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1.

1- Figuras de Lissajous

Ao aplica-se ondas simultâneas à placas
defletoras horizontais e verticais de um
osciloscópio, obtém-se varias curvas,
conhecidas como figuras de Lissajous. Destas
figuras podemos estabelecer relações entre as
freqüências dos dois sinais, conforme o
número de vezes que a figura toca na linha de
tangência horizontal e na vertical:

(1)
Onde:
Fy = Freqüência do sinal aplicado na
entrada vertical.
Fx = Freqüência do sinal aplicado na
entrada horizontal.
Ny = Número de vezes que o sinal
tangencia a vertical
Nx = Número de vezes que o sinal
tangencia a horizontal.

E através da relação (1) entre Nx e Ny é
possível calcular a freqüência desconhecida.


2. Materiais utilizados [3]

Para a realização deste experimento foram
utilizados um osciloscópio e dois geradores de
onda, afim de obter as relações gráficas
necessárias pra posteriores cálculos.
3. Procedimentos experimentais

Para coleta de dados foram realizadas as
seguintes montagens experimentais, ajustando
o controle da base de tempo em XY:



Figura 1. Diagrama da montagem
experimental para observação de Figuras de
Lissajous.





3.1 Cálculo de freqüência através de
Figuras de Lissajous


Usando dois geradores de onda com sinais
de freqüências iguais à 100 Hz reproduzimos
as chamadas Figuras de Lissajous no
osciloscópio, e através da análise gráfica e da
utilização da equação (1) foi possível realizar o
cálculo da freqüência desconhecida bem como
a comparação do valor teórico, obtido através
dos cálculos, e do valor experimental, obtido
através do experimento em laboratório. Logo
em seguida foram reajustados novos valores
para a freqüência e posteriormente analise e
calculo através das figuras de Lissajous, dados
estes a seguir.

As seguintes figuras foram observadas com
as variações de freqüência bem como consta o
cálculo da freqüência teórica e comparação
com sua medida experimental:

Freqüência conhecida: Fx = 100 Hz



Figura 2 . Figuras de Lissajous.

Nx = 2
Ny = 1

Portanto obteve-se através da realização
dos cálculos que a freqüência desconhecida era
de Fy = 200 Hz.
E comparando com o valor indicado pelo
gerador pode se obter uma proximidade
relativa tendo em vista erros experimentais de
calibragem de equipamentos, no qual indicava
a medida de freqüência emitida como Fy =
204 Hz.
Freqüência conhecida: Fx = 100 Hz



Figura 3 . Figuras de Lissajous.

Nx = 3
Ny = 1

Portanto obteve-se através da realização
dos cálculos que a freqüência desconhecida era
de Fy = 300 Hz.
E comparando com o valor indicado pelo
gerador pode se obter uma proximidade
relativa tendo em vista erros experimentais de
calibragem de equipamentos, no qual indicava
a medida de freqüência emitida como Fy =
301 Hz.


Freqüência conhecida: Fx = 100 Hz



Figura 4 . Figuras de Lissajous.

Nx = 4
Ny = 1

Portanto obteve-se através da realização
dos cálculos que a freqüência desconhecida era
de Fy = 400 Hz.
E comparando com o valor indicado pelo
gerador pode se obter uma proximidade
relativa tendo em vista erros experimentais de
calibragem de equipamentos, no qual indicava
a medida de freqüência emitida como Fy =
399 Hz.
Freqüência conhecida: Fx = 100 Hz



Figura 5 . Figuras de Lissajous.

Nx = 5
Ny = 1

Portanto obteve-se através da realização
dos cálculos que a freqüência desconhecida era
de Fy = 500 Hz.
E comparando com o valor indicado pelo
gerador pode se obter uma proximidade
relativa tendo em vista erros experimentais de
calibragem de equipamentos, no qual indicava
a medida de freqüência emitida como Fy =
301 Hz.
Freqüência conhecida: Fx = 498 Hz



Figura 6 . Figuras de Lissajous.

Nx = 5
Ny = 2

Portanto obteve-se através da realização
dos cálculos que a freqüência desconhecida era
de Fy = 250 Hz.
E comparando com o valor indicado pelo
gerador pode se obter uma proximidade
relativa tendo em vista erros experimentais de
calibragem de equipamentos, no qual indicava
a medida de freqüência emitida como Fy =
249 Hz.







3. Referências

http://www.fis.ita.br/labfis45/exps/e3.ht
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