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5.

2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado 178
5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado 171
5. Risco de mercado
4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 31
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes 32
4.1 - Descrição dos fatores de risco 13
4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em
conjunto
156
4.5 - Processos sigilosos relevantes 155
4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores,
ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
154
4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados 170
4.7 - Outras contingências relevantes 168
4. Fatores de risco
3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras 7
3.2 - Medições não contábeis 6
3.1 - Informações Financeiras 5
3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas 9
3.9 - Outras informações relevantes 12
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento 11
3.7 - Nível de endividamento 10
3.4 - Política de destinação dos resultados 8
3. Informações financ. selecionadas
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores 2
2.3 - Outras informações relevantes 4
2. Auditores independentes
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis 1
1. Responsáveis pelo formulário
Índice
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros 202
9.2 - Outras informações relevantes 203
9. Ativos relevantes
8.2 - Organograma do Grupo Econômico 199
8.1 - Descrição do Grupo Econômico 197
8.4 - Outras informações relevantes 201
8.3 - Operações de reestruturação 200
8. Grupo econômico
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades 194
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior 193
7.9 - Outras informações relevantes 196
7.8 - Relações de longo prazo relevantes 195
7.2 - Informações sobre segmentos operacionais 189
7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas 188
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades 192
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total 191
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais 190
7. Atividades do emissor
6.3 - Breve histórico 182
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM 181
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas 185
6.7 - Outras informações relevantes 187
6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial 186
6. Histórico do emissor
5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado 179
5.4 - Outras informações relevantes 180
Índice
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária 279
13. Remuneração dos administradores
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76 262
12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração 263
12.1 - Descrição da estrutura administrativa 250
12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais 261
12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem 264
12.12 - Outras informações relevantes 275
12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos
administradores
274
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal 265
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração 273
12. Assembleia e administração
11.1 - Projeções divulgadas e premissas 245
11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas 248
11. Projeções
10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor 235
10.5 - Políticas contábeis críticas 237
10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras 234
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais 204
10.2 - Resultado operacional e financeiro 230
10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência
e recomendações presentes no relatório do auditor
238
10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras 241
10.10 - Plano de negócios 242
10.11 - Outros fatores com influência relevante 244
10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios 239
10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras 240
10. Comentários dos diretores
Índice
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15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte 332
15.1 / 15.2 - Posição acionária 301
15.3 - Distribuição de capital 330
15.4 - Organograma dos acionistas 331
15. Controle
14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos 298
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos 300
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados 299
14.1 - Descrição dos recursos humanos 297
14. Recursos humanos
13.16 - Outras informações relevantes 296
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 280
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal 283
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8 - Método de
precificação do valor das ações e das opções
289
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária
288
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos
diretores estatutários
290
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária 286
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e
conselheiros fiscais - por órgão
285
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária 287
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e
do conselho fiscal
291
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
295
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária 284
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou
de aposentadoria
292
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por
qualquer razão que não a função que ocupam
294
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam
partes relacionadas aos controladores
293
Índice
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
20.2 - Outras informações relevantes 411
20. Política de negociação
19.4 - Outras informações relevantes 410
19. Planos de recompra/tesouraria
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros 352
18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 351
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
353
18.10 - Outras informações relevantes 355
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros 354
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que
os obriguem a realizar oferta pública
344
18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no
estatuto
345
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos 346
18. Valores mobiliários
17.1 - Informações sobre o capital social 342
17.5 - Outras informações relevantes 343
17. Capital social
16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes
relacionadas
335
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas 336
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
341
16. Transações partes relacionadas
15.7 - Outras informações relevantes 334
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor 333
Índice
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22.1 - Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos
negócios do emissor
417
22.4 - Outras informações relevantes 420
22.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas
atividades operacionais
419
22.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor 418
22. Negócios extraordinários
21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações 412
21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de
divulgação de informações
415
21.4 - Outras informações relevantes 416
21.2 - Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante indicando o canal ou canais de comunicação
utilizado(s) para sua disseminação e os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca de informações
relevantes não divulgadas
413
21. Política de divulgação
Índice
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Cargo do responsável Diretor Presidente
Cargo do responsável Diretor de Relações com Investidores
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
João Batista Zolini Carneiro
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Paulo Roberto Ribeiro Pinto
Os diretores acima qualificados, declaram que:
a. reviram o formulário de referência 
 
b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a
19 
 
c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do
emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
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Vânia Andrade de Souza 05/04/2011 a 09/07/2012 671.396.717-53
Av. Almirante Barroso, Sala 401, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20031-000, Telefone
(021) 35159421, e-mail: vasouza@kpmg.com.br
Nome/Razão social KPMG Auditores Independentes
CPF/CNPJ 57.755.217/0001-29
Tipo auditor Nacional
Possui auditor? SIM
Código CVM 418-9
Período de prestação de serviço 05/04/2011 a 09/07/2012
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve discordância.
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Justificativa da substituição Tendo em vista a Norma Brasileira de Contabilidade Técnica de Auditoria – NBC TA 600, emitida pelo Conselho Federal de
Contabilidade em 27 de novembro de 2009, que torna o auditor de grupo responsável por todas as informações consolidadas,
conjugada com a Instrução CVM nº 308/99, Artigo 31, que dispõe sobre a rotatividade dos auditores independentes a cada
período de 5 (cinco) anos, a mudança de auditores realizada pelos nossos principais acionistas controladores foi o fator que
motivou a alteração de auditores da Companhia e de suas controladas.
Descrição do serviço contratado Auditoria das Demonstrações Financeiras e Informações Trimestrais, além de outros serviços relacionados à auditoria (ex.:
emissão carta conforto sobre Financial Ratios , Revisão da CVA (Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da
Parcela A) para órgão regulador (Aneel)).
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
A renumeração total da KPMG Auditores Independentes pelos serviços prestados no último exercício findo em 31.12.2011 foi
de R$995.546,50.
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
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Maurício Pires de Andrade Resende 09/08/2013 a 08/05/2014 603.835.426-34
Av. Presidente Wilson, 231, 8º e 22º andares, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20030-905,
Telefone (021) 39810665, Fax (021) 39810600, e-mail: mresende@deloitte.com
Antonio Carlos Brandão de Sousa 18/07/2012 a 08/08/2013 892.965.757-53
Av. Presidente Wilson, 231, 8º e 22º andares, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP 20030-905,
Telefone (021) 39810665, Fax (5521) 39810600, e-mail: antoniobrand@deloitte.com
Marcelo Salvador 09/05/2014 032.954.046-74
Rua Paraiba, 1.122, 20º andar, Funcionários, Belo Horizonte, MG, Brasil, CEP 30130-141,
Telefone (031) 32697452, Fax (031) 32697452, e-mail: msalvador@deloitte.com
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve.
Justificativa da substituição Não aplicável.
Possui auditor? SIM
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço CPF Endereço
Nome/Razão social DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES
Tipo auditor Nacional
Código CVM 385-9
CPF/CNPJ 49.928.567/0002-00
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
A renumeração total da DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES pelos serviços a serem prestados
no exercício social findo em 31.12.2013 vai ser de R$ 476.679,98 .
Descrição do serviço contratado Auditoria das Demonstrações Financeiras da Companhia preparada de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e
IFRS correspondentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013, para emissão de relatório dos auditores
independentes sobre as demonstrações financeiras, bem como revisão das informações trimestrais, além de outros serviços
relacionados à auditoria tais como revisão do CVA (conta de compensação de variação dos valores de itens da parcela A) e
emissão de relatórios regulatórios, como exigência do órgão regulador ANEEL.
Período de prestação de serviço 18/07/2012
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2.3 - Outras informações relevantes
2.3. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes:
Não há outras informações relevantes.

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(Reais) Exercício social (31/12/2012) Exercício social (31/12/2011)
3.1 - Informações Financeiras - Individual
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3.2 - Medições não contábeis
3.2. Caso o emissor tenha divulgado, no decorrer do último exercício social, ou
deseje divulgar neste formulário medições não contábeis, como Lajida (lucro antes
de juros, impostos, depreciação e amortização) ou Lajir (lucro antes de juros e
imposto de renda), o emissor deve: (a) informar o valor das medições não
contábeis; (b) fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das
demonstrações financeiras auditadas; e (c) explicar o motivo pelo qual entende que
tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição
financeira e do resultado de suas operações.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
3.3 Identificar e comentar qualquer evento subsequente às últimas demonstrações
financeiras de encerramento de exercício social que as altere substancialmente
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação do formulário de referência por conta do pedido de registro de distribuição
pública de valores mobiliários, as informações devem se referir a eventos subsequentes às últimas
informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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3.4 - Política de destinação dos resultados
3.4 Descrever a política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais, indicando:
Exercícios sociais encerrados em 2011, 2012 e 2013:

a) Regras sobre retenção de lucros:
Reserva de Retenção de Lucros foi constituída com o Lucro Líquido do exercício remanescente após as
destinações com base em orçamento de capital aprovado pelo Conselho de Administração, e aprovado
pela Assembléia Geral.

b) Regras sobre distribuição de dividendos
A distribuição de dividendos para os acionistas é reconhecida como um passivo nas demonstrações
financeiras ao final do exercício, com base no estatuto social da Companhia. Qualquer valor acima do
mínimo obrigatório somente é provisionado na data em que são aprovados pelos acionistas, em
Assembléia Geral.

c) Periodicidade das distribuições de dividendos
Os dividendos deverão ser propostos para apreciação da Assembleia Geral de Acionistas da Sociedade
uma vez por ano.

d) Eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação
especial aplicável ao emissor, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou
arbitrais.
A Companhia não possui restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação,
regulamentação ou questão específica.
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3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
3.6. Informar se, nos 3 últimos exercícios sociais, foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou
reservas constituídas em exercícios sociais anteriores:
Não foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios sociais
anteriores.






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31/12/2013 4.911.198.451,00 Índice de Endividamento 3,34902986
3.7 - Nível de endividamento
Exercício Social Montante total da dívida,
de qualquer natureza
Tipo de índice Índice de
endividamento
Descrição e motivo da utilização de outro índice
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Quirografárias 198.152.165,00 918.098.367,00 696.798.296,00 2.095.130.249,00 3.908.179.077,00
Garantia Real 0,00 0,00 48.036.724,00 0,00 48.036.724,00
Garantia Flutuante 60.323.561,00 30.784,00 894.628.306,00 0,00 954.982.651,00
Total 258.475.726,00 918.129.151,00 1.639.463.326,00 2.095.130.249,00 4.911.198.452,00
Observação
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
Exercício social (31/12/2013)
Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total
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3.9 - Outras informações relevantes
3.9. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante:
A Companhia possui cláusulas que podem gerar antecipação do vencimento de dívidas em determinados
contratos de empréstimos e financiamentos, bem como nos contratos de debêntures inclusive cross default. A
cédula de crédito bancário do Bradesco, os empréstimos com o Banco Santander, Merril Lynch, BNP, Citibank,
Bank Tokyo – Mitsubishi, BNDES e as emissões debêntures, classificados no circulante e no não circulante,
preveem a manutenção de indicadores de endividamento e cobertura de juros (covenants). No quarto trimestre de
2013, a Companhia atendeu todos os indicadores requeridos contratualmente.


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4.1 - Descrição dos fatores de risco
4.1. Descrever fatores de risco que possam influenciar a decisão de investimento, em especial,
aqueles relacionados:
Os riscos descritos neste Formulário de Referência constituem aqueles que à luz do entendimento da
Companhia podem afetar substancial e adversamente seus negócios, sua condição financeira e seus resultados
operacionais, influenciando, deste modo, eventuais decisões de investimento relacionadas à Companhia.

a. ao emissor
Caso a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) não consiga controlar com sucesso as
perdas de energia, os negócios da Companhia, sua condição financeira e seus resultados podem ser
substancial e adversamente afetados.
A Light SESA está sujeita a dois tipos de perda de eletricidade: perdas técnicas e perdas não técnicas.
Perdas técnicas ocorrem no curso ordinário da distribuição de energia elétrica. Perdas não técnicas resultam do
furto de energia, bem como de fraude, medição errada e erros de emissão de contas. As perdas técnicas de
eletricidade da Light SESA em 2013 foram de 7,1% da Carga Fio
1
, em linha com o resultado de 2012.
As perdas não técnicas, a partir de novembro de 2009, passaram a ser divulgadas também sobre a energia
faturada no mercado de baixa tensão, compatibilizando-se com a alteração introduzida pela Aneel na Revisão
Tarifária definitiva, homologada em outubro de 2009. A alteração está mais aderente à realidade da
concessionária, pois é no mercado de baixa tensão onde se concentram as perdas não técnicas. Nessa
metodologia, as perdas não técnicas de eletricidade em 2013 foram de 42,2%, uma redução expressiva, já que em
2012 as perdas não técnicas atingiram 45,4%. Um aumento nas perdas de eletricidade afetaria substancial e
adversamente os negócios, condições financeira e resultados operacionais da Companhia.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) define os valores de perdas que serão repassados à
tarifa. Caso a concessionária pratique valores superiores aos estabelecidos pelo regulador, parte das despesas
com compra de energia não são repassadas aos consumidores, gerando um efeito adverso nas margens
operacionais da Companhia.
Em novembro de 2013, a Aneel aprovou o processo de Revisão Tarifária da Light, determinando as
perdas que serão reconhecidas ao longo do novo ciclo regulatório (2013-2018).
O valor de perdas técnicas foi de 5,40% da carga fio da Concessionária. Já o nível definido para as perdas
não técnicas foi de 40,41% sobre o mercado de baixa tensão, constante ao longo do ciclo. O valor correspondente
à diferença entre esse percentual e um referencial que parte de 31,37%, no início do ciclo, até atingir 29,69% em
2018, será investido no programa de combate a perdas da Companhia e tratado como Obrigações Especiais, fora

1
Toda a energia que circula pelo sistema de transmissão e distribuição da Light SESA
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.1 - Descrição dos fatores de risco
da Base de Remuneração Regulatória. A evolução dos resultados do programa de combate a perdas será
acompanhada pela Aneel, como condição para a manutenção do patamar de 40,41%.

A implementação da estratégia de negócios da Companhia, bem como seu crescimento futuro, exigirão
capital adicional, que talvez não esteja disponível ou, caso disponível, poderá não estar em condições
favoráveis.
A implementação da estratégia de negócios da Companhia, bem como seu crescimento futuro, exige
quantidade significativa de investimento em capital fixo. Poderá vir a ser necessário à Companhia buscar capital
adicional, quer mediante a emissão de títulos de dívida ou tomada de empréstimos ou emissão de valores
mobiliários no mercado de capitais. A capacidade futura de captação de capital da Companhia dependerá de sua
rentabilidade futura, bem como da conjuntura política e econômica mundial, incluindo a brasileira, que são
afetadas por fatores fora do controle da Companhia. Necessitando de capital adicional, talvez o mesmo não se
encontre disponível no mercado de crédito ou caso disponível não esteja em condições favoráveis. Caso a
Companhia incorra em endividamento adicional, os riscos associados com sua alavancagem financeira poderão
aumentar, tais como a possibilidade de a Companhia não conseguir gerar caixa suficiente para pagar o principal,
juros e outros encargos relativos à dívida, causando um efeito adverso relevante sobre a Companhia. Além do
mais, potenciais endividamentos poderão reduzir a sua flexibilidade operacional e financeira.

Disputas judiciais e administrativas podem afetar de forma adversa os resultados da Companhia.
Em 31 de março de 2014, a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA” ou “Companhia”) era
parte em aproximadamente 35.699 (trinta e cinco mil, seiscentos e noventa e nove) ações judiciais e processos
administrativos relacionados a matérias cíveis, fiscais, trabalhistas, ambientais e regulatórias. As contingências
estimadas em 31 de março de 2014 eram de R$ 6.787.939.000,00, dos quais R$ 482.945.000,00 (quatrocentos e
oitenta e dois milhões novecentos e quarenta e cinco mil reais) referem-se a processos com prognóstico de perda
provável, R$ 4.272.117.000,00 (quatro bilhões duzentos e setenta e dois milhões cento de dezessete mil reais)
referem-se aos processos com prognóstico de perda possível e R$ 2.032.878.000,00 (dois bilhões trinta e dois
milhões oitocentos e setenta e oito mil reais) referem-se a processos com prognóstico de perda remoto (o que não
inclui processos não quantificáveis ou com pedidos não-pecuniários). Nessa mesma data, estava provisionado no
balanço da Light S.A. o valor de aproximadamente R$ 554.232.000,00 (quinhentos e cinquenta e quatro milhões,
duzentos e trinta e dois mil reais) para fazer face às perdas prováveis.
Assim, em 31 de março de 2014, a provisão para contingências oriundas de processos administrativos e
judiciais de natureza tributária, cível, trabalhista, previdenciária, ambiental e regulatória totalizava R$
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
554.232.000,00 (quinhentos e cinquenta e quatro milhões, duzentos e trinta e dois mil reais). Decisões ou
acordos desfavoráveis com relação a esses processos ou disputas judiciais ou administrativas poderão resultar em
desembolsos de caixa relevantes para a Companhia, o que poderá afetar significativamente a sua condição
financeira de forma negativa. Adicionalmente, decisões ou acordos desfavoráveis em montante superior ao
provisionado pela Companhia poderão ter um efeito adverso nos resultados. Para mais informações, ver o item
4.3 deste Formulário.

Os recursos alocados pela Companhia para atender às suas obrigações previdenciárias podem ser
inferiores ao valor estimado de tais obrigações.
Em 13 de fevereiro de 2014, foi concluída a quitação integral da dívida com a Fundação de Seguridade
Social Braslight, pelo saldo apurado em 31 de dezembro de 2013, atualizado pelo CDI até a data de pagamento,
totalizando o montante de R$ 1.228.205.313,11.
No que tange aos planos de previdência complementar dos empregados da Companhia, na hipótese de
reduções, a longo prazo, nas taxas de juros, reduções nos valores de mercado dos valores mobiliários mantidos
pelos planos ou de outras mudanças adversas nas demais premissas, a posição de seus planos pode ser
significativamente prejudicada, implicando em reconhecimento de um passivo e afetando, portanto, o nível das
contribuições a serem feitas pela Companhia aos planos de previdência dos seus empregados.
Atualmente, a Companhia não estima obrigações relativas a fundos de pensão. No entanto, no caso de
alteração de eventuais premissas, a Companhia pode ser obrigada a fazer contribuições adicionais aos planos de
pensão dos empregados, o que pode afetar adversamente seus resultados.
Adicionalmente, os critérios de determinação do valor do aporte da Companhia para o cumprimento de
suas obrigações previdenciárias com seus participantes e assistidos dos seus planos de previdência complementar
poderão ser revisados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) de forma a
aumentar a obrigação da Companhia.

A Companhia é responsável por quaisquer perdas resultantes da provisão inadequada de serviços de
eletricidade e sua cobertura de seguros pode não cobrir inteiramente tais danos.
Nos termos da legislação brasileira, a Companhia tem responsabilidade objetiva por perdas e danos,
diretos e indiretos, decorrentes de prestação de serviços de energia elétrica inadequados. Além disso, suas
instalações de distribuição podem ser responsabilizadas por perdas e danos causados a terceiros em decorrência
de interrupções ou distúrbios nos sistemas de transmissão ou distribuição, independentemente de culpa. As
contingências resultantes dessas interrupções ou distúrbios que não sejam cobertas pelas apólices de seguro da
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Companhia ou que ultrapassem os valores cobertos podem resultar em custos adicionais à Companhia e podem
afetar substancial e adversamente seus negócios, condição financeira e resultados operacionais.

Caso a Companhia não consiga cumprir seu programa de investimentos nos prazos adequados, a
operação e o desenvolvimento dos seus negócios podem ser substancial e adversamente afetados.
A capacidade da Companhia de concluir o seu programa de investimento depende de uma série de
fatores, inclusive de sua capacidade de obter e manter suas licenças ambientais, de cobrar tarifas adequadas por
seus serviços e seu acesso aos mercados de capitais nacional e internacional, além de várias outras circunstâncias
operacionais e regulatórias.
De acordo com a metodologia de revisões tarifárias das Distribuidoras, os investimentos em redes
elétricas realizados pelas concessionárias são avaliados e fiscalizados pela Aneel para fins de determinação da
Base de Remuneração Regulatória.
Não há certeza de que a Companhia disporá de recursos financeiros para concluir seu programa de
investimentos proposto, sendo que a impossibilidade de fazê-lo poderá afetar de maneira adversa e relevante a
sua operação e o desenvolvimento dos seus negócios.

A construção, ampliação, operação e manutenção de instalações e equipamentos destinados à
distribuição de energia elétrica envolvem riscos significativos.
A construção, manutenção, expansão e operação de instalações e equipamentos para distribuição de
energia envolvem vários riscos, incluindo:
- incapacidade de obter permissões e aprovações governamentais;
- indisponibilidade de equipamentos;
- indisponibilidade dos sistemas de distribuição e/ou transmissão;
- interrupção do fornecimento;
- interrupções no trabalho;
- greves e outras disputas trabalhistas;
- agitações sociais;
- interferências hidrológicas e meteorológicas;
- problemas inesperados de engenharia e de natureza ambiental;
- atrasos na construção e na operação, ou custos excedentes não previstos;
- mudanças nos subsídios atualmente existentes;
- necessidade de altos investimentos de capital; e
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
- indisponibilidade de financiamentos adequados.

A Companhia não possui cobertura de seguros para alguns destes riscos. A ocorrência destes ou outros
problemas poderá afetar adversamente a capacidade da Companhia de gerar e/ou distribuir energia em
quantidade compatível com suas projeções ou com suas obrigações perante seus clientes, o que pode ter um
efeito relevante adverso na situação financeira e no seu resultado operacional.

A Companhia poderá ser impelida a arcar com eventuais indenizações decorrentes de discussões a
respeito da titularidade de seus imóveis.
A Companhia desenvolve suas atividades em vastas áreas territoriais, abrangendo diversos imóveis que,
mesmo sendo utilizados há muitos anos, podem não estar regulares no tocante à sua situação jurídica, inclusive
no que diz respeito à titularidade da propriedade.
A produção e distribuição de energia elétrica configura serviço essencial, de modo que as atividades
exercidas em referidos imóveis, regulares ou não, estão protegidas pelo “Princípio da Continuidade do Serviço
Público”. Porém, os imóveis que não são utilizados pela Companhia diretamente na distribuição de energia
elétrica não gozam desta proteção. Não é possível descartar a possibilidade de a Companhia ser impelida a arcar
com eventuais indenizações, com relação ao uso dos imóveis irregulares não sujeitos à referida proteção, o que
poderá afetar adversamente os seus negócios e resultados operacionais.

Tendo em vista que parte substancial dos ativos da Companhia é dedicada ao fornecimento de um
serviço público essencial, esses ativos não estarão disponíveis para liquidação em caso de falência e não
estarão sujeitos à penhora para garantia de juízo.
Parte substancial dos ativos da Companhia é considerada pelos tribunais brasileiros como dedicada ao
fornecimento de serviço público essencial. Deste modo, esses ativos não estarão disponíveis para liquidação em
caso de falência ou penhora para garantia de juízo e, na hipótese de falência, de acordo com os termos da
concessão e da legislação brasileira, serão revertidos para o governo federal.
Caso eventuais indenizações a serem pagas pelo governo federal à Companhia por essas reversões sejam
menores do que o valor de mercado dos ativos revertidos, essas restrições à liquidação e penhora poderão
diminuir significativamente os valores a que a Companhia teria direito em caso de liquidação.

b. a seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A Companhia é controlada por poucos acionistas, que agem de forma coordenada, e seus interesses podem
conflitar com os interesses dos potenciais investidores nas Ações.
Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia era controlada pela Light S.A., e controlada indiretamente em
conjunto por três acionistas (“Acionistas Controladores”): Companhia Energética de Minas Gerais (“CEMIG”),
Rio Minas Energia Participações S.A. (“RME”), e Luce Empreendimentos e Participações S.A. (“LEPSA”). O
poder de controle é exercido de forma compartilhada por estes acionistas que celebraram acordo de acionistas
regulando, entre outros, o exercício do poder de controle na Companhia e nas Subsidiárias
2
. Os Acionistas
Controladores poderão se ver em situação que configure conflito de interesses com os da Companhia. Em
particular, os Acionistas Controladores controlam as decisões das assembleias gerais da Companhia e podem
eleger a maioria dos membros do conselho de administração. Os Acionistas Controladores podem dirigir as ações
da Companhia em áreas como estratégica, financeira, distribuição, aquisição e alienação ou oneração de ativos.
A decisão dos Acionistas Controladores quanto a estes assuntos pode divergir da decisão esperada pelos
acionistas minoritários.

c. a seus acionistas
A Companhia pode vir a precisar de capital adicional no futuro, através da emissão de ações, o que
poderá resultar em uma diminuição no valor das ações e na diluição da participação do investidor no capital
social.
A Companhia pode vir a necessitar de recursos adicionais no futuro através de operações de emissão
pública ou privada de ações ou outros valores mobiliários conversíveis em ações. Qualquer captação de recursos
através da distribuição pública de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações pode ser realizada com a
exclusão do direito de preferência dos seus acionistas, o que pode afetar o preço das ações e resultar na diluição
da participação do investidor no capital social.

d. a suas controladas e coligadas
A Companhia não possui controladas ou coligadas.

e. a seus fornecedores

2
São as seguintes sociedades subsidiárias, diretas ou indiretas, da Light S.A.: Light Serviços de Eletricidade S.A., Light Energia S.A.,
Lightger S.A., Itaocara Energia Ltda.., Amazônia Energia S.A., Light Esco Prestação de Serviços S.A., LightCom Comercializadora de
Energia S.A., Light Soluções em Eletricidade Ltda., SPE Energia Olímpica S.A., Instituto Light, Axxiom Soluções Tecnológicas S.A. e
CR Zongshen E-Power Fabricadora de Veículos S.A..
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Eventuais atrasos ou falhas na prestação de serviços pelas construtoras contratadas pela Companhia e
no fornecimento de máquinas e equipamentos podem ter um efeito adverso em sua imagem e em seus
negócios.
A Companhia, bem como suas subsidiárias, terceiriza os serviços de construção de que necessita para
desenvolver seus empreendimentos e adquire de terceiros as máquinas e equipamentos necessários. Deste modo,
o prazo e a qualidade dos empreendimentos dos quais a Companhia participa dependem certas vezes de fatores
que estão fora do seu controle. A terceirização da construção pode influenciar na identificação de atrasos e
falhas, e, consequentemente, na sua correção. Eventuais falhas, atrasos ou defeitos na prestação dos serviços
pelas construtoras contratadas pela Companhia bem como no fornecimento das máquinas ou equipamentos
adquiridos podem ter um efeito negativo em sua imagem e impactar negativamente os negócios e as operações
da Companhia.

A terceirização de parte substancial das atividades da Companhia pode trazer consequências adversas
relevantes na sua gestão.
Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia tinha em vigor contratos com 159 empresas terceirizadas,
prestadoras de serviços, que, por sua vez, empregavam cerca de 7.776 pessoas para prestação de serviços à
Companhia, tanto em atividades fim quanto nas atividades meio, tais como de corte e religamento de energia
elétrica; e segurança, limpeza e vigilância, respectivamente, representando atualmente um custo médio mensal
para a Companhia de R$ 67,2 milhões.
Na hipótese de uma ou mais empresas terceirizadas, contratadas para atuarem na atividade-meio da
Companhia, não cumprirem suas obrigações trabalhistas e previdenciárias, a Companhia poderá ser condenada
subsidiariamente em eventuais reclamações trabalhistas propostas.
Na hipótese de uma ou mais empresas terceirizadas, contratadas para atuarem na atividade-meio da
Companhia, não cumprirem suas obrigações trabalhistas e previdenciárias, a Companhia poderá ser condenada
subsidiariamente em eventuais reclamações trabalhistas propostas.
Em caso de ações judiciais trabalhistas relativas às empresas contratadas para prestar serviços na
atividade fim da Companhia, não sendo respeitado o art. 3º da CLT que estabelece os requisitos de empregado
(pessoa física; subordinação; trabalho não eventual), existirá o risco de caracterização de vínculo empregatício
entre os trabalhadores terceirizados e a Companhia.
Em quaisquer dessas hipóteses, o resultado da Companhia poderá ser impactado adversamente.

f. a seus clientes
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Consumidores usuários da rede da Companhia podem deixar de utilizá-la.
Parte significativa da receita operacional líquida da Companhia, 7,5% em 2013, é proveniente do
pagamento da TUSD
3
pela utilização de sua rede por Consumidores Livres
4
na área de concessão, que em 31 de
dezembro de 2013 eram 181. Se tais Consumidores Livres conectarem-se diretamente à Rede Básica
5
, a
Companhia sofrerá uma perda de arrecadação. A Companhia não pode assegurar que seus maiores clientes
Consumidores Livres não estejam avaliando atualmente a possibilidade de conectarem-se diretamente à Rede
Básica ou de implantar projetos de autogeração, o que, em qualquer caso, poderá afetar substancial e
adversamente os resultados operacionais da Companhia. Adicionalmente, a TUSD é uma tarifa estabelecida pela
Aneel com base na inflação e nos investimentos de expansão, manutenção e operação da rede verificados no ano
anterior, de modo que os resultados operacionais da Companhia poderão ser adversamente afetados na medida
em que a TUSD não seja adequadamente reajustada pela Aneel.

Os resultados da Companhia podem ser afetados em decorrência do aumento nos atrasos e
inadimplência de seus consumidores.
A Companhia possui como prática, em linha com a regulamentação da Aneel, o provisionamento das
faturas vencidas de acordo com a categoria do consumidor em questão: (i) 90 dias para os consumidores
residenciais; (ii) 180 dias para os consumidores comerciais; (iii) 360 dias para os consumidores industriais e do
setor público; e (iv) análise individual para Grandes Clientes.
Nos últimos anos, a Companhia tem enfrentado dificuldades para cobrar o valor devido por consumidores
que não pagam, nos respectivos vencimentos, as faturas referentes à energia elétrica fornecida, incluindo clientes
prestadores de serviços essenciais, tais como hospitais privados.
Em 31 de dezembro de 2013, o saldo total das faturas de consumo de energia elétrica vencidas totalizou
R$878,1 milhões, dos quais R$461,6 milhões tinham provisão para créditos de liquidação duvidosa reconhecida
e R$416,5 milhões não estavam provisionados pelo critério de estimativa da Companhia.

3
Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição, devida pelos usuários (Geradoras e Consumidores Livres) às Distribuidoras pelo uso de sua
rede de distribuição (tensão inferior a 230 kV).
4
Consumidores que podem negociar a aquisição de energia elétrica livremente com quaisquer fornecedores de energia que atuam no
mercado, por meio da celebração de Contratos Bilaterais no ACL. De acordo com a legislação vigente, são considerados Consumidores
Livres (a) aqueles em cuja Unidade Consumidora a demanda contratada mínima seja de 3 MW, atendidos em tensão igual ou superior a
69 kV; e (b) os que tenham uma demanda contratada mínima de 3 MW em qualquer segmento horossazonal, atendidos em qualquer
tensão, porém, que tenham sido ligados após 7 de julho de 1995.
5
Conjunto de linhas de transmissão, barramentos, transformadores de potência e equipamentos com tensão igual ou superior a 230 kV,
ou instalações em tensão inferior definidas pela Aneel.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A Companhia não pode assegurar que conseguirá implementar todas as medidas necessárias à redução da
inadimplência, ou tampouco que, se implementadas, tais medidas garantirão a redução da inadimplência. Caso a
inadimplência se deteriore, as condições financeiras e resultados operacionais da Companhia poderão ser
adversamente afetados.

g. aos setores da economia nos quais o emissor atue
A Companhia depende em grande parte da economia do Estado do Rio de J aneiro.
Mesmo que seja esperado um aumento do consumo de clientes fora do Estado do Rio de Janeiro, o
negócio da Companhia depende – e a Companhia acredita que continuará a depender – em grande medida das
condições econômicas do Estado do Rio de Janeiro, o qual, por sua vez, é impactado pelas condições econômicas
do Brasil. A Companhia não pode assegurar que as condições econômicas no Estado do Rio de Janeiro lhe sejam
favoráveis no futuro, assim como não pode assegurar que aumento de população na sua área de concessão resulte
em crescimento correspondente da Companhia.

A Companhia não pode assegurar a renovação do Contrato de Concessão.
A Companhia desenvolve suas atividades de geração e de distribuição de acordo com o Contrato de
Concessão celebrado com a União, que tem prazo até junho de 2026.
A Constituição Federal determina que qualquer concessão relativa a serviços públicos seja outorgada por meio
de processo licitatório. Em 1995, esforçando-se para implementar essas disposições constitucionais, o governo
brasileiro editou certas leis e regulamentos, conhecidos em conjunto como Lei de Concessões, regulando os
procedimentos licitatórios para outorga de concessão. Conforme determina a Lei de Concessões, após
modificações da Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico
6
, mediante requisição da concessionária, as concessões
existentes podem ter seus prazos estendidos pelo governo brasileiro por períodos adicionais de até 30 anos sem
que precisem sujeitar-se a novo procedimento licitatório, desde que tal concessionária tenha atingido padrões
mínimos de performance e que a proposta seja aceitável pelo governo brasileiro. Tendo em vista o vencimento
dos contratos de diversas concessionárias entre os anos de 2015 e 2017, sem previsão contratual de cláusula de
renovação, o governo brasileiro editou a Medida Provisória nº 579 (“MP579”) em setembro de 2012, com o
objetivo de estabelecer regras no processo de renovação dos contratos.
Em função do grau de discricionariedade concedido à Aneel pela Lei de Concessões e pelos contratos de
concessão com relação à renovação do prazo das concessões existentes, e dada a falta de precedentes duradouros

6
Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, pelo Decreto nº 5.175, de 9 de
agosto de 2004, e pelo Decreto nº 5.184, de 16 de agosto de 2004.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
com relação ao exercício pela Aneel de tal discricionariedade além da edição recente da MP579, a Companhia
não pode assegurar que obterá novas concessões ou que suas concessões serão estendidas em termos tão
favoráveis quanto os atualmente vigentes.

Alterações nas leis tributárias brasileiras podem ter impacto adverso nos resultados operacionais da
Companhia.
O Governo Federal regularmente implementa mudanças nas leis tributárias, as quais afetam os
participantes do mercado brasileiro de energia, a Companhia, as Distribuidoras e os consumidores industriais.
Essas mudanças incluem ajustes nas alíquotas aplicáveis e, ocasionalmente, imposição de tributos temporários
cujos recursos são alocados para certos fins determinados pelo Governo Federal. Tais medidas podem aumentar
as obrigações fiscais da Companhia, o que poderá, por sua vez, influenciar sua lucratividade, e afetar
adversamente os resultados operacionais da mesma.
Caso a Companhia não consiga repassar aos consumidores o custo relativo a esses tributos adicionais,
compensando referidos efeitos em sua estrutura de custos, os resultados operacionais e a condição financeira da
Companhia poderão ser adversamente afetados.

h. à regulação dos setores em que o emissor atue
A Companhia está sujeita a uma abrangente legislação e regulamentação impostas pelo governo
federal e pela Aneel, e não tem como prever o efeito de eventuais alterações na legislação ou na
regulamentação ora em vigor sobre seus negócios e resultados operacionais.
Em decorrência da natureza de serviço público, a principal atividade das Subsidiárias da Companhia é a
distribuição de energia elétrica, que é amplamente regulada e supervisionada pelo governo federal, especialmente
por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), bem como pela Aneel e, eventualmente, por outras agências
reguladoras estaduais.
O governo federal, especialmente por meio do MME e da Aneel, exerce, historicamente, um importante
grau de autoridade e influência sobre os negócios das companhias que atuam no setor elétrico brasileiro.
A Aneel regulamenta diversos aspectos dos negócios das companhias que atuam no setor elétrico
brasileiro, inclusive com relação à necessidade de investimentos, à realização de despesas e à determinação da
receita, além da definição das tarifas, visando garantir a regularidade, continuidade, eficiência, segurança,
atualidade, generalidade, cortesia na prestação do serviço, bem como a modicidade tarifária.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Essas atividades são intensamente reguladas por meio de leis, decretos, medidas provisórias, portarias,
resoluções, entre outros atos legislativos e regulamentares. Alterações na legislação ou na regulamentação
relativas ao setor elétrico podem afetar adversamente a Companhia.

As tarifas cobradas pela Companhia pela venda de eletricidade a Consumidores Cativos são
determinadas pela Aneel, de acordo com o Contrato de Concessão, e as receitas operacionais da Companhia
poderão ser substancial e adversamente afetadas se a Aneel tomar decisões relacionadas às tarifas da
Companhia que não lhe sejam favoráveis.
As tarifas da Light SESA são determinadas de acordo com o Contrato de Concessão, regulamentação e
decisões da Aneel, que possui discricionariedade no exercício de suas atividades regulatórias.
Os contratos de concessão das Distribuidoras e a lei brasileira determinam um mecanismo de teto
tarifário que permite três tipos de ajustes tarifários: (1) reajuste anual; (2) revisão periódica; e (3) revisão
extraordinária.
O reajuste anual é realizado para repassar parte dos ganhos de produtividade, compensar efeitos da
inflação e repassar aos consumidores certas mudanças nos custos estruturais das Distribuidoras que excedam seu
controle, tais como o custo de compra da eletricidade pelas Distribuidoras e encargos regulatórios.
Adicionalmente, a Aneel realiza uma revisão tarifária a cada cinco anos, com o objetivo de analisar o
equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Na revisão tarifária são determinadas a receita necessária para
cobertura dos custos operacionais eficientes e a remuneração adequada sobre os investimentos realizados, com
prudência.
As Distribuidoras também podem requerer uma revisão extraordinária de suas tarifas se custos
imprevisíveis alterarem significativamente seus custos estruturais.
A segunda revisão tarifária periódica da Light SESA ocorreu em novembro de 2008, cujo resultado
provisório foi homologado pela Resolução Homologatória da Aneel nº 734, de 4 de novembro de 2008,
correspondeu a um reajuste de 4,70% no valor das tarifas de energia elétrica da Companhia. Com a conclusão
dos aprimoramentos das metodologias para o segundo ciclo de revisões tarifárias, o resultado definitivo foi
homologado pela Resolução Homologatória da Aneel nº 891, de 13 de outubro de 2009 e o reajuste no valor das
tarifas passou a ser de 4,80%. Ainda em 2009, a Aneel aprovou em 4 de novembro, o reajuste médio anual de
5,65%. A Aneel, em reunião pública realizada em 03 de novembro de 2010, aprovou relatório autorizando um
reajuste médio das tarifas da Light SESA de 6,99%, para o período de 12 meses a partir de 07 de novembro de
2010. Em 01 de novembro de 2011, a Aneel aprovou relatório autorizando um reajuste médio das tarifas da Light
SESA de 6,57%, para o período de 12 meses a partir de 07 de novembro de 2011. Em 06 de novembro de 2012, a
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Aneel aprovou relatório autorizando um reajuste médio das tarifas da Light SESA de 10,77%, para o período de
12 meses a partir de 07 de novembro de 2012.
A terceira revisão tarifária periódica da Light SESA ocorreu em novembro de 2013. O resultado foi
homologado pela Resolução Homologatória da Aneel nº 1.650, de 5 de novembro de 2013 e correspondeu a um
efeito médio de 3,65% no valor das tarifas de energia elétrica da Companhia.
A Light não pode assegurar que a Aneel irá estabelecer tarifas favoráveis. Adicionalmente, na medida em
que os ajustes não sejam concedidos pela Aneel no tempo adequado, os negócios, condições financeiras e
resultados operacionais da Companhia podem ser substancial e adversamente afetados.
Vale ressaltar que as decisões da Aneel acerca das tarifas praticadas pela Companhia podem ser objeto de
contestações judiciais por parte do Ministério Público, na defesa dos interesses difusos dos consumidores da área
de concessão da Companhia, de órgãos de defesa dos consumidores ou dos próprios consumidores, dada a
natureza de serviço público da atividade exercida pela Companhia. Nesse sentido, eventuais decisões
desfavoráveis à Companhia nos questionamentos relacionados a revisões e reajustes tarifários concedidos pela
Aneel podem afetar negativamente os negócios, as condições financeiras e as receitas operacionais da
Companhia.

A Companhia pode ser penalizada pela Aneel pelo descumprimento dos termos do Contrato de
Concessão, o que poderia resultar em multas, penalidades e, dependendo da gravidade do descumprimento, no
término da concessão.
A Companhia desenvolve sua distribuição de acordo com o Contrato de Concessão celebrado com a
União, de modo que a Aneel, por sua vez, pode impor penalidades caso a Companhia descumpra qualquer
disposição de tal contrato, incluindo os padrões mínimos de qualidade determinados pela Aneel para distribuição
de energia elétrica, assim como para o aperfeiçoamento dos serviços. Dependendo da gravidade do
descumprimento, essas penalidades incluem desde advertências e multas até a extinção da concessão.
Adicionalmente, a Aneel tem o poder de pôr fim à concessão da Companhia antes de seus prazos
estipulados nos contratos de concessão nos casos de falência ou dissolução, ou por meio de expropriação em
decorrência de interesse público.
A Companhia não pode assegurar que não será penalizada pela Aneel. O ressarcimento a que a
Companhia fará jus com a revogação da concessão poderá não ser suficiente para a reversão do valor integral de
certos ativos. Caso o Contrato de Concessão seja rescindido por culpa da Companhia, o valor efetivo do
ressarcimento pela Aneel poderá ser substancialmente reduzido por meio da imposição de multas ou penalidades.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Da mesma forma, a imposição de multas ou penalidades para a Companhia ou a revogação da concessão pode
afetar substancial e materialmente seus negócios, condição financeira e resultados operacionais.

Estimativas incorretas da demanda de energia para a área de concessão da Companhia poderão afetar
adversamente os seus resultados operacionais. A Companhia pode não conseguir repassar integralmente, por
intermédio de suas tarifas, os custos de compras de energia.
A Companhia não pode garantir que sua previsão de demanda de energia será assertiva. Caso haja
variações significativas entre as previsões de demanda de energia e o volume de energia adquirida, os resultados
de suas operações poderão ser afetados adversamente.
A regulamentação atual do Setor Elétrico estabelece que as Distribuidoras devem garantir o atendimento
da totalidade de seus mercados, tendo a obrigação de informar ao MME sobre suas demandas de energia
previstas para suas áreas de concessão para os 5 anos subsequentes. Caso a demanda prevista esteja incorreta e a
Distribuidora adquira energia elétrica em quantidade menor do que a necessária, a Distribuidora deve corrigir
suas contratações para o ano em curso por meio dos leilões de ajustes e dos MCSDs[1].
Isto porque caso as previsões de demanda se demonstrem muito aquém da real demanda de energia, e a
Distribuidora não participe dos leilões e mecanismos de ajustes citados anteriormente, ou não haja oferta nos
mesmos, a Distribuidora deverá comprar, no mercado spot da CCEE[2], energia elétrica a um preço que se
caracteriza por grande volatilidade e que pode apresentar valores muito superiores aos negociados nos leilões.
Nesta situação, a Distribuidora pagará uma penalidade na CCEE (em caso de apuração anual de subcontratação)
e poderá não conseguir repassar aos consumidores todos os custos adicionais resultantes dessas compras.
Além disso, caso a contratação da Distribuidora exceda a real demanda de energia elétrica em mais de
5,0%, os ônus ou bônus do que excede àquele limite em relação ao mercado spot da CCEE passam a ser da
Distribuidora, ou seja, não são transferidos aos consumidores.
O Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits Ex-post (“MCSD Ex-post”) implica em verificar as
distribuidoras que estão com sobras contratuais de energia e aquelas que estão com insuficiências contratuais,
promovendo a cessão de direitos contratuais de compra de energia, sendo rateada proporcionalmente entre todos
os Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (“CCEARs”) de energia existente dos
agentes de distribuição. Mesmo após a aplicação do MCSD, a compra de energia poderá manter-se abaixo de
100% ou acima de 105% do total da demanda contratada. No caso de sobrecontratação, o valor contratado acima

[1]
Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits.
[2]
Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, fiscalizada pela Aneel, cuja
principal função é viabilizar a comercialização de energia elétrica no SIN, sendo responsável por registrar os CCEARs, os contratos
resultantes de ajustes de mercado e o volume de energia contratado no ACL, bem como pela contabilização e liquidação das transações
de curto prazo no âmbito do SIN e das diferenças referentes aos Contratos Bilaterais registrados.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
de 105% não é repassado à tarifa. Já no caso de subcontratação, as despesas com compras no mercado de curto
prazo podem não ser repassas integralmente à tarifa e a Companhia está sujeita a imposição de multas
regulatórias.
Em suma, a regulamentação do setor elétrico limita a capacidade de repassar aos consumidores o custo da
energia elétrica adquirida pelas Distribuidoras.

Alterações nas leis e regulamentos ambientais e de segurança do trabalho podem afetar de maneira
adversa os negócios das empresas do setor de energia elétrica, inclusive a Companhia.
A Companhia está sujeita a uma rigorosa legislação ambiental e de segurança do trabalho nas esferas
federal, estadual e municipal no tocante, dentre outros, às emissões atmosféricas e às intervenções em áreas
especialmente protegidas. A Companhia necessita de licenças e autorizações de agências governamentais para a
condução de suas atividades. Na hipótese de violação ou não cumprimento de tais leis, regulamentos, licenças e
autorizações, a Companhia pode sofrer sanções administrativas, tais como multas, interdição de atividades,
cancelamento de licenças e revogação de autorizações, ou estar sujeita a sanções criminais (inclusive seus
administradores). O Ministério Público poderá instaurar inquérito civil e/ou, desde logo, promover ação civil
pública visando o ressarcimento de eventuais danos ao meio ambiente e terceiros. As agências governamentais
ou outras autoridades podem também editar novas regras mais rigorosas ou buscar interpretações mais restritivas
das leis e regulamentos existentes, que podem obrigar a Companhia a gastar recursos adicionais na adequação
ambiental, inclusive obtenção de licenças ambientais para instalações e equipamentos que não necessitavam
anteriormente dessas licenças ambientais.
As agências governamentais ou outras autoridades podem, ainda, atrasar de maneira significativa a
emissão das licenças e autorizações necessárias para o desenvolvimento dos negócios da Companhia, causando
atrasos em cronogramas de implantação de projetos e gerando, consequentemente, efeitos adversos nos negócios
e resultados da Companhia. Qualquer ação neste sentido por parte das agências governamentais poderá afetar de
maneira negativa os negócios do setor de energia elétrica e ter um efeito adverso para os negócios e resultados da
Companhia. A demora ou indeferimento, por parte dos órgãos ambientais licenciadores, na emissão ou na
renovação de licenças, assim como eventual impossibilidade da Companhia em atender às exigências
estabelecidas por tais órgãos ambientais no curso do processo de licenciamento ambiental, poderão prejudicar, ou
mesmo impedir, conforme o caso, a instalação e a operação dos empreendimentos, bem como o desenvolvimento
das atividades da Companhia, podendo afetar adversamente os seus resultados operacionais.
Sem prejuízo do disposto acima, a inobservância da legislação ambiental ou das obrigações assumidas
pela Companhia por meio da celebração de termos de ajustamento de conduta ou acordos judiciais poderá causar
impacto adverso relevante na imagem, receitas e resultados operacionais da Companhia.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco

Os resultados da Companhia podem ser afetados negativamente por condições hidrológicas
desfavoráveis e risco de escassez de energia elétrica.
A matriz energética brasileira é predominantemente hídrica, segundo dados do Operador Nacional do
Sistema Elétrico (“ONS"), aproximadamente 68% do suprimento de energia do Sistema Interligado Nacional
(“SIN”), é gerado por usinas hidrelétricas. Como o SIN opera em sistema de despacho otimizado e centralizado
pelo ONS, cada usina hidrelétrica, estão sujeitas a variações nas condições hidrológicas verificadas tanto na
região geográfica em que a Companhia opera como em outras regiões do país. A região em que suas usinas
hidrelétricas operam está sujeita a condições hidrológicas imprevisíveis, com desvios não cíclicos da média de
chuvas.
Condições hidrológicas desfavoráveis podem causar, entre outras coisas, a implementação de programas
amplos de conservação de eletricidade, incluindo reduções compulsórias no consumo de eletricidade, podendo
afetar adversamente os indicadores operacionais da empresa, assim como seu equilíbrio econômico-financeiro.
A última vez que o Governo Federal implantou um programa de redução do consumo de energia foi em
2001. O Programa de Racionamento, como ficou conhecido, foi concebido com o objetivo de reduzir o consumo
de eletricidade, de 1º de junho de 2001 até 28 de fevereiro de 2002.
Caso o Brasil passe por mais um período de potencial ou efetiva escassez de energia elétrica, o Governo
Federal poderá colocar em prática políticas e medidas com o objetivo de reduzir compulsoriamente a demanda de
energia do país. Essa decisão poderá acarretar com que os custos de distribuição, transmissão e perdas não
técnicas determinados na Revisão Tarifária da Companhia não sejam plenamente recuperados pelo mercado
reduzido.
Como não podemos repassar aos nossos clientes a totalidade dos custos com perdas por meio de
aumentos de tarifa, o crescimento do nosso percentual de perdas pode afetar negativamente a nossa situação
financeira e os nossos resultados operacionais.
O contrato de concessão da Light SESA garante o direito ao equilíbrio econômico-financeiro da
Companhia. Nesse sentido, desequilíbrios gerados por reduções de consumo de energia decorrentes de eventos
diretamente originados por atos governamentais poderão ou não ser reconhecidos através da solicitação por parte
da Companhia, de uma Revisão Tarifária Extraordinária.

i. aos países estrangeiros onde o emissor atue
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A situação financeira da Companhia poderá ser adversamente afetada caso não prosperem as medidas
administrativas e judiciais adotadas pela Companhia a respeito do momento da tributação de lucros apurados
por Subsidiária no exterior, dentre outros assuntos conexos.
Em 1997 e 1998, a Light SESA emitiu títulos no exterior (“fixed rate notes”) adquiridos pelas
subsidiárias desta última, à época, LOI e LIR, com a finalidade de obter parte dos recursos necessários à
aquisição do controle acionário da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A. (“Eletropaulo”). O
empréstimo com a LOI foi integralmente quitado em 9 de março de 2008 e, em 29 de janeiro de 2010, a Light
SESA quitou integralmente o empréstimo com à LIR no valor de US$783.769.097,22 (setecentos e oitenta e três
milhões, setecentos e sessenta e nove mil, noventa e sete centavos e vinte e dois centavos) (principal + juros).
Referidas operações com as subsidiárias da Light SESA, LIR e LOI, são objeto de discussão em 6
processos administrativos e 2 processos judiciais e merecem destaque em razão do valor envolvido.
No Processo Administrativo nº 18471.002113/2004-09, a Secretaria da Receita Federal do Brasil lançou o
IR Fonte devido sobre os juros remetidos à LIR e à LOI, no valor histórico de R$481,8 milhões, por entender que
os “fixed rate notes” foram resgatados antes do prazo para fazer jus ao benefício de redução a zero da alíquota do
IR Fonte. O lançamento foi julgado procedente em primeira instância administrativa e, posteriormente, a 4ª
Câmara do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) deu provimento ao recurso da Light SESA.
Houve recurso especial interposto pela União Federal, exclusivamente para discutir o principal (multa ficou
definitivamente reduzida para 75%), sendo que, em agosto de 2012, a Câmara Superior de Recursos Fiscais
negou provimento a este recurso e anulou em definitivo o lançamento tributário, no valor, à época, de R$
531.600.000,00 (quinhentos e trinta e um milhões e cem mil reais).
Com o encerramento deste processo administrativo, Fernanda Soratto Uliano Rangel ajuizou uma Ação
Popular em face da LIGHT SESA e da União Federal visando a anulação da decisão final favorável proferida no
referido processo administrativo. Foi apresentada contestação pela LIGHT, tendo sido proferida sentença
julgando extinta a ação, mantendo a decisão do processo administrativo que cancelou a cobrança do tributo.
Em outros três processos administrativos, a Secretaria da Receita Federal do Brasil exige diferenças de
IRPJ e CSLL decorrentes da indevida apropriação de despesas financeiras e compensações levadas a efeito em
2001 e 2002. Em um destes casos a Light SESA obteve decisão favorável no CARF, em 08 de maio de 2013,
tendo a União interposto Recurso Especial em face desta decisão, o qual aguarda julgamento. Os demais também
aguardam julgamento do Recurso da Light SESA.
Considerando que as novas autuações tiveram por fundamento os mesmos argumentos utilizados na
primeira autuação, adicionado ao fato de o Banco Central e o CARF já haverem prolatado decisões no sentido de
que as operações realizadas pela Light SESA não envolviam qualquer irregularidade cambial ou fiscal, os
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
advogados da Light SESA entendem ser remoto o risco de perda. O valor atualizado do débito em 31 de março
de 2014 era de R$186.700.000,00 (cento e oitenta e seis milhões e setecentos mil reais) e não foi constituída
provisão contábil.
O quinto processo administrativo teve origem no recebimento, em 10 de novembro de 2008, de despacho
não homologatório de compensações de créditos de IR Fonte sobre aplicações financeiras e IR Fonte de
pagamentos de contas de energia feitos por órgãos públicos, créditos esses decorrentes da apuração de Saldo
Negativo de IRPJ no ano-base 2002. A não homologação teve por principal fundamento a ausência de liquidez e
certeza dos créditos, visto que o processo administrativo nº 18471.001351/2006-51 ainda está pendente de
julgamento. O valor envolvido em 31 de março de 2014 era de R$213.900.000,00 (duzentos e treze milhões e
novecentos mil reais), e não há provisão com base no entendimento dos advogados da Light SESA de risco
remoto de perda.
Existem ainda mais dois processos administrativos e uma execução fiscal que estão vinculados a uma
discussão que existia no mandado de segurança nº 2003.51.01.005514-8, onde a Light SESA discutia a exigência
do IRPJ e da CSLL sobre os lucros auferidos pela LIR e LOI desde 1996, mas não disponibilizados, bem como a
exigência da inclusão dos resultados de equivalência patrimonial na apuração do IRPJ e da CSLL, para os
períodos-base até 2002 e posteriores. A Light SESA tentou desistir parcialmente deste mandado de segurança
para incluir os débitos no parcelamento da Lei nº 11.941/09 e continuar discutindo a aplicação do método de
equivalência patrimonial. No entanto, a Fazenda não concordou com a desistência parcial, tendo sido
corroborada pelo juízo do processo. Assim, a Light SESA efetuou a desistência integral deste mandado de
segurança e, por conta disso, alterou o procedimento que vinha adotando para a tributação do IRPJ/CSLL, que
antes era feito pelo lucro, mas com a desistência da discussão, passou a ser feito pela equivalência patrimonial. O
Fisco discordou da adoção de tal procedimento e autuou a Companhia em relação ao exercício de 2005, tendo
sido apresentada impugnação em face desta autuação, a qual foi julgada improcedente. Foi interposto Recurso
Voluntário, ao qual foi dado provimento. Interposto Recurso Especial pela União que aguarda julgamento.
Quanto ao exercício de 2004, o Fisco desconsiderou as informações constantes da DIPJ e, com base na DCTF
não retificada, enviou carta cobrança dos tributos. A Companhia ajuizou Cautelar Antecipatória de Execução
Fiscal para garantir o juízo com carta de fiança e está discutindo o mérito da questão nos autos da execução fiscal
respectiva, por meio dos embargos à execução já apresentado. No último trimestre de 2011 a Companhia também
foi autuada com relação aos exercícios de 2006 a 2008, tendo sido apresentada impugnação, a qual foi jugada
improcedente. Interposto Recurso Voluntário que aguarda julgamento. O montante envolvido na autuação de
2005 em 31 de março de 2014 é de R$ 158.700.000,00 (cento e cinquenta e oito milhões e setecentos mil reais),
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
na autuação de 2006 a 2008 é de R$ 213.800.000,00 (duzentos e treze milhões e oitocentos mil reais), e no
processo de 2004 é de R$ 79.400.000,00 (setenta e nove milhões e quatrocentos mil reais).

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4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
4.2. Em relação a cada um dos riscos acima mencionados, caso relevantes,
comentar sobre eventuais expectativas de redução ou aumento na exposição do
emissor a tais riscos

A Companhia monitora constantemente os riscos do seu negócio e que possam
impactar de forma adversa suas operações e seus resultados, inclusive mudanças no
cenário macroeconômico e setorial que possam influenciar suas atividades, analisando
índices de preços e de atividade econômica, assim como a oferta e demanda de energia
elétrica. Administramos A Companhia administra de forma conservadora sua posição de
caixa e seu capital de giro. Atualmente, a Companhia não identifica cenário de aumento
ou redução dos riscos mencionados acima.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

4.3. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais em que o emissor ou suas
controladas sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros:
(i) que não estejam sob sigilo,
(ii) que sejam relevantes para os negócios do emissor ou de suas controladas, indicando:
a. juízo
b. instância
c. data de instauração
d. partes no processo
e. valores, bens ou direitos envolvidos
f. principais fatos
g. se a chance de perda é:
i. provável
ii. possível
iii. remota
h. análise do impacto em caso de perda do processo
i. valor provisionado, se houver provisão

Em 31 de março de 2014, a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA” ou “Companhia”) era
parte em aproximadamente 35.699 (trinta e cinco mil, seiscentos e noventa e nove) ações judiciais e processos
administrativos relacionados a matérias cíveis, fiscais, trabalhistas, ambientais e regulatórias. As contingências
estimadas em 31 de março de 2014 eram de R$ 6.787.939.000,00 (o que não inclui processos não - quantificáveis
ou com pedidos não-pecuniários). Nessa mesma data, estava provisionado no balanço da Light SESA o valor de
aproximadamente R$ 554.232.000,00 (quinhentos e cinquenta e quatro milhões e duzentos e trinta e dois mil
reais) para fazer face às perdas prováveis, sem prejuízo das ações e processos cujas perdas prováveis não são
possíveis de estimativa em valor.
Assim, em 31 de março de 2014, a provisão para contingências oriundas de processos administrativos e
judiciais de natureza tributária, cível, trabalhista, previdenciária, ambiental e regulatória totalizava R$
554.232.000,00 (quinhentos e cinquenta e quatro milhões e duzentos e trinta e dois mil reais), e sua composição
pode ser resumidamente demonstrada como segue:

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes




Decisões ou acordos desfavoráveis com relação a esses processos ou disputas judiciais ou administrativas
poderão resultar em desembolsos de caixa relevantes para a Companhia, o que poderá afetar significativamente a
sua condição financeira de forma negativa. Adicionalmente, decisões ou acordos desfavoráveis em montante
superior ao provisionado pela Companhia poderão ter um efeito adverso nos resultados. Conforme será
demonstrado a seguir.


Processos Cíveis
Em 31 de março de 2014, a Light SESA figurava como parte em ações cíveis que somavam 31.915 (trinta
e um mil e novecentos e quinze) processos, dos quais 19.113 (dezenove mil e sento e treze) processos
tramitavam na justiça comum estadual e federal, com pedidos que somavam R$475.449.000,00 (quatrocentos e
setenta e cinco milhões, quatrocentos e setenta e cinco mil reais), 12.802 (doze mil, oitocentos e dois) processos
que tramitavam em juizados especiais cíveis, envolvendo um valor total provisionado de R$15.910.680,91
(quinze milhões, novecentos e dez mil, seiscentos e oitenta reais e noventa e um centavos). Em 31 de março de
2014, a Companhia havia provisionado o total de R$ 161.523.000,00 (cento e sessenta e um milhões e
quinhentos e vinte e três mil reais) em relação aos processos de natureza cível.

A Light SESA considera as ações abaixo descritas relevantes em razão do assunto discutido nas ações e
seus respectivos valores.
Ação Indenizatória – Oscilação e Interrupção do fornecimento de energia
elétrica
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Processo n.º 0129629-98.1995.8.19.0001
Juízo: 3
a
Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: Tribunais Superiores.
Data de Instauração: 13 de novembro de 1995.
Partes do Processo: Companhia Siderúrgica Nacional (“CSN”) em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa a indenização por danos eventualmente sofridos e
Lucros Cessantes, em razão de oscilações e interrupções
no fornecimento de energia elétrica. No momento não
há valor. Este será apurado em fase de liquidação de
sentença.
Principais fatos: Decisão desfavorável à Light SESA na primeira e
segunda instâncias. Aguardando o início da fase de
liquidação.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 49.657.091,98 (quarenta e nove milhões, seiscentos
e cinquenta e sete mil, noventa e um reais e noventa e
oito centavos).

Ação Cautelar e Ação Ordinária
Discussão acerca do Contrato de Transporte
Processo nº 0025859-74.2004.8.19.0001 e Processo nº 0042147-97.2004.8.19.0001
Juízo: 12ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 12 de maio de 2004.
Partes do Processo: Valesul Alumínio S.A. (“Valesul”) em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa à cobrança de valores com base no Contrato de
Transporte de Energia Elétrica firmado entre as partes
em 1991 e não no Contrato de Transporte
regulamentado, anos após, pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (“Aneel”). Em razão da discussão, a
Valesul realiza glosas mensais nos pagamentos através
de depósitos judiciais.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Decisão Liminar impedindo a suspensão do
fornecimento de energia elétrica pela Light SESA,
autorizando-se, ainda, o depósito judicial das quantias
glosadas. Decisão de primeira e segunda instâncias
favoráveis à Light SESA, todavia, o levantamento dos
depósitos está vinculado ao trânsito em julgado da ação
(decisão definitiva). O Recurso Especial da Valesul foi
inadmitido e o Recurso Extraordinário foi considerado
deserto, em razão do equivocado recolhimento de custas.
Atualmente, aguardando o julgamento dos recursos
interpostos pela Valesul contra a inadmissão do Recurso
Especial e da deserção do Recurso Extraordinário.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
no caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Mandado de Segurança - Ilegalidade de Cobrança do Encargo “Perdas
comerciais”
Processo nº 0016053-14.2005.4.02.5101
Juízo: 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 12 de agosto de 2005.
Partes do Processo: Siderúrgica Barra Mansa S.A. em face do Presidente da
Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) e
Superintendente da Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa suspender liminarmente os efeitos da cobrança do
encargo intitulado “perdas comerciais”, bem como a
exclusão futura de tais encargos.
Principais fatos: Decisão de primeira instância julgando extinto o
Mandado de Segurança, sem julgamento do mérito, por
inadequação da via eleita. Decisão de segundo grau no
mesmo sentido. Atualmente, aguardando o julgamento
quanto à admissibilidade dos Recursos Especial e
Extraordinário interpostos pela Siderúrgica Barra Mansa.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Ordinária – Monopólio Postal
Processo n.º 0002579-15.2001.4.02.5101
Juízo: 11ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: Tribunais Superiores.
Data de Instauração: 21 de agosto de 2001.
Partes do Processo: Empresa de Correios e Telégrafos (“ECT”) em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O valor envolvido nesta ação é inestimável. O Autor
busca impedir que a Light SESA realize a entrega das
contas de energia elétrica ao consumidor o que, no seu
entender, viola função pública exclusiva da ECT,
mediante autorização do Poder Executivo Federal.
Principais fatos: Decisões de 1ª e 2ª Instâncias desfavoráveis à Light
SESA. Aguarda-se julgamento do Recurso Especial e do
Recurso Extraordinário interposto pela Light SESA.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação de Prestação de Contas
Processo nº 0014194-60.2005.4.02.5101
Juízo: 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 01 de setembro de 2006.
Partes do Processo: Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial
(“CBEE”) – União Federal em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Prestação de contas pela CBEE sob a alegação de que a
Light SESA não estaria repassando os valores
arrecadados de seus consumidores a título de Encargo de
Capacidade Emergencial (“ECE”) estimado pelo autor
em R$ 94.000.000,00 (noventa e quatro milhões de
reais).
Principais fatos: Processo em fase de perícia. Após, será proferida decisão
de primeiro grau.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Ordinária - Rescisão Unilateral de Contrato
Processo n.º0001385-43.2003.8.19.0205
Juízo: 2ª Vara Cível Regional de Campo Grande da Comarca
da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 18 de janeiro de 2003.
Partes do Processo: Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) em
face de Nel Instalações Elétricas Ltda. (“Nel”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A Light pretende a rescisão do contrato de empreitada
assinado com a NEL, em virtude desta ter descumprido
diversas obrigações assumidas nos instrumentos,
principalmente não ter pago os salários de seus
empregados pontualmente. Há R$ 2.000.000,00 (dois
milhões de reais) referentes ao saldo do contrato de
prestação de serviços. Na reconvenção (onde o réu
também formula pedidos ao juízo) a Nel Instalações
pretende receber expressiva indenização por saldo
superior ao retido, perdas e danos, ressarcimento de
custos trabalhistas e financeiros e dano moral, tudo
acrescido de honorários de advogado.
Principais fatos: A decisão de primeira instância foi parcialmente
procedente. Ambas as partes recorreram da decisão,
tendo a mesma sido mantida. O contrato foi rescindido e
a Light SESA condenada a pagar R$ 415.097,11
(quatrocentos e quinze mil, noventa e sete reais e onze
centavos), corrigidos desde dezembro de 2000 e com
juros de 1% ao mês a partir de 15 de março de 2004.
Processo em fase de execução provisória. O Recurso
Especial da Light SESA foi inadmitido e contra esta
decisão foi interposto Agravo de Instrumento, aguarda-
se julgamento.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.302.827,98 (um milhão, trezentos e dois mil,
oitocentos e vinte e sete reais e noventa e oito centavos).

Mandado de Segurança (“MS”) – Multa aplicada pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (“Aneel”)
Processo n.° 0028700-59.2007.4.01.3400
Juízo: 16ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 11 de agosto de 2007.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) em
face do Diretor da Aneel.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Questionamento da multa de R$ 1.617.365,14 (um
milhão, seiscentos e dezessete mil, trezentos e sessenta e
cinco reais e quatorze centavos), que foi mantida pelo
Diretor-Geral da Aneel através do Despacho Aneel n°
2.324, proferido nos autos do Processo Aneel n°
48500.003971/04-02 em 31 de julho de 2007, pelo
alegado descumprimento da Quinta Subcláusula da
Cláusula Primeira do Contrato de Concessão da Light
SESA [“Quinta Subcláusula – A CONCESSIONÁRIA
terá por objeto social a exploração dos serviços de
energia elétrica, nas áreas referidas na Cláusula
Primeira e nas outras em que, de acordo com a
legislação aplicável, for autorizada a atuar sendo-lhe
vedadas quaisquer outras atividades de natureza
empresarial, salvo aquelas que estiverem associadas a
este objeto(...)], em razão da constituição das empresas
subsidiárias LIR Energy Limited (“LIR”) e Light
Overseas Investments Limited (“LOI”).
Principais fatos: Decisão de primeira instância desfavorável à Light
SESA. A Light SESA interpôs recurso de apelação,
pendente de julgamento.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 3.146.632,07 (três milhões, cento e quarenta e seis
mil, seiscentos e trinta e dois reais e sete centavos).

Ação Ordinária – Descumprimento Contratual
Processo n.º 0000940-06.2004.8.19.0006
Juízo: 2ª Vara Cível da Comarca de Barra do Piraí, Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 27 de fevereiro de 2004.
Partes do Processo: Município de Barra do Piraí (“Município”) em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização em decorrência de diferença por suposto
descumprimento contratual cobrado nas faturas mensais
de consumo por se tratar de ente público essencial;
indenização por danos materiais em decorrência de
gastos com instalações de lâmpadas nas vias públicas;
repetição de indébito em relação às cobranças de
Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(“ICMS”) e “Seguro Apagão”. Gastos que podem
totalizar mais de R$1.000.000,00 (um milhão de reais).
Principais fatos: Decisão de primeiro grau julgando parcialmente
procedente os pedidos do Município. Interposto recurso
o qual aguarda-se julgamento.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Cautelar – Rescisão e Contrato
Processo n.º 0336948-06.2013.8.19.0001
Juízo: 18
a
Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de setembro de 2013.
Partes do Processo: Litorânea Energia Ltda. em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação proposta com o objetivo de obrigar a Light SESA a
honrar com os termos estabelecidos no acordo celebrado
entre as partes, e assim, adimplir os valores referentes às
rescisões contratuais trabalhistas de ex-empregados da
parte autora.
Principais fatos: Deferida a tutela antecipada que, após, foi revertida pela
Light SESA. Aguardando o prosseguimento do feito.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 4.148.832,25 (quatro milhões, cento e quarenta e oito
mil, oitocentos e trinta e dois reais e vinte e cinco
centavos).


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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Mandado de Segurança – Demanda Coincidente
Processo nº 0031917-03.2013.4.01.3400
Juízo: 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Brasília-DF.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 12 de junho de 2013.
Partes do Processo: Supervia Concessionaria de Transporte Ferroviário S.A.
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”) e do Diretor-Geral da ANEEL.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Anular os termos do Despacho ANEEL nº 1.645/2013,
determinando-se, em definitivo, o processamento e
julgamento, pela Diretoria Colegiada da ANEEL, do
pedido de reconsideração interposto pela SUPERVIA em
face do Despacho ANEEL nº 1.174/2013, de forma a
assegurar a manutenção da contratação integrada
(demanda coincidente) até a conclusão da análise de
impacto Regulatório realizada pela ANEEL.
Principais fatos: Tutela antecipada deferida. Aguardamos julgamento do
recurso interposto contra a referida decisão.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária – Acidente sem morte
Processo nº 0022206-70.2009.8.19.0007
Juízo: 3ª Vara Cível da Comarca de Barra Mansa, Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 17 de novembro de 2009.
Partes do Processo: Antônio Carlos de Almeida Alves em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização material e moral pela queima do salão de
beleza e da residência do autor que teve início,
supostamente, num transformador no poste da Light
SESA.
Principais fatos: As partes apresentarão suas provas a fim de comprovar
suas alegações. Aguarda-se produção de prova pericial.
Chance de perda: Possível.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Ordinária – Acidente sem morte
Processo nº 0220885-97.2010.8.19.0001
Juízo: 8ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital do
Estado do Rio de Janeiro
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 08 de julho de 2010.
Partes do Processo: Spector Comércio de Sucatas Ltda. ME (“Spector”) em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”) e outro.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização material pela queima do seu
estabelecimento (comércio de sucata) devido ao fogo
que teve início, supostamente, num transformador no
poste da Light SESA.
Principais fatos: Declínio de competência da 46ª Vara Cível da Comarca
da Capital para a 8ª Vara de Fazenda Pública, em razão
da inclusão da RIOLUZ no pólo passivo da ação. Houve
manifestação em provas protestando pela prova pericial
de engenharia elétrica, oral, consistente na oitiva de
testemunhas, além do depoimento pessoal do
Representante Legal da Spector, a fim de apurar a
consistência do relato e documental suplementar.
Deferida apresentação de prova documental suplementar
requerida pela Light SESA. Processo em fase de
produção de provas.

Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Ordinária – Acidente com Dano Físico
Processo n.º 0212828-85.2013.8.19.0001
Juízo: 16ª Vara Cível Comarca da Capital do Estado do Rio de
Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 29 de julho de 2013.
Partes do Processo: David James Mclaughlin e Sarah Nicole Lowry em face
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação indenizatória ajuizada por David James
Mclaughlin e Sarah Nicole Lowry, ambos cidadãos
americanos, em razão dos danos sofridos com a
“explosão” de um bueiro da LIGHT, situado na Rua
República do Peru, esquina com a Avenida Nossa
Senhora de Copacabana, ocorrida em 29 de junho de
2010.
Principais fatos: Apresentada contestação pela Light SESA. Aguardando
o chamamento ao feito da seguradora Chubb do Brasil
Companhia de Seguro.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária – Acidente sem morte
Processo nº 0252697-60.2010.8.19.0001
Juízo: 50ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 06 de agosto de 2010.
Partes do Processo: Flash Rio Conexão LTDA ME em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização material pela queima do seu
estabelecimento (comércio) devido ao fogo que teve
início, supostamente, com a explosão de uma câmara
subterrânea da Light SESA.
Principais fatos: Julgado procedente em parte o pedido para determinar
que a parte ré indenize a parte autora pelos danos
materiais, no valor de R$3.273,90 (três mil, duzentos e
setenta e três reais e noventa centavos), acrescida de
juros de 1% ao mês a contar da citação e correção
monetária a contar do efetivo desembolso; condenada
ainda a parte ré a indenizar os lucros cessantes
experimentados conforme fundamentado e pelo valor do
fundo de comércio, em valores a serem apurados através
de liquidação de sentença. Condenada a parte ré ao
pagamento das custas e honorários de sucumbência,
fixados em R$8.000,00 (oito mil reais). Com o trânsito
em julgado, e as custas devidamente recolhidas, será
dada baixa e arquivado o processo.
Chance de perda: Provável.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$1.000.000,00 (hum milhão de reais).

Ação Ordinária – Opportrans
Processo n.º 0001688-81.2007.4.02.5101
Juízo: 12ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de fevereiro de 2007.
Partes do Processo: Opportrans Concessão Metroviária S.A. em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”),
União Federal e Agência Nacional de Energia Elétrica
(“Aneel”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Requer a desconsideração das variáveis referentes à
“perdas comerciais” ou “perdas não-técnicas” e
“transporte Itaipu” da Tarifa de Uso dos Sistemas de
Distribuição (“TSUD”) e a declaração de
inconstitucionalidade e ilegalidade do Decreto nº
4.562/2002 e das Resoluções Aneel nº 152/2003 e
166/2005.
Principais fatos: Decisões de primeira e segunda instâncias favoráveis à
Light SESA. Atualmente, aguarda-se o julgamento dos
Embargos de Declaração opostos pela Opportrans contra
o acórdão da apelação.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Inestimável.

Ação Cautelar e Ação Ordinária
Discussão sobre energia excedente de Itaipu
Processo nº 0031825-45.2001.4.01.3400
Juízo: 16ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 23 de novembro de 2001.
Partes do Processo: Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobrás
(“Eletrobrás”) em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”), Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) e outras.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa à declaração de titularidade para a Eletrobrás sobre
a chamada “energia excedente” de Itaipu, bem como lhe
seja autorizada a atuar como agente comercializador
dessa energia no Mercado Atacadista de Energia
Elétrica, e, ainda, que as rés sejam solidariamente
condenadas a ressarcir à Autora todas as perdas
financeiras sofridas em face da não contabilização e
faturamento desta energia.

Principais fatos: Decisões de primeira e segunda instâncias favoráveis à
Light SESA. Atualmente, aguardando o juízo de
admissibilidade do Recurso Especial interposto pela
Eletrobrás.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
no caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária c/ pedido de Tutela Antecipada
Processo n.º 0900182-96.2005.4.03.6100
Juízo: 26ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de São
Paulo.
Instância: 2º Instância.
Data de Instauração: 18 de fevereiro de 2005.
Partes do Processo: Light Serviços de Eletricidade S.A. em face do
Interventor do Banco Santos S/A e do Banco Central do
Brasil (“BACEN”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Aplicações financeiras, Compensação do CDB e RDB
com débito referente ao Contrato de Swap n.º 04c07730,
no valor de R$ 31.862.461,83 (trinta e um milhões,
oitocentos e sessenta e dois mil, quatrocentos e sessenta
e um reais e oitenta e três centavos)

Principais fatos: Em 02 de dezembro de 2005, foi publicada sentença
julgando extinto o processo, em razão da transação
efetuada pelas partes que proporcionou a compensação
pretendida. Em 15 de setembro de 2006, o Bacen
interpôs apelação contra a sentença proferida, visando
receber honorários advocatícios no valor de R$
3.000.000,00 (três milhões de reais).
Em 04 de julho de 2007, os autos foram remetidos ao
Tribunal Regional Federal da 3ª Região – São Paulo,
para julgamento da apelação interposta pelo Bacen.
Aguarda-se a apreciação do feito.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes


Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Rescisória – CSN
Processo nº 0002731-81.2011.8.19.0000
Juízo: 3ª Câmara Cível da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 25 de janeiro de 2011.
Partes do Processo: Companhia Siderúrgica Nacional em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”);
Companhia Energética de Minas Gerais (“CEMIG”) e
Centrais Elétricas de Santa Catarina (“CELESC”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A ação rescisória tem o objetivo de desconstituir o
acórdão proferido nos autos da ação de repetição de
indébito nº 1995.001.073862-2.
Principais fatos: Decisões de primeira e segunda instâncias favoráveis à
Light SESA. Aguarda-se julgamento do Recurso
Especial da CSN.
Chance de perda: Remota.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária – Danos Materiais
Processo n.º 0411528-12.2010.8.19.0001
Juízo: 7ª Vara Cível Comarca da Capital do Estado do Rio de
Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 09 de dezembro de 2010.
Partes do Processo: ALTM S.A. Tecnologia e Serviços de Manutenção e
ALTM Soluções Tecnologia e Serviços de Energia
Saneamento e Telecomunicações Ltda. em face da Light
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A Autora requer indenização alegando descumprimentos
contratuais por parte da Light SESA.
Principais fatos: Apresentada contestação pela Light SESA. Aguarda-se
produção de provas.
Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária – Interrupção no fornecimento de energia
Processo nº 0477418-58.2011.8.19.0001
Juízo: 39ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 09 de dezembro de 2011.
Partes do Processo: Companhia Siderúrgica Nacional em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia obter reparação dos prejuízos que lhe foram
causados em decorrência de interrupções no
fornecimento de energia elétrica (“Apagões”).
Principais fatos: Processo em fase de perícia. Após essa fase, será
proferida decisão de primeira instância.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ações Civis Públicas, Coletivas e Populares
Em 31 de março de 2014, havia 45 (quarenta e cinco) ações civis públicas, coletivas ou populares,
movidas em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) as quais a Light SESA entendia
relevantes. A Light SESA considera essas ações relevantes haja vista que ação civil pública é o instrumento
processual, previsto na Constituição Federal brasileira e em leis infraconstitucionais, de que podem se valer o
Ministério Público e outras entidades legitimadas para a defesa de interesses difusos (aqueles que pertencem a
um grupo, classe ou categoria indeterminável de pessoas, que são reunidas entre si pela mesma situação de
fato), interesses coletivos (aqueles que podem ser exercidos apenas comunitariamente, decorrendo de um
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

vínculo que une a todos) e os interesses individuais homogêneos (aqueles que pertencem a um grupo, classe ou
categoria determinável de pessoas, tem uma origem comum, e tem natureza divisível, ou seja, podem ser
quantificados e divididos entre os integrantes do grupo).
Portanto, eventual decisão desfavorável nessas ações atingiria elevado número de usuários do serviço de
energia elétrica. Não foi possível estimar o valor total envolvido nessas ações, em virtude de sua natureza.

Ação Civil Pública - Neutralidade da Parcela A
Processo nº 0028438-52.2009.4.02.5101
Juízo: 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de dezembro de 2009.
Partes do Processo: Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e outros.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Nulidade da cláusula de reajuste da tarifa de energia no
contrato de concessão (“Parcela A”). Devolução dos
valores eventualmente cobrados dos consumidores em
virtude do reajuste indevido. Valor inestimável.
Principais fatos: Declinada a competência em favor do Juízo da 3ª Vara
Federal de Minas Gerais, em razão de sua prevenção
quanto à ACP n° 2009.38.00.027553-4-MG. A União foi
incluída no polo passivo do processo. Apresentada
Contestação pela Advocacia Geral da União. Foi
indeferido o pedido de antecipação de tutela. Aguarda-se
decisão de instância superior.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Civil Pública - Interrupção de energia
Processo nº 0027226-93.2009.4.02.5101
Juízo: 16ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 01 de dezembro de 2009.
Partes do Processo: Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e outros.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Impedir a interrupção no fornecimento de energia
elétrica salvo em casos de emergência ou quando houver
aviso prévio aos consumidores, sob pena de multa pelo
descumprimento. Condenação da Agência Nacional de
Energia Elétrica a aplicar multa às concessionárias de
energia elétrica em virtude das constantes interrupções
no fornecimento de energia elétrica. Reparação dos
danos materiais e morais causados pelas interrupções
ocorridas após 10 de novembro de 2009.
Principais fatos: Aguardando manifestação do juízo para a produção de
provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Devolução da taxa mínima
Processo nº 0346929-98.2009.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 13 de novembro de 2009.
Partes do Processo: Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e outro.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pedido de devolução da tarifa mínima no período de
suspensão do fornecimento de energia elétrica ocorrido
em 10 de novembro de 2009. Obrigação de reparar
produtos danificados com o retorno da energia em
virtude de desequilíbrio na voltagem quando do retorno
da energia elétrica.
Principais fatos: Decisão de primeira instância extinguindo o processo
sem julgamento do mérito. Em sede de apelação, a
decisão de primeira instância foi revertida. Aguardando
acesso aos termos da referida decisão.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Falha no fornecimento
Processo nº 0000689-20.2008.8.19.0047
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Juízo: Vara Única da Comarca de Rio Claro, Estado do Rio de
Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 23 de setembro de 2008.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Não é possível estimar o valor envolvido. Requer o
Ministério Público reparação por danos morais por
suposta falha no fornecimento de energia elétrica no
bairro Estação de Lídice, no Município de Rio Claro.
Principais fatos: Sentença proferida condenando a Light SESA e o
Município de Rio Claro ao pagamento solidário no valor
de R$100.000,00 (cem mil reais). A Light SESA e o
Município de Rio Claro interpuseram Recurso de
Apelação. Foi negado provimento aos recursos da Light
SESA e do Município de Rio Claro. A Light SESA opôs
Embargos de Declaração contra a referida decisão, o
qual aguarda julgamento.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Civil Pública - Fornecimento de energia elétrica a Órgãos Públicos
Processo nº 0016646-48.2002.4.02.5101
Juízo: 15ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 29 de agosto de 2002.
Partes do Processo: Ministério Público Federal em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e Agência Nacional de
Energia Elétrica (“Aneel”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Impedir a suspensão do fornecimento de energia elétrica
a órgãos públicos federais, estaduais e municipais, e
empresas privadas que prestem serviço público.
Principais fatos: Decisão de primeira e segunda instâncias desfavoráveis à
Light SESA. Aguarda-se o juízo de admissibilidade dos
Recursos Especial e Extraordinário.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro
Valor Provisionado: Não há.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Civil Pública – Indenizatória por Interrupção
Processo nº 0293098-04.2010.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 14 de setembro de 2010.
Partes do Processo: União dos Comerciantes do Mercado Popular da
Uruguaiana e Adjacências em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização moral e material pelos supostos prejuízos
ocorridos em razão de interrupções do serviço no mês de
março de 2010.
Principais fatos: Após apresentação da defesa da Light SESA, a ação,
antes indenizatória, foi convertida em ação civil pública.
Atualmente a ação está em fase de provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Encargos financeiros do contrato
Processo nº 0222749-78.2007.8.19.0001
Juízo: 6ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 05 de dezembro de 2007.
Partes do Processo: Núcleo de Defesa do Consumidor (“NUDECON”) e
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e
Telemar Norte Leste S.A.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Legalidade da cobrança de encargos financeiros pela
Light SESA nos contratos de parcelamento de débito. Os
autores requerem a abstenção de celebração de contratos
ou cobranças oriundas de parcelamento de débito,
confissão de dívidas ou sobre outra denominação que
tenha por objeto o pagamento parcelado ou imediato de
saldo devedor de prestações em atrasos com encargos
financeiros de natureza remuneratória ou moratória, que
excedam a taxa de juros legal.
Principais fatos: Realizada perícia, aguarda-se prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Débito de Terceiro
Processo nº 0092148-52.2005.8.19.0001
Juízo: 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: Tribunais Superiores.
Data de Instauração: 26 de setembro de 2005.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Abstenção da Light SESA de impor a terceiros qualquer
obrigação pelos débitos relativos a anteriores ocupantes
do imóvel, e pagamento de indenização por danos
materiais e morais que a Light SESA tiver dado causa,
inclusive com a devolução em dobro das cobranças
efetuadas indevidamente.
Principais fatos: Decisão de primeira instância procedente. A Light SESA
interpôs recurso e o mesmo foi negado. A Light SESA
interpôs novos recursos. Negado provimento ao Recurso
Especial interposto pela Light SESA. Aguarda-se a
publicação do acórdão.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Cobrança de taxa de reaviso
Processo nº
0014574-16.2006.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 06 de junho de 2006.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Declaração de ilegalidade de cobrança de taxa de
reaviso; devolução dos valores das referidas taxas
cobradas; e pagamento de indenização por danos morais
e materiais sofridos pelos consumidores que pagaram tal
taxa.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Decisão de primeira instância favorável à Light SESA.
Interposto recurso pelo Ministério Público. Recurso
julgado procedente em parte para determinar que a Light
SESA se abstenha de cobrar o reaviso de débito, sob
pena de pagamento de multa diária de R$ 10.000,00 (dez
mil reais) e devolva, em dobro, os valores cobrados a
partir da edição da Resolução 456/00 da Agencia
Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”). Foi proferida
decisão ordenando o cumprimento da decisão. Contudo,
a Light SESA não efetuou cobrança dos valores que
foram objeto da ação. Em razão disso, não há obrigação
a ser cumprida pela Light SESA. Atualmente, aguarda-
se o prosseguimento do feito.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Não haverá impacto, pois a Light SESA não efetuou a
cobrança dos valores que foi condenada a devolver..
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Posto de atendimento
Processo nº 0000507-10.2003.8.19.0047
Juízo: Vara Única da Comarca de Rio Claro, Estado do Rio de
Janeiro.
Instância: Tribunais Superiores.
Data de Instauração: 22 de maio de 2003.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Requer a reabertura do posto de atendimento pessoal de
Rio Claro.
Principais fatos: Decisão de primeira instância desfavorável à Light
SESA. Houve interposição de recurso, o qual foi negado.
Interposto novo recurso (Recurso Especial) que se
encontra pendente de julgamento. Cumpre observar, no
entanto, que com a entrada em vigor da Resolução
ANEEL n° 414/2010, as distribuidoras foram obrigadas
a abrir postos de atendimento em todas as cidades
situadas em sua área de concessão, o que já fora atendido
pela Light SESA. Com isso, ainda que a decisão nesta
ação seja favorável à Light SESA, o resultado da ação
será inócuo. Atualmente, aguarda-se o julgamento do
Recurso Especial.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Não há, considerando que a Light já abriu o posto de
atendimento.
PÁGINA: 52 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Abertura de Posto de Atendimento
Processo nº 0000489-30.2004.8.19.0022
Juízo: Vara Única da Comarca de Engenheiro Paulo de Frontin,
Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 24 de novembro de 2004.
Partes do Processo: Associação Brasileira do Consumidor (“ABRACON”)
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Requer a abertura de posto de atendimento pessoal no
município de Engenheiro Paulo de Frontin e
recolhimento do valor de R$ 400.000,00 (quatrocentos
mil reais) ao Fundo Nacional de Direitos Difusos
(“FNDD”); e indenização a título de danos morais e
materiais aos consumidores que porventura foram
lesados.
Principais fatos: Decisão de primeira instância parcialmente procedente.
(i) improcedente o pedido de indenização a título de
danos morais e materiais, bem como o pedido de
recolhimento de quantia em favor do FNDD; (ii)
procedente quanto à abertura do posto de atendimento
pessoal. Houve interposição de recurso pela Light SESA,
mas o mesmo foi desprovido. Foi publicado despacho
determinando cumprimento do acórdão. A Light SESA
informou que a decisão já foi cumprida, pois já procedeu
à abertura do posto de atendimento pessoal. Autos foram
encaminhados novamente ao Ministério Público
informando acerca do cumprimento espontâneo da
obrigação de fazer. Aguarda-se o arquivamento do feito.
Chance de perda: Provável em relação à manutenção do posto de
atendimento no Município de Paulo de Frontin, e
Remota em relação ao pagamento de indenizações.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro
Valor Provisionado: Não há.

Ação Popular - Irregularidade na compra da Light
Processo nº. 0024.08.008.068-2
Juízo: 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual da Comarca de
Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.
Instância: 1ª Instância.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Data de Instauração: 07 de maio de 2008.
Partes do Processo: Marco Aurélio Flores Canone em face da Light S.A.
(“Light S.A.”); Light Serviços de Eletricidade S.A
(“Light SESA”) e outros.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa desconstituir a compra de participação societária na
Light S.A. pela Companhia Energética de Minas Gerais
(“CEMIG”) em consórcio com a Andrade Gutierrez
Concessões S.A., JLA Participações S.A. e Pactual
Energia Participações S.A que formaram o Grupo Rio
Minas Energia Participações S.A (“RME”).
Principais fatos: Em sede de Agravo de Instrumento, foi negado
provimento ao agravo interposto por Marco Aurélio
Flores Canone e não houve interposição de recurso.
Ainda não foram apresentadas as peças de defesa
(contestação) de todos os réus, em razão da ausência de
citação de alguns réus. A Light SESA e as outras
empresas do grupo, em fev/2014, renovaram o pedido
preliminar de ilegitimidade passiva dos réus. Aguarda-se
que seja proferido despacho sobre o referido pedido..

Chance de perda: Remota.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Alteração da composição societária da Light S.A.,
gerando impacto na sua imagem perante os investidores.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Coletiva - Irregularidade no Fornecimento de Energia Elétrica
Processo nº: 0160208-72.2008.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital - RJ.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de junho de 2008.
Partes do Processo: Associação Fluminense do Consumidor e Trabalhador
(“AFCONT”) em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Impedir o corte de fornecimento de energia elétrica,
realizado pela Light SESA a partir da verificação de
irregularidade nas unidades consumidoras.
Chances de Perda Possível.
Principais fatos: Sentença parcialmente procedente. A Light SESA
interpôs recurso de apelação. Aguarda-se julgamento do
recurso.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes


Ação Civil Pública – Irregularidade no Fornecimento de Energia Elétrica
Processo nº: 0108775-92.2009.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 05 de maio de 2009.
Partes do Processo: Núcleo de Defesa do Consumidor (“NUDECON”) em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia-se que a Light SESA se abstenha de suspender o
fornecimento de energia elétrica para os consumidores
com dívidas anteriores a 3 (três) meses da obrigação
corrente, bem como as oriundas de Termos de
Ocorrência de Irregularidade, sob pena de multa.
Principais fatos: Sentença parcialmente procedente. A Light SESA opôs
Embargos Declaratórios, que foram rejeitados. As partes
apresentaram recurso de apelação. Aguarda-se
julgamento do recurso.

Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Reajuste tarifário DNAE (Plano Cruzado)
Processo nº 0151009-07.2000.8.19.0001
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de agosto de 2006.
Partes do Processo: Sociedade de Defesa do Consumidor (“SDC”) em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ilegalidade do reajuste tarifário instituído pelas Portarias
38 e 45/86 do DNAEE. Devolução dos valores pagos a
maior.
Principais fatos: Iniciada a fase de liquidação (perícia contábil). Foi
apresentada impugnação ao laudo apresentado. Aguarda-
se decisão.
Chance de perda: Provável.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
PÁGINA: 55 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: R$ 3.393.744,00 (três milhões, trezentos e noventa e três
mil, setecentos e quarenta e quatro reais).

Ação Civil Pública – Reposicionamento Tarifário/2003
Processo nº 0029588-78.2003.4.02.5101
Juízo: 28ª Vara Federal da Secção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 19 de dezembro de 2003.
Partes do Processo: Ministério Público Federal em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Questiona o percentual de reposicionamento tarifário da
Light estabelecido pela Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) através da Resolução Aneel nº 591 de
06.11.2003.
Principais fatos: Decisão de primeira instância favorável à Light SESA.
Foi interposto recurso pelo Ministério Público, aguarda-
se julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Reposicionamento Tarifário/2003
Processo nº 0005444-69.2005.4.02.5101
Juízo: 28ª Vara Federal da Secção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 02 de março de 2005.
Partes do Processo: Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Questiona o percentual de reposicionamento tarifário da
Light SESA estabelecido pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (“Aneel”) através da Resolução Aneel
nº 591 de 06 de novembro de 2003.
Principais fatos: Decisão de primeira instância favorável à Light SESA.
Foi interposto recurso pelo Ministério Público, aguarda-
se julgamento.
Chance de perda: Possível.
PÁGINA: 56 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Reposicionamento Tarifário/2003
Processo nº 0021009-10.2004.4.02.5101
Juízo: 28ª Vara Federal da Secção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 28 de outubro de 2004.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Questiona o percentual de reposicionamento tarifário da
Light SESA estabelecido pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (“Aneel”) através da Resolução Aneel
n.º 591 de 06 de novembro de 2003.
Principais fatos: Decisão de primeira instância favorável à Light SESA.
Foi interposto recurso pelo Ministério Público, aguarda-
se julgamento.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Popular - Anulação de leilão
Processo nº 0016582-60.1998.4.03.6100
Juízo: 26ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo,
Estado de São Paulo.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 28 de abril de 1998.
Partes do Processo: Amarildo Bolito e outros em face da Agência Nacional
de Energia Elétrica (“Aneel”), Estado de São Paulo,
Conselho Diretor do Programa Estadual de
Desestatização, Secretário Estadual de Energia, Ângelo
Andrea Matarazzo, Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) e Lightgás Ltda.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Anulação definitiva do leilão/privatização da Eletropaulo
Metropolitana Eletricidade.
Principais fatos: Ação improcedente. Apresentado recurso ao Tribunal
Regional Federal da 3ª Região pelos autores. Aguarda-se
julgamento.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Anulação do leilão de privatização da Eletropaulo.
Valor Provisionado: Não há valor econômico envolvido.

Ação Civil Pública – Neutralidade da Parcela A
Processo nº 0020848-87.2010.4.02.5101
Juízo: 28ª Vara Federal da Secção Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 17 de novembro de 2010.
Partes do Processo: Ministério Público Federal em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”), Ampla e Agência
Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Alteração na fórmula de reajuste do Contrato de
Concessão e devolução dos valores pagos a maior pelos
consumidores.
Principais fatos: A Light SESA foi intimada a se manifestar sobre o
pedido de liminar apresentado pelo Ministério Público.
A liminar apresentada pelo Ministério Público foi
indeferida. A Light SESA apresentou sua contestação,
aguarda-se prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública - Eficiência do Serviço de Atendimento ao Cliente
Processo nº 0306470-20.2010.8.19.0001
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 24 de setembro de 2010.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Prestação de Serviço de Atendimento ao Cliente de
forma eficiente, em observância ao disposto no Decreto
nº 6.523/08 ao Código de Defesa do Consumidor e da
Portaria 2014/08, do Ministério da Justiça.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Proferida sentença parcialmente procedente. Aguarda-se
o julgamento do recurso de apelação da Light SESA.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto procedimental.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Coletiva – ADIC
Processo n.º 2009.38.00.027553-0
Juízo: 3ª Vara da Seção Judiciária de Minas Gerais.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 20 de outubro de 2009.
Partes do Processo: Associação de Defesa de Interesses Coletivos (“ADIC”)
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”) e outras 44 distribuidoras.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Inestimável.
(Autora atribuiu à causa o valor de R$ 6.000.000.000,00,
que foi objeto de Impugnação ao Valor da Causa ainda
não apreciada pelo Juízo).
Principais fatos: Foi admitido ingresso do Ministério Público Federal
(“MPF”) e da Defensoria Pública da União (“DPU”) no
feito como litisconsorte ativo. Foi indeferido o ingresso
da União no feito como litisconsorte passivo.
Apresentada a contestação e impugnação ao valor da
causa pela Light SESA e outros. Foi interposto agravo de
instrumento pela Light SESA, e outros, questionando a
competência do Juízo e pela admissão da União no feito
convertido em retido. Foi interposto pedido de
reconsideração/agravo regimental. Foi impetrado
mandado de segurança pela Light SESA contra decisão
que converteu o agravo de instrumento em agravo retido.
Cumpre ressaltar que embora a chance de perda seja
possível, em relação à Light SESA, há legislação e
jurisprudência consolidada no sentido da incompetência
da Justiça Federal de Minas Gerais.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Civil Pública – Reserva Global de Reversão
Processo nº 0412716-06.2011.8.19.0001
Juízo: 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 18 de novembro de 2011.
Partes do Processo: Associação Brasileira de Assessoria e Planejamento
Tributário Fiscal e Proteção aos direitos do Consumidor e
Contribuinte (“ABAPLAT”) em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Questionamento quanto ao percentual e prorrogação da
Reserva Global de Reversão.
Principais fatos: A Light SESA apresentou contestação. Declínio de
competência para 1ª Vara Empresarial. Apresentada a
réplica pela parte autora. Atualmente, aguarda-se a
manifestação da ANEEL, em resposta ao Ofício do Juízo
encaminhado à agência reguladora.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Civil Pública – Medidores Eletrônicos
Processo nº 0036380-97.2012.8.19.0001
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 1º de fevereiro de 2012.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Obstar a instalação de novos medidores eletrônicos,
retirar aqueles já instalados e impedir a suspensão do
fornecimento em razão dos registros feitos através da
medição digital.
Principais fatos: Contestação apresentada. Manifestação das partes sobre
as provas que pretendem produzir. Proferida decisão que
indeferiu a inversão do ônus da prova, deferiu a
produção de prova pericial e determinou a publicação de
Edital. Aguarda-se o prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto procedimental e financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Câmaras Subterrâneas – Explosões
Processo n.º 0101795-61.2011.8.19.0001
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 06 de abril de 2011.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e
Companhia Distribuidora de Gás do Estado do Rio de
Janeiro (“CEG”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação Civil Coletiva, discutindo os incidentes ocorridos
nas câmaras subterrâneas da Light SESA.
Principais fatos: Homologada a transação do termo de compromisso
firmado entre a Light SESA e o Ministério Público, bem
como do termo firmado entre a CEG e o Ministério
Público. Atualmente, está em fase de impugnação ao
cumprimento de sentença.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Vazamento de óleo na Lagoa
Processo nº 0212597-92.2012.8.19.0001
Juízo: 32ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 01 de junho de 2012.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação Civil Pública discutindo acerca do vazamento de
óleo na Lagoa Rodrigo de Freitas por ocasião de uma
manutenção em um gerador. O Ministério Público requer
indenização por danos morais e ambientais
caracterizados, instalação de bacias de contenção de
substâncias poluentes e/ou medidas preventivas para
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

impedir eventuais vazamentos.
Principais fatos: Contestação apresentada pela Light SESA. Atualmente,
o processo encontra-se em fase de provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Medidores Eletrônicos
Processo nº 0006326-17.2013.8.19.0001
Juízo: 5ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do
Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 09 de janeiro de 2013.
Partes do Processo: Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia que a Light SESA seja compelida a “refaturar”
todas as faturas dos consumidores que fizerem
reclamações sobre erros grosseiros ou que tiverem
alterações exorbitantes nas médias de consumo; que
informar ao juízo os consumidores mencionados
anteriormente que tenham tido seus medidores
analógicos substituídos por medidores digitais; que
reveja todas as instalações externas da rede de energia
elétrica até a residência dos consumidores que receberam
o medidor digital; que ressarça em dobro aos
consumidores pelos danos causados referente ao valor
que ultrapassar a média calculada; e, danos morais e
materiais coletivos.
Principais fatos: Após a apresentação da contestação pela Light SESA, os
autos foram remetidos ao Ministério Público.
Atualmente, o processo está em fase de provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Civil Pública – Medidores Eletrônicos
Processo nº 0005907-86.2013.8.19.0036
Juízo: 2ª Vara Cível da Comarca de Nilópolis.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 04 de abril de 2013.
Partes do Processo: Município de Nilópolis em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Problemas gerados a consumidores em razão da
instalação de medidores eletrônicos de consumo de
energia em localidades dentro do Município de
Nilópolis.
Principais fatos: Após a apresentação da contestação pela Light SESA, os
autos foram remetidos ao Ministério Público.
Atualmente o processo está em fase de provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Áreas Irregulares
Processo nº 0299783-27.2010.8.19.0001
Juízo: 2ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital do
Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 28 de setembro de 2012.
Partes do Processo: Núcleo de Defesa do Consumidor (“NUDECON”) em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”) e Companhia Estadual de Água e Esgoto do Rio
de Janeiro (“CEDAE”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A autora alegou que a comunidade conhecida como
“Morada 2001”, localizada no bairro Paciência, se
ressente da prestação dos serviços essenciais de
distribuição de água e esgoto, por parte da CEDAE, bem
como de fornecimento de energia elétrica, por parte da
Light SESA, empresas responsáveis, exclusivamente,
pela exploração destas atividades no Município do Rio
de Janeiro. Requer a regularização do fornecimento.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Contestação apresentada pela Light SESA. Aguarda-se
manifestação do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto procedimental e financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Qualidade do serviço prestado no Município de Rio Claro
Processo nº0000918-04.2013.8.19.0047
Juízo: Vara Única da Comarca de Rio Claro – RJ.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 22 de julho de 2013.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação proposta com o objetivo de condenar a Light a
apresentar e cumprir planos de reestruturação da rede
elétrica do Município de Rio Claro.
Principais fatos: Proferida decisão que concedeu em parte a antecipação
dos efeitos da tutela e determinou que a Light
apresentasse projeto que identificasse as causas e
soluções necessárias para sanar em definitivo os
problemas existentes na rede elétrica do Município. A
Light cumpriu a decisão. Aguarda-se prosseguimento do
feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Falta de água em razão da interrupção de energia
Processo nº 0106501-19.2013.8.19.0001
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital – RJ.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de abril de 2013.
Partes do Processo: Associação Nacional para Exigência de Cumprimento
das Obrigações Legais – ANECOL em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação proposta em razão de alegada falha na prestação do
serviço público de fornecimento de água em razão da
interrupção do fornecimento de energia elétrica.
Principais fatos: Tutela antecipada indeferida. Recentemente foi proferido
despacho para que as partes se manifestassem sobre o
interesse na realização de audiência de conciliação e na
produção de provas.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e de imagem.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Poda de Árvore
Processo nº 0419724-63.2013.8.19.0001
Juízo: 6ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital.
Instância: 1ª instância.
Data de Instauração: 06 de dezembro de 2013.
Partes do Processo: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Insuficiência e inadequação na prestação do serviço
público municipal de poda de árvores em logradouros
públicos.
Principais fatos: Protocolada contestação da Light SESA. Aguarda-se
prosseguimento do feito
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Civil Pública – Aviso Prévio quando da Interrupção Programada
Processo nº 0029428-34.2014.8.19.0001
Juízo: 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 29 de janeiro de 2014.
Partes do Processo: Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do
Estado do Rio de Janeiro – PROCON em face da Light
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Falhas nos procedimentos adotados pela Light SESA
quando da interrupção programada.
Principais fatos: Tutela antecipada não concedida. Aguardamos o
prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro e procedimental.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ação Civil Pública – Contribuição de Iluminação Pública
Processo nº 0008007-38.2007.4.02.5110
Juízo: 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 25 de fevereiro de 2008.
Partes do Processo: Ministério Público Federal em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Emissão das faturas de energia com dois códigos de
barra, uma para pagamento relativo ao fornecimento de
energia elétrica e outro referente à Contribuição de
Iluminação Pública, que só poderá ser cobrada com
anuência prévia do consumidor.
Principais fatos: Decisão de primeiro grau desfavorável à Light SESA.
Aguardando julgamento do recurso de apelação.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto procedimental.
Valor Provisionado: Não há.


Ações de Responsabilidade Civil
A Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) figura como ré em ações propostas por vítimas
e/ou por sucessores de vítimas de acidentes envolvendo a sua rede de eletricidade e/ou a prestação do serviço,
pelas mais diversas causas. Os advogados da Companhia consideram, dentre as ações existentes, como mais
relevantes as seguintes ações:
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes


Ação Ordinária – Acidente – Queda de Poste
Processo n.º 2008.001.355546-1
Juízo: 16ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 29 de outubro de 2008
Partes do Processo: Ana Lucia Ribeiro Alves e Wellington De Jesus Almeida
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Estimado em R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais).
Requer indenização em razão da queda de um poste da
Light SESA nos autores que provocou queimaduras em
ambos e a amputação de uma das pernas da primeira
autora.
Principais fatos: Foi apresentada impugnação ao laudo pericial.
Chance de perda: Provável.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais).

Ação Ordinária - Acidente sem morte
Processo nº 2004.008.007058-5
Juízo: 1ª Vara Cível da Comarca de Belford Roxo, Estado do
Rio Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de setembro de 2004.
Partes do Processo: Givaldo dos Santos em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”)
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Indenização no valor estimado de R$1.445.020,00 (um
milhão, quatrocentos e quarenta e cinco mil e vinte reais)
em razão de acidente ocorrido quando o autor exercendo
sua profissão de pedreiro encostou-se a uma régua
metálica de 1 (um) metro de comprimento, levando uma
descarga elétrica que ocasionou amputação de seu
membro superior esquerdo (braço), queimaduras de 3º
grau em 18% de seu corpo, lesão do nervo tibial das
pernas.
Principais fatos: Foi realizada perícia médica. Aguarda-se
esclarecimentos acerca da perícia médica realizada.
Chance de perda: Provável
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.572.280,00 (um milhão, quinhentos e setenta e dois
mil duzentos e oitenta reais).

Ação Ordinária – Acidente com Morte
Processo n.º 0003302-03.2009.8.19.0039
Juízo: Vara Única da Comarca de Paracambi, Estado do Rio de
Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de novembro de 2009.
Partes do Processo: Ruliane Aparecida de Paula Andrade, Raphaela Darc de
Paula Andrade, Raphael Salvador de Andrade Filho em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (Light
SESA).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pensão mensal em razão do falecimento do Sr. Raphael,
marido e pai dos autores, no equivalente a 2,61 salários
mínimos, ou ainda, uma indenização única, no valor de
R$ 593.318,37 (quinhentos e noventa e três mil,
trezentos e dezoito reais e trinta e sete centavos), bem
como indenização por danos morais, no valor de 600
salários mínimos.

Valor total: R$ 1.046.782,00 (hum milhão, quarenta e
seis mil, setecentos e oitenta e dois reais), já inclusos os
honorários advocatícios.
Principais fatos: A Light SESA apresentou a sua defesa. Audiência
realizada sem conciliação entre as partes. Aguarda-se a
intimação para oitiva de testemunha.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 900.000,00 (novecentos mil reais).


Ação de Indenização – Acidente sem Morte
Processo n.º 0428126-41.2010.8.19.0001
Juízo: 52ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1º grau.
Data de Instauração: 16 de dezembro de 2010.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Silas Belisário Oliveira e Geovana Tenório de Oliveira
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Alegam os autores, marido e mulher, que no dia 17 de
fevereiro de 2010, ao retornarem de um sítio localizado
na cidade de Piraí, pararam o veículo que era dirigido
pelo 1º autor, com a finalidade de retirar alguns galhos
de uma árvore que estava obstruindo a passagem na
estrada, e ao encostar-se a um galho que estava caído na
estrada, o 1º autor sofreu um choque, em razão de um fio
de alta tensão que estava emaranhado na árvore. Alegam,
ainda, que ao tentar salvar o 1º autor da descarga
elétrica, a 2ª autora também sofreu um forte choque, que
lhe causaram diversas queimaduras. Narra a inicial, que
os galhos caíram na estrada em razão de fortes chuvas
ocorridas nos dias que antecederam o acidente.

Os autores pleiteiam, em sede de antecipação de tutela,
uma pensão mensal equivalente a 3,65 salários mínimos,
referentes à perda salarial do 1º autor, bem como o
pagamento do sinal para a aquisição de uma prótese do
tipo “mão biônica”, que de acordo com orçamento
acostado aos autos, custa aproximadamente R$
250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais).

Em sede de pedidos finais condenatórios, requerem: (i) o
pagamento de uma pensão mensal, em valor equivalente
a 4,75 salários mínimos, mais as verbas trabalhistas de
praxe; (ii) uma indenização por danos materiais,
equivalente a R$ 820,57 (oitocentos e vinte reais e
cinquenta e sete centavos) por mês, em montante a ser
apurado em liquidação de sentença; (iii) a reparação dos
danos morais e estéticos sofridos pelo 1º autor, no valor
de R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais); (iv) a reparação
por danos morais sofridos pela 2ª autora, no valor de R$
100.000,00 (cem mil reais); (v) o custeio de uma prótese
do tipo “mão biônica”, inclusive com o pagamento das
sessões de treinamento para o uso da aludida prótese; e
(vi) a condenação da ré ao pagamento das custas
processuais e verbas de sucumbência.

Valor total dos pedidos (excluindo o pagamento da
pensão mensal e considerando 10 (dez) meses de danos
materiais): R$ 1.389.846,80 (hum milhão, trezentos e
oitenta e nove mil, oitocentos e quarenta e seis reais e
oitenta centavos), já inclusos os honorários advocatícios.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Apresentada a defesa pela Light SESA. Aguarda-se a
produção de provas.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$739.846,80 (setecentos e trinta e nove mil, oitocentos
e quarenta e seis reais e oitenta centavos).

Ação Indenizatória – Danos Morais
Processo n.º 2213605-44.2011.8.19.0021
Juízo: 7ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 03 de agosto de 2011.
Partes do Processo: Fabrícia Gomes da Silva e outros em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação Indenizatória de responsabilidade civil proposta
em face da Light SESA e da Concessionária Nova Dutra
S/A., na qual alegam as autoras, que no dia 04/08/2008,
o sr. Willian Cícero Fernandes Eler foi atropelado por
um veículo de propriedade da Light SESA.
Principais fatos: Apresentada defesa pela Light SESA. Apresentação da
réplica pela parte autora e deferido requerimento de
denunciação da lide à Concessionária Rodovia
Presidente Dutra.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 600.000,00

Ação Ordinária – Acidente com morte
Processo nº 0281541-49.2012.8.19.0001
Juízo: 33ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro
Instância: 1ª Instância
Data de Instauração: 19 de julho de 2012.
Partes do Processo: Jaqueline Ferreira Sanabio e outros em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pensão mensal, danos morais e danos materiais em
decorrência do falecimento de Yuri Ferreira da Cruz por
descarga elétrica.
Principais fatos: Apresentada Contestação pela Light SESA. Aguarda-se
o prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$2.319.296,00 (dois milhões, trezentos e dezenove mil
e duzentos e noventa e seis reais).

Ação Ordinária – Acidente com morte
Processo nº 0215308-70.2012.8.19.0001
Juízo: 45ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio
de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 05 de junho de 2012.
Partes do Processo: Ana Cristina do Nascimento Rosas e outros em face da
Light Serviços Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pensão mensal, danos morais e matérias em decorrência
de um acidente de trânsito que ocasionou o falecimento
do Senhor Nilton Lopes Rosas, quando um funcionário
que utilizava o carro da LIGHT à serviço, colidiu com a
vítima.
Principais fatos: Apresentada Contestação pela Light SESA. Aguarda-se
o prosseguimento do feito.
Chance de perda: Provável.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$918.000,00 (novecentos e dezoito reais).


Ações Arguindo a I nconstitucionalidade de Leis Estaduais
A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) considera relevantes as ações onde se discute a
competência da União Federal para legislar sobre energia elétrica, ressaltada a legitimidade da Agência Nacional
de Energia Elétrica (“Aneel”), para editar as resoluções técnicas e regulamentares próprias. Nenhum outro Ente
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Federado está legitimado pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 para legislar a respeito de
energia elétrica. Segue descrição dessas ações.

Ação Ordinária - Declaração de inconstitucionalidade da Lei nº 5.340/2008
Processo nº 0109068-62.2009.8.19.0001
Juízo: 9ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital do
Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 05 de maio de 2009.
Partes do Processo: Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) e
outros em face do Estado do Rio de Janeiro (“Estado”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pedido de declaração incidental de inconstitucionalidade
da Lei Estadual nº 5.340/2008 (que impõe, às
concessionárias dos serviços público de fornecimento de
energia elétrica e telefonia, a obrigação de modificação
da instalação aérea de cabos por instalação subterrânea)
e de abstenção do Estado na aplicação de qualquer tipo
de sanção contra o descumprimento da aludida lei. O
valor do litígio é inestimável.
Principais fatos: Proferida sentença, julgando procedente o pedido das
autoras, entre elas a Light SESA, declarando a
inconstitucionalidade da Lei nº 5.340/08. As partes
interpuseram Recurso de Apelação. Negado seguimento
aos recursos interpostos, sendo mantida integralmente a
sentença. Aguarda-se o prosseguimento do feito.
Chance de perda: Remota.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Ação Ordinária - Suspensão dos efeitos da Lei nº 4.724/2006
Processo nº 2006.001.075292-4
Juízo: 7ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital do
Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 08 de junho de 2006.
Partes do Processo: Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”),
Companhia de Eletricidade do Estado do Rio de Janeiro
(“Ampla”) e Companhia de Eletricidade de Nova
Friburgo (“CENF”) em face do Estado do Rio de Janeiro
(“Estado”).
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Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Ação visa a suspensão dos efeitos da Lei Estadual nº
4.724/2006, garantindo-se, assim, a validade das
vistorias realizadas e os correlatos laudos de vistoria
elaborados pelas autoras, bem como a desoneração das
mesmas, em definitivo, de todas e quaisquer sanções,
ônus, responsabilidades e cominações em razão das
aferições de consumo realizadas.
Principais fatos: Decisão de primeira instância favorável às autoras. O
Estado recorreu da decisão. Julgado recurso interposto
pelo Estado julgando improcedente a apelação e
declarando pela inconstitucionalidade. Aguarda-se
prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Processos Tributários
Em 31 de março de 2014, a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) figurava como parte em
aproximadamente 1096 (um mil e noventa e seis) processos administrativos e judiciais dessa natureza, no valor
de R$ 5.830.500.000,00 (cinco bilhões, oitocentos e trinta milhões e quinhentos mil reais) dos quais R$
245.847.000,00 (duzentos e quarenta e cinco milhões e oitocentos e quarenta e sete mil reais) encontravam-se
provisionados em 31 de março de 2014.
Dentre os processos administrativos e judiciais tributários em que a Light SESA figura no polo passivo
ou ativo, destacamos abaixo os de maior relevância para os negócios da Light S.A. ou de suas controladas e que
não estão sob sigilo:

Imposto Sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(“ICMS”) – Ativo Fixo – Processo Administrativo nº E-34/59213/2005 e
Mandado de Segurança nº 2000.001.012013-0).
Juízo: Processo Administrativo: Secretaria de Fazenda do
Estado do Rio de Janeiro.
Mandado de Segurança: 11ª Vara de Fazenda Pública
da Comarca da Capital – RJ.
Instância: Processo Administrativo: 2ª Instância.
Mandado de Segurança: Supremo Tribunal Federal.
Data de Instauração: Processo Administrativo: 25 de novembro de 2005.
Mandado de Segurança: 27 de janeiro de 2000.
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Partes do Processo: Processo Administrativo: Secretaria de Estado de
Fazenda do Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Mandado de Segurança: Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) em face do Superintendente
Estadual de Fiscalização da Secretaria de Estado da
Fazenda.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 229.400.000,00 (duzentos e vinte e nove milhões e
quatrocentos mil reais).
Processo Administrativo: Trata-se de impugnação ao
auto de infração, o qual autuou a Light SESA por
apropriação dos créditos do ICMS oriundos da aquisição
de bens destinados ao ativo fixo.
Mandado de Segurança: Afastamento da limitação
imposta pela Lei n° 3.188/99, que, entre outras
disposições, em seu artigo 2°, limitou o direito dos
contribuintes do ICMS de utilizarem os créditos gerados
na aquisição de bens destinados a integrar o ativo fixo.
Principais fatos: Processo Administrativo: Aguardando julgamento de 2ª
instância, tendo em vista que em 1ª instância foi
declarado que houve perda do objeto da impugnação da
Light SESA, por considerar concomitância da via
administrativa com a judicial em razão da impetração do
mandado de segurança.
Mandado de Segurança: Sentença favorável à Light
SESA, concedendo a segurança. Interposto Recurso de
Apelação pelo Estado do Rio de Janeiro, ao qual foi
dado provimento. Interpostos Recurso Especial
(“RESP”) e Extraordinário (“RE”) pela Light SESA,
sendo que somente o RE foi admitido. Aguardando
julgamento do RE.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 130.800.000,00 (cento e trinta milhões e oitocentos
mil reais). O processo foi provisionado parcialmente em
razão do efeito intertemporal, ou seja, somente foram
provisionados os valores correspondentes a juros e
multa, uma vez que o valor do principal já teria sido
integralmente aproveitado (respeitando a limitação
temporal para apropriação do crédito imposto pela Lei
3188/99).

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Imposto Sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(“ICMS”) - Subvenção Baixa-Renda – Processos Administrativos n.ºs E-
34/059.150/2004 e E-04/054.753/2011
Juízo: Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de outubro de 2004 e 15 de setembro de 2011.
Partes do Processo: Estado do Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 131.100.000,00 (cento e trinta e um milhões e cem
mil reais). Discute-se a incidência de ICMS sobre os
valores da subvenção econômica direcionada aos
consumidores de energia da subclasse baixa-renda
oriundos do Fundo de Reserva Global de Reversão.
Principais fatos: Processo E-34/059.150/2004: Foi dado parcial
provimento ao Recurso Voluntário da LIGHT para
afastar a tributação da faixa de consumo até 50 kWh
(isenta de imposto), aguarda-se intimação da decisão.

Processo E-04/054.753/2011: Decisão de 1ª instância
desfavorável. Interposto recurso ao Conselho de
Contribuintes, onde restou determinado a baixa do
processo à 1ª instância administrativa para diligência.
Encontra-se em fase de perícia.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Imposto Sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(“ICMS”) – Rheem Embalagens Ltda. – Processo nº E-04/892.090/99.
Juízo: Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 22 de março de 1999.
Partes do Processo: Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 145.900.000,00 (cento e quarenta e cinco milhões e
novecentos mil reais). Trata-se de autuação decorrente
da utilização pela Light SESA de créditos acumulados de
ICMS adquiridos da Rheem Embalagens Ltda. para
utilização na compra de matérias-primas e insumos
dentro do Estado do Rio de Janeiro.
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Principais fatos: Julgada improcedente a Impugnação da Light SESA.
Interposto Recurso Voluntário, ao qual foi negado
provimento. Interposto Recurso ao Pleno, ao qual
também foi negado provimento. Aguarda-se intimação
desta decisão para opormos embargos de declaração..
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Contribuição Previdenciária – Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) E
Participação nos Lucros - Execução Fiscal nº 2001.51.01.522696-9
Juízo: 8ª Vara Federal de Execuções Fiscais da Comarca da
Capital - RJ.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 10 de abril de 2001.
Partes do Processo: Instituto Nacional de Seguridade Social (“INSS”) /
União Federal em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 33.294.045,84 (trinta e três milhões, duzentos e
noventa e quatro mil, quarenta e cinco reais e oitenta e
quatro centavos). Trata-se da anulação da Notificação
Fiscal de Lançamento de Débito (“NFLD”) nº.
35.065.291-0 – Contribuição Previdenciária sobre SAT e
pagamentos efetuados aos empregados sob o título de
participação nos lucros ou resultados.
Principais fatos: A presente Execução Fiscal encontra-se integralmente
garantida por fiança bancária. No entanto, a Fazenda
requereu e o juiz concedeu a penhora on line da conta da
LIGHT em 28 MM. Quanto ao mérito, aguarda-se
julgamento em 1ª instância dos Embargos à Execução.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 33.294.045,84 (trinta e três milhões, duzentos e
noventa e quatro mil, quarenta e cinco reais e oitenta e
quatro centavos).

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Contribuição ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público
(“PASEP”) - Compensação com Contribuição ao Programa de Integração Social
(“PIS”) – Ação Ordinária nº 95.0000938-2, Processo Administrativo nº
15374.002130/2006-18, Mandado de Segurança nº 2007.51.01.015162-3, e
Execução Fiscal nº 2007.51.01.519992-0 e Mandado de Segurança nº
2011.51.01.008684-1.
Juízo: Ação Ordinária: 18ª Vara Federal da Seção Judiciária
do Rio de Janeiro.
Processo Administrativo: Delegacia da Receita Federal
do Brasil.
Mandado de Segurança: 8ª Vara Federal da Seção
Judiciária do Rio de Janeiro.
Execução Fiscal: 7ª Vara Federal de Execuções Fiscais
da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.
Mandado de Segurança: 24ª Vara Federal da Seção
Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: Ação Ordinária: 2ª instância.
Processo Administrativo: 2ª instância.
Mandado de Segurança: Superior Tribunal de Justiça.
Execução Fiscal: 1ª instância.
Mandado de Segurança: 1ª instância.
Data de Instauração: Ação Ordinária: 18 de janeiro de 1995
Processo Administrativo: 30 de abril de 2007.
Mandado de Segurança: 14 de junho de 2007.
Execução Fiscal: 06 de julho de 2007.
Mandado de Segurança: 21 de junho de 2011.
Partes do Processo: Ação Ordinária: Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) em face da União Federal.
Processo Administrativo: Delegado da Receita Federal
no Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Mandado de Segurança: Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) em face do Delegado da Receita
Federal no Rio de Janeiro.
Execução Fiscal: Fazenda Nacional em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Mandado de Segurança: Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) em face do Delegado da Receita
Federal no Rio de Janeiro.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 274.400.000,00 (duzentos e setenta e quatro milhões
e quatrocentos mil reais).
Ação ordinária: Visa a declaração de
inconstitucionalidade dos Decretos-lei nºs 2.445/88 e
2.449/88 e, como consequência, o reconhecimento do
direito da Light SESA em compensar as quantias pagas
indevidamente a título de PASEP.
Processo Administrativo: Foi glosada a compensação
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efetuada pela Light SESA quanto aos créditos de PASEP
dos períodos de agosto de 1988 a setembro de 1995.
Mandado de Segurança: Visa que a manifestação de
inconformidade apresentada nos autos do Processo
Administrativo seja processada e julgada.
Execução Fiscal: Foi ajuizada indevidamente pela
Fazenda, já que o processo administrativo ainda se
encontra em curso.
Mandado de Segurança: Afastamento do ato coator
consubstanciado na negativa da autoridade coatora em
expedir a Certidão de Regularidade fiscal da Light até o
transito em julgado da discussão administrativa.
Principais fatos: Ação ordinária: Ação Transitada em julgado
favoravelmente à Light, no sentido de reconhecer o
direito da Light SESA à compensação dos valores de
PASEP com débitos de PIS, na medida em que a Light
SESA não é mais contribuinte do PASEP.
Processo Administrativo: Decisão de 1ª instância
administrativa desfavorável à Light SESA. Aguarda-se
julgamento do Recurso interposto pela Light SESA em
2ª instância administrativa. Decisão determinando a
baixa do processo à 1ª instância para realização de
perícia para apuração do crédito.
Mandado de Segurança: Proferida sentença julgando
extinto o processo por perda do objeto. Interposto
Recurso de Apelação pela Light com pedido de efeito
suspensivo.
Execução Fiscal: Encontra-se suspensa aguardando
desfecho do processo administrativo.
Mandado de Segurança: Proferida sentença denegando
a segurança. Interposto Recurso de Apelação que foi
provido para assegurar que o Recurso Administrativo
seja julgado.
Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Descumprimento de Obrigação Acessória - Instrução Normativa nº 86/01 -
Processo Administrativo nº 10707.000751/2007-15
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 13 de junho de 2007.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal do Brasil em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 314.000.000,00 (trezentos e quatorze milhões de
reais). Auto de infração lavrado para cobrança de multa
pelo suposto descumprimento de obrigação acessória,
relacionada à entrega dos arquivos eletrônicos, no
formato previsto na Instrução Normativa nº 86/2001,
referentes aos anos-calendário de 2003 a 2005.
Principais fatos: Decisão de 1ª instância administrativa desfavorável.
Interposto recurso pela Light SESA à 2ª instância
administrativa, ao qual foi negado provimento por voto
de qualidade. Interposto Recurso pela Light SESA à
Câmara Superior, ao qual também foi negado
provimento. Opostos Embargos de Declaração que
aguarda julgamento.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Glosa de Compensação da Contribuição ao Fundo de Investimento Social
(“FINSOCIAL”) com Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(“COFINS”) – Processo Administrativo nº 12142.000286/2007-72, Processo
Administrativo nº 12142.000185/2008-82 e Mandado de Segurança nº
2008.51.01.022485-0.
Juízo: Processos Administrativos: Delegacia da Receita
Federal do Brasil.
Mandado de Segurança: 1ª Vara Federal da Seção
Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: Processos Administrativos: 2ª instância.
Mandado de Segurança: 2ª instância.
Data de Instauração: Processos Administrativos: 18 de novembro de 2008.
Mandado de Segurança: 24 de novembro de 2008.
Partes do Processo: Processos Administrativos: Delegado da Receita
Federal em face da Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”).
Mandado de Segurança: Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) em face do Delegado da Receita
Federal no Rio de Janeiro.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 174.900.000,00 (cento e setenta e quatro milhões e
novecentos mil reais).
Processos Administrativos: Glosa de compensação
efetuada pela Light SESA, na qual se utilizou de créditos
decorrentes do recolhimento indevido de FINSOCIAL
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(créditos estes reconhecidos por decisão judicial
transitada em julgado nos autos de processos judiciais
para fins de quitação de débitos de COFINS).
Mandado de Segurança: Visa apenas o processamento
e julgamento da manifestação de inconformidade
apresentada no Processo Administrativo nº
12142.000185/2008-82. Com relação ao Processo
Administrativo nº 12142.000286/2007-72, não foi
necessária impetração de Mandado de Segurança.
Principais fatos: Processos Administrativos: Julgadas improcedentes as
manifestações de Inconformidade apresentadas pela
Light SESA. Interpostos Recursos Voluntários pela
Light SESA. Foi dado provimento a um dos Recursos
Voluntários. O outro aguarda julgamento.
Mandado de Segurança: Sentença favorável à Light
SESA. Interposto Recurso de Apelação pela União
Federal, ao qual aguarda julgamento.
Chance de perda: Remota
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Glosa de Compensação de Saldo Negativo de Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido (“CSLL”) Com a Contribuição para o Financiamento da Seguridade
Social (“COFINS”) - Processo Administrativo n.º 10768.020295/99-35 e
Mandado de Segurança nº 2009.51.01.025500-0.
Juízo: Processo Administrativo: Receita Federal do Brasil.
Mandado de Segurança: 11ª Vara Federal da Seção
Judiciária do Rio de Janeiro.
Instância: Processo Administrativo: 2ª instância.
Mandado de Segurança: 2ª instância
Data de Instauração: Processo Administrativo: 27 de outubro de 2009.
Mandado de Segurança: 05 de novembro de 2009.
Partes do Processo: Mandado de Segurança: Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) em face do Delegado da Receita
Federal do Brasil.
Processo Administrativo: Secretaria da Receita Federal
em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
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Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 32.200.000,00 (trinta e dois milhões e duzentos mil
reais).
Processo Administrativo: Glosa de compensação
efetuada pela Light SESA, na qual se utilizou de saldo
negativo de CSLL apurado no ano calendário de 1998
para fins de quitação de débitos de COFINS.
Mandado de Segurança: Visa apenas o processamento
e julgamento da manifestação de inconformidade
apresentada pela Light SESA no processo
administrativo.
Principais fatos: Processo Administrativo: Decisão de 1ª instância
administrativa desfavorável. Aguarda-se julgamento do
Recurso interposto pela Light SESA.
Mandado de Segurança: Sentença favorável à Light
SESA. A União interpôs Recurso de Apelação, ao qual
foi negado provimento. Aguarda-se julgamento do
Recurso da União perante o STJ.
Chance de perda: Possível
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Contribuição ao INCRA – Ação Rescisória nº 2010.02.01.006714-1
Juízo: 2ª Seção do Tribunal Regional Federal.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 29 de junho de 2010.
Partes do Processo: União Federal em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 24.600.000,00 (vinte e quatro milhões e seiscentos
mil reais). A União Federal ajuizou a referida ação
visando a rescisão da decisão definitiva proferida no
Mandado de Segurança nº 2002.51.01.012728-3, que
declarou a inexistência de relação jurídica que imponha a
obrigação à Light SESA de recolher a Contribuição ao
INCRA, bem como consignou o direito à compensação
dos valores indevidamente pagos.
Principais fatos: Apresentada Contestação pela Light SESA. Proferida
decisão que indeferiu a liminar pleiteada pela União. Em
face desta decisão a União interpôs Agravo Interno, ao
qual foi dado provimento. A Light apresentou embargos
de declaração que aguarda julgamento. No mérito
aguarda-se prolação de sentença.
Chance de perda: Remota.
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Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Imposto de Renda Retido na Fonte (“IRRF”) – Juros Remetidos ao Exterior –
LIR ENERGY LTD. (“LIR”)/LIGHT OVERSEAS INVESTMENTS (“LOI”) –
Ação Popular nº 0040422-17.2012.4.01.3400 (referente ao Processo
Administrativo nº 18471.002113/2004-09)
Juízo: Justiça Federal de Brasília.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 21 de agosto de 2012.
Partes do Processo: Fernanda Soratto Uliano Rangel em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A ação popular em questão visa a anulação de uma
decisão final favorável à Light SESA proferida nos autos
do processo administrativo nº 18471.002113/2004-09,
que envolvia uma discussão acerca da cobrança de IRRF
sobre os juros pagos às suas subsidiárias LIR e LOI,
decorrentes de títulos emitidos com benefício de redução
a zero da alíquota do IRRF, no valor de R$
551.300.000,00 (quinhentos e cinquenta e um milhões e
trezentos mil reais).
Principais fatos: Apresentada contestação pela Light SESA. Proferida
sentença julgando extinta a Ação, mantendo-se a decisão
do processo administrativo que anulou a cobrança do
tributo.
Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) e Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (“CSLL”) – Glosa de Despesas Financeiras – LIR ENERGY
LTD. (“LIR”)/LIGHT OVERSEAS INVESTMENTS (“LOI”) - Processo
Administrativo nº 18471.001351/2006-51
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 22 de dezembro de 2006
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Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 95.300.000,00 (noventa e cinco milhões e trezentos
mil reais). Autuação visa a cobrança de diferenças de
IRPJ e CSLL decorrente da indevida apropriação de
despesas financeiras nos anos de 2001 e 2002.
Principais fatos: Julgada procedente a Impugnação da Light SESA.
Interposto Recurso de Ofício pela União, ao qual foi
negado provimento. A União interpôs Recurso Especial
que aguarda julgamento.
Chance de perda: Remota
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) – Glosa de Compensação – LIR
ENERGY LTD. (“LIR”)/LIGHT OVERSEAS INVESTMENTS (“LOI”) –
Processos administrativos nºs 10768.100706/2003-11 e 10768-004.193/2003-19
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 14 de abril de 2008.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 91.400.000,00 (noventa e um milhões e quatrocentos
mil reais).
Não homologação das compensações realizadas pela
Light SESA com créditos de IRPJ apurados no exercício
de 2001, sob o entendimento de que o resultado da Light
SESA neste período não foi de prejuízo e sim de lucro,
posto que as despesas financeiras que haviam sido
apropriadas são indedutíveis.
Principais fatos: Julgadas improcedentes as Impugnações da Light SESA.
Aguardando julgamento dos Recursos Voluntários
interpostos pela Light SESA.
Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

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Imposto de Renda Retido na Fonte (“IRRF”) – Glosa de Compensação - Processo
Administrativo nº 10768.002435/2004-11
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 10 de dezembro de 2008.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 213.900.000,00 (duzentos e treze milhões e
novecentos mil reais). Não homologação das
compensações relativas a créditos de IRRF sobre
aplicações financeiras e IRRF sobre pagamentos de
contas de energia feitos por órgãos públicos,
compensados em função de saldo negativo de Imposto de
Renda da Pessoa Jurídica no ano-base 2002.

Principais fatos: Julgada improcedente a manifestação de inconformidade
apresentada pela Light SESA. Aguarda-se julgamento do
Recurso Voluntário interposto pela Light SESA.

Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) e Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (“CSLL”) - Lucro X Equivalência – Ano de 2005 - Processo
Administrativo nº 16682.720216/2010-83
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 25 de novembro de 2010.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 158.700.000,00 (cento e cinquenta e oito milhões e
setecentos mil reais).

O referido processo administrativo está vinculado a uma
discussão que existia no mandado de segurança nº
2003.51.01.005514-8, onde a Light SESA discutia: I) o
momento da disponibilização dos lucros gerados pelas
suas subsidiárias LIR e LOI no exterior, para fins de
incidência do IRPJ e da CSL e II) a exigência da inclusão
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dos resultados de equivalência patrimonial na apuração
do IRPJ e da CSL.
A Light SESA tentou desistir parcialmente deste
mandado de segurança para incluir os débitos relativos à
discussão do item I supracitado no parcelamento da Lei
nº 11.941/09 e continuar discutindo o item II, qual seja, a
aplicação do método de equivalência patrimonial. No
entanto, a Fazenda não concordou com a desistência
parcial, tendo sido corroborada pelo juízo do processo.
Assim, a Light SESA efetuou a desistência integral deste
mandado de segurança e, por conta disso, alterou o
procedimento que vinha adotando para a tributação do
IRPJ/CSLL, que antes era feito pelo lucro, mas com a
desistência da discussão, passou a ser feito pela
equivalência patrimonial. O Fisco discordou da adoção de
tal procedimento e autuou a Light SESA.
Principais fatos: Apresentada Impugnação ao auto de infração pela Light
SESA, a qual foi julgada improcedente. Interposto
Recurso Voluntário, ao qual foi dado provimento. A
União interpôs Recurso Especial que aguarda julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) e Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (“CSLL”) - Lucro X Equivalência – Ano de 2004 - Processo
Administrativo nº 15374-001.757/2008-13, Medida Cautelar nº 2011.51.01.513082-
0 e Execução Fiscal nº 0509918-16.2011.4.02.5101
Juízo: Processo Administrativo: Receita Federal do Brasil.
Medida Cautelar: 22ª vara federal do Rio de Janeiro
Execução Fiscal: 5ª vara federal de execuções fiscais do
Rio de Janeiro
Instância: Processo Administrativo: 1ª instância
Medida Cautelar: 1ª instância
Execução Fiscal: 1ª instância.
Data de Instauração: Processo Administrativo: N/A
Medida Cautelar: 05 de setembro de 2011
Execução Fiscal: 28 de setembro de 2011
Partes do Processo: Processo Administrativo: Delegacia da Receita Federal
de Administração Tributária no Rio de Janeiro em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Medida Cautelar: Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) em face da União Federal.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Execução Fiscal: União Federal em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 79.400.000,00 (setenta e nove milhões e quatrocentos
mil reais).

Processo Administrativo: O referido processo
administrativo está vinculado a uma discussão que existia
no mandado de segurança nº 2003.51.01.005514-8, onde
a Light SESA discutia: I) o momento da disponibilização
dos lucros gerados pelas suas subsidiárias LIR e LOI no
exterior, para fins de incidência do IRPJ e da CSL e II) a
exigência da inclusão dos resultados de equivalência
patrimonial na apuração do IRPJ e da CSL. A Light
SESA tentou desistir parcialmente deste mandado de
segurança para incluir os débitos relativos à discussão do
item I supracitado no parcelamento da Lei nº 11.941/09 e
continuar discutindo o item II, qual seja, a aplicação do
método de equivalência patrimonial. No entanto, a
Fazenda não concordou com a desistência parcial, tendo
sido corroborada pelo juízo do processo. Assim, a Light
SESA efetuou a desistência integral deste mandado de
segurança e, por conta disso, alterou o procedimento que
vinha adotando para a tributação do IRPJ/CSLL, que
antes era feito pelo lucro, mas com a desistência da
discussão, passou a ser feito pela equivalência
patrimonial. Em razão disso, retificou as declarações dos
últimos 5 anos (até 2005), no entanto, não foi possível
retificar a DCTF do ano de 2004, somente a DIPJ. O
Fisco desconsiderou as informações da DIPJ e, com base
na DCTF não retificada, cobrou os tributos declarados.
Medida Cautelar: Visava a antecipação de garantia do
juízo enquanto a Execução Fiscal não fosse ajuizada.
Execução Fiscal: Possui o mesmo objeto do processo
administrativo.
Principais fatos: Processo Administrativo: N/A
Medida Cautelar: Perdeu o objeto, tendo em vista que a
garantia migrou para a execução fiscal.
Execução Fiscal: Opostos embargos à execução que
aguarda julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) e Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (“CSLL”) - Lucro X Equivalência – Anos de 2006 a 2008 -
Processo Administrativo nº 16682.721091/2011-90
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 1ª instância.
Data de Instauração: 09 de janeiro de 2012.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 213.800.000,00 (duzentos e treze milhões e oitocentos
mil reais).
O referido processo administrativo está vinculado a uma
discussão que existia no mandado de segurança nº
2003.51.01.005514-8, onde a Light SESA discutia: I) o
momento da disponibilização dos lucros gerados pelas
suas subsidiárias LIR e LOI no exterior, para fins de
incidência do IRPJ e da CSL e II) a exigência da inclusão
dos resultados de equivalência patrimonial na apuração
do IRPJ e da CSL.
A Light SESA tentou desistir parcialmente deste
mandado de segurança para incluir os débitos relativos à
discussão do item I supracitado no parcelamento da Lei
nº 11.941/09 e continuar discutindo o item II, qual seja, a
aplicação do método de equivalência patrimonial. No
entanto, a Fazenda não concordou com a desistência
parcial, tendo sido corroborada pelo juízo do processo.
Assim, a Light SESA efetuou a desistência integral deste
mandado de segurança e, por conta disso, alterou o
procedimento que vinha adotando para a tributação do
IRPJ/CSLL, que antes era feito pelo lucro, mas com a
desistência da discussão, passou a ser feito pela
equivalência patrimonial. O Fisco discordou da adoção de
tal procedimento e autuou a Light SESA.
Principais fatos: Apresentada Impugnação ao auto de infração pela Light
SESA, a qual foi julgada improcedente. Interposto
Recurso Voluntário que aguarda julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) e Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (“CSLL”) - Lucro X Equivalência – Ano de 2009 – Auto de
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Infração
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 1ª instância.
Data de Instauração: 11 de abril de 2014.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 84.200.000,00 (oitenta e quatro milhões e duzentos
mil reais).
O referido processo administrativo está vinculado a uma
discussão que existia no mandado de segurança nº
2003.51.01.005514-8, onde a Light SESA discutia: I) o
momento da disponibilização dos lucros gerados pelas
suas subsidiárias LIR e LOI no exterior, para fins de
incidência do IRPJ e da CSL e II) a exigência da inclusão
dos resultados de equivalência patrimonial na apuração
do IRPJ e da CSL
A Light SESA tentou desistir parcialmente deste
mandado de segurança para incluir os débitos relativos à
discussão do item I supracitado no parcelamento da Lei
nº 11.941/09 e continuar discutindo o item II, qual seja, a
aplicação do método de equivalência patrimonial. No
entanto, a Fazenda não concordou com a desistência
parcial, tendo sido corroborada pelo juízo do processo.
Assim, a Light SESA efetuou a desistência integral deste
mandado de segurança e, por conta disso, alterou o
procedimento que vinha adotando para a tributação do
IRPJ/CSLL, que antes era feito pelo lucro, mas com a
desistência da discussão, passou a ser feito pela
equivalência patrimonial. O Fisco discordou da adoção de
tal procedimento e autuou a Light SESA.
Principais fatos: Apresentada Impugnação ao auto de infração pela Light
SESA.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Descumprimento de Obrigação Acessória - Instrução Normativa nº 86/01 -
Processo Administrativo nº 10707.001640/2006-37
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: Tribunais Superiores
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Data de Instauração: 19 de dezembro de 2006.
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal do Brasil em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 88.500.000,00 (oitenta e oito milhões e quinhentos
mil reais). Auto de infração lavrado para cobrança de
multa pelo suposto descumprimento de obrigação
acessória, relacionada à entrega dos arquivos eletrônicos,
no formato previsto na Instrução Normativa nº 86/2001,
referentes aos anos-calendário de 2001.
Principais fatos: Decisão de 1ª instância administrativa favorável.
Interposto recurso de ofício pela Fazenda, ao qual foi
negado provimento. A Fazenda interpôs Recurso
Especial, que aguarda julgamento.
Chance de perda: Remota.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.


Imposto de Renda Retido na Fonte (“IRRF”) Sobre Antecipação de Dividendos -
Processo Administrativo nº 16682.721.195/2011-02 e 16682.720657/2012-47
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 2ª instância.
Data de Instauração: 26 de janeiro de 2012 e 06 de julho de 2012
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 617.000.000,00 (seiscentos e dezessete milhões de
reais).
Autuação de IRRF sobre valores pagos a título de
antecipação de dividendos, ao argumento de que os
mesmos decorreriam de lucro inexistente, originado da
contabilização do ativo fiscal diferido no resultado.
Principais fatos: Apresentadas Impugnações aos autos de infração pela
Light SESA, as quais foram julgadas improcedentes.
Interpostos Recursos Voluntários que aguardam
julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes



Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(“ICMS”) e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (“FECP”) sobre Perdas
Comerciais – Processos E-04/054.752/2011, E-04/054.751/2011, E-
04/055.040/2011 e E-04/055.039/2011
Juízo: Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro
Instância: 1ª instância
Data de Instauração: E-04/054.752/2011 e E-04/054.751/2011: 15 de
setembro de 2011.
E-04/055.040/2011 e E-04/055.039/2011: 18 de janeiro
de 2012.
Partes do Processo: Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 1.420.400.000,00 (um bilhão, quatrocentos e vinte
milhões e quatrocentos mil reais).
Autos de Infração de ICMS, FECP e multa por não
recolher o referido tributo diferido em operações
anteriores à distribuição de energia elétrica, em razão da
ocorrência de perdas comerciais.
Principais fatos: A Light SESA apresentou impugnações em face destas
autuações. Dois autos aguardam julgamento em 1ª
instância. Outros dois foram proferidas decisões
desfavoráveis em 1ª instância. Aguarda-se julgamento
dos Recursos Voluntários..

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.


Não homologação de compensação de PIS e COFINS com saldo negativo de IRPJ
- Processo Administrativo nº 16682-902.800/2012-17
Juízo: Receita Federal do Brasil.
Instância: 1ª instância.
Data de Instauração: 14 de setembro de 2012
Partes do Processo: Delegacia da Receita Federal de Administração
Tributária no Rio de Janeiro em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
R$ 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentos
mil reais).
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Autuação de PIS e COFINS em razão da não
homologação pela Receita Federal da compensação
efetuada pela Light SESA dos referidos tributos com
saldo negativo de IRPJ.
Principais fatos: Apresentada Impugnação ao auto de infração pela Light
SESA, que foi julgada improcedente. Interposto
Recurso Voluntário que aguarda julgamento.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.


Processos Trabalhistas
A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) possuía, até 31 de março de 2014, cerca de 2.688
(dois mil seiscentos e oitenta e oito) ações trabalhistas em andamento, no montante quantificado nessa mesma
data em R$481.990.000,00 (quatrocentos e oitenta e um milhões e novecentos e noventa mil reais).
Como regra para o provisionamento de valores desses processos, a Light SESA utiliza o prognóstico de
perda por pedido, sendo considerado para a provisão aqueles classificados como perda provável, que no
montante quantificado até 31 de março de 2014 era de R$ 140.075.000,00 (cento e quarenta milhões e setenta e
cinco mil reais), sem prejuízo das ações e processos cujas perdas prováveis não são possíveis de estimativa em
valor.
A Light SESA considera as ações a seguir relevantes considerando a matéria discutida e o fato de estar o
Sindicato da categoria (“SINTERGIA”) atuando como substituto processual dos reclamantes.

Diferença - Adicional de Periculosidade
Processo nº 0075500-95.2004.5.01.0061
Juízo: 61ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 21 de junho de 2004.
Partes do Processo: O SINTERGIA atua como substituto processual de
aproximadamente 764 (setecentos e sessenta e quatro)
empregados e ex-empregados, em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A matéria versada neste processo é a diferença do
adicional de periculosidade, considerando como base de
cálculo a remuneração, ao invés do salário base. A Light
SESA alega que, apesar de o enunciado 191 do Tribunal
Superior do Trabalho (“TST”) ter sofrido revisão,
estabelecendo como base de cálculo a remuneração e não
o salário, no seu caso específico, esta base está prevista
em acordo coletivo. O valor envolvido é R$
56.742.794,95 (cinquenta e seis milhões, setecentos e
quarenta e dois mil, setecentos e noventa e quatro reais e
noventa e cinco centavos).
Principais fatos: A sentença de 1º grau julgou a reclamação procedente
em parte, entendendo ser devido o adicional de
periculosidade com sua integração em todas as parcelas.
A Light SESA e a reclamante interpuseram Recurso
Ordinário. Foram feitos alguns acordos extrajudiciais no
valor total de R$7.743.303,07 (sete milhões, setecentos e
quarenta e três mil e sete centavos). Em 14 de janeiro de
2013, estes acordos foram homologados no Núcleo de
Centralização de Execução e Conciliação. Em
junho/2013, foi dado parcial provimento ao RO
limitando as parcelas vincendas à revogação da Lei nº
7369/85 e determinando que a contribuição
previdenciária seja suportada por ambas as partes. A
Light SESA e a Reclamante interpuseram Embargos de
Declaração aos quais foram negados provimento. A
Light SESA interpôs Recurso de Revista que não foi
admitido. Em março/2014 foi interposto Agravo de
Instrumento em Recurso de Revista.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$5.256.696,93 (cinco milhões, duzentos e cinquenta e
seis mil, seiscentos e noventa e seis reais e noventa e três
centavos).

Hora Extra – Intervalo Refeição
Processo nº 0120700-51.2008.5.01.0008
Juízo: 08ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 18 de setembro de 2008.
Partes do Processo: O SINTERGIA atua como substituto processual de
aproximadamente 208 (duzentos e oito) empregados e
ex-empregados em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A natureza deste processo versa sobre hora extra
referente à ausência de intervalo para refeição dos
empregados que laboram em rodízio. O valor envolvido
é R$6.387.461,28 (seis milhões, trezentos e oitenta e sete
mil, quatrocentos e sessenta e um e vinte e oito
centavos).
Principais fatos: Iniciada a fase de instrução. Foram feitos vários acordos
extrajudiciais com pagamento feito, até o momento, de
R$3.513.117,40 (três milhões, quinhentos e treze mil,
cento e dezessete reais e quarenta centavos), com
desistência do processo homologada em juízo.
Entretanto, houveram empregados que não aceitaram o
acordo, aguarda-se o prosseguimento do feito para estes
reclamantes. Em 17 de junho de 2013 foi publicada
sentença extinguindo o processo sem julgamento do
mérito. O SINTERGIA interpôs Recurso Ordinário e a
Light apresentou as contrarrazões. O Recurso Ordinário
ainda não foi julgado.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.
Diferença de Adicional de Periculosidade
Processo nº 0038300-25.2005.5.01.0027
Juízo: 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 12 de abril de 2005.
Partes do Processo: O SINTERGIA atua como substituto processual de 29
(vinte e nove) empregados e ex-empregados em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Refere-se à diferença de adicional de periculosidade em
razão da base de cálculo. O valor envolvido é
R$2.791.318,92 (dois milhões, setecentos e noventa e
um mil, trezentos e dezoito reais e noventa e dois
centavos).
Principais fatos: Sentença de 1º grau foi procedente em parte e entendeu
pela procedência da incidência do adicional de
periculosidade e diferença sobre todas as verbas com
exceção do repouso semanal remunerado e pela
improcedência dos honorários advocatícios. Embargos
de Declaração da Light SESA foram improcedentes,
tendo interposto Recurso Ordinário, ao qual foi negado
provimento. Embargos de Declaração rejeitados, a Light
SESA interpôs Recurso de Revista, o qual foi indeferido.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Autos baixados à Vara de Origem. Foram feitos alguns
acordos extrajudiciais no valor de R$184.000,00 (cento e
oitenta e quatro mil reais), já homologados. Aguarda-se
julgamento de Agravo de Instrumento interposto pela
Light SESA.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$668.323,11 (seiscentos e sessenta e oito mil, trezentos
e vinte e três reais e onze centavos).

Adicional de Periculosidade
Processo nº 0205100-17.1988.5.01.0002
Juízo: 2ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 01 de janeiro de 1988.
Partes do Processo: O SINTERGIA atua como substituto processual de 12
(doze) empregados e ex-empregados em face da Light
Serviços Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Refere-se ao pagamento de adicional de periculosidade,
em razão de supostamente trabalharem em condições
que fariam jus ao recebimento do referido adicional. O
valor envolvido é de R$ 1.661.191,61 (um milhão,
seiscentos e sessenta e um mil, cento e noventa e um
reais e sessenta e um centavos).
Principais fatos: Sentença de 1º grau foi procedente em parte. A Light
SESA recorreu, mas não teve sucesso. O processo está
em fase de execução, já tendo sido pago o valor de R$
370.344,17 e depositados para garantia do juízo o
montante de R$ 1.101.108,45.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto no
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.290.847,44 (hum milhão, duzentos e noventa mil
oitocentos e quarenta e sete reais e quarenta e quatro
centavos).

Periculosidade (diferenças); FGTS (diferenças) e Honorários Advocatícios
Processo nº 0087000-70.1995.5.01.0063
Juízo: 63ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Data de Instauração: 09 de junho de 1995.
Partes do Processo: Ação Plúrima com diversos Reclamantes, substituídos
pelo SINTERGIA em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pretendem pagamento de adicional de
periculosidade, com integrações e reflexos dele
decorrentes, inclusive sobre os depósitos do FGTS, além
de honorários advocatícios. O valor envolvido é R$
2.033.682,62 (dois milhões, trinta e três mil e seiscentos
e oitenta e dois reais e sessenta e dois centavos).
Principais fatos: A sentença de primeiro grau julgou improcedentes os
pedidos. Os reclamantes interpuseram Recurso Ordinário
para o qual foi dado provimento, condenando a Light
SESA ao pagamento do adicional com as diferenças
pretendidas. A Light SESA interpôs Recurso de Revista
para reverter a decisão, entretanto foi negado
provimento. Foi iniciada a execução em 2009.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 2.030.908,77 (dois milhões e trinta mil, novecentos e
oito reais e setenta e sete centavos).

Adicional de Periculosidade
Processo nº 0187600-98.1989.5.01.0002
Juízo: 2ª Vara do Trabalho do RJ.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 29 de agosto de 1989.
Partes do Processo: Ação Plúrima com diversos Reclamantes, substituídos
pelo SINTERGIA em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, Bens ou Direitos
envolvidos:
Os reclamantes pretendem pagamento de adicional de
periculosidade, com as diferenças reflexas. O valor
envolvido é R$ 7.769.321,10 (sete milhões, setecentos e
sessenta e nove mil, trezentos e vinte e um reais e dez
centavos).
Principais fatos: Processo muito antigo, tendo o SINTERGIA como
substituto processual. A sentença de primeiro grau
julgou improcedente o pedido. A. Light SESA interpôs
Recurso Ordinário para reverter a decisão, porém
somente obteve êxito para excluir a condenação da verba
honorária. A Light SESA teve negado provimento ao
Recurso de Revista por ela interposto. Foi celebrado
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

acordo com parte dos substituídos. O processo encontra-
se em fase de execução.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.


Os casos abaixo são considerados relevantes pela Light SESA em razão da matéria e dos valores
envolvidos.

Equiparação Salarial, Adicional de Periculosidade, Horas Extras
Processo nº 00764-1995-049-01-00-6.
Juízo: 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 23 de maio de 1995.
Partes do Processo: Hudson Figueira da Silva em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O Reclamante pleiteia o pagamento do adicional de
periculosidade e reflexos; horas extras e adicional
noturno; equiparação salarial e honorários advocatícios.
O valor envolvido é de R$1.064.640,28 (um milhão,
sessenta e quatro mil, seiscentos e quarenta reais e vinte
e oito centavos).
Principais fatos: Julgado procedente em parte. A Light SESA e o
Reclamante interpuseram Recurso Ordinário, sendo o da
Light SESA negado provimento e o do Reclamante foi
dado parcial provimento em relação aos honorários
advocatícios. A Light SESA interpôs Recurso de Revista
para tentar reverter o resultado, entretanto o recurso foi
indeferido. Foi iniciada a execução. A Light SESA
efetuou o depósito no valor total de R$ 1.118.575,33 (um
milhão, cento e dezoito mil, quinhentos e setenta e cinco
reais e trinta e três centavos). Foram expedidos alvarás
para o reclamante, a Fazenda Nacional e o INSS..
Chance de perda: Provável.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas Extras, Adicional de Periculosidade, Danos morais e materiais,
Estabilidade
Processo nº 0121700-72.2009.5.01.0066.
Juízo: 66ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 31 de janeiro de 2006.
Partes do Processo: Cleide Jean Novaes da Silva Vieira em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A Reclamante pleiteia o pagamento do adicional de
periculosidade e reflexos; horas extras e reflexos; danos
morais e materiais e estabilidade por suposto acidente de
trabalho. O valor envolvido é de R$1.234.328,26 (um
milhão, duzentos e trinta e quatro mil, trezentos e vinte e
oito reais e vinte e seis centavos).
Principais fatos: Processo em fase de instrução. Houve realização de
diligências periciais em março de 2012, mas a Light
SESA não foi notificada para ciência de laudo pericial.
Audiência realizada e sentença adiada sem data.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Hora Extra, Dano Moral, Adicional de Periculosidade e Sobreaviso
Processo 0105000-36.2008.5.01.0040
Juízo: 40ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 20 de agosto de 2008.
Partes do Processo: Marcilio Gomes Junior em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pretende o autor o pagamento de horas extras, dano
moral, adicional de periculosidade e sobreaviso. Era
Coordenador e tinha um salário de R$8.071,00 (oito mil
e setenta e um reais). O valor envolvido é de
R$3.663.795,77 (três milhões, seiscentos e sessenta e
três mil, setecentos e noventa e cinco reais e setenta e
sete centavos).
Principais fatos: A audiência inicial foi realizada em 19 de fevereiro de
2009 e foi deferida a perícia. Em 30 de janeiro de 2012
houve esclarecimento do perito judicial em relação ao
laudo. As Partes apresentaram manifestações. A sentença
foi procedente em parte: somente o pedido de pagamento
de adicional de periculosidade em razão do laudo
pericial desfavorável para a Light SESA. Apresentado
recurso pelo reclamante. Foi dado provimento ao
Acórdão determinando o pagamento de horas de
sobreaviso, bem como as extras, além de condenar ao
pagamento de indenização a título de danos morais no
valor de R$ 10.000,00.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$1.187.287,85 (um milhão, cento e oitenta e sete mil,
duzentos e oitenta e sete reais e oitenta e cinco
centavos).

Responsabilidade Civil por Acidente de Trabalho
Processo 0018000-41.2009.5.01.0079
Juízo: 79ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 16 de fevereiro de 2009.
Partes do Processo: Juracy Antunes de Almeida Filho e Maria Inês
Rodrigues de Almeida (sucessores de Jackson Rodrigues
de Almeida) em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”), Amell Assessoria de
Modernização de Elevadores Ltda. e Elevadores Ideal
Ltda.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Reclamação em razão de acidente de trabalho fatal
ocorrido com prestador de serviço terceirizado.
Pretendem os sucessores do mesmo uma indenização
mensal de R$1.000,00 (um mil reais), indenização por
danos morais no valor de R$600.000,00 (seiscentos mil
reais), além de danos patrimoniais de R$23.400,00 (vinte
e três mil e quatrocentos reais). O valor envolvido é
R$2.207.937,98 (dois milhões, duzentos e sete mil,
novecentos e trinta e sete reais e noventa e oito
centavos).
Principais fatos: A sentença foi procedente em parte. Light SESA
interpôs Embargos de Declaração que não foram
acolhidos. Light SESA interpôs Recurso Ordinário que
foi parcialmente provido. Light SESA interpôs Recurso
de Revista que foi indeferido. Light SESA interpôs
Agravo de Instrumento em Recurso de Revista que ainda
não foi julgado.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Vínculo Empregatício
Processo nº 0141600-27.2008.5.01.0082
Juízo: 82ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de novembro de 2008.
Partes do Processo: Alexsandre Mota Batista em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende o reconhecimento de vínculo de
emprego com a Light SESA, alegando a nulidade da
contração por pessoa jurídica, requerendo condenação de
verbas trabalhistas, diferenças de alegada redução
salarial, horas extra, vantagens normativas e participação
nos lucros. O valor envolvido é R$1.316.129,63 (um
milhão, trezentos e dezesseis mil, cento e vinte e nove
reais e sessenta e três centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedentes os pedidos, reconhecendo
o vínculo de 04 de novembro de 1996 a 30 de janeiro de
2008. Opostos embargos de declaração pela Light SESA,
os quais foram julgados improcedentes, para esclarecer a
sentença proferida. Foi interposto Recurso Ordinário
pela Light SESA. O Acórdão publicado em 12 de
dezembro de 2011 deu parcial provimento ao recurso,
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

rejeitando a preliminar de nulidade e no mérito,
pronunciou prescritas as pretensões anteriores a 11 de
novembro de 2003 e quanto às horas extras, limitou a
jornada do autor. O autor interpôs embargos, cujo
provimento foi negado. Foi interposto Recurso de
Revista pela Light SESA e pelo reclamante. Ambos os
recursos foram indeferidos. Foi interposto Agravo de
Instrumento em Recurso de Revista pela Light SESA e
pelo reclamante, que ainda não foram julgados.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$1.017.763,08 (um milhão, dezessete mil, setecentos e
sessenta e três reais e oito centavos).

Equiparação Salarial, Horas Extras, Adicional de Sobreaviso e outros
Processo nº 0110100-91.2008.5.01.0065
Juízo: 65ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de agosto de 2008.
Partes do Processo: Jasiel Eloy Marins em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”)
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende receber por horas extras e seus
reflexos, equiparação salarial e reflexos, adicional de
sobreaviso, adicional de periculosidade e outros. O valor
envolvido é de R$ 1.426.399,34 (um milhão,
quatrocentos e vinte e seis mil, trezentos e noventa e
nove reais e trinta e quatro centavos).
Principais fatos: Após realização de prova pericial, foi realizada
audiência, tendo sido julgado procedente em parte. A
Light SESA e o reclamante interpuseram Recurso
Ordinário, que ainda não foram julgados.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação Salarial, Horas Extras, Dano Moral
Processo nº 0000011-75.2010.5.01.0341
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Volta Redonda.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 08 de janeiro de 2010.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Marco Magalhães de Gouvea em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende receber por horas extras e seus
reflexos, equiparação salarial e reflexos, dano moral. O
valor envolvido é de R$ 1.607.390,00 (um milhão,
seiscentos e sete mil, trezentos e noventa reais).
Principais fatos: Audiência de instrução adiada. Aguarda-se
prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho, Pensão Vitalícia, Dano Moral
Processo nº 0000162-22.2012.5.01.0551
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Barra Mansa.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de fevereiro de 2012.
Partes do Processo: Elisangela Augusta da Silva em face da Serviços
Urbanos Ltda (“Sul”) e da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A reclamante é viúva de um prestador de serviço que
faleceu em acidente de trabalho e pretende receber
pensão vitalícia e dano moral. O valor envolvido é de R$
1.626.704,17 (um milhão, seiscentos e vinte e seis mil,
setecentos e quatro reais e dezessete centavos).
Principais fatos: Audiência realizada, determinada perícia judicial.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho, Pensão Vitalícia, Dano Moral
Processo nº 0000163-07.2012.5.01.0551
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Barra Mansa.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de fevereiro de 2012.
Partes do Processo: Luiz Claudio da Costa e Maristela Silva da Costa em
face da Serviços Urbanos Ltda (“Sul”) e da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes são filhos de um prestador de serviço
que faleceu em acidente de trabalho e pretende receber
pensão vitalícia, dano moral. O valor envolvido é de R$
1.753.310,10 (um milhão, setecentos e cinquenta e três
mil, trezentos e dez reais e dez centavos).
Principais fatos: Realizada a Audiência de instrução e determinada a
realização de perícia.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho, Pensão Vitalícia, Dano Moral
Processo nº 0001372-38.2010.5.01.0015
Juízo: 15ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 11 de setembro de 2008.
Partes do Processo: Sandra Helena dos Santos e outros 8 (oito) reclamantes
em face da Veríssimo de Figueiredo Engenharia Projetos
e da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes são: companheira, filhos, pais e irmãos
de um prestador de serviço que faleceu em acidente de
trabalho e pretendem receber pensão vencida e vincenda,
dano moral, gastos com sepultura/funeral. O valor
envolvido é de R$ 2.238.243,68 (dois milhões, duzentos
e trinta e oito mil, duzentos e quarenta e três reais e
sessenta e oito centavos).
Principais fatos: A sentença foi procedente em parte deferindo pensão,
dano moral, indenização a título de luto, funeral e
sepultura. Reclamantes e réus recorreram. Acórdão em
Recurso Ordinário por maioria deu parcial provimento
para, no que tange ao recurso da ré, fixar a condenação
dos valores a contar de julho de 2007 e quanto ao da
autora, por maioria, deferir os honorários advocatícios,
gratuidade de justiça e declarar que não incide imposto
de renda sobre as verbas deferidas. Light SESA interpôs
Recurso de Revista que foi indeferido. Light SESA
interpôs Agravo de Instrumento em Recurso de Revista.
Aguarda-se julgamento.

Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
Impacto financeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

processo:
Valor Provisionado: R$1.792.926,49 (um milhão, setecentos e noventa e dois
mil, novecentos e vinte e seis reais e quarenta e nove
centavos).

Equiparação Salarial, Assédio Moral, Horas Extras e Outros
Processo nº 0050400-12.2007.5.01.0069
Juízo: 69ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de abril de 2007.
Partes do Processo: Julita de Carvalho Barros Pessoa em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A reclamante pretende diferenças salariais decorrentes
do desvio de função com o correto enquadramento nas
funções de Advogada SR ou Advogada Esp com
reflexos; horas extras; suplementação da aposentadoria
por invalidez em relação a Braslight; equiparação ao
Marcos Cosendey Perlingeiro; diferenças salariais pelo
não enquadramento na Reorientação Salarial;
indenização por danos morais – suposto assédio moral da
Gerente; indenização especial alegando que a doença –
neoplasia maligna – seria doença profissional,
equiparada a acidente de trabalho. O valor envolvido
calculado em outubro de 2013 é R$ 1.122.192,90 (um
milhão, cento e vinte e dois mil, cento e noventa e dois
reais e noventa centavos).
Principais fatos: Sentença em 1º grau declarou a solidariedade entre Light
e Brasight, e condenou a Light SESA a pagar as
diferenças salariais decorrentes do desvio de função,
horas extras comuns (não a especial – de advogado na
época), indenização por dano/assédio moral no valor de
R$200.000,00. Light SESA e reclamante interpuseram
Recurso Ordinário. O Acórdão apenas excluiu da
condenação da Light SESA a repercussão das diferenças
salariais nos valores de auxílio-doença, mantendo o
restante. Light SESA interpôs Recurso de Revista que
foi indeferido. Interpôs Agravo de Instrumento que foi
negado. Atualmente, o processo está em execução. O
juízo foi garantido através dos embargos à execução no
valor de R$316.026,37. Em 2013, os embargos à
execução e impugnação à sentença de liquidação
interpostos pela Light SESA foram julgados
improcedentes. Processo em perícia contábil.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes


Equiparação Salarial, Horas Extras, Danos Morais
Processo nº 0010251-09.2013.5.01.0054
Juízo: 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro – Duque de
Caxias.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 27 de março de 2013.
Partes do Processo: Sergio Souza Freitas em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende equiparação salarial, horas extras;
sobreaviso; devolução de descontos indevidos; diferença
de adicional de periculosidade; adicional por dupla
função e equiparação salarial. O valor envolvido é
R$1.234.085,68 (um milhão, duzentos e trinta e quatro
mil, oitenta e cinco reais e sessenta e oito centavos).
Principais fatos: Acolhida a exceção de incompetência arguida pela Light
SESA, remetendo os autos para Duque de Caxias.
Audiência adiada.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho
Processo nº 0002081-14.2013.5.01.0421
Juízo: 1ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro – Barra do Piraí.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de setembro de 2013.
Partes do Processo: Paulo Eduardo Pereira Mouffron em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende indenização por danos materiais e
morais; pensão mensal; indenização por acidente de
trabalho (nexo causal com atividade laboral). O valor
envolvido é R$ 1.056.315,40 (um milhão, cinquenta e
seis mil, trezentos e quinze reais e quarenta centavos).
Principais fatos: Marcada a Audiência Inicial.
Chance de perda: Possível.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 806.166,53 (oitocentos e seis mil, cento e sessenta e
seis reais e cinquenta e três centavos).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas Extras e Danos Morais
Processo nº 0010751-68.2013.5.01.0024
Juízo: 24ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 14 de agosto de 2013.
Partes do Processo: Jorge Cavadas Pacheco em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende horas extras e reflexos; adicional
de sobreaviso; indenização por danos morais em razão
de assédio (valor não inferior a dez remunerações por
ano trabalhado); juros e correção monetária; honorários
advocatícios. O valor envolvido é R$ 4.743.372,16
(quatro milhões, setecentos e quarenta e três mil,
trezentos e setenta e dois reais e dezesseis centavos).
Principais fatos: Marcada a Audiência inicial.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Responsabilidade Solidária e/ou Subsidiária – Danos Morais
Processo nº 0001094-30.2013.5.09.0073
Juízo: ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração:
Partes do Processo: Fernando Gabriel em face da Soltec Soluções
Tecnológicas Ltda, Copel – Companhia Paranaense de
Energia e Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende a responsabilidade solidária e/ou
subsidiária; multa do art. 467 da CLT; 13º salário; horas
extras e reflexos; repouso semanal remunerado;
diferenças salariais; ajuda de custo; vale alimentação;
indenização por danos morais; FGTS; adicional de
periculosidade; restituição de valores pagos na
manutenção de veículos. O valor envolvido é de
R$1.354.299,42 (um milhão, trezentos e cinquenta e
quatro mil, duzentos e noventa e nove reais e quarenta e
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

dois centavos).
Principais fatos: Rejeitada a exceção de incompetência arguida e marcada
a Audiência de Instrução.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação Salarial, Horas Extras, Danos Morais
Processo nº 0000139-21.2010.5.01.0010
Juízo: 10ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 10 de fevereiro de 2010.
Partes do Processo: Marcos Assis de Oliveira em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende a equiparação salarial e reflexos,
horas extras e reflexos, reintegração com base numa
suposta estabilidade provisória, danos morais e outros. O
valor envolvido é de R$ 1.739.120,84 (um milhão,
setecentos e trinta e nove mil, cento e vinte reais e
oitenta e quatro centavos).
Principais fatos: Processo em fase de perícia.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho, Pensão Vitalícia, Dano Moral
Processo nº 0001069-22.2011.5.01.0069
Juízo: 69ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 25 de agosto de 2011.
Partes do Processo: Eliza Beatriz da Matta, Eloisa Helena Borges da Matta e
Evandro Luiz em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes são filhos de empregado que faleceu em
acidente de trabalho e pretendem pensão vitalícia, dano
moral. O valor envolvido é de R$ 1.040.837,40 (um
milhão, quarenta mil, oitocentos e trinta e sete reais e
quarenta centavos).
Principais fatos: Realizada a Audiência de instrução. A ação foi extinta
com resolução do mérito com base em prescrição.
Reclamantes interpuseram Recurso Ordinário. Acórdão
deu provimento ao recurso afastando a prescrição e
determinando a baixa dos autos à Vara de Origem para
que seja prolatada sentença acerca dos pedidos
formulados na inicial.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação Salarial, Horas Extras, Acúmulo de Função e outros
Processo nº 0001202-39.2011.5.01.0045
Juízo: 45ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 20 de setembro de 2011.
Partes do Processo: Leandro Lima da Silva em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende equiparação salarial e reflexos,
horas extras e reflexos, acúmulo de função, adicional de
sobreaviso, danos morais e materiais. O valor envolvido
é de R$ 1.035.291,82 (um milhão, trinta e cinco mil,
duzentos e noventa e um reais e oitenta e dois centavos).
Principais fatos: Ação foi julgada procedente em parte. Reclamanete
interpôs Embargos de Declaração que não foram
acolhidos. Reclamante e Light SESA interpuseram
Recurso Ordinário que até o momento não foi julgado.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas Extras, Acúmulo de Função, Adicional de Periculosidade e outros
Processo nº 0000972-65.2012.5.01.0011
Juízo: 11ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
PÁGINA: 107 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Data de Instauração: 24 de julho de 2012.
Partes do Processo: Fernando Luiz Grossi de Oliveira em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e
Fundação de Seguridade Social Braslight (“Braslight”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Gerente e pretende acúmulo de função,
dano moral em razão de acompanhamento de preposto,
horas extras, adicional de periculosidade. O valor
envolvido é R$ 1.814.546,94 (um milhão, oitocentos e
catorze mil, quinhentos e quarenta e seis reais e noventa
e quatro centavos).
Principais fatos: O processo está em fase de perícia e está marcada nova
audiência.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação Salarial, Reversão de Justa Causa, Reintegração, Horas Extras,
Danos Morais e outros
Processo nº 0094300-48.2009.5.01.0013
Juízo: 13ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de julho de 2012.
Partes do Processo: José Guilherme Leitão Pinheiro em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Coordenador e pretende equiparação e
reflexos, horas extras e reflexos, reversão da justa causa,
reintegração ou indenização equivalente, danos morais,
adicional de periculosidade. O valor envolvido é R$
1.342.382,35 (um milhão, trezentos e quarenta e dois
mil, trezentos e oitenta e dois reais e trinta e cinco
centavos).
Principais fatos: A sentença foi pela improcedência total. Aguarda-se
julgamento de recurso interposto pelo reclamante.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de Trabalho, Pensão Vitalícia, Dano Moral, Material e Estético
Processo nº 0001711-91.2012.5.01.0058
Juízo: 58ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
PÁGINA: 108 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de dezembro de 2012.
Partes do Processo: Francisco de Assis Lima, Cidéa Conceição Macedo de
Lima e Leonardo Macedo de Lima em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante sofreu acidente de trabalho. Ele, esposa e
filho pretendem o pagamento de pensão vitalícia vencida
e vincenda, danos morais, materiais, estéticos, custeio de
todo o tratamento médico, constituição de capital para
garantia de pagamento das prestações vincendas,
pagamento de juros e correção monetária. O valor
envolvido é de R$3.959.728,54 (três milhões,
novecentos e cinquenta e nove mil, setecentos e vinte e
oito reais e cinquenta e quatro centavos).
Principais fatos: Realizada audiência de instrução e determinada perícia.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.


Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0147300-85.2004.5.01.0029
Juízo: 29ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 17 de novembro de 2004.
Partes do Processo: Ricardo Ferro Macedo em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Gerente. Postula nulidade da dispensa,
indenização em dobro pelo período da alegada
estabilidade (prevista em ACT), isonomia salarial aos
estrangeiros, contribuições à Fundação de Seguridade
Social Braslight (“Braslight”), benefícios normativos
previstos na cláusula II.2.4 do ACT 2001/2002. O valor
envolvido é de R$ 3.849.145,74 (três milhões, oitocentos
e quarenta e nove mil, cento e quarenta e cinco reais e
setenta e quatro centavos).

Principais fatos: Foi determinada a suspensão do processo até o trânsito
em julgado dos processos 0175500-25.2002.5.01.0045 e
0001200-50.0.2003.5.01.0045. O processo 0175500-
25.2002.5.01.0045 já foi arquivado, estando pendente de
julgamento na 2ª instância o processo 0001200-
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

50.0.2003.5.01.0045.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0155900-44.2004.5.01.0046
Juízo: 46ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 03 de dezembro de 2004.
Partes do Processo: Ivan Silva Onofre em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante postula nulidade da dispensa, indenização
em dobro pelo período da alegada estabilidade (prevista
em ACT), isonomia salarial aos estrangeiros,
contribuições à Fundação de Seguridade Social Braslight
(“Braslight”), benefícios normativos previstos na
cláusula II.2.4 do ACT 2001/2002. O valor envolvido é
R$ 3.535.351,53 (três milhões, quinhentos e trinta e
cinco mil, trezentos e cinquenta e um reais e cinquenta e
três centavos).
Principais fatos: A sentença julgou extinto com resolução do mérito,
tendo acolhido a prescrição total arguida pela Light
SESA. O reclamante interpôs Recurso Ordinário.
Acórdão deu provimento ao recurso afastando a
prescrição e determinando a baixa dos autos à Vara de
Origem para que seja proferida nova sentença. Light
SESA interpôs Recurso de Revista que não foi admitido.
Light SESA interpôs Agravo de Instrumento em Recurso
de Revista.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Isonomia - Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0142100-25.2007.5.01.0019
Juízo: 19ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância
Data de Instauração: 14 de novembro de 2007.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Ivan José Maria Pessoa Delcourt em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante postula horas extras, isonomia aos
estrangeiros, contribuições à Fundação de Seguridade
Social Braslight (“Braslight”). O valor envolvido é de
R$ 2.337.506,04 (dois milhões, trezentos e trinta e sete
mil, quinhentos e seis reais e quatro centavos).

Principais fatos: Processo em perícia. Realizada Audiência e a sentença
foi pela procedência em parte. Light SESA interpôs
Embargos de Declaração que até o momento não foram
julgados.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Isonomia - Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0070000-89.2005.5.01.0036
Juízo: 36ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 25 de maio de 2005.
Partes do Processo: Carlos Fernando da Rocha Santos em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Superintendente. Postula isonomia
salarial aos estrangeiros e contribuições à Fundação de
Seguridade Social Braslight (“Braslight”). O valor
envolvido é de R$ 2.609.647,97 (dois milhões,
seiscentos e nove mil, seiscentos e quarenta e sete reais e
noventa e sete centavos).
Principais fatos: Processo em perícia. Audiência de instrução adiada sem
nova data.

Chance de perda: Possível
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0024500-54.2005.5.01.0018
Juízo: 18ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 07 de março de 2005.
Partes do Processo: Ruy Augusto Lima em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante postula adicional de periculosidade, horas
extras, isonomia salarial aos estrangeiros e contribuições
à Fundação de Seguridade Social Braslight (“Braslight”).
O valor envolvido é de R$ 3.436.659,70 (três milhões,
quatrocentos e trinta e seis mil, seiscentos e cinquenta e
nove reais e setenta centavos).
Principais fatos: Realizada Audiência de instrução e sentença foi pela
improcedência total dos pedidos. Reclamante interpôs
Embargos de Declaração que não foram acolhidos.
Reclamante interpôs Recurso Ordinário.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0028200-42.2005.5.01.0049
Juízo: 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância
Data de Instauração: 08 de março de 2005.
Partes do Processo: Adauto Rocha Fiuza em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Gerente. Pretende horas extras,
diferença salarial por isonomia salarial aos estrangeiros,
bem como contribuições à Fundação de Seguridade
Social Braslight (“Braslight”). O valor envolvido é de
R$ 2.342.231,03 (dois milhões, trezentos e quarenta e
dois mil, duzentos e trinta e um reais e três centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedente em parte os pedidos,
condenando a Light S.A ao pagamento de horas extras,
tendo em vista que a tese do artigo 62, II da CLT
sustentada pela empresa foi superada em decorrência das
provas produzidas (pericial, documental e depoimento da
preposta), o pedido de isonomia salarial aos estrangeiros
foi julgado improcedente, o pedido de contribuição à
Braslight foi extinto sem julgamento do mérito, por
ausência de interesse processual. Foram interpostos
recursos ordinários, por ambas as partes. O acórdão
negou provimento ao recurso ordinário da Light SESA e
deu parcial provimento ao recurso do autor para deferir
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

diferença remuneratória com fulcro no art. 358 da CLT,
frente à modelo Cathine Barre. A Light SESA opôs
Embargos de Declaração, tendo sido negado provimento,
condenando a empresa em multa por procrastinação. A
Light SESA interpôs Recurso de Revista que foi
indeferido e do despacho denegatório foi interposto
agravo de instrumento. Aguarda-se julgamento em
terceira instância. O reclamante apresentou cálculos em
execução provisória que foram objeto de impugnação
pela Light SESA, estando os autos na contadoria.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 2.342.231,03 (dois milhões, trezentos e quarenta e
dois mil, duzentos e trinta e um reais e três centavos).

Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0151500-07.2004.5.01.0007
Juízo: 7ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância- Execução.
Data de Instauração: 16 de novembro de 2004.
Partes do Processo: Custódio Sacramento Magalhães de Sá em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Gerente. Postula nulidade da dispensa,
indenização em dobro pelo período da alegada
estabilidade (prevista em ACT), isonomia salarial aos
estrangeiros ou sucessivamente equiparação salarial ao
modelo Sergio Brieu e contribuições à Fundação de
Seguridade Social Braslight (“Braslight”). O valor
envolvido é de R$ 3.000.071,55 (três milhões, setenta e
um reais e cinquenta e cinco centavos).

Principais fatos: A sentença julgou procedente em parte os pedidos,
deferindo os seguintes pedidos: nulidade da dispensa,
indenização pelo período estabilitário, de forma simples,
isonomia salarial aos estrangeiros e contribuições à
Braslight. Foram interpostos recurso ordinário, por
ambas as partes. O acórdão negou provimento ao apelo
da empresa e deu parcial provimento ao do autor para
acrescer à condenação o pagamento de diferenças
salariais em decorrência da remuneração recebida em
Euros. A ré opôs embargos de declaração, tendo sido
negado provimento aos embargos de declaração,
condenando a ré ao pagamento de multa de 1% por
procrastinação. Foi interposto Recurso de Revista pela
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Light SESA tendo sido indeferido, com isso, a ré
interpôs Agravo de Instrumento que foi negado
provimento no TST. Iniciou-se a execução definitiva,
tendo sido determinada a produção da prova pericial
contábil.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.745.918,74 (um milhão, setecentos e quarenta e
cinco mil, novecentos e dezoito reais e setenta e quatro
centavos),


Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0044400-30.2004.5.01.0027 e 0052400-82.2005.01.0027
Juízo: 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 16 de novembro de 2004.
Partes do Processo: Marlon Bernardes Rebuzzi em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Superintendente. Postula adicional de
periculosidade, horas extras, nulidade da dispensa,
indenização em dobro pelo período da alegada
estabilidade (prevista em ACT), isonomia salarial aos
estrangeiros, contribuições à Fundação de Seguridade
Social Braslight (“Braslight”), benefícios normativos
previstos na cláusula II.2.4 do ACT 2001/2002. O valor
envolvido é de R$ 3.032.310,41 (três milhões, trinta e
dois mil, trezentos e dez reais e quarenta e um centavos).
Principais fatos: As ações foram reunidas. A sentença julgou procedente
em parte os pedidos, tendo deferido somente o adicional
de periculosidade e julgado improcedentes os demais
pedidos. Ambas as partes interpuseram Recurso
Ordinário. Proferido acórdão no processo que deu
provimento ao Recurso Ordinário interposto pela Light
SESA para excluir da condenação o pagamento do
adicional de periculosidade, julgando improcedente a
pretensão. O recurso do reclamante foi julgado
improvido. Reclamante interpôs Agravo de Instrumento
em Recurso de Revista.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: R$ 210.633,99 (duzentos e dez mil, seiscentos e trinta e
três reais e noventa e nove centavos).

Isonomia-Equiparação aos Expatriados
Processo nº 0055200-02.2005.01.0054
Juízo: 54ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 16 de novembro de 2004.
Partes do Processo: Roberto Antonio de Mello Samico em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante foi Gerente de Departamento. Postula
nulidade da dispensa, indenização em dobro pelo período
da alegada estabilidade (prevista em ACT), isonomia
salarial aos estrangeiros, contribuições à Fundação de
Seguridade Social Braslight (“Braslight”), benefícios
normativos previstos na cláusula II.2.4 do ACT
2001/2002. O valor envolvido é de R$3.166.285,71 (três
milhões, cento e sessenta e seis mil, duzentos e oitenta e
cinco reais e setenta e um centavos).
Principais fatos: A sentença julgou improcedentes os pedidos. O autor
interpôs Recurso Ordinário, tendo o acórdão dado parcial
provimento para condenar a Light SESA na isonomia
salarial aos estrangeiros, e contribuições à Braslight. Foi
interposto Recurso de Revista pela Light, tendo sido
indeferido. A Light SESA interpôs Agravo de
Instrumento, pendente de julgamento no TST.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$3.166.285,71 (três milhões, cento e sessenta e seis
mil, duzentos e oitenta e cinco reais e setenta e um
centavos).


Adicional de Periculosidade
Processo nº 0183800-34.1996.5.01.0029
Juízo: 29ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de outubro de 1996.
Partes do Processo: Lieden Maria, Severiano Nazário, Julio Cesar Cordeiro e
Mariano Oliveira Moreira em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os Reclamantes pleiteiam o pagamento do adicional de
periculosidade e reflexos. O valor envolvido é R$
1.500.010,89 (um milhão e quinhentos mil e dez reais e
oitenta e nove centavos), sendo que já foram pagos R$
1.370.552,46 (um milhão trezentos e setenta reais mil,
quinhentos e cinquenta e dois reais e quarenta e seis
centavos).
Principais fatos: Sentença de 1º grau julgou procedente em parte. Todos
os recursos interpostos pela Light SESA foram negados.
Transitou em julgado em 28/05/2009. Aguarda-se o
término da execução.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 129.458,43 (cento e vinte e nove mil quatrocentos e
cinquenta e oito reais e quarenta e três centavos).

Integração de Horas Extras
Processo 0212000-92.1980.5.01.0035
Juízo: 35ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 17 de outubro de 1980.
Partes do Processo: Ademir Ferreira e outros (58 autores) em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pretendem a incorporação das horas
extras suprimidas no ano de 1980. O valor envolvido é
de R$ 3.713.217,96 (três milhões, setecentos e treze mil
duzentos e dezessete reais e noventa e seis centavos).
Principais fatos: Sentença julgou procedente em parte o pedido. Processo
em execução. Discutem-se, atualmente, os valores
previdenciários. A carta de fiança que garantia a
execução deixou de valer a partir do depósito efetuado e
foi desentranhada dos autos. A Light SESA pagou o
valor R$ 9.127.495,44 (nove milhões, cento e vinte se
sete mil, quatrocentos e noventa e cinco reais e quarenta
e quatro centavos). Iniciada execução previdenciária.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: Não há.

Responsabilidade subsidiária e acidente do trabalho
Processo nº 0001096-62.2011.5.01.0341
Juízo: 01ª Vara do Trabalho de Volta Redonda.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 27 de julho de 2011.
Partes do Processo: Rafael da Silva Romano em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”), Petrobrás e Serviços
Urbanos Ltda. (“Sul”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia pagamento de indenização por
danos materiais, morais e estéticos em razão de acidente
de trabalho. O valor envolvido é de R$ 1.885.869,87 (um
milhão, oitocentos e oitenta e cinco mil, oitocentos e
sessenta e nove reais e oitenta e sete centavos).
Principais fatos: Não houve sentença ainda e o caso encontra-se
aguardando designação de nova data para audiência.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Responsabilidade subsidiária e acidente do trabalho
Processo nº 0000762-95.2011.5.01.0060
Juízo: 60ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de junho de 2011.
Partes do Processo: Juarez Simões da Silva em face de ALTM S/A
Tecnologia e Serviços de Manutenção e Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia pagamento de indenização por
danos morais, estéticos, eventuais tratamentos médicos
em razão de acidente de trabalho, pensão vitalícia,
constituição de capital garantidor, horas extras e reflexos
e verbas rescisórias. O valor envolvido é de R$
1.560.469,47 (um milhão, quinhentos e sessenta mil,
quatrocentos e sessenta e nove reais e quarenta e sete
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

centavos).
Principais fatos: Sentença julgou procedente em parte a demanda. O
processo encontra-se aguardando julgamento de Recurso
Ordinário de ambas as partes.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 66.891,86 (sessenta e seis mil oitocentos e noventa e
um reais e oitenta e seis centavos).

Horas extras e reflexos
Processo nº 0241500-68.1992.5.01.0041
Juízo: 41ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 28 de outubro de 1992 .
Partes do Processo: Adahir de Souza mais 9 reclamantes em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”)
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam a condenação da Light SESA
ao pagamento de horas extras e reflexos. O valor
envolvido é de R$ 3.128.504,78 (três milhões, cento e
vinte e oito mil, quinhentos e quatro reais e setenta e oito
centavos).
Principais fatos: Sentença proferida em fevereiro de 2013, dando
improcedência aos pedidos autorais. Processo encontra-
se aguardando julgamento do Recurso Ordinário da outra
parte.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação salarial e horas extras
Processo nº 0149000-26.2005.5.01.0041
Juízo: 41ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 07 de novembro de 2005.
Partes do Processo: Gilberto de Souza Arruda em face de Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia a condenação da Light SESA ao
pagamento de equiparação salarial e horas extras e
reflexos. O valor envolvido é de R$ 1.072.290,38 (um
milhão, setenta e dois mil, duzentos e noventa reais e
trinta e oito centavos).
Principais fatos: Sentença proferida julgando procedente em parte a ação.
A Light SESA interpôs Recurso Ordinário sem êxito.
Negado provimento ao Agravo de Instrumento em
Recurso de Revista interposto pela Light SESA.
Aguardando retorno dos autos para a vara de origem.

Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 466.058,08 (quatrocentos e sessenta e seis mil e
cinquenta e oito reais e oito centavos).

Reintegração e horas extras
Processo nº 0177000-10.2006.5.01.0006
Juízo: 6ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de dezembro de 2006.
Partes do Processo: Moacir Gomes de Farias em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O Reclamante pretende a reintegração trabalhista, bem
como o pagamento de horas extras e reflexos, reembolso
de contribuições à Fundação de Seguridade Social
Braslight, gratificação de função e diferenças salariais. O
valor envolvido é de R$ 1.064.060,39 (um milhão,
sessenta e quatro mil, sessenta reais e trinta e nove
centavos).
Principais fatos: Ação julgada parcialmente procedente. Dado parcial
provimento ao Recurso Ordinário da Light SESA.
Indeferido o Recurso de Revista interposto pela Light
SESA. Processo em fase de execução.
Chance de perda: Provável e Remoto.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 568.032,33 (quinhentos e sessenta e oito mil, trinta e
dois reais e trinta e três centavos).

Intervalo de 5% Entre Níveis e horas extras
Processo nº 0224400-19.1999.5.01.0021
Juízo: 21ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 06 de dezembro de 1999.
Partes do Processo: Emilio Antonio Souza Aguiar Nina Ribeiro em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pretende pagamento de diferenças salariais
entre níveis 5% (cinco por cento) e horas extras. O valor
envolvido é de R$ 2.903.419,34 (dois milhões,
novecentos e três mil, quatrocentos e dezenove reais e
trinta e quatro centavos).
Principais fatos: Processo julgado procedente em parte. Indeferidos os
recursos interpostos pela Light SESA. Processo
encontra-se em fase de execução. Já foi pago o valor R$
2.600.850,82 (dois milhões, seiscentos mil e oitocentos e
cinquenta reais e oitenta e dois centavos).
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 302.568,52 (trezentos e dois mil quinhentos e
sessenta e oito reais e cinquenta e dois centavos).

Adicional de periculosidade e horas extras
Processo nº 0104800-37.1996.5.01.0044
Juízo: 44ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 13 de junho de 1996.
Partes do Processo: Hilmar Barbosa Alves em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia pagamento de adicional de
periculosidade e horas extras. O valor envolvido é de R$
1.048.270,01 (um milhão, quarenta e oito mil, duzentos e
setenta reais e um centavo).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Sentença julgando parcialmente procedente o feito,
foram indeferidos os recursos interpostos pela Light
SESA. Iniciada a execução em 2000, já foi pago o valor
de R$ 246.831,51 (duzentos e quarenta e seis mil e
oitocentos e trinta e um reais e cinquenta e um centavos).
Encontra-se, atualmente, aguardando expedição de
alvará.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 801.438,50 (oitocentos e um mil quatrocentos e trinta
e oito reais e cinquenta centavos).

Equiparação salarial e reflexos
Processo nº 0143200-50.1991.5.01.0027
Juízo: 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 01 de janeiro de 1991.
Partes do Processo: Aldir Paiva Monteiro e mais 11 reclamantes em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam equiparação salarial e reflexos.
O valor envolvido é de R$ 1.634.055,46 (um milhão,
seiscentos e trinta e quatro mil e cinquenta e cinco reais
e quarenta e seis centavos).
Principais fatos: Realizado acordo com alguns dos reclamantes, já foi
pago o valor de R$ 1.231.353,49 (um milhão, duzentos e
trinta e um mil e trezentos e cinquenta e três reais e
quarenta e nove centavos). Sentença procedente em
parte. A Light SESA interpôs os recursos cabíveis,
porém, sem êxito. Encontra-se, atualmente, em execução
previdenciária.
Chance de perda: Provável e Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 289.294,67 (duzentos e oitenta e nove mil, duzentos e
noventa e quatro reais e sessenta e sete centavos).

Danos morais e pensão vitalícia (acidente de trabalho)
Processo nº 0033200-50.2009.5.01.0221
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Juízo: 01ª Vara do Trabalho de Nova Iguaçu.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 16 de fevereiro de 2009.
Partes do Processo: Elias Gomes Veras em face de Empresa Tejofran de
Saneamento e Serviços e Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia responsabilidade solidária, horas
extras e reflexos, danos morais e pensão vitalícia em
razão do acidente de trabalho. O valor envolvido é de R$
1.156.129,86 (um milhão, cento e cinquenta e seis mil,
cento e vinte e nove reais e oitenta e seis centavos).
Principais fatos: Sentença julgou improcedente o processo em relação à
Light SESA. Dado provimento parcial ao Recurso
Ordinário do Reclamante majorando a condenação
aplicando a responsabilidade solidária entre as Rés.
Encontra-se aguardando julgamento de novos recursos.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 527.928,17 (quinhentos e vinte e sete mil e
novecentos e vinte e oito reais e dezessete centavos).

Periculosidade, horas extras e intervalo 5% entre níveis
Processo nº 0000936-85.2010.5.01.0013
Juízo: 13ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 17 de agosto de 2010.
Partes do Processo: Francisco José da Silva Mendes em face de Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia pagamento de adicional de
periculosidade, horas extras e reflexos e intervalo de 5%
(cinco por cento) entre níveis. O valor envolvido é de R$
1.197.247,37 (um milhão, cento e noventa e sete mil,
duzentos e quarenta e sete reais e trinta e sete centavos).
Principais fatos: Na audiência de 09/05/2011, o reclamante desistiu dos
pedidos de horas extras e de adicional de periculosidade,
inclusive seus acessórios. Sentença julgou procedente
apenas a retificação da CTPS para constar a projeção do
aviso prévio. Indeferidos os recursos do reclamante.
Aguardando julgamento de Agravo de Instrumento para
tentar destrancar o Recurso de Revista do reclamante.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas extras e reflexos
Processo nº 0249600-04.1980.5.01.0018
Juízo: 18ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 31 de agosto de 1980.
Partes do Processo: Ademilson E Nascimento e mais 119 reclamantes em
face de Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”)
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam pagamento de horas extras e
reflexos. O valor envolvido é de R$ 6.194.295,70 (seis
milhões, cento e noventa e quatro mil, duzentos e
noventa e cinco reais e setenta centavos).
Principais fatos: Realizado acordo com alguns reclamantes. Proferida
sentença dando procedência parcial para a ação. A Light
SESA recorreu, porém, foi negado provimento ao
recurso e dado provimento ao dos Autores para incluir
na condenação os reclamantes excluídos pela sentença.
Negado provimento a novo recurso interposto pela Light
SESA. Foi feito acordo com alguns reclamantes. Já foi
pago no processo o valor de R$ 2.758.255,15 (dois
milhões, setecentos e cinquenta e oito mil e duzentos e
cinquenta e cinco reais e quinze centavos). Iniciada
execução de contribuição previdenciária.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 3.436.040,55 (três milhões, quatrocentos e trinta e
seis mil e quarenta reais e cinquenta e cinco centavos).

Adicional de periculosidade
Processo nº 0178200-85.1989.5.01.0026
Juízo: 26ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 16 de agosto de 1989.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Alberto Figueiredo Ferreira mais 42 reclamantes em face
da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam pagamento de adicional de
periculosidade. O valor envolvido é de R$ 1.595.361,55
(um milhão, quinhentos e noventa e cinco mil trezentos e
sessenta e um reais e cinquenta e cinco centavos).
Principais fatos: Sentença julgou o feito procedente em parte. A Light
SESA interpôs os devidos recursos que não foram
providos. Realizado acordo com alguns reclamantes.
Foram pagos R$ 3.345.140,31. O processo encontra-se
em fase de execução previdenciária.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Adicional de periculosidade
Processo nº 0029800-26.1988.5.01.0007
Juízo: 07ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 26 de fevereiro de 1988.
Partes do Processo: Aldeir Vergilio Santos mais 35 reclamantes substituídos
pelo Sindicato em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam pagamento de Adicional de
periculosidade. O valor envolvido é de R$ 3.817.036,63
(três milhões, oitocentos e dezessete mil, trinta e seis
reais e sessenta e três centavos).
Principais fatos: A Light SESA foi condenada a pagar o adicional de
periculosidade integral. Foi negado provimento a todos
os recursos interpostos. Realizado acordo com alguns
reclamantes. Já foram pagos R$2.403.834,87 (dois
milhões, quatrocentos e três mil e oitocentos e trinta e
quatro reais e oitenta e sete centavos)..
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: R$ 1.413.201,76 (um milhão, quatrocentos e treze mil,
duzentos e um reais e setenta e seis centavos).

Equiparação salarial e horas extras e reflexos
Processo nº 0144400-76.1992.5.01.0021
Juízo: 21ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de junho de 1992.
Partes do Processo: Anadyr Braz mais 2 reclamantes em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam pagamento de equiparação
salarial, integração das horas extras, horas extras e
reflexos. O valor envolvido é de R$ 2.559.743,82 (dois
milhões, quinhentos e cinquenta e nove mil, setecentos e
quarenta e três reais e oitenta e dois centavos).
Principais fatos: Sentença julgou o feito procedente em parte. A Light
SESA interpôs Recurso Ordinário que foi parcialmente
procedente para excluir da condenação a integração do
valor do ticket refeição às verbas pleiteadas. Interposto
novo recurso, sem sucesso. Aguardando início da
execução.

Chance de perda: Remoto e Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 62.340,72 (sessenta e dois mil, trezentos e quarenta
reais e setenta e dois centavos).

Danos morais e materiais – Doença profissional
Processo nº 0001642-03.2013.5.01.0421
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Barra do Piraí.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 16 de julho de 2013.
Partes do Processo: Renato de Macedo Silva Filho em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia pagamento de danos morais e
materiais em razão de alegada doença adquirida ao longo
do contrato de trabalho. O valor envolvido é de R$
1.095.154,79 (um milhão, noventa e cinco mil e cento e
cinquenta e quatro reais e setenta e nove centavos).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Principais fatos: Juiz deferiu em primeira audiência a realização de
perícia médica. Aguardando término da diligência.

Chance de perda: Possível.

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Responsabilidade subsidiária
Processo nº 0010991-80.2013.5.01.0081
Juízo: 81ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 07 de setembro de 2013.
Partes do Processo: Lindomar Benevides de Souza em face de Medral
Energia e Light Serviço de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia dentre outros pedidos, horas extras
e reflexos, diferenças salariais, sobreaviso, dano moral e
responsabilidade solidária e sucessivamente subsidiária
da Light. O valor envolvido é de R$ 1.092.674,71 (um
milhão, noventa e dois mil e seiscentos e setenta e quatro
reais e setenta e um centavos).
Principais fatos: Realizada a audiência, sem prazo para sentença, que foi
adiada.

Chance de perda: Possível e Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação salarial, horas extras e doença profissional
Processo nº 0011049-02.2013.5.01.0011
Juízo: 11ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 14 de outubro de 2013.
Partes do Processo: Rodrigo Nogueira Jacinto em face da Light Serviço de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante pleiteia dentre outros pedidos, equiparação
salarial, horas extras e reflexos e danos morais e
materiais pela alegada doença profissional adquirida ao
longo do contrato de trabalho. O valor envolvido é de R$
1.226.546,72 (um milhão, duzentos e vinte e seis mil e
quinhentos e quarenta e seis reais e setenta e dois
centavos).
Principais fatos: Juiz deferiu a realização de perícia médica. Aguardando
a conclusão da diligência.

Chance de perda: Possível

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas extras
Processo nº 0119900-23.1981.5.01.0023
Juízo: 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 13 de maio de 1981.
Partes do Processo: Agnelo Alvim Padilha e mais 38 reclamantes em face da
Light Serviço de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pleiteiam dentre outros pedidos,
diferenças salarias e horas extras e reflexos. O valor
envolvido calculado em julho de 2013 é de R$
1.327.348,80 (um milhão, trezentos e vinte e sete mil e
trezentos e quarenta e oito reais e oitenta centavos).
Principais fatos: Trata-se de reclamação trabalhista onde os reclamantes
pleiteiam o pagamento das horas extras suprimidas, com
integração e reflexos, pela média dos últimos 12 meses.
Foi realizada perícia contábil.
A sentença julgou procedente em parte o pedido para
condenar a reclamada ao pagamento de reflexos das
horas extras prestadas sobre o RSR e honorários.
As partes interpuseram Recurso Ordinário, não sendo
conhecido aquele interposto por um dos reclamantes.
Dos demais deu parcial provimento para deferir
honorários aos que estiverem assistidos pelo sindicato e
dar parcial provimento ao da reclamada para fixar o
marco prescricional e percentuais para a multa do FGTS.
As partes interpuseram Recurso de Revista e Agravo de
Instrumento, aos quais foi negado provimento. Os
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

reclamantes apresentaram cálculos de liquidação, os
quais foram impugnados pela ré. Os cálculos foram
homologados.
Reclamantes opuseram embargos à execução em relação
ao valor do INSS homologado. Os reclamantes
interpuseram impugnação à sentença de liquidação.
Ambos encontram-se pendentes de julgamento.
Chance de perda: Possível.

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.336.478,69 (um milhão trezentos e trinta e seis mil
quatrocentos e setenta e oito reais e sessenta e nove
centavos).

Adicional de Periculosidade
Processo nº 0063800-87.1996.5.01.0034.
Juízo: 34ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 3ª Instância.
Data de Instauração: 16 de abril de 1996.
Partes do Processo: Ação plúrima movida por 20 (vinte) ex-empregados em
face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os Reclamantes pleiteiam o pagamento do adicional de
periculosidade e reflexos, ressarcimento das despesas
com prova pericial e honorários advocatícios. O valor
envolvido é de R$3.539.597,47 (três milhões, quinhentos
e trinta e nove mil, quinhentos e noventa e sete reais e
quarenta e sete centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedentes os pedidos de adicional
de periculosidade e ressarcimento dos honorários
periciais. A Light SESA interpôs recurso ordinário, ao
qual foi negado provimento.
Foi interposto recurso de revista, sendo negado
seguimento ao mesmo. Foi determinada perícia contábil,
em razão da complexidade dos cálculos. Em 19/11/2002
foram homologados os cálculos. Posteriormente, diante
da demissão de alguns empregados ocorrida no curso do
processo, foi determinada nova perícia contábil para
apuração dos novos valores, sendo que em 06/12/2004
houve nova homologação de cálculos. A Light SESA
opôs embargos a execução, garantindo o Juízo no valor
de R$ 1.883.809,87 (um milhão, oitocentos e oitenta e
três mil, oitocentos e nove reais e oitenta e sete
centavos), tendo o mesmo sido acolhido em parte. Dessa
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

decisão foram opostos embargos de declaração os quais
foram julgados improcedentes.
Diante disso, foi interposto agravo de petição, tendo sido
provido parcialmente. Dessa decisão foram opostos
novos embargos declaratórios, sendo os mesmos
improcedentes. Os autos retornaram a vara de origem,
sendo realizados novos cálculos pelo perito e
homologados em 25/03/2008. Face à homologação, o
reclamante apresentou impugnação à decisão
homologatória e a Light SESA opôs novos embargos a
execução apresentando carta de fiança do Banco
Votorantin no valor de R$1.292.731,01 (um milhão,
duzentos e noventa e dois mil, setecentos e setenta e três
reais e um centavo). Ambos os recursos foram julgados
procedentes em parte. Em 10/02/2009 foi interposto
agravo de petição, o qual foi negado provimento. Após o
retorno dos autos à vara de origem, foram para a
contadoria e os novos cálculos homologados em
30/09/2010. Dessa decisão foram opostos novos
embargos à execução, os quais foram parcialmente
providos. O reclamante interpôs embargos de declaração,
que foram rejeitados. Atualmente, encontra-se em
perícia. Foram expedidos Alvarás para os reclamantes e
a Fazenda Nacional.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Horas Extras, Intervalo de 5% (cinco por cento) entre os Níveis, Indenização por
Estabilidade
Processo nº 0097400-09.2003.5.01.0017.
Juízo: 17ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 04 de julho de 2003.
Partes do Processo: Valmir Leal do Nascimento em face da Light Serviços
de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O Reclamante pleiteia o pagamento de horas extras e
reflexos, diferenças salariais relativas a 5% (cinco por
cento) entre os níveis, indenização por garantia de
emprego prevista no Acordo Coletivo. O valor envolvido
é de R$1.290.877,24 (um milhão, duzentos e noventa
mil, oitocentos e setenta e sete reais e vinte e quatro
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

centavos).
Principais fatos: Julgado procedente em parte. A Light SESA interpôs
Recurso Ordinário, ao qual foi negado provimento. A
Light SESA interpôs Recurso de Revista, que também
teve o provimento negado. A Light SESA interpôs
Agravo de Instrumento, que aguarda julgamento. Tendo
sido facultado ao reclamante iniciar a execução
provisória, em 24/03/2011 a parte autora apresentou
cálculos de liquidação, no valor líquido de
R$2.188.643,31 (dois milhões, cento e oitenta e oito mil,
seiscentos e quarenta e três reais e trinta e um centavos).
Em 22/06/2011, a Light SESA apresentou impugnação
aos cálculos de liquidação, no valor total de
R$1.361.491,91(um milhão, trezentos e sessenta e um
reais, quatrocentos e noventa e um reais e noventa e um
centavos), nestes incluídos o Imposto de Renda e o
INSS. Foi determinado que o autor apresentasse
retificação aos cálculos. Em jan/2014, a Light SESA
apresentou impugnação de cálculos.

Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$2.127.828,79 (dois milhões, cento e vinte e sete mil,
oitocentos e vinte e oito reais e setenta e nove centavos).

Horas Extras, Adicional de Periculosidade, Danos Morais e Materiais,
Estabilidade
Processo nº 0121700-72.2009.5.01.0066.
Juízo: 66ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 31 de janeiro de 2006.
Partes do Processo: Cleide Jean Novaes da Silva Vieira em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
A Reclamante pleiteia o pagamento do adicional de
periculosidade e reflexos; horas extras e reflexos; danos
morais e materiais e estabilidade por suposto acidente de
trabalho. O valor envolvido é de R$1.234.328,26 (um
milhão, duzentos e trinta e quatro mil, trezentos e vinte e
oito reais e vinte e seis centavos).
Principais fatos: Processo em fase de instrução. Houve realização de
perícia, tendo o laudo pericial sido favorável a
companhia. Atualmente em etapa de esclarecimentos
sobre o laudo, tendo em março/2013 a Light SESA se
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

manifestado sobre estes esclarecimentos. Aguardando
provimento jurisdicional. Realizada a Audiência
Instrução, ainda sem data marcada para a sentença.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Equiparação Salarial e reflexos, Horas extras e reflexos – Processo nº 0047700-
98.1992.5.01.0001.
Juízo: 01ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 01ª Instância.
Data de Instauração: 09 de março de 1992.
Partes do Processo: Ação movida por José Roberto Engle Valente e mais três
ex-empregados em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os Reclamantes pleiteiam o pagamento de Equiparação
Salarial e reflexos e horas extras e reflexos. O valor
envolvido é de R$1.239.696,24 (um milhão, duzentos e
trinta e nove mil, seiscentos e noventa e seis reais e vinte
e quatro centavos).
Principais fatos: Inicialmente foi indeferido o litisconsórcio ativo,
restando como reclamante apenas o Sr. José Roberto
Engle Valente. Em junho/1994 o processo foi julgado
extinto sem julgamento de mérito. O reclamante interpôs
Recurso Ordinário, ao qual foi dado provimento e
determinado o retorno à Vara de origem para
julgamento. Em maio/2004 foi proferida nova sentença
que julgou improcedentes os pedidos autorais. Interposto
recurso ordinário, foi negado provimento. Transitado em
julgado, iniciou-se execução no sentido de reaver do
reclamante os honorários periciais que foram custeados
pela Light SESA. Desde o ano de 2007 o Juízo tenta
bloquear contas bancárias do reclamante, sem êxito. Por
fim, em 2012 deu por exauridos os meios de coerção do
devedor, determinando a inclusão do nome do mesmo no
BNDT (Banco Nacional de Devedores Trabalhistas) e a
expedição da Certidão de Crédito a favor da Light
SESA. O valor em maio/2004 estava em R$5.069,44
(cinco mil e sessenta e nove reais e quarenta e quatro
centavos).
Chance de perda: Remoto.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Diferença de adicional de Periculosidade, Honorários advocatícios – Processo nº
0063800-66.1995.5.01.0020.
Juízo: 20ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 01ª Instância.
Data de Instauração: 02 de maio de 1995.
Partes do Processo: Ação plúrima movida por 21 (vinte e um) ex-
empregados em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os Reclamantes pleiteiam o pagamento de diferença de
adicional de periculosidade e reflexos e honorários
advocatícios. O valor envolvido é de R$3.267.999,51
(três milhões, duzentos e sessenta e sete mil, novecentos
e noventa e nove reais e cinquenta e um centavos).
Principais fatos: Julgado procedente em parte. A Light SESA e os
Reclamantes interpuseram Recurso Ordinário, sendo
deferidos em parte ambos os recursos. A Light SESA
interpôs Recurso de Revista, entretanto o mesmo foi
indeferido. Foi iniciada a execução. Em junho/2002 foi
efetuado um bloqueio no valor de R$ 2.174.811,68,
sendo opostos Embargos à Execução. No mesmo
período, foi celebrado acordo com alguns dos autores,
sendo o pagamento realizado em parcelas. Em abril/2003
foi interposto agravo de petição e levantado o valor
incontroverso pelos autores remanescentes na ação. Em
dezembro/2008 os autos foram enviados para a
contadoria para verificar o saldo ainda existente a favor
dos autores (remanescentes) e, em 2009, foram opostos
Embargos à Execução, sem a necessidade de depósito
para a garantia do juízo, uma vez que o saldo
remanescente do valor bloqueado garantiu o juízo. Em
outubro/2012 foi comprovado nos autos o depósito da
diferença dos honorários periciais ainda faltantes.
Atualmente aguarda tão somente a expedição de alvará
do saldo remanescente às partes, bem como
manifestação da Previdência Social.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: R$723.355,03 (setecentos e vinte e três mil, trezentos e
cinquenta e cinco reais e três centavos).

Acidente do Trabalho – Reclamação Trabalhista nº 0000077-81.2012.5.01.0342
Apensado ao Processo 0000078-66.2012.5.01.0342 (mesmo acidente)
Juízo: 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de fevereiro de 2012.
Partes do Processo: Tereza Cristina de Souza e outros, em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da
prestadora de serviços de nome Serviços Urbanos Ltda.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada pela viúva e
filhos de ex-prestador de serviços da companhia, em
razão de acidente fatal sofrido na rede elétrica. Requer
indenização por danos morais, bem como pensão
vitalícia. O valor envolvido é R$2.218.187,25 (dois
milhões, duzentos e dezoito mil, cento e oitenta e sete
reais e vinte e cinco centavos).
Principais fatos: Na audiência inaugural, a Light SESA arguiu a conexão
com a RT 0000078-66.2012.5.01.0342, o que foi
acolhido pelo Juiz, que determinou a reunião dos
processos. Observada a determinação de prova pericial
no processo 0000078-66.2012.5.01.0342. Em
fevereiro/2014, a Light SESA se manifestou sobre o
laudo pericial.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente do Trabalho – Reclamação Trabalhista nº 0000029-97.2012.5.01.0221
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Nova Iguaçu.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 10 de janeiro de 2012.
Partes do Processo: Marcio Miranda Nunes em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da prestadora de
serviços Compel.
PÁGINA: 133 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por prestador
de serviços que sofreu acidente de trabalho na rede
elétrica. Requer indenização por danos morais e
estéticos, pensão vitalícia, despesas vencidas e
vincendas, constituição de capital garantidor,
manutenção do plano de saúde e horas extras. O valor
envolvido é R$2.218.187,25 (dois milhões, duzentos e
onze mil, cento e sessenta e sete reais e noventa e três
centavos).
Principais fatos: Processo em fase de instrução. Foi realizada perícia para
esclarecer a dinâmica do acidente. As partes já
apresentaram suas manifestações sobre o laudo, aguarda-
se diligências judiciais e a realização da Audiência de
Instrução, que está marcada.

Chance de perda: Possível e Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente do Trabalho – Reclamação Trabalhista nº 0001743-56.2012.5.01.0039
Juízo: 39ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de dezembro de 2012.
Partes do Processo: Haendel Melo de Albuquerque e outros em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por
empregado serviços que sofreu acidente de trabalho na
rede elétrica, bem como sua esposa e filhos. Requer
indenização por danos morais e estéticos, pensão
vitalícia, despesas vencidas e vincendas. O valor
envolvido é R$3.680.428,14 (três milhões, seiscentos e
oitenta mil, quatrocentos e vinte e oito reais e catorze
centavos).
Principais fatos: Processo em fase inicial. Realizada audiência. Foi
determinada perícia, tendo sido o laudo pericial
impugnado pela Light SESA.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
PÁGINA: 134 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valor Provisionado: Não há.

Danos morais e lucros cessantes
Reclamação Trabalhista nº 0000689-73.2012.5.01.0421
Juízo: 1ª Vara do Trabalho de Valença.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de abril de 2012.
Partes do Processo: Wilson Cesar Avila Magalhães em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por ex-
empregado, alegando que suas atribuições como Técnico
de Campo eram muito exaustivas e sem segurança,
sofrendo agressões verbais e ameaças. Sustenta que seu
quadro se agravou quando passou a trabalhar em outras
cidades do sul fluminense, na mesma função. Afirma que
teve diagnosticadas doenças cuja culpa atribui à
empresa, classificadas como transtorno de ansiedade
generalizada e reação aguda ao estresse, O valor
envolvido é R$1.894.454,78 (um milhão, oitocentos e
noventa e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e quatro
reais e setenta e oito centavos).
Principais fatos: Processo em fase de instrução. Foi determinada a
realização de perícia. As partes foram intimadas para se
manifestar sobre a estimativa de honorários periciais,
aguarda-se prosseguimento do feito.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Vínculo empregatício e acidente do trabalho – Reclamação Trabalhista nº
0001531-71.2011.5.01.0006
Juízo: 6ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 02 de dezembro de 2011.
Partes do Processo: Lionel Ribeiro de Souza em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da prestadora de
serviços Medral.
PÁGINA: 135 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por prestador
de serviços terceirizado, requerendo Vínculo
Empregatício com a Light, Adicional de Periculosidade,
Diferença Salarial, Hora Extra, bem como indenização
por Danos Morais, Materiais, Estéticos e Pensão
Vitalícia em razão de acidente de trabalho sofrido na
rede elétrica. O valor envolvido é R$1.364.360,87 (um
milhão, trezentos e sessenta e quatro mil, trezentos e
sessenta reais e oitenta e sete centavos).
Principais fatos: Processo em fase de instrução. Aguarda-se realização de
perícia.
Chance de perda: Possível e Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente do trabalho
Reclamação Trabalhista nº 0001941-20.2011.5.01.0204
Juízo: 4ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 21 de novembro de 2011.
Partes do Processo: Ester de Lima em face da Light Serviços de Eletricidade
S.A. (“Light SESA”) e da prestadora de serviços Soter.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada pela mãe de
ex-prestador de serviços terceirizado, em razão de
acidente fatal sofrido na rede elétrica. Requer
indenização por danos morais e materiais, bem como
pensão vitalícia. O valor envolvido é R$1.363.498,88
(um milhão, trezentos e sessenta e três mil, quatrocentos
e noventa e oito reais e oitenta e oito centavos).
Principais fatos: A sentença extinguiu o processo sem julgamento de
mérito, por ilegitimidade ativa. Foi reformada pelo
Tribunal em recurso ordinário, sendo determinado que
retornasse à vara de origem para apreciação do mérito.
Foi interposto recurso de revista pela prestadora Soter,
primeira reclamada. Aguardando julgamento.
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Reclamação Trabalhista nº 0061600-39.2004.5.01.0063 – Horas extras,
Equiparação salarial e outros.
Juízo: 63ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 01ª Instância.
Data de Instauração: 16 de abril de 2004.
Partes do Processo: Custódio Sacramento Magalhães de Sá em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante requer diferenças de adicional de
periculosidade, horas extras e reflexos, devolução de
seguro de vida e adicional de sobreaviso. O valor
envolvido é R$1.307.400,50 (um milhão, trezentos e sete
mil, quatrocentos reais e cinquenta centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedente o pedido de diferença de
adicional de periculosidade, e improcedentes os demais.
Interposto recurso ordinário pelo reclamante e pela Light
SESA, foi parcialmente conhecido o do reclamante para
reconhecer o pedido de horas extras e reflexos. A Light
SESA interpôs Recurso de Revista, o qual foi indeferido,
interpôs Agravo de Instrumento desta decisão, ao qual
foi negado provimento. Ajuizado Embargos de
Declaração em Agravo de Instrumento, o mesmo foi
rejeitado. O processo encontra-se em fase de execução,
sendo que já foi pago o valor de R$ 555.118,25
(quinhentos e cinquenta e cinco mil e cento e dezoito
reais e vinte e cinco centavos).
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$1.221.688,97 (um milhão, duzentos e vinte e um mil,
seiscentos e oitenta e oito reais e vinte e cinco centavos).

Reclamação Trabalhista nº 0052200-78.1997.5.01.0052 – Horas extras e reflexos,
Integração do adicional por tempo de serviço e do adicional de periculosidade,
reajuste salarial e outros.
Juízo: 52ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 01ª Instância.
Data de Instauração: 25 de março de 1997.
Partes do Processo: Carlos Alberto de Macedo em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O reclamante requer horas extras e reflexos, integração
do adicional por tempo de serviço, integração do
adicional de periculosidade, diferença salarial, Hora
noturna e adicional noturno. O valor envolvido é
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

R$1.257.060,73 (um milhão, duzentos e cinquenta sete
mil, sessenta reais e setenta e três centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedente em parte o pedido,
deferindo em parte a integração do adicional de
periculosidade. Interposto Embargos de Declaração pela
Light SESA, foi sanada a contradição. Negado
provimento ao Recurso Ordinário interposto pela Light
SESA. Interposto Recurso de Revista pela Light SESA,
o mesmo foi indeferido; interposto Agravo de
Instrumento desta decisão, negado provimento. Processo
encontra-se em fase de execução. Já foram pagos R$
39.000,00 (trinta e nove mil reais).
Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Reclamação Trabalhista nº 0037200-83.2008.5.01.0074 – Doença ocupacional,
Horas extras e reflexos, e outros.
Juízo: 74ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 01ª Instância.
Data de Instauração: 07 de abril de 2008.
Partes do Processo: Claudio Mendes Barbosa de Oliveira em face da Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da
prestadora de serviços Soter.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por ex-
prestador de serviços terceirizado, requerendo dupla
função, horas extras e reflexos, adicional de sobreaviso,
adicional noturno, salário in natura, indenização por
perda auditiva e pensão mensal, bem como a
responsabilidade subsidiária da Light por estas verbas. O
valor envolvido é R$1.233.450,31 (um milhão, duzentos
e trinta e três mil, quatrocentos e cinquenta reais e trinta
e um centavos).
Principais fatos: Inicialmente, ao apreciar prejudicial de mérito, o Juiz
declarou prescritos os pedidos de sobreaviso e a
indenização por compensação de perda da capacidade
auditiva, permanecendo, contudo, os demais pedidos.
Deferida a realização de prova pericial médica, com
objetivo de apurar a suposta doença ocupacional.
Aguardando conclusão da diligência.
Chance de perda: Possível.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente do trabalho – Reclamação Trabalhista nº 01634-2010-089-03-00-9
Juízo: 3ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano - MG.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 05 de novembro de 2010.
Partes do Processo: Flaviana Assis Araujo de Melo e Nazaré Cristine Assis
Araújo em face da Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) e das prestadoras de serviços Planel –
Planejamento e Construções Elétricas e Dinâmica
Trabalho Temporário.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada pela filha e
esposa de ex-prestador de serviços terceirizado, em razão
de acidente fatal sofrido na rede elétrica. Requer
indenização por danos morais e materiais, pensão mensal
e constituição de capital garantidor. O valor envolvido é
R$1.140.110,46 (um milhão, cento e quarenta mil, cento
e dez reais e quarenta e seis centavos).
Principais fatos: Inicialmente, destacamos que trata-se de processo
migrado da Vara Cível, em razão da Emenda
Constitucional nº 45.
A sentença, proferida já no Juízo trabalhista, julgou
procedentes os pedidos autorais, condenado as rés de
forma solidária. A Light SESA interpôs Recurso
Ordinário, parcialmente provido para reduzir o valor do
dano moral e excluir a condenação em honorários
advocatícios. Interposto Recurso de Revista, teve o
seguimento negado, interpondo em razão disso Agravo
de Instrumento em Recurso de Revista, o qual aguarda
provimento jurisdicional.

Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$1.140.110,46 (um milhão, cento e quarenta mil, cento
e dez reais e quarenta e seis centavos).

Reclamação Trabalhista nº 0000818-48.2010.5.01.0001 – Vínculo empregatício e
outros
Juízo: 1ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 19 de julho de 2010.
Partes do Processo: Fabio de Assis Felix em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da prestadora de
serviços ALTM S.A.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista ajuizada por prestador
de serviços terceirizado, requerendo Vínculo
Empregatício com a Light, Unicidade contratual,
Isonomia ou Equiparação salarial, e outros. O valor
envolvido é R$1.117.328,98 (um milhão, cento e
dezessete mil, trezentos e vinte e oito reais e noventa e
oito centavos).
Principais fatos: Audiência de instrução realizada em dezembro/2012.
Sentença procedente. Aguardando julgamento do
Recurso Ordinário interposto pela Light SESA.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$595.136,67 (quinhentos e noventa e cinco mil cento e
trinta e seis reais e sessenta e sete centavos).

Reclamação Trabalhista nº 0078400-68.2003.5.01.0002 – Diferença salarial
interníveis, Expurgos inflacionários do FGTS, Retificação CTPS
Juízo: 2ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 09 de junho de 2003.
Partes do Processo: Dilmar Santos da Silva em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Requer o reclamante diferença salarial Interníveis,
Expurgos inflacionários do FGTS, Retificação CTPS e
honorários advocatícios. O valor envolvido é
R$1.117.328,98 (um milhão, cento e dezessete mil,
trezentos e vinte e oito reais e noventa e oito centavos).
Principais fatos: A sentença julgou procedentes os pedidos autorais. A
Light SESA interpôs Recurso Ordinário, ao qual foi
dado parcial provimento para afastar a condenação de
Expurgos inflacionários do FGTS e honorários
advocatícios. O reclamante interpôs Recurso de Revista,
que foi denegado. Desta decisão o reclamante interpôs
Agravou de Instrumento, o qual se encontra pendente de
julgamento.
Chance de perda: Possível.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Reclamação Trabalhista nº 0146600-17.2009.5.01.0003 – Vínculo empregatício,
Horas extras e reflexos, Equiparação salarial e reflexos, Dano moral
Juízo: 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 05 de novembro de 2009.
Partes do Processo: Cícero José Gomes em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da prestadora ALTM
S.A.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de Reclamação Trabalhista ajuizada por ex-
prestador de serviços, requerendo vínculo empregatício
com a Light SESA, Horas extras e reflexos, Equiparação
salarial e reflexos, Adicional de sobreaviso, Dano moral.
O valor envolvido é R$1.062.191,58 (um milhão,
sessenta e dois mil, cento e noventa e um reais e
cinquenta e oito centavos).
Principais fatos: A sentença julgou parcialmente procedentes os pedidos
autorais, deferindo o pedido de horas extras, e
indeferindo os demais. Interposto Embargos de
Declaração pelo reclamante, parcialmente acolhido para
apreciar o pedido de dano moral e julgá-lo improcedente.
O reclamante interpôs Recurso Ordinário, o qual foi
parcialmente acolhido para deferir o pedido de Adicional
de sobreaviso. Iniciada a execução, em janeiro/2013
foram homologados os cálculos no valor de
R$112.235,99 (cento e doze mil, duzentos e trinta e
cinco reais e noventa e nove centavos). Encontra-se em
fase de execução.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$112.235,99 (cento e doze mil, duzentos e trinta e
cinco reais e noventa e nove centavos).

Reclamação Trabalhista nº 0000488-55.2010.5.01.0032 – Acidente de trabalho
Juízo: 32ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 31 de julho de 2009.
PÁGINA: 141 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Josenildo Carlos Ferreira em face da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e da prestadora ALTM
S.A.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de Reclamação Trabalhista ajuizada por ex-
prestador de serviços, em razão de acidente de trabalho
sofrido na rede elétrica. Requer indenização por danos
morais e materiais, bem como pensão mensal e vitalícia.
O valor envolvido é R$1.052.478,60 (um milhão,
cinquenta e dois mil, quatrocentos e setenta e oito reais e
sessenta centavos).
Principais fatos: Inicialmente, informamos que trata-se de processo
migrado de Cível, em razão da Emenda Constitucional
nº45. Deferida a realização de prova pericial médica, em
julho/2012 foi apresentado o laudo pela perita do Juízo,
tendo as partes de manifestado sobre o mesmo
sucessivamente. Atualmente, está em fase de instrução.
Chance de perda: Possível e Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Acidente de trabalho
Processo nº 0001565-17.2010.5.01.0221
Juízo: 11ª Vara do Trabalho de Nova Iguaçú.
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 20 de maio 2004.
Partes do Processo: Aurora Maria Silveira Evangelista e outros em face de
CDI Automação Controle Digital Integrado LTDA. e
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pretendem as partes a condenação da Light em
responsabilidade subsidiária e indenização por danos
morais. O valor envolvido calculado em julho de 2013 é
de R$ 1.541.368,52.
Principais fatos: Processo migrado do Cível. Sentença procedente em
parte condenando em danos morais e responsabilidade
solidária da Light. Aguardando julgamento de recurso.
Chance de perda: Possível.

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

PÁGINA: 142 de 420
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Horas extras e adicional de periculosidade
Processo nº 0078100-13.2004.5.01.0054
Juízo: 54ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24/06/2004
Partes do Processo: Roberto Antonio de Mello Samico em face de Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista no qual o reclamante
pretende a condenação da Light ao pagamento de horas
extras e reflexos, verbas, multa dos arts. 467 e 477,
dentre outros. O valor envolvido é de R$ 1.085.447,94.
Principais fatos: Sentença julgou procedente em parte os pedidos.
Interpusemos todos os recursos cabíveis, sem sucesso. Já
foi pago o valor de R$ 892.320,64. O processo encontra-
se em fase de execução previdenciária.
Chance de perda: Provável.

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 193.127,30 (cento e noventa e três mil cento e vinte e
sete reais e trinta centavos).

Acidente de trabalho
Processo nº 0010748-93.2013.5.01.0063
Juízo: 54ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 24 de julho de 2013.
Partes do Processo: Solange Souza de Carvalho Ramos em face de Litorânea
Energia LTDA. e Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de reclamação trabalhista na qual a reclamante
pleiteia dentre outros pedidos, o pagamento de
diferenças salariais, indenização por danos morais em
razão de acidente do trabalho horas, responsabilidade
subsidiária e etc. O valor envolvido é de R$
3.209.865,42 (três milhões, duzentos e nove mil e
oitocentos e sessenta e cinco reais e quarenta e dois
centavos).
Principais fatos: Realizada primeira audiência, adiada a sentença, ainda
não marcada.
Chance de perda: Provável.

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$ 3.209.865,42 (três milhões duzentos e nove mil,
oitocentos e sessenta e cinco reais e quarenta e dois
centavos).

Equiparação Salarial
Processo nº 0070100-48.1993.5.01.0009
Juízo: 09ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 27 de abril de 1993.
Partes do Processo: Fernando Brasileiro da Costa Filho e Jailton Ribeiro em
face da Light Serviço de Eletricidade S.A. (“Light
SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Os reclamantes pretendem diferenças salariais com
integrações e reflexos decorrentes da equiparação
salarial e honorários advocatícios. O valor envolvido é
R$ 1.250.090,16 (um milhão, duzentos e cinquenta mil,
noventa reais e dezesseis centavos).
Principais fatos: A sentença de primeiro grau julgou improcedentes os
pedidos. O reclamante interpôs Recurso Ordinário para o
qual foi dado provimento, condenando a Light SESA ao
pagamento de diferenças salariais e reflexos. A Light
SESA interpôs Recurso de Revista para reverter a
decisão, entretanto foi negado provimento. Foi iniciada a
execução.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto Financeiro.
Valor Provisionado: R$1.250.090,16 (um milhão, duzentos e cinquenta mil e
noventa reais e dezesseis centavos).

Ações Civis Públicas Trabalhistas
Atualmente existem 2 (duas) ações civis públicas relevantes, movidas pelo Ministério Público do
Trabalho em face da Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”), conforme abaixo:

Intermediação de Temporários
Ação Civil Pública nº 0058100-87.2001.5.01.0024
Juízo: 24ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 05 de abril de 2001.
Partes do Processo: Movida pelo Ministério Público do Trabalho em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) e a
Solução Recursos Humanos Ltda.
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia contra a Light SESA e a Solução Recursos
Humanos Ltda.: (a) liminarmente, (i) que a Light SESA
se abstenha de absorver de quaisquer empresas
fornecedoras e a Solução Recursos Humanos Ltda. de
fornecer a todos e quaisquer tomadores/contratantes,
mão-de-obra temporária (Lei 6.019/74), com previsão de
aplicação de multa diária no valor de R$500,00
(quinhentos reais) por descumprimento; (ii) que não
mais permita que haja a consecução de trabalho não
eventual, não extraordinário, nem substituição transitória
de pessoal permanente, sob o manto dissimulado da
contratação temporária; (iii) a suspensão imediata do
fornecimento e a tomada de mão-de-obra dos
trabalhadores temporários; e (b) definitivamente, (iv)
declaração de que todas as subcontratações de
"temporários" foram ilegais; (v) em face da Solução
Recursos Humanos Ltda. que não mais promova a
intermediação de temporários; (vi) em face da Light
SESA, que não mais contrate temporários. (vii)
condenação reparatória de danos causados ao interesse
individual e coletivo. O valor envolvido estimado é R$
5.168.720,08 (cinco milhões, cento e sessenta e oito mil,
setecentos e vinte reais e oito centavos).
Principais fatos: Houve decisão de primeiro grau extinguindo o feito pela
ilegitimidade ativa do Ministério Público do Trabalho.
Em 2º grau, através de Recurso Ordinário, o Ministério
Público do Trabalho conseguiu afastar essa preliminar
tendo os autos baixado à Vara para julgamento do
mérito. Retornou para a Vara de origem para
processamento e julgamento. Foi iniciada a Instrução.
Sentença procedente em parte, declarando ilegais as
subcontratações de temporários feitas através da empresa
Solução, devendo as rés responderem solidariamente,
fixando indenização por danos morais coletivos no valor
de R$2.000.000,00 (dois milhões de reais) destinado ao
Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT. A Light SESA
interpôs Embargos de Declaração que não foram
acolhidos. A Light SESA interpôs Recurso Ordinário.
Aguarda-se o julgamento do recurso.
Chance de perda: Provável.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$5.168.720,08 (cinco milhões, cento e sessenta e oito
mil, setecentos e vinte reais e oito centavos).

Assédio Moral
Ação Civil Pública nº 0000684-25.2012.5.01.0074
Juízo: 74ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 04 de junho de 2012.
Partes do Processo: Movida pelo Ministério Público do Trabalho em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Trata-se de Ação Civil Pública ajuizada pelo MPT cujos
pleitos principais são: em antecipação de tutela (i)
reintegrar Zanon Correa Moura e Anderson Lopes
Guedes aos respectivos postos de trabalho pagando os
salários referentes a março e maio/2012; condenação da
Light a não mais ameaçar com dispensa ou dispensar
empregados em decorrência de terem formulado
representações perante órgãos públicos; multa diária de
R$5.000,00 reversível ao FAT definitivamente: (ii) que
sejam mantidos os efeitos da antecipação de tutela; (iii)
que a Light seja condenada a reparar os danos causados à
coletividade por assédio moral no valor de
R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais); (iv) que a
Light seja condenada ao pagamento da multa
administrativa prevista no art. 3º, inciso I, da Lei
9.029/95, em valor correspondente a dez vezes o maior
salário pago pela ré para cada um dos dois empregados
despedidos; (v) na hipótese de descumprimento da
decisão, seja cominada multa de R$5.000,00 por dia de
descumprimento, reversível ao FAT (Funda de Amparo
ao Trabalhador). O valor envolvido é de
R$21.503.243.50 (vinte e um milhões, quinhentos e três
mil, duzentos e quarenta e três reais e cinquenta
centavos).

Principais fatos: Em 25/07/2012 foi concedida, em parte, a Antecipação
de Tutela determinando a reintegração de Zanon Correa
Moura e Anderson Lopes Guedes; que a Light SESA se
abstenha de ameaçar com dispensa ou dispensar
empregados em decorrência de terem formulado
representações perante órgãos públicos com multa diária
de R$3.000,00 reversível ao FAT até o limite de
R$30.000,00. Audiência Instrução já realizada. Sentença
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

foi pela improcedência total dos pedidos. Ministério
Público do Trabalho interpôs Recurso Ordinário.

Chance de perda: Remoto.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: Não há.

Processos Ambientais

Ação Civil Pública 2003.006.005951-0
Juízo: 2ª Vara da Comarca de Barra do Piraí, Estado do Rio de
Janeiro
Instância: 1ª Instância
Data de Instauração: 24 de novembro de 2003
Partes do Processo: Município de Barra do Piraí (“Município”) em face da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Pleiteia a reparação e a recomposição de supostos danos
ambientais ocasionados pelas construções das barragens
de Santa Cecília e Santana, como parte integrante do
sistema de transposição de águas da Bacia do Rio
Paraíba do Sul para a Bacia do Rio Guandu, alimentando
as usinas de Fontes, Nilo Peçanha e Pereira Passos.
Principais fatos: Em fevereiro de 2010 foi homologado em juízo o acordo
para celebração de um Termo de Ajuste de Conduta
(“TAC”) junto ao Ministério Público do Estado do Rio
de Janeiro, que previa o pagamento de R$14.200.000,00
(quatorze milhões e duzentos mil reais) pela Companhia
e a realização da dragagem do Rio Piraí pelo Município.
A Companhia já cumpriu a sua obrigação e após o
cumprimento da obrigação do município a ação será
arquivada
Chance de perda: Possível
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Impacto financeiro. Ressalte-se que apesar de a ação ter
sido proposta em face da Light SESA, o impacto se dará
na Light Energia S.A (“Light Energia”), uma vez que os
ativos de geração foram transferidos para Light Energia
de acordo com a Resolução Autorizativa da Agência
Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) nº 307/20050
(Desverticalização).
Valor Provisionado: Não há.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes


Ação Civil Pública nº 042/00
Juízo: Vara Única da Comarca de Santa Branca, Estado de São
Paulo.
Instância: 1ª Instância.
Data de Instauração: 17 de fevereiro de 2000.
Partes do Processo: Ministério Público de São Paulo (“MP”) em face de
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O MP requer: (i) execução integral do Plano de
Recuperação de Áreas Degradadas (“PRAD”) referente
às áreas que foram degradadas quando da construção da
barragem de Santa Branca e (ii) obrigação de não fazer,
no sentido de abster-se de dar outra destinação que não
seja a inequívoca recuperação ambiental.
Principais fatos: A sentença foi transitada em julgado e determinou: (i)
execução integral do PRAD e (ii) obrigação de não fazer,
no sentido de abster-se de dar outra destinação que não
seja a inequívoca recuperação ambiental. Para fins de
cumprimento da decisão judicial, a Light apresentou
Plano de Ação a ser cumprido em 5 anos que fora aceito
pela CETESB e pelo Ministério Público do Estado de
São Paulo, tendo o juízo homologado o referido plano no
início de 2013. Cumpre informar que a Light Energia
iniciou a execução do programa antes da homologação
do mesmo.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
Ressalte-se que apesar de a ação ter sido proposta em
face da Light SESA, impacto se dará na Light Energia
S.A (“Light Energia”), uma vez que os ativos de geração
foram transferidos para Light Energia de acordo com a
Resolução Autorizativa da Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) nº 307/2005 (Desverticalização). O
real impacto financeiro só poderá ser avaliado após a
apreciação do Plano de Ação pela CETESB.
Valor Provisionado: Não há.
.
Ação Civil Pública nº 0049782-22.1991.4.02.5101 (91.0049782-7)
Juízo: 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro
Instância: 2ª Instância.
Data de Instauração: 26 de agosto de 1991.
Partes do Processo: Ministério Público Federal (“MPF”) em face de Light
Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Visa a substituição de todos os transformadores que se
utilizem de PCB (óleo ascarel), incineração de todos os
equipamentos que estavam armazenados/contaminados e
do óleo em desuso.
Principais fatos: Decisão de primeira instância procedente. A Light
interpôs recurso, mas o mesmo foi negado. O Ministério
Público não iniciou a execução, pois informou em juízo
que já havia em andamento um programa de descarte dos
equipamentos. Atualmente está pendente o Recurso
Extraordinário da LIGHT o qual requer, em síntese, que
seja revista a decisão que se fundamentou apenas na
interpretação do alcance da citada Portaria
Interministerial nº 19 e a aplicabilidade da Lei, uma vez
que foi determinado o descarte de tais equipamentos de
forma imediata.
Chance de perda: Provável.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo:
A Light SESA não utiliza equipamentos isolados à base
de PCB no seu sistema elétrico e os equipamentos
anteriores já foram devidamente descartados na forma
da legislação em vigor .
Valor Provisionado: Não há.


Procedimentos Administrativos Regulatórios
Auto de Infração nº 009/2005 – SFF
Juízo: Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) -
Superintendência de Fiscalização Econômica e
Financeira.
Instância: Administrativa.
Data de Instauração: 15 de maio de 2005.
Partes do Processo: Aneel em face da Light Serviços de Eletricidade S.A
(“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
O Auto de Infração foi lavrado sob o argumento de ter a
Light SESA: (i) constituído sem a anuência prévia da
Aneel as empresas controladas LIR Energy Limited
(“LIR”) e Light Overseas Investments (“LOI”); (ii)
realizadas com essas empresas operações financeiras
sem a anuência da Aneel; e (iii) descumprido a
determinação da Aneel de cancelamento das operações e
encerramento das atividades das empresas. As
discussões referentes aos itens (ii) e (iii) encontram-se
encerradas em razão do pagamento da penalidade
aplicada ao item (ii) e cancelamento da penalidade
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

aplicada ao item (iii).
Principais fatos: Incialmente, a multa total aplicada pela SFF/ANEEL,
considerando, portanto, os itens (i), (ii) e (iii), foi de R$
6.862.085,82 (seis milhões, oitocentos e sessenta e dois
mil e oitenta e cinco reais e oitenta e dois centavos).
Posteriormente, conforme Despacho ANEEL nº
2.324/2007, o valor da multa foi reduzido pela Agência
Reguladora para R$ 3.431.042,88 (três milhões,
quatrocentos e trinta e um mil e quarenta e dois reais e
oitenta e oito centavos). De acordo com esta decisão, a
parcela da penalidade referente ao item (iii) foi
cancelada pela ANEEL. A Light SESA então promoveu
o pagamento da parcela da penalidade aplicada ao item
(ii), restando, assim, apenas a discussão acerca da
parcela da penalidade relacionada ao item (i), no valor de
R$ 1.144.000,00 (um milhão e cento e quarenta e quatro
mil reais), tendo sido impetrado Mandado de Segurança
(“MS”), com depósito judicial. Quanto a este aspecto,
vide maiores informações sobre o processo judicial nº
2007.34.00.028837-7, constante deste Formulário de
Referência.

Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 3.123.968,00 (três milhões cento e vinte e três mil
novecentos e sessenta e oito reais).

Auto de Infração nº 071/2011 – SFE
Juízo: Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) -
Superintendência de Fiscalização dos Serviços de
Eletricidade.
Instância: Administrativa.
Data de Instauração: 26 de janeiro de 2012
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Aneel em face da Light Serviços de Eletricidade S.A
(“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Auto de Infração (“AI”) lavrado sob o argumento de
eventuais falhas no cumprimento do Módulo 8 do
PRODIST, mais especificamente no que se refere ao
processo de coleta de dados e de apuração dos
indicadores de continuidade individuais e coletivos, bem
como à realização das compensações financeiras devidas
aos consumidores cujos indicadores de continuidade
individuais restaram transgredidos. A Aneel aplicou a
penalidade no valor expressivo de R$ 17.718.940,58
(dezessete milhões, setecentos e dezoito mil, novecentos
e quarenta reais e cinquenta e oito centavos).
Principais fatos: A Aneel aplicou multa no valor de R$ 17.718.940,58
(dezessete milhões, setecentos e dezoito mil, novecentos
e quarenta reais e cinquenta e oito centavos). A Light
SESA apresentou recurso em 06.02.2012, tendo em vista
a excessividade da penalidade aplicada, questionando
entre outros fatos, a ausência de razoabilidade e
proporcionalidade da dosimetria aplicada no cálculo da
multa. A Superintendência de Fiscalização dos Serviços
de Eletricidade decidiu reconsiderar a sua decisão e
reduzir o valor da multa original para R$ 17.379.570,15
(dezessete milhões, trezentos e setenta e nove mil,
quinhentos e setenta reais e quinze centavos). Tendo em
vista a manutenção da excessividade da penalidade
aplicada e a chance de êxito parcial do recurso
interposto, a Light SESA provisionou R$5.533.000,00
(cinco milhões, quinhentos e trinta e três mil reais),
mediante parecer de seus assessores jurídicos, e aguarda
decisão da ANEEL.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$6.443.309,00 (seis milhões quatrocentos e quarenta e
três mil e trezentos e nove reais).


Auto de Infração nº 0002/2014 – SFE
Juízo: Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) -
Superintendência de Fiscalização dos Serviços de
Eletricidade.
Instância: Administrativa.
Data de Instauração: 13 de janeiro de 2014.
PÁGINA: 151 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Partes do Processo: Aneel em face da Light Serviços de Eletricidade S.A
(“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Auto de Infração (“AI”) lavrado sob a alegação de não
conformidades detectadas na verificação dos requisitos
técnicos para a conexão de cargas à Rede Básica e aos
barramentos de potência, no que se refere ao fator de
potência das instalações de distribuição nos pontos de
conexão conforme descrito no Submódulo 3.6 dos
Procedimentos de Rede do Operador Nacional do
Sistema Elétrico. A Aneel aplicou a penalidade no valor
de R$ 1.659.411,88 (hum milhão, seiscentos e cinquenta
e nove mil, quatrocentos e onze reais e oitenta e oito
centavos).
Principais fatos: A Aneel aplicou multa no valor de R$ 1.659.411,88
(hum milhão, seiscentos e cinquenta e nove mil,
quatrocentos e onze reais e oitenta e oito centavos). A
Light SESA apresentou recurso em 23.01.2014, tendo
em vista a excessividade da penalidade aplicada,
questionando entre outros fatos, a ausência de
razoabilidade e proporcionalidade da dosimetria aplicada
no cálculo da multa. Tendo em vista a penalidade
aplicada, a Light SESA provisionou R$ 1.684.658,00(um
milhão seiscentos e oitenta e quatro mil seiscentos e
cinquenta e oito reais), mediante parecer de seus
assessores jurídicos, e aguarda decisão da ANEEL.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 1.684.658,00(um milhão seiscentos e oitenta e quatro
mil seiscentos e cinquenta e oito reais).


Auto de Infração nº 0004/2014 – SFE
Juízo: Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) -
Superintendência de Fiscalização dos Serviços de
Eletricidade.
Instância: Administrativa.
Data de Instauração: 15 de janeiro de 2014.
Partes do Processo: Aneel em face da Light Serviços de Eletricidade S.A
(“Light SESA”).
Valores, bens ou direitos
envolvidos:
Auto de Infração (“AI”) lavrado sob a alegação de não
conformidades detectadas no cumprimento por parte da
Light de aspectos da prestação do serviço e resultados do
Plano de Manutenção do Sistema Subterrâneo de 2012,
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

além de aspectos do próprio sistema subterrâneo. A
Aneel aplicou a penalidade no valor de R$ 2.170.827,99
(dois milhões, cento e setenta mil, oitocentos e vinte e
sete reais e noventa e nove centavos).
Principais fatos: A Aneel aplicou multa no valor de R$ 2.170.827,99
(dois milhões, cento e setenta mil, oitocentos e vinte e
sete reais e noventa e nove centavos). A Light SESA
apresentou recurso em 24.01.2014, tendo em vista a
excessividade da penalidade aplicada, questionando
entre outros fatos, a ausência de razoabilidade e
proporcionalidade da dosimetria aplicada no cálculo da
multa. Tendo em vista a penalidade aplicada, a Light
SESA provisionou R$ R$ 2.203.854,46 (dois milhões,
duzentos e três mil e oitocentos e cinquenta e quatro
reais e quarenta e seis centavos), mediante parecer de
seus assessores jurídicos, e aguarda decisão da ANEEL.
Chance de perda: Possível.
Análise do Impacto em
caso de perda do
processo
Impacto financeiro.
Valor Provisionado: R$ 2.203.854,46 (dois milhões, duzentos e três mil e
oitocentos e cinquenta e quatro reais e quarenta e seis
centavos)


Provisão de Honorários de Êxitos
A Administração reavalia periodicamente os processos que possuem honorários de êxito previstos para os
assessores jurídicos e, baseada na opinião de seus assessores legais, para o prognostico de perda dos processos,
constitui provisão para os compromissos de honorário de êxito das causas com prognósticos de perdas possíveis
e remotas.
Em 31 de março de 2014, a Companhia havia provisionado o total de R$ 44.547.287,00 (quarenta e
quatro milhões e quinhentos e quarenta e sete mil e duzentos e oitenta e sete reais) em relação aos processos que
possuem honorários de êxitos previstos.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam
administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
4.4. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais, que não estejam sob sigilo, em que o
emissor ou suas controladas sejam parte e cujas partes contrárias sejam administradores ou ex-
administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores do emissor ou de suas controladas.
Não aplicável, dado que o emissor não possui processos judiciais, administrativos ou arbitrais cujas partes
contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou seus investidores
ou os de suas controladas.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.5 - Processos sigilosos relevantes
4.5. Em relação aos processos sigilosos relevantes em que o emissor ou suas controladas sejam parte
e que não tenham sido divulgados nos itens 4.3 e 4.4 acima, analisar o impacto em caso de perda e
informar os valores envolvidos.
Não aplicável, dado que o emissor não é parte em processos sigilosos relevantes e que não tenham sido
divulgados nos itens 4.3 e 4.4 acima.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
4.6. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, baseados
em fatos e causas jurídicas semelhantes, que não estejam sob sigilo e que em conjunto sejam relevantes,
em que o emissor ou suas controladas sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e
outros, e indicando:
Processos Cíveis
A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) possui ações judiciais onde se discute a legalidade
e a exigibilidade da “Recomposição Tarifária Extraordinária - RTE” e do “Encargo de Capacidade Emergencial -
ECE”. A Recomposição Tarifária Extraordinária foi um instrumento que se destinou à compensação pelas perdas
de receita das concessionárias, impostas pelo Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia
Elétrica, acumuladas no período de 10 de janeiro a 25 de outubro de 2001, já o Encargo de Capacidade
Emergencial foi o encargo cobrado no período de 2002 a 2005 que objetivou equilibrar as finanças públicas, em
face de despesas imprevistas no período de racionamento de energia elétrica.
Ações Judiciais
Objeto: Legalidade e a exigibilidade da “Recomposição Tarifária
Extraordinária - RTE” e do “Encargo de Capacidade
Emergencial - ECE”.
Valor envolvido: Não há valor estimado.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
Arrecadação e cobrança dos respectivos encargos.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ações de Responsabilidade Civil
A Light Serviços de Eletricidade S.A (“Light SESA”) figura como ré em ações propostas por vítimas
e/ou por sucessores de vítimas de acidentes envolvendo a sua rede de eletricidade e/ou a prestação do serviço,
pelas mais diversas causas. Os advogados da Light SESA consideram relevantes 110 (cento e dez) ações com
prognóstico de perda provável, tendo constituído para esta provisão no valor total de R$ 21.493.619,07 (vinte e
um milhões, quatrocentos e noventa e três mil, seiscentos e dezenove reais e sete centavos) em 31 de março de
2014.

Ações de Responsabilidade Civil
Prognóstico Provável.
Objeto: Indenização pleiteada pelas vítimas de acidentes
ocorridos na rede de eletricidade e/ou em relação à
prestação do serviço, pelas mais diversas causas.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Valor envolvido: R$ 28.227.619,80 (vinte e oito milhões, duzentos e vinte
e sete mil, seiscentos e dezenove reais e oitenta
centavos).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
Deve ser analisada individualmente, haja vista que os
acidentes podem ocorrer por diversos motivos. Os
acidentes são ensejados por terceiros, em razão de ações
como construções próximas demais à rede transmissão
de energia elétrica, condução de objetos como pipas e
hastes de ferro e alumínio em local próximo à rede de
energia elétrica.
Valor Provisionado: R$ 21.493.619,07 (vinte e um milhões, quatrocentos e
noventa e três mil, seiscentos e dezenove reais e sete
centavos)

Dentre as referidas ações de responsabilidade civil, merecem destaque as ações elencadas no item 4.3. do
Formulário de Referência.

Ações discutindo o valor do contrato de compra e venda de energia
A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) considera relevantes as ações que discutem o valor
do Custo Variável Unitário (“CVU”) que, segundo as Centrais Geradoras, foi depreciado pela Superintendência
de Estudos de Mercado da Agência Nacional de Energia Elétrica (“Aneel”) que reviu os valores do CVU para as
térmicas de óleo diesel. Existem 5 (cinco) ações discutindo o valor do CVU das usinas por disponibilidade do
primeiro leilão de energia nova. Os advogados responsáveis consideram remoto o risco de perda, vez que caso
concedido qualquer recomposição, o valor deverá ser repassado a tarifa. Segue abaixo quadro descritivo.
Ações Ordinárias
Objeto: Cobrança do Custo Variável Unitário (“CVU”) diferente
ao estipulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica
(“Aneel”).
Valor envolvido: Não há valor estimado.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
A Light SESA cobrou o CVU de acordo com o que foi
determinado pela Aneel.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Plano Cruzado
São ações movidas contra a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”), relativas ao aumento da
tarifa de energia elétrica aprovado pelas Portarias n.º 38, de 27 de fevereiro de 1986 e n.º 45, de 04 de março de
1986, publicadas pelo extinto DNAEE, que contrariavam o Decreto-lei n.º 2.283/86 (decreto do Plano Cruzado),
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
o qual previa que todos os preços ficariam congelados. Não é possível à Light SESA apurar o valor total dessas
ações.
Entre os autores dessas ações existem consumidores industriais, comerciais e residenciais, sendo que a
Light SESA classifica como provável a hipótese de perda para as ações movidas por consumidores industriais, e
remotas as hipóteses de perda para as ações de consumidores de outras classes.
Ações de Plano Cruzado
Objeto: Restituição dos valores supostamente pagos a maior nas
faturas de energia elétrica quando da majoração das
tarifas da Light SESA no período em que houve o
congelamento dos preços. Ao todo 105 (cento e cinco)
ações tramitam na justiça em face da Light SESA, com
esse objeto.
Valor envolvido: Não há valor estimado.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
Aumento da tarifa de energia elétrica aprovado pelas
Portarias n.º 38, de 27 de fevereiro de 1986 e n.º 45, de
04 de março de 1986, publicadas pelo extinto DNAEE,
que contrariavam o Decreto-lei n.º 2.283/86 (decreto do
Plano Cruzado), o qual previa que todos os preços
ficariam congelados.
Valor Provisionado: R$ 14.365.595,57 (quatorze milhões, trezentos e sessenta
e cinco mil, quinhentos e noventa e cinco reais e
cinquenta e sete centavos).

Juizado Especial Cível
Em 31 de março de 2014, a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) possuía cerca de 12.802
(doze mil e oitocentos e duas) ações em trâmite perante os Juizados Especiais Cíveis. Os valores das causas
variam até o equivalente a 40 (quarenta) salários mínimos, e os valores pagos aos reclamantes, durante o ano de
2013, totalizaram a quantia de R$ 30.355.000,00 (trinta milhões e trezentos e cinquenta e cinco mil reais), sendo
que grande parte das discussões referem-se a relações de consumo. O provisionamento é feito a partir da
separação dos seis principais motivos ofensores para a Companhia – que representam 70,63% das entradas de
processos –; um bloco com todos os motivos relacionados a acidentes; bem como um bloco para os Demais
Motivos. Para os seis principais ofensores e o bloco de Demais Motivos é utilizada uma média ajustada –
considerando 95% da amostra, ou seja, desconsiderando os 2,5% dos valores mais altos e mais baixos – do valor
de condenação nos últimos 12 meses. E, no caso do bloco de acidentes é considerada a média do valor de
condenação nos últimos 12 meses. Em 31 de março de 2014, a provisão constituída pela Light SESA para essas
ações era de aproximadamente R$ 15.910.680,91 (quinze milhões, novecentos e dez mil, seiscentos e oitenta
reais e noventa e um centavos).
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Dentre as ações que tramitam no Juizado Especial Cível, são relevantes as seguintes ações em conjunto:
Ações que versam sobre Recuperação de Energia
Objeto: Irregularidade – Recuperação de Energia (13,1% do total
das ações do Juizado Especial Cível).
Valores envolvidos: R$ 1.555.928,55 (hum milhão, quinhentos e cinquenta e
cinco mil, novecentos e vinte e oito reais).
1

Valor Provisionado: R$ 1.555.928,55 (hum milhão, quinhentos e cinquenta e
cinco mil, novecentos e vinte e oito reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
A Light SESA combate o furto de energia agindo
ostensivamente para evitar as perdas, tais práticas geram
reações de clientes que não concordam com a cobrança
da energia furtada.
1 – Os valores informados são baseados nos mesmos critérios utilizados nas notas de ITR do Emissor, que são valores das médias média ajustada –
considerando 95% da amostra, ou seja, desconsiderando os 2,5% dos valores mais altos e mais baixos – do valor de condenação nos últimos 12 meses,
conforme informado no texto explicativo acima.

Ações que versam sobre Cortes Indevidos
Objeto: Corte indevido (9,1% do total das ações do Juizado
Especial Cível).
Valores envolvidos: R$ 1.654.506,28 (hum milhão, seiscentos e cinquenta e
quatro mil, quinhentos e seis reais).
2

Valor Provisionado: R$ 1.654.506,28 (hum milhão, seiscentos e cinquenta e
quatro mil, quinhentos e seis reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
A Light SESA para combater a inadimplência suspende
o fornecimento de energia dos clientes inadimplentes e,
em alguns casos, o cliente busca medida judicial para
manter o fornecimento e negociar a dívida.
2 – Os valores informados são baseados nos mesmos critérios utilizados nas notas de ITR do Emissor, que são valores das médias média ajustada –
considerando 95% da amostra, ou seja, desconsiderando os 2,5% dos valores mais altos e mais baixos – do valor de condenação nos últimos 12 meses,
conforme informado no texto explicativo acima.

Ações que versam sobre Reclamação de Fatura
Objeto: Reclamação sobre Fatura (18,9% do total das ações do
Juizado Especial Cível).
Valores envolvidos: R$ 2.252.245,87 (dois milhões, quinhentos e cinquenta e
dois mil, duzentos e quarenta e cinco reais).
3

Valor Provisionado: R$ 2.252.245,87 (dois milhões, quinhentos e cinquenta e
dois mil, duzentos e quarenta e cinco reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
A Light SESA visando a diminuição das perdas
energéticas ocasionadas pelo furto de energia efetuou a
troca dos medidores eletromecânico para os medidores
eletrônico, todos devidamente certificados pelo
INMETRO, o que permite uma maior assertividade na
medição.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
3 – Os valores informados são baseados nos mesmos critérios utilizados nas notas de ITR do Emissor, que são valores das médias média ajustada –
considerando 95% da amostra, ou seja, desconsiderando os 2,5% dos valores mais altos e mais baixos – do valor de condenação nos últimos 12 meses,
conforme informado no texto explicativo acima.

Processos Tributários
Ações que versam sobre Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação (“ICMS”) – Demanda Contratada e
Seletividade – Fazenda Estadual – 519 (quinhentas e dezenove) Notas de
Lançamento e 15 (quinze) Autos de Infração
Objeto: Trata-se de notas de lançamento e autos de infração
lavrados pelo Estado do Rio de Janeiro para exigir o
montante do ICMS que está em discussão em ações
judiciais ajuizadas por clientes da Light Serviços de
Eletricidade S.A. (“Light SESA”), questionando: (i) a
incidência de ICMS sobre a parcela da fatura de energia
elétrica relativa à demanda contratada e/ou (ii) a alíquota
de ICMS incidente sobre a energia elétrica, por alegada
inobservância ao princípio da seletividade do imposto.
Valor envolvido: R$ 230.800.000,00 (duzentos e trinta milhões e
oitocentos mil reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Em cumprimento às ordens judiciais proferidas em ações
movidas pelos seus usuários, a Light SESA deixou de
recolher ao Estado do Rio de Janeiro o ICMS e/ou o
adicional do imposto destinado ao Fundo Estadual de
Combate e Erradicação da Pobreza (“FECP”) sobre a
parcela da energia elétrica relativa à demanda contratada
faturada aos usuários e/ou a parcela superior à alíquota
geral de 18% (dezoito por cento) do imposto destacado
nas faturas emitidas.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ações que versam sobre Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação (“ICMS”) – Demanda Contratada –
Consumidores – 65 (sessenta e cinco) processos.
Objeto: A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”)
figura como ré em diversos processos cujo objeto é a não
incidência do ICMS sobre a parcela de demanda
contratada.
Valor envolvido: Não é possível quantificar os valores em controvérsia,
pois em caso de procedência das ações, os valores serão
alcançados em sede de liquidação de sentença. Vale
ressaltar que a Light SESA é mera arrecadadora do
tributo e não o sujeito ativo da relação tributária.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
A cobrança do ICMS e do adicional do imposto
destinado ao Fundo Estadual de Combate e Erradicação
da Pobreza (“FECP”) sobre a parcela da energia elétrica
relativa à demanda contratada faturada aos usuários.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ações que versam sobre Repasse - Contribuição ao Programa de Integração
Social (“PIS”) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(“COFINS”) – 161 (cento e sessenta e um) processos.
Objeto: Condenação da Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) no sentido de que a mesma deixe de
repassar os valores de contribuição ao PIS e de COFINS
nas contas de energia elétrica, bem como à restituição
daqueles valores que supostamente já teriam sido
repassados. Vale ressaltar que em 22 de agosto de 2010
o Superior Tribunal de Justiça julgou um leading case do
setor elétrico, considerando o repasse do PIS/COFINS
nas faturas de energia elétrica legal. Diante do
posicionamento jurisprudencial favorável às
distribuidoras, a probabilidade de perda, que era
possível, passou a ser considerada remota.

Valor envolvido: Não é possível quantificar os valores em controvérsia,
pois em caso de procedência das ações, os valores serão
alcançados em sede de liquidação de sentença.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Inclusão dos custos referentes à contribuição ao PIS e à
COFINS nas faturas de energia elétrica.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ações que versam sobre Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana (“IPTU”) – 270 (duzentos e setenta) processos.
Objeto: Diversas discussões administrativas e judiciais
questionando a incidência de IPTU sobre os imóveis da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) nos
municípios pertencentes à sua área de concessão.
Valor envolvido: O valor total envolvido e provisionado nos processos
cujo risco de perda é provável é de R$11.600.000,00
(onze milhões e seiscentos mil reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Não aceitação da cobrança do IPTU, em razão de
diversos motivos, tais como, cobranças sobre imóveis
que não são de propriedade da Light SESA, cobranças
sobre áreas desapropriadas da Light SESA, cobranças
sobre imóveis que foram vendidos ao Estado do Rio de
Janeiro e etc.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Valor Provisionado: R$ R$11.600.000,00 (onze milhões e seiscentos mil
reais).


Ações que versam sobre Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana (“IPTU”) e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (“ITR”) –
Município de Rio Claro e Piraí – 5 (cinco) processos.
Objeto: Cobrança de IPTU e ITR sobre as áreas de concessão da
Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”).
Ressalte-se que apesar da ação ter sido proposta em face
da Light SESA, impacto se dará na Light Energia S.A
(“Light Energia”), uma vez que os ativos de geração
foram transferidos para Light Energia de acordo com a
Resolução Autorizativa da Agência Nacional de Energia
Elétrica (“Aneel”) nº 307/20050 (Desverticalização).
Valor envolvido: R$ 55.400.000,00 (cinquenta e cinco milhões e
quatrocentos mil reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Discordância e não pagamento da cobrança do IPTU e
do ITR. Vale ressaltar, no que toca ao débito de IPTU,
que o Município de Rio Claro efetuou o recadastramento
dos imóveis pertencentes à Light SESA dentro do seu
território e, em razão disso, cancelou as cobranças de
IPTU sobre essas áreas. A Light SESA e a Procuradoria
Municipal de Rio Claro protocolaram petições
informando tal fato nos processos administrativos e
judiciais que discutiam essa questão, tendo, inclusive, já
sido homologado pelo juiz. Restou apenas discussão
quanto aos honorários de sucumbência.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

Ações que versam sobre Taxa de Ocupação do Uso do Solo - 8 (oito) processos.
Objeto: Ações que discutem a cobrança por parte de alguns
municípios de taxa pela utilização do solo, subsolo e
espaço aéreo pela Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”), em razão da instalação de postes de
sustentação da rede elétrica nessas municipalidades..
Valor envolvido: R$ 256.497.296,38 (duzentos e cinquenta e seis milhões,
quatrocentos e noventa e sete mil, duzentos e noventa e
seis reais e trinta e oito centavos)– Valor histórico.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
Não aceitação da cobrança da referida taxa, em razão da
inconstitucionalidade e ilegalidade da mesma.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.

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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Ações que versam sobre Contribuição Previdenciária – Solidariedade Com
Empresas Contratadas - 4 (quatro) processos.
Objeto: A Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”)
sofreu diversas autuações pelo Instituto Nacional de
Seguridade Social (“INSS”) por ser considerada
responsável solidária junto com as empresas que lhe
prestam serviços, relativamente à contribuição
previdenciária paga aos empregados dessas empresas.
Valor envolvido: R$ 12.400.000,00 (doze milhões e quatrocentos mil
reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência
Discordância e não pagamento da contribuição
previdenciária aos empregados das empresas que
prestam serviços à Light SESA, já que quem deve
efetuar esse pagamento são as próprias prestadoras de
serviços.
Valor Provisionado: R$ 6.800.000,00 (seis milhões e oitocentos mil reais).
Quando das autuações foi utilizado pela Light SESA o
critério de verificação da documentação apresentada
pelas prestadoras de serviços, relativa ao recolhimento
da contribuição previdenciária dos empregados dessas
empresas, para a composição do valor que deveria ser
provisionado.

Despachos Decisórios da Receita Federal que não homologaram compensações
de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL – 68 processos.
Objeto: Cobrança de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL, em razão da
não homologação por parte da Receita Federal do Brasil
das compensações realizadas pela LIGHT de créditos
tributários com os referidos débitos, em diversos
exercícios.
Valor envolvido: R$ 175.700.000,00 (cento e setenta e cinco milhões e
setecentos mil reais).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Utilização de créditos tributários para compensações
com débitos de PIS, COFINS, IRPJ e CSLL.
Valor Provisionado: Não há valor provisionado.


Processos Trabalhistas:
Os principais pedidos objeto das ações trabalhistas em face da Light Serviços de Eletricidade S.A.
(“Light SESA”) envolvem as seguintes matérias: adicional de periculosidade, equiparação salarial, horas extras,
indenização prevista na Lei 9.029/98, responsabilidade subsidiária/solidária de empregados de empresas
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
terceirizadas e diferença da multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (“FGTS”) decorrente da
correção por expurgos inflacionários.
Cumpre ressaltar, conforme já informado anteriormente, que tanto o cálculo quanto o prognóstico de
perda nos processos trabalhistas são feitos por pedido, sendo provisionados os valores de pedidos avaliados como
de perda provável.

Pedido de Equiparação Salarial e reflexos
Quanto ao pedido de equiparação salarial e reflexos, a Light SESA possui, 481 (quatrocentos e oitenta e
uma) reclamações trabalhistas ativas em face dela que envolvem, entre outros, o pedido abaixo.
Pedido de Equiparação Salarial e reflexos.
Objeto: Equiparação Salarial e Reflexos.
Valores envolvidos: R$120.112.171,00 (cento e vinte milhões, cento e doze
mil, cento e setenta e um reais).
Valor Provisionado: R$21.116.014,60 (vinte e um milhões, cento e dezesseis
mil, catorze reais e sessenta centavos).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Para formular o pedido de Equiparação Salarial, os
reclamantes entendem que exercem ou exerceram
atividades em igualdade de condições, na mesma
localidade, com mesma produtividade e perfeição
técnica, a outro empregado ou ex-empregado que recebia
maior salário que o seu.

Pedido de Horas Extras e reflexos
Quanto ao pedido de horas extras e reflexos, a Light SESA possui 1.435 (um mil, quatrocentos e trinta e
cinco) reclamações trabalhistas ativas que envolvem, entre outros, o pedido abaixo.
Pedido de Horas Extras e reflexos
Objeto: Horas Extras e Reflexos.
Valores envolvidos: R$240.317.808,74 (duzentos e quarenta milhões,
trezentos e dezessete mil, oitocentos e oito reais e setenta
e quatro centavos).
Valor Provável: R$48.328.505,34 (quarenta e oito milhões, trezentos e
vinte e oito mil, quinhentos e cinco reais e trinta e quatro
centavos).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Segundo alegações dos reclamantes, eles supostamente
teriam realizado suas atividades em jornada
extraordinária, sendo que essas horas não teriam sido
pagas pela empresa nem compensadas.

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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Isonomia aos expatriados
Além das ações citadas anteriormente, haviam 17 (dezessete) processos em que ex-empregados
brasileiros da Light SESA pleiteavam equiparação salarial e isonomia de condições (benefícios) a empregados
estrangeiros, o que, em tese, pode gerar valores altos de contingência. Entre eles, 8 (oito) processos foram
encerrados, restando 9 (nove) processos em andamento.

Isonomia aos Expatriados
Objeto: Isonomia aos Expatriados.
Valores envolvidos: R$23.233.377,45 (vinte e três milhões, duzentos e trinta
e três mil, trezentos e setenta e sete reais e quarenta e
cinco centavos).

Valor Provável: R$7.465.069,47 (sete milhões, quatrocentos e sessenta e
cinco mil, sessenta e nove reais e quarenta e sete
centavos) .

Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Segundo alegações dos reclamantes, supostamente a
Light SESA teria trazido estrangeiros para realizar as
mesmas atividades que brasileiros, mas oferecendo
aqueles condições diferenciadas, além de maiores
salários.

Responsabilidade Subsidiária
A Light SESA figura como ré em reclamações trabalhistas movidas por prestadores de empresas
terceirizadas, que demandam pela responsabilidade subsidiária, existiam 1042 (um mil e quarenta e duas)
reclamações trabalhistas com esse pedido envolvendo as empreiteiras. Referidas ações são consideradas
relevantes em virtude da matéria, visto que se trata de tema pacificado pela Súmula 331 do Tribunal Superior do
Trabalho, de forma que se a empreiteira não cumprir sua obrigação, a Light SESA será condenada a cumprir.

Ações de Responsabilidade Subsidiária
Objeto: Responsabilidade subsidiária.
Valores envolvidos: Cálculo total de risco igual a R$114.517.697,26 (cento e
catorze milhões, quinhentos e dezessete mil, seiscentos e
noventa e sete reais e vinte e seis centavos).
Valor Provisionado: Não há.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
A mera contratação de empresas terceirizadas, em
qualquer atividade, possibilita que a Light SESA seja
demandada em Juízo quanto a esse pedido.

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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
Vínculo Empregatício à Light SESA
A Light SESA figura como ré em 100 (cem) reclamações trabalhistas que envolvem o pedido de vínculo
empregatício. Tratando-se de pedido que não possui valor calculável, considera-se como risco o cálculo total do
processo.

Vínculo Empregatício
Objeto: Vínculo empregatício à Light SESA.
Valores envolvidos: Cálculo total de risco igual a R$19.506.780,97
(dezenove milhões, quinhentos e seis mil, setecentos e
oitenta reais e noventa e sete centavos).

Valor Provisionado: Não há.
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Segundo alegações dos reclamantes, deve ser
considerado seu contrato de trabalho diretamente com a
Light SESA, por exercerem função ligada à atividade-
fim desta, razão pela qual não caberia a terceirização de
seu serviço.


Pedido de Indenização por Acidente de Trabalho – Responsabilidade Civil
Quanto ao pedido de indenização por acidente de trabalho – responsabilidade civil, a Light SESA possui
63 (sessenta e três) reclamações trabalhistas ativas.

Acidente de Trabalho – Responsabilidade Civil
Objeto: Acidente de Trabalho
Valores envolvidos: R$ 49.276.041,37 (quarenta e nove milhões, duzentos e
setenta e seis mil, quarenta e um reais e trinta e sete
centavos).
Valor Provisionado: R$ 1.991.504,24 (um milhão, novecentos e noventa e um
mil, quinhentos e quatro reais e vinte e quatro centavos).
Prática do emissor ou de
sua controlada que
causou tal contingência:
Acidentes de trabalho de empregados/ex-empregados ou
prestadores de serviço alegando responsabilidade
objetiva da Light SESA, pretendendo indenizações e
pensões vitalícias.


Procedimentos Administrativos Trabalhistas
Em 31 de março de 2014, a Light SESA estava envolvida em 3 (três) Inquéritos Civis, que versam sobre:
(i) Cota de Menor Aprendiz (ii) Sonegação de Direitos e Verbas Trabalhistas (iii) Coação – desistência de ação
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos
e relevantes em conjunto
trabalhista (iv) Coibir a prática de ato discriminatório e ainda, em 2 (dois) Procedimentos Preparatórios
instaurados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), cujos principais assuntos abordados são: (i) Jornada de
Trabalho – não pagamento de horas extras (ii) Cota de Menor Aprendiz (iii) Sonegação de direitos e Verbas
Trabalhistas.
A Light SESA também foi notificada em 07 (sete) Autos de Infração lavrados pelo Ministério do
Trabalho e Emprego (MTE), fundamentados em temas como (i) inexistência de Laudo Ergonômico do Trabalho;
(ii) irregularidade no registro de empregados de prestadora terceirizada; e (iii) não apresentação de laudo técnico
em instalações elétricas.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.7 - Outras contingências relevantes
4.7. Descrever outras contingências relevantes não abrangidas pelos itens anteriores

Processos Tributários
Em 26 de novembro de 2009, a Light Serviços de Eletricidade S.A. (“Light SESA”) aderiu ao
parcelamento de débitos federais junto à Receita Federal do Brasil e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional,
instituído pela Lei nº 11.941/2009, chamado de “Refis da crise”.
A Light SESA optou pelo parcelamento a ser pago em 180 (cento e oitenta) parcelas referente aos débitos
fiscais no montante total de R$ 713.000.000,00 (setecentos e treze milhões de reais), sendo: (i) R$
128.000.000,00 (cento e vinte e oito milhões de reais) através do benefício de redução de multas e juros; (ii) R$
262.000.000,00 (duzentos e sessenta e dois milhões de reais) pela utilização de prejuízo fiscal; e, (iii) R$
323.000.000,00 (trezentos e vinte e três milhões de reais) através de desembolso de caixa. O ganho da Light
SESA com a adesão ao Refis resultou em R$ 152.000.000,00 (cento e cinquenta e dois milhões de reais).
Cumpre ressaltar que a adesão ao referido parcelamento já foi deferida pela Receita Federal do Brasil, nos
termos da mensagem eletrônica encaminhada à Light SESA em 12 de dezembro de 2009.
A Lei que instituiu o referido parcelamento estabelece como condição para adesão ao mesmo a
desistência dos processos administrativos e judiciais relativos aos débitos que seriam incluídos no parcelamento.
Em razão disso, a Light SESA optou por desistir dos processos judiciais e administrativos que tinha
interesse em parcelar o saldo devedor. Já houve a consolidação pela Receita Federal do Brasil quanto aos débitos
incluídos no parcelamento e a Light SESA já começou a efetuar o pagamento das parcelas.
No encerramento do balanço de 31 de dezembro de 2013, o montante do débito residual totaliza R$
210.347.956,12, restando 127 de parcelas a vencer.

Procedimentos Administrativos Trabalhistas
Em 31 de março de 2014, a Light SESA estava envolvida em 3 (três) Inquéritos Civis, que versam sobre:
(i) cota de Menor Aprendiz; (ii) sonegação de direitos e verbas trabalhistas; (iii) coação – desistência de ação
trabalhista; e (iv) coibir a prática de ato discriminatório e ainda, em 2 (dois) Procedimentos Preparatórios
instaurados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), cujos principais assuntos abordados são: (i) Jornada de
Trabalho – não pagamento de horas extras; (ii) cota de Menor Aprendiz; e (iii) Sonegação de direitos e verbas
trabalhistas.
A Light SESA também foi notificada em 07 (sete) Autos de Infração lavrados pelo Ministério do
Trabalho e Emprego (MTE), fundamentados em temas como (i) inexistência de Laudo Ergonômico do Trabalho;
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
4.7 - Outras contingências relevantes
(ii) irregularidade no registro de empregados de prestadora terceirizada; e (iii) não apresentação de laudo técnico
em instalações elétricas.

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4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
4.8. Em relação às regras do país de origem do emissor estrangeiro e às regras do país no qual os
valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, se diferente do país de origem, identificar:
a. restrições impostas ao exercício de direitos políticos e econômicos
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

b. restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

c. hipóteses de cancelamento de registro
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

d. outras questões do interesse dos investidores
Não aplicável, dado que o emissor é de origem brasileira.

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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
5.1. Descrever, quantitativa e qualitativamente, os principais riscos de mercado a que o emissor está
exposto, inclusive em relação a riscos cambiais e a taxas de juros.
No curso normal de seus negócios, a Companhia está exposta a riscos de mercado relacionados a variações
cambiais e taxas de juros, conforme pode ser evidenciado no quadro abaixo:
Composição da dívida (não inclui encargos financeiros):


* Valores da tabela acima em R$ mil.

Em 31 de dezembro de 2013, de acordo com o quadro acima, o montante de dívida denominada em moeda
estrangeira é de R$652,2 milhões, ou 13,4% do principal da dívida (R$440,8 milhões, equivalente a 13,1% em
31 de dezembro de 2012).
Para o montante de serviço da dívida em moeda estrangeira a vencer em até 24 meses, foram contratados
instrumentos de derivativos financeiros, na modalidade de swap, cujo valor nocional em 31 de dezembro de 2013
era de US$217,2 milhões (US$160,2 milhões em 31 de dezembro de 2012) e de €35,0 milhões (€35,0 milhões
em 31 de dezembro de 2012), de acordo com a política para utilização de instrumentos de derivativos aprovada
pelo Conselho de Administração. Dessa forma, considerando os swaps, a exposição cambial passa a 1,46% do
total da dívida (0,41% em 31 de dezembro de 2012).
A seguir, destacam-se algumas considerações e análises acerca dos fatores de riscos que impactam o negócio da
Companhia:

 Risco de taxa de câmbio

Considerando que parte dos empréstimos e financiamentos da Companhia é denominada em moeda estrangeira, a
Companhia se utiliza de instrumentos financeiros derivativos (operações de “swap”) para proteção do serviço
R$ % R$ %
USD 538.533 11,10 345.773 10,30
EUR 113.701 2,34 95.017 2,80
TOTAL - MOEDA ESTRANGEIRA 652.234 13,44 440.790 13,10
CDI 2.644.250 54,43 1.774.755 53,20
IPCA 610.137 12,55 - -
TJLP 876.851 18,04 999.961 29,90
Outros 75.287 1,54 128.328 3,80
TOTAL - MOEDA NACIONAL 4.206.525 86,56 2.903.044 86,90
TOTAL 4.858.759 100,0 3.343.834 100,0
31.12.2013 31.12.2012
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
associado às tais dívidas (principal mais juros e comissões) a vencer em até 24 meses além do swap de taxas
anteriormente mencionado. As captações realizadas através da Resolução BACEN 4.131, junto ao Merrill Lynch,
BNP, Citibank e Bank Tokyo-Mitsubishi, já foram contratadas com swap para todo o prazo da dívida,
devidamente pré-aprovadas pelo Conselho de Administração.
As operações de derivativos, compreendendo os swaps de moedas e juros, este último demonstrado mais abaixo
no relatório, apresentaram um ganho de R$64,3 milhões no exercício de 2013 (ganho de R$19,1 milhões no
exercício de 2012). O valor líquido das operações de swap vigentes em 31 de dezembro de 2013, considerando o
valor justo, é positivo em R$119,4 milhões (positivo em R$33,9 milhões em 31 de dezembro 2012), conforme
demonstrado nos quadros a seguir de swap de moeda e taxas:

* Valores da tabela acima em R$ mil.

* Valores da tabela acima em R$ mil.


O valor contabilizado encontra-se mensurado pelo seu valor justo em 31 de dezembro de 2013. Todas as
operações com instrumentos financeiros derivativos encontram-se registradas em câmaras de liquidação e
custódia e não existe nenhuma margem depositada em garantia. As operações não possuem custo inicial.
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$/EURO)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
Banco de Tokyo US$ US$+2,33% 100% CDI + 0,90% 11.03.2013 11.03.2016 60.000 22.917 - 22.917
Itaú US$ US$+2,42% 100% CDI 11.04.2012 11.04.2014 2.715 978 - 978
HSBC US$ US$+1,67% 100% CDI 09.10.2012 10.10.2014 1.338 214 - 214
HSBC US$ US$ 83,29% CDI 20.09.2013 10.04.2015 3.065 119 - 119
HSBC US$ US$ 82,65% CDI 20.09.2013 09.10.2015 58 105 - 105
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.02.2017 33.333 10.339 - 10.339
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.08.2017 33.333 10.503 - 10.503
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.02.2018 33.333 10.710 - 10.710
Bank of America US$ Libor+2,5294% 100%CDI + 0,65% 10.11.2011 10.11.2016 50.000 31.209 - 31.209
BNP Euro Euro+4,6823% 100%CDI+1,30% 21.10.2011 21.10.2014 34.969 29.958 - 29.958
TOTAL 252.144 117.052 - 117.052
Instituição Moeda Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(US$/EURO)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
Bradesco US$ US$+2,72% 100% CDI 10.03.2011 12.03.2013 61 11 - 11
Itaú US$ US$+2,42% 100% CDI 11.04.2012 11.04.2014 2.715 470 - 470
Itaú US$ US$+3,07% 100% CDI 28.12.2011 10.10.2013 2.970 354 - 354
HSBC US$ US$+1,67% 100% CDI 09.10.2012 10.10.2014 1.338 - (4) (4)
HSBC US$ US$+3,58% 100% CDI 12.04.2011 10.04.2013 3.065 1.005 - 1.005
HSBC US$ US$+2,95% 100% CDI 12.09.2011 12.09.2013 58 16 - 16
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.02.2017 33.333 - (421) (421)
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.08.2017 33.333 - (579) (579)
Citibank US$ US$+Libor+1,66% 100% CDI + 1,00% 23.08.2012 23.02.2018 33.333 - (598) (598)
Bank of America US$ Libor+2,5294% 100%CDI + 0,65% 10.11.2011 10.11.2016 50.000 16.554 - 16.554
BNP EURO Euro+4,6823% 100%CDI+1,30% 21.10.2011 21.10.2014 34.969 13.224 - 13.224
TOTAL 195.175 31.634 (1.602) 30.032
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
A seguir é apresentada a análise de sensibilidade para oscilações das taxas de câmbio, demonstrando os possíveis
impactos no resultado financeiro.
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de câmbio em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade do impacto no resultado
financeiro nos próximos doze meses, consideraram-se os saldos da dívida em 31 de dezembro de 2013. É
importante salientar que o comportamento dos saldos de dívida e derivativos respeitará seus respectivos
contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras oscilará de acordo com a necessidade ou disponibilidade
de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade da Taxa de Câmbio, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos,
utilizando as taxas e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.


* Valores da tabela acima em R$ mil.
Diante do quadro acima, é possível identificar proteção parcial para a dívida em moeda estrangeira (apenas
limita-se ao serviço da dívida a vencer em até 24 meses), uma vez que à medida que a cotação do R$/US$ cresce,
a despesa financeira dos passivos aumenta, mas a receita financeira dos derivativos também compensa
parcialmente esse impacto negativo e vice-versa.

 Risco de taxa de juros
Este risco deriva do impacto das oscilações nas taxas de juros não só sobre a despesa financeira associada aos
empréstimos, financiamentos e debêntures da Companhia, como também sobre as receitas financeiras oriundas
de suas aplicações financeiras. A política para utilização de derivativos aprovada pelo Conselho de
OPERAÇÃO Risco Dívida (US$)
Provável
Cenário (I)
Cenário (II) +
25%
Cenário (III)
+ 50%
PASSIVOS FINANCEIROS (15.979) (183.033) (350.088)
Tesouro Nacional US$ (69.384) (3.887) (44.525) (85.164)
Caução US$ 49.082 2.746 31.452 60.158
Merril Lynch US$ (50.000) (2.870) (32.870) (62.870)
BNP (EURO) EURO (34.854) (2.785) (31.907) (61.029)
Bank Tokyo - Mitsubishi US$ (60.000) (3.444) (39.444) (75.444)
Citibank US$ (100.000) (5.739) (65.739) (125.739)
ATIVOS FINANCEIROS 528 2.758 4.989
Tesouro nacional (Assunção de dívida - Light Energia) 12.129 1.757 9.193 16.629
Caução (Assunção de dívida - Light Energia) (8.580) (1.229) (6.435) (11.640)
DERIVATIVOS 68.450 282.582 505.602
Swaps US$ / EURO 219.886 68.450 282.582 505.602
TOTAL 52.999 102.307 160.503
Referência para Ativos e Passivos Financeiros +25% +50%
Cotação R$/US$ (Fim do exercício) 2,3700 2,9625 3,5550
Cotação R$/EURO (Fim do exercício) 3,2200 4,0250 4,8300
R$
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
Administração não compreende a contratação de instrumentos contra esse risco. No entanto, a Companhia
monitora continuamente as taxas de juros de forma a avaliar a eventual necessidade de contratar derivativos
para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas, sendo que, para estes casos, é solicitada aprovação
prévia ao Conselho de Administração.
Em 31 de dezembro de 2013, a operação de swap de taxa de juros associada ao vencimento de CCB Bradesco
com o valor nocional de R$150,0 milhões (R$150,0 milhões em 31 de dezembro de 2012), devidamente
autorizada pela Administração, apresentou, considerando o valor justo, o montante de R$2,3 milhões (R$3,9
milhões em 31 de dezembro de 2012), conforme quadro abaixo:


* Valores da tabela acima em R$ mil.


* Valores da tabela acima em R$ mil.

A seguir é apresentada a análise de sensibilidade para oscilações das taxas de juros, demonstrando os possíveis
impactos no resultado antes dos impostos.
A metodologia utilizada para o “Cenário Provável” considerou a melhor estimativa da taxa de juros em 31 de
dezembro de 2014. Vale lembrar que por se tratar de uma análise de sensibilidade do impacto no resultado
financeiro nos próximos doze meses, consideraram-se os saldos da dívida e das aplicações financeiras em 31 de
dezembro de 2013. É importante salientar que o comportamento dos saldos de dívida e derivativos respeitará seus
respectivos contratos, bem como o saldo das aplicações financeiras oscilará de acordo com a necessidade ou
disponibilidade de caixa da Companhia.
Análise de sensibilidade das taxas de juros, com apresentação dos efeitos no resultado antes dos impostos,
utilizando as taxas e as projeções das seguintes fontes: Top 5 Bacen, Itaú, HSBC, Bradesco e Bloomberg.

Instituição Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(R$)
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2013
(R$) Saldo
HSBC CDI+0,85% 101,9%CDI+(TJLP-6%) 18.10.2011 18.10.2017 150.000 2.349 - 2.349
TOTAL 150.000 2.349 - 2.349
Instituição Light Recebe Light Paga
Data de
Início
Data de
Vencimento
Valor
Notional
Contratado
(R$)
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Ativa
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Passiva
Valor Justo
Dez.2012
(R$) Saldo
HSBC CDI+0,85% 101,9%CDI+(TJLP-6%) 18.10.2011 18.10.2017 150.000 3.905 - 3.905
TOTAL 150.000 3.905 - 3.905
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado

* Valores da tabela acima em R$ mil.

 Risco de crédito
Decorre da possibilidade da Companhia sofrer perdas decorrentes de inadimplência de suas contrapartes ou de
instituições financeiras depositárias de recursos ou de investimentos financeiros. Para mitigar esses riscos, a
Companhia utiliza de todas as ferramentas de cobrança permitidas pelo órgão regulador, tais como corte por
inadimplência, negativação de débitos e acompanhamento e negociação permanente das posições em aberto. O
risco de crédito do contas a receber encontra-se pulverizado considerando a base de clientes da Companhia.
No que tange às instituições financeiras, a Companhia somente realiza operações de baixo risco, avaliadas por
agências de rating.
Operação Risco
Provável
Cenário (I)
Cenário (II) +
25%
Cenário (III) +
50%
ATIVOS FINANCEIROS 156.059 195.153 234.278
Aplicações Financeiras CDI 156.059 195.153 234.278
PASSIVOS FINANCEIROS (402.928) (479.438) (554.554)
- - -
Debêntures 4ª Emissão TJLP (1) (1) (1)
Debêntures 7ª Emissão CDI (70.910) (85.648) (100.088)
Debêntures 8ª Emissão CDI (50.493) (61.151) (71.594)
Debêntures 9ª Emissão (Série A) CDI (106.722) (129.311) (151.445)
Debêntures 9ª Emissão (Série B) IPCA (69.937) (78.598) (87.148)
CCB Bradesco CDI (29.964) (36.487) (42.879)
CCB Bco Santander CDI (6.582) (7.944) (9.279)
BNDES Finem Indireto TJLP (2.174) (2.458) (2.740)
BNDES Direto TJLP TJLP (6.050) (7.017) (7.975)
BNDES Direto TJLP+1% TJLP (6.843) (7.811) (8.769)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.1 TJLP (105) (131) (157)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.2 TJLP (11.218) (13.214) (15.189)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.3 TJLP (13.135) (15.307) (17.455)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.4 TJLP (14.439) (16.604) (18.747)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.17 TJLP (1) (1) (1)
BNDES Capex 11/12 - Subcred.18 TJLP (1) (1) (1)
Banco do Brasil CDI (14.353) (17.754) (21.086)
DERIVATIVOS (11.904) (24.838) (36.929)
Swaps de moedas CDI (14.138) (23.213) (31.442)
Swap de taxas CDI 1.117 1.078 1.038
Swap de taxas TJLP 1.117 (2.703) (6.525)
TOTAL (258.773) (309.123) (357.205)
Referência para ATIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do exercício) 9,77% 12,21% 14,66%
Referência para PASSIVOS FINANCEIROS +25% +50%
CDI (% fim do exercício) 9,77% 12,21% 14,66%
TJLP (% fim do exercício) 5,00% 6,25% 7,50%
IPCA (% fim do exercício) 5,91% 7,39% 8,87%
R$
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
A Companhia possui uma política de não manter a carteira concentrada em uma determinada instituição
financeira. Desta forma, a política tem como princípio controlar a concentração da carteira através de limites
impostos aos Grupos e acompanhar as instituições financeiras através do seu patrimônio líquido e de seus
ratings.
Por meio de sua política a Companhia poderá aplicar os recursos em produtos de renda fixa, pós-fixados
indexados ao CDI e Títulos públicos pós-fixados.
A definição dos grupos para alocação dos recursos está descrita conforme abaixo, bem como o percentual de
participação atual na carteira da Companhia:

 Grupo 1 – Bancos Federais; Patrimônio Líquido: Não se aplica; Rating Mínimo: Não se aplica.
Percentual na carteira: 69,8%.
 Grupo 2 – Instituições Financeiras com Patrimônio Líquido maior ou igual a R$7,0 bilhões; Rating
Mínimo: AA (S&P e Fitch) ou Aaa (Moody’s). Percentual na carteira: 17,9%.
 Grupo 3 – Instituições Financeiras com Patrimônio Líquido entre R$1 bilhão e R$7,0 bilhões; Rating
Mínimo: AA (S&P e Fitch) ou Aaa (Moody’s). Percentual na carteira: 11,0%
 Grupo 4 – Instituições Financeiras com Patrimônio Líquido entre R$500 milhões e R$1,0 bilhão; Rating
Mínimo: A (S&P e Fitch) ou A2 (Moody’s). Percentual na carteira: 1,3%.

 Risco de liquidez
O risco de liquidez evidencia a capacidade da Companhia em liquidar as obrigações assumidas. Para determinar
a capacidade financeira em cumprir adequadamente os compromissos assumidos, os fluxos de vencimentos dos
recursos captados e de outras obrigações fazem parte das divulgações.
A Companhia tem obtido recursos a partir da sua atividade comercial, do mercado financeiro e de empresas
ligadas, destinando-os principalmente ao seu programa de investimentos e à administração de seu caixa para
capital de giro e compromissos financeiros.
A Companhia gerencia o risco de liquidez por meio do acompanhamento contínuo dos fluxos de caixa previstos
e reais, bem como pela combinação dos perfis de vencimento dos seus passivos financeiros.
O fluxo de realização para as obrigações assumidas em suas condições contratuais, as quais incluem juros futuros
até a data dos vencimentos contratuais, são apresentadas conforme quadro abaixo:

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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado

* Valores da tabela acima em R$ mil.


Instrumentos a taxas de juros: De 1 a 3 meses
De 3 meses a
1 ano
De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total
Pós Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (90.326) (725.516) (3.348.432) (2.143.618) (6.307.892)
Pré-Fixadas
Empréstimos, Financiamentos e debêntures (4.745) (142.035) (244.067) (37.949) (428.796)
Fornecedores (862.337) - - - (862.337)
Swap (7.695) 11.173 76.307 - 79.785
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5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
5.2. Descrever a política de gerenciamento de riscos de mercado adotada pelo
emissor, seus objetivos, estratégias e instrumentos.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.
gações.
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5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
5.3. Informar se, em relação ao último exercício social, houve alterações
significativas nos principais riscos de mercado a que o emissor está exposto ou na
política de gerenciamento de riscos adotada

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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5.4 - Outras informações relevantes
5.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes.
A Companhia se utiliza de instrumentos financeiros com a finalidade de obter rendimentos sobre seu saldo
disponível em caixa.
Segue abaixo tabela com análise de sensibilidade de risco sobre as aplicações financeiras:

Aplicações - R$ mil * R$ 1.539.649
Cenários (I): Provável (II): +25% (III): +50%
CDI (% fim do exercício) 9,77% 12,21% 14,66%
Remuneração 156.059 195.153 234.278
*Aplicações em 31/12/2013


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6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
Data de Constituição do Emissor
País de Constituição
Prazo de Duração
Data de Registro CVM
Forma de Constituição do Emissor
25/11/1968
30/06/1904
Sociedade Anônima
Brasil
Prazo de Duração Indeterminado
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6.3 - Breve histórico
6.3 - Breve Histórico da Companhia
Em 9 de junho de 1904, foi constituída em Toronto a The Rio de Janeiro, Light and Power Co. Ltd. O
termo Tramway, em sua denominação, foi incluído ainda em 1904, quando obteve também a autorização para
operar serviço de transportes. Recebeu autorização para funcionar no Brasil no dia 30 de maio de 1905. Nesse
mesmo ano, adquiriu o controle acionário da empresa concessionária de iluminação a gás, a empresa belga
Société Anonyme du Gaz de Rio de Janeiro, serviço que foi controlado pela Light até 1969, ano em que foi
transferido para o governo estadual. Em 1905, o Brasil ainda não era um país industrializado e a Light dava
início a construção da maior e mais moderna usina hidrelétrica do país, a Usina de Fontes, situada no município
de Piraí, no Estado do Rio de Janeiro.
Em 1907, a Light adquiriu e unificou as diversas companhias de carris urbanos que funcionavam na
cidade, alargando a zona urbana do Rio de Janeiro. A empresa substituiu a tração animal dos antigos bondes pela
tração elétrica. Além dos bondes, criou na década de 20 a Viação Excelsior e adquiriu a concessão da Estrada de
Ferro do Corcovado, que foi eletrificada pela companhia. Comprou, também, de um consórcio alemão, a
concessão do serviço telefônico, passando a controlar as comunicações nas duas principais cidades do país, Rio
de Janeiro e São Paulo.
Em 1922, a Light criou uma nova empresa para explorar uma concessão de energia hidráulica em Ilha dos
Pombos, no município do Carmo, no Estado do Rio de Janeiro, a empresa Brazilian Hydro Eletric Co. Ltd.,
fundando em 1924, a Usina de Ilha dos Pombos. Nas décadas seguintes, conforme o Rio de Janeiro crescia,
entraram em operação outras usinas geradoras: Fontes Nova em 1940, Nilo Peçanha em 1953, Pereira Passos em
1962, Santa Branca em 1999, e as elevatórias de Santa Cecília e Vigário em 1952.
Em 1967, ocorreu a incorporação das empresas de eletricidade do Grupo Light: São Paulo Light S.A
Serviços de Eletricidade; Rio Light S.A Serviços de Eletricidade; Cia. Fluminense de Energia Hidroelétrica; Cia.
de Eletricidade de São Paulo e Rio; Cidade de Santos Serviços de Eletricidade e Gás S.A; e Força e Luz Vera
Cruz. Essa incorporação deu origem à empresa Light - Serviços de Eletricidade S.A, com sede em São Paulo,
tendo sido aprovada pelo Decreto Federal nº 61.232, de 23 de agosto de 1967, com atuação nos estados de São
Paulo e Rio de Janeiro.
Em 12 de janeiro de 1979, a ELETROBRÁS (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.) adquiriu o controle
acionário da LIGHT – Serviços de Eletricidade S.A., ficando o setor de energia do País inteiramente
nacionalizado.
Em 26 de março de 1981, o subsistema São Paulo foi transferido para o Estado de São Paulo, dando
origem à Eletropaulo, controlada pelo governo do estado.
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6.3 - Breve histórico
Em 21 de maio de 1996, a companhia foi privatizada em leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro,
tendo seu controle acionário sido adquirido por uma empresa francesa, outras duas americanas e uma brasileira: a
Electricité de France (EDF), a AES Corporation e a Houston Industries Energy, cada uma com 11,35%; e a
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com 7,25%. O BNDESPar ficou com 9,14%; a Eletrobrás, com
33,50%; e os acionistas minoritários com 16,06%.
Posteriormente, em 15 de abril de 1998, a ELETROPAULO foi adquirida pela Companhia Light e pela
LightGás Ltda., subsidiária da Companhia, pelo valor de R$2.026.732.419,60.
A partir de 2000, a EDF decidiu adquirir a participação de seus sócios e, em 2002, concluiu o negócio
com o último sócio, a AES, que por sua vez assumiu o controle da Eletropaulo Metropolitana, tendo a EDF
assumido sozinha o controle da Light.
A Light consolidou um plano de reestruturação, implementado a partir de dezembro de 2002, que incluiu
uma redução no número de diretorias e de cargos gerenciais, com o objetivo de racionalizar os custos, permitindo
ampliar os investimentos no combate às perdas comerciais e à inadimplência.
Em 2005, a empresa concluía o processo de desverticalização de suas atividades, em face da lei nº
10.848/2004, aprovando a criação de uma nova estrutura, que atende à exigência de separação das atividades de
distribuição, geração e transmissão de energia.
Com a conclusão do Projeto de Desverticalização, o Grupo Light passou a ser composto pela (i) Light
S.A., uma sociedade holding, que controla as empresas operacionais do Grupo Light, (ii) Light Energia., cujo
objeto é a geração e transmissão de energia elétrica, (iii) Light SESA, cujo objeto é a distribuição de energia
elétrica, e (iv) Light ESCO, cujo objeto social é a comercialização de energia elétrica, dentre outras.
O Projeto de Desverticalização não acarretou qualquer alteração no controle final das sociedades do
Grupo Light e envolveu, basicamente: (i) a transferência de bens, direitos e obrigações da Companhia para a
Light Energia, incluindo as concessões de transmissão e geração de energia elétrica, sendo que a totalidade do
capital social da Light Energia é detida pela Light S.A.; (ii) a incorporação das ações representativas do capital
da Companhia pela Light S.A.; e (iii) a transferência para a Light S.A. das participações societárias detidas pela
Companhia em atividades alheias à distribuição de energia elétrica, por meio de redução do capital social da
Companhia, com a exceção das participações nas sociedades LIR e LOI. A LIR e a LOI foram sociedades com
sede no exterior, cuja participação da Companhia foi autorizada pela Aneel, por meio do Despacho Aneel n.º
3010, de 19 de dezembro de 2006, somente até que seja declarada a extinção das dívidas da Companhia perante
tais sociedades estrangeiras. A extinção da LOI ocorreu em março de 2008 e a extinção da LIR em 30 de junho
de 2010.
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6.3 - Breve histórico
A partir de 22 de fevereiro 2006, tendo em vista o Projeto de Desverticalização, as ações de emissão da
Light SESA deixaram de ser negociadas no Novo Mercado e as ações de emissão da Light S.A. passaram a
integrar este segmento.
Em 31 de dezembro de 2007, com o grupamento das ações da Light S.A e das conversões das debêntures
da 4ª emissão da Light S.E.S.A., em ações da Light S.A através do direito do Bônus de Subscrição da Light
SESA para a Light S.A., o número de ações da Light S.A. passa a ser de 203.462.739, negociadas por unidade de
ação. A quantidade de ações da Light SESA nesta data era de 203.462.739.011, em 31 de dezembro de 2008 era
de 203.933.778.011 e a partir de 31 de dezembro de 2009 passou a ser de 203.934.060.011.


Segue abaixo a estrutura acionária atual da Companhia:

Para informações sobre os principais eventos societários pelos quais o grupo do qual a Companhia faz parte
tenha passado nos últimos três exercícios sociais, vide item 8.3 deste Formulário de Referência. Para
informações detalhadas acerca de controladas e coligadas e suas respectivas áreas de atuação, favor consultar o
item 7.1 deste Formulário de Referência.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
6.5 - Descrever os principais eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões, incorporações de
ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições e alienações de ativos importantes, pelos
quais tenham passado o emissor ou qualquer de suas controladas ou coligadas, indicando:
Nos últimos 3 exercícios sociais não ocorreram eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões,
incorporações de ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições e alienações de ativos
importantes, pelos quais tenham passado o emissor ou qualquer de suas controladas ou coligadas

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6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação
judicial ou extrajudicial
6.6 – Indicar se houve pedido de falência, desde que fundado em valor relevante,
ou de recuperação judicial ou extrajudicial do emissor, e o estado atual de tais
pedidos

Até a data de emissão deste Formulário de Referência não houve pedido de falência ou
de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia.


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6.7 - Outras informações relevantes
6.7 – Outras informações relevantes:

Não há.

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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
7.1. Descrever sumariamente as atividades desenvolvidas pelo emissor e suas controladas:
Emissor: A Light Serviços de Eletricidade S.A (‘’Light SESA), tem destacada atuação no segmento de
distribuição de energia elétrica no Brasil.
Em 2013, a Light SESA, foi a 5ª maior Distribuidora de Energia do Brasil, de acordo com o Relatório do
Sistema de Apoio à Decisão da Aneel, com volume de energia distribuída para o seu mercado cativo de 20.391
GWh.
A área de concessão da Light SESA está situada no Estado do Rio de Janeiro, com abrangência de 10.970
Km². O estado possui população de mais de 16,4 milhões de pessoas e cerca de 5,2 milhões de domicílios,
representando o 2º maior PIB do Brasil, segundo dados mais recentes do IBGE, referentes ao ano de 2010. A
Light SESA atendeu em 2013, aproximadamente 4,1 milhões de consumidores, o que correspondeu a cerca de
68,9% do total consumido no Estado, incluindo a região metropolitana, ainda segundo dados do Relatório do
Sistema de Apoio à Decisão da Aneel. O volume total de energia distribuída nesse período totalizou 25.717
GWh.

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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
7.2. Em relação a cada segmento operacional que tenha sido divulgado nas últimas
demonstrações financeiras de encerramento de exercício social ou, quando houver,
nas demonstrações financeiras consolidadas, indicar as seguintes informações:
(a)Produtos e serviços comercializados; (b)Lucro ou prejuízo resultante do
segmento e sua participação no lucro líquido do emissor
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às 3 últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário
de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir às 3 últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício social
e às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
7.3. Em relação aos produtos e serviços que correspondam aos segmentos
operacionais divulgados no item 7.2, descrever:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
7.4. Identificar se há clientes que sejam responsáveis por mais de 10% da receita
líquida total do emissor, informando
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário
de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e
às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
7.5. Descrever os efeitos relevantes da regulação estatal sobre as atividades do
emissor, comentando especificamente:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
7.6. Em relação aos países dos quais o emissor obtém receitas relevantes,
identificar
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.



1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário
de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e
às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
PÁGINA: 193 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
7.7. Em relação aos países estrangeiros divulgados no item 7.6, informar em que
medida o emissor está sujeito à regulação desses países e de que modo tal sujeição
afeta os negócios do emissor

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 194 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.8 - Relações de longo prazo relevantes
7.8. Descrever relações de longo prazo relevantes do emissor que não figurem em
outra parte deste formulário

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 195 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
7.9 - Outras informações relevantes
7.9. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações relevantes.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
8.1 - Descrição do Grupo Econômico
8.1. Descrever o grupo econômico em que se insere o emissor, indicando:
a - controladores diretos e indiretos
Controladores Diretos da Companhia Light Serviços de Eletricidade S.A.:
Light S.A.

Controladores Indiretos da Companhia Light Serviços de Eletricidade S.A.:
Companhia Energética de Minas Gerais S.A. (‘’CEMIG’’), com participação de 26,06%, Luce
Empreendimentos e Participações S.A. (“LEPSA”) e RME – Rio Minas Energia Participações S.A. (“RME”),
ambas com participação de 13,03%.
O Redentor Fundo de Investimentos em Participações (“FIP Redentor”) é composto por uma sociedade de
quatro bancos: BTG Pactual com 14,29%, representando 2,74% de participação indireta na Light S.A.; e
Santander, Votorantim e Banco do Brasil, cada um com 28,57%, representando 5,50% de participação indireta na
Light S.A.. O FIP Redentor, junto com a CEMIG, são sócios na Parati S.A. – Participações em Ativos de Energia
Elétrica (“Parati”) e possuem 19,23% e 6.41%, respectivamente, de participação na Companhia. A Parati possui
96,81% da Redentor Energia S.A. (“Redentor”) e 100% das ações da LEPSA, totalizando, indiretamente, o
equivalente a 25,64% do capital total e votante da Companhia. A Redentor possui 100% das ações da RME, o
que equivale a uma participação indireta de 13,03% das ações da companhia.

b - controladas e coligadas
Controladas:
Não possui.

Coligadas:
Não possui.

c - participações do emissor em sociedades do grupo
A Companhia não possui participação direta e ou indireta em outras sociedades do grupo econômico no
qual está inserida.

d - participações de sociedades do grupo no emissor
As participações dos Controladores na Companhia estão descritas no subitem ‘’a’’ deste item.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
8.1 - Descrição do Grupo Econômico
e - sociedades sob controle comum
Em maio de 2014, a Light S.A. possuía participação societária nas seguintes empresas em operação:
100% da Light Energia S.A., 51% da Lightger S.A., 100% da Itaocara Energia S.A., 25,5% da Amazonia
Energia S.A., 100% da LightEsco Prestação de Serviços S.A., 100% da LightCom Comercializadora de Energia
S.A., 100% da Light Soluções em Eletricidade Ltda., 50,1% da SPE Energia Olímpica S.A., 100% do Instituto
Light, 51% da Axxiom Soluções Tecnológicas S.A., e 20% da CR Zongshen E-Power Fabricadora de Veículos
S.A..

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
8.2 - Organograma do Grupo Econômico
8.2. Caso o emissor deseje, inserir organograma do grupo econômico em que se insere o emissor, desde que
compatível com as informações apresentadas no item 8.1

Segue abaixo organograma atual da Companhia:

Light S.A.
(Holding)
100% 51% 20% 100% 100% 100% 100% 100% 51% 25,5% 100%
Light Serviços
de Eletricidade
S.A.
Lightger
S.A.
Itaocara
Energia
Ltda.
Amazônia
Energia S.A.
Light Esco
Prestação de
Serviços S.A.
Lightcom
Comercializadora
de Energia S.A.
Light Soluções
em Eletricidade
Ltda.
Instituto
Light
Axxiom
Soluções
Tecnológicas
S.A.
CR Zongshen
E-Power
Fabricadora de
Veículos S.A.
21,86%
Renova
Energia
S.A.
Central Eólica
Fontainha
Ltda.
100%
Central Eólica
São Judas
Tadeu Ltda.
100% 9,77%
Norte
Energia
S.A.
33%
EBL Cia de
Eficiência
Energética
S.A.
Light Energia
S.A.
Distribuição Geração Comercialização e Serviços Institucional Sistemas Veículos
Elétricos
51%
100%
Lajes
Energia
S.A.
Guanhães
Energia
S.A.
50,1%
SPE
Energia
Olímpica
S.A.
.
CEMIG RME LEPSA BNDESPAR MERCADO
26,06% 13,03% 13,03% 10,30% 37,57%
Free Float 47,87%
Grupo Controlador 52,13%
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Não aconteceram operações de reestruturação nos últimos 3 exercícios sociais.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
8.3 - Operações de reestruturação
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
8.4 - Outras informações relevantes
8.4. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações relevantes.

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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
9.1. Descrever os bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento
das atividades do emissor
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário
de referência por conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as
informações devem se referir às últimas demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e
às últimas informações contábeis divulgadas pelo emissor.
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
9.2 - Outras informações relevantes
9.2 Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações relevantes.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
10.1. Os diretores devem comentar sobre
1

2
:
a. condições financeiras e patrimoniais gerais
As receitas da Light SESA provêm do segmento de distribuição de energia. O patrimônio líquido da Light SESA,
em 31 de dezembro de 2013, era de R$ 2.436,5 milhões, um crescimento de 10,2%, ou R$ 247,6 milhões, em
relação aos R$ 2.188,8 milhões totalizados em 31 de dezembro de 2012. Isso ocorreu principalmente em função
do lucro líquido de R$ 386,4 milhões.
Em 31 de dezembro de 2013, a Light SESA tinha uma posição de caixa de R$ 375,2 milhões e o montante de R$
1.229,0 milhões em títulos e valores mobiliários, totalizando R$ 1.604,2 milhões de disponibilidades. O capital
de giro da Companhia é suficiente para as atuais exigências e os seus recursos de caixa, inclusive empréstimos de
terceiros, são suficientes para atender o financiamento de suas atividades e cobrir sua necessidade de recursos.
Na mesma data, a dívida líquida totalizava R$ 3.120,8 milhões. A relação dívida líquida/patrimônio líquido em
2013 ficou em 1,28x, ao passo que atingiu 1,49x em 2012.
A Diretoria entende que a Companhia apresenta condições financeiras e patrimoniais suficientes para
implementar seu plano de negócios e cumprir suas obrigações de curto e médio prazo.

b. estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando:
i. hipóteses de resgate
ii. fórmula de cálculo do valor de resgate
Não há possibilidade de resgates de ações de emissão da companhia, além das legalmente previstas.

c. capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos
Observando o endividamento, o fluxo de caixa e a posição de liquidez, a Companhia acredita ter liquidez e
recursos de capital suficientes, que poderão, caso entenda ser necessário, contrair empréstimos para financiar
seus investimentos. A Diretoria acredita que a Companhia possui capacidade para contratá-los atualmente, para

1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir às 3 últimas demonstrações
financeiras de encerramento do exercício social. Quando da apresentação do formulário de referência por conta do
pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as informações devem se referir às 3 últimas
demonstrações financeiras de encerramento do exercício social e às últimas informações contábeis divulgadas pelo
emissor.
2
Sempre que possível, os diretores devem comentar também neste campo sobre as principais tendências conhecidas,
incertezas, compromissos ou eventos que possam ter um efeito relevante nas condições financeiras e patrimoniais do
emissor, e em especial, em seu resultado, sua receita, sua lucratividade, e nas condições e disponibilidade de fontes de
financiamento.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
cobrir os investimentos, despesas, dívidas e outros valores a serem pagos nos próximos anos, embora não possa
garantir que tal situação permanecerá igual.

d. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes utilizados:
Além da utilização em parte de sua geração própria de caixa, a principal fonte de financiamento para os projetos
de investimento da Companhia é o BNDES, que usualmente oferece taxas de juros menores que o mercado
privado, além de prazos de pagamento compatíveis com o tempo de retorno do projeto de investimento.
Caso o projeto de investimento não seja elegível para financiamento via BNDES, a Companhia normalmente
recorre ao mercado de capitais (debêntures), agências multilaterais de fomento ou demais fontes do mercado
bancário.

e. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que
pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez
Atualmente a Light SESA possui linhas de capital de giro aprovadas perante instituições financeiras de primeira
linha no montante de R$150 milhões, em 31 de dezembro de 2013.

f. níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda:
i. contratos de empréstimo e financiamento relevantes
Em 31 de dezembro de 2013, o endividamento total consolidado em aberto da Companhia era de R$
4.858,8 milhões, dos quais 13,4% (R$652,2 milhões) eram em moeda estrangeira. Este valor, deduzido do caixa
e disponibilidades da Companhia, no montante de R$1.598,9 milhões, atinge R$3.259,9 milhões.
Do valor total do endividamento acima, 11,4% (R$551,5 milhões) tinha vencimento no curto prazo e
88,6% (R$4.307,3 milhões) tinha vencimento no longo prazo. Além disso, nessa mesma data, a Companhia
também possuía obrigações com a Braslight (plano de previdência da Companhia) no montante de
R$1.209,9milhões.
Em conformidade com sua política de derivativos cambiais, em 31 de dezembro de 2013, a Companhia possuía
operações com derivativos (swaps) em moeda estrangeira, cujo valor nocional era US$217,2 milhões e de €34,9
milhões, representando 92,9% do saldo da dívida em moeda estrangeira (sem considerar os encargos).
Além desses derivativos cambiais, em agosto de 2010, foram contratadas com o Banco HSBC operações
de swap a termo de taxa de juros, no montante de R$150 milhões cujos vencimentos estavam atrelados ao fluxo
de amortizações das CCBs do Bradesco.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
A tabela abaixo descreve a evolução do endividamento total consolidado em aberto da Companhia nos
períodos em referência:

Dívidas (R$ MM) 2013 2012 2011
Curto Prazo 551,5 402,5 414,1
Moeda Estrangeira 147,5 7,0 9,9
Moeda Nacional 404,0 395,5 404,2
Longo Prazo 4.307,3 2.941,3 2.778,3
Moeda Estrangeira 504,8 433,7 219,7
Moeda Nacional 3.802,5 2.507,6 2.558,6
Swap 113,2 27,4 4,0
Total Geral 4.972,0 3.371,2 3.196,4


Financiamentos Relevantes
Ao longo de 2011, 2012 e 2013, foram contraídas algumas dívidas, entre as principais estão:
 7ª emissão de debêntures da Light SESA de 02 de maio de 2011, no montante total de R$650 milhões. A data de
vencimento é 02 de maio de 2016. Sobre o valor do principal incidem juros de CDI + 1,35% ao ano.
 8ª emissão de debêntures da Light SESA de 10 de setembro de 2012, no montante total de R$470 milhões. A
data de vencimento é 04 de junho de 2026. Sobre o valor do principal incidem juros de CDI + 1,18% ao ano.
 Contrato de Abertura de Crédito para Financiamento mediante Repasse de recursos do BNDES – FINEM,
celebrados com a Light SESA, tendo como Interveniente a Light S.A. em 06 de dezembro de 2011 no valor de
R$ 915,4 milhões. Sobre o principal da dívida na maioria dos subcréditos incidirão juros de 2,21% ao ano
dependendo da variação da TJLP. A data final de vencimento é 15 de março de 2019.
 Captação em moeda estrangeira (operação 4131) em 17 de outubro de 2011 no valor de €34,9 milhões
(equivalente a R$85 milhões) através do Banco BNP Paribas Brasil com vencimento em 21 de outubro de 2014;
e em 07 de novembro de 2011 no valor de US$ 50 milhões (equivalente a R$87,4 milhões) através do Bank of
America com vencimento em 10 de novembro 2016.
 Captação em moeda estrangeira (operação 4131) em 23 de agosto de 2012 no valor de US$100 milhões
(equivalente a R$202,0 milhões) para a Light SESA através do Banco Citibank S.A. com vencimento em 23 de
fevereiro de 2018.
 9ª emissão de debêntures da Light SESA em 15 de junho de 2013, em duas séries. Série A: No valor de R$1.000
milhões, com vencimento em 15 de maio de 2021, e juros sobre o principal de CDI + 1,15% ao ano. Série B: No
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
valor de R$ 600 milhões, com vencimento para 15 de maio de 2023, incide atualização sobre do valor nominal
unitário, pela variação acumulada do IPCA, com juros fixos sobre o principal de 5,74% ano.

ii. outras relações de longo prazo com instituições financeiras
Não existem outras relações de longo prazo entre a Companhia e suas controladas com instituições financeiras,
além daqueles já descritos no item 10.1 f. (i) deste Formulário de Referência.

iii. grau de subordinação entre as dívidas
Exceto por aquelas dívidas garantidas por direito real, que estão configuradas em todos os contratos celebrados
com a Fundação Braslight, BNDES, Eletrobras, Tesouro Nacional e Debêntures da 4ª Emissão da Light Serviços
de Eletricidade S.A., não há qualquer grau de subordinação entre as dívidas da Companhia.
Dessa forma, na hipótese de uma eventual instauração de procedimento de recuperação judicial ou extrajudicial,
a Companhia adotará os preceitos da Lei nº 11.101/05 para compor a recuperação judicial ou extrajudicial, a
Companhia adotará os preceitos da Lei nº 11.101/05 para compor a ordem de preferência em concurso universal
de credores.

iv. eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites de endividamento e
contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos
valores mobiliários e à alienação de controle societário.
A Companhia e suas subsidiárias utilizam diversos instrumentos financeiros, que exigem, dentre outras,
obrigações de manutenção de índices financeiros específicos e/ou o cumprimento de diversas obrigações de fazer
ou não fazer restritivas às suas operações. Destacam-se:
 Relação total da dívida líquida e EBITDA menor ou igual a 3,0.
Entre eles:
 CCB do Bradesco, 5ª Emissão de Debêntures Light SESA, FINEM BNDES Light SESA (2006)
 CCB do Santander, Captação em moeda estrangeira com BNP Paribas Brasil e Bank of America, 7ª e 8ª
Emissão de Debêntures Light SESA
 Relação EBITDA e Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos: maior ou igual a 2,5.
 Pagamento de dividendos: a empresa só pode distribuir dividendos acima do mínimo obrigatório por lei
se todas as obrigações contratuais estiverem sendo cumpridas.
Por fim, os financiamentos acima contratados têm por objetivo financiamento dos planos de investimentos da
Companhia e reforço de capital de giro.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

g. limites de utilização dos financiamentos já contratados.
Especificamente para os contratos de abertura de crédito para o financiamento dos programas de investimentos
da Light SESA para o biênio 2011-2012, firmados com o BNDES na modalidade FINEM direto, em 31 de
dezembro de 2013, não possuíam mais valores a serem liberados.

h. alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais


*
Considera a reclassificação referente a desconsolidação de suas join ventures.



% da % da
Receita Receita
Líquida Líquida
RECEITA OPERACIONAL
Fornecimento de energia elétrica 9.020.144 136,4% 8.232.952 122,6% (8,7)%
Suprimento de energia elétrica 71.723 1,1% 41.832 0,6% (41,7)%
Receita de Construção 669.322 10,1% 820.284 12,2% 22,6%
Outras receitas 894.640 13,5% 855.560 12,7% (4,4)%
Total 10.655.829 161,1% 9.950.628 148,1% (6,6)%
Deduções à Receita Operacional
ICMS (2.323.897) (35,1)% (2.194.864) (32,7)% (5,6)%
Encargos do consumidor (798.292) (12,1)% (186.118) (2,8)% (76,7)%
PIS/COFINS (915.924) (13,8)% (848.815) (12,6)% (7,3)%
Outras (3.314) (0,1)% (4.069) (0,1)% 22,8%
Total (4.041.427) (61,1)% (3.233.866) (48,1)% (20,0)%
RECEITA LÍQUIDA 6.614.402 100,0% 6.716.762 100,0% 1,5%
CUSTO DA OPERAÇÃO (5.291.173) (80,0)% (5.240.992) (78,0)% (0,9)%
Energia Elétrica comprada para reveda (4.016.768) (60,7)% (3.735.893) (55,6)% (7,0)%
Pessoal (162.717) (2,5)% (181.121) (2,7)% 11,3%
Material (14.032) (0,2)% (12.697) (0,2)% (9,5)%
Serviço de terceiros (154.274) (2,3)% (178.203) (2,7)% 15,5%
Depreciação e amortização (258.963) (3,9)% (296.012) (4,4)% 14,3%
Custo de Construção (669.322) (10,1)% (820.284) (12,2)% 22,6%
Outras (15.097) (0,2)% (16.782) (0,2)% 11,2%
LUCRO BRUTO 1.323.229 20,0% 1.475.770 22,0% 11,5%
DESPESAS OPERACIONAIS (515.115) (7,8)% (573.344) (8,5)% 11,3%
Despesas gerais e administrativas (488.590) (7,4)% (389.579) (5,8)% (20,3)%
Despesas com vendas (381.524) (5,8)% (271.103) (4,0)% (28,9)%
Outras Receitas 413.983 6,3% 123.229 1,8% (70,2)%
Outras Despesas (58.984) (0,9)% (35.891) (0,5)% (39,2)%
LUCRO OPERACIONAL 808.114 12,2% 902.426 13,4% 11,7%
RESULTADO FINANCEIRO (406.156) (6,1)% (361.469) (5,4)% (11,0)%
Receitas 194.506 2,9% 321.627 4,8% 65,4%
Despesas (600.662) (9,1)% (683.096) (10,2)% 13,7%
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
401.958 6,1% 540.957 8,1% 34,6%
Imposto de renda e contribuição social Corrente (18.456) (0,3)% 3.351 0,0% (118,2)%
Imposto de renda e contribuição social Diferido (94.507) (1,4)% (157.917) (2,4)% 67,1%
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 288.995 4,4% 386.391 5,8% 33,7%
Lucro básico e diluído por ação 0,00142 0,00189
QUANTIDADE DE AÇÕES AO FINAL DO EXERCÍCIO 203.934.060.011 203.934.060.011
2012 2013 2013/2012
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Análise da Demonstração do Resultado para o Exercício Social Encerrado em 31 de Dezembro de 2013
Comparado ao Exercício Social Encerrado em 31 de Dezembro de 2012

Receita Operacional Líquida
A receita operacional líquida do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 foi de R$ 6.716,8
milhões, representando um aumento de 1,5% comparado à receita operacional líquida de R$ 6.614,4 milhões
registrada em 2012. Desconsiderando a receita de construção, houve uma retração de 0,8% entre a receita dos
períodos. Essa redução é reflexo principalmente do Reajuste Tarifário Extraordinário, ocorrido em 24 de janeiro
de 2013, no qual as tarifas foram reduzidas em 19,63%, mitigado pelo crescimento de consumo do mercado total
de 1,8%, combinado com o aumento médio da tarifa de energia de 1,3% (expurgado o efeito das obrigações
especiais), a partir de 7 de novembro de 2013, homologado pelo processo de Revisão Tarifária.

Custo de Operação
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, os custos de bens e serviços vendidos pela
Companhia foram de R$ 5.241,0 milhões, uma retração de 0,9% quando comparados aos R$ 5.291,2 milhões
verificados em 2012. Tal variação foi causada, principalmente, pela redução de 7,0% de energia comprada para
revenda.

Energia Elétrica Comprada para Revenda: O custo com energia elétrica comprada para revenda reduziu
de R$ 4.016,8 milhões em 2012 para R$ 3.735,9 milhões em 2013. A queda de 7,0% entre os períodos incorpora
o efeito do Decreto nº 7.945/13, com a provisão relativa ao repasse mensal dos recursos da CDE, que no ano de
2013 totalizou R$ 801,1 milhões.

Pessoal: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o custo de pessoal foi de R$ 181,1
milhões, representando um aumento de 11,3%, comparado ao custo de R$ 162, milhões em 2012. Esse resultado é
reflexo do impacto de 6,75%, a partir de junho, do dissídio anual na folha salarial e, também, do impacto
extraordinário de registro de remuneração variável atrelada ao atingimento de metas.

Material: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o custo com material foi de R$12,7
milhões, representando uma queda de 9,5%, comparado ao custo de R$ 14,0 milhões em 2012.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Serviços de Terceiros: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o custo de serviços de
terceiros foi de R$ 178,2 milhões, crescimento de 15,5% se comparado ao custo de R$ 154,3 milhões em 2012. Este
resultado foi impactado por dois fatores: (i) taxa de sucesso para consultorias relacionadas à melhoria de performance
de processos; (ii) evolução do projeto de Áreas de Perdas Zero - APZs;

Depreciações e Amortizações: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o montante
relativo a esta linha foi de R$ 296,0 milhões, 14,3% acima dos R$ 259,0 milhões registrado em 2012. Tal
resultado deve-se, principalmente, ao trabalho de preparação da base de remuneração, com o grande volume de
investimentos e intensa unitização dos ativos para a Revisão Tarifária ocorrida em novembro de 2013.

Outras: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, os outros custos de operação totalizaram R$
16,8 milhões, um acréscimo de 11,2% quando comparado ao custo de R$ 15,1 milhões em 2012.

Lucro Operacional Bruto
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o lucro operacional bruto da Companhia foi
de R$ 1.475,8 milhões, 11,5% maior do que o lucro de R$ 1.323,2 milhões registrado em 2012. Tal resultado é
explicado pelo aumento de 1,5% da receita líquida e pela redução de 0,9% do custo da operação, na comparação
entre 2013 e 2012.

Despesas Operacionais
Gerais e Administrativas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, as despesas gerais e
administrativas da Companhia somaram R$ 389,6 milhões, representando uma expressiva queda de 20,3% em
comparação aos R$ 488,6 milhões apurados em 2012. Esse resultado é explicado pela redução de R$ 138,3
milhões na conta de provisões para contingências, o que representa uma variação de -72,6% entre os períodos.

Com Vendas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, as despesas com vendas da
Companhia totalizaram R$ 271,1 milhões, um decréscimo de 28,9% quando comparada aos R$ 381,5 milhões
verificados em 2012. Um dos principais componentes desta linha são as Provisões para Crédito de Liquidação
Duvidosa (‘’PCLD’’). Em 2013, a constituição de PCLD, representou 1,9% da receita bruta de faturamento de
energia, totalizando R$ 158,3 milhões. Tal resultado foi inferior ao registrado em 2012, quando houve o efeito
extraordinário de revisão de estimativa para recebimento de saldos antigos de grandes clientes, inclusive o
segmento de poder público, no valor de R$ 111,7 milhões.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Outras Receitas (Despesas) Operacionais: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o
saldo de outras receitas/despesas operacionais da Companhia foi de R$ 87,3 milhões, em comparação a um saldo
de R$ 355,0 milhões em 2012. A queda entre os períodos é explicada pelo reconhecimento de R$ 124,8 milhões,
referente ao Valor Novo de Reposição (VNR) após a homologação da nova Base de Remuneração Regulatória
(BRR). Em 2012, o principal efeito foi o registro da receita de remuneração dos ativos ao final da concessão,
calculado pelo critério do VNR, definido pelo Poder Concedente através da MP 579/2012, que anteriormente
estava registrado a custo de aquisição, no valor de R$ 408,2 milhões.

Resultado Antes de Receita e Despesa Financeira
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o resultado operacional da Companhia
totalizou R$ 902,4 milhões, 11,7% acima dos R$ 808,1 milhões registrados em 2012. Tal crescimento foi
influenciado pelo registro de outras receitas operacionais e também pelo crescimento do lucro operacional bruto.

Receitas (Despesas) Financeiras
O resultado financeiro do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 foi negativo em R$
361,5 milhões, em comparação aos R$ 406,2 milhões, também negativo, registrados em 2012.

Receitas: A receita financeira do ano, de R$ 321,6 milhões, foi 65,4% maior que os R$ 194,5 milhões
alcançados no ano anterior. A principal variação da receita foi no resultado do swap líquido, cujo aumento foi
anulado pelo incremento na despesa financeira com variação monetária e cambial. Outro impacto relevante na
receita financeira ocorreu na linha de juros sobre aplicações financeiras, que devido à maior disponibilidade de
caixa da Companhia, associada à alta da taxa básica de juros Selic.

Despesas: A despesa financeira do ano atingiu R$ 683,0 milhões, com crescimento de 13,7% em relação
aos R$ 600,7 milhões apurados em 2012. Tal variação pode ser explicada, principalmente, pelo aumento de
encargos da dívida, em função do maior nível de alavancagem combinado com a elevação na taxa básica de
juros.

Resultado Antes do Imposto de Renda e Contribuição Social
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, o resultado antes do imposto de renda e
contribuição social foi de R$ 540,9 milhões, em face aos R$ 402,0 milhões alcançados em 2012, representando
um aumento de 34,6%.

I mposto de Renda e Contribuição Social
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, a Companhia registrou despesas de IRPJ e
CSLL no valor de R$ 154,6 milhões, em comparação com uma despesa de R$ 113,0 milhões em 2012.

Lucro do Período
A Light S.A. registrou lucro líquido de R$ 386,4 milhões em 2013, 33,7% maior que o lucro registrado
em 2012 no montante de R$ 289,0 milhões. Tal resultado é decorrente principalmente do aumento de 1,5% da
receita operacional líquida e da redução de 0,9% no custo da operação.







Análise da Demonstração do Resultado para o Exercício Social Encerrado em 31 de Dezembro de 2012
3

Comparado ao Exercício Social Encerrado em 31 de Dezembro de 2011

3
Foram utilizados os valores de 2012 não reclassificados quando comparados a 2011.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais



Receita Operacional Líquida
% da % da
2011 Recei ta Recei ta
Reapresentado Lí qui da 2012 Lí qui da 2012/2011
RECEITA OPERACIONAL
Forneciment o de energia elét rica 8.274.888 127,2% 9.020.144 129,0% 9,0%
Supriment o de energia elét rica 48.812 0,8% 71.723 1,0% 46,9%
Receit a de Const rução 794.649 12,2% 669.322 9,6% (15,8)%
Out ras receit as 792.889 12,2% 894.640 12,8% 12,8%
Tot al 9.911.238 152,3% 10.655.829 152,4% 7,5%
Deduções à Recei ta Operaci onal
ICMS (2.237.459) (34,4)% (2.323.897) (33,2)% 3,9%
Encargos do consumidor (656.910) (10,1)% (798.292) (11,4)% 21,5%
PIS/COFINS (507.124) (7,8)% (538.679) (7,7)% 6,2%
Out ras (2.659) (0,0)% (3.314) (0,0)% 24,6%
Tot al (3.404.152) (52,3)% (3.664.182) (52,4)% 7,6%
RECEITA LÍQUIDA 6.507.086 100,0% 6.991.647 100,0% 7,4%
CUSTO DA OPERAÇÃO (5.112.069) (5.668.418)
Energia Elét rica comprada para reveda (3.755.149) (57,7)% (4.394.013) (62,8)% 17,0%
Pessoal (92.581) (1,4)% (162.717) (2,3)% 75,8%
Mat erial (20.723) (0,3)% (14.032) (0,2)% (32,3)%
Serviço de t erceiros (168.174) (2,6)% (154.274) (2,2)% (8,3)%
Depreciação e amort ização (269.359) (4,1)% (258.963) (3,7)% (3,9)%
Cust o de Const rução (794.649) (12,2)% (669.322) (9,6)% (15,8)%
Out ras (11.434) (0,2)% (15.097) (0,2)% 32,0%
LUCRO BRUTO 1.395.017 21,4% 1.323.229 18,9% (5,1)%
DESPESAS OPERACIONAIS (713.432) (11,0)% (515.115) (7,4)% (27,8)%
Despesas gerais e administ rat ivas (400.178) (6,1)% (488.590) (7,0)% 22,1%
Despesas com vendas (307.301) (4,7)% (381.524) (5,5)% 24,2%
Out ras Receit as/ Despesas (5.953) (0,1)% 354.999 5,1% (6.063,4)%
LUCRO OPERACIONAL 681.585 10,5% 808.114 11,6% 18,6%
RESULTADO FINANCEIRO (362.472) (5,6)% (406.156) (5,8)% 12,1%
Receit as 173.397 2,7% 194.506 2,8% 12,2%
Despesas (535.869) (8,2)% (600.662) (8,6)% 12,1%
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DERENDA EDA
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 319.113 4,9% 401.958 5,7% 26,0%
Impost o de renda e cont ribuição social Corrent e 4.251 0,1% (41.678) (0,6)% (1.080,4)%
Impost o de renda e cont ribuição social Diferido (75.611) (1,2)% (71.285) (1,0)% (5,7)%
LUCRO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES
Participações - -
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 247.753 3,8% 288.995 4,1% 16,6%
Lucro básico e diluído por ação 0,00121 0,00142
QUANTIDADEDEAÇÕES AO FINAL DO EXERCÍCIO 203.934.060.011 203.934.060.011
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
A receita operacional líquida do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 foi de R$ 6.991,6
milhões, representando um aumento de 7,5% comparado à receita operacional líquida de R$ 6.507,1 milhões
registrada em 2011, em função do crescimento do consumo do mercado total em 2,0%, com destaque para o
segmento comercial, com acréscimo no consumo de 9,1%.

Custo de Operação
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, os custos de bens e serviços vendidos pela
Companhia foram de R$ 5.668,4 milhões, significando um aumento de 10,9% quando comparados aos R$
5.112,1 milhões verificados em 2011. Tal variação foi causada, essencialmente, pelo aumento na linha de
pessoal.

Energia Elétrica Comprada para Revenda: O custo com energia elétrica comprada para revenda foi de
R$4.394,0 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, apresentando aumento de 17,0%
na comparação com os custos de R$3.755,1 milhões em 2011. Tal resultado é decorrente, principalmente: (i) do
aumento do PLD, que elevou os custos dos contratos por disponibilidade de térmicas e as compras no spot (ii)
dos reajustes em nov/11 e nov/12 dos contratos vigentes, (iii) do aumento do volume de energia comprada, e (iv)
da variação cambial que afetou os custos com a compra de energia da termelétrica Norte Fluminense e de Itaipu.

Pessoal: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o custo de pessoal foi de R$ 162,7
milhões, representando um aumento de 75,8%, comparado ao custo de R$ 92,6 milhões em 2011, resultado explicado
pela reversão de provisão relativa ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) e pelo impactado do dissídio
anual em 6,0% a partir de junho.

Material: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o custo de material foi de R$ 14,0
milhões, representando uma redução de 32,3%, comparado ao custo de R$ 20,7 milhões em 2011, explicado pelo
menor consumo de material de estoque.

Serviços de Terceiros: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o custo de serviços de
terceiros foi de R$ 154,3 milhões, representando um decréscimo de 8,3%, se comparado ao custo de R$ 168,2
milhões do ano de 2011.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Depreciações e Amortizações: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o valor desta
linha somou R$ 259,0 milhões, 3,9% inferior quando comparado aos R$ 269,4 milhões em 2011. Tal resultado
deve-se, principalmente, pela alteração das taxas de depreciação introduzidas pela Resolução Aneel nº 474/2012,
que reduziu a taxa média de depreciação, com validade a partir de janeiro deste ano.

Outras: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, outros custos de operação totalizaram R$
15,1 milhões, representando um acréscimo de 32,0% quando comparado ao custo de R$ 11,4 milhões em 2011.

Lucro Operacional Bruto
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o lucro operacional bruto da Companhia foi
de R$ 1.323,2 milhões, apresentando um decréscimo de 5,1% em relação ao lucro de R$ 1.395,0 milhões
registrado em 20011, em decorrência principalmente do crescimento de 10,9% do custo operacional.

Despesas Operacionais
Com Vendas: Estão incluídas nesta linha as provisões para crédito de liquidação duvidosa. No exercício
social encerrado em 31 de dezembro de 2012, as despesas com vendas da Companhia somaram R$ 381,5
milhões, apresentando crescimento de 24,2% quando comparado aos R$ 307,3 milhões verificados em 2011. A
constituição de PCLD totalizou R$ 282,6 milhões em 2012, em comparação aos R$ 251,3 milhões de 2011.

Gerais e Administrativas: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, as despesas gerais e
administrativas da Companhia foram de R$ 488,6 milhões, representando um aumento de 22,1% em comparação
com o valor de R$ 400,2 milhões apurado em 2011.

Outras Receitas (Despesas) Operacionais: No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o
saldo da conta de outras receitas/despesas operacionais da Companhia foi uma receita de R$ 355,0 milhões,
contra uma despesa de R$ 5,9 milhões em 2011, Podemos atribuir esse resultado a combinação de três fatores: (i)
registro da receita de remuneração dos ativos ao final da concessão, calculado pelo critério do valor novo de
reposição, definido pelo Poder Concedente através da MP 579/2012, no valor de 408,2 milhões, (ii) baixa de
ativo imobilizado originada na alteração no sistema de dados, no montante de R$ 33,2 milhões e (iii) provisão no
valor de R$ 10,0 milhões referente a expectativa de perda proveniente da conciliação físico contábil determinada
pela Resolução Aneel 367/2009.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Resultado Operacional
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o resultado operacional da Companhia foi de
R$ 808,1 milhões, representando um aumento de 18,6% em relação ao resultado de 2011.

Receitas (Despesas) Financeiras
O resultado financeiro do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 foi negativo em R$
406,2 milhões, em comparação à R$ 362,5 milhões, registrado em 2011.

Receitas: A receita financeira do ano foi R$ 194,5 milhões, 12,2% superior a receita de R$ 173,4 milhões
do ano de 2011.

Despesas: A despesa financeira somou R$ 600,7 milhões, com aumento de 12,1% em relação ao ano de
2011, principalmente: (I) efeito do ajuste a valor presente que aumentou a despesa financeira, tendo em vista a
provisão realizada neste ano, referente a descontos condicionais previstos nos contratos de parcelamento de
grandes clientes com a Light, (ii) pelo efeito não recorrente da atualização monetária de depósitos judiciais de
processos na linha de outras despesas financeiras, e (iii) pelo maior DIC e FIC em 2012.

Resultado Antes dos Tributos e Participação Minoritária
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, o resultado antes dos tributos e participação
minoritária da Companhia foi de R$ 402,0 milhões, em face de R$ 319,1 milhões em 2011, representando um
aumento de 26,0%, explicado, principalmente, pela maior receita no ano de 2012 tendo em vista o crescimento
de 2,0% do mercado.

I mposto de Renda e Contribuição Social
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, a Companhia registrou despesas de IRPJ e
CSLL no valor de R$ 113,0 milhões, em comparação com os R$ 71,4 milhões registrados em 2011.

Lucro do Período
A Light registrou lucro líquido de R$ 289,0 milhões em 2012, 16,6% superior ao lucro registrado em
2011, de R$ 247,8 milhões. Tal resultado é decorrente principalmente do melhor desempenho operacional no
ano.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
ANÁLISE DAS PRINCIPAIS CONTAS PATRIMONIAIS*




*
Considera a reclassificação referente a desconsolidação de suas join ventures.

Ativo Circulante
Caixa e equivalentes de caixa 101.254 1,1% 375.198 3,5% 270,6%
Títulos e valores mobiliários 15.266 0,2% 1.229.034 11,6% 7.950,8%
Consumidores, concessionárias e permissionárias 1.306.666 14,6% 1.064.205 10,0% (18,6)%
Tributos e contribuições 190.781 2,1% 94.239 0,9% (50,6)%
Imposto de Renda e Contribuição Social 2.247 0,0% 45.715 0,4% 1.934,5%
Estoques 27.980 0,3% 27.073 0,3% (3,2)%
Rendas a receber Swap 35.070 0,4% 31.150 0,3% (11,2)%
Serviços prestados 42.503 0,5% 48.257 0,5% 13,5%
Despesas pagas antecipadamente 1.524 0,0% 15.260 0,1% 901,3%
Outros créditos 192.158 2,1% 247.266 2,3% 28,7%
Total do Circulante 1.915.449 21,4% 3.177.397 30,0% 65,9%
Não Circulante
Consumidores, concessionárias e permissionárias 265.502 3,0% 157.798 1,5% (40,6)%
Tributos e contribuições 118.426 1,3% 87.263 0,8% (26,3)%
Tributos diferidos 829.930 9,3% 615.756 5,8% (25,8)%
Ativo financeiro de concessões 1.573.349 17,5% 1.926.226 18,2% 22,4%
Rendas a receber Swap 470 0,0% 88.251 0,8% 18676,8%
Depósitos vinculados a litígios 222.612 2,5% 261.773 2,5% 17,6%
Outros créditos 80.173 0,9% 62.316 0,6% (22,3)%
Investimentos 19.756 0,2% 19.584 0,2% (0,9)%
Imobilizado 231.250 2,6% 240.205 2,3% 3,9%
Intangível 3.711.438 41,4% 3.959.677 37,4% 6,7%
Total do não Circulante 7.052.906 78,6% 7.418.849 70,0% 5,2%
Total do Ativo 8.968.355 100,0% 10.596.246 100,0% 18,2%
2012 2013 2013/2012 % do Ativo total % do Ativo total
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais


*
Considera a reclassificação referente a desconsolidação de suas join ventures.

Análise do Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2013 comparado a 31 de dezembro de 2012.
Nas contas do ativo, as principais variações observadas foram:

Caixa e equivalentes de caixa: Em 31 de dezembro de 2013, o montante era de R$375,2 milhões, representando
um aumento de 270,6% em relação ao valor de R$101,3 milhões apurado em 31 de dezembro de 2012. Esse
aumento decorreu principalmente em função da captação da 9ª emissão de debêntures ocorrida em 28 de junho
Passivo Circulante
Fornecedores 785.574 8,8% 862.337 8,1% 9,8%
Tributos e contribuições 68.637 0,8% 93.836 0,9% 36,7%
Imposto de Renda e Contribuição Social 422 0,0% 470 0,0% 11,4%
Empréstimos, financiamentos e encargos financeiros 328.687 3,7% 573.234 5,4% 74,4%
Debêntures e encargos financeiros 102.880 1,1% 30.678 0,3% (70,2)%
Rendas a pagar swap 1.597 0,0% - 0,0% (100,0)%
Dividendos e JCP a pagar 12.877 0,1% - 0,0% (100,0)%
Obrigações estimadas 41.576 0,5% 58.855 0,6% 41,6%
Encargos regulatórios 111.038 1,2% 61.456 0,6% (44,7)%
Benefício pós-emprego 114.617 1,3% 1.209.901 11,4% 955,6%
Outros débitos 170.039 1,9% 168.227 1,6% (1,1)%
Total do Circulante 1.737.944 19,4% 3.058.994 28,9% 76,0%
Não Circulante
Empréstimos, financiamentos e encargos financeiros 1.710.567 19,1% 1.582.891 14,9% (7,5)%
Debêntures e encargos financeiros 1.230.763 13,7% 2.724.395 25,7% 121,4%
Rendas a pagar swap 5 0,0% - 0,0% (100,0)%
Tributos e contribuições 195.751 2,2% 187.640 1,8% (4,1)%
Provisões 604.444 6,7% 541.854 5,1% (10,4)%
Benefício pós-emprego 1.236.051 13,8% - 0,0% (100,0)%
Outros débitos 64.016 0,7% 64.010 0,6% (0,0)%
Total do não Circulante 5.041.597 56,2% 5.100.790 48,1% 1,2%
Patrimônio Líquido
Capital Social 2.082.365 23,2% 2.082.365 19,7% 0,0%
Reservas de capital 7.277 0,1% 7.277 0,1% 0,0%
Reservas de lucro 99.172 1,1% 219.319 2,1% 121,2%
Dividendos adicionais propostos - 0,0% 201.005 1,9% 100,0%
Outros resultados abrangentes (165.607) -1,8% (73.504) -0,7% (55,6)%
Lucros (prejuízos) acumulados 165.607 1,8% - 0,0% (100,0)%
Total do Patrimônio Líquido 2.188.814 24,4% 2.436.462 23,0% 10,2%
Passivo Total 8.968.355 100,0% 10.596.246 100,0% 18,2%
2013
2012
Reapresentado
2013/2012
% do Passivo
total
% do Passivo
total
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
de 2013, no montante de R$1.600,0 milhões combinada com a transferência de R$1.209,9 milhões para Títulos e
Valores Mobiliários, para fins de pagamento de dívida relacionada a benefício pós-emprego.

Títulos e valores mobiliários: Em 31 de dezembro de 2013, o saldo de títulos e valores mobiliários era de
R$1.229,0 milhões, representando um aumento de 7.950,8% em relação ao saldo de R$15,3 milhões verificado
em 31 de dezembro de 2012. Essa variação ocorreu pelo registro nessa rubrica dos recursos destinados a quitação
do contrato de dívida relacionado a benefício pós-emprego no montante de R$1.209,9 milhões.

Consumidores, concessionárias e permissionárias (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o
saldo de consumidores, concessionárias e permissionárias era de R$1.222,0 milhões, representando uma redução
de 22,3% em relação ao saldo de R$1.572,1 milhões verificado em 31 de dezembro de 2012. Essa variação pode
ser explicada principalmente pela queda do nível de inadimplência, além da redução das tarifas ocorrida em
janeiro de 2013, através da MP 579.

Tributos e contribuições (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o valor de tributos e
contribuições era de R$181,5 milhões, representando uma redução de 41,3% quando comparado ao valor de
R$309,2 milhões apurado em 31 de dezembro de 2012. O principal motivo dessa redução foi a transferência de
ICMS a compensar sobre ativo permanente para o Intangível, além de outras compensações de créditos
tributários.

Imposto de renda e contribuição social (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o valor de
imposto de renda e contribuição social era de R$45,7 milhões, representando um aumento de 1.934,5% quando
comparado ao valor de R$2,2 milhões apurado em 31 de dezembro de 2012, principalmente em função do saldo
das antecipações de IRPF e CSLL ocorridas em 2013.

Tributos diferidos: Em 31 de dezembro de 2013, o valor de tributos diferidos era de R$615,8 milhões,
representando uma redução de 25,8% quando comparado ao valor de R$829,9 milhões apurado em 31 de
dezembro de 2012. A variação se deu, principalmente pela reversão da diferença temporária do efeito do déficit
do passivo atuarial e pela baixa de clientes incobráveis relacionados a títulos vencidos a longa data.

Ativo financeiro de concessões: Em 31 de dezembro de 2013, o valor do ativo financeiro de concessões era de
R$1.926,2 milhões, representando um aumento de 22,4%, quando comparado aos R$1.573,3 milhões em 31 de
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
dezembro de 2012. Esse aumento ocorreu em função do laudo homologado pela Aneel no 3º ciclo de revisão
tarifária da Light SESA ter gerado uma diferença entre o valor novo de reposição (“VNR”) e o custo histórico,
no montante de R$124,7 milhões. Adicionalmente, a Companhia efetuou investimentos na rede de distribuição
durante o ano, que quando bifurcados, impactam diretamente o saldo do ativo financeiro da concessão.

Rendas a receber Swap: Em 31 de dezembro de 2013, o valor das rendas a receber de swap era de R$119,4
milhões, representando um aumento de 236,3%, quando comparado aos R$35,5 milhões em 31 de dezembro de
2012, principalmente devido a elevação da taxa de câmbio em 2013, além da nova captação em moeda
estrangeira no montante de R$116,9 milhões, protegida por operação de swap cambial no mesmo montante.

Outros créditos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o saldo de outros créditos era de
R$309,6 milhões, representando um aumento de 13,7% em comparação ao saldo de R$272,3 milhões em 31 de
dezembro de 2012, principalmente em função do valor a receber da subvenção CDE decorrente do Decreto nº
7.945/13 emitido pelo governo federal com objetivo de neutralizar parte dos efeitos do aumento expressivo do
custo de energia.

Imobilizado: Em 31 de dezembro de 2013, o saldo de imobilizado era de R$240,2 milhões ficando em linha
quando comparado ao saldo de R$231,2 milhões em 31 de dezembro de 2012.

Intangível: Em 31 de dezembro de 2013, o saldo de intangível era de R$3.959,7 milhões, representando um
aumento de 6,7%, quando comparado aos R$3.711,4 milhões em 31 de dezembro de 2012, principalmente em
função de investimentos usuais na operação da Companhia.

Nas contas do passivo, as principais variações observadas foram:

Fornecedores: Em 31 de dezembro de 2013, o saldo total de fornecedores era de R$862,3 milhões apresentando
um aumento de 9,8%, em comparação com o valor de R$785,6 milhões em 31 de dezembro de 2012. Esse
aumento se deve principalmente a um maior volume de energia comprada no âmbito CCEE para
comercialização, que foi impactado pelos maiores preços de liquidação das diferenças (PLD) praticados no
período.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o saldo
total de empréstimos, financiamentos e debêntures (incluindo encargos financeiros) era de R$4.911,2 milhões,
demonstrando um aumento de 45,6% em comparação ao valor de R$3.372,9 milhões verificado em 31 de
dezembro de 2012. Esse aumento se deve principalmente a captação da 9ª emissão de debêntures simples, não
conversíveis em ações, realizada em 28 de junho de 2013 no valor de R$1.600,0 milhões. As captações no
exercício de 2013 totalizaram o montante de R$2.419,6 milhões, enquanto as amortizações somaram R$1.022,9
milhões.

Provisões: Em 31 de dezembro de 2013, o valor das provisões para contingências era de R$541,9 milhões,
representando redução de 10,4%, quando comparado ao valor de R$604,4 milhões em 31 de dezembro de 2012.
Essa redução ocorreu principalmente pelas reversões de provisões trabalhistas e cíveis ocorridas em 2013.

Benefícios pós-emprego (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o valor devido a esse título
era de R$1.209,9 milhões, uma redução de 10,4% frente aos R$1.350,7 milhões em 31 de dezembro de 2012.
Essa redução ocorreu, principalmente, pela alta da taxa de juros observada em 2013, que elevou a taxa de
desconto utilizada como premissa para a obrigação atuarial.

Outros débitos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2013, o valor de outros débitos registrava
R$232,2 milhões, ficando em linha quando comparado ao saldo de R$234,0 milhões registrado em 31 de
dezembro de 2012.

Análise do Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2012
4
comparado a 31 de dezembro de 2011.


4
Foram utilizados os valores de 2012 não reclassificados quando comparados a 2011.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais


Nas contas do ativo, as principais variações observadas foram:
Caixa e equivalentes de caixa: Em 31 de dezembro de 2012, o montante era de R$101,3 milhões, representando
uma redução de 80,8% em relação ao valor de R$529,2 milhões apurado em 31 de dezembro de 2011. Essa
redução decorreu principalmente em função de um maior volume de amortizações de empréstimos,
financiamentos e debêntures em relação a 2011 e da saída de caixa para pagamentos de dividendos e Juros sobre
capital próprio no montante de R$ 282,5 milhões.

Consumidores, concessionárias e permissionárias (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o
saldo de consumidores, concessionárias e permissionárias era de R$1.572,1 milhões, ficando em linha quando
comparado ao saldo de R$1.627,3 milhões verificado em 31 de dezembro de 2011.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Tributos e contribuições (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o valor de tributos e
contribuições era de R$190,8 milhões, representando um aumento de 65,2% quando comparado ao valor de
R$115,5 milhões apurado em 31 de dezembro de 2012. Esse aumento ocorreu principalmente em função do
aumento no ICMS a compensar sobre ativo permanente, proveniente de um maior investimento em ativos da
rede elétrica, que serão compensados em até 4 anos.

Imposto de renda e contribuição social (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o valor de
imposto de renda e contribuição social era de R$2,2 milhões, representando uma redução de 97,4% quando
comparado ao valor de R$87,4 milhões apurado em 31 de dezembro de 2011, principalmente em função do saldo
das antecipações de IRPF e CSLL registradas em 2011.

Tributos diferidos: Em 31 de dezembro de 2012, o valor de tributos diferidos era de R$829,9 milhões, ficando
em linha com o saldo de R$836,1 milhões apurado em 31 de dezembro de 2011.

Ativo financeiro de concessões: Em 31 de dezembro de 2012, o valor do ativo financeiro de concessões era de
R$1.573,3 milhões, representando um aumento de 139,7%, quando comparado aos R$656,5 milhões em 31 de
dezembro de 2011. Esse aumento ocorreu principalmente em função das novas taxas de depreciação
determinadas pela Aneel (resolução 474/12), que gerou uma remensuração da infraestrutura e resultou na
reclassificação de R$118,3 milhões da conta de ativo intangível para o ativo financeiro. Outro fator relevante foi
a edição da MP 579/2012, convertida na Lei 12.783/2013, que estabeleceu que o cálculo da indenização do ativo
financeiro utilizará a metodologia de valor novo de reposição (“VNR”), dessa forma, a Companhia registrou o
valor referente à diferença entre o valor novo de reposição e o custo histórico, gerando um ganho no ativo
financeiro no montante de R$408,1 milhões. Adicionalmente, a Companhia efetuou investimentos significativos
na rede de distribuição durante o ano, que quando bifurcados, impactam diretamente o saldo do ativo financeiro
da concessão.

Outros créditos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de outros créditos era de
R$272,3 milhões, representando uma redução de 28,1% em comparação ao saldo de R$378,7 milhões em 31 de
dezembro de 2011, principalmente em função do recebimento de parte do contrato de assunção de dívida com a
Light Energia.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Imobilizado: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de imobilizado era de R$231,2 milhões, representando um
aumento de 10,3% em comparação ao saldo de R$209,7 milhões em 31 de dezembro de 2011, principalmente em
função de investimentos usuais na operação da Companhia.

Intangível: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de intangível era de R$3.711,4 milhões, ficando em linha
quando comparado ao saldo de R$3.815,0 milhões registrado em 31 de dezembro de 2011.

Nas contas do passivo, as principais variações observadas foram:

Fornecedores: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo total de fornecedores era de R$785,5 milhões apresentando
um aumento de 6,8%, em comparação com o valor de R$735,8 milhões em 31 de dezembro de 2011. Esse
aumento se deve principalmente a um maior volume de energia comprada no âmbito CCEE para
comercialização, que foi impactado pelos maiores preços de liquidação das diferenças (PLD) praticados no
período.

Empréstimos, Financiamentos e Debêntures (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o saldo
total de empréstimos, financiamentos e debêntures (incluindo encargos financeiros) era de R$3.372,8 milhões,
demonstrando um aumento de 4,01% em comparação ao valor de R$3.242,0 milhões verificado em 31 de
dezembro de 2011. Esse pequeno crescimento foi devido às novas captações ocorridas no exercício de 2012, no
montante de R$892,2 milhões, parcialmente compensados pela amortização da dívida no montante de R$762,5
milhões.

Contingências: Em 31 de dezembro de 2012, o valor das provisões para contingências era de R$583,2 milhões,
representando aumento de 13,1%, quando comparado ao valor de R$515,7 milhões em 31 de dezembro de 2011.
O aumento pode ser explicado principalmente pelas atualizações e novos processos no montante de R$174,1
milhões, parcialmente compensados pelas baixas por pagamento ou por reversão no montante de R$106,6
milhões.

Benefícios pós-emprego (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o valor devido a esse título
era de R$1.350,7 milhões, um aumento de 17,0% frente aos R$1.159,8 milhões em 31 de dezembro de 2011.
Esse aumento ocorreu principalmente devido à queda das taxas de juros, que impactaram diretamente o passivo
atuarial da Companhia para 31 de dezembro de 2012.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais

Outros débitos (circulante e não circulante): Em 31 de dezembro de 2012, o valor de outros débitos registrava
R$256,9 milhões, significando uma redução de 12,5%, face aos R$293,5 milhões registrados em 31 de dezembro
de 2011. Essa redução ocorreu principalmente devido a baixas na conta de contribuição de iluminação pública.


Análise do Fluxo de Caixa em 31 de dezembro de 2013 comparado a 31 de dezembro de 2012.
A Companhia apresenta geração de caixa substancial em decorrência de suas operações nos segmentos de
distribuição, embora o fluxo de caixa possa variar de período a período conforme os reajustes tarifários vis-à-vis
as variações de custos.
Em 31 de dezembro de 2013, o caixa e equivalentes de caixa da Companhia somaram R$ 375,2 milhões,
frente aos R$ 101,2 milhões verificados em 31 de dezembro de 2012. Esse aumento é explicado pela maior caixa
proveniente da atividade de financiamento.
O quadro a seguir mostra os componentes dos nossos fluxos de caixa em 31 de dezembro de 2013 e 2012:



*
Considera a reclassificação referente a desconsolidação de suas join ventures.

Fluxos de Caixa de Atividades Operacionais
O caixa gerado nas atividades operacionais apresentou um aumento de 186,1%, variando de R$380,1
milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 para R$1.087,5 milhões no exercício social
encerrado em 31 de dezembro de 2013. Essa variação pode ser explicada pelo aumento do lucro antes dos
impostos, além da redução do saldo de clientes proveniente de melhorias na taxa de arrecadação, entre outras
razões.

Fluxos de Caixa de Atividades de Investimento
2013 2012
Caixa no Início do Período (1) 101,3 529,1
Caixa Gerado pelas Operações (2) 1.087,5 380,1
Atividade de Financiamento (3) 1.169,3 (152,7)
Atividade de Investimento (4) (1.982,9) (655,3)
Caixa no Final do Período (1+2+3+4) 375,2 101,2
Variação no caixa 273,9 (427,9)
Em 31 de dezembro de
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
O fluxo de caixa usado em atividades de investimento apresentou aumento de 202,6%, variando de R$
655,3 milhões aplicados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 para R$ 1.982,9 milhões
empregados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. Essa variação pode ser explicada
principalmente pelo aumento da aplicação financeira oriunda dos recursos captados para quitação do contrato de
dívida relacionada a benefício pós-emprego, no montante de R$1.209,9 milhões.

Fluxos de Caixa de Atividades de Financiamentos
O fluxo de caixa das atividades de financiamento passou de R$ 152,7 milhões aplicados no exercício
social encerrado em 31 de dezembro de 2012 para R$ 1.169,3 milhões gerados no exercício social encerrado em
31 de dezembro de 2013. Essa variação é decorrente principalmente da captação da 9ª emissão de debêntures no
montante de R$1.600,0 milhões.

Análise do Fluxo de Caixa em 31 de dezembro de 2012
5
comparado a 31 de dezembro de 2011.
A Companhia apresenta geração de caixa substancial em decorrência de suas operações nos segmentos de
distribuição, embora o fluxo de caixa possa variar de período a período conforme os reajustes tarifários vis-à-vis
as variações de custos.
Em 31 de dezembro de 2012, o caixa e equivalentes de caixa da Companhia somaram R$ 101,3 milhões,
frente aos R$ 529,2 milhões verificados em 31 de dezembro de 2011. Essa redução é explicada pela menor
atividades de financiamento.
O quadro a seguir mostra os componentes dos nossos fluxos de caixa em 31 de dezembro de 2012 e 2011:



Fluxos de Caixa de Atividades Operacionais
O caixa gerado nas atividades operacionais apresentou uma redução de 22,9%, variando de R$ 482,6
milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 para R$ 372,2 milhões no exercício social

5
Foram utilizados os valores de 2012 não reclassificados quando comparados a 2011.
2012 2011
Caixa no Início do Período (1) 529,2 373,3
Caixa Gerado pelas Operações (2) 372,2 482,6
Atividade de Financiamento (3) -152,7 527,4
Atividade de Investimento (4) -647,4 -854,1
Caixa no Final do Período (1+2+3+4) 101,3 529,2
Variação no Caixa -427,9 155,9
Em 31 de dezembro de
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
encerrado em 31 de dezembro de 2012. Essa variação pode ser explicada principalmente pela redução no lucro
líquido base caixa.

Fluxos de Caixa Usados em Atividades de Investimento
O fluxo de caixa usado em atividades de investimento apresentou redução de 24,2%, variando de R$
854,1 milhões no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 para R$ 647,4 milhões no exercício
social encerrado em 31 de dezembro de 2012. Essa variação pode ser explicada principalmente pela redução na
aquisição de bens para investimentos na rede elétrica da Companhia.

Fluxos de Caixa utilizados nas Atividades de Financiamentos
O fluxo de caixa despendido em atividades de financiamento passou de R$ 527,4 milhões no exercício
social encerrado em 31 de dezembro de 2011 para um valor negativo de R$ 152,7 milhões no exercício social
encerrado em 31 de dezembro de 2012, representando uma desalavancagem com maior amortização de
empréstimos e financiamentos em 2012.

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10.2 - Resultado operacional e financeiro
10.2. Os diretores devem comentar
:

a. resultados das operações do emissor, em especial:
i. descrição de quaisquer componentes importantes da receita
A Companhia gera suas receitas a partir da distribuição de energia em sua área de concessão.
A seguir receita líquida dos últimos 3 anos:
Receita Líquida (R$ MM) 2013 2012
Distribuição 6.716,8 6.614,4

Receita Líquida (R$ MM)* 2012
1
2011
Distribuição 6.991,6 6.506,9

ii. Fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais
Fornecimento de energia elétrica
A tabela abaixo descreve o fornecimento de energia pela Companhia aos clientes cativos nas classes,
residencial, industrial, comercial e outras, mostrando a evolução do consumo e faturamento dessas classes, desde
2011, e suas participações no faturamento total:
Classe de
Clientes
2013 2012 2011
C
o
n
s
u
m
o

(
G
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R
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e
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r
g
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a

e
l
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c
a

Residencial
8.312 2.872,0 40,8 8.149 3.042,3 40,6 8.418 2.870,3 42,4
Industrial
1.395 294,2 6,8 1.528 362,1 7,6 1.731 392,4 8,7
Comercial
7.086 2.109,8 34,8 6.856 2.261,5 34,2 6.310 1.923,6 31,7
Outros
3.598 845,3 17,6 3.521 925,2 17,6 3.417 833,4 17,2
ICMS - 2.194,9 - 2.323,9 - - 2.237,5 -
Fornecimento
Não Faturado
- (83,2) - 105,1 - - 17,8 -
Total
20.391 8.233,0 100,0 20.054 9.020,1 100,0 19.876 8.274,9 100,0

Migração de Consumidores Livres
O número de Consumidores Potencialmente Livres é relativamente pequeno. No entanto, representam
percentual relevante da receita da Companhia e da quantidade de energia elétrica distribuída. Em 2013,

1
Foram utilizados os valores de 2012 não reclassificados quando comparados a 2011
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
aproximadamente 11,0% (2.235 GWh) da quantidade de energia elétrica distribuída pela Companhia ao Mercado
Cativo foi destinada a Consumidores Potencialmente Livres. Mesmo que um consumidor decida migrar do
sistema de tarifas reguladas para se tornar um Consumidor Livre, a Companhia ainda fará jus ao recebimento de
TUSD pelo uso do sistema de distribuição (o que não afeta de modo relevante a rentabilidade da Companhia),
podendo a Companhia devolver a energia às Geradoras de onde à energia foi adquirida.

I nadimplência
Historicamente, um percentual significativo do faturamento da energia distribuída pela Companhia não é
pago na data de vencimento e dá origem ao provisionamento na conta de Provisões para Crédito de Liquidação
Duvidosa (PCLD), de acordo com as práticas contábeis regulatórias do setor. A PCLD representou 3,0% e 3,2%
da receita bruta de fornecimento de energia, respectivamente em 2011 e 2012. Em 2013, a PCLD foi de 1,9% da
receita bruta de faturamento de energia, totalizando R$ 158,3 milhões. Tal resultado foi R$ 124,3 milhões
inferior ao registrado no ano passado, quando houve o efeito extraordinário de revisão de estimativa para
recebimento de saldos antigos de grandes clientes, inclusive o segmento de poder público, no valor de R$ 111,7
milhões.
A redução dos últimos dois anos, pode ser explicada pela mudança de critério no tratamento de clientes com
inadimplência de longa data a partir de março de 2012 e pelas ações de combate à inadimplência no ano de 2012.
A inadimplência da Light SESA, contudo, ainda é superior ao nível de 0,95% da receita líquida de faturamento
reconhecido na última Revisão Tarifária (nov/13). A metodologia regulatória consiste em dividir o cálculo das
receitas irrecuperáveis em duas parcelas: (i) uma associada aos encargos setoriais, calculada com base em
percentuais de inadimplência da própria concessionária; e (ii) outra relativa aos demais itens da receita requerida,
calculada através de metodologia que agrupou as Distribuidoras de energia de todo o país em clusters, definidos
em função do índice de complexidade social desenvolvido pelo órgão regulador.

Perdas de Energia
A Companhia se sujeita a dois tipos de perda de eletricidade: perdas técnicas e perdas não técnicas. As
perdas técnicas ocorrem no curso ordinário da distribuição de energia elétrica, enquanto perdas não técnicas
resultam do furto de energia, bem como de fraude, medição errada e erros de emissão de contas. As perdas de
energia acarretam a obrigação de a Companhia adquirir mais energia para fazer face às suas necessidades de
distribuição, ocasionando um aumento dos custos de compra de energia para revenda.
Com a conclusão da Audiência Pública nº 052/2007, em 25 de novembro de 2008, a Aneel modificou a
metodologia de cálculo da taxa de perdas de energia regulatória, que é repassada aos consumidores. A nova
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
metodologia adotada pela Aneel leva em consideração o índice de complexidade social, que permite diferenciar
as áreas de concessão quanto a determinadas características sócio-econômicas.
Com base nessa nova metodologia, as perdas não técnicas, calculadas anteriormente sobre a carga fio,
passam a ser calculadas sobre o mercado de baixa tensão, considerando-se uma trajetória declinante até o fim do
ciclo tarifário.
Em novembro de 2013, a Aneel aprovou o processo de Revisão Tarifária da Light, determinando os
novos valores de perdas não técnicas que serão reconhecidos ao longo do novo ciclo regulatório. Esse percentual
será de 40,41% sobre o mercado de baixa tensão, constante ao longo do ciclo. O valor correspondente à diferença
entre esse percentual e um referencial que parte de 31,37%, no início do ciclo, até atingir 29,69% em 2018, será
investido no programa de combate a perdas da Companhia e tratado como Obrigações Especiais, fora da Base de
Remuneração Regulatória. A evolução dos resultados do programa de combate a perdas será acompanhada pela
Aneel, como condição para a manutenção do patamar de 40,41%.
A Light conseguiu expressiva redução nas perdas de energia elétrica no ano de 2013. Comparativamente com o
ano de 2012, a redução atingiu 3,2 p.p. Com isso, as perdas não técnicas totalizaram 5.738 GWh no ano de 2013,
representando 42,2% sobre a energia faturada no mercado de baixa tensão e 15,7% sobre a carga fio.
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, as perdas não-técnicas, que totalizaram 6.007
GWh e representaram 16,5% sobre a carga fio, totalizaram 45,4% sobre o mercado de baixa tensão.
Em 31 de dezembro de 2011, as perdas não-técnicas, que somaram 5.256 GWh, totalizaram 40,4% sobre
o mercado de baixa tensão e 15,0% sobre a carga fio.

Ativo Financeiro da Concessão
Representa os valores a serem recebidos ao final da concessão do poder concedente, ou para quem este
delegar essa tarefa, a título de indenizações pelos investimentos efetuados e não recuperados por meio da
prestação de serviços relacionados à concessão da Companhia.
A Resolução Normativa Aneel nº 474, de 07 de fevereiro de 2012, estabeleceu novas taxas de
depreciação para os ativos em serviço outorgados no setor elétrico, com vigência a partir de 1º de janeiro de
2012, determinando alteração na vida útil-econômica dos bens integrantes da infraestrutura de distribuição.
Considerando que essa alteração implicou, em média, em um alongamento da vida útil dos referidos bens,
houve uma diminuição da despesa de amortização do ativo intangível e um aumento da parcela residual da
infraestrutura que a Companhia espera receber como indenização ao final do período da Concessão. Como
consequência, houve uma rebifurcação da infraestrutura que é classificada no ativo intangível e no ativo
financeiro, em decorrência da adoção do IFRIC 12/OCPC 5 – Contratos de Concessão.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
A Companhia realizou os cálculos para determinar a nova estimativa de valor da indenização dos bens
reversíveis no vencimento do prazo da Concessão em junho de 2026 e do montante atribuível ao ativo intangível.
Considerando os aspectos econômicos, regulatórios e o melhor entendimento técnico-contábil, essa
remensuração da infraestrutura resultou, em 2012, na reclassificação de R$118,3 milhões da conta de ativo
intangível para o ativo financeiro, sem alterar os demais procedimentos contábeis decorrentes da adoção do
IFRIC 12/OCPC 5 – Contratos de Concessão.
A MP 579/2012, convertida na Lei 12.783/2013, determinou que o cálculo da indenização do ativo
financeiro, correspondente às parcelas dos investimentos efetuados e não recuperados por meio da prestação de
serviços relacionados à concessão, utilizará a metodologia de valor novo de reposição (“VNR”). No
entendimento da Administração da Companhia, este fato alterou as condições contratuais da concessão
relacionadas à forma de indenizar a Companhia pelos investimentos realizados na infraestrutura vinculados à
prestação de serviços outorgados, que até o exercício de 2011, era reconhecido pelo custo histórico. Dessa forma,
em 31 de dezembro de 2013, a Companhia registrou o valor referente à diferença entre o valor novo de reposição
e o custo histórico, no montante de R$124,8 milhões, no resultado do exercício, em outras receitas operacionais.
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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações
financeiras
10.3. Os diretores devem comentar os efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado ou se
espera que venham a causar nas demonstrações financeiras do emissor e em seus resultados:
a. introdução ou alienação de segmento operacional
Não há no presente momento, expectativa de introdução ou alienação futura de segmento operacional.

b. constituição, aquisição ou alienação de participação societária eventos ou operações não usuais
Não há constituição, aquisição ou alienação de participação societária eventos ou operações não usuais.

c. Eventos ou operações não usuais.
Não há Eventos ou operações não usuais

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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
10.4. Os diretores devem comentar
a. Mudanças significativas nas práticas contábeis
No ano de 2012 a Companhia alterou sua política contábil em relação ao registro dos ganhos ou perdas atuariais
relacionados aos planos de pensão de benefício definido, que passaram a ser reconhecidos no patrimônio liquido,
em outros resultados abrangentes, sendo imediatamente reciclados para a conta de lucros acumulados. Em 2013,
a Companhia não mais efetuou a referida reciclagem, sendo mantidos os ganhos ou perdas atuariais na conta de
outros resultados abrangentes, conforme permitido pelo CPC 33 (R1).
Adicionalmente a essas reclassificações, a Administração da Companhia decidiu por apresentar os créditos de
PIS e COFINS sobre energia comprada como redutor da conta de despesa com energia comprada ao invés de
apresentar como redução do PIS e COFINS. Esta reclassificação foi realizada para alinhar estes critérios de
apresentação com as melhores práticas das empresas do setor.

b. Efeitos significativos das alterações em práticas contábeis
A adoção do CPC 33 (R1) gerou um aumento na conta de lucros acumulados de R$165.6 milhões e uma redução
no mesmo valor em outros resultados abrangentes, em 31 de dezembro de 2012, não alterando o total do
patrimônio líquido nesta data, nem em 1º de janeiro de 2012.
As reclassificações dos créditos de PIS e COFINS geraram uma diminuição na receita líquida da Companhia no
montante de R$377.2 milhões em contrapartida ao custo de energia comprada para revenda, que foi reduzido no
mesmo montante, não tendo efeito no lucro líquido em 31 de dezembro de 2012 e nem em 1º de janeiro de 2012.

c. Ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor
2013:
Ressalvas: Não há
Ênfases: Em função das mudanças nas políticas contábeis, os saldos referentes ao exercício findo em 31 de
dezembro de 2012 foram ajustados e reapresentados, para fins de comparação.
Foi incluída também uma ênfase com o objetivo de chamar a atenção para o registro feito pela Companhia,
referente aos recebimentos provenientes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), já homologados pela
ANEEL, que foram contabilizados como redução do custo de energia comprada no exercício de 2013.

2012:
Ressalvas: Não há
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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
Ênfase: Os valores correspondentes às demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de
dezembro de 2011 e ao balanço patrimonial em 1 de janeiro de 2011, apresentados para fins de comparação,
foram auditados por outros auditores independentes, que emitiram seu relatório em 25 de março de 2013, sem
ressalvas, contendo parágrafo de ênfase, sem modificação da sua opinião, referente a reemissão do
relatório dos auditores independentes anteriormente emitido, em função das demonstrações financeiras terem
sido reapresentadas conforme nota explicativa nº 2,
item s.

2011:
Ressalvas: Não há
Ênfase: Não há

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10.5 - Políticas contábeis críticas
10.5. Os diretores devem indicar e comentar políticas contábeis críticas adotadas
pelo emissor, explorando, em especial, estimativas contábeis feitas pela
administração sobre questões incertas e relevantes para a descrição da situação
financeira e dos resultados, que exijam julgamentos subjetivos ou complexos, tais
como: provisões, contingências, reconhecimento da receita, créditos fiscais, ativos
de longa duração, vida útil de ativos não-circulantes, planos de pensão, ajustes de
conversão em moeda estrangeira, custos de recuperação ambiental, critérios para
teste de recuperação de ativos e instrumentos financeiros

Facultativo para registrados na categoria B

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10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de
eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor
10.6. Com relação aos controles internos adotados para assegurar a elaboração de demonstrações
financeiras confiáveis, os diretores devem comentar:
a. grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para
corrigi-las
A Diretoria da Companhia acredita que o grau de eficiência dos controles internos adotados para assegurar a
elaboração das demonstrações financeiras é satisfatório. Adicionalmente, face à complexidade das atividades e
inovações tecnológicas, a Administração está empenhada no aprofundamento, revisão e melhoria contínua de
seus processos, e na implementação de novas ferramentas para revisão e controle.

b. deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor
independente
O último relatório sobre procedimentos contábeis e de controles internos, emitido pelo auditor independente, não
detectou deficiências e recomendações que pudessem afetar de forma significativa as Demonstrações Financeiras
da Companhia.

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10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
10.7. Caso o emissor tenha feito oferta pública de distribuição de valores
mobiliários, os diretores devem comentar
1
:

a. como os recursos resultantes da oferta foram utilizados
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”

b. se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e as
propostas de aplicação divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”

c. caso tenha havido desvios, as razões para tais desvios
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”


1
Quando da apresentação anual do formulário de referência, as informações devem se referir
aos 3 últimos exercícios sociais. Quando da apresentação do formulário de referência por
conta do pedido de registro de distribuição pública de valores mobiliários, as informações
devem se referir aos 3 últimos exercícios sociais e ao exercício social corrente.
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10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.8. Os diretores devem descrever os itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras do
emissor, indicando:
a. os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu balanço
patrimonial (off-balance sheet items), tais como:
i. arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos
ii. carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e responsabilidades,
indicando respectivos passivos
iii. contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços
iv. contratos de construção não terminada
v. contratos de recebimentos futuros de financiamentos

A Companhia não possui ativos ou passivos que não estejam refletidos nesse Formulário de Referência ou nas
demonstrações financeiras e suas notas explicativas.

b. outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
A Diretoria da Companhia entende que não há outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações
financeiras.

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10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.9. Em relação a cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações financeiras indicados no item
10.8, os diretores devem comentar:
i. como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional, as
despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor.
Conforme mencionado no item 10.8 acima, não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras..

ii. natureza e o propósito da operação.
Conforme mencionado no item 10.8 acima, não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras.

iii. natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em
decorrência da operação.
Conforme mencionado no item 10.8 acima, não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras.

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10.10 - Plano de negócios
10.10. Os diretores devem indicar e comentar os principais elementos do plano de negócios do emissor,
explorando especificamente os seguintes tópicos:
a. investimentos, incluindo:
i. descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos previstos
Os principais investimentos nos últimos anos têm sido destinados à manutenção e ao aprimoramento da rede
de distribuição.
A tabela a seguir apresenta os investimentos da Companhia nos exercícios sociais encerrados em 31 de
dezembro de 2011, 2012 e 2013:



Exercício Social
encerrado em dezembro
de 2011
Exercício Social
encerrado em dezembro
em 2012
Exercício Social
encerrado em dezembro
em 2013
Investimento (R$MM) 774,8 694,1 712,6

No ano de 2013, foram aplicados R$ 712,6 milhões em projetos de investimentos, 2,7% acima do investido no
ano de 2012. Dentre os investimentos realizados, se destacam: (i) os direcionados ao desenvolvimento de redes
de distribuição e expansão, com o intuito de atender ao crescimento de mercado, aumentar a robustez da rede e
melhorar a qualidade, inclusive na rede subterrânea, no valor de R$ 349,8 milhões, (ii) o projeto de combate às
perdas de energia (blindagem de rede, sistema de medição eletrônica e regularização de fraudes) no qual foi
investido o montante de R$ 192,1 milhões e (iii) R$ 148,7 milhões destinados a investimentos específicos para a
Copa e para as Olimpíadas.
A Companhia planeja investir aproximadamente R$ 930,5 milhões em 2014. Dos investimentos totais
orçados para este período, R$ 853,6 milhões destinam-se aos investimentos em ativos elétricos e R$ 76,9
milhões para serem investidos em ativos não-elétricos.

ii. fontes de financiamento dos investimentos
A Companhia financia seus projetos de investimento com sua geração própria de caixa e através de linhas
de financiamento do BNDES (quando elegível) e/ou demais instrumentos de captação dos mercados de capitais.

iii. Desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos

Não há

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10.10 - Plano de negócios
b. Desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que
devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor
Não há.

c. Novos produtos e serviços, indicando:
i. Descrição das pesquisas em andamento já divulgadas
O programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) é elaborado de acordo com a Lei nº 9.991, de 24 de julho de
2000, que define a obrigatoriedade das concessionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica
em investir 0,2% da sua Receita Operacional Líquida em projetos de P&D, à Resolução Aneel nº 271 de 19 de
julho de 2000, e conforme manual aprovado pela Resolução Aneel nº 504 de 14 de Agosto de 2012.

ii. Montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou
serviços
Durante o ano de 2013, foi gasto um total de R$ 11,0 milhões em projetos de pesquisas para desenvolvimento de
novos produtos ou serviços.

iii. Projetos em desenvolvimento já divulgados
Em continuidade aos projetos de pesquisa, e observando a mesma diretriz a eles aplicada, durante o ano
de 2013 houve o desenvolvimento de 1 projeto novo (Fabricação de lote pioneiro para plataforma de redes
inteligentes) e, estiveram em execução, 38 (trinta e oito) projetos de P&D nesse ano, sendo que 20 foram
concluídos.
Dentre os principais projetos de novos produtos e serviços que já estão na fase de desenvolvimento industrial,
destaca-se o (a) Conector especializado para corte de clientes de BT, (b) Emenda de reparo provisório para cabo
óleo fluido Classe 145kV e (c) Fabricação de lote pioneiro para plataforma de redes inteligentes.



iv. montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços
Dos projetos de 2013 em andamento tiveram do total do investimento, cerca de 10% de gastos em projetos na
fase de Cabeça de Série ou Lote Pioneiro.

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10.11 - Outros fatores com influência relevante
10.11. Comentar sobre outros fatores que influenciaram de maneira
relevante o desempenho operacional e que não tenham sido identificados
ou comentados nos demais itens desta seção:

Todas as informações relevantes e pertinentes a este tópico foram divulgadas
nos itens acima.

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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
11.1. As projeções devem identificar:
a) objeto da projeção
A Companhia divulga ao mercado a expectativa para alguns indicadores, apenas no longo prazo, como forma de
contribuir para o melhor entendimento da sua ambição estratégica. Os indicadores são os seguintes:
- Mercado Faturado
- Provisão para Devedores Duvidosos (PDD)
- Investimentos
As projeções contidas aqui são meras expectativas, e de forma alguma constituem promessa de desempenho por
parte da Companhia ou de seus administradores.
As projeções são revisadas e divulgadas anualmente para o mercado em seu encontro com investidores. Este ano
o encontro está previsto para acontecer em junho de 2014, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro.

b) período projetado e o prazo de validade da projeção
A estimativa de investimento refere-se aos anos de 2014, 2015 e 2016, enquanto as demais projeções referem-se
ao ano 2016. Essas projeções devem ser usadas como orientação para a ambição estratégica de longo prazo da
Companhia.

c) premissas da projeção, com a indicação de quais podem ser influenciadas pela administração do emissor
e quais escapam ao seu controle
As projeções estão baseadas em análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência, o histórico dos
indicadores, o ambiente econômico, as condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais
estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os
resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de
negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira,
desenvolvimentos da indústria de serviços públicos, condições hidrológicas, condições climáticas, condições do
mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas operações futuras, planos, objetivos, expectativas
e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultados reais da Companhia podem diferir
significativamente daqueles indicados ou implícitos nas expectativas sobre eventos ou resultados futuros.
As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores
e nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações
ou opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá
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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
qualquer responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo deste
formulário.
Para avaliação dos riscos e incertezas, tal qual como eles se relacionam com a Light, e obter informações
adicionais sobre fatores que possam originar resultados diversos estimados pela Light, favor consultar o item 4.1
– Fatores de Risco, neste Formulário de Referência.
Principais premissas dos indicadores projetados:
Mercado
 Continuidade do crescimento econômico na área de concessão;
 Incorporação da energia através da redução de perdas;
 Segmentos residencial e comercial com grande correlação com temperatura;
 Temperatura: uso da média histórica;
 Segmento industrial com correlação com Índice de Produção da Indústria de Transformação (IPIT).

Provisão para Devedores Duvidosos
 Implantação das UPPs, com o aumento do volume arrecadado;
 Novas tecnologias com possibilidade de cortes remotos;
 Aplicação da Resolução 414 – suspensão de clientes com inadimplência permanente;
 Ampliação do programa Light Legal (APZ).

Investimentos (CAPEX)
 Financiamento BNDES: 50% do CAPEX para distribuição e 60% dos novos projetos de geração.

Todas as premissas acima discriminadas, excetuando-se aquelas relativas aos investimentos estão sujeitas a
mudanças que escapam ao controle da Administração.

d) valores dos indicadores que são objeto da previsão

Período

2014 Média 2015-2016
Investimentos (CAPEX) – R$ MM 930 495



2016
Mercado (GWh)

22.113
PDD / Fornecimento Faturado (%)

1,7%
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11.1 - Projeções divulgadas e premissas




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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
11.2. Na hipótese de o emissor ter divulgado, durante os 3 últimos exercícios sociais, projeções sobre a
evolução de seus indicadores
a) informar quais estão sendo substituídas por novas projeções incluídas no formulário e quais delas estão
sendo repetidas no formulário
As projeções de CAPEX, incluídas no item 11.1, relativas ao ano de 2014 foram revisadas e divulgadas pela
companhia em março de 2014 na Proposta da Administração para Assembleia Geral. O restante das projeções
presentes no item 11.1, são as mesmas divulgadas no Formulário de Referência de 2013.
As projeções são revisadas e divulgadas anualmente para o mercado em seu encontro com investidores. Este ano
o encontro está previsto para acontecer em junho de 2014, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro.
b) quanto às projeções relativas a períodos já transcorridos, comparar os dados projetados com o efetivo
desempenho dos indicadores, indicando com clareza as razões que levaram a desvios nas projeções

O investimento total encerrou o ano com desvio de R$ 149,0 milhões acima do previsto. Esta diferença deve-se
principalmente pelos investimentos obrigatórios e específicos para os eventos esportivos (Copa e Olímpiadas)
que ocorrerão na cidade do Rio de Janeiro nos anos de 2014 e 2016, respectivamente. Adicionalmente,
ocorreram remanejamentos entre os investimentos em ativos elétricos da rubrica de Distribuição para as rubricas
relativas ao combate a perdas.
c) quanto às projeções relativas a períodos ainda em curso, informar se as projeções permanecem válidas
na data de entrega do formulário e, quando for o caso, explicar por que elas foram abandonadas ou
substituídas.
As projeções divulgadas pela Companhia no período em curso permanecem válidas.
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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
12.1. Descrever a estrutura administrativa do emissor, conforme estabelecido no seu estatuto social e
regimento interno, identificando:
a. atribuições de cada órgão e comitê
A administração da Companhia compete a um Conselho de Administração e a uma Diretoria. De acordo
com seu estatuto, a Companhia possui, também, Conselho Fiscal não permanente, que atualmente não se
encontra instalado.
O Conselho de Administração é composto de, no mínimo, 5 e, no máximo, 11 membros efetivos e seus
respectivos suplentes com mandato unificado de 2 anos, sendo permitida a reeleição.
A Diretoria é constituída por até 9 diretores, composta da seguinte forma: um Diretor-Presidente; um
Diretor de Finanças e Relações com Investidores; um Diretor de Gente; um Diretor de Gestão Empresarial; um
Diretor de Distribuição; um Diretor de Desenvolvimento de Negócios; um Diretor Jurídico; um Diretor de
Comunicação; e um Diretor sem designação específica, com prazo de gestão de 3 anos, permitida a reeleição.
O Estatuto Social admite a criação, pelo Conselho de Administração, de comitês que serão responsáveis
por elaborar propostas ou efetuar recomendações ao Conselho de Administração.

Conselho de Administração
Compete ao Conselho de Administração, nos termos do Estatuto Social, e sem prejuízo das demais competências
atribuídas por lei:
I - fixar a orientação geral dos negócios da Companhia;
II - convocar a Assembleia Geral;
III - eleger e destituir o Diretor Presidente;
IV - eleger e destituir os demais membros da Diretoria;
V - manifestar-se a respeito do relatório da administração, das contas da Diretoria e das demonstrações
financeiras, que deverão ser submetidos à sua apreciação;
VI - fiscalizar a gestão dos Diretores, podendo examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Companhia,
bem como solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos;
VII - estabelecer a forma de distribuição da remuneração dos administradores da Companhia, fixada
globalmente pela Assembleia Geral, e aprovar as regras gerais da política salarial dos empregados da
Companhia;
VIII - observadas as disposições legais, aprovar a política de dividendos da Companhia e declarar, no curso do
exercício social e até a Assembleia Geral, dividendos intermediários, inclusive a título de antecipação parcial ou
total do dividendo mínimo obrigatório, à conta de lucros apurados em balanço semestral, trimestral ou em
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
período menor de tempo ou de lucros acumulados ou reservas de lucros existentes no último balanço, bem como
deliberar sobre a aprovação e o pagamento de juros sobre o capital próprio;
IX - opinar sobre a criação de qualquer reserva de capital para contingências e/ou qualquer reserva de lucros,
bem como qualquer operação ou mecanismo que possa resultar na redução dos lucros a serem distribuídos para
os acionistas pela Companhia ou, indiretamente, por suas controladas;
X - a aprovação de quaisquer planos de negócio a longo prazo, de orçamentos anuais ou plurianuais da
Companhia e de suas revisões;
XI - deliberar sobre a constituição de quaisquer ônus sobre bens, móveis ou imóveis da Companhia, ou a
caução ou cessão de receitas ou direitos de crédito em garantia de operações financeiras ou não a serem
celebradas pela Companhia, sempre que o valor total dos ativos objeto da garantia exceda a 5% (cinco por cento)
do patrimônio líquido total da Companhia, ou qualquer porcentagem inferior do mesmo que venha a ser
estabelecida pelo Conselho de Administração, determinado com base nas demonstrações financeiras auditadas
mais recentes da Companhia;
XII - deliberar sobre a alienação de quaisquer bens integrantes do ativo permanente da Companhia cujo valor
exceda a 5% (cinco por cento) do valor total do seu ativo permanente, determinado com base nas demonstrações
financeiras auditadas mais recentes da Companhia;
XIII - deliberar sobre a aquisição de quaisquer bens integrantes do ativo permanente da Companhia cujo valor
exceda a 5% (cinco por cento) do patrimônio líquido total da Companhia, ou qualquer porcentagem inferior do
mesmo que venha a ser estabelecida pelo Conselho de Administração, determinado com base nas demonstrações
financeiras auditadas mais recentes da Companhia;
XIV - deliberar sobre a realização de qualquer negócio jurídico que tenha por objeto a aquisição ou alienação,
ou ainda, a constituição de gravames de qualquer natureza pela Companhia sobre participações societárias,
valores mobiliários, direitos de subscrição ou aquisição;
XV - deliberar sobre a contratação, pela Companhia ou por qualquer de suas controladas, de obrigação em
uma única operação ou numa série de operações vinculadas, em montante que exceda R$ 5.000.000,00 (cinco
milhões de reais), não prevista no orçamento anual da Companhia;
XVI - a aprovação de associação da Companhia, sob quaisquer circunstâncias, com terceiros, inclusive a
realização de um empreendimento conjunto, de um consórcio, ou a participação da Companhia em outras
sociedades, observando, quando for o caso, o que dispõe o artigo 256 da Lei das S.A.;
XVII - a aprovação de investimentos (que não os previstos no inciso XVI acima e exceto os casos do artigo 256
da Lei das S.A.) em uma única operação ou numa série de operações vinculadas envolvendo montantes acima de
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), devendo tal montante ser revisto a cada 2 (dois) anos pela Assembléia
Geral dos acionistas;
XVIII - a aprovação da participação da Companhia ou de sociedade controlada em qualquer negócio que
envolva os acionistas da Companhia, ou suas partes relacionadas, ou qualquer pessoa física ou jurídica nas quais
os acionistas da Companhia, ou suas partes relacionadas, tenham interesse econômico direto ou indireto,
respeitado o disposto no Parágrafo Primeiro deste artigo;
XIX - a autorização para a prática de qualquer ato extraordinário de gestão não compreendido, por lei ou por
este Estatuto, na competência de outros órgãos societários;
XX - a aprovação da política de limite de concessão de crédito pela Companhia;
XXI - opinar sobre o resgate, amortização ou aquisição, pela Companhia, de ações de sua própria emissão,
para efeito de permanência em tesouraria para posterior cancelamento e/ou alienação, nos termos da legislação
aplicável;
XXII - deliberar sobre a indicação de procuradores para a execução dos atos listados neste artigo;
XXIII - deliberar sobre a emissão de ações, dentro do limite do capital autorizado, para o fim exclusivo de
atender ao exercício do direito conferido pelas debêntures da 4
a
. emissão da Companhia, devendo a emissão de
ações observar estritamente as condições estabelecidas na Escritura da 4ª Emissão de Debêntures;
XXIV - deliberar sobre a emissão de notas promissórias (“commercial papers”) e/ou outros títulos de
créditos ou instrumentos semelhantes destinados à distribuição em mercados de capitais;
XXV - escolher e destituir os auditores independentes, bem como alterar a política contábil e fiscal da
Companhia;
XXVI - opinar sobre a solicitação de cancelamento de registro da Companhia como companhia aberta;
XXVII - opinar sobre a dissolução e liquidação, ou ainda autorização que permita à administração da Companhia
requerer a recuperação judicial ou extra-judicial, ou ainda confessar a falência da Companhia ou de suas
controladas;
XXVIII - constituir Comitês, que serão responsáveis por elaborar propostas ou efetuar recomendações ao
Conselho de Administração, e definir suas respectivas atribuições, remuneração e regulamento de
funcionamento;
XXIX - estabelecer os padrões éticos e de comportamento da Companhia, garantindo a observância da
legislação vigente, à responsabilidade institucional da Companhia, fiscalizando a gestão financeira da
Companhia e garantindo total transparência sobre os principais riscos da Companhia;
XXX - elaborar e alterar o Regimento Interno do Conselho de Administração;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
XXXI - aprovar a orientação de voto a ser proferido pelos diretores da Companhia no exercício dos
direitos da Companhia na qualidade de acionista ou quotista de outra sociedade, observado o disposto no Artigo
34 deste Estatuto Social; e
XXXII - aprovar programas de outorga de opção de compra ou subscrição de ações aos administradores e
empregados da Companhia ou de outras sociedades que sejam controladas pela Companhia.

Diretoria
Compete à Diretoria como órgão colegiado, obedecidas as restrições da legislação vigente, praticar todos os atos
necessários para assegurar o funcionamento regular da Companhia, especificamente:
I. estabelecer políticas específicas e diretrizes decorrentes da orientação geral dos negócios fixada pelo
Conselho de Administração;
II. aprovar e alterar a estrutura orgânica da Companhia, definindo as atribuições e competências das
unidades administrativas e do pessoal, bem como as normas e procedimentos internos, respeitadas a competência
do Conselho de Administração e as disposições deste Estatuto;

III. examinar e encaminhar ao Conselho de Administração, para aprovação, o planejamento estratégico, bem
como suas revisões, inclusive cronogramas, valor e alocação de investimentos nele previstos;
IV. elaborar e encaminhar ao Conselho de Administração, para aprovação, o Orçamento Anual, o qual deverá
refletir o planejamento estratégico vigente, assim como suas revisões;
V. aprovar os nomes indicados pelos Diretores para preenchimento dos cargos que lhes são diretamente
subordinados, bem como destituição dos mesmos aprovar os nomes indicados pelos Diretores para
preenchimento dos cargos que lhes são diretamente subordinados, bem como a destituição dos mesmos;
VI. conferir autoridade aos Diretores para decidirem isoladamente sobre questões incluídas nas atribuições da
Diretoria;
VII. conferir poderes aos Diretores e empregados para autorização de despesas, estabelecendo limites e
condições;
VIII. deliberar sobre a alienação e aquisição de qualquer bem integrante do ativo permanente da Companhia,
cujo valor seja igual ou inferior a 5% (cinco por cento) do valor total do patrimônio líquido da Companhia,
determinado com base nas demonstrações financeiras auditadas mais recentes da Companhia, enviando para
aprovação do Conselho de Administração nos casos previstos no artigo 11, inciso XVII, deste Estatuto Social;
IX. aprovar a outorga de Procurações pela Companhia;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
X. aprovar a matriz de competência para as operações incluídas na condução normal dos negócios da
sociedade e que não dependam de aprovação do Conselho de Administração; e
XI. submeter à aprovação do Conselho de Administração as Políticas e Estratégias da Companhia, bem como
os demais assuntos que são da competência do Conselho de Administração.

Para as atribuições específicas de cada membro da Diretoria da Companhia, ver item 12.1 (d) abaixo.

b. data de instalação do conselho fiscal, se este não for permanente, e de criação dos comitês
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

c. mecanismos de avaliação de desempenho de cada órgão ou comitê
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

d. em relação aos membros da diretoria, suas atribuições e poderes individuais
São atribuições próprias dos Diretores em função do respectivo cargo:

I – Diretor Presidente:
a) supervisionar e dirigir os trabalhos da Companhia;
b) representar a Companhia em juízo, ativa e passivamente;
c) assinar, juntamente com um dos Diretores, os documentos de responsabilidade da Companhia;
d) conduzir as atividades de relacionamento institucional, junto aos órgãos reguladores e Ministérios
Públicos, ouvidoria, regulação e planejamento estratégico;
e) apresentar o relatório anual dos negócios da Companhia ao Conselho de Administração e à
Assembleia Geral Ordinária;
f) propor à Diretoria Executiva, para aprovação, em conjunto com o Diretor a que estiver vinculado o
empregado, as indicações para os cargos gerenciais da Companhia;
g) propor as indicações para os cargos de administração e conselhos fiscais das subsidiárias integrais ,
controladas e coligadas da Companhia, assim como para a Previdência e Saúde;
h) coordenar a elaboração e a consolidação do Planejamento Estratégico da Companhia com a
participação de todas as Diretorias da Companhia;
i) coordenar a gestão de riscos corporativos da Companhia em todas as suas ações, propondo políticas
de riscos;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
j) coordenar a representação da Companhia e das suas subsidiárias integrais, no âmbito das suas
atribuições regulatórias junto às agências reguladoras, Ministério das Minas e Energia, fóruns e associações
do setor;
k) coordenar o relacionamento institucional da Companhia e das suas subsidiárias integrais, incluindo
os principais fóruns de legislação e desenvolvimento de políticas públicas associadas ao setor energético;
l) coordenar os procedimentos de fiscalização e notificações decorrentes das agências reguladoras
referentes à Companhia e suas subsidiárias integrais, juntamente, com as Diretorias envolvidas;
m) coordenar a análise e a promoção da elaboração de cenários regulatórios, assegurando a avaliação de
impactos nos negócios das subsidiárias integrais da Companhia, visando subsidiar o planejamento
estratégico corporativo.

II – Diretor de Finanças e Relações com Investidores:
a) substituir o Diretor-Presidente em suas ausências e impedimentos;
b) controlar os recursos financeiros necessários à operação e expansão da Companhia, conforme
Orçamento Anual, conduzindo os processos de contratação de empréstimo e de financiamento, bem como
os serviços correlatos;
c) contabilizar e controlar as operações econômico-financeiras da Companhia;
d) detalhar a programação financeira de curto, médio e longo prazos, conforme previsto no Plano
Plurianual e Estratégico da Companhia e no Orçamento Anual;
e) controlar o capital social da Companhia, fixar a política acionária e de governança corporativa, bem
como sugerir a política de dividendos;
f) responsabilizar-se pela prestação de informações ao público investidor, à Comissão de Valores
Mobiliários e às bolsas de valores ou mercados de balcão, nacionais e internacionais, bem como às
entidades de regulação e fiscalização correspondentes, e manter atualizados os registros da Companhia
nessas instituições;
g) representar a Companhia perante a Comissão de Valores Mobiliários, as bolsas de valores e demais
entidades do mercado de capitais;
h) promover a gestão financeira das participações da Companhia nas empresas subsidiárias integrais,
controladas e coligadas, dentro dos critérios de boa governança corporativa e zelando pelo cumprimento de seus
planos de negócios, observado o disposto neste Estatuto;
i) propor à Diretoria Executiva, para aprovação ou encaminhamento ao Conselho de Administração ou
à assembleia geral de acionistas, conforme a competência definida no presente Estatuto, os aportes de
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
capital, o exercício de direito de preferência e a celebração de acordos de votos nas empresas subsidiárias
integrais, controladas e coligadas, bem como nos consórcios de que participe a Companhia;
j) coordenar a elaboração e a consolidação do Orçamento Anual, com a participação de todas as
Diretorias da Companhia;
k) determinar o custo do serviço e estabelecer política de seguros, conforme delineado no Plano
Plurianual e Estratégico da Companhia;
l) coordenar a gestão de riscos financeiros da Companhia em todas as suas ações, propondo políticas
de riscos;
m) acompanhar o desempenho da execução dos projetos de investimento, conforme metas e resultados
aprovados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração;
n) proceder à avaliação econômico-financeira dos projetos de investimento da Companhia, exceto aqueles
de responsabilidade da Diretoria de Desenvolvimento de Negócios;
o) Conduzir as atividades relacionadas ao Mercado de Capitais e Relações com Investidores.

III – Diretor de Gente:
a) prover pessoal adequado à Companhia;
b) definir a política de recursos humanos (inclusive benefícios) da Companhia, orientar e promover sua
aplicação;
c) orientar e conduzir as atividades relacionadas a estudos organizacionais e sua documentação;
d) conduzir as negociações dos acordos coletivos de trabalho, em conformidade com as diretrizes e
limites aprovados pelo Conselho de Administração, encaminhando as propostas negociadas para aprovação
da Diretoria Executiva;
e) apresentar à Diretoria Executiva as avaliações advindas de programa de desenvolvimento de
sucessão de lideranças, implantado pela Companhia, visando subsidiar o desenvolvimento de sucessão de
lideranças, implantado pela Companhia e subsidiar as deliberações da Diretoria Executiva acerca das
indicações de empregados para cargos gerenciais;
f) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação à responsabilidade social;
g) propor ao Diretor-Presidente, para encaminhamento à Diretoria Executiva para aprovação, dentre os
empregados da Companhia e das demais companhias envolvidas nas negociações, as indicações de
empregados para compor o Comitê de Negociação Sindical, assim como a designação de seu coordenador;
h) gerenciar e promover a política de segurança do trabalho da Companhia;
i) coordenar as políticas, processos e meios de segurança patrimonial, segurança do trabalho e vigilância
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
aprovados pela Companhia;
j) gerir a segurança industrial das instalações de geração e transmissão;
k) propor as políticas e diretrizes que visem assegurar a integridade das instalações de distribuição e gerir
a segurança patrimonial dessas instalações;
l) definir políticas e normas sobre serviços de apoio, tais como transportes, comunicação administrativa,
vigilância e de adequação dos locais de trabalho do pessoal;
m) prover a Companhia de recursos e serviços de infra-estrutura e de apoio administrativo.

IV – Diretor de Gestão Empresarial:
a) definir, conduzir e supervisionar a política de telecomunicações e informática da Companhia;
b) projetar, implantar e manter os sistemas de telecomunicações e de informática da Companhia;
c) administrar o processo de contratação de obras e serviços e de aquisição e alienação de materiais e
imóveis;
d) proceder ao controle de qualidade do material adquirido e da qualificação dos prestadores de serviços
contratados;
e) administrar e controlar o estoque de material, promover a triagem e a recuperação do material usado,
bem como promover a venda de material excedente, inservível e de sucata;
f) promover e implementar programas de incremento, desenvolvimento, aperfeiçoamento e melhoria
continuada de fornecedores de materiais e serviços de interesse da Companhia, isoladamente ou em
cooperação com outras Diretorias ou órgãos de fomento e entidades de classe;
g) coordenar a implantação e a manutenção dos sistemas de qualidade da Companhia;
h) definir as políticas e diretrizes de desenvolvimento tecnológico e de normalização técnica;
i) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação ao processo tecnológico e a gestão
estratégica de tecnologia;
j) promover a implementação de programas voltados para o desenvolvimento tecnológico da
Companhia.

V – Diretor sem denominação específica:
a) praticar os atos próprios previstos na legislação e no presente Estatuto;
b) definir as políticas e diretrizes de meio ambiente;
c) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação ao meio ambiente;
d) monitorar a condução dos planos para o atendimento das diretrizes ambientais.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa

VI – Diretor de Distribuição:
a) buscar a melhoria contínua dos processos de operação, através da utilização de novas tecnologias
e métodos, visando à melhoria de qualidade e redução dos custos das referidas atividades;
b) operar o sistema elétrico de distribuição e os sistemas de supervisão e tel econtrole associados;
c) buscar a melhoria contínua dos processos de manutenção, através da utilização de novas
tecnologias e métodos, visando à melhoria de qualidade e redução dos custos das referidas atividades;
d) manter o sistema elétrico de distribuição e sistemas de supervisão e telecontrole associados;
e) zelar pela qualidade do fornecimento de energia aos consumidores ligados diretamente ao sistema
de distribuição da Companhia;
f) elaborar o planejamento do sistema de distribuição da Companhia;
g) gerenciar a implantação das instalações de distribuição, incluindo a elaboração e a execução do
projeto, a construção e a montagem;
h) propor e implementar as políticas de atendimento aos consumidores atendidos por esta Diretoria;
i) desenvolver programas e ações junto aos consumidores com demanda inferior até 138kV, visando
ao melhor aproveitamento da utilização da energia elétrica;
j) estabelecer relações comerciais e mercadológicas e coordenar a venda de energia elétrica e
serviços para consumidores até 138kV;
k) conduzir programas e ações ambientais no âmbito da Diretoria;
l) representar a Companhia perante a Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica –
Abradee e demais entidades do setor de distribuição;
m) coordenar a estratégia de atuação da Companhia em relação à eficientização energética;
n) elaborar pesquisas, estudos, análises e projeções do mercado da área de concessão da Companhia.

VII – Diretor de Desenvolvimento de Negócios:
a) promover a prospecção, a análise e o desenvolvimento de novos negócios da Companhia nas
áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, assim como em outras atividades direta
ou indiretamente relacionadas ao seu objeto social;
b) promover as análises de viabilidade técnica, econômico-financeira e ambiental dos novos
negócios para a Companhia, em interação com as Diretorias relacionadas aos referidos negócios;
c) coordenar as negociações e implementar as parcerias, consórcios, sociedades de propósito
específico e demais formas de associação com empresas públicas ou privadas necessárias ao
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
desenvolvimento de novos negócios, bem como a negociação de contratos e documentos societários dos
empreendimentos, em conjunto com a Diretoria de Finanças e Relações com Investidores;
d) coordenar a participação da Companhia nos processos licitatórios para obtenção de outorga de
concessões em todas as áreas de sua atuação;
e) prospectar, coordenar, avaliar e estruturar as oportunidades de aquisição de novos ativos do setor
de energia elétrica;
f) coordenar a participação da Companhia nos leilões de novos negócios promovidos pela Agência
Nacional de Energia Elétrica–Aneel;
g) promover a prospecção e a análise, no âmbito da Companhia, das oportunidades de negócios
relacionados ao aproveitamento de créditos de carbono;
h) proceder à avaliação econômico-financeira dos projetos de investimento da Companhia, exceto
aqueles de responsabilidade da Diretoria de Finanças e Relações com Investidores;
i) definir as políticas e diretrizes de alternativas energéticas;
j) conduzir as atividades de auditoria interna e secretaria geral;
k) promover a gestão das participações societárias da Companhia nas empresas subsidiárias integrais,
controladas e coligadas, dentro dos critérios de boa governança corporativa e zelando pelo cumprimento de seus
planos de negócios, observado o disposto neste Estatuto;
l) opinar sobre a celebração ou alteração de contratos ou ainda sobre os termos de quaisquer instrumentos,
sempre que tais contratos ou instrumentos sejam relacionados a participações societárias;
m) coordenar os processos de alienação de participações societárias detidas pela Companhia, suas
subsidiárias integrais, controladas e coligadas, mediante aprovação do Conselho de Administração;
n) propor a política de governança corporativa;

VIII – Diretor Jurídico:
a) Coordenar, executar e controlar os assuntos da área jurídica;
b) Apoiar as demais áreas da Companhia, incluindo, quando solicitado, subsidiárias integrais,
coligadas e controladas, no que tange aos aspectos legais e jurídicos;
c) Gerenciar todos os processos, administrativos e judiciais, em que a Companhia seja parte e,
periodicamente ou quando solicitado, informar à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração
sobre a estratégia processual e jurídica adotada, bem como o andamento e evol ução de tais processos.

IX – Diretor de Comunicação:
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
a) conduzir as atividades de comunicação empresarial (inclusive imprensa), sustentabilidade, relacionamento
com comunidades e patrocínios incentivados de eventos e atividades culturais, recreativas e esportivas;
b) conduzir as atividades do Instituto Light;
c) coordenar o relacionamento com a imprensa;
d) coordenar a estratégia de atuação da Companhia e promover a melhoria das políticas em relação à
eficientização energética, à responsabilidade social e à sustentabilidade; bem como à comunicação empresarial
da Companhia e das subsidiárias integrais da Companhia;
e) coordenar as ações para a manutenção e o fortalecimento da credibilidade da marca e a reputação das
subsidiárias integrais da Companhia;
f) coordenar as ações relativas à preservação do Projeto Memória das subsidiárias integrais da Companhia,
zelando pelo acervo físico dessas Empresas.
g) coordenar e alinhar as ações de comunicação corporativa da Companhia e das suas subsidiárias integrais para
preservar a cultura e os valores da Companhia junto aos acionistas, empregados, comunidades, clientes,
fornecedores, governo e formadores de opinião, garantindo o alinhamento com o Planejamento Estratégico da
Companhia;
h) coordenar os esforços e ações de comunicação corporativa da Companhia e das suas subsidiárias integrais,
visando manter e fortalecer a marca e sustentar a agregação de valores nos relacionamentos com os públicos
relevantes da Empresa de forma a garantir uma reputação forte e positiva;
i) coordenar o controle e divulgação de informações e os relacionamentos institucionais e corporativos;
j) coordenar a divulgação de programas de eficiência energética e outros voltados para comunidades carentes;
k) coordenar, baseado no Planejamento Estratégico da Companhia, a divulgação de informações institucionais e
corporativas da Companhia e das suas subsidiárias integrais.
l) coordenar o desenvolvimento de ferramentas de contato/acesso aos clientes através da mídia eletrônica, tais
como redes sociais.

e. mecanismos de avaliação de desempenho dos membros do conselho de administração, dos
comitês e da diretoria
Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
12.2. Descrever as regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Jornal do Commercio do Brasil - ED 24/05/2012
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 24/05/2012
13/03/2012
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 12/03/2012
14/03/2012
13/03/2012
Jornal do Commercio do Brasil - ED 12/03/2012
14/03/2012
31/12/2011 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 02/03/2012
Jornal do Commercio do Brasil - ED 02/03/2012
Jornal do Commercio do Brasil - ED 16/05/2013
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 16/05/2013
Jornal do Commercio do Brasil - ED 03/04/2013
31/12/2012 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 03/04/2013
Jornal do Commercio do Brasil - ED 16/05/2014
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 16/05/2014
11/04/2014
09/04/2014
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 20/03/2014
10/04/2014
11/04/2014
10/04/2014
Jornal do Commercio do Brasil - ED 09/04/2014
Jornal do Commercio do Brasil - ED 20/03/2014
31/12/2013 Demonstrações Financeiras Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - RJ 20/03/2014
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
Exercício Social Publicação Jornal - UF Datas
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
12.4. Descrever as regras, políticas e práticas relativas ao conselho de
administração.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de
arbitragem
12.5. Se existir, descrever a cláusula compromissória inserida no estatuto para a
resolução dos conflitos entre acionistas e entre estes e o emissor por meio de
arbitragem

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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Luiz Otávio Ziza Mota Valadares 67 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
Não há.
Não há.
110.627.386-91 Administrador Diretor de Comunicação 07/08/2012 Sim
Diretor de Finanças
485.662.926-34 Economista 12 - Diretor de Relações com Investidores 07/08/2012 Sim
628.925.096-53 Advogado Diretor Juridico 07/08/2012 Sim
Fernando Antônio Fagundes Reis 46 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
Não há.
503.816.019-00 Bancário 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2014 Sim
251.704.146-68 Engenheiro Diretor de Diretor de Energia e Desenvolvimento de
Negócios
07/08/2012 Sim
Evandro Leite Vasconcelos 55 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
Fabiano Macanhan Fontes 43 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/2014 2 anos
Não há.
Não há.
Ricardo Cesar Costa Rocha 57 Pertence apenas à Diretoria 10/05/2013 até 07 de agosto de 2015
313.940.786-68 Engenheiro Diretor de Distribuição 10/05/2013 Sim
João Batista Zolini Carneiro 52 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
Andreia Ribeiro Junqueira e Souza 41 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
009.726.407-54 Administradora Diretora de Gente 07/08/2012 Sim
Não exerce outros cargos e funções no emissor.
Paulo Roberto Ribeiro Pinto 60 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
126.023.707-97 Contador 10 - Diretor Presidente / Superintendente 07/08/2012 Sim
Não há.
Paulo Carvalho Filho 66 Pertence apenas à Diretoria 07/08/2012 3 anos
221.396.217-00 Engenheiro Diretor de Gestão Empresarial 07/08/2012 Sim
Não há.
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
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374.729.257-72 Engenheiro Representante dos Empregados - Membro efetivo 11/04/2012 Sim
Carlos Alberto da Cruz 60 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
Carmem Lúcia Claussen Kanter 60 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
Engenheiro Senior de Campo da Gerência de Projetos e Construção de subestações
Não há.
Não há
092.504.987-56 Arquiteta 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 03/09/2012 Sim
343.485.140-20 Administrador de Empresas 23 - Conselho de Administração (Suplente) 16/10/2013 Sim
Carlos Antonio Decezaro 51 Pertence apenas ao Conselho de Administração 16/10/2013 6 meses
256.191.107-10 Arquiteta 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
Djalma Bastos de Morais 74 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
Não há.
299.529.806-04 Engenheiro Eletricista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
César Vaz de Melo Fernandes 53 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
Marcelo Pedreira de Oliveira 43 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
Não há.
Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior 54 Pertence apenas ao Conselho de Administração 06/03/2013 1 ano e 1 mês
Maria Estela Kubitscheck Lopes 69 Pertence apenas ao Conselho de Administração 03/09/2012 1 ano e 7 meses
Não há.
150.915.381-00 Administrador de Empresas 21 - Vice Presidente Cons. de Administração 06/03/2013 Sim
José Carlos Aleluia Costa 64 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
Não há.
Não há.
017.820.375-00 Engenheiro Eletricista 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 11/04/2012 Sim
Não há.
003.623.457-59 Economista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
891.944.467-68 Técnico em Eletricidade Representante dos Empregados - Membro Suplente 11/04/2012 Sim
Magno dos Santos Filho 48 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
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609.555.898-00 Economista 20 - Presidente do Conselho de Administração 11/04/2012 Sim
Não há.
Raul Belens Jungmann Pinto 59 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
Não há.
Não há.
Sérgio Alair Barroso 61 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
244.449.284-68 Consultor Empresarial 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 11/04/2012 Sim
Não há.
Humberto Eustáquio César Mota 65 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
002.067.766-91 Advogado 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 11/04/2012 Sim
Não há.
Wilson Borrajo Cid 70 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
012.340.996-91 Jornalista 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
Fernando Henrique Schuffner Neto 51 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
328.909.826-53 Administrador 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
Não há.
505.516.396-87 Físico 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
006.633.526-49 Engenheiro 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 11/04/2012 Sim
Não há.
José Augusto Gomes Campos 48 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 Anos
195.805.686-34 Engenheiro 23 - Conselho de Administração (Suplente) 11/04/2012 Sim
Não há.
Luiz Fernando Rolla 62 Pertence apenas ao Conselho de Administração 11/04/2012 2 anos
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador
Ricardo Cesar Costa Rocha - 313.940.786-68
Andreia Ribeiro Junqueira e Souza - 009.726.407-54
Andréia Ribeiro Junqueira e Souza, nova Diretora de Gente da Light, é formada em Administração, possui pós graduação em Finanças e Capacitação Gerencial e MBA em Recursos Humanos. Trabalhou como
Superintendente de Estratégia de Gente na Light, Gerente de consultoria da Carrefour, no período de 2005 a 2008, além de ter exercido diversos cargos de Gerência na AMBEV, no período de 2000 a 2004.
Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações
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Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior - 150.915.381-00
Fabiano Macanhan Fontes - 503.816.019-00
Nascido em 12 de outubro de 1970. Bacharel em Letras pela Unoeste, mestre em em Desenvolvimento Econômico pela UFPR e com Especialização em Desenvolvimento Econômico – UFPR e MBA em Agronegócios
– USP – ESALQ. Carreira no Banco do Brasil desde 1986 – 26 anos. Nos últimos 5 anos ocupou os cargos de gerente Corporate do Estado de Santa Catarina, ente 2006 e 2010, de Superintendente Regional de
Médias e Grandes Empresas no Estado de Santa Catarina, em 2011, Gerente Executivo na Diretoria Comercial, entre 2011 e 2012, Executivo do Projeto Infraestrutura (financiamento a grandes empreendimentos),
entre 2013 e 2014.
Evandro Leite Vasconcelos - 251.704.146-68
Nascido em 15 de novembro de 1956. Ocupa interina e cumulativamente o cargo de Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Companhia. Foi professor de física do Sistema Pitágoras de Ensino e professor de
hidrologia no curso de Engenharia Civil do Instituto Politécnico da PUC-Minas. Trabalhando na Cemig desde 1983, ocupou a Gerência da Divisão de Hidrometeorologia Operacional e também a do Departamento de
Planejamento Energético, foi Superintendente de Coordenação de Geração e Transmissão e também Superintendente de Transmissão, Superintendente de Geração, Superintendente de Planejamento e Operação de
Geração e Transmissão. Ainda na Cemig, foi Diretor de Geração e Diretor-Presidente da Empresa Rosal Energia S.A.. É membro do Conselho da Renova Energia S.A.. Graduação: Engenheiro Civil pela Universidade
Federal de Minas Gerais (1980), é Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos pela COPPE/UFRJ (1989) e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (1999).
Luiz Otávio Ziza Mota Valadares - 110.627.386-91
Luiz Otávio Ziza Mota Valadares, atual diretor de Comunicação da companhia, formado em Administração de Empresas pela FUMEC BH, foi Vice-Presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais, Diretor de
Transportes Metropolitano do DER, Presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, Presidente da Companhia de Celulose Nipo-Brasileira, Secretário Estadual de Administração, Secretário Municipal de
Esportes de Belo Horizonte, Deputado Federal Constituinte, Deputado estadual em Minas Gerais e Vereador em Belo Horizonte - Minas Gerais.
Fernando Antônio Fagundes Reis - 628.925.096-53
Nascido em 02/07/1965 bacharel em direito, Procurador de Justiça (MG), Coordenador da Coordenadoria de Mobilização e Inclusão Sociais - CIMOS e Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de
Juiz de Fora (UFJF). Foi Procurador Geral de Justiça Adjunto Institucional (2007-2010), Coordenador das audiências públicas realizadas pela Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais (2007 e 2008),
Secretário Geral da Governadoria do Estado de Minas Gerais (2004-2006), Diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), órgão vinculado à Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Minas
Gerais (1994). Graduação: Direito - Universidade Federal de Juiz de Fora - 09 de dezembro de 1988. Curso de Pós-Graduação (Especialista) em Direito de Empresa - Fundação Dom Cabral em convênio com a
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - 02 de março a 24 de novembro de 1989.
João Batista Zolini Carneiro - 485.662.926-34
Nascido em 4 de maio de 1958. Graduado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com MBA em Finanças pelo IBMEC, e pós-graduação em Finanças pela Universidade do Texas. Atual
Diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Light S/A. Foi Superintendente de M&A e Participações da CEMIG e Diretor Administrativo-Financeiro da Rosal Energia S.A.. Foi Conselheiro de diversas
empresas do Grupo CEMIG, incluindo Cemig Telecomunicações S.A., Madeira Energia S.A., e Cia. de Gás de Minas Gerais - Gasmig. Foi Professor de Finanças do Ibmec-MG e tem especializações em Finanças pela
New York University e Insead, na França.
Paulo Roberto Ribeiro Pinto - 126.023.707-97
Nascido em 29 de junho de 1950. Ingressou na Companhia em 2001 como Diretor Financeiro. Atuou em diversos cargos de Diretor e desde agosto de 2012 exerce o cargo de Diretor Presidente da Companhia. É
diplomado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Finanças do Rio de Janeiro e Pós-Graduado em Engenharia Econômica e Administração Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ingressou em 1971 na Eletrobras, onde foi Chefe de Gabinete da Presidência, Diretor Financeiro e de Relações com o Mercado. Como Representante da Eletrobras, foi Presidente do Conselho de Administração de
Furnas e Membro do Conselho de Administração de várias empresas, dentre elas Cemig, Cesp e CPFL. Foi também Diretor da CHESF (Companhia Hidroelétrica de São Francisco) e de Furnas Centrais Elétricas S.A.
Foi Diretor Adjunto do Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica – DNAEE, atual ANEEL.
Paulo Carvalho Filho - 221.396.217-00
Nascido em 06 de dezembro de 1944. Atual Diretor de Gestão Empresarial. Iniciou sua atividade profissional em indústrias, destacando-se a Sagem (Rouen, França) e Olivetti (Turim,Itália). Também trabalhou na
Sperry Remington, Embratel e Telerj, onde se especializou em qualidade industrial. Professor de engenharia de produção da PUC-RJ e Presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro -
COMLURB S.A., de 1993 a 2008. Engenheiro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro ( 1970 ). Atualmente faz parte do Conselho de Administração da Axxiom – BH.
Ricardo Cesar Costa Rocha, atual diretor de distribuição. Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte e possui MBA Executivo em Gestão de Negócios pelo IBMEC
Business School – Belo Horizonte. Desde 2009 atuou como Superintendente de Relacionamento Comercial com Clientes da Distribuiçãona Cemig. Também já esteve à frente da Superintendência de Coordenação da
Distribuição; da Superintendência de Coordenação da Expansão da Distribuição; e da Superintendência de Planejamento da Expansão da Distribuição e Mercado. Antes da Cemig passou pela Companhia Aços
Especiais Itabira – Acesita. Ao longo de sua carreira profissional, Ricardo Rocha esteve em diversos países – Estados Unidos, Itália, Espanha, Paraguai e Argentina – onde aperfeiçoou sua experiência técnica no setor
elétrico. Em 2010, na França, participou do Programa Trilhas de Liderança, da Fundação Dom Cabral e Insead – The Business School for the World.
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Carlos Antonio Decezaro - 343.485.140-20
Maria Estela Kubitscheck Lopes - 092.504.987-56
Nascida em 10 de dezembro de 1942 a Sra. Maria Estela Kubitscheck Lopes, Arquiteta, foi presidente da Associação Cultural do Cesgranrio, presidente da FIB - Fundação das Instituições Beneficentes, sócia diretora
da Santa Júlia Participações LTDA., sócia gerente da DF-Consultores LTDA., membro do Conselho de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais de 2003 a 2012; da Cemig Distribuição S.A. e Cemig
Geração e Transmissão S.A., de 2004 a 2012 e membro do Conselho Cultural Light. Atualmente, a Sra. Maria Estela Kubitscheck Lopes é membro do Conselho de Administração da Light S.A., Light S.E.S.A, Light
Energia S.A., vice-presidente do Conselho de Curadores da Fundação Casa Santa Ignez, membro do Conselho Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, consultora da DF – Consultores LTDA., Vice Presidente da
ABRAG-RJ –Associação Brasileira de Glaucoma e membro do Conselho do Instituto Victor Nunes Leal.
José Carlos Aleluia Costa - 017.820.375-00
O Sr. José Carlos Aleluia Costa iniciou a carreira em 1971, como engenheiro da CEEB, antiga empresa distribuidora de energia da Bahia, mais tarde incorporada à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia -
Coelba. Em 1990, concorreu e foi eleito deputado federal pela Bahia. Na Coelba ocupou os cargos de chefe de divisão, chefe de departamento e diretor de distribuição. Em 1985 assumiu o cargo de diretor de
Engenharia da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf e no ano seguinte assumiu, interinamente, a presidência da estatal. Logo em seguida foi efetivado e permaneceu presidente até 1989. Foi deputado
até 2010 e titular das Comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como suplente, fez parte das Comissões de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Administração e Serviço
Público e Trabalho. Foi relator da Comissão Especial que instituiu o Código de Trânsito.
Magno dos Santos Filho - 891.944.467-68
Nascido em 06 de novembro de 1963. Como Presidente do Sintergia-RJ assumiu a responsabilidade pela negociação dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT’s) dos trabalhadores de 29 empresas do Setor de
Energia, dentre elas Light, Furnas, Eletrobrás, Eletronuclear, Cepel, CEG, CET-Rio e RioLuz, sendo um dos formuladores do Acordo Mundial de Responsabilidade Social do Grupo EDF, em Congresso realizado na
França, que foi mantido pelos atuais controladores da Light; 
Também como Presidente do Sintergia-RJ teve a incumbência de administrar o Sindicato, zelando pela saúde financeira da instituição e trabalhando pela entrada de novos Associados; 
Foi o principal responsável pela integração com entidades afins como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Federação Nacional dos Urbanitários FNU), onde atualmente exerce o cargo de Secretário Geral,
tendo como principal função a negociação do ACT em nível nacional dos trabalhadores do Setor Elétrico; Foi reeleito para segundo mandato como secretário geral da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), onde
continua como principal negociador do ACT em nível nacional dos trabalhadores do Setor Elétrico.
Marcelo Pedreira de Oliveira - 003.623.457-59
Nascido em 17 de novembro de 1967. Possui MBA em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC – 1994 e Graduado em Economia pela Faculdade Candido Mendes - 1990. Iniciou sua carreira
como Economista Junior na Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social. De 1992 a 1997, atuou como Economista, Chefe da Divisão de Contabilidade Gerencial e Chefe do Departamento de Controle e Novos
Negócios da Light S.A. De 1997 a 2004, foi Diretor da SEB, Assistente do Vice-Presidente da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig. Presidente da Eletronet, Empresa de Infovias e da Way Brasil
Telecomunicações, além de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Eletronet S.A e do Consórcio da Usina Hidrelétrica de Aimorés. De 2004 a 2006, no Grupo Neoenergia, foi Superintendente de
Planejamento e Controle da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - Coelba, S.A Desde 2006 até o momento tem trabalhado no Grupo FIP Brasil Energia como Presidente da Integração Transmissora de
Energia S.A, da Termelétrica Viana S.A e da PCH Rio do Braço S.A. Foi membro efetivo do Conselho de Administração das seguintes empresas: Cemig, Eletronet, Way Brasil, Consórcio Aimorés, AES
Communications Rio de Janeiro S.A., Intesa, Tevisa e PCH Rio do Braço S.A. e Presidente do Conselho Fiscal da AES Eletropaulo S.A.
César Vaz de Melo Fernandes - 299.529.806-04
Nascido em 05 de novembro de 1957., possui MBA em Finanças e Gestão de Negócios, ambos pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC – 2010 e 2000, respectivamente. Formado no ano de 1981 em
Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Atualmente trabalha como Superintendente de Desenvolvimento de Negócios na Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig. No período
de 2005 a 2007 atuou como Diretor de Construção em Furnas. De 2003 a 2005 atuou na Cemig como Superintendente de Distribuição da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Sr. César participa da Coordenação
de diversos Projetos e Eventos na Distribuição da Cemig, bem como da Implantação de Novas Tecnologias na Distribuição da Cemig.
Nascido em 1959, graduado em Administração pelo CCNY – City College of New York, Baruch College, NY, EUA. Sua carreira teve início no Citibank, onde trabalhou de 1985 a 1987 na área de Comércio Exterior. De
1988 a 1993, foi Diretor Financeiro da Confab. Entre 1993 e 1997, foi Diretor Executivo do Banco Chase Manhattan S.A. e do Banco NorChem S.A., onde liderou a área Internacional. Ingressou no Grupo Santander em
julho de 1997, como Diretor da área Internacional. Em meados de 1999, passou a Vice Presidente e foi responsável pela área comercial do Banco de Atacado e pelo Corporate & Investment Banking até 2009. 
Atualmente, responde pela área de Equity Investments, é Diretor Presidente da Santander Participações S.A. e faz parte dos conselhos de administração das empresas TAESA – Transmissora Aliança de Energia
Elétrica S.A., Sete Brasil Participações S.A., Enesa Participações S.A., Corporación Sidenor S.A., Brasil/CT Comércio e Turismo S.A. e ODC-Ambievo Tecnologia e Inovação Ambiental S.A.. Foi membro do conselho
de administração das seguintes empresas: Banco Santander (Brasil) S.A., Banco do Estado de São Paulo S.A. – Banespa, Norchem Leasing S.A. – Arrendamento Mercantil, Madeira Energia S.A. – MESA (Santo
Antonio Energia) e Renova Energia S.A. Adicionalmente, já ocupou cargo de Diretor Executivo nas seguintes empresas: Banco Santander S.A., Bozano, Simonsen S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários,
Isban Brasil S.A., Produban Serviços de Informática S.A., Santander Administradora de Consórcios Ltda., Santander Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., Santander Banespa
Companhia de Arrendamento Mercantil, Santander Brasil Arrendamento Mercantil S.A., Santander S.A. Serviços Técnicos, Administrativos e de Corretagem de Seguros, Santander Brasil Seguros S.A., Santander
Capitalização S.A. e Santander Investimentos em Participações S.A.
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Luiz Fernando Rolla - 195.805.686-34
Nascido em 17 de fevereiro de 1949, Luiz Fernando Rolla é o Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações da CEMIG. Formado em Engenharia Elétrica em 1974, pela UFMG, possui
cursos de pós-graduação em Engenharia Econômica e Processamento de Dados. Trabalha na CEMIG desde 1975, quando esteve envolvido na coordenação do planejamento do sistema elétrico; na coordenação e
avaliação de projetos financiados pelo Banco Mundial, BID, KFW e Eletrobrás, tendo participado também do processo de captação de recursos no mercado internacional com destaque para a colocação de Eurobonds
e blocktrade de ações. Em 1987, assumiu a área de Relações com Investidores da empresa, sendo o responsável pela implementação dos programas de ADR’s Nível I e Nível II (incluindo a listagem das ações da
empresa na Bolsa de Nova York); pela adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa, em 2001 e pela listagem das ações da empresa na Bolsa de Madri e Barcelona, em 2002. Em 2007 assumiu a
Diretoria de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações da CEMIG. Em 2008 foi eleito “The Best CFO” na categoria Energia Elétrica e Utilities pela revista “Investor Relations Magazine” e também
recebeu o prêmio “Equilibrista do Ano”, pelo Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros – IBEF. Em 2009 foi eleito o melhor “Profissional de RI” pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do
Mercado de Capitais e também, “Melhor Executivo de Relações com Investidores” pela Revista IR Magazine. Em 2009 foi eleito Presidente do Conselho do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores – IBRI.
Fernando Henrique Schuffner Neto - 328.909.826-53
Nascido em 3 de janeiro de 1960. Fernando Henrique Schüffner Neto – Graduou-se em Engenharia Elétrica pela PUC-MG, com mestrado em Automação e Controle pela UNICAMP . Cursou MBA em Gestão de
Negócios pelo IBMEC. Participou de diversos programas de educação executiva, dentre os quais o Finance for Executives, INSEAD – França. É desde 2010 Diretor de Desenvolvimento de Negócios, tendo antes
exercido os cargos de Diretor de Geração e Transmissão da Cemig (2007 – 2008) e Diretor de Distribuição e Comercialização da Cemig (2008 – 2010). É membro do Conselho de Administração da Light, Renova,
Norte Energia e do ONS (Operador Nacional do Sistema). Foi membro do Conselho de Administração da Cemig.
Djalma Bastos de Morais - 006.633.526-49
Nascido em 16 de março de 1937, o Sr. Morais é formado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia, concluiu estudos de pós-graduação em telefonia e informática no mesmo instituto. Ocupou vários cargos,
como diretor presidente da Telecomunicações de Minas Gerais S.A. - Telemig; Gerente da Telecomunicações Brasileiras S.A. - Telebrás; Diretor de Operações da Telecomunicações de Mato Grosso - Telemat; Diretor
de Operações da Telecomunicações do Amazonas - Telemazon; e, Gerente da Telefônica Municipal S.A. - Telemusa. Atualmente é Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia
Energética de Minas Gerais S.A. – Cemig desde janeiro de 1999; Diretor Presidente da Cemig Geração e Transmissão S.A.. e da Cemig Distribuição S.A. desde setembro de 2004; Vice-Presidente do Conselho de
Administração da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e Transmissão S.A. desde dezembro de 2004; Membro do Conselho de Administração da Light S.A. desde agosto de 2006 e da Transmissora do
Atlântico de Energia Elétrica S.A. – TAESA de novembro de 2009 a dezembro de 2009. Presidente do Conselho de Administração da Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. desde novembro de 2009.
Presidente do Conselho de Administração Central Hidrelétrica Pai Joaquim S.A de dezembro 2005 a junho de 2011 e Membro do Conselho de Administração da Parati S.A. desde abril 2011.
Carmem Lúcia Claussen Kanter - 256.191.107-10
Nascida em 05 de julho de 1950, a Sra. Kanter possui 30 anos de experiência na área financeira e 4 anos em endomarketing e comunicação interna, dos quais 25 ocupando cargos de gerência. Preside atualmente o
Conselho Deliberativo da Braslight. Presidente do Conselho Deliberativo da Braslight, é Membro do Conselho de Administração da Light , Light SESA e Light Energia e Diretora Financeira do INVESTlight - Clube de
Investimento dos Empregados da Light desde 1995. Foi Gerente de Relações com Investidores da Light, Gerente de Captação de Recursos da Nuclebrás e Gerente de Análise de Crédito Imobiliário do Banco do
Estado do Rio de Janeiro - BANERJ. No IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, foi membro do Conselho, Diretora e Presidente do IBRI-Rio. Foi Diretora Institucional Adjunta e membro do Conselho
da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento - APIMEC - RJ. Graduação: Arquiteta – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Administração Financeira –
PLANFAP – MME; MBA Marketing 2001 – COPPEAD.
Carlos Alberto da Cruz - 374.729.257-72
Nascido em 1950, possui trina e oito anos de experiência adquirida em Sistemas Elétricos de Potência,atuando nas áreas de projetos e construção de subestações e Linhas de Transmissão.Atuação na área de
engenharia elétrica,sendo responsável pelo acompanhamento de vários projetos de subestações e gerente de empreendimentos da Gerência de Projetos e Construção de Subestações e Linhas de Transmissão da
Light S.E.S.A; Acompanhamento do processo de compra de equipamentos elétricos que serão instalados nas subestações da Light;Participa da aprovação de projetos e construção de subestações na classe de 138KV
de grandes clientes da Light;Auditor Líder Ambiental no processo de certificação dos sites da Light ( SGA );Representante da Light no Grupo de Trabalho do Ministério de Minas e Energia que trata da regulamentação
da Lei que estabelece os limites de campos elétricos e magnéticos,emitidos pelos sistemas elétricos de potência;Participou do Grupo de Trabalho,como representante dos empregados,que criou o Programa de
Responsabilidade Social Mundial da EDF,adotado pela Light;Diretor do Sindicato dos Engenheiros a quatro mandatos;Conselheiro eleito no CREA RJ;Participação nas negociações de Acordos Coletivos de Trabalho e
do Comitê Permanente de Prevenção de Acidentes da Light. FORMAÇÃO : Engenharia Elétrica – Universidade de Coimbra /Universidade Veiga de Almeida e Eletrotécnico – Escola Técnica Federal.
Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade da Região de Joinville – Univille, com especialização (MBA) em Negócios Internacionais, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE e em
Gestão Avançada de Negócios, pelo Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração – INEPAD e Universidade Federal do Mato Grosso – UFMTM, atualmente o Sr. Carlos Decézaro é Superintendente Regional do
Banco do Brasil em São Paulo-SP, onde é responsável pela coordenação dos processos de vendas, atendimento e gestão das agências de varejo da jurisdição. 
 
Nos últimos cinco anos atuou como Superintendente Regional do banco do Brasil em São Paulo-SP, como Superintendente do Estado do Piauí, bem como representação institucional do Banco perante todos os
intervenientes da jurisdição, como por exemplo, poderes executivo, legislativo e Judiciário, associações, entidades, etc. Foi, ainda, Gerente Executivo da Diretoria de Varejo, responsável pelas áreas de distribuição de
fundos de investimentos e gestor dos produtos de captação (depósitos a vista, depósitos a prazo e poupança), e dos produtos conta corrente e tarifas do Banco, com abrangência Nacional e Gerente Executivo da
Diretoria de Distribuição de São Paulo, responsável pela gestão da área administrativa da rede de agências de varejo do Banco no Estado de São Paulo, como por exemplo, atendimento, compliance, controles
internos, inadimplência, perdas operacionais, comunicação interna e externa, geração de informações, etc.
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Humberto Eustáquio César Mota - 002.067.766-91
Wilson Borrajo Cid - 012.340.996-91
Nascido em 08 de agosto de 1940. Jornalista, trabalhou no período de 2003 a 2010 na Organização Panorama de Comunicação, como redator, colunista político e editor-chefe. Na Rádio Panorama, trabalhou como
Produtor e Apresentador. Atuou no Sistema Regional de Comunicação, como Redator e Editor Político (Diário Regional) e como Membro participante de programa de debates nas Tvs Tiradentes e Educativa. Foi
Diretor de sucursais e redator do Jornal Estado de Minas, Hoje em Dia e O Tempo. Trabalhou por 19 anos no Jornal O Globo como Redator correspondente na Zona da Mata. Foi Diretor de Promoções do
Departamento de Turismo da Prefeitura de Juiz de Fora, Secretário Geral da Associação do Museu Mariano Procópio em Juiz de Fora, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora, Presidente do
Instituto Cultural Santo Tomás de Aquino de Juiz de Fora e Membro do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico.
Raul Belens Jungmann Pinto - 244.449.284-68
O Sr. Jungmann nasceu em 03 de abril de 1952. Consultor Empresarial, Membro do Conselho de Administração da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo e Membro do Conselho de Administração da
Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo - PRODAM. Atuou como Secretário de Planejamento do Governo do Estado de Pernambuco de 1990 a 1991, - Secretário-Executivo
do Ministério do Planejamento e Orçamento e Gestão da Presidência da República – 1993/1994, - Membro do Conselho Monetário Nacional, CMN de 1993 a 1994. Foi Presidente do Conselho de Administração do
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES no período de 1993 a 1994 e Vice-Presidentes do Conselho de Administração do Banco do Brasil S.A. também no período de 1993 a 1994. Atuou,
como- Presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, IBAMA de 1995 a 1996, Ministro de Estado Extraordinário de Política Fundiária e Presidente do Instituto Nacional de
Reforma Agrária, INCRA de 1996 a1999, no período de 2008 a 2010, como Presidente da Frente Parlamentar da Defesa Nacional. Foi Vice-Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional no
período de 2009 a 2010. No período de 2003 a 2010 foi Deputado Federal pelo Estado de Pernambuco. Atuou como Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, de Fevereiro de
2008 a Fevereiro de 2009. Foi Secretário Geral da “Frente Brasil sem Armas” – referendo sobre a comercialização de armas e munições. Membro do Conselho de Administração da PRODAM, São Paulo 2001/2012 e -
Membro do conselho de Administração da CET, São Paulo – 2011/12. É Diretor geral da Fundação Instituto Astrojildo Pereira.
Sérgio Alair Barroso - 609.555.898-00
Nascido em 9 de setembro de 1949. Economista, Mineiro de Cipotânea, o Sr. Sergio Barroso é formado pela Universidade São Lucas, em São Paulo. É Mestre em Economia Internacional pela Universidade de Boston,
nos Estados Unidos, com especialização em Administração de Empresas pela Universidade de Michigan, Gerenciamento de Executivos pela Universidade Columbia, bem como diversos cursos em Administração e
Execução no Brasil. Economista, Foi o primeiro brasileiro a ocupar a Presidência da Cargill Agricola S/A e da Fundação Cargill no Brasil, depois de integrar os quadros da Light e da Bunge. Mineiro de Cipotânea,
Sergio Barroso é Cursado em Economia Internacional pela Universidade de Boston/EUA, especialização em Administração de Empresas pela Universidade de Michigan/EUA, Gerenciamento de Executivos pela
Universidade Columbia/EUA. Foi Presidente do Conselho de Administração da Fostestil, Ultrafertil e Fertifos, o maior conglomerado de empresas de fertilizantes do Brasil. Foi membro do Conselho Superior da FIESP,
da ABIA, Vice Presidente do Conselho da Amcham e Presidente da ABIOVE e organizações internacionais Após 37 anos na iniciativa privada se aposentou e assumiu por dois anos a Secretaria de Estado de
Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Foi Presidente do Conselho da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais (Codemig),
do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) e vice–presidente do Conselho do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). De janeiro de 2011 até julho de 2012, foi Secretario da
Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo para Minas Gerais. Atualmente preside o Conselho de Administração da Light S/A. É tambem membro do conselho de administração da Algar, membro do
conselho de administração do Banco triangulo (Tribanco), vice presidente das Holdings Almar Participações e Almar Financeira e socio-fundador da empresa Aguasanta Associados.
José Augusto Gomes Campos - 505.516.396-87
Nascido em 02 de Dezembro de 1964, o Sr. Campos formou-se em Física pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp. Possui 25 anos de experiência no Nacional e Internacional mercados financeiros,
atuando em empresas e instituições financeiras, 17 anos de experiência em desenvolvimento de negócios / gestão de projetos de serviços públicos / concessões de infra-estrutura e privatizações. Principais setores
são: transporte (rodovias, aeroportos e portos), energia (eletricidade e gás) e água / saneamento. Foi eleito como membro Suplente do Conselho de Administração da Andrade Gutierrez Concessões, sociedade
responsável pelo setor de concessões públicas do grupo Andrade Gutierrez. Desde 2009, é Gerente de Projetos da Andrade Gutierrez Concessões. Entre 2006 e 2008, atuou como Diretor de Project Finance da
Corporación Quiport S.A., concessionária do Aeroporto Internacional de Quito. Há 18 anos, atua no setor de infra estrutura, tendo trabalhado nos setores de Rodovias (AG Concessões e CCR, entre 1995 e 2001), de
Energia (Suez-Tractebel, entre 2001 e 2006), e de Aeroportos (Quiport – Equador, e Aeris – Costa Rica). Desde março 2008, atua como representante da AG Concessões no Conselho de Administração da
Corporación Quiport S.A. Desde dezembro 2011, é membro suplente do Conselho de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, e Membro Suplente do Conselho Fiscal da CCR S.A
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O Sr. Mota, nasceu em 18 de agosto de 1946. Advogado formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Administrador formado pelo Curso Superior de Administração de Empresas da Faculdade de Ciências
Administrativas da Universidade de Negócios e Administração do Estado de Minas Gerais. Participou do V Programa de Desenvolvimento de Executivos de Alto Nível da Escola de Administração Empresarial da
Universidade de Western-Ontário, Canadá. Desde 2006 é Presidente da Dufry do Brasil Duty Free Shop Ltda. É Vice-Presidente das Empresas Brasif, membro dos boards das empresas Brasif, membro do Conselho
de Administração das empresas Light S/A e Light-Serviços de Eletricidade S.A., Presidente do Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro - ACRJ, Presidente da Associação Nacional das Empresas
Concessionárias de Aeroportos Brasileiros - ANCAB, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República - CDES, reconduzido pela Presidenta da República Dilma Rousseff,
membro do Conselho Temático de Infra-estrutura da Confederação Nacional da Indústria - COINFRA, membro do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, membro do Conselho do Instituto
Alethéia, membro do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro e sócio da César Mota Advogados e da Consultrade Assessoria Empresarial Ltda. De 2005 a 2009, foi Presidente
da Brasif Duty Free Shop Ltda, Presidente e Chairman da Dufry South America. Profissionalmente, iniciou sua carreira empresarial na Brascan como Assistente da Presidência, sendo, sucessivamente, Diretor-Adjunto
de Desenvolvimento, Diretor Executivo, Vice-Presidente de Desenvolvimento Corporativo, Vice-Presidente Executivo e Vice-Chairman da Brascan Brasil e Presidente da Brascan Participações. Em maio de 2011, foi
escolhido Personalidade Cidadania 2011, Prêmio concedido pelo Centro de Informação das Nações Unidas, Associação Brasileira de Imprensa e Folha Dirigida, por 5.728 líderes comunitários, através de eleição direta
e secreta. Na área governamental, foi Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro, Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Chefe de Gabinete da Secretaria
de Planejamento do Governo do Estado de Minas Gerais, Assessor Especial do Ministro de Estado da Fazenda, Presidente do Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro, fundador e Presidente da Agência Rio –
Promoção, Desenvolvimento e Meio Ambiente e Presidente do Conselho de Administração da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro. Nas atividades classista-comunitárias, exerceu, entre outras
a Presidência da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Secretário Geral e Vice-Presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, Vice-
Presidente do Centro Industrial do Rio de Janeiro, Membro do Conselho Deliberativo do Sebrae-RJ, Conselheiro do Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas e do Conselho de Desenvolvimento da
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Gama Filho e Estácio de Sá. 
Membro do Conselho do Instituto Jornada Mundial da Juventude a convite de D.Orani João Tempesta, O.Cist. Arceboispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Presidente do Instituto Jornada Mundial da Juventude;
Participou das reuniões do Rio+20 integrado a Delegação do CEDES em junho de 2012. Participa, dentre outras atividades comunitárias, da mesa diretora da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, do Centro
de Integração Empresa Escola e do Rotary Club.
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A empresa não possui comitês.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de
remuneração
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12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas
suportadas pelos administradores
12.11. Descrever as disposições de quaisquer acordos, inclusive apólices de
seguro, que prevejam o pagamento ou o reembolso de despesas suportadas pelos
administradores, decorrentes da reparação de danos causados a terceiros ou ao
emissor, de penalidades impostas por agentes estatais, ou de acordos com o
objetivo de encerrar processos administrativos ou judiciais, em virtude do
exercício de suas funções

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

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12.12 - Outras informações relevantes
12.12. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
Cargo ocupado no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades pelos membros do conselho de
administração da Light S.E.S.A

Titulares:
1- Sergio Alair Barroso
Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Governo do Estado de Minas Gerais.

2 - Humberto Eustáquio César Mota
Participa da mesa diretora da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro , do CIEE e do Rotary
Club. Desde 2006 é Presidente da Dufry do Brasil Duty Free Shop Ltda. É vice presidente das
Empresas Brasif, presidente do Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro –
ACRJ, Presidente da Associação Nacional das Empresas Concessionárias de Aeroportos Brasileiro –
ANCAB, membro do CDES , membro dos boards das empresas Brasif, membro do Conselho
Temático de Infra-estrutura da Confederação Nacional da Industria – COINFRA, membro do Conselho
Consultivo da ANAC, Diretor da Câmara do Comércio Americana para o Brasil, membro do Conselho
do Instituto Alethéia, membro do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do
Rio de Janeiro e sócio da César Mota Advogados e da Consultrade Assessoria Empresarial Ltda.

3 - Raul Belens Jungmann Pinto
Consultor Empresarial, Membro do Conselho de Administração da CET, São Paulo e Membro do
conselho de Administração da PRODAM, São Paulo.

4 - Maria Estela Kubitscheck Lopes
Atua como membro do Conselho Administração da Companhia Energética de Minas Gerais de 2003 a
2012; da Cemig Distribuição S.A. e Cemig Geração e Transmissão S.A., de 2004 a 2012; foi Vice-
Presidente da Fundação Casa Santa Ignezrais; membro do Conselho Cultural da Arquidiocese do Rio
de Janeiro, membro do Conselho Cultural do Instituto Light, membro do Conselho da ABBR-
Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação; além de Vice-Presidente da ABRAG-RJ -
Associação Brasileira dos Amigos Familiares e Portadores de Glacoma, Presidente do Instituto
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12.12 - Outras informações relevantes
"Pensando o Brasil" e Vice-Presidente da Fundação Casa Santa Ignez (no momento Vice-Presidente
do Conselho).

5 - Djalma Bastos de Morais
Diretor Presidente e Vice Presidente do Conselho de Administração da Companhia Energética de
Minas Gerais S.A. – Cemig desde janeiro de 1999; Diretor Presidente da Cemig Geração e
Transmissão S.A.. e da Cemig Distribuição S.A. desde setembro de 2004; Vice Presidente do
Conselho de Administração da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e Transmissão S.A.
desde dezembro de 2004; Presidente do Conselho de Administração da Transmissora Aliança de
Energia Elétrica S.A. desde novembro de 2009.

6 – José Carlos Aleluia Costa
Não ocupa nenhum cargo no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos executivos
de outras sociedades controladas, controladoras ou fornecedoras e clientes.

7 – Fabiano Macanhan Fontes
Não ocupa nenhum cargo no conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos executivos
de outras sociedades controladas, controladoras ou fornecedoras e clientes.

8 - Luiz Carlos da Silva Cantídio Junior
Atualmente, responde pela área de Equity Investments, é Diretor Presidente da
Santander Participações S.A. e faz parte dos conselhos de administração das empresas TAESA –
Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., Sete Brasil Participações S.A., Enesa Participações
S.A., Corporación Sidenor S.A., Brasil/CT Comércio e Turismo S.A. e ODC-Ambievo Tecnologia e
Inovação Ambiental S.A..

9 - Guilherme Narciso de Lacerda
Atualmente é Diretor no BNDES.

10 - David Zylbersztajn
Sócio diretor da DZ Negócios com Energia, empresa de elaboração de estudos e projetos relativos as
setor energético.
PÁGINA: 276 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes

11 - Carlos Alberto da Cruz
É representante da Light no Grupo de Trabalho do Ministério de Minas Energia que trata da
regulamentação da Lei que estabelece os limites de Campos Elétricos e Magnéticos, emitidos pelos
sistemas elétricos de Potência.

Suplentes:
1 - Luiz Fernando Rolla
Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações da
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig, da Cemig Distribuição S.A. e da Cemig Geração e
Transmissão S.A. desde 09-01-2007.

2 - César Vaz de Melo Fernandes
Atualmente trabalha como Superintendente de Desenvolvimento de Negócios na Companhia
Energética de Minas Gerais – Cemig.

3 - Fernando Henrique Schuffener
É desde 2010 diretor de Diretor de Desenvolvimento de Negócios, foi diretor de
Distribuição e Comercialização da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig e da Cemig
Distribuição S.A. e Diretor da Cemig Geração e Transmissão S.A. É membro do Conselho de
Administração da Cemig, do Conselho de Administração da Cemig Telecomunicações S.A. e da
Companhia de Gás de Minas Gerais – Gasmig.

4 - Carmen Lúcia Claussen Kanter
Atualmente, não ocupa cargo em conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades.

5 - Wilson Borrajo Cid
Atualmente, não ocupa cargo em conselho de administração, conselho fiscal, comitê e órgãos
executivos de outras sociedades ou entidades.

6 - José Augusto Gomes Campos
PÁGINA: 277 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
12.12 - Outras informações relevantes
Desde 2009, Sr. Campos é Gerente de Desenvolvimento de Projetos da Andrade Gutierrez
Concessões, sociedade responsável pelo setor de concessões públicas do grupo Andrade Gutierrez.

7 – Carlos Antonio Decezaro
É Superintendente Regional do Banco do Brasil em São Paulo-SP, onde é responsável pela
coordenação dos processos de vendas, atendimento e gestão das agências de varejo da jurisdição.

8 – Marcelo Pedreira de Oliveira
Desde 2006 até o momento tem trabalhado no Grupo FIP Brasil Energia como
Presidente da Integração Transmissora de Energia S.A, da Termelétrica Viana S.A e da PCH Braço.
É membro efetivo do Conselho de Administração das seguintes empresas: Cemig, Eletronet, Way
Brasil, Consórcio Aimorés, AES Communications Rio, Intesa, Tevisa e PCH Rio do Braço e
Presidente do Conselho Fiscal da Eletropaulo.

9 - Jalisson Lage Maciel
É atualmente Assessor da Diretoria do BNDES desde março de 2012.

10 - Almir José dos Santos
Diretor Financeiro da Eletronorte, Presidente da Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras
(Caeeb), Assessor do Presidente da Eletrobrás, Consultor Sênior de empresas privatizadas, Diretor
Financeiro da Nativa Engenharia, Diretor Administrativo e Financeiro da Fundação Eletronuclear de
Assistência Médica

11 - Magno dos Santos Filho
Secretário Geral da Federação dos Urbanitários e Diretor de Formação do Sintergia.
PÁGINA: 278 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não
estatutária
13.1 - Descrever a política ou prática de remuneração do conselho de
administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos
comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de
remuneração, abordando os seguintes aspectos: (a) objetivos da política ou prática
de remuneração; (b) composição da remuneração, indicando: (i)descrição dos
elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles; (ii) qual a proporção
de cada elemento na remuneração total; (iii) metodologia de cálculo e de reajuste
de cada um dos elementos da remuneração; (iv) razões que justificam a
composição da remuneração.


Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 279 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Bônus 0,00 3.825.577,00 3.825.577,00
Outros 285.467,00 3.419.382,00 3.704.849,00
Descrição de outras
remunerações fixas
. .
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Outros 68.602,00 3.433.754,00 3.502.356,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
. ILP
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00 0,00
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00
Remuneração variável
Observação
Nº de membros 18,58 8,00 26,58
Benefícios direto e indireto 0,00 752.560,00 752.560,00
Participações em comitês 0,00 0,00 0,00
Remuneração fixa anual
Salário ou pró-labore 1.427.333,00 4.952.746,00 6.380.079,00
Total da remuneração 1.781.402,00 16.384.019,00 18.165.421,00
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
Remuneração total prevista para o Exercício Social corrente 31/12/2014 - Valores Anuais
Nº de membros 18,58 8,00 26,58
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 0,00 0,00 0,00
Outros 198.000,00 2.281.000,00 2.479.000,00
Salário ou pró-labore 990.000,00 4.815.000,00 5.805.000,00
Benefícios direto e indireto 0,00 782.000,00 782.000,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2013 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
PÁGINA: 280 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
. .
Outros 0,00 662.000,00 662.000,00
Observação
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Cessação do cargo 0,00 478.000,00 478.000,00
Bônus 0,00 2.853.000,00 2.853.000,00
Remuneração variável
Descrição de outras
remunerações fixas
. .
Comissões 0,00 0,00 0,00
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Total da remuneração 1.188.000,00 11.871.000,00 13.059.000,00
Bônus 0,00 3.272.000,00 3.272.000,00
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações fixas
- -
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00 0,00
Outros 0,00 0,00 0,00
Nº de membros 17,67 8,25 25,92
Remuneração variável
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 199.000,00 0,00 199.000,00
Outros 0,00 2.376.000,00 2.376.000,00
Salário ou pró-labore 995.000,00 4.455.000,00 5.450.000,00
Benefícios direto e indireto 0,00 905.000,00 905.000,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2012 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
PÁGINA: 281 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Observação O número de membros do órgão foi
apurado de forma a corresponder a
média anual do número de membros
apurados mensalmente.
O número de membros do órgão
foi apurado de forma a
corresponder a média anual do
número de membros apurados
mensalmente.
Cessação do cargo 0,00 781.000,00 781.000,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
- -
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Total da remuneração 1.194.000,00 11.789.000,00 12.983.000,00
Bônus 0,00 1.490.000,00 1.490.000,00
Participação de resultados 0,00 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações fixas
. .
Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00
Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00
Descrição de outras
remunerações variáveis
. ILP
Pós-emprego 0,00 0,00 0,00
Comissões 0,00 0,00 0,00
Outros 0,00 4.624.000,00 4.624.000,00
Baseada em ações 0,00 0,00 0,00
Nº de membros 16,58 7,75 24,33
Remuneração variável
Observação O número de membros do órgão foi
apurado de forma a corresponder a
média anual do número de membros
apurados mensalmente.
O número de membros do órgão
foi apurado de forma a
corresponder a média anual do
número de membros apurados
mensalmente.
Remuneração fixa anual
Participações em comitês 0,00 0,00 0,00
Outros 0,00 0,00 0,00
Salário ou pró-labore 899.000,00 3.687.000,00 4.586.000,00
Benefícios direto e indireto 0,00 554.000,00 554.000,00
Total da remuneração 899.000,00 10.355.000,00 11.254.000,00
Remuneração total do Exercício Social em 31/12/2011 - Valores Anuais
Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total
PÁGINA: 282 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho
fiscal
13.3 - Em relação à remuneração variável dos 3 últimos exercícios sociais e à
prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria
estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo
1
.

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
PÁGINA: 283 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria
estatutária
13.4 - Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária, em vigor no último exercício social e
previsto para o exercício social corrente, descrever:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 284 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por
administradores e conselheiros fiscais - por órgão
13.5. Informar a quantidade de ações ou cotas direta ou indiretamente detidas, no
Brasil ou no exterior, e outros valores mobiliários conversíveis em ações ou cotas,
emitidos pelo emissor, seus controladores diretos ou indiretos, sociedades
controladas ou sob controle comum, por membros do conselho de administração,
da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, na data de
encerramento do último exercício social
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, quando uma mesma pessoa for membro do conselho de
administração e da diretoria, os valores mobiliários por ela detidos devem ser divulgados
exclusivamente no montante de valores mobiliários detidos pelos membros do conselho de
administração.
PÁGINA: 285 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria
estatutária
13.6. Em relação à remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3
últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho
de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte
conteúdo
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.



1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
PÁGINA: 286 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e
pela diretoria estatutária
13.7. Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria
estatutária ao final do último exercício social, elaborar tabela com o seguinte
conteúdo
1
:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.


1
Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do
conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que
também façam parte daquele órgão.
PÁGINA: 287 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do
conselho de administração e da diretoria estatutária
13.8. Em relação às opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração
baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3
últimos exercícios sociais, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 288 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a
13.8 - Método de precificação do valor das ações e das opções
13.9. Descrição sumária das informações necessárias para a compreensão dos
dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8, tal como a explicação do método de
precificação do valor das ações e das opções, indicando, no mínimo:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 289 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de
administração e aos diretores estatutários
13.10. Em relação aos planos de previdência em vigor conferidos aos membros do
conselho de administração e aos diretores estatutários, fornecer as seguintes
informações em forma de tabela:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 290 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Valor da menor
remuneração(Reais)
Valor da maior
remuneração(Reais)
Valor médio da
remuneração(Reais)
Valores anuais
Nº de membros
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
PÁGINA: 291 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de
destituição do cargo ou de aposentadoria
13.12. Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos
que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os
administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando
quais as consequências financeiras para o emissor

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 292 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do
conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores
13.13. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar o percentual da
remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado do emissor referente a
membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho
fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos,
conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto
Não há.

PÁGINA: 293 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por
órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam
13.14. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos
no resultado do emissor como remuneração de membros do conselho de
administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão,
por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e
serviços de consultoria ou assessoria prestados

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 294 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
13.15. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos
no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle
comum e de controladas do emissor, como remuneração de membros do conselho
de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal do emissor,
agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais
indivíduos

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria “B”.

PÁGINA: 295 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
13.16 - Outras informações relevantes
13.16. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações.

PÁGINA: 296 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
14.1 - Descrição dos recursos humanos
14.1. Descrever os recursos humanos do emissor, fornecendo as seguintes
informações:

a. número de terceirizados (total, por grupos com base na atividade
desempenhada e por localização geográfica)
Não se aplica.
c. índice de rotatividade
Não se aplica.
d. exposição do emissor a passivos e contingências trabalhistas
Não se aplica.

PÁGINA: 297 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos
14.2. Comentar qualquer alteração relevante ocorrida com relação aos
números divulgados no item 14.1 acima
Não se aplica.

PÁGINA: 298 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados
14.3. Descrever as políticas de remuneração dos empregados do emissor,
informando:
a. política de salários e remuneração variável
Não se aplica.
b. política de benefícios
Não se aplica.
c. características dos planos de remuneração baseados em ações dos
empregados não-administradores, identificando:
i. grupos de beneficiários
ii. condições para exercício
iii. preços de exercício
iv. prazos de exercício
v. quantidade de ações comprometidas pelo plano
Não se aplica.


PÁGINA: 299 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos
14.4. Descrever as relações entre o emissor e sindicatos
Não se aplica.



PÁGINA: 300 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
203.934.060.011 100,000000% 0 0,000000% 203.934.060.011 100,000000%
AÇÕES EM TESOURARIA - Data da última alteração:
0 0,000000% 0 0,000000% 0 0,000000%
OUTROS
0 0,000000% 0 0,000000% 0 0,000000%
Light S.A.
03.378.521/0001-75 Brasileira-RJ Sim Sim 30/06/2010
203.934.060.011 100,000000% 0 0,000000% 203.934.060.011 100,000000%
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
Acionista
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Detalhamento por classes de ações (Unidades)
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
PÁGINA: 301 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
11.429.117/0001-01 Brasileira Não Não 30/06/2010
Luce Empreendimentos e Participações S.A. (LEPSA)
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
26.576.149 13,031736 0 0,000000 26.576.149 13,031736
TOTAL 0 0.000000
17.155.730/0001-64 Brasileira-MG Não Não 30/06/2010
53.152.298 26,063473 0 0,000000 53.152.298 26,063473
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG)
TOTAL 0 0.000000
00.383.281/0001-09 Brasileira Não Não 16/04/2012
BNDESPAR
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
21.366.808 10,477312 0 0,000000 21.366.808 10,477312
TOTAL 0 0.000000
Não Não 31/12/2011
Alliance Bernstein L.P.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
10.413.567 5,106340 0 0,000000 10.413.567 5,106340
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Light S.A. 03.378.521/0001-75
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 302 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
203.934.060 100,000000 0 0,000000 203.934.060 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0.000000
07.925.628/0001-47 Brasileira-RJ Não Não 30/06/2010
RME – Rio Minas Energia Participações S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
26.576.150 13,031737 0 0,000000 26.576.150 13,031737
OUTROS
65.849.088 32,289402 0 0,000000 65.849.088 32,289402
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Light S.A. 03.378.521/0001-75
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 303 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
Brasileira Não Não 30/06/2010
União
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
6.273.711.452 100,000000 0 0,000000 6.273.711.452 100,000000
TOTAL
6.273.711.452 100,000000 0 0,000000 6.273.711.452 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BNDESPAR 00.383.281/0001-09
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 304 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
18.715.615/0001-60 Brasileira-MG Sim Sim 30/06/2010
Estado de Minas Gerais e outras Entidades do Estado
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
214.414.739 50,958347 0 0,000000 214.414.739 22,272867
TOTAL 0 0,000000
0 0,000000 50.931.874 9,398626 50.931.874 5,290676
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BlackRock Inc.
Norte Americana Não Não 30/04/2013
TOTAL 0 0.000000
11.221.326/0001-65 Brasileira-MG Não Não 30/06/2010
Andrade Gutierrez (AGC) Energia S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
138.700.848 32,963993 0 0,000000 138.700.848 14,407897
TOTAL 0 0,000000
17.155.730/0001-64 Brasileira Não Não 31/12/2011
Ações em tesouraria
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 410.396 0,075732 410.396 0,042631
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 305 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
420.764.708 100,000000 541.907.677 100,000000 962.672.385 100,000000
OUTROS
45.538.167 10,822715 490.565.407 90,525642 536.103.574 55,689098
TOTAL 0 0.000000
08.196.003/0001-54 Brasileira-RJ Não Não 30/04/2013
FIA Dinâmica Energia
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
22.110.954 5,254945 0 0,000000 22.110.954 2,296831
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 306 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
177.328.393 100,000000 0 0,000000 177.328.393 100,000000
TOTAL 0 0.000000
10.478.616/0001-26 Brasileira Não Não 12/07/2012
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
177.328.389 99,999998 0 0,000000 177.328.389 99,999998
OUTROS
4 0,000002 0 0,000000 4 0,000002
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Luce Empreendimentos e Participações S.A. (LEPSA) 11.429.117/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 307 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
709.309.572 100,000000 0 0,000000 709.309.572 100,000000
TOTAL 0 0.000000
12.126.500/0001-53 Brasileira Não Sim 30/06/2010
Redentor Energia
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
709.309.572 100,000000 0 0,000000 709.309.572 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
RME – Rio Minas Energia Participações S.A. 07.925.628/0001-47
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 308 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
203.826.816 100,000000 203.826.816 100,000000 407.653.632 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0,000000
11.547.888/0001-01 Brasileira-RJ Sim Sim 23/05/2011
Redentor Fundo de Investimento em Participações
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 203.826.816 100,000000 305.740.224 75,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
17.155.730/0001-64 Brasileira-MG Sim Sim 23/05/2011
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 0 0,000000 101.913.408 25,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica 10.478.616/0001-26
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 309 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
108.480.828 100,000000 0 0,000000 108.480.828 100,000000
TOTAL 0 0.000000
10.478.616/0001-26 Brasileira Não Sim 23/05/2011
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
105.019.680 96,810000 0 0,000000 105.019.680 96,810000
OUTROS
3.461.148 3,190000 0 0,000000 3.461.148 3,190000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Energia 12.126.500/0001-53
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 310 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
18.715.615/0001-60 Brasileira-MG Sim Sim 30/04/2013
Estado de Minas Gerais e outras Entidades do Estado
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
214.414.739 50,958347 0 0,000000 214.414.739 22,272867
TOTAL 0 0,000000
0 0,000000 50.931.874 9,398626 50.931.874 5,290676
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BlackRock Inc.
Norte Americana Não Não 30/04/2013
TOTAL 0 0.000000
11.221.326/0001-65 Brasileira-MG Sim Não 30/06/2010
Andrade Gutierrez (AGC) Energia S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
138.700.848 32,963993 0 0,000000 138.700.848 14,407897
TOTAL 0 0,000000
MG Não Não 27/04/2012
Ações em Tesouraria
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 410.396 0,075732 410.396 0,042631
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 311 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
420.764.708 100,000000 541.907.677 100,000000 962.672.385 100,000000
OUTROS
45.538.167 10,822715 490.565.407 90,525642 536.103.574 55,689098
TOTAL 0 0.000000
08.196.003/0001-54 Brasileira-RJ Não Não 30/04/2013
FIA Dinâmica Energia
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
22.110.954 5,254945 0 0,000000 22.110.954 2,296831
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 312 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
203.826.816 100,000000 203.826.816 100,000000 407.653.632 100,000000
TOTAL
TOTAL 0 0,000000
11.547.888/0001-01 Brasileira-RJ Sim Sim 23/05/2011
Redentor Fundo de Investimento em Participações
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 203.826.816 100,000000 305.740.224 75,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
TOTAL 0 0.000000
17.155.730/0001-64 Brasileira-MG Sim Sim 23/05/2011
Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
101.913.408 50,000000 0 0,000000 101.913.408 25,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica 10.478.616/0001-26
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 313 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
24.933.830/0001-30 Brasileira Não Não 23/05/2011
BB Banco de Investimento S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Banco Votorantim S.A.
59.588.111/0001-03 Brasileira Não Não 23/05/2011
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
90.400.888/0001-42 Brasileira Não Não 23/05/2011
Banco Santander (Brasil) S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
30.306.294/0001-45 Brasileira Não Não 23/05/2011
Banco BTG Pactual S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
142 14,200000 0 0,000000 142 14,200000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 314 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
997 100,000000 0 0,000000 997 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 315 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
05.395.883/0001-08 Brasileira-RJ Não Não 16/01/2013
Fundos de Investimento Opportunity
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
23.280.455 1,674044 46.560.910 3,516072 69.841.365 2,572519
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BTG Pactual Holding S.A.
10.923.227/0001-62 Brasileira-RJ Sim Não 30/04/2012
1.152.580.102 82,879401 848.048.204 64,040815 2.000.628.306 73,690621
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Beryl County LLP
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
17.620.467 1,267047 35.240.934 2,661238 52.861.401 1,947083
TOTAL 0 0,000000
857.454.487-68 Brasileira-RJ Sim Sim
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
9.996.666 0,718837 19.993.332 1,509807 29.989.998 1,104644
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 316 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Sim Não 31/12/2011
Rendefeld S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.552.227 0,111617 3.104.454 0,234435 4.656.681 0,171523
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Pacific Mezz Investco S.À.R.L.
Sim Não 31/12/2011
17.620.467 1,267047 35.240.934 2,661238 52.861.401 1,947083
OUTROS
132.328.673 9,515452 264.657.346 19,985741 396.986.019 14,622479
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Ontario Teachers Pension Plan Board
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
16.580.311 1,192252 33.160.622 2,504142 49.740.933 1,832145
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Hanover Investments (Luxembourg) S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
12.479.912 0,897402 24.959.824 1,884855 37.439.736 1,379045
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 317 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
1.390.671.404 100,000000 1.324.230.808 100,000000 2.714.902.212 100,000000
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Sierra Nevada Investments LLC
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
6.632.124 0,476901 13.264.248 1,001657 19.896.372 0,732858
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Rendefeld S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.552.227 0,111617 3.104.454 0,234435 4.656.681 0,171523
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 318 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
18.715.615/0001-60 Brasileira-MG Sim Sim 30/04/2013
Estado de Minas Gerais e outras Entidades do Estado
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
214.414.739 50,958347 0 0,000000 214.414.739 22,272867
TOTAL 0 0,000000
0 0,000000 50.931.874 9,398626 50.931.874 5,290676
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BlackRock, Inc.
Norte Americana Não Não 30/04/2013
TOTAL 0 0.000000
11.221.326/0001-65 Brasileira-MG Sim Não 30/06/2010
Andrade Gutierrez (AGC) Energia S.A
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
138.700.848 32,963993 0 0,000000 138.700.848 14,407897
TOTAL 0 0,000000
Não Não
Ações em Tesouraria
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
0 0,000000 410.396 0,075732 410.396 0,042631
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 319 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
420.764.708 100,000000 541.907.677 100,000000 962.672.385 100,000000
OUTROS
45.538.167 10,822715 490.565.407 90,525642 536.103.574 55,689098
TOTAL 0 0.000000
08.196.003/0001-54 Brasileira-RJ Não Não 30/04/2013
FIA Dinâmica Energia
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
22.110.954 5,254945 0 0,000000 22.110.954 2,296831
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig 17.155.730/0001-64
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 320 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0.000000
24.933.830/0001-30 Brasileira Não Não 23/05/2011
BB Banco de Investimento S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Banco Votorantim S.A.
59.588.111/0001-03 Brasileira Não Não 23/05/2011
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
90.400.888/0001-42 Brasileira Não Não 23/05/2011
Banco Santander (Brasil) S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
285 28,600000 0 0,000000 285 28,600000
TOTAL 0 0.000000
30.306.294/0001-45 Brasileira Não Não 23/05/2011
Banco BTG Pactual S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
142 14,200000 0 0,000000 142 14,200000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 321 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
997 100,000000 0 0,000000 997 100,000000
OUTROS
0 0,000000 0 0,000000 0 0,000000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Redentor Fundo de Investimento em Participações 11.547.888/0001-01
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 322 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL 0 0,000000
05.395.883/0001-08 Brasileira-RJ Não Não 16/01/2013
Fundo de Investimento Opportunity
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
23.280.455 1,674044 46.560.910 3,516072 69.841.365 2,572519
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
BTG Pactual Holding S.A.
10.923.227/0001-62 Brasileira-RJ Sim Sim 30/04/2012
1.152.580.102 82,879401 848.048.204 64,040815 2.000.628.306 73,690621
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Beryl County LLP
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
17.620.467 1,267047 35.240.934 2,661238 52.861.401 1,947083
TOTAL 0 0,000000
857.454.487-68 Brasileira-RJ Sim Sim
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
9.996.666 0,718837 19.993.332 1,509807 29.989.998 1,104644
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 323 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Sim Não 31/12/2011
Rendefeld S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.552.227 0,111617 3.104.454 0,234435 4.656.681 0,171523
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Pacific Mezz Investco S.À.R.L.
Sim Não 31/12/2011
17.620.467 1,267047 35.240.934 2,661238 52.861.401 1,947083
OUTROS
132.328.673 9,515452 264.657.346 19,985741 396.986.019 14,622479
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Ontario Teachers Pension Plan Board
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
16.580.311 1,192252 33.160.622 2,504142 49.740.933 1,832145
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Hanover Investments (Luxembourg) S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
12.479.912 0,897402 24.959.824 1,884855 37.439.736 1,379045
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 324 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
1.390.671.404 100,000000 1.324.230.808 100,000000 2.714.902.212 100,000000
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Sierra Nevada Investments LLC
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
6.632.124 0,476901 13.264.248 1,001657 19.896.372 0,732858
TOTAL 0 0,000000
Sim Não 31/12/2011
Rendefeld S.A.
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
1.552.227 0,111617 3.104.454 0,234435 4.656.681 0,171523
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
Banco BTG Pactual S.A. 30.306.294/0001-45
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 325 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
135.962.478-37 Brasileira-SP Não Não
Roberto Balls Sallouti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
35.205.265 7,631227 16.463.877 3,568773 51.669.142 5,600000
OUTROS
96.139.070 20,839469 412.663.623 89,450535 508.802.693 55,145825
TOTAL 0 0,000000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Marcelo Kalim
185.178.498-50 Brasileira-SP Não Não
35.205.264 7,631227 16.463.878 3,568773 51.669.142 5,600000
TOTAL 0 0,000000
170.071.038-98 Brasileira-RJ Não Não
James Marcos de Oliveira
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
34.544.889 7,488081 15.740.260 3,411919 50.285.149 5,449177
TOTAL 0 0.000000
857.454.487-68 Brasileira-RJ Não Sim
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
260.237.168 56,409996 0 0,000000 260.237.168 28,204998
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Holding S.A. 10.923.227/0001-62
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 326 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
461.331.656 100,000000 461.331.638 100,000000 922.663.294 100,000000
TOTAL 0 0,000000
135.962.478-37 Brasileira-SP Não Não
Roberto Balls Sallouti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
35.205.265 7,631227 16.463.877 3,568773 51.669.142 5,600000
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Holding S.A. 10.923.227/0001-62
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 327 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
135.962.478-37 Brasileira-SP Não Não
Roberto Balls Sallouti
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
35.205.265 7,631227 16.463.877 3,568773 51.669.142 5,600000
OUTROS
96.139.070 20,839469 412.663.623 89,450535 508.802.693 55,145825
TOTAL 0 0,000000
185.178.498-50 Brasileira-SP Não Não
Marcelo Kalim
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
35.205.264 7,631227 16.463.878 3,568773 51.669.142 5,600000
TOTAL 0 0,000000
170.071.038-98 Brasileira-RJ Não Não
James Marcos de Oliveira
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
34.544.889 7,488081 15.740.260 3,411919 50.285.149 5,449177
TOTAL 0 0.000000
857.454.487-68 Brasileira-RJ Não Sim
André Santos Esteves
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
260.237.168 56,409996 0 0,000000 260.237.168 28,204998
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Holding S.A. 10.923.227/0001-62
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 328 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
TOTAL
461.331.656 100,000000 461.331.638 100,000000 922.663.294 100,000000
TOTAL 0 0,000000
135.962.478-37 Brasileira-SP Não Não
35.205.265 7,631227 16.463.877 3,568773 51.669.142 5,600000
Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações %
Roberto Balls Sallouti
CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social
BTG Pactual Holding S.A. 10.923.227/0001-62
ACIONISTA
CONTROLADORA / INVESTIDORA
15.1 / 15.2 - Posição acionária
Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações %
Detalhamento de ações (Unidades)
CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração
PÁGINA: 329 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Total
0 0,000000%
Ações em circulação correspondente a todas ações do emissor com exceção das de titularidade do controlador, das pessoas a ele
vinculadas, dos administradores do emissor e das ações mantdas em tesouraria
Ações em Circulação
Quantidade preferenciais (Unidades)
0 0,000000%
Quantidade ordinárias (Unidades)
0 0,000000%
Quantidade acionistas pessoa física
(Unidades)
0
Data da última assembleia / Data da
última alteração
24/04/2014
Quantidade acionistas pessoa jurídica
(Unidades)
1
Quantidade investidores institucionais
(Unidades)
0
15.3 - Distribuição de capital
PÁGINA: 330 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
15.4 - Organograma dos acionistas
15.4 - Caso o emissor deseje, inserir organograma dos acionistas do emissor,
identificando todos os controladores diretos e indiretos bem como os acionistas
com participação igual ou superior a 5% de uma classe ou espécie de ações, desde
que compatível com as informações apresentadas nos itens 15.1 e 15.2

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.



PÁGINA: 331 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja
parte
15.5 - Com relação a qualquer acordo de acionistas arquivado na sede do emissor
ou do qual o controlador seja parte, regulando o exercício do direito de voto ou a
transferência de ações de emissão do emissor, indicar:

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da
Categoria “B”.



PÁGINA: 332 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e
administradores do emissor
15.6. Indicar alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de
controle e administradores do emissor ¹

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da
Categoria “B”.










































1
Sempre que este item for atualizado, os itens 15.3 “d” e 19.2 devem também ser atualizados.
PÁGINA: 333 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
15.7 - Outras informações relevantes
15.7. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante
O Redentor Fundo de Investimento em Participações (“FIP Redentor”) mencionado
como acionista da Parati S.A. no item 15.1/2 deste formulário é um fundo de
investimentos cujas cotas pertencem aos bancos BTG Pactual S.A., Santander Brasil
S.A., Votorantim S.A. e Banco do Brasil de Investimento S.A., tendo como
administrador, o Banco BTG Pactual S.A. onde sua posição acionária encontra-se aberta
até o nível de pessoa natural no item 15.1/2.
Segue abaixo a composição total das cotas:
Redentor Fundo de Investimento em
Participações
COTAS %
Controladores 997 100,00%
Banco BTG Pactual S.A. 142 14,24%
Banco Santander (Brasil) S.A. 285 28,59%
Banco Votorantim S.A. 285 28,59%
BB Banco de Investimento S.A. 285 28,59%

PÁGINA: 334 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de
transações com partes relacionadas
16.1. Descrever as regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização
de transações com partes relacionadas, conforme definidas pelas regras contábeis
que tratam desse assunto

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da
Categoria “B”.








































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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Objeto contrato Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Light Energia com a Light SESA
Garantia e seguros Recebíveis
Rescisão ou extinção Não há
Relação com o emissor Está sob controle comum
Natureza e razão para a operação
Light Energia 01/01/2006 137.951.000,00 28.701.000,00 0 Dez/2015 NÃO 0,000000
Objeto contrato Cobrança do encargo de uso de sistema de distribuição da Light SESA com a Light Energia
Relação com o emissor Está sob controle comum
Natureza e razão para a operação
Light Energia 01/11/2003 0,00 1.473.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Objeto contrato Referente a serviços de consultoria da Light SESA com a Axxiom
Garantia e seguros Não há
Rescisão ou extinção 30% do saldo remanescente
Axxiom 01/10/2010 0,00 5.287.000,00 0 Indeterminado SIM 0,000000
Rescisão ou extinção Não há
Relação com o emissor Participa do grupo controlador
Objeto contrato Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Light SESA com a CEMIG
Garantia e seguros Recebíveis
Natureza e razão para a operação IGP-M
CEMIG 01/01/2010 37.600.000,00 58.982.000,00 0 Dez/2039 NÃO 0,000000
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Relação com o emissor Está sob controle comum
Garantia e seguros Não há
Objeto contrato Compromisso de aluguel de imóvel da Light SESA com a Light Esco.
Rescisão ou extinção não há
Light ESCO 01/10/2007 0,00 25.000,00 0 Indeterminado SIM 0,000000
Natureza e razão para a operação Mix de taxas (6%a.a.,Libor+13/16, U$ Treasury, 8%a.a.,Libor+7/8,Cesta BNDES+4%a.a., e Libor+0,65%a.a.)
Rescisão ou extinção não há
Light Energia 01/12/2002 0,00 435.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Natureza e razão para a operação
Garantia e seguros Tesouro Nacional: Recebíveis Light Sesa; Debêntures 4ª: Recebíveis e Aval Light S/A; Debêntures 5ª: Recebíveis e Aval
Garantia e seguros Nã há
Rescisão ou extinção Não há
Objeto contrato Compromisso com encargos de uso da Rede Básica da Light Energia com Light SESA
Relação com o emissor Está sob controle comnum
Objeto contrato Empréstimos 
17.61% dos empréstimos registrados na Light SESA em contrapartida da alienação de bens e direito à Light Energia de acordo com o projeto de
desverticalização (Lei nº 10.848 de 15.03.04). A taxa de juros equivale ao mix de dívidas desta com terceiros.
Light Energia 31/12/2005 524.736.000,00 102.075.000,00 0 Jan/2015 SIM 0,000000
Garantia e seguros Não há
Rescisão ou extinção Não há
Natureza e razão para a operação
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
CEMIG 01/01/2006 614.049.000,00 229.993.000,00 0 Dez/2038 NÃO 0,000000
Natureza e razão para a operação
Objeto contrato Contrato estratégico -  
Compromisso com encargos de uso da Rede Básica da Light SESA com CEMIG
Relação com o emissor Participa do grupo controlador
Rescisão ou extinção Não há
Garantia e seguros Não há
Objeto contrato Plano Previdenciário  
Fundação de Seguridade Social - BRASLIGHT
Relação com o emissor Participa indiretamente do grupo controlador
Rescisão ou extinção não há
Garantia e seguros Recebíveis
Natureza e razão para a operação IGP-M
BRASLIGHT 01/06/2001 525.434.000,00 1.209.941.000,00 0 Jun/2026 SIM 0,000000
Natureza e razão para a operação IPCA+ 6%a.a
Rescisão ou extinção Não há
Garantia e seguros Não há
CEMIG 01/12/2002 0,00 378.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Natureza e razão para a operação
CEMIG 01/11/2003 0,00 171.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Objeto contrato Contrato estratégico -  
Cobrança do encargo de uso de sistema de distribuição da Light SESA com a CEMIG
Relação com o emissor Participa do grupo controlador
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Objeto contrato Contrato estratégico 
Aluguel de parte do edifício pertencente a Light SESA à Light Energia e plano de pensão em virtude da desverticalização do setor em 2005. O valor
atual por mês do aluguel é de R$33.000,00. O contrato é resultante da Desverticalização (Lei nº 10.848 de 15.03.2004) e prevê reajuste anual de
acordo com o IGPM.
Garantia e seguros Não há
Rescisão ou extinção Não há
Light Energia 01/01/2006 0,00 33.000,00 0 Indeterminado SIM 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
Natureza e razão para a operação IGP-M
Lightger 01/12/2010 0,00 25.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está bob controle comum
Garantia e seguros Recebíveis
Rescisão ou extinção 30% do saldo remanescente
Natureza e razão para a operação
Natureza e razão para a operação
Relação com o emissor Participa do grupo controlador
Objeto contrato Contrato estratégico -  
Contrato de compromisso de compra de energia elétrica da Light SESA com a CEMIG
Objeto contrato Contrato estratégico  
Compromisso com encargos de conexão da Light Energia com Light SESA
Garantia e seguros Não há
Rescisão ou extinção não há
Light Energia 01/12/2005 0,00 261.000,00 0 Indeterminado NÃO 0,000000
Relação com o emissor Está sob controle comum
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Garantia e seguros não há
Rescisão ou extinção não há
Natureza e razão para a operação
Objeto contrato Compromisso com encargos de uso da Rede Básica da Light SESA com a Lightger
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
Parte relacionada Data
transação
Montante envolvido
(Reais)
Saldo existente Montante (Reais) Duração Empréstimo
ou outro tipo
de divida
Taxa de
juros
cobrados
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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
16.3. Em relação a cada uma das transações ou conjunto de transações mencionados no item 16.2 acima
ocorridas no último exercício social: (a) identificar as medidas tomadas para tratar de conflitos de
interesses; e (b) demonstrar o caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou o pagamento
compensatório adequado
Os Contratos de Compra e Venda de Energia no Ambiente Regulado mencionados foram assinados em
estrita consonância com os respectivos leilões de energia, sendo que o preço é o mesmo praticado para
outras concessionárias de distribuição que adquiriram energia no mesmo leilão , bem como as condições de
pagamento.
Com relação aos Contratos de Uso do Sistema, tais contratos seguem condições estabelecidas na
regulamentação em vigor, sendo as tarifas reguladas.
Os contratos de alugueis com as empresas do Grupo, Light Energia e Light Esco relacionados foram
negociados de acordo com a taxa de atualização IGP-M.
O contrato de empréstimo relacionado com a Light Energia S.A. foi celebrado e negociado de acordo com
as condições de mercado da época.
O contrato celebrado com a Fundação Braslight visa o equacionamento do déficit técnico da Fundação,
seguindo determinação da Secretaria de Previdência Complementar.
A Companhia assinou, em 31 de dezembro de 2013, Instrumentos Particulares de Distrato mediante
quitação dos contratos para o equacionamento do déficit técnico e refinanciamento das reservas a amortizar
com a Braslight. Por meio desses Instrumentos Particulares de Distrato, foi definido o pagamento da
totalidade dos saldos devedores dos contratos, apurados em 31 de dezembro de 2013, no montante de
R$1.209.901, até o dia 14 de fevereiro de 2014, corrigidos pela variação do CDI. Em 13 de fevereiro de
2014 a Companhia concluiu a quitação pelo valor total já corrigido de R$1.213.397.

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Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Tipo de capital Capital Autorizado
09/07/2009 0,00 203.965.072.011 0 203.965.072.011
Tipo de capital Capital Integralizado
09/07/2009 2.082.364.785,47 203.934.060.011 0 203.934.060.011
09/07/2009 2.082.364.785,47 203.934.060.011 0 203.934.060.011
Tipo de capital Capital Subscrito
4°EMISSÃO DE DEBÊNTURES As debêntures podem ser convertidas até o prazo de vencimento que será até o dia 30/06/2015
09/07/2009 2.082.364.785,47 203.934.060.011 0 203.934.060.011
Tipo de capital Capital Emitido
Classe de ação preferencial
Quantidade de ações (Unidades)
Título Condições para conversão
Capital social por classe de ações
Outros títulos conversíveis em ações
17.1 - Informações sobre o capital social
Data da autorização ou
aprovação Valor do capital (Reais) Prazo de integralização
Quantidade de ações
ordinárias (Unidades)
Quantidade de ações
preferenciais (Unidades)
Quantidade total de ações
(Unidades)
PÁGINA: 342 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
17.5 - Outras informações relevantes
17.5. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Não há outras informações.

PÁGINA: 343 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de
acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública
18.2. Descrever, se existirem, as regras estatutárias que limitem o direito de
voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.

PÁGINA: 344 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou
políticos previstos no estatuto
18.3. Descrever exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos
patrimoniais ou políticos previstos no estatuto

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da Categoria
“B”.

PÁGINA: 345 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório.
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
A Companhia poderá, a seu exclusivo critério, realizar, a qualquer tempo, oferta de
resgate antecipado das Debêntures, com o consequente cancelamento de tais
Debêntures, endereçada a todos os Debenturistas, sem distinção, assegurada a
igualdade de condições a todos os Debenturistas para aceitar o resgate das Debêntures
de que forem titulares, de acordo com os termos e condições previstos abaixo ("Oferta
de Resgate Antecipado"):
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Valor total 
(Reais)
300.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
300.000
Restrição a circulação Não
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Valor mobiliário Debêntures
Restrição a circulação Não
Identificação do valor
mobiliário
Sexta Emissão de Debêntures
Data de vencimento 01/06/2011
Data de emissão 01/06/2009
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
i - hipóteses de resgate: não há, somente no vencimento. ii - fórmula de cálculo do valor
de resgate: Valor Nominal Unitário acrescido da remuneração calculada desde o último
evento de juros.
Data de emissão 02/05/2011
Identificação do valor
mobiliário
Sétima Emissão de Debêntures
Data de vencimento 02/05/2016
Valor total 
(Reais)
650.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
65.000
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório.
Valor mobiliário Debêntures
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
PÁGINA: 346 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório.
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Conversibilidade Não
Restrição a circulação Não
Possibilidade resgate Sim
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
Ver item 18.10 deste relatório.
Valor total 
(Reais)
500.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
50
Restrição a circulação Sim
Conversibilidade Não
Descrição da restrição As Notas Promissórias somente poderão ser negociadas nos mercados regulamentados
de valores mobiliários: (a) depois de decorridos 90 (noventa) dias de sua subscrição ou
aquisição pelo investidor e (b) entre investidores qualificados, conforme artigos 13 e 15
da Instrução CVM 476/09.
Valor mobiliário Nota Comercial
Valor total 
(Reais)
1.600.000.000,00
Identificação do valor
mobiliário
Segunda emissão de Nota Promissória
Data de vencimento 11/11/2013
Data de emissão 15/05/2013
Possibilidade resgate Sim
Identificação do valor
mobiliário
Nona Emissão de Debêntures
Valor mobiliário Debêntures
Data de emissão 15/06/2013
Quantidade 
(Unidades)
160.000
Data de vencimento 15/05/2023
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
Ver item 18.10 deste relatório.
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório.
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
PÁGINA: 347 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Condição da conversibilidade e
efeitos sobre o capital-social
Cada debênture convertida implicará em aumento do Capital Social .
Conversibilidade Sim
Possibilidade resgate Sim
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
Não há, somente no vencimento.

fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não amortizado acrescido
de remuneração calculada pro rata temporis desde o último evento de juros.
Valor total 
(Reais)
470.000.000,00
Quantidade 
(Unidades)
470
Restrição a circulação Não
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Valor mobiliário Debêntures
Restrição a circulação Não
Identificação do valor
mobiliário
Oitava Emissão de Debêntures
Data de vencimento 04/06/2026
Data de emissão 10/09/2012
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
A partir da completa comprovação da utilização dos recursos, por meio da entrega dos
Relatórios de Usos dos Recursos, as Debêntures poderão ser resgatadas total ou
parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia, por meio de envio ou de
publicação de comunicado aos Debenturistas, com 10 (dez) Dias Úteis de antecedência,
informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures
que serão resgatadas, (iii) qualquer outra informação relevante aos Debenturistas. O
valor de resgate não deverá ser inferior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais)
e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal, acrescido da
Remuneração e dos Encargos Moratórios, se for o caso, devidos até a data do resgate,
e de prêmio (conforme tabela abaixo) incidente sobre o Valor Nominal Unitário
atualizado, objeto do Resgate Antecipado Facultativo ("Prêmio").
Data de emissão 30/06/2005
Identificação do valor
mobiliário
Quarta Emissão de Debêntures
Data de vencimento 30/06/2015
Valor total 
(Reais)
767.252.000,00
Quantidade 
(Unidades)
767.252
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório.
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório.
Valor mobiliário Debêntures
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
PÁGINA: 348 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Data de emissão 09/05/2014
Identificação do valor
mobiliário
Décima Emissão de Debênture
Quantidade 
(Unidades)
75.000
Data de vencimento 09/05/2020
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Valor mobiliário Debêntures
Restrição a circulação Não
Valor total 
(Reais)
750.000.000,00
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Valor mobiliário Debêntures
Data de emissão 22/01/2007
Identificação do valor
mobiliário
Quinta Emissão de Debêntures
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Possibilidade resgate Sim
Conversibilidade Não
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
i - hipóteses de resgate: A qualquer momento a critério da Emissora. 
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não amortizado
acrescido de remuneração calculada pro rata temporis desde o último evento de juros.
Quantidade 
(Unidades)
100.000
Data de vencimento 22/01/2014
Restrição a circulação Não
Valor total 
(Reais)
1.000.000.000,00
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
PÁGINA: 349 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
Condições para alteração dos
direitos assegurados por tais
valores mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Outras características
relevantes
Ver item 18.10 deste relatório
Características dos valores
mobiliários
Ver item 18.10 deste relatório
Hipótese e cálculo do valor de
resgate
i - hipóteses de resgate: A Emissora poderá realizar, a partir do 25º (vigésimo quinto)
mês após a Data de Emissão, com notificação prévia de, no mínimo, 15 (quinze) dias, o
Resgate Antecipado da totalidade das Debêntures em Circulação, com o consequente
cancelamento de tais Debêntures, ou Amortização Extraordinária.
ii - Valor Nominal Unitário das Debêntures ou de parcela do Valor Nominal Unitário, no
caso de Amortização Extraordinária (ou do saldo do Valor Nominal Unitário das
Debêntures ou de parcela do saldo do Valor Nominal Unitário das Debêntures, conforme
aplicável), acrescido (i) da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de
Pagamento de Remuneração imediatamente anterior até a data do efetivo Resgate
Antecipado ou Amortização Extraordinária; e (ii) de prêmio incidente sobre o Valor
Nominal Unitário das Debêntures ou de parcela do Valor Nominal Unitário, no caso de
Amortização Extraordinária (ou saldo do Valor Nominal Unitário das Debêntures ou de
parcela do saldo do Valor Nominal Unitário das Debêntures, conforme aplicável),
conforme Escritura.
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
PÁGINA: 350 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação
18.6. Indicar os mercados brasileiros nos quais valores mobiliários do emissor são
admitidos à negociação
As Debêntures da Light SESA são admitidas à negociação no mercado secundário no Sistema
Nacional de Debêntures (“SND”) operacionalizado pela CETIP, com os negócios liquidados e
as Debêntures custodiadas na CETIP e/ou no Sistema de Negociação BOVESPA FIX,
administrado pela BM&FBOVESPA, com os negócios liquidados e as Debêntures custodiadas
na CBLC.
PÁGINA: 351 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em
mercados estrangeiros
18.7. Em relação a cada classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação
em mercados estrangeiros, indicar:

Não há.


PÁGINA: 352 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
18.8. Descrever as ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por
terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a
valores mobiliários do emissor
Informações sobre Debêntures - Light Serviços S.A.
Debêntures Emissão Vencimento Colocação Espécie Classe
7ª Emissão 02/05/2011 02/05/2016 Pública Quirografária Não Conversível
8ª Emissão 10/09/2012 04/06/2026 Privada Quirografária Não Conversível
9ª Emissão 15/06/2013 15/05/2023 Pública Quirografária Não Conversível
10ª Emissão 09/05/2014 09/05/2020 Pública Quirografária Não Conversível

Para mais detalhes, ver item 18.10.
PÁGINA: 353 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de
emissão de terceiros
18.9. Descrever as ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a
ações de emissão de terceiro

Informação opcional para emissores de valores mobiliários da
Categoria “B”.

PÁGINA: 354 de 420
Formulário de Referência - 2014 - LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE SA Versão : 1
18.10 - Outras informações relevantes
18.10. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes

Informações relevantes do item 18.5

Quarta Emissão de Debêntures
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 767.252
c – valor: R$ 767.252.000
d - data de emissão: 30/06/2005
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando:
ii - efeitos sobre o capital social: cada debênture convertida implicará em
aumento do Capital Social .
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: Não há, somente no vencimento.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não
amortizado acrescido de remuneração calculada pro rata temporis desde o último
evento de juros.
H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado: O
vencimento das debêntures é 30/06/2015.

1. Além das hipóteses previstas nos artigos 39 e 40 das DISPOSIÇÕES
APLICÁVEIS, o AGENTE FIDUCIÁRIO poderá declarar, observado o
quorum específico de deliberação estabelecido no item 27.4 da Escritura,
antecipadamente vencidas todas as DEBÊNTURES objeto desta EMISSÃO e
exigir o pagamento, pela EMISSORA, da dívida relativa ao saldo devedor das
DEBÊNTURES, acrescida dos juros e demais encargos, na ocorrência dos
seguintes eventos:
i) descumprimento pela EMISSORA de qualquer obrigação pecuniária
relacionada às DEBÊNTURES, não sanada no prazo de até 10 (dez)
dias úteis contados da respectiva data de vencimento ou não sanada
com recursos da Conta Reserva ou da Conta Vinculada;
ii) protesto reiterado de títulos contra a EMISSORA no valor igual ou
superior a R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais), do qual resulte
riscos à solvabilidade da COMPANHIA, valor este que deverá ser
corrigido anualmente pela variação do Índice Geral de Preços do
Mercado - IGPM, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas;
iii) pedido de recuperação judicial ou extrajudicial formulado pela
EMISSORA;
iv) dissolução e liquidação ou decretação de falência da EMISSORA;
vi) não haver sido sanado, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias
contados a partir da notificação extrajudicial que lhe for enviada pelo
AGENTE FIDUCIÁRIO, o descumprimento de qualquer obrigação
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18.10 - Outras informações relevantes
não pecuniária prevista nesta ESCRITURA;
vii) vencimento antecipado de qualquer dívida da EMISSORA em razão
de inadimplemento contratual, cujo montante seja igual superior a R$
100.000.000,00 (cem milhões de reais), montante este que deverá ser
corrigido anualmente pela variação do Índice Geral de Preços do
Mercado - IGPM, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas;
ix) as declarações realizadas na Cláusula VI da Escritura, pela
EMISSORA, sejam falsas ou enganosas, ou ainda, de forma relevante,
incorretas ou incompletas na data em que foram prestadas;
xiii) caso o controle da EMISSORA passe a não ser de nenhum dos atuais
acionistas controladores, salvo prévia e expressa aprovação da
BNDESPAR;
xiv) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xv) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xvi) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xvii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xviii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xix) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xx) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xxi) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xxii) alteração nos termos e condições ou rescisão de contratos de
concessão em que a EMISSORA seja parte, salvo em decorrência de
obrigação legal ou regulamentar;
xxiii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xxiv) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
xxv) descumprimento de qualquer disposição relacionada à constituição,
manutenção, movimentação da CONTA RESERVA e da CONTA
VINCULADA, ou à manutenção ou recomposição do seu Saldo
Mínimo, na forma e prazos previstos no Instrumento Particular de
Vinculação de Receitas e Outras Avenças;
xxvi) não ocorrer a movimentação de recursos equivalentes à Receita
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18.10 - Outras informações relevantes
Vinculada (conforme definida no Instrumento Particular de
Vinculação de Receitas e Outras Avenças celebrado nesta data entre a
EMISSORA, o AGENTE FIDUCIÁRIO, o BANCO DEPOSITÁRIO
e o BANCO ARRECADADOR, por mais de 15 (quinze) dias
consecutivos a partir do dia útil imediatamente posterior à subscrição
de DEBÊNTURES, exceto se em decorrência de greve, caso fortuito
ou força maior; e
xxvii) Item excluído de acordo do o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
2. Além das hipóteses previstas no item 1 acima, o AGENTE FIDUCIÁRIO poderá
declarar antecipadamente vencidas todas as DEBÊNTURES e exigir o
pagamento, pela EMISSORA, da dívida relativa ao saldo devedor das
DEBÊNTURES, acrescida dos juros e demais encargos, na ocorrência dos
seguintes eventos:
(i) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(ii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(iii) pedido de recuperação judicial ou extrajudicial formulado pela LIGHT
S/A;
(iv) dissolução e liquidação ou decretação de falência da LIGHT;
(v) mudança do objeto social da LIGHT S/A, salvo prévia e expressa
aprovação da BNDESPAR;
(vi) a LIGHT S/A não haver sanado, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias
contados a partir da notificação extrajudicial que lhe for enviada pelo
AGENTE FIDUCIÁRIO, o descumprimento de qualquer obrigação
não pecuniária prevista nesta ESCRITURA;
(vii) a inclusão, em acordo societário ou estatuto da LIGHT S/A, de dispositivo
pelo qual seja exigido “quorum” especial para deliberação ou
aprovação de matérias que importem em:
(a) restrições à capacidade de crescimento da LIGHT S/A ou ao
seu desenvolvimento tecnológico;
(b) restrições de acesso da LIGHT S/A a novos mercados; ou
(c) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta
Emissão de Debêntures

(viii) ocorrência de qualquer incorporação, fusão, cisão, transformação ou
qualquer outra reorganização societária da LIGHT S/A, seja esta
reorganização estritamente societária ou realizada mediante disposição
de ativos relevantes, sem a prévia e expressa aprovação da
BNDESPAR, exceto se tal reorganização societária decorrer de
obrigação legal ou regulamentar imposta pela Aneel;
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18.10 - Outras informações relevantes
(ix) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(x) caso o controle da LIGHT S/A passe a não ser de nenhum dos atuais
acionistas controladores, salvo prévia e expressa aprovação da
BNDESPAR;
(xi) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xiii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xiv) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xv) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xvi) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xvii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xviii) item excluído de acordo com o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures
(xix) saída da LIGHT S/A do segmento do Novo Mercado da Bolsa de
Valores de São Paulo – Bovespa (“BOVESPA”), salvo prévia e
expressa aprovação da BNDESPAR; e
(xx) item excluído de acordo do o Termo Aditivo da Quarta Emissão de
Debêntures


ii – juros: TJLP + 4% a.a
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: Para assegurar o pontual e
integral pagamento de quaisquer obrigações decorrentes das DEBÊNTURES,
tais como principal da dívida, juros, penalidades e multas, em favor dos
DEBENTURISTAS, na proporção de seus créditos contra a EMISSORA, serão
constituídas as seguintes garantias: (i) Garantia Flutuante; e (ii) Real constituída
pelo Penhor de Receitas, nos termos do Instrumento Particular de Vinculação de
Receitas e Outras Avenças, parte integrante da ESCRITURA, na forma de seu
ANEXO III, celebrado nesta data entre a EMISSORA, o AGENTE
FIDUCIÁRIO, o BANCO DEPOSITÁRIO e o BANCO ARRECADADOR, e
com vigência até a final liquidação de todas as obrigações decorrentes da
ESCRITURA, constituindo-se, além da vinculação de receita da EMISSORA,
penhor, em caráter irrevogável e irretratável, com a devida autorização da Aneel,
conforme Despacho n.º 632, de 27 de maio de 2005, sobre determinados direitos
creditórios.
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18.10 - Outras informações relevantes
iv - na ausência de garantia, se o crédito é quirografário ou subordinado: A
garantia e real e flutuante.
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
o à distribuição de dividendos: Não há
o à alienação de determinados ativos: Não há
o à contratação de novas dívidas: Não há
o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato: A Light
SESA constituiu e nomeou como Agente Fiduciário da emissão, Oliveira Trust
DTVM S/A, instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do
Brasil, com sede na Avenida das Américas n.º 500, Bloco 13, Grupo 205,
Condomínio Downtown – Barra da Tijuca, na Cidade de Rio de Janeiro, Estado
do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ sob o n.º36.113.876/0001-91, representando
a comunhão de debenturistas adquirentes das debêntures objeto da emissão,
observada a instrução CVM 28/83. O Agente Fiduciário iniciou o exercício de
suas funções na data da Escritura (07 de julho de 2005), devendo permanecer no
exercício de suas funções até sua efetiva substituição ou a liquidação integral de
suas obrigações decorrentes da Escritura. O Agente Fiduciário utilizará
quaisquer procedimentos judiciais ou extrajudiciais, contra a Emissora, para a
proteção e defesa dos interesses da comunhão dos debenturistas e da realização
de seus créditos.

A Emissora remunera o Agente Fiduciário, a título de honorários pelo
desempenho dos deveres e atribuições que lhe competem, nos termos da lei e da
Escritura, parcelas trimestrais no valor de R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos
reais), sendo a primeira parcela devida em até 5 (cinco) dias após o início do
prazo de colocação das Debêntures e as demais parcelas no mesmo dia dos
meses subseqüentes, durante o prazo de vigência das Debêntures, sendo a
primeira parcela trimestral no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais),
devido ao desconto da parcela única de R$ 3.000,00 (três mil reais), a título de
implantação da operação, paga em 24 de junho de 2005. As parcelas são
atualizadas anualmente pela variação do Índice Geral de Preços do Mercado -
IGPM, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, ou na sua falta, pelo índice
oficial que vier a substituí-lo, a partir da primeira parcela, até as datas de
pagamento de cada parcela, calculada pro rata tempore se necessário

i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:
1. CONVOCAÇÃO
A assembléia pode ser convocada pela EMISSORA e por Debenturistas que
representem 10% (dez por cento), no mínimo, das DEBÊNTURES em circulação.
2. INSTALAÇÃO E DELIBERAÇÃO
2.1 A assembléia geral instalar-se-á com o quorum previsto no artigo 71, parágrafo
terceiro, da LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES, que deliberará pelo voto de
debenturistas que representem, no mínimo, 50 % (cinqüenta por cento) + 1 (uma)
debênture, das DEBÊNTURES em circulação.
2.2 Nas deliberações da assembléia, cada debênture dará direito a um voto, admitida
a constituição de mandatários, observadas as disposições dos parágrafos 10 e 20, do
artigo 126, da LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES.
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18.10 - Outras informações relevantes
2.3 Quaisquer modificações nas condições das DEBÊNTURES objeto da presente
emissão dependerão da aprovação de debenturistas que representem, no mínimo, metade
das DEBÊNTURES em circulação.
2.4 Para efeito de constituição do quorum a que se refere esta Cláusula, serão
excluídas do número de DEBÊNTURES em circulação as eventualmente pertencentes à
EMISSORA

j - outras características relevantes: Em 16/05/2007 o Debenturista BNDESPAR
converteu 654541 debêntures em ações. Em 19/10/2007 converteu as 72727 Debêntures
remanescentes.

Quinta Emissão de Debêntures
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 100.000
c – valor: R$ 1.000.000.000
d - data de emissão: 22/01/2007
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando: Não há.
i – condições: Não há.
ii - efeitos sobre o capital social: Não há.
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: A qualquer momento a critério da Emissora.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário não
amortizado acrescido de remuneração calculada pro rata temporis desde o
último evento de juros.
H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado: O
vencimento das debêntures é 22/01/2014.

As seguintes hipóteses serão consideradas como eventos de vencimento
antecipado das Debêntures, quando o Agente Fiduciário deverá observar o
disposto abaixo e, se for o caso, declarar antecipadamente vencidas todas as
obrigações relativas às Debêntures e exigir o imediato pagamento, pela
Emissora, do Valor Nominal Unitário não amortizado das Debêntures em
circulação acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis, a partir da
Data de Emissão ou da última Data de Pagamento da Remuneração, conforme o
caso, até a data do efetivo pagamento:

(a) não cumprimento de qualquer obrigação pecuniária da Emissora nas
respectivas datas de vencimento, conforme descrito nesta Escritura de
Emissão;

(b) pedido de recuperação judicial ou extrajudicial ou pedido de falência ou
auto-falência envolvendo a Emissora e/ou as Garantidoras que não tenha
depósito elisivo no prazo máximo permitido pela legislação aplicável;

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18.10 - Outras informações relevantes
(c) perda da concessão para distribuição de energia elétrica pela Emissora;

(d) dissolução e/ou liquidação da Emissora e/ou das Garantidoras;

(e) não cumprimento de qualquer obrigação não pecuniária da Emissora e/ou
das Garantidoras, conforme o caso, nos termos da Escritura de Emissão;

(f) inadimplemento cruzado (cross default) e vencimento antecipado cruzado
(cross acceleration) com relação a obrigações pecuniárias da Emissora
e/ou das Garantidoras envolvendo valores superiores a R$ 50.000.000,00
(cinqüenta milhões de reais), consideradas individualmente ou em
conjunto (desde a Data de Emissão e enquanto as Debêntures estiverem
em circulação);

(g) não cumprimento de decisões judiciais finais e irrecorríveis contra a
Emissora e/ou contra as Garantidoras envolvendo valores superiores a R$
50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais), consideradas individualmente
ou em conjunto (desde a Data de Emissão e enquanto as Debêntures
estiverem em circulação);

(h) protesto de títulos contra a Emissora e/ou as Garantidoras envolvendo
valores superiores a R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais),
considerados individualmente ou em conjunto (desde a Data de Emissão e
enquanto as Debêntures estiverem em circulação), salvo se, no prazo legal,
o protesto seja sustado ou cancelado, ou tenha sua exigibilidade suspensa;

(i) alteração do objeto social da Emissora e/ou das Garantidoras, de forma que
(i) a Emissora deixe de atuar na distribuição e comercialização de energia
elétrica ou (ii) a Light S.A. deixe de ter como objetivo principal a
participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou
comercialização de energia elétrica ou (iii) a Light Energia S.A. deixe de
atuar na atividade de geração de energia elétrica;

(j) transformação da Emissora em sociedade limitada, nos termos do artigo
220 da Lei das Sociedades por Ações;

(k) insolvência de qualquer das Garantidoras ou caso a Light Energia S.A.
deixe de ter autorização para exercer atividade de geração de energia sem
que a(s) sociedade(s) insolvente(s) ou a Light Energia S.A. no caso acima
referido seja(m) substituída(s) pela Emissora como fiadora(s), principal(is)
pagadora(s) e solidariamente responsável(is) pela dívida representada
pelas Debêntures, conforme disposto no item 4.18.6. abaixo;

(l) não substituição das Garantidoras como fiadoras, principais pagadoras e
solidariamente responsáveis pela dívida representada pelas Debêntures e
não constituição de fiança bancária nos termos do item 4.18.7. abaixo, na
hipótese de alteração do controle acionário das Garantidoras (exceto a
alienação do controle da Light Energia S.A. juntamente com a quitação do
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18.10 - Outras informações relevantes
Instrumento Particular de Assunção Imperfeita de Dívida, celebrado entre
a Emissora e a Light Energia S.A. em 31 de outubro de 2005 (“Contrato de
Assunção de Dívida”), conforme disposto na cláusula 4.11.1.(n)(e)
abaixo);

(m) contratação de endividamento pela Light Energia S.A. em valores
superiores a R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) sem que a
dívida objeto do Contrato de Assunção de Dívida, tenha sido integralmente
quitada de acordo com os seus termos e condições;

(n) prática de qualquer dos seguintes atos sem a autorização de titulares de
Debêntures representando 90% (noventa por cento) das Debêntures em
circulação, deliberada em Assembléia Geral de Debenturistas:

a. alienação de ativos relevantes pela Emissora e/ou pelas Garantidoras,
durante um mesmo período de 12 (doze) meses, considerando-se como
ativos relevantes aqueles cujo valor de venda, individual ou em conjunto,
seja igual ou superior a R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais),
sendo que o primeiro período de 12 (doze) meses acima referido inicia-se
na Data de Emissão e o último encerra-se na Data de Vencimento;

b. constituição de quaisquer ônus ou gravames sobre os ativos relevantes da
Emissora e/ou das Garantidoras, durante um mesmo período de 12 (doze)
meses (exceto se para prestação de garantias em processos judiciais ou
administrativos ou para garantir o cumprimento de contratos de compra
de energia celebrados pela Emissora), considerando-se como ativos
relevantes aqueles cujo valor individual ou em conjunto seja igual ou
superior a R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais), sendo que o
primeiro período de 12 (doze) meses acima referido inicia-se na Data de
Emissão e o último encerra-se na Data de Vencimento;

c. concessão de empréstimos pela Emissora a quaisquer terceiros, em valor,
individual ou em conjunto, superior a R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de
reais) (desde a Data de Emissão e enquanto houver Debêntures em
circulação);

d. concessão de aval ou fiança ou qualquer garantia pela Emissora em favor
de terceiros em valor, individual ou em conjunto, superior a R$
5.000.000,00 (cinco milhões de reais) (desde a Data de Emissão e
enquanto houver Debêntures em circulação);

e. cessão, transferência ou qualquer forma de modificação da composição
do controle acionário ou societário direto e/ou indireto da Emissora e/ou
das Garantidoras, exceto (i) eventual operação de alienação de controle
da Light Energia S.A. que contemple o prévio pagamento à Emissora de
todos os valores devidos pela Light Energia S.A. em decorrência do
Contrato de Assunção de Dívida, (ii) eventual alienação de ações de
emissão da Light S.A. de titularidade da Rio Minas Energia
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18.10 - Outras informações relevantes
Participações (“RME”), desde que a RME continue a ser titular de mais
do que 50% (cinqüenta por cento) do capital votante da Light S.A. e que
não tenha havido alteração na composição do bloco de controle da RME,
e (iii) transferência de ações da Light S.A. detidas pela RME aos atuais
acionistas da RME, na mesma proporção em que tais acionistas
participam do capital social da RME, desde que referidos acionistas
continuem a exercer conjuntamente o controle da Light S.A. e estejam
vinculados a acordo de acionistas ("Acordo de Acionistas Light") cujos
termos sejam substancialmente iguais aos do acordo de acionistas
celebrado entre Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG,
Andrade Gutierrez Concessões S.A., JLA Participações S.A. e Pactual
Latin America Power Fund Ltd., em 23 de março de 2006;

f. alteração de quaisquer termos e condições do Contrato de Assunção de
Dívida;

g. envolvimento da Emissora em qualquer operação de cisão, fusão ou
incorporação, exceto na hipótese de ser assegurado o direito de resgate
das Debêntures aos seus respectivos titulares, nos termos do artigo 231
da Lei das Sociedades por Ações;

h. envolvimento das Garantidoras em qualquer operação de cisão, fusão ou
incorporação, com exceção de operações realizadas dentro do “Grupo
Econômico” da Emissora e/ou das Garantidoras e que não resultem na
alteração do controle acionário direto ou indireto da Emissora e/ou das
Garantidoras, exceto a alteração de controle de que tratam os itens (i), (ii)
e (iii) da alínea (e) acima. Para os fins do disposto nesta Escritura de
Emissão entende-se como integrante do “Grupo Econômico” qualquer
das seguintes entidades: RME, Light S.A. e respectivas subsidiárias, bem
como as sociedades controladas por tais subsidiárias;

i. constituição de qualquer operação de derivativos de crédito no mercado
internacional que resulte na transferência e/ou a transferência, pela LIR
Energy Ltd. ou pelo Deutsche Bank AG, ou por qualquer sociedade do
Grupo Econômico, a quaisquer terceiros (salvo se realizada para a Light
S.A. e respectivas subsidiárias ou para qualquer sociedade controlada por
tais subsidiárias), das notas de emissão da Emissora (Fixed Rate Notes)
nos valores de US$ 575.000.000,00 (quinhentos e setenta e cinco
milhões de dólares) e US$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de dólares)
em favor do Deutsche Bank AG, datadas, respectivamente, de 29 de
março de 2000 e 20 de junho de 2000, atualmente detidas pelo Deutsche
Bank AG;

(o) ressalvado o pagamento de dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo
202 da Lei das Sociedades por Ações, a distribuição, pela Emissora, de
dividendos, juros sobre o capital próprio ou qualquer outra participação no
lucro, caso qualquer das hipóteses previstas neste item 4.11.1. tenha
ocorrido, ainda que o vencimento antecipado das obrigações da Emissora
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18.10 - Outras informações relevantes
previstas na presente Escritura de Emissão não tenha sido declarado; e

(p) caso a partir da data em que os atuais acionistas controladores da RME
passem a deter diretamente ações de emissão da Light S.A. (na hipótese de
transferência das ações da Light S.A. detidas pela RME aos atuais acionistas
da RME nos termos do item (iii) da alínea (e) acima) seja verificada
qualquer alteração ou descumprimento relevante, resilição, denúncia ou
término da vigência do Acordo de Acionistas Light; e

(q) decorrido 1 (um) ano da Data de Emissão e até o pagamento integral das
Debêntures, não cumprimento, pela Light S.A., dos seguintes índices e
limites financeiros aplicáveis à Light S.A. (“Índices e Limites Financeiros”),
os quais serão verificados trimestralmente pelo Agente Fiduciário:

1) Relação entre o Total da Dívida Sênior e o EBITDA:

Total da Dívida Sênior
s
3,5 (três inteiros e cinco décimos), para o
exercício social encerrado em 2007 EBITDA

Total da Dívida Sênior
s
3,0 (três inteiros), para os trimestres fiscais
e o exercício social encerrado em 2008 EBITDA

Total da Dívida Sênior
s
2,6 (dois inteiros e seis décimos), para os
trimestres fiscais e o exercício social
encerrado em 2009
EBITDA

Total da Dívida Sênior
s
2,5 (dois inteiros e cinco décimos), para os
trimestres fiscais e o exercício social
encerrados a partir de 1º de janeiro de 2010
EBITDA

2) Relação de Cobertura de Juros:

EBITDA
>


2,25 (dois inteiros e vinte e
cinco centésimos), para o
exercício social encerrado em
2007
Despesa Ajustada e Consolidada de Juros
Brutos
EBITDA



2,5 (dois inteiros e cinco
décimos), para os trimestres
fiscais e os exercícios sociais
encerrados a partir de 1º de
janeiro de 2008
Despesa Ajustada e Consolidada de Juros
Brutos

ii – juros: A remuneração é 100% do CDI + spread de 1,5% AA (Trimestral a
partir de 22/04/07)
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: Garantia Fidejussória
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
o à distribuição de dividendos: Não há
o
o à alienação de determinados ativos: Não há
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18.10 - Outras informações relevantes
o à contratação de novas dívidas: Não há, desde que não desrespeite o
limite da razão Dívida Senior/EBITDA.
Onde:
"EBITDA" significa, com base nas Demonstrações Financeiras
Consolidadas da Fiadora relativas aos 4 (quatro) trimestres do ano civil
imediatamente anteriores, o Lucro Líquido, (a)acrescido, desde que
deduzido no cálculo de tal Lucro Líquido, sem duplicidade, da soma de
(i)despesa de impostos sobre o Lucro Líquido; (ii) Despesa Ajustada e
Consolidada de Juros Brutos, (iii) despesa de amortização e depreciação;
(iv) perdas extraordinárias e não recorrentes; (v) os ajustes positivos e
negativos da CVA - Conta de Ajustes das Variações da Parcela A; e (vi)
outros itens operacionais que não configurem saída de caixa e que
reduzam o Lucro Líquido, e (b) decrescido, desde que incluído no cálculo
de tal Lucro Líquido, sem duplicidade, (i) receitas financeiras; (ii) ganhos
extraordinários e não recorrentes; e (iii) outras receitas operacionais que
aumentem o Lucro Líquido e que não configurem entrada de caixa.
o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato: Pavarini
DTVM, o qual foi substituído na AGD de 07/06/2010 pela GDC Partners
Serviços Fiduciários DTVM Ltda.

A Emissora nomeou e constituiu agente fiduciário da Emissão, a GDC
PARTNERS SERVIÇOS FIDUCIÁRIOS DTVM LTDA., sociedade integrante
do sistema de distribuição de valores mobiliários com sede na Cidade do Rio de
Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Ayrton Senna, n.º 3000, Bloco 1,
Sala 317, para, nos termos da lei e da Escritura de Emissão, observada a
instrução CVM 28/83 representar perante ela, Emissora, os interesses da
comunhão dos titulares de Debêntures.

É devido pela Emissora ao Agente Fiduciário, a título de honorários pelos
deveres e atribuições que lhe competem, nos termos da legislação e
regulamentação aplicáveis e da Escritura de Emissão, remuneração no valor de
R$ 5.000,00 (cinco mil reais), devidos na data da assinatura do aditamento à
Escritura de Emissão, a título de implantação da emissão. Além disso, a
Emissora pagará o valor trimestral de R$ 7.750,00 (sete mil, setecentos e
cinquenta reais), devido ao 1º (primeiro) pagamento na data de assinatura do
aditamento à Escritura de Emissão, e os demais pagamentos a cada 3 (três)
meses a contar da data da assinatura do aditamento à Escritura de Emissão, até o
resgate total das Debêntures.

Caso a Emissora não esteja adimplente com todas as suas obrigações assumidas
na Escritura de Emissão das Debêntures ou em caso de reestruturação prévia das
condições das Debêntures, será devido ao Agente Fiduciário uma remuneração
adicional correspondente a R$ 385,00 (trezentos e oitenta e cinco reais) por
hora-homem de trabalho adicional em sua sede ou fora dela, que caso este
trabalho adicional seja desenvolvido em fração de horas, este valor de 1 (uma)
hora será pro-rateado à razão de 20 (vinte) minutos, mesmo que incompletos,
dedicado pelos profissionais designados pelo Agente Fiduciário para (i) a
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18.10 - Outras informações relevantes
assessoria aos titulares das Debêntures, (ii) o comparecimento em reuniões com
a Emissora, (iii) o comparecimento em reuniões com os titulares das Debêntures
em assembléia geral, (iv) a implementação das conseqüentes decisões dos
titulares das Debêntures e da Emissora, e para (v) a execução das garantias ou
das Debêntures, remuneração adicional a qual deverá ser paga pela Emissora no
prazo de 5 (cinco) dias úteis após a entrega de relatório demonstrativo de tempo
dedicado, com o mínimo de R$ 5.200,00 (cinco mil e duzentos reais) por mês
durante o período em que a Emissora permanecer nesta situação.

Caso sejam estabelecidas novas garantias ou covenant que ultrapassem em
número a garantia e covenant estabelecidos na Escritura de Emissão, será devido
adicionalmente o valor de R$ 575,00 (quinhentos e setenta e cinco reais)
mensais por cada garantia ou covenant adicional que deva ser verificado pelo
Agente Fiduciário em periodicidade semestral ou anual. Os valores previstos
acima serão atualizados anualmente pela variação acumulada do IPCA/IBGE a
partir de abril de 2010.
i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:

1 - Cada Debênture em circulação conferirá a seu titular o direito a um voto nas
Assembléias Gerais de Debenturistas, cujas deliberações, ressalvadas as exceções
previstas nesta Escritura de Emissão e no item abaixo, serão tomadas por titulares de
Debêntures representando 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação, sendo admitida a constituição de mandatários, titulares de Debêntures ou
não.

2 - Sem prejuízo de outras deliberações descritas nesta Escritura de Emissão, quaisquer
alterações no prazo de vigência das Debêntures, no fluxo da Amortização Programada,
na Garantia Fidejussória, na Remuneração (com exceção da deliberação de que trata o
item 4.9.7. da Escritura de Emissão), no quorum de deliberação das assembléias gerais
de debenturistas e nos eventos de vencimento antecipado, conforme previsto nesta
Escritura de Emissão, deverão ser aprovadas por titulares de Debêntures representando
90% (noventa por cento) das Debêntures em circulação.

7.6. Para efeito da constituição do quorum de instalação e deliberação a que se refere
esta Cláusula Sétima, serão consideradas como Debêntures em circulação aquelas
Debêntures emitidas pela Emissora que ainda não tiverem sido resgatadas e/ou
liquidadas, excluídas do número de tais Debêntures aquelas que a Emissora possuir em
tesouraria ou que sejam pertencentes ao(s) acionista(s) controlador(es) (direto(s) ou
indireto(s)) da Emissora ou a qualquer de suas controladas e coligadas, bem como aos
respectivos diretores ou conselheiros e parentes de segundo grau de qualquer das
pessoas anteriormente mencionadas.


j - outras características relevantes: Não há

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18.10 - Outras informações relevantes

Sexta Emissão de Debêntures
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 300.000
c – valor: 300.000.000,00
d - data de emissão: 01/06/2009
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar ações do emissor,
informando:
i – condições: Não há
ii - efeitos sobre o capital social: Não há
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: não há, somente no vencimento.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: Valor Nominal Unitário acrescido da remuneração
calculada desde o último evento de juros.
H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado:

As debêntures vencem em 01/06/2011.
Observado o disposto nos parágrafos abaixo, o Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente
vencidas todas as obrigações constantes da Escritura de Emissão e exigir o imediato pagamento pela
Emissora e/ou pela Garantidora do Valor Nominal Unitário das Debêntures em circulação, acrescido da
Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou da Data de Pagamento de
Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do seu efetivo pagamento, na
ocorrência de qualquer das seguintes hipóteses:
(i) falta de pagamento de dívidas ou descumprimento de obrigações pecuniárias pela Emissora, pela
Garantidora e/ou qualquer de suas controladas ou coligadas, cujo valor, individual ou em conjunto, seja
superior a R$50 milhões, e que não seja regularizada(o) no prazo máximo de 2 dias úteis contados da
data do inadimplemento ou descumprimento da obrigação;
(ii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Emissora, da Garantidora e/ou qualquer de suas
controladas ou coligadas cujo valor, individual ou em conjunto, seja superior a R$50 milhões;
(iii) protesto de títulos por cujo pagamento a Emissora, a Garantidora e/ou qualquer de suas controladas
ou coligadas seja responsável, ainda que na condição de garantidora, em valor, individual ou em
conjunto,
superior a R$50 milhões, salvo se, no prazo de 10 dias corridos contados do referido protesto, (a) seja
validamente comprovado pela Emissora e/ou pela Garantidora que o protesto foi efetuado por erro ou
má-fé de terceiros; (b) o protesto for cancelado ou (c) for apresentada defesa e prestadas as devidas
garantias em juízo;
(iv) dissolução ou extinção da Emissora, da Garantidora e/ou qualquer de suas controladas ou coligadas,
exceto no caso das sociedades HIE e LIR;
(v) decretação de falência e/ou liquidação da Emissora, da Garantidora e/ou qualquer de suas
controladas oucoligadas, ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial ou falência formulado pela
Emissora, pela
Garantidora e/ou qualquer de suas controladas ou coligadas, ou, ainda, qualquer procedimento
análogoque caracterize estado de insolvência, incluindo acordo com credores, nos termos da legislação
aplicável;
(vi) cisão, fusão ou incorporação da Emissora por outra sociedade, salvo (i) se tal alteração societária
for previamente aprovada por titulares de Debêntures representando, no mínimo, 75% das Debêntures
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18.10 - Outras informações relevantes
em
circulação, em Assembleia Geral de Debenturistas convocada para esse fim; ou (ii) se for garantido o
direito de resgate aos titulares de Debêntures que não concordarem com referida cisão, fusão ou
incorporação, nos termos do artigo 231 da Lei das Sociedades por Ações;
(vii) cisão, fusão ou incorporação da Garantidora por outra sociedade, exceto nas hipóteses em que,
após anunciada ou ocorrida referida cisão, fusão ou incorporação, os ratings originalmente atribuídos às
Debêntures e/ou à Emissora pela Standard&Poor’s e pela Moody’s América Latina na data de
publicação do Anúncio de Início não sejam objeto de rebaixamento pelas referidas agências de rating;
(viii) alteração e/ou transferência no controle acionário, direto ou indireto, da Emissora e/ou da
Garantidora, conforme definido nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas
hipóteses em que,
após anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário, os ratings
originalmente atribuídos às Debêntures e/ou à Emissora pela Standard&Poor’s e pela Moody’s América
Latina na data de
publicação do Anúncio de Início não sejam objeto de rebaixamento pelas referidas agências de rating;
(ix) alienação pela Emissora, de ativos permanentes que representem em um mesmo período de 12
meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$50 milhões, exceto se previamente
autorizado por titulares de Debêntures reunidos em assembleia de titulares de Debêntures que
representem, no mínimo 75% das Debêntures em circulação, em Assembleia Geral de Debenturistas
convocada para esse fim;
(x) perda da concessão da Emissora para explorar atividades relacionadas à distribuição de energia;
(xi) intervenção do poder concedente da concessão outorgada à Emissora decorrente de fatos
relacionados àsua capacidade econômica;
(xii) transformação da Emissora em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das
Sociedades por Ações;
(xiii) redução do capital social da Emissora, que não seja para absorção de prejuízos acumulados,
exceto se previamente autorizado pelos titulares de Debêntures reunidos em assembleia de titulares de
Debêntures que representem, no mínimo 75% das Debêntures em circulação, em Assembleia Geral de
Debenturistas convocada para esse fim;
(xiv) pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro
prevista no Estatuto Social da Emissora que não tenham sido declarados até a data de celebração da
Escritura de
Emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das
Sociedades por Ações, caso a Emissora esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer
obrigação pecuniária relativa às Debêntures;
(xv) inadimplemento por parte da Emissora e/ou da Garantidora com relação ao pagamento da
Remuneração e/ou de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures;
(xvi) descumprimento de qualquer obrigação não pecuniária prevista na Escritura de Emissão,
incluindo, mas não se limitando à destinação dos recursos captados por meio da Oferta, e que não seja
regularizada no prazo
máximo de 10 dias corridos contados da data do recebimento de aviso por escrito acerca do
descumprimento que lhe for enviado diretamente pelos titulares de Debêntures, individualmente ou em
conjunto;
(xvii) não cumprimento de decisões judiciais finais e irrecorríveis contra a Emissora e/ou a Garantidora
envolvendo valores superiores a R$50 milhões, considerado individualmente ou em conjunto;
(xviii) alteração do objeto social da Emissora e/ou da Garantidora, de forma que (i) a Emissora deixe de
atuar na distribuição e comercialização de energia elétrica; ou (ii) a Garantidora deixe de ter como
objetivo
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principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de
energia elétrica;
(xix) constituição de ônus ou gravames sobre ativos relevantes da Emissora e/ou da Garantidora (exceto
se para a prestação de garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o
cumprimento de contrato de compra de energia elétrica celebrados pela Emissora), considerando-se
como ativos relevantes aqueles cujo valor individual ou em conjunto seja igual ou superior a R$20
milhões, exceto se previamente autorizado pelos titulares de Debêntures que representem, no mínimo
75% das Debêntures em circulação, em Assembleia Geral de Debenturistas convocada para esse fim;
(xx) transferência, pela Emissora, de qualquer obrigação relacionada às Debêntures, exceto se
previamente autorizado pelos titulares de Debêntures que representem, no mínimo, 75% das Debêntures
em
circulação, em Assembleia Geral de Debenturistas convocada para esse fim; e
(xxi) inobservância ou descumprimento, pela Garantidora, enquanto houver Debêntures em circulação,
dos seguintes Índices e Limites Financeiros.

A. Relação entre o Total da Dívida Sênior e o EBITDA:

Total da Dívida
Sênior
s 3,1 (três inteiros e um décimo), para os trimestres fiscais e
os exercícios sociais encerrados a partir de 1º de janeiro de
2009, inclusive, observado o disposto no item A.1. abaixo. EBITDA

A.1. Sem prejuízo do limite previsto na tabela acima, a Relação entre o Total da Dívida Sênior e o
EBITDA constante da tabela acima somente poderá ser superior a 2,6 (dois inteiros e seis décimos) caso a
Emissora e a Garantidora comprovem, a cada data de apuração dos Índices e Limites Financeiros nos
termos da Escritura de Emissão, que o índice de endividamento que supera 2,6 (dois inteiros e seis
décimos) corresponde, exclusivamente, a operações de financiamento destinadas à realização de
investimentos pela Emissora e/ou pela Garantidora no setor elétrico. O Agente Fiduciário deverá observar
os procedimentos descritos neste item A no que se refere ao vencimento antecipado das Debêntures caso a
Relação entre o Total da Dívida Sênior e o EBITDA constante da tabela acima seja superior a 2,6 (dois
inteiros e seis décimos) e a Emissora e a Garantidora não apresentem a comprovação de que trata este item
A.1.

B. Relação de Cobertura de Juros:

EBITDA ≥ 2,5 (dois inteiros e cinco décimos), para os
trimestres fiscais e os exercícios sociais encerrados a
partir de 1º de janeiro de 2009, inclusive.
Despesa Ajustada e
Consolidada de Juros Brutos



ii – juros: remuneração é 115% do CDI (Semestrais a partir de 01/12/09)
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: Garantia Fidejussória
iv - na ausência de garantia, se o crédito é quirografário ou subordinado: Quirografário
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
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18.10 - Outras informações relevantes
o à distribuição de dividendos: Não há
o à alienação de determinados ativos: Não há
o à contratação de novas dívidas: Não há, desde que não desrespeite o limite da razão Dívida
Senior/EBITDA.
o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato: A Light SESA nomeou e
constituiu agente fiduciário da Emissão, Pentágono S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários,
instituição financeira com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Avenida das
Américas, n.º 4.200, bloco 4, sala 514, inscrita no CNPJ/MF sob n.º 17.343.682/0001-38, na qualidade
de agente fiduciário da emissão e nela interveniente, representando a comunhão dos titulares das
debêntures da 6ª emissão de debêntures da Emissora para, nos termos da lei e da Escritura de Emissão,
observada a instrução CVM 28/83, representar perante a Emissora, os interesses da comunhão dos
titulares de Debêntures. O Agente Fiduciário exerce suas funções desde a data de assinatura da
Escritura de Emissão, devendo permanecer no exercício de suas funções até a Data de Vencimento ou
até sua efetiva substituição. O Agente Fiduciário usará de quaisquer procedimentos judiciais ou
extrajudiciais contra a Emissora para a proteção e defesa dos interesses da comunhão dos titulares de
Debêntures na realização de seus créditos. A título de honorários pelos deveres e atribuições que lhe
competem, nos termos da legislação e regulamentação aplicáveis e da Escritura de Emissão, será devida
pela Emissora ao Agente Fiduciário remuneração correspondente a parcelas anuais de R$ 14.000,00
(quatorze mil reais), sendo o primeiro pagamento devido no 5º (quinto) dia útil após a data da assinatura
da Escritura de Emissão e os demais pagamentos sempre no mesmo dia dos anos subsequentes.

Em caso de inadimplemento financeiro pela Emissora, será devida ao Agente Fiduciário uma
remuneração adicional equivalente a R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais) por hora-homem de
trabalho dedicado às atividades relacionadas à Emissão e às Debêntures, a ser paga no prazo máximo de
5 (cinco) dias após comprovação da entrega, pelo Agente Fiduciário à Emissora, de “Relatório de
Horas”. As atividades a que se refere este item estão relacionadas (i) à assessoria aos titulares de
Debêntures em processo de renegociação requerido pela Emissora; (ii) ao comparecimento em reuniões
formais com Emissora e/ou com titulares de Debêntures e/ou em Assembléias Gerais de Debenturistas;
e (iii) à implementação das consequentes decisões tomadas pelos titulares de Debêntures.

A remuneração do Agente Fiduciário será atualizada anualmente desde a Data de Emissão pela variação
do Índice Geral de Preços do Mercado – Número Índice, apurado e divulgado pela Fundação Getúlio
Vargas – IGPM, acumulado no respectivo período ou, na sua falta, pelo mesmo índice que vier a
substituí-lo.
i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:
Cada Debênture em circulação conferirá a seu titular o direito a um voto nas Assembleias Gerais de
Debenturistas, cujas deliberações, ressalvados quoruns específicos estabelecidos na Escritura de Emissão, serão
tomadas, em primeira convocação, por titulares de Debêntures que representem, no mínimo, 75% das
Debêntures em circulação e, em segunda convocação, por titulares de Debêntures que representem a maioria
das Debêntures presentes, sendo admitida a constituição de mandatários, titulares de Debêntures ou não. A
substituição da Fiança da Garantidora, bem como qualquer alteração (i) no prazo de vigência das Debêntures
(incluindo eventual repactuação); (ii) nas datas e nas taxas de
pagamento do Valor Nominal Unitário e/ou da Remuneração; (iii) no quorum de
deliberação das Assembleias Gerais de Debenturistas; (iv) nos eventos de vencimento antecipado das
Debêntures, conforme previstos na Escritura de Emissão, deverá ser aprovada por titulares de Debêntures que
representem, no mínimo, 90% das Debêntures em circulação. A renúncia à declaração de vencimento
antecipado das Debêntures e a definição da taxa substitutiva em caso de indisponibilidade, impossibilidade de
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aplicação ou extinção da Taxa DI, nos termos da Escritura de Emissão, dependerão da aprovação de titulares de
Debêntures que representem, no mínimo, 75% das Debêntures em circulação.
Os quoruns de deliberação das Assembleias Gerais de Debenturistas são aqueles previstos acima, inexistindo
quaisquer outros quoruns, exceto nos casos em que legislação futura venha a prevê-los.

j - outras características relevantes:

A Emissora realizou em 22 de outubro de 2010, Amortização Extraordinária parcial , conforme definida na
Cláusula 4.12.1 da Escritura de Emissão, no Valor Nominal Unitário não amortizado, correspondente a R$
800,00 (oitocentos reais) por debênture, acrescido ao pagamento da Remuneração , calculada pro rata temporis
desde a última Data de Pagamento de Remuneração até a data de 22 de outubro de 2010. Desta forma, a
Emissora propôs aos seus Debenturistas a alteração do fluxo de amortização programada, previsto no item 4.8
da Escritura de Emissão, de forma a contemplar os novos percentuais do Valor Nominal Unitário, objeto da
Amortização, no forma que segue:
Data Fluxo Original Novo Fluxo
22.jan.11 1,75% 1,59%
22.abr.11 1,75% 1,59%
22.jul.11 1,75% 1,59%
22.out.11 1,75% 1,59%
22.jan.12 5% 4,54%
22.abr.12 5% 4,54%
22.jul.12 5% 4,54%
22.out.12 5% 4,54%
22.jan.13 6,75% 6,13%
22.abr.13 6,75% 6,13%
22.jul.13 6,75% 6,13%
22.out.13 6,75% 6,13%
22.jan.14 33,50% 30,46%







Sétima Emissão de Debêntures – Light Sesa
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 65.000
c – valor: R$ 650.000.000,00
d - data de emissão: 02/05/2011
e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar ações do emissor,
informando:
i – condições: Não há
ii - efeitos sobre o capital social: Não há
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate: A Companhia poderá, a seu exclusivo critério, realizar, a qualquer tempo,
oferta de resgate antecipado das Debêntures, com o consequente cancelamento de tais Debêntures,
endereçada a todos os Debenturistas, sem distinção, assegurada a igualdade de condições a todos os
Debenturistas para aceitar o resgate das Debêntures de que forem titulares, de acordo com os termos e
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18.10 - Outras informações relevantes
condições previstos abaixo ("Oferta de Resgate Antecipado"):
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate: -
H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
i - vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado: O vencimento das debêntures é
02/05/2016.
Sujeito ao disposto nas Cláusulas 6.26.1, 6.26.2 e 6.26.3 da escritura de emissão, o Agente Fiduciário
deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações objeto da Escritura de Emissão e exigir o
imediato pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das
Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de
Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data
do efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na ocorrência de
qualquer dos seguintes eventos (cada evento, um "Evento de Inadimplemento"):

i) inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou
coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado,
seja igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) Dias Úteis contados da data do respectivo inadimplemento;
(ii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas;
(iii) protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Companhia, a Fiadora e/ou
qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou
superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto
se, no prazo de 10 (dez) dias contados do respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao
Agente Fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo
competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora perante o juízo
competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros;
(iv) (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma
operação societária que não constitua um Evento de Inadimplemento; (b) decretação de falência da
Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de
autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas
controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou
(e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de
qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do deferimento do
respectivo pedido;
(v) cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Companhia, a Fiadora e/ou
qualquer de suas respectivas controladas, exceto:
(a) se a operação tiver sido previamente aprovada por Debenturistas representando, no
mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; ou
(b) se tiver sido assegurado aos Debenturistas que o desejarem, durante o prazo mínimo de
6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos societários relativos à
operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o pagamento do
saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis
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desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente
anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou
(c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de ações de qualquer
controlada; ou
(d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da Companhia e/ou da
Fiadora; ou
(e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual, após
anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data
de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de risco não
sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco;
(vi) alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da Companhia e/ou da
Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após
anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário, as classificações de
risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela agência de
classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de
risco;
(vii) alienação pela Companhia, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12
(doze) meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta
milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por
Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação;
(viii) término, por qualquer motivo, da concessão outorgada à Companhia para explorar atividades
relacionadas à geração e transmissão de energia;
(ix) intervenção do poder concedente da concessão outorgada à Companhia para explorar atividades
relacionadas à geração e transmissão de energia decorrente de fatos relacionados à sua
capacidade econômica;
(x) transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei
das Sociedades por Ações;
(xi) pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro
prevista no estatuto social da Companhia que não tenham sido declarados até a data de celebração da
Escritura de Emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no
artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Companhia esteja em mora com relação ao
pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures
(xii)inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação pecuniária prevista
nesta Escritura de Emissão;
(xiii) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação não pecuniária
prevista nesta Escritura de Emissão, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados do recebimento de
aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente pelo Agente Fiduciário
e/ou pelos Debenturistas, individualmente ou em conjunto;
(xiv) não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão estritamente nos
termos da Cláusula 4.1 acima;
(xv) inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer decisão judicial e/ou de qualquer
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decisão arbitral não sujeita a recurso envolvendo valor, individual ou agregado, superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, contra a
Companhia e/ou a Fiadora;
(xvi) alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de forma que (a) a Companhia deixe de
atuar na distribuição e comercialização de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo
principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de
energia elétrica;
(xvii) constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor, alienação fiduciária,
cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa de venda, opção de compra, direito de preferência,
encargo, gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha
o efeito prático similar a qualquer das expressões acima ("Ônus")) sobre ativos relevantes da
Companhia e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos judiciais ou
administrativos ou para garantir o cumprimento de contrato de compra de energia elétrica celebrados
pela Companhia), considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado,
seja igual ou superior a R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, exceto se previamente autorizado por Debenturistas da Primeira Série representando, no
mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures da Primeira Série em circulação, e por
Debenturistas da Segunda Série representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures da Segunda Série em circulação;
(xviii) transferência, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação relacionada às
Debêntures, exceto se previamente autorizado por Debenturistas da Primeira Série
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures da Primeira Série em
circulação, e por Debenturistas da Segunda Série representando, no mínimo, 75% (setenta e
cinco por cento) das Debêntures da Segunda Série em circulação;
(xix) ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar, expropriar,
nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte
substancial dos ativos da Companhia e/ou da Fiadora;
(xx) comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Companhia e/ou pela Fiadora
nesta Escritura de Emissão é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante;
(xxi) invalidade, nulidade ou inexequibilidade da Escritura de Emissão;
(xxii) não manutenção, pela Companhia e/ou por qualquer de suas controladas, de seguro para seus
ativos operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de
atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do respectivo inadimplemento;
(xxiii) realização, pela Companhia, por qualquer de suas controladas e/ou pela Fiadora, de operações
fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato social,
observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor;
(xxiv) realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com esta Escritura
de Emissão, com o Contrato de Distribuição e/ou com qualquer outro documento relacionado à
Emissão e/ou à Oferta, em especial os que possam, direta ou indiretamente, comprometer o
pontual e integral cumprimento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas
obrigações previstas em tais documentos;
(xxv) não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros abaixo (em conjunto,
"Índices Financeiros"), a serem apurados pela Companhia, nos termos da Cláusula 7.1 abaixo,
inciso II, alínea (a), e verificados pelo Agente Fiduciário no prazo de até 5 (cinco) Dias Úteis
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contados da data de recebimento, pelo Agente Fiduciário, das informações a que se refere a
Cláusula 7.1 abaixo, inciso II, alínea (a), tendo por base as Demonstrações Financeiras
Consolidadas da Fiadora (conforme definido na Cláusula 7.2 abaixo, inciso I, alínea (b))
relativas a cada trimestre do ano civil, a partir, inclusive, das Demonstrações Financeiras
Consolidadas da Fiadora relativas a 31 de março de 2011:
1. do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total da Dívida
Líquida (conforme definido na Cláusula 6.26.4 abaixo, inciso VII) pelo
EBITDA (conforme definido na Cláusula 6.26.4 abaixo, inciso III), que
deverá ser igual ou inferior a 3,0 (três inteiros); e
2. do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do EBITDA pela
Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos (conforme definido na
Cláusula 6.26.4 abaixo, inciso I), que deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois
inteiros e cinco décimos).


1.1.1 ii – juros: A remuneração de cada uma das Debêntures será a seguinte:
I. atualização monetária: o Valor Nominal de cada uma das Debêntures não será atualizado; e
II. juros remuneratórios: sobre o saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures
incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada
das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, "over extra-grupo",
expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis,
calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP, no informativo diário disponível em sua
página na Internet (http://www.cetip.com.br) ("Taxa DI"), acrescida exponencialmente de
sobretaxa, conforme definida no Procedimento de Bookbuilding, equivalente a 1,35% (um
inteiro e trinta e cinco centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois)
dias úteis ("Sobretaxa", e, em conjunto com a Taxa DI, "Remuneração"), calculados de forma
exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão
ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data
do efetivo pagamento. Sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das
Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures, nos
termos previstos nesta Escritura de Emissão, a Remuneração será paga semestralmente a partir
da Data de Emissão, ocorrendo o primeiro pagamento em 2 de novembro de 2011 e o último,
na Data de Vencimento. A Remuneração será calculada de acordo com a seguinte fórmula:
J = VNe x (FatorJuros – 1)
Sendo que:
J = valor unitário da Remuneração devida em cada data de pagamento de Remuneração,
calculado com 6 (seis) casas decimais, sem arredondamento;
VNe = saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures, informado/calculado
com 6 (seis) casas decimais, sem arredondamento;
FatorJuros = fator de juros composto pelo parâmetro de flutuação acrescido de spread
(Sobretaxa), calculado com 9 (nove) casas decimais, com arredondamento, apurado da seguinte
forma:
d FatorSprea FatorDI FatorJuros × =
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Sendo que:
Fator DI = produtório das Taxas DI
k
, desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de
Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, inclusive, até a data de cálculo,
exclusive, calculado com 8 (oito) casas decimais, com arredondamento, apurado da seguinte
forma:

Sendo que:
n = número total de Taxas DI-Over consideradas na apuração do produtório, sendo "n" um
número inteiro;
K = número de ordem das Taxas DI, variando de "1" até "n";
TDI
k
= Taxa DI-Over, de ordem "k", expressa ao dia, calculada com 8 (oito) casas decimais,
com arredondamento, apurada da seguinte forma:
1 1
100
DI
TDI
252
1
k
k
÷
|
.
|

\
|
+ =

Sendo que:
DI
k
= Taxa DI-Over, de ordem "k", divulgada pela CETIP, expressa na forma percentual ao
ano, válida por 1 (um) dia útil (overnight), utilizada com 2 (duas) casas decimais;
FatorSpread = Sobretaxa, calculada com 9 (nove) casas decimais, com arredondamento,
apurado da seguinte forma:
¦
)
¦
`
¹
¦
¹
¦
´
¦
(
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
+ =
252
1
100
n
spread
d FatorSprea
Sendo que:
spread = 1,3500, conforme definido no Procedimento de Bookbuilding, informado com
4 (quatro) casas decimais; e
n = número de dias úteis entre a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração
imediatamente anterior, conforme o caso, e a data de cálculo, sendo "n" um número inteiro.
Observações:
A Taxa DI deverá ser utilizada considerando idêntico número de casas decimais divulgado pela
CETIP.
O fator resultante da expressão (1 + TDI
k
) é considerado com 16 (dezesseis) casas decimais,
sem arredondamento.
Efetua-se o produtório dos fatores (1 + TDI
k
), sendo que a cada fator acumulado, trunca-se o
resultado com 16 (dezesseis) casas decimais, aplicando-se o próximo fator diário, e assim por
diante até o último considerado.
Estando os fatores acumulados, considera-se o fator resultante "Fator DI" com 8 (oito) casas
decimais, com arredondamento.
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O fator resultante da expressão (Fator DI x FatorSpread) deve ser considerado com 9 (nove) casas
decimais, com arredondamento..
iii - garantia e, se real, descrição do bem objeto: A Fiadora, neste ato, obriga-se, solidariamente com a
Companhia, em caráter irrevogável e irretratável, perante os Debenturistas, como avalista, fiadora,
principal pagadora e solidariamente (com a Companhia) responsável por todas as obrigações da
Companhia nos termos das Debêntures e da Escritura de Emissão, renunciando expressamente aos
benefícios de ordem, direitos e faculdades de exoneração de qualquer natureza previstos nos artigos 333,
parágrafo único, 366, 821, 827, 830, 834, 835, 837, 838 e 839 da Lei n.º 10.406, de 10 de janeiro de 2002,
conforme alterada ("Código Civil"), e dos artigos 77 e 595 da Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de 1973,
conforme alterada ("Código de Processo Civil"), pelo pagamento integral de todos e quaisquer valores,
principais ou acessórios, incluindo Encargos Moratórios (conforme definido na Cláusula 6.23 abaixo),
devidos pela Companhia e pela Fiadora nos termos das Debêntures e da Escritura de Emissão, bem como
todo e qualquer custo ou despesa comprovadamente incorrido pelo Agente Fiduciário e/ou pelos
Debenturistas em decorrência de processos, procedimentos e/ou outras medidas judiciais ou extrajudiciais
necessários à salvaguarda de seus direitos e prerrogativas decorrentes das Debêntures e/ou da Escritura de
Emissão ("Fiança").
iv - na ausência de garantia, se o crédito é quirografário ou subordinado: A garantia é quirografária
com aval corporativo da Light S.A.
 à distribuição de dividendos
 Sujeito ao disposto nas Cláusulas 6.26.1, 6.26.2 e 6.26.3 da escritura de emissão , o
Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações objeto da
Escritura de Emissão e exigir o imediato pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do
saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da
Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de
pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do
efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na
ocorrência de: pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra
participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia que não tenham sido
declarados até a data de celebração da Escritura de Emissão, ressalvado o pagamento do
dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações,
caso a Companhia esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação
pecuniária relativa às Debêntures;
o
v - eventuais restrições impostas ao emissor em relação:
o à alienação de determinados ativos: Sujeito ao disposto nas Cláusulas 6.26.1, 6.26.2 e 6.26.3 da
escritura de emissão , o Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente vencidas todas as
obrigações objeto da Escritura de Emissão e exigir o imediato pagamento, pela Companhia e pela
Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da
Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de
Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem
prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na ocorrência de alienação pela
Companhia, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses,
de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões
de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por
Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação;
o à contratação de novas dívidas: Não há
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o à emissão de novos valores mobiliários: Não há
1.2 vi - o agente fiduciário, indicando os principais termos do contrato: A Companhia nomeia e constitui
Pavarini Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. o Agente Fiduciário, qualificado no
preâmbulo da Escritura de Emissão, que assina nessa qualidade e, neste ato, e na melhor forma de direito,
aceita a nomeação para, nos termos da lei e da Escritura de Emissão, representar a comunhão dos
Debenturistas perante a Companhia e a Fiadora, declarando que:
- aceita a função para a qual foi nomeado, assumindo integralmente os deveres e atribuições
previstos na legislação específica e nesta Escritura de Emissão;
- conhece e aceita integralmente esta Escritura de Emissão e todos os seus termos e condições;
- está devidamente autorizado a celebrar esta Escritura de Emissão e a cumprir com suas
obrigações aqui previstas, tendo sido satisfeitos todos os requisitos legais e societários
necessários para tanto;
- a celebração da Escritura de Emissão e o cumprimento de suas obrigações aqui previstas não
infringem qualquer obrigação anteriormente assumida pelo Agente Fiduciário;
- esta Escritura de Emissão constitui obrigação lícita, válida, eficaz e vinculante do Agente
Fiduciário e exequível de acordo com os seus termos;
- verificou a veracidade das informações contidas nesta Escritura de Emissão;
- verificou a regularidade da constituição da Fiança, devendo observar a manutenção de sua
suficiência e exequibilidade, nos termos da Escritura de Emissão;
- é instituição financeira, estando devidamente organizado, constituído e existente de acordo com
as leis brasileiras;
- está ciente da regulamentação aplicável emanada do Banco Central do Brasil e da CVM;
- não tem, sob as penas de lei, qualquer impedimento legal, conforme o artigo 66, parágrafo 3º,
da Lei das Sociedades por Ações, a Instrução CVM n.º 28, de 23 de novembro de 1983,
conforme alterada, ou, em caso de alteração, a que vier a substituí-la ("Instrução CVM 28"), e
demais normas aplicáveis, para exercer a função que lhe é conferida;
- não se encontra em nenhuma das situações de conflito de interesse previstas no artigo 10 da
Instrução CVM 28;
- não tem qualquer ligação com a Companhia ou com a Fiadora que o impeça de exercer suas
funções;
- exerce a função de agente fiduciário na primeira emissão de debêntures de Cemig Distribuição
S.A., sociedade do mesmo grupo econômico da Companhia, no valor total de
R$250.503.517,80, representada por 23.042 debêntures, da espécie quirografária, com garantia
fidejussória de Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, com data de vencimento em
2 de junho de 2014 e com pagamento de juros anuais e pagamento de principal na data de
vencimento; e
- exerce a função de agente fiduciário na primeira emissão de debêntures da Light Energia,
sociedade do mesmo grupo econômico da Companhia, no valor total de até R$170.000.000,00
(cento e setenta milhões de reais), representada por até 17.000 (dezessete mil) debêntures não
conversíveis em ações, da espécie quirografária, com garantia fidejussória da Fiadora, com data
de vencimento em 10 de abril de 2016 e com pagamento de juros semestrais e pagamento de
principal em 10 de abril de 2015 e na data de vencimento.
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O Agente Fiduciário exercerá suas funções a partir da data de celebração da Escritura de Emissão ou de eventual
aditamento relativo à sua substituição, devendo permanecer no exercício de suas funções até a Data de
Vencimento ou, caso ainda restem obrigações da Companhia e da Fiadora nos termos da Escritura de Emissão
inadimplidas após a Data de Vencimento, até que todas as obrigações da Companhia e da Fiadora nos termos da
Escritura de Emissão sejam integralmente cumpridas, ou, ainda, até sua efetiva substituição.
Em caso de ausência, impedimentos temporários, renúncia, intervenção, liquidação judicial ou extrajudicial,
falência, ou qualquer outro caso de vacância do Agente Fiduciário, aplicam-se as seguintes regras:
I é facultado aos Debenturistas, após o encerramento da Oferta, proceder à substituição do Agente
Fiduciário e à indicação de seu substituto, em assembleia geral de Debenturistas, especialmente
convocada para esse fim;
II caso o Agente Fiduciário não possa continuar a exercer as suas funções por circunstâncias
supervenientes a esta Escritura de Emissão, deverá comunicar imediatamente o fato aos Debenturistas,
solicitando sua substituição e convocar assembleia geral de Debenturistas para esse fim;
III caso o Agente Fiduciário renuncie às suas funções, deverá permanecer no exercício de suas funções
até que uma instituição substituta seja indicada pela Companhia e aprovada pela assembleia geral de
Debenturistas, e assuma efetivamente as suas funções;
IV será realizada, dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados do evento que a determinar,
assembleia geral de Debenturistas para a escolha do novo agente fiduciário, que poderá ser convocada
pelo próprio Agente Fiduciário a ser substituído, pela Companhia, por Debenturistas representando, no
mínimo, 10% (dez por cento) das Debêntures em circulação, ou pela CVM; na hipótese da convocação
não ocorrer em até 15 (quinze) dias antes do término do prazo aqui previsto, caberá à Companhia efetuá-
la, sendo certo que a CVM poderá nomear substituto provisório enquanto não se consumar o processo de
escolha do novo agente fiduciário;
V a substituição, em caráter permanente, do Agente Fiduciário (a) está sujeita à comunicação prévia à
CVM e à sua manifestação acerca do atendimento aos requisitos previstos no artigo 9º da
Instrução CVM 28; e (b) deverá ser objeto de aditamento esta Escritura de Emissão;
VI os pagamentos ao Agente Fiduciário substituído serão efetuados observando-se a proporcionalidade ao
período da efetiva prestação dos serviços;
VII o agente fiduciário substituto fará jus à mesma remuneração percebida pelo anterior, caso (a) a
Companhia não tenha concordado com o novo valor da remuneração do agente fiduciário proposto pelas
assembleias gerais de Debenturistas a que se refere o inciso IV acima; ou (b) as assembleias gerais de
Debenturistas a que se refere o inciso IV acima não deliberem sobre a matéria;
VIII o agente fiduciário substituto deverá, imediatamente após sua nomeação, comunicá-la à Companhia
e aos Debenturistas nos termos das Cláusulas 6.27 e 6.28 acima; e
aplicam-se às hipóteses de substituição do Agente Fiduciário as normas e preceitos emanados da CVM.

i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:
ASSEMBLEIA GERAL DE DEBENTURISTAS
Os Debenturistas poderão, a qualquer tempo, reunir-se em assembleia geral, de acordo com o disposto no
artigo 71 da Lei das Sociedades por Ações, a fim de deliberarem sobre matéria de interesse da comunhão dos
Debenturistas.
As assembleias gerais de Debenturistas poderão ser convocadas pelo Agente Fiduciário, pela Companhia, por
Debenturistas que representem, no mínimo, 10% (dez por cento) das Debêntures em circulação, ou pela CVM.
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A convocação das assembleias gerais de Debenturistas dar-se-á mediante anúncio publicado pelo menos 3 (três)
vezes nos termos da Cláusula 6.27 acima, respeitadas outras regras relacionadas à publicação de anúncio de
convocação de assembleias gerais constantes da Lei das Sociedades por Ações, da regulamentação aplicável e da
Escritura de Emissão.
As assembleias gerais de Debenturistas instalar-se-ão, em primeira convocação, com a presença de titulares de,
no mínimo, metade das Debêntures em circulação, e, em segunda convocação, com qualquer quorum.
A presidência e a secretaria das assembleias gerais de Debenturistas, caberão aos representantes do Agente
Fiduciário ou àqueles que forem designados pela CVM.
Nas deliberações das assembleias gerais de Debenturistas, a cada Debênture em circulação caberá um voto,
admitida a constituição de mandatário, Debenturista ou não. Exceto pelo disposto na Cláusula 9.6.1 abaixo,
todas as deliberações a serem tomadas em assembleia geral de Debenturistas dependerão de aprovação de
Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação.
Não estão incluídos no quorum a que se refere a Cláusula 9.6 acima:
I. os quoruns expressamente previstos em outras Cláusulas da Escritura de Emissão; e
II. as alterações, que deverão ser aprovadas por Debenturistas representando, no mínimo,
90% (noventa por cento) das Debêntures em circulação, (a) das disposições desta Cláusula;
(b) de qualquer dos quoruns previstos nesta Escritura de Emissão; (c) da Remuneração, exceto
pelo disposto na Cláusula 6.15.1.2 acima; (d) de quaisquer datas de pagamento de quaisquer
valores previstos nesta Escritura de Emissão; (e) do prazo de vigência das Debêntures; (f) da
espécie das Debêntures; (g) da Fiança; (h) da criação de evento de repactuação; (i) das
disposições relativas à Cláusula 6.17 acima; (j) das disposições relativas à Cláusula 6.18 acima;
ou (k) de qualquer Evento de Inadimplemento.
Para os fins da Escritura de Emissão, "Debêntures em circulação" significam todas as Debêntures subscritas e
integralizadas e não resgatadas, excluídas as Debêntures mantidas em tesouraria e, ainda, para fins de
constituição de quorum, pertencentes, direta ou indiretamente, (i) à Companhia; (ii) à Fiadora; (iii) a qualquer
controladora ou controlada, direta ou indireta, ou a qualquer coligada de qualquer das pessoas indicadas nos itens
anteriores; ou (iv) a qualquer diretor, conselheiro, cônjuge, companheiro ou parente até o 3º (terceiro) grau de
qualquer das pessoas referidas nos itens anteriores.
Será facultada a presença dos representantes legais da Companhia e da Fiadora nas assembleias gerais de
Debenturistas.
O Agente Fiduciário deverá comparecer às assembleias gerais de Debenturistas e prestar aos Debenturistas as
informações que lhe forem solicitadas.
Aplica-se às assembleias gerais de Debenturistas, no que couber, o disposto na Lei das Sociedades por Ações,
sobre a assembleia geral de acionistas.
j - outras características relevantes

Não há.



Oitava Emissão de Debêntures
a - identificação do valor mobiliário: Debêntures
b – quantidade: 470
c – valor: R$470.000.000,00 (quatrocentos e setenta milhões de reais)
d - data de emissão: 10 de setembro de 2012
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e - restrições à circulação: Não há
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando:
i – condições: Não há
ii - efeitos sobre o capital social: Não há
G - possibilidade de resgate, indicando:
i - hipóteses de resgate:

A partir da completa comprovação da utilização dos recursos, por meio da
entrega dos Relatórios de Usos dos Recursos, as Debêntures poderão ser
resgatadas total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia,
por meio de envio ou de publicação de comunicado aos Debenturistas, com 10
(dez) Dias Úteis de antecedência, informando (i) a data do resgate pretendido;
(ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas, (iii) qualquer
outra informação relevante aos Debenturistas.
ii - fórmula de cálculo do valor de resgate:

O valor de resgate não deverá ser inferior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões
de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal,
acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios, se for o caso, devidos até
a data do resgate, e de prêmio (conforme tabela abaixo) incidente sobre o Valor
Nominal Unitário atualizado, objeto do Resgate Antecipado Facultativo
("Prêmio").
PERÍODO DE RESGATE ANTECIPADO PRÊMIO
Junho de 2014 até maio de 2016
1,50% (um inteiro e cinquenta centésimos
por cento)
Junho de 2016 até maio de 2018
1,25% (um inteiro e vinte e cinco
centésimos por cento)
Junho de 2018 até maio de 2020 1,00% (um por cento)
Junho de 2020 até maio de 2022
0,75% (setenta e cinco centésimos por
cento)
Junho de 2022 até maio de 2024 0,50% (cinquenta centésimos por cento)
Junho de 2024 até o dia anterior à Data
de Vencimento
0,25% (vinte e cinco centésimos por cento)


H - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:

As debêntures vencem em 04/06/2026.

Sujeito ao disposto abaixo, o Agente Fiduciário deverá declarar antecipadamente
vencidas todas as obrigações objeto da Escritura de Emissão e exigir o imediato
pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal
das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata
temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração
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imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem
prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, na ocorrência de qualquer
dos seguintes eventos (cada evento, um "Evento de Inadimplemento"):
inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações
pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) Dias Úteis contados da data do
respectivo inadimplemento;
- vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da Fiadora
e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo
valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em
outras moedas;
- protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a
Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas
ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior
a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente
em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do
respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao Agente
Fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas
garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente
comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora perante o juízo
competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros;
- inclusão da Emissora ou da Fiadora em qualquer cadastro de proteção
ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até
15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que
resultou em sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito,
seja superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais);
- descumprimento, pela Emissora ou pela Fiadora, de quaisquer
obrigações não pecuniárias previstas nesta Escritura, não sanada no
prazo de até 10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por
escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente
pelo Agente Fiduciário e/ou pelos Debenturistas, individualmente ou
em conjunto;
- uma ou mais sentenças arbitrais definitivas ou judiciais transitadas em
julgado em face da Emissora ou da Fiadora, que resulte(m) ou
possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de
pagamento para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado
superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais
a respectiva sociedade não tenha feito provisão para pagamento,
conforme publicado em suas demonstrações de resultado mais
recentes;
- transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a
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terceiros, pela Emissora ou pela Fiadora, das obrigações assumidas
nesta Escritura de Emissão, sem a prévia anuência dos Debenturistas
reunidos em Assembleia Geral de Debenturistas especialmente
convocada para este fim, representando, no mínimo, 75% (setenta e
cinco por cento) das Debêntures em circulação;
- (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da Fiadora e/ou
de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a
liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação
societária que não constitua um Evento de Inadimplemento;
(b) decretação de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer
de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de
autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora e/ou por
qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de
falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas
respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não
elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de
recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer
de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do
deferimento do respectivo pedido;
- cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a
Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas,
exceto:
(a) se a operação tiver sido previamente aprovada por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures em circulação; ou
(b) se tiver sido assegurado aos Debenturistas que o desejarem, durante
o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das
atas dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures
de que forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do
Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis
desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração
imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo
pagamento; ou
(c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de
ações de qualquer controlada; ou
(d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da
Companhia e/ou da Fiadora; ou
(e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas
na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de
risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à
Companhia pela agência de classificação de risco não sejam objeto de
rebaixamento pela referida agência de classificação de risco;
- alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto,
da Companhia e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das
Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada
ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário,
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as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às
Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de risco
não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de
classificação de risco e se aprovado por Debenturistas, representando,
no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em
circulação;
- alienação pela Companhia, de ativos permanentes que representem,
em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou
agregada, valor igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta
milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se
previamente autorizado por Debenturistas representando, no mínimo,
75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação;
- transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos
artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações;
- redução do capital social da Companhia que não seja realizada para
absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado
por Debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por
cento) das Debêntures em circulação;
- pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer
outra participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia
que não tenham sido declarados até a data de celebração da Escritura
de Emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório
previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a
Companhia esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer
obrigação pecuniária relativa às Debêntures;
- inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer
obrigação pecuniária prevista nesta Escritura de Emissão;
- não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos com a
Emissão estritamente para financiamento dos projetos descritos no
plano de negócios da companhia;
- alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de forma
que (a) a Companhia deixe de atuar na distribuição e comercialização
de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo
principal a participação em sociedades que atuem na geração,
distribuição e/ou comercialização de energia elétrica;
- constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor,
alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso,
promessa de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo,
gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário,
ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das
expressões acima ("Ônus")) sobre ativos relevantes da Companhia
e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos
judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de
contratos de compra de energia elétrica celebrados pela Companhia ou
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dos contratos de financiamento celebrados pela Companhia com o
BNDES para financiamento de investimentos nas atividades
operacionais da Companhia), considerando-se como ativos relevantes
aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$20.000.000,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em
outras moedas, exceto se previamente autorizado por Debenturistas
representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das
Debêntures em circulação;
- ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de
sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo
adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos
da Companhia e/ou da Fiadora;
- comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela
Companhia e/ou pela Fiadora nesta Escritura de Emissão é falsa,
inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante;
- invalidade, nulidade ou inexequibilidade da Escritura de Emissão;
- não manutenção, pela Companhia de seguro para seus ativos
operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em
seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias
contados da data do respectivo inadimplemento;
- realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de operações fora de
seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou
contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e
regulamentares em vigor;
- realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em
desacordo com esta Escritura de Emissão, e/ou com qualquer outro
documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta
ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela
Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações
previstas em tais documentos;
- Não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros
abaixo (em conjunto, "Índices Financeiros"), e verificados pelo
Agente Fiduciário no prazo de até 5 (cinco) Dias Úteis contados da
data de recebimento, pelo Agente Fiduciário, tendo por base as
Demonstrações Financeiras Consolidadas Auditadas da Fiadora
relativas a cada trimestre do ano civil, a partir, inclusive, das
Demonstrações Financeiras Consolidadas da Fiadora relativas a
30 de setembro de 2012:
(a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total
da Dívida Líquida pelo EBITDA, que deverá ser igual ou inferior
a 3,0 (três inteiros); e
(b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do
EBITDA pela Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos , que
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deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos);
- a Emissora deixar de ter suas demonstrações financeiras auditadas por
auditor independente registrado na CVM;
- perda, caducidade, cassação definitiva, encampação ou extinção da
concessão de serviço público detida pela Emissora;
- intervenção na Companhia pelo poder concedente da concessão
outorgada à Companhia, com o objetivo de explorar atividades
relacionadas à distribuição de energia, intervenção essa decorrente de
fatos relacionados à sua capacidade econômica; ou
- rebaixamento do rating da Emissão para abaixo do conceito “BBB-”.



i - condições para alteração dos direitos assegurados por tais valores mobiliários:

Cada Debênture em circulação conferirá a seu titular o direito a um voto nas
Assembléias Gerais de Debenturistas, cujas deliberações, ressalvados quoruns
específicos estabelecidos na Escritura de Emissão, serão tomadas, em primeira
convocação, por titulares de Debêntures que representem, no mínimo, 75% das
Debêntures em circulação e, em segunda convocação, por titulares de Debêntures que
representem a maioria das Debêntures presentes, sendo admitida a constituição de
mandatários, titulares de Debêntures ou não. A substituição da Fiança da Garantidora,
bem como qualquer alteração (i) no prazo de vigência das Debêntures (incluindo
eventual repactuação); (ii) nas datas e nas taxas de pagamento do Valor Nominal
Unitário e/ou da Remuneração; (iii) no quorum de deliberação das Assembléias Gerais
de Debenturistas; (iv) nos eventos de vencimento antecipado das Debêntures, conforme
previstos na Escritura de Emissão deverão ser aprovados por titulares de Debêntures que
representem, no mínimo, 90% das Debêntures em circulação. A renúncia à declaração
de vencimento antecipado das Debêntures e a definição da taxa substitutiva em caso de
indisponibilidade, impossibilidade de aplicação ou extinção da Taxa DI, nos termos da
Escritura de Emissão, dependerão da aprovação de titulares de
Debêntures que representem, no mínimo, 75% das Debêntures em circulação.
Os quoruns de deliberação das Assembléias Gerais de Debenturistas são aqueles
previstos acima, inexistindo quaisquer outros quoruns, exceto nos casos em que
legislação futura venha a prevê-los.

j - outras características relevantes:

Não há.


Segunda emissão de Notas Promissórias
a - identificação do valor mobiliário: Nota Promissória
b – quantidade: 50
c – valor: R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais)
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d - data de emissão: 15 de maio de 2013
e - restrições à circulação: Sim.
As Notas Promissórias somente poderão ser negociadas nos mercados regulamentados
de valores mobiliários: (a) depois de decorridos 90 (noventa) dias de sua subscrição ou
aquisição pelo investidor e (b) entre investidores qualificados, conforme artigos 13 e 15
da Instrução CVM 476/09.
f - conversibilidade em ações ou conferência de direito de subscrever ou comprar
ações do emissor, informando:
(i) condições: Não há
(ii) efeitos sobre o capital social: Não há
g - possibilidade de resgate, indicando:
(i) hipóteses de resgate: A totalidade das Notas Promissórias será resgatada
antecipadamente pela Emissora, conforme disposto no § 2º do artigo 7º da
Instrução CVM nº 134, exclusivamente (i) na hipótese do item (v) (b) das
Hipóteses de Inadimplemento e Vencimento Antecipado abaixo, ou (ii) na
mesma data de subscrição e integralização das debêntures simples, não
conversíveis em ações, da 9ª emissão da Emissora, a qual será objeto de
distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução
CVM nº 476 (“Resgate Antecipado” e “Debêntures”). O Coordenador (conforme
abaixo definido) será a instituição intermediária responsável pela estruturação e
coordenação da distribuição pública das Debêntures, nos termos da
regulamentação aplicável.

A Emissora deverá notificar o Agente de Notas, com antecedência mínima de 3 (três)
dias úteis, informando a data, o local e o procedimento de resgate.

A CETIP deverá ser comunicada a respeito da realização do Resgate Antecipado, pelo
menos 2 (dois) dias úteis antes da data pretendida para a realização do Resgate
Antecipado e sua efetivação ocorrerá, para as Notas Promissórias custodiadas
eletronicamente na CETIP, de acordo com os procedimentos operacionais da CETIP.

O titular desta Nota Promissória tem conhecimento e concorda que a Emissora realizará
o Resgate Antecipado e manifesta sua concordância expressa com relação ao Resgate
Antecipado, bem como a todos os seus termos e condições.

O Resgate Antecipado será realizado mediante o pagamento do Valor Nominal Unitário
acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão até a
data do efetivo Resgate Antecipado, sem qualquer penalidade, custo ou prêmio
adicional a ser pago pela Emissora.

O Resgate Antecipado implica a extinção da respectiva Nota Promissória resgatada,
sendo vedada sua manutenção em tesouraria, conforme disposto no artigo 7º, § 3º, da
Instrução CVM nº 134. Os titulares das Notas Promissórias deverão realizar todos os
procedimentos adotados pela CETIP para terem suas Notas Promissórias resgatadas.
Não serão devidos juros ou remuneração adicionais caso algum titular de Nota
Promissória não adote tempestivamente os procedimentos exigidos pela CETIP.

(ii) fórmula de cálculo do valor de resgate: Não há
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h - quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável:
(i) vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado: A
totalidade das Notas Promissórias será resgatada antecipadamente pela
Emissora, conforme disposto no § 2º do artigo 7º da Instrução CVM nº 134,
exclusivamente (i) na hipótese do item (v) (b) das Hipóteses de Inadimplemento
e Vencimento Antecipado abaixo, ou (ii) na mesma data de subscrição e
integralização das debêntures simples, não conversíveis em ações, da 9ª emissão
da Emissora, a qual será objeto de distribuição pública com esforços restritos de
colocação, nos termos da Instrução CVM nº 476 (“Resgate Antecipado” e
“Debêntures”). O Coordenador (conforme abaixo definido) será a instituição
intermediária responsável pela estruturação e coordenação da distribuição
pública das Debêntures, nos termos da regulamentação aplicável.

A Emissora deverá notificar o Agente de Notas, com antecedência mínima de 3 (três)
dias úteis, informando a data, o local e o procedimento de resgate.

A CETIP deverá ser comunicada a respeito da realização do Resgate Antecipado, pelo
menos 2 (dois) dias úteis antes da data pretendida para a realização do Resgate
Antecipado e sua efetivação ocorrerá, para as Notas Promissórias custodiadas
eletronicamente na CETIP, de acordo com os procedimentos operacionais da CETIP.

O titular desta Nota Promissória tem conhecimento e concorda que a Emissora realizará
o Resgate Antecipado e manifesta sua concordância expressa com relação ao Resgate
Antecipado, bem como a todos os seus termos e condições.

O Resgate Antecipado será realizado mediante o pagamento do Valor Nominal Unitário
acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão até a
data do efetivo Resgate Antecipado, sem qualquer penalidade, custo ou prêmio
adicional a ser pago pela Emissora.

O Resgate Antecipado implica a extinção da respectiva Nota Promissória resgatada,
sendo vedada sua manutenção em tesouraria, conforme disposto no artigo 7º, § 3º, da
Instrução CVM nº 134. Os titulares das Notas Promissórias deverão realizar todos os
procedimentos adotados pela CETIP para terem suas Notas Promissórias resgatadas.
Não serão devidos juros ou remuneração adicionais caso algum titular de Nota
Promissória não adote tempestivamente os procedimentos exigidos pela CETIP.

Caso as Debêntures não venham a ser emitidas, subscritas e/ou integralizadas, por
qualquer motivo, a Emissora ficará automaticamente dispensada da obrigação
estabelecida acima, hipótese em que não haverá Resgate Antecipado desta Nota
Promissória, a qual será liquidada na Data de Vencimento, indicada no anverso desta
cártula.
São consideradas hipóteses de vencimento antecipado desta Nota Promissória e,
observado o disposto abaixo, de imediata exigibilidade do pagamento, pela Emissora,
do Valor Nominal Unitário acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis
desde a Data de Emissão até a data do seu efetivo pagamento (cada um, um “Evento de
Inadimplemento”):

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(i) inadimplemento, pela Emissora, no pagamento de dívidas ou em obrigações
pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras
moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) Dias Úteis contados do respectivo
inadimplemento;

(ii) vencimento antecipado de qualquer dívida da Emissora cujo valor, individual ou
agregado, seja igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais),
ou seu equivalente em outras moedas;

(iii) protesto de títulos contra a Emissora cujo valor, individual ou agregado, seja
igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu
equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do
respectivo protesto (a) o protesto for cancelado; ou (b) for apresentada defesa e
prestadas as devidas garantias em juízo; ou (c) for validamente comprovado pela
Emissora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-
fé de terceiros;

(iv) (a) liquidação, dissolução ou extinção da Emissora, exceto se a liquidação,
dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua
um Evento de Inadimplemento; (b) decretação de falência da Emissora; (c)
pedido de autofalência formulado pela Emissora; (d) pedido de falência
formulado por terceiros cujo valor, individual ou em conjunto, seja superior a
R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), não elidido no prazo legal; ou (e)
pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial formulado pela
Emissora, independentemente do deferimento do respectivo pedido;

(v) cisão, fusão, incorporação de ações envolvendo a Emissora, exceto:

(a) se a operação tiver sido previamente aprovada por titulares das Notas
Promissórias em observância ao quórum de deliberação estabelecido
nesta Cártula; ou

(b) se tiver sido assegurado o direito de resgate aos titulares das Notas
Promissórias que não concordarem com a referida cisão, fusão ou
incorporaçã