas.
(C) altera/Ges entre matéria e ener#ia.
(5) e.(ilíbrio entre as propriedades da matéria.
(E) m(dan/as entre massa e peso.
). (UCD>C 2010/1) 5eseAa$se trans+ormar 20# de #elo a I 10 %C em 0#(a lí.(ida a 20 %C.Considerando$se .(e o calor especí+ico do
#elo entre I 10 %C e 0 %C é i#(al a 0! cal/#.%C .(e o calor latente de +(s,o da 0#(a é de -0 cal/# e .(e o calor especí+ico da 0#(a é de
1 cal/#.%C podemos a+irmar .(e o calor disprendido para reali'ar todo o processo seria de
a) 16 "cal.
b) 1) "cal.
c) 1= "cal.
d) 21 "cal.
e) 22 "cal.
-. (UC> 2011/2) Uma co'in@eira distrai($se e encosto( (ma parte do antebra/o em (ma panela m(ito .(ente so+rendo .(eimad(ra.
&dmitindo .(e na 0rea de s(a pele .(e so+re( o contato a temperat(ra a(mento( de 26! JC para 66! JC em 0! s .(al
+oi a pot7ncia da trans+er7ncia de calor da panela para a pele da co'in@eira1 (Considere a capacidade térmica na pele
a+etada da co'in@eira como 002 cal/JC e 1 caloria * 32 <o(les.)
a) !.03 K
b) ).12 K
c) -.=! K
d) 12.32 K
e) 1).33 K
=. (UC> 2011/1) Uma pessoa es.(enta 200 # de 0#(a em (m copo no aparel@o de micro$ondas se( Lnico meio de a.(ecimento
.(ando o aparel@o estra#a e n,o pode mais ser (sado. & 0#(a est0 a -0 JC mas a pessoa .(er tomar a bebida o mais .(ente possí?el.
>(pon@a .(e ela tem tr7s op/Ges de mist(ra:
I (m sac@7 de c@0 de 20 # .(e tem calor especí+ico de 0.3 cal/# JCB
I (ma por/,o de cap(cino de 30 # .(e tem calor especí+ico de 0.! cal/# JCB
I (ma por/,o de 20 # de ca+é solL?el c(Ao calor especí+ico é de 0.1 cal/# JC.
&ss(mindo .(e os tr7s in#redientes est,o 8 temperat(ra inicial de 20 JC e .(e o calor especí+ico da 0#(a é de
1 cal/# JC .(al das tr7s op/Ges ela de?e escol@er para conse#(ir apMs a mist(ra a bebida com maior temperat(ra1
(5espre'e .(al.(er troca de calor .(e n,o seAa entre a 0#(a e as op/Ges de mist(ra citadas.)
a) &penas o c@0.
b) &penas o ca+é.
c) &penas o cap(cino.
d) 9anto o c@0 .(anto o cap(cino.
e) &s tr7s op/Ges le?am 8 mesma temperat(ra +inal.
10. (UC> 2010/2) Dma#ine (m +ilme de +ic/,o cientí+ica em .(e (ma e.(ipe de pes.(isadores desen?ol?e( (ma embarca/,o para
mer#(l@ar d(rante (m pe.(eno inter?alo de tempo na la?a de (m ?(lc,o .(e est0 8 temperat(ra de 600 JC. >(pondo .(e a la?a em
.(est,o ten@a (m ponto de +(s,o de !00 JC .(alitati?amente .(ais as principais características termodinNmicas .(e o material de .(e
é +eita a +(sela#em do s(bmarino de?e poss(ir para manter a trip(la/,o em se#(ran/a no se( interior nesse inter?alo de tempo1
(>(pon@a também .(e la?a e s(bmarino esteAam s(bmetidos 8 mesma press,o.)
a) &lto calor especí+ico e ponto de +(s,o in+erior ao da la?a
b) &lto calor especí+ico e baixa cond(ti?idade térmica
c) &lto calor especí+ico e ponto de +(s,o i#(al ao da la?a
d) 4aixo calor especí+ico e ponto de +(s,o in+erior ao da la?a
e) 4aixo calor especí+ico e alta cond(ti?idade térmica
11. (UC> 2010/1) >e encostarmos (m c(bo de #elo a $! JC em (m material s(percond(tor a )) O no .(al @0 (ma
corrente elétrica circ(lando o .(e ir0 acontecer1
a) E #elo res+riar0 o s(percond(tor mas n,o c@e#ar0 a ?alores ne#ati?os na escala Oel?in.
b) E #elo res+riar0 o s(percond(tor c@e#ando a ?alores ne#ati?os na escala Oel?in.
c) E s(percond(tor extrair0 calor do #elo.
d) E s(percond(tor e o #elo entrar,o em e.(ilíbrio térmico sem m(dar s(as temperat(ras iniciais.
e) E s(percond(tor derreter0 o #elo por ca(sa da corrente elétrica .(e passa por ele.
12. (PUCP> 2012/2) Um recipiente contém inicialmente (ma .(antidade descon@ecida de 0#(a na +ase sMlida e =00# de 0#(a na +ase
lí.(ida em e.(ilíbrio térmico a 0 %C. & mist(ra é lentamente a.(ecida absor?endo 200cal/min e s(a temperat(ra é medida em
di?ersos instantes. Es dados re#istrados s,o mostrados no #r0+ico a se#(ir. E calor de +(s,o da 0#(a é -00%cal/# e se(
calor especí+ico é 100cal/# %C.
Com base nas in+orma/Ges do #r0+ico e do texto acima a+irma$se:
D. E calor recebido pela mist(ra nos 30min iniciais do a.(ecimento é -00 Q 10
2
cal.
DD. & massa de 0#(a con#elada inicialmente presente na mist(ra é 100#.
DDD. Cos 10min +inais do a.(ecimento a temperat(ra da mist(ra a(menta 200%C.
Est0/Est,o correta(s) a(s) a+irmati?a(s)
&) D apenas.
4) DD apenas.
C) D e DDD apenas.
5) DD e DDD apenas.
E) D DD e DDD.
12. (PUCP> 2012/1) 5ois blocos & e 4 constit(ídos de materiais di+erentes t7m massas i#(ais. Esses blocos apresentam
temperat(ras de 0
o
C e 100
o
C respecti?amente .(ando s,o colocados em contato térmico entre si. Rantendo$se os blocos
per+eitamente isolados do meio externo é correto a+i rmar .(e a temperat(ra dos mesmos no e.(ilíbrio térmico é
&) maior .(e !0
o
C se a capacidade térmica de 4 +or maior .(e a de &.
4) maior .(e !0
o
C se a .(antidade de calor absor?ida por 4 +or maior .(e a absor?ida por &.
C) i#(al a !0
o
C se a .(antidade de calor absor?ida por 4 +or i#(al 8 perdida por &.
5) menor .(e !0
o
C se a .(antidade de calor absor?ida por 4 +or maior .(e a absor?ida por &.
E) menor .(e !0
o
C se a capacidade térmica de 4 +or maior .(e a de &.
13. (UFPS> 2012) Em (m calorímetro s,o colocados 20 "# de 0#(a no estado lí.(ido a (ma temperat(ra de 0 %C. & se#(ir s,o
adicionados 20 "# de #elo a (ma temperat(ra n,o especi+icada. &pMs al#(m tempo tendo sido atin#ido o e.(ilíbrio térmico ?eri+ica$se
.(e a temperat(ra da mist(ra é de 0 %C e .(e a massa de #elo a(mento( em 100 #.
Considere .(e o calor especí+ico do #elo (c * 21 "</"#.%C) é a metade do calor especí+ico da 0#(a e .(e o calor latente de +(s,o do
#elo é de 220 "</"#B e desconsidere a capacidade térmica do calorímetro e a troca de calor com o exterior.
Cessas condi/Ges a temperat(ra do #elo .(e +oi inicialmente adicionado 8 0#(a era aproximadamente
(&) 0 %C.
(4) I 26 %C.
(C) I 2= %C.
(5) I 61 %C.
(E) I )= %C.
1!. (UFPS> 2011) Uma mesma .(antidade de calor T é +ornecida a massas i#(ais de dois lí.(idos di+erentes 1 e 2. 5(rante o
a.(ecimento os lí.(idos n,o alteram se( estado +ísico e se(s calores especí+icos permanecem constantes sendo tais .(e c1 * ! c2.
Ca sit(a/,o acima os lí.(idos 1 e 2 so+rem respecti?amente ?aria/Ges de temperat(ra U91 e U92 tais .(e U91 é i#(al a
(&) ∆92 /!.
(4) 2 ∆92 /!.
(C) ∆92.
(5) ! ∆92 /2.
(E) ! ∆92.
16. (UFPS> 2010) Um corpo de al(mínio e o(tro de +erro poss(em massas m&l e mFe respecti?amente. Considere .(e o calor
especí+ico do al(mínio é o dobro do calor especí+ico do +erro.
>e os dois corpos ao receberem a mesma .(antidade de calor T so+rem a mesma ?aria/,o de temperat(ra ∆9 as massas dos corpos
s,o tais .(e
(&) m&l * 3 mFe.
(4) m&l * 2 mFe.
(C) m&l * mFe.
(5) m&l * mFe / 2.
(E) m&l * mFe / 3.
1). (UFPS> 200=) &ssinale a alternati?a .(e preenc@e corretamente as lac(nas do en(nciado abaixo na ordem em .(e aparecem.
Em (m +orno de microondas s,o colocados 2!0 ml de 0#(a 8 temperat(ra de 20 %C. &pMs 2 min(tos a 0#(a atin#e a temperat(ra de
100 %C. & ener#ia necess0ria para .(e essa ele?a/,o de temperat(ra da 0#(a é V V V V V V V V V . Considerando$se .(e a pot7ncia de
ener#ia elétrica cons(mida pelo +orno é de 1300 K a e+ici7ncia atin#ida no processo de a.(ecimento da 0#(a é de V V V VV V V V .
(dados: o calor especí+ico da 0#(a é 32 OA/ O#.%C e a densidade da 0#(a é 10 "#/l).
(&) 226 "< I 10W
(4) 226 "< I 12W
(C) -3 "< I !W
(5) -30 "< I 2W
(E) -30 "< I !0W
1-. (ECER 200=) E >ol representa (ma +onte limpa e ines#ot0?el de ener#ia para o nosso planeta. Essa ener#ia pode ser captada por
a.(ecedores solares arma'enada e con?ertida posteriormente em trabal@o Ltil. Considere determinada re#i,o c(Aa insola/,o X
pot7ncia solar incidente na s(per+ície da 9erra X seAa de -00 Yatts/m
2
. Uma (sina termossolar (tili'a concentradores solares
parabMlicos .(e c@e#am a de'enas de .(ilFmetros de extens,o. Cesses coletores solares parabMlicos a l(' re+letida pela s(per+ície
parabMlica espel@ada é +ocali'ada em (m receptor em +orma de cano e a.(ece o Mleo contido em se( interior 300JC. E calor desse Mleo
é trans+erido para a 0#(a ?apori'ando$a em (ma caldeira. E ?apor em alta press,o mo?imenta (ma t(rbina acoplada a (m #erador de
ener#ia elétrica.
Considerando .(e a distNncia entre a borda in+erior e a borda s(perior da s(per+ície re+letora ten@a 6 m de lar#(ra e .(e +ocali'ada no
receptor os -00 Yatts/m
2
de radia/,o pro?enientes do >ol e .(e o calor especí+ico da 0#(a é 1 cal#
I1
JC
I1
* 3.200 <"#
I1
JC
I1
ent,o o
comprimento linear do re+letor parabMlico necess0rio para ele?ar a temperat(ra de 1 m
2
(e.(i?alente a 1 t) de 0#(a de 20JC para 100JC
em (ma @ora estar0 entre
a) 1! m e 21 m.
b) 22 m e 20 m.
c) 10! m e 12! m.
d) 6-0 m e )10 m.
e) 6.)00 m e ).1!0 m.
Pespostas:
1. &
2. 4
2. E
3. 4
!. &
6. &
). 5
-. &
=. 4
10. 4
11. C
12. E
12. &
13. E
1!. &
16. 5
1). E
1-. &

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