You are on page 1of 8

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
ENGENHARIA AGRONOMICA







LABORATÓRIO
RELATÓRIO





DISCIPLINA: QUIMICA GERAL E ANALITICA PARA AGRONOMIA
MINISTRANTE: PROF. DR. MILTON BATISTA DA SILVA
MARCOS PAULO
GUSTAVO DE OLIVEIRA SOBREIRA
JOÃO LUCAS CAMPOS
RAFAEL SOARES DE CARVALHO
BRUNO ARCANJO SILVA
ERIVELTON
ITALO CANABRAVA
TERESINA,17 DE ABRIL DE 2012.














DETERMINAÇÃO DE CLORETOS PELO MÉTODO DE MOHR











1
SUMÁRIO


TÍTULO ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 1

INTRODUÇÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 3

MATERIAIS E REAGENTES -------------------------------------------------------------------------------------- 4

PARTE EXPERIMENTAL ------------------------------------------------------------------------------------------- 5

RESULTADOS E DISCURSSÃO ------------------------------------------------------------------------------------ 6

CONCLUSÃO --------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7

INTRODUÇÃO

É um método que se baseia na precipitação dos íons cloretos com nitrato de prata
(AgNO3). Ao fim da titulação, o AgNO3 reage com cromato de potássio (K2CrO4)
dando origem ao cromato de prata (Ag2CrO4). O Ag2CrO4 é o responsável pela
mudança de cor, que passou de amarelo para vermelho tijolo.
A determinação de coretos em água é importante para detectar a qualidade do processo
de purificação da água.



















3
MATERIAIS E REAGENTES

1. Materiais
Béquer
Bastão de vidro
Balão volumétrico
Erlenmeyer
Bureta
2. Reagentes
NaCl
Solução de cromato de potássio 1%
AgNO3












4
PARTE EXPERIMENTAL

Preparação da solução 0,02mol/L de AgNO3
Com o auxilio de um béquer, pesou-se a quantidade de 0,337g de AgNO3 – massa
necessária para preparar 100ml de solução 0,02mol/L. Adicionou-se água destilada para
dissolver o sal e transferiu-se quantitativamente para um balão volumétrico de 100ml.

Padronização da solução de 0,02mol/L de AgNO3 com Cloreto de Sódio
Repetiu-se esse procedimento por 3 vezes, na primeira vez, pesou-se 0,015g de NaCL,
transferiu-se quantitativamente para um erlenmeyer de 125ml. Adicionou-se 0,5ml da
solução de cromato de potássio a 1%. Titulou-se com a solução de AgNO3 0,02mol/L
agitando constantemente até ocorrer a mudança de coloração. No segunda vez, repetiu-se
todo o procedimento, mas com uma massa de NaCL de 0,014g e na terceira com uma
massa de 0,015g de NaCL. Anotou-se o volume utilizado da solução e obtivemos a média
de 14,1ml de solução 0,02mol/L de AgNO3 utilizados.

Determinação do teor de cloreto na água
Foram pipetados 50ml da amostra de água da torneira, que foram transferidos para um
erlenmeyer de 125ml. Adicionou-se 0,5ml de indicador (cromato de potássio a 1%).
Titulou-se com a solução de nitrato de prata 0,02mol/L padronizada até o aparecimento
da coloração avermelhada.
Repetiu-se o procedimento por 3 vezes e obtivemos uma média de 3ml da solução de
nitrato de prata 0,02mol/L padronizada utilizados.








5
RESULTADOS E DISCURSSÃO

Nas 3 repetições de titulação notou-se uma pequena variação na quantidade de titulante
gasto em cada titulação, isso ocorre por que o processo de titulometria que usa a
observação mudança de cor a olho nu, não tem total precisão, por isso repetiu-se 3 vezes
e tirou-se a média para termos um valor mais exato.
Ordem: Quantidade:
1ª Titulação 2,9 ml
2ª Titulação 3,2 ml
3ª Titulação 3,0 ml



















6
CONCLUSÃO

Conclui-se que a amostra de água analisada esta dentro dos padrões analisados, isto
quando se refere a quantidade de cloro encontrado na amostra.






















7