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TC’s e TP’s

Apresentação para disciplina de Conversão de Energia
Prof. Danilo Antonio Bergamo

Equipe:
Gustavo Buoro Silverio – RA 2008307
Jacson Messias Panaggio - RA 2008322
Jonas Degli Esposti – RA 2008339
Nataniel De Sousa Camargo – 2008789
Leandro Boteon Marin – RA – 2008366
RIO CLARO - 2014
TP – Transformador de Potencial
São equipamentos projetados e fabricados com o
objetivo de interfacear as grandezas de tensão
presentes em Sistemas Elétricos de Potência,
geralmente de média e alta tensão, com os
instrumentos de medição, controle e proteção desses
sistemas.
A principal função desses transformadores é tomar
amostras de tensão do sistema a ser monitorado e
devolve-las aos equipamentos em grandezas menores.
TP – Transformador de Potencial
Outro emprego típico para os transformadores de
potencial é fornecer a tensão auxiliar para operação
do conjunto de medição e proteção , como por ex:
iluminação, tomadas de serviço, sinalização,
equipamentos de comunicação e suprimento de
energia para os motores e bobinas auxiliares que
compõe essas instalações.
TP – características Construtivas
Quando a tecnologia de fabricação, eles podem ser
secos ou a óleo.
Os TP´s a seco, geralmente são produzidos com sua
parte ativa (Núcleo e Bobinas) recobertas por algum
tipo de resina rígida ou materiais poliméricos a base de
silicone ou similar, e conforme a construção podem(b)
ou não (a) ser instalados ao tempo.
TP – características Construtivas
TP a óleo, como o próprio nome já diz, tem sua parte
ativa inserida em um reservatório, geralmente metálico,
o qual é preenchido com óleo isolante que tem a
função de isolar e refrigerar o equipamento.
Classificação TP
Tensão primária nominal e relação nominal

A relação normalizada é selecionada para uma tensão
igual ou imediatamente superior a tensão de serviço.
Exemplificando, tensão primária 13,8KV, tensão
secundária 115V nos da uma relação nominal de 120:1
que é uma relação normatizada pela Abnt .
Classificação TP
Classificação pelo nível de Isolamento

A seleção da classe de tensão de isolamento de um TP,
depende da máxima tensão de linha do circuito.
Conforme ABNT de acordo com a tensão de linha os
TP’s mais comumente utilizados podem ser classificados
em (0,6 e 1,2; 5; 8,7; 15; 25; 34,5; 69; 138)
Classificação TP
Frequência nominal

Quanto a frequência podemos classifica-los
normalmente em 50 ou 60 Hz
Classificação TP
Carga nominal

É classificada pela potencia aparente em VA, indicada
na placa do transformador, com a qual o mesmo não
ultrapassa os limites de sua classe de exatidão. (P12,5;
P25; P50; P100; P200; P400), onde o número ao lado do P
indica a potência em VA.
Classificação TP
Classe de Exatidão

Os TP1s são enquadrados em uma das seguintes classes
de exatidão, 0,3; 0,6 e 1,2.
As normas Abnt e Ansi especificam para cada uma das
classes a faixa de erro tanto de fase como de relação
admissíveis.


Classificação TP
Potência térmica nominal

É a máxima potencia que o TP pode fornecer em
regime permanente sob tensão e corrente nominal, sem
exceder os limites de temperatura especificados.
Por exemplo, para o TP pertencer as classes 1 e 2, a
potencia térmica deve ser inferior a 1,33 vezes a carga
mais alta em volt-ampere (VA), referente a exatidão do
transformador.

Classificação TP
Número de fases

Podem ser classificados como monofásicos e trifásicos.
Usualmente são utilizados dois transformadores
monofásicos ligados em T.

Modelagem TP



TC – Transformador de Corrente
De forma análoga ao TP, o TC tem a função de
amostrar as grandezas de corrente que também estão
presentes nos sistemas de potência de forma a adequar
estes sinais para uma escala típica que operam os
Sistemas de Medição e Proteção.
Quando se supõe um transformador Ideal a
Relutância e igual a zero, logo:
TC – Transformador de Corrente
A função dele nesse caso também é de garantir
isolação galvânica entre as tensões geralmente de
grande monta e os demais equipamentos que compõe
os circuitos de proteção e medição, garantindo
operacionalidade e segurança.
TC – Características Construtivas
Os transformadores de corrente podem ser construídos
de diferentes formas e para diferentes usos.
São os tipos: Tipo Barra, tipo enrolamento, tipo janela,
tipo bucha, núcleo dividido, com vários enrolamentos
primários, com vários núcleos secundários, com vários
enrolamentos secundários e derivação no secundário.
Classificação TC
Corrente nominal e relação nominal

Segundo a ABNT as correntes primárias nominais e as
relações nominais são baseadas na corrente
secundária nominal de 5A.
Como por exemplo para corrente primaria nominal de
500 temos uma relação de 100:1
Classificação TC
Nível de isolamento

É definido com base na classe de tensão
de serviço no circuito no qual o TC será
conectado. Deve se considerar a tensão
máxima de serviço.
Classificação TC
Frequência nominal

As frequências nominais para tc’s são definidas em 50 e
60 Hz.
Classificação TC
Cargas do TC

A classificação de exatidão do TC está condicionada a
carga do mesmo, de maneira geral a carga do TC
diminui a medida que aumenta a corrente secundária
do TC, devido a saturação dos circuitos magnéticos dos
relés, medidores ou instrumentos.
Classificação TC
Classe de Exatidão - Os TC’s são agrupados em duas classes
distintas, TC para serviço de medição e TC para serviço de
proteção.
Segundo as normas da ABNT e ANSI os transformadores de
corrente devem manter sua exatidão na faixa de 10 à 100%
da de In p/ medição e p/ proteção tc/ erro 2,5% até 10%.
Classificação TC
Fator de sobre-corrente nominal

É o fator empregado para transformadores de corrente
para serviços de proteção. É expresso pela relação
entre a máxima corrente com a qual o transformador
mantem sua classe de exatidão e corrente nominal.
Segundo a ABNT esse fator pode ser 5, 10, 15 (somente
classe B) ou 20. Segundo a ANSI, igual a 20.
Classificação TC
Fator térmico nominal

É o fator pelo qual deve ser multiplicada a corrente
nominal primaria de um TC, para se obter a corrente
primaria máxima que o transformador deve suportar,
em regime permanente, operando em condições
normais, sem exceder os limites de temperaturas
especificados para sua classe de isolamento.
Segundo ABNT este fator pode ser 1,0; 1,20; 1,30; 1,50 e
2,0.
Classificação TC
Corrente térmica nominal

É definido como sendo o valor eficaz da corrente
primária simétrica que o transformador pode suportar
por um determinado tempo (geralmente 1 segundo),
com o enrolamento do secundário em curto circuito,
sem exceder os limites de temperatura especificados
para sua classe de isolamento.
Classificação TC
Corrente dinâmica nominal

É definido como sendo o maior valor eficaz da corrente
primária que o transformador pode suportar por um
determinado tempo (geralmente 1 segundo), com o
enrolamento do secundário em curto circuito, sem
danificar mecanicamente devido as forças
eletromagnéticas existentes
Modelagem TC
TC´s QUANTO À SATURAÇÃO:
PROTEÇÃO
Os TC´s de proteção são projetados para reproduzir a corrente
de falta que chegam a 20 x In, com a sua carga nominal. ( Ztotal
Secundário)
Neste caso foco é reproduzir altas correntes com uma precisão
de 5 a 10% atendendo as necessidades de proteção.

MEDIÇÃO
No caso de TC´s para medição a exigência de sua esta na
exatidão está ligada a sua utilização para faturamento. Tendo
uma exatidão de 0,3%, com a corrente nominal e as correntes
de falta não devem ser preocupação, pois o TC deverá saturar
implicando em reduzir as corrente no secundário protegendo o
instrumento de sobrecargas .
TC´s QUANTO À SATURAÇÃO:
Bibliografia
CESP.Transformadores para Instrumentos; Norma . São
Paulo: (1989,76p.)
BRASPEL.Catálogo de Produtos; Disponível em
http://www.braspel.com.br/img/CATALOGO%202011.pdf
SIMONE, Gilio Aluísio; Transformadores. Teoria e Exercícios
São Paulo: Érica, 2013. 312p.
MAMEDE FILHO, João ; MAMEDE, Daniel Ribeiro. Proteção
de Sistemas Elétricos de Potência. Rio de Janeiro: LTC,
2011. 605 p.