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5.

2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado 45
5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado 39
5. Risco de mercado
4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 26
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes 27
4.1 - Descrição dos fatores de risco 14
4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em
conjunto
36
4.5 - Processos sigilosos relevantes 35
4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores,
ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
34
4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados 38
4.7 - Outras contingências relevantes 37
4. Fatores de risco
3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras 7
3.2 - Medições não contábeis 6
3.1 - Informações Financeiras 5
3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas 10
3.9 - Outras informações relevantes 13
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento 12
3.7 - Nível de endividamento 11
3.4 - Política de destinação dos resultados 8
3. Informações financ. selecionadas
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores 2
2.3 - Outras informações relevantes 4
2. Auditores independentes
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis 1
1. Responsáveis pelo formulário
Índice
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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros 86
9.2 - Outras informações relevantes 87
9. Ativos relevantes
8.2 - Organograma do Grupo Econômico 82
8.1 - Descrição do Grupo Econômico 80
8.4 - Outras informações relevantes 85
8.3 - Operações de reestruturação 83
8. Grupo econômico
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades 77
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior 76
7.9 - Outras informações relevantes 79
7.8 - Relações de longo prazo relevantes 78
7.2 - Informações sobre segmentos operacionais 72
7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas 69
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades 75
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total 74
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais 73
7. Atividades do emissor
6.3 - Breve histórico 57
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM 56
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas 59
6.7 - Outras informações relevantes 68
6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial 67
6. Histórico do emissor
5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado 54
5.4 - Outras informações relevantes 55
Índice
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13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária 152
13. Remuneração dos administradores
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76 137
12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração 138
12.1 - Descrição da estrutura administrativa 126
12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais 136
12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem 139
12.12 - Outras informações relevantes 148
12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos
administradores
147
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal 140
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração 146
12. Assembleia e administração
11.1 - Projeções divulgadas e premissas 123
11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas 125
11. Projeções
10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor 113
10.5 - Políticas contábeis críticas 115
10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras 112
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais 88
10.2 - Resultado operacional e financeiro 110
10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência
e recomendações presentes no relatório do auditor
116
10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras 119
10.10 - Plano de negócios 120
10.11 - Outros fatores com influência relevante 122
10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios 117
10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras 118
10. Comentários dos diretores
Índice
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15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte 220
15.1 / 15.2 - Posição acionária 174
15.3 - Distribuição de capital 218
15.4 - Organograma dos acionistas 219
15. Controle
14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos 171
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos 173
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados 172
14.1 - Descrição dos recursos humanos 170
14. Recursos humanos
13.16 - Outras informações relevantes 169
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 153
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 156
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8 - Método de
precificação do valor das ações e das opções
162
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária
161
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos
diretores estatutários
163
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária 159
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e
conselheiros fiscais - por órgão
158
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária 160
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e
do conselho fiscal
164
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
168
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária 157
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou
de aposentadoria
165
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por
qualquer razão que não a função que ocupam
167
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam
partes relacionadas aos controladores
166
Índice
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
20.2 - Outras informações relevantes 260
20. Política de negociação
19.4 - Outras informações relevantes 259
19. Planos de recompra/tesouraria
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros 236
18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 235
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
237
18.10 - Outras informações relevantes 239
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros 238
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que
os obriguem a realizar oferta pública
231
18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no
estatuto
232
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos 233
18. Valores mobiliários
17.1 - Informações sobre o capital social 229
17.5 - Outras informações relevantes 230
17. Capital social
16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes
relacionadas
223
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas 224
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
228
16. Transações partes relacionadas
15.7 - Outras informações relevantes 222
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor 221
Índice
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22.1 - Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos
negócios do emissor
266
22.4 - Outras informações relevantes 269
22.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas
atividades operacionais
268
22.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor 267
22. Negócios extraordinários
21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações 261
21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de
divulgação de informações
264
21.4 - Outras informações relevantes 265
21.2 - Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante indicando o canal ou canais de comunicação
utilizado(s) para sua disseminação e os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca de informações
relevantes não divulgadas
262
21. Política de divulgação
Índice
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Cargo do responsável Diretor de Relações com Investidores
Cargo do responsável Diretor Presidente
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Paulo Roberto Ribeiro Pinto
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
João Batista Zolini Carneiro
Os diretores acima qualificados, declaram que:
a. reviram o formulário de referência 
 
b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a
19 
 
c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do
emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
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Vânia Andrade de Souza 03/03/2008 a 09/07/2012 671.396.717-53
Av. Almirante Barroso, 52, Sala 401, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20031-000, Telefone
(21) 35159421, e-mail: vasouza@kpmg.com.br
Nome/Razão social KPMG Auditores Independentes
CPF/CNPJ 57.755.217/0001-29
Tipo auditor Nacional
Possui auditor? SIM
Código CVM 418-9
Período de prestação de serviço 03/03/2008 a 09/07/2012
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve.
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Justificativa da substituição Tendo em vista a Norma Brasileira de Contabilidade Técnica de Auditoria – NBC TA 600, emitida pelo Conselho Federal de
Contabilidade em 27 de novembro de 2009, que torna o auditor de grupo responsável por todas as informações consolidadas,
conjugada com a Instrução CVM nº 308/99, Artigo 31, que dispõe sobre a rotatividade dos auditores independentes a cada
período de 5 (cinco) anos, a mudança de auditores realizada pelos nossos principais acionistas controladores foi o fator que
motivou a alteração de auditores da Companhia e de suas controladas.
Descrição do serviço contratado Auditoria das Demonstrações Financeiras e Informações Trimestrais, além de outros serviços relacionados à auditoria (ex.:
emissão carta conforto sobre Financial Ratios , Revisão da CVA (Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da
Parcela A) para órgão regulador (Aneel)).
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
A renumeração total da KPMG Auditores Independentes pelos serviços prestados no último exercício findo em 31.12.2011 foi
de R$79.247,70.
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
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Maurício Pires de Andrade Resende 09/08/2013 a 08/05/2014 603.835.426-34
Av. Presidente Wilson, 231, 8º e 22º andares, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20030-905,
Telefone (21) 39810665, Fax (21) 39810600, e-mail: mresende@deloitte.com
Antonio Carlos Brandão de Sousa 18/07/2012 a 08/08/2013 892.965.757-53
Av. Presidente Wilson, 231, 8º e 22º andares, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20030-905,
Telefone (021) 39810665, Fax (5521) 39810600, e-mail: antoniobrand@deloitte.com
Marcelo Salvador 09/05/2014 032.954.046-74
Rua Paraiba, 1.122, 20º andar, Funcionários, Belo Horizonte, MG, Brasil, CEP 30130-141,
Telefone (031) 32697452, Fax (031) 32697452, e-mail: msalvador@deloitte.com
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve.
Justificativa da substituição Não aplicável.
Possui auditor? SIM
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Nome/Razão social DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES
Tipo auditor Nacional
Código CVM 385-9
CPF/CNPJ 49.928.567/0002-00
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
A renumeração total da DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES pelos serviços a serem prestados
no exercício social findo em 31.12.2013 vai ser de R$ 266.909,99 .
Descrição do serviço contratado Auditoria das Demonstrações Financeiras da Companhia (individuais e consolidadas) preparadas de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil e IFRS correspondentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013, para emissão de
relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, bem como revisão das informações trimestrais,
além de outros serviços relacionados à auditoria como emissão de relatório regulatório como exigência do órgão regulador
ANEEL.
Período de prestação de serviço 18/07/2012
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
2.3 - Outras informações relevantes
2.3. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
Não há informações relevantes.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
(Reais) Exercício social (31/12/2012) Exercício social (31/12/2011)
3.1 - Informações Financeiras
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
3.2 - Medições não contábeis
3.2. Caso o emissor tenha divulgado, no decorrer do último exercício social, ou
deseje divulgar neste formulário medições não contábeis, como Lajida (lucro antes
de juros, impostos, depreciação e amortização) ou Lajir (lucro antes de juros e
imposto de renda), o emissor deve: (a) informar o valor das medições não
contábeis; (b) fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das
demonstrações financeiras auditadas; e (c) explicar o motivo pelo qual entende que
tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição
financeira e do resultado de suas operações.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
3.3 Identificar e comentar qualquer evento subsequente às últimas demonstrações
financeiras de encerramento de exercício social que as altere substancialmente
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.



1
Quando da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição
pública de valores mobiliários, as informações devem se referir a eventos subsequentes às últimas
informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
3.4 - Política de destinação dos resultados
3.4 Descrever a política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais, indicando:
Exercícios sociais encerrados em 2011, 2012 e 2013:
a) Regras sobre retenção de lucros:
No Estatuto Social da Companhia não há previsão para retenção de lucros, ficando a Companhia sujeita
ao artigo 196 da Lei 6.404/76, que estabelece que a Assembleia Geral poderá por proposta do Conselho de
Administração, deliberar sobre a retenção de parcela do lucro líquido do exercício prevista em orçamento de
capital por ela previamente aprovado.
Nos últimos 3 exercícios sociais, a Reserva de Retenção de Lucros foi constituída com o Lucro Líquido
do exercício remanescente após a constituição da reserva legal e as destinações com base em orçamento de
capital aprovado pela Assembleia Geral.


b) Regras sobre distribuição de dividendos
O Estatuto Social estabelece que após efetivadas as deduções previstas em lei, a Assembleia Geral
deliberará a distribuição de lucros com base em proposta apresentada pela Diretoria e ouvido o Conselho de
Administração. Sendo que em cada exercício social, os acionistas farão jus a um dividendo obrigatório de
25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido da Companhia, na forma do artigo 202 da Lei das S.A..

O Estatuto Social prevê ainda a deliberação do pagamento de juros sobre o capital próprio, pelo Conselho
de Administração, de acordo com a legislação em vigor, em substituição total ou parcial dos dividendos,
inclusive intermediários ou intercalares ou, ainda, em adição aos mesmos. Caberá também ao Conselho de
Administração, observada a legislação em vigor, fixar, a seu critério, o valor e a data do pagamento de cada
parcela de juros sobre o capital próprio ou dos dividendos intermediários ou intercalares, cujo pagamento vier
a deliberar.

A Assembleia Geral decidirá a respeito da imputação, ao valor do dividendo obrigatório, do montante dos
juros sobre o capital próprio deliberado pela Companhia durante o exercício.

c) Periodicidade das distribuições de dividendos

R$ mil
Valor das Retenções de Lucro 49.975 - 47.685
2013 2011 2012
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3.4 - Política de destinação dos resultados
Os dividendos devem ser propostos para apreciação da Assembleia Geral de Acionistas da Sociedade uma
vez por ano. Porém, o Estatuto Social prevê que a Companhia poderá, a critério do Conselho de
Administração, levantar demonstrações financeiras semestrais, trimestrais ou em períodos menores de tempo,
observadas as prescrições legais, e o Conselho de Administração poderá deliberar e declarar dividendos
intermediários à conta do lucro líquido apurado no período ou à conta de lucros acumulados ou de reserva de
lucros, inclusive como antecipação, total ou parcial, do dividendo obrigatório do exercício em curso.
Nos últimos 3 exercícios sociais, a companhia deliberou dividendos e/ou juros sobre capital próprio com
a seguinte periodicidade:



d) Eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação
especial aplicável ao emissor, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais.
Não há eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação
especial aplicável ao emissor, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais.
24/04/2014 R$ 129.100.000,00
24/04/2014 R$ 34.652.000,00
13/12/2013 R$ 5.144.195,31
07/06/2013 R$ 10.000.000,00
26/11/2012 R$ 110.790.226,62
11/04/2012 R$ 44.847.262,72
16/12/2011 R$ 66.364.580,45
28/04/2011 R$ 190.980.676,23
Data de
Aprovação
Montante
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3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
3.6. Informar se, nos 3 últimos exercícios sociais, foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou
reservas constituídas em exercícios sociais anteriores
Em 02 de outubro de 2012, a Administração Declarou dividendos intermediários no valor de
R$60.815.009,42, relativos ao resultado do período de janeiro a junho de 2012, e distribuição de reserva de
lucros existente no balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 de R$49.975.217,20, totalizando o montante
de R$110.790.226,62, que foram pagos em 11 de outubro de 2012.
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 11 de abril de 2012, foi aprovada a proposta da
Administração de pagamento de dividendos no montante de R$ 25.000.000,00, proveniente da conta de reserva
de lucros existente no balanço patrimonial de 31 de dezembro de 2011. O pagamento foi realizado em 31 de
outubro de 2012.
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 28 de abril de 2011, foi aprovada a proposta da
Administração de pagamento na forma de dividendos complementares no montante de R$106.718.106,36
proveniente da conta de reserva de retenção de lucros existente no balanço patrimonial de 31 de dezembro de
2010. O pagamento foi realizado em 17 de maio de 2011.





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31/12/2013 979.603.025,00 Índice de Endividamento 1,97492904
3.7 - Nível de endividamento
Exercício Social Montante total da dívida,
de qualquer natureza
Tipo de índice Índice de
endividamento
Descrição e motivo da utilização de outro índice
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Quirografárias 30.007.897,00 239.187.895,00 627.948.965,00 38.478.792,00 935.623.549,00
Garantia Flutuante 1.992.101,00 0,00 41.987.375,00 0,00 43.979.476,00
Observação
Total 31.999.998,00 239.187.895,00 669.936.340,00 38.478.792,00 979.603.025,00
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
Exercício social (31/12/2013)
Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total
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3.9 - Outras informações relevantes
3.9. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante:
A Companhia possui cláusulas que podem gerar antecipação do vencimento de dívidas em determinados
contratos de empréstimos e financiamentos, bem como nos contratos de debêntures, inclusive cross default. Os
empréstimos com o Citibank, BNDES e as emissões de debêntures, classificados no circulante e no não
circulante, preveem a manutenção de indicadores de endividamento e cobertura de juros (covenants). No quarto
trimestre de 2013, a Companhia atendeu todos os indicadores requeridos contratualmente.



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4.1 - Descrição dos fatores de risco
4.1. Descrever fatores de risco que possam influenciar a decisão de investimento, em especial,
aqueles relacionados:
Os riscos descritos neste Formulário de Referência constituem aqueles que à luz do entendimento da
Companhia podem afetar substancial e adversamente, seus negócios, sua condição financeira e seus resultados
operacionais, influenciando, deste modo, eventuais decisões de investimento relacionadas à Companhia.

a. ao emissor
A implementação da estratégia de negócios da Companhia, bem como seu crescimento futuro, exigirão
capital adicional, que talvez não esteja disponível ou, caso disponível, poderá não estar em condições
favoráveis.
A implementação da estratégia de negócios da Companhia, bem como seu crescimento futuro, exige
quantidade significativa de investimento em capital fixo. Poderá vir a ser necessário à Companhia buscar capital
adicional, quer mediante a emissão de títulos de dívida ou tomada de empréstimos ou emissão de valores
mobiliários no mercado de capitais. A capacidade futura de captação de capital da Companhia dependerá de sua
rentabilidade futura, bem como da conjuntura política e econômica mundial, incluindo a brasileira, que são
afetadas por fatores fora do controle da Companhia. Necessitando de capital adicional, talvez o mesmo não se
encontre disponível no mercado de crédito ou caso disponível não esteja em condições favoráveis. Caso a
Companhia incorra em endividamento adicional, os riscos associados com sua alavancagem financeira poderão
aumentar, tais como a possibilidade de a Companhia não conseguir gerar caixa suficiente para pagar o principal,
juros e outros encargos relativos à dívida, causando um efeito adverso relevante sobre a Companhia. Além do
mais, potenciais endividamentos poderão reduzir a sua flexibilidade operacional e financeira.


Disputas judiciais e administrativas podem afetar de forma adversa os resultados da Companhia.
Em 31 de março de 2014, a Light Energia S.A. era parte (ré/reclamada) em aproximadamente 236
(duzentas e trinta e seis) ações judiciais e processos administrativos relacionados a matérias cíveis, fiscais,
trabalhistas, ambientais e regulatórias, os quais somavam contingência estimada de R$ 19.449.000 (dezenove
milhões e quatrocentos e quarenta e nove mil reais), dos quais R$ 1.947.000,00 (um milhão novecentos e
quarenta e sete mil reais) referem-se a processos com prognóstico de perda provável, R$ 11.546.000,00 (onze
milhões quinhentos e quarenta e seis mil reais) referem-se aos processos com prognóstico de perda possível e R$
5.956.000,00 (cinco milhões novecentos e cinquenta e seis mil reais) referem-se a processos com prognóstico de
perda remoto (o que não inclui processos não quantificáveis ou com pedidos não pecuniários). Nessa mesma
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
data, estava provisionado no balanço da Light Energia S.A. o valor de aproximadamente R$ 2.120.000,00 (dois
milhões, cento e vinte mil reais) para fazer face às perdas prováveis.
Assim, em 31 de março de 2014, a provisão para contingências oriundas de processos judiciais totalizava
R$ 2.120.000,00 (dois milhões, cento e vinte mil reais). Para mais informações, ver o item 4.3 deste Formulário.

A energia assegurada das usinas da Companhia pode sofrer redução.
De acordo com o Decreto nº 2.655, de 2 de julho de 1998, a cada usina hidrelétrica participante do SIN
[1]

corresponderá um montante de Energia Assegurada
[2]
, mediante mecanismo de compensação da energia
efetivamente gerada. A Energia Assegurada relativa a cada usina participante do MRE
[3]
constituirá o limite de
contratação para os geradores hidrelétricos do sistema e será revista a cada cinco anos, ou na ocorrência de
eventos relevantes. As revisões não poderão implicar redução superior a 5% do valor estabelecido na última
revisão, limitadas as reduções, em seu todo, a 10% do valor de base, constante do respectivo Contrato de
Concessão. Em 18 de novembro de 2004, o Ministério de Minas e Energia (“MME”) divulgou Portaria nº 303, na
qual estabelece que a garantia física dos empreendimentos de geração hidrelétrica, exceto Itaipu Binacional, é o
valor vigente naquela data, a título de energia assegurada, até 31 de dezembro de 2014. A Companhia não tem
como garantir que a sua Energia Assegurada não será reduzida a partir de 2015. Caso ocorra diminuição da
Energia Assegurada, haverá impacto negativo na receita, porém não afetará os atuais contratos de venda de
energia da geradora, tendo em vista que o volume de energia alocado em contratos é inferior a possível redução
de até 5% da atual Energia Assegurada.

Os recursos alocados pela Companhia para atender às suas obrigações previdenciárias podem ser inferiores
ao valor estimado de tais obrigações.
Em 13 de fevereiro de 2014, foi concluída a quitação integral da dívida com a Fundação de Seguridade
Social Braslight, pelo saldo apurado em 31 de dezembro de 2013, atualizado pelo CDI até a data de pagamento.
No que tange aos planos de previdência complementar dos empregados da Companhia, na hipótese de
reduções, a longo prazo, nas taxas de juros, reduções nos valores de mercado dos valores mobiliários mantidos

[1]
Sistema Interligado Nacional
[2]
Quantidade de energia elétrica de uma usina estabelecida pelo Poder Concedente no respectivo contrato de concessão, que deverá ser
disponibilizada para venda.
[3]
Mecanismo de realocação de energia destinado a distribuir o risco hidrológico entre as Geradoras, na medida em que cada Geradora
tenha assegurado o pagamento pelo montante de sua Energia Assegurada, enquanto os membros do MRE, em conjunto, forem capazes
de satisfazer os níveis de Energia Assegurada do MRE.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
pelos planos ou de outras mudanças adversas nas demais premissas, a posição de seus planos pode ser
significativamente prejudicada, implicando em reconhecimento de um passivo e afetando, portanto, o nível das
contribuições a serem feitas pela Companhia aos planos de previdência dos seus empregados.
Atualmente, a Companhia não estima obrigações relativas a fundos de pensão. No entanto, no caso de
alteração de eventuais premissas, a Companhia pode ser obrigada a fazer contribuições adicionais aos planos de
pensão dos empregados, o que pode afetar adversamente seus resultados.
Adicionalmente, os critérios de determinação do valor do aporte da Companhia para o cumprimento de
suas obrigações previdenciárias com seus participantes e assistidos dos seus planos de previdência complementar
poderão ser revisados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) de forma a
aumentar a obrigação da Companhia.

A Companhia é responsável por quaisquer perdas resultantes da provisão inadequada de serviços de
eletricidade e sua cobertura de seguros pode não cobrir inteiramente tais danos.
Nos termos da legislação brasileira, a Companhia tem responsabilidade objetiva por perdas e danos,
diretos e indiretos, decorrentes de prestação de geração de energia elétrica inadequados. Além disso, suas
instalações de geração podem ser responsabilizadas por perdas e danos causados a terceiros em decorrência de
interrupções ou distúrbios nos sistemas de geração, sempre que essas interrupções ou distúrbios não forem
atribuíveis a um integrante identificado do ONS
1
, independentemente de culpa. As contingências resultantes
dessas interrupções ou distúrbios que não sejam cobertas pelas apólices de seguro da Companhia ou que
ultrapassem os valores cobertos podem resultar em custos adicionais à Companhia e podem afetar substancial e
adversamente seus negócios, condição financeira e resultados operacionais.

Caso a Companhia não consiga cumprir seu programa de investimentos nos prazos adequados, a
operação e o desenvolvimento dos seus negócios podem ser substancial e adversamente afetados.
A capacidade da Companhia de concluir o seu programa de investimento depende de uma série de
fatores, inclusive de sua capacidade de obter e manter suas licenças ambientais e seu acesso aos mercados de
capitais nacional e internacional, além de várias outras circunstâncias operacionais e regulatórias.
Não há certeza de que a Companhia disporá de recursos financeiros para concluir seu programa de
investimentos proposto, sendo que a impossibilidade de fazê-lo poderá afetar de maneira adversa e relevante a
sua operação e o desenvolvimento dos seus negócios.


1 Operador Nacional do Sistema Elétrico

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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A construção, ampliação, operação e manutenção de instalações e equipamentos destinados à geração
de energia elétrica envolvem riscos significativos.
A construção, manutenção, expansão e operação de instalações e equipamentos para a geração de energia
envolvem vários riscos, incluindo:
- incapacidade de obter permissões e aprovações governamentais;
- indisponibilidade de equipamentos;
- indisponibilidade dos sistemas de transmissão;
- interrupções no trabalho;
- greves e outras disputas trabalhistas;
- agitações sociais;
- interferências hidrológicas e meteorológicas;
- problemas inesperados de engenharia e de natureza ambiental;
- atrasos na construção e na operação, ou custos excedentes não previstos;
- mudanças nos subsídios atualmente existentes;
- necessidade de altos investimentos de capital; e
- indisponibilidade de financiamentos adequados.
A Companhia não possui cobertura de seguros para alguns destes riscos. A ocorrência destes ou outros
problemas poderá afetar adversamente a capacidade da Companhia de gerar energia em quantidade compatível
com suas projeções ou com suas obrigações perante seus clientes, o que pode ter um efeito relevante adverso na
situação financeira e no seu resultado operacional.

A Companhia poderá ser impelida a arcar com eventuais indenizações decorrentes de discussões a
respeito da titularidade de seus imóveis.
A Companhia desenvolve suas atividades em vastas áreas territoriais, abrangendo diversos imóveis que,
mesmo sendo utilizados há muitos anos, podem não estar regulares no tocante à sua situação jurídica, inclusive
no que diz respeito à titularidade da propriedade.
A geração de energia elétrica configura serviço essencial, de modo que as atividades exercidas em
referidos imóveis, regulares ou não, estão protegidas pelo “Princípio da Continuidade do Serviço Público”.
Porém, os imóveis que não são utilizados pela Companhia diretamente na geração de energia elétrica não gozam
desta proteção. Não é possível descartar a possibilidade de a Companhia ser impelida a arcar com eventuais
indenizações, com relação ao uso dos imóveis irregulares não sujeitos à referida proteção, o que poderá afetar
adversamente os seus negócios e resultados operacionais.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco

Tendo em vista que parte substancial dos ativos da Companhia é dedicada ao fornecimento de um
serviço público essencial, esses ativos não estarão disponíveis para liquidação em caso de falência e não
estarão sujeitos a penhora para garantia de juízo.
Parte substancial dos ativos da Companhia é considerada pelos tribunais brasileiros como dedicada ao
fornecimento de serviço público essencial. Deste modo, esses ativos não estarão disponíveis para liquidação em
caso de falência ou penhora para garantia de juízo e, na hipótese de falência, de acordo com os termos da
concessão e da legislação brasileira, serão revertidos para o governo federal.
Caso eventuais indenizações a serem pagas pelo governo federal à Companhia por essas reversões sejam
menores do que o valor de mercado dos ativos revertidos, essas restrições à liquidação e penhora poderão
diminuir significativamente os valores a que a Companhia teria direito em caso de liquidação.

A qualidade do abastecimento da Região Metropolitana do Rio de J aneiro
depende da atividade de geração da Companhia.
Os sistemas de abastecimento de água e de energia elétrica da Região Metropolitana do Rio de Janeiro
são interligados. Pelas usinas hidrelétricas do Complexo de Lajes, cuja concessão pertence à Light, passa hoje
cerca de 96% da água que abastece a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O elevado grau de complexidade
do sistema de adução de água nesse complexo exige coordenação entre as diversas entidades envolvidas, mesmo
para operações de manutenção, que em outras usinas seriam simples. Na hipótese da ocorrência de um acidente
no percurso hidráulico, há risco de comprometimento da disponibilidade ou da portabilidade da água disponível
para a população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

b. a seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle
A Companhia é controlada por poucos acionistas, que agem de forma coordenada, e seus interesses
podem conflitar com os interesses dos potenciais investidores nas Ações.
Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia era controlada por sua holding Light S.A., com controle
indireto conjunto de três acionistas (“Acionistas Controladores”): Companhia Energética de Minas Gerais
(“CEMIG”), Rio Minas Energia Participações S.A. (“RME”) e Luce Empreendimentos e Participações S.A.
(“LEPSA”). O poder de controle é exercido de forma compartilhada por estes acionistas que celebraram acordo
de acionistas regulando, entre outros, o exercício do poder de controle na Light S.A. e suas Subsidiárias
2
. Os

2
São as seguintes sociedades subsidiárias, diretas ou indiretas, da Light S.A.: Light Serviços de Eletricidade S.A., Light Energia S.A.,
Lightger S.A., Itaocara Energia Ltda.., Amazônia Energia S.A., Light Esco Prestação de Serviços S.A., LightCom Comercializadora de
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Acionistas Controladores poderão se ver em situação que configure conflito de interesses com os da Companhia.
Em particular, os Acionistas Controladores controlam as decisões das Assembleias gerais da Companhia e
podem eleger a maioria dos membros do conselho de administração. Os Acionistas Controladores podem dirigir
as ações da Companhia em áreas como estratégica, financeira, distribuição, aquisição e alienação ou oneração de
ativos. A decisão dos Acionistas Controladores quanto a estes assuntos pode divergir da decisão esperada pelos
acionistas minoritários.

c. a seus acionistas
A Companhia pode vir a precisar de capital adicional no futuro, através da emissão de ações, o que
poderá resultar na diluição da participação do investidor no capital social.
A Companhia pode vir a necessitar de recursos adicionais no futuro através de operações de emissão pública ou
privada de ações ou outros valores mobiliários conversíveis em ações. Qualquer captação de recursos através da
distribuição pública de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações pode ser realizada com a exclusão do
direito de preferência dos seus acionistas, o que pode resultar na diluição da participação do investidor no capital
social.

d. a suas controladas e coligadas
A distribuição de dividendos da Light Energia depende do seu resultado e de Subsidiárias.
A Companhia, além de seus ativos de geração de energia, possui o controle nos seguintes
empreendimentos: Lajes Energia S.A., Central Eólica Fontainha Ltda. e Central Eólica São Judas Tadeu Ltda..
Também possui o controle compartilhado da Renova Energia S.A. e da Guanhães Energia S.A.. A Companhia
pode não apresentar resultado a ser distribuído caso as suas subsidiárias registrem prejuízo que impacte no
resultado consolidado.

e. a seus fornecedores
Eventuais atrasos ou falhas na prestação de serviços pelas construtoras contratadas pela Companhia e
no fornecimento de máquinas e equipamentos podem ter um efeito adverso em sua imagem e em seus
negócios.

Energia S.A., Light Soluções em Eletricidade Ltda., SPE Energia Olímpica S.A., Instituto Light, Axxiom Soluções Tecnológicas S.A. e
CR Zongshen E-Power Fabricadora de Veículos S.A..

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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A Companhia, bem como suas subsidiárias, terceiriza os serviços de construção de que necessita para
desenvolver seus empreendimentos e adquire de terceiros as máquinas e equipamentos necessários. Deste modo,
o prazo e a qualidade dos empreendimentos dos quais a Companhia participa dependem certas vezes de fatores
que estão fora do seu controle. A terceirização da construção pode influenciar na identificação de atrasos e
falhas, e, consequentemente, na sua correção. Eventuais falhas, atrasos ou defeitos na prestação dos serviços
pelas construtoras contratadas pela Companhia bem como no fornecimento das máquinas ou equipamentos
adquiridos podem ter um efeito negativo em sua imagem e impactar negativamente os negócios e as operações
da Companhia.

A terceirização de parte substancial das atividades da Companhia pode trazer
consequências adversas relevantes na sua gestão.
Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia tinha em vigor 26 contratos com prestação de serviço, supridos
por 22 empresas. São 398 prestadores de serviços contínuos, atuando em atividades fim quanto nas atividades
meio: manutenções diversas, obra civil, reflorestamento, remoção de plantas, representando um custo médio
mensal de cerca de R$ 3,7 milhões.
Na hipótese de uma ou mais empresas terceirizadas, contratadas para atuarem na atividade-meio da
Companhia, não cumprirem suas obrigações trabalhistas e previdenciárias, a Companhia poderá ser condenada
subsidiariamente em eventuais reclamações trabalhistas propostas.
Em caso de ações judiciais trabalhistas relativas às empresas contratadas para prestar serviços na
atividade fim da Companhia, não sendo respeitado o art. 3º da CLT que estabelece os requisitos de empregado
(pessoa física; subordinação; trabalho não eventual), existirá o risco de caracterização de vínculo empregatício
entre os trabalhadores terceirizados e a Companhia.
Em quaisquer dessas hipóteses, o resultado da Companhia poderá ser impactado adversamente.

f. a seus clientes
Os resultados da Companhia podem ser afetados em decorrência da inadimplência de seus consumidores.
A Companhia possui hoje contratos de fornecimento de energia pré-estabelecidos com diversos clientes.
A ocorrência de qualquer situação que afete adversamente a capacidade destes clientes de honrarem com as
obrigações previstas nos seus respectivos contratos poderá ter efeito adverso na condução dos negócios da
Companhia, seus resultados operacionais e sua condição financeira.

g. aos setores da economia nos quais o emissor atue
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Os resultados da Companhia podem ser afetados negativamente por condições hidrológicas
desfavoráveis e risco de escassez de energia elétrica.
A matriz energética brasileira é predominantemente hídrica, segundo dados do Operador Nacional do
Sistema Elétrico (“ONS"), aproximadamente 68% do suprimento de energia do Sistema Interligado Nacional
(“SIN”), é gerado por usinas hidrelétricas. Como o SIN opera em sistema de despacho otimizado e centralizado
pelo ONS, cada usina hidrelétrica, incluindo as usinas hidrelétricas da Companhia, estão sujeitas a variações nas
condições hidrológicas verificadas tanto na região geográfica em que a Companhia opera como em outras
regiões do país. A região em que suas usinas hidrelétricas operam está sujeita a condições hidrológicas
imprevisíveis, com desvios não cíclicos da média de chuvas.
Condições hidrológicas desfavoráveis podem causar, entre outras coisas, a implementação de programas
amplos de conservação de eletricidade, incluindo reduções compulsórias no consumo de eletricidade, podendo
afetar adversamente os indicadores operacionais da empresa, assim como seu equilíbrio econômico-financeiro.
A última vez que o Governo Federal implantou um programa de redução do consumo de energia foi em
2001. O Programa de Racionamento, como ficou conhecido, foi concebido com o objetivo de reduzir o consumo
de eletricidade, de 1º de junho de 2001 até 28 de fevereiro de 2002.
Caso o Brasil passe por mais um período de potencial ou efetiva escassez de energia elétrica, o Governo
Federal poderá colocar em prática políticas e medidas com o objetivo de reduzir compulsoriamente a demanda de
energia do país. No que tange a Geradora, um eventual racionamento de energia elétrica poderá gerar uma
redução dos contratos de venda de energia no mesmo percentual estabelecido para o racionamento, ocasionando
uma consequente redução no faturamento da Light Energia.
Com a diminuição da carga devido ao racionamento, haverá uma redução na geração de energia elétrica
em todo o SIN. Caso esta redução seja feita apenas nas usinas hidroelétricas, com o intuito de se reencher os
reservatórios, a contabilização das geradoras hidráulicas na CCEE será afeta por dois efeitos de sentidos
contrários. Se por um lado a redução da geração hidráulica tende a diminuir o GSF, a redução dos contratos
tende a reduzir o nível de exposição das geradoras hidráulicas ao PLD.

A Companhia não pode assegurar a renovação do Contrato de Concessão.
A Companhia desenvolve suas atividades de geração de acordo com o Contrato de Concessão celebrado
com a União, que tem prazo até junho de 2026. A Constituição Federal determina que qualquer concessão
relativa a serviços públicos seja outorgada por meio de processo licitatório. Em 1995, esforçando-se para
implementar essas disposições constitucionais, o governo brasileiro editou certas leis e regulamentos, conhecidos
em conjunto como Lei de Concessões, regulando os procedimentos licitatórios para outorga de concessão.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Conforme determina a Lei de Concessões, após modificações da Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico
3
,
mediante requisição da concessionária, as concessões existentes poderiam ter seus prazos estendidos pelo
governo brasileiro por períodos adicionais de até 30 anos sem que precisassem sujeitar-se a novo procedimento
licitatório, desde que tal concessionária tiver atingido padrões mínimos de performance e que a proposta seja
aceitável pelo governo brasileiro. Tendo em vista o vencimento dos contratos de diversas concessionárias entre
os anos de 2015 e 2017, sem previsão contratual de cláusula de renovação, o governo brasileiro editou a Medida
Provisória nº 579 (“MP579”) em setembro de 2012, com o objetivo de estabelecer regras no processo de
renovação dos contratos.
Em função do grau de discricionariedade concedido à Aneel pela Lei de Concessões e pelos contratos de
concessão com relação à renovação do prazo das concessões existentes, e dada a falta de precedentes duradouros
com relação ao exercício pela Aneel de tal discricionariedade além da edição recente da MP579, a Companhia
não pode assegurar que obterá novas concessões ou que suas concessões serão estendidas em termos tão
favoráveis quanto os atualmente vigentes.

Alterações nas leis tributárias brasileiras podem ter impacto adverso nos resultados operacionais da
Companhia.
O Governo Federal regularmente implementa mudanças nas leis tributárias, as quais afetam os
participantes do mercado brasileiro de energia, a Companhia e as Geradoras. Essas mudanças incluem ajustes nas
alíquotas aplicáveis e, ocasionalmente, imposição de tributos temporários cujos recursos são alocados para certos
fins determinados pelo Governo Federal. Tais medidas podem aumentar as obrigações fiscais da Companhia, o
que poderá, por sua vez, influenciar sua lucratividade, e afetar adversamente os resultados operacionais da
mesma.
Caso a Companhia não consiga repassar aos consumidores o custo relativo a esses tributos adicionais,
compensando referidos efeitos em sua estrutura de custos, os resultados operacionais e a condição financeira da
Companhia poderão ser adversamente afetados.

h. à regulação dos setores em que o emissor atue
A Companhia pode ser penalizada pela Aneel pelo descumprimento dos termos do Contrato de
Concessão, o que poderia resultar em multas, penalidades e, dependendo da gravidade do descumprimento, no
término da concessão.

3
Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004,
pelo Decreto nº 5.175, de 9 de agosto de 2004, e pelo Decreto nº 5.184, de 16 de agosto de 2004.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A Companhia desenvolve suas atividades de geração de acordo com o Contrato de Concessão celebrado
com a União, de modo que a Aneel, por sua vez, pode impor penalidades caso a Companhia descumpra qualquer
disposição de tal contrato, incluindo os padrões mínimos de qualidade determinados pela Aneel para a geração
de energia elétrica, assim como para o aperfeiçoamento dos serviços. Dependendo da gravidade do
descumprimento, essas penalidades incluem desde advertências e multas até a extinção da concessão.
Adicionalmente, a Aneel tem o poder de pôr fim às concessões da Companhia antes de seus prazos
estipulados nos contratos de concessão nos casos de falência ou dissolução, ou por meio de expropriação em
decorrência de interesse público.
A Companhia não pode assegurar que não será penalizada pela Aneel. O ressarcimento a que a
Companhia fará jus com a revogação da concessão poderá não ser
suficiente para a reversão do valor integral de certos ativos. Caso o Contrato de Concessão seja rescindido por
culpa da Companhia, o valor efetivo do ressarcimento pela Aneel poderá ser substancialmente reduzido por meio
da imposição de multas ou penalidades. Da mesma forma, a imposição de multas ou penalidades para a
Companhia ou a revogação da concessão pode afetar substancial e materialmente seus negócios, condição
financeira e resultados operacionais.

As regras para a venda de energia elétrica e as condições de mercado podem
expor a Companhia à volatilidade dos preços no mercado ‘spot’.
De acordo com as regras estabelecidas pela Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico, a Geradora,
pertencente a um grupo de empresas do setor de energia, não pode vender energia diretamente para a
Distribuidora desse mesmo grupo.
Como resultado, a Geradora tem que vender a eletricidade produzida em mercado regulado por meio de
leilões públicos conduzidos pela Aneel ou no ACL
4
. A legislação permite que Distribuidoras que contratem
energia das Geradoras no ACR
5
possam reduzir a quantidade de energia contratada até certo limite, expondo as
Geradoras ao risco de não alcançar preços adequados pela energia.
Contratos firmados no ACL com consumidores que são permitidos comprar energia diretamente de
Geradoras ou de comercializadores de energia (os Consumidores Livres) também prevêem a possibilidade de

4
Ambiente de Contratação Livre. No ACL são efetuadas operações de compra e venda de energia
elétrica a preços livremente negociados entre Geradoras, Consumidores Livres e empresas
comercializadoras de energia elétrica.

5
Ambiente de Contratação Regulado. No ACR são efetuadas operações de compra e venda de energia
elétrica a preços obtidos por meio de leilões públicos para atendimento ao mercado de Consumidores
Cativos das Distribuidoras.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
redução da energia originalmente contratada (aproximadamente 10%), o que pode afetar substancial e
adversamente os negócios da Companhia, sua condição financeira e resultados operacionais.
Nos leilões iniciais realizados em 2004, a Companhia contratou 95% de sua Energia Assegurada, sendo
que, deste total, 23% tem prazo de vencimento que se dará em 2014. A Companhia não pode assegurar que o
volume total de energia será recontratado até a data de vencimento de seus contratos, ficando a Companhia
vulnerável aos preços vigentes no mercado spot.
Caso a Companhia fique impossibilitada de vender toda sua capacidade energética nos leilões ou no ACL,
ela pode ser forçada a vendê-la no mercado spot, onde os preços são voláteis. Caso tal situação ocorra em
momentos de baixa nos preços do mercado spot, a receita e resultados operacionais da Companhia podem ser
substancial e adversamente afetados.
Caso a Companhia se veja na situação de não ter energia suficiente para honrar seus compromissos, terá
que adquirir no mercado spot energia adicional para fazer face às suas necessidades de fornecimento e poderá vir
a pagar um preço superior ao que obterá com o fornecimento a seus clientes, o que pode afetar substancial e
adversamente os negócios da Companhia, sua condição financeira e resultados operacionais.

Alterações nas leis e regulamentos ambientais e de segurança do trabalho podem afetar de maneira
adversa os negócios das empresas do setor de energia elétrica, inclusive a Companhia.
A Companhia está sujeita a uma rigorosa legislação ambiental e de segurança do trabalho nas esferas
federal, estadual e municipal no tocante, dentre outros, às emissões atmosféricas e às intervenções em áreas
especialmente protegidas. A Companhia necessita de licenças e autorizações de agências governamentais para a
condução de suas atividades. Na hipótese de violação ou não cumprimento de tais leis, regulamentos, licenças e
autorizações, a Companhia pode sofrer sanções administrativas, tais como multas, interdição de atividades,
cancelamento de licenças e revogação de autorizações, ou estar sujeita a sanções criminais (inclusive seus
administradores). O Ministério Público poderá instaurar inquérito civil e/ou, desde logo, promover ação civil
pública visando o ressarcimento de eventuais danos ao meio ambiente e terceiros. As agências governamentais
ou outras autoridades podem também editar novas regras mais rigorosas ou buscar interpretações mais restritivas
das leis e regulamentos existentes, que podem obrigar a Companhia a gastar recursos adicionais na adequação
ambiental, inclusive obtenção de licenças ambientais para instalações e equipamentos que não necessitavam
anteriormente dessas licenças ambientais.
As agências governamentais ou outras autoridades podem, ainda, atrasar de maneira significativa a
emissão das licenças e autorizações necessárias para o desenvolvimento dos negócios da Companhia, causando
atrasos em cronogramas de implantação de projetos e gerando, consequentemente, efeitos adversos nos negócios
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
e resultados da Companhia. Qualquer ação neste sentido por parte das agências governamentais poderá afetar de
maneira negativa os negócios do setor de energia elétrica e ter um efeito adverso para os negócios e resultados da
Companhia. A demora ou indeferimento, por parte dos órgãos ambientais licenciadores, na emissão ou na
renovação de licenças, assim como eventual impossibilidade da Companhia em atender às exigências
estabelecidas por tais órgãos ambientais no curso do processo de licenciamento ambiental, poderão prejudicar, ou
mesmo impedir, conforme o caso, a instalação e a operação dos empreendimentos, bem como o desenvolvimento
das atividades da Companhia, podendo afetar adversamente os seus resultados operacionais.
Sem prejuízo do disposto acima, a inobservância da legislação ambiental ou das obrigações assumidas
pela Companhia por meio da celebração de termos de ajustamento de conduta ou acordos judiciais poderá causar
impacto adverso relevante na imagem, receitas e resultados operacionais da Companhia.


i. aos países estrangeiros onde o emissor atue
Não aplicável, dado que a Light Energia S.A. não atua em países estrangeiros.

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4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
4.2. Em relação a cada um dos riscos acima mencionados, caso relevantes,
comentar sobre eventuais expectativas de redução ou aumento na exposição do
emissor a tais riscos

A Companhia monitora constantemente os riscos do seu negócio e que possam
impactar de forma adversa suas operações e seus resultados, inclusive mudanças no
cenário macroeconômico e setorial que possam influenciar suas atividades, analisando
índices de preços e de atividade econômica, assim como a oferta e demanda de energia
elétrica. A Companhia administra de forma conservadora sua posição de caixa e seu
capital de giro. Atualmente, a Companhia não identifica cenário de aumento ou redução
dos riscos mencionados acima.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
4.3 Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais em que o emissor ou suas controladas
sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros: (i) que não estejam sob sigilo, e
(ii) que sejam relevantes para os negócios do emissor ou de suas controladas, indicando:
Em 31 de março de 2014, a Light Energia S.A. era parte (ré/reclamada) em aproximadamente 236
(duzentas e trinta e seis) ações judiciais e processos administrativos relacionados a matérias cíveis, fiscais,
trabalhistas, ambientais e regulatórias, os quais somavam contingência estimada de R$ 19.449.000,00 (dezenove
milhões, quatrocentos e quarenta e nove mil reais) (o que não inclui processos não quantificáveis ou com pedidos
não pecuniários). Nessa mesma data, estava provisionado no balanço da Light Energia S.A. o valor de
aproximadamente R$ 2.120.000,00 (dois milhões, cento e vinte mil reais) para fazer face às perdas prováveis.
Assim, em 31 de março de 2014, a provisão para contingências oriundas de processos administrativos e
judiciais de natureza tributária, cível, trabalhista, previdenciária, ambiental e regulatória totalizava R$
2.120.000,00 (dois milhões, cento e vinte mil reais).

Ações Civis Públicas, Coletivas e Populares

Em 31 de março de 2014, havia 1 (uma) ação popular, movida em face da Light Energia S.A.. A Light
Energia considera essa ação relevante haja vista que ação popular é o instrumento processual, previsto na
Constituição Federal brasileira e em leis infraconstitucionais, de que podem se valer as entidades legitimadas
para a defesa de interesses difusos (aqueles que pertencem a um grupo, classe ou categoria indeterminável de
pessoas, que são reunidas entre si pela mesma situação de fato), interesses coletivos (aqueles que podem ser
exercidos apenas comunitariamente, decorrendo de um vínculo que une a todos) e os interesses individuais
homogêneos (aqueles que pertencem a um grupo, classe ou categoria determinável de pessoas, tem uma origem
comum, e tem natureza divisível, ou seja, podem ser quantificados e divididos entre os integrantes do grupo).

Ação Popular - Irregularidade na compra da Light
Processo nº. 0024.08.008.068-2
Juízo: 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual – Comarca de Belo
Horizonte.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 07 de maio de 2008.
Partes do Processo: Marco Aurélio Flores Canone em face da Light
Energia; Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light
SESA”), Light S.A e outros.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa desconstituir a compra de participação societária na
Light S.A. pela Companhia Energética de Minas Gerais
(“CEMIG”) em consórcio com a Andrade Gutierrez
Concessões S.A., JLA Participações S.A. e Pactual
Energia Participações S.A que formaram o Grupo Rio
Minas Energia Participações S.A (“RME”).
Principais fatos: Em sede de Agravo de Instrumento, foi negado
provimento ao agravo interposto por Marco Aurélio
Flores Canone e não houve interposição de recurso.
Após apresentadas as peças de defesa (contestação) dos
réus, aguarda-se o prosseguimento do feito. Ressalta-se
que ainda nem todos os réus foram citados.
Chance de perda: Remota.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Alteração da composição societária da Light S.A.,
gerando impacto na sua imagem perante os investidores.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Portanto, eventual decisão desfavorável na referida ação traria repercussão à coletividade. Não é possível
estimar o valor total envolvido nessa ação, em virtude de sua natureza.

Processos Trabalhistas

Em 31 de março de 2014, existiam cerca de 35 (trinta e cinco) ações trabalhistas em andamento contra a
Light Energia S.A., no montante quantificado em R$ 12.693.000,03 (doze milhões, seiscentos e noventa e três
mil reais e três centavos), sendo que deste total, R$ 2.120.000,00 (dois milhões, cento e vinte mil reais) estão
provisionados.
Como regra para o provisionamento de valores desses processos, a Light Energia utiliza o prognóstico de
perda por pedido, sendo considerado para a provisão aqueles classificados como perda provável. A Light
Energia considera as ações abaixo relevantes considerando a matéria discutida e do valor do risco.

Acidente do Trabalho – Fatal
Reclamação Trabalhista nº 01114-2007-343-01-00-9
Apensado ao Processo de Consignação em Pagamento
0081200-74.2007.5.01.0343
Juízo: 3ª Vara do Trabalho de Volta Redonda.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 13 de julho de 2007.
Partes do Processo: Aline Cristina Dias, Anderson Felipe Dias e Antonio
Manoel Dias, em face da Light Energia S.A. (“Light
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Energia”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Reclamação trabalhista, na qual se postula horas extras e
reflexos, horas de sobreaviso e reflexos, multa de 20%
do FGTS, integração do adicional de periculosidade,
indenização pela morte do pai dos reclamantes,
indenização por danos morais. O valor envolvido é
R$1.388.255,26 (um milhão, trezentos e oitenta e oito
mil, duzentos e cinquenta e cinco reais e vinte e seis
centavos).
Principais fatos: Sentença foi procedente em parte, condenando a Light
Energia ao pagamento das horas extras, adicional de
sobreaviso e multa do art. 477 da Consolidação das Leis
do Trabalho (“CLT”). Foi interposto recurso ordinário
por ambas as partes. Foi reformada a sentença
condenando a Light Energia ao pagamento de
indenização por danos morais no valor total de
R$50.000,00 (cinquenta mil reais), e a título de danos
materiais, no valor de R$34.246,56 (trinta e quatro mil,
duzentos e quarenta e seis reais e cinquenta e seis
centavos), para cada reclamante. Recurso de Revista não
admitido. Foi interposto Agravo de Instrumento que não
foi provido. Atualmente em perícia contábil. Houve
impugnação do autor quanto à sentença de liquidação.
Logo após, foram feitas juntadas de petições com
manifestações sobre os cálculos. Foi garantido o juízo
por embargos em execução e teve valor liberado aos
reclamantes por alvará no total de R$612.906,29
(seiscentos e doze mil, novecentos e seis reais e vinte e
nove centavos).
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$775.348,97 (setecentos e setenta e cinco mil, trezentos
e quarenta e oito reais e noventa e sete centavos).


Vínculo Empregatício
Processo nº 0000185-78.2010.5.15.0023
Juízo: 23ª Vara do Trabalho de Jacareí - SP.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 01 de março de 2010.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Partes do Processo: Renata da Silva Ramos em face da Light Energia S.A.
(“Light Energia”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A reclamante pretende o reconhecimento de vínculo de
emprego com a Light Energia, alegando a nulidade da
contração por pessoa jurídica e por pessoa física,
requerendo condenação de verbas trabalhistas, diferenças
com juros e correção, indenização por danos morais,
indenização por assédio moral, reembolso de despesas,
responsabilidade civil por danos, ressarcimento de
prejuízos. O valor envolvido é R$4.915.516,64 (quatro
milhões, novecentos e quinze mil, quinhentos e dezesseis
reais e sessenta e quatro centavos).
Principais fatos: A sentença acolheu a prejudicial, declarando prescritos
os direitos pretendidos pela reclamante e extinguiu o
processo, com julgamento do mérito. Foi interposto
Recurso Ordinário pela reclamante. Foi dado provimento
ao Recurso Ordinário afastando a prescrição total do
direito de ação, determinando-se a baixa dos autos à vara
de origem, para instrução e julgamento da ação. Foi
proferida sentença em fevereiro de 2014.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Equiparação Salarial, Horas Extras, Adicional de Sobreaviso e outros
Processo nº 0001366-08.2010.5.01.0055
Juízo: 55ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de novembro de 2010.
Partes do Processo: André Luis da Silva Coutinho em face da Light Energia
S.A. (“Light Energia”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende equiparação salarial e reflexos,
horas extras e reflexos, adicional por transferência de
cidade; adicional noturno; diferença de adicional de
periculosidade, diferenças de adicional de sobreaviso,
pensão mensal vitalícia ou indenização por doença
adquirida no trabalho. O valor envolvido é R$
2.964.858,33 (dois milhões, novecentos e sessenta e
quatro mil, oitocentos e cinquenta e oito reais e trinta e
três centavos). Em 2013, o valor do risco passou para
R$12.382,12 (doze mil e trezentos e oitenta e dois reais e
doze centavos).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Principais fatos: A sentença foi procedente em parte condenando a Light
Energia apenas ao pagamento das horas extras.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.



Processos Ambientais

Em 31 de março de 2014, havia duas ações civis públicas relacionadas à matéria ambiental, que por
envolver interesses difusos (aqueles que pertencem a um grupo, classe ou categoria indeterminável de pessoas,
que são reunidas entre si pela mesma situação de fato) e interesses coletivos (aqueles que podem ser exercidos
apenas comunitariamente, decorrendo de um vínculo que une a todos), foram julgadas relevantes pela Light
Energia, ainda que o valor não tenha sido provisionado, conforme informações abaixo, em virtude da natureza de
tais ações.

Ação Civil Pública 2003.006.005951-0
Juízo: 2ª Vara da Comarca de Barra do Piraí, Estado do Rio de
Janeiro
Instância: 1ª Instância
Data de Instauração: 24 de novembro de 2003
Partes do Processo: Município de Barra do Piraí (“Município”) em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia a reparação e a recomposição de supostos danos
ambientais ocasionados pelas construções das barragens
de Santa Cecília e Santana, como parte integrante do
sistema de transposição de águas da Bacia do Rio
Paraíba do Sul para a Bacia do Rio Guandu, alimentando
as usinas de Fontes, Nilo Peçanha e Pereira Passos.
Principais fatos: Em fevereiro de 2010 foi homologado em juízo o acordo
para celebração de um Termo de Ajuste de Conduta
(“TAC”) junto ao Ministério Público do Estado do Rio
de Janeiro, que previa o pagamento de R$14.200.000,00
(quatorze milhões e duzentos mil reais) pela Companhia
e a realização da dragagem do Rio Piraí pelo Município.
A Companhia já cumpriu a sua obrigação e após o
cumprimento da obrigação do município a ação será
arquivada.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Chance de perda: Possível
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro. Ressalte-se que apesar de a ação ter
sido proposta em face da Light SESA, o impacto se dará
na Light Energia S.A (“Light Energia”), uma vez que os
ativos de geração foram transferidos para Light Energia
de acordo com a Resolução Autorizativa da Agência
Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) nº 307/20050
(Desverticalização).
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública nº 042/00
Juízo: Vara Única da Comarca de Santa Branca, Estado de São
Paulo.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 17 de fevereiro de 2000.
Partes do Processo: Ministério Público de São Paulo (“MP”) em face de
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O MP requer: (i) execução integral do Plano de
Recuperação de Áreas Degradadas (“PRAD”) referente
às áreas que foram degradadas quando da construção da
barragem de Santa Branca e (ii) obrigação de não fazer,
no sentido de abster-se de dar outra destinação que não
seja a inequívoca recuperação ambiental.
Principais fatos: A sentença foi transitada em julgado e determinou: (i)
execução integral do PRAD e (ii) obrigação de não fazer,
no sentido de abster-se de dar outra destinação que não
seja a inequívoca recuperação ambiental. Para fins de
cumprimento da decisão judicial, a Light apresentou
Plano de Ação a ser cumprido em 5 anos que fora aceito
pela CETESB e pelo Ministério Público do Estado de
São Paulo, tendo o juízo homologado o referido plano no
início de 2013. Cumpre informar que a Light Energia
iniciou a execução do programa antes da homologação
do mesmo.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Ressalte-se que apesar de a ação ter sido proposta em
face da Light SESA, impacto se dará na Light Energia
S.A (“Light Energia”), uma vez que os ativos de geração
foram transferidos para Light Energia de acordo com a
Resolução Autorizativa da Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) nº 307/2005 (Desverticalização). O
real impacto financeiro só poderá ser avaliado após a
apreciação do Plano de Ação pela CETESB.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Valor Provisionado: Não há.


Provisão de Honorários de Êxitos
A Administração reavalia periodicamente os processos que possuem honorários de êxito previstos para os
assessores jurídicos e, baseada na opinião de seus assessores legais, para o prognostico de perda dos processos,
constitui provisão para os compromissos de honorário de êxito das causas com prognósticos de perdas possíveis
e remotas.
Em 31 de março de 2014, a Companhia havia provisionado o total de R$ 172.508,00 (cento e setenta e
dois mil e quinhentos e oito reais) em relação aos processos que possuem honorários de êxitos previstos.

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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
4.4. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais, que não estejam sob sigilo, em que o
emissor ou suas controladas sejam parte e cujas partes contrárias sejam administradores ou ex-
administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores do emissor ou de suas controladas.
Não aplicável, dado que o emissor, ou suas controladas, não possui processos judiciais, administrativos
ou arbitrais cujas partes contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-
controladores ou seus investidores ou os de suas controladas.

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4.5 - Processos sigilosos relevantes
4.5. Em relação aos processos sigilosos relevantes em que o emissor ou suas controladas sejam parte
e que não tenham sido divulgados nos itens 4.3 e 4.4 acima, analisar o impacto em caso de perda e
informar os valores envolvidos.
Não aplicável, dado que o emissor, ou suas controladas, não é parte em processos sigilosos relevantes e
que não tenham sido divulgados nos itens 4.3 e 4.4 acima.

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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
4.6. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, baseados
em fatos e causas jurídicas semelhantes, que não estejam sob sigilo e que em conjunto sejam relevantes,
em que o emissor ou suas controladas sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e
outros, e indicando:

Processos Tributários

Ações que versam sobre Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana (“IPTU”) e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (“ITR”) –
Município de Rio Claro e Piraí – 5 (cinco) processos.
Objeto: Cobrança de IPTU e ITR sobre as áreas de concessão da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Ressalte-se que apesar da ação ter sido proposta em face
da Light SESA, impacto se dará na Light Energia S.A
(“Light Energia”), uma vez que os ativos de geração
foram transferidos para Light Energia de acordo com a
Resolução Autorizativa da Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) nº 307/20050 (Desverticalização).
Valor envolvido: R$ 55.400.000,00 (cinquenta e cinco milhões e
quatrocentos mil reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Discordância e não pagamento da cobrança do IPTU e
do ITR. Vale ressaltar, no que toca ao débito de IPTU,
que o Município de Rio Claro efetuou o recadastramento
dos imóveis pertencentes à Light SESA dentro do seu
território e, em razão disso, cancelou as cobranças de
IPTU sobre essas áreas. A Light SESA e a Procuradoria
Municipal de Rio Claro protocolaram petições
informando tal fato nos processos administrativos e
judiciais que discutiam essa questão, tendo, inclusive, já
sido homologado pelo juiz. Restou apenas discussão
quanto aos honorários de sucumbência.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Procedimentos Administrativos Trabalhistas
Em 31 de março de 2014, Light Energia S.A. está envolvida em 1 (um) Inquérito Civil, que versa sobre:
(i) Cota de Menor Aprendiz (ii) Sonegação de Direitos e Verbas Trabalhistas (iii) Coação – desistência de ação
trabalhista (iv) Coibir a prática de ato discriminatório e ainda, em 1 (um) Procedimento Preparatório instaurado
pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), cujos principais assuntos abordados são: (i) Jornada de Trabalho –
não pagamento de horas extras (ii) Cota de Menor Aprendiz (iii) Sonegação de direitos e Verbas Trabalhistas.

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4.7 - Outras contingências relevantes
4.7. Descrever outras contingências relevantes não abrangidas pelos itens anteriores
Procedimentos Administrativos Trabalhistas
Em 31 de março de 2014, Light Energia S.A. (“Light Energia”) estava envolvida em 1 (um) Inquérito
Civil, que versa sobre: (i) cota de Menor Aprendiz; (ii) sonegação de direitos e verbas trabalhistas; (iii) coação –
desistência de ação trabalhista; e (iv) coibir a prática de ato discriminatório e ainda, em 1 (um) Procedimento
Preparatório instaurados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), cujos principais assuntos abordados são: (i)
Jornada de Trabalho – não pagamento de horas extras; (ii) cota de Menor Aprendiz; e (iii) Sonegação de direitos
e verbas trabalhistas.

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4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
4.8. Em relação às regras do país de origem do emissor estrangeiro e às regras do país no qual os
valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, se diferente do país de origem, identificar:
a. restrições impostas ao exercício de direitos políticos e econômicos
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

b. restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

c. hipóteses de cancelamento de registro
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

d. outras questões do interesse dos investidores
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
5.1. Descrever, quantitativa e qualitativamente, os principais riscos de mercado a que o emissor está
exposto, inclusive em relação a riscos cambiais e a taxas de juros.
No curso normal de seus negócios, a Companhia e suas controladas estão expostas a riscos de mercado
relacionados a variações cambiais e taxas de juros, conforme pode ser evidenciado no quadro abaixo:
Composição da dívida (não inclui encargos financeiros):


* Valores da tabela acima em R$ mil.


* Valores da tabela acima em R$ mil.
Em 31 de dezembro de 2013, de acordo com o quadro acima, o montante de dívida denominada em moeda
estrangeira é de R$195,5 milhões, ou 20,7% do principal da dívida (R$170,3 milhões, equivalente a 18,3% em
31 de dezembro de 2012).
R$ % R$ %
USD 195.551 20,7 170.341 18,3
Total - Moeda estrangeira 195.551 20,7 170.341 18,3
CDI 654.080 69,2 660.053 72,8
TJLP 52.067 5,5 52.072 3,8
BNDES - FINEM 39.591 4,2 46.609 5,1
Outros 4.268 0,4 - -
Total - Moeda nacional 750.006 79,3 758.734 81,7
Total 945.557 100,0 929.075 100,0
31.12.2013 31.12.2012
Controladora
R$ % R$ %
USD 195.551 20,7 170.341 18,3
Total - Moeda estrangeira 195.551 20,7 170.341 18,3
CDI 654.080 69,2 660.053 72,8
TJLP 52.067 5,5 52.072 3,8
BNDES - FINEM 39.591 4,2 46.609 5,1
Outros 4.268 0,4 - -
Total - Moeda nacional 750.006 79,3 758.734 81,7
Total 945.557 100,0 929.075 100,0
Reapresentado
31.12.2013 31.12.2012
Consolidado
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
Para o montante de serviço da dívida em moeda estrangeira a vencer em até 24 meses, foram contratados
instrumentos de derivativos financeiros, na modalidade de swap, cujo valor nocional em 31 de dezembro de 2013
era de US$80,0 milhões (US$80,0 milhões em 31 de dezembro de 2012), de acordo com a política para
utilização de instrumentos de derivativos aprovada pelo Conselho de Administração. Dessa forma, se
descontarmos esse montante do total da dívida em moeda estrangeira, não há exposição cambial.
A seguir, destacam-se algumas considerações e análises acerca dos fatores de riscos que impactam o negócio da
Companhia:
 Risco de taxa de câmbio
Considerando que parte dos empréstimos e financiamentos da Companhia é denominada em moeda estrangeira, a
Companhia se utiliza de instrumentos financeiros derivativos (operações de “swap”) para proteção do serviço
associado às tais dívidas (principal mais juros e comissões) a vencer em até 24 meses. A captação realizada
através da Resolução BACEN 4.131, junto ao Citibank já foi contratada com swap para todo o prazo da dívida,
devidamente pré-aprovadas pelo Conselho de Administração.
As operações de derivativos, compreendendo os swaps de moedas, apresentaram um ganho de R$16,7 milhões no
exercício de 2013 (perda de R$4,5 milhões no exercício de 2012). O valor líquido das operações de swap
vigentes em 31 de dezembro de 2013, considerando o valor justo, é positivo em R$21,8 milhões (negativo em
R$4,5 milhões em 31 de dezembro de 2012), conforme demonstrado nos quadros a seguir de swap de moeda:
* Valores da tabela acima em R$ mil.
* Valores da tabela acima em R$ mil.
O valor contabilizado encontra-se mensurado pelo seu valor justo em 31 de dezembro de 2013. Todas as
operações com instrumentos financeiros derivativos encontram-se registradas em câmaras de liquidação e
custódia e não existe nenhuma margem depositada em garantia. As operações não possuem custo inicial.
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 7.145 - 7.145
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 7.260 - 7.260
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 7.408 - 7.408
Total 79.998 21.813 - 21.813
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 - (1.410) (1.410)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 - (1.569) (1.569)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 - (1.548) (1.548)
Total 79.998 - (4.527) (4.527)
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 7.145 - 7.145
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 7.260 - 7.260
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 7.408 - 7.408
Total 79.998 21.813 - 21.813
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 - (1.410) (1.410)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 - (1.569) (1.569)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 - (1.548) (1.548)
Total 79.998 - (4.527) (4.527)
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
A seguir é apresentada a análise de sensibilidade para oscilações das taxas de câmbio, demonstrando os possíveis
impactos no resultado financeiro.
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de câmbio em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade do impacto no resultado
financeiro nos próximos doze meses, consideraram-se os saldos da dívida em 31 de dezembro de 2013. É
importante salientar que o comportamento dos saldos de dívida e derivativos respeitará seus respectivos
contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras oscilará de acordo com a necessidade ou disponibilidade
de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade da Taxa de Câmbio, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos,
utilizando as taxas e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.

* Valores da tabela acima em R$ mil.

Diante do quadro acima, é possível identificar proteção parcial para a dívida em moeda estrangeira (apenas
limita-se ao serviço da dívida a vencer em até 24 meses), uma vez que à medida que a cotação do R$/US$ cresce,
a despesa financeira dos passivos aumenta, mas a receita financeira dos derivativos também compensa
parcialmente esse impacto negativo e vice-versa.

 Risco de taxa de juros
Este risco deriva do impacto das oscilações nas taxas de juros não só sobre a despesa financeira associada aos
empréstimos, financiamentos e debêntures da Companhia, como também sobre as receitas financeiras oriundas
de suas aplicações financeiras.
A seguir é apresentada a análise de sensibilidade para oscilações das taxas de juros, demonstrando os possíveis
impactos no resultado financeiro.
Dívida (US$)
Provável
Cenário (I)
Cenário (II)
+ 25%
Cenário (III)
+ 50%
Operação Risco
PASSIVOS FINANCEIROS (12.293) (64.317) (116.341)
Tesouro Nacional (Assunção de dívida - Light Sesa) US$ (741) (1.757) (9.193) (16.630)
Caução (Assunção de dívida - Light Sesa) US$ 519 1.230 6.435 11.641
Citibank US$ (4.964) (11.766) (61.559) (111.352)
DERIVATIVOS 3.776 54.948 108.220
Swaps US$ 1.593 3.776 54.948 108.220
TOTAL (8.517) (9.369) (8.121)
Referência para Ativos e Passivos Financeiros +25% +50%
Cotação R$/US$ (Fim do período) 2,3700 2,9625 3,5550
R$
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de juros em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade consideraram-se os saldos da
dívida e das aplicações financeiras em 31 de dezembro de 2013. É importante salientar que o comportamento dos
saldos de dívida e derivativos respeitará seus respectivos contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras
oscilará de acordo com a necessidade ou disponibilidade de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade das taxas de juros, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos.
Utilizamos como base para as taxas o cenário macro de 31 de dezembro de 2013, que por sua vez utiliza as taxas
e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.

* Valores da tabela acima em R$ mil.

 Risco de crédito
Decorre da possibilidade da Companhia sofrer perdas decorrentes de inadimplência de suas contrapartes ou de
instituições financeiras depositárias de recursos ou de investimentos financeiros. Para mitigar esses riscos, a
Companhia utiliza de todas as ferramentas de cobrança permitidas pelo órgão regulador.
No que tange às instituições financeiras, a Companhia somente realiza operações de baixo risco, avaliadas por
agências de rating. A Companhia possui uma política de não manter a carteira concentrada em uma determinada
instituição financeira. Desta forma, a política tem como princípio controlar a concentração da carteira através de
Operação
Risco
Provável
Cenário (I)
Cenário (II)
+ 25%
Cenário (III)
+ 50%
ATIVOS FINANCEIROS 7.429 9.290 11.153
Aplicações Financeiras CDI 7.429 9.290 11.153
PASSIVOS FINANCEIROS (63.864) (77.791) (91.368)
- - -
Debêntures 1ª Emissão TJLP (16.401) (20.288) (24.096)
Debêntures 2ª Emissão TJLP (46.690) (56.307) (65.731)
Debêntures 3ª Emissão TJLP (3.210) (3.887) (4.551)
BNDES Finem Indireto TJLP 2.285 2.692 3.094
BNDES Direto TJLP CDI 877 991 1.105
BNDES Direto TJLP+1% CDI 877 924 1.038
BNDES Capex 2011/12 CDI (1.602) (1.916) (2.227)
DERIVATIVOS (10.260) (13.079) (15.851)
Swaps de moedas CDI (10.260) (13.079) (15.851)
TOTAL
(66.695) (81.580) (96.066)
Referência para ATIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do período) 9,77% 12,21% 14,66%
Referência para PASSIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do período) 9,77% 12,21% 14,66%
TJLP (% fim do período) 5,00% 6,25% 7,50%
R$
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
limites impostos aos Grupos, conforme definidos abaixo, e acompanhar as instituições financeiras através do seu
patrimônio líquido e de seus ratings.
Por meio de sua política a Companhia poderá aplicar os recursos em produtos de renda fixa, pós-fixados
indexados ao CDI e Títulos públicos pós-fixados.
A alocação de 100% da carteira da Companhia foi feita em instituições financeiras com patrimônio líquido maior
ou igual a R$7,0 bilhões; Rating Mínimo: AA (S&P e Fitch) ou Aaa (Moody’s).

 Risco de liquidez
O risco de liquidez evidencia a capacidade da Companhia em liquidar as obrigações assumidas. Para determinar
a capacidade financeira em cumprir adequadamente os compromissos assumidos, os fluxos de vencimentos dos
recursos captados e de outras obrigações fazem parte das divulgações.
A Companhia tem obtido recursos a partir da sua atividade comercial, do mercado financeiro e de empresas
ligadas, destinando-os principalmente ao seu programa de investimentos e à administração de seu caixa para
capital de giro e compromissos financeiros.
A gestão das aplicações financeiras tem foco em instrumentos de curto prazo, de modo a promover máxima
liquidez e fazer frente aos desembolsos.
A geração de caixa da Companhia e a baixa volatilidade nos recebimentos e obrigações de pagamentos ao longo
dos meses do ano prestam à Companhia estabilidade nos seus fluxos, reduzindo o seu risco de liquidez.
O fluxo de realização para as obrigações assumidas em suas condições contratuais, as quais incluem juros futuros
até a data dos vencimentos contratuais, são apresentadas conforme quadro abaixo:
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado

* Valores da tabela acima em R$ mil.


Instrumentos a taxas de juros: De 1 a 3 meses
De 3 meses a
1 ano
De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total
Pós Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (27) (58) (919) (145) (1.149)
Pré-Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (233) (707) (3) (714) (1.657)
Fornecedores (14.045) - - - (14.045)
Swap (4) (10) (10) - (24)
Instrumentos a taxas de juros: De 1 a 3 meses
De 3 meses a
1 ano
De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total
Pós Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (27) (58) (919) (145) (1.149)
Pré-Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (233) (707) (3) (714) (1.657)
Fornecedores (14.045) - - - (14.045)
Swap (4) (10) (10) - (24)
Controladora
Consolidado
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5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
5.2. Descrever a política de gerenciamento de riscos de mercado adotada pelo emissor, seus objetivos,
estratégias e instrumentos, indicando:
a. riscos para os quais se busca proteção
A Light Energia considera seus riscos como eventos inesperados, que podem alterar o cenário de atuação da
empresa. A sua ocorrência pode representar uma oportunidade ou uma ameaça, afetando direta e indiretamente o
desempenho da companhia.
Na Companhia, os principais riscos são classificados em quatro categorias: financeiros, operacionais, de
sustentabilidade e regulatórios.

Riscos financeiros
Os riscos financeiros subdividem-se em riscos de crédito, de mercado e de liquidez.
A Companhia procura minimizar a probabilidade de ocorrência do risco de crédito monitorando e analisando
constantemente os sinais de mercado e implantando políticas institucionais de fortalecimento da relação com o
poder público e com o agente regulador.
Entre os riscos de mercado, a empresa dedica especial atenção àqueles relacionados às variações bruscas e
imprevistas nas taxas de câmbio e juros, às quais a companhia e suas controladas estão expostas, considerando
que parte dos empréstimos e financiamentos é denominada em moeda estrangeira. Para tanto, a Companhia
utiliza instrumentos financeiros derivativos – operações de swap – para proteção do serviço associado a tais
dívidas.
Quanto às variações imprevistas nas taxas de juros, a política para utilização de derivativos aprovada pelo
Conselho de Administração não compreende a contratação de instrumentos desse tipo. Nesse caso, a companhia
monitora continuamente essas taxas para avaliar a eventual necessidade de contratar derivativos e se proteger
contra uma inesperada volatilidade.
O risco de liquidez está relacionado à capacidade da companhia em liquidar as obrigações assumidas. Nesse
caso, a Companhia gerencia esse risco acompanhando continuamente os fluxos de caixa previstos e reais, bem
como por meio da combinação dos perfis de vencimento dos seus passivos financeiros.

Riscos operacionais
A segunda categoria de riscos considerada pela empresa são os riscos operacionais, divididos em três
subcategorias: tecnologia, processos e segurança.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
Os riscos de tecnologia dizem respeito à ocorrência de taxas de retorno não esperadas nos investimentos
tecnológicos da companhia ou ao surgimento de novas trajetórias tecnológicas que causem impactos em
desempenho e resultados.
Para mitigar esses riscos, a Companhia procura estar alinhada às tecnologias e tendências inovadoras mais
recentes.
No que tange ao monitoramento e à prospecção tecnológica, a área de Pesquisa e Desenvolvimento da Light
busca, constantemente, identificar tendências tecnológicas e áreas prioritárias para os investimentos em P&D.
Os riscos de processos estão relacionados aos processos operacionais da empresa ou de suas terceirizadas. Esses
eventos incluem erro humano, de procedimento, ação de agentes externos e também aquele que diz respeito a
falhas em equipamentos, instalações e sistemas informatizados.
A mitigação desse tipo de risco passa por um procedimento constante de revisão de processos com a busca da
excelência e qualidade de gestão.
Os riscos de segurança dizem respeito aos acidentes envolvendo a força de trabalho (empregados e
terceirizados). A operação e os processos de manutenção das unidades de geração envolvem grandes riscos de
acidentes, com potenciais elevados de gravidade e fatalidade.
Para mitigar a ocorrência desse tipo de risco, a Companhia identifica e monitora essas áreas, mantendo-se
preparada para eventuais situações de emergência e acidentes por meio dos Planos de Ação de Emergência
Locais. Esses planos traçam estratégias de controle, combate e mitigação dessas situações, em atividades internas
ou externas, visando evitar danos materiais e operacionais à vida, às comunidades vizinhas e ao meio ambiente.
Os planos de ação estão integrados ao Sistema de Gestão Ambiental.
Há também o Plano de Gestão Corporativa da Crise, aplicado a qualquer evento, previsto ou imprevisto, que
ameace ou traga danos ao patrimônio, atividades, quadro funcional, imagem do Grupo Light ou à sociedade.
Para reduzir sua taxa de acidentes com a força de trabalho, foi implantado, com sucesso, o Programa Vida!, que
contribuiu para zerar o número de acidentes fatais em 2013.

Riscos de sustentabilidade
Os riscos de sustentabilidade estão associados a cenários não esperados que impactem os recursos da empresa e
sua performance de longo prazo. Eles são classificados em três subcategorias de risco: de imagem, ambiental e
de gestão.
O risco de imagemse origina a partir de situações que possam influenciar a opinião pública em relação à
Companhia.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
A agilidade na resposta a esses eventos é o principal recurso utilizado para mitigar esse risco e minimizar os
danos à imagem da companhia. Por isso, a Light reforça a transparência na relação com os seus stakeholders e
realiza campanhas de mídia com o objetivo de valorizar a marca Light e gerar uma imagem positiva da empresa
e seus serviços.
O risco ambiental está associado aos eventos climáticos e ambientais que impactem a operação da companhia,
incluindo os imprevisíveis efeitos associados às mudanças climáticas. Nesse contexto, uma das questões mais
sensíveis para a Light é a gestão de reservatórios de água. Os sistemas de abastecimento de água e de energia
elétrica da Região Metropolitana do Rio de Janeiro são interligados. Pelas usinas hidrelétricas do Complexo de
Lajes, cuja concessão pertence à Light, passam, atualmente, 96% da água que abastece a Região Metropolitana.
Na hipótese da ocorrência de um incidente ambiental – seca prolongada, enchentes, derramamento de substâncias
tóxicas – ou acidente no percurso hidráulico, há risco de se comprometer a disponibilidade ou a potabilidade da
água disponível para a população.
Para mitigar a possibilidade de ocorrência ou a extensão do impacto desses riscos, a companhia mantém elevados
padrões de gestão ambiental e de seus reservatórios, investindo em segurança e monitoramento, bem como
realizando estudos sobre a qualidade da água e sua influência para a geração e o abastecimento de água do Rio de
Janeiro.
A Light tem 91% de suas instalações certificadas pelo ISO 14001, sendo que, nas usinas da Light Energia, todos
os sites possuem a tripla certificação:
ISO 14001, OHSAS 18001 e ISO 9001.
O risco de gestão do negócio está associado à tomada de decisão pela administração da empresa. Pode gerar
perda substancial no valor econômico da organização, afetando seus resultados e seu desempenho de longo
prazo. Uma forma de mitigá-lo é por meio de uma estrutura de governança sólida, como a da Light, que está
alinhada às práticas mais avançadas.

Riscos Regulatórios
O risco regulatório diz respeito à probabilidade de ocorrência de modificações na regulamentação do setor
elétrico. Como toda empresa regulada pelo governo, mudanças nas regras, normas e regulamentos vigentes
podem acarretar prejuízos. Consideram-se ainda os aspectos associados à estabilidade do ambiente político e às
mudanças da legislação, que podem impactar a operação e o resultado da companhia.
Para mitigar esse risco, a área de regulação da Light acompanha e contribui no processo de definição dos
regulamentos, por meio dos canais oficiais e reuniões específicas, para que a ANEEL compreenda e considere os
aspectos pertinentes à companhia. Adicionalmente, precisa garantir que o marco regulatório seja conhecido pelas
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
diferentes áreas da empresa, assegurando que os procedimentos internos estejam de acordo com as regras
vigentes e que as questões regulatórias sejam adequadamente consideradas nas tomadas de decisão da Light.

b. estratégia de proteção patrimonial (hedge)
A Companhia possui uma política para utilização de instrumentos de derivativos aprovada pelo Conselho de
Administração que determina a proteção do serviço da dívida (principal mais juros e comissões) denominado
em moeda estrangeira a vencer em até 24 meses, vedando qualquer utilização de caráter especulativo, seja em
derivativos ou quaisquer outros ativos de risco.

c. instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge)
Risco de taxa de câmbio
Considerando que parte dos empréstimos e financiamentos da Companhia é denominada em moeda
estrangeira, a Companhia se utiliza de instrumentos financeiros derivativos (operações de “swap”) para
proteção do serviço associado às tais dívidas (principal mais juros e comissões) a vencer em até 24 meses. A
captação realizada através da Resolução BACEN 4.131, junto ao Citibank já foi contratada com swap para todo o
prazo da dívida, devidamente pré-aprovadas pelo Conselho de Administração.
As operações de derivativos, compreendendo os swaps de moedas, apresentaram um ganho de R$16,7 milhões
no exercício de 2013 (perda de R$4,5 milhões no exercício de 2012). O valor líquido das operações de swap
vigentes em 31 de dezembro de 2013, considerando o valor justo, é positivo em R$21,8 milhões (negativo em
R$4,5 milhões em 31 de dezembro de 2012), conforme demonstrado nos quadros a seguir de swap de moeda:


* Valores da tabela acima em R$ mil.


Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 7.145 - 7.145
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 7.260 - 7.260
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 7.408 - 7.408
Total 79.998 21.813 - 21.813
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 - (1.410) (1.410)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 - (1.569) (1.569)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 - (1.548) (1.548)
Total 79.998 - (4.527) (4.527)
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 7.145 - 7.145
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 7.260 - 7.260
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 7.408 - 7.408
Total 79.998 21.813 - 21.813
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2017 26.666 - (1.410) (1.410)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 02.10.2017 26.666 - (1.569) (1.569)
Citibank US$ US$+Libor+1,5988% 100% CDI + 1,10% 02.10.2012 03.04.2018 26.666 - (1.548) (1.548)
Total 79.998 - (4.527) (4.527)
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5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
* Valores da tabela acima em R$ mil.

O valor contabilizado encontra-se mensurado pelo seu valor justo em 31 de dezembro de 2013. Todas as
operações com instrumentos financeiros derivativos encontram-se registradas em câmaras de liquidação e
custódia e não existe nenhuma margem depositada em garantia. As operações não possuem custo inicial.
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de câmbio em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade do impacto no resultado
financeiro nos próximos doze meses, consideraram-se os saldos da dívida em 31 de dezembro de 2013. É
importante salientar que o comportamento dos saldos de dívida e derivativos respeitará seus respectivos
contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras oscilará de acordo com a necessidade ou disponibilidade
de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade da Taxa de Câmbio, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos,
utilizando as taxas e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.


* Valores da tabela acima em R$ mil.

Diante do quadro acima, é possível identificar proteção parcial para a dívida em moeda estrangeira (apenas
limita-se ao serviço da dívida a vencer em até 24 meses), uma vez que à medida que a cotação do R$/US$ cresce,
a despesa financeira dos passivos aumenta, mas a receita financeira dos derivativos também compensa
parcialmente esse impacto negativo e vice-versa.

 Risco de taxa de juros

Dívida (US$)
Provável
Cenário (I)
Cenário (II)
+ 25%
Cenário (III)
+ 50%
Operação Risco
PASSIVOS FINANCEIROS (12.293) (64.317) (116.341)
Tesouro Nacional (Assunção de dívida - Light Sesa) US$ (741) (1.757) (9.193) (16.630)
Caução (Assunção de dívida - Light Sesa) US$ 519 1.230 6.435 11.641
Citibank US$ (4.964) (11.766) (61.559) (111.352)
DERIVATIVOS 3.776 54.948 108.220
Swaps US$ 1.593 3.776 54.948 108.220
TOTAL (8.517) (9.369) (8.121)
Referência para Ativos e Passivos Financeiros +25% +50%
Cotação R$/US$ (Fim do período) 2,3700 2,9625 3,5550
R$
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
Este risco deriva do impacto das oscilações nas taxas de juros não só sobre a despesa financeira associada aos
empréstimos, financiamentos e debêntures da Companhia, como também sobre as receitas financeiras oriundas
de suas aplicações financeiras.
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de juros em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade consideraram-se os saldos da
dívida e das aplicações financeiras em 31 de dezembro de 2013. É importante salientar que o comportamento dos
saldos de dívida e derivativos respeitará seus respectivos contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras
oscilará de acordo com a necessidade ou disponibilidade de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade das taxas de juros, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos.
Utilizamos como base para as taxas o cenário macro de 31 de dezembro de 2013, que por sua vez utiliza as taxas
e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.


* Valores da tabela acima em R$ mil.

d. parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos
O modelo de GIR (Gerenciamento de Riscos) adotado pela Companhia é baseado em metodologia e
atividades recomendadas pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Comission (COSO II)
para Enterprise Risk Management (ERM). O modelo serve como um instrumento de tomada de decisão para a
Operação
Risco
Provável
Cenário (I)
Cenário (II)
+ 25%
Cenário (III)
+ 50%
ATIVOS FINANCEIROS 7.429 9.290 11.153
Aplicações Financeiras CDI 7.429 9.290 11.153
PASSIVOS FINANCEIROS (63.864) (77.791) (91.368)
- - -
Debêntures 1ª Emissão TJLP (16.401) (20.288) (24.096)
Debêntures 2ª Emissão TJLP (46.690) (56.307) (65.731)
Debêntures 3ª Emissão TJLP (3.210) (3.887) (4.551)
BNDES Finem Indireto TJLP 2.285 2.692 3.094
BNDES Direto TJLP CDI 877 991 1.105
BNDES Direto TJLP+1% CDI 877 924 1.038
BNDES Capex 2011/12 CDI (1.602) (1.916) (2.227)
DERIVATIVOS (10.260) (13.079) (15.851)
Swaps de moedas CDI (10.260) (13.079) (15.851)
TOTAL
(66.695) (81.580) (96.066)
Referência para ATIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do período) 9,77% 12,21% 14,66%
Referência para PASSIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do período) 9,77% 12,21% 14,66%
TJLP (% fim do período) 5,00% 6,25% 7,50%
R$
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
alta administração, modelo este que visa melhorar o desempenho da organização através da identificação de
oportunidades de ganhos e da redução de probabilidade e/ou impacto de perdas, na busca de um balanceamento
ótimo entre crescimento, retorno e riscos associados.
As diretrizes estratégicas estabelecidas pelo Conselho de Administração e as ações decorrentes são
implementadas pelos gestores, com o objetivo de prover, com razoável segurança, a realização das metas da
organização a partir de um adequado alinhamento da estratégia com o seu apetite a riscos.
Para identificar, analisar e, principalmente, tomar decisões em termos de priorização e alocação de
recursos em consonância com a gestão de riscos, os eventos são categorizados por “natureza” e por “relevância”,
sempre associados aos objetivos estratégicos da Companhia. Após a realização da identificação e análise dos
riscos, adota-se uma métrica que permite a avaliação da relevância desses riscos através de informações
relacionadas à sua exposição e às correspondentes fontes de incertezas. A cada risco listado, são atribuídas seis
classificações que dizem respeito à Impacto, Probabilidade, Valor do Risco, Categoria, Subcategoria, Nível de
Controle e Frequência.

Classificações:
Impacto
Impacto do risco pode ser entendido como as perdas financeiras em decorrência da materialização do
risco.
Para a severidade do Impacto foi definida uma escala que varia de 1 a 5:
1. Insignificante
2. Baixo
3. Moderado
4. Significativo
5. Muito Alto
A graduação do impacto foi feita com base em critérios subjetivos e pode variar de acordo com a
percepção dos executivos entrevistados. O critério estatístico para escolha do impacto quando houver atribuições
divergentes foi à utilização da Moda, que é uma medida estatística de frequência que indica o valor que mais se
repete.
Probabilidade
Probabilidade do risco pode ser compreendida como a chance da empresa incorrer na perda financeira
analisada, ou seja, a chance de ocorrer o Impacto.
Para a probabilidade também foi definida uma escala que varia de 1 a 5:
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado

1. Insignificante
2. Baixa
3. Média
4. Significativa
5. Muito Alta
A probabilidade foi feita com base em critérios subjetivos e também pode variar de acordo com a
percepção dos executivos entrevistados. O critério estatístico para escolha da probabilidade quando houver
atribuições divergentes é o mesmo do Impacto.
Valor do risco
O resultado da análise do impacto no negócio, ponderado pela probabilidade de ocorrência é o Valor do
Risco. Sua escala varia de 1 a 25 e demonstra o grau de exposição a cada risco segundo o entendimento da Light
Energia. Esta classificação é a responsável pela ordenação do Mapa de Riscos que será mostrado à frente.
Categoria
Não há um tipo de categorização de riscos que seja consensual e aplicável a todas as organizações. A
classificação deve ser desenvolvida de acordo com as características de cada organização, contemplando as
particularidades da sua indústria, mercado e setor de atuação.
Nível de Controle
Está associado à possibilidade ou não de mitigação do risco. O tratamento a ser dado depende do nível de
controle relacionado.
Na prática, a eliminação total dos riscos é impossível, de modo que a identificação de graus de controle
permite a priorização dos esforços na minimização dos impactos e/ou probabilidades.
Foram definidos três níveis de controle que estarão associados a cada risco identificado:
 Incontrolável - é aquele em que há ausência de qualquer ação que a empresa possa realizar para
alterar a probabilidade de ocorrência ou de impacto.
 Parcialmente Controlável - é aquele cujo impacto ou probabilidade de ocorrência podem ser
parcialmente minimizados. Caracteriza-se pela existência de risco residual relevante, mesmo após a ação de
tratamento.
 Controlável - é aquele passível de mitigação de grande parte de seu impacto ou de sua
probabilidade após esforços. Caracteriza-se pela existência de risco residual irrelevante após a ação de
tratamento.
Frequência
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
Está relacionada à periodicidade da ocorrência do impacto. Foram definidas duas classificações:
 Pontual - risco cuja materialização do impacto é eventual e as necessidades das ações de
tratamento se ajustam aos momentos de ocorrência.
 Contínuo - risco cuja materialização do impacto pode ser constante, o que exige um
monitoramento intermitente.

e. se o emissor opera instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial (hedge) e
quais são esses objetivos
Os instrumentos financeiros operados pela Companhia têm como único objetivo a proteção patrimonial.

f. estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos
O Estatuto Social da Companhia prevê no artigo 15, item II, que entre as atribuições do Diretor de
Finanças e Relações com Investidores está a de “coordenar a gestão de riscos financeiros da Companhia em
todas as suas ações, propondo políticas de risco.” A área responsável por tal atividade é a Gerência de
Planejamento e Gestão e é subordinada à Superintendência de Finanças e Planejamento.

g. adequação da estrutura operacional e controles internos para verificação da efetividade da política
adotada
A política de hedge adotada pela Companhia foi aprovada pelo Conselho de Administração e é
monitorada constantemente pela Diretoria Executiva e pelo Comitê de Finanças.






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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
5.3. Informar se, em relação ao último exercício social, houve alterações
significativas nos principais riscos de mercado a que o emissor está exposto ou na
política de gerenciamento de riscos adotada

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
5.4 - Outras informações relevantes
5.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
A Companhia se utiliza de instrumentos financeiros com a finalidade de obter rendimentos sobre seu saldo
disponível em caixa.
Segue abaixo tabela com análise de sensibilidade de risco sobre as aplicações financeiras:

Aplicações - R$ mil * R$ 73.296
Cenários (I): Provável (II): +25% (III): +50%
CDI (% fim do exercício) 9,77% 12,21% 14,66%
Remuneração 7.429 9.290 11.153
*Aplicações em 31/12/2013

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
Data de Constituição do Emissor
País de Constituição
Prazo de Duração
Data de Registro CVM
Forma de Constituição do Emissor
11/01/2013
23/06/1997
Sociedade Anônima
Brasil
Prazo de Duração Indeterminado
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.3 - Breve histórico
6.3 - Breve Histórico da Companhia

Em 1905, o Brasil ainda não era um país industrializado e a Light dava início a construção da maior e
mais moderna usina hidrelétrica do país, a Usina de Fontes, situada no município de Piraí, no Estado do Rio de
Janeiro.
Em 1922, a Light criou uma nova empresa para explorar uma concessão de energia hidráulica em Ilha dos
Pombos, no município do Carmo, no Estado do Rio de Janeiro, a empresa Brazilian Hydro Eletric Co. Ltd.,
fundando em 1924, a Usina de Ilha dos Pombos. Nas décadas seguintes, conforme o Rio de Janeiro crescia,
entraram em operação outras usinas geradoras: Fontes Nova em 1940, Nilo Peçanha em 1953, Pereira Passos em
1962, Santa Branca em 1999, e as elevatórias de Santa Cecília e Vigário em 1952.
Em 1997 foi criada a Light Energy S.A. com objetivo de aquisição de ativos de geração de energia
elétrica. Em novembro de 2005, durante o Processo de Desverticalização, a Light Energy passou a concentrar os
ativos de Geração da Light, com alteração de sua razão social para Light Energia S.A.
O parque gerador da Light Energia hoje compreende cinco usinas hidrelétricas, com capacidade instalada
de 855 MW. São elas: Fontes Nova, Nilo Peçanha e Pereira Passos, que constituem o Complexo de Lajes (em
Piraí, centro-sul fluminense), Ilha dos Pombos, no município de Carmo (divisa com o estado de Minas Gerais), e
Santa Branca, no município paulista de mesmo nome.
Completam o Complexo de Lajes duas usinas elevatórias, Santa Cecília, em Barra do Piraí, e Vigário, em
Piraí, responsáveis pelo bombeamento das águas do rio Paraíba do Sul e do rio Piraí, que se destinam a gerar
energia elétrica e depois abastecem de água a região metropolitana do Rio de Janeiro.

Usinas Hidrelétricas da Light Energia
Usinas
Hidrelétricas
Existentes
Capacidade
Instalada
(MW)
Energia
Assegurada
(MW)
Início
Operacional
Data
do
Ato
Ano de
Vencimento
da
Concessão /
Autorização
Fontes Nova 132 104 1942 jul-96 2026
Nilo Peçanha 380 335 1953 jul-96 2026
Pereira Passos 100 51 1962 jul-96 2026
Ilha dos Pombos 187 115 1924 jul-96 2026
Santa Branca 56 32 1999 jul-96 2026
Total 855 637

A qualidade operacional e a excelência ambiental são duas marcas da Light Energia. Seu parque gerador
possui as certificações em gestão de qualidade, meio ambiente, segurança e saúde. Em 2013, os índices de
disponibilidade acima do valor de referência estabelecido pela Aneel, índice que indica o tempo que as usinas
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.3 - Breve histórico
estão operando ou aptas a operar. A Light Energia também foi recertificada nas normas ISSO 9001 (Gestão da
qualidade), 14001 (Gestão ambiental) e OHSAS 18001 (Gestão da segurança e saúde ocupacional).. As
iniciativas de preservação ambiental na área de seus reservatórios, muitas delas em parceria com universidades,
centros de pesquisa e Organizações Não Governamentais, resultam em benefícios diretos para a população do
estado do Rio de Janeiro.

A empresa possui também uma linha de transmissão de energia elétrica, na tensão de 230kV, com 115
quilômetros de extensão, ligando a usina hidrelétrica Nilo Peçanha com a subestação Santa Cabeça, em
Aparecida do Norte, no estado de São Paulo.
A Light Energia participa com no capital total da Renova Energia S.A. (“Renova”), Guanhães Energia
S.A. (“Guanhães”), Centrais Eólicas Fontainha e São Judas Tadeu e Lajes Energia S.A. (“Lajes Energia”)

Para informações sobre os principais eventos societários pelos quais o grupo do qual a Companhia faz
parte tenha passado nos últimos três exercícios sociais, vide item 8.3 deste Formulário de Referência. Para
informações detalhadas acerca de controladas e coligadas e suas respectivas áreas de atuação, favor consultar os
itens 7.1 e 9.1.c deste Formulário de Referência.


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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
6.5 - Descrever os principais eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões, incorporações de
ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições e alienações de ativos importantes, pelos
quais tenham passado o emissor ou qualquer de suas controladas ou coligadas, indicando
1
:

 2011
Evento:
Acordo de Investimento e ingresso no capital social da Renova Energia S.A. (“Renova”) através da subsidiária
integral da Companhia, Light Energia.

Principais condições do negócio:
A Light, por meio de sua subsidiária Light Energia S.A. realizou a integralização de 50.561.797 (cinquenta
milhões, quinhentas e sessenta e uma mil, setecentas e noventa e sete) de ações ordinárias emitidas pela Renova
Energia S.A. (“Renova”) mediante aporte do valor de R$359.999.994,64 (trezentos e cinquenta e nove milhões,
novecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e quatro reais e sessenta e quatro centavos
(“Investimento Light”).
O Investimento Light é parte do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administração da Renova em 17
de agosto de 2011, no montante total de R$378.131.309,60 (trezentos e setenta e oito milhões, cento e trinta e um
mil, trezentos e nove reais e sessenta centavos), mediante a emissão de 53.108.330 (cinquenta e três milhões,
cento e oito mil, trezentas e trinta) de novas ações ordinárias, ao preço de emissão de R$7,12 (sete reais e doze
centavos) por cada ação ordinária (“Aumento de Capital”). Por meio do referido investimento, a Light Energia
passou a deter 34,4% das ações ordinárias da Renova e 25,8% do seu capital total.
Os acionistas RR Participações S.A. (“RR”), InfraBrasil Fundo de Investimento em Participações, Fundo de
Investimento em Participações Caixa Ambiental – FIP Caixa Ambiental, Banco Santander (Brasil) S.A e Santa
Barbara Fundo de Investimento em Participações, renunciaram aos respectivos direitos de preferência
gratuitamente e os cederam à Light Energia, conforme divulgado ao mercado por meio de aviso aos acionistas da
Renova em 17 de agosto de 2011.

Sociedades Envolvidas
Light Energia, Renova, RR

Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente, sobre a participação do controlador,
de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores do emissor
Light Energia e RR formaram novo Bloco de Controle da Renova com 70,2% do capital votante e 52,5% do
capital total


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir aos 3 últimos exercícios sociais. Quando
da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir aos 3 últimos exercícios sociais e ao exercício social corrente.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
Quadro societário antes da operação

Acionistas
Renova: Antes de 19 de agosto de 2011
Quantidade de
ações
ordinárias
%
Quantidade de
ações preferenciais
% % Total
RR Participações S.A 69.453.904 74,27 573.416 1,18 49,24
Infrabrasil Fundo de Investimento S.A 11.651.467 12,46 23.302.933 47,85 24,58
Banco Santander S.A 3.071.000 3,28 6.142.000 12,61 6,48
Fundo de Investimento em
Participações Caixa Ambiental - FIP
Caixa Ambiental
4.666.666 4,99 9.333.332 19,17 9,84
Santa Bárbara Fundo de Investimento
em Participações - FIP Santa Bárbara
2.580.000 2,76 5.160.000 10,6 5,44
Light Energia S.A

-
- - - -
Outros 1.970.081 2,24 3.938.954 8,6 4,42
Total 93.393.118 100 48.450.635 100 100

Quadro societário depois da operação

Acionistas
Renova: Depois de 19 de agosto de 2011
Quantidade de
ações ordinárias
%
Quantidade de
ações
preferenciais
% % Total
RR Participações S.A 69.453.904 47,3 573.416 1,2 35,7
Infrabrasil Fundo de Investimento S.A 11.651.467 7,9 23.302.933 47,5 17,8
Banco Santander S.A 3.071.000 2,1 6.142.000 12,5 4,7
Fundo de Investimento em
Participações Caixa Ambiental - FIP
Caixa Ambiental
4.666.666 3,2 9.333.332 19 7,1
Santa Bárbara Fundo de Investimento
em Participações - FIP Santa Bárbara
2.580.000 1,8 5.160.000 10,5 4,1
Light Energia S.A 50.561.797 34,4 25,8
Outros 4.829.042 3,3 4.563.810 9,3 4,8
Total 146.813.876 100 49.075.491 100 100


 2012
Evento:
Aquisição de participação acionária na Guanhães Energia S.A. (“Guanhães Energia”)

Principais condições do negócio:
A aquisição corresponde a 26.520.000 ações ordinárias da Guanhães Energia, equivalente a 51% (cinquenta e um
por cento) de suas ações ordinárias, sendo que a Cemig Geração e Transmissão S.A. (“Cemig GT”) é a detentora
dos demais 49% (quarenta e nove por cento) das ações ordinárias. O preço total pago pela aquisição das ações da
Guanhães Energia foi de R$ 26.586.219,15 (vinte e seis milhões, quinhentos e oitenta e seis mil, duzentos e
dezenove reais e quinze centavos).


Sociedades Envolvidas
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
Light, Guanhães Energia S.A., Cemig GT, Investminas Participações S.A.

Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente, sobre a participação do controlador,
de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores do emissor

Light passou a deter o controle da Guanhães Energia S.A.

Quadro societário antes da operação

Acionistas
Guanhães: Antes
Quantidad
e de ações
ordinárias
%
Quantidade
de ações
preferenciais
%
Total de
ações
% Total
Investminas
Participaçõe
s S.A.
26.520.000 51 0 0 26.520.000 51
Light S.A. 0 0 0 0 0 0
CEMIG GT 25.480.000 49 0 0 25.480.000 49
Total 52.000.000 100 0 0 52.000.000 100

Quadro societário depois da operação

Acionistas
Depois
Quantidad
e de ações
ordinárias
%
Quantidade de
ações
preferenciais
%
Total de
ações
% Total
Investminas
Participações
S.A.
0 0 0 0 0 0
Light S.A. 26.520.000 51 0 0 26.520.000 51
CEMIG GT 25.480.000 49 0 0 25.480.000 49
Total
52.000.000

100 0 100 52.000.000 100


Evento:
Novo Acordo de Acionistas da Renova, por meio do qual foi regulado como o investimento da BNDESPAR na
Renova.

Principais condições do negócio:
O Novo Acordo de Acionistas prevê um aumento de capital da Renova, no valor total de até R$314.700.407,85
(trezentos e quatorze milhões, setecentos mil, quatrocentos e sete reais e oitenta e cinco centavos), ao preço por
ação (ordinária ou preferencial) de R$ 9,3334 (nove reais e três mil trezentos e trinta e quatro décimos de
milésimos de real), ou R$ 28,00 (vinte e oito reais) por Unit.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
A BNDESPAR comprometeu-se a subscrever e integralizar Units emitidas no âmbito do Aumento de Capital no
valor mínimo de R$250.000.009,70 (duzentos e cinquenta milhões, nove reais e setenta centavos).
Em decorrência do Investimento, a RR, a Light Energia e a BNDESPAR se obrigaram a celebrar um acordo de
acionistas para assegurar à BNDESPAR os seguintes direitos: (i) eleição de 1 (um) membro no Conselho de
Administração da Renova; (ii) direito de venda conjunta em caso de alienação direta ou indireta das ações da
Renova detidas pela RR ou pela Light Energia; e (iii) direito de aderir a ofertas públicas secundárias da Renova.
Com relação do Aumento de Capital BNDESPAR o BNDESPAR passou a deter 23.059.239 ações ordinárias de
emissão da Renova, equivalente a 13,6% do capital votante, e 4.875.036, equivalente a 8,2% das ações
preferenciais de emissão da
Companhia, totalizando 27.934.275 ações de emissão da Companhia, ou 12,2% do capital social da Companhia
na época.

Sociedades Envolvidas
Light Energia, RR, Renova, BNDESPAR.

Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente, sobre a participação do controlador,
de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores do emissor
O Investimento não implica em alienação de controle pelos acionistas controladores
da Renova (RR e Light Energia), para fins do artigo 254-A da Lei das S.A, tampouco aquisição do controle da
Renova pela BNDESPAR.









Quadro societário antes da operação

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
RENOVA ENERGIA
Ações ON Ações PN Total de Ações
% do Capital
Social Total
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Bloco de Controle 101.123.594 69,69%
RR Participações 50.561.797 34,85% 0 0,00% 50.561.797 25,82%
Light 50.561.797 34,85% 0 0,00% 50.561.797 25,82%
Outros Acionistas 43.975.594 30,30% 50.699.224 100,00% 94.674.818 48,40%
RR Participações* 18.892.107 13,00% 573.416 1,10% 19.465.523 9,90%
Membros do Conselho de
Administração
353.468 0,20% 705.730 1,40% 1.059.198 0,50%
InfraBrasil 11.651.467 8,00% 23.302.933 46,00% 34.954.400 17,90%
Santander 1.896.000 1,30% 3.792.000 7,50% 5.688.000 2,90%
FIP Caixa Ambiental 4.666.666 3,20% 9.333.332 18,40% 13.999.998 7,20%
FIP Santa Barbara 4.228.732 2,90% 8.457.460 16,70% 12.686.192 6,50%
Outros 2.287.154 1,60% 4.534.353 8,90% 6.821.507 3,50%
Total 145.099.188 100,00% 50.699.224 100,00% 195.798.412 100,00%


Quadro societário depois da operação

RENOVA ENERGIA
Ações ON Ações PN Total de Ações
% do Capital
Social Total
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Bloco de Controle 101.123.594 59,45%
RR Participações 50.561.797 29,73% 0 0,00% 50.561.797 22,03%
Light 50.561.797 29,73% 0 0,00% 50.561.797 22,03%
Outros Acionistas 68.962.838 40,50% 59.429.640 100,00% 128.392.478 55,90%
RR Participações* 18.892.107 11,10% 573.416 1,00% 19.465.523 8,50%
BNDESPAR 23.059.239 13,60% 4.875.036 8,20% 27.934.275 12,20%
InfraBrasil 11.651.467 6,90% 23.302.933 39,20% 34.954.400 15,20%
Santander 2.281.404 1,30% 4.562.808 7,70% 6.844.212 3,00%
FIP Caixa Ambiental 5.470.293 3,20% 10.940.586 18,40% 16.410.879 7,20%
FIP Santa Barbara 4.668.732 2,70% 9.337.460 15,70% 14.006.192 6,10%
Outros 2.939.596 1,70% 5.837.401 9,80% 8.776.997 3,80%
Total 170.086.432 100,00% 59.429.640 100,00% 229.516.072 100,00%

Evento:
Celebração de Acordo de Investimento com objetivo de disciplinar a entrada da Cemig GT no bloco de controle
da Renova, bem como a aquisição pela Chipley de parte ou totalidade das ações de emissão da Brasil PCH S.A.

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6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
Principais condições do negócio:
Celebração de Acordo de Investimento com a RR Participações S.A. (“RR”), Cemig Geração e Transmissão
S.A., (“Cemig GT”), Renova Energia S.A. (“Renova”) e Chipley SP Participações S.A. (“Chipley”), que tem por
objeto disciplinar a entrada da Cemig GT no bloco de controle da Renova, bem como a aquisição pela Chipley de
parte ou totalidade das ações de emissão da Brasil PCH S.A. (“Brasil PCH”), nos termos do Contrato de Compra
e Venda de Ações da Brasil PCH, celebrado entre Cemig GT e a Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, em 14 de
junho de 2013 e cedido pela Cemig GT à Chipley. O preço da aquisição de 51% de participação acionária na
Brasil PCH é de R$ 676.530,6 mil, na data base de 31/12/2012, e será atualizado pela variação do CDI acrescida
de 2% a.a. até a data do efetivo pagamento.
O preço de emissão das ações pela Renova, para entrada da Cemig em seu capital, na data base de 31/12/2012
será de R$ 16,2266 por ação ou R$ 48,68 por unit (1 ação ON + 2 ações PN), nos termos do art. 170, §1º, I da
Lei das S.A., sendo que a parcela do aumento do capital social da Renova a ser subscrita e integralizada pela
Cemig GT será de R$ 1.414.732.915,53. Os valores serão atualizados pela variação do CDI desde 31/12/2012.
Após a operação, a participação da Light Energia na Renova ficará entre 11,7% e 15,9% do capital social total
(atualmente é de 21,99%) e, em termos de ações ordinárias entre 14,2% e 20,7% (atualmente é de 32,3%),
mantendo todas as suas ações vinculadas ao Bloco de Controle.

Sociedades Envolvidas
RR Participações, Brasil PCH, Petrobras, Light Energia, Cemig GT, Chipley e a Renova

Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente, sobre a participação do controlador,
de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores do emissor
A operação não afetou o quadro acionário de controlador, acionistas com mais de 5% do capital social e/ou
administradores da Companhia.

Quadro societário antes da operação

RENOVA ENERGIA
Ações ON Ações PN
Total de
Ações
% do Capital
Social Total
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Bloco de Controle 101.124 64,50% 0 0,00% 101.124 43,70%
RR Participações 50.562 32,20% 0 0,00% 50.562 21,90%
Light Energia 50.562 32,20% 0 0,00% 50.562 21,90%
Outros Acionistas 55.772 35,50% 74.394 100,00% 130.166 56,30%
RR Participações* 18.560 11,80% 0 0,00% 18.560 8,00%
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6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
BNDESPAR 9.311 5,90% 18.623 25,00% 27.934 12,10%
Outros 27.901 17,80% 55.771 75,00% 83.672 36,20%
Total 156.896 100,00% 74.394 100,00% 231.290 100,00%


RENOVA ENERGIA
Ações ON Ações PN
Total de
Ações
% do Capital
Social Total
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Bloco de Controle 188.310 77,20% 0 0,00% 188.310 59,10%
RR Participações 50.562 20,70% 0 0,00% 50.562 15,90%
Light Energia 50.562 20,70% 0 0,00% 50.562 15,90%
Cemig GT 87.186 35,70% 0 0,00% 87.186 27,40%
Outros Acionistas 55.772 22,80% 74.394 0,00% 130.166 40,90%
RR Participações* 18.560 7,60% 0 0,00% 18.560 5,80%
BNDESPAR 9.311 3,80% 18.623 25,00% 27.934 8,80%
Outros 27.901 11,40% 55.771 75,00% 83.672 26,30%
Total 244.082 100,00% 74.394 100,00% 318.476 100,00%



Quadro societário depois da operação

RENOVA ENERGIA
Ações ON Ações PN
Total de
Ações
% do Capital
Social Total
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Bloco de Controle 188.310 52,90% 0 0,00% 188.310 43,70%
RR Participações 50.562 14,20% 0 0,00% 50.562 11,70%
Light Energia 50.562 14,20% 0 0,00% 50.562 11,70%
Cemig GT 87.186 24,50% 0 0,00% 87.186 20,20%
Outros Acionistas 167.998 47,10% 74.394 0,00% 242.392 56,30%
RR Participações* 34.562 9,70% 0 0,00% 34.562 8,00%
BNDESPAR 33.396 9,40% 18.623 25,00% 52.018 12,10%
Outros 100.041 28,10% 55.771 75,00% 155.812 36,20%
Total 356.308 100,00% 74.394 100,00% 430.702 100,00%



Evento
Criação de uma Sociedade da SPE Lajes Energia S.A.
Principais condições do negócio:
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6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
Em 24 de janeiro de 2014, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a criação de uma Sociedade de
Propósito Específico (‘’SPE’’), na forma de Sociedade Anônima de Capital Fechado, para a implantação da
PCH Lajes; e também aprovou a transferência da concessão da UHE Laies, da Light Energia S.A., para a SPE
criada.

Sociedades envolvidas
Light Energia S.A. e SPE Lajes Energia S.A.

Efeitos resultantes da operação no quadro acionário, especialmente, sobre a participação do
controlador, de acionistas com mais de 5% do capital social e dos administradores do emissor
Não se aplica por se tratar de uma concessão.

Quadro societário antes e depois da operação
Não se aplica por se tratar de uma concessão.

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6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação
judicial ou extrajudicial
6.6 – Indicar se houve pedido de falência, desde que fundado em valor relevante,
ou de recuperação judicial ou extrajudicial do emissor, e o estado atual de tais
pedidos

Até a data de emissão deste Formulário de Referência não houve pedido de
falência ou de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia.

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6.7 - Outras informações relevantes
6.7 – Outras informações relevantes:

Não há.

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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
7.1. Descrever sumariamente as atividades desenvolvidas pelo emissor e suas controladas:

Emissor: A Light Energia tem destacada atuação no segmento de geração de energia elétrica no Brasil, sendo a 6ª
maior geradora de energia hidráulica no país, com 855 MW de Capacidade Instalada, segundo dados da
ABRAGE – Associação Brasileira das Grandes Empresas Geradores de Energia.

O parque gerador baseado, no aproveitamento hidráulico dos rios Paraíba do Sul e Ribeirão das Lajes, composto
de cinco usinas e duas usinas elevatórias, localizadas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A Energia
Assegurada é de 537 MW médios, dos quais, 511 MW médios estão atualmente contratados e 27 MW médios
estão livres para serem comercializados no mercado spot.

Além das usinas hidrelétricas, o parque gerador da Light Energia ainda inclui as seguintes participações:

(i) Central Eólica São Judas Tadeu Ltda. e Central Eólica Fontainha Ltda.: a Light Energia adquiriu 100%
das cotas das Centrais Eólicas em 2010. Os parques eólicos, ainda em estágio pré-operacional, são localizados no
Ceará e quando instalados possuirão capacidade de 30,6 MW.

(ii) Renova Energia S.A.: companhia de geração de energia por fontes renováveis com foco em parques
eólicos, pequenas centrais hidrelétricas e projetos de energia solar. Desde agosto de 2011 a Light Energia detém
a participação na Renova, atualmente em 21,9% do capital total e 33,5% das ações ordinárias.










Renova Energia
Capacidade
Instalada
(MW)
Energia
Assegurada
(MW)
% Light
Instalada
% Light
Assegurada
Início
Operacional
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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
Em Operação
PCHs Espra 42 26 9 6 2008
LER 2009 294 150 64 33 2012
Brasil PCH 89 59 19 13 2008
Total 425 235 93 51

Expansão em Geração
LER 2010 168 85 37 18 jun-14
A-3 2011 218 107 48 23 jul-14
A-5 2012 22 12 5 3 jan-17
LER 2013 159 85 35 18 set-15
A-5 2013 356 184 78 40 mai-18
PPA - light1 200 110 44 24 set-15
PPA - light2 200 110 44 24 set-16
Mercado Livre I 22 12 5 3 jan-16
Mercado Livre II 94 52 21 11 jan-17
Mercado Livre III 30 16 6 4 abr-15
Mercado Livre IV 338 148 74 32 -
TOTAL 1807 921 395 201


(iii) Guanhães Energia S.A.: detém quatro PCHs localizadas nos rios Guanhães e Corrente Grande (Bacia do
Rio Doce), em Minas Gerais, totalizando 44 MW de capacidade instalada. Em março de 2012 a Light Energia
celebrou Instrumento para aquisição de 51% de participação na Guanhães Energia S.A., ficando os 49% restantes
com a Cemig Geração e Transmissão (“Cemig GT”).


Capacidade
Instalada
(MW)
Energia
Assegurada
(MW)
% Light
Instalada
% Light
Assegurada
Início
Operacional
Dores de Guanhães 14 8 7 4 30/08/2014
Senhora do Porto 12 7 6 3 30/07/2014
Jacaré 9 5 5 3 04/11/2014
Fortuna II 9 5 5 3 14/12/2014
Total 44 25 22 13

(iv) PCH Lajes: Em 24 de janeiro de 2014 o Conselho de Administração autorizou a criação da SPE Lajes
Energia S.A., subsidiária integral da Light Energia S.A., para a implantação, construção, operação e manutenção
da PCH Lajes, com potência de 17 MW e será instalada na antiga casa de força da UHE Fontes Velha.

A tabela abaixo apresenta o cronograma semestral com a evolução da capacidade instalada do parque gerador da
Light Energia, considerando a participação proporcional em suas controladas:
Capacidade
Instalada
(MW)*
2S13 1S14 2S14 1S15 2S15 1S16 2S16 1S17 2S17 1S18 2S18 1S19
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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
Light Energia 855 855 855 855 855 855 855 855 855 855 855 855
Renova 73 178 178 184 263 267 311 337 337 414 488 488
Guanhães - - 18 22 22 22 22 22 22 22 22 22
PCH Lajes - - - - 17 17 17 17 17 17 17 17
TOTAL 928 1033 1051 1061 1157 1161 1205 1231 1231 1308 1382 1382
* Proporcional a participação da Light Energia

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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
7.2. Em relação a cada segmento operacional que tenha sido divulgado nas últimas demonstrações
financeiras de encerramento de exercício social ou, quando houver, nas demonstrações financeiras
consolidadas, indicar as seguintes informações: (a)Produtos e serviços comercializados; (b)Lucro ou
prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido do emissor
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às 3 últimas demonstrações financeiras de
encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição
pública de valores mobiliários, as informações devem se referir às 3 últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício
social e às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
7.3. Em relação aos produtos e serviços que correspondam aos segmentos operacionais divulgados no item
7.2, descrever:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
7.4. Identificar se há clientes que sejam responsáveis por mais de 10% da receita líquida total do emissor,
informando
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de
encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição
pública de valores mobiliários, as informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício
social e às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
7.5. Descrever os efeitos relevantes da regulação estatal sobre as atividades do emissor, comentando
especificamente:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
7.6. Em relação aos países dos quais o emissor obtém receitas relevantes, identificar
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de
encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição
pública de valores mobiliários, as informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício
social e às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
7.7. Em relação aos países estrangeiros divulgados no item 7.6, informar em que medida o emissor está
sujeito à regulação desses países e de que modo tal sujeição afeta os negócios do emissor

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.8 - Relações de longo prazo relevantes
7.8. Descrever relações de longo prazo relevantes do emissor que não figurem em
outra parte deste formulário

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
7.9 - Outras informações relevantes
7.9 Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes.
Não há outras informações que o emissor julgue relevantes.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
8.1 - Descrição do Grupo Econômico
8.1. Descrever o grupo econômico em que se insere o emissor, indicando:

a - controladores diretos e indiretos

Controlador Direto da Companhia Light Energia S.A.: Light S.A.

Controladores Indiretos da Companhia Light Energia S.A.: Companhia Energética de Minas Gerais S.A.
(‘’CEMIG’’), com participação de 26,06%, Luce Empreendimentos e Participações S.A. (“LEPSA”) e RME –
Rio Minas Energia Participações S.A. (“RME”), ambas com participação de 13,03%. O Redentor Fundo de
Investimentos em Participações (“FIP Redentor”) é composto por uma sociedade de quatro bancos: BTG Pactual
com 14,29%, representando 2,74% de participação indireta na Light S.A.; e Santander, Votorantim e Banco do
Brasil, cada um com 28,57%, representando 5,50% de participação indireta na Light S.A.. O FIP Redentor, junto
com a CEMIG, são sócios na Parati S.A. – Participações em Ativos de Energia Elétrica (“Parati”) e possuem
19,23% e 6.41%, respectivamente, de participação na Companhia. A Parati possui 96,81% da Redentor Energia
S.A. (“Redentor”) e 100% das ações da LEPSA, totalizando, indiretamente, o equivalente a 25,64% do capital
total e votante da Companhia. A Redentor possui 100% das ações da RME, o que equivale a uma participação
indireta de 13,03% das ações da companhia.

b - controladas e coligadas

Controladas: A companhia detém: (i) 100% da Central Eólica de Fontainha Ltda., (ii) 100% da Central Eólica de
São Judas Tadeu Ltda., (iii) 100% da Lajes Energia S.A., (iv) 51% da Guanhães Energia S.A. (os 49% restantes
pertencem a CEMIG) e (v) 21,86% Renova Energia S.A..

Coligadas: Não há.

c - participações do emissor em sociedades do grupo

A Companhia não possui participação direta em outras sociedades do grupo econômico em que se insere, além
da participação que detém nas Controladas e controladas em conjunto , descritas no item (b) do item 8.1 deste
Formulário de Referência.

d - participações de sociedades do grupo no emissor

As participações dos Controladores na Companhia estão descritas no item (a) do item 8.1 deste
Formulário de Referência.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
8.1 - Descrição do Grupo Econômico

e - sociedades sob controle comum

A Emissora, bem como a Light Serviços de Eletricidade S.A.; Lightger S.A.; Itaocara Energia LTDA.;
Amazônia Energia S.A.; Light Esco Prestação de Serviços S.A.; Lightcom Comercializadora de Energia S.A.;
Light Soluções em Eletricidade Ltda.; Instituto Light; Itaocara Energia S.A.; Axxiom Soluções Tecnológicas
S.A. e CR Zongshen E-Power Fabricadora de Veículos S.A., SPE Energia Olímpica S.A possuem como
controladora comum a Light S.A.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
8.2 - Organograma do Grupo Econômico
8.2. Caso o emissor deseje, inserir organograma do grupo econômico em que se insere o emissor, desde que
compatível com as informações apresentadas no item 8.1

Segue abaixo organograma atual da Companhia:

Light S.A.
(Holding)
100% 51% 20% 100% 100% 100% 100% 100% 51% 25,5% 100%
Light Serviços
de Eletricidade
S.A.
Lightger
S.A.
Itaocara
Energia
Ltda.
Amazônia
Energia S.A.
Light Esco
Prestação de
Serviços S.A.
Lightcom
Comercializadora
de Energia S.A.
Light Soluções
em Eletricidade
Ltda.
Instituto
Light
Axxiom
Soluções
Tecnológicas
S.A.
CR Zongshen
E-Power
Fabricadora de
Veículos S.A.
21,86%
Renova
Energia
S.A.
Central Eólica
Fontainha
Ltda.
100%
Central Eólica
São Judas
Tadeu Ltda.
100% 9,77%
Norte
Energia
S.A.
33%
EBL Cia de
Eficiência
Energética
S.A.
Light Energia
S.A.
Distribuição Geração Comercialização e Serviços Institucional Sistemas Veículos
Elétricos
51%
100%
Lajes
Energia
S.A.
Guanhães
Energia
S.A.
50,1%
SPE
Energia
Olímpica
S.A.
.
CEMIG RME LEPSA BNDESPAR MERCADO
26,06% 13,03% 13,03% 10,30% 37,57%
Free Float 47,87%
Grupo Controlador 52,13%
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Descrição da operação Tal aquisição corresponde a 26.520.000 ações ordinárias da Guanhães Energia,
equivalente a 51% (cinquenta e um por cento) de suas ações ordinárias, sendo que a
Cemig Geração e Transmissão S.A. (“Cemig GT”) é a detentora dos demais 49%
(quarenta e nove por cento) das ações ordinárias. O preço total pago pela aquisição das
ações da Guanhães Energia foi de R$26.586.219,15 (vinte e seis milhões, quinhentos e
oitenta e seis mil, duzentos e dezenove reais e quinze centavos), na data-base do
fechamento da operação, em 28 de agosto de 2012.
Data da operação 01/08/2012
Evento societário Aquisição e alienação de ativos importantes
Evento societário Outro
Descrição do evento societário
"Outro"
Aumento de Capital na Renova pelo BNDESPAR
Evento societário Outro
Descrição do evento societário
"Outro"
Criação de uma Sociedade da SPE Lajes Energia S.A.
Data da operação 28/08/2012
Data da operação 24/01/2014
Descrição da operação Em 24 de janeiro de 2014, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a
criação de uma Sociedade de Propósito Específico (‘’SPE’’), na forma de Sociedade
Anônima de Capital Fechado, para a implantação da PCH Lajes; e também aprovou a
transferência da concessão da UHE Laies, da Light Energia S.A., para a SPE criada.
Descrição do evento societário
"Outro"
Acordo de Invest. p/ entrada da CEMIG GT na Renova
Descrição da operação Em junho de 2013 foi celebrado o Acordo de Investimento pela RR Participações S.A.,
Cemig GT, Renova e Chipley, que teve como objeto disciplinar a entrada da Cemig GT
no bloco de controle da Renova, bem como a aquisição pela Chipley de parte ou
totalidade das ações de emissão da Brasil PCH, nos termos do Contrato de Compra e
Venda de Ações da Brasil PCH, celebrado entre Cemig GT e a Petróleo Brasileiro S.A.
e cedido pela Cemig GT à Chipley. O preço da aquisição de 51% de participação
acionária na Brasil PCH é de R$ 676.530,6 mil, na data base de 31/12/2012, e será
atualizado pela variação do CDI acrescida de 2% a.a. até a data do efetivo pagamento.
O preço de emissão das ações pela Renova, para entrada da Cemig em seu capital, na
data base de 31/12/2012 será de R$ 16,2266 por ação ou R$ 48,68 por unit (1 ação ON
+ 2 ações PN), nos termos do art. 170, §1º, I da Lei das S.A., sendo que a parcela do
aumento do capital social da Renova a ser subscrita e integralizada pela Cemig GT será
de R$ 1.414.732.915,53. Os valores serão atualizados pela variação do CDI desde
31/12/2012. Após a operação, a participação da Light Energia na Renova ficará entre
11,7% e 15,9% do capital social total (atualmente é de 21,99%) e, em termos de ações
ordinárias entre 14,2% e 20,7% (atualmente é de 32,3%), mantendo todas as suas
ações vinculadas ao Bloco de Controle.
Data da operação 14/06/2013
Evento societário Outro
8.3 - Operações de reestruturação
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Descrição da operação A Light Energia S.A. realizou a integralização de 50.561.797 (cinquenta milhões,
quinhentas e sessenta e uma mil, setecentas e noventa e sete) de ações ordinárias
emitidas pela Renova Energia S.A. (“Renova”) mediante aporte do valor de
R$359.999.994,64 (trezentos e cinquenta e nove milhões, novecentos e noventa e nove
mil, novecentos e noventa e quatro reais e sessenta e quatro centavos). Tal aporte fez
parte do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administração da Renova em
17 de agosto de 2011, no montante total de R$378.131.309,60 (trezentos e setenta e
oito milhões, cento e trinta e um mil, trezentos e nove reais e sessenta centavos),
mediante a emissão de 53.108.330 (cinquenta e três milhões, cento e oito mil, trezentas
e trinta) de novas ações ordinárias, ao preço de emissão de R$7,12 (sete reais e doze
centavos) por cada ação ordinária. Por meio do referido investimento, a Light Energia
passou a deter 34,83% das ações ordinárias da Renova e 25,85% do seu capital total
[1].  
Os acionistas RR Participações S.A. (“RR”), InfraBrasil Fundo de Investimento em
Participações, Fundo de Investimento em Participações Caixa Ambiental – FIP Caixa
Ambiental, Banco Santander (Brasil) S.A e Santa Barbara Fundo de Investimento em
Participações, renunciaram aos respectivos direitos de preferência gratuitamente e os
cederam à Light Energia, conforme divulgado ao mercado por meio de aviso aos
acionistas da Renova em 17 de agosto de 2011.
Evento societário Aquisição e alienação de ativos importantes
Data da operação 08/07/2011
Descrição da operação Em agosto de 2012, ocorreu a celebração do Novo Acordo de Acionistas prevendo o
aumento de capital da Renova, no valor total de até R$314.700.407,85, ao preço por
ação (ordinária ou preferencial) de R$ 9,3334, ou R$ 28,00 por Unit. A BNDESPAR
comprometeu-se a subscrever e integralizar as Units emitidas no âmbito do Aumento de
Capital no valor mínimo de R$250.000.009,70. 
Em decorrência do Investimento, a RR, a Light Energia e a BNDESPAR se obrigaram a
celebrar um acordo de acionistas para assegurar à BNDESPAR os seguintes direitos: (i)
eleição de 1 (um) membro no Conselho de Administração da Renova; (ii) direito de
venda conjunta em caso de alienação direta ou indireta das ações da  
Renova detidas pela RR ou pela Light Energia; e (iii) direito de aderir a ofertas públicas
secundárias da Renova. 
Com relação do Aumento de Capital BNDESPAR o BNDESPAR passou a deter
23.059.239 ações ordinárias de emissão da Renova, equivalente a 13,6% do capital
votante, e 4.875.036, equivalente a 8,2% das ações preferenciais de emissão da  
Companhia, totalizando 27.934.275 ações de emissão da Companhia, ou 12,2% do
capital social da Companhia na época. 
O Investimento não implica em alienação de controle pelos acionistas controladores  
da Renova (RR e Light Energia), para fins do artigo 254-A da Lei das S.A, tampouco
aquisição do controle da Renova pela BNDESPAR.
8.3 - Operações de reestruturação
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8.4 - Outras informações relevantes
8.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Todas as operações descritas acima obtiveram anuência do órgão regulador do setor
elétrico (Aneel).

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
9.1. Descrever os bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento
das atividades do emissor
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário
de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e
às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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9.2 - Outras informações relevantes
9.2 Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
Não há outras informações relevantes.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
10.1. Os diretores devem comentar sobre:

a. condições financeiras e patrimoniais gerais
A Light Energia S.A., Companhia de geração e transmissão de energia, com
sede na cidade do Rio de Janeiro, faz parte do Grupo Light, que é constituído também
pelas empresas Light S.A., holding; Light Serviços de Eletricidade S.A. (Light SESA),
de distribuição de energia; Light Esco – Prestação de Serviços S.A. (Light Esco), de
comercialização de energia.
O patrimônio líquido da Light Energia, em 31 de dezembro de 2012, era de R$
578,3 milhões, um decréscimo de 13,6%, ou R$ 91,2 milhões, em relação a 31 de
dezembro de 2011. Isso ocorreu em função do pagamento de R$ 168,3 milhões de
dividendos propostos, R$ 5,9 milhões de juros sobre capital próprio e de R$ 44,8
milhões como dividendos adicionais propostos, a serem deliberados na AGO de 2013.
Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia tinha uma posição de caixa de R$ 201,9
milhões. O atual capital de giro da Companhia é suficiente para as atuais exigências e os
seus recursos de caixa, inclusive empréstimos de terceiros, são suficientes para atender
o financiamento de suas atividades e cobrir sua necessidade de recursos.
Na mesma data, a dívida líquida totalizava R$ 1.115,4 bilhões. A relação dívida
líquida/patrimônio líquido em 2012 ficou em 1,9x, ao passo que atingiu 1,34x em 2011.
A Diretoria entende que a Companhia apresenta condições financeiras e patrimoniais
suficientes para implementar seu plano de negócios e cumprir suas obrigações de curto
e médio prazo.

b. estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando:
Com relação à estrutura de capital, a Light Energia apresentou os seguintes indicadores
nos últimos 3 exercícios sociais:
Exercício Social encerrado em
31/12/2009 31/12/2010 31/12/2011
Estrutura de Capital
Capital Próprio 46,3% 53,0% 31,9%
Capital de Terceiros 53,7% 47,0% 68,1%
Endividamento
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Dívida Bruta/Patrimônio Líquido x 0,59 0,39 1,57
Dívida Líquida/Patrimônio Líquido x 0,36 0,28 1,34
Dívida Bruta/EBITDA x 2,18 1,36 4,31
Dívida Líquida/EBITDA x 1,32 0,98 3,68
Liquidez
Liquidez Geral x 1,86 2,13 1,47
Liquidez Corrente x 0,93 0,80 1,17
Liquidez Seca x 0,92 0,79 1,16
Liquidez Imediata 0,69 0,44 0,77


i. hipóteses de resgate
ii. fórmula de cálculo do valor de resgate
Não há possibilidade de resgates de ações de emissão da companhia além das
legalmente previstas.

c. capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos
Observando o endividamento, o fluxo de caixa e a posição de liquidez, a Companhia
acredita ter liquidez e recursos de capital suficientes, que poderão eventualmente ser
adicionados a obtenção de recursos junto a instituições financeiras públicas e privadas,
caso necessário,para cobrir os investimentos, despesas, dívidas e outros valores a serem
pagos nos próximos anos, embora não possa garantir que tal situação permanecerá igual.

d. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-
circulantes utilizados:
Além da utilização em parte de sua geração própria de caixa, a principal fonte de
financiamento para os projetos de investimento da Companhia é o BNDES, que
usualmente oferece taxas de juros menores que o mercado privado, além de prazos de
pagamento compatíveis com o tempo de retorno do projeto de investimento.
Caso o projeto de investimento não seja elegível para financiamento via BNDES, a
Companhia normalmente recorre ao mercado de capitais (debêntures), agências
multilaterais de fomento ou demais fontes do mercado bancário.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
e. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-
circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez
Atualmente a Light Energia possui linhas de capital de giro contratadas e/ou aprovadas
perante instituições financeiras de primeira linha no montante de R$ 50 milhões. No
entanto, em 31 de dezembro de 2012 nada havia sido sacado.

f. níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda:
i. contratos de empréstimo e financiamento relevantes
Em 31 de dezembro de 2012, o endividamento total consolidado em aberto da
Companhia era de R$1.291,1 milhões, dos quais 13,2% (R$170,3 milhões) eram em
moeda estrangeira. Este valor, deduzido do caixa e disponibilidades da Companhia, no
montante de R$207,4 milhões, atinge R$1.083,7 milhões.
Do valor total do endividamento acima, 8,0% (R$103,3 milhões) tinha vencimento no
curto prazo e 92,0% (R$1.187,7 milhões) tinha vencimento no longo prazo. Além disso,
nessa mesma data, a Companhia também possuía obrigações com a Braslight (plano de
previdência da Companhia) no montante de R$10,9 milhões.
A Companhia não utiliza de instrumentos financeiros derivativos (operações de swap)
para prestação do serviço associado a dívidas em moeda estrangeira.
A tabela abaixo descreve a evolução do endividamento total consolidado em aberto da
Companhia nos períodos em referência:

ENERGIA 31 de dezembro de
Dívidas (R$ milhões) 2010 2011 2012
Curto Prazo 17,4 79,0 103,3
Moeda Estrangeira 2,0 1,7 1,2
Moeda Nacional 15,4 77,3 102,1
Longo Prazo 241,6 959,6 1.187,7
Moeda Estrangeira 10,7 7,1 169,1
Moeda Nacional 230,9 952,5 1.018,6
Swap 0,0 0,0 -1,1
Total Geral 259,0 1.038,6 1.291,1


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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais


Financiamentos Relevantes
Ao longo de 2010, 2011 e 2012, foram contraídas algumas dívidas, entre as principais
estão:
1ª emissão de debêntures da Light Energia, de 11 de abril de 2011, no montante total de
R$ 170,0 milhões. A data final de vencimento é 10 de abril de 2016. Sobre o valor do
principal incidem juros equivalentes ao CDI acrescido de spread de 1,45% ao ano;
2ª emissão de debêntures da Light Energia, de 29 de dezembro de 2011, no montante
total de R$ 425,0 milhões. A data final de vencimento é 19 de agosto de 2019. Sobre o
valor do principal incidem juros equivalentes ao CDI acrescido de spread de 1,18% ao
ano;
3ª emissão de debêntures da Light Energia, de 10 de setembro de 2012, no montante
total de R$ 30 milhões. A data final de vencimento é 04 de junho de 2026. Sobre o
valor do principal incidem juros de CDI + 1,18% ao ano.
Contrato de Abertura de Crédito para Financiamento mediante Repasse de recursos do
BNDES – FINEM, celebrados com a Light Energia, tendo como Interveniente a Light S.A.
em 30 de novembro de 2009, no valor de R$ 30,8 milhões. Sobre o principal da dívida
na maioria dos subcréditos incidirão juros de 2,58% ao ano dependendo da variação
da TJLP. Um dos subcréditos aponta juros de 4,50% ao ano a título de remuneração. A
data final de vencimento é 15 de setembro de 2019.
Contrato de Abertura de Crédito para Financiamento mediante Repasse de recursos do
BNDES – FINEM, celebrados com a Light Energia, tendo como Interveniente a Light S.A.
em 10 de abril de 2012 no valor de R$ 35,5 milhões. Sobre o principal da dívida
incidirão juros de 1,81% ao ano dependendo da variação da TJLP. A data final de
vencimento é 15 de março de 2018.
Captação em moeda estrangeira (operação 4131) em 02 de outubro de 2012 no valor de
US$80 milhões (equivalente a R$162,4 milhões) para a Light Energia através do Banco
Citibank S.A. com vencimento em 03 de abril de 2018.

ii. outras relações de longo prazo com instituições financeiras
A Companhia mantém contratos de prestação de serviços bancários com diversas
instituições financeiras, contratos de administração de contas, contratos de conta
corrente e transferências bancárias e contratos de prestação de garantias e etc.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

iii. grau de subordinação entre as dívidas
Não existe grau de subordinação entre as dívidas da Companhia.

iv. eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites
de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à
alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de
controle societário
A primeira e segunda emissão de Debêntures da Companhia prevê a manutenção de
indicadores de endividamento e cobertura de juros. No exercício findo em 31 de
dezembro de 2012, a Companhia atingiu todos os indicadores requeridos
contratualmente.

g. limites de utilização dos financiamentos já contratados
Especificamente para os Contratos de Abertura de Crédito para Financiamento dos
programas de investimentos da Light Energia para o biênio 2011-2012, firmados com o
BNDES na modalidade FINEM direto, o prazo-limite para utilização do volume total
disponibilizados nessas duas linhas é até 15 de março de 2013.

h. alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais



Análise da Demonstração do Resultado para o Exercício Social Encerrado em 31
de Dezembro de 2012 Comparado ao Exercício Social Encerrado em 31 de
Dezembro de 2011.

Receita Operacional Líquida
A receita operacional líquida do exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2012 foi de R$ 440,1 milhões, representando um aumento de 31,1%, comparado à
receita líquida operacional de R$ 335,8 milhões registrada em 2011, explicado,
principalmente, pelo maior preço e volume dos contratos de energia negociados no
%da %da
2011 Recei ta 2012 Recei ta 2012 / 2011
Reapresentado Lí qui da Lí qui da
RECEITA OPERACIONAL
Supriment o de energia elét rica 366.638 109,2% 483.233 109,8% 31,8%
Out ras receit as 12.141 3,6% 9.115 2,1% (24,9)%
378.779 112,8% 492.348 111,9% 30,0%
Deduções à Recei ta Operaci onal
Quot a para reserva global de reversão (10.040) (3,0)% (13.368) (3,0)% 33,1%
PIS/COFINS (32.894) (9,8)% (38.867) (8,8)% 18,2%
Out ras (67) (0,0)% (57) (0,0)% (14,9)%
(43.001) (12,8)% (52.292) (11,9)% 21,6%
RECEITA LÍQUIDA 335.778 100,0% 440.056 100,0% 31,1%
CUSTO DA OPERAÇÃO (103.736) (126.299)
Encargos uso de rede básica (18.761) (5,6)% (42.050) (9,6)% 124,1%
Pessoal (13.105) (3,9)% (14.674) (3,3)% 12,0%
Mat erial (969) (0,3)% (851) (0,2)% (12,2)%
Serviço de t erceiros (13.034) (3,9)% (11.840) (2,7)% (9,2)%
Depreciação e amort ização (56.714) (16,9)% (55.697) (12,7)% (1,8)%
Out ras (1.153) (0,3)% (1.187) (0,3)% 2,9%
LUCRO BRUTO 232.042 69,1% 313.757 71,3% 35,2%
DESPESAS OPERACIONAIS (44.977) (13,4)% (40.885) (9,3)% (9,1)%
Despesas gerais e administ rat ivas (45.064) (13,4)% (61.222) (13,9)% 35,9%
Out ras Receit as/ Despesas 87 0,0% 20.337 4,6% 23.275,9%
LUCRO OPERACIONAL 187.065 55,7% 272.872 62,0% 45,9%
RESULTADO FINANCEIRO (55.339) (16,5)% (85.146) (19,3)% 53,9%
Receit as 13.389 4,0% 13.375 3,0% (0,1)%
Despesas (68.728) (20,5)% (98.521) (22,4)% 43,3%
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DERENDA EDA
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 131.726 39,2% 187.726 42,7% 42,5%
Impost o de renda e cont ribuição social Corrent e (53.156) (15,8)% (81.487) (18,5)% 53,3%
Impost o de renda e cont ribuição social Diferido 11.190 3,3% 27.467 6,2% 145,5%
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 89.760 26,7% 133.706 30,4% 49,0%
Lucro básico por ação 1,15937 1,72699
Lucro diluído por ação 1,10087 1,67581
QUANTIDADEDEAÇÕES AO FINAL DO EXERCÍCIO 77.421.581 77.421.581
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Ambiente de Contratação Livre e pela maior receita oriunda da consolidação da receita
da Renova Energia desde setembro de 2011.

Custo de Operação
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, os custos de bens e
serviços vendidos pela companhia foram de R$ 126,3 milhões, significando um
aumento de 21,8% quando comparados aos R$ 103,7 milhões verificados em 2011. Tal
variação foi causada principalmente pelo aumento na linha de encargos de uso da rede
básica.
Encargos Uso de Rede Básica: O custo com encargos de utilização da rede
básica foi de R$ 42,1 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2012, apresentando um aumento de 124,1% na comparação com os custos de R$ 18,8
milhões em 2011. Tal resultado é decorrente da consolidação dos custos da Renova.
Pessoal: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o custo de
pessoal foi de R$ 14,7 milhões, representando um aumento de 12,0% comparado ao
custo de R$ 13,1 milhões em 2011, reflexo do dissídio coletivo.
Material: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o custo de
material foi de R$ 0,9 milhão, representando uma redução de 12,2% comparado ao
custo de R$ 1,0 milhão em 2011, devido a ligeira retração nos investimentos de
manutenção realizados pela Companhia.
Serviço de Terceiros: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2012, o custo de serviços de terceiros foi de R$ 11,8 milhões, representando uma
redução de 9,2%, se comparado ao custo de R$ 13,0 milhões do ano de 2011. Este
resultado foi impactado principalmente pela retração nos investimentos de manutenção
realizados pela Companhia.
Depreciação e Amortização: No exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2012, o valor desta linha somou R$ 55,7 milhões, praticamente em linha com os R$
56,7 milhões registrados em 2011.
Outras: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, outros custos
de operação totalizaram R$ 1,2 milhão, ficando em linha com o resultado de 2011.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Lucro Operacional Bruto
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o lucro operacional
bruto da Companhia foi de R$ 313,8 milhões, apresentando um aumento de 35,2% em
relação ao lucro de R$ 232,0 milhões registrado em 2011, em decorrência
principalmente do aumento de 31,1% da receita líquida.

Despesas Operacionais
Gerais e Administrativas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2012, as despesas gerais e administrativas da Companhia foram de R$ 61,2 milhões,
representando um aumento de 35,9% em comparação com o valor de R$ 45,1 milhões
apurado em 2011, tal variação é explicada principalmente pela consolidação da Renova
Energia S.A..
Outras Receitas/Despesas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2012, o saldo de outras receitas/despesas operacionais da Companhia foi positivo de R$
20,3 milhões, em comparação a R$ 0,1 milhão em 2011, tal resultado é proveniente do
ganho obtido com a diluição do capital da Companhia na Renova, em função da entrada
da BNDESPar no capital daquela sociedade.

Resultado Antes de Receita e Despesa Financeira
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o resultado
operacional da Companhia foi de R$ 272,9 milhões, em face de R$ 187,1 milhões em
2011, representando um aumento de 45,9%. Os fatores que contribuíram para tal
variação foram o aumento na receita líquida e a redução nas despesas operacionais.

Receitas (Despesas) Financeiras
O resultado financeiro do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012
foi negativo em R$ 85,1, em comparação à R$ 55,3 milhões, registrado em 2011.
Receitas: A receita financeira de 2012 foi de R$ 13,4 milhões, ficando em linha
com a registrada em 2011.
Despesas: A despesa Financeira somou R$ 98,5 milhões, com aumento de
43,3% em relação ao ano de 2011, que registrou R$ 68,7 milhões. Esse resultado é
decorrente, principalmente, do aumento dos encargos financeiros dos empréstimos
contraídos em moeda nacional.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Resultado Antes dos Tributos e Participação Minoritária
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o resultado antes dos
tributos e participação minoritária da Companhia foi de R$ 187,7, em face de R$ 131,7
milhões em 2011, representando um aumento de 42,5%. O resultado apresentando foi
conseqüência do aumento no lucro operacional, que foi compensado quase totalmente
pelo aumento negativo no resultado financeiro.

Imposto de Renda e Contribuição Social
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, a Companhia
registrou despesas de IRPJ e CSLL no valor de R$ 54,0 milhões, em comparação com
uma despesa de R$ 42,0 milhões em 2011.

Lucro do Período
A Light Energia registrou lucro líquido de R$ 133,7 milhões em 2012, 49,0%
acima do lucro registrado em 2011 no montante de R$ 89,8 milhões.


Análise da Demonstração do Resultado para o Exercício Social Encerrado em 31
de Dezembro de 2011 Comparado ao Exercício Social Encerrado em 31 de
Dezembro de 2010
Receita Operacional Líquida
A receita operacional líquida do exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2011 foi de R$335,8 milhões, representando um aumento de 4,9%, comparado à
receita líquida operacional de R$319,9 milhões registrada em 2010, explicado,
principalmente, pelos reajustes dos contratos de venda de energia no Ambiente de
Contratação Regulado, e pela maior receita oriunda da consolidação da receita da
Renova Energia desde setembro de 2011.

Custo de Operação
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, os custos de bens e
serviços vendidos pela Companhia foram de R$103,7 milhões, significando um
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
aumento de 1,5% quando comparados aos R$102,2 milhões verificados em 2010. Tal
variação foi causada, essencialmente, pelo aumento no custo de Serviços de Terceiros.
Encargos Uso de Rede Básica: O custo com encargos de utilização da rede
básica foi de R$18,8 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011,
apresentando um aumento de 6,0% na comparação com os custos de R$17,7 milhões em
2010. Tal resultado é decorrente de reajustes periódicos realizados pela Aneel.
Pessoal: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, o custo de
pessoal foi de R$ 13,1 milhões, representando um aumento de 4,9%, comparado ao
custo de R$ 12,5 milhões em 2010, reflexo do aumento dos investimentos realizados
pela Companhia
Material: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, o custo de
material foi de R$ 1,0 milhão, representando um aumento de 33,1%, comparado ao
custo de R$ 0,7 milhão em 2010, devido aos investimentos realizados pela Companhia.
Serviço de Terceiros: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2011, o custo de serviços de terceiros foi de R$ 13,0 milhões, representando um
aumento de 29,8%, se comparado ao custo de R$ 10,0 milhões do ano de 2010. Este
resultado foi impactado principalmente pelo maior custo com serviço técnico em
máquinas e equipamentos em R$ 1,0 milhão.
Depreciação e amortização: No exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2011, o valor desta linha somou R$ 56,7 milhões, uma redução de 6,9% quando
comparado aos R$ 60,9 milhões em 2010. Tal resultado deve-se à baixa do imobilizado
da empresa em 2010.
Outras: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, outros custos
de operação totalizaram R$ 1,2 milhões, representando um aumento de 226,6% quando
comparado ao custo de R$ 0,4 milhão em 2010, ocasionado principalmente pela
consolidação da Renova Energia S.A..

Lucro Operacional Bruto
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, o lucro operacional
bruto da Companhia foi de R$ 232,0 milhões, apresentando um aumento de 6,6% em
relação ao lucro de R$ 217,7 milhões registrado em 2010, em decorrência
principalmente do aumento na receita líquida de 4,9%.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Despesas Operacionais
Gerais e Administrativas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2011, as despesas gerais e administrativas da Companhia foram de R$ 45,1 milhões,
representando uma redução de 10,0% em comparação com o valor de R$ 50,1 milhões
apurado em 2010 principalmente pela consolidação da Renova Energia S.A..
Outras Receitas/Despesas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2011, o saldo de outras receitas/despesas operacionais da Companhia foi positivo de R$
0,1 milhão, em comparação a um saldo negativo de R$ 0,2 milhão em 2010.

Resultado Antes de Receita e Despesa Financeira
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, o resultado
operacional da Companhia foi de R$ 187,1 milhões, em face de R$ 167,4 milhões em
2010, representando um aumento de 11,7%. Os fatores que contribuíram para tal
variação foram o aumento na receita líquida e a redução nas despesas operacionais.

Receitas (Despesas) Financeiras
O resultado financeiro do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011
foi negativo em R$ 53,8 milhões, em comparação à R$ 34,3 milhões, registrada em
2010.
Receitas: A receita financeira do ano, de R$ 13,4 milhões, foi 105,5% maior que
a do ano anterior, reflexo da consolidação da Renova no montante de R$ 2,1 milhões e
o aumento dos rendimentos sobre aplicações financeiras.
Despesas: A despesa financeira somou R$ 67,3 milhões, com aumento de 64,7%
em relação ao ano de 2010. Esse resultado é decorrente, principalmente, do aumento dos
encargos financeiros dos empréstimos contraídos em moeda nacional.

Resultado Antes dos Tributos e Participação Minoritária
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, o resultado antes dos
tributos e participação minoritária da Companhia foi de R$ 133,2 milhões, em face de
R$ 133,1 milhões em 2010, representando um aumento de 0,1%. O resultado
apresentado foi conseqüência do aumento no lucro operacional, que foi compensado
quase totalmente pelo aumento negativo no resultado financeiro.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Imposto de Renda e Contribuição Social
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, a Companhia
registrou despesas de IRPJ e CSLL no valor de R$ 42,5 milhões, em comparação com
uma despesa de R$ 44,4 milhões em 2010.

Lucro do Período
A Light Energia registrou lucro líquido de R$ 90,8 milhões em 2011, 2,3%
acima do lucro registrado em 2010 no montante de R$ 88,7 milhões.


Análise da Demonstração do Resultado para o Exercício Social Encerrado
em 31 de Dezembro de 2010 Comparado ao Exercício Social Encerrado em 31 de
Dezembro de 2009
Receita Operacional Líquida
A receita operacional líquida do exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2010 foi de R$ 319,9 milhões, representando um aumento de 8,5% comparado à
receita operacional líquida de R$ 294,9 milhões registrada em 2009, em função dos
reajustes dos contratos de venda de energia no Ambiente de Contratação Regulado, e
pelo aumento na venda de energia no Ambiente de Contratação Livre, associado ao
maior preço médio no mercado spot em 81,3%, em 2010, se comparado ao ano de 2009.

Custo de Operação
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, os custos de bens e
serviços vendidos pela Companhia foram de R$102,2 milhões, significando uma
redução de 12,8% quando comparados aos R$117,3 milhões verificados em 2010. Tal
variação foi causada, essencialmente, pela redução nos encargos de uso da rede básica.
Encargos Uso de Rede Básica: O custo com encargos de utilização da rede
básica foi de R$ 17,7 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2010, apresentando uma redução de 50,2% na comparação com os custos de R$ 35,5
milhões em 2009. Tal resultado é devido ao fim da cobrança do encargo do uso da rede
básica, determinado pela ONS, a partir de julho de 2009 e redução na tarifa de uso do
sistema de distribuição a partir de outubro de 2009 em aproximadamente 40%.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Pessoal: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, o custo de
pessoal foi de R$ 12,5 milhões, representando um aumento de 3,7%, comparado ao
custo de R$ 12,1 milhões em 2009, impactado, principalmente, pelo dissídio coletivo de
5,3% em 2010 e impostos correspondentes.
Material: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, o custo de
material foi de R$ 728 mil, representando um aumento de 5,7%, comparado ao custo de
R$ 689 mil em 2009.
Serviço de Terceiros: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2010, o custo de serviços de terceiros foi de R$ 10,0 milhões, representando um
aumento de 80,9%, se comparado ao custo de R$ 5,6 milhões do ano de 2009. Este
resultado foi impactado principalmente pela contratação de serviços jurídicos, com
honorário de êxito de R$ 1,1 milhão e manutenção de equipamentos.
Depreciação e amortização: No exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2010, o valor desta linha somou R$ 60,9 milhões, um aumento de 1,4% quando
comparado aos R$ 60,4 milhões em 2009.
Outras: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, outros custos
de operação totalizaram R$ 0,4 milhão, representando uma redução de 89,6% quando
comparado ao custo de R$ 3,4 milhões em 2009.

Lucro Operacional Bruto
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, o lucro operacional
bruto da Companhia foi de R$ 217,7 milhões, apresentando um aumento de 22,6% em
relação ao lucro de R$ 177,6 milhões registrado em 2009, em decorrência
principalmente do aumento na receita líquida de 8,5%.

Despesas Operacionais
Gerais e Administrativas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2010, as despesas gerais e administrativas da Companhia foram de R$ 50,1 milhões,
representando um aumento de 28,1% em comparação com o valor de R$ 39,1 milhões
apurado em 2009. Tal aumento se deve principalmente pela provisão de R$ 8,2 milhões
decorrente de acordo judicial realizado com o Município de Barra do Piraí relativo à
realização da dragagem do Rio Piraí.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Outras Receitas/Despesas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2010, o saldo de outras receitas/despesas operacionais da Companhia foi negativo de R$
0,2 milhão, representando uma redução de 90,7% em comparação ao saldo de R$ 2,6
milhão em 2009, principalemte pela alienação de bens da Companhia.

Resultado Antes de Receita e Despesa Financeira
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, o resultado
operacional da Companhia foi de R$ 167,4 milhões, em face de R$ 135,9 milhões em
2009, representando um aumento de 23,2%. Os fatores que contribuíram para tal
variação foram o aumento na receita líquida e a redução nos encargos de uso da rede
básica.

Receitas (Despesas) Financeiras
O resultado financeiro do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010
foi negativo em R$ 34,3 milhões, em comparação à R$ 9,0 milhões, registrada em 2009.
Receitas: A receita financeira do ano, de R$ 6,5 milhões, foi 38,0% menor que a
do ano anterior, reflexo da redução dos rendimentos sobre aplicações financeiras.
Despesas: A despesa financeira somou R$ 40,8 milhões, com aumento de
109,1% em relação ao ano de 2009. Esse resultado é decorrente, principalmente, do
aumento das despesas financeiras relativas à variação cambial sobre a dívida da Light
Energia com a offshore LIR Energy, oriunda do contrato de assunção de dívida
celebrado entre Light Energia e Light SESA. A dívida foi totalmente liquidada em
2010.

Resultado Antes dos Tributos e Participação Minoritária
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, o resultado antes dos
tributos e participação minoritária da Companhia foi de R$ 133,1 milhões, em face de
R$ 126,9 milhões em 2009, representando um aumento de 4,9%. O resultado
apresentado foi conseqüência do aumento no lucro operacional, apesar de ter sido boa
parte compensado pelo aumento negativo no resultado financeiro.

Imposto de Renda e Contribuição Social
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, a Companhia
registrou despesas de IRPJ e CSLL no valor de R$ 44,4 milhões, em comparação com
uma despesa de R$ 42,1 milhões em 2009.

Lucro do Período
A Light Energia registrou lucro líquido de R$ 88,7 milhões em 2010, 4,6%
acima do lucro registrado em 2009 no montante de R$ 84,8 milhões.

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS CONTAS PATRIMONIAIS

Análise do Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2012 comparado a
31 de dezembro de 2011




% do % do
2011 ativo 2012 ativo 2012 / 2011
Reapresentado total total
Ativo Circulante
Caixa e equivalentes de caixa 153.415 7,0% 191.968 8,0% 25,1%
Títulos e valores mobiliários 1.268 0,1% - 0,0% (100,0)%
Concessionárias e permissionárias 44.655 2,0% 67.832 2,8% 51,9%
Tributos e contribuições 11.454 0,5% 2.814 0,1% (75,4)%
Imposto de Renda e Contribuição Social - 0,0% - 0,0% 0,0%
Estoques 2.081 0,1% 2.368 0,1% 13,8%
Serviços prestados 1.183 0,1% 514 0,0% (56,6)%
Despesas pagas antecipadamente 508 0,0% 624 0,0% 22,8%
Outros créditos 5.030 0,2% 8.508 0,4% 69,1%
Total do Circulante 219.594 10,1% 274.628 11,4% 25,1%
Não Circulante
Tributos e contribuições 452 0,0% - 0,0% (100,0)%
Tributos dif eridos - 0,0% 200 0,0% 0,0%
Depósitos vinculados a litígios 4.206 0,2% 1.142 0,0% (72,8)%
Outros créditos 69 0,0% 18.429 0,8% 26.608,7%
Investimentos 167 0,0% 636 0,0% 280,8%
Imobilizado 1.663.045 76,2% 1.835.314 76,5% 10,4%
Intangível 295.856 13,6% 269.183 11,2% (9,0)%
Total do não Circulante 1.963.795 89,9% 2.124.904 88,6% 8,2%
Total do Ativo 2.183.389 2.399.532 9,9%
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais


Nas contas do ativo, as principais variações observadas foram:

Caixa e equivalentes de caixa: Em 31 de dezembro de 2012, o montante de
disponibilidades era de R$192, 0 milhões, representando um aumento de 25,1% em
relação ao valor de R$153,4 milhões apurado em 31 de dezembro de 2011,
principalmente em função da consolidação da controlada em conjunto Renova Energia
S.A.
Concessionárias e permissionárias (circulante e não circulante): Em 31 de
dezembro de 2012, o saldo de Concessionárias e permissionárias era de R$67,8 milhões,
representando um aumento de 51,9%, quando comparado ao saldo de R$44,7 milhões
verificado em 31 de dezembro de 2011. Esta variação pode ser explicada principalmente
pelo aumento de 51,4% na venda da energia.
Tributos e contribuições (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de
2012, o valor de tributos e contribuições a compensar era de R$2,8 milhões,
% do % do
2011 passivo 2012 passivo 2012 / 2011
Reapresentado total total
Passivo Circulante
Fornecedores 22.998 1,1% 57.947 2,4% 152,0%
Tributos e contribuições 4.594 0,2% 6.947 0,3% 51,2%
Imposto de Renda e Contribuição Social 39.341 1,8% 48.322 2,0% 22,8%
Empréstimos, f inanciamentos e encargos f inanceiros 83.597 3,8% 78.541 3,3% (6,0)%
Debêntures e encargos f inanceiros 4.878 0,2% 48.952 2,0% 903,5%
Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar 4.738 0,2% 5.028 0,2% 6,1%
Obrigações estimadas 3.838 0,2% 3.875 0,2% 1,0%
Encargos regulatórios 560 0,0% 678 0,0% 21,1%
Benef ício pós-emprego 1.169 0,1% 1.437 0,1% 22,9%
Outros débitos 20.055 0,9% 20.610 0,9% 2,8%
Total do Circulante 185.768 7,7% 272.337 11,3% 46,6%
Não Circulante
Empréstimos, f inanciamentos e encargos f inanceiros 369.165 16,9% 498.030 20,8% 34,9%
Debêntures e encargos f inanceiros 594.245 27,2% 691.732 28,8% 16,4%
Rendas a pagar - Swap - 0,0% 4.527 0,2% 0,0%
Tributos dif eridos 342.143 15,7% 319.976 13,3% (6,5)%
Provisões 1.480 0,1% 1.604 0,1% 8,4%
Benef ício pós-emprego 10.215 0,5% 18.845 0,8% 84,5%
Outros débitos 10.793 0,5% 14.144 0,6% 31,0%
Total do não Circulante 1.328.041 55,3% 1.548.858 64,5% 16,6%
Patrimônio Líquido
Capital Social 77.422 3,5% 77.422 3,2% 0,0%
Reservas de lucro 75.437 3,5% 25.462 1,1% (66,2)%
Dividendos adicionais propostos 44.847 2,1% 23.897 1,0% (46,7)%
Ajustes de avaliação patrimonial 472.356 21,6% 451.556 18,8% (4,4)%
Lucro (prejuízo) acumulados (482) 0,0% - 0,0% (100,0)%
Total do Patrimônio Líquido 669.580 27,9% 578.337 24,1% (13,6)%
Passivo Total 2.183.389 2.399.532 9,9%
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
representando uma redução de 75,4% quando comparado ao valor de R$11,5 milhões
apurado em 31 de dezembro de 2011. Essa diminuição foi em função da baixa de ICMS
a compensar.
Outros créditos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o
saldo de outros créditos era de R$26,9 milhões, significando um aumento de 428,3% em
comparação ao saldo de R$5,1 milhões em 31 de dezembro de 2011. Esse aumento
ocorreu em função da consolidação da Renova Energia S.A., que gerou um aumento no
montante de R$25,2, em função do registro de cauções e depósitos vinculados.
Imobilizado: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de imobilizado era de
R$1.835,3 milhões, representando um aumento de 10,4% em comparação ao saldo de
R$1.663,1 milhões em 31 de dezembro de 2011, esse aumento ocorreu principalmente
em função da consolidação da Renova Energia S.A.
Intangível: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de intangível era de R$269,1
milhões, representando uma diminuição de 9,0% em comparação ao saldo de R$295,9
milhões em 31 de dezembro de 2011, essa redução ocorreu principalmente em função
da diluição de participação na Renova Energia S.A.

Nas contas do passivo, as principais variações observadas foram:
Fornecedores: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo total de fornecedores era de
R$57,9 milhões apresentando um aumento de 152,0%, em comparação com o valor de
R$23,0 milhões em 31 de dezembro de 2011. Essa variação é principalmente em função
da consolidação da Renova Energia S.A.
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures (circulante e não circulante): Em
31 de dezembro de 2012, o saldo total de empréstimos, financiamentos e debêntures
(incluindo encargos financeiros) era de R$1.317,3 milhões, significando um aumento de
25,2% em comparação ao valor de R$1.051,9 milhões verificado em 31 de dezembro de
2011. Esse aumento é em decorrência principalmente da captação de empréstimo no
valor de R$162,4 para fins de capital de giro e emissões de debêntures por parte das
controladas Renova Energia, no valor de R$66,1 e Guanhães Energia, no valor de
R$33,1.
Tributos diferidos: Em 31 de dezembro de 2012, o valor de tributos diferidos era
de R$320,0 milhões, representando uma redução de 6,5% quando comparado ao valor
de R$342,1 milhões apurado em 31 de dezembro de 2011. Essa redução ocorreu
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
principalmente devido a diluição de participação na controlada Renova Energia S.A,
que gerou amortização de parte da mais valia registrada.
Plano previdenciário e Outros Benefícios aos Empregados: Em 31 de dezembro
de 2012, o valor devido a esse título era de R$20,3 milhões, um aumento de 78,2%
frente aos R$11,4 milhões em 31 de dezembro de 2011. Esse aumento ocorreu
principalmente devido à queda das taxas de juros, que impactaram diretamente o
passivo atuarial da Companhia para 31 de dezembro de 2012.
Outros débitos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o
valor de outros débitos registrava R$34,8 milhões, não demonstrando variação
significativa com os R$30,8 milhões registrados em 31 de dezembro de 2011.


Análise do Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2011 comparado a
31 de dezembro de 2010

Nas contas do ativo, as principais variações observadas foram:

Disponibilidades: Em 31 de dezembro de 2011, o montante de disponibilidades
era de R$153,5 milhões, representando um aumento de 73,6% em relação ao valor de
R$88,4 milhões apurado em 31 de dezembro de 2010, principalmente em função da
consolidação da Renova Energia S.A., que gerou um aumento no montante de R$100,6
milhões.
Concessionárias e permissionárias (circulante e não circulante): Em 31 de
dezembro de 2011, o saldo de Concessionárias e permissionárias era de R$44,7 milhões,
representando uma redução de 3,2%, quando comparado ao saldo de R$46,2 milhões
verificado em 31 de dezembro de 2010. Esta pequena variação pode ser explicada pelo
volume inferior de GWh vendido, ocasionado pela queda de vendas no spot em relação
a 2010.
Tributos a compensar (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2011,
o valor de tributos a compensar era de R$27,0 milhões, representando um aumento de
11,2% quando comparado ao valor de R$24,3 milhões apurado em 31 de dezembro de
2010. Esse aumento foi em função principalmente do ICMS a compensar, proveniente
de aquisição de ativos, no montante de R$1,9 milhão.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Outros créditos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2011, o
saldo de outros créditos era de R$5,1 milhões, significando um aumento de 220% em
comparação ao saldo de R$1,6 milhão em 31 de dezembro de 2010. Esse aumento
ocorreu em função da consolidação da Renova Energia S.A., que gerou um aumento no
montante de R$3,6 milhões.
Imobilizado: Em 31 de dezembro de 2011, o saldo de imobilizado era de
R$1.663,1 milhões, representando um aumento de 21,2% em comparação ao saldo de
R$1.371,7 milhões em 31 de dezembro de 2010, esse aumento ocorreu principalmente
em função da consolidação da Renova Energia S.A., que possui grandes investimentos
em imobilizado de geração eólica.
Intangível: Em 31 de dezembro de 2011, o saldo de intangível era de R$196,2
milhões, representando um aumento de 6.442% em comparação ao saldo de R$3,0
milhões em 31 de dezembro de 2010, esse aumento ocorreu principalmente em função
da aquisição da Renova Energia S.A. em 2011, onde foi registrada a mais valia referente
ao direito de uso da concessão no montante de R$196,7 milhões.

Nas contas do passivo, as principais variações observadas foram:
Fornecedores: Em 31 de dezembro de 2011, o saldo total de fornecedores era de
R$23,0 milhões apresentando uma redução de 4,16%, em comparação com o valor de
R$24,0 milhões em 31 de dezembro de 2010. Essa variação é principalmente em função
da redução no montante de R$6,0 milhões na compra de energia de curto prazo e em
contrapartida um aumento no consumo de matérias e serviços por conta da consolidação
da Renova Energia S.A., que gerou um aumento no montante de R$5,6 milhões.
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures (circulante e não circulante): Em
31 de dezembro de 2011, o saldo total de empréstimos, financiamentos e debêntures
(incluindo encargos financeiros) era de R$1.051,9 milhões, significando um aumento de
234% em comparação ao valor de R$314,8 milhões verificado em 31 de dezembro de
2010. Esse aumento é em decorrência principalmente da emissão de Debêntures feita
pela companhia no montante de R$595,0 milhões. Outro fator que contribuiu para esse
aumento foi a consolidação da Renova Energia S.A., que gerou um aumento no
montante de R$210,3 milhões.
Tributos diferidos: Em 31 de dezembro de 2011, o valor de tributos diferidos era
de R$243,3 milhões, representando uma redução de 4,4% quando comparado ao valor
de R$254,5 milhões apurado em 31 de dezembro de 2010. Essa redução ocorreu
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
principalmente devido a realização de débito tributário em função da reavaliação de
ativos por conta do IFRS.
Plano previdenciário e Outros Benefícios aos Empregados: Em 31 de dezembro
de 2011, o valor devido a esse título era de R$10,7 milhões, uma redução de 5,4%
frente aos R$11,3 milhões em 31 de dezembro de 2010, resultado da amortização de
R$1,0 milhão, além de atualização pelo IPCA (com um mês de defasagem) mais juros
de 6% ao ano no total de R$1,9 milhão, e uma redução de R$1,5 milhão referente a
ajuste de equalização do superávit ocorrido no ano de 2011 na Braslight.
Outros débitos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2011, o
valor de outros débitos registrava R$30,9 milhões, não demonstrando variação
significativa com os R$29,9 milhões registrados em 31 de dezembro de 2010.

Fluxo de Caixa 2012 / 2011
A Companhia apresenta geração de caixa substancial em decorrência de suas
operações nos segmentos de distribuição, embora o fluxo de caixa possa variar de
período a período conforme os reajustes tarifários vis-à-vis as variações de custos.
Em 31 de dezembro de 2012, o caixa e equivalentes de caixa da Companhia
somaram R$ 192,0 milhões, frente aos R$ 153,4 milhões verificados em 31 de
dezembro de 2011.
O quadro a seguir mostra os componentes dos nossos fluxos de caixa em 31 de
dezembro de 2012 e 2011:
Em 31 de dezembro de
2012 2011 2012/2011
Caixa no Início do Período (1) 153,4 88,4 73,5%
Caixa Líquido Gerado pelas Operações (2) 174,2 102,9 69,3%
Atividade de Financiamento (3) 44,6 298,5 -85,1%
Atividade de Investimento (4) (180,2) (336,4) -46,4%
Caixa no Final do Período (1+2+3+4) 192,0 153,4 25,2%
Variação de Caixa (2+3+4) 38,6 65,0 -40,6%

Fluxos de Caixa de Atividades Operacionais
O caixa gerado nas atividades operacionais apresentou um aumento de 69,3%,
variando de R$ 102,9 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2011 para R$ 174,2 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Essa variação pode ser explicada principalmente melhor desempenho das operações da
Companhia, com crescimento da receita pela venda de energia.
Fluxos de Caixa Usados em Atividades de Investimento
O fluxo de caixa usado em atividades de investimento apresentou redução de
46,4%, variando de R$ 336,4 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2011 para R$ 180,2 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2012. Essa variação pode ser explicada principalmente pela redução nos aportes
efetuados nas participações adquiridas em 2011.
Fluxos de Caixa utilizados nas Atividades de Financiamentos
O fluxo de caixa despendido em atividades de financiamento passou de R$ 298,5
milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 para R$ 44,6
milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, tendo em vista o
menor volume de captações, representando uma desalavancagem no nível de
endividamento em 2012.

Fluxo de Caixa 2011 / 2010
Em 31 de dezembro de 2011, o caixa e aplicações da Companhia somaram
R$154,7 milhões, frente aos R$89,6 milhões verificados em 31 de dezembro de 2010.
Esse aumento é explicado pela geração de caixa proveniente das atividades operacionais
e de financiamento, superando o caixa aplicado nas atividades de investimento da
Companhia.
O quadro a seguir mostra os componentes principais dos nossos fluxos de caixa
em 31 de dezembro de 2011 e 2010:




2011 2010
Caixa no Início do Período (1) 89.675 171.590
Caixa Gerado pelas Operações (2) 102.881 127.467
Atividade de Financiamento (3) 298.532 (156.937)
Atividade de Investimento (4) (336.391) (52.445)
Caixa no Final do Período (1+2+3+4) 154.697 89.675
Variação no caixa 65.022 (81.915)
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Fluxos de Caixa de Atividades Operacionais
O caixa gerado nas atividades operacionais apresentou uma redução de 19,3%,
variando de R$127,5 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010
para R$102,9 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Essa
variação pode ser explicada principalmente pelo pagamento de juros ocorrido durante o
ano de 2011, em função do alto volume de captações ocorrido.
Fluxos de Caixa Usados em Atividades de Investimento
O fluxo de caixa usado em atividades de investimento apresentou um aumento
de 540,7%, variando de R$52,5 milhões aplicados no exercício social encerrado em 31
de dezembro de 2010 para R$336,4 milhões aplicados no exercício social encerrado em
31 de dezembro de 2011. Essa variação pode ser explicada principalmente pelo aumento
na aquisição de bens do ativo imobilizado e pela aquisição de participação na Renova
Energia S.A.
Fluxos de Caixa Oriundos de Financiamentos
O fluxo de caixa das atividades de financiamento apresentou variação de
290,2%, aplicando R$156,9 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro
de 2010 contra R$298,5 milhões gerado no exercício social encerrado em 31 de
dezembro de 2011. Essa variação ocorreu principalmente devido à captações e a
consolidação da Renova S.A. no montante de R$995,6. Em contrapartida houve
amortização de parte dessa captação, além das amortizações que seguem o cronograma
normal da dívida, no montante total de R$445,3 milhões.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
10.2. Os diretores devem comentar
1 2:

a. resultados das operações do emissor, em especial:
i. descrição de quaisquer componentes importantes da receita
A Companhia gera suas receitas a partir da venda da energia gerada pelas suas usinas nos ambientes de
contratação regulada (ACR) e livre (ACL), além da liquidação de parcela de energia no mercado de curto prazo.

A seguir receita líquida dos últimos 3 anos:

Receita Líquida (R$ MM) 2013 2012*
Venda Geração
(ACR+ACL)
505,1 363,5
Curto prazo 43,6 38,4
Diversos 10,0 8,2
TOTAL 558,7 410,1
*Considera a reclassificação referente a desconsolidação de suas join ventures.

Receita Líquida (R$ MM) 2012
3
2011
Venda Geração
(ACR+ACL)
364,6 319,6
Curto prazo 38,5 5,2
Diversos 37,2 11,0
TOTAL 440,3 335,8


ii. Fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais

1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às 3 últimas demonstrações
financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário de referência por conta do
pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as informações devem se referir às 3 últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e às últimas informações contábeis divulgadas pelo
emissor.
2
Sempre que possível, os diretores devem comentar também neste campo sobre as principais tendências conhecidas,
incertezas, compromissos ou eventos que possam ter um efeito relevante nas condições financeiras e patrimoniais do
emissor, e em especial, em seu resultado, sua receita, sua lucratividade, e nas condições e disponibilidade de fontes de
financiamento.
3
Foram utilizados os valores de 2012 não reclassificados quando comparados a 2011.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
Fornecimento de energia elétrica
A tabela abaixo descreve o fornecimento de energia pela Companhia, em cada ambiente de contratação,
regulado, livre e spot, mostrando a evolução do consumo e faturamento dessas classes desde 2011 e suas
participações no faturamento total:

31 de dezembro de
Venda
(GWh)
2013 % 2012 % 2011 % 2013/2012 2012/2011
ACR 1.044.286 21,4% 4.102.961 76,4% 4.185.687 75,80% -74,5% -2,0%
ACL 3.627.492 74,3% 746.572 13,9% 619.816 11,20% 385,9% 20,5%
SPOT 210.049 4,3% 523.821 9,7% 717.518 13,00% -59,9% -27,0%

4.881.827 100,00% 5.373.354 100,00% 5.523.021 100,00% -9,1% -2,7%

Em 2013, foi vendido um total de 4.881,8 GWh, volume 9,1% inferior ao ano de 2012, decorrente,
principalmente, da pior condição hidrológica do sistema nacional, impactada pelo baixo nível dos reservatórios
associado ao atraso do período de chuvas. No Ambiente de Contratação Regulado, foi observado um volume de
74,5% abaixo de 2012, decorrente principalmente do vencimento dos contratos de venda de energia negociados
no mega leilão ocorrido em 2004, em montante equivalente a 345 MW médios. Tais contratos foram
renegociados no ACL, que apresentou aumento de 385,9% na comparação entre os trimestres com preços em
melhores condições.
Em 2012, foi vendido um total de 5.373,4 GWh, volume 2,7% inferior ao ano de 2011, devido a queda
das vendas no spot em 27,1%, decorrente às más condições hidrológicas ao longo do ano, sobretudo no quarto
trimestre. No Ambiente de Contratação Regulado, foi observado um volume 2,0% inferior devido às devoluções
provenientes do MCSD. Tais devoluções geraram a descontratação no Ambiente de Contratação Regulado, que
influenciaram o crescimento de 20,5% das vendas no Ambiente de Contratação Livre.

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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações
financeiras
10.3. Os diretores devem comentar os efeitos relevantes que os eventos abaixo
tenham causado ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras
do emissor e em seus resultados:

a. introdução ou alienação de segmento operacional

Não há no presente momento, expectativa de introdução ou alienação futura de
segmento operacional.

b. constituição, aquisição ou alienação de participação societária eventos ou
operações não usuais

Não há

c. Eventos ou operações não usuais.

Não há



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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
10.4. Os diretores devem comentar
a. Mudanças significativas nas práticas contábeis

A partir de 1º janeiro de 2013, a Companhia deixou de consolidar proporcionalmente as suas controladas em
conjunto Renova Energia e Guanhães Energia. Essa alteração ocorreu através do CPC 19 (R2) – Acordos de
Participação, que estabelece que os empreendimentos controlados em conjunto (joint ventures) serão
contabilizados pelo método de equivalência patrimonial e não mais pelo método de consolidação
proporcional.
No ano de 2012 a Companhia alterou sua política contábil em relação ao registro dos ganhos ou perdas
atuariais relacionados aos planos de pensão de benefício definido, que passaram a ser reconhecidos no
patrimônio liquido, em outros resultados abrangentes, sendo imediatamente reciclados para a conta de lucros
acumulados. Em 2013, a Companhia não mais efetuou a referida reciclagem, sendo mantidos os ganhos ou
perdas atuariais na conta de outros resultados abrangentes, conforme permitido pelo CPC 33 (R1).

b. Efeitos significativos das alterações em práticas contábeis
As alterações provenientes da adoção do CPC 19 (R2) não geraram impacto no lucro líquido da Companhia,
entretanto, impactaram as rubricas individuais da demonstração do resultado consolidado em contrapartida à
rubrica de equivalência patrimonial, bem como redução nas rubricas de ativos e passivos consolidados em
contrapartida a um aumento na rubrica de investimentos, assim como reclassificações em determinadas linhas
das demonstrações dos fluxos de caixa e do valor adicionado.
A adoção do CPC 33 (R1) gerou um aumento na conta de lucros acumulados de R$5.338 milhões e uma
redução no mesmo valor em outros resultados abrangentes, em 31 de dezembro de 2012, não alterando o total
do patrimônio líquido nesta data, nem em 1º de janeiro de 2012.

c. Ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor
2013:
Ressalvas: Não há
Ênfases:
Em função das mudanças nas políticas contábeis, os saldos referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de
2012 foram ajustados e reapresentados, para fins de comparação.
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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
Adicionalmente, foi mantida a ênfase de que os investimentos em controladas, controladas em conjunto e
coligadas são avaliados pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais,
conforme práticas contábeis adotadas no Brasil, enquanto, em IFRS, seriam avaliados pelo custo ou valor justo.

2012:
Ressalvas: Não há
Ênfase: Somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligada e controlada em
conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.

2011:
Ressalvas: Não há
Ênfase: Somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência
patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.


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10.5 - Políticas contábeis críticas
10.5. Os diretores devem indicar e comentar políticas contábeis críticas adotadas
pelo emissor, explorando, em especial, estimativas contábeis feitas pela
administração sobre questões incertas e relevantes para a descrição da situação
financeira e dos resultados, que exijam julgamentos subjetivos ou complexos, tais
como: provisões, contingências, reconhecimento da receita, créditos fiscais, ativos
de longa duração, vida útil de ativos não-circulantes, planos de pensão, ajustes de
conversão em moeda estrangeira, custos de recuperação ambiental, critérios para
teste de recuperação de ativos e instrumentos financeiros

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de
eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor
10.6. Com relação aos controles internos adotados para assegurar a elaboração de demonstrações
financeiras confiáveis, os diretores devem comentar:
a. grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para
corrigi-las
A Diretoria da Companhia acredita que o grau de eficiência dos controles internos adotados para assegurar a
elaboração das demonstrações financeiras é satisfatório. Adicionalmente, face à complexidade das atividades
e inovações tecnológicas, a Administração está empenhada no aprofundamento, revisão e melhoria contínua
de seus processos, e na implementação de novas ferramentas para revisão e controle.

b. deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor
independente
O último relatório sobre procedimentos contábeis e de controles internos, emitido pelo auditor independente,
apresentou uma deficiência que, no julgamento do auditor, é de importância suficiente para merecer a
atenção dos responsáveis pela governança, relacionada ao controle dos processos cíveis, trabalhistas, fiscais e
de outras naturezas. A Companhia entende que a principal causa está relacionada ao sistema jurídico, sendo
necessária a substituição ou melhoria do nosso atual sistema. A Companhia está avaliando as possibilidades
de substituição por outro mais moderno.
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10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
10.7. Caso o emissor tenha feito oferta pública de distribuição de valores
mobiliários, os diretores devem comentar: (a) como os recursos resultantes da
oferta foram utilizados; (b) se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva
dos recursos e as propostas de aplicação divulgadas nos prospectos da respectiva
distribuição; (c)se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e
as propostas de aplicação divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição;

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.
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10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.8. Os diretores devem descrever os itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras do
emissor, indicando:
a. os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu balanço
patrimonial (off-balance sheet items), tais como:
i. arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos
ii. carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e
responsabilidades, indicando respectivos passivos
iii. contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços
iv. contratos de construção não terminada
v. contratos de recebimentos futuros de financiamentos
A Companhia não possui ativos ou passivos que não estejam refletidos nesse Formulário de Referência e nas
demonstrações financeiras e suas notas explicativas.

b. outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
A Diretoria da Companhia entende que não há outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações
financeiras.

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10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.9. Em relação a cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações financeiras indicados no item
10.8, os diretores devem comentar:
i. como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional, as
despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor
Não há

ii. natureza e o propósito da operação
Não há

iii. natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em decorrência
da operação
Não há

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10.10 - Plano de negócios
10.10. Os diretores devem indicar e comentar os principais elementos do plano de negócios do emissor,
explorando especificamente os seguintes tópicos:
a. investimentos, incluindo:
i. descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos previstos
A tabela a seguir apresenta os investimentos da Companhia nos exercícios sociais encerrados em 31 de
dezembro de 2011, 2012 e 2013:




Exercício Social encerrado
em dezembro em 2011
Exercício Social encerrado
em dezembro em 2012
Exercício Social encerrado
em dezembro em 2013
Investimento (R$MM) 89,8 25,7 31,3

No segmento de geração, os investimentos somaram R$ 31,3 milhões no ano, sendo R$ 29,6 milhões referentes à
modernização e manutenção do parque gerador existente, um aumento de 21,9% com relação ao investido em
2012.
A Companhia planeja investir aproximadamente R$ 66,4 milhões no segmento de geração em 2014. Desses
investimentos orçados para este período, R$ 58,8 milhões destinam-se a engenharia, R$ 2,8 milhões para o meio
ambiente e R$ 2,6 milhões em melhoria da qualidade.

ii. fontes de financiamento dos investimentos
A Companhia financia seus projetos de investimento com geração própria de caixa e capital de terceiros
quando necessário.
Nos últimos três exercícios sociais os investimentos feitos pela Companhia foram parcialmente
financiados com capital próprio e capital de terceiros conforme item 10.1.f (i) deste Formulário de
Referência.

iii. Desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos
A Diretoria entende que a Companhia não realizou nenhum desinvestimento significativo nos exercícios
de 2013, 2012 e 2011.

b. Desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que
devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor
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10.10 - Plano de negócios
A Companhia tem como um dos pilares do seu Planejamento Estratégico o aumento da participação do
segmento de geração de energia nos seus resultados. De modo a cumprir tal objetivo, a Companhia anunciou
diversos projetos de geração assegurando o crescimento de sua capacidade instalada. . A capacidade instalada
atual alcança 941 MW. Considerando os projetos já em desenvolvimento, a capacidade instalada de geração
crescerá 74,4% nos próximos anos, passando dos atuais 941 MW para 1.675 MW, até 2018.

c. Novos produtos e serviços, indicando:
i. Descrição das pesquisas em andamento já divulgadas
O programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) é elaborado de acordo com a Lei nº 9.991, de 24 de
julho de 2000, que define a obrigatoriedade das concessionárias de serviços públicos de distribuição de energia
elétrica em investir 0,4% da sua Receita Operacional Líquida em projetos de P&D, à Resolução Aneel nº 271 de
19 de julho de 2000, e conforme manual aprovado pela Resolução Aneel Nº 504, DE 14 de agosto de 2012.

ii. montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou
serviços
Em 2013, foram investidos cerca de R$ 2,4 milhões pela Light Energia S.A., que incluem a realização dos
projetos e os gastos com a gestão do Programa de P&D.

iii. projetos em desenvolvimento já divulgados
Em continuidade aos projetos de pesquisa, e observando a mesma diretriz a eles aplicada, durante o ano
de 2013 houve o desenvolvimento de 11 (onze) projetos. Houve início ao projeto Simulador de Falhas para
Análise de Proteção em Sistemas Geradores.

iv. montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços
Os projetos de P&D em 2013 estão em andamento estão no final da fase de Inovação.

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10.11 - Outros fatores com influência relevante
10.11. Comentar sobre outros fatores que influenciaram de maneira relevante o desempenho operacional e
que não tenham sido identificados ou comentados nos demais itens desta seção:
Todas as informações relevantes e pertinentes a este tópico foram divulgadas nos itens acima.


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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
11.1. As projeções devem identificar

a) objeto da projeção
A Companhia divulga ao mercado a expectativa para alguns indicadores, apenas no longo prazo, como forma de
contribuir para o melhor entendimento da sua ambição estratégica. Os indicadores são os seguintes:

- Investimentos

As projeções contidas aqui são meras expectativas, e de forma alguma constituem promessa de desempenho por
parte da Companhia ou de seus administradores.

As projeções são revisadas e divulgadas anualmente para o mercado em seu encontro com investidores. Este ano
o encontro está previsto para acontecer em junho de 2014, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro.

b) período projetado e o prazo de validade da projeção
A estimativa de investimento refere-se aos anos de 2014, 2015 e 2016, enquanto as demais projeções referem-se
ao ano 2016. Essas projeções devem ser usadas como orientação para a ambição estratégica de longo prazo da
Companhia
c) premissas da projeção, com a indicação de quais podem ser influenciadas pela administração do emissor
e quais escapam ao seu controle
As projeções estão baseadas em análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência, o histórico dos
indicadores, o ambiente econômico, as condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais
estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os
resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de
negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira,
desenvolvimentos da indústria de serviços públicos, condições hidrológicas, condições climáticas, condições do
mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas operações futuras, planos, objetivos, expectativas
e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultados reais da Companhia podem diferir
significativamente daqueles indicados ou implícitos nas expectativas sobre eventos ou resultados futuros.
As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores
e nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações
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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
ou opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá
qualquer responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo deste
formulário.
Para avaliação dos riscos e incertezas, tal qual como eles se relacionam com a Light, e obter informações
adicionais sobre fatores que possam originar resultados diversos estimados pela Light, favor consultar o item 4.1
– Fatores de Risco, neste Formulário de Referência.

d) valores dos indicadores que são objeto da previsão

Indicador 2014
Investimento Total – CAPEX (R$ MM) 66,365

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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
11.2. Na hipótese de o emissor ter divulgado, durante os 3 últimos exercícios sociais, projeções sobre a
evolução de seus indicadores
a) informar quais estão sendo substituídas por novas projeções incluídas no formulário e quais delas estão
sendo repetidas no formulário
As projeções de CAPEX, incluídas no item 11.1, relativas ao ano de 2014 foram revisadas e divulgadas pela
companhia em março de 2014 na Proposta da Administração para Assembleia Geral.

As projeções são revisadas e divulgadas anualmente para o mercado em seu encontro com investidores. Este ano
o encontro está previsto para acontecer em junho de 2014, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro.

b) quanto às projeções relativas a períodos já transcorridos, comparar os dados projetados com o efetivo
desempenho dos indicadores, indicando com clareza as razões que levaram a desvios nas projeções
Com relação aos investimentos no exercício findo em 2013, foram realizados 6,5% abaixo do previsto, conforme
demonstrado na tabela abaixo. Tais diferenças referem-se a descasamento entre orçado e realizado.

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
12.1. Descrever a estrutura administrativa do emissor, conforme estabelecido no seu estatuto social e
regimento interno, identificando:
a. atribuições de cada órgão e comitê
A administração da Companhia compete a um Conselho de Administração e a uma Diretoria. De acordo
com seu estatuto, a Companhia possui, também, Conselho Fiscal não permanente, que atualmente não se
encontra instalado.
O Conselho de Administração é composto de, no mínimo, 5 e, no máximo, 11 membros efetivos e seus
respectivos suplentes com mandato unificado de 2 anos, sendo permitida a reeleição.
A Diretoria é constituída por até 7 diretores, composta da seguinte forma: um Diretor-Presidente; um
Diretor de Finanças e Relações com Investidores; um Diretor de Gente; um Diretor de Energia; um Diretor de
Desenvolvimento de Negócios; e dois Diretores sem designação específica, com prazo de gestão de 3 anos,
permitida a reeleição.
O Estatuto Social admite a criação, pelo Conselho de Administração, de comitês que serão responsáveis
por elaborar propostas ou efetuar recomendações ao Conselho de Administração.

Conselho de Administração
Compete ao Conselho de Administração, nos termos do Estatuto Social, e sem prejuízo das demais competências
atribuídas por lei:

I - fixar a orientação geral dos negócios da Companhia;
II - convocar a Assembleia Geral;
III - eleger e destituir o Diretor Presidente;
IV - eleger e destituir os demais membros da Diretoria;
V - manifestar-se a respeito do relatório da administração, das contas da Diretoria e das demonstrações
financeiras, que deverão ser submetidos à sua apreciação;
VI - fiscalizar a gestão dos Diretores, podendo examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Companhia,
bem como solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos;
VII - estabelecer a forma de distribuição da remuneração dos administradores da Companhia, fixada
globalmente pela Assembleia Geral, e aprovar as regras gerais da política salarial dos empregados da
Companhia;
VIII - observadas as disposições legais, aprovar a política de dividendos da Companhia e declarar, no curso do
exercício social e até a Assembleia Geral, dividendos intermediários, inclusive a título de antecipação parcial ou
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.1 - Descrição da estrutura administrativa
total do dividendo mínimo obrigatório, à conta de lucros apurados em balanço semestral, trimestral ou em
período menor de tempo ou de lucros acumulados ou reservas de lucros existentes no último balanço, bem como
deliberar sobre a aprovação e o pagamento de juros sobre o capital próprio;
IX - opinar sobre a criação de qualquer reserva de capital para contingências e/ou qualquer reserva de lucros,
bem como qualquer operação ou mecanismo que possa resultar na redução dos lucros a serem distribuídos para
os acionistas pela Companhia ou, indiretamente, por suas controladas;
X - a aprovação de quaisquer planos de negócio a longo prazo, de orçamentos anuais ou plurianuais da
Companhia e de suas revisões;
XI - deliberar sobre a constituição de quaisquer ônus sobre bens, móveis ou imóveis da Companhia, ou a
caução ou cessão de receitas ou direitos de crédito em garantia de operações financeiras ou não a serem
celebradas pela Companhia, sempre que o valor total dos ativos objeto da garantia exceda a 5% (cinco por cento)
do patrimônio líquido total da Companhia, ou qualquer porcentagem inferior do mesmo que venha a ser
estabelecida pelo Conselho de Administração, determinado com base nas demonstrações financeiras auditadas
mais recentes da Companhia;
XII - deliberar sobre a alienação de quaisquer bens integrantes do ativo permanente da Companhia cujo valor
exceda a 5% (cinco por cento) do valor total do seu ativo permanente, determinado com base nas demonstrações
financeiras auditadas mais recentes da Companhia;
XIII - deliberar sobre a aquisição de quaisquer bens integrantes do ativo permanente da Companhia cujo valor
exceda a 5% (cinco por cento) do patrimônio líquido total da Companhia, ou qualquer porcentagem inferior do
mesmo que venha a ser estabelecida pelo Conselho de Administração, determinado com base nas demonstrações
financeiras auditadas mais recentes da Companhia;
XIV - deliberar sobre a realização de qualquer negócio jurídico que tenha por objeto a aquisição ou alienação,
ou ainda, a constituição de gravames de qualquer natureza pela Companhia sobre participações societárias,
valores mobiliários, direitos de subscrição ou aquisição;
XV - deliberar sobre a contratação, pela Companhia ou por qualquer de suas controladas, de obrigação em
uma única operação ou numa série de operações vinculadas, em montante que exceda R$ 5.000.000,00 (cinco
milhões de reais), não prevista no orçamento anual da Companhia;
XVI - a aprovação de associação da Companhia, sob quaisquer circunstâncias, com terceiros, inclusive a
realização de um empreendimento conjunto, de um consórcio, ou a participação da Companhia em outras
sociedades, observando, quando for o caso, o que dispõe o artigo 256 da Lei das S.A.;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
XVII - a aprovação de investimentos (que não os previstos no inciso XVI acima e exceto os casos do artigo 256
da Lei das S.A.) em uma única operação ou numa série de operações vinculadas envolvendo montantes acima de
R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais);
XVIII - a aprovação da participação da Companhia ou de sociedade controlada em qualquer negócio que
envolva os acionistas da Companhia, ou suas partes relacionadas, ou qualquer pessoa física ou jurídica nas quais
os acionistas da Companhia, ou suas partes relacionadas, tenham interesse econômico direto ou indireto,
respeitado o disposto no Parágrafo Primeiro deste artigo;
XIX - a autorização para a prática de qualquer ato extraordinário de gestão não compreendido, por lei ou por
este Estatuto, na competência de outros órgãos societários;
XX - a aprovação da política de limite de concessão de crédito pela Companhia;
XXI - opinar sobre o resgate, amortização ou aquisição, pela Companhia, de ações de sua própria emissão,
para efeito de permanência em tesouraria para posterior cancelamento e/ou alienação, nos termos da legislação
aplicável;
XXII - deliberar sobre a indicação de procuradores para a execução dos atos listados neste artigo;
XXIII - deliberar sobre a emissão de notas promissórias (“commercial papers”), debêntures não conversíveis em
ações, e/ou outros títulos de crédito ou instrumentos semelhantes destinados à distribuição em mercados de
capitais;
XXIV - escolher e destituir os auditores independentes, bem como alterar a política contábil e fiscal da
Companhia;
XXV - opinar sobre a solicitação de cancelamento de registro da Companhia como companhia aberta;
XXVI - opinar sobre a dissolução e liquidação, ou ainda autorização que permita à administração da Companhia
requerer a recuperação judicial ou extrajudicial, ou ainda confessar a falência da Companhia ou de suas
controladas;
XXVII - constituir Comitês, que serão responsáveis por elaborar propostas ou efetuar recomendações ao
Conselho de Administração, e definir suas respectivas atribuições, remuneração e regulamento de
funcionamento;
XXVIII - estabelecer os padrões éticos e de comportamento da Companhia, garantindo a observância da
legislação vigente, e da responsabilidade institucional da Companhia, fiscalizando a gestão financeira da
Companhia e garantindo total transparência sobre os principais riscos da Companhia;
XXIX - elaborar e alterar o Regimento Interno do Conselho de Administração;
XXX - aprovar a orientação de voto a ser proferido pelos diretores da Companhia no exercício dos direitos da
Companhia na qualidade de acionista ou quotista de outra sociedade; e
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
XXXI - aprovar programas de outorga de opção de compra ou subscrição de ações aos administradores e
empregados da Companhia ou de outras sociedades que sejam controladas pela Companhia;

Diretoria
Compete à Diretoria como órgão colegiado, obedecidas as restrições da legislação vigente, praticar todos os atos
necessários para assegurar o funcionamento regular da Companhia, especificamente:

I. estabelecer políticas específicas e diretrizes decorrentes da orientação geral dos negócios fixada pelo
Conselho de Administração;
II. elaborar, anualmente, o relatório da administração, as contas da Diretoria e as demonstrações financeiras;
III. aprovar e alterar a estrutura orgânica da Companhia, definindo as atribuições e competências das
unidades administrativas e de pessoal, bem como as normas e procedimentos internos, respeitadas a competência
do Conselho de Administração e as disposições deste Estatuto;
IV. examinar e encaminhar ao Conselho de Administração, para aprovação, o planejamento estratégico, bem
como suas revisões, inclusive cronogramas, valor e alocação de investimentos nele previstos;
V. elaborar e encaminhar ao Conselho de Administração, para aprovação, o Orçamento Anual, o qual deverá
refletir o planejamento estratégico vigente, assim como suas revisões;
VI. aprovar os nomes indicados pelos Diretores para preenchimento dos cargos que lhes são diretamente
subordinados, bem como a destituição dos mesmos;
VII. conferir autoridade aos Diretores para decidirem isoladamente sobre questões incluídas nas atribuições da
Diretoria;
VIII. conferir poderes aos Diretores e empregados para autorização de despesas, estabelecendo limites e
condições;
IX. deliberar sobre a alienação e aquisição de qualquer bem integrante do ativo permanente da Companhia,
cujo valor seja igual ou inferior a 5% (cinco por cento) do valor total do patrimônio líquido da Companhia,
determinado com base nas demonstrações financeiras auditadas mais recentes da Companhia, enviando para
aprovação do Conselho de Administração nos casos previstos no artigo 11, inciso XVII, deste Estatuto Social;
X. aprovar a outorga de Procurações pela Companhia;
XI. aprovar a matriz de competência para as operações incluídas na condução normal dos negócios da
sociedade e que não dependam de aprovação do Conselho de Administração; e
XII. submeter à aprovação do Conselho de Administração as Políticas e Estratégias da Companhia, bem como
os demais assuntos que são da competência do Conselho de Administração.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

Para as atribuições específicas de cada membro da Diretoria da Companhia, ver item 12.1 (d) abaixo.

b. data de instalação do conselho fiscal, se este não for permanente, e de criação dos comitês
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

c. mecanismos de avaliação de desempenho de cada órgão ou comitê
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

d. em relação aos membros da diretoria, suas atribuições e poderes individuais
São atribuições próprias dos Diretores em função do respectivo cargo:

I – Diretor Presidente:

a) supervisionar e dirigir os trabalhos da Companhia;
b) representar a Companhia em juízo, ativa e passivamente;assinar, juntamente com um dos Diretores,
os documentos de responsabilidade da Companhia
c) conduzir as atividades de relacionamento institucional junto aos órgãos reguladores e Ministérios
Públicos, ouvidoria, regulação e planejamento estratégico;
d) apresentar o relatório anual dos negócios da Companhia ao Conselho de Administração e à
Assembleia Geral Ordinária;
e) propor à Diretoria Executiva, para aprovação, em conjunto com o Diretor a que estiver vinculado o
empregado, as indicações para os cargos gerenciais da Companhia;
f) propor as indicações para os cargos de administração e conselhos fiscais das subsidiárias integrais,
controladas e coligadas da Companhia, assim como para a Previdência e Saúde;
g) coordenar a elaboração e a consolidação do Planejamento Estratégico da Companhia com a
participação de todas as Diretorias da Companhia;
h) coordenar a gestão de riscos corporativos da Companhia em todas as suas ações, propondo políticas
de riscos;
i) coordenar a representação da Companhia e das suas subsidiárias integrais, no âmbito das suas
atribuições regulatórias junto às agências reguladoras, Ministério das Minas e Energia, fóruns e associações
do setor;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
j) coordenar o relacionamento institucional da Companhia e das suas subsidiárias integrais, incluindo
os principais fóruns de legislação e desenvolvimento de políticas públicas associadas ao setor energético;
k) coordenar os procedimentos de fiscalização e notificações decorrentes das agências reguladoras
referentes à Companhia e suas subsidiárias integrais, juntamente, com as Diretorias envolvidas;
l) coordenar a análise e a promoção da elaboração de cenários regulatórios, assegurando a avaliação de
impactos nos negócios das subsidiárias integrais da Companhia, visando subsidi ar o planejamento
estratégico corporativo.

II – Diretor de Finanças e Relações com Investidores:
a) substituir o Diretor-Presidente em suas ausências e impedimentos;
b) controlar os recursos financeiros necessários à operação e expansão da Companhia, conforme
Orçamento Anual, conduzindo os processos de contratação de empréstimo e de financiamento, bem como
os serviços correlatos;
c) contabilizar e controlar as operações econômico-financeiras da Companhia;
d) detalhar a programação financeira de curto, médio e longo prazos, conforme previsto no Plano
Plurianual e Estratégico da Companhia e no Orçamento Anual;
e) controlar o capital social da Companhia, fixar a política acionária, bem como sugerir a política de
dividendos;
f) responsabilizar-se pela prestação de informações ao público investidor, à Comissão de Valores
Mobiliários (“CVM”) e às bolsas de valores ou mercados de balcão, nacionais e internacionais, bem como
às entidades de regulação e fiscalização correspondentes, e manter atualizados os registros da Companhia
nessas instituições;
g) representar a Companhia perante a CVM, as bolsas de valores e demais entidades do mercado de
capitais;
h) promover a gestão financeira das participações da Companhia nas empresas subsidiárias integrais,
controladas e coligadas, dentro dos critérios de boa governança corporativa e zelando pelo cumprimento de seus
planos de negócios, observado o disposto neste Estatuto;
i) propor à Diretoria Executiva, para aprovação ou encaminhamento ao Conselho de Administração ou
à assembleia geral de acionistas, conforme a competência definida no presente Estatuto, os aportes de
capital, o exercício de direito de preferência e a celebração de acordos de votos nas empresas subsidiár ias
integrais, controladas e coligadas, bem como nos consórcios de que participe a Companhia;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
j) coordenar a elaboração e a consolidação do Orçamento Anual, com a participação de todas as
Diretorias da Companhia;
k) determinar o custo do serviço e estabelecer política de seguros, conforme delineado no Plano
Plurianual e Estratégico da Companhia;
l) coordenar a gestão de riscos financeiros da Companhia em todas as suas ações, propondo políticas
de riscos;
m) acompanhar o desempenho da execução dos projetos de investimento, conforme metas e resultados
aprovados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração;
n) proceder à avaliação econômico-financeira dos projetos de investimento da Companhia, exceto aqueles
de responsabilidade da Diretoria de Desenvolvimento de Negócios;
o) conduzir as atividades relacionadas ao mercado de capitais e relações com investidores.

III – Diretor de Gente:
a) prover pessoal adequado à Companhia;
b) definir a política de recursos humanos (inclusive benefícios) da Companhia, orientar e promover sua
aplicação;
c) orientar e conduzir as atividades relacionadas a estudos organizacionais e sua documentação;
d) conduzir as negociações dos acordos coletivos de trabalho, em conformidade com as diretrizes e
limites aprovados pelo Conselho de Administração, encaminhando as propostas negociadas para aprovação
da Diretoria Executiva;
e) apresentar à Diretoria Executiva as avaliações advindas de programa de desenvolvimento de
sucessão de lideranças, implantado pela Companhia, visando subsidiar o desenvolvimento de sucessão de
lideranças, e subsidiar as deliberações da Diretoria Executiva acerca das indicações de empregados para
cargos gerenciais;
f) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação à responsabilidade social;
g) propor ao Diretor Presidente, para encaminhamento à Diretoria Executiva para aprovação, dentre os
empregados da Companhia e das demais companhias envolvidas nas negociações, as indicações de
empregados para compor o Comitê de Negociação Sindical, assim como a designação de seu coordenador;
h) gerenciar e promover a política de segurança do trabalho da Companhia;
i) coordenar as políticas, processos e meios de segurança patrimonial, segurança do trabalho e vigilância
aprovados pela Companhia;
j) gerir a segurança industrial das instalações de geração e transmissão;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
k) propor as políticas e diretrizes que visem assegurar a integridade das instalações de distribuição e geri r
a segurança patrimonial dessas instalações;
l) definir políticas e normas sobre serviços de apoio, tais como transportes, comunicação administrativa,
vigilância e de adequação dos locais de trabalho do pessoal;
m) prover a Companhia de recursos e serviços de infraestrutura e de apoio administrativo.

IV – Diretor de Energia:
a) elaborar o planejamento da geração e da transmissão;
b) operar e manter os sistemas de geração e os sistemas de supervisão e telecontrole associados, bem como
os sistemas de transmissão e os sistemas de supervisão e telecontrole associados;
c) desenvolver e conduzir as ações hidrometeorológicas de interesse da Companhia;
d) representar a Companhia junto ao Operador Nacional do Sistema Elétrico–ONS, à Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica–CCEE e às demais entidades representativas dos setores de geração e de
transmissão de energia elétrica e de comercialização de energia;
e) gerir os laboratórios e oficinas centrais da Companhia;
f) coordenar e implantar projetos de reforma, modernização, melhoria, reativação e desativação nas
instalações de geração e de transmissão;
g) propor e implementar as políticas e diretrizes que visem assegurar a integridade das instalações de
geração e de transmissão;
h) gerenciar a implantação dos empreendimentos de expansão de geração e cogeração, promovendo o
projeto, a construção e a montagem, e assegurando o desempenho físico-financeiro desses empreendimentos;
i) fornecer apoio técnico às negociações para viabilização dos empreendimentos de expansão da
transmissão, geração e cogeração e participar da negociação de documentos dos consórcios de empreendedores e
de sociedades de propósitos específicos;
j) propor e implementar as medidas que visem a assegurar a conectividade dos diversos agentes do setor
elétrico, ligados ao sistema de transmissão da Companhia;
k) gerenciar a implantação dos empreendimentos de expansão de transmissão, promovendo o projeto, a
construção e a montagem, e assegurando o desempenho físico-financeiro desses empreendimentos;
l) definir as políticas e diretrizes de meio ambiente;
m) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação ao meio ambiente;
n) monitorar a condução dos planos para o atendimento das diretrizes ambientais;
o) elaborar pesquisas, estudos, análises e projeções dos mercados de interesse da Companhia;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
p) coordenar a compra e venda de energia nas suas diferentes formas e modalidades;
q) coordenar o estabelecimento dos preços de compra e venda de energia elétrica e submetê-los à Diretoria
Executiva para aprovação;
r) negociar e gerenciar os Contratos de Uso do Sistema de Transmissão com o Operador Nacional do
Sistema Elétrico-ONS e de Uso do Sistema de Distribuição com as empresas distribuidoras ;
s) gerenciar a comercialização, em interação com a Diretoria de Desenvolvimento de Negócios, dos créditos
de carbono da Companhia.

V – Diretor de Desenvolvimento de Negócios:
a) promover a prospecção, a análise e o desenvolvimento de novos negócios da Companhia nas áreas de
geração e transmissão de energia elétrica, assim como em outras atividades direta ou indiretamente
relacionadas ao seu objeto social;
b) promover as análises de viabilidade técnica, econômico-financeira e ambiental dos novos negócios para
a Companhia, em interação com as Diretorias relacionadas aos referidos negócios;
c) coordenar as negociações e implementar as parcerias, consórcios, sociedades de propósito específico e
demais formas de associação com empresas públicas ou privadas necessárias ao desenvolvimento de novos
negócios, bem como a negociação de contratos e documentos societários dos empreendimentos, em conjunto
com a Diretoria de Finanças e Relações com Investidores;
d) coordenar a participação da Companhia nos processos licitatórios para obtenção de outorga de
concessões em todas as áreas de sua atuação;
e) prospectar, coordenar, avaliar e estruturar as oportunidades de aquisição de novos ativos do setor de
energia elétrica;
f) coordenar a participação da Companhia nos leilões de energia nova e de transmissão promovidos pela
Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel;
g) promover a prospecção e a análise, no âmbito da Companhia, das oportunidades de negócios
relacionados ao aproveitamento de créditos de carbono;
h) proceder à avaliação econômico-financeira dos projetos de investimento da Companhia, exceto aqueles
de responsabilidade da Diretoria de Finanças e Relações com Investidores;
i) definir as políticas e diretrizes de alternativas energéticas;
j) conduzir as atividades de auditoria interna e secretaria geral;
k) promover a gestão das participações societárias da Companhia nas empresas subsidiárias integrais,
controladas e coligadas, dentro dos critérios de boa governança corporativa e zelando pelo cumprimento de
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
seus planos de negócios, observado o disposto neste Estatuto;
l) opinar sobre a celebração ou alteração de contratos ou ainda sobre os termos de quaisquer instrumentos,
sempre que tais contratos ou instrumentos sejam relacionados a participações societárias;
m) coordenar os processos de alienação de participações societárias detidas pela Companhia, suas
subsidiárias integrais, controladas e coligadas, mediante aprovação do Conselho de Administração;
n) propor a política de governança corporativa.

e. mecanismos de avaliação de desempenho dos membros do conselho de administração, dos
comitês e da diretoria
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
12.2. Descrever as regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Jornal do Commercio do Brasil - ED 24/05/2012
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 24/05/2012
Jornal do Commercio do Brasil - ED 30/03/2012
31/12/2011 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 30/03/2012
Jornal do Commercio do Brasil - ED 16/05/2013
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 16/05/2013
31/12/2012 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 03/04/2013
Jornal do Commercio do Brasil - ED 03/04/2013
Jornal do Commercio do Brasil - ED 02/06/2014
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 02/06/2014
Jornal do Commercio do Brasil - ED 21/03/2014
31/12/2013 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 21/03/2014
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
Exercício Social Publicação Jornal - UF Datas
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
12.4. Descrever as regras, políticas e práticas relativas ao conselho de
administração.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de
arbitragem
12.5. Se existir, descrever a cláusula compromissória inserida no estatuto para a
resolução dos conflitos entre acionistas e entre estes e o emissor por meio de
arbitragem

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Raul Belens Jungmann Pinto 60 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
Não há.
244.449.284-68 Consultor Empresarial 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/10/2012 Sim
Não há
891.944.467-68 Técnico em Eletricidade Representantes dos Empregados - Suplente 16/10/2012 Sim
609.555.898-00 Economista 20 - Presidente do Conselho de Administração 16/10/2012 Sim
Sergio Alair Barroso 62 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
006.633.526-49 Engenheiro 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/10/2012 Sim
092.504.987-56 Arquiteta 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/10/2012 Sim
Maria Estela Kubitscheck Lopes 69 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Djalma Bastos de Morais 75 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há
Não há
João Batista Zolini Carneiro 52 Pertence apenas à Diretoria 10/08/2012 3 anos
485.662.926-34 Economista 12 - Diretor de Relações com Investidores 10/08/2012 Não
Magno dos Santos Filho 49 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Paulo Roberto Ribeiro Pinto 60 Pertence apenas à Diretoria 10/08/2012 3 anos
126.023.707-97 Contador 10 - Diretor Presidente / Superintendente 10/08/2012 Não
Não há
Evandro Leite Vasconcelos 55 Pertence apenas à Diretoria 10/08/2012 3 anos
251.704.146-68 Engenheiro Diretor de Energia e Diretor de Desenvolvimento de
Negócios
10/08/2012 Não
Não há
Andreia Ribeiro Junqueira e Souza 41 Pertence apenas à Diretoria 10/08/2012 3 anos
009.726.407-54 Administradora Diretora de Gente 10/08/2012 Não
Não há
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
299.529.806-04 Engenheiro Eletricista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
César Vaz de Melo Fernandes 56 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Carmem Lúcia Claussen Kanter 61 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
Não há.
Não há
017.820.375-00 Engenheiro Eletricista 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/10/2012 Sim
503.816.019-00 Bancário 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2014 Sim
Fabiano Macanhan Fontes 43 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/2014 2 anos
256.191.107-10 Arquiteta 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
Wilson Borrajo Cid 71 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há
374.729.257-72 Engenheiro Eletricista Representante dos Empregados - Efetivo 16/10/2012 Não
Carlos Alberto da Cruz 61 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Luiz Fernando Rolla 63 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Engenheiro Sênior de Campo da Gerência de Projetos e Construção de subestações
Fernando Henrique Schuffner Neto 52 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
José Carlos Aleluia Costa 64 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
320.008.396-49 Engenheiro 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
Humberto Eustáquio César Mota 66 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
Não há.
002.067.766-91 Advogado 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 16/10/2012 Sim
Não há.
195.805.686-34 Engenheiro 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
003.623.457-59 Economista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
Marcelo Pedreira de Oliveira 44 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Carlos Antonio Decezaro 51 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2013 6 meses
Não há.
Não há.
343.485.140-20 Administrador de Empresas 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2013 Sim
505.516.396-87 Físico 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
José Augusto Gomes Campos 47 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2012 2 anos
Não há.
012.340.996-91 Jornalista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2012 Sim
150.915.381-00 Administrador de Empresas 21 - Vice Presidente Cons. de Administração 06/03/2013 Sim
Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior 54 Pertence apenas ao Conselho de Administração 06/03/2013 1 ano e 1 mês
Não há
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
Evandro Leite Vasconcelos - 251.704.146-68
Nascido em 15 de novembro de 1956. Atual Diretor de Energia, ocupa interina e cumulativamente o cargo de Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Companhia. Foi professor de física do Sistema Pitágoras de
Ensino e professor de hidrologia no curso de Engenharia Civil do Instituto Politécnico da PUC-Minas. Trabalhando na Cemig desde 1983, ocupou a Gerência da Divisão de Hidrometeorologia Operacional e também a
do Departamento de Planejamento Energético, foi Superintendente de Coordenação de Geração e Transmissão e também Superintendente de Transmissão, Superintendente de Geração, Superintendente de
Planejamento e Operação de Geração e Transmissão. Ainda na Cemig, foi Diretor de Geração e Diretor-Presidente da Empresa Rosal Energia S.A.. É membro do Conselho da Renova Energia S.A.. Graduação:
Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980), é Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos pela COPPE/UFRJ (1989) e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (1999).
Andreia Ribeiro Junqueira e Souza - 009.726.407-54
Andréia Ribeiro Junqueira e Souza, nova Diretora de Gente da Light, é formada em Administração, possui pós graduação em Finanças e Capacitação Gerencial e MBA em Recursos Humanos. Trabalhou como
Superintendente de Estratégia de Gente na Light, Gerente de consultoria da Carrefour, no período de 2005 a 2008, além de ter exercido diversos cargos de Gerência na AMBEV, no período de 2000 a 2004.
João Batista Zolini Carneiro - 485.662.926-34
Nascido em 4 de maio de 1958. Graduado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com MBA em Finanças pelo IBMEC, e pós-graduação em Finanças pela Universidade do Texas. Atual
Diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Light S/A. Foi Superintendente de M&A e Participações da CEMIG e Diretor Administrativo-Financeiro da Rosal Energia S.A.. Foi Conselheiro de diversas
empresas do Grupo CEMIG, incluindo Cemig Telecomunicações S.A., Madeira Energia S.A., e Cia. de Gás de Minas Gerais - Gasmig. Foi Professor de Finanças do Ibmec-MG e tem especializações em Finanças pela
New York University e Insead, na França.
Paulo Roberto Ribeiro Pinto - 126.023.707-97
Nascido em 29 de junho de 1950. Ingressou na Companhia em 2001 como Diretor Financeiro. Atuou em diversos cargos de Diretor e desde agosto de 2012 exerce o cargo de Diretor Presidente da Companhia. É
diplomado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Finanças do Rio de Janeiro e Pós-Graduado em Engenharia Econômica e Administração Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ingressou em 1971 na Eletrobras, onde foi Chefe de Gabinete da Presidência, Diretor Financeiro e de Relações com o Mercado. Como Representante da Eletrobras, foi Presidente do Conselho de Administração de
Furnas e Membro do Conselho de Administração de várias empresas, dentre elas Cemig, Cesp e CPFL. Foi também Diretor da CHESF (Companhia Hidroelétrica de São Francisco) e de Furnas Centrais Elétricas S.A.
Foi Diretor Adjunto do Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica – DNAEE, atual ANEEL.
Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Carlos Alberto da Cruz - 374.729.257-72
Fernando Henrique Schuffner Neto - 320.008.396-49
O Sr. Schuffner nasceu em 3 de janeiro de 1960. É graduado em Engenharia Elétrica em 1982 pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). É empregado da Companhia Energética de Minas
Gerais – Cemig, tendo exercido os seguintes cargos: Gerente Regional de Teófilo Otoni, Superintendente da Coordenação de Planejamento e Gestão da Distribuição, Superintendente de Coordenação, Planejamento e
Expansão da Distribuição, Superintendente de Planejamento da Expansão da Distribuição e Mercado. Entre 2007 e 2008, foi Diretor de Geração e Transmissão da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig e da
Cemig Geração e Transmissão S.A. – Cemig GT. De 2008 a 2010, foi diretor de Distribuição e Comercialização da Cemig, da Cemig Distribuição S.A. – Cemig D e Cemig GT 2007. Desde 2010, atua como Diretor de
Desenvolvimento de Negócios da Cemig, Cemig D e Cemig GT. Foi membro do Conselho de Administração da Cemig de 2002 a 2004, e desde 2007, do Conselho de Administração da Cemig Telecomunicações S.A.
desde 2005 e da Companhia de Gás de Minas Gerais – Gasmig desde 2007. É ainda, desde 2005, membro do Conselho de Administração da Cemig Telecomunicações S.A. – Cemig Telecom, membro do Conselho de
Administração da Light S.A. e Light S.E.S.A., desde 2010 e também membro do Conselho de Administração da Renova Energia (desde 2011).
Djalma Bastos de Morais - 006.633.526-49
O Sr. Morais nasceu em 16 de março de 1937. Formado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia, concluiu estudos de pós-graduação em telefonia e informática no mesmo instituto. Ocupou vários cargos,
como diretor presidente da Telecomunicações de Minas Gerais S.A. - Telemig; Gerente da Telecomunicações Brasileiras S.A. - Telebrás; Diretor de Operações da Telecomunicações de Mato Grosso - Telemat; Diretor
de Operações da Telecomunicações do Amazonas - Telemazon; e, Gerente da Telefônica Municipal S.A. - Telemusa. Atualmente é Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia
Energética de Minas Gerais S.A. – Cemig desde janeiro de 1999; Diretor Presidente da Cemig Geração e Transmissão S.A.. e da Cemig Distribuição S.A. desde setembro de 2004; Vice-Presidente do Conselho de
Administração da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e Transmissão S.A. desde dezembro de 2004; Membro do Conselho de Administração da Light S.A. desde agosto de 2006 e da Transmissora do
Atlântico de Energia Elétrica S.A. – TAESA de novembro de 2009 a dezembro de 2009. Presidente do Conselho de Administração da Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. desde novembro de 2009.
Maria Estela Kubitscheck Lopes - 092.504.987-56
Nascida em 10 de Dezembro de 1942 a Sra. Maria Estela Kubitscheck Lopes atuou como membro do Conselho Administrativo da Companhia Energética de Minas Gerais de 2003 a 2012; da Cemig Distribuição S.A. e
Cemig Geração e Transmissão S.A., de 2004 a 2012; foi Vice-Presidente da Fundação Casa Santa Ignezrais; membro do Conselho Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, membro do Conselho Cultural do
Instituto Light, membro do Conselho da ABBR-Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação; além de Vice-Presidente da ABRAG-RJ - Associação Brasileira dos Amigos Familiares e Portadores de Glacoma,
Presidente do Instituto "Pensando o Brasil" e Vice-Presidente da Fundação Casa Santa Ignez (no momento Vice-Presidente do Conselho). Membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia Energética de
Minas Gerais, Cemig Distribuição S.A e Cemig Geração e Transmissão S.A
Raul Belens Jungmann Pinto - 244.449.284-68
O Sr. Jungmann nasceu em 03 de abril de 1952. Consultor Empresarial, Membro do Conselho de Administração da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo e Membro do Conselho de Administração da
Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo - PRODAM. Foi Presidente do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES no
período de 1993 a 1994 e Vice-Presidentes do Conselho de Administração do Banco do Brasil S.A. também no período de 1993 a 1994. Atuou, no período de 2008 a 2010, como Presidente da Frente Parlamentar da
Defesa Nacional. Foi Vice-Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional no período de 2009 a 2010. No período de 2003 a 2010 foi Deputado Federal pelo Estado de Pernambuco. Atuou como
Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, de Fevereiro de 2008 a Fevereiro de 2009. Foi Secretário Geral da “Frente Brasil sem Armas” – referendo sobre a comercialização de
armas e munições.
Sergio Alair Barroso - 609.555.898-00
Mineiro de Cipotânea, o Sr. Sergio Barroso é formado pela Universidade São Lucas, em São Paulo. É Mestre em Economia Internacional pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, com especialização em
Administração de Empresas pela Universidade de Michigan, Gerenciamento de Executivos pela Universidade Columbia, bem como diversos cursos em Administração e Execução no Brasil. Foi também presidente do
Conselho de Administração da Fosfértil, Ultrafértil e Fertifos. Em abril de 1998 foi nomeado presidente da Cargill no Brasil, tornando-se o primeiro brasileiro a ocupar a presidência da empresa no país. Em setembro de
2007 aposentou-se na Cargill e passou a atuar como ativo consultor e sócio de atividades nas áreas de agronegócio, responsabilidade social e investimentos ambientais. Foi também presidente da Associação
Brasileira de Óleos Vegetais (ABIOVE), da Associação Internacional de Óleos Vegetais (IASC), Conselheiro da Associação Brasileira de Alimentação (ABIA), foi vice-presidente do Conselho da Câmara Americana
(AMCHAM), membro do Conselho Superior da FIESP e do Conselho Consultivo da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China e do Conselho da SIFE. Durante dois anos esteve à frente da Secretaria de Estado de
Desenvolvimento Econômico, foi presidente dos Conselhos de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), Companhia de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais (CODEMIG),
Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) e vice–presidente do Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerai S.A. (BDMG). Desde janeiro de 2011 conduz a Secretaria
de Estado Extraordinária da Copa do Mundo para Minas Gerais (SECOPA) e, atualmente, é presidente do Conselho de Administração da Light.
Magno dos Santos Filho - 891.944.467-68
Nascido em 06 de novembro de 1963. Iniciou suas atividades no Centro de Aprendizes de Ofícios nas instalações do complexo de oficinas de Triagem em 1978. Exerceu atividades de Operador de Subestações na
Light Serviços de Eletricidade S.A. até 1994, quando foi eleito Diretor do Sindicato dos Urbanitários, sendo liberado pela empresa para exercer as atividades sindicais. Em 2002 assume a Presidência do Sindicato dos
Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro e Região - Sintergia por dois mandatos. Em junho de 2009, assume a Secretaria Geral da Federação dos Urbanitários, continuando como Diretor de
Formação do Sintergia.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
César Vaz de Melo Fernandes - 299.529.806-04
Fabiano Macanhan Fontes - 503.816.019-00
Nascido em 12 de outubro de 1970. Bacharel em Letras pela Unoeste, mestre em em Desenvolvimento Econômico pela UFPR e com Especialização em Desenvolvimento Econômico – UFPR e MBA em Agronegócios
– USP – ESALQ. Carreira no Banco do Brasil desde 1986 – 26 anos. Nos últimos 5 anos ocupou os cargos de gerente Corporate do Estado de Santa Catarina, ente 2006 e 2010, de Superintendente Regional de
Médias e Grandes Empresas no Estado de Santa Catarina, em 2011, Gerente Executivo na Diretoria Comercial, entre 2011 e 2012, Executivo do Projeto Infraestrutura (financiamento a grandes empreendimentos),
entre 2013 e 2014.
José Carlos Aleluia Costa - 017.820.375-00
O Sr. Aleluia iniciou a carreira em 1971, como engenheiro da CEEB, antiga empresa distribuidora de energia da Bahia, mais tarde incorporada à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - Coelba. Em 1990,
concorreu e foi eleito deputado federal pela Bahia. Na Coelba ocupou os cargos de chefe de divisão, chefe de departamento e diretor de distribuição. Em 1985 assumiu o cargo de diretor de Engenharia da Companhia
Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf e no ano seguinte assumiu, interinamente, a presidência da estatal. Logo em seguida foi efetivado e permaneceu presidente até 1989. Foi deputado até 2010 e titular das
Comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como suplente, fez parte das Comissões de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Administração e Serviço Público e Trabalho. Foi
relator da Comissão Especial que instituiu o Código de Trânsito.
Humberto Eustáquio César Mota - 002.067.766-91
O Sr. Mota, nasceu em 18 de agosto de 1946. O Sr. Mota é Bacharelado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais e Administrador de Empresas pela Faculdade de Ciências Administrativas da
Universidade de Negócios e Administração. Iniciou sua carreira empresarial na Brascan como assistente da presidência, sendo sucessivamente, Diretor-adjunto de Desenvolvimento, Diretor Executivo, Vice-presidente
de Desenvolvimento Corporativo, Vice-presidente Executivo e Vice-Chairman da Brascan Brasil e Presidente da Brascan Participações. Foi secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de
Janeiro, Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - Correios; Chefe de gabinete da secretaria de Planejamento do Governo do Estado de Minas Gerais, Assessor Especial do Ministro de Estado da
Fazenda, Presidente do Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro, Fundador e Presidente da Agencia Rio – Promoção, Desenvolvimento e Meio Ambiente e Presidente do Conselho de Administração da
Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro. Foi presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Secretário Geral e Vice-Presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil,
Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, Vice-Presidente do Centro Industrial do Rio de Janeiro, Membro do Conselho Deliberativo do SEBRAE-RJ e Conselheiro do Centro de Economia Mundial da
Fundação Getúlio Vargas - FGV e do Conselho de Desenvolvimento da Pontifícia Universidade Católica - PUC, Universidade Gama Filho e Universidade Estácio de Sá. Participa da mesa diretora da Santa Casa de
Misericórdia do Rio de Janeiro, do Centro de Integração Empresa Escola - CIEE e do Rotary Internacional Club. Desde 2006 é Presidente da Dufry do Brasil Duty Free Shop Ltda. É Vice-Presidente das Empresas
Brasif, presidente do Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro – ACRJ, Presidente da Associação Nacional das Empresas Concessionárias de Aeroportos Brasileiros – ANCAB, membro do
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES, membro do Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Industria – COINFRA, membro do Conselho Consultivo da Agência Nacional
de Aviação civil - ANAC, Diretor da Câmara do Comércio Americana para o Brasil, membro do Conselho do Instituto Alethéia, membro do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de
Janeiro e sócio da César Mota Advogados e da Consultrade Assessoria Empresarial Ltda.
Marcelo Pedreira de Oliveira - 003.623.457-59
Nascido em 17 de novembro de 1967. Possui MBA em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC – 1994 e Graduado em Economia pela Faculdade Candido Mendes - 1990. Iniciou sua carreira
como Economista Junior na Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social. De 1992 a 1997, atuou como Economista, Chefe da Divisão de Contabilidade Gerencial e Chefe do Departamento de Controle e Novos
Negócios da Light S.A. De 1997 a 2004, foi Diretor da SEB, Assistente do Vice-Presidente da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig. Presidente da Eletronet, Empresa de Infovias e da Way Brasil
Telecomunicações, além de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Eletronet S.A e do Consórcio da Usina Hidrelétrica de Aimorés. De 2004 a 2006, no Grupo Neoenergia, foi Superintendente de
Planejamento e Controle da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - Coelba, S.A Desde 2006 até o momento tem trabalhado no Grupo FIP Brasil Energia como Presidente da Integração Transmissora de
Energia S.A, da Termelétrica Viana S.A e da PCH Rio do Braço S.A. Foi membro efetivo do Conselho de Administração das seguintes empresas: Cemig, Eletronet, Way Brasil, Consórcio Aimorés, AES
Communications Rio de Janeiro S.A., Intesa, Tevisa e PCH Rio do Braço S.A. e Presidente do Conselho Fiscal da AES Eletropaulo S.A..
Luiz Fernando Rolla - 195.805.686-34
Nascido em 17 de fevereiro de 1949. Engenheiro elétrico pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, iniciou sua carreira na Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG em 1974 e ocupou os seguintes
cargos: Superintendente de Programação e Controle Financeiro, sendo responsável pela coordenação de planejamento de longo prazo, controle orçamentário, análise de custos e project financia. Superintendente de
Relações com Investidores da Cemig, sendo responsável pela implantação dos programas de ADR nível I e II na New York Stock Exchange e Nível I de Governança na BM&F BOVESPA. Diretor de Finanças, Relações
com Investidores e Controle de Participações da Cemig, da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e Transmissão S.A. desde 09-01-2007. Foi eleito o Melhor Profissional de Relações com Investidores pela
Associação dos Analistas por diversos anos e pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento - APIMEC e, ainda, pela IR Magazine (2006).
O Sr. Cruz é Graduado em Engenharia Elétrica – Universidade Coimbra/Universidade, Veiga de Almeida. Exerceu diversos cargos na Light Energia S.A. e na Light Serviços de Eletricidade S.A., Atuou na área de
engenharia elétrica, sendo responsável pelo acompanhamento de vários projetos de subestações e empreendimentos da Gerência de Projetos e Construção de Subestações e Linhas Transmissão, foi Auditor Líder
Ambiental no processo de Certificação dos sites da Light (SGA). É representante da Light no Grupo de Trabalho do Ministério de Minas Energia que trata da regulamentação da Lei que estabelece os limites de Campos
Elétricos e Magnéticos, emitidos pelos sistemas elétricos de Potência. Participou, como representante do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro, da elaboração do Programa de Responsabilidade
Social da Light.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
José Augusto Gomes Campos - 505.516.396-87
Nascido em 02 de Dezembro de 1964, o Sr. Campos formou-se em Física pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp. Foi eleito como membro Suplente do Conselho de Administração da Andrade Gutierrez
Concessões, sociedade responsável pelo setor de concessões públicas do grupo Andrade Gutierrez. Desde 2009, é Gerente de Desenvolvimento de Projetos da Andrade Gutierrez Concessões. Entre 2006 e 2008,
atuou como Diretor de Project Finance da Corporación Quiport S.A., concessionária do Aeroporto Internacional de Quito. Há 18 anos, atua no setor de infra estrutura, tendo trabalhado nos setores de Rodovias (AG
Concessões e CCR, entre 1995 e 2001), de Energia (Suez-Tractebel, entre 2001 e 2006), e de Aeroportos (Quiport – Equador, e Aeris – Costa Rica). Desde março 2008, atua como represnetante da AG Concessões
no Conselho de Administração da Corporación Quiport S.A. Desde dezembro 2011, é membro suplente do Conselho de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, e Membro Suplente do
Conselho Fiscal da CCR S.A.
Carlos Antonio Decezaro - 343.485.140-20
Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade da Região de Joinville – Univille, com especialização (MBA) em Negócios Internacionais, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE e em
Gestão Avançada de Negócios, pelo Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração – INEPAD e Universidade Federal do Mato Grosso – UFMTM, atualmente o Sr. Carlos Decézaro é Superintendente Regional do
Banco do Brasil em São Paulo-SP, onde é responsável pela coordenação dos processos de vendas, atendimento e gestão das agências de varejo da jurisdição. 
 
Nos últimos cinco anos atuou como Superintendente Regional do banco do Brasil em São Paulo-SP, como Superintendente do Estado do Piauí, bem como representação institucional do Banco perante todos os
intervenientes da jurisdição, como por exemplo, poderes executivo, legislativo e Judiciário, associações, entidades, etc. Foi, ainda, Gerente Executivo da Diretoria de Varejo, responsável pelas áreas de distribuição de
fundos de investimentos e gestor dos produtos de captação (depósitos a vista, depósitos a prazo e poupança), e dos produtos conta corrente e tarifas do Banco, com abrangência Nacional e Gerente Executivo da
Diretoria de Distribuição de São Paulo, responsável pela gestão da área administrativa da rede de agências de varejo do Banco no Estado de São Paulo, como por exemplo, atendimento, compliance, controles
internos, inadimplência, perdas operacionais, comunicação interna e externa, geração de informações, etc.
Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior - 150.915.381-00
Nascido em 1959, graduado em Administração pelo CCNY – City College of New York, Baruch College, NY, EUA. Sua carreira teve início no Citibank, onde trabalhou de 1985 a 1987 na área de Comércio Exterior. De
1988 a 1993, foi Diretor Financeiro da Confab. Entre 1993 e 1997, foi Diretor Executivo do Banco Chase Manhattan S.A. e do Banco NorChem S.A., onde liderou a área Internacional. Ingressou no Grupo Santander em
julho de 1997, como Diretor da área Internacional. Em meados de 1999, passou a Vice Presidente e foi responsável pela área comercial do Banco de Atacado e pelo Corporate & Investment Banking até 2009. 
Atualmente, responde pela área de Equity Investments, é Diretor Presidente da Santander Participações S.A. e faz parte dos conselhos de administração das empresas TAESA – Transmissora Aliança de Energia
Elétrica S.A., Sete Brasil Participações S.A., Enesa Participações S.A., Corporación Sidenor S.A., Brasil/CT Comércio e Turismo S.A. e ODC-Ambievo Tecnologia e Inovação Ambiental S.A.. Foi membro do conselho
de administração das seguintes empresas: Banco Santander (Brasil) S.A., Banco do Estado de São Paulo S.A. – Banespa, Norchem Leasing S.A. – Arrendamento Mercantil, Madeira Energia S.A. – MESA (Santo
Antonio Energia) e Renova Energia S.A. Adicionalmente, já ocupou cargo de Diretor Executivo nas seguintes empresas: Banco Santander S.A., Bozano, Simonsen S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários,
Isban Brasil S.A., Produban Serviços de Informática S.A., Santander Administradora de Consórcios Ltda., Santander Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., Santander Banespa
Companhia de Arrendamento Mercantil, Santander Brasil Arrendamento Mercantil S.A., Santander S.A. Serviços Técnicos, Administrativos e de Corretagem de Seguros, Santander Brasil Seguros S.A., Santander
Capitalização S.A. e Santander Investimentos em Participações S.A.
Wilson Borrajo Cid - 012.340.996-91
Nascido em 08 de agosto de 1940. Jornalista, trabalhou no período de 2003 a 2010 na Organização Panorama de Comunicação, como redator, colunista político e editor-chefe. Na Rádio Panorama, trabalhou como
Produtor e Apresentador. Atuou no Sistema Regional de Comunicação, como Redator e Editor Político (Diário Regional) e como Membro participante de programa de debates nas Tvs Tiradentes e Educativa. Foi
Diretor de sucursais e redator do Jornal Estado de Minas, Hoje em Dia e O Tempo. Trabalhou por 19 anos no Jornal O Globo como Redator correspondente na Zona da Mata. Foi Diretor de Promoções do
Departamento de Turismo da Prefeitura de Juiz de Fora, Secretário Geral da Associação do Museu Mariano Procópio em Juiz de Fora, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora, Presidente do
Instituto Cultural Santo Tomás de Aquino de Juiz de Fora e Membro do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico.
Carmem Lúcia Claussen Kanter - 256.191.107-10
A Sra. Kanter nasceu em 05 de julho de 1950. Preside atualmente o Conselho Deliberativo da Braslight. Foi Gerente de Relações com Investidores da Light, Gerente de Captação de Recursos da Nuclebrás e Gerente
de Análise de Crédito Imobiliário do Banco do Estado do Rio de Janeiro - BANERJ. No IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, foi membro do Conselho, Diretora e Presidente do IBRI-Rio. Foi Diretora
Institucional Adjunta e membro do Conselho da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento - APIMEC - RJ. Graduação: Arquiteta – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio
de Janeiro; Administração Financeira – PLANFAP – MME; MBA Marketing 2001 – COPPEAD.
Nascido em 05 de novembro de 1957. Possui MBA em Finanças e Gestão de Negócios, ambos pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC – 2010 e 2000, respectivamente. Formado no ano de 1981 em
Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Atualmente trabalha como Superintendente de Desenvolvimento de Negócios na Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig. No período
de 2005 a 2007 atuou como Diretor de Construção em Furnas. De 2003 a 2005 atuou na Cemig como Superintendente de Distribuição da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Sr. César participa da Coordenação
de diversos Projetos e Eventos na Distribuição da Cemig, bem como da Implantação de Novas Tecnologias na Distribuição da Cemig.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
A empresa não possui comitês.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de
remuneração
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas
suportadas pelos administradores
12.11. Descrever as disposições de quaisquer acordos, inclusive apólices de
seguro, que prevejam o pagamento ou o reembolso de despesas suportadas pelos
administradores, decorrentes da reparação de danos causados a terceiros ou ao
emissor, de penalidades impostas por agentes estatais, ou de acordos com o
objetivo de encerrar processos administrativos ou judiciais, em virtude do
exercício de suas funções

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes
12.12. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
Cargo ocupado no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades pelos membros do conselho de
administração da Light S.A

Titulares:
1- Sergio Alair Barroso
Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Governo do Estado de Minas Gerais.

2 - Humberto Eustáquio César Mota
Participa da mesa diretora da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro , do CIEE e do Rotary
Club. Desde 2006 é Presidente da Dufry do Brasil Duty Free Shop Ltda. É vice presidente das
Empresas Brasif, presidente do Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro –
ACRJ, Presidente da Associação Nacional das Empresas Concessionárias de Aeroportos Brasileiro –
ANCAB, membro do CDES , membro dos boards das empresas Brasif, membro do Conselho
Temático de Infra-estrutura da Confederação Nacional da Industria – COINFRA, membro do Conselho
Consultivo da ANAC, Diretor da Câmara do Comércio Americana para o Brasil, membro do Conselho
do Instituto Alethéia, membro do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do
Rio de Janeiro e sócio da César Mota Advogados e da Consultrade Assessoria Empresarial Ltda.

3 - Raul Belens Jungmann Pinto
Consultor Empresarial, Membro do Conselho de Administração da CET, São Paulo e Membro do
conselho de Administração da PRODAM, São Paulo.

4 - Maria Estela Kubitscheck Lopes
Atua como membro do Conselho Administração da Companhia Energética de Minas Gerais de 2003 a
2012; da Cemig Distribuição S.A. e Cemig Geração e Transmissão S.A., de 2004 a 2012; foi Vice-
Presidente da Fundação Casa Santa Ignezrais; membro do Conselho Cultural da Arquidiocese do Rio
de Janeiro, membro do Conselho Cultural do Instituto Light, membro do Conselho da ABBR-
Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação; além de Vice-Presidente da ABRAG-RJ -
Associação Brasileira dos Amigos Familiares e Portadores de Glacoma, Presidente do Instituto
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes
"Pensando o Brasil" e Vice-Presidente da Fundação Casa Santa Ignez (no momento Vice-Presidente
do Conselho).

5 - Djalma Bastos de Morais
Diretor Presidente e Vice Presidente do Conselho de Administração da Companhia Energética de
Minas Gerais S.A. – Cemig desde janeiro de 1999; Diretor Presidente da Cemig Geração e
Transmissão S.A.. e da Cemig Distribuição S.A. desde setembro de 2004; Vice Presidente do
Conselho de Administração da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e Transmissão S.A.
desde dezembro de 2004; Presidente do Conselho de Administração da Transmissora Aliança de
Energia Elétrica S.A. desde novembro de 2009.

6 – José Carlos Aleluia Costa
Não ocupa nenhum cargo no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos executivos
de outras sociedades controladas, controladoras ou fornecedoras e clientes.

7 – Fabiano Macanhan Fontes
Não ocupa nenhum cargo no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos executivos
de outras sociedades controladas, controladoras ou fornecedoras e clientes.

8 - Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior
Atualmente, responde pela área de Equity Investments, é Diretor Presidente da
Santander Participações S.A. e faz parte dos conselhos de administração das empresas TAESA –
Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., Sete Brasil Participações S.A., Enesa Participações
S.A., Corporación Sidenor S.A., Brasil/CT Comércio e Turismo S.A. e ODC-Ambievo Tecnologia e
Inovação Ambiental S.A..

11 - Carlos Alberto da Cruz
É representante da Light no Grupo de Trabalho do Ministério de Minas Energia que trata da
regulamentação da Lei que estabelece os limites de Campos Elétricos e Magnéticos, emitidos pelos
sistemas elétricos de Potência.

Suplentes:
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes
1 - Luiz Fernando Rolla
Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações da
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig, da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e
Transmissão S.A. desde 09-01-2007.

2 - César Vaz de Melo Fernandes
Atualmente trabalha como Superintendente de Desenvolvimento de Negócios na Companhia
Energética de Minas Gerais – Cemig.

3 - Fernando Henrique Schuffener
É desde 2010 diretor de Diretor de Desenvolvimento de Negócios, foi diretor de
Distribuição e Comercialização da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig e da Cemig
Distribuição S.A. e Diretor da Cemig Geração e Transmissão S.A. É membro do Conselho de
Administração da Cemig, do Conselho de Administração da Cemig Telecomunicações S.A. e da
Companhia de Gás de Minas Gerais – Gasmig.

4 - Carmen Lúcia Claussen Kanter
Atualmente, não ocupa cargo em conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades.

5 - Wilson Borrajo Cid
Atualmente, não ocupa cargo em conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades.

6 - José Augusto Gomes Campos
Desde 2009, Sr. Campos é Gerente de Desenvolvimento de Projetos da Andrade Gutierrez
Concessões, sociedade responsável pelo setor de concessões públicas do grupo Andrade Gutierrez.

7 – Carlos Antonio Decezaro
É Superintendente Regional do Banco do Brasil em São Paulo-SP, onde é responsável pela
coordenação dos processos de vendas, atendimento e gestão das agências de varejo da jurisdição.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes
8 – Marcelo Pedreira de Oliveira
Desde 2006 até o momento tem trabalhado no Grupo FIP Brasil Energia como
Presidente da Integração Transmissora de Energia S.A, da Termelétrica Viana S.A e da PCH Braço.
É membro efetivo do Conselho de Administração das seguintes empresas: Cemig, Eletronet, Way
Brasil, Consórcio Aimorés, AES Communications Rio, Intesa, Tevisa e PCH Rio do Braço e
Presidente do Conselho Fiscal da Eletropaulo.

11 - Magno dos Santos Filho
Secretário Geral da Federação dos Urbanitários e Diretor de Formação do Sintergia.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não
estatutária
13.1 - Descrever a política ou prática de remuneração do conselho de
administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos
comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de
remuneração, abordando os seguintes aspectos: (a) objetivos da política ou prática
de remuneração; (b) composição da remuneração, indicando: (i)descrição dos
elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles; (ii) qual a proporção
de cada elemento na remuneração total; (iii) metodologia de cálculo e de reajuste
de cada um dos elementos da remuneração; (iv) razões que justificam a
composição da remuneração.


Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.





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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Bônus 0,00 246.949,00 246.949,00
Outros 35.683,00 184.112,00 219.795,00
Descrição de outras
remunerações fixas
. .
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Outros 8.575,00 261.968,00 270.543,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
. ILP
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00 0,00
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00
Remuneração variável
Observação
Nº de membros 18,58 4,58 23,16
Benefícios direto e indireto 0,00 4.887,00 4.887,00
Participações em comitês 0,00 0,00 0,00
Remuneração fixa anual
Salário ou pró-labore 178.416,00 306.858,00 485.274,00
Total da remuneração 222.674,00 1.004.774,00 1.227.448,00
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
Remuneração total prevista para o Exercício Social corrente 31/12/2014 - Valores Anuais
Nº de membros 18,58 4,58 23,16
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 0,00 0,00 0,00
Outros 20.360,00 127.579,00 147.939,00
Salário ou pró-labore 101.798,00 286.136,00 387.934,00
Benefícios direto e indireto 0,00 4.846,00 4.846,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2013 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
. .
Outros 0,00 0,00 0,00
Observação
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00
Bônus 0,00 169.504,00 169.504,00
Remuneração variável
Descrição de outras
remunerações fixas
. .
Comissões 0,00 0,00 0,00
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Total da remuneração 122.158,00 588.065,00 710.223,00
Bônus 306.000,00 306.000,00
Participação de resultados 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações fixas
Incluir encargos da Previdência
Oficial e FGTS.
Participação em reuniões 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00
Outros 0,00 0,00
Nº de membros 5,00 5,00
Remuneração variável
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 0,00 0,00
Outros 205.000,00 205.000,00
Salário ou pró-labore 339.000,00 339.000,00
Benefícios direto e indireto 11.000,00 11.000,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2012 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Baseada em ações 0,00 0,00
Observação
Cessação do cargo 98.000,00 98.000,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
.
Pós-emprego 0,00 0,00
Total da remuneração 959.000,00 959.000,00
Bônus 132.000,00 132.000,00
Participação de resultados 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações fixas
Inclui encargos da Previdência
Oficial e FGTS
Cessação do cargo 0,00 0,00
Participação em reuniões 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
ILP
Pós-emprego 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00
Outros 322.000,00 322.000,00
Baseada em ações 0,00 0,00
Nº de membros 5,79 5,79
Remuneração variável
Observação
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 0,00 0,00
Outros 0,00 0,00
Salário ou pró-labore 341.000,00 341.000,00
Benefícios direto e indireto 13.000,00 13.000,00
Total da remuneração 808.000,00 808.000,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2011 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho
fiscal
13.3 - Em relação à remuneração variável dos 3 últimos exercícios sociais e à
prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria
estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria
estatutária
13.4 - Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária, em vigor no último exercício social e
previsto para o exercício social corrente, descrever:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 157 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por
administradores e conselheiros fiscais - por órgão
13.5. Informar a quantidade de ações ou cotas direta ou indiretamente detidas, no
Brasil ou no exterior, e outros valores mobiliários conversíveis em ações ou cotas,
emitidos pelo emissor, seus controladores diretos ou indiretos, sociedades
controladas ou sob controle comum, por membros do conselho de administração,
da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, na data de
encerramento do último exercício social
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, quando uma mesma pessoa for membro do conselho de
administração e da diretoria, os valores mobiliários por ela detidos devem ser divulgados
exclusivamente no montante de valores mobiliários detidos pelos membros do conselho de
administração.
PÁGINA: 158 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria
estatutária
13.6. Em relação à remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3
últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho
de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte
conteúdo
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
PÁGINA: 159 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e
pela diretoria estatutária
13.7. Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria
estatutária ao final do último exercício social, elaborar tabela com o seguinte
conteúdo
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
PÁGINA: 160 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do
conselho de administração e da diretoria estatutária
13.8. Em relação às opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração
baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3
últimos exercícios sociais, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 161 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a
13.8 - Método de precificação do valor das ações e das opções
13.9. Descrição sumária das informações necessárias para a compreensão dos
dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8, tal como a explicação do método de
precificação do valor das ações e das opções, indicando, no mínimo:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


PÁGINA: 162 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de
administração e aos diretores estatutários
13.10. Em relação aos planos de previdência em vigor conferidos aos membros do
conselho de administração e aos diretores estatutários, fornecer as seguintes
informações em forma de tabela:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 163 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Valor da menor
remuneração(Reais)
Valor da maior
remuneração(Reais)
Valor médio da
remuneração(Reais)
Valores anuais
Nº de membros
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
PÁGINA: 164 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de
destituição do cargo ou de aposentadoria
13.12. Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos
que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os
administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando
quais as consequências financeiras para o emissor

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 165 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do
conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores
13.13. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar o percentual da
remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado do emissor referente a
membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho
fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos,
conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto.

Não há.

PÁGINA: 166 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por
órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam
13.14. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos
no resultado do emissor como remuneração de membros do conselho de
administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão,
por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e
serviços de consultoria ou assessoria prestados

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 167 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
13.15. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos
no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle
comum e de controladas do emissor, como remuneração de membros do conselho
de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal do emissor,
agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais
indivíduos

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 168 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
13.16 - Outras informações relevantes
13.16. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante
A Companhia aprovou no dia 24/04/2014, em Assembleia Geral Extraordinária, nova outorga do Plano de
Incentivo de Longo Prazo (“Plano”) da Light S.A., na mesma modalidade de Opção Fantasma, aprovada na AGE
de 03 de março de 2008 (baseada em indicadores financeiros e não envolvendo opções de ações da Companhia).
O valor do Plano não excederá R$ 815.874 (oitocentos e quinze mil oitocentos e setenta e quatro reais), em
moeda de dezembro de 2013, para 4 anos, considerando as diretrizes abaixo:

 Público Elegível: Presidente e Diretores Executivos
 Alinhamento dos interesses dos executivos aos objetivos dos acionistas;
 Criação de valor em uma visão de longo prazo e de sustentabilidade.
 Alinhamento com as práticas de mercado no que tange a remuneração total

As Opções Fantasmas serão outorgadas aos participantes considerando a variação da Unidade de Valor da Light
(“UVL”) definida a partir do Plano de Metas da Companhia, que servirá de base para a apuração dos valores
reais do Plano no futuro.

A UVL será calculada anualmente através da seguinte fórmula:

UVL = 30% VM + 40% VE + 30% VD

Onde:
 VM (Valor de Mercado) = Cotação média diária da ação da Light (LIGT3)
1
na Bovespa, calculada pela
divisão do Volume Financeiro pela Quantidade de Títulos negociados durante o período de 16/11 a 15/12
do ano anterior ao cálculo.

 VE (Valor Econômico) = Valor baseado em múltiplos crescentes de EBITDA
 VD (Valor Dividendos) = Valor baseado nos dividendos pagos


1
Tendo em vista que a Light Energia S.A.. é uma subsidiária integral da Light S.A., o Valor de Mercado utilizado será
baseado na ação da Light S.A.
PÁGINA: 169 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
14.1 - Descrição dos recursos humanos
14.1. Descrever os recursos humanos do emissor, fornecendo as seguintes
informações:

a. número de empregados (total, por grupos com base na atividade
desempenhada e por localização geográfica)

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

b. número de terceirizados (total, por grupos com base na atividade
desempenhada e por localização geográfica)

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

c. índice de rotatividade

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

d. exposição do emissor a passivos e contingências trabalhistas

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos
14.2. Comentar qualquer alteração relevante ocorrida com relação aos números
divulgados no item 14.1 acima:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 171 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados
14.3. Descrever as políticas de remuneração dos empregados do emissor,
informando:

a. política de salários e remuneração variável

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

b. política de benefícios

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

c. características dos planos de remuneração baseados em ações dos
empregados não-administradores, identificando:

i. grupos de beneficiários

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.

ii. condições para exercício

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.

iii. preços de exercício

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.


iv. prazos de exercício

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.


v. quantidade de ações comprometidas pelo plano

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.









PÁGINA: 172 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos
14.4. Descrever as relações entre o emissor e sindicatos:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.









PÁGINA: 173 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
77.421.581 100,000000% 0 0,000000% 77.421.581 100,000000%
AÇÕES EM TESOURARIA - Data da última alteração:
0 0,000000% 0 0,000000% 0 0,000000%
OUTROS
0 0,000000% 0 0,000000% 0 0,000000%
Light S.A.
03.378.521/0001-75 Brasileiro-RJ Sim Sim 30/06/2012
77.421.581 100,000000% 0 0,000000% 77.421.581 100,000000%
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
Acionista
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Detalhamento por classes de ações (Unidades)
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
PÁGINA: 174 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
11.429.117/0001-01 Brasileiro-MG Sim Sim 30/06/2012
Luce Empreedimentos e Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
26.576.149 13,031736 0 0,000000 26.576.149 13,031736
TOTAL 0 0.000000
17.155.730/0001-64 Brasileiro-MG Sim Sim 30/06/2012
53.152.298 26,063473 0 0,000000 53.152.298 26,063473
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig
TOTAL 0 0.000000
00.383.281/0001-09 Brasileiro-RJ Não Não 30/06/2012
BNDESPAR
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
21.366.808 10,477312 0 0,000000 21.366.808 10,477312
TOTAL 0 0.000000
Não Não 30/06/2012
Alliance Bernstein L.P.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
10.413.567 5,106340 0 0,000000 10.413.567 5,106340
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Light S.A. 03.378.521/0001-75
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 175 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
203.934.060 100,000000 0 0,000000 203.934.060 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0.000000
07.925.628/0001-47 Brasileiro-RJ Sim Sim 30/06/2012
RME – Rio Minas Energia Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
26.576.150 13,031737 0 0,000000 26.576.150 13,031737
OUTROS
65.849.088 32,289402 0 0,000000 65.849.088 32,289402
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Light S.A. 03.378.521/0001-75
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 176 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
1 100,000000 0 0,000000 1 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
33.657.248/0001-89 Brasileiro-RJ Não Não 30/06/2012
BNDES
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 100,000000 0 0,000000 1 100,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BNDESPAR 00.383.281/0001-09
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 177 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
18.715.615/0001-60 Brasileiro-MG Não Não 30/06/2012
Estado de Minas Gerais e outras Entidades do Estado
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
214.414.739 50,958347 0 0,000000 214.414.739 22,272867
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BlackRock Inc.
Norte Americana Não Não 30/06/2012
0 0,000000 50.931.874 9,398626 50.931.874 5,290676
TOTAL 0 0.000000
11.221.326/0001-65 Brasileiro-MG Sim Não 30/06/2012
AGC Energia S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
138.700.848 32,963993 0 0,000000 138.700.848 14,407897
TOTAL 0 0,000000
Brasileiro-MG Não Não
Ações em Tesouraria
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 410.396 0,075732 410.396 0,042631
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 178 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
420.764.708 100,000000 541.907.677 100,000000 962.672.385 100,000000
OUTROS
67.649.121 16,077660 490.565.407 90,525642 558.214.528 57,985929
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 179 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
290.272.500-06 Brasileiro Não Não
Mario Antonio Thomazi
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Cristiano Corrêa de Barros
327.933.916-20 Brasileiro Não Não
TOTAL 0 0.000000
299.529.806-04 Brasileiro Não Não
César Vaz de Melo Fernandes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
127.759.138-57 Brasileiro Não Não
Andre Fernandes Berenguer
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Luce Empreedimentos e Participações S.A. 11.429.117/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 180 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
177.422.777 100,000000 0 0,000000 177.422.777 100,000000
TOTAL 0 0.000000
10.478.616/0001-26 Brasileira Não Não 29/07/2011
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
177.422.773 99,999996 0 0,000000 177.422.773 99,999996
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Luce Empreedimentos e Participações S.A. 11.429.117/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 181 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
709.309.572 100,000000 0 0,000000 709.309.572 100,000000
TOTAL 0 0.000000
12.126.500/0001-53 Brasileiro Não Sim 30/06/2012
Redentor Energia
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
709.309.572 100,000000 0 0,000000 709.309.572 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
RME – Rio Minas Energia Participações S.A. 07.925.628/0001-47
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 182 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
Brasileiro Não Não 30/06/2012
União
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
6.273.711.452 100,000000 0 0,000000 6.273.711.452 100,000000
TOTAL
6.273.711.452 100,000000 0 0,000000 6.273.711.452 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BNDES 33.657.248/0001-89
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 183 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
108.480.828 100,000000 0 0,000000 108.480.828 100,000000
TOTAL 0 0.000000
10.478.616/0001-26 Brasileiro Não Não 30/06/2012
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
105.019.680 96,810000 0 0,000000 105.019.680 96,810000
OUTROS
3.461.148 3,190000 0 0,000000 3.461.148 3,190000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Energia 12.126.500/0001-53
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 184 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
203.826.816 100,000000 203.826.816 100,000000 407.653.632 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0,000000
11.547.888/0001-01 Brasileiro Não Não 30/06/2012
Redentor Fundo de Investimento em Participações
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 203.826.816 100,000000 305.740.224 75,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
17.155.730/0001-64 Brasileiro-MG Não Não 30/06/2012
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 0 0,000000 101.913.408 25,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica 10.478.616/0001-26
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 185 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
18.715.615/0001-60 Brasileira-MG Não Não 30/06/2012
Estado de Minas Gerais e outras Entidades do Estado
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
214.414.739 50,958347 0 0,000000 214.414.739 22,272867
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BlackRock Inc.
Norte Americana Não Não 30/06/2012
0 0,000000 50.931.874 9,398626 50.931.874 5,290676
TOTAL 0 0.000000
11.221.326/0001-65 Brasileiro-MG Sim Não 30/06/2012
AGC Energia S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
138.700.848 32,963993 0 0,000000 138.700.848 14,407897
TOTAL 0 0,000000
17.155.730/0001-64 Não Não 30/06/2012
Ações em tesouraria
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 410.396 0,075732 410.396 0,042631
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 186 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
420.764.708 100,000000 541.907.677 100,000000 962.672.385 100,000000
OUTROS
67.649.121 16,077660 490.565.407 90,525642 558.214.528 57,985929
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 187 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
24.933.830/0001-30 Brasileiro Não Não 30/06/2012
BB Banco de Investimento S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
59.588.111/0001-03 Brasileito Não Não 30/06/2012
Banco Votorantim S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
90.400.888/0001-42 Brasileiro Não Não 30/06/2012
Banco Santander (Brasil) S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
30.306.294/0001-45 Brasileiro Não Não 30/06/2012
Banco BTG Pactual S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
142 14,200000 0 0,000000 142 14,200000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 188 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
997 100,000000 0 0,000000 997 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 189 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
1.200.160.000 100,000000 1.199.840.000 100,000000 2.400.000.000 100,000000
TOTAL
OUTROS
140.436.935 11,700000 280.873.870 23,410000 421.310.805 17,550000
TOTAL 0 0,000000
10.977.044/0001-20 Brasileira-SP Não Sim 30/06/2012
BTG Pactual Participações II S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.050.937.198 87,570000 901.394.398 75,130000 1.952.331.596 81,350000
TOTAL 0 0,000000
857.454.487-68 Brasileiro-SP Não Não
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
8.785.867 0,730000 17.571.732 1,460000 26.357.599 1,100000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 190 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
212.841.731.754 100,000000 186.202.385.151 100,000000 399.044.116.905 100,000000
TOTAL 0 0,000000
09.473.556/0001-70 Holandesa Não Sim 30/06/2012
Sterrebeeck B.V.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
99.527.083.105 46,761076 86.492.330.355 46,450710 186.019.413.460 46,616253
TOTAL 0 0,000000
10.697.131/0001-23 Não Sim 30/06/2012
Santander Insurance Holding S.L.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
206.663.606 0,097097 22 0,000000 206.663.628 0,051790
OUTROS
38.140.759.447 17,919775 36.178.068.886 19,429434 74.318.828.333 18,624214
TOTAL 0 0,000000
06.164.067/0001-48 Espanhola Não Sim 30/06/2012
Grupo Empresarial Santander, S.L.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
74.967.225.596 35,222052 63.531.985.888 34,119856 138.499.211.484 34,707743
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco Santander (Brasil) S.A. 90.400.888/0001-42
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 191 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
817.568.288-49 Brasileiro Não Não
José Ermírio de Moraes Neto
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Ivan de Souza Monteiro
667.444.077-91 Brasileiro Não Não
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
TOTAL 0 0,000000
00.000.000/0001-91 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
Banco do Brasil S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
33.356.791.198 50,000000 7.412.620.274 49,999997 40.769.411.472 49,999997
TOTAL 0 0,000000
043.980.408-62 Brasileiro Não Não
Aldemir Bendine
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco Votorantim S.A. 59.588.111/0001-03
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 192 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
01.386.256/0001-41 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
Votorantim Finanças S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
33.356.791.208 50,000000 7.412.620.264 49,999997 40.769.411.472 49,999997
66.713.582.406 100,000000 14.825.240.544 100,000000 81.538.822.950 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0,000000
442.887.279-87 Brasileiro Não Não
Paulo Rogério Caffarelli
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0,000000
067.020.158-87 Brasileiro Não Não
Marcus Olyntho de Camargo Arruda
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco Votorantim S.A. 59.588.111/0001-03
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 193 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
534.698.608-15 Brasileiro Não Não
Wang Wei chang
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 1 0,000001 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco Votorantim S.A. 59.588.111/0001-03
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 194 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
112.637.922 100,000000 0 0,000000 112.637.922 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
00.000.000/0001-91 Brasileira Não Sim 31/12/2009
Banco do Brasil S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
112.637.922 100,000000 0 0,000000 112.637.922 100,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BB Banco de Investimento S.A. 24.933.830/0001-30
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 195 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
10.993.128/0001-57 Brasileira Não Não 30/06/2012
Fundo Garantidor para Investimentos
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
7.500.000 0,261742 0 0,000000 7.500.000 0,261742
TOTAL 0 0.000000
139.400.000 4,864911 0 0,000000 139.400.000 4,864911
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Fundo Garantidor à Exportação
03.115.105/0001-84 Brasileira Não Não 30/06/2012
TOTAL 0 0.000000
10.539.257/0001-70 Brasileira Não Não 05/08/2010
Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
62.500.000 2,181183 0 0,000000 62.500.000 2,181183
TOTAL 0 0.000000
10.993.128/0001-57 Brasileira Não Não 30/06/2012
Caixa de Previdencia dos funcionários do Banco do Brasil - PREVI
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
297.031.611 10,366087 0 0,000000 297.031.611 10,366087
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco do Brasil S.A. 00.000.000/0001-91
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 196 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
2.865.417.020 100,000000 0 0,000000 2.865.417.020 100,000000
TOTAL 0 0.000000
00.394.460/0001-41 Brasileira Não Sim 30/06/2012
Secretaria do Tesouro Nacional
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.483.727.780 51,780518 0 0,000000 1.483.727.780 51,780518
OUTROS
875.257.629 30,545559 0 0,000000 875.257.629 30,545559
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco do Brasil S.A. 00.000.000/0001-91
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 197 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
1.050.937.202 100,000000 901.394.404 100,000000 1.952.331.606 100,000000
OUTROS
450.697.202 42,890000 901.394.404 100,000000 1.352.091.606 69,260000
TOTAL 0 0.000000
10.923.227/0001-62 Não Sim 30/06/2012
BTG Pactual Holding S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
600.240.000 57,110000 0 0,000000 600.240.000 30,740000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Participações II S.A. 10.977.044/0001-20
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 198 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
473.024.280 100,000000 0 0,000000 473.024.280 100,000000
TOTAL 0 0.000000
1.787.400 0,377867 0 0,000000 1.787.400 0,377867
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Não Sim 30/06/2012
Santander Investment, S.A.
TOTAL 0 0.000000
Não Sim 30/06/2012
Santander Investment I, S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
2.443.373 0,516333 0 0,000000 2.443.373 0,516333
TOTAL 0 0.000000
Espanhola Não Sim 30/06/2012
Santander Espanha
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
468.793.507 99,105800 0 0,000000 468.793.507 99,105800
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Grupo Empresarial Santander, S.L. 06.164.067/0001-48
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 199 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
38.975.100 100,000000 0 0,000000 38.975.100 100,000000
TOTAL 0 0.000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Santander Espanha
Espanhola Não Sim 30/06/2012
38.973.100 99,999000 0 0,000000 38.973.100 99,999000
TOTAL 0 0.000000
Não Sim 30/06/2012
Santander AM Holding S.L.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
2.000 0,001000 0 0,000000 2.000 0,001000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Santander Insurance Holding S.L. 10.697.131/0001-23
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 200 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
2.639.306.000 100,000000 0 0,000000 2.639.306.000 100,000000
TOTAL 0 0.000000
Espanhola Não Sim 30/06/2012
Santander Espanha
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
2.639.306.000 100,000000 0 0,000000 2.639.306.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Sterrebeeck B.V. 09.473.556/0001-70
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 201 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
051.558.168-23 Brasileiro Não Não
Luis Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000000 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
945 0,000130 0 0,000000 945 0,000129
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
José Ermírio de Moraes Neto
817.568.288-49 Brasileiro Não Não
TOTAL 0 0.000000
023.290.828-19 Brasileiro Não Não
Clóvis Ermírio de Moraes Scripilliti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000000 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
116.005.728-12 Brasileiro Não Não
Claudio Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000000 0 0,000000 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Votorantim Finanças S.A. 01.386.256/0001-41
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 202 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
534.698.608-15 Brasileiro Não Não
Wang Wei chang
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000000 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Votorantim Participações S.A.
61.082.582/0001-97 Brasileira Não Sim 30/06/2012
722.478.311 99,999770 0 0,000000 722.478.311 99,999769
TOTAL
722.479.971 100,000000 0 0,000000 722.479.971 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
067.020.158-87 Brasileiro Não Não
Marcus Olyntho de Camargo Arruda
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
711 0,000100 0 0,000000 711 0,000098
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Votorantim Finanças S.A. 01.386.256/0001-41
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 203 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
273.488.413 100,000000 268.595.877 100,000000 542.084.290 100,000000
OUTROS
191.099.881 69,870000 268.109.893 99,830000 459.209.774 84,720000
TOTAL 0 0,000000
857.454.487-68 Não Não
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
82.388.532 30,130000 485.984 0,170000 82.874.516 15,280000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Holding S.A. 10.923.227/0001-62
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 204 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
023.290.828-19 Brasileiro Não Não
Clóvis Ermírio de Moraes Scripilliti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Cláudio Ermírio de Moraes
116.005.728-12 Brasileiro Não Não
TOTAL 0 0.000000
021.946.058-27 Brasileiro Não Não
Carlos Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
104.056.958-70 Brasileiro Não Não
Carlos Eduardo Moraes Scripilliti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Votorantim Participações S.A. 61.082.582/0001-97
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 205 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
029.080.178-81 Brasileiro Não Não
José Roberto Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
817.568.288-49 Brasileiro Não Não
José Ermírio de Moraes Neto
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
TOTAL 0 0.000000
61.194.148/0001-07 Brasileira Não Sim 30/06/2012
Hejoassu Administração S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
5.380.879.050 99,999992 0 0,000000 5.380.879.050 99,999992
TOTAL 0 0.000000
083.358.948-25 Brasileiro Não Não
Fabio Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Votorantim Participações S.A. 61.082.582/0001-97
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 206 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
5.380.879.058 100,000000 0 0,000000 5.380.879.058 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
051.558.168-23 Brasileiro Não Não
Luis Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1 0,000001 0 0,000000 1 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Votorantim Participações S.A. 61.082.582/0001-97
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 207 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
05.062.355/0001-29 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
MRC Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
400.000 25,000000 0 0,000000 400.000 25,000000
TOTAL 0 0.000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
JEMF Participações S.A.
05.062.394/0001-26 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
400.000 25,000000 0 0,000000 400.000 25,000000
TOTAL 0 0.000000
05.062.376/0001-44 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
ERMAN Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
400.000 25,000000 0 0,000000 400.000 25,000000
TOTAL 0 0.000000
05.062.403/0001-89 Brasileira-SP Sim Sim 30/06/2012
AEM Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
400.000 25,000000 0 0,000000 400.000 25,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Hejoassu Administração S.A. 61.194.148/0001-07
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 208 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
1.600.000 100,000000 0 0,000000 1.600.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Hejoassu Administração S.A. 61.194.148/0001-07
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 209 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
05.062.355/0001-29 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
MRC Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,340000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.394/0001-26 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
JEMF Participações
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.376/0001-44 Brasileira-SP Sim Não 31/12/2012
ERMAN Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
TOTAL 0 0.000000
004.806.578-15 Brasileiro-SP Sim Sim
Antônio Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
684.729.100 100,000000 0 0,000000 684.729.100 99,999997
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
AEM Participações S.A. 05.062.403/0001-89
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 210 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
684.729.100 100,000000 900 100,000000 684.730.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
AEM Participações S.A. 05.062.403/0001-89
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 211 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
05.062.355/0001-29 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
MRC Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,340000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.394/0001-26 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
JEMF Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
TOTAL 0 0.000000
499.217.118-49 Brasileiro-SP Sim Sim
Ermírio Pereira de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
684.729.100 100,000000 0 0,000000 684.729.100 99,999997
TOTAL 0 0,000000
05.062.403/0001-89 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
AEM Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
ERMAN Participações S.A. 05.062.376/0001-44
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 212 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
684.729.100 100,000000 900 100,000000 684.730.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
ERMAN Participações S.A. 05.062.376/0001-44
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 213 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
029.080.178-81 Brasileiro Sim Sim
José Roberto Ermírio de Moraes
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
228.243.033 33,330000 0 0,000000 228.243.033 33,333332
TOTAL 0 0.000000
228.243.033 33,330000 0 0,000000 228.243.033 33,333332
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
José Ermírio de Moraes Neto
817.568.288-49 Basileiro Sim Sim
TOTAL 0 0,000000
05.062.376/0001-44 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
ERMAN Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.403/0001-89 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
AEM Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
JEMF Participações S.A. 05.062.394/0001-26
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 214 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
684.729.100 100,000000 900 100,000000 684.730.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
041.978.048-30 Brasileira Sim Não
Neide Helena de Morais
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
228.243.034 33,340000 0 0,000000 228.243.034 33,333333
TOTAL 0 0,000000
05.062.355/0001-29 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
MRC Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,340000 300 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
JEMF Participações S.A. 05.062.394/0001-26
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 215 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
174.502.828-52 Brasileira-SP Sim Sim
Maria Elena de Moraes Scripilliti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
684.729.100 100,000000 0 0,000000 684.729.100 99,999997
TOTAL 0 0,000000
05.062.394/0001-26 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
JEMF Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.376/0001-44 Brasileira Sim Não 30/06/2012
ERMAN Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,340000 300 0,000001
TOTAL 0 0,000000
05.062.403/0001-89 Brasileira-SP Sim Não 30/06/2012
AEM Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 300 33,330000 300 0,000001
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
MRC Participações S.A. 05.062.355/0001-29
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 216 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
TOTAL
684.729.100 100,000000 900 100,000000 684.730.000 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
MRC Participações S.A. 05.062.355/0001-29
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 217 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Total
0 0,000000%
Ações em circulação correspondente a todas ações do emissor com exceção das de titularidade do controlador, das pessoas a ele
vinculadas, dos administradores do emissor e das ações mantdas em tesouraria
Ações em Circulação
Quantidade preferenciais (Unidades)
0 0,000000%
Quantidade ordinárias (Unidades)
0 0,000000%
Quantidade acionistas pessoa física
(Unidades)
0
Data da última assembleia / Data da
última alteração
16/10/2012
Quantidade acionistas pessoa jurídica
(Unidades)
1
Quantidade investidores institucionais
(Unidades)
0
15.3 - Distribuição de capital
PÁGINA: 218 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
15.4 - Organograma dos acionistas
15.4 - Caso o emissor deseje, inserir organograma dos acionistas do emissor,
identificando todos os controladores diretos e indiretos bem como os acionistas
com participação igual ou superior a 5% de uma classe ou espécie de ações, desde
que compatível com as informações apresentadas nos itens 15.1 e 15.2

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 219 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja
parte
15.5 - Com relação a qualquer acordo de acionistas arquivado na sede do emissor
ou do qual o controlador seja parte, regulando o exercício do direito de voto ou a
transferência de ações de emissão do emissor, indicar:

a) partes

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

b) data de celebração

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

c) prazo de vigência

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

d) descrição das cláusulas relativas a exercícios do direito de voto e do poder
de controle

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

e) descrição das cláusulas relativas à indicação de administradores

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

f) descrição das cláusulas relativas à transferências de ações e à preferência
para adquiri-las

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

g) descrição das cláusulas que restrinjam ou vinculem o direito de voto de
membros do conselho de administração

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 220 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e
administradores do emissor
15.6. Indicar alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de
controle e administradores do emissor

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
15.7 - Outras informações relevantes
15.7. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações.
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16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de
transações com partes relacionadas
16.1. Descrever as regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização
de transações com partes relacionadas, conforme definidas pelas regras contábeis
que tratam desse assunto

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Objeto contrato Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Light Energia com a Cemig
Garantia e seguros Recebíveis
Rescisão ou extinção Não há.
Relação com o emissor Controlador indireto
Natureza e razão para a operação IPCA + 6% a.a.
Cemig 01/01/2005 156.239.000,00 0 0 dez/2013 NÃO 0,000000
Objeto contrato Compromisso com encargos de uso da Rede Básica da Light Energia com a Cemig
Relação com o emissor Controlador indireto
Natureza e razão para a operação
Cemig 01/12/2002 0,00 11.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Objeto contrato Compromisso de prestação de serviço da Lightger com a Light Energia.
Garantia e seguros Não há
Rescisão ou extinção N/A
Lightger 01/12/2012 0,00 2.876.000,00 0 jun/2028 NÃO 0,000000
Rescisão ou extinção Não há
Relação com o emissor Fundação de Seguridade Social
Objeto contrato Plano Previdenciário
Garantia e seguros Recebíveis
Natureza e razão para a operação
Braslight 01/12/2005 9.618.000,00 14.813.000,00 0 jan/2026 SIM 0,000000
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Relação com o emissor Está sob controle comum
Garantia e seguros Recebíveis
Objeto contrato Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Light Energia com a Light SESA
Rescisão ou extinção Não há
Light SESA 01/01/2006 137.951.000,00 28.701.000,00 0 dez/2015 NÃO 0,000000
Natureza e razão para a operação
Natureza e razão para a operação
Rescisão ou extinção Não há
Light ESCO 01/01/2011 7.268.928.000,00 0 0 dez/2026 NÃO 0,000000
Relação com o emissor Esta sob controle comum
Natureza e razão para a operação
Garantia e seguros Não há
Garantia e seguros Não há.
Rescisão ou extinção Não há.
Objeto contrato Compromisso de venda de energia elétrica pela Light Energia para a Light ESCO
Relação com o emissor Está sob controle comum
Objeto contrato Compromisso de compra de energia elétrica da Light Energia com a LightCom
LightCom 01/12/2013 3.142.959.000,00 3.106.785.000,00 0 dez/2016 NÃO 0,000000
Garantia e seguros Não há.
Rescisão ou extinção Não há.
Natureza e razão para a operação
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Light SESA 01/01/2006 0,00 11.334.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Objeto contrato Aluguel de parte do edifício pertencente a Light SESA e saldo do plano de pensão.
Relação com o emissor Está sob controle comum
Natureza e razão para a operação
Objeto contrato Compromisso com encargos de conexão da Light Energia com a Light SESA
Rescisão ou extinção Não há.
Garantia e seguros Não há.
Garantia e seguros Não há
Objeto contrato Cobrança do encargo de uso do sistema de distribuição da Light SESA com a Light Energia
Natureza e razão para a operação
Rescisão ou extinção Não há
Light SESA 01/11/2003 0,00 1.473.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Relação com o emissor Está sob controle comum
Light SESA 01/12/2002 0,00 435.000,00 Não há. Indeterminado NÃO 0,000000
Natureza e razão para a operação
Rescisão ou extinção Não há.
Light SESA 01/12/2005 0,00 261.000,00 Não há. Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Garantia e seguros Não há.
Objeto contrato Compromisso com encargos de uso da rede básica da Light Energia com a Light SESA
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Natureza e razão para a operação
Light SESA 01/12/2005 524.736.000,00 102.076.000,00 0 jan/2015 SIM 0,000000
Natureza e razão para a operação Projeto de desverticalização (Lei nº 10.848 de 15.03.2004) 
Condições Contratuais: Mix de taxas (6% a.a., Libor+ 13/16, U$ Treasury, 8%a.a., Libor+7/8, Cesta BNDES+4%a.a., e Libor+0,65%a.a.)
Rescisão ou extinção Não há.
Garantia e seguros Tesouro Nacional: Recebíveis Light Sesa; Debêntures 4ª: Recebíveis e Aval Light S/A; Debêntures 5ª: Recebíveis e Aval
Rescisão ou extinção Não há.
Relação com o emissor Controle comum
Objeto contrato 17,61% dos empréstimos registrados na Light SESA em contrapartida da alienação de bens e direitos à Light Energia
Rescisão ou extinção Não há.
Natureza e razão para a operação
Garantia e seguros Não há.
Garantia e seguros Não há.
Relação com o emissor Está sob controle comum
Objeto contrato Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Lightger com a Light Energia
Lightger 01/12/2010 217.213.000,00 175.745.000,00 0 jan/2028 NÃO 0,000000
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
16.3. Em relação a cada uma das transações ou conjunto de transações mencionados no item 16.2
acima ocorridas no último exercício social: (a) identificar as medidas tomadas para tratar de conflitos de
interesses; e (b) demonstrar o caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou o pagamento
compensatório adequado
Os Contratos de Compra e Venda de Energia no Ambiente Regulado mencionados acima foram assinados
em estrita consonância com os respectivos leilões de energia, sendo que o preço é o mesmo praticado para outras
concessionárias de distribuição que adquiriram energia no mesmo leilão , bem como as condições de pagamento.
Com relação aos Contratos de Uso do Sistema, tais contratos seguem condições estabelecidas na
regulamentação em vigor, sendo as tarifas reguladas.
Os empréstimos registrados na Light SESA em contrapartida da assunção de bens e direitos à Light
Energia, estão de acordo com o projeto de desverticalização (Lei nº 10.848 de 15 de março de 2004). A taxa de
juros equivale ao mix de dívidas desta com terceiros.
O contrato celebrado com a Fundação Braslight, visa o equacionamento do déficit técnico da Fundação,
seguindo determinação da Secretaria de Previdência Complementar.
A Companhia assinou, em 31 de dezembro de 2013, Instrumentos Particulares de Distrato mediante
quitação dos contratos para o equacionamento do déficit técnico e refinanciamento das reservas a amortizar com
a Braslight. Por meio desses Instrumentos Particulares de Distrato, foi definido o pagamento da totalidade dos
saldos devedores dos contratos, apurados em 31 de dezembro de 2013, no montante de R$14,8 milhões, até o dia
14 de fevereiro de 2014, corrigidos pela variação do CDI. Em 13 de fevereiro de 2014 a Companhia concluiu a
quitação pelo valor total já corrigido de R$14,8 milhões.

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Tipo de capital Capital Autorizado
13/01/2006 77.421.581,00 0 0 0
Tipo de capital Capital Integralizado
13/01/2006 77.421.581,00 0 0 0
Tipo de capital Capital Subscrito
13/01/2006 77.421.581,00 0 0 0
Tipo de capital Capital Emitido
13/01/2006 77.421.581,00 77.421.581 0 77.421.581
17.1 - Informações sobre o capital social
Data da autorização ou
aprovação Valor do capital (Reais) Prazo de integralização
Quantidade de ações
ordinárias (Unidades)
Quantidade de ações
preferenciais (Unidades)
Quantidade total de ações
(Unidades)
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
17.5 - Outras informações relevantes
17.5. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de
acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública
18.2. Descrever, se existirem, as regras estatutárias que limitem o direito de
voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou
políticos previstos no estatuto
18.3. Descrever exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos
patrimoniais ou políticos previstos no estatuto

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Identificação do valor
mobiliário
Terceira Emissão de Debêntures Light Energia
Valor mobiliário Debêntures
Conversibilidade Não
Possibilidade resgate Sim
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
A qualquer tempo, a partir de 1º de setembro de 2013, por iniciativa da Emissora.
Valor total 
(Reais)
170.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
17.000
Restrição a circulação Não
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Valor mobiliário Debêntures
Restrição a circulação Não
Identificação do valor
mobiliário
Primeira Emissão de Debêntures Light Energia
Data de vencimento 10/04/2016
Data de emissão 10/04/2011
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
A qualquer momento a critério da Emissora.
Data de emissão 19/12/2011
Identificação do valor
mobiliário
Segunda Emissão de Debêntures Light Energia
Data de vencimento 19/08/2019
Valor total 
(Reais)
425.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
425
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Valor mobiliário Debêntures
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
A partir da completa comprovação da utilização dos recursos, por meio da entrega dos
Relatórios de Usos dos Recursos, as Debêntures poderão ser resgatadas total ou
parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia, por meio de envio ou de
publicação de comunicado aos Debenturistas, com 10 (dez) Dias Úteis de antecedência,
informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures
que serão resgatadas, (iii) qualquer outra informação relevante aos Debenturistas.
Possibilidade resgate Sim
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Data de vencimento 31/05/2024
Data de emissão 10/09/2012
Conversibilidade Não
Restrição a circulação Não
Valor total 
(Reais)
30.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
30
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
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18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação
18.6 - Indicar os mercados brasileiros nos quais valores mobiliários do emissor são
admitidos à negociação

As Debêntures da Light Energia e das controladas são admitidas à negociação no
mercado secundário, no Sistema Nacional de Debêntures (“SND”) operacionalizado
pela CETIP, com os negócios liquidados e as Debêntures custodiadas na CETIP e/ou no
Sistema de Negociação BOVESPA FIX, administrado pela BM&FBOVESPA, com os
negócios liquidados e as Debêntures custodiadas na CBLC.
PÁGINA: 235 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em
mercados estrangeiros
18.7. Em relação a cada classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação
em mercados estrangeiros, indicar:

Não há.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
18.8. Descrever as ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por
terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a
valores mobiliários do emissor

Informações sobre Debêntures - Light Energia S.A.
Debêntures Emissão Vencimento Colocação Espécie Classe
3ª Emissão 10/09/2012 04/06/2026 Pública Quirografária Não Conversível
2ª Emissão 29/12/2011 19/08/2019 Pública Quirografária Não Conversível
1ª Emissão 10/04/2011 10/04/2016 Pública Quirografária Não Conversível

Para mais detalhes, ver item 18.05.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de
emissão de terceiros
18.9. Descrever as ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a
ações de emissão de terceiro

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
18.10. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Informações relevantes do item 18.5

18.5 - Descrever outros valores mobiliários emitidos que não sejam ações,
indicando:


Primeira Emissão de Debêntures Light Energia
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 17.000
c – valor: R$ 170.000.000,00
d - data de emissão: 10/04/2011
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando: Não há
i – condições: Não há.
ii - efeitos sobre o capital social: Não há.
g - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: A qualquer momento a critério da Emissora.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não
amortizado acrescido de remuneração calculada pro rata temporis desde o último
evento de juros.
h - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado:
O vencimento das debêntures é 10/04/2016.
O Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente vencidas todas as
obrigações objeto desta Escritura de Emissão e exigir o imediato pagamento,
pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das
Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata
temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração
imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem
prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na ocorrência de qualquer
dos seguintes eventos (cada evento, um "Evento de Inadimplemento"):
i) inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em
obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou
superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu
equivalente em outras moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) Dias Úteis
contados da data do respectivo inadimplemento;
ii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da Fiadora
e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo
valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em
outras moedas;
iii) protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas
ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior
a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente
em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do
respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao Agente
Fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas
garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente
comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora perante o juízo
competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros;
iv) (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da Fiadora e/ou
de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a
liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação
societária que não constitua um Evento de Inadimplemento;
(b) decretação de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer
de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de
autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora e/ou por
qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de
falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não
elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de
recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer
de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do
deferimento do respectivo pedido;
v) cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a
Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas,
exceto:
(a) se a operação tiver sido previamente aprovada por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures em circulação; ou
(b) se tiver sido assegurado aos Debenturistas que o desejarem,
durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de
publicação das atas dos atos societários relativos à operação, o
resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o
pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da
Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de
Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente
anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou
(c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de
ações de qualquer controlada; ou
(d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da
Companhia e/ou da Fiadora; ou
(e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas
controladas na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as
classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às
Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de
risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
classificação de risco;
vi) alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto,
da Companhia e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das
Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada
ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário,
as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às
Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de risco
não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de
classificação de risco;
vii) não obtenção, pela Emissora, do registro de companhia aberta perante
a CVM no prazo de até 2 (dois) anos contados da Data de Emissão;
viii) alienação pela Companhia, de ativos permanentes que representem,
em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou
agregada, valor igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta
milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se
previamente autorizado por Debenturistas representando, no mínimo,
75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação;
ix) término, por qualquer motivo, da concessão outorgada à Companhia
para explorar atividades relacionadas à geração e transmissão de
energia;
x) intervenção do poder concedente da concessão outorgada à
Companhia para explorar atividades relacionadas à geração e
transmissão de energia decorrente de fatos relacionados à sua
capacidade econômica;
xi) transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos
artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações;
xii) redução do capital social da Companhia que não seja realizada para
absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado
por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por
cento) das Debêntures em circulação;
xiii) pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer
outra participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia
que não tenham sido declarados até a data de celebração desta
Escritura de Emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo
obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações,
caso a Companhia esteja em mora com relação ao pagamento de
qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures;
xiv) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer
obrigação pecuniária prevista nesta Escritura de Emissão;
xv) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer
obrigação não pecuniária prevista nesta Escritura de Emissão, não
sanado no prazo de 10 (dez) dias contados do recebimento de aviso
por escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente
pelo Agente Fiduciário e/ou pelos Debenturistas, individualmente ou
em conjunto;
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
xvi) não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos com a
Emissão estritamente nos termos da Cláusula 4.1.
xvii) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer
decisão judicial e/ou de qualquer decisão arbitral não sujeita a recurso
envolvendo valor, individual ou agregado, superior a R$50.000.000,00
(cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas,
contra a Companhia e/ou a Fiadora;
xviii) alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de forma
que (a) a Companhia deixe de atuar na geração de energia elétrica; ou
(b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a participação em
sociedades que atuem na geração, transmissão, distribuição e/ou
comercialização de energia elétrica;
xix) constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor,
alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso,
promessa de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo,
gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário,
ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das
expressões acima ("Ônus")) sobre ativos relevantes da Companhia
e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos
judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de
contrato de compra de energia elétrica celebrados pela Companhia),
considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor, individual
ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões
de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente
autorizado por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta
e cinco por cento) das Debêntures em circulação;
xx) transferência, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer
obrigação relacionada às Debêntures, exceto se previamente
autorizado por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta
e cinco por cento) das Debêntures em circulação;
xxi) ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de
sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo
adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos
da Companhia e/ou da Fiadora;
xxii) comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela
Companhia e/ou pela Fiadora nesta Escritura de Emissão é falsa,
inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante;
xxiii) invalidade, nulidade ou inexequibilidade desta Escritura de Emissão;
xxiv) não manutenção, pela Companhia, de seguro para seus ativos
operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em
seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias
contados da data do respectivo inadimplemento;
xxv) realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de operações fora de
seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou
contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e
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18.10 - Outras informações relevantes
regulamentares em vigor;
xxvi) realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em
desacordo com esta Escritura de Emissão, com o Contrato de
Distribuição e/ou com qualquer outro documento relacionado à
Emissão e/ou à Oferta, em especial os que possam, direta ou
indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela
Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações
previstas em tais documentos;
xxvii) não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros
abaixo (em conjunto, "Índices Financeiros"), a serem apurados pela
Companhia, nos termos da Cláusula 7.1, inciso II, alínea (a), e
verificados pelo Agente Fiduciário no prazo de até 5 (cinco) Dias
Úteis contados da data de recebimento, pelo Agente Fiduciário, das
informações a que se refere a Cláusula 7.1, inciso II, alínea (a), tendo
por base as Demonstrações Financeiras Consolidadas da Fiadora
(conforme definido na Cláusula 7.2, inciso I, alínea (b)) relativas a 2
(dois) trimestres consecutivos ou 4 (quatro) intercalados, a partir,
inclusive, das Demonstrações Financeiras Consolidadas da Fiadora
relativas a 31 de março de 2011:
(a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total
da Dívida Líquida pelo EBITDA, que deverá ser igual ou inferior
a 3,0 (três inteiros); e
(b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do
EBITDA pela Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos,
que deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco
décimos).
Onde:
“Dívida” significa o somatório de todas as dívidas financeiras consolidadas da Fiadora
junto a pessoas físicas e/ou jurídicas, incluindo empréstimos e financiamentos com
terceiros e emissão de títulos de renda fixa, conversíveis ou não em ações, no mercado
de capitais local e/ou internacional, bem como securitização de direitos
creditórios/recebíveis da Fiadora e o diferencial por operações com derivativos,
incluindo dívidas relacionadas a fundo e/ou plano de pensão;

"EBITDA" significa, com base nas Demonstrações Financeiras Consolidadas da Fiadora
relativas aos 4 (quatro) trimestres do ano civil imediatamente anteriores, o Lucro
Líquido, (a) acrescido, desde que deduzido no cálculo de tal Lucro Líquido, sem
duplicidade, da soma de (i) despesa de impostos sobre o Lucro Líquido; (ii) Despesa
Ajustada e Consolidada de Juros Brutos, (iii) despesa de amortização e depreciação; (iv)
perdas extraordinárias e não recorrentes; (v) os ajustes positivos e negativos da CVA -
Conta de Ajustes das Variações da Parcela A; e (vi) outros itens operacionais que não
configurem saída de caixa e que reduzam o Lucro Líquido, e (b) decrescido, desde que
incluído no cálculo de tal Lucro Líquido, sem duplicidade, (i) receitas financeiras; (ii)
ganhos extraordinários e não recorrentes; e (iii) outras receitas operacionais que
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18.10 - Outras informações relevantes
aumentem o Lucro Líquido e que não configurem entrada de caixa;

"Lucro Líquido" significa, com base nas Demonstrações Financeiras Consolidadas da
Fiadora relativas aos 4 (quatro) trimestres do ano civil imediatamente anteriores, o lucro
líquido (ou prejuízo), excluídos (a) o lucro líquido (ou prejuízo) de qualquer entidade,
existente antes da data em que a referida entidade tornou-se uma subsidiária da Fiadora
ou tenha sido incorporada ou fundida à Fiadora ou suas subsidiárias; (b) ganhos ou
perdas relativos a disposição de ativos da Fiadora ou suas subsidiárias; (c) o efeito
acumulado de modificações aos princípios contábeis; (d) quaisquer perdas resultantes da
flutuação das taxas cambiais; (e) qualquer ganho ou perda realizado quando do término
de qualquer plano de benefício de pensão de empregado; (f) lucro líquido de operações
descontinuadas; e (g) o efeito fiscal de quaisquer dos itens descritos nas alíneas (a) a (f)
acima;

"Caixa e Equivalentes de Caixa" incluem saldos de caixa, depósitos bancários à vista e
as aplicações financeiras com liquidez imediata, com vencimento em até 3 (três) meses
e sem perda significativa de valor. São classificadas como ativos financeiros a valor
justo por meio do resultado e estão registradas pelo valor original acrescido dos
rendimentos auferidos até as datas de encerramento das demonstrações financeiras,
apurados pelo critério pró-rata, que equivalem aos seus valores de mercado;

"Títulos e Valores Mobiliários" incluem aplicações financeiras com vencimento
superior a 3 meses e/ou que tenham restrição de resgate, não sendo caracterizados como
de liquidez imediata pela Fiadora, sendo as aplicações financeiras mensuradas ao valor
justo por meio de resultado; e

"Dívida Líquida" significa "Dívida" deduzida de "Caixa e Equivalentes de Caixa" e de
"Títulos e Valores Mobiliários".

ii – juros: A remuneração é 100% do CDI + spread de 1,45% AA (Semestrais a
partir de 10/10/11)
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: Garantia Fidejussória
iv - na ausência de garantia, se o crédito é quirografário ou subordinado:
Quirografária.
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
o à distribuição de dividendos: Não há
o à alienação de determinados ativos: Não há
o à contratação de novas dívidas: Não há
o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato:
A Light Energia constituiu e nomeou como Agente Fiduciário da emissão,
Pavarini Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., instituição
financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, com sede na
Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Rua Sete de Setembro
99, 24º andar, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da
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18.10 - Outras informações relevantes
Fazenda sob o n.º 15.227.994/0001-50, representando a comunhão de
debenturistas adquirentes das debêntures objeto da emissão, observada a
instrução CVM 28/83. O Agente Fiduciário iniciou o exercício de suas funções
na data da Escritura (11 de abril de 2011), devendo permanecer no exercício de
suas funções até sua efetiva substituição ou a liquidação integral de suas
obrigações decorrentes da Escritura. O Agente Fiduciário utilizará quaisquer
procedimentos judiciais ou extrajudiciais, contra a Emissora, para a proteção e
defesa dos interesses da comunhão dos debenturistas e da realização de seus
créditos.

O Agente Fiduciário receberá da Emissora uma remuneração anual, devida pela
Companhia (sem prejuízo da Fiança), sendo a primeira parcela da remuneração
devida no 5º (quinto) Dia Útil contado da data de celebração desta Escritura de
Emissão, e as demais, no mesmo dia dos anos subsequentes;
Em caso de inadimplemento, pecuniário ou não, ou de vencimento antecipado
das obrigações da Companhia decorrentes das Debêntures, equivalente ao valor
por hora-homem de trabalho dedicado às atividades relacionadas à Emissão e às
Debêntures, a ser paga no prazo de 5 (cinco) dias contados da data de
comprovação da entrega pelo Agente Fiduciário e aprovação, pela Companhia,
do relatório de horas, referente às atividades de (i) assessoria aos Debenturistas
em processo de renegociação requerido pela Companhia; (ii) comparecimento
em reuniões formais com a Companhia e/ou Debenturistas e/ou assembleias
gerais de Debenturistas; e (iii) implementação das decisões tomadas pelos
Debenturistas; reajustada anualmente, desde a data de pagamento da primeira
parcela anual, pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou pelo
índice que eventualmente o substitua, calculada pro rata temporis, se necessário.
i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:
1. Nas deliberações das assembleias gerais de Debenturistas, a cada Debênture em
circulação caberá um voto, admitida a constituição de mandatário, Debenturista ou
não. Exceto pelo disposto no item seguinte, todas as deliberações a serem tomadas
em assembleia geral de Debenturistas dependerão de aprovação de Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação.

2. Deverão ser aprovadas por Debenturistas representando, no mínimo, 90% (noventa
por cento) das Debêntures em circulação, (a) das disposições da Cláusula 9.6.1; (b) de
qualquer dos quoruns previstos nesta Escritura de Emissão; (c) da Remuneração,
exceto pelo disposto na Cláusula 6.15.1.2; (d) de quaisquer datas de pagamento de
quaisquer valores previstos nesta Escritura de Emissão; (e) do prazo de vigência das
Debêntures; (f) da espécie das Debêntures; (g) da Fiança; (h) da criação de evento de
repactuação; (i) das disposições relativas à Cláusula 6.17; (j) das disposições relativas à
Cláusula 6.18; ou (k) de qualquer Evento de Inadimplemento.

3. Para os fins desta Escritura de Emissão, "Debêntures em circulação" significam todas
as Debêntures subscritas e integralizadas e não resgatadas, excluídas as Debêntures
mantidas em tesouraria e, ainda, para fins de constituição de quorum, pertencentes,
direta ou indiretamente, (i) à Companhia; (ii) à Fiadora; (iii) a qualquer controladora ou
controlada, direta ou indireta, ou a qualquer coligada de qualquer das pessoas
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18.10 - Outras informações relevantes
indicadas nos itens anteriores; ou (iv) a qualquer diretor, conselheiro, cônjuge,
companheiro ou parente até o 3º (terceiro) grau de qualquer das pessoas referidas nos
itens anteriores.
j - outras características relevantes: Não há.


Segunda Emissão de Debêntures Light Energia
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 425
c – valor: R$ 425.000.000,00
d - data de emissão: 29/12/11
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando: Não há.
i – condições: Não há.
ii - efeitos sobre o capital social: Não há.
g - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: A qualquer tempo, a partir de 1º de setembro de 2013,
por iniciativa da Emissora.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não
amortizado, acrescido da Remuneração devida pro rata temporis até a data do
pagamento do resgate antecipado, acrescido de prêmio equivalente a
porcentagem incidente sobre o volume a ser liquidado antecipadamente.
h - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado:
O vencimento das debêntures é 19/08/2019.

A ocorrência de qualquer dos Eventos de Vencimento Antecipado abaixo listados
ensejará a declaração automática e imediata, pelo Agente Fiduciário, do vencimento
antecipado de todas as obrigações da Emissora constantes na Escritura.

i) (a) liquidação, dissolução ou extinção da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer
de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução
e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua um Evento
de Vencimento Antecipado; (b) decretação de falência da Emissora, da Fiadora
e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de
autofalência formulado pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Emissora, da
Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas,
formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou (e) pedido de
recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Emissora, da Fiadora
e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas,
independentemente do deferimento do respectivo pedido;
ii) não obtenção, pela Emissora, do registro de companhia aberta perante a CVM
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18.10 - Outras informações relevantes
até 10 de abril de 2013;
iii) extinção da concessão outorgada à Emissora para explorar atividades
relacionadas à geração e transmissão de energia;
iv) intervenção do poder concedente da concessão outorgada à Emissora para
explorar atividades relacionadas à geração e transmissão de energia decorrente
de fatos relacionados a sua capacidade econômica;
v) transformação da Emissora em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a
222 da Lei das Sociedades por Ações;
vi) inadimplemento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação
pecuniária prevista nesta Escritura, não sanado no prazo de 5 (cinco) dias úteis
contados do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe
for enviado diretamente pelo Agente Fiduciário e/ou pelos Debenturistas,
individualmente ou em conjunto;
vii) alteração do objeto social da Emissora e/ou da Fiadora, de forma que (a) a
Emissora deixe de atuar na geração de energia elétrica ou (b) a Fiadora deixe de
ter como objetivo principal a participação em sociedades que atuem na geração,
transmissão, distribuição e/ou comercialização de energia elétrica; e
viii) invalidade, nulidade ou inexequibilidade desta Escritura.

A ocorrência de quaisquer dos Eventos de Vencimento Antecipado abaixo listados
ensejará a adoção dos procedimentos mencionados nos itens 6.3 da Escritura e dos
seguintes abaixo:

i) inadimplemento, pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações
pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, não sanado no prazo de 5 (cinco) dias úteis contados da data do
respectivo inadimplemento;
ii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Emissora, da Fiadora e/ou de
qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou
agregado, seja igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais),
ou seu equivalente em outras moedas;
iii) protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Emissora, a
Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor,
individual ou agregado, seja igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta
milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de
10 (dez) dias contados do respectivo protesto, tiver sido validamente
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18.10 - Outras informações relevantes
comprovado ao Agente Fiduciário que (a) o protesto foi cancelado; (b) foi
apresentada defesa e prestadas garantias em juízo; ou (c) foi validamente
comprovado pela Emissora e/ou pela Fiadora perante o juízo competente que o
protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros;
iv) cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Emissora, a
Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas, exceto:
a) se a operação tiver sido previamente aprovada por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures em Circulação; ou
b) se tiver sido assegurado aos Debenturistas que o desejarem, durante o
prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas
dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que
forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do Valor
Nominal Unitário, acrescido da Remuneração, calculada pro rata
temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento da
Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do
efetivo pagamento; ou
c) pela incorporação, pela Emissora, de qualquer controlada ou de ações de
qualquer controlada; ou
d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da
Emissora e/ou da Fiadora; ou
e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na
qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco
(rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora
pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento
pela referida agência de classificação de risco;
v) alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da
Emissora e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei nº 6.404/76, exceto
nas hipóteses em que, após anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou
transferência de controle acionário, as classificações de risco (rating) atribuídas
na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora pela agência de classificação
de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação
de risco;
vi) alienação, pela Emissora, de ativos permanentes que representem, em um
mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou agregada, valor
igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu
equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por
Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
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Debêntures em Circulação;
vii) redução do capital social da Emissora que não seja realizada para absorção de
prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
Circulação;
viii) pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra
participação no lucro prevista no estatuto social da Emissora que não tenham
sido declarados até a data de celebração desta Escritura, ressalvado o pagamento
do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades
por Ações, caso a Emissora esteja em mora com relação ao pagamento de
qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures;
ix) inadimplemento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação não
pecuniária prevista nesta Escritura, não sanado no prazo de 10 (dez) dias
contado do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe
for enviado diretamente pelo Agente Fiduciário e/ou pelos Debenturistas,
individualmente ou em conjunto;
x) não utilização, pela Emissora, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão
estritamente nos termos do item 3.7.1 acima;
xi) inadimplemento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer decisão judicial
e/ou arbitral não sujeita a recurso, envolvendo valor, individual ou agregado,
superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em
outras moedas, contra a Emissora e/ou a Fiadora;
xii) constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor, alienação
fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa de venda, opção
de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus, judicial ou
extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o efeito prático
similar a qualquer das expressões acima (“Ônus”)) sobre ativos relevantes da
Emissora e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantia em processo
judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de contrato de
compra de energia elétrica celebrados pela Emissora, bem como para
constituição de garantia em contratos de financiamento junto ao Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico - BNDES), considerando-se como ativos
relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja equivalente ou
superior a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) para a Emissora ou
R$100.000.000,00 (cem milhões de reais) para a Fiadora, ou seu equivalente em
outras moedas, exceto se previamente autorizado por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
Circulação;
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18.10 - Outras informações relevantes
xiii) transferência, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação
relacionada às Debêntures, exceto se previamente autorizado por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
Circulação;
xiv) ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar,
expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir,
compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Emissora e/ou
da Fiadora;
xv) comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Emissora e/ou pela
Fiadora nesta Escritura é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto
relevante;
xvi) não manutenção, pela Emissora, de seguro para seus ativos operacionais
relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de
atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data de notificação da
Emissora acerca de tal inadimplemento;
xvii) realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de operações fora de seu objeto
social ou em desacordo com o seu estatuto social, observadas as disposições
estatutárias, legais e regulamentares em vigor, exceto se previamente autorizado
por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento)
das Debêntures em Circulação;
xviii) realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com
esta Escritura, com o Contrato de Colocação e/ou com qualquer outro
documento relacionado à Emissão e/ou à Oferta, em especial os que possam,
direta ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela
Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais
documentos; e
xix) não observância, pela Fiadora, enquanto houver Debêntures em Circulação, do
índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total da Dívida Líquida
pelo EBITDA, que deverá ser igual ou inferior a 3,0 (três inteiros) (“Índice
Financeiro”), relativo a 2 (dois) trimestres consecutivos ou 4 (quatro)
intercalados, a partir, inclusive, das Demonstrações Financeiras Consolidadas da
Fiadora relativas a 30 de setembro de 2011.

Onde:
“Dívida” significa o somatório de todas as dívidas financeiras consolidadas da Fiadora
junto a pessoas físicas e/ou jurídicas, incluindo empréstimos e financiamentos com
terceiros e emissão de títulos de renda fixa, conversíveis ou não em ações, no mercado
de capitais local e/ou internacional, bem como securitização de direitos
creditórios/recebíveis da Fiadora e o diferencial por operações com derivativos,
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18.10 - Outras informações relevantes
incluindo dívidas relacionadas a fundo e/ou plano de pensão;

"EBITDA" significa, com base nas Demonstrações Financeiras Consolidadas da Fiadora
relativas aos 4 (quatro) trimestres do ano civil imediatamente anteriores, o Lucro
Líquido, (a) acrescido, desde que deduzido no cálculo de tal Lucro Líquido, sem
duplicidade, da soma de (i) despesa de impostos sobre o Lucro Líquido; (ii) Despesa
Ajustada e Consolidada de Juros Brutos, (iii) despesa de amortização e depreciação; (iv)
perdas extraordinárias e não recorrentes; (v) os ajustes positivos e negativos da CVA -
Conta de Ajustes das Variações da Parcela A; e (vi) outros itens operacionais que não
configurem saída de caixa e que reduzam o Lucro Líquido, e (b) decrescido, desde que
incluído no cálculo de tal Lucro Líquido, sem duplicidade, (i) receitas financeiras; (ii)
ganhos extraordinários e não recorrentes; e (iii) outras receitas operacionais que
aumentem o Lucro Líquido e que não configurem entrada de caixa;

"Lucro Líquido" significa, com base nas Demonstrações Financeiras Consolidadas da
Fiadora relativas aos 4 (quatro) trimestres do ano civil imediatamente anteriores, o lucro
líquido (ou prejuízo), excluídos (a) o lucro líquido (ou prejuízo) de qualquer entidade,
existente antes da data em que a referida entidade tornou-se uma subsidiária da Fiadora
ou tenha sido incorporada ou fundida à Fiadora ou suas subsidiárias; (b) ganhos ou
perdas relativos a disposição de ativos da Fiadora ou suas subsidiárias; (c) o efeito
acumulado de modificações aos princípios contábeis; (d) quaisquer perdas resultantes da
flutuação das taxas cambiais; (e) qualquer ganho ou perda realizado quando do término
de qualquer plano de benefício de pensão de empregado; (f) lucro líquido de operações
descontinuadas; e (g) o efeito fiscal de quaisquer dos itens descritos nas alíneas (a) a (f)
acima;

"Caixa e Equivalentes de Caixa" incluem saldos de caixa, depósitos bancários à vista e
as aplicações financeiras com liquidez imediata, com vencimento em até 3 (três) meses
e sem perda significativa de valor. São classificadas como ativos financeiros a valor
justo por meio do resultado e estão registradas pelo valor original acrescido dos
rendimentos auferidos até as datas de encerramento das demonstrações financeiras,
apurados pelo critério pró-rata, que equivalem aos seus valores de mercado;

"Títulos e Valores Mobiliários" incluem aplicações financeiras com vencimento
superior a 3 meses e/ou que tenham restrição de resgate, não sendo caracterizados como
de liquidez imediata pela Fiadora, sendo as aplicações financeiras mensuradas ao valor
justo por meio de resultado; e

"Dívida Líquida" significa "Dívida" deduzida de "Caixa e Equivalentes de Caixa" e de
"Títulos e Valores Mobiliários".
ii – juros: A remuneração é 100% do CDI + spread de 1,18% AA (Trimestral a
partir de 19/02/12)
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: Garantia Fidejussória
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18.10 - Outras informações relevantes
iv - na ausência de garantia, se o crédito é quirografário ou subordinado:
Quirografário
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
o à distribuição de dividendos: Não há
o à alienação de determinados ativos: Não há
o à contratação de novas dívidas: Não há
o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato:
A Emissora nomeou e constituiu agente fiduciário da Emissão, a Pentágono S.A.
Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, sociedade integrante do sistema
de distribuição de valores mobiliários com sede na Cidade do Rio de Janeiro,
Estado do Rio de Janeiro, na Avenida das Américas, nº 4.200, sala 514, bloco 4,
Edifício Buenos Aires, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 17.343.682/0001-38, neste
ato representada na forma de seu Estatuto Social, nomeada neste instrumento,
nos termos da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (“Lei nº 6.404/76” ou
“Lei das Sociedades por Ações”), para representar a comunhão dos interesses
dos Debenturistas.

É devido pela Emissora ao Agente Fiduciário, a título de honorários pelos
deveres e atribuições que lhe competem, nos termos da legislação e
regulamentação aplicáveis e desta Escritura, uma remuneração em parcelas
anuais, sendo a primeira parcela devida no 5º (quinto) dia útil após a data de
assinatura da escritura de Emissão e as demais na mesma data dos anos
subsequentes. Referida remuneração será devida mesmo após o vencimento das
Debêntures, caso o Agente Fiduciário ainda esteja atuando na cobrança de
inadimplências não sanadas pela Emissora e desde que tal pagamento não
incorra em duplicidade com a parcela acima mencionada.

As parcelas serão acrescidas dos seguintes impostos: Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza (“ISS”), Contribuição ao Programa de Integração Social
(“PIS”), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (“COFINS”) e
de quaisquer outros impostos que venham a incidir sobre a remuneração do
Agente Fiduciário, excetuando-se o Imposto Sobre a Renda e Proventos de
Qualquer Natureza (“IR”), nas alíquotas vigentes nas datas de cada pagamento.

Em caso de mora no pagamento de qualquer quantia devida em decorrência
desta remuneração, os débitos em atraso ficarão sujeitos a juros de mora de 1%
ao mês e multa moratória de 2% (dois por cento). Em caso de inadimplemento,
pecuniário ou não, pela Emissora, será devida ao Agente Fiduciário uma
remuneração adicional equivalente ao valor por hora-homem de trabalho
dedicado às atividades relacionadas a referido inadimplemento relativo à
Emissão, a ser paga no prazo de 5 (cinco) dias após comprovação da entrega,
pelo Agente Fiduciário à Emissora de “Relatório de Horas”.

i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:
1 - Nas deliberações da Assembleia Geral de Debenturistas, a cada Debênture em
Circulação caberá um voto, sendo admitida a constituição de mandatários, titulares de
Debêntures ou não. As deliberações dependerão da aprovação de titulares de 75%
(setenta e cinco por cento) das Debêntures em Circulação. As deliberações tomadas
pelos Debenturistas, no âmbito de sua competência legal, observados os quoruns
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
estabelecidos nesta Escritura, serão existentes, válidas e eficazes perante a Emissora e
obrigarão a todos os titulares das Debêntures, independentemente de terem comparecido
à Assembleia Geral de Debenturistas ou do voto nela proferido.

2 - A alteração dos quoruns qualificados previstos na presente Escritura dependerá da
aprovação por titulares da totalidade das Debêntures em Circulação.
j - outras características relevantes: Não há




Terceira Emissão de Debêntures Light Energia
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 30
c – valor: R$30.000.000,00 (trinta milhões de reais)
d - data de emissão: 10 de setembro de 2012
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou
comprar ações do emissor, informando:
i – condições: Não há
ii - efeitos sobre o capital social: Não há
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate:

A partir da completa comprovação da utilização dos recursos, por meio da
entrega dos Relatórios de Usos dos Recursos, as Debêntures poderão ser
resgatadas total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia,
por meio de envio ou de publicação de comunicado aos Debenturistas, com 10
(dez) Dias Úteis de antecedência, informando (i) a data do resgate pretendido;
(ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas, (iii) qualquer
outra informação relevante aos Debenturistas.

ii - fórmula de cálculo do valor de resgate:


O valor de resgate não deverá ser inferior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões
de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal,
acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios, se for o caso, devidos até
a data do resgate, e de prêmio (conforme tabela abaixo) incidente sobre o Valor
Nominal Unitário atualizado, objeto do Resgate Antecipado Facultativo
("Prêmio").
PERÍODO DE RESGATE
ANTECIPADO
PRÊMIO
Junho de 2014 até maio de 2016
1,50% (um inteiro e cinquenta
centésimos por cento)
Junho de 2016 até maio de 2018
1,25% (um inteiro e vinte e cinco
centésimos por cento)
Junho de 2018 até maio de 2020 1,00% (um por cento)
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18.10 - Outras informações relevantes
Junho de 2020 até maio de 2022
0,75% (setenta e cinco centésimos por
cento)
Junho de 2022 até maio de 2024
0,50% (cinquenta centésimos por
cento)
Junho de 2024 até o dia anterior à
Data de Vencimento
0,25% (vinte e cinco centésimos por
cento)




H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando
aplicável:

Sujeito ao disposto abaixo, o Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente
vencidas todas as obrigações objeto desta Escritura de Emissão e exigir o
imediato pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor
Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada
pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de
Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo
pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na
ocorrência de qualquer dos seguintes eventos (cada evento, um "Evento de
Inadimplemento"):
inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações
pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) Dias Úteis contados da data do
respectivo inadimplemento;
xxviii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da
Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo
valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$50.000.000,00
(cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas;
xxix) protesto de títulos contra (ainda que na condição de
garantidora) a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas
controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou
superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em
outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do respectivo
protesto, tiver sido validamente comprovado ao Agente Fiduciário que (i) o
protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo
competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Companhia e/ou pela
Fiadora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé
de terceiros;
xxx) inclusão da Emissora ou da Fiadora em qualquer cadastro de
proteção ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até
15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que resultou em
sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito, seja superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais);
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
xxxi) descumprimento, pela Emissora ou pela Fiadora, de quaisquer
obrigações não pecuniárias previstas nesta Escritura, não sanada no prazo de até
10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por escrito acerca do
descumprimento que lhe for enviado diretamente pelo Agente Fiduciário e/ou
pelos Debenturistas, individualmente ou em conjunto;
xxxii) uma ou mais sentenças arbitrais definitivas ou judiciais
transitadas em julgado em face da Emissora ou da Fiadora, que resulte(m) ou
possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de pagamento
para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais a respectiva
sociedade não tenha feito provisão para pagamento, conforme publicado em suas
demonstrações de resultado mais recentes;
xxxiii) transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de
cessão a terceiros, pela Emissora ou pela Fiadora, das obrigações assumidas
nesta Escritura de Emissão, sem a prévia anuência dos Debenturistas reunidos
em Assembleia Geral de Debenturistas especialmente convocada para este fim,
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação;
xxxiv) (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da
Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se
a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que
não constitua um Evento de Inadimplemento; (b) decretação de falência da
Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou
coligadas; (c) pedido de autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora
e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de
falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas
controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou
(e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da
Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou
coligadas, independentemente do deferimento do respectivo pedido;
xxxv) cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações
envolvendo a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas
controladas, exceto:
(a) se a operação tiver sido previamente aprovada por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação; ou
(b) se tiver sido assegurado aos Debenturistas que o desejarem, durante o prazo
mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos
societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares,
mediante o pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da
Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de
pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data
do efetivo pagamento; ou
(c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de ações de
qualquer controlada; ou
(d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da
Companhia e/ou da Fiadora; ou
(e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual,
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18.10 - Outras informações relevantes
após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco (rating)
atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela agência de
classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de
classificação de risco;
xxxvi) alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou
indireto, da Companhia e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das
Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada ou ocorrida
referida alteração e/ou transferência de controle acionário, as classificações de
risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia
pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela
referida agência de classificação de risco e se aprovado por Debenturistas,
representando, no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação;
xxxvii) alienação pela Companhia, de ativos permanentes que
representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou
agregada, valor igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de
reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado
por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento)
das Debêntures em circulação;
xxxviii) transformação da Companhia em sociedade limitada, nos
termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações;
xxxix) redução do capital social da Companhia que não seja realizada
para absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por
Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures em circulação;
xl) pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou
qualquer outra participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia
que não tenham sido declarados até a data de celebração desta Escritura de
Emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no
artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Companhia esteja em mora
com relação ao pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às
Debêntures;
xli) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de
qualquer obrigação pecuniária prevista nesta Escritura de Emissão;
xlii) não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos
com a Emissão estritamente para financiamento dos projetos descritos no plano
de negócios da companhia;
xliii) alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de
forma que (a) a Companhia deixe de atuar na distribuição e comercialização de
energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a
participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou
comercialização de energia elétrica;
xliv) constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca,
penhor, alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa
de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus,
judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
efeito prático similar a qualquer das expressões acima ("Ônus")) sobre ativos
relevantes da Companhia e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de
garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o
cumprimento de contratos de compra de energia elétrica celebrados pela
Companhia ou dos contratos de financiamento celebrados pela Companhia com
o BNDES para financiamento de investimentos nas atividades operacionais da
Companhia), considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor,
individual ou agregado, seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões
de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente
autorizado por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco
por cento) das Debêntures em circulação;
xlv) ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de
sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir,
compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Companhia e/ou
da Fiadora;
xlvi) comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela
Companhia e/ou pela Fiadora nesta Escritura de Emissão é falsa, inconsistente
ou incorreta em qualquer aspecto relevante;
xlvii) invalidade, nulidade ou inexequibilidade desta Escritura de
Emissão;
xlviii) não manutenção, pela Companhia de seguro para seus ativos
operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus
mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do
respectivo inadimplemento;
xlix) realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de operações
fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato
social, observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor;
l) realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato
em desacordo com esta Escritura de Emissão, e/ou com qualquer outro
documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta ou
indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela Companhia
e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais documentos;
li) Não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices
financeiros abaixo (em conjunto, "Índices Financeiros"), e verificados pelo
Agente Fiduciário no prazo de até 5 (cinco) Dias Úteis contados da data de
recebimento, pelo Agente Fiduciário, tendo por base as Demonstrações
Financeiras Consolidadas Auditadas da Fiadora relativas a cada trimestre do ano
civil, a partir, inclusive, das Demonstrações Financeiras Consolidadas da
Fiadora relativas a 30 de setembro de 2012:
(a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do
Total da Dívida Líquida pelo EBITDA, que deverá ser igual ou inferior a 3,0
(três inteiros); e
(b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do EBITDA pela
Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos , que deverá ser igual ou
superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos);
lii) a Emissora deixar de ter suas demonstrações financeiras
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
auditadas por auditor independente registrado na CVM;
liii) perda, caducidade, cassação definitiva, encampação ou
extinção da concessão de serviço público detida pela Emissora;
liv) intervenção na Companhia pelo poder concedente da concessão
outorgada à Companhia, com o objetivo de explorar atividades relacionadas à
distribuição de energia, intervenção essa decorrente de fatos relacionados à sua
capacidade econômica; ou
lv) rebaixamento do rating da Emissão para abaixo do conceito
“BBB-”.

i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores
mobiliários:

Cada Debênture em circulação conferirá a seu titular o direito a um voto nas
Assembléias Gerais de Debenturistas, cujas deliberações, ressalvados quoruns
específicos estabelecidos na Escritura de Emissão, serão tomadas, em primeira
convocação, por titulares de Debêntures que representem, no mínimo, 75% das
Debêntures em circulação e, em segunda convocação, por titulares de
Debêntures que representem a maioria das Debêntures presentes, sendo admitida
a constituição de mandatários, titulares de Debêntures ou não. A substituição da
Fiança da Garantidora, bem como qualquer alteração (i) no prazo de vigência
das Debêntures (incluindo eventual repactuação); (ii) nas datas e nas taxas de
pagamento do Valor Nominal Unitário e/ou da Remuneração; (iii) no quorum de
deliberação das Assembléias Gerais de Debenturistas; (iv) nos eventos de
vencimento antecipado das Debêntures, conforme previstos na Escritura de
Emissão deverão ser aprovados por titulares de Debêntures que representem, no
mínimo, 90% das Debêntures em circulação. A renúncia à declaração de
vencimento antecipado das Debêntures e a definição da taxa substitutiva em caso
de indisponibilidade, impossibilidade de aplicação ou extinção da Taxa DI, nos
termos da Escritura de Emissão, dependerão da aprovação de titulares de
Debêntures que representem, no mínimo, 75% das Debêntures em circulação.
Os quoruns de deliberação das Assembléias Gerais de Debenturistas são aqueles
previstos acima, inexistindo quaisquer outros quoruns, exceto nos casos em que
legislação futura venha a prevê-los.

j - outras características relevantes:

Não há.



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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
19.4 - Outras informações relevantes
19.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes.

Não há.

PÁGINA: 259 de 269
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
20.2 - Outras informações relevantes
20.2. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes.

Não há.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação
de informações
21.1 Descrever normas, regimentos ou procedimentos internos adotados pelo
emissor para assegurar que as informações a serem divulgadas publicamente
sejam recolhidas, processadas e relatadas de maneira precisa e tempestiva

O Conselho de Administração da Companhia reunido em 29 de novembro de 2005
aprovou a Política de Divulgação e Negociação e posteriormente, e em 17 de julho de
2009, a alterou para adequá-la às alterações trazidas pela Instrução CVM 449/07.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
21.2 - Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante indicando o canal ou canais de
comunicação utilizado(s) para sua disseminação e os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca
de informações relevantes não divulgadas
21.2 Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante adotada pelo
emissor, indicando os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca de
informações relevantes não divulgadas

A Política de Divulgação e Negociação é aplicável aos diretores, membros do
conselho de administração, e de quaisquer órgãos com funções técnicas ou consultivas
da Companhia, criados por disposição estatutária.
O Diretor de Finanças e Relações com Investidores, ao receber uma
comunicação de ato ou fato relevante de qualquer das pessoas com acesso a essas
informações, ou ao ter acesso a qualquer informação desta natureza, independentemente
de ter sido comunicado, promoverá a imediata divulgação desta informação à CVM de
modo claro e preciso, e em linguagem acessível. A informação também deverá ser
divulgada às bolsas de valores e entidades de mercado de balcão organizado em que os
valores mobiliários de emissão da Companhia forem admitidos à negociação, quando
for o caso.
Caso tais pessoas constatem a omissão do Diretor de Finanças e Relações com
Investidores no cumprimento de seu dever de comunicação e divulgação, inclusive na
hipótese da informação escapar ao controle ou se ocorrer oscilação atípica na cotação,
preço ou quantidade negociada das ações da Companhia, estes deverão remeter
imediatamente as informações à CVM.
Na hipótese de ocorrer oscilação atípica na cotação, conforme mencionado
acima, o Diretor de Finanças e Relações com Investidores deverá inquirir as pessoas
com acesso a essas informações, com o objetivo de averiguar se estes têm conhecimento
de informações que devam ser divulgadas ao mercado.
O Diretor de Finanças e Relações com Investidores deve permanecer à
disposição da CVM e das bolsas de valores e entidades de mercado de balcão que
solicitarem informações adicionais acerca do ato ou fato relevante divulgado, limitando-
se, porém, a prestar apenas informações que julgar de interesse da Companhia e dos
seus investidores.
O Diretor de Finanças e Relações com Investidores deverá zelar pela ampla e
imediata disseminação dos atos e fatos relevantes relativos à Companhia,
simultaneamente em todos os mercados em que tais valores mobiliários sejam admitidos
à negociação. A simultaneidade na divulgação de ato ou fato relevante inclui qualquer
meio de comunicação utilizado pelo Diretor de Finanças e Relações com Investidores,
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21.2 - Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante indicando o canal ou canais de
comunicação utilizado(s) para sua disseminação e os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca
de informações relevantes não divulgadas
inclusive informação à imprensa, reuniões de entidades de classe, de investidores, de
analistas ou com público selecionado, no País ou no exterior.
O Diretor de Finanças e Relações com Investidores deverá promover a
divulgação de ato ou fato relevante, sempre que possível, antes do início ou após o
encerramento dos negócios nas bolsas de valores e entidades do mercado de balcão
organizado em que os valores mobiliários de emissão da Companhia sejam admitidos à
negociação.
Cumpre às pessoas com acesso a informações guardar sigilo daquelas relativas a
ato ou fato relevante as quais tenham acesso privilegiado em razão do cargo ou posição
que ocupam na Companhia até sua divulgação ao mercado, bem como zelar para que
pessoas que sejam subordinadas e terceiros, que tenham tido conhecimento da matéria
em função de cargo ou posição, também o façam.

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21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e
fiscalização da política de divulgação de informações
21.3. Informar os administradores responsáveis pela implementação, manutenção,
avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações

O Diretor de Finanças e Relações com Investidores é nomeado como o diretor
responsável pela execução e acompanhamento da Política de Negociação e Divulgação.

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21.4 - Outras informações relevantes
21.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Todas as informações relevantes foram divulgadas nos itens acima.

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22.1 - Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como
operação normal nos negócios do emissor
22.1. Indicar a aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se
enquadre como operação normal nos negócios do emissor

R: Não há


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22.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor
22.2. Indicar alterações significativas na forma de condução dos negócios do
emissor

R: Não há

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
22.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente
relacionados com suas atividades operacionais
22.3. Identificar os contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas
não diretamente relacionados com suas atividades operacionais[46]

R: Não há

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT ENERGIA S.A. Versão : 1
22.4 - Outras informações relevantes
22.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

R: Não há

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