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MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

GESTÃO PÚBLICA
CAPITALIZAÇÃO E AMORTIZAÇÃO
Um sistema de amortização nada mais é do que um plano de pagamento de uma dívida contraída. Esses planos de
pagamento podem assumir muitas formas. Nos diversos planos de pagamento possíveis, cada prestação costuma
incluir:
• juro do período que é calculado sore o saldo da dívida no início do período! e"ou
• amortização do principal que correspondente ao pagamento parcial ou integral do principal da dívida.
E#emplos de aplicação de sistemas de amortização:
• $ompras a prestação.
• Empréstimos em ancos para pagamento em parcelas peri%dicas.
• Empréstimos do sistema financeiro da &aitação para compra da casa pr%pria.
• 'inanciamento de autom%veis, e outros.
(uando contraímos uma dívida, devemos sald)*la por meio do pagamento do valor atual ou valor principal +ou
capital, e dos juros contratados, em certo prazo estipulado. - pagamento deste principal é c&amado
./-0123.45-.
- termo amortização é utilizado em financiamentos, que consiste em prestaç6es pagas periodicamente +em geral
mensalmente, reduzindo o Saldo Devedor - SD +dívida, do financiamento. .través da amortização, o valor total da
dívida cai, de forma que ao longo do financiamento as prestaç6es tendem a diminuir, pois a parcela referente 7
amortização do saldo devedor diminui.
No mercado rasileiro são utilizados asicamente tr8s sistemas de amortização do saldo devedor dos
financiamentos:
 SAC * 9istema de .mortização $onstante.
 SAF : 9istema de .mortização 'ranc8s ou 1aela ;rice.
 SACRE * 9istema de .mortização $rescente : 9omente utilizado pela $ai#a Econ<mica 'ederal.
- que difere um sistema de amortização de outro é, asicamente, a maneira como são otidas a parcelas. Elas
podem ser constantes, vari)veis ou até =nicas, sendo compostas por duas partes: juros e amortização.
E#istem outros sistemas de amortização. 9ão eles:
 SAA * 9istema de .mortização .mericano
 SAM * 9istema de .mortização /isto
 PLA * ;lano >ivre de .mortização
DEFINIÇÕES : 1ermos de uso corrente no mercado financeiro:
 Mutuante ou !e"o! # aquele que d) o empréstimo.
 Mutu$!%o ou "e&e"o! * aquele que recee o empréstimo.
 A'o!t%(a)*o +A, * ação de saldar uma dívida por meio de parcelas peri%dicas, constantes ou não.
 P!a(o "e a!-n%a # período compreendido entre o prazo de utilização e o pagamento da primeira
amortização.
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 Pa!e.a "e a'o!t%(a)*o # corresponde 7s parcelas de devolução do principal, ou seja, do capital
emprestado.
 P!a(o "e a'o!t%(a)*o # é o intervalo de tempo, durante o qual são pagas as amortizaç6es.
9egundo as pr)ticas &aituais no mercado, os empréstimos classificam*se em:
 curto prazo
 médio prazo
 longo prazo
-s empréstimos de curto e médio prazo caracterizam*se, normalmente por serem saldados em até @ anos. .cima de
@ anos, os empréstimos são considerados de longo prazo. -s empréstimos de longo prazo são de grande
importAncia, pois e#istem v)rios sistemas de amortizar o empréstimo.
 P!e/ta)*o +PMT, # é a soma da amortização acrescida de juros e outros encargos, pagos em um dado
período.
 P!a(o tota. "e 0%nan%a'ento # é a soma do prazo de car8ncia com o prazo de amortização.
 Sa."o De&e"o! +SD, # é o estado da dívida, ou seja, do déito, em um determinado instante de tempo.
 Pe!1o"o "e a'o!t%(a)*o +n, # é o intervalo de tempo e#istente entre as duas amortizaç6es.
2 SISTEMAS DE AMOTIZAÇÃO CONSTANTE # SAC
Esse sistema é amplamente utilizado no Brasil, principalmente nos financiamentos imoili)rios e no setor
produtivo. .s características do 9.$ são:
 - Calor amortizado é constante.
 ;restaç6es e os juros decrescentes.
 1a#a de juro incide sore o saldo devedor do período anterior +geralmente é mensal,.
CÁLC3LO DAS PRESTAÇÕES NO SAC
;ara calcular a primeira prestação, temos que calcular o valor amortizado e os juros:
D* 4a.o! a'o!t%(a"o +A, * ;ara calcular o valor constante da amortização, asta dividir o saldo devedor inicial
pelo período n.
n
SD
A
E
=
?* 5u!o/ +5, * -s juros são calculados a cada período, multiplicando*se a ta#a de juros contratada pelo saldo
devedor e#istente no período anterior.
i SD J
n n
× =
−D
@* Pa!e.a/ +PMT, * .s parcelas serão a soma dos juros com o valor a ser amortizado.
n n n
J A PMT + =
SAC SEM PRAZO DE CAR6NCIA
No final do primeiro período, logo depois de contrair a dívida, a primeira parcela deve ser paga.
E7e'8.o : Um im%vel de 0F DEE.EEE,EE foi financiado em G parcelas a uma ta#a de DEH ao ano. $onstruir o
plano de amortização no 9.$. (uanto foi pago de juros e quanto foi amortizado na primeira parcelaI
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+a, Pa!e.a 0%7a "e a'o!t%(a)*o.
EEE . ?E
G
EEE . DEE
E
= = =
n
SD
A
+9, C$.u.o "o/ :u!o/ 8a;o no 0%na. "o 2< 8e!1o"o "e a'o!t%(a)*o.
EEE . DE D , E EEE . DEE
E D
= × = × = i SD J
+, C$.u.o "a 2= PMT 8a;a.
EEE . @E EEE . DE EEE . ?E
D D
= + = + = J A PMT
>ogo, no final do DJ período a prestação a ser paga é de 0F @E.EEE,EE, sendo que esta prestação contém o valor
amortizado +0F ?E.EEE,EE,, mais o valor dos juros +0F DE.EEE,EE,
;ara calcular a prestação do ?J período, a ta#a deve incidir sore o saldo devedor imediatamente anterior, isto é:
 9aldo Kevedor anterior L ME.EEE
 Nuros L
i SD J × =
D ?
L ME.EEE # E,DE L M.EEE,EE
 .mortização constante L ?E.EEE,EE
 ;restação L
? ? ?
J A PMT + =
L ?E.EEE,EE O M.EEE,EE L ?M.EEE,EE
Elaorando uma taela, temos o plano de amortização. ;odemos oservar que pagaremos 0F @E.EEE,EE de juros
PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o +A, 5u!o/ +5, PMT > A ? 5
E DEE.EEE,EE ** ** **
D DEE.EEE : ?E.EEE L ME.EEE,EE ?E.EEE,EE DE.EEE,EE @E.EEE,EE
? ME.EEE : ?E.EEE L PE.EEE,EE ?E.EEE,EE M.EEE,EE ?M.EEE,EE
@ PE.EEE : ?E.EEE L QE.EEE,EE ?E.EEE,EE P.EEE,EE ?P.EEE,EE
Q QE.EEE : ?E.EEE L ?E.EEE,EE ?E.EEE,EE Q.EEE,EE ?Q.EEE,EE
G ?E.EEE : ?E.EEE L E,EE ?E.EEE,EE ?.EEE,EE ??.EEE,EE
Tota. #### 2@@.@@@A@@ B@.@@@A@@ 2B@.@@@A@@
-serve que a amortização é constante e as prestaç6es e os juros decrescem 7 medida que a dívida vai sendo
quitada.
SAC COM PRAZO DE CAR6NCIA E PAGAMENTO DE 53ROS
Kurante o período de car8ncia é feito apenas o pagamento dos juros, não &avendo nen&uma amortização.
E7e'8.o : $onsidere o e#emplo anterior com @ meses de car8ncia. Um im%vel de 0F DEE.EEE,EE foi financiado
em G parcelas a uma ta#a de DEH ao ano. (uanto foi pago de juros e quanto foi amortizado na primeira parcelaI
+a, Pa!e.a 0%7a "e a'o!t%(a)*o.
EEE . ?E
G
EEE . DEE
E
= = =
n
SD
A
+9, C$.u.o "o/ :u!o/ 8a;o no 0%na. "o 2< 8e!1o"o "e a'o!t%(a)*o a8C/ o tD!'%no "a a!-n%a.
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EEE . DE D , E EEE . DEE
E D
= × = × = i SD J
+, C$.u.o "a 2= PMT 8a;a no 0%na. "o 2< 8e!1o"o "e a'o!t%(a)*o a8C/ o tD!'%no "a a!-n%a.
EEE . @E EEE . DE EEE . ?E
D D
= + = + = J A PMT
. primeira prestação a ser paga logo ap%s o término do período de car8ncia é de 0F @E.EEE,EE. Kurante o período
de car8ncia, pagamos apenas os juros, no valor de 0F DE.EEE,EE.
-serve no plano de amortização aai#o que pagaremos 0F GE.EEE,EE de juros, 0F ?E.EEE,EE a mais do que no
sistema sem o prazo de car8ncia, visto no e#emplo anterior.
PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o 5u!o/ P!e/ta)*o
E DEE.EEE,EE ** ** **
D DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
? DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
@ ME.EEE,EE ?E.EEE,EE DE.EEE,EE @E.EEE,EE
Q PE.EEE,EE ?E.EEE,EE M.EEE,EE ?M.EEE,EE
G QE.EEE,EE ?E.EEE,EE P.EEE,EE ?P.EEE,EE
P ?E.EEE,EE ?E.EEE,EE Q.EEE,EE ?Q.EEE,EE
R E,EE ?E.EEE,EE ?EEE,EE ??.EEE,EE
Tota. #### 2@@.@@@A@@ E@.@@@A@@ 2E@.@@@A@@
-serve que a amortização é constante e as prestaç6es e os juros decrescem 7 medida que o saldo devedor vai
sendo quitado.
F SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANC6S O3 TABELA PRICE # SAF
.s principais características desse sistema são:
 - valor amortizado é crescente
 ;restaç6es constantes.
 Nuros decrescentes.
 1a#a de juros é usualmente nominal +a ta#a do financiamento é anual, mas capitalizada mensalmente,.
- fato das prestaç6es serem fi#as facilita os c)lculos para o usu)rio, porém os juros pagos no início são altos, se
comparados com o sistema 9.$. .lém disso, o valor a ser amortizado é muito pequeno. - pagamento de juros
acaa elevando o montante da dívida de forma significativa em função do tempo.
Esse sistema é muito utilizado nos financiamentos em geral, como
 na compra de carros, de eletrodomésticos, empréstimo pessoal, ou seja, utilizado na compra a prazo de ens
de consumo +crédito direto ao consumidor,, etc..
Este sistema seria ideal para um financiamento imoili)rio se não e#istissem os inde#adores da prestação +índices:
10, 1N>;, 2N$$, $UB, 2S;/, etc,. . parcela de amortização da dívida é mais ai#a no inicio do financiamento e
cresce ao longo do contrato. Este financiamento é ideal para pagamento de veículos e credi)rio em geral que tem
prazo curto e a prestação é fi#a, mas, pode ser inadequado para financiamentos em longo prazo que conten&am um
inde#ador.
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. utilização do Sistema Price por parte do credor +aquele que fornece o crédito, pode ser identificado pelo
consumidor, se o vendedor utiliza uma taela de fatores para calcular o valor das parcelas fi#as.
.s prestaç6es do sistema 9.' são dadas pela seguinte f%rmula:
+2,
onde i n
a
⊥ significa : Ga n#antone%!a %H e
+22,
- valor da prestação ;/1, dada pela f%rmula + 2 , é facilmente calculada com ajuda da 1.BE>. 2, no fim desta
apostila, que fornecem diretamente o valor de
i n
a

.
TABELA PRICE SEM PRAZO DE CAR6NCIA
E7e'8.o # Um im%vel de 0F DEE.EEE,EE foi financiado em G parcelas a uma ta#a de DEH ao ano. (uanto foi pago
de juros e quanto foi amortizado na primeira parcelaI
+a, C$.u.o "a 8!e/ta)*o +0%7a,
i n
a
SD PMT

=
D
.
>
DE G
D
. EEE . DEE

a
>
?P@RTRG , E EEE . DEE ×
> ?P.@RT,RG
1emos então, G prestaç6es iguais de 0F ?P.@RT,RG.
- valor E,?P@RTRG é um valor taelado para o período n L G períodos e uma ta#a i L DEH a.a . ;or isso
DE G⊥ ⊥
=a a
i n .
+9, C$.u.o "o/ :u!o/ 8a;o na 2= PMT
. parte da parcela referente aos juros nela auferidos é calculada com ase no período anterior, em função da ta#a
cominada, ou seja, a ta#a de juros sempre incide sore o saldo devedor anterior ao período em questão.
i SD J
n n
× =
−D
-nde:

n
J
L são os juros pagos em uma referida parcela no período n.
D − n
SD
L saldo devedor do período anterior.
i L ta#a de juros cominada.
.ssim,
i SD J × =
E D L DEE.EEE # E,DE L DE.EEE
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i n
a
SD PMT

=
D
.
n
n
i n
i i
i
a
, D .+
D , D +
+
− +
=

-s juros pagos no final do DJ período foram de 0F DE.EEE,EE.
+, C$.u.o "o &a.o! a'o!t%(a"o na 2= PMT
1oda parcela ;/1 é formada por uma parte referente 7 amortização e outra parte referente aos juros, amas pagas
em um período específico, ou seja, uma parcela +;/1, é a soma entre uma parcela de amortização +., e uma
parcela de juro +N,.
n n n
J A PMT + =
-nde:
n
PMT
L é a parcela paga no período n
n
A
L amortização referente ao período n
n
J
L juros pagos no período n
.ssim,
D D D
J A PMT + = ⇒ ?P.@RT,RG L
D
A O DE.EEE ⇒
D
A L ?P.@RT,RG : DE.EEE ⇒
D
A L DP.@RT,RG
>ogo, o valor amortizado no primeiro período foi de DP.@RT,RG
Este processo segue analogamente para os períodos seguintes, mas lemrando que os juros incidem sempre no
saldo devedor do período anterior.
- saldo devedor do período em questão é dado pela diferença entre o saldo devedor do período anterior e o valor
amortizado do período em questão.
n n n
A SD SD − =
−D
. planil&a de amortização fica da seguinte forma:
PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o 5u!o/ P!e/ta)*o
E DEE.EEE,EE ** ** **
D M@.P?E,?G DP.@RT,RG DE.EEE,EE ?P.@RT,RG
? PG.PE?,G@ DM.EDR,R? M.@P?,E@ ?P.@RT,RG
@ QG.RM@,E@ DT.MDT,GE P.GPE,?G ?P.@RT,RG
Q ?@.TMD,GM ?D.MED,QG Q.GRM,@E ?P.@RT,RG
G E,EE ?@.TMD,GM ?.@TM,DP ?P.@RT,RQ
Tota. ** 2@@.@@@A@@ B2.IJIAKL 2B2.IJIAKL
-serve que o saldo devedor diminui, assim como os juros. N) os valores amortizados aumentam. Na =ltima lin&a
da planil&a, podemos constatar que pagamos 0F @D.MTM,RQ de juros. No sistema 9.$, pagamos 0F @E.EEE,EE de
juros.
- saldo devedor do ?J período +
?
SD ,, por e#emplo, é igual a 0F PG.PE?,G@.
? D ?
A SD SD − =
L M@.P?E,?G * DM.EDR,R? L PG.PE?,G@
TABELA PRICE COM PRAZO DE CAR6NCIA E PAGAMENTO DE 53ROS
Kurante a car8ncia o mutu)rio paga apenas os juros devidos.
E7e'8.o ante!%o!
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PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o 5u!o/ P!e/ta)*o
E DEE.EEE,EE ## ## ##
D DEE.EEE,EE ## DE.EEE,EE DE.EEE,EE
? DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
@ M@.P?E,?G DP.@RT,RG DE.EEE,EE ?P.@RT,RG
Q PG.PE?,G@ DM.EDR,R? M.@P?,E@ ?P.@RT,RG
G QG,RM@,E@ DT.MDT,GE P.GPE,?G ?P.@RT,RG
P ?@.TMD,GM ?D.MED,QG Q.GRM,@E ?P.@RT,RG
R ** ?@.TMD,GM ?.@TM,DP ?P.@RT,RQ
Tota. ## 2@@.@@@A@@ E2.IJIAKL 2E2.IJIAKL
-serve que pagaremos 0F GD.MTM,RQ de juros, 0F ?E.EEE,EE a mais do que no sistema sem o prazo de car8ncia.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS A RESPEITO DO SAC E TABELA PRICE
-s ancos t8m apontado os seguintes argumentos a favor desse sistema 9.$ de amortização
 No 9.$, o valor das prestaç6es tende a decrescer com o decorrer do tempo, caso não &aja índices muito
elevados de atualização monet)ria!
 . maioria dos ancos e#ige que o valor da prestação inicial comprometa no m)#imo entre ?EH e @EH do
valor da renda líquida familiar do financiamento. Kessa forma, como os valores das parcelas são
decrescentes, ajustam*se, de forma mais adequada, 7 curva de atualização salarial, diminuindo o risco de
inadimpl8ncia!
 - saldo devedor desse sistema, comparando ao tradicional 9istema ;rice, decresce mais rapidamente,
minimizando distorç6es do tipo em que temos a sensação de que o saldo devedor nunca diminui!
 Kependendo das condiç6es do contrato, a prestação inicial no 9.$ c&ega a ser @EH mais cara do que a
prestação inicial do 9istema ;rice. $ontudo, num contrato de D?E meses, 7 ta#a de juros compostos de DH
ao m8s, com correção monet)ria projetada constante de E,?GH ao m8s, a partir da prestação de n=mero GE,
o valor da parcela no 9.$ ser) igual ao 9istema ;rice, e a =ltima prestação do 9istema ;rice ser) REH mais
cara do que a do 9.$.
B SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO SACRE +APENAS PRA FINS DE CONMECIMENTO,
9istema e#clusivo da $ai#a Econ<mica 'ederal, desenvolvido com o ojetivo de permitir uma amortização mais
r)pida, reduzindo a parcela de juros sore o saldo devedor. Neste sistema, a prestação inicial pode comprometer até
@EH da renda, enquanto nos sistemas 9.$ e 9.', comprometem no m)#imo ?GH da renda. Na verdade, esse
sistema é o 9.$ um pouco modificado.
.s principais características são:
 .mortização decrescente
 ;restaç6es decrescentes
 Nuros decrescentes
No 9.$0E, o valor da parcela de amortização é maior do que a parcela do 9.$ e 9.', o que proporciona uma
redução mais r)pida do saldo devedor.
-utras características:
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 - c)lculo das prestaç6es é feito uma vez por ano nos dois primeiros anos do contrato, ou trimestralmente a
partir do terceiro ano.
 - valor das D? primeiras parcelas é fi#o. .p%s este período, a prestação ser) recalculada para os pr%#imos
D? meses.
 - c)lculo da primeira prestação é feito é feito como no 9.$ +dividimos o valor financiado pelo n=mero
total de parcelas e depois somamos o valor dos juros calculados sore o saldo devedor,.
 - saldo devedor é reajustado mensalmente pela 10 : 1a#a 0eferencial. - valor dos juros ser) calculado
sore esse saldo atualizado. Uma vez otido o valor dos juros, este é descontado do valor da prestação fi#a,
e encontramos a parcela de amortização, que ir) diminuir o saldo devedor e#istente a cada período.
 .p%s o pagamento da D?U parcela, recalculamos o valor da prestação em cima do saldo devedor e#istente.
Esta nova prestação vigorar) pelos pr%#imos D? meses.
- prazo m)#imo de financiamento pelo 9.$0E é de ?E anos para im%veis de classe média e ?G anos para im%veis
populares.
Neste caso, se o mutu)rio puder e quiser ancar prestaç6es mais VpesadasV no início do financiamento pode optar
pelo 9.$0E. ;ara os mutu)rios que desejarem efetuar pagamentos com parcelas mais ai#as, o 9.' e 9.$ são as
mel&ores alternativas. 1odos os casos, porém, admitem o uso do 'S19 para pagamento da dívida.
- valor das amortizaç6es e da primeira parcela é calculado como no 9.$. - valor da segunda parcela é igual 7
primeira, o que permite uma maior amortização se comparado ao 9.$.
TABELA COMPARATI4A ENTRE O SACRE E O PRICE
- sistema 9.$0E foi desenvolvido com o ojetivo de permitir maior amortização do valor emprestado logo no
início do contrato, especialmente se comparado ao ;rice. . prestação inicial, no 9.$0E, pode comprometer até
@EH da renda, enquanto no sistema ;rice o comprometimento inicial da renda é de até de ?GH. No entanto ao
longo do contrato, verifica*se que a partir de determinado período de rec)lculo, o valor da prestação do sistema
9.$0E começa a diminuir, enquanto o do sistema ;rice aumenta.
Cejamos um e#emplo de financiamento feito com amos os sistemas. - e#emplo aai#o é fornecido inteiramente
pela $ai#a Econ<mica 'ederal. -s c)lculos não serão apresentados por se tratar de um longo e#ercício.
Kados do financiamento:
Calor 'inanciado 0F GE.EEE,EE
1a#as de juros DE,GH a.a L E,MRGH a.m
;razo DME meses
10 D,EEP ao m8s
0enda e#igida : ;rice 0F ?.@MQ,?P
0enda e#igida : 9.$0E 0F ?.?DE,ME
$omprometimento de renda inicial ;rice ?GH
$omprometimento de renda inicial 9.$0E @EH
No quadro aai#o, temos a evolução das prestaç6es até o final do contrato. - valor das prestaç6es é v)lido para os
pr%#imos D? meses, incluindo o do rec)lculo.
SACRE PRICE
N< "a
P!e/ta)*o
PMT
N "e
au'ento
N "a
!en"a
PMT N "a !en"a
N "e
au'ento
D%0e!en)a na PMT
e' N
SACREOPRICE
D RDG,?M ** @E,EEH GG?,R ?G,EE H ** ?T,Q? H
D@ R@T,MM @,QQH @D,E@ H GTR,ED ?R,EE H M,E?H ?@,T@ H
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?G RP@,TD @,?GH @?,EQ H PQG,EE ?T,DR H M,EQH DM,QQ H
@R RMR,DG @,EQH @@,ED H PTP,TT @D,G@ H M,EPH D?,TQ H
QT MET,@E ?,MDH @@,TQ H RG@,@R @Q,EM H M,ETH ER,Q? H
PD M@E,EG ?,GPH @Q,MD H MDQ,GR @P,MG H M,D?H ED,TE H
R@ MQT,EQ ?,?TH @G,PD H MMD,DE @T,MG H M,DRH @,PQ H
MG MPG,MG D,TMH @P,@?H TG@,GG Q@,D@H M,??H T,?EH
TR MME,E@ D,PQH @P,TDH DE@?,PQ QP,RDH M,?TH DQ,RMH
DET MTD,E@ D,?GH @R,@R H DDDT,?T GE,P@ H M,@TH ?E,QE H
D?D MTM,?Q E,MDH @R,PR H D?DQ,RG GQ,TG H M,G@H ?P,EG H
D@@ TEE,TQ E,@EH @R,RT H D@?E,MR GT,RG H M,RQH @D,RT H
DQG MTM,?@ *E,@EH @R,PR H DQQE,MR PG,DR H T,EMH Q@,ME H
DGR MMM,TE *D,EQH @R,?MH DGMD,MP RD,RG H T,RTH Q@,ME H
DPT MRE,@D *?,ETH @P,GE H DRRE,EQ ME,EP H DD,TEH GE,M@ H
DME MRE,@D E,EEH @P,GE H DRRE,EQ ME,EP H E,EEH GE,M@ H
N 8!e/ta)*o ?D,PRH ??E,?GH
N 8!e/ta)*o 'a%o! ?G,TPH ??E,?GH
ALG3MAS INFORMAÇÕES DA TABELA ACIMA
No sistema 9.$0E, as D? primeiras parcelas foram de 0F RDG,?M e no ;rice de 0F GG?,RE. .s D? =ltimas parcelas
no 9.$0E foram de 0F MRE,@D, e no ;rice, de 0F DRRE,EQ
-servando a coluna do lado, de H de renda +nível de comprometimento da renda do mutu)rio,, a primeira
prestação equivale a @EH da renda do mutu)rio no sistema 9.$0E, enquanto na ;rice compromete ?GH.
-servando a quinta coluna, de H de comprometimento da renda na taela ;rice, o nível inicial era de ?GH, mais
suave que na 9.$0E, que era de @EH. ;orém, no final do contrato este nível j) est) em ME,EPH.
. taela ;rice é mais suave de pagar no início do financiamento, pois a prestação é menor e a renda mínima
e#igida tamém. 2sso pode dei#ar o mutu)rio com tend8ncia a querer esta taela. /as o nível de comprometimento
de renda na taela ;rice vai aumentando, c&egando a MEH.
. prestação da ;rice fica mais alta que a do 9.$0E. . prestação inicial da 9.$0E supera a da ;rice em ?T,Q?H.
/as no final, a prestação do 9.$0E é menor, ficando em torno da metade da prestação da ;rice.
>ogo, é muito mais arriscado comprar na taela ;rice, porque se a renda do mutu)rio não aumentar, certamente
&aver) dificuldades para pagar a dívida.
No quadro aai#o, segue um comparativo entre características dos tr8s sistemas de amortização acima.
COMPARATI4O SAC SACRE SAF
PRESTAÇÕES Kecrescentes Kecrescentes $onstantes
AMORTIZAÇÕES $onstantes Kecrescentes $rescentes
53ROS Kecrescentes Kecrescentes Kecrescentes
4ANTAGEM 9K diminui mais
rapidamente em relação ao
;rice
9K diminui mais rapidamente
em relação ao ;rice ou 9.$
;/1 inicial menor em
relação ao 9.$ ou 9.$0E
DES4ANTAGEM ;/1 inicial maior ;/1 inicial maior 9K diminui mais lentamente
em relação ao 9.$ ou
9.$0E
L SISTEMA AMERICANO
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• Neste sistema, a devolução do valor emprestado, ao final da car8ncia, é feita numa =nica parcela. -s juros
podem ser pagos pelo devedor de duas formas:
• Kurante a car8ncia ou
• $apitalizados no principal.
53ROS PAGOS NA CAR6NCIA
E7e'8.o # Um im%vel de 0F DEE.EEE,EE foi financiado em G parcelas a uma ta#a de DEH ao ano.
PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o 5u!o/ P!e/ta)*o
E DEE.EEE,EE ** ** **
D DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
? DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
@ DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
Q DEE.EEE,EE ** DE.EEE,EE DE.EEE,EE
G *** DEE.EEE,EE DE.EEE,EE DDE.EEE,EE
Tota. ** 2@@.@@@A@@ E@.@@@A@@ 2E@.@@@A@@
53ROS CAPITALIZADOS NO SALDO DE4EDOR
Não &) pagamento de juros no período de car8ncia. -s juros são capitalizados no saldo devedor, período por
período. No final do prazo o devedor pagar), numa =nica parcela, o valor do empréstimo mais os juros.
1omando o e#emplo anterior:
PLANO DE AMORTIZAÇÃO
Pe!1o"o SD A'o!t%(a)*o 5u!o/ P!e/ta)*o
E DEE.EEE,EE ** ** **
D DDE.EEE,EE ** DE.EEE
? D?D.EEE,EE ** DD.EEE
@ D@@.DEE,EE ** D?.DEE
Q DQP.QDE,EE ** D@.DEE
G ** DQP.QDE,EE DQ.PQD DPD.EGD,EE
Tota. ** 2@@.@@@A@@ PD.EGD,EE DPD.EGD,EE
EPERCQCIOS
2# Um carro no valor de 0F QE.EEE,EE é comprado, sem entrada, para ser pago em M meses, com car8ncia de ?
meses, 7 ase de DEH a.m. de juros, capitalizados durante a car8ncia. 9aendo que o financiamento foi feio pelo
SAC, monte o plano de amortização.
F# Um empréstimo de 0F DG.EEE,EE pelo Sistema Francês de Amortização deve ser pago em M meses, sem
car8ncia, 7 ta#a de QH a.m de juros. $onstrua uma taela de amortização.
B# Uma empresa pede emprestado 0F DEE.EEE,EE que o anco entrega no ato. 9aendo que o anco concedeu @
anos de car8ncia, que os juros serão pagos anualmente, que a ta#a de juros é de DEH ao ano e que o dívida ser)
amortizada em Q parcelas, construir a planil&a usando o 9.$.
L# Um anco empresta 0F ?E.EEE,EE a um cliente, nas seguintes condiç6es:
• car8ncia de @ meses!
• pagamento de juros durante a car8ncia!
GESTÃO PÚBLICA – MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS – 1/2014 Página DD
• ta#a mensal de RH para financiamento!
• 9istema 'ranc8s de .mortização.
• P parcelas.
• 1a#a de 2-' +2mposto sore -peraç6es 'inanceiras, de GH, pagos somente no ato do empréstimo.
$onstrua o plano de amortização para esse caso.
E# 9upon&a um empréstimo de 0F Q.EEE,EE 7 ta#a de @H a.m, durante R meses. $onstrua uma taela de
amortização pelo S%/te'a A'e!%anoA
+a, com juros capitalizados no saldo devedor.
+, Nuros pagos na car8ncia.
R# 9upon&a um empréstimo de 0F GE.EEE,EE Wa ta#a de GH a.a., a serem pagos em G prestaç6es. $onstrua o plano
de amortização pelo SAF, mas com prazo de car8ncia de @ meses e pagamento de juro.
TABELA I S AMORTIZAÇÃO
4ALORES DE
D , D +
, D .+ D
− +
+
=

n
n
i n i
i i
a
Período 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10%
1 1,01000 1,02000 1,03000 1,04000 1,05000 1,06000 1,07000 1,08000 1,09000 1,10000
2 0,50751 0,51505 0,52261 0,53020 0,53780 0,54544 0,55309 0,56077 0,56847 0,57619
3 0,34002 0,34675 0,35353 0,36035 0,36721 0,37411 0,38105 0,38803 0,39505 0,40211
4 0,25628 0,26262 0,26903 0,27549 0,28201 0,28859 0,29523 0,30192 0,30867 0,31547
5 0,20604 0,21216 0,21835 0,22463 0,23097 0,23740 0,24389 0,25046 0,25709 0,26380
6 0,17255 0,17853 0,18460 0,19076 0,19702 0,20336 0,20980 0,21632 0,22292 0,22961
7 0,14863 0,15451 0,16051 0,16661 0,17282 0,17914 0,18555 0,19207 0,19869 0,20541
8 0,13069 0,13651 0,14246 0,14853 0,15472 0,16104 0,16747 0,17401 0,18067 0,18744
9 0,11674 0,12252 0,12843 0,13449 0,14069 0,14702 0,15349 0,16008 0,16680 0,17364
10 0,10558 0,11133 0,11723 0,12329 0,12950 0,13587 0,14238 0,14903 0,15582 0,16275
11 0,09645 0,10218 0,10808 0,11415 0,12039 0,12679 0,13336 0,14008 0,14695 0,15396
12 0,08885 0,09456 0,10046 0,10655 0,11283 0,11928 0,12590 0,13270 0,13965 0,14676
13 0,08241 0,08812 0,09403 0,10014 0,10646 0,11296 0,11965 0,12652 0,13357 0,14078
14 0,07690 0,08260 0,08853 0,09467 0,10102 0,10758 0,11434 0,12130 0,12843 0,13575
15 0,07212 0,07783 0,08377 0,08994 0,09634 0,10296 0,10979 0,11683 0,12406 0,13147
16 0,06794 0,07365 0,07961 0,08582 0,09227 0,09895 0,10586 0,11298 0,12030 0,12782
17 0,06426 0,06997 0,07595 0,08220 0,08870 0,09544 0,10243 0,10963 0,11705 0,12466
18 0,06098 0,06670 0,07271 0,07899 0,08555 0,09236 0,09941 0,10670 0,11421 0,12193
19 0,05805 0,06378 0,06981 0,07614 0,08275 0,08962 0,09675 0,10413 0,11173 0,11955
20 0,05542 0,06116 0,06722 0,07358 0,08024 0,08718 0,09439 0,10185 0,10955 0,11746
21 0,05303 0,05878 0,06487 0,07128 0,07800 0,08500 0,09229 0,09983 0,10762 0,11562
22 0,05086 0,05663 0,06275 0,06920 0,07597 0,08305 0,09041 0,09803 0,10590 0,11401
23 0,04889 0,05467 0,06081 0,06731 0,07414 0,08128 0,08871 0,09642 0,10438 0,11257
24 0,04707 0,05287 0,05905 0,06559 0,07247 0,07968 0,08719 0,09498 0,10302 0,11130
25 0,04541 0,05122 0,05743 0,06401 0,07095 0,07823 0,08581 0,09368 0,10181 0,11017
26 0,04387 0,04970 0,05594 0,06257 0,06956 0,07690 0,08456 0,09251 0,10072 0,10916
27 0,04245 0,04829 0,05456 0,06124 0,06829 0,07570 0,08343 0,09145 0,09973 0,10826
28 0,04112 0,04699 0,05329 0,06001 0,06712 0,07459 0,08239 0,09049 0,09885 0,10745
29 0,03990 0,04578 0,05211 0,05888 0,06605 0,07358 0,08145 0,08962 0,09806 0,10673
30 0,03875 0,04465 0,05102 0,05783 0,06505 0,07265 0,08059 0,08883 0,09734 0,10608
31 0,03768 0,04360 0,05000 0,05686 0,06413 0,07179 0,07980 0,08811 0,09669 0,10550
32 0,03667 0,04261 0,04905 0,05595 0,06328 0,07100 0,07907 0,08745 0,09610 0,10497
33 0,03573 0,04169 0,04816 0,05510 0,06249 0,07027 0,07841 0,08685 0,09556 0,10450
34 0,03484 0,04082 0,04732 0,05431 0,06176 0,06960 0,07780 0,08630 0,09508 0,10407
35 0,03400 0,04000 0,04654 0,05358 0,06107 0,06897 0,07723 0,08580 0,09464 0,10369
36 0,03321 0,03923 0,04580 0,05289 0,06043 0,06839 0,07672 0,08534 0,09424 0,10334
37 0,03247 0,03851 0,04511 0,05224 0,05984 0,06786 0,07624 0,08492 0,09387 0,10303
GESTÃO PÚBLICA – MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS – 1/2014 Página D?
38 0,03176 0,03782 0,04446 0,05163 0,05928 0,06736 0,07580 0,08454 0,09354 0,10275
39 0,03109 0,03717 0,04384 0,05106 0,05876 0,06689 0,07539 0,08419 0,09324 0,10249
40 0,03046 0,03656 0,04326 0,05052 0,05828 0,06646 0,07501 0,08386 0,09296 0,10226
41 0,02985 0,03597 0,04271 0,05002 0,05782 0,06606 0,07466 0,08356 0,09271 0,10205
42 0,02928 0,03542 0,04219 0,04954 0,05739 0,06568 0,07434 0,08329 0,09248 0,10186
43 0,02873 0,03489 0,04170 0,04909 0,05699 0,06533 0,07404 0,08303 0,09227 0,10169
44 0,02820 0,03439 0,04123 0,04866 0,05662 0,06501 0,07376 0,08280 0,09208 0,10153
45 0,02771 0,03391 0,04079 0,04826 0,05626 0,06470 0,07350 0,08259 0,09190 0,10139
46 0,02723 0,03345 0,04036 0,04788 0,05593 0,06441 0,07326 0,08239 0,09174 0,10126
47 0,02677 0,03302 0,03996 0,04752 0,05561 0,06415 0,07304 0,08221 0,09160 0,10115
48 0,02633 0,03260 0,03958 0,04718 0,05532 0,06390 0,07283 0,08204 0,09146 0,10104
49 0,02591 0,03220 0,03921 0,04686 0,05504 0,06366 0,07264 0,08189 0,09134 0,10095
50 0,02551 0,03182 0,03887 0,04655 0,05478 0,06344 0,07246 0,08174 0,09123 0,10086
GESTÃO PÚBLICA – MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS – 1/2014 Página D@