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Publicação informativa de assuntos ligados às atividades de consultoria, profissão, administração, mercado de trabalho, gestão de pessoas, palestras, treinamentos, cursos e orientação. Editor: Edner Braga Ano I n.1 agosto/2007

EDITORIAL
Lançamento com diversas novidades: interatividade, informação, participação, conhecimento e divulgação.
Prezados Amigos, estamos lançando neste mês de agosto a News Letter , e é com muita honra, orgulho e satisfação que oferecemos à vocês as informações que se seguirão ao longo das páginas desta publicação. Publicação esta que se concretiza a partir de projetos pessoais e profissionais de levar informações sobre consultoria, profissões, administração, mercado de trabalho, gestão de pessoas e divulgação de palestras, treinamentos, cursos e atividades de orientação. As notícias, informações e conhecimentos aqui veiculados poderão ser de autoria diversa: amigos, colaboradores, leitores, entre outros. Se quiser divulgar alguma atividade ou enviar alguma informação pertinente e coerente com a proposta desta publicação, é só remeter para ebraga@ebragaconsultoria.profissional.ws , e aguardar nossa confirmação de aprovação para veiculação. Nesta publicação você poderá encontrar mensalmente artigos empresariais, links para artigos científicos, resumos de monografias, dissertações e teses, indicação de livros, artigos, sites, filmes, resenhas bibliográficas, textos de interesse, e divulgação de eventos empresariais, acadêmicos e científicos. E poderá também recomenda-los, basta fazer contato. Por fim, você poderá saber ou informar a todos os leitores sobre atividades de consultoria, orientação, treinamento, cursos, palestras, oficinas, e poderá também utilizar-se do classificados em que você divulgará compra, venda, ofertas de serviços, ofertas de oportunidades, parcerias, e tudo que estiver relacionado com o foco desta publicação. Bem, obrigado pela sua atenção e agora vamos ao trabalho!!!!

ARTIGO EM DESTAQUE PERSPECTIVAS DA ADMINISTRAÇÃO E O CONHECIMENTO INTERDISCIPLINAR
Conforme temos visto, a Administração enquanto prática e enquanto área do conhecimento vem passando por momentos de transformação, caracterizando um processo de evolução que caminha a passos largos. É possível vislumbrar isto se tivermos em mente os aspectos que tem sido discutidos sobre o tema da necessidade de administração e sobre as características dos administradores. Percebemos ainda que o processo de administração que se baseava nos estudos de Fayol, e que colocava as funções clássicas no campo do planejamento, organização, liderança e controle acabou agregando outras funções relacionadas aos níveis (Gerentes de Primeira Linha, Gerentes Médios, Administradores de Topo, Administradores funcionais e Administradores Gerais. E que nessa perspectiva moderna exige-se dos profissionais um conjunto de habilidades técnicas, humanas e conceituais e que agrega ainda papéis interpessoais, informacionais e decisórios. E há que se lembrar também que se impõem desafios relacionados às necessidades de Visão, de Ética e de Treinamento. Isto tudo pressupõe que o administrador (independentemente da área em que escolha atuar) deverá reunir uma gama de conhecimentos teóricos e técnicos que lhe permita ler a realidade e intervir baseado nos seus conhecimentos de modo a manter a governabilidade das empresas. E está exatamente na ordem dessas coisas a perspectiva da administração como um arcabouço de conhecimento interdisciplinar (psicologia, filosofia, sociologia, administração de recursos humanos, administração financeira etc). E esta interdisciplinaridade refere-se à capacidade de utilizar-se desses conhecimentos de forma dinâmica e sistêmica.

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A Administração como Técnica e como Ciência Se pensarmos evolutivamente nas Teorias da Organização, desde os antecedentes até as abordagens mais modernas da Administração podemos perceber que esta evoluiu tanto do ponto de vista técnico como do ponto de vista científico. Podemos ainda refletir que se grandes pensadores desta área tais como Taylor, Fayol, Elton Mayo, Barnard, entre outros, trouxeram contribuições práticas para fazer evoluir a tecnologia de gestão ou a técnica da administração, fizeram também importantes contribuições científicas, pois ao pensarem a realidade concreta e palpável produziram conhecimentos que agora podem ser vislumbrados dentro de uma perspectiva evolutiva da Ciência chamada Administração. Administração é Ciência a partir do fato de reunir uma série de conhecimentos cumulativos e que permitiram a cada momento refletir e fazer avançar as teorias que foram geradas. Administração é também Técnica a partir do momento em que os modelos teóricos permitem intervir na realidade e aplicar modelos ou tecnologias de gestão.

O objeto de estudo da Administração. Ora, se a Administração é uma ciência, como toda ciência, deve ter um objeto de estudo. E aqui defendemos a idéia de que este objeto é a ORGANIZAÇÃO, e que por mais que isto seja discutível e polêmico, pelo menos há que se concordar que ao vislumbrarmos a linha evolutiva dessa ciência, pudemos perceber que se ela se inicia com foco na eficiência do trabalhador, passa no momento seguinte a focar a ORGANIZAÇÃO como um contexto mais macro para se entender o comportamento dos trabalhadores e as possíveis causas do sucesso e do fracasso na produtividade e depois na qualidade. Mesmo que num momento seguinte possa se focar na compreensão da liderança e das decisões executivas, o foco na ORGANIZAÇÃO não se perde, pois o ambiente em que se estudam esses fenômenos é a ORGANIZAÇÃO. Se defendermos aqui esta idéia, não podemos esquecer que neste objeto se insere o SER HUMANO, e que modernamente ele tem um lugar central nas pesquisas em administração, pois o fator humano tem se apresentado na ordem e na pauta de soluções que precisamos buscar no mundo do trabalho.

Os Estudos Atuais em Administração Se dermos uma rápida pesquisada nos artigos e livros que tem sido produzido atualmente no campo do conhecimento em administração vamos perceber que as dimensões que tem sido estudadas repousam no campo da abordagem política e cultural das organizações, com ênfase, sobretudo no poder, e que se tem discutido os atributos de excelência organizacional, do modelo pós-empresarial e das organizações do futuro e da gestão da mudança organizacional. Então, temas recorrentes, tais como, Gestão da Qualidade Total, Reengenharia, Reinvenção completam os espectros das metáforas e imagens organizacionais e reafirmam a ORGANIZAÇÃO como objeto de pesquisa da Ciência da Administração. Nesse sentido, é bom que se ressalte que os pesquisadores da administração lamentam o fato de que seu trabalho tenha tão pouco impacto na prática gerencial. Os gerentes, por suas vez, procuram conhecimentos em que possam apoiar-se para aprimorar a performance organizacional. Entretanto, raramente retornam às universidades de onde saíram como gerentes, para se alimentar dos novos conhecimentos gerados e assim prepararem-se melhor para lidar com os desafios cotidianos.

A Administração na Sociedade Global Os anos recentes da globalização vêm provocando alterações marcantes nos governos, setores e empresas – repercutindo na vida das pessoas – com desdobramentos nem sempre fáceis de serem absorvidos e compreendidos. O quadro de transformações se processa em velocidades espantosas, conferindo-nos freqüentemente a sensação de que não vamos lograr sucesso em acompanhar tais mudanças. Esse novo e difícil momento mundial vem provocando um elenco substancial de novos e radicais procedimentos em países e governos. Tais mudanças não se constituíam em regras dominantes nos anos 60, 70 e 80. Um dos pontos centrais dessa nova moldura corresponde ao fato de a sociedade mundial ter concluído pela necessidade do encolhimento de determinadas funções empresariais do Estado. No contexto atual, busca-se conduzir a concentração de suas ações para as áreas-chave de bem-estar social, saúde, educação e segurança – acompanhadas de determinadas ações complementares e infraestruturais. Assim, o Estado-empresário abre espaço para o Estado de atenção social e o Estado catalisador do desenvolvimento integrado. Nesse novo desenho objetiva-se concentrar-se na alavancagem da área social e do ambiente cultural, com especial ênfase em contingentes populacionais marginalizados, enquanto, simultaneamente, no plano econômico, procura-se sinalizar, criar e providenciar condições consistentemente provocadoras de um processo acelerado de desenvolvimento econômico. Percebemos que até nestas pressupostas concentrações, o Estado deixa brechas que tem sido ocupadas pela sociedade civil que se organiza (ONG’s) e que agora requerem a presença do profissional da administração para garantirem a sua sobrevivência, abrindo novos campos de atuação situados na Administração do Terceiro Setor, Administração da Saúde, Administração de Agronegócios, Administração do Turismo, Administração do Esporte, Administração do Lazer, Administração da Cultura e outros ainda não perscrutáveis.

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A interdisciplinaridade em Administração Assim, após estas explanações, retornamos a questão da interdisciplinaridade em Administração, pois a leitura dessas complexidades da realidade mundial e que impacta a realidade organizacional e do trabalho, requer desse profissional a capacidade de absorver, compreender e, sobretudo tornar instrumento de intervenção todo um cabedal teórico-técnico sem o qual se tornará impossível administrar empresas. A compreensão da gama de relações que se estabelecem entre uma determinada organização e seus elementos indiretos no ambiente externo (variáveis sociais, políticas, econômicas e tecnológicas) e seus elementos diretos no ambiente externo (stakeholders) vai exigir o domínio de um referencial teórico interdisciplinar aplicável na interpretação e intervenção da realidade empresarial.

As perspectivas para o futuro Apesar dos anos oitenta se caracterizarem, em grande parte, pela crise da teoria da administração, uma conclusão pode ser extraída desse período: a capacidade de lidar com mudança caracterizam as organizações de sucesso. O problema da mudança não é um problema novo na teoria da administração. Remonta aos anos cinqüenta a primeira literatura sobre esse assunto e tem na teoria e prática do desenvolvimento organizacional (DO) o primeiro modelo de mudança. Entretanto, apareceram novas teorias, e novas abordagens desenvolveram-se até que nos anos oitenta e, sobretudo nos anos noventa, o problema da mudança transformou-se em uma preocupação central das organizações. A tendência para o futuro aponta para o aumento da concorrência entre as organizações em função das exigências do consumidor, alteração do poder de compra da população, escassez de insumos produtivos e recursos críticos, alterações tecnológicas crescentes, escassez de determinadas habilidades, alterações no ritmo e na natureza das mudanças sociais que apontam a riqueza das perspectivas para o futuro da administração e administradores que deverão dominar: a gestão de negócios, o novo ambiente organizacional, mudanças no regime e nas modalidades de trabalho, a virtualização das organizações, aumento da produtividade e da qualidade, compreensão das novas tecnologias e novos modelos de gestão, e, por fim, a exigência crescentemente marcante de desenvolver uma visão de futuro.

NOVAS APLICAÇÕES Metodologia científica aplicada à empresa
A metodologia não é mais só um instrumento de utilização acadêmica ou científica. Muito recentemente o treino em lógica dos métodos científicos vem sendo desenvolvido para aplicação nas organizações e empresas em geral: Planejamento, Projetos, Gerenciamento de Informação, Gerenciamento de Conhecimento, Consultoria, Assessoria, Diagnóstico Empresarial e Comunicação. As normas de discurso e estética científicos permitem maior clareza, objetividade, unicidade e coerência no planejamento, na apresentação de projetos de pesquisa de implantação de recursos e serviços e nas propostas de Assessoria e Consultoria Empresarial Da mesma forma, pode-se utilizar dos recursos e instrumentos metodológicos para: Levantamento de necessidades de treinamento, Investigação de Clima e Cultura Organizacional, Diagnóstico de Empresa, Detecção de problemas empresariais, Métodos de solução de problemas, Tomada de decisão e Elaboração estratégica. Por fim, a metodologia pode ser utilizada como instrumento de elaboração da Comunicação Empresarial, tais como: Normatização de documentos, formulários e relatórios, Projetos Empresariais, Manuais, regulamentos, regimentos e normas, Jornais e revistas empresariais, Textos e artigos de empresas, Folders e materiais de divulgação externa, Informes publicitários via mídia impressa e Home Pages. Em síntese, além de assegurar organização, coerência e substancialidade na ação empresarial, a metodologia oferece subsídios para a credibilidade e a boa imagem da sua empresa.

INDICAÇÃO DE SITE Banca de Revista www.bhnet.com.br/banca
Links para publicações on line de todo o mundo, organizada em estantes temáticas variadas. Acesso às principais agências de notícias internacionais. Resumo de notícias publicadas em países de língua inglesa e espanhola, além do Brasil. Notícias de última hora divulgadas pela mídia.

4 ESPECIAL DO MÊS Direitos Humanos para Administradores: Seja um profissional com este diferencial competitivo
Abordar os temas que constituem o pensamento em torno dos Direitos Humanos é tarefa desafiadora e prazerosa, principalmente quando a discussão a ser travada é direcionada à Administradores. Afirmamos isto porque a administração está diretamente ligada aos Direitos Humanos na medida que pode estimular o exercício da cidadania a partir da prática dos deveres e do exercício dos direitos. Portanto, está nas mãos dos Administradores em grande parte, a formação de uma empresa-cidadã que forma trabalhadores cidadãos, incluindo-se aí uma prática voltada para os Direitos Humanos. Com isto em mente, deve-se fazer uma abordagem dos principais conceitos e das discussões fundamentais para que o futuro ou o presente Administrador desenvolva a consciência da relação entre Administração e os Direitos Humanos, e possa operacionalizá-los em suas práticas de gestão. Ao longo deste percurso pode-se refletir temas interessantes e sujeitos a muitas discussões e polêmicas, tais como: direitos da criança, discriminação, inclusão, ética, cidadania, aborto, clonagem, eutanásia, pena de morte, violência, entre outros. Utilizamos para atingir nossos objetivos, documentos fundamentais relacionados à esta área de estudo, a exemplo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Declaração de Dakar, Declaração dos Direitos da Criança e a Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial, bem como, lançamos mão de obras atualizadas de autores de autoridade reconhecida nesta área. Temos a crença de que este curso contribuirá muito para os Administradores se tornarem formadores de opinião junto aos seus colaboradores, equipes de trabalho, pares e toda a sua rede de influências, ajudando-os a se posicionarem com responsabilidade e consciência frente as questões da vida atual, não se deixando mais apenas serem conduzidos pelos veículos de comunicação de massa, e reproduzindo mecanicamente discursos ingênuos, inócuos e nocivos ao exercício da cidadania. A discussão acerca dos Direitos Humanos em Administração é uma conseqüência natural desta área de conhecimento depois de tantos avanços nas reflexões sobre cidadania, responsabilidade social das organizações, empresas-cidadãs, qualidade de vida no trabalho, inclusão social, preservação ambiental e tratamento justo nas organizações. Portanto, este curso objetiva fazer uma abordagem dos principais conceitos e das discussões fundamentais para que o administrador desenvolva a consciência da relação entre Administração e os Direitos Humanos e possa operacionalizar uma gestão focada nesses direitos, seja qual for a sua área de conhecimento e atuação em administração. Para tal intento, o curso foi dividido em dez unidades com os seguintes conteúdos: Apresentação da Disciplina de Direitos Humanos: definição e conceitos relacionados; Declaração Universal dos Direitos Humanos e os Direitos da Criança; Direitos Sociais e Exercício da Cidadania; Direitos Humanos e Administração: Formas de discriminação nas Empresas; Administração para a Inclusão: Portadores de Necessidades Especiais, Povos Indígenas, Diferenças religiosas e étnicas; Ética e Administração; Administração para os Direitos Humanos; Discussões atuais em Direitos Humanos: Aborto, Clonagem, Eutanásia e Pena de Morte; Discussões Atuais em Direitos Humanos: Violência, Estupro, Trabalho Infantil, Tolerância e Discriminação; e Revisão e Avaliação do Curso. Trata-se de um Curso de Extensão Universitária com carga horária correspondente a trinta e oito horas e desenvolvido em vinte semanas. Isto quer dizer que o estudante terá até duas semanas para realizar cada uma das Unidades. Integralmente realizado pelo sistema de Ensino à Distância (EaD), com textos básicos, exercícios, atividades, fóruns de discussão, propostas de reflexão e atividades de interação. Ao final você receberá Certificado de Extensão Universitária fornecido pela Faculdade Campos Elíseos, que é uma Instituição de Ensino autorizada e reconhecida pelo Ministério da Educação, com excelente conceito social, tal como prêmio Top of Mind, Prêmio Quality Brasil, Conceito A no último Provão, Nota 4 no ENADE, Nota 4 no IDD, e 4º melhor curso de Administração de São Paulo. O custo do investimento é super acessível, apenas R$ 80,00 (oitenta reais), incluindo as aulas virtuais, a emissão do Certificado de Extensão Universitária, e junto com este, você receberá também um CD-ROM com todo o conteúdo do Curso. Para mais informações e inscrições você poderá fazer contato pelo e-mail ebraga@ebragaconsultoria.profissinal.ws pelo www.ebragaconsultoria.profissional.ws pelo fone (013) 8142.9806, pelo www.faesp.br, ou na Faculdade Campos Elíseos pelo fone (011) 36615400.

5 MONOGRAFIA

A Gestão Ambiental como Estratégia Competitiva para as Organizações: uma análise da ISO 14.000.
LOPES, FRANCISCA MARGARETE DE F. A gestão ambiental como estratégia competitiva para as organizações: uma análise da ISO 14.000. São Paulo, Faculdade Campos Elíseos, 2006. 80p. (Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharelado em Administração). Resumo: Este estudo procurou empreender uma análise da aplicabilidade das normas ISSO 14.000 enquanto ferramenta de gestão e de competitividade. A motivação para tal empreitada foi a preocupação em saber até que ponto as organizações podem envolver-se e no que podem contribuir para a conservação do meio ambiente. Por razões discutidas ao longo da investigação, atentou-se para o fato de que o envolvimento empresarial com a preocupação ambiental tem como principal sustentáculo a busca pela vantagem competitiva. O método utilizado para a realização da pesquisa foi o bibliográfico, pois pretenda levantar dados que permitisse analisar o tema a partir de proposições e considerações teóricas, visando construir um ensaio acadêmico, ainda raro, sobre o assunto. A trajetória do trabalho partiu de uma fundamentação teórica de base, passando pelo universo conceitual da gestão ambiental, da estratégia, das vantagens competitivas e da imagem organizacional. Uma vez definidos estes conceitos partiu-se para o entendimento das normas ISO 14.000 e da Política Ambiental Brasileira, terminando com uma análise dos custos de implantação da política ambiental e das normas ISO nas empresas. Do conjunto teórico formulado, pudemos pressupor que as empresas tendam a adotar normas ambientais que gerem uma melhor imagem social e que possa se transformar numa visão mais positiva e, consequentemente, mais competitiva. Por fim, entre as constatações, pode-se destacar que há um alinhamento entre qualidade ambiental, otimização dos recursos, minimização dos custos e alavancagem de resultados e lucros. Capítulos: Introdução, Revisão de literatura, Conceituação e definição de gestão ambiental, Discussão sobre as estratégias, vantagens competitivas e imagem organizacional, Uma sinopse das normas ISO 14.000, Um estudo sobre a política ambiental brasileira, Os custos de implantação das normas ISO 14.000, Conclusão e Referências bibliográficas. Contatos com a Autora para obter mais informações ou o trabalho na íntegra podem ser feitos pelos e-mails margareteflopes@yahoo.com.br ou margarete@faesp.br

LINK PARA ARTIGO CIENTÍFICO

RESUMO
O artigo publicado na R.A.E-eletrônica, v.5, n.2, Art. 11. jul/dez. 2006, cujo título é a “Formulação de Estratégias de Desenvolvimento Baseado no Conhecimento Local”, foi escrito por Valdir Fernandes, pesquisador nas áreas de gestão ambiental e desenvolvimento sustentável pela UFSC, e Carlos Alberto Cioce Sampaio, pesquisador em Ecossocioeconomia e planejamento estratégico, atua na FURB. Os autores discutem o planejamento e sua gestão para o ecodesenvolvimento. Para esta abordagem refletem inicialmente sobre o modelo de desenvolvimento e de planejamento estratégico atual, além de apresentar estratégias concretas de intervenção e o critério de racionalidade social. A partir disso, analisam algumas experiências de aplicação das metodologias do planejamento estratégico participativo (PEP) e da gestão organizacional estratégica (SiGOS) que promovem o desenvolvimento endógeno. Avaliam sete aplicações conjuntas das metodologias PEP/SiGOS no Estado de Santa Catarina. Observam que em todas estas experiências prevalecem o ambiente externo e a valorização do conhecimento popular local capaz de originar demandas próximas das características do quotidiano, a partir da percepção das próprias pessoas. O Estado abre sua atuação para outro ângulo, voltado para a percepção das capacidades e potencialidades locais, a partir de políticas de coordenação e promoção das iniciativas sociais. Realizaram um estudo teórico empírico de característica qualitativa, dividido em duas etapas: a primeira foi um estudo teórico sobre gestão estratégica; e a segunda foi a avaliação formativa de experiências, a partir da observação direta assistemática e sistemática e anotações de campo.

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O estudo é bem interessante e a abordagem é aprofundada e altamente indicada para estudiosos e pesquisadores de administração e de áreas afim, tais como planejamento estratégico, consultoria empresarial, e profissional de gestão de organizações. O artigo se divide em Introdução, Método de pesquisa, Desenvolvimento endógeno, Processo de tomada de decisão, Metodologias participativas de planejamento e de gestão (PEP e SiGOS), Experiências de PEP e SiGOS, Considerações finais e Referências bibliográficas. PALAVRAS-CHAVES Conhecimento local, desenvolvimento local, planejamento, gestão organizacional, participação.

Estudo acessível em

http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm?FuseAction=Artigo&ID=3548&Secao=ARTIGOS&V olume=5&numero=2&Ano=2006

CONSULTORIA

O PROCESSO DE CONSULTORIA E O PERFIL DO CONSULTOR
A evolução da Administração e de seu arcabouço teórico contribuiu e influenciou muito a atividade de consultoria e o perfil do consultor. Desde as clássicas proposições de Taylor, passando pelas contribuições de Fayol que propôs as quatro funções básicas da administração (planejamento, organização, liderança e controle) e de Weber com a Teoria da Burocracia, muita coisa tem mudado na prática da Administração, e por conseqüência na procura e oferta de consultoria empresarial. Desde tempos mais remotos do mundo da empresa até hoje, criaram-se e se extinguiram níveis de administração e houve também modificações nos papéis do Administrador, que conforme colocado por Stoner e Freeman (1995) se constituem em papéis interpessoais, informacionais e decisórios em conjunto com uma visão global, de futuro e competência ética na tomada de decisões. Com o avanço da complexidade do mundo, da realidade, das organizações, da administração, torna-se cada vez mais necessária a atividade do consultor, pois este vêm com uma visão externa e não influenciada pelo contexto interno das organizações, e pode então, trazer um olhar de fora, imparcial e isento, e pode também estimular as pessoas da organização a perceberem o contexto que já não lhes é tão claro, embora um dia já o tenha sido. Isto localiza a conceituação de consultoria como um processo de reunião de conhecimentos teóricos, habilidades técnicas e competência interpessoal que permite interpretar a realidade, propor e acompanhar a implementação de soluções para fortalecer ou resgatar a governabilidade das empresas. Assim, Administração e Consultoria caminham lado a lado, não só como resultantes de um processo evolutivo, mas também com parceiras na solução das problemáticas que surgem nas organizações. Em outras palavras, o que há de mais comum e concordante entre as duas áreas é que ambas têm as Organizações como objeto de compreensão e de intervenção. Portanto, nesse processo de identificação de problemas e encaminhamento de soluções, a consultoria pode focar aspectos relacionados à eficiência do trabalhador, fatores críticos da produtividade e da qualidade, compreensão das lideranças, decisões executivas, poder, excelência organizacional, mudança e inovação, foco no futuro, entre muitos outros. E desta perspectiva, agrega-se ao conceito de consultoria, além do que já foi colocado sobre os conhecimentos, habilidades e competência, a atuação política, já que se insere sempre um “mexer” com as questões do poder organizacional. Nesta altura, o leitor deve estar se perguntando: mas o que diferencia um Administrador de um Consultor Empresarial? O que faz de um consultor, Consultor?, Quais são as competências necessárias? Para buscar o um entendimento sobre estas questões, faz-se imperativo e necessário, abordarmos primeiro, o processo de consultoria, pois é a partir deste que começa a diferenciarem-se as duas categorias profissionais. Resumidamente falando, o processo de consultoria, segundo uma visão bem particular e baseada em minhas experiências enquanto tal se apresenta da seguinte forma: primeiro contato, entrevista inicial, primeira visita, observação assistemática, hipóteses diagnósticas, proposta de trabalho, contrato, observação sistemática, entrevistas, análise documental, técnicas diagnósticas específicas, relatório diagnóstico e plano de intervenção, devolutiva. E a partir da aprovação do relatório diagnóstico e do fechamento da proposta de intervenção, inicia-se um outro processo que vai da implementação, acompanhamento, treinamento dos envolvidos, reformulação do plano inicial, manutenção e desligamento. Como você pode perceber é um processo complexo e sistemático que em geral o Administrador não

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realiza, pois está focado em lidar com o dia-a-dia do fazer administrativo, enquanto que o consultor foca na interpretação e conhecimento da realidade, diagnose e intervenção focada, intencional e racionalmente planejada. Entretanto, os papéis colocados por Stoner e Freeman para o Administrador, também são válidos para o Consultor, ou seja, este último também deve ser símbolo, líder, elo, coletor, disseminador, portavoz, empreendedor, solucionador de problemas, alocador de recursos e negociador. E a diferenciação está na relevância destes papéis, nos momentos em que eles são mais importantes, e com que finalidade são assumidos. Por fim, isto pressupõe um perfil bem diferenciado e claro, que se constitui de competências técnicas (domínio dos instrumentos de diagnóstico e de intervenção); competências relacionais (domínio das relações interpessoais, sociais e políticas); e competências conceituais (domínio dos conhecimentos que geram os referenciais de análise, de visão e de posicionamento ético). E além disso deve possuir algumas habilidades capitais, tais como: falar bem, escrever corretamente, auto-controle, criatividade, sociabilidade, atualização e gosto pelo que faz.

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PROFISSÃO
A escolha de uma profissão, de um curso de graduação, extensão ou pós graduação é um momento muito importante para o desenvolvimento de um indivíduo no exercício profissional. A importância não está relacionada com o tempo de duração ou não de um curso, ou seja, fazer uma escolha inadequada de um curso de quatro anos ou de um mês tem conseqüências para a formação pessoal e profissional e para a empregabilidade. As escolhas de formação devem estar diretamente relacionadas com um projeto profissional bem estabelecido e claro para o indivíduo, pois este plano é que deve direcionar se uma pessoa vai investir tempo, dinheiro, energia para este ou aquele curso. O curso escolhido a cada etapa do desenvolvimento profissional deve agregar valor, gerar competências e possibilitar uma melhor empregabilidade devido à melhoria do seu posicionamento no mercado de recursos humanos. Uma forma de melhorar sua assertividade na tomada decisão é a compreensão realista da profissão que escolheu exercer. Quando falo em compreensão realista, me refiro a busca de informações sobre as características da profissão, perfil pessoal necessário, competências requeridas, mercado de trabalho, mercado de recursos humanos, áreas de atuação, possibilidades de carreira, perspectivas e tendências futuras, campos de atuação novos ou emergentes, campos tradicionais ou saturados, entre outros. Só a partir disto é que podemos fazer escolhas de formação continuada que realmente enriqueçam nosso perfil profissional e nos coloque em posição competitiva no mercado de oportunidades. Foi pensando nestas coisas que criei esta seção PROFISSÃO, e em cada edição abordarei em detalhes uma profissão, sugerida pelos leitores. Portanto, participe!!! Escreva para ebraga@ebragaconsultoria.profissional.ws e diga qual profissão que você gostaria de ver retratada aqui.

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PALESTRA

RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES: o que você tem com isso?
O conceito de responsabilidade social é muito discutível. Entretanto, já faz parte do entendimento geral que a empresa além de ser um agente econômico com missão de produzir riqueza, é também um agente social e, como um dos componentes da sociedade, deve prestar constas aos demais. A sociedade vem, cada vez mais, exigindo respostas aos problemas socioeconômicos decorrentes do desempenho das empresas Modernamente, uma empresa não pode se limitar a busca de lucros, pois no seu relacionamento com a sociedade há obrigações, tais como a preservação o meio ambiente, a criação e manutenção de empregos, a contribuição para a formação profissional, a qualidade dos bens e serviços e outras que não estão legalmente assumidas, mas que são importantíssimas até mesmo para a continuidade da empresa. O compromisso social de uma empresa é, sem dúvida, muito maior, porque a esta vem se tornando um dos atores sociais fundamentais para o desenvolvimento econômico e social de uma nação. Na sociedade existe uma preocupação crescente de se analisar a empresa como uma instituição social e não somente como uma instituição econômica. Isto porque a sociedade vem premiando aquelas empresas que tomam iniciativas de desenvolver atividades sociais relacionadas com seus empregados e com a sociedade e de participar do processo de preservação e proteção do meio ambiente onde ela está inserida. Assim, os problemas de gastos com o controle da poluição ambiental e condições de higiene e segurança no trabalho são alguns dos problemas sociais que devem ser evidenciados pelas empresas. As empresas têm procurado responder a esses desafios, desenvolvendo esforços no sentido de tornar mais “sociais” suas tomadas de decisão. Essa transformação da mentalidade empresarial, concedendo-se prioridade à qualidade em lugar da quantidade, vem exigindo apreciável modificação nos critérios administrativos, em particular nos relacionados com o social. Os gestores das empresas já reconhecem que quanto mais motivados estão os empregados, mais produtividade a empresa alcança. Quando mais credibilidade a empresa transmite à sociedade, mais respeito e compromisso (no que diz respeito ao consumo de seus produtos/serviços) ela terá dessa sociedade. Toda essa transformação de mentalidade tem uma justificativa básica: a empresa tem uma grande influência na qualidade de vida dos seus trabalhadores, além de incidir diretamente na vida 1 2 das cidades. Assim , no cenário mundial contemporâneo observa-se o processar de inúmeras transformações de ordem econômica, política, social e cultural que, por sua vez, ambientam o aparecimento de novos modelos de relações entre instituições e mercados, organizações e sociedade. No âmbito das atuais tendências de relacionamento verifica-se a aproximação dos interesses das organizações e os da sociedade, resultando em esforços múltiplos para o atendimento de objetivos compartilhados. Através da convergência entre metas econômicas e sociais, emergem os modelos de organizações preocupadas com a elevação do padrão de qualidade de vida de suas comunidades. Estas organizações-cidadãs desenvolvem o processo denominado responsabilidade social. O movimento denominado responsabilidade social orienta o aparecimento de alguns novos conceitos e tendências profissionais que solicitam reflexões: ética, cidadania, responsabilidade social. Bowen (1953) apud Maignan, (2001) tem sido reconhecido como o primeiro acadêmico a desenvolver um ensaio sobre o tema das responsabilidades corporativas, no qual salienta que as empresas devem seguir linhas de atuação que sejam desejáveis no que se refere aos objetivos e valores da sociedade na qual estão inseridas. Carroll (1979) avançou nesta temática, sugerindo que as atividades de negócios devem preencher quatro responsabilidades principais,

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Esta parte do texto é a compilação de LUCA, Márcia Martins Mendes de. Demonstração do valor adicionado: do cálculo da riqueza criada pela empresa ao valor do PIB. São Paulo: Atlas, 1998.

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A partir daqui nossa construção prossegue com a compilação de FERNANDES, Ângela. Comunicação apresentada ao GT de Relações Públicas da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares – INTERCOM, no XXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado de 2 a 6 de setembro de 2000 na Universidade do Amazonas, Manaus – AM. http://www.portalrp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/responsabi lidadesocial/0098.htm Acesso em 27/09/2003

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em ordem decrescente de prioridade: econômicas, legais, éticas e filantrópicas. A responsabilidade econômica envolve as obrigações da empresa de serem produtivas e rentáveis. Segundo Carroll (op.cit.): —A primeira e mais importante responsabilidade social da atividade de negócios é econômica por natureza. Antes de mais nada, a instituição de negócios é a unidade econômica básica de nossa sociedade“. A responsabilidade legal corresponde às expectativas da sociedade de que as empresas cumpram suas obrigações de acordo com o arcabouço legal existente. A responsabilidade ética refere-se às empresas que, dentro do contexto em que se inserem, tenham um comportamento apropriado de acordo com as expectativas existentes entre os agentes da responsabilidade filantrópica sociedade. A reflete o desejo comum de que as empresas estejam ativamente envolvidas na melhoria do ambiente social. Esta última dimensão da responsabilidade social vai, portanto, além das funções básicas tradicionalmente esperadas da atividade empresarial. Esta dimensão poderia também ser considerada como uma extensão da dimensão ética. Embora a definição de Empresa Socialmente Responsável possa parecer intuitivamente simples, existe uma grande complexidade em torno deste termo. A proposição de Carroll (op.cit.) de subdivisão da responsabilidade social nas dimensões econômica, legal, ética e filantrópica é um importante referencial para a operacionalização destas variáveis; entretanto, as fronteiras entre estas dimensões são extremamente tênues, e em muitas situações são sobrepostas. Além disso, esses conceitos variam em função do ambiente institucional. O que é considerado um comportamento ético ou socialmente responsável pode variar de forma significativa em função do ambiente institucional no qual as empresas se inserem, englobando a natureza e qualidade de suas relações com um conjunto mais amplo dos seus stakeholders atuais e com as futuras gerações. Com base nestas reflexões é que elaboramos e disponibilizamos a palestra com título homônimo a este texto.

Palestra que visa abordar o tema a partir de sua contextualização, sua visão de historicidade e crítica, discutindo o conceito, suas interfaces individuais, coletivas e sociais, bem como as questões éticas, legais, morais e de cidadania envolvidas. Reflete também sobre os discursos e as práticas organizacionais, a partir dos benefícios, das idéias de qualidade de vida no trabalho e dos projetos sociais, bem como da participação dos indivíduos. Pode ser apresentada em empresas, escolas de nível médio e superior, clubes, associações, sindicatos, grupos de empresários ou de colaboradores de empresas e ONG’s. Para contratar o Prof. Ms. Edner Braga para esta palestra fazer contato pelo www.ebragaconsultoria.profissional.ws ou ebraga@ebragaconsultoria.profissional.ws ou pelos fones: 13 8142.9806/3507.4001.

FILME RECOMENDADO
Filme produzido no Canadá em 2004, com a Direção dividida entre Jennifer Abbott e Mark Achbar, a partir do Roteiro de Joel Bakan e Harold Crooks. Documentário com a narração de Mikela J. Mikael e participações brilhantes de Noam Chomsky, Michael Moore, Jane Akre, Ray Anderson, Maude Barlow, Chris Barret, Peter Drucker, Samuel Epstein, Naomi Klein e Milton Friedman. O filme é baseado em livro de título homônimo e escrito por Joel Bakan que participa da elaboração do roteiro. O tema do filme, como o próprio nome diz, são as corporações. Os autores resolvem desnudar sua face obscura, resultando em conclusões contundentes, críticas, perturbadoras. Eu diria, revoltantes. Depois de assistir à esta película, fica difícil continuar com a mesma visão das organizações e do consumo. Baseia-se numa análise dos crimes cometidos por empresas, e entrevistas com pessoas importantes do mundo corporativo: gente de dentro ou de fora dele. Gente que ama e gente que odeia tal mundo. Quadro fotográfico das empresas, como atores sociais poderosos que controlam nações, políticos e pessoas, e que desenvolvem cada vez mais formas de controle do comportamento humano, quer seja dos seus trabalhadores, quer seja dos seus consumidores. Filme recomendável para todos, mas principalmente para profissionais e estudiosos de administração, consultoria, psicologia, sociologia, filosofia, política, jornalismo, entre outros. Distribuído pela Imagem filmes, foi lançado em 2006. Para adquiri-lo acesse www.ebragaconsultoria.profissional.ws

10 LEITURA FUNDAMENTAL

O FEITIÇO DAS ORGANIZAÇÕES: SISTEMAS IMAGINÁRIOS
Obra de Maria Aparecida Rhein Schirato, publicada pela Editora Atlas, busca nas idéias de Enriquez o fundamento para abordar os sistemas imaginários que produzem os feitiços organizacionais a partir da práticas de gestão de pessoas. Com base em entrevistas realizadas com cinqüenta funcionários que aderiram ao programa de demissão voluntária, investiga os mitos e credos organizacionais com vistas a discutir a dimensão imaginária das organizações e que se traduzem em seus discursos e no que isto provoca nos trabalhadores. Estimula a auto reflexã o em relação à sua carreira profissional, à fidelidade com a empresa em que trabalha e à legitimidade do sistema organizacional. A autora é formada em filosofia, mestre em filosofia da educação, docente em cursos de pósgraduação lato sensu,consultora em gestão de pessoas e pesquisadora das relações trabalhistas. O livro se destina para administradores, psicólogos, sociólogos, filósofos, gestores, executivos, consultores e todos aqueles que se interessam por questões relacionadas à cultura organizacional. Para adquiri-lo acesse www.ebragaconsultoria.profissional.ws

APRESENTAÇÃO EM EVENTO

QUALIDADE PESSOAL E SATISFAÇÃO DO USUÁRIO DA SAÚDE
Prof. Ms Edner Braga Apresentação realizada em Encontro de Iniciação Científica Centro Universitário Claretiano de Batatais
Este trabalho teve o objetivo de apresentar os principais aspectos relacionados com a qualidade do atendimento em saúde. Esta proposta tem como base e justificativa a preocupação fornecer informações e conhecimentos de alguns conceitos discutidos em administração e que se aplicam aos profissionais da saúde tais como Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas, entre outros. Utilizou-se a abordagem bibliográfica, pois esta permitiu sistematizar informações sobre os aspectos discutidos a partir da revisão do pensamento de alguns autores da administração e mais focalmente daqueles que abordam a qualidade nos serviços de saúde. Iniciou-se com a abordagem do conceito de qualidade não só numa perspectiva técnica e administrativa, mas também do ponto de vista da visão da qualidade como uma característica pessoal importante para se pensar a questão da excelência em qualquer outro nível. E a partir daí colocou-se a seguinte questão: que conjunto de capacidades e aptidões são constituintes da qualidade pessoal? A busca de respostas nos levou a enfatizar principalmente os aspectos relacionados a própria escolha de atuação profissional, a competência interpessoal, a comunicabilidade, a motivação e a satisfação com a atuação como bases da qualidade pessoal. Este trajeto nos conduziu também a outra questão fundamental: Qual a relação da qualidade pessoal dos profissionais da saúde com a satisfação dos usuários? Ressaltou-se que os impactos desta relação são muitos e imperativos para se entender as profissões e atuações em saúde como empreendimentos que requerem uma visão da relação profissionalusuário não só nos seus aspectos terapêuticos e curativos, mas também nos seus aspectos mercadológicos e de recursos humanos. E que além disto, o grau de satisfação do usuário recai não só sobre os profissionais, mas também sobre as organizações que estes representam. Assim temos que a relação profissional-usuário é o aspecto central dos negócios em saúde e a fundamental ferramenta de trabalho dos profissionais da saúde é a sua capacidade pessoal, tanto quanto as suas habilidades técnicas. Concluiu-se que é neste círculo relacional que se forma o reconhecimento dos profissionais da saúde e a satisfação dos usuários é que será a principal ferramenta de divulgação do seu trabalho e da solidificação da sua carreira.