You are on page 1of 9

Disciplina: Computação Científica

Exercício Computacional 1.1 – Equação de Calor Unidimensional Transiente
Aluno(a): Míriam Klippel

PROBLEMAS NUMÉRICOS TRANSIENTES APLICANDO ALGORITMOS
EXPLÍCITO, IMPLÍCITO E DE CRANK-NICOLSON.

Nesse relatório aplicaram-se algoritmo de forma explícita, implícita e de Crank-
Nicolson para resolver a equação de calor unidimensional transiente pelo método das
diferenças finitas. Para o desenvolvimento dos códigos usou-se o problema já exposto
em sala de aula junto às notas de aulas. As implementações dos métodos foram feitas
usando o software MATLAB.

1. A EQUAÇÃO DO CALOR

Para aplicar os métodos numéricos destinados a problemas transientes, usou-se a
equação de calor que representa o protótipo das equações parabólicas. Considera-se a
região e a equação diferencial definida como:

Determinar dadas:
 Condições de contorno:
a. Valor prescrito;
b. Fluxo prescrito;
c. Condição mista.
 Condições iniciais:
.
Seja a solução u(x, t) no interior de (0, l) para t ϵ (0, T). E uma subdivisão do intervalo
(0, l) em n − 1 subintervalos de tamanho h e uma divisão no tempo tk = k∆t, para k =
0,1,2, . . . .

2. OBJETIVO




Para cada questão proposta implementar em Octave para os esquemas explícito,
implícito e Crank-Nicolson de diferenças finitas para resolver a equação unidimensional
de calor. Para cada caso analisar qual será a melhor escolha, considerando tamanho de
∆t, acuidade, e tempo computacional.

3 TESTES NUMÉRICOS


Questão 01:

Figura 1 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 2 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.


0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100


Figura 4 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 5 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.


0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Figura 3 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.





Figura 6 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.


Questão 02:
Obs.:
Para condição de contorno estabelecida pela questão:

Tem-se usando a diferença atrasada em “

”:

Figura 7 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.


0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100


Figura 8 a.Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 9 a.Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 10 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-2
-1.5
-1
-0.5
0
0.5
1
1.5
2
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100


Figura 11 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 12 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Questão 03:
Fonte de calor unitária.

Figura 13 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120


Figura 14 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 15 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 16 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.



0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-2
-1.5
-1
-0.5
0
0.5
1
1.5
2
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120


Figura 17 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.

Figura 18 a. Método explícito; b. Método implícito; c. Método de Crank-Nicolson.



CONCLUSÕES

Diante dos resultados obtidos neste trabalho concluímos que:
 Como já discutido em sala de aula, no método explícito há uma restrição entre o
tamanho de h e , já o implícito e o de Crank-Nicolson não.
Observou-se na Figura 1 que os dois últimos métodos possuem comportamentos
bem parecidos, observou-se também apenas um melhor desempenho nas
interações no último método. Isso se dá devido o método de Crank-Nicolson
aplicar a discretização da equação diferencial num nível intermediário no passo
de tempo, tendo três valores conhecidos para calcular outros três, fato que pode
ser observado em (CUNHA, 2000) páginas 223 e 224.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
x 10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0
20
40
60
80
100
120


 Na Figura 2, estabelecida um valor do , observou-se um comportamento
similar nos três métodos. Já na Figura 3 com , houve instabilidade no
método explícito, como esperado.
 Nas Figuras 4, 5 e 6 observou que para h=0.1 a quantidade no número de passos
não foi suficiente para estabelecer uma condição de equilíbrio para o sistema. O
mesmo vale para as questões 02 e questão 03.
 O que difere a questão 02 da questão 03 é a fonte de calor unitária. Observou-se
que a diferença do perfil estudado na Figura 7 para a Figura 13 foi um aumento
de temperatura no caminhar para x=L. Fato já esperado devido à inserção da
fonte de calor.
 Não foi possível estabelecer uma comparação no tempo computacional para o
problema exposto.
 O objetivo de aplicação do método numérico transiente unidimensional foi
alcançado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


CUNHA, M.Cristina C. Métodos Numéricos. 2ª Edição. Editora Unicamp, 2000.