ESCOLA SECUNDÁRIA DE SÁ DE MIRANDA Braga

PROJECTO CURRICULAR
2009/2013

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Projecto Curricular – 2009/2013

Introdução
O Projecto Educativo define as linhas orientadoras para o Projecto Curricular cujos objectivos fundamentais são os seguintes: 1. 2. Reduzir o insucesso / abandono escolar; Promover a Cidadania nas vertentes da Saúde e do Ambiente.

Para concretizar estes objectivos, a Escola propõe organizar o seu trabalho em torno dos seguintes indicadores: 1. 2. 3. Apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem Actividades de complemento curricular Projectos

1 – Matriz Curricular do Ensino Secundário
De acordo com o Decreto-lei nº 74/2004 que regulamenta os novos cursos do ensino secundário, a Escola adoptou, para o ano de 2009/2010, os cursos de Ciências e Tecnologias e Cursos Profissionais (Anexo I), partindo dos seguintes pressupostos: • A aposta na continuidade das grandes áreas de formação científico-humanísticas actualmente existentes, para as quais existem recursos humanos e materiais suficientes, assim como experiência na sua leccionação; • A aposta na continuidade das áreas de formação tecnológica e profissional já existentes e para as quais a Escola possui recursos humanos e materiais bem como parcerias já estabelecidas com empresas do concelho. Foram criados dois novos cursos – Técnico de Contabilidade, com tradição na nossa Escola e Técnico de Gestão de Ambiente, para responder às necessidades de protecção do ambiente em algumas áreas de formação técnica e profissional. O público-alvo é o das freguesias e concelhos limítrofes; • O reforço da imagem da Escola com forte componente científica e tecnológica, visando a qualidade das ofertas pós-secundário numa perspectiva de prosseguimento de estudos e/ou inserção na vida activa;

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De acordo com a natureza e especificidade de cada disciplina, o ensino secundário deverá ser organizado de forma a desenvolver as seguintes competências, capacidades e destrezas intelectuais e práticas: • Ao nível da competência do saber e saber fazer: – problemas; – – – – – – Interpretação, análise e comparação de textos e documentos variados; Produção de diversos tipos de texto, em suportes diferentes; Manipulação de diferentes recursos/materiais de aprendizagem; Comunicação/uso correcto da língua portuguesa; Pensamento científico; Aptidões físicas e motoras. Compreensão, integração e aplicação do conhecimento na resolução de

• Ao nível da competência estratégica: – – – – • Desenvolver hábitos de pesquisa, recorrendo a diversos tipos de fonte, nomeadamente às tecnologias de informação e comunicação; Saber seleccionar e tratar/processar a informação; Utilizar estratégias de organização do processo de aprendizagem; Avaliar o seu progresso na aprendizagem.

Ao nível da educação para a cidadania: – Promover um ensino que privilegie a educação para os valores do trabalho, respeito, cooperação / solidariedade, envolvimento positivo, abertura ao outro, iniciativa e autonomia.

2- Formações transdisciplinares

2.1 – Educação para a cidadania A educação para a cidadania é da responsabilidade de cada professor e concretiza-se, essencialmente, através das suas boas práticas quotidianas de relacionamento interpessoal com todos os elementos da comunidade educativa. O saber estar, a assunção de valores como a solidariedade, o respeito mútuo, o rigor e o brio profissional deve pautar os comportamentos de todos e muito especialmente de toda a comunidade educativa.

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2.2 – Valorização da Língua Portuguesa A valorização da Língua atravessa todas as componentes do currículo. Efectivamente, todos somos professores em língua portuguesa, realidade que a todos responsabiliza quanto às aquisições das competências essenciais na língua materna. Assim, cada professor nas suas turmas assumirá esta preocupação, ao longo do ano lectivo, associada aos conteúdos que integram o Projecto Curricular de Turma/PFT.

3. Avaliação da Aprendizagem
. A avaliação das aprendizagens, constantes nas Portarias 550-D, alterada pela Portaria 1322/2007, e 550-C de 21 de Maio de 2004, alterada pela Portaria 797/2006 orienta-se pelos seguintes princípios: a) Qualidade das aprendizagens, entendida a avaliação como instrumento regulador; b) Contextualização, entendida como a consistência entre as actividades de avaliação e as actividades de aprendizagem, numa perspectiva de integração do ensino, da aprendizagem e da avaliação; c) Diversificação de técnicas e instrumentos de avaliação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem; d) Diversificação dos intervenientes, valorizando processos de auto-avaliação dos alunos e a participação activa dos Encarregados de Educação e outros intervenientes, sem prejuízo do papel fundamental do professor, em função da complexidade do processo de avaliação; e) Transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da explicitação e divulgação dos critérios adoptados; f) Valorização da informação sistemática ao aluno sobre o seu desempenho, com vista à melhoria das aprendizagens.

4. Objectivos, recursos e estratégias
O PCE constrói-se com alguns objectivos, com alguns elementos e com algumas estratégias. Os objectivos são os do currículo nacional. Os elementos que o delimitam são as matrizes disciplinares, os programas, os recursos (humanos e materiais) da escola, a rede escolar, a procura/resposta à população escolarizável, a avaliação/acompanhamento da oferta formativa. Há um princípio que o PCE deverá assumir e que consiste em preservar a qualidade e o equilíbrio da oferta curricular da Escola entre os cursos do currículo nacional: Científico-Humanísticos e Profissionais.

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5 – Actividades de Complemento Curricular
A escola oferece a todos os alunos espaços e actividades que lhes permitem a ocupação de tempos não lectivos, apelando a para um maior envolvimento dos alunos na escola. Destinam-se particularmente ao reforço das aprendizagens dos alunos, especialmente para aqueles cujas dificuldades são mais evidentes. Neste âmbito, a Escola dinamiza os seguintes projectos:

5.1 – Sala de Estudo
Este espaço destina-se ao estudo nas horas em que os alunos não têm aulas e ao Apoio Educativo, encontrando-se apetrechado com dossiers de fichas de trabalho de todas as disciplinas. A Sala tem um horário de funcionamento que respeita os tempos lectivos diários.

5.2 – Clube Desporto Escolar
Destinado à promoção do gosto pelo desporto e de competências físicas na perspectiva da formação integral dos nossos alunos, oferece as modalidades de voleibol, futsal, xadrez, natação, orientação e BTT. Pretende também contribuir para o combate ao insucesso e abandono escolar e promover a inclusão, a aquisição de hábitos de vida saudável e a formação integral dos jovens em idade escolar, através da prática de actividades físicas e desportivas. Integra-se neste projecto O Clube do Xadrez, uma actividade que tem como objectivos: – – decisão; – – de Xadrez de Braga; – identificação com ela. Desenvolver nos alunos/professores o "gosto pela Escola" e a sua Realizar torneios na Escola; Participar nas competições do Desporto Escolar e da Associação Desenvolver a prática do xadrez; Desenvolver competências de respeito, ponderação, análise e

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5.3 – Biblioteca
A Biblioteca Escolar proporciona informação e ideias necessárias ao sucesso na sociedade actual, baseada na informação e no conhecimento. A Biblioteca Escolar desenvolve nos alunos competências para a aprendizagem ao longo da vida e estimula a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis. [UNESCO] Para a operacionalização dos objectivos, a Biblioteca promove um conjunto de actividades que integram o Plano Anual de Actividades da Escola e, no biénio 2008/2010 será consolidado o projecto “De mim para ti”, procurando desenvolver a leitura e a escrita do texto epistolar.

5.4 – Clube Europeu
O Clube Europeu é assegurado pelos professores de Economia e promove actividades de divulgação e conhecimento da União Europeia.

5.5 – Educação para a Saúde
Este projecto tem como objectivos gerais:

– Melhorar o conhecimento da comunidade educativa sobre a fisiologia e equilíbrio do
organismo humano;

– Dotar a comunidade educativa, em particular os alunos, de conhecimentos, capacidades,
atitudes, valores, sentido crítico e de responsabilidade que lhes permitam tomadas de decisão promotoras do seu potencial de saúde;

– Desenvolver nos jovens competências que permitam escolhas informadas nos domínios
da alimentação e exercício físico, consumo de substâncias psicoactivas, sexualidade e relações interpessoais/violência;

– Contribuir para a redução de possíveis enfermidades na comunidade educativa resultantes
dos seus hábitos alimentares associados a uma insuficiente actividade física ou de distúrbios alimentares;

– Contribuir para a redução de possíveis consequências negativas relacionadas com
comportamentos sexuais, tais como a gravidez não planeada e de doenças sexualmente transmissíveis (IST). Neste momento, o projecto de Educação para a Saúde ainda não está formalizado. Há, naturalmente, um enquadramento/linhas orientadoras que o contextualizam e no qual se deverá integrar, incluindo as orientações relativas à educação sexual em contexto escolar. Ele será construído a partir de temas de projectos de grupos de trabalho de alunos do 12ºano, em Área Projecto e do contributo de professores que leccionam a disciplina e de outros que, pela natureza dos assuntos, se queiram associar e participar.

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5.6 – Educação Ambiental
Os objectivos gerais deste projecto são: – Sensibilizar a comunidade escolar para as questões ambientais, designadamente no domínio da conservação e ordenamento do território; – Apelar ao desenvolvimento da educação para a sustentabilidade, no contexto da Área de Projecto; – Apoiar as actividades que envolvam projectos de educação para a sustentabilidade.

5.7 – Pedagogia para a autonomia e sucesso educativo – que relação?
Os objectivos deste Projecto são os seguintes: – Promover o desenvolvimento integrado de competências académicas e de aprendizagem dos alunos; – Promover a coerência das práticas, por referência aos objectivos curriculares de carácter transdisciplinar; – Promover o diálogo profissional e a colaboração interpares. Consiste na realização de sessões de trabalho periódicas para discussão de questões pedagógicas, bem como na análise e construção de materiais; experimentação de estratégias de ensino e aprendizagem voltadas para o desenvolvimento da autonomia dos alunos.

5.8 – Ciência Viva “As Ciências Experimentais, o passado e o desejo do futuro”
O projecto de “Ciência Viva” foi iniciado em 2006 e desde logo apostou em levar a Ciência ao primeiro ciclo do Ensino Básico, nomeadamente ao 3º e 4º anos das Escolas associadas ao projecto. Teve como preocupação fundamental analisar os programas desse Ciclo de ensino, numa perspectiva de motivação para a Ciência, dando ênfase à parte experimental e ao processo de construção da própria Ciência. Pretende-se dar continuidade ao projecto e, se possível, alargá-lo a outras áreas, como a Matemática e as Ciências da Natureza.

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6 – Avaliação dos Alunos

Os critérios de avaliação estabelecidos e a estabelecer devem ter em consideração a diversidade das áreas específicas leccionadas na escola este ano lectivo. Nesse sentido, define-se um conjunto de critérios gerais que deverão ser tidos em conta: a) b) c) A avaliação deverá ser um reflexo da avaliação formativa realizada na aula e não contemplar domínios não desenvolvidos durante as aulas; A avaliação deve ajustar-se à natureza das disciplinas/módulos, ao curso a que se destinam e à componente de formação curricular em que se situam; Em cada momento de avaliação sumativa há sempre uma decisão que se fundamenta na apreciação dos processos e dos resultados de acordo com a natureza dos cursos e das disciplinas; d) Nos cursos Científico-Humanísticos faz-se uma avaliação integral do aluno, isto é, uma avaliação global de todos os elementos de avaliação recolhidos sobre o aluno desde o início do ano; o progresso do aluno deve ser reflectido em cada momento sumativo de avaliações (diferença entre o ponto de partida e o ponto de chegada); e) Nos Cursos Profissionais a classificação de cada módulo deverá resultar dos processos e resultados previamente definidos para a disciplina e ajustados ao módulo. Os critérios de avaliação são da responsabilidade dos departamentos disciplinares e submetidos ao Conselho Pedagógico para ratificação. Estes critérios devem ser apresentados aos alunos no início de cada ano lectivo, tal como consta no Regulamento Interno. O aluno do ensino secundário dos cursos Científico-Humanísticos transita de ano sempre que a classificação final não seja inferior a 10 valores a mais de duas disciplinas. Os alunos que transitam para o ano seguinte com classificações inferiores a 10 valores em uma ou duas disciplinas, progridem nesta(s) disciplina(s) desde que a(s) classificação(ões) obtida(s) não seja(m) inferior(es) a 8 valores. Os alunos não progridem em disciplinas em que tenham obtido classificação inferior a 10 valores em dois anos consecutivos. O aluno não aprova numa disciplina plurianual se no último ano de frequência a classificação alcançada for inferior a 8 valores. Nos Cursos Profissionais, a avaliação das disciplinas tem carácter específico e ocorre no final de cada módulo. Para efeitos de conclusão do curso com aproveitamento, os níveis de assiduidade não podem ser inferiores a 90% nas disciplinas e a 95% na formação em contexto de trabalho. Os alunos dos Cursos Profissionais têm, no final do 3ºano, de realizar uma PAP (Prova de Aptidão Profissional) que implica a defesa de um trabalho perante um júri que integra elementos responsáveis pelos

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cursos a nível interno bem como representantes de associações empresariais, sindicais e profissionais de reconhecido mérito. Toda a avaliação é regulamentada pelas seguintes Portarias: 550– D (alterada pela Portaria 1322/2007) para os Cursos Científico-Humanísticos e, para os Cursos Profissionais, pela Portaria: 550C/2004 (alterada pela Portaria 797/2006).

7 - Esquema de Funcionamento e Critérios de Organização
7.1. Os horários dos alunos serão elaborados de acordo com os seguintes critérios: – Todas as aulas decorrerão, no turno da manhã, das 8.20h às 13.15h e no turno da tarde das 13.30 às 18.25 h.


– da semana; – – existência de aulas isoladas; – carácter prático; – – Educação Física; –

No corrente ano, os alunos não deverão ter aulas nas tardes de 4ª para permitir a realização de reuniões e actividades de complemento curricular; As turmas dos Cursos Profissionais devem ter, pelo menos, uma tarde ou manhã livres, mesmo que isso implique uma carga de 7 horas e 30m, num dia As turmas de 10º, 11º e 12º anos poderão ter dois dias com 5 blocos, nunca consecutivos, distribuídos pelos dois turnos; Na distribuição da carga lectiva semanal deverá evitar-se a Nos dias com um maior número de aulas, os horários deverão ter uma distribuição equilibrada, integrando disciplinas de carácter teórico e disciplinas de As disciplinas que tenham apenas duas aulas semanais não deverão ficar em dias seguidos; A primeira aula a seguir ao almoço nunca poderá ser aula de Dentro do possível, será atribuída uma sala fixa aos alunos.

7.2. Critérios de Distribuição de Serviço Lectivo 7.2.1 – Directores de Turma

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São nomeados pelo Director da Escola, preferencialmente de entre os professores titulares da turma, tendo em conta o seu perfil e a capacidade de relacionamento com os alunos. Sempre que possível, será nomeado Director de Turma o professor que, no ano lectivo anterior, exerceu o cargo na turma a que pertenceram os mesmos ou a maior parte dos alunos da turma. Este critério está condicionado pela legalidade dos horários e pela ausência de dificuldades de relacionamento / incompatibilidade professor/turma /pais e EE. Na falta de professores titulares ou outras razões fundamentadas, todos os professores profissionalizados estão habilitados para o exercício da Direcção de Turma. Não deve ser designado Director de Turma o docente que não leccione a maioria dos alunos da turma ou sobre o qual existe conhecimento objectivo de conflito com os alunos. 7.2.2 – Directores de Curso Os Directores de Curso são nomeados, preferencialmente, de entre os titulares que leccionam as disciplinas da formação técnica, ouvido o Conselho Pedagógico. Não havendo professores titulares para as direcções de curso de uma determinada área, esta será exercida, preferencialmente, por professores titulares das disciplinas da formação específica. Deve-se também evitar a acumulação de cargos dentro dos professores titulares. 7.2.3 – Serviço docente 7.2.3.1 - Na elaboração dos horários dos professores, para além de se respeitarem as orientações constantes nos normativos em vigor, serão tidos em conta os seguintes critérios: 1. 2. Deverá evitar-se a atribuição de mais 3 blocos lectivos no mesmo dia; Deve evitar-se a atribuição de mais de dois blocos consecutivos; Para os professores do mesmo grupo disciplinar será reservado um bloco semanal comum para coordenação das diferentes actividades (planificação, regulação e avaliação), em princípio à quarta-feira, da parte da tarde; 4. Ao mesmo professor deve evitar-se atribuir mais de duas disciplinas / programas diferentes. 7.2.3.2 - Os critérios para a distribuição de serviço docente são os seguintes: 1. 2. Continuidade; Escolhas dos docentes quando não há continuidade, desde que garantida

3.

a leccionação das disciplinas pelos professores do Quadro de Escola e não resulte para outros horários do grupo disciplinar um número de programas/ano superior a três; 3. 4. O escalonamento dos professores (titulares e não titulares) para a escolha A distribuição do serviço docente é da competência do Director da Escola; do serviço segue o estipulado no Regulamento Interno ou seja a antiguidade;

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5.

Deverá

ser

respeitado

o

princípio

da

continuidade

pedagógica:

manutenção das equipas formadas no ano lectivo de 2008-2009. 7.2.3.3 - Na constituição das equipas pedagógicas para o ano lectivo de 2009/2010 dever-se-á atender aos seguintes critérios: 1. No caso de grupos multidisciplinares, as várias disciplinas deverão ser distribuídas de acordo com a formação académica e o perfil individual dos professores do grupo; 2. possível; 3. requeira. 7.2.3.4 - Os coordenadores de grupo/departamento deverão leccionar disciplinas centrais da sua área curricular. 7.2.3.5 - Não poderá ser atribuída mais de uma direcção de turma a cada professor, salvo se se tratar de uma turma de reduzido número de alunos ou quando circunstâncias excepcionais, devidamente fundamentadas, o justificarem; 7.2.3.6 - Deverá ser estipulado o princípio da continuidade da direcção de turma, excepto por conveniência de serviço; 7.2.3.7 As direcções de turma dos Cursos Profissionais deverão ser atribuídas, preferencialmente, a professores das áreas técnicas dos referidos cursos; 7.2.3.8 - Deverão ser distribuídos os apoios aos docentes titulares das turmas dos alunos envolvidos. 7.2.3.9 - As tarefas a desenvolver na componente não lectiva deverão ser distribuídas de acordo com as seguintes prioridades: a) Desempenho de cargos / reforço do desempenho de cargos; b) Dinamização de actividades / projectos de enriquecimento e complemento curricular; c) Ocupação plena dos tempos lectivos dos alunos; d) Trabalho de grupo de planificação e produção de materiais pedagógicos; e) Frequência de acções de formação contínua. 7.2.3.10 - As tarefas a desenvolver no tempo remanescente do horário deverão ser distribuídas de acordo com as seguintes prioridades:
a) Apoios Educativos;

Cada professor não deverá leccionar mais de 2 disciplinas, sempre que Cada professor não deverá leccionar mais de 2/3 níveis, a menos que o

b) Plano Anual de Actividades. 7.2.3.11. Deverá ser atribuída a cada docente com mais de 16 horas, 1 hora de componente de escola; aos restantes, desde que tenham horário completo, serão atribuídas 2 horas.

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7.3. Área de Projecto De acordo com o “Documento orientador da Revisão Curricular”, a Área de Projecto, de frequência obrigatória, é uma área curricular não disciplinar de final do ensino secundário regular. Visa a mobilização e a integração de competências adquiridas nas diferentes disciplinas ao longo do percurso do secundário. Desenvolve e aprofunda competências de trabalho autónomo e em equipa no âmbito da realização de trabalho de iniciação à investigação, na aplicação de conhecimentos adquiridos nas disciplinas do currículo, na utilização de ferramentas simples no tratamento de dados, na análise e interpretação qualitativa e quantitativa da informação e de monitorização de fenómenos físicos e/ou humanos. O trabalho desenvolvido nesta área resultará num produto que será objecto de avaliação e classificação.
(Texto retirado de ADÉRITO CUNHA, Reforma do Ensino Secundário, Currículo e Avaliações, Edições Asa, Porto, 2004, pp. 66-67).

8 – Pessoal Não Docente
Os horários do pessoal não docente serão elaborados e reajustados, sempre que necessário, de modo a: a) Garantir que na biblioteca, na papelaria, no ginásio e na portaria esteja sempre um funcionário, garantindo o funcionamento destes serviços durante o horário lectivo b) lectivos. São elaborados horários-tipo de acordo com a diversidade de funções a desempenhar. A jornada contínua é autorizada apenas para os serviços previamente definidos: Portaria e Cantina; Os funcionários manifestarão a sua preferência, dentro dos horários-tipo que lhes são propostos. No caso de não haver conciliação de interesses, proceder-se-á à escolha mediante a antiguidade. Assegurar a presença do maior número de funcionários nos intervalos

9 – Critérios para elaboração de turmas
São adoptados os seguintes procedimentos relativamente à formação de turmas: a) A constituição das turmas depende dos critérios estabelecidos na Lei; b) O número de alunos por turma será entre 24 e 28, inclusive e, nos Cursos Profissionais, será ente 18 e 23 alunos; c) Nas turmas, o quantitativo de rapazes deve ser equiparado ao de raparigas, sempre que possível; d) A idade dos alunos deve, também, ser equilibrada e tão uniforme quanto possível; e) Quanto à integração dos alunos retidos, deve haver o cuidado de os distribuir de forma equilibrada, não esquecendo as recomendações do Conselho de Turma do ano anterior e as indicações dos respectivos relatórios de retenção;

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f)

No que respeita aos alunos oriundos de outras nacionalidades/outros sistemas de ensino, deverá ser ponderada a sua integração, inserindo-os em turmas, preferencialmente, com menor número de alunos;

g) Não constituir turmas reproduzindo integralmente as que trazem do Básico (mantêm-se quatro ou cinco alunos da mesma escola) e evitar casos de isolamento; h) Não são constituídas turmas de nível mas deve evitar-se a excessiva heterogeneidade.

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10 – Canais de comunicação

Todos os membros da comunidade escolar são possuidores de um cartão electrónico que lhes permite ser identificados no espaço escolar, fazer compras e pagamentos de serviços e registar a entrada e saída da escola, no caso do pessoal não docente. O correio electrónico institucional é um meio de comunicação privilegiado para se fazer chegar algumas informações ou avisos quer a alunos, através dos delegados de turma ou da Associação de Estudantes, quer a professores e à Associação de Pais e Encarregados de Educação. O Sítio da escola na Internet disponibiliza informação útil e actualizada a todos os elementos da comunidade educativa. É um espaço de informação dinâmico onde se divulgam as actividades que se vão desenvolvendo na escola. O Boletim da Biblioteca “Subtília” é editado anualmente. A sua coordenação é da responsabilidade da Equipa Coordenadora da Biblioteca. Tem um corpo redactorial composto por professores e conta ainda com a colaboração de outros docentes, alunos e assistentes operacionais. Procura informar e reflectir sobre temas actuais que possam interessar a toda a comunidade educativa.

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11 – Orientações para os Projectos Curriculares de Turma/ Plano de Formação
O projecto curricular de turma tem como finalidade a organização das actividades da turma ao longo do ano, adequando o currículo nacional e o PCE ao contexto da turma. O PCT é da responsabilidade do Conselho de Turma, a quem cabe a sua concepção, desenvolvimento, avaliação e reformulação. Com o PCT pretende-se definir uma linha de actuação comum ao nível do Conselho de Turma no que concerne ao trabalho pedagógico, bem como definição de critérios de actuação comuns aos modos e instrumentos de avaliação a privilegiar. O PCT deve envolver os contributos dos professores, alunos, encarregados de educação e de outros parceiros solicitados pelo CT. O Projecto Curricular da Turma, mais que um documento escrito, é um projecto que deve ter a intervenção de todos os alunos e professores.” O PCT é um modo de actuação, uma forma de trabalho de equipa, que deverá ser concretizado por todos os envolvidos, sobre alunos reais, com as suas fragilidades, empatias e potencialidades.” Para delinear o PCT é necessário conhecer, mesmo que sumariamente, os intervenientes (caracterização da turma, o que inclui professores, alunos e respectivas famílias). As avaliações e reformulações do PCT/PFT, feitas ao longo do ano lectivo, devem ser integradas no PCT/PFT na forma de capítulos, não sendo, pois, necessário voltar a alterar o corpo inicialmente delineado do PCT/PFT. O PCT deve ser actualizado no final de cada período lectivo incluindo nele, entre outros documentos, as actas das reuniões de Conselho de Turma e os resultados finais (pauta). O PFT deve ser actualizado mensalmente e/ou no final de cada período lectivo incluindo nele, entre outros documentos, as actas das reuniões de Conselho de Turma e os resultados finais (pauta). Na avaliação do final do ano lectivo poderá ser feita a rectificação relativamente ao número de alunos da turma, caso se tenham verificado alterações de fundo (transferências, inclusão de novos alunos) e/ou substituição de professores. A avaliação do PCT/PFT passará, fundamentalmente, pelos seguintes momentos:  elaboração do PCT/PFT;  Dezembro e Março adequação às Outubro: Reuniões Intercalares -

situações de ensino/aprendizagem entretanto ocorridas;  PCT/PFT do ano seguinte. Dado que o PCT/PFT é um projecto de turma, o guião que a seguir se apresenta deve ser entendido como um auxiliar para a apresentação final do PCT e do PFT. Junho - avaliação final do PCT/PFT, envolvendo a recolha e incorporação de dados da avaliação para (re) construção do

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A- Guião para a elaboração do Projecto Curricular de Turma
1. Identificação (na capa) Escola, turma, ano de escolaridade, ano lectivo, Director de Turma 2. Lista de alunos e Horário 3. Caracterização do Conselho de turma:     Professores (nome, disciplina leccionada) Técnicos dos serviços especializados de Apoio Educativo Representantes dos Pais e Encarregados de Educação Representantes dos alunos (delegado e subdelegado) a. Composição da turma em género e nível etário b. Escola de proveniência c. Retenções d. Alunos Estrangeiros (país de origem e nível de proficiência) e. Dados sobre os Encarregados de Educação/ pais (parentesco com o aluno, idade, habilitações literárias, profissão, agregado familiar etc.) f. Alunos beneficiários dos serviços de ASE (escalão) g. Dificuldades e preferências escolares assumidas pelos alunos h. Hábitos de estudo extra escola i. Ocupação dos tempos livres, interesses pessoais j. Expectativas em relação à escola k. Expectativas em relação ao futuro profissional l. Alunos com necessidades educativas já identificadas em anos transactos 5. Diagnóstico da Turma – – – – – – – Planos de Recuperação/Desenvolvimento (Para os alunos de 11º e 12º anos) Assiduidade/ pontualidade Comportamento (desviante, desadequado, etc.) Valores e Atitudes (relações interpessoais, responsabilidade, autonomia, etc.) Dificuldades de integração (no País, na cidade, na escola, na turma) Restrições relativamente a certas aprendizagens (ex. restrições para Educação Física, etc.) Dificuldades de aprendizagem; aprendizagens não efectivadas

4. Caracterização da Turma

– Alunos com dificuldades educativas especiais e/ou necessidades de apoio pedagógico. 6. Actividades a Desenvolver – – – – – – – necessidades educativas especiais Plano Anual de Actividades: Selecção das actividades extracurriculares visitas de estudo, exposições, feiras, etc.) Divulgação e adequação dos instrumentos de avaliação (formativa, sumativa, diferenciada) dos alunos, bem como dos instrumentos de auto e hetero-avaliação do desempenho dos alunos Definição das datas de entrega das fichas intercalares de informação ao DT. Definição dos momentos de avaliação (Final de Período) Parâmetro a avaliar (eficácia do PCT na superação das dificuldades apresentadas pelos alunos/ diagnosticadas pelo Conselho de Turma no final do 3º Período) Reformulações e sugestões para o PCT do próximo ano lectivo Selecção do(s ) problema(s) identificado(s) na turma ; (comportamento, aprendizagem na disciplina de ...) Identificação dos conteúdos necessários à aquisição dos pré-requisitos em falta e do tipo de apoio a dar Definição de critérios comuns de actuação com os alunos, relativamente ao seu comportamento (relação entre comportamento desadequado/ actuação do professor) Listagem dos trabalhos a desenvolver na Área de Projecto; (12º ano) Identificação e definição do tipo de apoio a dar aos alunos com

6. Avaliação do PCT – – –

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Nos Cursos Profissionais:
Nota: os 2º e 3º anos devem ter em conta os planos de formação dos anos anteriores, os quais devem ser reformulados e/ou complementados neste ano lectivo

B - Guião para a elaboração do Plano de Formação de Turma

1. 2. 3.

Identificação (na capa) Escola, turma, curso, período de formação, ano de escolaridade e ano lectivo. Constituição e Horário da Turma Caracterização da Equipa Educativa: a. b. c. d. e. Professores (nome e disciplina leccionada) Técnicos dos Serviços Especializados de Apoio Educativo ou do Serviço de Psicologia e Orientação Representantes dos País e Encarregados de Educação Representantes dos alunos (delegado e subdelegado) Director de Turma Descrição-síntese dos elementos constantes na ficha biográfica e de alguns dados recolhidos dos resultados/classificações dos anos anteriores da turma, dos testes do ano corrente, entretanto realizados, e da Bateria de Provas de Raciocínio realizada neste ano lectivo (1.º ano/10.º ano). b. c. d. e. Assiduidade/Pontualidade Comportamento (desviante, desadequado, etc.) Identificação de alunos com NEE e/ou necessidades de Apoio Educativo Identificação de alunos com restrições a determinadas aprendizagens (ex. restrições para Educação Física, etc.)

4.

Caracterização da Turma a.

5.

Definição das Competências De acordo com o curso profissional descrever as competências a alcançar pelos alunos. (Ver o site WWW. anq.gov.pt – Cursos Profissionais)

6. 7.

Definição da Estrutura Modular e dos Critérios de Avaliação Descrição dos conteúdos, calendarização e critérios de avaliação de cada disciplina. Definição de Estratégias/Recursos a. b. c. d. e. Articular os recursos (sala de aula, sala de estudo, Apoio Educativo, biblioteca,...) para se alcançar as competências prefixadas e definir as linhas de acção. Actividades de recuperação/desenvolvimento Critérios comuns de actuação/conduta com os alunos Interdisciplinaridade/Articulação horizontal Actividades de complemento curricular: Visitas de estudo, exposições, palestras, projectos/PAA, etc. Descrever as actividades a realizar e o momento da sua realização: Actividades de recuperação/desenvolvimento (Plano de Recuperação /Plano de Desenvolvimento) Interdisciplinaridade/Articulação horizontal (Planificação) Actividades de complemento curricular: Visitas de estudo, exposições, palestras, projectos/PAA, etc. (Planificação)

8.

Definição e Programação de Actividades a Desenvolver a. b. c. d.

9.

Avaliação do PFT Definir os momentos de avaliação do PFT a. b. c. Verificar, periodicamente, se os objectivos/competências estão a ser cumpridos/alcançados. Caso contrário, há que alterar/corrigir o processo. Reformular o PFT Propostas/sugestões para o PFT do próximo ano lectivo

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Projecto Curricular – 2009/2013

Obs. O CT deverá reunir, obrigatoriamente, uma vez por mês durante o período da acção de formação.

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Projecto Curricular – 2009/2013

ANEXO I

PLANOS CURRICULARES DO ENSINO SECUNDÁRIO

(de acordo com o Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março e com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 24/2006 de 6 de Fevereiro e pelo Decreto-lei nº 272/2007, de 26 de Julho e Declaração de Rectificação nº 84/2007, de 21 de Dezembro)

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Projecto Curricular – 2009/2013

1.

Cursos Científico-Humanísticos

Características: estes cursos destinam-se fundamentalmente a alunos que pretendem fazer um prosseguimento de estudos Curso de Ciências e Tecnologias
Carga horária (x 90 mim) 10º 11º 12º 2 2 2 2 3 3,5 3 2 2 2 2 3 3,5 3 2 2 3 3,5

Formação Português Geral

Disciplinas

Língua Estrangeira I, II ou III (a) Filosofia Educação Física Matemática A b) Física e Química A / Biologia e Geologia Geometria Descritiva A c) Física / Química / Biologia / Geologia d) Antropologia (e); Aplicações Informáticas B (e); Ciência Política (e); Clássicos da Literatura (e); Direito(e); Economia C(e); Filosofia A(e); Geografia c(e); Grego(e);, Língua Estrangeira I,II ou II(e)*; Psicologia B(e); Área de Projecto (f) Educação Moral e Religiosa (g)

Específica

3

1

1

2 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projecto educativo da escola. (f) A área de Projecto é assegurada por um só professor. (g) Disciplina de frequência facultativa. (*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso de Ciências Socioeconómicas

Formação Português Geral

Disciplinas

Carga horária (x 90 min) 10º 2 11º 2 2 2 2 3 3 12º 2 2 3 3

Língua Estrangeira I ou II Filosofia Educação Física Matemática A

ou III (a)

2 2 2 3 3 -

b) Economia A e Geografia A / História B c) Economia C / Sociologia / Geografia C Antropologia (e); Aplicações Informáticas B (e); Ciência Política (e); Clássicos da Literatura(e); Direito(e); Economia C(e); Filosofia A(e): Grego (e); Língua Estrangeira I, II ou III *(e); Psicologia B(e); Área de Projecto (f) Educação Moral e Religiosa (g)

Específica

3

1

1

2 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No casode o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitaçãoexpressa do acréscimo de carga horária. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) (d ) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projecto educativo da escola. (f) A área de Projecto é assegurada por um só professor. (g) Disciplina de frequência facultativa. (*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso de Línguas e Humanidades

Formação Português (a) Geral

Disciplinas

Carga horária (x 90 min) 10º 11º 12º 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 3 2 2 3

Língua Estrangeira I ,II ou III Filosofia Educação Física História A b) Geografia A, Latim A; Literatura Portuguesa; MACS Língua Estrangeira I, II ou III (c) Filosofia A ; Geografia C; Latim B; Língua Estrangeira I, II ou II*; Literaturas de Língua Portuguesa; Psicologia B; Sociologia (d) Antropologia (e); Aplicações Informáticas B(e); Ciências Políticas(e); Clássicos da Literatura(e); Direito(e); Economia C(e); Grego (e) Área de Projecto (f) Educação Moral e Religiosa (g)

3

3

3.5

3.5

3

Específica

3

1

1

2 1

(a) No caso de o aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras estudadas no ensino básico, deve inserir -se a Língua Estrangeira I na componente de formação geral e a Língua Estrangeira II na componente de formação específica. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) (d ) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projecto educativo da escola. (f) A área de Projecto é assegurada por um só professor. (g) Disciplina de frequência facultativa. (*) O aluno pode escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral ou a língua estrangeira estudada na componente de formação específica, nos 10.º e 11.º anos.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso de Artes Visuais
Carga horária (x 90 min) 10º 11º 12º 2 2 2 2 2 2 3,5 3 2 2 2 3,5 3 2 3,5

Formação Português Geral

Disciplinas

Língua Estrangeira I ,II ou III Filosofia Educação Física Desenho A b) Geometria Descritiva A; Matemática B; História e Cultura das Artes c) Oficina das Artes; Oficina Multimédia B; Materiais e Tecnologias

(a)

3,5

Específica

d) Antropologia (e); Aplicações Informáticas B(e); Ciências Políticas(e); Clássicos da Literatura(e); Direito(e); Economia C(e); Grego (e); Filosofia A (e); Geografia C (e); *Língua Estrangeira I, II ou III (f) Área de Projecto (f) Educação Moral e Religiosa (g) 1 1

3

2 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projecto educativo da escola. (f) A área de Projecto é assegurada por um só professor. (g) Disciplina de frequência facultativa. (*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Cursos Profissionais: 10º,11º e 12º anos
Características: Estes cursos destinam-se fundamentalmente a alunos que pretendem a inserção no mercado de trabalho; permitem-lhes igualmente optar por um prosseguimento de estudos. Têm a duração de 3 anos e a conclusão do curso confere um Certificado de conclusão do ensino secundário e a Certificação de qualificação profissional de nível 3

Componentes de Formação - Português

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 500 1180 420 1600 3100

- Língua Estrangeira I, II ou III (b) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física Científica Técnica - Formação em Contexto de trabalho (e) Subtotal: Total Geral: - Duas a três disciplinas (c) - Três a quatro disciplinas (d)

a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela escola, no âmbito da

sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho. b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. c) Disciplinas científicas de base a fixar em regulamentação própria, em função das qualificações profissionais a adquirir. d) Disciplinas de natureza tecnológica, técnica e prática estruturantes da qualificação profissional visada. e) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir e será objecto de regulamentação própria. (Cf. Anexo 6 do Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, Publicado no Diário da Republica n.º26 I SérieA)

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Animador Sociocultural

Componentes de Formação - Português

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 200 200 100

- Língua Estrangeira I, II ou III (b) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -Psicologia Científica -Sociologia -Matemática -Área de Expressões (Corporal, Dramática, Musical e Plástica) Técnica -Área de Estudo da Comunidade -Animação Sociocultural - Formação em Contexto de trabalho Subtotal: Total Geral:

480 350 350

420 1600 3100

(a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela escola, no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho. (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Apoio à Infância

Componentes de Formação

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 200 200 100 240 360 340 240

- Português Sociocultural - Língua Estrangeira I, II ou III (b) - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -Psicologia Científica -Sociologia -Matemática -Expressão Corporal, Dramática e Musical -Expressão Plástica Técnica -Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa -Saúde Infantil

- Formação em Contexto de Trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho. (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Apoio Psicossocial

Componentes de Formação - Português

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 200 200 100 480 300 220 180 420 Subtotal: Total Geral: 1600 3100

- Língua Estrangeira I, II ou III (b) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -Psicologia Científica -Sociologia -Matemática -Área de Expressões (Corporal, Dramática, Musical e Plástica) -Comunidade e Intervenção Social Técnica -Animação Sócio-Cultural -Psicopatologia Geral - Formação em Contexto de Trabalho

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho. (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Análise Laboratorial

Componentes de Formação - Português ( c)

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 300 200 250 180 130 620

- Língua Estrangeira I ou II (b) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física Científica - Matemática (c ) -Física e Química (c) -Química Aplicada -Tecnologia Química Técnica -Qualidade, Segurança e Ambiente -Análises Químicas

- Formação em Contexto de Trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola , de acordo com o estabelecido na Portaria nº 5450-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável. (b ) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico (no 9º ano de escolaridade). (c) Disciplinas sujeitas a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março, conjugado com os artigos 26º , 27º e 30º a 33º, da Portaria nº 550-C/2004, de 21 de Maio.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Componentes de Formação - Português (b)

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 300 200

- Língua Estrangeira I ou II (c) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -Matemática (b) -Física e Química (b)

Científica

-Sistemas Operativos -Arquitectura de Computadores Técnica -Redes de Comunicação -Programação e Sistema de Informação

144 152 252 632

- Formação em Contexto de trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a)Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola , de acordo com o estabelecido na Portaria nº 5450-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável

(b ) Disciplinas sujeitas a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março, conjugado com os artigos 26º , 27º e 30º a 33º, da Portaria nº 550-C/2004, de 21 de Maio.

(c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico (no 9º ano de escolaridade)

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Multimédia

Componentes de Formação - Português

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 200 200 100 210 350 480 140

- Língua Estrangeira I, II ou III (b) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -História e Cultura das Artes Científica -Matemática -Física -Sistemas de Informação -Design, Comunicação e Audiovisuais Técnica -Técnicas de Multimédia -Projecto e produção Multimédia

- Formação em Contexto de trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da
sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho.

b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Contabilidade

Componentes de Formação - Português (b)

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 300 200 600 240 120 220

- Língua Estrangeira I ou II (c) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física Científica -Matemática (b) -Economia (b) -Contabilidade Geral e Analítica -Direito das organizações Técnica -Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada -Organização e Gestão Empresarial

- Formação em Contexto de trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da sua autonomia (b) Disciplina sujeita a avaliação sumativa externa nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004 de 26 de Março, conjugado com os artigos 26º, 27º e 30º a 33º da Portaria nº 550 – C/2004, de 21 de Maio. c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico.

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Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Gestão do Ambiente

Componentes de Formação - Português (b)

Disciplinas

Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) 320 220 220 100 140 200 150 150 220 300 146 514

- Língua Estrangeira I ou II (c) Sociocultural - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física -Matemática (b) Científica -Física e Química (b) -Biologia e Geologia -Ordenamento do Território -Conservação da Natureza Técnica -Qualidade Ambiental -Projectos em Ambiente

- Formação em Contexto de trabalho Subtotal: Total Geral:

420 1600 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola de acordo com o estabelecido na Portaria 550-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável (b) Disciplina sujeita a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004 de 26 de Março, conjugado com os artigos 26º, 27º e 30º a 33º da Portaria nº 550 – C/2004, de 21 de Maio. c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no nnsino básico.

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