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Goiânia, segunda-feira, 20 de janeiro de 2014 - Ano - III - Número 2.

Índice
Decisões ................................................... 1
Tribunal Pleno ...................................... 1
Acórdão ............................................ 1
Ata ..................................................... 7
Decisões
Tribunal Pleno
Acórdão
Processo - 201000008000729/102-01
Acordão 32/2014
PROCESSO Nº: 201000008000729/102-01
ÓRGÂO: SECRETARIA DE
AGRICULTURA, PECUÁRIA E
IRRIGAÇÃO
INTERESSADO: FUNDO ESPECIAL DE
DESENVOLVIMENTO RURAL-FUNDER
ASSUNTO: PRESTAÇÃO DE CONTAS
ANUAL
RELATOR: CONSELHEIRO SEBASTIÃO
TEJOTA
AUDITOR: FLÁVIO LÚCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: EDUARDO LUZ
GONÇALVES
EMENTA: Processo de Contas. Prestação
de Contas Anual. Exercício de 2009.
Regulares com Ressalvas. Quitação.
Determinações.
1) Contas julgadas regulares com
ressalvas, dando-se quitação ao
responsável, pois evidenciada
impropriedade ou qualquer outra falta de
natureza formal de que não resulta dano ao
erário.
2) Consideradas as contas regulares com
ressalvas, expede-se determinação para o
órgão adotar as medidas necessárias à
correção das impropriedades ou faltas
identificadas e prevenir a ocorrência de
outras semelhantes, conforme art. 73, § 2º,
da Lei n.º 16.168/07.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos nº 201000008000729/102-
01, que trazem a Prestação de Contas
Digitally signed by MARCUS VINICIUS DO AMARAL:19009917134
Date: 2014.01.20 11:40:20 -02:00
Reason: Diário Eletrônico de Contas
Tribunal de Contas do Estado de Goiás - Diário Eletrônico de Contas - Ano - III - Número 2 Goiânia, segunda-feira, 20 de janeiro de
2014.
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Anual do exercício de 2009 do Fundo
Especial de Desenvolvimento Rural-
FUNDER:
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
Tribunal Pleno, com fundamento nos
artigos 66, §2º, 70 e 73 da Lei nº
16.168/2007, em acompanhar o
entendimento da Unidade Técnica e
Ministério Público Especial, para julgar as
contas REGULARES COM RESSALVAS:
1- ao encaminhamento intempestivo;
2- à omissão de documentos
conforme preceitua a Resolução Normativa
TCE nº 001/03 a saber : falta de extrato da
conta 14908-X BB, omissão do período e
forma de investidura do Ordenador,
omissão , omissão do inventário dos
matérias permanentes, falta do relatório da
comissão de inventário de bens do ativo
permanente , relação de bens imóveis em
situação irregular, no tocante a registro,
ocupação, estado de conservação e
providências adotadas, relação de bens
imóveis objeto de concessão, permissão e
autorização de uso, indicando os atos
legais autorizativos, falta de modelo de
anexos dos balanços estipulados pela Lei
nº 4.320/64 que deverão ser enviados em
original, devidamente identificados e
assinados pelos ordenadores de despesas
e contador responsável conforme §2º do
Decreto Estadual nº 4.515/1998
3- ao não envio, pela Entidade, do
inventário de bens do permanente,
contrariando o art.5º, XXV, da Resolução
Normativa nº 001/2003;
4- aos Programas governamentais,
que indica por meio do indicador COF, que
a gestão foi altamente deficiente.
5- à constante reincidência no atraso
do envio do movimento mensal a este
Tribunal que deve ser encaminhado até o
15º (decimo quinto) dia útil do mês
subsequente a que se refere.
Determina-se, com fundamento no artigo
73, §2º, da Lei nº 16.168/07:
1) ao Fundo Especial de
Desenvolvimento Rural para que instrua
suas futuras Tomadas de Contas Anuais
com todos os documentos exigidos pela
Resolução nº 001/2003, inclusive o
Inventário de Bens do Ativo Permanente;
2) à Divisão de Contas para que,
verificando omissão no dever de envio de
qualquer documento, solicite imediata
diligência com a finalidade de sanar tal
irregularidade, não se limitando apenas a
informá-la.
Destaca-se deste julgamento a
possibilidade de responsabilizar o gestor no
que se refere aos seguintes processos:
tomada de contas especial; inspeções ou
auditorias; atos de pessoal; pertinentes a
obras e/ou serviços paralisados; em que se
identifique dano ao erário, bem como às
respectivas multas que decorrem deste
débito, conforme art.71 da Lei Orgânica
desta Corte de Contas.
Ao Serviço de Controle das Deliberações.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201100010000019/309-05
Acordão 33/2014
PROCESSO Nº : 201100010000019
ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA
SAÚDE
ASSUNTO: LICITAÇÃO/INEXIGIBILIDADE
RELATOR: CONSELHEIRO SEBASTIÃO
TEJOTA
AUDITOR: FLÁVIO LÚCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: EDUARDO LUZ
GONÇALVES
EMENTA: Licitação. Inexigibilidade.
Legalidade. Registro. Recomendação.
1. É legal e passível de registro nesta
Corte de Contas o ato de Inexigibilidade de
Licitação que observe os ritos e formas
estabelecidos na Lei Federal nº
8.666/1993, bem como apresente os
documentos exigidos na Resolução
Normativa/TCE-GO nº 009/2001.
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2014.
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2. O jurisdicionado deve observar os
prazos previstos na Lei nº 8.666/93, na Lei
Orgânica e no Regimento Interno do
Tribunal.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos n.º 201100010000019,
que trazem o Ato de Inexigibilidade de
Licitação, promovido pela Secretaria de
Estado da Saúde em favor da CELG
Distribuições S/A, para a contratação de
fornecimento de energia elétrica em
alta/baixa tensão segundo a estrutura
tarifária convencional/sazonal, grupo A,
unidade consumidora nº 14532499,
instalada no Hospital Geral de Goiânia -
HGG, para desenvolvimento de suas
atividades, pelo período de 48 (quarenta e
oito) meses, no valor de R$1.704.046,08
(um milhão, setecentos e quatro mil e
quarenta e seis reais e oito centavos),
considerando que Relatório e Voto são
partes integrantes deste Acórdão:
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
Tribunal Pleno, em:
1) Declarar a legalidade do Ato de
Inexigibilidade promovido pela Secretaria
de Estado da Saúde;
2) Recomendar ao jurisdicionado para que,
nos procedimentos vindouros, observe
fielmente os prazos previstos na Lei de
Licitações, na Lei Orgânica e no Regimento
Interno desta Corte de Contas.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201100010014098/309-06
Acordão 34/2014
PROCESSO Nº: 201100010014098
ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA
SAÚDE
ASSUNTO: EDITAL DE LICITAÇÃO/
PREGÃO
RELATOR: CONSELHEIRO SEBASTIÃO
TEJOTA
AUDITOR: FLAVIO LUCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: SILVESTRE GOMES
DOS ANJOS
EMENTA: Licitação. Pregão Eletrônico.
Legalidade. Registro.
É legal e passível de registro nesta Corte
de Contas o instrumento convocatório que
observe os ritos, formas e prazos
estabelecidos na Lei Federal nº
8.666/1993, bem como apresente os
documentos exigidos na Resolução
Normativa/TCE nº 009/2001.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos n.º 201100010014098,
que trazem o Edital de Licitação, na
modalidade Pregão Eletrônico nº 095/2011
CPL/SES, do tipo menor preço por item, da
Secretaria de Estado da Saúde, visando à
contratação de empresa para o
fornecimento de equipamentos para a
Seção de Toxicologia de Alimentos do
Laboratório Central de Saúde Pública de
Goiás - LACEN/SES, considerando que o
Relatório e Voto são partes integrantes
deste Acórdão:
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
Tribunal Pleno, com fundamento nos
efeitos produzidos pelo art. 99, inciso II, da
Lei nº 16.168/2007:
1) Declarar a legalidade do Edital de
Licitação, na modalidade Pregão Eletrônico
nº 095/2011;
2) Determinar a devolução dos autos à
Origem pela Secretaria Geral, depois de
cumpridas as formalidades do art. 13, § 4º,
da Resolução Normativa n.º 009/01, pela
Unidade Técnica competente.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

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Processo - 201200010003329/309-06
Acordão 35/2014
PROCESSO Nº : 201200010003329
ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA
SAÚDE
ASSUNTO: EDITAL DE LICITAÇÃO/
PREGÃO
RELATOR: CONSELHEIRO SEBASTIÃO
TEJOTA
AUDITOR: FLAVIO LUCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: SANDRO ALEXANDER
FERREIRA
EMENTA: Licitação. Pregão Eletrônico.
Legalidade. Registro. Recomendação.
1. É legal e passível de registro nesta
Corte de Contas o instrumento
convocatório que observe os ritos, formas e
prazos estabelecidos na Lei Federal nº
8.666/1993, bem como apresente os
documentos exigidos na Resolução
Normativa/TCE nº 009/2001.
2. O jurisdicionado, em
procedimentos licitatórios, deve apresentar
a motivação da decisão que veda ou
permite a participação dos consórcios de
empresas.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos n.º 201200010003329,
que trazem o Edital de Licitação, na
modalidade Pregão Eletrônico nº 120/2012,
da Secretaria de Estado da Saúde, para
eventual aquisição de medicamentos
constantes do Componente Especializado
da Assistência Farmacêutica, destinados à
Central de Medicamentos de Alto Custo -
CMAC Juarez Barbosa, valendo-se do
Sistema de Registro de Preços,
considerando que o Relatório e Voto são
partes integrantes deste Acórdão:
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
Tribunal Pleno, com fundamento nos
efeitos produzidos pelo art. 99, inciso II, da
Lei nº 16.168/2007:
1) Declarar a legalidade do Edital de
Licitação, na modalidade Pregão Eletrônico
nº 120/2012;
2) Determinar à Secretaria de Estado da
Saúde que, em futuros procedimentos
licitatórios, apresente a motivação da
decisão que veda ou permite a participação
dos consórcios de empresas;
3) Determinar a devolução dos autos à
Origem pela Secretaria Geral, depois de
cumpridas as formalidades do art. 13, § 4º,
da Resolução Normativa n.º 009/01, pela
Unidade Técnica competente.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201200047002143/309-05
Acordão 36/2014
PROCESSO Nº : 201200047002143
ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA
SAÚDE
ASSUNTO: INEXIGIBILIDADE DE
LICITAÇÃO
RELATOR: CONSELHEIRO SEBASTIÃO
TEJOTA
AUDITOR: FLAVIO LUCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: SANDRO ALEXANDER
FERREIRA
EMENTA: Inexigibilidade de Licitação.
Legalidade. Registro.
É legal e passível de registro nesta Corte
de Contas o ato Inexigibilidade de Licitação
que observe os ritos, formas, e prazos
estabelecidos na Lei Federal nº
8.666/1993, bem como apresente os
documentos exigidos na Resolução
Normativa/TCE-GO nº 009/2001.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos n.º 201200047002143,
que trazem o Ato de Inexigibilidade de
Licitação, promovido pela Secretaria de
Estado da Fazenda - SEFAZ, em favor da
instituição financeira Banco Itaú S/A,
visando à prestação de serviços de
arrecadação de receitas estaduais por
intermédio do Documento de Arrecadação
de Receitas Estaduais - DARE, e a
respectiva prestação de contas por
transmissão eletrônica de dados, pelo
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período de 24 meses, considerando que o
Relatório e Voto são partes integrantes
deste Acórdão:
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
Tribunal Pleno, com fundamento nos
efeitos produzidos pelo art. 99, inciso II, da
Lei nº 16.168/2007:
1) Declarar a legalidade do Ato de
Inexigibilidade de Licitação, promovido pela
Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ;
2) Determinar a devolução dos autos à
Origem pela Secretaria Geral, depois de
cumpridas as formalidades do art. 13, § 4º,
da Resolução Normativa n.º 009/01, pela
Unidade Técnica competente.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 200800047002718
Acordão 37/2014
PROCESSO Nº : 200800047002718/301

INTERESSADO: CELG DISTRIBUIÇÃO
S/A - CELG D
ASSUNTO: 301- RELATÓRIO -
INSPEÇÃO
ÓRGÃO: TRIBUNAL DE CONTAS DO
ESTADO DE GOIAS
RELATOR: SEBASTIÃO JOAQUIM
PEREIRA NETO TEJOTA
AUDITOR: FLÁVIO LÚCIO RODRIGUES
DA SILVA
PROCURADOR: SANDRO ALEXANDER
FERREIRA
EMENTA: Processo de Fiscalização.
Relatório de Inspeção. Prescrição da
pretensão punitiva. Recomendação.
1. Conhecido o Relatório de Inspeção,
deve ser considerada regular a obra
realizada segundo as boas práticas de
engenharia.
2. Transcorrido longo lapso temporal
sem a devida prestação da tutela
administrativa, ocorre a prescrição da
pretensão punitiva deste Tribunal de
Contas.
3. Recomenda-se que os gestores das
empresas inspecionadas abstenham-se de
iniciar obras em terreno de terceiros sem a
devida comprovação do justo título, da
posse ou propriedade.
Vistos, oralmente expostos e discutidos os
presentes Autos de nº
200800047002718/301, referente ao
Relatório nº 49/2008, elaborado pela então
Segunda Divisão de Fiscalização de
Engenharia às fls. TCE nº 002/012, tendo o
Relatório e Voto como partes integrantes
desta decisão:
ACORDA
O Tribunal de Contas do Estado de Goiás,
pelos Membros que integram o seu
Tribunal Pleno, arrimado nas disposições
do art. 99, inciso II, da Lei 16.168/2007,
bem como nas manifestações da Unidade
Técnica, Procurador de Contas e Auditor
designado, diante das irregularidades de
ordem administrativa e jurídica apontadas,
em:
1) Conhecer do presente Relatório de
Inspeção e apreciar a regularidade da obra
quanto aos aspectos técnicos, vez que a
execução dos serviços ocorreu dentro dos
padrões exigidos nas normas de
engenharia;
2) Reconhecer a prescrição da pretensão
punitiva deste Tribunal de Contas em
relação à aplicação de multa ao Sr. André
Luiz Baptista Lins Rocha, tendo em vista a
ocorrência do lapso temporal de mais de 05
(cinco) anos desde a assinatura do
contrato, de acordo com o artigo 107-A, §
1º, inciso III, da LOTCE/GO.
3) Recomendar aos gestores da empresa
jurisdicionada que se abstenham de iniciar
obras públicas sem a imprescindível posse
ou propriedade legal do terreno, devido aos
elevados riscos inerentes a tal conduta,
conforme disposto na Instrução Normativa
GECONI-SEFAZ nº 24, de 02 de outubro
de 2006, e precedente do Acórdão TCE-
GO n° 1654/2009.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
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2014.
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Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota (Relator), Carla Cintia
Santillo, Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201300047003814/901
Acordão 38/2014
Ementa: Embargos de Declaração,
interpostos contra o Acórdão nº
2.221/2013. Omissão inexistente.
Improcedente. Arquivamento – Lei nº
16.168/2007.
VISTOS, expostos e discutidos os
presentes autos de nº 201300047003814,
que trata de Embargos de Declaração
interpostos pelas Sras. Karine Cristina de
Almeida Melo, Larissa Martins Sancho,
Evanice Veronica Duarte e pelo Sr. Thalles
Athaulf Sousa, terceiros prejudicados, em
face do Acórdão nº 2.221/2013, do egrégio
Tribunal Pleno, que revogou a medida
cautelar adotada pelo Despacho nº 0324,
de 17 de abril de 2013 e referendada pelo
Acórdão nº 649/2013, autorizando a
contratação temporária dos aprovados no
processo seletivo nº 001/2013.
Considerando o Relatório e Voto, como
partes integrantes desta decisão.
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos membros integrantes de
seu Tribunal Pleno, em conhecer dos
embargos de declaração interpostos, para,
no mérito, considerá-lo improcedente, nos
termos do Voto da Relatora, mantendo
inalterado os termos do acórdão
embargado, bem como, determinar seu
arquivamento.
Ao Serviço de Publicações e
Comunicações para providenciar.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota, Carla Cintia Santillo
(Relator), Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves. Sessão
Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201100047002991/314-01
Acordão 39/2014
Ementa: Relatório de Gestão Fiscal - 2º
Quadrimestre de 2011 do Tribunal de
Justiça do Estado de Goiás. Despesas
dentro dos limites da LRF. Aprovação do
relatório. Arquivamento dos autos.
Vistos, expostos e discutidos estes autos
n.º 201100047002991, que trazem o
Relatório de Gestão Fiscal referente ao
segundo quadrimestre do exercício de
2011, enviado pelo Tribunal de Justiça do
Estado de Goiás.
Considerando o relatório e voto como
partes integrantes da presente decisão.
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos membros integrantes do
Tribunal Pleno, acolhendo o entendimento
da Contadoria Geral, manifestar pela
legalidade do Relatório de Gestão Fiscal do
segundo quadrimestre de 2011, do Tribunal
de Justiça do Estado de Goiás.
À Secretaria Geral para as providências a
seu cargo.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota, Carla Cintia Santillo
(Relator), Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201200047003231/309-06
Acordão 40/2014
Ementa: Edital de Licitação. Pregão
Eletrônico. Lei nº 10.520/02 e Lei nº
8.666/93. Regular. Lei nº 16.168/07.
Resolução nº 22/08.
VISTOS, expostos e discutidos estes autos
nº 201200047003231, que tratam do Edital
de Licitação nº 076/2012, na modalidade
Pregão Eletrônico, do tipo menor preço
global, instaurado pela Secretaria de
Tribunal de Contas do Estado de Goiás - Diário Eletrônico de Contas - Ano - III - Número 2 Goiânia, segunda-feira, 20 de janeiro de
2014.
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Estado da Educação, objetivando a
aquisição de infraestrutura de ambiente
seguro, com treinamento e serviços
correlatos, baseada em contêiner, para
suportar a migração do ambiente atual do
centro de processamento de dados, com
valor estimado de R$ 3.500.000,00 (três
milhões e quinhentos mil reais).
Considerando o Relatório e Voto, como
partes integrantes deste,
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos Membros integrantes de
seu Tribunal Pleno, diante das conclusões
expostas pela unidade técnica responsável,
pelo Ministério Público de Contas e
Auditoria, com a concordância da Relatora,
conforme estabelece o Parágrafo único do
art. 267, da Resolução nº 22/08, manifestar
o entendimento de que o referido edital
encontra-se Legal e elaborado de acordo
com a legislação vigente, em especial a Lei
10.520/2002 e subsidiariamente a Lei nº
8.666/93 e alterações posteriores.
Ao Serviço de Publicações e
Comunicações para as devidas
providências.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota, Carla Cintia Santillo
(Relator), Kennedy de Sousa Trindade,
Celmar Rech.
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Processo - 201300047000171/309-06
Acordão 41/2014
Processo: 201300047000171
Assunto: Licitação - Pregão
Interessado: CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. -
CELG D
Relator : Conselheiro Celmar Rech
Auditora: Heloísa Helena Antonácio
Monteira Godinho
Procurador: Silvestre Gomes dos Anjos
Ementa: Processo de Fiscalização. Edital
de Licitação n° 029/2012. Pregão
Eletrônico.. CELG - D. Legalidade do
Edital. Arquivamento.
Vistos, oralmente expostos, e discutidos
estes Autos nº 201300047000171, que
tratam os autos da análise do Edital de
Licitação nº 7.00002/13-DA, na modalidade
Pregão Eletrônico, do tipo menor valor
global, de responsabilidade da Celg
Distribuição S.A. - CELG D, tendo como
objeto a aquisição de transformadores, no
valor estimado de R$ 2.763.177,60 (dois
milhões, setecentos e sessenta e três mil,
cento e setenta e sete reais e sessenta
centavos), tendo o relatório e o voto como
partes integrantes deste,
ACORDA
o TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DE GOIÁS, pelos votos dos integrantes do
seu Tribunal Pleno, ante as razões
expostas pelo Relator, em considerar legal
o referido Edital de Licitação e determinar o
arquivamento dos autos.
Presentes os Conselheiros: Edson José
Ferrari (Presidente), Milton Alves
Ferreira, Sebastião Joaquim Pereira
Neto Tejota, Carla Cintia Santillo,
Kennedy de Sousa Trindade, Celmar
Rech (Relator).
Representante do Ministério Público de
Contas: Eduardo Luz Gonçalves.
Sessão Plenária Ordinária Nº 1/2014.
Processo julgado em: 16/01/2014.

Ata
ATA Nº 21 DE 12 DE DEZEMBRO DE
2013
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA
ADMINISTRATIVA
TRIBUNAL PLENO
ATA da 21ª Sessão Extraordinária
Administrativa do Tribunal Pleno do egrégio
Tribunal de Contas do Estado de Goiás.
Às dezesseis horas e trinta e sete minutos
do dia doze (12) do mês de dezembro do
ano dois mil e treze, realizou-se a Vigésima
Primeira Sessão Extraordinária
Administrativa do Tribunal Pleno do egrégio
Tribunal de Contas do Estado de Goiás,
sob a Presidência do Conselheiro EDSON
JOSÉ FERRARI, presentes os
Conselheiros MILTON ALVES FERREIRA,
a Conselheira CARLA CINTIA SANTILLO,
os Conselheiros KENNEDY DE SOUSA
TRINDADE, CELMAR RECH e SAULO
Tribunal de Contas do Estado de Goiás - Diário Eletrônico de Contas - Ano - III - Número 2 Goiânia, segunda-feira, 20 de janeiro de
2014.
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MARQUES MESQUITA, o Procurador-
Geral de Contas EDUARDO LUZ
GONÇALVES, e Marcus Vinicius do
Amaral, Secretário-Geral desta Corte de
Contas que a presente elaborou. Aberta a
Sessão, o Presidente determinou ao
Secretario que procedesse ao sorteio do
processo de n° 201300047004186,
cabendo a Conselheira Carla Santillo a sua
relatoria. Em seguida, passou o Tribunal
Pleno a deliberar sobre as matérias
constantes da pauta de julgamento.
Pela Conselheira CARLA CINTIA
SANTILLO, foi relatado o seguinte feito:
ATOS DE PESSOAL - FÉRIAS:
1. Processo nº 201300047004186 - Trata
de requerimento de férias apresentado pelo
Conselheiro Kennedy de Sousa Trindade,
referente ao período de 13 de janeiro a 11
de fevereiro de 2014, relativas ao 1°
período de 2012/2013. A Relatora proferiu
a leitura do relatório e voto. Tomados os
votos nos termos regimentais, com o
impedimento do Conselheiro requerente, foi
a Resolução Administrativa nº 18/2013,
aprovada por unanimidade, nos seguintes
termos: "O TRIBUNAL DE CONTAS DO
ESTADO DE GOIÁS, usando da atribuição
que lhe confere o art. 28 “caput”, da
Constituição Estadual, art. 14, VI, do seu
Regimento Interno e diante do que consta
do Processo nº 201300047004186,
RESOLVE conceder ao Conselheiro
Kennedy de Sousa Trindade, de 13 de
janeiro até 11 de fevereiro de 2014, o 1º
(primeiro) período de suas férias
regulamentares, relativas ao exercício de
2012/2013”.
Pelo Conselheiro KENNEDY DE SOUSA
TRINDADE, foram relatados os seguintes
feitos:
ATOS DE PESSOAL - ESTÁGIO
PROBATÓRIO:
1. Processo nº 201200047003085 - Trata
do Estágio Probatório do Auditor Cláudio
André Abreu Costa. O Relator proferiu a
leitura do relatório e voto. Tomados os
votos nos termos regimentais, foi a
Resolução Administrativa nº 19/2013,
aprovada por unanimidade, nos seguintes
termos: "RESOLUÇÃO ADMNISTRATIVA
N° 19/2013 - EMENTA: AVALIAÇÃO DE
DESEMPENHO. ESTÁGIO PROBATÓRIO.
DECISÃO DA COMISSÃO ESPECIAL DE
ESTÁGIO PROBATÓRIO.
VITALICIEDADE. HOMOLOGAÇÃO. 1 - A
avaliação de desempenho no período de
estágio probatório é requisito essencial
para aquisição da vitaliciedade. 2 -
Decidindo a Comissão Especial de Estágio
Probatório pela vitaliciedade do servidor, o
Relatório Final é submetido ao Pleno para
homologação. 3 - A matéria de natureza
administrativa interna será deliberada pelo
Tribunal em forma de resolução. 4 -
Homologação da decisão da Comissão. 5 -
Declaração de vitaliciedade. 6 - Ciência aos
interessados, publicação no Diário Oficial
do Estado e registro nos assentamentos
funcionais. Vistos, oralmente expostos e
discutidos os presentes autos n°
201200047003085 e seus apensos,
referentes à avaliação de desempenho
funcional do Auditor CLAÚDIO ANDRÉ
ABREU COSTA, presidida pela Comissão
Especial nomeada pela Portaria nº
445/2013 e, considerando que: Ao caso em
comento, conforme albergado no Capítulo
V, da Lei Estadual nº 16.168/2007, aplica-
se, por analogia, a mesma força dos artigos
73, parágrafo 4º c/c artigo 95, caput, inciso
I, ambos da Constituição Federal, Ipsis
verbis: “O Auditor, quando em substituição
a Ministro, terá as mesmas garantias e
impedimentos do titular e, quando no
exercício das demais atribuições da
judicatura, as de juiz de Tribunal Regional
Federal” e artigo 95, In verbis: “os juízes
gozam das seguintes garantias: I -
Vitaliciedade que, no primeiro grau, será
adquirida após dois anos de exercício”.
Esta Corte de Contas regulamentou o
estágio em comento por meio da
Resolução Normativa 002/2009;
Finalmente, ao acolher o Relatório
Conclusivo da Comissão nomeada pela
Portaria acima mencionada, que pugnou
pela outorga da condição de
VITALICIEDADE ao Auditor CLAÚDIO
ANDRÉ ABREU COSTA - RESOLVE, O
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE
GOIÁS, pelos seus membros presentes,
em número de votos regimentais,
HOMOLOGAR o Relatório Conclusivo da
Comissão de Estágio Probatório, que
pugnou pela outorga da condição de
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2014.
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VITALICIEDADE ao Auditor CLAÚDIO
ANDRÉ ABREU COSTA, nos termos da já
mencionada legislação, aplicável ao feito.
Ao Serviço de Publicações e
Comunicações, para as providências
preconizadas no artigo 15, parágrafo 2º, da
Resolução Normativa n° 002/2009, bem
como para dar ciência, oficialmente, ao
interessado. Em seguida, à Gestão de
Pessoas, para as providências a seu
cargo”.
2. Processo nº 201300047001592 - Trata
do Estágio Probatório do Auditor Marcos
Antônio Borges. O Relator proferiu a leitura
do relatório e voto. Tomados os votos nos
termos regimentais, foi a Resolução
Administrativa nº 20/2013, aprovada por
unanimidade, nos seguintes termos:
"RESOLUÇÃO ADMNISTRATIVA N°
20/2013 - EMENTA: AVALIAÇÃO DE
DESEMPENHO. ESTÁGIO PROBATÓRIO.
DECISÃO DA COMISSÃO ESPECIAL DE
ESTÁGIO PROBATÓRIO.
VITALICIEDADE. HOMOLOGAÇÃO. 1 - A
avaliação de desempenho no período de
estágio probatório é requisito essencial
para aquisição da vitaliciedade. 2 -
Decidindo a Comissão Especial de Estágio
Probatório pela vitaliciedade do servidor, o
Relatório Final é submetido ao Pleno para
homologação. 3 - A matéria de natureza
administrativa interna será deliberada pelo
Tribunal em forma de resolução. 4 -
Homologação da decisão da Comissão. 5 -
Declaração de vitaliciedade. 6 - Ciência aos
interessados, publicação no Diário Oficial
do Estado e registro nos assentamentos
funcionais. Vistos, oralmente expostos e
discutidos os presentes autos n°
201200047001592 e seus apensos,
referentes à avaliação de desempenho
funcional do Auditor MARCOS ANTÔNIO
BORGES, presidida pela Comissão
Especial nomeada pela Portaria nº
444/2013 e, considerando que: Ao caso em
comento, conforme albergado no Capítulo
V, da Lei Estadual nº 16.168/2007, aplica-
se, por analogia, a mesma força dos artigos
73, parágrafo 4º c/c artigo 95, caput, inciso
I, ambos da Constituição Federal, Ipsis
verbis: “O Auditor, quando em substituição
a Ministro, terá as mesmas garantias e
impedimentos do titular e, quando no
exercício das demais atribuições da
judicatura, as de juiz de Tribunal Regional
Federal” e artigo 95, In verbis: “os juízes
gozam das seguintes garantias: I -
Vitaliciedade que, no primeiro grau, será
adquirida após dois anos de exercício”.
Esta Corte de Contas regulamentou o
estágio em comento por meio da
Resolução Normativa 002/2009;
Finalmente, ao acolher o Relatório
Conclusivo da Comissão nomeada pela
Portaria acima mencionada, que pugnou
pela outorga da condição de
VITALICIEDADE ao Auditor MARCOS
ANTÔNIO BORGES - RESOLVE, O
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE
GOIÁS, pelos seus membros presentes,
em número de votos regimentais,
HOMOLOGAR o Relatório Conclusivo da
Comissão de Estágio Probatório, que
pugnou pela outorga da condição de
VITALICIEDADE ao Auditor MARCOS
ANTÔNIO BORGES, nos termos da já
mencionada legislação, aplicável ao feito.
Ao Serviço de Publicações e
Comunicações, para as providências
preconizadas no artigo 15, parágrafo 2º, da
Resolução Normativa n° 002/2009, bem
como para dar ciência, oficialmente, ao
interessado. Em seguida, à Gestão de
Pessoas, para as providências a seu
cargo”.
Nada mais havendo a tratar, às dezesseis
horas e cinquenta e cinco minutos, foi
encerrada a Sessão, sendo convocada
outra, de caráter Ordinária, para dia 16 de
janeiro de 2014.