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FACULDADE ANHANGUERA DE SOROCABA

TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
CONTABILIDADE
TUTOR EAD: PROF.º LUIZ GUSTAVO FERNANDES
3º SÉRIE
1ª SEMESTRE
ANA ELISA DE OLIVEIRA - RA !""3!#"3
DANIELE CRISTINA DE MELO - RA $%&&!!&&#
ELISANGELA DE CASSIA PEDROSO MOREIRA ' RA %!#"33%#
S()(*+,+ - SP
&#1"
ANA ELISA DE OLIVEIRA - RA !""3!#"3
DANIELE CRISTINA DE MELO - RA $%&&!!&&#
ELISANGELA DE CASSIA PEDROSO MOREIRA ' RA %!#"33%#
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
CONTABILIDADE COM OS TEMAS:
APURA.ÃO DO RESULTADO ECON/MICO
REGIME DE CAI0A E REGIME DE COMPET1NCIA
CONTAS CONTÁBÉIS
FOLHA DE PAGAMENTO
Atividades Práticas Supervisionadas do C2)3( 45
T5*6(7(89+ 5: G53;<( F96+6*59)+ na F+*274+45
A6=+6825)+ UNIDERP 45 S()(*+,+.
Sob a orientação da Tutora Presencial E7+965 A>.
O79?59)+, 3ª Série do 1ª Semestre.
S()(*+,+ - SP
&#1"
2
SUMÁRIO
P@83.
1. INTRODU.ÃO "
&. BALANCETE DE VERIFICA.ÃO DA COM. BETA $
3. DIFEREN.A ENTRE REGIME CAI0A E COMPET1NCIA.
3.1. R589:5 45 C+9A+
3.&. R589:5 45 C(:>5;B6*9+
3.3. C(6;+,979C+D<( 4( S582)( %
". NATUREZA DE CONTAS. E
".1. C@7*27( 5 C(6;+,979C+D<( 4+ EA+23;<( E
".1.1. R53>(3;+ 4( C@7*27( !
".&. P)(?93<( >+)+ C)549;( 45 79F294+D<( D2?94(3+ !
".3. L+6D+:56;(3 6( L9?)( R+C<( 1#
$. F(7=+ 45 P+8+:56;(. 11
$.1. O F25 G F(7=+ 45 P+8+:56;( 11
$.&. H()+3 EA;)+3 11
$.3. A49*9(6+7 N(;2)6( 13
$.". V+75 T)+63>();5 1"
$.$. S+7@)9( F+:H79+ 1$
$.. P)5?94B6*9+ S(*9+7 1
$.%. I:>(3;( 45 R564+: 1%
$.E. FGTS &#
$.!. C(6;)9,29D<( C(6I545)+;9?+ &1
$.1#. C(6;)9,29D<( S9649*+7 &1
$.11. F+7;+3 &1
$.1&. P563<( A79:56;H*9+ &1
$.13. F(7=+ 45 P+8+:56;( &1
. CONCLUSÃO &$
REFER1NCIAS BIBLIOGRÁFICAS &
SITES DA INTERNET
&
1. INTRODU.ÃO
Desenvolvemos o presente trabalo a !im de apresentar e aprimorar os conecimentos
ad"uiridos sobre a apuração dos resultados econ#micos de uma determinada atividade,
mostrando com clare$a e transpar%ncia os resultados deste e&erc'cio.
Abordando temas importantes para a compreensão das atividades e compreensão da
necessidade e o uso das contas nas empresas.
4
&. BALANCETE DE VERIFICA.ÃO DA COMPANHIA BETA
(onta Débito (rédito

A;9?( RJ E1#.###K##
Ativo (irculante )* +1,.,,,,,,
Dispon'vel )* 3,.,,,,,,
Duplicatas )eceber )* 1+,.,,,,,,
-e'culos )* ./.,,,,,,
01veis e 2tens'lios )* 3+/.,,,,,,
4"uipamento )* 35,.,,,,,,

P+339?( RJ &E$.###K##
Passivo (irculante )* 3.,.,,,,,,
6ornecedores )* 7,.,,,,,,
Duplicatas a Pa8ar )* /..,,,,,,
Duplicatas Descontadas )* /5.,,,,,,
Dividendos a Pa8ar )* 9.,,,,,,
Prov. (rédito :i"uidação Duvidosa. )* 33.,,,,,,
Passivo não (irculante )* ./.,,,,,,
4mpréstimos )* ./.,,,,,,

P+;)9:L69( LHF294( RJ 3$".###K##
(apital Social )* 37..,,,,,,
)eserva de :ucro )* 9,.,,,,,,

R5*59;+3 RJ "%%.###K##
)eceitas de Serviços )* .55.,,,,,,

Despesas RJ 3#.###K##
Despesas com -enda )* 35.,,,,,,
Despesas com Depreciação )* 35./,,,,,
Despesas com Salário )* 1+7.,,,,,,
Despesas com ;mpostos )* /3./,,,,,
T(;+7 RJ 1.11.###K## RJ 1.11.###K##
L2*)( A6;53 4( I.R. 5 C(6;)9,29D<( S(*9+7 M RJ 1%1.###K##
T(;+7 4( A;9?( C9)*27+6;5 5: 31-1&-&#1# M RJ E1#.###K##
5
3. DIFEREN.A ENTRE REGIME DE CAI0A E COMPETENCIA
3.1. R589:5 45 C+9A+
<a apuração do resultado do 4&erc'cio devem ser consideradas todas as despesas pa8as e
todas as receitas recebidas no respectivo e&erc'cio, independentemente da data da ocorr%ncia
de seus !atos 8eradores.
4m outras palavras, por esse re8ime somente entrarão na apuração do resultado as despesas e
as receitas "ue passaram pelo (ai&a.
= )e8ime de (ai&a somente é admiss'vel em entidades sem !ins lucrativos, em "ue os
conceitos de receita de despesa se identi!icam, al8umas ve$es, com os de recebimento e
pa8amento.
3.&. R589:5 45 C(:>5;B6*9+
Desse re8ime decorre o Princ'pio da (ompet%ncia de 4&erc'cios, e por ele serão consideradas,
na apuração do resultado do 4&erc'cio, as despesas incorridas e as receitas reali$adas no
respectivo e&erc'cio, tenam ou não sido pa8as ou recebidas.
De acordo com esse re8ime, não importa se as despesas ou receitas passaram pelo (ai&a
>pa8as ou recebidas?, o "ue vale é a data da ocorr%ncia dos respectivos !atos 8eradores.
<as entidades com !ins lucrativos empresas, são !undamentais os conceitos de custo e de
receita, "ue envolvem o re8ime de compet%ncia, pois a elas não importa o "ue !oi pa8o ou
recebido, mas o "ue !oi consumido e recuperado, para apuração do resultado do e&erc'cio.
Lembre-se:
Isto não significa que na contabilidade se usa apenas o regime de competência. Na
realidade, os dois são usados.
O uso de cada um dos regimes depende de qual atividade contábil está sendo realiada.
O importante neste momento ! apenas entender as diferen"as entre eles.
6
3.3. C(6;+,979C+D<( 4( S582)(
(ompania @eta contrato, em ,1A,+A3,1, um se8uro contra inc%ndio para sua !ábrica, com
pra$o de cobertura de tr%s anos e vi8%ncia imediata, o pr%mio !oi de )* 35.,,,,,,, pa8os em 3
parcelas i8uais mensais, sem Buros, sendo a Cltima pa8a ,1A11A3,1,.
A despesa com se8uros escriturada no e&erc'cio !inda em 31A13A3,1, será )* 3.5/,,,,. =
valor total do se8uro para tr%s anos, ou seBa, 39 meses e de )* 35.,,,,,,.
Se dividirmos este valor pelo numero de meses teremos o resultado de )* 5/,,,, "ue devera
ser apropriado mensalmente como despesa. Deste modo teremos o se8uinte prospectoD
,1A,+A3,1, á 31A13A3,1, E / meses
,1A,1A3,11 á 31A13A3,11 E 13 meses
,1A,1A3,13 á 31A,5A3,13 E 5 meses
Sendo assim o )4F;04 D4 (=0P4TG<(;A re!ereHse ao calendário a "ue se re!ere I conta,
no caso acima o !ecamento do e&erc'cio !oi contabili$ado apenas cinco meses totali$ando / &
)* 5/,,,, é i8ual a )* 3.5/,,,,.
4laborando os lançamentos das se8uintes operaçJesD
Pelos re8istros do se8uro ,1A,+A3,1,
D H Despesa antecipada com premio e se8uro >(urto pra$o? K )* 13.5/,,,,
D H Despesa antecipada com premio e se8uro >:on8o pra$o? K )* 1..3/,,,,
( H Premio de se8uro a pa8ar H )* 35.,,,,,,
Pa8amento da primeira parcela ,1A,7A3,1,
D H Se8uros I pa8arLLLLLLLLLLLLL)* 7.,,,,,,
( H (ai&aLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL)* 7.,,,,,,
A>)(>)9+D<( *(:( 453>53+ 4+ >)9:59)+ >+)*57+ 31-#E-&#1#
D H Despesas com se8uros LLLLLLLLL)* 5/,,,,
( H Premio de se8uros a vencerLLLLL)* 5/,,,,
7
". NATUREZA DE CONTAS
(ontas reti!icadoras do passivo são contas "ue possuem um saldo contrario ao saldo do 8rupo
a "ual pertencem, ou seBa, no caso do passivo é devedor >H?, elas redu$em o saldo total do
8rupo em "ue aparecem, as "uais destacamos a se8uir as principais delasD
• Desá8io a Amorti$ar >4missão de deb%ntures abai&o do par?.
• Muros a vencer.
• 4ncar8os !inanceiros a transcorrer.
• (ustos de e&erc'cios !uturos.
".1. C@7*27( 5 C(6;+,979C+D<( 4+ EA+23;<(
6aça o cálculo e contabili$ação da e&austão, amorti$ação e depreciação acumuladas no !inal
de 3,1,>com base no "ue !oi lido no item acima?, se8uindo o roteiro abai&oD
A 0ineração do @rasil iniciou suas atividades e e&ploração em Baneiro de 3,1,. <o !im do
ano, seu contador apresentou, con!orme abai&o, os se8uintes custos de mineração >não
incluem custos de depreciação, amorti$ação ou e&austão?D
0aterialLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL )* 133./,,,,,
0ãoHdeHobra LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL)* 1.17,.,,,,,,
DiversosLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL )* 397.9.,,,,
=s dados re!erentes no Ativo usados na mineração de ouro são os se8uintesD
(usto de a"uisição da mina >valor residual da mina é estimado emLLLL )* 31,.,,,,,, e a
capacidade estimada da Ba$ida é de / mil toneladasLLLLLLLLLLLLLLL)* 1.,/,.,,,,,,?.
4"uipamento >o valor residual é estimado em )* 31.,,,,,,, vida Ctil estimadaD 9 anos?
LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL)* 19+.,,,,,,.
8
@en!eitorias >sem nenum valor residualN vida Ctil estimadaD 1/ anos? )* 73..,,,,,. Durante
o ano de 3,1,, !oram e&tra'das .,, toneladas >+O?, das "uais 3,, toneladas !oram vendidas.
".1.1. R53>(3;+:
-alor da 0ina E 0aterialP0=PDiversosP(apacidade da Ma$idaH-alor )esidualD
-0 E )* 133./,,,,,P)* 1.17,.,,,,,,P)* 397.9.,,,,P)* 1.,/,.,,,,,,H)* 31,.,,,,,, E
)* 3..33.1.,,,,
-alor da Tonelada E )* 3..33.1.,,,,A /.,,, E )* .+.,.3Aton
Ano de 3,1,D .,,&.+., .3E )* 173.553,,, >retiradas?N 3,,&.+., .3E )* 1./.337,,,.
EA+23;<( A62+7 5: &#1#:
)* 3..33.1.,,,,H)* 173.553,,,E )* 3.33+.39+,,,
D K (usto de Produção
( K 4&austão Acumulada..................173.553,,,
D5>)5*9+D<( 45 EF29>+:56;(:
-ida Qtil E 9 anosN -alor 4"uipamentoD )* 19+.,,,,,,N -alor )esidualD )* 31.,,,,,,.
1,,O H -alor residualE cota anual
T5:>( 45 ?94+ N;97
DE)* 19+.,,,,,,H )* 31.,,,,,,E )* 1.5.,,,,,,A9N DE )* 3../,,,,, a.a ou depreciação de
19,999O ao ano.
A:();9C+D<( 45 B56I59;()9+3:
-ida Qtil E 1/ anosN -alor das @en!eitoriasD )* 73..,,,,,N
)* 73..,,,,,A 1/ E )* 9.19,,,, a.a ou 9,999O a.a
".&. P)(?93<( >+)+ C)G49;( 45 L9F294+D<( D2?94(3+
Ruadro1H(arteira de (ontas a )eceberD
9
(lasse de devedor A receber P(:D :i"uido O de P(:D
(lasse A 11,.,,, //, 1,7../, ,,/,O
(lasse @ 73.,,, 73, 73.,5, 1,,,O
(lase ( 1./.,,, ..3/, 1.,.9/, 3,,,O
(lase D +,.,,, +.,,, 53.,,, 1,O
Total .3+.,,, 13.+3, .1..15, 1.,/,O
".3. L+6D+:56;(3 6( L9?)( R+C<(
A? (lientes (lasse A
D E contas a receber 1,7../,
( E -alor :i"uido 1,7../,
PreBu'$o P(:D //,
@? (lientes (lasse @
D E (ontas a Pa8ar 73.,,,
( E -alor :i"uido 73.,,,
Sem perdas de P(:D
(? (lientes (lasse (
D E (ontas a Pa8ar 13,.,,,
( E -alor :i"uido 13,.,,,
PreBu'$o de (ontas a )eceber e P(:D 17.3/,
D? (lientes (lasse D
PreBu'$o ;nte8ral do -alor a )eceber
$. FOLHA DE PAGAMENTO
10
$.1. O F25 G F(7=+ 45 P+8+:56;(
A !ola de pa8amento é um documento de emissão obri8at1ria para e!eito de !iscali$ação
trabalista e previdenciária. A empresa é obri8ada a preparar a !ola de pa8amento da
remuneração pa8a, devida ou creditada a todos os empre8ados a seu serviço.
Para sua elaboração não e&iste modelo o!icial, ou seBa, podem ser adotados critérios "ue
melor atendam Is necessidades de cada empresa. 2ma !ola de pa8amento, por mais simples
"ue seBa, apresenta pelo menos os se8uintes elementosD
Discriminação do nome dos empre8ados >se8urados?, indicando car8o, !unção ou serviço
prestadoN
• -alor bruto dos saláriosN
• -alor da contribuição de Previd%ncia, descontado dos saláriosN
• -alor l'"uido "ue os empre8ados receberão.
Da !ola de pa8amento ori8inaHse o recibo de pa8amento, "ue indica os dados "ue constaram
da !ola relativamente a cada um dos empre8ados e a estes é entre8ue.
$.&. H()+3 EA;)+3
De!iniçãoD ora e&traHora suplementar ou ora e&traordinária é todo per'odo de trabalado
e&cedente I Bornada contratualmente acordada. Podendo ocorrer antes do in'cio, no intervalo
do repouso e alimentação, ap1s o per'odo, dias "ue não estão no contrato >sábado, domin8o
ou !eriado?. <ão se !a$ necessário o e&erc'cio do trabalo, mas estar I disposição do
empre8ador ou de prontidão, con!i8uraHse a ora e&tra.
Para "ue e&istam as oras e&tras, o le8islador dimensionou o per'odo m'nimo de trabalo H
4ntende como m'nimo para con!i8urar as oras e&tras K (:T art. /+ S 1T UNão serão
descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no
registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez
minutos diários. (Parágrao acrescentadoV. 6undamento :e8alD (onstituição? 6ederal de
17++ consa8rou as oras e&tras "uando disp#s no inciso W-; art.5T Uremuneração do serviço
11
extraordinário superior, no m!nimo, em cin"uenta por cento # do normalV Dessa !orma
permitiu "ue o empre8ado pudesse e&ecutas oras e&tras, mediante o pa8amento de $#O a
mais do valor da ora normal nos dias Cteis.
Má t'namos previsão le8al no art. /7T da (:T U$ duração normal do trabalho poderá ser
acrescida de horas suplementares, em n%mero não excedente de & (duas', mediante acordo
escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalhoV. A
e&ecução das oras e&tras está vinculada I +2;()9C+D<( >)5?9+:56;5 +*()4+4+. 4ste acordo
pode se dar entre as partes K empre8ador e empre8ado K ou ainda estar previsto no acordo ou
convenção coletiva da cate8oria a "ual o empre8ado pertence. X prudente, "uando da
assinatura do contrato de trabalo, !irmar o re!erido termo de prorro8ação de oras o "ual
de!ine a !orma e valor das oras e&tras, dando ci%ncia e&pl'cita ao empre8ado dos detales.
4ste termo é um !ormulário emitido por uma pro8rama de 8estão de pessoa ou ad"uirido
numa papelaria, devendo conter os dados do empre8ador, do empre8ado e as in!ormaçJes do
valor e adicional das oras e&tras. A emissão do termo deve ser reali$ada por empre8ado e
não de !orma coletiva.
Além da (onstituição 6ederal e a :ei =rdinária K (:T, as oras e&tras também são previstas
por outros instrumentos le8ais. Podemos lembrar "ue é comum os acordos ou convençJes
coletivas tratarem das oras e&tras, bem como de!inirem percentuais superiores I (onstituição
6ederal, por e&emplo, 9,O , +,O, entre outros.
Devemos admitir como !undamento le8al os Bul8ados dos tribunais e orientaçJes Budiciais "ue
au&iliam e indicam "uais as tend%ncias da Mustiça do Trabalo. =s diversos Bul8ados acabam
por !ormar sCmulas ou enunciados "ue são resumos e&plicativos do entendimento da Mustiça,
ordenado por nCmero. As sCmulas do Tribunal Superior do Trabalo consolidam as
tend%ncias das diversos Bul8ados no pa's !ormuladas também pelo Supremo Tribunal 6ederal,
instYncia má&ima Budicial.
I:>();+6;5P N56=2: 5:>)58+4( G (,)98+4( + 5A5)*5) =()+3 5A;)+3K 3564( 627( (
*(6;)+;( F25 53;9>27+) ;+7 (,)98+D<(. 4&ceção é a necessidade imperiosa do empre8ador
!undamentada no art. 91 da (:T.
$.3. A49*9(6+7 N(;2)6(
12
H()+ N():+7 N(;2)6+D A (:T preceitua no art. 53 S 3T "ue o orário noturno é a"uele
praticado entre as 33,,min oras e ,/,,min oras, caracteri$ando assim para o trabalador
urbano, Bá em outra relação de trabalo, e&emplo rural ou advo8ado, este orário so!re
alteração, porém a le8islação, entendendo aver um des8aste maior do or8anismo umano,
criou al8umas variantes em relação I ora diurna.
= e&emplo dessas variantes sur8e o se8uinte "uadroD
PERQODO TEMPO REDU.ÃO TEMPO EFETIVO
Das 33,,min Is
33,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das 33,,min Is
3.,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das 3.,,min Is
,1,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das ,1,,min Is
,3,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das ,3,,min Is
,3,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das ,3,,min Is
,.,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
Das ,.,,min Is
,/,,min oras
,1,,mi
n
5 minutos e 3,
se8undos
/3,3, minutos e se8undos
(otal
#%=##:9
6 =
$&K3# :962;(3
5 358264(3
Dessa !orma a le8islação de!iniu "ue Is 5 >sete? oras noturnas trabaladas e"uivalem a +
>oras?. <esse caso um trabalador s1 pode ter mais 1 >uma? ora acrescida I sua Bornada,
visando o per'odo para descanso ou re!eição.
Destarte, o empre8ado trabala 5 >sete? oras, mas recebe + >oito? oras para todos os !ins
le8ais. 6oi uma !orma encontrada pelo le8islador para repor o des8aste biol18ico "ue en!renta
"uem trabala I noite, sendo considerado um per'odo penoso de trabalo.
4&emplo 1D se o empre8ado trabala 5 oras >A? /3,/, minutos >&? 9, minutos >E? + oras
4&emplo 3D se o empre8ado trabalo . oras >A? /3,/, minutos >&? 9, minutos >E? . oras e 3.
minutos.
13
=bs.D = divisor /3,/, é uma trans!ormação do per'odo de /3 minutos e 3, se8undos. ;sso
por"ue é necessário usar o "uociente Z/,Z para utili$ação no sistema de cálculo, pois o rel18io
marca 9, e a calculadora 1,,, então é !eito uma trans!ormaçãoN onde 9, >E? 1,, ou 3, >E? /,.
H()+ EA;)+ N(;2)6+: <ossa "uestão é analisar como devemos calcular, interpretar e
administrar as tr%s situaçJes "ue podem con!i8urar a e&ist%ncia das oras e&tras no per'odo
noturno, em ra$ão das necessidades do empre8adorD
a? a"uela "ue inicia antes, mas é conclu'da no per'odo noturno. 4&emploD empre8ado trabala
das 1.,, Is 3,,, contratualmente, mas estende seu orário até Is 33,,N
b? a"uela "ue se estende ap1s o per'odo noturno. 4&emploD empre8ado trabala das 31,, Is
,/,, contratualmente, mas estende seu orário até ás ,5,,N
c? a"uela "ue ocorre na duração do per'odo noturno. 4&emploD empre8ado trabala das 17,,
Is 33,, contratualmente, mas estende seu orário até Is ,3,,.
(álculoD Para se cálculo o per'odo noturno o empre8ador deve veri!icar a "uantidade de oras
reali$adas a mais do per'odo contratual.
$.". V+75 T)+63>();5
[ um desconto dedu$idos dos proventos "ue não é obri8at1rio por lei. A empresa necessita de
autori$ação do empre8ado para descontar. 4 tem um percentual de 9O sobre o salário.
$.$. S+7@)9( F+:H79+
SalárioH!am'lia >ou Abono de 6am'lia em Portu8al? é o bene!'cio pa8o pela Previd%ncia Social
brasileira ou Se8urança Social portu8uesa aos trabaladores com salário mensal na !ai&a de
bai&a renda, para au&iliar no sustento de !ilos >assemelamHse ao conceito de !ilosD o
14
enteado, o tutelado ou o "ue está sob a 8uarda do empre8ado? de até 1. anos de idade. =
se8urado recebe uma "uota por !ilo e por empre8o e ambos os pais recebem.
R5:265)+D<( V+7() 4+ C(;+ 45 S+7@)9(-I+:H79+
Até )* 9+3,/, )* 3/,,,
De )* 9+3,/1 até )*
1.,3/,+1
)* 3.,99
Acima de )* 1.,3/,+1 <ão tem direito a cota.
Somente t%m direito ao bene!'cio os trabaladores empre8ados, os avulsos e a8ora os
empre8ados domésticos, assim como os aposentados. =s contribuintes individuais, se8urados
especiais e !acultativos não recebem salárioH!am'lia. Abai&o, é transcrito o arti8o +. do
Decreto 6ederal 339/, de 37 de novembro de 1777, publicado em 3, de novembro de 1777,
"ue altera o re8ulamento da Previd%ncia Social, no "ue di$ respeito aos re"uisitos para o
pa8amento do salárioH!am'liaD
#rt.$% & O pagamento do salário-fam'lia será devido a partir da data da apresenta"ão da
certidão de nascimento do fil(o ou da documenta"ão relativa ao equiparado, estando
condicionada ) apresenta"ão anual de atestado de vacina"ão obrigat*ria, at! seis anos de
idade, e de comprova"ão semestral de frequência ) escola do fil(o ou equiparado, a partir
dos sete anos de idade. +D5*)5;( F545)+7 6º 3&$.
= re!erido decreto prev% a suspensão do pa8amento do salárioH!am'lia, caso o servidor não
apresente a documentação e&i8ida.
C533+D<(
• 0orte do !ilo ou do e"uiparado.
• Ruando o !ilo ou o e"uiparado completar 1. anos.
• Pela recuperação da capacidade.
• Pelo desempre8o do se8urado.
$.. P)5?94B6*9+ S(*9+7
15
Todo e "ual"uer trabalador é obri8ado a contribuir para o ;nstituto <acional de Se8uro
Social >;<SS?. Para calcular o ;<SS devemos ter como base I tabela de contribuição dos
se8uradosD SA:\);=HD4H(=<T);@2;]^= >)*? A:_R2=TA PA)A 6;<S D4
)4(=:`;04<T= A= ;<<S
a? Se8urados empre8ados, inclusive domésticos e trabaladores avulsos.
TABELA VIGENTE

S+7@)9(-45-*(6;)9,29D<(
A7HF2(;+ >+)+ I963 45 )5*(7=9:56;(
+( INSS
Até )* 1.315,,5 +O
De )*1.315,,+ a )* 3.17/,13 7O
De )*3.17/,13 a )* ..37,,3. 11O
TA@4:A 3,13
(ontribuição dos se8urados empre8ado, empre8ado doméstico e trabalador avulso, para
pa8amento de remuneração
a partir de 1T de Maneiro de 3,13
SalárioHdeHcontribuição >)*?
Al'"uota para !ins de
recolimento
ao ;<SS >O?
até 1.15.,+9 +,,,
de 1.15.,+5 até 1.7/+,1, 7,,,
de 1.7/+,11 até 3.719,3, 11,,,
6onteD Dataprev
b? (ontribuinte individual e !acultativo
TA@4:A -;F4<T4
16
Tabela de contribuição dos se8urados contribuinte individual e !acultativo
SalárioHdeHcontribuição >)*? Al'"uota para !ins de recolimento ao ;<SS >O?
933 /,,,a
933 11,,,aa
933,,, até 3.719,3, 3,,,,
* Alíquota exclu!"a #o $!c%oe$&%ee'#e#o% !'#!"!#ual e #o e(u%a#a )o* +acultat!"o que e
#e#!que exclu!"a$e'te ao t%a,al-o #o$.t!co 'o /$,!to #e ua %e!#0'c!a1 )Le!a $a!*
Le! '2 1214703 #e 31 #e a(oto #e 2011 4 567 #e 180982011
aa Plano Simpli!icado
Tabela de contribuição dos se8urados empre8ado, empre8ado doméstico e trabalador avulso,
para pa8amento de remuneração.
A partir de 1T de Bulo de 3,11
SalárioHdeHcontribuição >)*? Al'"uota para !ins de recolimento ao ;<SS >O?
Até )* 1.1,5,/3 +,,,
De 1.1,5,/3 até 1.+./,+5 7,,,
De 1.+./,++ até 3.971,5. 11,,,
9o%ta%!a '2 4073 #e 14 #e :ul-o #e 2011
$.%. I:>(3;( 45 R564+:
= ;))6 é um imposto administrado pela )eceita 6ederal do @rasil, incide sobre os salários e
deve ser descontado da !ola de pa8amento.
4 os cálculos do ;))6 são necessários I tabelaD
T+,57+3 P)(8)5339?+3 >+)+ ( *@7*27( :563+7 4( I:>(3;( 3(,)5 + R564+ 4+ P533(+ FH39*+
>+)+ ( 5A5)*H*9( 45 &#1"K +6(-*+7564@)9( 45 &#13.
@ase de cálculo mensal em )* Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
17
Até 1.5+5,55 H H
De 1.5+5,5+ até 3.957,37 5,/ 13.,,+
De 3.957,3, até 3./53,.3 1/ 33/,,3
De 3./53,.. até ...93,+1 33,/ 9,3,79
Acima de ...93,+1 35,/ +39,1/
T+,57+3 P)(8)5339?+3 >+)+ ( *@7*27( :563+7 4( I:>(3;( 3(,)5 + R564+ 4+ P533(+ FH39*+
>+)+ ( 5A5)*H*9( 45 &#1&K +6(-*+7564@)9( 45 &#11.
a? <os meses de Baneiro a marçoD
@ase de cálculo mensal em )* Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
Até 1..77,1/ H H
De 1..77,19 até 3.3.9,5/ 5,/ 113,.3
De 3.3.9,59 até 3.77/,5, 1/ 3+,,7.
De 3.77/,51 até 3.5.3,17 33,/ /,/,93
Acima de 3.5.3,17 35,/ 973,5+
b? nos meses de abril a de$embroD
@ase de cálculo mensal em )* Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
Até 1./99,91 H H
De 1./99,93 até 3.3.5,+/ 5,/ 115,.7
De 3.3.5,+9 até 3.13,,/1 1/ 373,/+
De 3.13,,/3 até 3.711,93 33,/ /3+,35
Acima de 3.711,93 35,/ 533,7/
T+,57+ P)(8)5339?+ >+)+ ( *@7*27( :563+7 4( I:>(3;( 3(,)5 + R564+ 4+ P533(+ FH39*+
>+)+ ( 5A5)*H*9( 45 &#13K +6(-*+7564@)9( 45 &#1&.
@ase de cálculo mensal em )* Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
Até 1.935,11 H H
18
De 1.935,13 até 3../3,/, 5,/ 133,5+
De 3../3,/1 até 3.351,3+ 1/ 3,9,+
De 3.351,37 até ..,+5,9/ 33,/ //3,1/
Acima de ..,+5,9/ 35,/ 5/9,/3
T+,57+ P)(8)5339?+ >+)+ ( *@7*27( :563+7 4( I:>(3;( 3(,)5 + R564+ 4+ P533(+ FH39*+
>+)+ ( 5A5)*H*9( 45 &#1"K +6(-*+7564@)9( 45 &#13.
@ase de cálculo mensal em
)*
Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
Até 1.51,,5+ H H
De 1.51,,57 até 3./93,71 5,/ 13+,31
De 3./93,73 até 3..1+,/7 1/ 33,,9
De 3..1+,9, até ..351,/7 33,/ /55
Acima de ..351,/7 35,/ 57,,/+
T+,57+ P)(8)5339?+ >+)+ ( *@7*27( :563+7 4( I:>(3;( 3(,)5 + R564+ 4+ P533(+ FH39*+ +
>+);9) 4( 5A5)*H*9( 45 &#1$K +6(-*+7564@)9( 45 &#1".
@ase de cálculo mensal em
)*
Al'"uota O
Parcela a dedu$ir do
imposto em )*
Até 1.5+5,55 H H
De 1.5+5,5+ até 3.957,37 5,/ 13.,,+
De 3.957,3, até 3./53,.3 1/ 33/,,3
De 3./53,.. até ...93,+1 33,/ 9,3,79
Acima de ...93,+1 35,/ +39,1/
T+,57+ 45 4542D<( >() 45>56456;5 6+ 45;5):96+D<( 4+ B+35 45 C@7*27( 4( IRPF
(álculo 0ensal
AnoHcalendário Ruantia a dedu$ir, por dependente, em )*
3,,5 133,,/
19
3,,+ 135,77
3,,7 1..,3
3,1, 1/,,97
3,11
)* 1/,,97, nos meses de Baneiro a março, e )*
1/5,.5, nos meses de abril a de$embro
3,13 19.,/9
3,13 151,75
3,1. 157,51
(álculo Anual
AnoHcalendário Ruantia a dedu$ir, por dependente, em )*
3,,5 1./+.,9,
3,,+ 1.9//,++
3,,7 1.53,,.,
3,1, 1.+,+,3+
3,11 1.++7,9.
3,13 1.75.,53
3,13 3.,93,9.
3,1. 3.1/9,/3

$.E. FGTS
= 6FTS é uma despesa para a empresa, pois consiste em recoler +O sobre o valor bruto da
!ola de pa8amento I (ai&a 4con#mica 6ederal em nome dos empre8ados. 6unciona como
uma poupança para os empre8ados, cuBos dep1sitos são !eitos mensalmente e para os "uais é
aplicada uma dada correção monetária dos valores recolidos.
$.!. C(6;)9,29D<( C(6I545)+;9?+
A (ontribuição (on!ederativa, cuBo obBetivo é o custeio do sistema con!ederativo, poderá ser
!i&ada em assembléia 8eral do sindicato, con!orme prev% o arti8o +T inciso ;- da (onstituição
6ederal.
$.1#. C(6;)9,29D<( S9649*+7
20
A (ontribuição Sindical dos empre8ados, devida e obri8at1ria, será descontada em !ola de
pa8amento de uma s1 ve$ no m%s de março de cada ano e corresponderá I remuneração de um
dia de trabalo. = arti8o 1.7 da (onstituição 6ederal prev% a contribuição sindical,
concomitantemente com os arti8os /5+ e /57 da (:T, os "uais prev%em tal contribuição a
todos "ue participem das cate8orias econ#micas ou pro!issionais ou das pro!issJes liberais.
$.11. F+7;+3
= empre8ado perde a remuneração do dia de repouso "uando não tiver cumprido
inte8ralmente a Bornada de trabalo da semana, salvo se as !altas !orem consideradas
Busti!icadas. @aseD art. 9 da :ei 9,/A17.7.
$.1&. P563<( A79:56;H*9+
Ruando o empre8ado estiver suBeito ao pa8amento da prestação de pensão de alimentos aos
seus dependentes, por determinação Budicial, a empresa deverá e!etuar o desconto em
con!ormidade com o percentual estabelecido no =!'cio a ela endereçado pelo Mui$ da ação.
$.13. F(7=+ 45 P+8+:56;(
A empresa precisa preparar a !ola de pa8amento de seus empre8ados, pois é um documento
obri8at1rio para e!eito de !iscali$ação trabalista e previdenciária. <a !ola de pa8amento,
além dos salários dos !uncionários, constam também outros valores, tais comoD !érias, 13T
salário, ;<SS e ;))6 descontados dos salários, aviso prévio, valor do desconto relativo ao
vale transporte e Is re!eiçJes e ainda o valor do 6FTS incidente sobre os salários. Podem,
ainda, constar da !ola de pa8amento de salários, as verbas pa8as aos !uncionários por ocasião
da rescisão de contrato trabalista.
4&emplosD
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD 1
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* 3./,,,,,
`oras 4&tras /,O 1,,,,O )* 3/,,,,
21
;nsalubridade 1 )* 3,.,,,
6FTS Sobre ;nsalubridade 1 )* 19,33

Total @ruto )* ..,35,9+
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* 333,,1

:'"uido )* 3.51.,95
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD 3
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* 3.+/,,,,
`oras 4&tras /,O /,,,O )* 1.3,/,
Periculosidade 3,,,,O )* +//,,,
Pensão Aliment'cia 3/,,,O )* 513,/,

Total @ruto )* 3.13/,,,
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* 3/,,+,

:'"uido )* 3.++.,3,
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD 3
Rtd. Descontos Proventos

Salário @ase 1 )* +,,,,,
`oras 4&tras /,O 1/,,,O )* 13,,,,
-ale Transporte 9,,,O )* .+,,,
Salário 6am'lia )* 3.,99

Total @ruto )* +79,99
22
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* 51,53

:'"uido )* +3.,73
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD .
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* ../,,,,,
`oras 4&tras /,O 1,,,,O )* ./,,,,
-ale Transporte 9,,,O )* 35,,,,
6altas 3 )* 913,9.

Total @ruto )* ..,99,39
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* 33/,31

:'"uido )* 3.5.1,,/
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD /
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* 3.3/,,,,
`oras 4&tras /,O 9,,,O )* 1.1,,,
6altas 1 )* 1,9,+3

Total @ruto )* 3.3+.,1+
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* 17,,53

:'"uido )* 3.173,./
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD 9
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* /.3/,,,,

Total @ruto )* /.3/,,,,
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* .3+,,,

:'"uido )* ..733,,,
23
6ola de Pa8amento )e!erencia marA1,
6uncD 5
Rtd. Descontos Proventos
Salário @ase 1 )* /1,,,,
`oras 4&tras /,O 1/,,,O )* 59,/,
-ale Transporte 9,,,O )* 3,,9,




Total @ruto )* ///,7,
6FTS Sobre 6ola de Pa8amento )* ..,.5

:'"uido )* /11,.3
. CONCLUSÃO
4ntendemos com a conclusão e preparação do trabalo "ue o mesmo é importante para o
aprendi$ado e na con"uista de conecimentos técnicos sobre os temas propostos. 2tili$ando
os conecimentos ad"uiridos em sala de aula para cálculos pes"uisas de !ontes.
4 para aplicar o "ue aprendemos nas aulas temas em nosso cotidiano, como colaboradores,
podendo também esclarecer al8umas dCvidas "ue t'namos, como, a elaboração do balancete
de veri!icação e a or8ani$ação e ordens das contas contábeis, apuração do resultado, podendo
24
identi!icar as contas de despesas e receitas, o lucro ou preBu'$o apurado no e&erc'cio, o re8ime
correto a ser usado em empresas e entidades sem !ins lucrativos.
REFER1NVIAS BIBLIOGRÁFICAS
@)AS;:. :4; <T 11.93+, D4 3+ D4 D4b40@)= D4 3,,5, Altera e revo8a dispositivos da
:ei no 9..,., de 1/ de de$embro de 1759, e da :ei no 9.3+/, de 5 de de$embro de 1759, e
estende Is sociedades de 8rande porte disposiçJes relativas I elaboração e divul8ação de
demonstraçJes !inanceiras.
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ttpDAAccc.crcsp.or8.brAportalLnovoApublicacoesAescrituracaoLcontabilAcapituloL5.tmd
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26