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TEXTO 08 - BIOÉTICA PARA PRINCIPIANTES

Não precisa ser especialista para entender os assuntos polêmicos de hoje
Luís Kirchner
Professor de Teoo!i" #or"
As maravilhas da tecnologia moderna têm revolucionado e transformado nossas vidas. Hoje ainda estão vivas muitas
pessoas que, num passado recente, teriam morrido. Graças às novas descobertas e tecnologias no campo da medicina, têm uma
vida plena. as, entre as novas opç!es que estão sendo usadas, algumas levantam d"vidas no campo #tico. $odemos reali%ar
um ato s& porque temos o conhecimento necess'rio( ) certo( ) correto( * debate sobre o uso das c#lulas+tronco est' dividindo
a opinião publica.
uita gente fica confusa diante de tantos assuntos tratados no jornal e na televisão. H' debates sobre a )tica e a oral
em muitas quest!es. $ara os profissionais, e,istem e,celentes autores como A-./-0* *123 4 Biotecnologia e Bioética,
5o%es6, 72*803 $2110-0 4Problemas Atuais de Bioética, 7o9ola6, A380A-* 50:A7 4Moral de Atitudes, 5ol 00+0, 2d. 1antu'rio6 e
outros.
* que pretendo # oferecer uma refle,ão sobre o que est' acontecendo, e levar o leitor a procurar fontes mais criteriosas
sobre quest!es comple,as e at# complicadas.
As e,igências e descobertas de novos m#todos e,igiram que a ;0*).08A surgisse em nossos tempos, englobando,
simultaneamente, assuntos antigos 4veja o Juramento de Hipocrates, 2500 anos a..6 e quest!es modernas que pedem novas
respostas a desafios que nunca e,istiram antes como, por e,emplo, a descoberta do :-A, a revolução biol&gica, os transplantes,
a reprodução assistida, a biogen#tica, o uso de c#lulas+tronco, etc..

A ;io#tica não # um assunto de e,clusividade da religião, mas entidades como a 0greja 8at&lica sempre têm estado
presentes em quest!es ligadas à medicina e à sa"de. :igamos que a religião quer ser o 8apelão na 8orte das 8iências. A
;io#tica poderia ser definida assim< ) a #tica das ciências da vida e do cuidado com a sa"de.
0sto significa que a ;io#tica vai al#m de temas #ticos da medicina, para incluir assuntos da sa"de p"blica, preocupaç!es
quanto à população, gen#tica, meio ambiente sanit'rio, praticas e tecnologias reprodutivas, sa"de e bem estar animal e
semelhantes. =ualquer questão que toca no assunto da vida 4ou da morte6 # campo de refle,ão para a ;io#tica. $ortanto, ela
sempre ser' uma ciência interdisciplinar, aprendendo e contribuindo com as demais ciências.
2m >?@>, a palavra ;io#tica foi usada pela primeira ve% por dois m#dicos diferentes< 5an 3enseselar $otter 4da
Aniversidade de Bisconsin, 22.AA6 e Andr# Hellegers 4da Aniversidade de GeorgetoCn6. * interesse e o conte"do inicial da
;io#tica abraçavam tudo que se refere à 5ida. $otter identificou o problema humano como o ponto central. * que estava em jogo
era o problema da sobrevivência das esp#cies e das naç!es. =ueria incentivar e promover uma mudança ideal no meio
ambiente. Hellegers queria engajar a ;io#tica no campo de estudo e como movimento social. $ara os dois a ;io#tica, no seu
sentido mais amplo, tem três sentidos. $e. 'rcio dos Anjos 4revista 2spaços, DEF, >??G, p. >H> ss6 analisou bem o assunto,
resumindo<
$% enquanto di% respeito a toda a terra + # uma )tica referente ao bem de todo o mundoI
&% inclui todos os temas #ticos nas ciências da 5ida e os cuidados de sa"deI
'% engloba todos os valores relevantes, conceitos, modos de pensar e disciplinas.
-o inicio, a ;io#tica teve uma forte tendência para ver a vida em relação a uma )tica ecol&gica e ambiental. Aos poucos,
por#m, houve uma Jmedicali%açãoK da ;io#tica, talve% por causa da visão e das preocupaç!es dos norte+americanos. 1e a famLlia
de um falecido pode processar um m#dico, alegando incompetência ou negligência, ser' preciso ter clare%a legal sobre os atos
especLficos de um profissional de sa"de. uita atenção foi dada para o nLvel mais pessoal desta nova )tica. as não se deve
redu%ir a ;io#tica a uma preocupação apenas com a sobrevivência do indivLduo. * m#dico, os doentes, os membros de uma
sociedade 4governantes, legisladores, juL%es, o grande p"blico, etc.6, têm de pensar sobre a dimensão socialEcomunit'ria da
sa"de. B. 3eich, portanto, define a ;io#tica assim< # a J#tica das ciências da vida e dos cuidados com a sa"deK. J0sto significa que
a ;io#tica vai al#m de temas #ticos da medicina, para incluir assuntos da sa"de publica, preocupaç!es com população, gen#tica,
meio ambiente sanit'rioK.
Hoje em dia se fala de Bio()ic" *icro, ou seja, da relação entre o medico e o doente, c&digos que governam a conduta
do profissional, etc.I Bio()ic" *(di" que envolve as relaç!es e interaç!es de um grupo como, por e,emplo, um hospitalI Bio()ic"
1
*"cro a que trata de assuntos ligados com a sa"de publica, da legislação em favor de melhores benefLcios para a população,
etc.
* campo da ;io#tica hoje em dia inclui estudos e refle,!es que vão desde o inicio da vida 4i. e. inseminação artificial,
clonagem, uso das c#lulas+tronco, aborto6 at# o fim da vida 4i. e. quando acontece a morte, o que # morrer com dignidade,
eutan'sia, etc.6.
2ntre estes dois p&los, h' trabalhos sendo reali%ados a respeito de 2ngenharia Gen#tica, e,perimentaç!es, os direitos
do paciente a ter acesso a informação a respeito de sua situação, transplantes, debates sobre a polLtica de sa"de de um paLs e a
conseqMente distribuição de recursos, etc.
Ama ve% que a )tica, por si mesma, tem uma dimensão subjetiva, e h' muito pluralismo de pensamentos e id#ias, não #
de estranhar que e,istam v'rios tipos de ;io#tica< uma para o >o undo rico, outra para o Ho undo pobreI uma ;io#tica com
sabor religioso e uma ;io#tica totalmente secular.
Apesar das diferenças e distNncias entre certas posiç!es, nunca devemos esquecer que o papel da 8iência # s& tratar
dos fatos. :o que #. 2la não tem competência para julgar se tal ação # correta ou não.
* que deve ser # o campo da ;io#tica, que envolve cientistas, clero, jui%es e outros. -ão compete à medicina decidir se
vai usar ou não suas descobertas. -este sentido, a 8iência # cega. .em de ser iluminada e orientada, se quisermos evitar a
criação de monstros e praticas que prejudicam o bem estar da humanidade. 2m >?DO, os norte+americanos, em plena Fa Guerra
undial, tinham a tecnologia para e,plodir uma ;omba AtPmica. :eviam ter feito isso( :r. engele fe% e,perimentaç!es nos
campos de concentração. 1er medico dava+lhe o direito de praticar barbaridades(
Tend+nci"s A)u"is n" Bio()ic"
3efle,!es e preocupaç!es #ticas no campo da edicina são antigas. ) de longa tradição sua predominNncia no
relacionamento entre m#dico e paciente, freqMentemente com o sabor religioso e ligado aos :e% andamentos. ;asta lembrar os
estudos feitos pelos dominicanos espanh&is do s#culo >G e >@. -o passado, muitos hospitais foram dirigidos por grupos religiosos
at# a 3evolução Qrancesa. A religião nunca ficou longe de quest!es ligadas com a sa"de e a vida.
Hoje em dia, a ;io#tica # mais secular e interdiscipinar, entre profissionais de sa"de, cientistas e fil&sofos, baseada nos
:ireitos Humanos 4mas não necessariamente na 7ei -atural, como n&s cat&licos a entendemos6, nos c&digos de governos e
legislaç!es. A maioria est' decidindo o que # certo ou errado. 2nfrenta novos desafios como mapeamento dos genes, como
distribuir os recursos limitados e serviços cada ve% mais caros de uma nação para a sa"de publica em beneficio da população
geral( =uem recebe as vantagens da medicina moderna( =uem est' sendo marginali%ado(
A crescente preocupação com o :ireito da $essoa Humana 4uma ve% que não interfira com os direitos do outro6 est'
dei,ando o paciente decidir as quest!es que envolvem sua vida. 2le deve ser informado, para tomar uma decisão livre e
consciente. Acabou a prepotência do medico, que sabia de tudo, e tomava as decis!es a respeito do doente. Hoje em dia, ele
e,plica as varias opç!es, facilitando que o enfermo decida os pr&,imos passos.
3ichard c8ormicR, 1S. Qala de seis temas de uma )tica biom#dica, entre os quais citamos aqui<
$% a vida humana # um valor b'sico, mas não absolutoI
&% a inclusão da vida nascente como bem da vida humanaI
'% a definição que o maior bem # amor a :eus e ao pr&,imoI
,% a nature%a JsocialK do ser humanoI
:esta maneira, o tempo do laisse! "aire na )tica j' passou, quando cada um decidia o que era certo, usando o vago
principio da beneficência, às ve%es, tão generali%ado que j' não di%ia nada. Agora a ;io#tica tenta cada ve% mais saber o que #
certo ou errado. Atilitarismo e,agerado j' não satisfa%. 8ada ve% mais a ;io#tica est' voltando a incluir assuntos de suas origens,
tratando de temas que tocam nas quest!es de vida< 2cologia, eio ambiente, ;io#tica macro etc.
A!uns -rincí-ios
A) .efes" d" /id" 0físic"12 # um bem em si. $ortanto, a ;io#tica ensina+nos que não se pode matar ou mutilar o ser
humano, abusar, torturar, praticar aborto ou eutan'sia, cometer crimes contra a humanidade, etc.. * bom cristão
promover' a qualidade de sua vida. -ão dirigir' carro em alta velocidade, não se embebedar', não usar' drogas, não
assumir' riscos desnecess'rios, seguir' uma dieta saud'vel, far' e,ercLcios fLsicos, com regularidade, etc.. -a
tradição da oral, que sempre tratou de assuntos ligados com a sa"de, j' se falava da obrigação de usar meios
ordin'rios para se curar e preservar a vida. -esse debate, foram incluLdas as quest!es da dor 4se a cura foi pior do que
a doença6I das despesas 4se o pobre não tinha condiç!es de pagar o tratamento6I da esperança de uma cura que, se for
remota, não obriga a pessoa a se submeter a um tratamento cujo resultado seja duvidosoI e a questão da condição
emocional do doente, que não tinha coragem de enfrentar as cirurgias dolorosas da #poca.
2
B) .irei)o 3 i4erd"de e " ser res-ons5/e2 a vida vem antes de qualquer outro direito. -ão h' nenhum direito que possa
anular o direito à vida. Hoje em dia, o medico deve procurar o consentimento do paciente 4na medida do possLvel6,
e,plicando o que est' em jogo, numa linguagem que uma pessoa simples possa entender.
C) Princí-io d" )o)"id"de2 mutilar uma pessoa # crime. 8ortar uma perna para salvar a vida # outro caso. $io T00 tornou
conhecido o princLpio da totalidade, mostrando que uma parte do corpo humano est' subordinada ao bem geral da
pessoa. Am atleta que perde a perna j' não pode praticar seu esporte, mas tem condiç!es de viver uma vida plena,
cheia de outras reali%aç!es.
D) Soid"ried"de2 todos, inclusive os pobres, têm direito de acesso aos cuidados da sa"de. =uem desvia verbas p"blicas
destinadas para o campo da sa"de, merece grande repulsa, 4inclusive dever' arcar com as penas da lei, se for o caso6.
2ste princLpio ensina+nos que certas pessoas têm mais necessidade de tratamento m#dico, porque seu caso # mais
s#rio, e dever' receber os cuidados que a sua situação e,ige.
A moderna ;io#tica secular tem construLdo seu trabalho em cima de =uatro $rincLpios 4 i.e. pilares6 reconhecidos e
seguidos internacionalmente<
1) Au)ono*i"2 respeitando a dignidade e valor de cada ser humano. ) uma forma de liberdade pessoal de ação, em que a
pessoa determina e escolhe sua maneira de agir, e tem, não somente a capacidade, mas tamb#m a liberdade de pPr em
pr'tica a sua decisão. -ão pode, por#m, ser tão absoluta a autonomia de uma pessoa que ela se isole de sua famLlia e de
outras pessoasI enfim, a comunidade tamb#m tem competência de fa%er leis e normas.
2) N6o -re7udic"r2 que nunca se faça algo sabendo que # um mal e prejudica o doente. :esde os tempos de Hip&crates, o
aborto foi classificado entre os atos prejudiciais. .emos obrigação de não prejudicar ou causar danos a outros. ) a base do
Suramento de Hip&crates. * ponto central sempre ser' não prejudicar algu#m Jde prop&sitoK ou diretamente. -um caso mais
comple,o, o uso do princLpio do duplo efeito e do mal menor 4proporcionalismo6 pode ajudar a esclarecer certos
procedimentos num mundo marcado pelo mal, imperfeito, cheio de complicaç!es, quando nem sempre # possLvel fa%er a
melhor coisa. .em+se de optar por fa%er o melhor possLvel. *s seguintes crit#rios 4segundo c8ormicR6 oferecem pistas para
agir<
 se e,iste um 4novo6 valor, de igual importNncia à daquele que est' sendo invocado. * bem procurado não pode ser
o efeito de algo mal em siI deve ser neutroI
 se não e,iste nenhum outro meio menos JruimK para alcançar o efeito desejadoI # o ultimo recurso, não d' para
escaparI
 se a maneira pela qual o valor # alcançado não prejudica o mesmo valor no futuroI h' proporção, ou seja, o bem #
maior que o mal.
3) 8"/orecer2 que o profissional de sa"de sempre procure ajudar e beneficiar o paciente, fa%endo o melhor possLvel, dentro de
seus conhecimentos e recursos. ) o lado positivo do princLpio anterior< nosso dever e obrigação # ajudar os outros, promover
seu bem+estar, oferecer assistência e serviço, etc.. ) uma parte da Sustiça, que me obriga dentro de certos limites<
 a pessoa a ser ajudada est' correndo um risco ou perigo proporcionalI
 posso fa%er alguma coisa 4est' dentro das minhas possibilidades6I
 provavelmente a minha ação melhora a situação, evitando danosI
 os benefLcios que o outro recebe da minha ação são superiores a qualquer dano ou perigo para o mesmo.
) questão de um c'lculo prudente de riscos e benefLcios. 1e não sei nadar, não estou obrigado a me jogar na 'gua para
tentar salvar algu#m. Am agente de sa"de tem obrigação de atender uma vLtima, se não têm a capacitação para o mal que a
acomete( * que ele dever' fa%er(
4) Sustiça< na distribuição de recursos, benefLcios e deveres, bens e serviços<
a) 9us)i:" Co*-"r")i/"2 as necessidades de uma pessoa ou grupo devem ser avaliadas à lu% das necessidades de outras
pessoas. * que uma pessoa recebe # determinado pela sua condição ou necessidade, em relação às necessidades de
outras pessoas da sociedade. 4:uas pessoas têm necessidade de um transplante de fLgadoI uma est' quase morrendo,
a outra est' no inLcio de um diagn&stico. Ama jovem, de >O anos, tem mais direito a receber um &rgão do que uma
pessoa com GH anos(
3
b) 9us)i:" n6o-co*-"r")i/"2 # a distribuição de bens segundo o princLpio que todos têm direitos iguais,
independentemente da necessidade das pessoas envolvidas. -um mundo pluralista, com tantos Nngulos e
princLpios a serem levados em conta ao julgar cada caso, ser' necess'ria a sabedoria de um 1alomão para distribuir,
não somente os benefLcios disponLveis, mas tamb#m os deveres e obrigaç!es. =uem merece ser mais atendido< aquele
que pagou mais, ou quem precisa de mais cuidados(
;"n)"!ens e des/"n)"!ens
1em d"vida, o grande p"blico ganhou muito com a tecnologia, houve melhoria nos serviços oferecidosI mas o contato
humano entre m#dico e paciente acabou sofrendo. Qoi um preço alto que se pagou. 8om o surgimento de abrigos para os idosos,
eles recebem maiores cuidados, mas geralmente h' menos carinho e atenção pessoal.
A maioria chegou à conclusão de que pesquisas com seres humanos e,igem orientação #tica 4basta ver, por e,emplo,
as barbaridades dos na%istasI a venda de &rgãos humanos pelo governo chinêsI a contaminação de pacientes, sem o seu
conhecimento e consentimento, para analisar o que poderia acontecer, etc.6.
A ;io#tica est' acima do que # JpossLvelK ou Jnecess'rioK fa%er no campo das pesquisas. A ciência # sujeita à sua critica
e avaliação.
.ecis<es
1. * paciente, como sujeito autPnomo, tem de ser informado sobre aquilo que afeta sua vida. 2le tem o direito não somente de
ser informado, mas tem o poder de recusar o tratamentoI tem direito à privacidade e a não ter seus arquivos divulgados sem
sua permissão.
1urgem quest!es< at# onde vai o direito de algu#m à privacidade diante do direito que o p"blico tem de conhecer o estado de
sa"de de pessoas que ocupam posiç!es importantes na sociedade, pessoas de vida p"blica, ou de agentes de sa"de que
podem contaminar seus clientes(
2. A comunidade maior deve ser consultada a respeito de decis!es que atingem seu bem+estar e o seu futuro, e,igindo+se
freqMentemente debates p"blicos e um processo democr'tico. 5eja+se o procedimento recente sobre os casos de sars, gripes
vi'rias, etc..
3. A distribuição de recursos m#dicos, cada ve% mais caros e poucos< quem vai receber os benefLcios( Qa%er investimentos em
tecnologia que beneficia somente poucos, ou aplicar o dinheiro em programas que promovem a sa"de das massas(
En!enh"ri" !en()ic"
a) S' e,iste a possibilidade de curar doenças heredit'riasI mas o e,ame pr#+natal não deve levar a eliminar o feto que
apresenta possLveis defeitos.
b) A ciência pura pede enormes investimentos, al#m da capacidade de qualquer empresa. $rocura+se o mapeamento completo
dos genes. Am debate p"blico dever' ser promovido, para decidir se a sociedade gastar' seus recursos na manutenção
normal da sa"de, ou se investir' somas enormes em tecnologias que beneficiam apenas uma pequena minoria.
Concus6o
A lista de assuntos que a ;io#tica est' analisado # enorme A finalidade deste pequeno artigo, por#m, # levar o leitor a
procurar outras fontes mais completas, e conhecer tudo que est' passando l' fora.
A ;io#tica trata, desde a concepção humana, clonagem, pesquisas com as c#lulas+tronco, at# as quest!es sobre a
morte 4assunto que est' sendo debatido mais do que nunca6. =uando se deve prolongar a vida, mesmo sem nenhuma esperança
de cura e aumentando a dor do paciente( H' tanto estudo e debate que se e,ige um pouco de nossa atenção e conhecimento.
Qrei A. oser cita 3ifRin, afirmando que estamos vivendo Jo s#culo da biotecnologiaK.
1em )tica, portanto, o ser humano corre o perigo de ser apenas mais um animal. -enhuma civili%ação pode funcionar sem leis. A
;io#tica quer ser a lu% que guie as nossas decis!es nas 'reas que tocam a qualidade da vida. ) Jum e,ame crLtico das dimens!es
morais ao tomar decis!es sobre assuntos relacionados com os cuidados da sa"de, e em conte,tos envolvendo as ciências
biol&gicas 4tecnol&gicas6K.
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4:isponLvel em< http<EECCC.redemptor.com.brEdefaultF.asp(pgUs9sEnucleoVcatWcodUXHYVcanalUGXF, em YFEYFEFY>Y6
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