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Capítulo V – PARALELISMO

4.1 Introdução
Neste capítulo veremos que a unicidade da reta paralela a uma reta dada é o postulado de Euclides
(300.a.c) ou postulado das paralelas que caracteriza a Geometria que estamos estudando: Geometria
Euclidiana.
Demontração em !eometr"a
Um teorema é uma proposiço demonstr!vel a partir de outras" ou em #ltima inst$ncia" a partir dos
postulados. Um esquema %!sico para a demonstraço de um teorema é o se&uinte:
'. (ueremos demonstrar que a proposiço q é verdadeira
). *a%emos que a proposiço p é verdadeira
3. +emonstramos que p q é verdadeira
,. -o&o" concluímos que q é verdadeira
Outro e#uema "mportante $ o e%u"nte&
'. (ueremos demonstrar que a proposiço q é verdadeira
). *a%emos que a proposiço p é verdadeira
3. *upomos que .q é verdadeira (. sím%olo utilizado para a ne&aço da proposiço)
,. +emonstrar que .q  .p é verdadeira
/. 0emos" ento" p e .p como verdadeiras" o que é uma contradiço
1. -o&o" .q é 2alsa" ou se3a" q é verdadeira.
Este esquema é con4ecido como demonstração por absurdo.
Exemplo 1: 5om a #nica 2inalidade de aplicar o esquema acima" demonstre a se&uinte
proposiço: “O ponto médio de um segmento é único”.
4.' Potulado da paralela

6 ' 6
4.( Reta paralela e Reta )on)orrente
4.( *n%ulo na paralela
6 ) 6
+eorema 4.1 – *e duas retas coplanares distintas e uma transversal determinam $n&ulos alternos ou
$n&ulos correspondentes) con&ruentes" ento essas duas retas so paralelas.
Demonstração: (Dem.- Aula) – Demonstração por absurdo.
+eorema 4.' 7 *e duas retas paralelas distintas interceptam uma transversal" ento os $n&ulos
alternos (ou os $n&ulos correspondentes) so con&ruentes.
(Dem. Aula) – Demonstração por absurdo.
4.4 Cond"ção ne)e,r"a e u-")"ente
+o teorema 4.1 e 4.'" temos que:
+eorema 4.( 7 Em todo tri$n&ulo" qualquer $n&ulo e8terno é i&ual 9 soma dos dois $n&ulos internos"
no ad3acentes a ele. (Dem. Aula).
Soma do .n%ulo "nterno de um tr".n%ulo
+eorema 4.4 / : soma dos $n&ulos de qualquer tri$n&ulo é i&ual a dois $n&ulos retos.
Demonstração:
6 3 6
E0er)í)"o&
'6( *n%ulo de lado paralelo1 / +ois $n&ulos de lados respectivamente paralelos so con&ruentes
ou suplementares. (;ostre<)
) 7 Num tri$n&ulo eq=il!tero cada $n&ulo mede 10>. (;ostre<)
3 7 ,6


/ 7

1 6
?6
6 , 6
Capítulo VI – PERPE2DIC3LARIDADE
4.1 – Introdução
+uas retas so perpendiculares se" e
somente se" so concorrentes e
2ormam ângulos adjacentes
suplementares congruentes em que a
'
é
uma das semi6retas de a de ori&em @ e %
'
e %
)
so semi6retas opostas de % com ori&em em @.
+uas semi6retas so perpendiculares se" e somente" esto contidas em retas perpendiculares e tAm um
ponto comum.
+ois se&mentos de reta so perpendiculares se" e somente se" esto contidas em retas perpendiculares
e tAm um ponto em comum.
Um $n&ulo é reto se a semi6reta a
'
é perpendicular 9 semi6reta %
'
.
4.' – Reta O5l"#ua
*e duas retas retas so concorrentes e no so perpendiculares" diz6se
que essas retas so o%líquas.

4.( – E0"t6n)"a do .n%ulo reto
6 / 6
4.4 – E0"t6n)"a e un")"dade da perpend")ular
'> parte:
ou
4.4 – E0"t6n)"a
4.7 – 3n")"dade
)B @arte:
ou
6 1 6
Num plano por um ponto dado de uma reta dada passa #nica reta perpendicular 9 reta dada.
Num plano" por um ponto @ de uma reta r e8iste uma #nica reta s perpendicular a r.
@or um ponto dado 2ora de uma reta dada e8iste uma e somente uma reta perpendicular 9 reta dada.
@or um ponto @ 2ora de uma reta r passa uma #nica reta s perpendicular a r.
4.8 / E0"t6n)"a
4.9 – 3n")"dade
4.: – Altura de um tr".n%ulo
6 ? 6
4.1; / Med"atr"< de um e%mento
4.11 – Pro=eç>e e d"t.n)"a
?I1 Pro=eção de um ponto o5re uma reta
?II1 Pro=eção de um e%mento o5re a reta
6 C 6