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Perspectivas da Educação Profissional no Colégio Estadual Haidée Tedesco
Reali de Erechim RS
João Luiz Damasceno Lima
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RESUMO
Este texto tem por objetivo mostrar como funciona a educação profissional no Colégio Estadual Haidée Tedesco
Reali, e como deverá funcionar com a Nova Proposta da SEDUC/RS, para o ensino médio politécnico, e o
ensino médio integrado. A LDB prevê formas de articulações na educação profissional, onde deverá ocorrer
mudanças com relação ao trabalho docente, visando a Interdisciplinaridade, articulando as disciplinas de cultura
geral com as disciplinas de educação profissional. No ano de 2014, começamos a aplicar estas novas Politicas
Educacionais, para integração, interdisciplinaridade, que vai exigir do docente, o conhecimento geral do curso
que trabalha, para poder haver um passeio entre as disciplinas. Vamos realizar trabalhos com os alunos para
prepara-los, para esta nova metodologia, na sequencia com os professores, para a quebra de paradigmas, e
preparação para mudanças. Estas atividades vão ser acompanhadas durante o ano letivo, para verificar sua
eficácia, melhorando a qualidade de nosso aluno.

Palavras Chaves: Interdisciplinaridade; Ensino Médio Integrado; Educação Profissional;
Mundo do Trabalho;



O Colégio Estadual Haidée Tedesco Reali está localizado em Erechim, região
norte do Rio Grande do Sul, seu marco inicial foi em 7 de fevereiro de 1957, recebeu este
nome em homenagem a sua primeira professora Haidée Maria de Lourdes Reali, filha de
Teodoro Reali e Maria Aglae Tedesco, família de grande destaque na sociedade erechinense.
Atualmente, o Colégio possui Cursos de Ensino Fundamental; Ensino Médio
Politécnico, Ensino Médio Integrado, Técnico Concomitante, e Técnico Subsequente, sendo
os cursos técnicos nas áreas de Mecânica, Eletrotécnica e Contabilidade. A procura pelos
mesmos, chega a índices de aproximadamente cinco candidatos por vaga, principalmente pela
região possuir um parque industrial bem desenvolvido. No ensino médio integrado, as
matrículas se fortalecem pois os alunos entram no ensino fundamental, para garantirem vaga
no ensino técnico, como pode ser visto num gráfico 1 referente à quantidade de matrículas no
ensino fundamental.
Os cursos Técnicos de Mecânica e Eletrotécnica, a SEDUC RS, mantem um
convênio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, onde no ensino médio

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Discente de Pós Graduação em Teorias e Metodologias de Educação, IFRS Instituto Federal de Educação
Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Sertão. Graduado em Tecnologia de Gestão da Produção
Industrial. Graduado em Formação Pedagógica para Licenciatura Plena em Gestão da Produção Industrial.
Docente de Educação Profissional no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, e SEDUC RS – Secretaria
de Educação do Governo dos Estado do Rio Grande do Sul.
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integrado, as disciplinas técnicas são de responsabilidade do SENAI e de seus professores, já
no curso Subsequente, os professores são de responsabilidade da SEDUC RS, e as aulas são
ministradas nas instalações do SENAI.
Hoje a escola possui um total de 1.460 (mil quatrocentos e sessenta) alunos,
divididos da seguinte maneira: :
Gráfico 1

Fonte dos dados: Secretaria da Escola dia 06/05/2014.
Podemos constatar, que o numero elevado de matriculas no ensino fundamental
se deve, aos educandos procurarem garantir uma vaga no ensino técnico integrado, aqueles
que não conseguem, terminam optando pelo ensino médio politécnico. E para aqueles que não
conseguem garantir vaga na escola para o ensino médio, terminam realizando o ensino técnico
concomitante. Estas modalidades a escola oferece apenas o Técnico em Eletrotécnica e o
técnico em Mecânica. Já o subsequente, é para os alunos com o ensino médio completo e a
oferta além dos cursos já mencionados é oferecido o Técnico em Contabilidade.
A LDB/96 em seu artigo 36 prevê formas de articulação entre o ensino médio
e a educação profissional técnica de nível médio, atribuindo a decisão de adoção às redes e
instituições escolares,
Art. 36-B. A educação profissional técnica de nível médio será desenvolvida nas
seguintes formas:
I – articulada com o ensino médio;
II – subsequente, em cursos destinados a quem já tenha concluído o ensino médio.
Art. 36-C. A educação profissional técnica de nível médio articulada, prevista no
inciso I do caput do art. 36-B desta lei, será desenvolvida de forma:
I – integrada, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental,
sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional
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técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, efetuando-se matrícula
única para cada aluno;
II – concomitante, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja
cursando, efetuando-se matrículas distintas para cada curso, e podendo ocorrer:
a) na mesma instituição de ensino, aproveitando-se as oportunidades educacionais
disponíveis;
b) em instituições de ensino distintas, aproveitando-se as oportunidades
educacionais disponíveis;
c) em instituições de ensino distintas, mediante convênios de Inter
complementaridade, visando ao planejamento e ao desenvolvimento de projeto
pedagógico unificado.


O Colégio HTR, tem atualmente três formas de articulação entre o ensino
médio e a educação profissional:
1. Ensino Médio Integrado ao Técnico: os alunos realizam o ensino médio na
escola no turno da manhã, e o ensino técnico a partir do 2º ano no turno da tarde.
2. Ensino Técnico Concomitante: os alunos realizam o ensino médio em outra
Instituição de Ensino, e o ensino técnico no Colégio HTR.
3. Ensino Técnico Subsequente: os alunos realizam apenas o ensino técnico, pois
já possuem o ensino médio.
No contexto atual, torna-se urgente a reestruturação da educação profissional,
visando à ampliação das possibilidades de inclusão ao mundo do trabalho, pois o mundo
contemporâneo constitui-se por relações sociais e de produção de caráter excludente, que
resultam das formas capitalistas de produção e reprodução da existência e do conhecimento.
Assim, torna-se necessário construir um currículo que contemple ao mesmo tempo as
dimensões relativas à formação humana e científico-tecnológica, de modo a romper com a
histórica dualidade que separa a formação geral da preparação para o trabalho.
O enfrentamento deste desafio implica na implementação de uma política de
Educação Profissional que integre a educação profissional e tecnológica ao Ensino Médio.
Esta concepção de ensino médio integrado ao ensino técnico compreende que a educação
geral é parte inseparável da educação profissional, e a preparação para o mundo do trabalho
não é sua finalidade exclusiva. Assim, a educação profissional deve se configurar em espaço
de aquisição dos princípios que regem a vida social e a produção contemporânea, integrados
às formas tecnológicas, às formas de organização e gestão do trabalho e às formas culturais e
de comunicação que integram essas dimensões. Para tanto, parte-se do pressuposto que os
docentes devem conhecer os processos produtivos que são objetos das propostas de formação,
de modo a assegurar a relação entre teoria e prática.
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No contexto das novas formas de organização e gestão de trabalho, esses
processos são mediados pela microeletrônica, que passa a exigir, dos trabalhadores em geral,
o desenvolvimento de competências cognitivas complexas, em substituição ao aprendizado de
modos de fazer de natureza psicofísica, simplificados e fragmentados. Ou seja, passa a ser
necessário o domínio das capacidades de trabalhar intelectualmente e de dominar as
categorias do método científico, para acompanhar a dinamicidade da produção em ciência e
tecnologia que caracterizam os processos sociais e produtivos contemporâneos, em que novos
problemas surgem cotidianamente ao tempo em que conhecimentos e ocupações vão se
tornando obsoletos.
Como afirma Kuenzer,
[...] para atender a estas demandas, o discurso da acumulação flexível sobre a
educação aponta para a necessidade da formação de profissionais flexíveis, que
acompanhem as mudanças tecnológicas decorrentes da dinamicidade da produção
científico-tecnológica contemporânea, ao invés de profissionais rígidos, que repetem
procedimentos memorizados ou recriados por meio da experiência. Para que esta
formação flexível seja possível, torna-se necessário substituir a formação
especializada, adquirida em cursos profissionalizantes focados em ocupações
parciais e, geralmente, de curta duração, complementados pela formação no
trabalho, pela formação geral adquirida por meio da escolarização ampliada, que
abranja no mínimo a educação básica, a ser disponibilizada para todos os
trabalhadores. A partir desta sólida formação geral, dar-se-á a formação profissional,
de caráter mais abrangente do que especializado, a ser complementada ao longo das
práticas laborais. (KUENZER, 2007, p.1.159).

Baseado nas novas implementações de Politicas Educacionais, no ano de 2014
começamos a desenvolver um trabalho com o Ensino Médio Integrado ao Técnico, primeiro
conscientizar os alunos de primeiro ano, que no segundo ano, vão desenvolver a parte de
educação profissional, que é o mundo do trabalho, o que o mercado espera deles, para
desenvolver um alicerce forte, para o ano seguinte, eles devem começar um trabalho com
mais atitudes e posturas profissionais, para o perfeito desenvolvimento de suas competências
e habilidades.
Para os alunos do segundo ano que já estão desenvolvendo esta etapa, um
trabalho mais profundo, compete aos docentes buscar articulações para integração da cultura
geral com a educação profissional, foi realizado, onde estão envolvidos professores e alunos,
para o perfeito desenvolvimento da interdisciplinaridade.
Creio que com este trabalho e outras atividades previstas, vão servir para
desenvolvimento dos professores, e um aperfeiçoamento no desenvolvimento destas tarefas.
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O primeiro trabalho previsto, será desenvolvido em duas etapas distintas, a primeira com
alunos e professores, onde um especialista da área, trabalhará com o tema em sobre a
“Geração Baby Boomer, X, Y e Z”, porque a empresa do futuro se apresentará como aquela
que será capaz de conciliar diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, extraindo
o que cada profissional tem de melhor e equilibrando os potenciais individuais em função do
bem estar coletivo..
O segundo momento, será num trabalho envolvendo somente os professores,
com formação continuada sobre o tema “Interdisciplinaridade”, que após deve ter um
acompanhamento das propostas criadas, e de como estão sendo desenvolvidas, para
garantirmos a eficácia do trabalho. Principalmente tendo um olhar cuidadoso para a
interdisciplinaridade entre as disciplinas do ensino propedêutico e da educação profissional.
Com isso alguns pontos referentes aos conteúdos e disciplinas poderão ser analisados, cito
alguns exemplos:
 Língua Portuguesa, pudesse trabalhar com textos técnicos, deste a
analise até a interpretação.
 Língua estrangeira, com o avanço da tecnologia, equipamentos de
ponta, vários manuais em diversos idiomas poderão ser estudados.
 Ciências exatas, o calculo técnico desenvolvido em nossas atividades,
vem se adequar perfeitamente, pois necessita de muitas operações básicas.
 A geografia, quando falamos de meio ambiente e buscamos formas
alternativas de produção de energia, primeiramente devemos conhecer nosso pais, saber suas
características, aspectos geográficos, que vão favorecer estes estudos.
 A história, o desenvolvimento tecnológico do pais vem deste a
Revolução Industrial e o aluno precisa compreender o processo evolutivo deste
Assim, poderemos iniciar um trabalho que vai colaborar para o
desenvolvimento de um aluno, com as habilidades, as competências, e também com as
atitudes necessárias para um bom espaço de aprendizagem. Algumas teorias voltadas para a
educação, especialmente para a interdisciplinaridade são de fundamentais importância para a
mudança, que queremos desenvolver no Colégio Estadual Haidée Tedesco Reali.
A Interdisciplinaridade, segundo a Prof.ª Dra. Ivani Fazenda – PUC SP, surgiu
na França e na Itália em meados da década de 1960, num período marcado pelos movimentos
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estudantis que, dentre outras coisas, reivindicavam um ensino mais sintonizado com as
grandes questões de ordem social, política e econômica da época. Nos estudos do Dr.
Humberto Calloni Pesquisador do CNPQ – FURG, interdisciplinaridade significa o diálogo
entre as ciências humanas. Como o próprio nome diz, trata-se de um diálogo que interage
entre os diversos conhecimentos. E embora as ciências sejam todas eminentemente humanas,
uma vez que são produtos da atividade historicamente desenvolvidos pelo ser humano, a sua
segmentação em ramos de conhecimento tem contribuído para o aguçamento da distância dos
saberes e das práticas entre o que se convencionou chamar de "ciências da natureza ou
ciências 'duras', 'exatas' " e "ciências humanas ou humanidades".
Calloni (2002), se baseia em Paulo Freire, e Michel Serres, para abordar o
conceito de interdisciplinaridade, citando Paulo Freire (2002) a interdisciplinaridade, está
associado à ideia de realidade vista como uma totalidade. Porém, não uma totalidade já posta,
"totalizada", mas percebida a partir de mediações entre os diversos saberes que emergem de
investigações específicas e que postulam para si uma determinada leitura da realidade. Mas a
realidade, em Freire, não se deixa apreender numa leitura unidimensional do conhecimento. A
realidade, conceito soberano, só se mostra em sua plenitude como um permanente movimento
de um presente tencionado entre o que se processou e o que "ainda não" aconteceu. A
realidade, pois, em não sendo estática, jamais pode ser apreendida, em sua totalidade, a partir
de segmentos do saber sem que a esses segmentos do saber se processe o que Freire denomina
de retotalizações.
Assim, a interdisciplinaridade significa o diálogo entre as ciências humanas.
Como o próprio nome diz, trata-se de um diálogo que interage entre os diversos
conhecimentos. E embora as ciências sejam todas eminentemente humanas, uma vez que são
produtos da atividade historicamente desenvolvidos pelo ser humano, a sua segmentação em
ramos de conhecimento tem contribuído para o aguçamento da distância dos saberes e das
práticas entre o que se convencionou chamar de "ciências da natureza ou ciências 'duras',
'exatas' " e "ciências humanas ou humanidades".
A interdisciplinaridade teria sido uma resposta a tal reivindicação, na medida
em que os grandes problemas da época não poderiam ser resolvidos por uma única disciplina
ou área do saber. Então, quando falamos desta, estamos de algum modo nos referindo a uma
espécie de interação entre as disciplinas ou áreas do saber. Todavia, essa interação pode
acontecer em níveis de complexidade diferentes. E é justamente para distinguir tais níveis que
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termos como multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade foram criados.
A interdisciplinaridade representa o terceiro nível de interação entre as
disciplinas. E, segundo Japiassú (1976), é caracterizada pela presença de uma axiomática
comum a um grupo de disciplinas conexas e definida no nível hierárquico imediatamente
superior, o que introduz a noção de finalidade.
A Figura abaixo ilustra com clareza a existência de um nível hierárquico
superior de onde procede a coordenação das ações disciplinares. Dessa forma, dizemos que na
interdisciplinaridade há cooperação e diálogo entre as disciplinas do conhecimento, mas nesse
caso se trata de uma ação coordenada. Além do mais, essa axiomática comum, mencionada
por Japiassú, pode assumir as mais variadas formas. Na verdade, ela se refere ao elemento (ou
eixo) de integração das disciplinas, que norteia e orienta as ações interdisciplinares.

Segundo os PCN,
A interdisciplinaridade supõe um eixo integrador, que pode ser o objeto de
conhecimento, um projeto de investigação, um plano de intervenção. Nesse sentido,
ela deve partir da necessidade sentida pelas escolas, professores e alunos de explicar,
compreender, intervir, mudar, prever, algo que desafia uma disciplina isolada e atrai
a atenção de mais de um olhar, talvez vários (BRASIL, 2002, p. 88-89, grifo do
autor).

No final da década de 1960, a interdisciplinaridade chegou ao Brasil e logo
exerceu influência na elaboração da Lei de Diretrizes e Bases Nº 5.692/71. Desde então, sua
presença no cenário educacional brasileiro tem se intensificado e, recentemente, mais ainda,
com a nova LDB Nº 9.394/96 e com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Além de
sua forte influência na legislação e nas propostas curriculares, a interdisciplinaridade ganhou
força nas escolas, principalmente no discurso e na prática de professores dos diversos níveis
de ensino.
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Apesar disso, estudos têm revelado que a interdisciplinaridade (ID) ainda é
pouco conhecida. E é com o objetivo de contribuir para o entendimento desse tema que
Calloni (2002), apresenta uma reflexão que trata do diálogo gnosiológico entre os saberes
fragmentados encontra em Paulo Freire e Michel Serres uma unidade epistêmica significativa
para a formação do humano.
A ID não é fenômeno recente, mas na atualidade tem se revelado de maneira
muito importante, pois faz repensarmos a produção dos saberes em todas as suas instancias
praticas e teóricas levando-se em conta as suas implicações mútuas, seus valores, seus fins e
modificações para a vida humana e a natureza percebida enquanto totalidade.
Esta mudança de pensar e atuar de forma ID, não deve ser entendida como um
modismo passageiro, pois o domínio tecnológico nas ciências cada vez mais vai nortear os
rumos da vida humana e do planeta terra, num nível global independente das especificidades
culturais dos povos e etnias, condicionando o futuro a uma crescente incerteza.
É um trabalho difícil, vamos trabalhar muito para aplicar todas as técnicas, para
preparar os jovens para o mundo do trabalho porque o mercado espera por eles, para
desenvolver um alicerce forte, porque o mundo contemporâneo constitui-se por relações
sociais, que resultam das formas capitalistas de produção e reprodução da existência e do
conhecimento. Trabalho que exige grande envolvimento dos professores, porque é tudo
novo, quando podemos afirmar que vai existir um grande passeio, dentro dos cursos, uma
nova caminhada porque todos vão ter que conhecer o curso na integra, para poder interagir
com as demais disciplinas.
Compreende-se que a interdisciplinaridade, exige uma integração muito
grande da comunidade educacional, especialmente do corpo docente, possibilitando que
nossos alunos estejam preparados para enfrentarem as mudanças do mundo do trabalho.

Referências:
CALLONI, Humberto. Diálogos interdisciplinares com Paulo Freire e Michel Serres:
Contribuições à Educação Ambiental. Revista Eletrônica “Fórum Paulo Freire” Ano 2 Nº 2
Agosto 2006.
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__________. CALLONI, Humberto. O Diálogo como Essencialidade e a Interdisciplinaridade
do Conhecimento como Tarefa da Educação Libertadora. III Seminário Pesquisa em
Educação Região Sul – Agosto 2012.
__________. CALLONI, Humberto. Breve ensaio sobre o conceito de interdisciplinaridade e
a noção de “totalidade” em Paulo Freire. Janeiro – Junho 2002.
__________. CALLONI, Humberto. Paulo Freire e Michel Serres: Aproximações na
perspectiva Interdisciplinar num dialogo a múltiplas vozes. Agosto 2002.
SEDUC RS. PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO E
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO - 2011-2014.
CARLOS, Jairo Gonçalves. Interdisciplinaridade no Ensino Médio: Desafios e
Potencialidades. Janeiro 2007.
http://www.coisaetale.com.br/2012/04/as-geracoes-baby-boomer-x-y-e-z/. Acesso em 19 de
maio de 2014.