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Floresta da Tijuca
Com o crescimento da cidade, devido à chegada da família real, as florestas e matas
circundantes à cidade do Rio de Janeiro começaram a ser devastadas para utilização de
suas madeiras em móveis, mas também para o consumo como lenha e carvão. Com o
desenvolvimento da cafeicultura, a situação piorou ainda mais pois até as encostas das
montanhas foram limpadas para o plantio do café. Por quatro vezes seguidas, na
primeira metade do oitocentos, o Rio de Janeiro foi castigado por secas e com a
devastação das matas houve um comprometimento das nascentes dos rios.
Para tentar resolver o problema, D. Pedro II determinou o reflorestamento das matas da
região da Tijuca, tendo sido iniciado em 1861 e durado 13 anos para sua conclusão. A
obra foi conduzida sob a direção do Major Manuel Gomes Archer e do administrador
Thomás Nogueira da Gama, plantando cerca de 80 mil mudas de espécies variadas de
árvores, nativas e exóticas. Thomás Nogueira da Gama recuperou ainda as matas do
Sumaré e das Paineiras, plantando mais de 20 mil mudas de árvores. Além disso,
melhorou as trilhas e acessos à região, possibilitando o aumento do número de visitantes.
Ao final, estava reflorestado o maior parque urbano do mundo, inaugurando uma nova
atração no Rio de Janeiro e tornando a região pioneira sob mais esse aspecto: os
inovadores passeios turísticos ao Alto da Boa Vista, onde a população da Cidade fazia
piqueniques desfrutando das belezas da Mata Atlântica e do maravilhoso panorama da
Baía de Guanabara.

Andaraí e arredores - 1865





Andaraí e arredores cem anos depois - 1960



Rua Barão de Vassouras - Andaraí - 1920
Rua Juiz de Fora - Grajaú - 1934
Adorei o nome...

Praça Nobel - Grajaú - 1940

Fábrica de fumos e rapé Borel & Cia
Rua Conde de Bonfim

Ponto inicial do bonde para o Alto da Boa Vista
Esse era o ponto de mudança ou muda,
que deu nome ao bairro, do bonde
que vinha de São Cristovão
e o que subia para o Alto da Boa Vista.
Bonde subindo para o Alto da Boa Vista

Usina - 1906

Usina - 1910
A usina ,que deu nome ao bairro, foi
construída para fornecer a energia
necessária aos bondes que seguiam
para o Alto da Boa Vista.

Estrada do Alto da Boa Vista - 1930
Estrada do Alto da Boa Vista - 1941
Alto da Boa Vista - 1865
Praça do Alto da Boa Vista (Afonso Vizeu) - 1890
Praça do Alto da Boa Vista (Afonso Vizeu) - 1890
Praça do Alto da Boa Vista (Afonso Vizeu) - 1900

Alto da Boa Vista - 1904
Praça do Alto da Boa Vista - 1913
Praça do Alto da Boa Vista - 1913
Alto da Boa Vista - início do século XX
Igreja N.S.da Luz
Colégio StaMarcelina
Cascatinha
de
Taunay

1885
Cascatinha
de
Taunay

1885

Estrada das Paineiras - 1930
Pedra da Gávea
Pedra da Gávea

Estrada das Paineiras - 1930
Restaurante Sumaré - 1906
Mesa do Imperador - 1921
Furnas de Agassiz - 1910
Furnas de Agassiz - 1960
Vista Chinesa - 1910
Vista Chinesa - 1922
Vista Chinesa - 1922
Vista Chinesa - 1940
Aqueduto
do
Rio Carioca

1853
Aqueduto

Pirâmides Dois irmãos
Aqueduto do Rio Carioca - 1853
Aqueduto

Restos Pirâmides Dois irmãos
Aqueduto do Rio Carioca
Aqueduto
do
Rio Carioca

Início
século
XX
Vista do Corcovado tomada das Paineiras - 1893
Vista do Corcovado tomada das Paineiras - 1893
Mirante
Chapéu do Sol

Alto do Corcovado

1885
Mirante Chapéu do Sol - 1885
Chapéu do Sol - 1885
Mirante
Chapéu do Sol

1893
Chapéu do Sol - 1893

Mirante Chapéu do Sol

Mirante Chapéu do Sol

Mirante Chapéu do Sol

Cristo Redentor em construção - 1930
Chapéu do Sol
Cristo
Redentor
em
construção

1930
Cristo
Redentor
e
Chapéu
do
Sol

1938
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