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Capítulo 17

Conexões elétricas
Neste capítulo mostraremos detalhadamente como são feitas todas as
conexões de chips, cabos e placas de um PC. São conhecimentos
indispensáveis para quem precisa montar, expandir ou dar manutenão em
um PC.
Conexões da fonte de alimentação
!s fontes de alimentaão de PCs podem ser divididas em duas cate"orias#
!$ e !$%. !s fontes &P% possuem conexões semelhantes 's das fontes !$,
enquanto as do tipo N&% são semelhantes ' !$%. (amos portanto discutir
as conexões das fontes !$ e !$%, e estaremos assim cobrindo todos os
casos.
Power Switch ATX
)m equipamentos anti"os, o botão li"a*desli"a servia para ativar e desativar o
fornecimento de corrente el+trica. )quipamentos modernos ficam li"ados o
tempo todo, e a chave ,li"a*desli"a- serve para colocar e retirar os circuitos
do estado de standb.. /sto + válido nos modernos aparelhos de $(, (C0,
aparelhos de som, e de certa forma, para computadores. 1ma fonte de
alimentaão !$% fica li"ada o tempo todo, enquanto estiver conectada '
tomada da rede el+trica. ! chave li"a*desli"a em sistemas !$% serve para
di2er a fonte# ,passe a operar com plena car"a-. ! fi"ura 3 mostra o botão
li"a4desli"a 5po6er s6itch7 de um "abinete !$%, e tamb+m o conector
correspondente. )ste pequeno conector está na extremidade de um par de
fios que sai da parte traseira do botão po6er s6itch do "abinete.
17-2 Hardware Total
Figura 17.1
Botão liga-desliga de um gabinete ATX e
o seu conector para ligar na placa de
CPU
8 conector deve ser li"ado em um ponto apropriado da placa de CP1, de
acordo com as instruões do seu manual. )sta conexão está exemplificada na
fi"ura 9.
*** 35% ***
Figura 17.2
Cone!ão do botão liga-desliga em uma placa de CPU ATX
Ligação da fonte na placa de CPU ATX
Na fi"ura : vemos a conexão da fonte de alimentaão !$%, em uma placa
de CP1 !$%. $anto a placa de CP1 como a fonte !$% possuem
conectores de 9; vias para esta li"aão. <evido ' diferena entre os formatos
dos pinos 5al"uns são quadran"ulares, outros são penta"onais7, + impossível
fa2er esta conexão de forma invertida. )m ambos os conectores existem
travas de plástico. )ssas travas se encaixam quando os conectores são
acoplados. Para retirar o conector, + preciso apertar a trava existente no
conector superior.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&
Figura 17.3
Conectando uma 'onte de alimenta(ão em
uma placa de CPU ATX
A) Tra*a no conector da 'onte
B) Tra*a no conector da placa de CPU
C) Para desencai!ar os conectores+ %
preciso pressionar a tra*a no ponto
indicado
Power Switch em fontes AT
Normalmente o usuário não precisa conectar a chave li"a4desli"a, pois esta =á
vem conectada de fábrica. )sta chave, locali2ada "eralmente na parte frontal
do "abinete, serve para li"ar e desli"ar a fonte de alimentaão !$, e
portanto, li"ar e desli"ar o computador. )xistem entretanto raros casos em
que o usuário ou um t+cnico precisa fa2er esta conexão. /sto ocorre, por
exemplo, quando + feita uma substituião da fonte de alimentaão. ! fi"ura
> mostra os dois tipos mais comuns de chave li"a4desli"a. 8 primeiro tipo +
chamado de pushbutton, e deve ser apertado para li"ar, e apertado
novamente para desli"ar o computador. 8 se"undo tipo + muito parecido
com os interruptores de lu2 utili2ados em resid?ncias.
/@P80$!N$)# @ostraremos esta conexão com bastante detalhes,
utili2ando várias fi"uras, para que não fique dAvida, pois se for feita de forma
errada, poderá causar um curto4circuito na fonte de alimentaão,
inutili2ando4a.
Figura 17.4
C,a*es liga-desliga em gabinetes AT
Nas fontes !$, o botão li"a4desli"a atua diretamente sobre o seu
fornecimento de tensão, li"ando4a e desli"ando4a. Nas fontes !$%, o botão
li"a4desli"a envia um comando para a placa de CP1, que por sua ve2 envia
um comando para a fonte, li"ando4a e desli"ando4a. Por trás do botão li"a4
17-- Hardware Total
desli"a em um "abinete !$, na sua parte interior, podemos locali2ar um
cabo composto de > fios que são li"ados na fonte de alimentaão. ! fi"ura B
mostra esses > fios em detalhe.
Figura 17.5
.ios /ue partem da c,a*e liga-desliga
para a 'onte de alimenta(ão AT
A) 0ocali1a(ão no gabinete
B) 2isão detal,ada dos 'ios
Na fi"ura C vemos os > fios da fonte de alimentaão !$ que devem ser
conectados na chave li"a4desli"a. 8bserve que esses fios apresentam cores
diferentes. Normalmente são branco, preto, a2ul e marrom.
*** 35% ***
Figura 17.6
.ios /ue de*em ser conectados na c,a*e liga-desliga
Na fonte de alimentaão voc? encontrará uma etiqueta com diversas
informaões, entre as quais, um dia"rama com as conexões que devem ser
feitas entre a fonte e o botão li"a4desli"a, como mostra a fi"ura D.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-3
Figura 17.7
4ti/ueta da 'onte de alimenta(ão
! fi"ura E mostra detalhadamente essas conexões. 8bserve que existem dois
dia"ramas, um relativo ao botão pushbutton 5o da esquerda7, e o outro para
botão tipo interruptor 5o da direita7. Não si"a este esquema ao p+4da4letra.
Fontes diferentes poderão apresentar conexões diferentes. (oc? deve utili2ar
o esquema de li"aões que está na etiqueta da sua fonte. Considere o
esquema mostrado aqui apenas como um exemplo ilustrativo.
Figura 17.8
4!emplo de es/uema para liga(ão do
botão liga-desliga na 'onte de
alimenta(ão
8bserve que em cada um dos dois botões mostrados na fi"ura E,
acrescentamos as indicaões 5!7, 5G7, 5C7 e 5<7. )ssas indicaões não são
feitas no esquema, apenas as acrescentamos para aumentar a clare2a. Para
li"ar a fonte, o botão fa2 internamente duas li"aões el+tricas#
! + li"ado com G
C + li"ado com <
Huando o botão + desli"ado, essas li"aões são desfeitas. $udo o que
precisamos fa2er + li"ar corretamente os > fios nesses > terminais. 8bserve
ainda que os dia"ramas fa2em menão 's cores dos fios em portu"u?s, mas
17-5 Hardware Total
na prática, voc? encontrará essas indicaões em in"l?s# blacI 5preto7, 6hite
5branco7, bro6n 5marrom7 e blue 5a2ul7.
! fi"ura J mostra em detalhe, o botão tipo interruptor. )stão indicados
tamb+m, os seus > terminais, com as letras !, G, C e <, de acordo com o
esquema da fi"ura E.
Figura 17.9
Botão tipo interruptor
! fi"uras J e 3; mostraram o interruptor isolado apenas por questões de
clare2a. (oc? pode fa2er essas li"aões sem retirar o interruptor do "abinete,
=á que a sua parte traseira + perfeitamente acessível pelo interior do "abinete,
como mostra a fi"ura B. 8 mesmo pode ser dito sobre o botão tipo
pushbutton, mostrado na fi"ura 33. 8bserve as letras indicadas na fi"ura, de
acordo com as existentes no dia"rama da fi"ura E.
Figura 17.10
Botão tipo interruptor+ 67 com as liga($es
para a 'onte de alimenta(ão+ de acordo
com o diagrama impresso na eti/ueta da
'onte
A 8 A1ul
B 8 Branco
C 8 9arrom
: 8 Preto
$amb+m de acordo com o dia"rama da fi"ura E, são feitas as conexões entre
os terminais desta chave, e os > fios da fonte de alimentaão. !s li"aões
finais são mostradas na fi"ura 39. ! fi"ura 3: mostra essas li"aões feitas na
chave, vista pela parte interior do "abinete.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-7
Figura 17.11
Botão tipo pus,button
Figura 17.12
Pus,button com os 'ios ligados na 'onte
A 8 A1ul
B 8 Branco
C 8 9arrom
: 8 Preto
Figura 17.13
Cone!$es 'eitas em uma c,a*e
pus,button
Ligação da fonte na placa de CPU AT
17-; Hardware Total
! fi"ura 3> mostra a conexão da fonte de alimentaão em uma placa de
CP1 padrão !$. )ste tipo de placa possui um conector de 39 vias, e na
fonte, existem dois conectores de C vias para esta conexão.
/@P80$!N$)# )ste encaixe deve ser feito com muita atenão, pois se for
cometido um erro, a placa de CP1 e as placas de expansão, =untamente com
as memKrias e o processador serão danificados.
*** 75%
***
Figura
17.14
Conectando uma
'onte de alimenta(ão
em uma placa de
CPU AT
Para conectar corretamente, + preciso se"uir a re"ra dos fios pretos#
8s > fios pretos devem ficar =untos na parte central do conector.
Cada um dos conectores de C vias existentes na fonte possui dois fios pretos.
8s dois conectores devem ser dispostos de tal forma que os dois fios pretos
de um conector fiquem ao lado dos dois fios pretos do outro conector.
!ssim, os > fios pretos ficarão =untos. $amb+m + importante verificar se os
dois conectores ficaram corretamente encaixados. $odos os 39 contatos do
conector de alimentaão da placa de CP1 devem estar cobertos pelos dois
conectores de C vias existentes na fonte. 1se a fi"ura 3> como refer?ncia.
Ligação da fonte nos drives e disco rgido
)ssas conexões são as mesmas, tanto em fontes !$ como em !$%, tanto em
dispositivos novos quanto nos modelos anti"os. (oc? =á conhece os
conectores existentes na fonte, prKprios para a alimentaão dos drives de
disquetes, disco rí"ido, drive de C<408@ e demais dispositivos que possam
ser chamados de drives. Na fi"ura 3B vemos a conexão da fonte no disco rí4
"ido. 8bserve o tipo de conector da fonte que + usado nesta li"aão.
Normalmente as fontes possuem tr?s ou mais desses conectores. $odos eles
são id?nticos, e voc? pode li"ar qualquer um deles em qualquer dispositivo
que possua este tipo de conector. <evido ao seu formato penta"onal
achatado, este conector não permite li"aão errada. Se tentarmos li"á4lo em
uma posião invertida, o encaixe não poderá ser feito.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-<
Figura 17.15
Conectando a 'onte de alimenta(ão no
disco r"gido
Na fi"ura 3C vemos como li"ar a fonte de alimentaão em um drive de
disquetes de :L-. Preste muita atenão nesta conexão, pois se voc? tentar
encaixá4lo ,de cabea para baixo-, ou então deslocado para o lado, a
conexão será feita, e quando voc? li"ar o computador, o drive queimará.
Figura 17.16
Conectando a 'onte de alimenta(ão em
um dri*e de dis/uetes de &=>
1se a fi"ura 3D como refer?ncia para fa2er esta li"aão corretamente.
*** 35% ***
Figura 17.17
?rienta(ão correta da liga(ão do conector para dri*es de
dis/uetes de &=@
17-1A Hardware Total
!l+m de encaixar conectores, existem situaões em que voc? precisará fa2er
o inverso, ou se=a, desencaixar conectores. ! re"ra "eral para desconectar
corretamente, + puxar sempre o conector, e não os fios. 8corre que
determinados conectores possuem travas que impedem ou dificultam a
desconexão. Se voc? tiver dificuldade para desconectar, não puxe com muita
fora, pois voc? poderá danificar o conector existente no drive. 1se uma
chave de fenda para destravar os conectores, facilitando assim a desconexão.
! chave de fenda deve ser introdu2ida como mostra a fi"ura 3E.
Figura 17.18
Bs *e1es % preciso de uma c,a*e de
'enda para desconectar a 'onte de um
dri*e de dis/uetes de &=@
! conexão da fonte de alimentaão no drive de C<408@ + similar ' =á
mostrada para o disco rí"ido, pois + utili2ado o mesmo tipo de conector.
Podemos v?4la na fi"ura 3J.
Figura 17.19
Conectando a 'onte de alimenta(ão em
um dri*e de C:-C?9
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-11
!ispla" digital
8 displa. di"ital + um dispositivo que se tornou comum a partir do início
dos anos J;, foi utili2ado durante toda a d+cada, e no seu final, comeou a
cair em desuso. $rata4se de um mostrador di"ital que indica o clocI do
processador. )ste mostrador + um enfeite, ou se=a, o computador não
depende dele para funcionar. )le tamb+m não + um medidor, ou se=a, não
indica necessariamente o clocI verdadeiro do processador. M apenas um
pequeno ,letreiro luminoso- que mostra um nAmero qualquer, pro"ramado
pelo t+cnico que montou o computador. @uitos usuários foram en"anados
por este displa., por pensarem que ele indicava necessariamente o clocI
verdadeiro. Compravam computadores lentos mas ficavam satisfeitos com a
indicaão de um clocI elevado neste displa.. @esmo sendo um dispositivo
que está caindo em desuso pela sua inutilidade, quando montamos um
computador usando um "abinete com displa., devemos ao menos pro"ramá4
lo com o clocI correto.
Figura 17.20
:isplaD digital
<ispla.s di"itais anti"os possuíam apenas dois dí"itos, capa2es de indicar
valores at+ JJ @N2. Sur"iram modelos com ,dois dí"itos e meio-, o que
si"nifica que possuíam um dí"ito ,3- para representar as centenas, podendo
mostrar valores at+ 3JJ @N2. Finalmente sur"iram modelos com : dí"itos
que podem ser pro"ramados at+ JJJ @N2. 1m displa. atual deveria
apresentar > dí"itos, necessários para indicar valores a partir de 3;;; @N2.
Para que um displa. di"ital funcione, + preciso que este=a li"ado na fonte de
alimentaão. M preciso tamb+m que este=a pro"ramado para apresentar o
nAmero correto. Por exemplo, em um Pentium4///*E;;, devemos pro"ramar o
displa. para que apresente o nAmero E;;. Para fa2er esta pro"ramaão,
devemos consultar as instruões existentes no manual do "abinete, que +
uma pequena folha onde + explicada a pro"ramaão dos nAmeros dese=ados.
17-12 Hardware Total
*** 35% ***
Figura 17.21
4!emplo de manual de um displaD digital
! fi"ura 93 mostra o exemplo do manual de um displa.. )ste modelo possui
tr?s dí"itos# centenas, de2enas e unidades. 8bserve que existem tr?s "rupos
de =umpers para representar esses tr?s dí"itos 5indicados como x3;;, x3; e
x37. Cada "rupo + formado por D =umpers, e cada um desses D =umpers
corresponde a um dos D se"mentos que formam cada dí"ito no displa.. Por
isso recebem o nome de displa.s de D se"mentos. 8s se"mentos são
desi"nados pelas letras !, G, C, <, ), F e O. Para formar os nAmeros, basta
acender e apa"ar os se"mentos apropriados. Por exemplo, para formar o
nAmero 9, + preciso acender os se"mentos !, G, O, ) e <, e deixar os
demais apa"ados. Cada se"mento + aceso ou apa"ado de acordo com o
posicionamento do =umper correspondente.
(e=a no dia"rama da fi"ura 93 que existem dois pontos desi"nados como
,O- e ,B(-. Nesses dois pontos, devemos li"ar um pequeno conector de
duas vias que parte da fonte de alimentaão. )sses dois pontos possuem as
tensões OPterra, e QB volts, fornecendo assim, a corrente el+trica para que o
displa. acenda. 8 fio no qual existe o conector de duas vias que deve ser
li"ado no displa., + composto por um par vermelho 5QB7 e preto 5terra7. )m
"eral, fica locali2ado em um prolon"amento de um outro conector da fonte.
! fi"ura 99 mostra um displa. di"ital, visto pela parte interna do "abinete.
Podemos ver os diversos =umpers usados para a pro"ramaão dos seus
valores.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-1&
Figura 17.22
Um displaD digital+ *isto pelo interior do
gabinete
Se voc? achar difícil manusear esses =umpers, pode remover o displa.,
passando assim a ter acesso mais fácil. ! fi"ura 9: mostra um displa. =á
destacado do "abinete. !ntes de remov?4lo 5basta retirar os parafusos que o
prendem7, anote a posião e a orientaão dos fios que nele estão li"ados.
Figura 17.23
Um displaD digital+ 'rente e *erso
A despadroni#ação dos displa"s digitais
Sem dAvida a maior dificuldade na pro"ramaão dos valores dos displa.s
di"itais + a sua despadroni2aão. Cada modelo possui um m+todo prKprio
para pro"ramar os se"mentos, e os manuais que acompanham o "abinete são
muito mal explicados. Procuraremos ameni2ar as dificuldades apresentando
aqui mais al"uns exemplos e displa.s e suas pro"ramaões.
! placa de CP1 não indica com quantos @N2 está funcionando, no máximo
informa se está operando em modo $10G8 ou N80@!& 5note que as
placas atuais não apresentam mais esta informaão, e o displa. +
pro"ramado com um nAmero fixo7. ! saída ,$urbo &)<- da placa de CP1
envia esta informaão ao painel do "abinete. Na maioria dos casos essa
indicaão + usada para controlar o displa.. 8 displa. mostra dois valores
diferentes, um quando o computador está em velocidade alta 5$urbo7 e
outro quando em velocidade baixa 5chamada indevidamente de Normal7.
17-1- Hardware Total
Cabe ao montador do PC fa2er a confi"uraão do painel para indicar as
velocidades usadas pelo computador. Para esta tarefa + indispensável o
manual do "abinete.
8 primeiro "rande problema que o usuário enfrenta + que o manual do "a4
binete normalmente tra2 instruões muito resumidas e mal explicadas a
respeito da pro"ramaão dos nAmeros a serem exibidos pelo displa.. !
outra dificuldade + que existem muitos tipos diferentes de displa.s, com
diversos sistemas de confi"uraão. (amos apresentar al"uns exemplos de
displa.s para que voc? tenha mais facilidade de confi"urar um displa.
desconhecido na prática.
Podemos encontrar displa.s de tr?s tipos# %%, 3%% e %%%. 8 tipo %% per4
mite a representaão de nAmeros de ;; at+ JJ. Não + comum nos atuais
"abinetes, pois não existem mais ' venda PC com clocIs inferiores a 3;;
@N2. 8s do tipo 3%% possuem um dí"ito adicional para marcar as centenas,
mas este dí"ito pode apenas representar o nAmero 3, ou estar em branco, po4
dendo assim serem representados valores at+ 3JJ @N2. Finalmente, existem
displa.s com tr?s dí"itos decimais completos, podendo representar valores
at+ JJJ @N2. Comearemos apresentando instruões para displa.s de dois
dí"itos, por serem de aprendi2ado mais fácil. <epois daremos exemplos dos
outros tipos de displa..
)starem supondo que voc? =á fe2 as conexões do displa. na fonte de
alimentaão, no $urbo &)<, na placa de CP1, e no $urbo S6itch 5se for o
caso7, se"uindo as instruões que serão apresentadas mais adiante neste capí4
tulo, e com a a=uda do seu manual. 8 displa. deverá estar obedecendo ao
$urbo S6itch, e apresentando dois valores diferentes. @ostraremos a"ora
como pro"ramar os nAmeros que são apresentados pelo displa..
$xemplo de displa" de % dgitos
! fi"ura 9> mostra um exemplo de displa. de dois dí"itos. 8s dois dí"itos
são chamados de Rdí"ito 9R 5de2enas7 e Rdí"ito 3R 5unidades7. Cada dí"ito +
formado por D se"mentos, chamados de !, G, C, <, ), F, O. Neste exemplo,
o displa. possui 3> "rupos de pinos de seleão para controlar individual4
mente cada um dos D se"mentos dos seus dois dí"itos.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-13
*** 35% ***
Figura 17.24
4!emplo de cone!$es de um t"pico displaD de 2 d"gitos
! fi"ura 9B mostra com mais detalhes um desses 3> "rupos de pinos de se4
leão. )xiste um pino no meio e mais tr?s pinos, chamados no caso de !, G
e C. 1m =umper deve ser colocado li"ando o pino do meio ao pino !, G ou
C, dependendo dos valores a serem indicados na velocidade alta e na baixa.
8 si"nificado das li"aões + descrito na tabela se"uinte#
&i"aão Funcionamento
@eio li"ado em ! Se"mento acende apenas na velocidade baixa
@eio li"ado em G Se"mento acende nas velocidades alta e baixa
@eio li"ado em C Se"mento acende apenas na velocidade alta
Sem li"aão Se"mento fica apa"ado em ambas as velocidades
*** 35% ***
Figura 17.25
Erupo de pinos de con'igura(ão do displaD
No caso da fi"ura 9B, um =umper está li"ando o pino do meio ao pino R!R.
Si"nifica que o se"mento controlado por esse "rupo de pinos ficará aceso
quando o computador estiver em velocidade baixa e apa"ado quando em
velocidade alta.
Para confi"urar um displa. com essas características deve ser determinado
que se"mentos ficarão acesos ou apa"ados em velocidade alta e em
velocidade baixa. Suponha que uma placa de CP1 possui as se"uintes
velocidades 5não se impressione, este tipo de displa. + mesmo encontrado
em PCs anti"os7#
17-15 Hardware Total
!lta# DB @N2
Gaixa# 3C @N2
<esenhamos os nAmeros DB e 3C, conforme indicado na fi"ura 9C. <eve ser
observado o nome que recebe cada se"mento 53!, 9G, etc7. ! partir desses
valores + construída uma tabela que mostra como cada se"mento deve ficar
em velocidade alta e em baixa, e determina4se como cada "rupo de pinos
indicados na fi"ura 9B deve ser confi"urado. ! fi"ura 9C mostra esses dois
valores. 8bserve os nomes que são dados aos se"mentos do displa.. 8s
se"mentos de um dí"ito de um displa. são sempre nomeados com as letras
,!- at+ ,O-, se"uindo a ordem#
8 manual do displa. do nosso exemplo chamou o dí"ito das de2enas de ,9-,
e o das unidades de ,3-. Portanto, os se"mentos dos dois dí"itos recebem os
se"uintes nomes#
&evando em conta os nomes desses se"mentos, e levando em conta que
dese=amos que se=am apresentados os nAmeros DB e 3C, che"amos ' fi"ura
9C.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-17
*** 35% ***
Figura 17.26
2alores a serem apresentados pelo displaD
<e posse desta fi"ura, observamos cada um dos se"mentos e determinamos
como cada um deles deve se comportar nas velocidades alta e baixa. !l"uns
deles ficam apa"ados em ambas as velocidades, como o 9O. 8utros ficam
acesos em ambas as velocidades, como o 3!. )xistem os que acenderão
apenas na velocidade alta, como o 9!, e os que acenderão apenas na
velocidade baixa, como o 3). Podemos então construir a se"uinte tabela#
Se"mento !lta Gaixa Sumper
3! aceso aceso @eio li"ado em G
3G apa"ado apa"ado Sem li"aão
3C aceso aceso @eio li"ado em G
3< aceso aceso @eio li"ado em G
3) apa"ado aceso @eio li"ado em !
3F aceso aceso @eio li"ado em G
3O aceso aceso @eio li"ado em G
9! aceso apa"ado @eio li"ado em C
9G aceso aceso @eio li"ado em G
9C aceso aceso @eio li"ado em G
9< apa"ado apa"ado Sem li"aão
9) apa"ado apa"ado Sem li"aão
9F apa"ado apa"ado Sem li"aão
9O apa"ado apa"ado Sem li"aão
&evando em conta essas li"aões, os =umpers do displa.s devem ser insta4
lados da forma como mostra a fi"ura 9D.
*** 35% ***
Figura 17.27
:isplaD do e!emplo 1 com os 6umpers con'igurados para e!ibir
os nFmeros 73 e 15
17-1; Hardware Total
$xemplo de displa" de % & dgitos
(emos nas fi"uras 9E e 9J um outro exemplo de manual de "abinete. <esta
ve2, estamos apresentando um displa. de ,dois dí"itos e meio- 53%%7, que
pode apresentar valores at+ 3JJ @N2. Na fi"ura 9E, vemos que existe um
con=unto de =umpers que define os valores apresentados pelo dí"ito das
unidades 5oneTs place7 nos modos $urbo e Normal. 8utro bloco de =umpers
define os valores que serão apresentados pelo dí"ito das de2enas 5tenTs place7
no modo $urbo e no modo Normal. ! li"aão N49, quando reali2ada,
acenderá o dí"ito 3 das centenas quando em modo $urbo. ! li"aão N43
acenderá o dí"ito 3 das centenas em modo Normal 5o que em "eral não
ocorre, pois a velocidade baixa + sempre inferior a 3;; @N27. Caso o com4
putador não che"ue a ultrapassar os 3;; @N2, o dí"ito das centenas deve
permanecer sempre apa"ado, tanto em $urbo como em Normal. Nesse caso,
basta não reali2ar as li"aões N43 nem N49.
Figura 17.28
4!emplo de manual de um displaD -
diagrama de 6umpers
! tabela da fi"ura 9J possui linhas que definem o dí"ito dese=ado em modo
$urbo, e as colunas definem o dí"ito dese=ado em modo normal. Considere
por exemplo que o computador opera em 39; @N2 quando em $urbo, e
em 3C @N2 quando em modo Normal. Comecemos pelo dí"ito das
unidades. Hueremos que se=am exibidos ,;- em $urbo e ,C- em Normal.
Fa2endo o cru2amento da linha ,;- com a coluna ,C-, encontramos a
indicaão das li"aões que devem ser feitas no ,oneTs place-#
:!, 9G, :C, :<, :), :F e 3O.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-1<
Figura 17.29
4!emplo de manual de um displaD - tabela
de liga($es
<a mesma forma, o dí"ito das de2enas deve apresentar ,9- quando em
$urbo e ,3- quando em Normal. Cru2ando a linha ,9- com a coluna ,3-,
che"amos 's li"aões que devem ser reali2adas no ,tenTs place-#
9!, :G, 3C, 9<, 9) e 9O.
Com esses valores, instalamos os =umpers conforme mostra a fi"ura 9E. Na
verdade esta fi"ura, al+m de identificar os pinos !, G, C, etc, tamb+m tra2
indicadas as li"aões que devem ser feitas para que se=am representados os
nAmeros do exemplo 539; e 3C7.
$xemplo de 'm displa" de ( dgitos
Finalmente apresentamos nas fi"uras :; e :3, o manual de um displa. de tr?s
dí"itos 5%%%7, capa2 de representar valores at+ JJJ @N2. 8bserve como +
"rande a semelhana com o displa. do exemplo anterior. ! principal
diferena + que neste existem tr?s "rupos de =umpers, para a definião do
dí"ito das unidades 5oneTs7, de2enas 5tenTs7 e centenas 5hunTs7.
! tabela da fi"ura :3 mostra as li"aões que devem ser feitas em cada bloco
para que se=am representados os valores dese=ados em modo $urbo e em
modo Normal. !s linhas representam os valores dese=ados em modo $urbo,
e as colunas mostram os valores dese=ados em modo Normal. Suponha que
queremos, como exemplifica a fi"ura, pro"ramar os valores 99; 5$urbo7 e
33C 5Normal7. <evemos utili2ar a tabela tr?s ve2es, uma para cada dí"ito
5unidades, de2enas e centenas7.
17-2A Hardware Total
Figura 17.30
4!emplo de manual de um displaD -
diagrama de 6umpers
8 dí"ito das unidades deve representar os valores ,;- em $urbo e ,C- em
Normal. Fa2emos então o cru2amento da linha ,;- com a coluna ,C-, e ob4
temos assim as li"aões que devem ser feitas no oneTs place#
:!, 9G, :C, :<, :), :F, 3O.
8 dí"ito das de2enas deve representar os valores ,9- em $urbo e ,3- em
Normal. Fa2emos então o cru2amento da linha ,9- com a coluna ,3-, e ob4
temos assim as li"aões que devem ser feitas no tenTs place#
9!, :G, 3C, 9<, 9), 9O.
Finalmente, o dí"ito das centenas deve representar os valores ,9- em $urbo
e ,3- em Normal. Fa2emos então o cru2amento da linha ,9- com a coluna
,3-, e obtemos assim as li"aões que devem ser feitas no hunTs place#
9!, :G, 3C, 9<, 9), 9O.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-21
Figura 17.31
4!emplo de manual de um displaD - tabela
de liga($es
<e posse dessas informaões, pro"ramamos os tr?s "rupos de =umpers, como
vemos na prKpria fi"ura :;.
T'r)o Low e T'r)o *igh
!qui está uma questão que "era dAvidas quando fa2emos a confi"uraão de
um displa.. (e=a por exemplo o displa. da fi"ura D, e observe que existem
duas opões para a li"aão do displa. na saída ,$urbo &)<- da placa de
CP1#
SQ &i"ar na conexão para o anodo do $urbo &)< na placa de CP1
S4 &i"ar na conexão para o catodo do $urbo &)< na placa de CP1
<os dois terminais que possui um &)<, chamamos de anodo aquele por
onde a corrente el+trica entra no &)<, e chamamos de catodo aquele por
onde a corrente el+trica sai do &)<. )xistem duas formas de implementar os
dois terminais do conector para o $urbo &)< na placa de CP1, ambas
mostradas na fi"ura :9#
37 <eixar um terminal li"ado em uma tensão fixa de B volts, e pelo outro
terminal, ,puxar- corrente para que o &)< acenda. No primeiro terminal,
deve ser li"ado o anodo do $urbo &)<, e no outro + li"ado o catodo do
$urbo &)<. 1m resistor 5=á encontrado na placa de CP17 + li"ado em s+rie
com o &)< para eviar corrente excessiva. )ste m+todo + chamado de
$10G8 &8U.
17-22 Hardware Total
97 <eixar um terminal li"ado em uma tensão fixa de ; volts, e pelo outro
terminal, ,empurrar- corrente para que o &)< acenda. No primeiro
terminal, deve ser li"ado o catodo do &)<, e no outro deve ser li"ado o
anodo. $amb+m deve ser usado um resistor em s+rie com o &)<, que =á fa2
parte da placa de CP1. )ste m+todo + chamado de $10G8 N/ON.
*** 35% ***
Figura 17.32
Turbo 0ow e Turbo Hig,
)m ambos os casos, um terminal do conector $urbo &)< da placa de CP1
permanece com uma tensão fixa, se=a ela de ; ou B volts. )ste terminal de
tensão fixa não pode controlar o displa., exatamente porque sua tensão +
constante, não importa se a placa de CP1 está em velocidade $urbo ou
Normal. 8 outro terminal + o que deve ser usado, mas a princípio não sa4
bemos se ele irá ,empurrar- ou ,puxar- corrente quando for ativado o modo
$urbo. Por esta ra2ão, certos displa.s possuem dois pontos de conexão,
como o exemplificado na fi"ura :;. 8 ponto SQ + usado para placas de CP1
que operam em modo $10G8 N/ON, e o ponto S4 + usado para conexão
com placas de CP1 que operam em $10G8 &8U.
$emos então, dois terminais na placa de CP1, e dois terminais no displa..
!penas um fio deve ser usado nesta li"aão. ! dificuldade + saber qual + o
terminal correto, tanto na placa de CP1 como no displa.. <evemos pri4
meiro, escolher aleatoriamente um dos dois pontos possíveis de conexão no
displa. 5SQ ou S47. ! outra extremidade do fio deve ser li"ada a um dos dois
terminais da saída $urbo &)< na placa de CP1. Se ao comandarmos a
velocidade da placa de CP1 5atrav+s do $urbo S6itch, ou atrav+s de co4
mandos como Control !lt Q e Control !lt 47, o nAmero apresentado no dis4
pla. permanece inalterado, si"nifica que escolhemos o ponto errado na placa
de CP1. <evemos então usar o outro terminal da saída $urbo &)< da placa
de CP1. Com este outro terminal, podemos verificar que alterando a
velocidade da placa de CP1 5$urbo*Normal7, o valor apresentado no displa.
mudará. ! se"uir, verificamos se o valor alto mostrado no displa. 5)x# 39;
@N27 realmente corresponde ' maior velocidade da placa de CP1,
enquanto o valor mais baixo apresentado no displa. 5)x# 3C @N27 realmente
aparece quando temos uma menor velocidade na placa de CP1. Se quando
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-2&
o computador estiver mais rápido, o nAmero apresentado no displa. for me4
nor 5e vice4versa7, si"nifica que escolhemos o ponto errado no displa. para a
conexão na placa de CP1. Por exemplo, se escolhemos SQ, devemos mudar
esta conexão para o ponto S4.
Ca)os flat
)xiste uma re"ra simples para fa2er qualquer conexão de cabo flat#
O fio vermelho do cabo flat deve ser encaixado no pino 1 do
conector
/dentificar o fio vermelho + muito fácil. $odos os cabos flat possuem o seu
fio nAmero 3 pintado, ou então listrado de vermelho. 0esta então saber
identificar o pino 3 de cada tipo de conector.
! fi"ura :: mostra a conexão de um cabo flat em um drive de disquetes de
:L-. Podemos ver no conector, na parte direita, o nAmero ::, que em "eral
+ facilmente visuali2ado. )ste conector possui :> pinos, sendo que em uma
extremidade encontramos os pinos 3 e 9, e na outra extremidade
encontramos os pinos :: e :>. Se sabemos qual + o lado onde está o pino ::,
o lado oposto tem o pino 3, e com ele deve ser alinhado o fio vermelho do
cabo flat.
Figura 17.33
0igando o cabo 'lat em um dri*e de
dis/uetes de &=@
Na fi"ura :> vemos a conexão de um cabo flat /<) em um drive de C<4
08@. Como mostra a fi"ura, o drive possui 5em "eral7 uma numeraão
estampada na sua parte traseira, indicando os pinos 3 e 9 em uma
17-2- Hardware Total
extremidade, e :J e >; na outra extremidade. Caso voc? tenha dificuldades
para identificar o pino 3, consulte as indicaões em "eral impressas na parte
traseira do drive, e tamb+m encontradas no seu manual. 1se tamb+m esta
dica# o pino 3 do cabo flat do drive de C<408@ ficam sempre prKximo ao
conector da fonte de alimentaão.
Figura 17.34
0igando o cabo 'lat em um dri*e de C:-
C?9
Na fi"ura :B temos a conexão de um cabo flat em um disco rí"ido /<).
8bserve que o disco rí"ido não possui indicaão do seu pino 3. )ntretanto,
existem diversas formas de identificá4lo.
Figura 17.35
Conectando o cabo 'lat G:4 no disco
r"gido
1ma forma de descobrir a numeraão dos pinos de um conector +
consultando a seri"rafia da placa de circuito. ! seri"rafia consiste nas
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-23
inscriões existentes nas placas, em "eral em tinta branca. Vs ve2es + preciso
utili2ar uma lupa para ler essas inscriões. ! fi"ura :C mostra a seri"rafia
prKxima ao seu conector, vemos claramente os nAmeros :J*>; em uma
extremidade, e 3*9 na outra.
Figura 17.36
4m geral % poss"*el identi'icar a posi(ão
do pino 1 atra*%s da serigra'ia
Nem sempre existe seri"rafia, ou inscriões na parte traseira do drive.
Huando isso ocorre, precisamos consultar o manual. ! fi"ura :D mostra a
parte traseira de um drive &S439; 5disquetes de 39; @G7. Não existem
indicaões no drive, mas seu manual mostra claramente a posião do pino 3
do seu conector.
Figura 17.37
? manual do 0H-12A+ e dos demais
dispositi*os G:4+ in'orma a posi(ão do
pino 1
)xiste mais uma forma de locali2ar o pino 3 em conectores locali2ados tanto
nas interfaces quanto nos dispositivos /<). )m "eral esses conectores
possuem uma fenda locali2ada na sua parte central, como mostra a fi"ura :E.
Huando esta fenda está orientada para baixo, os pinos 3 e 9 estarão
orientados para a esquerda.
17-25 Hardware Total
Figura 17.38
A posi(ão da 'enda no conector 'Imea+
/uando *oltada para bai!o+ indica /ue o
pino 1 est7 para a es/uerda
!l+m de li"ar os cabos flat nos diversos tipos de drives citados aqui, +
preciso saber li"á4los tamb+m nas suas interfaces, ou se=a, nos conectores
apropriados da placa de CP1. Continua sendo válida a re"ra do fio
vermelho, ou se=a, o fio vermelho do cabo flat deve ficar alinhado com o
pino 3 do conector. Precisamos então locali2ar nos conectores das placas, a
posião dos respectivos pinos 3.
Figura 17.39
Conectores para dri*es de dis/uete e
inter'aces G:4 em uma placa de CPU
!l"umas ve2es o conector do cabo flat e os conectores existentes na placa de
CP1 são feitos de tal forma que a conexão invertida + evitada. 8bserve os
conectores mostrados na fi"ura :J. Cada um deles possui uma fenda na sua
parte central, como =á havíamos mostrado na fi"ura :E. Normalmente os
conectores usados em cabos flat possuem uma sali?ncia que se encaixa nesta
fenda. Se tentarmos encaixar o conector ao contrário, a sali?ncia não
permitirá a conexão.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-27
Figura 17.40
A maioria dos cabos 'lat possuem uma
saliIncia para e*itar o encai!e na posi(ão
in*ertida
! fi"ura >; mostra um conector de um cabo flat, no qual existe uma
sali?ncia que impede o encaixe invertido. /nfeli2mente, nem todos os cabos
flat possuem conectores com esta sali?ncia. <esta forma, o usuário precisa
realmente identificar a posião do pino 3, evitando assim o encaixe invertido.
!l+m de saber identificar a posião do pino 3, + preciso tamb+m saber
identificar as interfaces. 8 conector da interface para drives de disquete + um
pouco mais curto que os conectores das interfaces /<). Possui apenas :>
pinos. 8s conectores /<) possuem >; pinos. Portanto, na fi"ura :J, o
conector mais curto + o da interface para drives de disquetes, e os dois
maiores são os das interfaces /<). $amb+m + preciso identificar qual das
duas interfaces /<) + a primária, e qual + a secundária. @uitas ve2es esta
indicaão + feita na seri"rafia, como no exemplo da fi"ura >3. !o lado dos
conectores, temos as indicaões /<) 3 5primária7 e /<) 9 5secundária7.
Figura 17.41
J preciso identi'icar /ual das inter'aces
G:4 % a prim7ria e /ual % a secund7ria
! fi"ura >9 mostra um cabo flat encaixado corretamente na interface /<)
primária.
17-2; Hardware Total
Figura 17.42
Conectando o cabo 'lat G:4 na placa de
CPU
Como vimos, nem sempre o conector do cabo flat possui a sali?ncia que se
encaixa na fenda existente nos conectores da placa de CP1. Huando isso
ocorre, devemos identificar o pino 3 por outros meios. Podemos verificar se
o nAmero 3 está indicado na seri"rafia, ou então consultar o dia"rama
existente no manual da placa de CP1. Para facilitar ainda mais,
apresentamos na fi"ura >:, a numeraão dos pinos desses conectores. <e
acordo com a fi"ura, quando olhamos esses conectores com a fenda central
voltado para baixo, o pino 3 estará orientado para a esquerda.
Figura 17.43
Kumera(ão de pinos de conectores G:4 e da
inter'ace para dri*es de dis/uete da placa
de CPU
)m caso de dAvida, consulte o manual da placa de CP1, onde sempre
estarão as indicaões necessárias. ! fi"ura >> mostra um trecho de um
manual, no qual está descrita a numeraão dos pinos das interfaces /<) e da
interface para drives de disquete.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-2<
Figura 17.44
? laDout da placa de CPU+ e!istente no
seu manual+ tamb%m 'acilita o encai!e
correto dos cabos
/@P80$!N$)# 8 cabo flat /<) de E; vias tem um conector de cor
diferente dos outros dois, normalmente de cor a2ul. )ste conector diferente
deve ser obri"atoriamente li"ado na placa de CP1, caso contrário ocorrerão
problemas de funcionamento no dispositivo /<) Slave.
Coolers
!s placas de CP1 modernas possuem uma conexão de : pinos para o cooler
do processador. )ste tipo de conexão com : pinos possui um controle de
velocidade. <esta forma a placa de CP1 pode li"ar o ventilador apenas
quando a sua temperatura está muito elevada, ou desli"a4lo quando o
computador estiver em estado de espera.
Figura 17.45
Placas de CPU modernas possuem uma
cone!ão para alimentar o cooler do
processador LCPU .AK)
! fi"ura >C mostra a conexão para o cooler do processador em uma placa
de CP1. 8 conector f?mea de : vias, que fa2 parte do ventilador, deve ser
li"ado ao conector macho de : vias, existente na placa de CP1. 8bserve que
os tr?s orifícios do conector f?mea são mais prKximos de uma das suas faces
laterais. )ste formato dificultará o encaixe na posião errada.
17-&A Hardware Total
Figura 17.46
0igando o cooler do processador na
placa de CPU
Coolers de PCs mais anti"os não eram li"ados na placa de CP1. !liás, as
placas de CP1 anti"as não tinham conexão para cooler. )sses coolers eram
li"ados na prKpria fonte de alimentaão, como mostra a fi"ura >D. Possuem
dois conectores de fonte, sendo um macho e um f?mea. 8 macho + li"ado
em um dos conectores da fonte, e o f?mea ficará livre para alimentar outros
perif+ricos.
Figura 17.47
Cooler ligado na 'onte de alimenta(ão
+,d'los de mem,ria
@Kdulos </@@*3CE 5S<0!@7, </@@*3E> 5<<0 S<0!@7 e 0/@@
50<0!@7 são todos instalados pelo mesmo processo. 8s velhos mKdulos
S/@@ e os mKdulos C8!S$ usados para formar a cache &9 em al"umas
placas de CP1 anti"as tamb+m t?m formas diferentes de instalaão.
-nstalando e removendo m,d'los !-++
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&1
M simples o processo de colocaão e retirada desses mKdulos. !penas temos
que tomar cuidado para não forá4los para os lados, o que poderia danificá4
los. $amb+m + preciso fa2er coincidir as suas duas fendas com as sali?ncias
do seu soquete. ! fi"ura >E mostra as fendas e sali?ncias.
Figura 17.48
HaliIncias nos so/uetes :G99 encai!am
em 'endas e!istentes no mMdulo
Para encaixar o mKdulo </@@, devemos posicioná4lo sobre o soquete, e a
se"uir forá4lo para baixo, como mostra a fi"ura >J. )ste movimento deve ser
feito com muito cuidado e muita firme2a. Se o encaixe estiver muito difícil
precisaremos aplicar mais fora, mas com cuidado para não deixar o mKdulo
escorre"ar para as laterais 5ou melhor, para frente ou para trás, se"undo a
orientaão da fi"ura >J7. Se o mKdulo for acidentalmente flexionado poderá
quebrar, ou pior ainda, poderá quebrar ou danificar os contatos do seu
soquete, o que provavelmente inutili2aria a placa de CP1. !qui todo
cuidado + pouco. Huando o encaixe + feito, duas pequenas alas plásticas
existentes no soquete são encaixadas nas fendas laterais existentes no
mKdulo. )ssas alas tamb+m servem como alavancas, possibilitando a
extraão do mKdulo de forma bem fácil.
Figura 17.49
Gnstalando um mMdulo :G99
17-&2 Hardware Total
! fi"ura B; mostra a extraão de um mKdulo </@@ pela atuaão nas alas
laterais do seu soquete. Gasta forar as alavancas como mostra a fi"ura, e o
mKdulo levantará. <epois disso, terminamos de puxá4lo por cima, mas com
cuidado para não tocar nos seus chips e partes metálicas.
Figura 17.50
4!traindo um mMdulo :G99
-nstalando e removendo m,d'los .-++
! instalaão de um mKdulo 0/@@ + feita de forma similar, como mostra a
fi"ura B3. )ncaixamos o mKdulo diretamente sobre o soquete. !s alas
laterais do soquete travarão o mKdulo atrav+s das suas fendas laterais. Para
retirar o mKdulo, basta atuar sobre as duas alas laterais do soquete.
Figura 17.51
Conectando um mMdulo CG99
-nstalando e removendo m,d'los S-++
! instalaão e remoão de mKdulos S/@@*D9 + feita da mesma forma nos
mKdulos S/@@*:;. ! fi"ura B9 mostra como instalar um mKdulo S/@@*D9.
Para fa2?4lo, primeiro colocamos o mKdulo apoiado de forma inclinada sobre
o seu soquete. 1ma ve2 estando perfeitamente alinhado, fa2emos um
movimento para que assuma a posião vertical, como mostra a fi"ura.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&&
Figura 17.52
Gnstalando um mMdulo HG99N72
Se não tomarmos certos cuidados esses mKdulos, instalados de forma tão
simples, poderão ficar mal encaixados, e em conseqW?ncia, não funcionarão.
8 primeiro detalhe a ser checado + o correto posicionamento do mKdulo
sobre o seu soquete. Se o mKdulo for posicionado de forma invertida 5ou
se=a, com um "iro de 3E; "raus em relaão ' posião correta7, ficará mal
encaixado. )xatamente para evitar o encaixe errado, os mKdulos S/@@
possuem na sua parte central, uma fenda na qual + encaixada uma pequena
sali?ncia existente no seu soquete. ! fi"ura B: mostra a fenda do mKdulo e a
sali?ncia no soquete, antes e depois do encaixe ser feito. 8bserve como a
fenda do mKdulo fica totalmente encaixada no soquete.
Figura 17.53
A saliIncia do so/uete de*e 'icar
encai!ada na 'enda e!istente no mMdulo
HG99
Nas partes laterais do soquete, existem pequenos pinos plásticos que devem
ficar alinhados com furos existentes nas laterais do mKdulo, como mostra a
fi"ura B>. Huando o mKdulo está mal alinhado, este pino não coincide com
o furo.
17-&- Hardware Total
*** 35% ***
Figura 17.54
?s pinos pl7sticos do so/uete de*em ser encai!ados nos 'uros
e!istentes no mMdulo HG99
$omados esses cuidados, bastará travar o mKdulo na posião vertical, e
estará feito o encaixe. 0etirar o mKdulo S/@@*D9 + ainda mais simples. Gasta
puxar as duas alas metálicas existentes nas extremidades do mKdulo, como
mostra a fi"ura BB.
Figura 17.55
4!traindo um mMdulo HG99N72
-nstalando e removendo m,d'los C/AST
O módulo COAST possui no seu conector, um chanfro que deve ficar
alinhado com a saliência existente no seu soquete. Para encaixar um módulo
COAST no seu soquete, devemos posicionálo de tal forma o chanfro fique
alinhado com a esta saliência. !eito isto, aplicamos for"a em cada uma das
extremidades do módulo, at# que se$a aos poucos encaixado at# o final. %sta
opera"&o # mostrada na fi'ura ().
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&3
*** 75%
***
Figura
17.56
Posicionando e
encai!ando um
mMdulo C?AHT
*ocê certamente achará muito dif+cil a retirada de um módulo COAST, pois
o seu soquete o prende com muita for"a. Se você simplesmente se'urar e
puxar, correrá o risco de danificálo com eletricidade estática, ou danificar o
próprio soquete, ou ainda machucar as m&os. ,ma forma fácil de retirálo #
com a a$uda de uma alavanca, que pode ser, por exemplo, uma chave de
fenda. ,se um livro ou outro o-$eto de altura adequada .desde que n&o
danifique os componentes da placa/ e fa"ao de apoio para a alavanca.
0evante um pouco de cada lado, at# que o módulo se$a totalmente retirado.
Podemos ver esta opera"&o na fi'ura (1.
Figura 17.57
Cetirando um mMdulo C?AHT
Painel frontal do ga)inete
$odos os "abinetes possuem um painel frontal com &)<s e chaves, al+m de
um pequeno alto4falante. <o outro lado desses &)<s e chaves, na parte
interna do "abinete, partem diversos fios com conectores nas suas
extremidades. )sses conectores devem ser li"ados na placa de CP1, em
pontos descritos no seu manual. ! fi"ura BE mostra um trecho do manual de
uma placa de CP1, no qual estão descritas as conexões para o painel. )ssas
informaões são a princípio suficientes para fa2er as conexões com o painel,
mas vamos detalhá4las um pouco mais, tornando4as mais fáceis. M importante
notar que voc? poderá encontrar pequenas diferenas nessas conexões, ao
examinar modelos diferentes de placas de CP1.
17-&5 Hardware Total
Figura 17.58
? manual da placa de CPU tra1 as
instru($es para as cone!$es com o painel
do gabinete
Conexão do alto falante
$odos os "abinetes para PC possuem, na sua parte frontal, um pequeno alto4
falante. Não se trata de um alto4falante li"ado nas caixas de som. M um
simples alto4falante, conhecido como PC SpeaIer. )ste alto4falante emite
apenas sons simples, como G))PS. @esmo que voc? passe o tempo todo
utili2ando as caixas de som que são acopladas na placa de som, o PC
SpeaIer + muito importante. M atrav+s dele que o computador informa a
ocorr?ncia de eventuais falhas de hard6are durante o processo de boot.
Huando corre tudo bem, o PC SpeaIer emite um simples G))P antes de
prosse"uir com o carre"amento do sistema operacional. Huando ocorre
al"um problema, como por exemplo, uma falha na memKria, são emitidos
vários G))PS com diferentes duraões. Normalmente os manuais das placas
de CP1 apresentam uma tabela chamada G))P )rror Code, atrav+s da qual,
podemos identificar qual + o problema, de acordo com a seqW?ncia de
G))PS emitidos.
8 PC SpeaIer + li"ado a dois fios, na extremidade dos quais poderá existir
um conector de > vias, ou dois conectores de 3 via. Na placa de CP1,
encontraremos um pequeno conector de > pinos, com a indicaão speaIer.
Huando tivermos dificuldades para locali2ar este conector, podemos contar
com a a=uda do manual da placa de CP1, que tra2 um dia"rama que mostra
todas as suas conexões.
!pesar do conector existente na placa de CP1 possuir > pinos, apenas os
dois extremos são usados. Por isso, caso o PC SpeaIer possua dois conec4
tores simples, devemos li"á4los no primeiro e no quarto pino da placa. )sta
li"aão não possui polaridade, ou se=a, se os fios forem li"ados de forma
invertida, o PC SpeaIer funcionará da mesma forma.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&7
*** 35% ***
Figura 17.59
Cone!ão do alto-'alante
Conexão do .$S$T
8lhando pela parte interna do painel frontal do "abinete, podemos ver os
dois fios que partem da parte traseira do botão de 0eset. Na extremidade
deste par de fios os quais existe um pequeno conector de duas vias. )ste
conector não tem polaridade, ou se=a, pode ser li"ado invertido sem alterar o
funcionamento do botão de 0eset. Na placa de CP1 voc? encontrará um
conector de duas vias com a indicaão ,0)S)$-, ou ,0S$-, ou ,0)S)$
SU-, ou al"o similar, para reali2ar esta conexão. Sua li"aão está mostrada
na fi"ura C;.
*** 35% ***
Figura 17.60
Cone!ão do botão C4H4T
Conexão do *ard !is0 L$!
$odos os "abinetes possuem no seu painel, um &)< indicador de acesso ao
disco rí"ido 5N< &)<7. )ste &)< + aceso sempre que o disco rí"ido reali2ar
operaões de leitura e "ravaão. Normalmente + um &)< vermelho, e
normalmente na sua parte posterior estão li"ados dois fios, sendo um ver4
melho em um branco 5tamb+m pode ser um vermelho e um preto7. Como
17-&; Hardware Total
nem sempre os fabricantes se"uem padrões nas cores desses fios, conv+m
conferir quais são as cores no seu caso. Na extremidade desse par de fios,
existe um conector de duas vias, do mesmo tipo existente no botão de 0eset.
Na placa de CP1 voc? encontrará pinos com a indicaão N< &)< para
reali2ar esta conexão. )sta conexão poderá ter dois aspectos# um conector de
9 pinos, ou um de > pinos, com o terceiro pino retirado. Se na sua placa a
confi"uraão tiver > pinos com um terceiro retirado, li"ue o &)< entre os
dois primeiros, como mostra a fi"ura C3.
*** 35% ***
Figura 17.61
Cone!ão do H: 04:
)sta conexão possui polaridade, ou se=a, se for reali2ada de forma invertida,
o &)< não acenderá. Feli2mente, esta li"aão invertida não causa dano
al"um. @uitas ve2es, o manual indica um dos pinos com o sinal ,Q-. )ste
deve corresponder ao fio vermelho. Se com esta li"aão, o &)< não
funcionar 5espere o boot para que o disco rí"ido se=a acessado7, não se
preocupe. <esli"ue o computador e inverta a polaridade desta li"aão, e o
&)< funcionará.
Conexão do Power L$! e 1e"loc0
(amos estudar essas duas conexões =untas, pois muitas placas de CP1
apresentam um Anico conector, com B pinos, nos quais são feitas ambas as
conexões. 8 Po6er &)<, locali2ado no painel frontal do "abinete,
normalmente + de cor verde. <a sua parte posterior partem dois fios,
normalmente um verde e um branco 5ou verde e preto7. Na extremidade
deste par de fios, poderá existir um conector de : vias 5a do meio não + utili4
2ada7, ou dois conectores isolados de 3 via cada um. Neste caso, a li"aão
deve ser feita entre os pinos 3 e : deste conector.
8 Xe.locI + uma fechadura el+trica existente no painel frontal do "abinete.
!trav+s de uma chave apropriada, tamb+m fornecida =unto com o "abinete,
podemos abrir ou fechar. Huando colocamos esta chave na posião fechada,
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-&<
a placa de CP1 deixará de receber os caracteres provenientes do teclado.
/sto impede, pelo menos de forma "rosseira, que outras pessoas utili2em o
computador na nossa aus?ncia. Na parte traseira desta fechadura, existem
dois fios, na extremidade dos quais existe um pequeno conector de duas
vias.
Na placa de CP1 encontramos um conector de B pinos para a li"aão do
Xe.locI e do Po6er &)<. )sses pinos são numerados de 3 a B 5consulte o
manual da placa de CP1 para checar a ordem desta numeraão, ou se=a, se
o pino 3 + o da esquerda ou o da direita7. Nos pinos 3 e : li"amos o Po6er
&)<, e nos pinos > e B li"amos o Xe.locI. ! li"aão do Xe.locI não tem
polaridade, mas a do &)< tem 5assim como ocorre com qualquer tipo de
&)<7. Se o &)< não acender, basta desli"ar o computador e inverter a
li"aão. 8 Xe.locI + sempre li"ado entre os pinos > e B, e o Po6er &)< +
sempre li"ado entre os pinos 3 e :, mas como mencionamos, o Po6er &)<
pode apresentar dois tipos de conector 5um triplo ou dois simples7.
*** 35% ***
Figura 17.62
Cone!ão do OeDlocP e Power 04:
!s placas de CP1 e "abinetes modernos não possuem mais o Ie.locI. )ste +
o caso da placa cu=o dia"rama está mostrado na fi"ura BE. Podemos constatar
que a conexão para o Po6er &)< está presente, mas não existe Xe.locI. !
ra2ão para esta extinão + simples. !o inibir o funcionamento do teclado, o
Xe.locI não está oferecendo uma proteão efica2 para o computador. !final
de contas, a maioria dos comandos do Uindo6s e outros sistemas
operacionais modernos podem ser reali2ados sem o uso do teclado, apenas
com o mouse. !l+m do mais, existem mecanismos de se"urana mais
efica2es, como por exemplo, o uso de uma senha definida no C@8S Setup.
Conexões externas
17--A Hardware Total
!s conexões externas ao computador são bastante fáceis. 8s conectores
utili2ados são todos diferentes, e cada um deles possui uma Anica posião de
encaixe, ou se=a, não encaixam se forem usados de forma invertida. @elhor
ainda, nos PCs modernos que se"uem o padrão PCJJ, a maioria dos
conectores utili2a um cKdi"o de cores que facilita ainda mais a identificaão
dos conectores.
Conexão do monitor
8 cabo de vídeo do monitor possui em sua extremidade, um conector <G43B
macho, que deve ser li"ado no conector <G43B f?mea da placa de vídeo. !
fi"ura C: mostra esta conexão.
Figura 17.63
Conectando o monitor na placa de *"deo
Conexão do mo'se e do teclado
8 teclado + li"ado na parte traseira do computador, atrav+s da qual +
acessada a parte traseira da placa de CP1. Na fi"ura C>, vemos a conexão
do teclado em uma placa de CP1 padrão !$.
Figura 17.64
Cone!ão do teclado :GK de 3 pinos em
uma placa de CPU padrão AT
Na fi"ura CB, vemos a conexão do teclado em uma placa de CP1 padrão
!$%. $ome cuidado, pois o conector do teclado e o do mouse são id?nticos.
Nas placas de CP1 modernas existe um cKdi"o de cores. 8 conector do
teclado + lilás e o do mouse + verde.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17--1
Figura 17.65
Cone!ão do teclado em uma placa de CPU
ATX
)m al"umas placas, o conector para mouse PS*9 fica locali2ado sobre o
conector de teclado, em outras + o conector de teclado que fica locali2ado
sobre o conector do mouse. )sses conectores são id?nticos. Para tirar a
dAvida, si"a o cKdi"o de cores 5tecladoPlilás * mousePverde7 ou consulte o
dia"rama existente no manual da placa de CP1, como o que mostra a fi"ura
CC.
Figura 17.66
:iagrama de cone!$es na parte traseira
de uma placa de CPU ATX
! conexão para mouse sempre pode ser feita em uma interface serial
5C8@3 ou C8@97, como mostra a fi"ura CD. )ste tipo de conexão está
disponível em placas de CP1 de qualquer tipo, se=a !$ ou !$%.
17--2 Hardware Total
Figura 17.67
Cone!ão do mouse em uma porta serial
LC?91 ou C?92)
Nas placas de CP1 padrão !$%, + mais comum li"ar o mouse no conector
para mouse PS*9, como mostra a fi"ura CE. <esta forma, deixamos as duas
interfaces seriais livres para outras conexões. Por exemplo, podemos usar a
C8@3 para li"ar uma cYmera di"ital, e a C8@9 para conectar dois micros,
permitindo transfer?ncias de dados, sem que para isto se=a necessário ter
uma rede instalada.
Figura 17.68
Cone!ão para mouse PHN2 em uma placa
de CPU ATX
)xistem teclados com conectores de dois tipos# </N e PS*9. <a mesma
forma, encontramos placas de CP1 !$% 5com conectores de teclado PS*97 e
!$ 5com conectores de teclado </N7. Huando o tipo de conector no teclado
+ diferente do conector existente na placa de CP1, precisamos utili2ar
adaptadores. ! fi"ura CJ mostra adaptadores para teclado, de dois tipos,
marcados com ! e G.
Figura 17.69
Adaptadores para teclado
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17--&
8 tipo indicado na fi"ura como ,!- possui um conector PS*9 macho e do
outro lado, um conector </N f?mea. <eve ser usado para li"ar teclados </N
em placas de CP1 !$% 5que possuem conector tipo PS*97. 8 adaptador
indicado como ,G- possui de um lado, um conector PS*9 f?mea, e do outro,
um conector </N macho. )ste adaptador + usado para li"ar teclados PS*9
em placas de CP1 !$ 5dotadas de conector </N7. $ome muito cuidado ao
comprar este conector, pois como existem dois tipos, + comum a confusão.
<a mesma forma existem adaptadores de mouse, convertendo de <G4J para
PS*9 e vice4versa. /nfeli2mente nem todos os modelos de mouse funcionam
atrav+s desses adaptadores, portanto a melhor coisa a fa2er + adquirir um
mouse com conector do mesmo tipo daquele usado pela sua interface,
dispensando o uso de adaptadores.
Figura 17.70
Adaptador para mouse
Cores padrão PC22
8 padrão PCJJ, usado pelas placas de fabricaão recente, especifica cores
para cada um dos conectores externos do PC, o que facilita bastante as
conexões por parte dos usuários principiantes. $anto os conectores do
computador como os dos perif+ricos utili2am a"ora este padrão.
Conector Cor
*+deo analó'ico *2A A3ul escuro
0ine in .audio/ A3ul claro
0ine out .audio/ *erde
4onitor di'ital 5 flat panel 6ranco
7%%% 89:; .!ire<ire/ Cin3a
4icrofone =osa
4idi5$o>stic? Amarelo
Paralela =osa escuro
Teclado PS5@ 0ilás
4ouse PS5@ *erde
Serial *erde escuro
Spea?er out 5su-<oofer .audio/ 0aran$a
Spea?er, direita para esquerda 4arrom
,S6 Preto
17--- Hardware Total
*ideo out Amarelo
Placas de expansão
M claro que existem placas de CP1 com ,tudo onboard-, que permitem
montar um PC sem utili2ar placas de expansão. !inda assim casos como este
são minoria. $odo t+cnico ou montador de PCs deve estar apto a conectar e
desconectar placas de expansão. 8 encaixe de uma placa de expansão está
ilustrado na fi"ura D3. 1samos como exemplo uma placa PC/, mas o mesmo
princípio + usado tamb+m para placas /S! e !OP. !linhe a placa sobre o
slot e aplique movimentos alternados at+ que a placa fique totalmente
encaixada. )sses movimentos alternados são ilustrados na fi"ura D9.
Figura 17.71
4ncai!ando uma placa de e!pansão em
um slot
1 - Colo/ue a placa apoiada sobre o slot+
mas ainda sem 'or(ar
2 - .orce a placa para bai!o+ primeiro em
uma e!tremidade
& - .orce a placa para bai!o+ na outra
e!tremidade
- - Cepita as etapas 2 e &+ at% /ue aos
poucos a placa 'i/ue totalmente
encai!ada
Figura 17.72
4ncai!ando uma placa de e!pansão em
um slot
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17--3
<epois que a placa estiver totalmente encaixada, devemos fixá4la no "abinete
atrav+s de um parafuso, como mostra a fi"ura D:.
Figura 17.73
Apara'usando uma placa de e!pansão
Para retirar a placa, devemos puxá4la em movimentos alternados, como
mostra a fi"ura D>. <evemos ter cuidado para não tocar com as mãos, os
circuitos da placa que está sendo retirada, caso contrário poderemos danificá4
la com eletricidade estática.
Figura 17.74
Cetirando uma placa de e!pansão
Processadores
)xistem atualmente processadores na forma de cartucho e processadores que
são encaixados em soquetes Z/F. (e=amos então como manuseá4los.
$ncaixando o processador no so3'ete 4-5
17--5 Hardware Total
8 encaixe de processadores em soquetes Z/F + bastante simples. /sto
en"loba todos os processadores quer usam o SocIet D 5Pentium, Pentium
@@%, XB, XC, CxEC, CxEC@%, CC7, o !@< <uron e as versões novas do
!thlon, bem como as versões novas do Celeron e Pentium ///, e ainda o
Pentium >.
!ntes de mais nada, devemos evitar a todo custo, tocar nas ,perninhas- do
processador, caso contrário poderemos danificá4lo com eletricidade estática.
8 outro detalhe importante + identificar a orientaão do processador no seu
soquete. ! fi"ura DB mostra que um dos cantos do soquete possui uma
confi"uraão de furos diferente das dos tr?s outros cantos. /sto varia de um
processador para outro. No Soquete D, apenas um canto + diferente dos
outros tr?s, enquanto nos soquetes para Pentium ///, Celeron, !thlon e
<uron existem dois cantos como o mostrado na fi"ura DB.
Figura 17.75
C,ecando a orienta(ão do so/uete QG.
8s processadores tamb+m possuem um ou dois dos seus cantos com uma
confi"uraão diferente, como mostra a fi"ura DC. !o instalar o processador
no soquete, devemos fa2er com que esses cantos coincidam.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17--7
Figura 17.76
C,ecando a orienta(ão do processador
! fi"ura DD mostra a instalaão do processador no seu soquete. /nicialmente
levantamos a alavanca. Colocamos a se"uir o processador no seu soquete,
observando a sua orientaão correta. Podemos a"ora abaixar a alavanca e
travá4la.
***
100%
***
Figura
17.77
Gnstalando um
processador
em um so/uete
QG.
$ncaixando processadores de cart'cho
!pesar dos processadores mais comuns =á não usarem mais o
encapsulamento na forma de cartucho, ainda podemos encontrar modelos
anti"os deste tipo, bem como al"uns modelos mais raros, como o Pentium
//*/// %eon e o /tanium. )ntre os processadores mais comuns, são os
se"uintes os que utili2avam o formato de cartucho#
 Pentium //
 !s primeiras versões do Celeron
 !s primeiras versões do Pentium ///
 !s primeiras versões do !thlon
17--; Hardware Total
8s conectores usados por esses processadores não são chamados de
soquetes, e sim, de slots. 8s processadores Pentium //, Pentium /// e Celeron
citados acima usam o Slot 3, enquanto o !thlon no formado de cartucho usa
o chamado Slot !. !mbos os tipos de slots possuem uma sali?ncia 5fi"ura
DE7 que + encaixada em uma fenda existente no conector existente no
processador.
Figura 17.78
HaliIncia e!istente no Hlot 1 e no Hlot A
! fi"ura DJ mostra o processo de encaixe do Pentium // no seu slot. 8bserve
que pelo padrão, a inscrião ,Pentium //- 5o mesmo vale para os demais
processadores7 deve ficar voltada para a parte traseira da placa de CP1.
)ncaixamos o processador no seu mecanismo de retenão e aplicamos fora
para baixo, para que o encaixe se=a feito no slot. Não podemos esquecer
que, al+m de encaixar o processador no seu slot, precisamos ainda li"ar o
seu cooler no conector apropriado da placa de CP1.
***
100%
***
Figura
17.79
4ncai!ando um
processador
Pentium GG no
seu slot
)m al"umas hastes de fixaão de processadores, existem travas que devem
ser posicionadas para cima ou para baixo durante o processo de colocaão e
retirada do processador. Coloque a trava para cima, fixando o processador
apKs o encaixe. <esloque a trava para baixo antes de colocar ou retirar o
processador do seu slot 5fi"ura E;7.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17--<
Figura 17.80
Tra*a do processador
! retirada dos processadores de cartucho dos seus slots + um pouco difícil.
$eria que ser feita a > mãos, ou então com uma ferramenta extratora
especial. 8 procedimento dependerá das hastes de fixaão do processador.
Huando existem travas, como no caso da fi"ura E;, basta destravá4las e
puxar o processador para cima com cuidado. )m certos tipos de haste,
temos que forar para dentro, duas alas plásticas locali2adas na sua parte
interior, ao mesmo tempo em que puxamos o processador cuidadosamente
para cima 5fi"ura E37.
Figura 17.81
Cetirando o processador
17-3A Hardware Total
S'stentação dos processadores de cart'cho
8s processadores de cartucho são muito "randes, principalmente o Pentium
// e o !thlon. 8 Pentium /// utili2a um cartucho mais fino, mas todos esses
processadores se tornam pesados quando adicionamos a eles, coolers
"randes e pesados, necessários para a refri"eraão dos modelos que dissipam
mais pot?ncia. Por isso muitas placas de CP1 são acompanhadas de suportes
e mecanismos de fixaão especiais.
Figura 17.82
9ecanismo de reten(ão para
processadores de cartuc,o
! fi"ura E9 mostra um tipo de mecanismo de retenão para processadores
de cartucho. )ste mecanismo deve ser encaixado sobre o soquete Slot 3 ou
Slot ! da placa de CP1. São ainda fornecidas duas peas menores, dotadas
de parafusos. )ssas peas devem ser encaixadas por baixo da placa de CP1,
em furos locali2ados prKximos das extremidades do Slot. ! fi"ura E: mostra
esses furos. )m al"uns casos, essas peas =á v?m de fábrica encaixadas nesses
furos, em outros o usuário precisa fa2er o seu encaixe.
*** 35% ***
Figura 17.83
.uros por onde serão encai!adas as pe(as /ue ser*irão para
apara'usar o mecanismo de reten(ão do processador
! fi"ura E> mostra como essas peas são encaixadas nesses furos, por baixo
da placa de CP1. <epois de encaixadas, seus parafusos ficarão ' amostra, ao
lado do soquete do processador, como mostra a fi"ura.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-31
*** 75%
***
Figura
17.84
4ncai!ando as
pe(as /ue
cont%m os
para'usos de
'i!a(ão do
mecanismo de
reten(ão do
processador
8 mecanismo de retenão do processador deve ser então alo=ado sobre o
seu slot, como mostra a fi"ura EB. )ste mecanismo possui > parafusos que
devem ser usados para a fixaão, evitando que se solte.
Figura 17.85
Apara'usando o mecanismo de reten(ão
do processador
)xistem modelos que ao inv+s de usarem parafusos, possuem pinos plásticos
que devem ser forados para baixo 5fi"ura EC7.
17-32 Hardware Total
Figura 17.86
.i!a(ão atra*%s de pinos pl7sticos
8s dissipadores de calor e ventiladores acoplados ao processadores em
formato de cartucho podem ser muito pesados. Por isso al"umas placas de
CP1 são fornecidas =untamente com um suporte apropriado, mostrado na
fi"ura ED.
Figura 17.87
Huporte do dissipadorN*entilador
Huando a placa de CP1 + acompanhada deste suporte, ele deve ser
encaixado em furos existentes na placa de CP1, ficando em posião paralela
ao slot do processador. Neste suporte existem pinos que devem ficar
orientados no sentido do soquete, como mostra o detalhe ' direita na fi"ura
C;.
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-3&
*** 75%
***
Figura
17.88
.i!ando o
suporte do
dissipador
! se"uir, encaixamos neste suporte, os dois pinos plásticos que o
acompanham, como mostra a fi"ura EJ.
Figura 17.89
4ncai!ando os pinos pl7sticos
)ste tipo de suporte para o dissipador utili2a ainda uma outra pea plástica,
que deve ser encaixada sobre os seus pinos, como mostra a fi"ura J;.
Figura 17.90
Terminando a montagem do suporte do
dissipador
<ependendo do tipo de cooler usado, a instalaão suporte do
dissipador*ventilador + opcional. Seu uso + mais importante quando o
processador utili2a um cooler "rande e pesado.
Coolers x so3'etes
$odos os processadores que são encaixados em soquetes Z/F t?m dimensões
externas id?nticas, são quadrados com cerca de B cm de lar"ura. Seus
17-3- Hardware Total
coolers são portanto bastante similares, a diferena fica por conta do maior
tamanho, usado para os processadores que dissipam mais calor.
8s primeiros processadores Pentium utili2avam um cooler mais simples e
incompatível com os processadores atuais. ! fi"ura J3 mostra a visão lateral
do Pentium e do cooler que utili2ava. ! parte superior do Pentium era
totalmente plana e se a=ustava perfeitamente a este tipo de cooler, que tem
uma chapa de alumínio plana e pequenas alas laterais que fa2iam a fixaão
ao processador. )ste sistema de fixaão não pode ser usado nos
processadores modernos. !l+m disso, não permite que se=a aplicada pressão
suficiente entre o cooler e o processador, o que pre=udica a transfer?ncia
t+rmica.
*** 35% ***
Figura 17.91
2isão lateral do Pentium e do cooler /ue utili1a*a
Na fi"ura J9, vemos um outro tipo de cooler, usado nos dias atuais. !o inv+s
de possuir as > "arras plásticas que o fixam no processador, possui duas alas
metálicas que o fixam diretamente no soquete.
Figura 17.92
Cooler apropriado para os processadores
modernos
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-33
8 sistema de fixaão utili2ado pelo cooler mostrado na fi"ura J3 + inade4
quado para os processadores modernos. Seu "rande problema + que sK serve
para o Pentium comum, at+ 3CC @N2. 8s outros processadores são mais
altos, possuem chapas metálicas na sua parte superior, o que impede a sua
fixaão pelas > pequenas "arras plásticas 5ve=a as fi"uras J: a JD7. 8 cooler
mostrado na fi"ura J9 não + fixado no processador, e sim no soquete. <esta
forma, processadores com alturas diferentes podem ser fixados sem
problemas.
Figura 17.93
? Pentium 99X Locorre o mesmo com o
Pentium-2AA+ não 99X) possui uma
pe/uena c,apa met7lica na sua 'ace
superior
Figura 17.94
?s processadores CDri! tamb%m possuem
uma c,apa met7lica na sua 'ace superior
Figura 17.95
Uma c,apa met7lica ocupa toda a
e!tensão da 'ace superior do A9: O5+
O5-2 e O5-GGG
Figura 17.96
2isão lateral dos processadores A9:
At,lon e :uron
17-35 Hardware Total
Figura 17.97
2isão lateral dos processadores Gntel
Pentium GGG e Celeron com
encapsulamento .C-PEA
Nas fi"uras JE e JJ vemos em detalhe, a ala para fixaão do cooler usado
para todos os processadores modernos citados aqui. No soquete existem
duas alas plásticas, nas quais fa2emos a fixaão atrav+s das "arras metálicas
existentes no cooler.
Figura 17.98
? so/uete possui al(as pl7sticas nas suas
partes laterais+ para 'i!a(ão do cooler
Na fi"ura JJ vemos em detalhe, as duas alas metálicas presas no soquete do
processador.
Figura 17.99
As al(as met7licas do micro*entilador são
presas nas al(as pl7sticas do so/uete
Conexões T'r)o em placas antigas
)ssas são as li"aões de $urbo S6itch e $urbo &)<, encontradas em placas
de CP1 anti"as. !s placas de CP1 atuais não as possuem, mas voc? ainda
pode ter que confi"urá4las, principalmente se estiver lidando com um
computador não tão novo. 8 botão $urbo 5$urbo S6itch7, locali2ado no pai4
nel frontal do "abinete, serve para controlar a velocidade de operaão do
processador. No passado, existiam al"uns pro"ramas anti"os que não fun4
cionavam corretamente em computadores muito rápidos. Para executá4los,
era preciso diminuir a sua velocidade, o que era feito atrav+s do botão
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-37
$urbo. Huando pressionado, o processador opera em plena velocidade. !o
ser depressionado, o processador passa a operar em uma velocidade mais
baixa, dando chance ' execuão desses pro"ramas mais anti"os. 8corre que
o processador Pentium + tão velo2 que mesmo baixando consideravelmente
sua velocidade, ainda não permite a execuão daqueles anti"os pro"ramas
5um Pentium49;;, ao ter sua velocidade diminuída 39 ve2es, ainda + tão
velo2 quanto um >EC de 9B @N2, o que ainda + muito rápido para aqueles
pro"ramas problemáticos7. Não se preocupe, pois voc? provavelmente não
irá utili2ar esses anti"os pro"ramas sensíveis ' velocidade. ! maioria deles +
anterior a 3JEB. São na maioria =o"os para %$ e pro"ramas duplicadores de
disquetes, como C8P[U0/$ e C8P[//PC.
Figura 17.100
Cone!$es do Turbo Hwitc, e Turbo 04:
Caso a sua placa de CP1 possua uma conexão para o $urbo S6itch, voc?
poderá usá4la. 8 botão $urbo existente no painel do seu "abinete deverá
permanecer pressionado, para que o computador opere na sua plena
velocidade. Na parte traseira deste botão, encontramos tr?s fios, na
extremidade dos quais existe um conector de : vias. Por outro lado, na placa
de CP1, poderemos encontrar uma conexão de : ou de 9 pinos. Se o
conector que vai ao "abinete possuir : pinos e o da placa de CP1 tiver
apenas 9, escolha dois para usar, como mostra a fi"ura 3;;. 8corre que em
al"uns casos, ao pressionar o botão o computador opera em velocidade
baixa, e ao ser depressionado, opera em velocidade alta, um efeito exata4
mente inverso do esperado. Para corri"ir este detalhe, basta inverter a li"aão
deste conector. Se voc? havia escolhido o primeiro e o se"undo pontos do
conector, e deixou o terceiro livre, li"ue a"ora entre o se"undo e o terceiro, e
deixe o primeiro livre.
OBS.: 4esmo quando a placa de CP, n&o possui conex&o para o Tur-o S<itch, muitas
ve3es possui um comando especial para este controle, atrav#s do teclado. Por exemplo, muitas
placas aceitam que se$a di'itado COAT=O0 A0T B para ativar o modo Tur-o, e COAT=O0
A0T para -aixar a velocidade. Outras usam o comando COAT=O0 A0T T para comutar en
tre a velocidade alta e a -aixa. Aormalmente o manual da placa de CP, indica qual o controle
17-3; Hardware Total
a ser usado. %m caso de desespero, o usuário tam-#m pode redu3ir a velocidade do processador
para executar esses pro'ramas pro-lemáticos, -astando desa-ilitar as caches primária e se
cundária no C4OS Setup.
8 $urbo &)< fica locali2ado no painel frontal do "abinete, e serve para a
indicaão do funcionamento em modo $urbo. <ele partem dois fios, nor4
malmente um branco e outro amarelo, e em sua extremidade existe um pe4
queno conector de duas vias 5fi"ura 3;;7.
)m situaão normal, este &)<, quase sempre amarelo, permanece o tempo
todo aceso, indicando a velocidade máxima. Nos anti"os "abinetes, não
existia o displa. di"ital, e este &)< era li"ado diretamente na placa de CP1.
!tualmente, este &)< + li"ado no prKprio displa.. Consulte o manual do
displa. do "abinete para checar o ponto exato da conexão.
-nterfaces seriais e paralelas em placas AT
Placas de CP1 padrão !$% possuem as interfaces seriais e paralelas
locali2adas na sua parte traseira, e dispensam o uso de conexões adicionais.
Sá as placas de CP1 padrão !$ possuem conectores ber" 5aqueles que
parecem uma cama de pre"os7 de fila dupla, sobre os quais devem ser
encaixados conectores auxiliares como os mostrados na fi"ura 3;3. Na outra
extremidade desses conectores auxiliares, existem lYminas com os conectores
<G49B e <G4J dessas interfaces. )sses conectores possuem ainda pequenos
cabos flat, com os seus respectivos fios vermelhos. Sim, aqui tamb+m vale a
re"ra do fio vermelho.
Figura 17.101
Cabos das inter'aces seriais e paralelas
de uma placa de CPU padrão AT
! fi"ura 3;9 mostra a conexão nas interfaces seriais. 8bserve na parte
esquerda da fi"ura, que existem conectores ber" de fila dupla, com 3; pinos.
! seri"rafia da placa de CP1 mostra o nome da interface 5C8@37 e a
posião do pino 3. !o fa2er o encaixe, faa com que o fio vermelho do cabo
Cap"tulo 17 # Cone!$es el%tricas 17-3<
flat fique alinhado com o pino 3 do conector. )m caso de dificuldade para
identificar o pino 3, consulte o dia"rama existente no manual da placa de
CP1.
Figura 17.102
0igando o cabo da inter'ace serial
8 mesmo + feito com a interface paralela. 8bserve na parte esquerda da
fi"ura 3;:, o conector ber" de fila dupla, com 9C pinos relativo ' interface
paralela. Procure na seri"rafia, a indicaão P0N3, e a posião do pino 3. 8
fio vermelho do cabo flat deve ser alinhado com este pino 3.
Figura 17.103
0igando o cabo da inter'ace paralela
******** F/@ *************