You are on page 1of 53

Política Nacional de Resíduos

Sólidos: Fim de Mais de Duas
Décadas de Espera
 Ronaldo Stefanutti
 Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental/ UFC
Gestão de Resíduos sólidos
LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010 - Política Nacional de
Resíduos Sólidos
CAPÍTULO III
DAS RESPONSABILIDADES
DOS GERADORES E DO PODER PÚBLICO
Seção I
Disposições Gerais
Art. 25. O poder público, o setor empresarial e a coletividade são
responsáveis pela efetividade das ações voltadas para assegurar a
observância da Política Nacional de Resíduos Sólidos e das diretrizes e
demais determinações estabelecidas nesta Lei e em seu regulamento.
Eu e Você
o Presidente da República
sancionou, no dia 2 de agosto
de 2010,
a Lei 12.305/2010,
que instituiu a Política Nacional
de Resíduos Sólidos (PNRS) e
que tem origem no Projeto de
Lei 354/19
OBRIGAÇÃO DOS MUNICÍPIOS
Lei Federal do Saneamento Básico – 11.445/2007
ÁGUA ESGOTO
RESÍ DUOS DRENAGEM
Decreto Regul. n
o
7.217/ de 21 06 2010 – Prazo e Normas para Elaboração do Plano de Saneamento.
Art 2.
III- abastecimento de água, esgotamento sanitário,
limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos
realizados de formas adequadas à saúde pública e à
proteção do meio ambiente;
VI - articulação com as políticas de desenvolvimento
urbano e regional, de habitação, de combate à
pobreza e de sua erradicação, de proteção
ambiental, de promoção da saúde e outras de
relevante interesse social voltadas para a melhoria da
qualidade de vida, para as quais o saneamento básico
seja fator determinante;
VII - eficiência e sustentabilidade econômica;
Art 3. Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - saneamento básico: conjunto de serviços, infra-
estruturas e instalações operacionais de:
c) limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos:
conjunto de atividades, infra-estruturas e instalações
operacionais de coleta, transporte, transbordo,
tratamento e destino final do lixo doméstico e
do lixo originário da varrição e limpeza de
logradouros e vias públicas
Lei 11.445 de 11 de janeiro de
2007
Art. 7
o
Para os efeitos desta Lei, o serviço público de
limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos
urbanos é composto pelas seguintes atividades:
I - de coleta, transbordo e transporte dos
resíduos relacionados na alínea c do inciso I do caput
do art. 3
o
desta Lei;
II - de triagem para fins de reúso ou reciclagem,
de tratamento, inclusive por compostagem, e de
disposição final dos resíduos relacionados na
alínea c do inciso I do caput do art. 3
o
desta Lei;
III - de varrição, capina e poda de árvores em vias
e logradouros públicos e outros eventuais serviços
pertinentes à limpeza pública urbana.
Art. 9
o
O titular dos serviços
formulará a respectiva política
pública de saneamento básico,
devendo, para tanto:
I - elaborar os planos de
saneamento básico, nos termos
desta Lei;
Lei 11.445 de 11 de janeiro de
2007
Art. 10. A prestação de serviços públicos de saneamento básico
por entidade que não integre a administração do titular depende
da celebração de contrato, sendo vedada a sua disciplina
mediante convênios, termos de parceria ou outros instrumentos
de natureza precária.
§ 1
o
Excetuam-se do disposto no caput deste artigo:
I - os serviços públicos de saneamento básico cuja
prestação o poder público, nos termos de lei, autorizar
para usuários organizados em cooperativas ou
associações, desde que se limitem a:
a) determinado condomínio;
b) localidade de pequeno porte, predominantemente ocupada
por população de baixa renda, onde outras formas de prestação
apresentem custos de operação e manutenção incompatíveis
com a capacidade de pagamento dos usuários;
Lei 11.445 de 11 de janeiro de
2007
Art. 11. São condições de validade do
contratos que tenham por objeto a
prestação de serviços públicos de
saneamento básico:
I - a existência de plano de saneamento
básico;
Lei 11.445 de 11 de janeiro de
2007
Art. 11.
§ 2
o
Nos casos de serviços prestados
mediante contratos de concessão ou de
programa, as normas previstas no inciso
III do caput deste artigo deverão prever:
II - a inclusão, no contrato, das metas
progressivas e graduais de expansão
dos serviços, de qualidade, de
eficiência e de uso racional da água,
da energia e de outros recursos naturais,
em conformidade com os serviços a
serem prestados;
“Art. 24. .....
XXVII - na contratação da coleta,
processamento e comercialização de resíduos
sólidos urbanos recicláveis ou reutilizáveis, em
áreas com sistema de coleta seletiva de lixo,
efetuados por associações ou
cooperativas formadas exclusivamente
por pessoas físicas de baixa renda
reconhecidas pelo poder público como
catadores de materiais recicláveis, com o
uso de equipamentos compatíveis com as
normas técnicas, ambientais e de saúde
pública.
Lei 11.445 de 11 de janeiro de
2007
Regulamenta a Lei n
o
11.445, de 5 de
janeiro de 2007, que estabelece
diretrizes nacionais para o saneamento
básico, e dá outras providências
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
§ 3
o
Para os fins do inciso VIII do
caput, consideram-se também
prestadoras do serviço público de
manejo de resíduos sólidos as
associações ou cooperativas,
formadas por pessoas físicas de baixa
renda reconhecidas pelo Poder Público
como catadores de materiais
recicláveis, que executam coleta,
processamento e comercialização
de resíduos sólidos urbanos recicláveis
ou reutilizáveis.
I - universalização do acesso;
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Dos Serviços Públicos de Manejo de
Resíduos Sólidos Urbanos
Art. 12. Consideram-se serviços
públicos de manejo de resíduos
sólidos as atividades de coleta e
transbordo, transporte, triagem para
fins de reutilização ou reciclagem,
tratamento, inclusive por compostagem,
e disposição final dos:
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Art. 23. O titular dos serviços
formulará a respectiva política pública
de saneamento básico, devendo, para
tanto:
I - elaborar os planos de
saneamento básico, observada a
cooperação das associações
representativas e da ampla
participação da população e de
associações representativas de
vários segmentos da sociedade, como
previsto no art. 2
o
, inciso II, da Lei n
o
10.257, de 10 de julho de 2001;
§ 2
o
A partir do exercício financeiro de
2014, a existência de plano de
saneamento básico, elaborado pelo
titular dos serviços, será condição
para o acesso a recursos
orçamentários da União ou a
recursos de financiamentos geridos ou
administrados por órgão ou entidade
da administração pública federal,
quando destinados a serviços de
saneamento básico.
Da Publicidade dos Atos de Regulação
Art. 33. Deverá ser assegurada
publicidade aos relatórios,
estudos, decisões e instrumentos
equivalentes que se refiram à
regulação ou à fiscalização dos
serviços, bem como aos direitos e
deveres dos usuários e prestadores, a
eles podendo ter acesso qualquer do
povo, independentemente da
existência de interesse direto.
§ 6
o
Será vedado, a partir do
exercício financeiro de 2014, acesso
aos recursos federais ou aos geridos ou
administrados por órgão ou entidade da
União, quando destinados a serviços de
saneamento básico, àqueles titulares de
serviços públicos de saneamento básico
que não instituírem, por meio de
legislação específica, o controle social
realizado por órgão colegiado, nos
termos do inciso IV do caput.
(IV - dos usuários de serviços de saneamento
básico; e )
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Da Prestação Mediante Contrato
Subseção I
Das Condições de Validade dos Contratos
Art. 39. São condições de validade dos
contratos que tenham por objeto a
prestação de serviços públicos de
saneamento básico:
I - existência de plano de saneamento
básico;
II - existência de estudo comprovando a
viabilidade técnica e econômico-financeira da
prestação universal e integral dos serviços,
nos termos do respectivo plano de
saneamento básico;
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
V - condições de sustentabilidade e
equilíbrio econômico-financeiro da
prestação dos serviços, em regime de
eficiência, incluindo:
a) sistema de cobrança e composição
de taxas, tarifas e outros preços
públicos;
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Art. 42. Na prestação regionalizada de
serviços públicos de saneamento básico, as
atividades de regulação e fiscalização
poderão ser exercidas:
I - por órgão ou entidade de ente da
Federação a que os titulares tenham
delegado o exercício dessas competências
por meio de convênio de cooperação entre
entes federados, obedecido o art. 241 da
Constituição; ou
II - por consórcio público de direito
público integrado pelos titulares dos
serviços.
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Art. 43. O serviço regionalizado de
saneamento básico poderá obedecer a
plano de saneamento básico elaborado
pelo conjunto de Municípios atendidos.
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
CAPÍTULO VI
DOS ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Seção I
Da Sustentabilidade Econômico-Financeira dos
Serviços
Art. 45. Os serviços públicos de saneamento básico terão
sustentabilidade econômico-financeira assegurada,
sempre que possível, mediante remuneração que permita
recuperação dos custos dos serviços prestados em
regime de eficiência:
II - de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos
urbanos: taxas ou tarifas e outros preços públicos, em
conformidade com o regime de prestação do serviço ou
de suas atividades; e
DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE
2010
Institui a Política Nacional de
Resíduos Sólidos; altera a Lei n
o
9.605, de 12 de fevereiro de
1998; e dá outras providências
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 3
o
Para os efeitos desta Lei, entende-se por:
I - acordo setorial: ato de natureza contratual firmado entre o
poder público e fabricantes, importadores, distribuidores
ou comerciantes, tendo em vista a implantação da
responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do
produto;
V - coleta seletiva: coleta de resíduos sólidos previamente
segregados conforme sua constituição ou composição;
VI - controle social: conjunto de mecanismos e procedimentos
que garantam à sociedade informações e participação nos
processos de formulação, implementação e avaliação das
políticas públicas relacionadas aos resíduos sólidos
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 3
o
Para os efeitos desta Lei, entende-se por:
VII - destinação final ambientalmente adequada:
destinação de resíduos que inclui a
reutilização, a reciclagem, a compostagem, a
recuperação e o aproveitamento energético ou
outras destinações admitidas pelos órgãos
competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa,
entre elas a disposição final, observando normas
operacionais específicas de modo a evitar danos ou
riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar
os impactos ambientais adversos;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 3
o
Para os efeitos desta Lei, entende-se por:
XII - logística reversa: instrumento de
desenvolvimento econômico e social caracterizado
por um conjunto de ações, procedimentos e meios
destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos
resíduos sólidos ao setor empresarial, para
reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos
produtivos, ou outra destinação final
ambientalmente adequada;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 3
o
Para os efeitos desta Lei, entende-se por:
XV - rejeitos: resíduos sólidos que, depois de
esgotadas todas as possibilidades de tratamento e
recuperação por processos tecnológicos disponíveis e
economicamente viáveis, não apresentem outra
possibilidade que não a disposição final ambientalmente
adequada;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
XVII - responsabilidade compartilhada pelo ciclo de
vida dos produtos: conjunto de atribuições
individualizadas e encadeadas dos fabricantes,
importadores, distribuidores e comerciantes, dos
consumidores e dos titulares dos serviços públicos de
limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para
minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos
gerados, bem como para reduzir os impactos causados
à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes
do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Reciclagem e reutilização;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS
Art. 6
o
São princípios da Política Nacional de
Resíduos Sólidos:
I - a prevenção e a precaução;
II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor;
III - a visão sistêmica, na gestão dos resíduos
sólidos, que considere as variáveis ambiental,
social, cultural, econômica, tecnológica e de
saúde pública;
IV - o desenvolvimento sustentável;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 7
o
São objetivos da Política Nacional de Resíduos
Sólidos:
II - não geração, redução, reutilização,
reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos,
bem como disposição final ambientalmente adequada
dos rejeitos;
III - estímulo à adoção de padrões sustentáveis
de produção e consumo de bens e serviços;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 7
o
São objetivos da Política Nacional de
Resíduos Sólidos:
VI - incentivo à indústria da reciclagem, tendo
em vista fomentar o uso de matérias-primas e
insumos derivados de materiais recicláveis e
reciclados;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
X - regularidade, continuidade, funcionalidade e
universalização da prestação dos serviços
públicos de limpeza urbana e de manejo de
resíduos sólidos, com adoção de mecanismos
gerenciais e econômicos que assegurem a
recuperação dos custos dos serviços prestados,
como forma de garantir sua sustentabilidade
operacional e financeira, observada a Lei nº
11.445, de 2007;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
XI - prioridade, nas aquisições e
contratações governamentais,
para:
a) produtos reciclados e
recicláveis
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
XII - integração dos catadores
de materiais reutilizáveis e
recicláveis nas ações que
envolvam a responsabilidade
compartilhada pelo ciclo de vida
dos produtos;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
CAPÍTULO III
DOS INSTRUMENTOS
Art. 8
o
São instrumentos da
Política Nacional de Resíduos
Sólidos, entre outros:
I - os planos de resíduos sólidos;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 8
º
III - a coleta seletiva, os sistemas
de logística reversa e outras
ferramentas relacionadas à
implementação da responsabilidade
compartilhada pelo ciclo de vida dos
produtos;
IV - o incentivo à criação e ao
desenvolvimento de cooperativas
ou de outras formas de associação
de catadores de materiais
reutilizáveis e recicláveis;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 9
o
Na gestão e gerenciamento
de resíduos sólidos, deve ser
observada a seguinte ordem de
prioridade:
não geração, redução,
reutilização, reciclagem,
tratamento dos resíduos sólidos
e disposição final
ambientalmente adequada dos
rejeitos.
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 14
o
III - os planos microrregionais de
resíduos sólidos e os planos de
resíduos sólidos de regiões
metropolitanas ou aglomerações
urbanas;
IV - os planos intermunicipais de
resíduos sólidos;
V - os planos municipais de gestão
integrada de resíduos sólidos;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Do Plano Nacional de Resíduos
Sólidos
Art. 15.
- V metas de redução, reutilização,
reciclagem, entre outras, com vistas a
reduzir a quantidade de resíduos e
rejeitos encaminhados para disposição
final ambientalmente adequada;
IV - metas para o aproveitamento
energético dos gases gerados nas
unidades de disposição final de resíduos
sólidos;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Do Plano Nacional de Resíduos
Sólidos
Art. 15.
V - metas para a eliminação e
recuperação de lixões,
associadas à inclusão social e à
emancipação econômica de
catadores de materiais reutilizáveis
e recicláveis
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Da Responsabilidade Compartilhada
Art. 30.
objetivo:
II - promover o aproveitamento de resíduos sólidos,
direcionando-os para a sua cadeia produtiva ou para
outras cadeias produtivas;
III - reduzir a geração de resíduos sólidos, o
desperdício de materiais, a poluição e os danos
ambientais;
IV - incentivar a utilização de insumos de menor
agressividade ao meio ambiente e de maior
sustentabilidade;
V - estimular o desenvolvimento de mercado, a
produção e o consumo de produtos derivados de
materiais reciclados e recicláveis;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 42
I - prevenção e redução da
geração de resíduos sólidos no
processo produtivo;
II - desenvolvimento de produtos
com menores impactos à saúde
humana e à qualidade ambiental
em seu ciclo de vida;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 43. No fomento ou na concessão de incentivos
creditícios destinados a atender diretrizes desta Lei,
as instituições oficiais de crédito podem estabelecer
critérios diferenciados de acesso dos beneficiários
aos créditos do Sistema Financeiro Nacional para
investimentos produtivos.
Art. 44. A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, no âmbito de suas competências,
poderão instituir normas com o objetivo de conceder
incentivos fiscais, financeiros ou creditícios,
respeitadas as limitações da Lei Complementar n
o
101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade
Fiscal), a:
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
II - projetos relacionados à responsabilidade pelo
ciclo de vida dos produtos, prioritariamente em
parceria com cooperativas ou outras formas de
associação de catadores de materiais reutilizáveis e
recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa
renda;
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 45. Os consórcios públicos
constituídos, nos termos da Lei n
o
11.107, de 2005, com o objetivo
de viabilizar a descentralização e a
prestação de serviços públicos que
envolvam resíduos sólidos, têm
prioridade na obtenção dos
incentivos instituídos pelo Governo
Federal.
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
DAS PROIBIÇÕES
Art.47
III - queima a céu aberto ou em
recipientes, instalações e
equipamentos não licenciados para
essa finalidade;
(Dioxinas, furanos,.....)
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 54. A disposição final
ambientalmente adequada dos
rejeitos, observado o disposto no §
1
o
do art. 9
o
, deverá ser
implantada em até 4 (quatro)
anos após a data de publicação
desta Lei.
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Art. 55. O disposto nos arts. 16 e
18 entra em vigor 2 (dois) anos
após a data de publicação desta
Lei.
(Planos)
LEI No 12.305, de 2 de agosto de 2010
Fim da aula