3 Apostila Ministrio Para as Famlias Revisada

APRESENTAÇÄO

O ministério para as famílias na RCC do Brasil está lançando sua apostila do módulo básico.
Nela foram colocadas as justificativas do porque desse serviço dentro da RCC e consequentemente nos
rupos de Oraç!o.
" apostila consta de subsídios próprios para estudo em sua primeira parte# na qual ser!o
encontradas as metas e diretri$es# além da definiç!o dos projetos que %oje s!o considerados prioritários
para que o ministério esteja implantado em uma diocese.
&ncontramos durante esses anos dioceses# cidades# localidades que iniciaram um trabal%o com
as famílias dentro da RCC reali$ando al'umas atividades que sem d(vida nen%uma contribuíram para
a evan'eli$aç!o das famílias# mas que ainda n!o manifestam de forma definitiva um trabal%o
continuado em favor das famílias que se identificam com a espiritualidade da RCC. )or esse motivo
os projetos prioritários s!o os elementos fundantes para que o ministério 'an%e corpo em nossas
dioceses# cidades e 'rupos de oraç!o. *abemos por e+peri,ncia nesses anos - frente do ministério para
as famílias que os demais projetos s!o conseq.,ncia dos projetos que definimos como fundantes#
quando al'uns deles s!o desenvolvidos sem o alicerce a sua subsist,ncia torna/se na maioria das ve$es
difícil de ser mantida.
O objetivo dessa apostila é levar o ministério para as famílias dentro do Brasil - busca de uma
unidade# de um maior compromisso com aquilo que o próprio 0eus está querendo reali$ar em nossos
'rupos de oraç!o através desse trabal%o. Nesse intuito a coordenaç!o nacional do ministério tem
desenvolvido com os coordenadores estaduais do ministério contato constante# inclusive com uma
reuni!o anual com todos estes# sendo que a primeira foi em março de 1223 e pelo seu fruto ficou
definido por todos que anualmente esse consel%o se reunirá para que a unidade do ministério possa
crescer cada dia mais.
" se'unda parte dessa apostila contém o modelo de um encontro ao qual c%amamos de
encontro de implantaç!o. Nesse encontro temos o objetivo de mostrar aqueles que s!o c%amados ou
indicados para esse trabal%o# a import4ncia# o porqu, do trabal%o e principalmente a que se destina o
ministério para as famílias dentro da RCC. )ara o bom desenvolvimento do ministério temos nos
utili$ado de um 5r%ema6 que o *en%or nos deu que é7 “Consagra-te ao teu ministério”.
O ministério é um serviço dentro da renovaç!o carismática que e+i'irá daquele que a ele foi
c%amado prioridade# pois diversas s!o as necessidades das famílias# e para tanto e+i'irá daquele que
8esus convocou para esse trabal%o de uma dedicaç!o toda especial# portanto essa palavra de 0eus é
uma ordem para nós do ministério para as famílias.
Nosso saudoso papa 8o!o )aulo 99 nos animou com muitas palavras de incentivo#
principalmente quando nos di$ia que7 “o futuro da humanidade passa pela família”# quando nos
e+ortava com ardor di$endo7 “família torna-te aquilo que tu és”# palavras essas que nos abrem a vis!o
para o plano de 0eus para a %umanidade através da família.
O papa Bento :;9 por ocasi!o de nosso aniversário de <= anos de renovaç!o no Brasil em sua
carta de felicitaç!o pelo Con'resso Nacional sedimentou a necessidade desse ministério dentro da
RCC quando nos pediu que7 “A Renovação Carismática do rasil não medisse os esforços na luta
pelas famílias”. O ministério para as famílias é desejo de 0eus para toda RCC do Brasil# que essa
apostila nos au+ilie a reali$armos o desejo de 0eus em nossos 'rupos de Oraç!o.
C%amamos carin%osamente >aria de Nossa *en%ora das ?amílias# pois temos consa'rado todo
o trabal%o para as famílias a ela# a protetora para as famílias. & foi com 'rande ale'ria que recebemos
de 0eus em nossa reuni!o nacional do ministério uma moç!o profética em que 0eus colocava também
*!o 8osé como protetor do ministério para as familias no Brasil.
@ue 8esus# >aria e 8osé abençoem todas as famílias do Brasil.
Coordenação Nacional do Ministério para as familias na RCC

=
SUBSIDIOS PARA ESTUDO E FORMAÇÄO
METAS E DIRETRIZES DO MINISTÉRIO
1- O QUE É MINISTÉRIO PARA AS FAMILIAS?
A o serviço dentro da Renovaç!o Carismática Católica# responsável pela evan'eli$aç!o#
acompan%amento e formaç!o das famílias.
N!o somos apenas um 'rupo de pessoas que participa de rupos de Oraç!o e reali$a encontros para
evan'eli$aç!o de casais. @ueremos ser um trabal%o pastoral que leva a vocaç!o de ser família de 0eus
muito a sério. Nosso ol%ar está sobre a família como um todo e de qualquer maneira que ela se
apresente# oferecendo camin%os para sua santificaç!o para que ten%a vida espiritual e social di'na#
fundamentando tudo isso na e+peri,ncia do Batismo no &spírito *anto.
2- COMO SURGIU?
*ur'iu diante da ur',ncia da evan'eli$aç!o do %omem em seu conte+to na vida social. " família é
a primeira célula da sociedade# é o santuário da vida# é onde nasce e cresce a vida %umana salva por
8esus na Cru$. A onde o amor floresce e encontra sua mais simples# completa# e profunda forma de se
manifestar. A 5esperança e ale'ria6 para o %omem# como di$ 8o!o )aulo 99.
3- POR QUE FORMAR ESTE MINISTÉRIO EM SEU ESTADO, DIOCESE, CIDADE OU
GRUPO DE ORAÇÄO?
)ara que# através de um trabal%o alin%ado -s moçBes do &spírito *anto ao Consel%o Nacional da
RCC# possamos tra$er a família para dentro do projeto de 0&C*. &ste desafio envolve desde a
restauraç!o completa das famílias já constituídas# com ou sem problemas# orientaç!o a jovens#
preparando/os para se tornarem novas sementeiras da verdade e da lu$# até a proteç!o das crianças#
para que estas possam desenvolver o potencial do amor de 0eus recebido na sua criaç!o. *abemos
também# que a maioria das pessoas que freq.entam nossos 'rupos de oraç!o e que nos pedem oraç!o#
tem como fonte da maioria de seus problemas a conviv,ncia familiar. )or isso nesse momento de
amadurecimento da RCC# fa$/se necessário um serviço que vise levar a família como um todo a uma
e+peri,ncia do Batismo no &spírito *anto# nascendo dessa forma famílias novas# condu$idas pelo
&spírito de 0eus.
4- COMO FORMAR ESSE MINISTÉRIO?
NA DIOCESE / "través de um casal coordenador 0iocesano do >inistério para as famílias#
nomeado pela coordenaç!o 0iocesana da Renovaç!o. &ste casal manterá contato com os
coordenadores de cidades# foranias# vicariatos# decanatos e se for o caso )aroquiais dando todo apoio e
informaçBes necessárias sobre os rumos do >inistério para as ?amílias# de acordo com a Ofensiva
Nacional da RCC.
NA FORANIA, VICARIAO, DECANAO / "través de um casal escol%ido pela coordenaç!o
0iocesana do >inistério para as ?amílias# em conjunto com os coordenadores 0iocesanos da RCC.
&ste casal ficará responsável pela implantaç!o e pastoreio do >inistério para as famílias na RCC# na
forania# decanato# vicariato.
NAS CIDADES!"AR#$%IAS / O coordenador da RCC das Cidades# ?oranias# ;icariatos#
escol%erá um casal para animar ou ser o coordenador )aroquial do >inistério para as famílias# que fará
com que retiros de primeiro an(ncio# seminários de vida no espírito e formaç!o com conte(do diri'ido
-s famílias aconteçam conforme orientaç!o Nacional# &stadual# 0iocesana.
D
5- COMO FAZÊ-LA ACONTECER?
0e acordo com a realidade de cada local# em comun%!o com o Bispo e com o )ároco. )rocurar
desenvolver# conforme orientaçBes contidas no projeto nacional para o >inistério para as famílias#
atividades específicas dando atenç!o especial aos cEnju'es# jovens vocacionados - vida familiar na sua
preparaç!o para o casamento# -s crianças# aos vi(vos e -s famílias incompletas.
0evemos procurar no que depender de nós# a comun%!o com o clero e outros movimentos
familiares da i'reja para fortalecer o trabal%o de pastoral sem# no entanto perder a vocaç!o a que
fomos c%amados como Renovaç!o Carismática Católica.
PRIORIDADES E PRO1ETOS
DE TRABALHO PARA A EVANGELIZAÇÄO DAS FAMILIAS
1. Introdução
O >inistério para as famílias nesses (ltimos anos# teve um 'rande crescimento# fruto esse dos
diversos projetos que t,m sido desenvolvidos em diversas partes do país# nos diversos estados e
dioceses. &m al'uns lu'ares ainda n!o conse'uimos implantar o mesmo por motivos pertinentes a
cada localidade.
Nossa intenç!o e meta nesses pró+imos anos é termos o ministério para as famílias implantado
em todo o território nacional# c%e'ando a todos os 'rupos de oraç!o. &stamos nos empen%ando para
que cada 'rupo de oraç!o da RCC do Brasil ten%a o seu casal responsável pelo ministério para as
famílias# e com al'uns dos nossos projetos em andamento.
Nesses anos que se passaram# foram anos de semeadura# em que muitas sementes foram
lançadas# e assim como o semeador da parábola que 8esus nos conta# elas caíram em vários terrenos.
"l'umas frutificaram# outras iniciaram sua vida e pararam por aí# outras sem raí$es pereceram# e
outros se arrefeceram no camin%o.
A por isso que queremos iniciar esse novo tempo com um ardor novo# clamando um renovo do
&spírito para o >inistério para as ?amílias# consa'rando/nos de uma forma nova ao ministério que nos
foi conferido por 0eus. )ara tanto# 'ostaríamos de estabelecer al'umas prioridades para que o bom
andamento do ministério possa acontecer em todos os estados e dioceses.
" miss!o do ministério para as famílias dentro da RCC# tem os mesmos dois momentos
fundamentais da miss!o que 8esus confiou - sua 9'reja. Evangelizar F>c# GD#G=ssH# e formar F>t
1I#GJssH.
O e&an'eli(ar acontece a partir dos encontros de primeiro an(ncio# que se reali$ar!o através
das e+peri,ncias de oraç!o para casais# seminários de vida# dias com as famílias# cenáculos com as
famílias# etc.
&sses eventos devem multiplicar/se em todas as cidades# dioceses e estados. )orém sem nos
esquecermos do se'undo passo em nossa miss!o7 -o pastoreio# que envolve a formaç!o dessas
famílias que s!o atraídas para 8esus através dessa evan'eli$aç!o.
" formaç!o é fundamental para que as novas famílias cresçam. 8esus nos envia di$endo7
5&nsinai/os a viver tudo aquilo que vos prescrevi6# ou seja# em nosso trabal%o com as famílias# é
necessário ensinar as novas famílias# a'ora bati$adas no &spírito *anto# a viverem como famílias
novas# e para tanto necessitar!o de au+ílio# de pastoreio# tanto por parte da coordenaç!o local do
ministério# quanto dos 'rupos de oraç!o. )or esse motivo 'ostaríamos de estabelecer al'umas
prioridades para o bom desenvolvimento do ministério - nível nacional.
"s prioridades aqui apresentadas n!o v,m mudar nada daquilo que já está sendo desenvolvido
nos estados e dioceses# mas vem or'ani$ar# e aprimorar nosso trabal%o em favor das famílias.
"l'umas dioceses n!o sabem ao certo como começar o trabal%o com as famílias# e nem mesmo quais
projetos implantar. &ssas prioridades vem nortear o camin%o da implantaç!o do ministério nos seus
diversos níveis.
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O trabal%o dentro do ministério para as famílias na RCC %oje# conta com mais de GI projetos# e
outros que o &spírito irá suscitando em cada localidade. O que estabelecemos como prioridades s!o
aqueles que s!o indispensáveis para o bom desenvolvimento do ministério e que s!o ao mesmo tempo
a base para que todos os demais projetos possam ser desenvolvidos.
2. PRIORIDADES DO MINISTÉRIO PARA AS FAMILIAS
2.1 Encontros de Primeira Experiência de oração para casais
&sses encontros dever!o contar os temas do primeiro an(ncio# o !uerigma K "mor de 0eus# o
pecado# 8esus *alvaç!o# etc.# sempre com as pre'açBes voltadas para a realidade conju'al e familiar.
Lodo o an(ncio deve ser feito direcionado ao casal# pois além dos participantes serem levados a
um encontro pessoal com 8esus# o casal deverá fa$er também esta e+peri,ncia de salvaç!o em seu
relacionamento conju'al. )odem ser desenvolvidas din4micas próprias para fortalecer o conte(do do
an(ncio.
Mocal# nN. de participantes# %orários# ficam de acordo com cada realidade local# sempre
lembrando que o an(ncio @ueri'mático deve ser reali$ado de forma completa# sem a aus,ncia de
nen%uma das colocaçBes que compBe o an(ncio do @ueri'ma.
Observações importantes:
$)em pode participar da E*peri+ncia de Oração para Casais,
/de maneira especial# todos os casais que participam do rupo de Oraç!o
/casais cujo cEnju'e participa so$in%o FaH dos 'rupos de oraç!o
/casais que n!o participam de movimento al'um dentro da paróquia# capela# bairro# etc...
E os casais amasiados e de se')nda )nião,
/participar!o naturalmente como todos os casais que tem sua situaç!o re'ulari$ada diante de
0eus e da 9'reja# sendo que o an(ncio do @ueri'ma é uma obri'aç!o nossa para todos os povos. O
próprio 8esus nos afirmou que &le n!o veio para os justos# mas para os pecadores# n!o veio para os
sadios# mas para os que est!o doentes.
/al'umas questBes podem inquietar as coordenaçBes como a quest!o do que falar sobre o
sacramento do matrimEnio. )ara tanto iremos lembrar que7
/na e+peri,ncia de oraç!o vamos anunciar 8esus# e no an(ncio queri'mático n!o vamos
acusar os irm!os# mas sim colocar lu$ sobre o pecado.
/na seq.,ncia do pastoreio Fpasso posterior - e+peri,nciaH# au+iliaremos esses casais na
re'ulari$aç!o de cada caso# sendo que os amasiados iremos direcioná/los para os cursos de le'itimaç!o
de nossas paróquias e nos casos de 1O uni!o# devemos estar prontos para avaliando cada caso
direcioná/los para os tribunais eclesiásticos# para que a 9'reja d, o seu parecer para cada caso. O papa
Bento :;9 em sua e+ortaç!o apostólica *acramentum Caritatis no nN1J# estimulou que cada diocese
ten%a o seu tribunal eclesiástico para au+iliarem na soluç!o desses casos# por esse motivo# estamos
abertos para todos os tipos de casais.
/é importante esclarecer que esses casais dever!o ter no mínimo 1 anos de conviv,ncia
definitiva# ou seja# uma relaç!o que já seja solidificada como uni!o conju'al.
$)em pre'ar- o encontro,
5Casais6 que já ten%am feito a e+peri,ncia do *en%orio de 8esus em seu relacionamento
conju'al e d,em testemun%o desta viv,ncia. A importante esclarecer que para o an(ncio para casais# o
casal pre'ador esteja completo. &m muitos lu'ares temos tido pessoas que pre'am so$in%os FasH# ou
I
seja# sem a esposa ou sem o marido# mesmo que este n!o seja pre'ador FaH sua presença fortalece o
testemun%o de família.
*!o 8o!o Bosco já nos falava que7 “o que educa não é o que se fala" mas o que se fa#”#
portanto dentro do ministério para as famílias os mel%ores pre'adores n!o s!o os que t,m maiores
con%ecimentos doutrinários ou teoló'icos# mas sim aqueles que conse'uiram fa$er de sua casa um
local de oraç!o# que descobriram na espiritualidade conju'al a força para perseverarem no camin%o do
*en%or# renovando seu B&* todos os dias no convívio familiar.
Dinâmicas próprias para o encontro:
a) animação do encontro:
/é importante que a animaç!o do evento seja feita por uma pessoa casada# por con%ecer a
realidade da vida conju'al# evitando assim din4micas como 5ol%e para seu irm!o6 e sim 5ol%e para seu
marido# esposa6# e de prefer,ncia que o esposo ou esposa do mesmo esteja junto para que a din4mica
seja acompan%ada pelos participantes.
b) orações do encontro:
/também as oraçBes dever!o dinami$ar a relaç!o do casal# tanto na amori$aç!o# pedido de
perd!o# renovaç!o do matrimEnio# enfim em todas as oraçBes do encontro.
c) sentar-se a mesa para as refeições:
/um dos valores que se perdeu no seio das famílias nos tempos atuais foi a consci,ncia da
import4ncia da mesa na vida da família# e até mesmo em nossos encontros de RCC por motivos
diversos# também nós n!o temos tido muitas ve$es em nossos eventos mesas para as refeiçBes.
/queremos que a família retorne para o lu'ar sa'rado da família que é ao redor da mesa# por
isso nas e+peri,ncias de oraç!o para casais pedimos que se ten%am mesas para que os casais possam já
no encontro fa$er a e+peri,ncia da import4ncia do sentar/se - mesa para as refeiçBes.
/é claro que cada localidade adequará as mesas - realidade do local do encontro.
Cuidados importantes:
/al'umas localidades com boa intenç!o querendo dei+ar o encontro mais bonito# acabam
copiando de outros movimentos de casais na 9'reja al'umas din4micas que muitas ve$es s!o
desnecessárias# pois nosso propósito principal é que o casal ten%a um reencontro consi'o mesmo e
uma e+peri,ncia juntos com 8esus para serem bati$ados no &spírito *anto e começarem assim uma
vida nova como família.
/n!o devemos nos esquecer que nosso movimento tem sua espiritualidade própria e é através da
força dos momentos de oraç!o que a 'raça acontecerá nos coraçBes.
/c%amamos nossos encontros de 5e+peri,ncia de oraç!o para casais6# pois essa é nossa
identidade# evitemos# portanto outros títulos como 5retiro para casais6# 5encontro para casais6# somos
RCC e queremos levar os casais a uma e+peri,ncia com 0eus na oraç!o.
2.2 Grupos de Perseverança para casais
&ssa se'unda prioridade é fundamental para o crescimento do ministério# porque é a continuidade
do processo de convers!o que o casal iniciou nos encontros de primeiro an(ncio.
Nas comunidades ou 'rupos de oraç!o deve ser dado todo apoio para que se formem rupos de
)erseverança para Casais. &stes 'rupos s!o importantes para o crescimento espiritual de cada
participante por serem fec%ados# para que o 'rupo de no má+imo 2I ou 2J casais possa adquirir
confiança um no outro.
J
"consel%amos que as reuniBes do 'rupo de perseverança sejam quin$enais# para que também o
casal e sua família# participem do rupo de Oraç!o de sua paróquia semanalmente# ser!o em dias
diferentes do O# e nas casas dos casais# ou onde mel%or convir - localidade.
Na reuni!o dever!o ser partil%ados os problemas pessoais de cada membro e# principalmente# o uso
dos dons carismáticos e+traordinários. Os casais que participam do 'rupo de perseverança n!o devem
dei+ar de participar do 'rupo aberto para n!o perderem o momento da pre'aç!o e unç!o queri'mática.
&stes 'rupos visam a inte'raç!o do casal FfamíliaH na comunidade para perseverar e entrar em
um processo de crescimento que possa levá/los no futuro ao serviço nos diversos ministérios do 'rupo
aberto. )ara o bom desenvolvimento e direcionamento do 'rupo de perseverança para casais# o
ministério nacional tem cartil%as para as reuniBes quin$enais dos mesmos.
Pá aqui a necessidade de um casal para acompan%ar este 'rupo .casal animador/# que terá
como funç!o# acompan%ar# e cuidar do crescimento de todos. 0eve ser um casal que já ten%a al'um
tempo de participaç!o no 'rupo aberto e demonstre amadurecimento de fé e con%ecimento da 'raça de
0eus quanto aos dons do &spírito *anto.
0estes 'rupos de perseverança dever!o por conseq.,ncia sur'ir novos formadores# pre'adores#
pessoas dedicadas no serviço -s famílias.
Os 'rupos devem manter a identidade do Batismo no &spírito *anto# a utili$aç!o dos carismas#
de acordo com a própria identidade da RCC.
Funções do casal animador:
/pastorear os casais que l%e foram confiadosQ
/acompan%ar o crescimento espiritual dos casais de seu 'rupo nas dimensBes conju'al e
familiarQ
/li'ar antes das reuniBes para lembrá/los da mesmaQ
/li'ar quando faltarem - reuni!o do )C e também do rupo de oraç!o abertoQ
/estimular e incentivar que todos os casais se encontrem semanalmente no rupo de Oraç!oQ
/indicar e acompan%ar os casais nos 'rupos de oraç!o de suas comunidades paroquiais.
Orientações importantes sobre casal animador:
/a coordenaç!o do ministério deverá ter periodicamente# pelo menos a cada R= dias uma
reuni!o com os casais animadores para avaliar o andamento dos 'rupos de perseverança para casais.
/promover a cada < meses uma noite de reavivamento para todos os 'rupos de perseverança#
com temas específicos da família e momentos fortes de oraç!o e renovaç!o do B&*.
/o casal animador é nosso elemento fundamental nesse projeto# portanto a coordenaç!o do
ministério local deve também pastorear os casais animadores e seus 'rupos# visitando esses 'rupos
periodicamente.
OBSERVAÇÄO:
"s e+peri,ncias de oraç!o# ou seminários de vida para casais# mais os 'rupos de perseverança e
seu pastoreio s!o de responsabilidade mais direta da coordenaç!o do ministério seja ela em nível de
cidade# forania# re'i!o pastoral# ou de outra forma que a localidade pastoral for dividida.
"s demais prioridades estabelecidas a se'uir est!o diretamente li'adas ao 'rupo de oraç!o e
dever!o acontecer a partir e dentro dos 'rupos de oraç!o# trabal%ando assim a ministerialidade
or'4nica que tanto desejamos viver dentro de nossos 'rupos. )or entendermos que todos os
ministérios s!o serviços prestados aos 'rupos de oraç!o# esses projetos vem contribuir para o
crescimento dos 'rupos e para as famílias que deles participam.
G2
Os projetos abai+o# est!o também dentro das nossas seis prioridades# sendo que estes
acontecem diretamente dentro dos nossos 'rupos de oraç!o.
2.3 Ministério para as Crianças nos Grupos de Oração
O ministério para as crianças esteve vinculado ao ministério para as famílias durante este
tempo de implantaç!o do trabal%o com as famílias na RCC. "'ora o mesmo está 'an%ando corpo
próprio e para que possa crescer pedimos que todos os 'rupos de oraç!o ten%am uma equipe para esse
trabal%o# pois n!o podemos pensar em famílias sem pensar em crianças.
&ssa prioridade está dentro do projeto do ministério para as famílias# pois torna/se inviável
convidarmos os casais# as famílias para os rupos de Oraç!o se n!o tivermos nos mesmos quem
também trabal%e com nossos fil%os. )ara tanto# é prioritário que cada 'rupo de oraç!o se or'ani$e
para criar o ministério para as crianças# para que toda família possa ser evan'eli$ada e camin%e no seu
desenvolvimento na vida espiritual.
" formaç!o e o desenvolvimento do ministério para as crianças# ser!o acompan%ados pelo
responsável em nível nacional# que fornecerá a devida formaç!o e materiais para o mesmo.
A importante esclarecer que os ministérios de estado de vida Ffamília# jovem e criançaH# devem
camin%ar juntos# pois todos est!o dentro da família. O trabal%o associado 'erará maiores frutos em
favor das famílias na RCC.
2.4 Projeto Consagração dos Lares
A uma forma de evan'eli$ar e dispor nossos lares para a palavra de 0eus# consiste em uma
visita a casa de famílias que freq.entam o rupo de Oraç!o# consa'rando o local e a família moradora
ao *a'rado Coraç!o de 8esus e ao 9maculado Coraç!o de >aria.
"s equipes de visita devem ter uma formaç!o básica no ministério de oraç!o por cura e
libertaç!o# pois podem muitas ve$es encontrar locais que foram utili$ados para ma'ias ou outros ritos
n!o Crist!os# porém é importante elucidar que a equipe de consa'raç!o n!o vai fa$er libertaç!o de
nen%uma resid,ncia# nosso trabal%o é o de consa'rar nossas famílias a 8esus e >aria.
Como a família é uma 9'reja domestica o local que se re(ne deve ser identificado por objetos e
ima'ens crist!s# inclusive se for possível por um pequeno oratório familiar com a ima'em da vir'em
>aria e a *anta Cru$.
" família deve ser consa'rada pela oraç!o e os bons propósitos de viver o evan'el%o e seus
desafios dentro da família. &sse trabal%o tem dado muitos frutos dentro de nossos 'rupos de oraç!o. O
ministério para as famílias tem material próprio para esse serviço dentro do rupo de Oraç!o que serve
como orientaç!o para o e+ercício desse trabal%o em favor das famílias.
Algumas orientações de como organizar a Consagração dos Lares:
/a equipe de visita nos lares n!o deverá ter mais do que 2= pessoas# por motivos de
taman%o das resid,ncias e até mesmo de praticidade de trabal%oQ
/deverá cada equipe ter ao menos um casal como membros e nunca uma casa ser visitada sem a
presença desse casal# pois como nossa intenç!o é tra$er toda essa família para o rupo de Oraç!o# a
presença masculina é importante para o convencimento de membros da família que ainda pensam que7
59'reja é lu'ar para mul%eres6.
A casa de 0)em ser- &isitada,
/a casa de quem participa do 'rupo de oraç!o. &sses s!o os destinatários da consa'raç!o dos
lares# a casa daquelas pessoas# %omens e mul%eres# jovens e até crianças que freq.entam o O# mas
que o restante de seus familiares n!o# inclusive a casa dos servos e coordenadores.
E as pessoas 0)e não fre01entam e 0)erem ser &isitadas,
GG
/a primeira coisa que iremos propor é que comecem a participar do O# entrem na fila de
espera até que sua casa seja também visitada. A requisito importante participar do O para que a casa
seja visitada# pois este trabal%o do ministério para as famílias é para o O.
/todas as casas visitadas dever!o ser cadastradas para que no futuro ten%amos um banco de
dados para o convite de novas e+peri,ncias de oraç!o para casais# eventos para famílias# etc.
2.5 Projeto Pais Rezando pelos Filhos:
&sse projeto tem sua moç!o inicial fundamentada na unç!o especial que todos os pais t,m
como intercessores de seus fil%os. *abemos que nos dias de %oje a educaç!o de fil%os tem sido um
'rande desafio para os pais# mas sem entrar no mérito das causas desta quest!o queremos com esse
projeto reali$ar um 'rande momento dos pais que clamam ao céu por seus fil%os# e temos visto que
quando isso acontece# mila'res e prodí'ios 0eus tem reali$ado em nosso meio.
O projeto %oje acontece em dois momentos7
/num primeiro momento su'erimos que se marque um dia# que pode ser no dia do 'rupo de
oraç!o ou outro dia além do 'rupo para que naquela noite# todas as oraçBes sejam voltadas para uma
intercess!o poderosa em favor dos fil%os# com a manifestaç!o dos carismas# clamando por cura#
libertaç!o dos pais e dos fil%os. Nesta noite de oraç!o tudo é direcionado nessa intenç!o. &ssa noite
pode acontecer a cada dois meses e seus frutos s!o maravil%osos.
Cm casal ou mais casais dever!o condu$ir esse momento de oraç!o# já que queremos que sejam
os pais# ou seja# pai e m!e clamando ao *en%or por seus fil%os# para que também se d, testemun%o do
pai e m!e que intercedem por seus fil%os# diante de uma realidade de que na maioria das ve$es é
sempre a mul%er quem busca a oraç!o.
/num se'undo momento# estimular e ensinarmos os pais a orarem o terço por seus fil%os.
&stimular nos 'rupos de oraç!o que os pais Fpai e m!eH re$em um terço na intenç!o de seus fil%os ao
menos uma ve$ na semana.
&ste projeto é bem simples de ser colocado em prática# já que pode ser estendida a toda
paróquia# envolvendo dessa forma toda a comunidade local# pois todos s!o pais e nos tempos atuais#
quais s!o os pais que n!o est!o precisando orar por seus fil%osS
2.6 Pregações com temas para as famílias nos Grupos de Orações
&ssa é uma das prioridades que temos lutado para colocar em prática em todos os 'rupos de
oraç!o.
Lrata/se de acertar/se com a coordenaç!o do seu 'rupo de oraç!o para que periodicamente#
talve$ a título de su'est!o# a cada R= dias# um 'rupo de oraç!o com pre'aç!o e oraçBes voltadas para a
família.
*abemos que a maior fonte dos problemas# dos traumas# decepçBes# curas emocionais que os
membros de nossos 'rupos de oraç!o tra$em# t,m sua fonte na vida familiar# portanto# quando o O
re$a e pre'a em favor da família# está levando a cura e a libertaç!o para dentro de nossos lares.
Nesse dia o O será voltado para a família# com animaç!o específica# m(sicas# oraç!o e
pre'aç!o. O 'rupo de oraç!o deverá pedir ao ministério para as famílias que indiquem casais que
possam pre'ar no 'rupo com testemun%o de vida. Membramos sempre que é importante famílias
completas pre'ando para darem testemun%o da aç!o do &spírito *anto na vida das famílias.
G1
3. OUTROS PRO1ETOS DENTRO DO MINISTÉRIO PARA AS FAMILIAS
3.1 Encontros de Aprofundamento de oração para casais
0ever!o ser reali$ados sempre após a )rimeira &+peri,ncia# ou quando se fi$er necessário.
Os temas poder!o ser eleitos conforme a realidade do 'rupo F)aróquia# 0ecanato ou 0ioceseH.
No entanto# su'erimos al'uns temas que parecem ser os mais críticos nos dias de %oje7
Relacionamento Conju'alQ
*e+ualidade e "fetividadeQ
&ducaç!o e formaç!o dos ?il%osQ
Relacionamento )ais e ?il%osQ
&conomia e finanças no lar Crist!o.
*antidade e vida de oraç!o na famíliaQ
Relacionamento *ocial / quem somos e quem é nossa comunidadeQ
0iálo'os conju'ais e de sentimentosQ
&spiritualidade na famíliaQ
Cura e libertaç!o da família.
Exigência:
)re'adores com 'rande viv,ncia no relacionamento conju'al e espiritual. Os coordenadores do
>inistério# em qualquer nível / 0iocesano# &stadual# etc. # devem observar os se'uintes aspectos na
formaç!o dos pre'adores dos encontros7
/pessoas que ten%am um bom testemun%o familiar ou que possam demonstrar como superaram
seus problemas. 0evem ter o conte(do da doutrina católica a respeito do tema famíliaQ
/terem o carisma e a formaç!o para pre'adores# a'indo em unidade com o ministério de
pre'adores. @ue ten%am a espiritualidade da RCC e que ten%am vida de oraç!o e busca de santidade de
vida. >esmo que estes pontos pareçam ser subjetivos devemos procurar $elar pela obra que é de 0eus.
3.2 Programar encontros ou dias de formação envolvendo toda a família;
"través de encontros de la$er e evan'eli$aç!o reunir a família em toda a sua dimens!o para
oraç!o# formaç!o e celebraç!o.
3.3 Encontros de Preparação para o Casamento ou Encontro de Namorados:
Criar encontros de preparaç!o para o casamento dentro da e+peri,ncia da RCC e de
discernimento vocacional. )oder!o ser encontros para namorados# noivos ou mesmo pré/matrimoniais
diri'indo os jovens para um namoro maduro e casamento estruturado.
)oder!o ser trabal%ados temas como7 relacionamento interpessoal# relacionamento conju'al#
%armonia se+ual# economia doméstica# fidelidade e respeito para com o outro# espiritualidade# nova
família que se constitui# a ecolo'ia doméstica Fa casa e o ambiente físico do casalH.
Necessariamente# aqui# os pre'adores ser!o casais em estado re'ular perante a 9'reja e com
testemun%o de viv,ncia conju'al e espiritual.
G<
Os encontros dever!o ser reali$ados em %orário oportuno de forma a facilitar a participaç!o dos
casais F&+. 0omin'o pela man%!# *ábado - noite# etc...HQ conforme a realidade de cada local. )rocurar
fa$er uso de din4micas com objetivo de entrosamento e boa comunicaç!o dos participantes. Os
momentos de oraç!o K espiritualidade dever!o levá/los a querer buscar mais 8esus como *en%or de
suas vidas.
O ministério para as famílias tem um material de orientaç!o e formaç!o para esses encontros.
3.4 Consultórios Matrimoniais
A um pedido do )apa 8o!o )aulo 99# cuja finalidade vem de encontro -s dificuldades
enfrentadas pelos casais e famílias de nosso tempo.
)ara que isto torne/se uma realidade precisamos formar casais que possam atender outros
casais# ouvi/los# acol%,/los# e orar com eles# para que 0eus os ilumine e os au+ilie no encontro da
soluç!o de seus problemas.
&stes casais que far!o atendimentos devem ser pessoas de muito discernimento# con%ecedores
das problemáticas de um casal FfamíliaH# muita ética F'uardar si'iloH# serem formadas pelo >inistério
para as ?amílias e ministério de cura e libertaç!o# para os momentos de oraç!o. Casais equilibrados e
com testemun%o de viv,ncia conju'al.
0evem ter disponibilidade de tempo em al'um momento na semana para que possam criar uma
rotina de atendimento de forma que as famílias ou casais interessados em conversar e orar com pessoas
mais capacitadas ou e+perimentadas possam buscar e encontrar ajuda e acol%imento para seus
problemas.
3.5 Planejamento familiar
" orientaç!o e acompan%amento para novos e anti'os casais instruindo/os a viverem as
orientaçBes da 9'reja quanto ao planejamento familiar# estando sempre abertos a vida# mas dentro da
vontade de 0eus para cada lar# re'ular o n(mero de fil%os com o uso de métodos aconsel%ados pela
i'reja. 0eve ser feito através de orientadores conju'ais aproveitando# se possível os consultórios
matrimoniais# ou mesmo através de pequenos cursos. &stes momentos podem ser aproveitados para
re$ar pelos casais estéreis# au+iliando/os psicolo'icamente e espiritualmente# serviço que tem
proporcionado bons resultados# seja pela aç!o e+traordinária de 0eus# ou seja# pelo con%ecimento
técnico do método da ovulaç!o. 0evemos aproveitar também este espaço para instruir sobre a 'uarda e
adoç!o# que s!o fortes 'estos crist!os.
3.6 Encontros e reuniões especiais para homens e mulheres, procurando formas diversas de
evangelização familiar
&ncontros ou reuniBes só para %omens ou só para mul%eres# buscando formaç!o para a família
e e+peri,ncia com 0eus visando - construç!o da 9'reja doméstica.
3.7 Encontros para os diversos estados do ciclo de Vida Familiar
Lendo em vista as dificuldades que a família enfrenta# os coordenadores em diversos níveis# devem
estar atentos - necessidade de criar encontros de oraç!o7
/ primeira e+peri,ncia e aprofundamentos / específicos para os diversos estados de vida para os
membros de famílias que n!o se encontram reunidas em torno do n(cleo pai e m!e. &stes encontros
devem atender desde o vi(voFaH ou separado. 0eve incluir instruç!o e encamin%amentos sobre a
GR
nulidade do casamento e re'ulari$aç!o de uni!o sem o sacramento. &m todos os casos o encontro deve
acol%er a situaç!o das pessoas nesta condiç!o especial e valori$ar seu esforço em favor da vida
conju'al.
;ivenciamos nos (ltimos anos# acontecimentos que modificaram a estrutura natural da família#
al'uns como resultados de conseq.,ncias naturaisQ outros relacionados -s mais diversas questBes.
)odemos encontrar ?amílias modificadas que n!o est!o mais com os fil%os reunidas em torno do
n(cleo do )ai e da >!e . *!o famílias separadas# divorciadas# amasiadas# vi(vas# unilaterais F)ai# >!e
K solteirosH.
&stas pessoas também precisam ser acol%idas e convidadas a fa$er a e+peri,ncia da *alvaç!o em
suas vidas e em suas famílias. 0evem trabal%ar temas específicos para suas realidades de acordo com
as necessidades específicas de cada 'rupo. O >inistério para as ?amílias deve buscar inserí/las nos
rupos de Oraç!o para que e+perimentem o amor de 0eus que se manifesta na comunidade# sejam
saradas da e+clus!o da vida comunitária e possam# com liberdade# fa$er a opç!o pelo Reino de 0eus.
)ara estes encontros ressalta/se a necessidade de os pre'adores serem pessoas acol%edoras#
conscientes# devidamente preparadas no &spírito e no con%ecimento das normas da i'reja# com muito
discernimento e con%ecedores da doutrina crist! sobre estes vários tipos de realidade. N!o podem
manifestar ou ter preconceitos.
3.8 Projeto Grupos Familiares
?ormarmos 'rupos familiares para oraç!o Fvi$in%os# parentes# ami'os# etc.H.
" família católica pode dar sua contribuiç!o para a transformaç!o da %umanidade reunindo em
torno de si outras pessoas ou famílias para orar e confraterni$a/se com oraç!o e partil%a do evan'el%o.
" forma de implementar é simples. Basta as famílias serem motivadas a convidar os vi$in%os e
parentes para reunirem/se em sua casa para um momento de oraç!o e partil%a da palavra. 0evem
procurar re$ar pelas necessidades de todos# e depois encamin%á/los a 'rupos de oraç!o e a repetirem a
iniciativa em suas casas.
A importante que estes 'rupos possam levar toda a família e vi$in%os a e+perimentarem o
imenso amor de 0eus# de forma pessoal e vivencial. 0entro das características da RCC em cada
localidade é desejável que se ore por um novo pentecostes na vida familiar e pessoal de cada presente
nas reuniBes.
3.9 Encontros Vocacionais
Lodos somos c%amados a uma vocaç!o. " primeira delas é viver a 'raça do nosso batismo#
como ?il%os de 0eus# feitos - sua ima'em e semel%ança.
&stes encontros visam levarmos os participantes a um discernimento vocacional# seja o
matrimEnio ou vida reli'iosa no sacerdócio ou celibato consa'rado.
Os temas e as din4micas dever!o ir ao encontro dos questionamentos da vida %umana diante
das características atuais da sociedade em que se vive.
Os encontros poder!o ser bimensais# semestrais# de acordo com a realidade de cada localidade.
Como resultados destes encontros podem ser estruturadas equipes de pessoas para acompan%amento e
discernimento de vocaç!o como parte de um processo de definiç!o do futuro do jovem. &ste processo
pode ser estruturado para durar um ano ou mais. Nesse aspecto é importante a comun%!o dos
ministérios de estado de vida# especialmente do Renasem, au+iliando nas pre'açBes# testemun%os e
acompan%amento.
G=
O acompan%amento individual poderá ser feito por casais# reli'iosos# sacerdotes e psicólo'os
de acordo com a necessidade de cada casoQ
" equipe que trabal%ará com estes encontros precisará de con%ecimento nas várias áreas# serem
abertas# acol%edoras# reali$adas pessoal e profissionalmente.
Lemas que poder!o ser trabal%ados durante os encontros7
O sentido da ;idaQ
;ocaç!o %umanaQ
NamoroQ
CasamentoQ
;ida *acerdotalQ
CelibatoQ
;ida Reli'iosaQ
)rofissBes.
Comunidades novas
3.10 A Família e o Idoso
*abemos que em um determinado momento da vida o idoso precisa do apoio da família e que
instituiçBes jamais v!o suprir a presença da família para estas pessoas. )ortanto# é preciso sensibili$ar
as famílias e orientá/las sobre este momento da vida %umana com suas características para que possam
assistir a vel%ice de seus pais. A desejável que outras famílias possam dispor/se a viver o evan'el%o
emprestando seu ambiente familiar para que pessoas idosas possam desfrutar das b,nç!os de 0eus no
convívio de uma família. " família pode se abrir para adotarem idosos.
Com encontros familiares é possível atender esta realidade# com ensinamentos e orientaçBes
para que as famílias que t,m pessoas nesta condiç!o n!o as despre$e acol%endo suas dificuldades e
limitaçBes# demonstrando assim# que o evan'el%o é para toda e qualquer momento da vida %umana.
3.11 Luta Pela Vida
A um desafio que e+i'e inclusive uma mudança de mentalidade a respeito da vida e da bioética.
0evemos or'ani$ar a populaç!o católica para lutar contra o aborto em qualquer momento da 'ravide$#
pois no (tero uma vida se encontra em desenvolvimento seja qual for a situaç!o na qual foi 'erada. Os
casais do >inistério para as ?amílias podem se colocar como responsáveis ou 'uardas das crianças
durante a 'estaç!o e depois do nascimento.
" eutanásia e a distanásia devem ser condenadas# pois interferem na ordem natural da vida. "
primeira que decide quando al'uém deve morrer# em vista de um sentimento de que o sofrimento será
cessado# porém# i'nora/se muitas ve$es o valor do sofrimento dentro da perspectiva crist!. 0eus quer
curar a enfermidade# mas o sofrimento também tem seu valor santificador# e purificador. " se'unda# a
distanásia# é o ato de prolon'ar a vida por meio de aparel%os quando o paciente já se encontra em
estado de morte cerebral.
Lambém a manipulaç!o 'enética# que interfere na ordem da vida i'norando que a estabilidade
e+istente é fruto de um avanço natural# proporciona todas as defesas necessárias para o or'anismo.
"lém de que vidas s!o sacrificadas in-vitro quando estas técnicas s!o empre'adas.
GD
3.12 Campanhas de oração e Combate Espiritual
&stimular -s famílias a reservarem um mínimo de <2 minutos semanais para oraç!o. ?amílias
que re$am unidas permanecer!o unidas. <2 >inutos de oraç!o CO># )&M" & )"R" & ?">TM9"
uma ve$ por semana.
0ar uma de$ena de seu terço para as famílias do mundo do Brasil e pelo >inistério para as
?amílias.
3.13 Projeto Famílias Adoradoras
)romover conforme a realidade local# periodicamente podendo iniciar/se a cada tr,s meses uma
semana de adoraç!o com as famílias# principalmente com os casais que já participam dos 'rupos de
perseverança e 'rupos de oraç!o# mas também# aberto para todas as famílias que quiserem buscar a
'raça de 0eus através da adoraç!o.
O %orário pode e deve ser estabelecido conforme a disponibilidade dos casais e das famílias de
cada localidade# sabendo/se que nossa intenç!o é que possamos c%e'ar a ter todos os meses essas
semanas de adoraç!o com as famílias. @ueremos e necessitamos de famílias adoradoras para que o
nome do *en%or seja 'lorificado por toda terra.
Conclusão:
Outros projetos est!o sur'indo desde o início dos trabal%os com o ministério para as famílias
dentro da RCC# porque o trabal%o com a família é amplo e conforme a realidade de cada localidade# o
&spírito suscitará novas formas de levarmos 0eus para essas famílias. Novos projetos poder!o ser
acrescentados sem# porém# nos esquecermos daqueles que s!o prioritários para a implantaç!o e o bom
desenvolvimento do ministério para as ?amílias no Brasil.
" coordenaç!o do >inistério para as famílias em nível nacional# coloca também a disposiç!o
do ministério o site ?amilias Online# no qual todos os materiais e meios de comunicaç!o para que o
ministério possa crescer estar!o a disposiç!o.
@ue nossa *en%ora >!e das nossas famílias abençoe todos aqueles que 0eus predestinou para
o e+ercício desse serviço em favor das famílias.
Nossa *en%ora das ?amílias# ro'ai por nós.
BIBLIOGRAFIA DE APOIO SUGERIDA:
• &+ortaç!o "postólica Christifideles $aici
• &+ortaç!o "postólica %amiliaris Consortio
• &+ortaç!o "postólica &acramentum Caritatis
• Carta &ncíclica 'vangeliam (itae
• Carta -s ?amílias K GJJR
• 0ocumentos do Concílio ;aticano 997
)audium es &pes - $umen )entuim - Apostolicam Actuositatem
• Catecismo da 9'reja Católica
• Confer,ncias &piscopais dos Bispos do Matino/"mericanos7
)uebla
*anto 0omin'o
G3
>9N9*L >9N9*L AR9O )"R" "* ?">TM9"* N" RCC AR9O )"R" "* ?">TM9"* N" RCC
ENCONTRO DE IMPLANTAÇÃO DO MINISTÉRIO
HORÁRIO
SÁBADO:
237<2 K CP&"0"
2I722 K C"?A 0" >"NPU
2I7<2 K ")R&*&NL"VUO 0O &NCONLRO & OR"VUO 9N9C9"M
2J712 K GO COMOC"VUO  DEUS CHAMA AS FAMILIAS
G27<2 K 9NL&R;"MO
GG722 K 1O COMOC"VUO  A REALIDADE DAS FAMILIAS HO1E
G17<2 K "M>OVO
GR722 K R&LORNOWC"NLO*
GR7<2 K <O COMOC"VUO  O PORQUÊ E A MISSÄO DO MF NA RCC
GD722 K 9NL&R;"MO
GD7<2 K )"RL9MP" &> RC)O  REALIDADE DAS FAMILIAS DE NOSSOS GRUPOS DE
ORAÇÄO E DA RCC LOCAL
G3712 K &:)O*9VUO 0" R&"M90"0& 0O* RC)O*
GI722 K =O COMOC"VUO  PRO1ETOS PRIORITÁRIOS DO MINISTÉRIO
GJ7<2 K 8"NL"R & LAR>9NO 0O 09"
DOMINGO:
23722 K >9**" F%orário fle+ível - realidade de sacerdote no dia e localH
2I7G= K C"?A 0" >"NPU
2J722 K OR"VUO 0" >"NPU FCOM ORAÇÄO CON1UGALH
G2722 K 9NL&R;"MO
G27<2 K RO COMOC"VUO  PRO1ETOS DO MINISTÉRIO II
G17<2 K "M>OVO & &NC&RR">&NLO 0O &NCONLRO
O2SERVA34ES5
/esse %orário é bem en+uto devido -s dificuldades que se apresentam em muitos lu'ares com
relaç!o ao trabal%o# fil%os# e outras situaçBes# podendo ser iniciado também no sábado - tarde e
estender/se mais no domin'o.
/em al'uns lu'ares o encontro se reali$a em casas de retiros quando de sua implantaç!o#
devendo# portanto adequar esse %orário ao esquema da casa# e pode ser acrescentada adoraç!o ao
santíssimo# oraç!o de cura dos males da família# vi'ília# oraç!o do rosário pelos casais# partil%as# etc...
/cada diocese deverá adequar o %orário do evento - sua realidade local.
A 0)em se destina esse encontro,
GI
" todos aqueles que foram c%amados por 0eus para trabal%ar com as famílias# com aqueles que
foram indicados pelas coordenaçBes# e também para os coordenadores de 'rupo de oraç!o#
coordenaçBes de dioceses# re'iBes# foranias# vicariatos# etc.# enfim# todos os servos da RCC# para que
todos possam ter uma vis!o ampliada do c%amado de 0eus para a RCC de trabal%armos com as
famílias que freq.entam nossos rupos de Oraç!o.
1ª Colocação
DEUS CHAMA AS FAMILIAS
Introdução:
-;amos falar neste encontro desse serviço que 0eus nos convida a e+ercer dentro da RCC que
é o ministério para as famílias;
-ministério esse que nasceu no coraç!o de toda renovaç!o# pois todos nós fa$emos parte de uma
família# e temos um desejo no coraç!o que é viver a vontade de 0eus em nossas vidas sendo
condu$idos pelo &spírito *anto que nos impulsionaQ
/e o primeiro lu'ar onde 0eus quis desde o início reali$ar a sua vontade# foi dentro da família# e
para mel%or entendermos o trabal%o com as famílias temos que compreender também o que 0eus e a
9'reja pensa sobre o ser famíliaQ
Deus cria a família para ser protagonista do seu plano de amor:
/*abemos que desde o inicio da criaç!o# 0eus já tin%a um projeto de amor para o %omem e a
mul%er# por isso 0eus os criou t!o especiais# criou/os a sua ima'em e semel%ança.
Gen 1, 27  *eus criou o ser humano a sua imagem" criou-o a imagem de *eus" criou o
homem e a mulher+
-nos capítulos iniciais do livro do ',nesis vemos que tudo o que 0eus criou foi pensando no
%omem e na mul%er# foi pensando no projeto de amor que eles pudessem viver.
6a criação do 7omem e da m)l7er foi )m e*erc8cio de partil7a de amor do pr9prio De)s:
/&le n!o podia limitar seu amor apenas entre a família trinitária# 0eus quis irradiar seu amor de
uma forma maior# criando o %omem a sua ima'em e semel%ança# para sermos seus fil%os# para sermos
família de 0eus.
 CIC 358: “*eus criou tudo para o homem" mas o homem foi criado para servir e amar a
*eus e para oferecer-lhe toda a criação”+ (ver seqüência)
/0eus criou o %omem e a mul%er puros de coraç!o (Gen 2, 25) para que pudessem viver o amor
e a felicidade.
/o CIC 374-376 vem nos mostrar que7 ;o 7omem e a m)l7er foram constit)8dos em )m
estado de 'raça especial, c7amada <)stiça ori'inal 0)e l7es permitia &i&erem na intimidade com se)
criador=:
-criou o %omem e a mul%er para viverem o matrimEnio# que saiu do *eu coraç!o CIC 1603.
/criou o %omem e a mul%er para viverem um com o outro# e em comun%!o com &le.

HOMEM + MULHER + DEUS ÷ FAM>?IA DE DE%S  AMOR ÁGAPE
Deus quis ser família com as famílias
-desde o começo 0eus quer ser família com as famílias.
GJ
/verificando o que nos di$ a 9'reja no CIC 27# podemos di$er que7 A presença de De)s na
&ida do casal implicar- na reali(ação plena do ser 7)mano, pois a felicidade completa, o casamento
pleno s9 é poss8&el em De)s, em conson@ncia com se) plano amoroso:
/sabemos que o %omem é um ser trinitário  Corpo Fser bioló'ico# se+uadoH# >ente Fcom
emoçBes# afetividade# inteli',nciaH# &spírito Fima'em de 0eusH# por isso para viver plenamente o
casamento# estas tr,s dimensBes precisam ser %armoni$adas.
/muitos casais vivem seus casamentos apenas nas duas dimensBes corpo e mente e n!o vivem
um casamento no espírito# dessa forma temos sempre uma felicidade incompleta.
/o %omem e a mul%er só podem viver de forma completa relacionando suas vidas com 0eus.
portanto:
/0eus criou o %omem e a mul%er para viver em comun%!o plena com &le  CIC 27
/comun%!o entre si como casal  CIC 372: “, homem e a mulher são feitos um para o outro7
não que *eus os tivesse feito apenas pela metade e incompletos- criou-os para uma comunhão de
pessoas" na qual cada um dos dois pode ser a.uda para o outro" por serem ao mesmo tempo iguais
enquanto pessoas /osso de meus ossos++++++0 e complementares enquanto masculino e feminino”+
/refletindo essa uni!o 'erando novas vidas fil%os para 0eus.
O pecado, deformador do projeto de Deus:
/quando o pecado entrou no coraç!o da primeira família# veio destruir todo o equilíbrio# toda
unidade na vida do casal e a intimidade para com 0eus# desestruturando assim a família# a sociedade#
enfim toda a %umanidade  CIC 400.
/em nossos dias a %istória n!o está muito diferente com as famílias# que tem se desestruturadoQ
por causa do pecado muitas famílias est!o condenadas - morte# porque ainda n!o e+perimentaram a
salvaç!o.
/e a salvaç!o já c%e'ou a nós por meio de 8esus.
/quando lemos a %istória de Noé no anti'o testamento# observamos que diante de uma
sociedade corrompida pelo pecado# ele e sua família conse'uiam viver se'undo a vontade de 0eus# por
isso encontraram 'raça diante dos ol%os de 0eus.
/obedientes a 0eus em tudo# foram salvos do dil(vio ficando dentro da arca.
Deus quer salvar as famílias hoje
/0eus quer salvar a sua família# e %oje nossa arca é 8esus. " família que tem 8esus como
*en%or está salva.
/é fundamental que a salvaç!o c%e'ue -s famílias.
/a família que tem buscado ser obediente a 0eus# tem e+perimentado sua proteç!o.
/0eus quer estar presente em todas as famílias. )orque a salvaç!o é para todos.
/0eus deseja ver as famílias vivendo seu projeto de amor %oje.
/o convite de 0eus é para sua família viver esse projeto7
 de ser uma família renovada
que tem 8esus como *en%or
que viva impulsionada pelo &spírito *anto
em comun%!o com a i'reja
Uma família que vive diferente dos moldes do mundo
/uma família que viva7
o amor o convívio a oraç!o do terço em família
o perd!o a oraç!o o diálo'o
a ale'ria os sacramentos  a leitura da palavra
/uma família que viva se'undo os valores de 0eus.
12
/esse é o nosso c%amado# nosso primeiro c%amado:
/ser família %oje# se'undo o projeto de 0eus# para sermos testemun%as do seu amor para
o mundo.
DEUS QUER MAIS DE VOCE E DE SUA FAMILIA
/0eus %oje esta escol%endo sua família para o serviço do seu reino.
/como bati$ados somos c%amados a desenvolver uma miss!o.
/assim como narra as escrituras# 0eus c%amou muitas famílias# muitos casais# %oje está
c%amando voc,.
/porque a família sempre foi e sempre será a promotora do reino de 0eus aqui na terra.
/dentre as famílias escol%idas vamos ver o c%amado de "br!o e *arai.
GEN 12, 1-3
0ei+a a tua terra Ftodas as suas se'urançasH
;ai para onde eu te mostrar Fn!o mostra o lu'ar# mas c%ama para iniciar um
camin%oH
?arei de ti uma 'rande naç!o Ffamílias bati$adas no &spírito *antoH
Le abençoarei Fcapacitaç!o para a miss!o a ser desenvolvidaH
serás fonte de benç!o Funç!o ministerialH
Lodas as famílias da terra ser!o benditas em ti. FpromessaH
Diante da proposta de Deus, Abrão e Sarai disseram sim.
/n!o tiveram medo de começar vida nova
/n!o tiveram medo das responsabilidades
/n!o se sentiram incapa$es diante da miss!o
/apenas confiaram e se entre'aram nas m!os de 0eus.
E como resposta  Gen 12.4
/)artiram.........
/&sse mesmo c%amado 0eus fa$ %oje para sua família %oje. .
/Deixa a tua terra 0)al é a t)a terra 7o<e,
/)reocupaçBes e+a'eradas# comodismo# medo# sentimentos de incapacidadeS
/Vai para terra onde eu te mostrar
o c%amado é para al'o novo# ministério para as famílias é um serviço novo dentro da RCC #
estamos começando o trabal%o.
/é al'o a ser conquistado# nada pronto.
/0eus quer nos mostrar todo o trabal%o.
Farei de ti uma grande nação
 0eus quer salvar muitas famílias através deste serviço e quer utili$ar/se de voc,.
-Te abençoarei  0eus está conosco# temos a sua benç!o# sua proteç!o.
-Serás fonte de benção  0eus nos da uma unç!o especial para desenvolver esse serviço# vai
ser fonte em nós.
-Todas as famílias da terra serão benditas em ti *eremos testemun%as# e com nosso
testemun%o muitas famílias ser!o salvas.
O chamado para hoje:
/0eus nos c%ama a viver uma família nova# dentro do seu projeto de amor e nos fa$ um
c%amado especial de levar outras famílias a terem esse encontro com 8esus para viverem também seu
projeto nas suas vidas.
1G
/tendo 8esus como *en%or de nossas vidas teremos um mundo novo# vivendo o modelo de
famílias novas.
/n!o ten%as medo de di$er sim# de responder ao apelo 0eus.
/pois assim como "br!o foi sustentado por 0eus para reali$ar sua vontade# &le também vai
sustentar voc,.
/a miss!o é ampla# 'rande# mas n!o estamos so$in%os# tudo está a nosso favor.
/a força de 8esus Cristo Ressuscitado está em nós# através da presença do &spírito *anto.
/temos o envio do próprio 8esus7
 >c GD.G=  evangelizar
 >t 1I.GJ/12  formar, ensinar
/esta é a nossa miss!o# esta é a miss!o da RCC
/esta é a miss!o da i'reja.
Conclusão:
-se fi$ermos um minuto de silencio# ouviremos o 'rito das famílias.
/talve$ nem precisemos fa$er sil,ncio# pois o 'rito de socorro está t!o forte que é impossível
n!o escutar.
/0eus te c%ama para salvar as famílias. &le precisa da tua família.
/&u termino esta colocaç!o com uma frase de 8o!o )aulo 99.
FAMILIA TORNA-TE AQUILO QUE TU ÉS
-Tenho certeza no meu coração que esta é a vontade de
Deus para as famílias.
/&le quer contar com voc,.
QUE A SAGRADA FAMILIA NOS A1UDE NESTA MISSÄO
2ª COLOCAÇÄO
A REALIDADE DAS FAMILIAS HO1E
INTRODUÇÄO:
-sabemos que 0eus criou a família para si# para viver uma realidade que transcende nossa vis!o
%umana.
/também vimos que o projeto de 0eus está deformado no mundo atual em conseq.,ncia do
pecado que se instalou por toda a terra.
/o meio# o lu'ar onde essas conseq.,ncias s!o mais desastrosas está justamente dentro de
nossos lares# no seio das famílias.
/*atanás ataca a família no seu 4ma'o# e ataca de todos os lados# pois sabe que 0)ando a
fam8lia camin7ar Aem, a sociedade tamAém ir- Aem:
/por esta ra$!o# é que a conviv,ncia e a comun%!o entre as pessoas se tornaram um 'rande
desafio para nossos tempos.
o desafio de sobrevivência nos dias atuais
/vivemos num mundo onde e+iste uma 'rande dificuldade de sobrevivência.
-a dificuldade que existe para a manutenção e sustentação de nossos lares.
/dificuldades causadas pelo pecado pessoal# social e comunitário que tra$ conseq.,ncias
penosas para todos nós.
6os desa<)stes sociais são 'randes iniAidores da &ida familiar nos tempos at)ais
/além disso# vivemos situaçBes diárias que v!o criando em nós estados de espírito que muitas
ve$es variam durante o dia# a semana# etc.
6portanto, s9 a soAre&i&+ncia neste m)ndo, <- é )m 'rande desafio nos dias de 7o<e,
principalmente para a0)eles 0)e estão lon'e de De)s:
11
/porém vemos também que o maior desafio n!o está apenas em manter/se e sobreviver neste
mundo# mas em con&i&er com as pessoas nesse mesmo m)ndo:
/e sabemos que tudo isso só é possível se a presença de 0eus se fi$er dentro de nossos lares.
O desafio de con&i&er com as pessoas
Na família:
/ol%ando para as famílias nos dias de %oje# vemos como o projeto de amor# de comun%!o e de
fecundidade que 0eus ideali$ou para nós# está lon'e de se tornar uma realidade# pela dificuldade de
convivermos com outras pessoas.
O 0)e ca)sa dific)ldade de con&i&+ncia,
/a causa da dificuldade de conviv,ncia tem um nome  pecado familiar
Mas qual pecado?
/o pecado do e'oísmo# do individualismo# a falta de diálo'o# a falta de tempo para estar com o
outro e com os fil%os# tudo isso que tem se difundido abertamente em nosso tempo.
/e essa quest!o se fa$ presente no casamento# nos lares# em nossas casas e n!o na casa dos
outros como muitas ve$es queremos ver.
/as dificuldades na conviv,ncia conju'al e familiar criam realidades de famílias diversas em
nosso meio.
/podemos classificá/las a 'rosso modo em 2< 'rupos7
/famílias infeli$es
/famílias acomodadas
/famílias feli$es
REALIDADES FAMILIARES DA ATUALIDADE
1) Famílias infelizes:
-é 'rande e tem aumentado assustadoramente o n(mero desse 'rupoQ
/também aumentam diariamente os fatores que colaboram para que esse n(mero aumenteQ
/muitos s!o os fatores que 'eram o modelo de famílias infeli$es7
questões de sobrevivência:
/a pobreza extrema  falta de fé na misericórdia de Deus
-a riqueza extrema  hedonismo (a busca do prazer), materialismo, etc.
-a falta de emprego e o baixo salário  desânimo, abatimentos, insatisfação com a vida.
/as dificuldades na quest!o da sobreviv,ncia# 'eram um outro tipo de anomalia dentro de
nossos lares7
a dificuldade de convivência familiar que 'era os pecados da família7
-esses pecados muitas vezes estão acontecendo em nossas próprias famílias
-o egoísmo  o meu querer em primeiro lu'ar# morre no vocabulário do casal7 XnósX# e cresce
o XeuX.
/efeito do e'oísmo  o fec%amento para o outro
-o individualismo  o mel%or para mim# eu ten%o min%a vida e ela a dela# eu faço de tudo#
eu quero e preciso disto ou daquilo# etc...
/divis!o do din%eiro7 cada um tem o seu
/la$er individual7 pescaria# jo'o de futebol# c%urrasco com os ami'os# casa da m!e# dos
parentes# bar$in%os da vida# etc.
-falta de diálogo  que mina o relacionamento familiar é fruto do individualismo.
-elementos que contribuem para a falta de diálogo:
/televis!o Fcada quarto da casa tem umaH# computador# internet
1<
/comer na frente da televis!o
/a mesa da co$in%a n!o tem mais serventia para a família
-orgulho e auto-suficiência  sem mim esta casa n!o anda# eu sou o burro de car'a# n!o
preciso de seus palpites# etc...
-falta de amor  perde/se a delicade$a nas relaçBes afetivas e se+uais# v!o matando o
primeiro amor.
-falta de perdão  quebra a comunhão, cresce a acusaç!o e diminui o perdoar/se sempre
-falta de paciência já n!o importa mais as opiniBes do outro# tudo o que o outro fa$ me
irrita# tira/me do sério
-indiferentismo  n!o e+iste mais o desejo de um pelo outro por amor# apenas cumprimos
nossa obri'aç!o
-a falta de amor  destrói a esperança da continuidade familiar
/uma só carne volta a ser duas carnes  quebrou-se a comunhão.
/todas estas coisas e muitas outras fa$em dos lares# casas tristes# doentes# mórbidas# - beira da
morte.
/sabemos que todos estes fatores s!o frutos do pecado social# conju'al e familiar que oprime
nossas famílias.
A solução do mundo:
/diante dessa realidade# o mundo nos oferece soluçBes vividas por muitas pessoas.
 o di&9rcio, a separação é mais fácil desse .eito:
 os &8cios, o ad)ltério, etc:::
Conseqüências:
 modelos deformados de famílias
/desquitados# divorciados
/m!es so$in%as com os fil%os
/pais que criam fil%os sem m!e
/avós criando os netos# lon'e dos pais
/amasiados# 1O uni!o# fil%os ile'ítimos
/adultério# bi'amia# etc...
2) Famílias acomodadas:
/talve$ este seja o 'rupo com maior n(mero e+istente
/vivem como num hotel
/também falta de tudo um pouco neste tipo de casamento# mas as pessoas se i'noram# s!o
indiferentes umas as outras.
/vivem uma falsa vida familiar.
/quando recebem visitas# e+pressam uma falsa ale'ria e pa$ familiar.
/e se utili$am de anti'as frases como7 ;t)do &ai Aem, até o dia em 0)e nos a'1entarmos=:
-é esse tipo de família que Satanás mais aprecia
-pois &i&em )ma &ida morna# uma vida falsa e mentirosa# mascarada pela indiferença de uns
para com os outros.
/são fam8lias 0)e &i&em lon'e de De)s# di$endo que n!o necessitam de reli'i!o.
/também est!o nesse 'rupo os 0)e &i&em s)a reli'ião na s)perficialidade.
/v!o - 9'reja todos os domin'os
/al'uns até freq.entam 'rupos de oraç!o# fa$em parte de uma pastoral ou outra# mas n!o
querem se comprometer com nada.
Em nossa realidade de RCC:
/temos muitos servos e servas que participam do O# mas que n!o conse'uem tra$er seus
parentes e se jul'am sofredores por isso# no entanto# n!o mudam de vida# n!o d!o testemun%o# por isso
n!o atraem seus familiares para os Os.
1R
/o local mais difícil de testemun%armos 8esus Cristo como nosso *en%or é dentro de casa# pois
lá n!o adianta ter máscaras# ou vivemos a busca de santidade# ou n!o convenceremos nin'uém.
/temos infeli$mente em nosso meio# pessoas que se acostumaram a viver vida espiritual
so$in%os.
/maridos# esposas# s!o até servos# mas n!o tra$em seus familiares para a 9'reja.
/é preciso mudar este quadro dentro da própria i'reja# dentro e nossos Os.
3) Famílias felizes:
/'raças a 0eus ainda e+iste esperança para o mundo
/0eus jamais desistiu do %omem e da mul%er# nem do seu projeto de formar famílias feli$es#
plenas de seu amor.
/temos encontrado entre aqueles que tiveram um encontro com 8esus# casais que conse'uiram
vencer todos os pecados do matrimEnio# que lutam para manterem vivo o amor verdadeiro# reali$ando/
se plenamente.
/como é bom quando encontramos al'uém que nos fala da sua ale'ria de ser casado.
-Exemplo do casal na lua de mel  5O mel%or presente que recebi foi voc,6.
-50 anos depois nas bodas de ouro  5Como a vida tem sido curta para nos amarmos6
/s!o famílias que buscam viver um modo diferente de ser família.
/famílias dispostas a tril%arem o camin%o da santidade conju'al# reali$ando o son%o de 0eus
para as famílias  a civilização do amor.
Conclusão:
-concluir esta colocaç!o com uma din4mica# levando cada casal do encontro a uma refle+!o.
/em que 'rupo nossa família se encai+aS
/como vemos este c%amado de 0eus para nossa famíliaS
/estou disposto a colocar min%a família dentro do projeto de 0eusS
3ª COLOCAÇÄO
O PORQUÊ E A MISSÄO DO MINISTÉRIO PARA AS FAMILIAS NA RCC
INTRODUÇÄO:
/diante de tudo o que nos foi apresentado até a'ora# vemos que é 'ritante a ur',ncia de uma
aç!o evan'eli$adora que ven%a trabal%ar numa lin'ua'em específica para as famílias.
-al'umas pessoas podem até per'untar7
>"* )OR@C& C>" &;"N&M9Y"VUO 09R990" &*)&C9?9C">&NL& Z* ?">TM9"*S
/vimos a realidade que as famílias se apresentam atualmente# é de total desestruturaç!o# e isso
tudo porque a família tem sido atacada diretamente por *atanás# através de todos os meios possíveis e
ima'ináveis.
Nos dias de 7o<e o m)ndo tenta det)rpar a ima'em da fam8lia:
-tirando/a cada ve$ mais de dentro do projeto de 0eus.
/famílias sem a benç!o# sem a proteç!o de 0eus# tornam/se famílias desajustadas.
/famílias desajustadas tiram a força da fé# do amor# do diálo'o# da esperança# da partil%a#
enfraquecem o valor da vida.
e isso acontece desde o princípio:
/também no tempo de 8esus os fariseus já fa$iam isto ler / Mt 19,3-12
/mas foi 0eus quem criou a família# e l%e confiou uma miss!o.
/~dominai a terra, crescei e multiplicai-vos¨
/o papa 8o!o )aulo 99 vai nos falar na conclus!o da ?amiliaris Consortio que7
1=
;O f)t)ro da 7)manidade passa pela fam8lia=
/o inimi'o de 0eus# sabe disso# con%ece a força da família# a fortale$a que se torna uma casa
quando todos se apro+imam do trono da 'raça de 0eus.
/por isso luta incansavelmente para destruí/la.
Boão "a)lo II5
6precisamos e&an'eli(ar as fam8lias por0)e:
/“o matrimCnio e a fam8lia constit)em )m dos Aens mais preciosos da 7)manidade, a 1gre.a
quer fa#er chegar a sua vo# e oferecer a sua a.uda a quem" conhecendo .á o valor do matrim2nio e da
família" procura viv3-lo fielmente" a quem" incerto e ansioso" anda a procura da verdade e a quem
está impedido de viver livremente o pr4prio pro.eto familiar5 .FC, D/:
/porque7 ;o centro da sociedade 7)mana est- na fam8lia=:
-a 1gre.a" para cumprir a sua missão" deve esforçar-se por conhecer as situaç6es em que o
matrim4nio e a família se encontram ho.e .FC,E/:
-este conhecimento é" portanto" uma e7ig3ncia imprescindível para a o8ra de evangeli#ação /1dd0+
Restaurar as famílias, a solução para o futuro da humanidade.
/a principal soluç!o para os problemas de nosso mundo está na restauração do verdadeiro
modelo de família
E COMO F ESSE MODE?O DE FAM>?IA,
/aquela que anda nos camin%os do seu *en%or e que con%ece a sua miss!o.
1oão Paulo II nos falou disso em 22 de novembro de 2001:
-como instituição natural" a comunidade familiar foi querida por *eus no 5princípio5" com a
criação do homem e da mulher" para o 8em dos homens+ 9 para este 5princípio5 que Cristo chama a
nossa atenção" quando os fariseus tentam deturpar-lhe a estrutura /:t ;<" =-;>0+
Não foi dado aos 7omens o poder de m)dar o pro<eto ori'inal do Criador:
20 anos de Familiaris Consortio:
/em novembro de 122G o papa 8o!o )aulo 99 em comemoraç!o aos 12 anos do documento
escrito especialmente para as famílias# na ocasi!o renovou o apelo aos bispos e a toda a 9'reja7
;Fam8lias, torna6te a0)ilo 0)e és= .FC DG/
/diante deste convite# podemos refletir um pouco sobre nossa miss!o.
MISSÄO DA RCC:
/Mc 16,15  evan'eli$ar# com poder e autoridade# com carismas.
/Mt 28,19-20  formar o povo de 0eus para que camin%e nos passos do *en%or.
O $%E F O MINISFRIO "ARA AS FAM>?IAS,
/é importante saber que os >inistérios pelo seu tipo de serviço# est!o divididos pelo seu modo
de atuaç!o em7
/>inistérios de serviço F)re'aç!o# 9ntercess!o# Oraç!o por Cura e Mibertaç!o# )romoç!o
Pumana# "rtes# ?é e )olíticaH
/>inistérios de estado de vida F?amília# Crianças# 8ovem# Cniversidades Renovadas#
*eminaristas# *acerdotes e Reli'iososH
/>inistério de formaç!o F)aulo "póstoloH
/>inistério de comunicaç!o *ocial
/isso os diferencia apenas na sua forma de trabal%o# mas todos est!o a serviço do rupo de
Oraç!o que é a e+press!o maior da RCC.
Objetivo geral dos Ministérios:
/em primeiro lu'ar temos que dei+ar bem claro qual o papel dos >inistérios dentro da
1D
Renovaç!o Carismática.
6os Ministérios não t+m papel administrati&o, mas )m papel formati&o: )ortanto# o papel dos
>inistérios é dar formaç!o para os diversos ministérios que e+istem dentro da RCC.
/essencialmente para os servos dos rupos de Oraç!o F>inistério de serviçoH
/nossa clientela preferencial é o participante do O F>inistério de estado de vidaH.
Ministérios de Estado de Vida:
/o >inistério para as famílias é um >inistério de estado de vida# assim como as crianças# os
jovens# os universitários# os *acerdotes e reli'iosos# os *eminaristas.
/ou seja# ele trata de assuntos específicos ao estado de vida em que as pessoas est!o vivendo no
momento.
/em nosso caso é nossa funç!o desenvolvermos a partir e dentro dos rupos de Oraç!o uma
aç!o que ven%a a colaborar com a evan'eli$aç!o e formaç!o das famílias de um modo 'eral.
/é nossa miss!o nos preocuparmos com a miss!o de evan'eli$ar e formar as famílias dentro dos
valores e conceitos evan'élicos através do Batismo no &spírito *anto# na força da oraç!o.
Importante:
6o Ministério para as fam8lias est- dentro de todos os o)tros Ministérios, pois todos os
memAros da RCC fa(em parte de )ma fam8lia, se<a 0)al for s)a realidade at)al:
/por isso é miss!o do ministério# 'erar encontros# dias# mecanismos que possam edificar as
famílias de todos aqueles que participam do O# e daqueles que n!o participam ainda.
/n!o podemos nos contentar em ficar apenas em &ncontrBes# &+peri,ncias de Oraç!o# rupos
de )erseverança# eles# s!o apenas uma das partes da miss!o evan'eli$adora das famílias.
/a miss!o com as famílias é ampla e comple+a# e reali$ada diante da realidade de cada
localidade.
 EVANGELIZAR AS FAMILIAS EVANGELIZAR AS FAMILIAS
-an)nciar a 2oa No&a de De)s, os conceitos e &alores de fam8lia 0)e De)s 'ero) em se)
coração:
  PASTOREAR E DEFENDER AS NOVAS FAMILIAS PASTOREAR E DEFENDER AS NOVAS FAMILIAS
6acompan7ar o nascimento destas no&as fam8lias, a)*iliando6as no con7ecimento e na
&i&+ncia di-ria de )ma no&a realidade de &ida familiar:
Portanto, é nosso dever:
-levar as famílias -7
/terem um encontro com 8esus morto# ressuscitado e 'lorificadoQ
/renovando suas vidas pela força do Batismo no &spíritoQ
/mostrando como viverem o projeto de 0eus em suas vidas# andando nos camin%os do
*en%orQ
/vivenciando os valores e consel%os evan'élicos dentro do larQ
/envolver a família como um todo# casal# fil%os e parentesQ
/preparando os jovens que buscam o sacramento do matrimEnio para uma ades!o
consciente do projeto de 0eus para a família que ir!o formarQ
/formando dia a dia o novo modelo de família# a família que vive a partir da oraç!o a
presença do *en%or em seu seio.
Concluindo a missão do Ministério:
-levar à família a tornar-se àquilo que ela é.
13
-no discurso do dia 11WG2W122G durante o &ncontro com as famílias# o papa 8o!o )aulo 99
inflamou nossos coraçBes di$endo7
;Fam8lia, cr+ na0)ilo 0)e és=:
/diante deste apelo vamos dar os passos necessários7
nosso 1º passo:
/apossarmo-nos de nosso chamado7 ;sermos )m modelo de fam8lia cristão para o m)ndo=
Como5
/ol%ando para a família de Na$aré# para outras famílias que buscam viver o projeto de 0eusQ
/tornando/nos referenciais de família# de casais# de pais# de educadores em todos os sentidos#
principalmente como 9'reja doméstica. &+emplo de família santa7 Muis e >aria Beltrame @uatroc%iQ
/;Fam8lia, cr+ na0)ilo 0)e és=# essa é a ordem da 9'reja para nósQ
-comecemos, então, em nossa própria casa.
2º passo:
-sermos evangelizadores da família, como família.
/anunciar e formar outras famílias para que a *alvaç!o que 8esus veio nos tra$er entre em todos
os laresQ
/sermos defensores dos valores da famíliaQ
/lutarmos em favor das famíliasQ
/proclamando7 ;Fam8lias, torna6te a0)ilo 0)e és= .FC DG/:
;FAM>?IAS, ORNA6E A$%I?O $%E FS= .FC DG/
O que é ser família segundo o projeto de Deus?
6é ser com)nidade de &ida e amor
com uma missão:
6')ardar, re&elar e com)nicar o amor:
ou seja:
/família é o lu'ar onde7
6nasce, cresce e se aprende a &i&er o &erdadeiro amorH
/em nosso tempo# já n!o vemos mais esses referenciais sobre a vida familiarQ
/n!o se tem tempo para vivenciar a comun%!o familiar da qual a família é depositáriaQ
/perdeu/se a consci,ncia de qual é a miss!o da famíliaQ
/por isso o papa pede que retomemos o documento ;familiaris consortio=# que tem mais de 1=
anos# mas que é atualíssimoQ
/e é ele quem nos dá as diretivas sobre os deveres da família.
04 DEVERES GERAIS DA FAMILIA:
GH a formaç!o de uma comunidade de pessoas
1H o serviço - vida
<H a participaç!o no desenvolvimento da sociedade
RH a participaç!o na vida e na miss!o da 9'reja
D/ a formação de )ma com)nidade de pessoas5
/quando se fala de uma comunidade de pessoas# fala/se de um lu'ar onde todos se sentem bem#
ale'res e feli$es de pertencerem aquele lu'ar.
/portanto# sentem/se amados e podem amar livremente# sem reservas# com toda intensidade.
-a família é o lugar onde se aprende a viver o amor
Mas 0)al amor,  1Cor 13
1I
I/ o ser&iço J &ida
a) cooperadores do amor de Deus criador
/0eus ao criar o %omem e a mul%er conferiu/l%es um dom especial# dom divino que tra$
consi'o uma miss!o  a fecundidade
;crescei e m)ltiplicai6&os=
b) o direito-dever dos pais de educar
/educar para os valores essenciais da vida %umana
-educar para o amor
-educar para a castidade
-educar para a vida
-educar para Deus
K/ a participação no desen&ol&imento da sociedade
/a família bem formada# que vive uma comun%!o de amor# que desenvolve o seu papel
formativo# contribui para a sociedade formando %omens e mul%eres com critérios e valores firmados
no projeto de 0eus.
a) família, célula primeira e vital da sociedade
b) a vida familiar como experiência de comunhão e participação
c) a função social e política da família
E/ a fam8lia no mistério da I're<a
/é dever da família# edificar o Reino de 0eus.
/a família é a 9'reja doméstica
/é a 1ª comunidade íntima de vida e amor
6é o l)'ar onde aprendem a serem )m s9 coração e )ma s9 alma
6fam8lia, l)'ar onde se aprende a re(ar:
6escola de oração
6pais, ed)cadores da oração:
-família, lugar do primeiro encontro com Deus.
CONCLUSÄO:
;O F%%RO DA L%MANIDADE "ASSA "E?A FAM>?IA=
/é na família que nascem# crescem e formam/se as vocaçBesQ
/é da família que sur'ir!o os novos %omens e mul%eres do futuroQ
/se tivermos famílias com ritmos diri'idos por 0eus# andando na lu$ do *en%or# teremos um
mundo novo onde será visto definitivamente o Reino de 0eus.
Palavras do papa 1oão Paulo II:
Conclusão da FC:
;é indispens-&el e )r'ente 0)e cada 7omem de Aoa &ontade se empen7e em sal&ar e
promo&er os &alores e e*i'+ncias da fam8lia=
;amem, partic)larmente a fam8lia=
;amar a fam8lia si'nifica:::::::::=
ANEXO PARA DINAMICA CON1UGAL
 A ORAÇÄO CON1UGAL - MARIDO E MULHER 1UNTOS:
/a oração con<)'al é )ma condição para o crescimento da espirit)alidade do casal
/a oraç!o feita em comum marido e mul%er# 'era frutos de comun%!o com 0eus e um com o
1J
outroQ
/através da oraç!o conju'al# nos revelamos um ao outro na presença de 0eusQ
/diante de 0eus# nossas máscaras tendem a cair# n!o %á como sermos falsos diante de 0eusQ
/um dos 'randes desafios da oraç!o conju'al é justamente esse medo de revelar sua alma# sua
fé# sua viv,ncia interior diante de 0eus# pois a oraç!o revela aquilo que somos e manifesta 0eus em
nossas vidasQ
/o casal deve lutar para proporcionar esse momento precioso e necessário para sua vida
conju'alQ
/seus efeitos s!o e+traordinários# pois na oraç!o falamos com 0eus daquilo que sentimos# que
estamos vivendo# e de sua parte 0eus nos comunica sua vontade e sua direç!o para nossas vidas.
/a oraç!o é um diálo'o# por isso ela tem dois momentos inseparáveis# primeiro# falamos com
0eus# depois# escutamos 0eusQ
/muitos casais nos di$em que re$am antes de dormir# al'uns até utili$am aquela tradicional7
“Com *eus me deito" com *eus me levanto" com a virgem :aria e o divino 'spírito &anto”-
/al'uns ainda# re$am o )ai Nosso# um Creio# "ve/>aria# outros até re$am o terçoQ
/todas essas oraçBes s!o boas# mas ainda n!o é a oraç!o conju'al que 0eus deseja que
vivamos# essa é uma oraç!o mais profunda# ou seja# )ma e*peri+ncia dos dois com De)sH
/por isso# n!o pode ser uma oraç!o rápida# formal# recitada# mas uma oraç!o vocal que brote do
coraç!oQ
/que e+presse o que estamos sentindo e vivendo naquele momento como casal e como família.
Como fazer a oração conjugal?
1) Falamos com Deus:
/em um primeiro momento# é falar em vo$ alta diante de 0eus e do outro aquilo que está em
meu coraç!o# enquanto o outro ouve# partil%a comi'o de min%a oraç!o# intercede por mim em seu
coraç!o# enquanto me revelo diante de 0eus.
/depois é a ve$ de o outro e+pressar seus sentimentos# seu coraç!o diante de 0eus.
/é importante e+pressar sem medo# sem restriçBes aquilo que está no coraç!o# pois é o íntimo
do nosso coraç!o que interessa para 0eus.
/quando nos revelamos a 0eus diante do outro# permitimos que no outro con%eça mel%or meu
interior# min%a vida com 0eus.
2) Deus fala conosco:
/depois desse primeiro momento diante de 0eus# que pode ser feito da forma que cada casal
ac%ar mel%or# usando também um salmo# uma passa'em bíblica# etcQ
/depois de es'otado o que 'ostaríamos de di$er para 0eus# é %ora de ouvirmos 0eusQ
/é momento de silenciar nossos coraçBes# de dei+ar 0eus falar em mimQ
/muitos podem até nos di$er# ;mas e) não consi'o esc)tar De)s=H
6De)s nos fala de di&ersas formas5
/no sil,ncio do coraç!o com palavras interioresQ
/com sentimentos interiores que e+pressam o sentimento de 0eus para nósQ
/através de ima'ens interiores que e+pressam a vontade de 0eus para nósQ
/através de uma citaç!o bíblica que o &spírito nos inspiraQ
/e também através dos fatos de nossas vidasQ
/na oraç!o conju'al# o &spírito *anto de 0eus irá utili$ar/se de todos esses recursos e outros
mais para levar/nos a meditar e descobrir a direç!o que 0eus está dando para nossas vidas.
3) Partilha da escuta e direcionamento familiar
/após esse momento# o casal fa$ um momento de partil%a# onde fala daquilo que sentiu# ou está
sentindo em seu coraç!o# aquilo que 0eus está mostrando para nossas vidasQ
/após a partil%a dos dois# o casal avalia qual a direç!o que 0eus está dando para aquele tempo
em sua vida conju'al e familiarQ
<2
Como
escuta
r0eus
S
/a oraç!o conju'al dessa forma tem força para nos impulsionar por toda uma semana# por isso
temos proposto que seja feita dessa forma ao menos uma ve$ por semanaQ
/nos outros dias# a oraç!o familiar estará dando manutenç!o a esse momento forte que vivemos
como casalQ
/o fruto da oração conjugal é a %armonia de sentimentos# a %armonia na vida se+ual# a
%armonia no diálo'o# o reflorescimento do amor e dos frutos do amor# como a paci,ncia# mansid!o#
delicade$a...
/pois quando nos e+pomos - presença de 0eus como casal# somos ban%ados pelo amor
purificador e restaurador de 0eus em nossas vidas.
<G

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