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2ª SÉRIE LICENCIATURA

UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
SEMI-PRESENCIAL




Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama – Campus III
1.2. Instituto Superior: Ciências Sociais Aplicadas
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Psicologia da educação (adolescência e aprendizagem)
1.5.Série/Período: 2 série licenciatura
1.6. Código: 99-7168-02
1.7. Carga Horária:
40 Prática 40 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral x Anual Presencial x Semipresencial

2. Contextualização da Disciplina no Curso

É próprio desta disciplina a leitura de todo o ambiente escolar e a relação deste com a criança e o
adolescente, com vistas a implementação de seus objetivos específicos através da aplicação da
teoria e técnicas psicológicas baseadas na observação cientifica do ser humano, de suas formas de
controle comportamental e aprendizagens, possíveis condicionamentos e reconhecimento dos
diferentes tipos de personalidades tendo como objetivo principal a promoção da qualidade no
atendimento escolar e na relação professor-aluno.

3. Ementa
Psicologia como área de conhecimento. A natureza interdisciplinar da psicologia e sua dimensão
biossocial. A relação da psicologia com a educação e com os direitos humanos. Aprendizagem:
tipos de aprendizagem. Motivação: a hierarquia de necessidades básicas e o papel da aprendizagem
na satisfação dessas necessidades. Características do desenvolvimento humano: aspectos físico-
motor, emocional, social e cognitivo. Adolescência: caracterização da fase, transição para a vida
adulta e o mundo atual. Temáticas atuais na psicologia da educação. PCC – experiências
educacionais escolares pela observação-análise e cooperação-interação. Seminários
multidisciplinares.
4. Objetivos Específicos

 Destacar o que é a ciência da Psicologia, sua amplitude e aplicação e compreender a relação
da Psicologia com a educação e sua integração na prática pedagógica.

 Identificar os aspectos relevantes do desenvolvimento humano e sua relação na construção
saber.

 Possibilitar um conhecimento amplo das características da adolescência, levando à
compreensão de como estas se apresentam no decorrer do processo de aprendizagem e na
vida do indivíduo.

 Estudar a importância da motivação e interesse no processo educacional.


5. Conteúdo Programático

I. UNIDADE
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
 Histórico da Psicologia.
 As principais teorias da Psicologia.
 PCC: Pratica como Componente Curricular.

II. UNIDADE
PERSONALIDADE
 A constituição da personalidade e sua psicodinâmica.
 Fases do desenvolvimento Psicossexual segundo diversas teorias.
 O estudo dos tipos de personalidade e suas leituras na educação.
 PCC: Pratica como Componente Curricular.


III. UNIDADE
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
 Tipos de aprendizagem.
 Tipos de variáveis no estudo da motivação nas atividades físicas escolares.
 Hierarquia das necessidades básicas e a relação com a aprendizagem.
 PCC: Pratica como Componente Curricular


IV. UNIDADE
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E ADOLESCÊNCIA
 Importância do estudo do desenvolvimento humano.
 Fatores que influenciam o desenvolvimento humano.
 Aspectos do desenvolvimento infantil.
 Caracterização do período da adolescência.
 Adolescência e seu desenvolvimento bio-psico-social.
 O adolescente: o mundo atual e os direitos humanos.
 PCC: Pratica como Componente Curricular.

6. Procedimentos Didáticos
As atividades didáticas são desenvolvidas através de momentos presenciais, momentos de tutoria e
dos momentos de auto estudo. Nos momentos presenciais as aulas serão expositivas dialogadas.
Nos momentos tutoriais as aulas serão mediadas por tecnologia de informação e comunicação
como: lista de email, chats, fórum de discussões entre outras ferramentas disponíveis aos alunos no
Portal da UNIPAR - Campus Virtual (http://moodle.unipar.br).

7. Avaliação
O resultado da avaliação será obtido por meio de 04 (quatro) provas oficiais bimestrais, presenciais
e escritas, nos valores de 0 (zero) a 8,0 (oito) realizadas durante o ano letivo. Acrescidos de uma
atividade de PCC (Prática com Componente Curricular), nos valores de 0 (zero) a 2,0 (dois),
totalizando 10,0 (dez) pontos.
A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará no mínimo 50% (cinquenta por
cento) da composição da nota bimestral quando somadas as outras formas de avaliação.
Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, deverá representar no máximo 50% (cinquenta por cento), sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75% (setenta e
cinco por cento) de frequência.


8. Bibliografia
8.1. Básica

ABERASTURY, A. e KNOBEL, M. Adolescência normal: Um Enfoque Psicanalítico. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2007.
BOCK, FURTADO, TEIXEIRA, Ana Mercês; Odair; Maria de Lourdes. Psicologias. Uma
Introdução ao Estudo da Psicologia. São Paulo: Editora Saraiva, 2007.
BRAGHIROLLLI, E. M. Psicologia geral. Porto Alegre: Vozes, 2010.

8.2. Complementar

CAMPOS, D. M. S. Psicologia da adolescência: normalidade e psicopatologias. Petrópolis:
Vozes, 2002.
CARRAHER, Terezinha Nunes. Aprender pensando: contribuições da psicologia cognitiva para
a educação. Petrópolis: Vozes, 2005.
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações a prática
pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2002.
KAPLAN, H. L. Compêndio de Psiquiatria: Ciência do Comportamento e psiquiatria clínica.
Tradução Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
WEINBERG, Robert S. Fundamentos da psicologia do esporte e dos exercícios. Tradução
Maria Cristina Monteiro. Porto Alegre: Artmed, 2001.

8.2.2. Periódicos
Arquivos Brasileiros de Psicologia. Instituto de Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências
Humanas da UFRJ. www.psicologia.ufrj.br
Arquivos Brasileiros de Psicologia. Rio de Janeiro. www.psicologia.ufrj.br
Arquivos de neuropsiquiatria. São Paulo. www.ufrgs.br/neuropsicologia
Bioética. São Paulo. www.revistabioetica.cfm.org.br
Contato. Conselho Estadual de Psicologia do Paraná. www.crppr.org.br
POL. Revista Eletrônica do Conselho Federal de Psicologia. www.pol.org.br
Revista Viver, Mente e Cérebro. www.lojaduetto.com.br/Mente&Cerebro
Revista Baiana de Saúde Pública. www.saude.ba.gov.br
Revista de Saúde Pública de São Paulo. www.fsp.usp.br/rsp
9. Homologado pelo Colegiado de Curso

Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:


Umuarama – Pr, 03/12/2012.



_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso


10. Aprovação da Diretoria de Instituto Superior

Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – Pr, 07/12/2012.



























UNIVERSIDADE PARANAENSE – UNIPAR
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Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura – APEC
UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DE ESTUDOS – ANO LETIVO: 2013
Aulas Teóricas, Aulas Teórico-Práticas e Atividades Práticas
CÓDIGO DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL SÉRIE
Psicologia da Educação
2
CURSO TURNO PROFESSOR(A)
Educação física licenciatura segundo ano Bárbara Cossettin Costa Beber Brunini
PRIMEIRO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
14-02 21h50min Sala 37
Apresentação da disciplina, Plano de Ensino e explicações sobre o sistema
semipresencial. Apresentação da PCC
16-02 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
20-02 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
23-02 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
27-02 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
02-03 9h50min n moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
06-02 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
09-03 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
13-03 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
16-03 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
20-03 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
23-03 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
27-03 21h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: ASPECTOS BÁSICOS
03-04 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
06-04 9h50min moodle INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA: PCC
10-04 21h50min Sala 37 Primeira Prova Bimestral

8:00

SAS

PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 1.º BIMESTRE

SEGUNDO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
13-04
21h50min
Sala 37
Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao segundo bimestre.
Apresentação da PCC
17-04 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
20-04 9h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM. PCC
24-04 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
27-04 9h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM. PCC
04-05 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
08-05 9h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM. PCC
11-05 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
18-05 9h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM. PCC
15-05 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
25-05 9h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM. PCC
22-05 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
29-05 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
05-06 21h50min moodle PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
08-06 9h50min moodle Apresentação da Pcc do Bimestre
12-06 21h50min Sala 37 Segunda Prova Bimestral
15-06 21h50min moodle Revisão e correção de questões aplicadas na Prova Bimestral
19-06 8:00 h moodle Atividades complementares Revisão do conteúdo para prova substitutiva
8:00 h moodle PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 2.º BIMESTRE
TERCEIRO BIMESTRE
Dia/ Mês
21h50min
Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
17-07 21h50min Sala 37 Prova Substitutiva
20-07
21h50min
moodle
Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao terceiro bimestre.
Apresentação da PCC
24-07 21h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
27-07 9h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
31-07 21h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
03-08 9h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
07-08 21h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
10-08 9h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
14-08 21h50min moodle PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
17-08 9h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
21-08 21h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
24-08 9h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
28-08 21h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
31-08 9h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
04-09 9h50min moodle
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.PCC
11-09 21h50min Sala 37 Prova Bimestral
14-09 21h50min moodle Apresentação da PCC
18-09
21h50min sala Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao quarto bimestre.
Apresentação da PCC
21-09 21h50min moodle
ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
QUARTO BIMESTRE
Dia/ Mês
21h50min
Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
25-09 9h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC
28-09 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
05-10 9h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC
02-10 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
09-10 9h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC
16-10 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
19-10 9h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC
23-10 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
26-10 9h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC
30-10 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
06-11 21h50min moodle ADOLESCÊNCIA E SAÚDE
09-11 9h50min sala ADOLESCÊNCIA E SAÚDE.PCC apresentações.
13-11 21h50min Sala 37 Quarta Prova Bimestral
20-11 21h50min moodle Revisão das questões da prova bimestral
23-11 21h50min moodle Revisão prova substitutiva
04-11 21h50min Sala 37 Segunda Prova substitutiva
8:00 h SAS Publicação de freqüência e nota - 4 Bimestre

8:00 h SAS

Publicação da nota substitutiva e do resultado final de notas e frequências.

Observações: 1) Este Cronograma de Atividades de Estudos pode sofrer alterações ao longo do ano letivo, dependendo do
andamento das aulas e conteúdos ministrados.

2) Apenas os conteúdos referentes à carga horária teórica da disciplina podem ser objeto das atividades de
autoestudo.
3) Além da carga horária estabelecida para os encontros presenciais as atividades semipresenciais também
fazem parte da frequência do aluno e serão contabilizadas de acordo com o número de horas-aula descritas
para cada atividade no presente Cronograma de Atividades de Estudos, bem como no Plano de Ensino da
disciplina.
4) Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis), o descumprimento das
Atividades de Estudos estabelecidas neste Cronograma por parte do aluno implicará em possível
reprovação, independentemente da média obtida ao longo do ano letivo.


Prof.(a)Bárbara Cossettin Costa Beber Brunini




Aprovado na Reunião do Colegiado do Curso de Educação Física em 03/12/2012.

__________________________________________________________
Prof.(a) Silvia Regina Nishiyama Sucupira Sarto.
Nome e Assinatura do(a) Coordenador(a) de Curso
























UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Superior em Educação Física - Licenciatura
1.4. Disciplina: Bases da Biomecânica do Movimento
1.5.Série/Período: 2ª Série Licenciatura
1.6. Código: 99-8521-02
1.7. Carga Horária:
Prática 80 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
A disciplina proporciona ao aluno uma visão integradora do movimento humano sob a ótica da
biomecânica, possibilitando ao mesmo um entendimento sobre os mecanismos de funcionamento
do corpo humano.
3. Ementa
Aspectos que envolvem a biomecânica do tecido ósseo, articular e muscular. Procedimentos para
avaliar o movimento humano. Estudo das variáreis mecânicas do movimento humano.
4. Objetivos Específicos
- Conhecer os aspectos histológicos, conceitos, definições e áreas de atuação.
- Compreender a terminologia básica dos movimentos.
- Estudar as considerações musculoesqueléticas e neurodinâmicas sobre o movimento.
- Compreender os princípios básicos da mecânica, torque e sistemas de alavancas, tipos de força.
Equilíbrio e centro de gravidade.
5. Conteúdo Programático
Unidade I
Introdução a Biomecânica
Terminologia e Conceitos de Mecânica Simples
Biomecânica do Crescimento e do Desenvolvimento Ósseo

Unidade II
Aspectos Biomecânicos da Função Neuromuscular

Unidade III
A Biomecânica das Articulações

Unidade IV
Cinemática e Cinética Linear
Cinemática e Cinética Angular

6. Procedimentos Didáticos
Aulas expositivas dialogadas.
Aulas de pesquisa, leitura e estudo na biblioteca.

7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida por meio de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano
letivo.
 A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará, no mínimo, 50% (cinquenta)
por cento da composição da nota bimestral quando somadas às outras formas de avaliação.
 Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, poderá representar no máximo 50% (cinquenta) por cento, sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
 A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
 Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75%
(setenta e cinco) por cento de frequência.
8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
ENOKA, M. R. Bases neuromecânicas da cinesiologia. 2ª ed. São Paulo: Manole 2000.
HAMIL, J.; KNUTZEN, K. M. Bases biomecânicas do movimento humano. 2ªed. São Paulo:
Manole, 2008.
HALL, S. J. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro: 3ª ed. Guanabara Koogan, 2000.

8.2. Complementar
8.2.1. Livros
HAY, J. G.; REID, J. G. As Bases Anatômicas e Mecânicas do Movimento Humano. Rio de
Janeiro: Prentice-Hall, 1985.
CARR, G. Biomecânica dos esportes: um guia prático. São Paulo: Manole, 1998.
McGINNIS, P. M. Biomecânica do esporte e exercício. Porto Alegre: Artmed, 2002.

8.2.2. Periódicos
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desenvolvimento Humano. Universidade Federal
de Santa Catarina. Florianópolis - SC, Brasil. ISSN: 1415-8426. Disponível em: <
http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/index>.
Revista Brasileira de Ciência e Movimento. Universidade Católica de Brasília. Taguatinga - DF,
Brasil. ISSN: 0103.1716. Disponível em: < http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/index>.
Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. Escola de Educação Física e Esporte da
Universidade de São Paulo. São Paulo - SP, Brasil. ISSN: 1807-5509. Disponível em: <
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1807-
5509&lng=pt&nrm=iso>.
Revista Brasileira de Biomecânica. Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de
São Paulo. São Paulo - SP, Brasil. ISSN: 1518-8191. Disponível em: <
http://citrus.uspnet.usp.br/biomecan/ojs/index.php/rbb/index>.
9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:
Umuarama – PR, 03/12/2012.





____________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso


10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – PR, 07/12/2012.





























UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
SEMIPRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Instituto de Ciências Exatas, Agrárias, Tecnológicas e Geociências
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Tecnologias Educacionais
1.5.Série/Período: 2ª Série Licenciatura
1.6. Código: 99-8958-01
1.7. Carga Horária:
Prática 40 Teórica 40 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
Com o crescente desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação como meios de
complementação e aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem faz-se necessário
abordar aspectos teóricos e práticos de sua utilização afim de propiciar ao acadêmico subsídios para
que este possa, através das mesmas e da prática do construtivismo social, desenvolver a criatividade
e a autonomia.
3. Ementa
A educação como processo de comunicação frente as relações socioambientais e metodologias de
ensino e aprendizagem. Diferentes linguagens como forma de expressão no espaço educacional.
Fundamentos pedagógicos dos recursos audiovisuais. Criatividade e recursos didáticos.
4. Objetivos Específicos
- Reconhecer a importância da utilização de diferentes mecanismos pedagógicos como ferramenta no
auxílio do processo de conhecimento.
- Identificar as diferentes maneiras de utilização da tecnologia com fins educacionais.
- Aprender a utilizar tecnologias de informação e comunicação como instrumentos de educação
continuada e fonte para obtenção de informações.
- Reconhecer as vantagens dos recursos audioviduais nos processos de ensino e aprendizagem.
- Apresentar criatividade e desenvolver habilidades para confecção de materiais destinados aos
recursos audiovisuais com vistas à melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.
- Avaliar com criticidade a operacionalidade dos recursos audiovisuais.
5. Conteúdo Programático

UNIDADE 1 - OS RECURSOS AUDIOVISUAIS COMO AUXILIARES PEDAGÓGICOS
 Classificação dos recursos audiovisuais
 Os recursos audiovisuais na escola
 Instrumentos tecnológicos a serviço do ensino e aprendizagem no contexto socioambiental
 A ludicidade e os jogos no ensino em geral
 A comunicação visual
 Confecção do material: cartaz, transparência, painel, etc.
 Características das letras
 O uso das cores
 Modos de utilização: papel, transparências, etc.

UNIDADE 2 - RECURSOS AUDIOVIDUAIS E INTERNET
 Flip chart/álbum seriado
 Gravuras
 Power point
 Cartazes
 Slides
 Fotografia
 Retroprojeção
 Filmes/documentários
 Televisão educativa
 Exposições
 Banner´s
 A internet como fonte de pesquisa
 Formas de licenciamento de conteúdos
 Licenciamentos abertos (Creative Commons)
 Projetos livres de disponibilização de materiais didáticos (Wikipédia, OpenCourseware,
Knowledge@Wharton, NextWave, DomínioPúblico, etc.)

6. Procedimentos Didáticos

As atividades didáticas são desenvolvidas através de momentos presenciais, momentos de tutoria e
dos momentos de auto estudo. Nos momentos presenciais as aulas serão expositivas dialogadas.
Nos momentos tutoriais as aulas serão mediadas por tecnologia de informação e comunicação
como: lista de email, chats, fórum de discussões entre outras ferramentas disponíveis aos alunos no
Portal da UNIPAR - Campus Virtual (http://moodle.unipar.br).

7. Avaliação
- A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida através da frequência mínima de 75%
(setenta e cinco) por cento aos encontros presenciais e da realização de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano letivo.
- A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará, no mínimo, 60% (sessenta) por
cento da composição da nota bimestral quando somadas às outras formas de avaliação.
- Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: trabalhos individuais ou
grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos, relatórios,
pesquisas, exercícios previstos no Cronograma de Atividades de Estudos da disciplina, da
participação nas atividades online (chats e fóruns) e presenciais, dentre outros, podem representar
no máximo 40% (quarenta) por cento, sendo registrados na folha de prova oficial e no diário de
classe.
- A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
BACHMAN, J. W. Como usar materiais audiovisuais. São Paulo: CAVE/JUGET, 1967.
FERRETTI, C. J. Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. Petrópolis:
Vozes, 1994.
PARRA, N. e PARRA, I. Técnicas audiovisuais de educação. São Paulo: Edibell, 1972.
8.2. Complementar
8.2.1. Livros
BEHRENS, M. A. Formação continuada dos professores e a prática pedagógica.
Curitiba: Champagnat, 1996.
PARRA, N. e PARRA, I. Metodologia dos recursos audiovisuais. São Paulo:
Saraiva, 1977.
PIGNATARI, D. Informação, linguagem, comunicação. São Paulo: Perspectiva,
1968.
TAJRA, S. F. Informática na educação: professor na atualidade. São Paulo: Érica,
1998.

8.2.2. Periódicos
TORRES, E; MAZZONI, A. Conteúdos digitais multimídia: o foco na usabilidade e
acessibilidade. Ciência da Informação, Brasília, DF, 33.2, 10 12 2004. Disponível em:
<http://www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=320>. Acesso em
03/10/2011.

9. Aprovação do Colegiado de Curso

Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:
Umuarama – PR, 03/12/2012.




____________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – PR, 07/12/2012.




UNIVERSIDADE PARANAENSE – UNIPAR
Reconhecida pela Portaria – MEC nº 1580, de 09/11/93 – D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura – APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO



CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DE ESTUDOS – ANO LETIVO: 2013
Aulas Teóricas, Aulas Teórico-Práticas e Atividades Práticas

CÓDIG
O
DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL SÉRIE
Tecnologias Educacionais

CURSO TURNO PROFESSOR(A)
Licenciatura em Educação
Física
Noturno Marcelo Ricardo Minholi
PRIMEIRO BIMESTRE
Dia/
Mês
Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
16/02 07:50 Sala
Apresentação do conteúdo, objetivos e explicações sobre o arranjo semi-
presencial de ensino e aprendizagem e do cronograma de atividades.
23/02 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
02/03 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
09/03 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
16/03 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
23/03 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
30/03 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
06/04 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
13/04 21:00 Sala Prova Oficial do 3º Bimestre
20/04 07:50 Sala
Apresentação do conteúdo, objetivos e explicações sobre o arranjo semi-
presencial de ensino e do cronograma de atividades.
25/04
a partir
das 8h
SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 1.º BIMESTRE
SEGUNDO BIMESTRE
Dia/
Mês
Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
04/05 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
11/05 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
18/05 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
25/05 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
01/06 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
08/06 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
15/06 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
22/06 07:50 Sala Prova Oficial do 2º Bimestre
27/06
a partir
das 8h
SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 2.º BIMESTRE
TERCEIRO BIMESTRE
Dia/
Mês
Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
20/07 07:50 Sala
Apresentação do conteúdo, objetivos e explicações sobre o arranjo semi-
presencial de ensino e aprendizagem e do cronograma de atividades.
27/07 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
03/08 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
10/08 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
17/08 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
24/08 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
31/09 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
14/09 07:50 Sala Prova Oficial do 3º Bimestre
21/09 07:50 Moodle Revisão e correção de questões aplicadas na Prova Bimestral
26/09
a partir
das 8h
SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 3.º BIMESTRE
QUARTO BIMESTRE
Dia/
Mês
Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
05/10 07:50 Sala
Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao segundo
bimestre
12/10 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
19/10 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
26/10 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
02/11 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
09/11 07:50 Moodle Tutoria, disponibilização de material e proposição de atividades.
16/11 07:50 Moodle Tutoria e disponibilização de material.
23/11 07:50 Sala Prova Oficial do 4º Bimestre
28/11
a partir
das 8h
SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 4.º BIMESTRE
16/12
a partir
das 8h
SAS
PUBLICAÇÃO DA NOTA DA PROVA SUBSTITUTIVA E DO
RESULTADO FINAL DE NOTAS E FREQUÊNCIAS

Observações:
1) Este Cronograma de Atividades de Estudos pode sofrer alterações ao longo do ano letivo,
dependendo do andamento das aulas e conteúdos ministrados.
2) Apenas os conteúdos referentes à carga horária teórica da disciplina podem ser objeto das atividades de
autoestudo.
3) Além da carga horária estabelecida para os encontros presenciais as atividades semipresenciais também
fazem parte da frequência do aluno e serão contabilizadas de acordo com o número de horas-aula descritas
para cada atividade no presente Cronograma de Atividades de Estudos, bem como no Plano de Ensino da
disciplina.
4) Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis), o descumprimento
das Atividades de Estudos estabelecidas neste Cronograma por parte do aluno implicará em possível
reprovação, independentemente da média obtida ao longo do ano letivo.


Marcelo Ricardo Minholi


Aprovado na Reunião do Colegiado do Curso de Educação Física em 03/12/2012



_________________________________________________________
Prof.(a) Silvia Regina Nishiyama Sucupira
Nome e Assinatura do(a) Coordenador(a) de Curso


UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
SEMIPRESENCIAL

Ano Letivo
2014

1 – Identificação
1.1. Unidade: Campus Umuarama – Sede
1.2. Instituto Superior: Ciências Humanas, Linguísticas, Letras e Artes.
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
1.5.Série/Período: 2ª série Licenciatura
1.6. Código: 99-8959-01
1.7. Carga Horária: 40 h
Prática 40 Teórica 40 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral x Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
A língua de sinais pode atuar decisivamente no processo de emancipação, compartilhamento e
transformação que constitui a função social da escola. E entendendo-se que a valorização da
diversidade deve ser um eixo central da relação pedagógica, isso se aplica não apenas aos alunos
surdos, mas também aos alunos não-surdos e a todos que interagem na educação. Assim, a
utilização pedagógica da língua brasileira de sinais, além de afirmar as pessoas surdas como
participantes da comunidade humana – permitindo-lhes partilhar e ampliar o conhecimento
socialmente construído para exercer a sua cidadania – pode também colaborar para que a
comunidade escolar e a sociedade se modifiquem e se abram para o surdo.
3. Ementa
Língua brasileira de sinais - LIBRAS – a língua da modalidade visual e gestual da comunidade
surda. Abrangência visual baseada em regras gramaticais da língua de sinais e da cultura surda.

4. Objetivos Específicos
 Compreender a diferença entre a cultura geral e a da comunidade surda.
 Utilizar a comunicação em LIBRAS em contexto formal e informal,
 Utilizar adequadamente os códigos de LIBRAS para melhor se comunicar com as pessoas
surdas.
 Reconhecer a LIBRAS como um elemento efetivo de inserção da pessoa surda no contexto
sociocultural.

5. Conteúdo Programático

UNIDADE I
1. Fundamentos de libras
 Alfabeto e numerais; Nomes próprios; Pronomes e expressões interrogativas; Números
cardeais; Singular e plural; Diálogos e jogos

UNIDADE II
2. Libras e a percepção pessoal
 Saudações e cumprimentos; Contexto social: formal e informal; Lembrar e esquecer; Sinais;
Localização espacial; Atividades do cotidiano

UNIDADE III
3. Situações
 Verbos variados; Negação e afirmação; Ações e situações; Acontecimentos; Espaços;
Profissões

UNIDADE IV
4. Condicionalidade
 Se e si; Ano sideral; Advérbios; Frases; Tempo, estações e calendário.

6. Procedimentos Didáticos
As atividades didáticas são desenvolvidas através de momentos presenciais, momentos de tutoria
e dos momentos de auto estudo. Nos momentos presenciais as aulas serão expositivas dialogadas.
Nos momentos tutoriais as aulas serão mediadas por tecnologia de informação e comunicação
como: lista de e-mail, chats, fórum de discussões entre outras ferramentas disponíveis aos alunos
no Portal da UNIPAR - Campus Virtual (http://moodle.unipar.br).

7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida através da frequência mínima de 75%
(setenta e cinco) por cento aos encontros presenciais e da realização de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano
letivo.
 A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará, no mínimo, 60% (sessenta)
por cento da composição da nota bimestral quando somadas às outras formas de avaliação.
 Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos,
relatórios, pesquisas, exercícios previstos no Cronograma de Atividades de Estudos da disciplina,
da participação nas atividades online (chats e fóruns) e presenciais, dentre outros, podem
representar no máximo 40% (quarenta) por cento, sendo registrados na folha de prova oficial e no
diário de classe.
A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.


8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica (Livros e Periódicos)
FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico: livro do professor Rio de Janeiro:
WallPrint, 2008, 2009
HONORA, M. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação
usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010, 2011.
CAMARA Jr, J. M. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes, 1999, 2002, 2003.
8.2. Complementar (Livros e Periódicos)
QUADROS, R.M.; KARNOPP, L.B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
SOUZA, R. M. Que palavra que te falta?: linguística e educação: considerações
epistemológicas a partir da surdez. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
PENTEADO, J.R.W. A técnica da comunicação humana. Sao Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2001.
RAMOS, J.M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

8.2.2 Periódicos
CADERNOS DE EDUCAÇÃO, Faculdade de Educação - UFPel. Ed. UFPel, Pelotas, RS: ISSN
0104-1371 | ISSN ON LINE 2178-079X. Disponível em: < http://www.ufpel.edu.br/fae/caduc/>
REVISTA CIÊNCIA & EDUCAÇÃO. Programa de Pós-Graduação em Educação para a
Ciência, Faculdade de Ciências da Unesp, Bauru, SP: Online ISSN 1980-850X - Print ISSN 1516-
7313. Disponível em: < http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/>
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO – ANPEd, Rio de Janeiro, RJ: ISSN 1413-2478.
Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1413-
2478&lng=pt&nrm=iso>
www.ucs.br/site/libras/cursos/curso-basico-de-libras
www.institutoiesm.com.br




9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:

Umuarama – Pr, 03/12/2013





_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do (a) Coordenador (a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior

Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – Pr, 06/12/2013.



UNIVERSIDADE PARANAENSE – UNIPAR
Reconhecida pela Portaria – MEC nº. 1580, de 09/11/93 – D.O.U. 10/11/93.
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura – APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO



CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DE ESTUDOS – ANO LETIVO: 2013
Aulas Teóricas, Aulas Teórico-Práticas e Atividades Práticas

CÓDIGO DISCIPLINA SEMIPRESENCIAL SÉRIE
LIBRAS
2
CURSO TURNO PROFESSOR(A)
Educação física licenciatura segundo ano Nádia Cristiane Valentim Mardegan
PRIMEIRO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
07.02.14
19:50

Sala
Apresentação da disciplina, Plano de Ensino e explicações sobre o sistema
semipresencial.
14.02.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
21.02.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
28.02.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
07.03.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
14.03.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
21.03.14 19:50 moodle Fundamentos da LIBRAS
28.03.14 19:50 Sala Revisão
04.04.14 19:50 Sala Prova Bimestral
11.04.14 19:50 moodle Revisão e correção de questões aplicada na Prova Bimestral Atividade Complementar
28.04.14

8:00

SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 1.º BIMESTRE

SEGUNDO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
25.04.14 19:50 Sala Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao segundo bimestre
02.05.14 19:50 moodle LIBRAS e a percepção pessoal
09.05.14 19:50 moodle LIBRAS e a percepção pessoal
16.05.14 19:50 moodle LIBRAS e a percepção pessoal
23.05.14 19:50 moodle LIBRAS e a percepção pessoal
30.05.14 19:50 moodle LIBRAS e a percepção pessoal
06.06.14 19:50 Sala Revisão
27.06.14 19:50 Sala Segunda Prova Bimestral
04.07.14 19:50 moodle Revisão e correção de questões aplicadas na Prova Bimestral

18.07.14 19:50 Sala Primeira Prova Substitutiva
11.07.14 8:00 SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 2.º BIMESTRE





TERCEIRO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
25.07.14 19:50 Sala Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao terceiro bimestre
01.08.14 19:50 moodle Situações
08.08.14 19:50 moodle Situações
22.08.14 19:50 moodle Situações
29.08.14 19:50 moodle Situações
05.09.14 19:50 moodle Situações
12.09.14 19:50 Sala Revisão
19.09.14 19:50 Sala Prova Bimestral

06.10.14 8:00 SAS PUBLICAÇÃO DE FREQUÊNCIA E NOTA - 3. º BIMESTRE.
QUARTO BIMESTRE
Dia/ Mês Horário Local Conteúdo / Atividades Presenciais e Tutoriadas
26.09.14 19:50 Sala Aula Expositiva e entrega de materiais referentes ao quarto bimestre
03.10.14 19:50 moodle Condicionalidade
10.10.14 19:50 moodle Condicionalidade
17.10.14 19:50 moodle Condicionalidade
24.10.14 19:50 moodle Condicionalidade
31.10.14 19:50 moodle Condicionalidade
07.11.14 19:50 Sala Revisão
14.11.14 19:50 Sala Prova Bimestral
21.11.14 19:50 Sala Revisão
28.11.14 19:50 Sala Revisão
05.12.14 19:50 Sala Segunda prova Substitutiva

28.11.14
A partir das
8horas
SAS PUBLICAÇÃO DE FREQÜÊNCIA E NOTA - 4 BIMESTRE
15.12.14
A partir das
8 horas
SAS Publicação da nota substitutiva e do resultado final de notas e frequências.

Observações:
1) Este Cronograma de Atividades de Estudos pode sofrer alterações ao longo do ano letivo,
dependendo do andamento das aulas e conteúdos ministrados.
2) Apenas os conteúdos referentes à carga horária teórica da disciplina podem ser objeto das atividades
de auto estudo.
3) Além da carga horária estabelecida para os encontros presenciais as atividades semipresenciais também
fazem parte da frequência do aluno e serão contabilizadas de acordo com o número de horas-aula
descritas para cada atividade no presente Cronograma de Atividades de Estudos, bem como no Plano de
Ensino da disciplina.
4) Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis), o descumprimento
das Atividades de Estudos estabelecidas neste Cronograma por parte do aluno implicará em possível
reprovação, independentemente da média obtida ao longo do ano letivo.


Nádia Cristiane Valentim Mardegan


Aprovado na Reunião do Colegiado do Curso de Educação Física em 03/12/2013
____________________________________________________________
Prof.(a) Silvia Regina Nishiyama Sucupira Sarto
Nome e Assinatura do (a) Coordenador (a) de Curso




UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Metodologia para o Ensino da Educação Física I
1.5.Série/Período: 2ª série – Licenciatura
1.6. Código: 99-9134-02
1.7. Carga Horária:
40 Prática 80 Teórica 120 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
A disciplina de Metodologia para o Ensino da Educação Física I justifica-se como componente
curricular no Curso, por propiciar a compreensão da Educação Física Escolar nos níveis de ensino
da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Releva-se também, por proporcionar ao educador um
embasamento teórico e prático através de conteúdos e métodos significativos das questões
educacionais.

3. Ementa
A relação Educação/Escola/Educação Física no contexto socioambiental, étnico-racial e direitos
humanos. Estudo da Metodologia e prática da Educação Física Escolar no contexto da Educação
Infantil e Ensino Fundamental das escolas públicas e particulares. Procedimentos da ação docente
quanto a elaboração e execução de planejamento didático. Formação do professor enquanto
profissional da Educação Física. Relação professor-aluno.
Prática como Componente Curricular (PCC): Observação da prática pedagógica no cotidiano
escolar. Preparação de planos de aulas teóricas e/ou práticas, elaboração de projetos, oficinas
pedagógicas operacionalização de métodos e técnicas de ensino.

4. Objetivos Específicos
 Promover através do embasamento teórico-prático a elaboração e aplicação de procedimentos
que favoreçam a intervenção na área escolar.
 Compreender as concepções e tendências de Educação Física, bem como os seus objetivos,
propostas de conteúdos, métodos e técnicas, avaliação e recursos.
 Promover estudos, debates e seminários no âmbito da Educação Física Escolar referentes a
formação de professores, metodologias e procedimentos avaliativos que possam contribuir para a
ação docente do professor de Educação Física.
 Caracterizar os diferentes tipos de métodos e técnicas aplicáveis a área de Educação Física.

5. Conteúdo Programático
UNIDADE I
 Introdução a Metodologia do Ensino
 A formação do professor enquanto profissional da Educação e a relação com os aspectos
socioambiental, étnico-racial e direitos humanos
 Prática como componente curricular (PCC)

UNIDADE II
 Educação Física e a organização Curricular para Educação Infantil e Ensino Fundamental;
 Prática como componente curricular (PCC)

UNIDADE III
 Documentos oficiais da área da Educação Física;
 Projeto Político Pedagógico;
 Prática como componente curricular (PCC)

UNIDADE IV
 Elaboração e aplicabilidade dos Projetos Escolares para Educação Infantil e Ensino
Fundamental;
 Recursos e Meios de Ensino (Importância, Tipos e aplicabilidade)
 Avaliação (Instrumentos e técnicas)
 Prática como componente curricular (PCC)

6. Procedimentos Didáticos
Aulas expositivas dialogadas, com base em textos previamente indicados, vídeos, debates,
análise de livros didáticos, leitura de obras e pesquisas.
Aulas práticas em torno de conteúdos específicos da disciplina, dinâmicas de grupo, pesquisas e
trabalhos individual e em grupo, realização de portfólios, seminários e resenhas de livros.
7. Avaliação
O resultado da avaliação será obtido por meio de 04 (quatro) provas oficiais bimestrais, presenciais
e escritas, nos valores de 0 (zero) a 8,0 (oito) realizadas durante o ano letivo. Acrescidos de uma
atividade de PCC (Prática com Componente Curricular), nos valores de 0 (zero) a 2,0 (dois),
totalizando 10,0 (dez) pontos.
A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará no mínimo 50% (cinquenta por
cento) da composição da nota bimestral quando somadas as outras formas de avaliação.
Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, deverá representar no máximo 50% (cinquenta por cento), sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75% (setenta e
cinco por cento) de frequência.
8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
BORGES, Cecília Maria Ferreira. O professor de educação física e a construção do saber.
Papirus,1998.
BORSARI, Jose Roberto. Educação Física na pré-escola a universidade: Planejamento,
programas e conteúdos. São Paulo: EPU, 2003.

8.2. Complementar
8.2.1. Livros
MELCHERST HURTADO, Johann Gustavo Guilhermino. O ensino da educação física: uma
abordagem didática. PRODIL. Porto Alegre, 1988.
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: educação Física. Rio de
Janeiro DP&A, 2000.
PARANÁ, Secretaria de Educação do. Diretrizes Curriculares Estaduais para o ensino
Fundamental e Médio. Curitiba: SEED-PR, 2007.

8.2.2. Periódicos
REVISTA MOVIMENTO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Porto Alegre – RS.
Brasil. ISSN impresso: 0104-754X ISSN online: 1982-8918. Disponível em:
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/issue/view/648/showToc
MOTRIVIVENCIA-REVISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE E LAZER.
Universidade Federal de Santa Catarina-Florianópolis – SC. Brasil. ISSNe 2175-8042
Disponível em: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/index
REVISTA BRASILEIRA DE CIENCIA E MOVIMENTO. Universidade Católica de Brasília.
Brasília - DF. Brasil. ISSN: 0103.1716. Disponível em:
http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Escola de Educação Física
e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP)-SP.Brasil. ISSN 1807-5509. Disponível
em:http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=1807-
5509&lng=pt&nrm=iso
9. Aprovação do Colegiado de Curso

Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:
Umuarama – Pr, 03/12/2012.




_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:


Umuarama – Pr, 07/12/2012.




UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Superior em Educação Física – Licenciatura
1.4. Disciplina: Fisiologia Humana
1.5.Série/Período: 2
a
série Licenciatura
1.6. Código: 99-9135-02
1.7. Carga Horária:
40 Prática 40 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
O conhecimento sobre o funcionamento do organismo humano proporciona a base para a
prescrição de qualquer modalidade de exercício físico, visando à saúde. A compreensão da
fisiologia dos diferentes sistemas do corpo humano e principalmente a relação entre os sistemas,
tanto em repouso quanto em atividade, forma o alicerce para a orientação e realização da atividade
física segura e saudável, possibilitando o alcance dos mais diversos objetivos pertinentes a área da
Educação Física escolar.
3. Ementa
Funcionamento de órgãos, aparelhos e sistemas do corpo humano. Fundamentos importantes para
a compreensão da cinesiologia e da fisiologia do exercício.

4. Objetivos Específicos
- Conhecer os vários mecanismos de manutenção da homeostase do organismo humano.
- Compreender o funcionamento de órgãos e sistemas fisiológicos e a relação entre eles, tanto em
repouso quanto em atividade.
- Relacionar os conhecimentos sobre os aspectos funcionais e morfológicos dos diferentes
sistemas corporais com a prática cotidiana.
5. Conteúdo Programático
UNIDADE 1- FISIOLOGIA CELULAR
Introdução a fisiologia humana.
Organização funcional e meio interno.
Fisiologia Celular.
Transporte de membrana: difusão e transporte ativo.
Homeostase e mecanismos de controle homeostático.
Potenciais de membrana e Potenciais de ação.

UNIDADE 2 - FISIOLOGIA NEUROMUSCULAR:
Organização e controle do sistema nervoso.
Sistemas sensoriais: os sentidos .
Sistema motor: estímulos, reflexos e equilíbrio.
Sistema nervoso autônomo e sistema Endócrino.
Sistema muscular: tipos de músculos, estrutura, função e controle.
Metabolismo contrátil da fibra muscular.

UNIDADE 3 - FISIOLOGIA CARDÍACA E BIOENERGÉTICA:
Produção de energia celular, metabolismo.
Sangue, coração e eletrocardiograma.
Sistema cardiovascular e circulação sanguínea.
Débito cardíaco, freqüência cardíaca e pressão arterial.
Hipertensão e diabetes.

UNIDADE 4 - FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA E DE INTEGRAÇÃO
Respiração e sistema respiratório.
Princípios físicos das trocas gasosas e o transporte de oxigênio e de dióxido de carbono no
sangue e nos líquidos corporais.
Metabolismo e regulação térmica.
Neurofisiologia motora e de integração.
6. Procedimentos Didáticos
Aulas expositivas dialogadas, aulas práticas, aulas de pesquisa, leitura e estudo na biblioteca.
7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida por meio de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano
letivo.
 A nota da prova oficial escrita representará no mínimo 50% (cinquenta por cento) da
composição da nota bimestral.
 As atividades teórico-práticas e práticas constituirão a nota da avaliação oficial de acordo com
os conteúdos ministrados e terão o valor de no máximo 50% (cinquenta por cento) do total
estabelecido para a disciplina, sendo devidamente registradas no diário de classe distribuídas
entre: discussão de casos clínicos, estudos dirigidos em grupo, relatórios de aulas práticas,
seminários, participação e execução de roteiros práticos, entre outros”.
 A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas atividades teórico-práticas e práticas, totalizando 10 (dez)
pontos.
 Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75%
(setenta e cinco por cento) de frequência.

8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
DOUGLAS, Carlos. R. Tratado de fisiologia: aplicada as ciências médicas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C.. Tratado de fisiologia médica. 10ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.

8.2. Complementar
8.2.1. Livros
CURI, Rui (Org). Praticando Fisiologia. Barueri: Manole, 2005
ROBERGS, Robert A.; ROBERTS, Scott O. Princípios fundamentais de fisiologia do exercício:
para aptidão, desempenho e saúde. São Paulo: Phorte, 2002.
WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L.; KENNEY, Larry W. Fisiologia do esporte e do
exercício. 2ed. Barueri: Manole, 2001.
8.2.2. Periódicos
Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR. Universidade Paranaense. Umuarama - PR.
Disponível em: <http://revistas.unipar.br/saude/index>.
Revista Brasileira de Ciência e Movimento. Universidade Católica de Brasília. Taguatinga - DF,
Brasil. ISSN: 0103.1716. Disponível em: < http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/index>.
Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. Escola de Educação Física e Esporte da
Universidade de São Paulo. São Paulo - SP, Brasil. ISSN: 1807-5509. Disponível em: <
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1807-
5509&lng=pt&nrm=iso>.
Journal of Applied Physiology. The American Physiological Society. Bethesda -MD. Disponível
em: <http://jap.physiology.org/>.

9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:


Umuarama – PR, 03/12/2012.


____________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – PR, 07/12/2012.



UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Superior em Educação Física - Licenciatura
1.4. Disciplina: Bases do Esporte Individual II (Lutas, Ginástica Rítmica e Ginástica
Artística)
1.5. Série/Período: 2ª Série Licenciatura
1.6. Código: 99- 9136 -02
1.7. Carga Horária:
40 Prática 40 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
A disciplina aborda a teoria e a prática das modalidades de Lutas, Ginástica Rítmica e
Ginástica Artística, necessárias para o desenvolvimento de atividades contribuindo para o
desenvolvimento de habilidades corporais, ritmo, expressão corporal, criatividade e corporeidade,
proporcionando uma melhor formação profissional ao acadêmico de Educação Física.
3. Ementa
Origem e evolução; objetivos e fundamentos básicos; ética, aprendizagem de técnicas básicas;
aspectos técnicos, psicológicos e pedagógicos da aprendizagem, regras e arbitragem; experiências
de ensino. nas Lutas, Ginástica Rítmica e Artística.
4. Objetivos Específicos
- Conhecer a história e evolução das lutas, da ginástica rítmica e artística;
- Reconhecer o valor recreativo e educativo das lutas, da ginástica rítmica e artística como meio no
processo educacional.
- Proporcionar noções gerais sobre o conhecimento das lutas, da ginástica rítmica e artística nas
diversas faixas etárias e sua aplicabilidade na área escolar.
- Adquirir conhecimentos teóricos e práticos sobre a metodologia do ensino e a prática pedagógica
das lutas, da ginástica rítmica e artística;
- Dominar os conceitos e fundamentos das lutas, da ginástica rítmica e artística; desenvolvendo
habilidades que possibilitem a aplicabilidade dos conhecimentos assimilados no âmbito escolar.
- Conhecer as regras das modalidades, bem como a sua forma de organização.
5. Conteúdo Programático
Lutas:
UNIDADE 1
 Apresentação do conteúdo programático
 Conceitos de Artes Marciais e esportes de Combate
 Lutas orientais e lutas ocidentais
 Judô
 Jiu-jitsu
 Lutas Olímpicas

UNIDADE 2
 Karatê
 Taekwondo
 Capoeira
 Boxe

Ginástica Rítmica e Artística:
UNIDADE 3 - HISTÓRICO:
 Origem histórica das Ginásticas rítmica e artística
 Desenvolvimento das Ginásticas Rítmica e Artística no Brasil..
– FUNDAMENTOS DAS GINÁSTICAS:
 Características e Classificação dos Exercícios
 Regulamento Geral das modalidades
UNIDADE 4 – PROCESSOS PEDAGÓGICOS DOS ELEMENTOS CORPORAIS:
 Saltos
 Equilíbrio
 Pivots
 Flexibilidade
 Exercícios de solo
- METODOLOGIA DOS APARELHOS:
 Particularidades dos aparelhos da GR e GA
 Aplicação das ginásticas nas diferentes áreas escolares
 Composição de série (rotina simples)
Noções de arbitragem em exercícios individuais nos aparelhos femininos e masculinos.
6. Procedimentos Didáticos
O conteúdo programático será operacionalizado através de aulas expositivas dialogadas
práticas, estudos dirigidos, análise e discussões de textos, seminários, resumos, trabalhos práticos,
dinâmica de grupos, projeção de vídeos, montagem e participação em Festivais, planejamentos e
aplicações de aulas.
7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida por meio de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano
letivo.
 A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará, no mínimo, 50% (cinquenta)
por cento da composição da nota bimestral quando somadas às outras formas de avaliação.
 Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, poderá representar no máximo 50% (cinquenta) por cento, sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
 A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
 Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75%
(setenta e cinco) por cento de frequência.
8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
Lutas:
- DELIBERADOR, A. Judô - uma metodologia participativa. Sport e Lazer. Básica
- FRANCHINI, E. Judô – Desempenho competitivo. 1ª ed. Barueri: Editora Manole Ltda,
2001. Complementar.
- VIRGÍLIO, S. A arte do judô. 3.ed. Porto Alegre: Rigel, 1994. Básica
Ginástica Rítmica e Artística:
ARAUJO, C. LEBRE, E. Manual de Ginástica Rítmica. Porto Editora: 2006.
ARAUJO, C. LEBRE, E. Manual de ajudas em Ginástica. Porto Editora:2006.
NUNOMURA, M.; HARUMI M; TSUKAMOTO. Fundamentos das Ginásticas (org).Fontoura
2009.
8.2. Complementar
8.2.1. Livros
BAPTISTA, C. Judô - da escola à competição. Rio de Janeiro: Sprint, 1999. AWAZU, K. Judô:
agenda, memória do judoka. Porto Alegre: Rigel, s.d.
FEDERAÇÃO PARANAENSE DE JUDÔ. Organização, capacitação e normalização. 1ª ed.
Cascavel, 2000.
BROCHADO, F. A. Fundamentos de Ginástica Artística e de Trampolins. Guanabara Koogan;
2005.
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE GINÁSTICA. Código de Pontuação de Ginástica
Rítmica. 2009. (Virtual: http://www.fig-gymnastics.com).
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE GINÁSTICA. Código de Pontuação de Ginástica
Artística Feminina e Masculino,2009. (Virtual: http://www.fig-gymnastics.com).

8.2.1. Periódicos
REVISTA MOVIMENTO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Porto Alegre – RS.
Brasil. ISSN impresso: 0104-754X ISSN online: 1982-8918. Disponível em:
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/issue/view/648/showToc
REVISTA PENSAR A PRÁTICA. Universidade Federal de Goiás. Goiania – GO.Brasil. ISSN
(Impresso) 1415-4676; ISSN (Eletrônico) 1980-6183. Disponível em:
http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/index
MOTRIVIVENCIA-REVISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE E LAZER.
Universidade Federal de Santa Catarina-Florianópolis – SC. Brasil. ISSNe 2175-8042
Disponível em: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/index
REVI STA BRASI LEI RA DE CI ÊNCI AS DO ESPORTE. Colégio Brasileiro de Ciência do
Esporte.Brasil. ISSN 0101-3289, eISSN 2179-3255. Disponível em:
http://www.rbceonline.org.br/revista/index.php/RBCE
REVISTA BRASILEIRA DE CIENCIA E MOVIMENTO. Universidade Católica de Brasília.
Brasília - DF. Brasil. ISSN: 0103.1716. Disponível em:
http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM



9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:

Umuarama – Pr, 03/12/2012.






_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso


10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior

Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – Pr, 07/12/2012.































UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Bases dos Esportes Coletivos II – Voleibol e Basquetebol
1.5.Série/Período: 2ª série – Licenciatura
1.6. Código: 99-9137-02
1.7. Carga Horária:
40 Prática 40 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso

Considerando o voleibol e o basquetebol como instrumento educacional, sua prática visa
proporcionar um bem-estar físico, através do crescimento harmonioso de crianças e adolescentes,
e um condicionamento físico que permita às pessoas sentirem-se mais aptas e dispostas para suas
atividades do cotidiano. É cada vez maior a procura do esporte como forma das pessoas livrarem-
se de suas tensões e ansiedades causadas pela vida moderna. O conjunto desses valores, na
verdade, quando assimilado, atua de forma decisiva no ajuste da pessoa dinâmica no mundo atual.
3. Ementa
Conhecimento teórico sobre o histórico e a evolução do voleibol e do basquetebol; Prática
pedagógica dos fundamentos técnicos, táticos e de jogos recreativos e pré-desportivos; Iniciação
ao voleibol e o basquetebol. Regras e arbitragem do voleibol e do basquetebol; Experiências de
ensino.
4. Objetivos Específicos
- Conhecer a história e evolução.
- Reconhecer o valor recreativo e educativo como meio no processo educacional.
- Adquirir conhecimentos teóricos e práticos sobre a metodologia do ensino e a prática
pedagógica.
- Dominar os conceitos e fundamentos do jogo, desenvolvendo habilidades que possibilitem a
aplicabilidade dos conhecimentos assimilados no âmbito escolar.
- Conhecer as regras da modalidade, bem como a sua forma de organização.

5. Conteúdo Programático
Unidade 1 – voleibol
- Histórico
- A organização do voleibol
- Estudo da metodologia para o ensino do voleibol
- Conceitos básicos: aprendizagem motora, capacidades e habilidades
- Processo metodológico do ensino dos fundamentos
- Mini-voleibol
- Regras Básicas

Unidade 2 – voleibol
-Posição básica
- Toque de bola
- Manchete:
- Saque
- Cortada
- Bloqueio
- Defesa
- Sistema de jogo (5x1, 4x2, 3x3, 6x0)
- Formação para recepção de saque
- Cobertura para proteção de ataque
- Formação defensiva

Unidade 3 – basquetebol
- Origem do basquetebol e sua evolução.
- Regras Básicas do basquetebol.
- Manejo de corpo: giro, fintas e mudanças de direção;
- Manejo de bola;
- Passes;
- Drible;
- Arremesso;
- Rebote;
- Sistemas Defesa;

Unidade 4 - basquetebol
- Sistemas Ataque
- Situações de jogo;
- Jogos sincronizados;
- Jogos pré-desportivos;
- Formação equipe de basquetebol

6. Procedimentos Didáticos
- Aulas expositivas dialogadas e práticas.
- Trabalhos individuais e em grupos.
- Seminários e filmes.

7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida por meio de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano
letivo.
 A nota da prova oficial escrita representará no mínimo 50% (cinquenta por cento) da
composição da nota bimestral.
 As atividades teórico-práticas e práticas constituirão a nota da avaliação oficial de acordo com
os conteúdos ministrados e terão o valor de no máximo 50% (cinquenta por cento) do total
estabelecido para a disciplina, sendo devidamente registradas no diário de classe distribuídas entre:
discussão de casos clínicos, estudos dirigidos em grupo, relatórios de aulas práticas, seminários,
participação e execução de roteiros práticos, entre outros”.
 A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas atividades teórico-práticas e práticas, totalizando 10 (dez) pontos.
 Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75%
(setenta e cinco por cento) de frequência.
8. Bibliografia (Livros e Periódicos)

8.1. Básica
8.1.1. Livros
BIZZOCCHI, C. O voleibol de alto nível: da iniciação à competição, Barueri, SP, Manole, 2004.
BORSARI, J. R. Voleibol: aprendizagem e treinamento. Um desafio constante. Variações do
voleibol: Vôlei de praia. Fut-volei. Vôlei em quartetos. São Paulo, EPU,2001.
FERREIRA, A.E.X; ROSE,D. Basquetebol - Técnicas e táticas: uma abordagem didático-
pedagógica. São Paulo: editora da Universidade de São Paulo, 2003.


8.2. Complementar
8.2.1. Livros
ALMEIDA, M.B. Basquetebol Iniciação. Rio de Janeiro: editora sprint, 2000.
BEZERRA,M. Basquetebol 1000 exercícios. Rio de Janeiro: Sprint, 2001.
CARVALHO, O. M. Voleibol 1000 exercícios. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL. Regras Oficiais de Voleibol, Rio de
Janeiro, Editora Sprint, 2000/2001.
SUVOROV, Y. P.Voleibol: iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.

8.2.2. Periódicos
REVISTA DIGITAL - Buenos Aires - Ano 5 - n º 24 – Dezembro de 2000.Disponível em:
http://www.efdeportes.com/efd24/volei.htm
REVISTA DIGITAL - Buenos Aires - Ano 7 - n º 43 – Dezembro de 2001.Disponível em:
http://www.efdeportes.com/efd43/volei.htm -

9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:

Umuarama – Pr, 03/12/2012.





_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior


Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:


Umuarama – Pr, 07/12/2012.






























UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Educação Física Adaptada e Integração Social
1.5.Série/Período: 2ª Série Licenciatura
1.6. Código: 99-9138-03
1.7. Carga Horária:
80 Prática 40 Teórica 120 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
A Inclusão escolar de alunos com deficiência nas escolas de ensino regular exige um preparo
diferencial dos futuros professores de Educação Física. A disciplina procura introduzir o aluno no
estudo da Educação Física Adaptada através do conhecimento e familiarização à todos os tipos de
deficiências, como a física, sensorial, intelectual e cognitiva, possibilitando o aprendizado de
metodologias da Educação Física adequadas aos alunos com algum tipo de deficiência.
Preparando o futuro professor para trabalhar com os mais diferenciados públicos, que necessitam
de métodos de trabalho adaptados para que possam participar das aulas de educação física.
Sendo assim, através desta realidade, esta disciplina pretende contribuir no sentido de
apresentar, orientar, atualizar, refletir e debater situações e sugestões que torne possível aos
futuros professores de Educação Física, obter subsídios e alternativas para um melhor
embasamento teórico e vivência prática através dos conteúdos relacionados à uma educação física
adaptada na graduação, tendo assim, a oportunidade de ampliar seus conhecimentos e
qualificação pré-profissional.
3. Ementa
Questões educacionais, socioambientais, étnico-raciais e psicológicas da Educação Física
Adaptada. Caracterização e implicações na metodologia da Educação Física Adaptada para
pessoas com deficiência. Técnicas de Avaliação física e pedagógica. Adaptação das atividades
físicas e esportivas. Planejamento, coordenação e direção de atividades inclusivas para as pessoas
com deficiência desde a infância até a terceira idade. Direitos Humanos da pessoa com
deficiência. PCC - experiências educacionais pela observação-análise e cooperação-interação.
Seminários multidisciplinares. Experiências de ensino.
4. Objetivos Específicos
 Compreender a importância da Educação Física Orientada para pessoas com deficiência
como processo de intervenção no ensino regular e especializado.
 Caracterizar e conceituar as deficiências: mental, auditiva, visual e física.
 Examinar os procedimentos e estabelecer parâmetros para a formalização de um programa
de Educação Física Adaptada do ensino infantil a terceira idade.
 Desenvolver habilidades que possibilitem a aplicabilidade dos conhecimentos da Educação
Física Adaptada no âmbito escolar.
 Discutir sobre o contexto da Inclusão e Integração na problemática da dinâmica escolar.

5. Conteúdo Programático


UNIDADE I - EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA, INCLUSÃO E DEFICIÊNCIA FÍSICA:
 Educação Física Adaptada: terminologia e conceitos ao longo do tempo
 Diferenças individuais: lidando com as diversidades com as socioambientais e étnico-
raciais;
 Inclusão: princípios, leis e regulamentação, atividade física adaptada nos ambientes
escolares;
 Intervenção do professor de Educação Física;
 Atividade física e Deficiência Física: aspectos conceituais, classificação, causas, tipos,
implicações nas aulas de Educação Física.
 Elaboração de programas de atividade física para pessoas com Deficiência Física
 PCC – Prática como componente curricular

UNIDADE II - ATIVIDADE FÍSICA E DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA:
 Atividade Física e Deficiência Visual: aspectos conceituais, classificação, causas, tipos,
implicações nas aulas de Educação Física.
 Elaboração de programas de atividade física para pessoas com Deficiência Visual
 Atividade Física e Deficiência Auditiva: aspectos conceituais, classificação, causas, tipos,
implicações nas aulas de Educação Física.
 Elaboração de programas de atividade física para pessoas com Deficiência Auditiva
 PCC – Prática como componente curricular

UNIDADE III - ATIVIDADE FÍSICA E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E ESPORTE:
 Atividade Física e Deficiência Intelectual: aspectos conceituais, classificação, causas,
tipos, implicações nas aulas de Educação Física.
 Elaboração de programas de atividade física para pessoas com Deficiência Intelectual
 Síndromes
 O esporte para pessoas com deficiência: modalidades oficiais – Comitê Paralímpico
Brasileiro.
 PCC – Prática como componente curricular

UNIDADE IV - ATIVIDADE FÍSICA E TERCEIRA IDADE:
 Atividade Física para o idoso: conceitos, modelo e suas especificidades
 Programas de atividade física para o idoso
 PCC – Prática como componente curricular

6. Procedimentos Didáticos

Aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, estudo dirigido, dinâmicas de grupo,
pesquisas, seminários e desenvolvimento de trabalhos práticos.

7. Avaliação
O resultado da avaliação será obtido por meio de 04 (quatro) provas oficiais bimestrais,
presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 8,0 (oito) realizadas durante o ano letivo.
Acrescidos de uma atividade de PCC (Prática com Componente Curricular), nos valores de 0
(zero) a 2,0 (dois), totalizando 10,0 (dez) pontos.
A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará no mínimo 50% (cinquenta por
cento) da composição da nota bimestral quando somadas as outras formas de avaliação.
Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, deverá representar no máximo 50% (cinquenta por cento), sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75% (setenta
e cinco por cento) de frequência.

8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
WINNICK, Joseph P. Educação Física e Esportes Adaptados. São Paulo: Manole, 2004.
ROSADAS, Sidney de Carvalho. Educação Física Especial para Deficientes. São Paulo:
Atheneu, 1991.
SOLER, Reinaldo. Brincando e Aprendendo na Educação Física Especial: planos de aula. Rio
de Janeiro: Sprint, 2002.

8.2. Complementar
8.2.1. Livros
GORGATTI, Márcia Greguol (org.). Atividade Física Adaptada: qualidade de vida para pessoas
com necessidades especiais. Barueri: Manole, 2008/2005.
ROSADAS, Sidney de Carvalho. Atividade Física Adaptada e Jogos Esportivos para o
Deficiente: eu posso, vocês duvidam?. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989.
LORENZINI, Marlene V. Brincando a Brincadeira com a Criança Deficiente. São Paulo:
Manole, 2002.
MOSQUERA,C. Educação Física para Deficientes Visuais. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
SMITH, Deborah D. Introdução à Educação Especial: ensinar em tempos de inclusão. Porto
Alegre: Artmed, 2008.

8.2.2 Periódicos
CONEXÕES – REVISTADA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNICAMP.
Universidade de Campinas. Campinas – SP. ISBN impresso: 1516-4381 ISSN on-line: 1983-9030.
Disponível em: http://polaris.bc.unicamp.br/seer/fef/index.php
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Escola de Educação Física
e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP)-SP. Brasil. ISSN 1807-5509
Disponível em: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=1807-
5509&lng=pt&nrm=iso
REVISTA BRASILEIRA DE CIENCIA E MOVIMENTO. Universidade Católica de Brasília.
Brasília - DF. Brasil. ISSN: 0103.1716. Disponível em:
http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM

9. Aprovação do Colegiado de Curso

Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:


Umuarama – Pr, 03/12/2012.






_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:


Umuarama – Pr, 07/12/2012.























UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Corpo e Movimento na Escola
1.5.Série/Período: 2ª série - licenciatura
1.6. Código: 99 – 9139 - 02
1.7. Carga Horária:
Prática 80 Teórica 80 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual

2. Contextualização da Disciplina no Curso
Através da disciplina, o acadêmico terá contato com discussões a respeito da corporeidade, do
conhecimento corporal e sua articulação como o movimento e a escola através de atividades de
consciência corporal perceber o movimento articulador do processo de ensino aprendizagem.
3. Ementa
Respiração, sensoriedade, percepção corporal, a complexidade e a corporeidade; as linguagens e o
corpo; consciência corporal e consciência de si. O corpo nas dimensões socioambiental e étnico-
racial.
4. Objetivos Específicos
 Contextualizar o tema da corporeidade na época atual;
 Explorar potencialidades motoras numa perspectiva plural das linguagens almejando ampliar a
consciência corporal (corporeidade) e a consciência de si;
 Aprofundar na percepção da unidade corporal;
 Vivenciar um processo de padrões comportamentais;
 Realizar oficinas de consciência corporal.

5. Conteúdo Programático
UNIDADE I
O corpo e sua expressão no cotidiano, na filosofia, nas artes e
nos esportes.
O corpo humano: o que é, como se constitui, como se movimenta e
expressa segundo diferentes abordagens.
O espaço do corpo sob diferentes aspectos: culturais, socioambientais e étnico-raciais

UNIDADADE II
O corpo e os corpos: noções e sensibilização.
Psicossomática: a influência do corpo e de seus movimentos sobre
a psique e vice-versa.
O movimento, suas variáveis, a postura e a expressão.

UNIDADE III
A linguagem corporal, sua leitura e domínio.
Educação pelo movimento e consciência corporal.
A relação corpo-mente-ambiente-pausa.

UNIDADE IV
Atividades para a tomada de consciência do corpo e sua vivência.
Fatores de Movimento segundo Rudolf von Laban: Espaço, Tempo, Peso e Fluência
Rítmica corporal
6. Procedimentos Didáticos

O conteúdo programático será operacionalizado através de aulas expositivas dialogadas, estudos
dirigidos, análise e discussões de textos, seminários, resumos, dinâmica de grupos, projeção de
vídeos, planejamentos e aplicações de aulas.

7. Avaliação
 A avaliação do rendimento escolar dos alunos é obtida por meio de 04 (quatro) provas oficiais
bimestrais, presenciais e escritas, nos valores de 0 (zero) a 10 (dez), realizadas durante o ano letivo.
 A nota da prova bimestral oficial presencial e escrita representará, no mínimo, 50% (cinquenta)
por cento da composição da nota bimestral quando somadas às outras formas de avaliação.
 Os escores obtidos pelo aluno através de outras formas de avaliação como: debates, trabalhos
individuais ou grupais, seminários, resenhas de livros/filmes, documentários, estudo de casos e
relatórios, dentre outros, poderá representar no máximo 50% (cinquenta) por cento, sendo
registrados na folha de prova oficial e no diário de classe.
 A média bimestral será apurada realizando-se a somatória dos valores obtidos na prova oficial
escrita e nos valores obtidos nas outras formas de avaliação, totalizando 10 (dez) pontos.
Para aprovação final o aluno deverá obter média final igual ou superior a 6,0 (seis) e 75%
(setenta e cinco) por cento de frequência.

8. Bibliografia (Livros e Periódicos)
8.1. Básica
8.1.1. Livros
BRITO, Carmem Lucia C. de. Consciencia corporal: repensando a educação física. Rio de
Janeiro: Sprint, 1996.
FARRELL, Michael. Deficiencias sensoriais e incapacidades fisicas: guia do professor, trad.
Maria Adriana Verissimo Veronese. Porto Alegre: Artmed, 2008
BERGE, Yvonne. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento, trad. Estela dos Santos
Abreu. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

8.2. Complementar
8.2.1. Livros

BERGE, Yvonne. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento, trad. Estela dos Santos
Abreu. Sao Paulo: Martins Fontes, 1988
CAMARGO, M. L. M. Música/movimento: um universo em duas dimensões; aspectos técnicos e
pedagógicos. Belo Horizonte: Vila Rica, 1994.
FREIRE, Joao Batista. Educacao de corpo inteiro: teoria e pratica da educacao física. Sao Paulo:
Scipione, 2001
MATTOS, M. G. Educação Física Infantil: construindo o movimento na escola. Guarulhos, São
Paulo: Phorte, 1999.
TORTORA, G. J. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed,
2000.

8.2.2. Periódicos
Revista Brasileira de Ciencia e Movimento. Universidade Católica de Brasilia. Brasilia.Volume
14 jul./set
Conexões. Revista da Faculdade de Educação Física da Unicamp. Unicamp. Campinas. ISSN
1983 – 9030. Disponível em: http://polaris.bc.unicamp.br/seer/fef/index.php.
Motriz. Revista de Educação Física. Universidade Estadual Paulista. Rio Claro. ISSN 1980 –
6504. Disponível em: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz
9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:


Umuarama – Pr, 03/12/2012.






_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

10. Homologado pela Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:



Umuarama – Pr, 07/12/2012.







UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Estágio Supervisionado na Educação Física Infantil
1.5. Série/Período: 2ª série Licenciatura
1.6. Código: 99-9140-02
1.7. Carga Horária:
080 Prática Teórica 080 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual
2. Contextualização da Disciplina no Curso
O Estágio Supervisionado como componente curricular do Curso de Educação Física, cumpre
uma proposta integradora dentro dos princípios da práxis pedagógica, contemplando a
característica formativa da área escolar integrada aos aspectos formativos, políticos, sociais,
emocionais e docentes. Desta forma, o estágio supervisionado em Educação Física conduz à
formação reflexiva do acadêmico como premissa de um profissional que cria condições de
transformação bio-psico social.
3. Ementa
Estágio supervisionado e orientação didático-pedagógica no contexto socioambiental, étnico-
racial e dos direitos humanos, específicos para o processo ensino-aprendizagem da Educação
Física no Ensino Infantil. Objetivos e funções da Educação Física. Metodologias no ensino da
Educação Física, planejamento e avaliação.
4. Objetivos Específicos
 Viabilizar aos estagiários a reflexão teórica e prática para que se consolide a formação do
professor de Educação Física;
 Oportunizar aos estagiários o desenvolvimento de habilidades e comportamentos
necessários à ação docente;
 Proporcionar aos estagiários o intercâmbio de informações e experiências concretas que os
preparem para o efetivo exercício da ação docente;
 Possibilitar aos estagiários a aplicação de conteúdos aprendidos no respectivo curso de
graduação, adaptando-os ä realidade dos locais em que irão atuar;
 Proporcionar aos estagiários a busca de alternativas para a realidade vivenciada.
5. Conteúdo Programático
FASE DE OBSERVAÇÃO – 10 horas/aula
Preleção: 05 h/a
1. Postura e Ética: como se apresentar nos locais de estágio;
2. Diversidade no contexto socioambiental, étnico-racial e dos direitos humanos;
3. Esclarecimento sobre as fichas e relatório;
4. Discussão sobre a clientela;
5. Elaboração dos Relatórios de Observação;
6. Elaboração do Relatório Final.
In Loco: 05 h/a
1 - Visitas às escolas para conhecer a realidade local e em outros ambientes educativos e
sociais;
2 - Observação da práxis pedagógica do professor.
FASE DE PARTICIPAÇÃO – 10 horas/aula
Preleção: 05 h/a
1. Discussão sobre o que foi observado na fase anterior e como participar das atividades;
2. Discussão sobre as fichas e relatórios;
3. Elaboração dos Relatórios de Participação;
4. Elaboração e Entrega do Relatório da fase de Observação e Participação.
I n Loco: 05 h/a
1 – Auxiliar o professor na sua ação docente.
FASE DE DIREÇÃO – 60 horas/aula
Preleção: 20 h/a
1. Discussão sobre as fichas, planos de aula e Projetos;
2. Discussão sobre a clientela, Proposta Pedagógica e Plano de Ação;
3. Elaboração de Planos de Aula;
4. Elaboração de Projetos;
5. Elaboração do Relatório Final da fase de Direção;
6. Apresentação do Relatório Final;
7. Entrega do Relatório Final.
In Loco: 40 h/a
1 – Ação docente do aluno nas diversas atividades da Educação Física Escolar;
2 - Apresentação de experiências vivenciadas durante a Prática do Estágio “in loco”;
6. Procedimentos Didáticos
Aulas de preleção – Supervisão e orientação de estágio através de acompanhamento
individual, painéis integrado; realização de debates, de seminários e trabalhos de cunho prático
(apresentação de experiências vivenciadas durante a Prática do Estágio “in loco”; visitas à
escolas para conhecer a realidade local e em outros ambientes educativos e sociais); leituras
orientadas de textos específicos; elaboração de textos complementares a partir do estudo dos
conteúdos apresentados, assim como a partir de filmes e de estudos de casos; realização de
oficinas e/ou atividades práticas para confecção de materiais didáticos.
7. Avaliação
A avaliação deverá considerar os seguintes aspectos, além das normas estabelecidas pela
Resolução CONSEPE.
- o desempenho nas atividades teórico-práticas promovidos e/ou solicitadas pela
Coordenação de Estágio e Professor Supervisor/Orientador;
- a entrega da documentação na data solicitada pela Coordenação de Estágio e Professor
Supervisor/Orientador;
- cumprir 100% da carga horária prevista para a realização das atividades “in loco”;
a composição da média final será atribuída de acordo com a ficha de avaliação estabelecida no
regulamento do estágio supervisionado.
8. Bibliografia
8.1. Básica (Livros e Periódicos)
BIANCHINI, A. C. M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Thompson
Pioneira, 2009.
PICONEZ, S. B. A prática de ensino e o estágio supervisionado. São Paulo: Papirus, 2005.
PIMENTA, S. G. O Estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática. São
Paulo: Cortez, 2008.
8.2. Complementar (Livros e Periódicos)
8.2.1 Livros
BURIOLLA, M. A. F. O estágio Supervisionado. São Paulo: Cortez, 1999.
CARVALHO, G. T. Formação de professores e estágio supervisionado, relatos e reflexos.
São Paulo: Andross, 2007
FARIA JR., A. Prática de ensino em educação física. Estágio supervisionado. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1987.
FARIA JR., A. Fundamentos pedagógicos da educação física. Rio de Janeiro: 1999.
FREITAS, H. C. L. de, O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos
estágios. Campinas: Papirus, 2002

8.2.2 Periódicos
CADERNOS DO CEDES. Centro de Estudos Educação e Sociedade. UNICAMP, Campinas,
SP: ISSN 0101-3262. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-3262&lng=pt&nrm=iso>
CADERNOS DE EDUCAÇÃO, Faculdade de Educação - UFPel. Ed. UFPel, Pelotas, RS:
ISSN 0104-1371 | ISSN ON LINE 2178-079X. Disponível em: <
http://www.ufpel.edu.br/fae/caduc/>
REVISTA CIÊNCIA & EDUCAÇÃO. Programa de Pós-Graduação em Educação para a
Ciência, Faculdade de Ciências da Unesp, Bauru, SP: Online ISSN 1980-850X - Print ISSN
1516-7313. Disponível em: < http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/>
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO – ANPEd, Rio de Janeiro, RJ: ISSN 1413-2478.
Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1413-
2478&lng=pt&nrm=iso>
REVISTA PRÁXIS EDUCATIVA, Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, Ponta
Grossa, PR ISSN Impresso 1809-4031 ISSN Eletrônico 1809-4309. Disponível em: <
http://seer.ibict.br/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=1433&Itemid=109>
9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:
Umuarama – Pr, 03/12/2012.




_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso
10. Homologado pela da Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de
Curso:

Umuarama – Pr,07/12/2012.


UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR
Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93
Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC

UMUARAMA – TOLEDO – GUAÍRA – PARANAVAÍ – CIANORTE – CASCAVEL – FRANCISCO BELTRÃO


PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
PRESENCIAL

Ano Letivo
2013

1 – Identificação
1.1. Unidade: Umuarama
1.2. Instituto Superior: Ciências Biológicas, Médicas e da Saúde
1.3. Curso: Educação Física
1.4. Disciplina: Estágio Supervisionado em Educação Física no Ensino Fundamental
1.5. Série/Período: 2ª série Licenciatura
1.6. Código: 99-9141-06
1.7. Carga Horária:
240 Prática Teórica 240 Carga Horária Total


1.8. Regime:
Modulado Semestral X Anual
2. Contextualização da Disciplina no Curso
O Estágio Supervisionado como componente curricular do Curso de Educação Física, cumpre uma
proposta integradora dentro dos princípios da práxis pedagógica, contemplando a característica
formativa da área escolar integrada aos aspectos formativos, políticos, sociais, emocionais e docentes.
Desta forma, o estágio supervisionado em Educação Física conduz à formação reflexiva do
acadêmico como premissa de um profissional que cria condições de transformação bio-psico social.
3. Ementa
Estágio supervisionado e orientação didático-pedagógica no contexto socioambiental, étnico-racial e
dos direitos humanos, específicos para o processo ensino-aprendizagem da Educação Física no Ensino
Fundamental. Objetivos e funções da Educação Física. Metodologias no ensino da Educação Física,
planejamento e avaliação.
4. Objetivos Específicos
 Viabilizar aos estagiários a reflexão teórica e prática para que se consolide a formação do professor
de Educação Física;
 Oportunizar aos estagiários o desenvolvimento de habilidades e comportamentos necessários à ação
docente;
 Proporcionar aos estagiários o intercâmbio de informações e experiências concretas que os
preparem para o efetivo exercício da ação docente;
 Possibilitar aos estagiários a aplicação de conteúdos aprendidos no respectivo curso de graduação,
adaptando-os ä realidade dos locais em que irão atuar;
Proporcionar aos estagiários a busca de alternativas para a realidade vivenciada.
5. Conteúdo Programático
FASE DE OBSERVAÇÃO – 40 horas/aula
Preleção: 10 h/a

1.Postura e Ética: como se apresentar nos locais de estágio;
7. Diversidade no contexto socioambiental, étnico-racial e dos direitos humanos;
8.
9. Esclarecimento sobre as fichas e relatório;
10. Discussão sobre a clientela;
11. Elaboração dos Relatórios de Observação;
12. Elaboração do Relatório Final.
In Loco: 30 h/a
1 - Visitas às escolas para conhecer a realidade local e em outros ambientes educativos e sociais;
2 - Observação da práxis pedagógica do professor.
FASE DE PARTICIPAÇÃO – 40 horas/aula
Preleção: 10 h/a
5. Discussão sobre o que foi observado na fase anterior e como participar das atividades;
6. Discussão sobre as fichas e relatórios;
7. Elaboração dos Relatórios de Participação;
8. Elaboração e Entrega do Relatório da fase de Observação e Participação.
In Loco: 30 h/a
1 – Auxiliar o professor na sua ação docente.
FASE DE DIREÇÃO – 160 horas/aula
Preleção: 20 h/a
8. Discussão sobre as fichas, planos de aula e Projetos;
9. Discussão sobre a clientela, Proposta Pedagógica e Plano de Ação;
10. Elaboração de Planos de Aula;
11. Elaboração de Projetos;
12. Elaboração do Relatório Final da fase de Direção;
13. Apresentação do Relatório Final;
14. Entrega do Relatório Final.
In Loco: 140 h/a
1 – Ação docente do aluno nas diversas atividades da Educação Física Escolar;
2 - Apresentação de experiências vivenciadas durante a Prática do Estágio “in loco”;
6. Procedimentos Didáticos
Aulas de preleção – Supervisão e orientação de estágio através de acompanhamento individual,
painéis integrado; realização de debates, de seminários e trabalhos de cunho prático (apresentação de
experiências vivenciadas durante a Prática do Estágio “in loco”; visitas à escolas para conhecer a
realidade local e em outros ambientes educativos e sociais); leituras orientadas de textos específicos;
elaboração de textos complementares a partir do estudo dos conteúdos apresentados, assim como a
partir de filmes e de estudos de casos; realização de oficinas e/ou atividades práticas para confecção
de materiais didáticos.
7. Avaliação
A avaliação deverá considerar os seguintes aspectos, além das normas estabelecidas pela
Resolução CONSEPE.
- o desempenho nas atividades teórico-práticas promovidos e/ou solicitadas pela Coordenação de
Estágio e Professor Supervisor/Orientador;
- a entrega da documentação na data solicitada pela Coordenação de Estágio e Professor
Supervisor/Orientador;
- cumprir 100% da carga horária prevista para a realização das atividades “in loco”;
a composição da média final será atribuída de acordo com a ficha de avaliação estabelecida no
regulamento do estágio supervisionado.
8. Bibliografia
8.1. Básica (Livros e Periódicos)
BIANCHINI, A. C. M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Thompson
Pioneira, 2009.
PICONEZ, S. B. A prática de ensino e o estágio supervisionado. São Paulo: Papirus, 2005.
PIMENTA, S. G. O Estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática. São Paulo:
Cortez, 2008.
8.2. Complementar (Livros e Periódicos)
8 BURIOLLA, M. A. F. O estágio Supervisionado. São Paulo: Cortez, 1999.
CARVALHO, G. T. Formação de professores e estágio supervisionado, relatos e reflexos. São
Paulo: Andross, 2007
FARIA JR., A. Prática de ensino em educação física. Estágio supervisionado. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1987.
FARIA JR., A. Fundamentos pedagógicos da educação física. Rio de Janeiro: 1999.
FREITAS, H. C. L. de, O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos
estágios. Campinas: Papirus, 2002

8.2.2. Periódicos
CADERNOS DO CEDES. Centro de Estudos Educação e Sociedade. UNICAMP, Campinas, SP:
ISSN 0101-3262. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-
3262&lng=pt&nrm=iso>
CADERNOS DE EDUCAÇÃO, Faculdade de Educação - UFPel. Ed. UFPel, Pelotas, RS: ISSN
0104-1371 | ISSN ON LINE 2178-079X. Disponível em: < http://www.ufpel.edu.br/fae/caduc/>
REVISTA CIÊNCIA & EDUCAÇÃO. Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência,
Faculdade de Ciências da Unesp, Bauru, SP: Online ISSN 1980-850X - Print ISSN 1516-7313.
Disponível em: < http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/>
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO – ANPEd, Rio de Janeiro, RJ: ISSN 1413-2478.
Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1413-
2478&lng=pt&nrm=iso>
REVISTA PRÁXIS EDUCATIVA, Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, Ponta Grossa,
PR ISSN Impresso 1809-4031 ISSN Eletrônico 1809-4309. Disponível em: <
http://seer.ibict.br/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=1433&Itemid=109>.
9. Aprovação do Colegiado de Curso
Aprovado em Reunião do Colegiado de Curso em:

Umuarama – Pr, 03/12/2012.





_______________________________________________
Carimbo e Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso
10. Homologado pela da Diretoria de Instituto Superior
Homologado pela Diretoria de I nstituto Superior em reunião com os Coordenadores de Curso:

Umuarama – Pr,07/12/2012.