You are on page 1of 24

1

Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte - Unidade 01

Administração de Empresas

Teoria da Contabilidade

ATPS CONTABILIDADE

Professor (a) - Ma. Juliana Leite Kirchner

Tutor Presencial - Professor Gilmar Lima



Autores:

Edivaldo Padilha de Novaes – RA 6950477885

Marco Aurélio Rodrigues Pires – RA 6954455135

Geraldo Quirino da Silva – RA 1299515450

Giovane Adriano Dias dos Santos – RA 6944406226

Sheila Cristina da Silva Aquino – RA 1299504585





Belo Horizonte/Novembro de 2013
2


Sumário

1 - Introdução..........................................................................................................................03
2 - Resumo do Texto: “Objetivo da Contabilidade”............................................................04
3 - “Contabilidade em Nossas Vidas”...................................................................................05
4 - Conceitos Relevantes de Ativo, Passivo, Goodwill, Receitas, Despesas, Ganhos e
Perdas: Uma Análise do Estudo da Teoria da Contabilidade............................................ 06
5 - Exercícios de Fixação........................................................................................................08
6 - Quadro de Demonstração de Despesas Empresariais....................................................10
7 - Demonstrativos Contábeis................................................................................................11
7.1 - Natura..................................................................................................................11
7.2 - Cemig...................................................................................................................12
7.3 - Pague Menos.......................................................................................................13
7.4 - Análise Sobre as Demonstrações Financeiras..................................................13
8 - Importância das Sociedades Anônimas no Cenário Corporativo Brasileiro...............14
9 - Formas de Constituição Jurídica.....................................................................................17
9.1 - Cooperativa.........................................................................................................17
9.2 - Associação...........................................................................................................18
9.3 - Fundação.............................................................................................................18
9.4 - Sociedade em Conta de Participação – SCP....................................................19
9.5 - Sociedade Capital e Indústria............................................................................20
9.6 - Consórcio de Empresas......................................................................................21
9.7 - Joint Venture......................................................................................................21

10 - Principais Diferenças Entre as Empresas “Sociedades Empresárias” e “Sociedades
Anônimas.................................................................................................................................22
10.1 - Dados Sociedade Empresária Limitada Sociedade Anônima......................22
10.2 - Características da Razão Social na Forma de Administração de uma
Empresa LTDA.......................................................................................................................22
10.3 - Depósito Inicial para Abertura da Empresa..................................................22
10.4 - Nome Descritivo da Posse da Parte do Capital Social...................................22
10.5 - Do Prazo de Duração........................................................................................23
10.6 - Da Quantidade Mínima e Máxima de Sócios Subscrição.............................23
10.7 - Quem Administra a Sociedade........................................................................23
10.8 - Normas para publicação das demonstrações contábeis................................23
11 - Referências Bibliográficas...............................................................................................24

3

1. Introdução

A contabilidade é tão antiga quanto à própria história da civilização. O homem deixando a
caça voltou– se à organização da agricultura e pastoreio. Com o uso do solo, surgiram as
divisões e o senso de propriedade e assim, cada pessoa criava sua riqueza individual,
rompendo com a vida comunitária. O solo era passado de pais para filhos (pater, patris)
recebendo o nome de patrimônio. E esse termo passou a ser utilizado para quaisquer valores,
mesmo que estes não tivessem sido herdados. A origem da contabilidade está ligada aos
registros do comércio.
As primeiras cidades comerciais eram dos fenícios. Os semíticos trocavam e vendiam seus
bens e serviços e acompanhavam as variações ocorridas nessas transações, realizando simples
registros ou relatórios do fato ocorrido. Á medida que o homem aumentava seu patrimônio
procurava saber o quanto poderiam render e qual a forma mais simples de aumentar suas
posses, tendo sempre como base os registros para não se perder e para reconhecer as suas
reais possibilidades de uso, de consumo, de produção, etc. Podemos dizer que foi devido às
primeiras administrações particulares que surgiu a necessidade de controle com o uso do
registro, a fim, de prestar conta da coisa administrada. Naquele tempo não existia o crédito,
portanto, a vendas e trocas eram feitas à vista. Usavam-se ramos de árvore assinalados como
prova de dívida ou quitação. Com o desenvolvimento do papiro (papel) e do cálamo (pena de
escrever) no Egito antigo o registro de informações sobre negócios começou a ser facilitado.
As operações econômicas e seus controles tornavam-se complexos. As escritas
governamentais da República Romana (200ac) já traziam receitas de caixa classificadas em
rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens salários, perdas e diversões. Para
resumirmos a evolução das ciências contábeis, vamos ver um pouco de cada período que a
marcou.







4

2. Resumo do Texto: “Objetivo da Contabilidade”.

Objetivos da Contabilidade e Utilização da Informação Contábil; Introdução aos Relatórios
Contábeis. O texto mencionado apresenta a contabilidade como um sistema para a indicação
de informações, que tem como objetivo posicionar todos os envolvidos a respeito das
demonstrações financeiras da instituição, para uma melhor analise da saúde financeira e
principalmente para auxiliar a tomada de decisões dos gestores e acionistas.
Os usuários da contabilidade segundo o autor são muitos, principalmente classificados da
seguinte forma, credores em geral, fornecedores, acionistas, empregados e o governo,
divididos como primários e secundários.
Seguindo o raciocínio, o autor mencionou a classificação dessas informações da seguinte
forma: natureza econômica, natureza financeira, natureza física e natureza de produtividade; e
menciona que as duas primeiras são as principais dentro da contabilidade, indicadas como
núcleo central da contabilidade, sendo as duas ultimas complementares às demonstrações
contábeis.
O principal objetivo da contabilidade é fornecer informação a respeito da instituição, assim
dando condições aos tomadores de decisões, sendo que a contabilidade não se justifica por si
só. Para que o objetivo da contabilidade seja alcançado, deve-se observar se as empresas
evidenciam ou divulgam as informações relevantes que contribuirão na avaliação patrimonial
e de resultado, onde deverão constar explicitamente nas demonstrações ou mencionadas em
Notas Explicativas ou Quadros Complementares. Também deve observar quanto ao intimo
relacionamento da contabilidade com os aspectos jurídicos, visando bem informar, a
contabilidade deve seguir a essência, e não a forma para se obtenha uma boa informação.
Pela importância da contabilidade na vida da instituição, a informação contábil deve ser bem
estruturada, deve permitir fácil acesso aos envolvidos, ter uma linguagem simples, deve ter
credibilidade dentro das demonstrações, pois caso contrário pode permanecer restrita ou até
mesmo ser inutilizada, prejudicando a avaliação das informações pelos seus gestores.
Concluindo o texto, o autor indica que a contabilidade é uma ciência social, apesar de ter em
sua metodologia a utilização de técnicas de mensuração, reunindo o social ao quantitativo,
sendo parcialmente social com muitas subjetividades e incertezas e sendo parcialmente
quantitativa ao utilizar equações básicas como ATIVO = PASSIVO + PATRIMÔNIO
LÍQUIDO.

5

3. “Contabilidade em Nossas Vidas”

A contabilidade é um sistema de informação tão essencial em nossas vidas quanto na estrutura
organizacional de uma empresa que almeja obter lucros. Para que os objetivos sejam
alcançados utilizamos várias ferramentas que a contabilidade nos proporciona para ter
controle financeiro é essencial relacionar todos os ganhos e custos cotidianos.
Com um controle eficiente é possível ter um planejamento para tomada de decisões, sendo
que um cidadão pode utilizar uma planilha, analisar seus extratos bancários e suas faturas
mensais com o objetivo de prever os futuros gastos. Já uma empresa deve possuir
departamentos específicos para administrar o seu balanço financeiro, utilizando programas e
emitindo relatórios contábeis, pois sabemos que a contabilidade não é uma ciência exata e
muitas vezes acabamos assumindo um percentual de risco, desta forma devemos ser fieis aos
números, para que se houverem prejuízos eles possam ser previstos e amenizados com
antecedência, a fim de evitar danos irreparáveis.
Através das informações obtidas é possível analisar a situação financeira atual, auxiliando o
planejamento, tais como novos investimentos a curto, médio e longo prazo, novos aquisições,
novos recursos, assim como a redução de possíveis gastos desnecessários.
Desta forma, podemos concluir que tanto em uma empresa, quanto na vida pessoal à
contabilidade esta presente para nos auxiliar, pois a todo momento traçamos novos objetivos e
para alcança-los é primordial colocarmos em prática todas as teorias da contabilidade, sendo
elas planejamento, organização, execução e controle, que só com planejamento e muito
controle financeiro conseguimos concretizar o que foi planejado.


6

4. Conceitos Relevantes de Ativo, Passivo, Goodwill, Receitas, Despesas, Ganhos e
Perdas: Uma Análise do Estudo da Teoria da Contabilidade

O estudo da Teoria Contábil é importante não apenas para pesquisadores e acadêmicos, mas
também para aqueles cuja atuação profissional encontra-se relacionada à Contabilidade.
Para compreendermos um pouco de contabilidade, devemos primeiramente, entender os
conceitos de Ativo, Passivo, Goodwill, Receitas, Despesas, Ganhos e Perdas, analisando
como suas características são essenciais para o desenvolvimento da Teoria Contábil e como
suas técnicas contábeis e mensurações contribuem para a melhoria da gestão de empresas.
O domínio da mensuração apropriada do valor econômico de ativos, passivos, patrimônio
liquido, despesas, receitas, perdas e ganho tornam-se cruciais, demandando a necessidade de
estimular a pesquisas na busca de metodologias de mensuração de ativo e passivo que possam
fornecer um valor mais aproximado da realidade do patrimônio de uma entidade.
O conceito de ativo ainda se encontra em discussão. Ativo pode ser definido como o conjunto
de bens e direitos de uma entidade ou empresa. O estudo do conceito de Ativo é essencial
para Contabilidade, pois, dentre outros fatores, é importante para a definição de receita,
despesa, passivo, perdas e ganhos.
Hendriksen e Van Breda (2007) afirmam que, os ativos são, na sua essência, reservas de
benefícios futuros prováveis, que são obtidos ou controlados por uma entidade em
consequência de transações ou eventos passados.
Para alguns autores os ativos são recursos controlados pela empresa e capazes de gerar
benefícios futuros (entradas de caixa ou redução de saídas de caixa). Assim, pode ser
considerado um ativo, todo e qualquer elemento com ou sem natureza física, que seja
controlado pela empresa e que ela proporciona a possibilidade de obtenção de fluxos de caixa.
Estudiosos afirmam que a geração de riqueza nas empresas está cada vez mais relacionada aos
ativos intangíveis e o definem como um direito a benefícios futuros que não possui corpo
físico, criado por práticas organizacionais ou por recursos próprios. Os ativos intangíveis são
os itens de mais difícil mensuração e contabilização, e dentre esses itens destacam-se os
gastos com organização, custos com desenvolvimento de softwares, patentes, marcas, direitos
autorais, franquias, capital intelectual e o goodwill.
Outro conceito bastante utilizado hoje é o de marcação a mercado, onde, é feita a avaliação de
títulos baseando-se no preço de fechamento de mercado, para que os investidores possam
7

saber o real valor da sua carteira. A crítica a esse regime de avaliação de ativo é a oscilação
dos preços desses ativos no mercado.
As definições de ativo associam como característica principal a capacidade de geração de
benefícios futuros. De forma inversa, definições de passivo buscam capturar impactos futuros,
trocando benefícios gerados por sacríficos a serem consumidos.
O conceito de passivo vem evoluindo com as discussões científicas e têm ocorrido
importantes mudanças na busca para refletir a realidade. Canning (1929) conceituou passivo,
como sendo “um serviço, com valor monetário, que um proprietário [titular de ativos] é
obrigado legalmente a prestar a uma segunda pessoa, ou grupo de pessoas”. A Associação
Americana de Contadores, AAA (1957 apud IUDÍCIBUS, 2009) define passivo como sendo
“os interesses dos credores reclamados contra a entidade e derivam de atividades passadas ou
eventos, que, usualmente, requerem, para sua satisfação, o gasto de recursos corporativos”.
Existem autores ainda que, conceituam que o passivo representa as obrigações que uma
entidade assume perante terceiros para obter ativos ou realizar serviços, e tais obrigações,
originam-se dos resultados obtidos das transações do passado ou presente, mas, liquidadas no
futuro.
Mas a definição que mais abrange o passivo é a da FASB (§ 35 do SFAS 6) que diz serem os
passivos “sacrifícios futuros prováveis de benefícios econômicos resultante de obrigações
presentes de uma entidade no sentido de transferir ativos ou serviços para outras entidades no
futuro em consequência de transações e eventos passados”.
Um ponto também importante para a compreensão de conceitos que afetam o cálculo do
resultado são as definições de receita, despesa, perdas e ganhos, pelo efeito que trazem para a
mensuração dos resultados das organizações.
Receitas e ganhos precisam ser diferenciados. As receitas estão ligadas as atividades da
empresa enquanto os ganhos têm uma vinculação periférica a essas atividades. Tanto receita
quanto ganho atuam no sentido de aumentar o resultado da empresa. Segundo FASB (1975
apub HENDRIKSEN; BREDA, 2007), “receitas são entradas ou outros aumentos de ativos de
uma entidade, ou liquidações de seus passivos (ou ambos) decorrentes da entrega ou produção
de bens, prestação de serviços, ou outras atividades correspondentes a operações normais ou
principais da entidade”.

8

Quanto ao conceito de ganhos destaca-se o de que os “ganhos representam eventos favoráveis
não diretamente relacionados com a produção normal de receitas das empresas”.
A despesa é a concretização do esforço, em termos monetários, para a geração da receita. É
reduzido o patrimônio da empresa que será revertido futuramente em receita. O fator gerador
de despesa é o esforço continuado para produzir receita, já que tanto despesa é consequência
de receita, como receita pode derivar da despesa.
Perdas podem ser definidas como eventos líquidos desfavoráveis, que nascem de atividades
não geradoras de receitas normais da entidade. Eventos líquidos desfavoráveis ocorrências
não usuais, que não fazem parte das operações centrais da entidade.
As despesas estão voltadas à geração de receitas, por isso deverão ser com elas confrontadas,
enquanto as perdas não resultam em benefício da empresa , ao contrário, é um efeito líquido
desfavorável que não deriva das operações normais do empreendimento. O método mais
conhecido para mensurar as despesas é pelo valor histórico e o valor de reposição. Já a
mensuração de perdas devem ser avaliadas pelo seu valor histórico, a não ser pelos casos em
que as diferenças sobre o preço de mercado forem relevantes.

5. Exercícios de Fixação

1) O Patrimônio é representado por:
a. Bens
b. Bens e obrigações
c. Ativo e patrimônio líquido
d. Ativo + passivo + patrimônio líquido
e. Direitos + obrigações
A resposta correta é a Letra D – Ativo + passivo + patrimônio líquido

2) As "Aplicações" de uma Empresa fazem parte:
a. Do ativo
b. Do passivo
c. Do patrimônio líquido
d. Das obrigações
e. N.D.A.
A reposta correta é a Letra A – Do Ativo
9


3) (AFTN/85) Assinale a alternativa que indica situação patrimonial inconcebível:
a. Situação Líquida igual ao Ativo.
b. Situação Líquida maior que o Ativo.
c. Situação Líquida menor do que o Ativo.
d. Situação Líquida maior do que o Passivo Exigível.
e. Situação Líquida menor do que o Passivo Exigível.
A reposta correta é a Letra B – Situação Líquida igual ao Ativo

4) (FTE-MG/93) A representação gráfica dos estados patrimoniais que indica a existência de
"Passivo a Descoberto" é:
a. Passivo + Patrimônio Líquido = Ativo.
b. Passivo = Ativo + Patrimônio Líquido.
c. Passivo = zero e Ativo = Patrimônio Líquido.
d. Passivo = Patrimônio Líquido e Ativo = zero.
e. Passivo < ou = zero e Ativo > Patrimônio Líquido.
A resposta correta e a Letra B – Passivo = Ativo + Patrimônio Líquido

5) (FTE-MG/93) A empresa Cascata comprou uma máquina por R$ 350.000 em cinco
prestações iguais, sendo uma entrada no ato da compra e quatro pagamentos mensais. Após a
contabilização da operação, o patrimônio da empresa sofreu a seguinte alteração:
a. diminuiu o Ativo em R$ 70.000 e aumentou o Passivo em R$ 280.000.
b. aumentou o Ativo em R$ 280.000 e aumentou o Passivo em R$ 280.000.
c. aumentou o Ativo em R$ 280.000 e aumentou o Passivo em R$ 350.000.
d. aumentou o Ativo em R$ 350.000 e aumentou o Passivo em R$ 280.000.
e. aumentou o Ativo em R$ 350.000 e aumentou o Passivo em R$ 350.000.
A reposta correta e a Letra B - Aumentou o Ativo em R$280,000 e aumentou o Passivo em
R$280,00.

6. Quadro de Demonstração de Despesas Empresariais



10


Cumprimento Passo 3 Etapa 2 do Desafio ATPS da disciplina Teoria da Contabilidade
Patrimônio
Operação ou Descrição das Contas Ativo Passivo Líquido Receitas Despesas Perdas Ganhos
13º Salário a Pagar (exemplo) X X
Adiantamento de Salário X X
Água e Esgoto a Pagar X X
Aluguéis a Pagar X X
Aplicar o dinheiro no banco X X
Assistência Medica a pagar X X
Caixa - dinheiro em espécie X
Capital Social X
Cheques pós-datados a receber X
Combustíveis e Lubrificantes a Pagar X X
Compra de Material de Escritório X
Conta de Telefone a Pagar X X
Contribuição Sindical a Recolher X
Convênios a Pagar X X
Custo das Mercadorias Vendidas X
Custo dos Serviços Prestados X
Décimo Terceiro Salário a Pagar X X
Decoração e Ornamentos a Pagar X X
Descontos Concedidos X
Descontos Obtidos X
Duplicatas a Receber X
E.P.I a Pagar X X
Empréstimos a Pagar X
Energia Elétrica a Pagar X X
Estoques X
Faturamento X
Financiamentos a Pagar X
Fornecedores de Mercadorias X
Fotocópias a Pagar X X
Frete a Pagar X X
Gratificações e Prêmios a Pagar X X
Horas Extras a Pagar X X
Imobilizado X
Imposto de Renda a Recolher X X
Impostos a Recuperar X
Impressos e Formulários a Pagar X X
Intangíveis X
Investimentos X X X
Juros a Receber X X
Livros, Jornais e Revistas a Pagar X X
Locação de Bens a Pagar X X
Lucros Acumulados X
Manutenção de móveis, máquinas e equipamentos X
Manutenção de Software a Pagar X X
Manutenção do prédio X
Material de Higiene e Limpeza a Pagar X X
Material de Informática a Pagar X X
Multas de Trânsito a Pagar X X
Notas Fiscais a Receber X
Outras Contas a Pagar X X
Pagamento de IPTU X
Pagamento de Juros Bancários X
Postais e Telegramas a Pagar X X
Prejuízos Acumulados X
Publicidade e Propaganda a Pagar X X
Rescisões a Pagar X X
Reservas de Capital X
Reservas de Lucros X
Salários e Ordenados a Pagar X X X
Saldo de conta bancária X
Seguro a Pagar X X
Telefone e Comunicação a Pagar X X
Treinamento de Funcionários a Pagar X X
Tributos a recolher X X
Uniformes a Pagar X X
Vale Transporte a Pagar X X
Vendas Canceladas X
Viagens e Estadias a Pagar X X
Vigilância e Segurança a Pagar X X
11

7. Demonstrativos Contábeis
7.1. Natura



12

7.2. Cemig


13

7.3. Pague Menos


7.4. Análise Sobre as Demonstrações Financeiras

As demonstrações financeiras analisadas pelo grupo chamam a atenção pelos números
expressivos de suas receitas. Os valores das despesas em muitas vezes não são percebidos
pelo consumidor que acaba tendo uma noção vaga sobre a empresa. Às vezes pensamos que
uma determinada empresa ganha muito dinheiro, mas esquecemos de subtrair os seus gastos.
Como vimos nos exemplos de demonstrações financeiras das empresas Natura, Cemig e
Pague Menos. Outro fato interessante também que observamos foi com relação à alta carga
tributária.
Também chamou a atenção os resultados da Cemig que tem um custo muito alto com a
infraestrutura e a transmissão de energia elétrica.
14

8. Importância das Sociedades Anônimas no Cenário Corporativo Brasileiro
A importância da sociedade anônima e que se alguém que não dispõe de recursos básicos para
fundar uma empresa pode se juntar com outra pessoa física e formar uma pessoa jurídica e
começar a explorar algum objetivo econômico em comum, segundo o código civil da uma
noção de o que seria uma sociedade “Art.981. celebram contratos de sociedade as pessoa que
reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens ou serviços, para o exercício da atividade
econômica e a partilha, entre si, dos resultados”, mas os sócios não necessariamente
empresários da empresa ele só são donos da empresa, que também tem bens distintos, mas se
essa pessoa jurídica cair em inadimplência os sócios terem de arcar com divida, mas só é
necessário executar os bens dos sócios quando os bens da empresa não são suficientes para
quitar as dividas.
Na sociedade anônima os sócios não precisão de se conhecer pessoalmente por que esse tipo
de sociedade se participa por meio de ações e os acionistas que tem menor poder de opinar
sobre as decisões tomadas em relação à empresa são chamados de sócio minoritário e os que
retêm as maiores partes das ações da empresa são chamados de sócios majoritários, as
sociedades anônimas podem ser classificadas como abertas ou fechadas sendo, abertas:
aquelas que permitem a negociações de ações na bolsa de valores, e as fechadas que não
emitem ações negociáveis nesse mercado. A ação é uma fração do capital social da empresa, e
essa pode ter valores diferenciados, valor nominal, valor patrimonial, valor de negociação,
valor econômico, e preço de emissão. Valor nominal evita que investidores mais antigos
tenham prejuízo por que as ações não podem ser vendidas abaixo do valor nominal das
anteriores para que não ocorra a o fenômeno econômico da diluição. Este acontece quando
são emitidas mais ações de uma sociedade empresária por valor inferior ao seu valor
patrimonial.
Valor patrimonial, e quando se divide o patrimônio líquido pelo número de ações. Valor de
negociações, e um ato de compra e venda acordado pelas pessoas, não seguindo não seguindo
padrões descritos anteriormente e essa transação termina quando as duas partes estão
satisfeitas. Valor econômico é, quando se analisa o valor das ações para que o investidor
possa pagar um preço interessante esse cálculo deve se feito por profissionais capacitados
devido à complexidade das contas que devem ser realizadas. Finalmente temos o preço de
emissão. Este é o valor da ação no ato de subscrição (privilégio concedido a um acionista de
participar com prioridade no aumento de capital), ou seja, é o preço que o investidor paga à
sociedade pela ação.
15

Devemos tomar cuidado para não confundirmos essa definição com o valor negocial, preço de
emissão o vendedor das ações é a própria sociedade, no valor de negociação o vendedor é um
ex-acionista.
As ações também podem ser classificadas em classes, onde são seguidos três critérios básicos:
espécie, forma e classe. Para classificar uma ação segundo a sua espécie leva-se em
consideração os direitos vantagens dos acionistas e que podem se dividir em três, elas são
ordinárias, preferenciais ou de fruição. As ações ordinárias (comum) não dão direito e nem
restringe o acionista, que tem os mesmos deveres e obrigações como qualquer outro sócio e
também as ações ordinárias dão direito a voto. As ações preferências são aquelas que dão
tratamento diferenciado a quem as possui, esses privilégios devem especificados no estatuto
social, mas geralmente e imposta alguma condição, por exemplo, perda do direito ao voto
parcial ou total. E a terceira é a de fruição, que simplesmente são as ações ordinárias e
preferenciais que foram amortizadas.
O segundo critério é o da forma, onde se compreende que as ações podem ser nominativas ou
escriturais. As nominativas são aquelas que exigem o registro no livro próprio da sociedade
emissora para a transferência do título mobiliário. Já as escriturais operam por meio de
registro nos assentamentos de instituições financeiras.
O ultimo critério é o de classe, agrupa os acionistas de acordo com o seu interesse que e um
verdadeiro atrativo pelo fato de que ele pode escolher melhor ação que se adéqua melhor com
seus objetivos. Os órgãos internos que comandam a empresa são assembleia geral, o conselho
de administração, a diretoria e o conselho fiscal. A assembleia geral é o órgão de máxima
autoridade dentro da empresa, mas geralmente só se reúne quando as leis exigem a atuação do
mesmo. Em segundo lugar na escala hierárquica vem o conselho de administração tal órgão e
facultativo, exceto, nas companhias abertas, sociedade com capital autorizado e à de
economia mista. A diretoria atua tanto internamente com externamente, externamente esse
órgão e o responsável por pôr em pratica as vontades da pessoa jurídica (empresa).
Internamente, ele é responsável pelo desenvolvimento econômico e dirigir a empresa. E o
seguinte e ultimo órgão é o conselho fiscal, ele da o suporte a assembleia geral na votação dos
atos o controle dos administradores e nas demonstrações financeiras da sociedade anônima.

16

Mas mesmo assim com órgãos que auxiliam os sócios para gerir as empresa, esses tem alguns
direitos e deveres, alguns deles são: participar dos lucros sociais, participar do acervo da
empresa (em caso de liquidação), fiscalizar, na forma da LSA, a gestão dos negócios sociais,
preferência na subscrição de ações, retirar- se da sociedade em casos previstos. A participação
nos lucros, pela lei esses dividendos podem ser obrigatoriamente repartidos entre os sócios ou
então podem ser investidos na empresa. O direito na participação no acervo da empresa só
pode ser feito quando a mesma esta em processo de liquidação onde os bens da empresa são
convertidos em dinheiro e recebem-se os direitos e pagam-se os deveres e o que sobra e
dividido entre os acionistas, proporcional às ações que cada um possui.
O direito de fiscalizar a gestão dos negócios sociais, na forma da lei, por exemplo, eles não
podem participar das reuniões fechadas da diretoria, ou seja, também tem algumas restrições.
A garantia de preferência para subscrição das ações, o protege de um aumento de capital, ou
seja, da oportunidade ao acionista de continuar em sua posição acionária, por exemplo, se o
acionista que quiser comprar uma ação posteriormente, pode comprar pelo preço inicial sem
aumento de capital. O direto de se desligar da companhia, pode acontecer de duas formas um
deles é o direito da retirada e o segundo é a alienação é o meio mais corajoso e mais simples,
pelo fato que a retirada só pode ocorrer em alguns casos previstos na LSA. As sociedades
anônimas tem grande importância na nossa economia, especialistas dizem que elas trouxeram
uma nova era ao capitalismo, um intenso fluxo de capital entre as bolsas de valores de todo o
mundo, e que vem fazendo muito sucesso com os investidores que vem cada vez mais
interessados em ações.

17

9. Formas de Constituição Jurídica
9.1. Cooperativa

Cooperativa: As sociedades cooperativas estão reguladas pela Lei n o 5.764, de 1971 que
definiu a Política Nacional de Cooperativismo e instituiu o regime jurídico das cooperativas.
São sociedades de pessoas de natureza civil, com forma jurídica própria, não sujeitas à
falência, constituídas para prestar serviços aos associados e que se distinguem das demais
sociedades pelas seguintes características (Lei n o 5.764, de 1971, art. 4 o):
1° Adesão voluntária, com número ilimitado de associados, salvo impossibilidade técnica de
prestação de serviços;
2° Variabilidade do capital social, representado por cotas-partes;
3° Limitação do número de cotas-partes para cada associado, facultado, porém, o
estabelecimento de critérios de proporcionalidade;
4º Inacessibilidade das quotas partes do capital a terceiros, estranhos à sociedade;
5° Retorno das sobras liquida do exercício, proporcionalmente às operações realizadas pelo
associado, salvo deliberação em contrário da assembleia geral;
6° Quórum para o funcionamento e deliberação da assembleia geral baseado no número de
associados e não no capital;
7° Indivisibilidade dos fundos de reserva e de assistência técnica educacional e social;
8° Neutralidade política e indiscriminação religiosa, racial e social;
9° Prestação de assistência aos associados, e, quando previsto nos estatutos, aos empregados
da cooperativa;
10° Área de admissão de associados limitada às possibilidades de reunião, controle, operações
e prestação de serviços.




18

9.2. Associação

Associação: Segundo o art. 53 do Código Civil Brasileiro, “Constituem-se as associações
pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos” Assim, quando
regularmente registrada e constituída, a associação é uma espécie de pessoa jurídica na qual
não há finalidade econômica. Ou seja, é formada por pessoas naturais (ou físicas como
denominadas na área tributária) que têm objetivos comuns, exceto o de auferir lucro através
da pessoa jurídica. Por exemplo, no Brasil, as organizações não governamentais (ONGs) são
do ponto de vista legal, associações. Portanto, há grande diferença entre associação e
sociedade, pois nas sociedades (com exceção das cooperativas que têm regras específicas e
diferenciadas) a principal finalidade é a obtenção de lucro.

9.3. Fundação

Fundação: No Brasil, as fundações públicas são organizações dotadas de personalidade
jurídica de direito público ou de direito privado, sem fins lucrativos, criadas para um fim
específico de interesse público, como educação, cultura e pesquisa, sempre merecedoras de
um amparo legal. As fundações públicas possuem autonomia administrativa, patrimônio
próprio, e funcionamento custeado, principalmente, por recursos do poder público, ainda que
sob a forma de prestação de serviços.
Segundo o STF na ADI 191/RS: "A distinção entre fundações públicas e privadas decorre da
forma como foram criadas, da opção legal pelo regime jurídico a que se submetem, da
titularidade de poderes e também da natureza dos serviços por elas prestados.". E mesmo as
fundações de direito privado seguem regras típicas de direito público como prestação de
contas ao Tribunal de Contas e imunidade tributária referente ao imposto sobre o patrimônio,
a renda ou serviços vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes (art. 150,
§ 2º, da CF).
É uma das entidades que compõem a administração indireta. Elas são criadas por autorização
específica e regulamentadas por decreto, independentemente de qualquer registro. Antes da
Emenda Constitucional n. 19/1998, as fundações públicas eram criadas por Lei e suas
competências definidas por Lei Complementar. Após as alterações da Constituição, as
fundações passaram a serem criadas por Decreto do Executivo.
19

9.4. Sociedade em Conta de Participação – SCP

Sociedade em conta de participação – SCP: A sociedade em conta de participação (direito
brasileiro) ou conta da metade (direito português) é uma sociedade empresária que vincula,
internamente, os sócios. É composta por duas ou mais pessoas, sendo que uma delas
necessariamente deve ser empresário ou sociedade empresária. Atualmente, os artigos de 991
a 996 do Código Civil brasileiro dispõem sobre essa modalidade societária.
Por ser apenas uma ferramenta existente para facilitar a relação entre os sócios, não é uma
sociedade propriamente dita, ela não tem personalidade jurídica autônoma, patrimônio próprio
e não aparece perante terceiros.
O empreendimento é realizado por dois tipos de sócios: o sócio ostensivo e o sócio
participativo (esta denominação surgiu com o CC/2002, antes esse sócio era conhecido como
sócio oculto).
O sócio ostensivo (necessariamente empresário ou sociedade empresária) realiza em seu nome
os negócios jurídicos necessários para ultimar o objeto do empreendimento e responde pelas
obrigações sociais não adimplidas. O sócio participativo, em contraposição, não tem qualquer
responsabilidade jurídica relativa aos negócios realizados em nome do sócio ostensivo.
A constituição da Sociedade em Conta de Participações (SCP) não está sujeita às
formalidades legais prescritas para as demais sociedades, não sendo necessário o registro de
seu contrato social na Junta Comercial.
O lucro real da SCP, juntamente com o IRPJ e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL),
uma vez que esta não possui CNPJ, são informados e tributados em campo próprio, na mesma
declaração de rendimentos do sócio ostensivo.
Ocorrendo prejuízo fiscal na SCP, este não pode ser compensado com o lucro decorrente das
atividades do sócio ostensivo, muito menos do sócio oculto e nem com lucros de outras SCP,
eventualmente existentes sob a responsabilidade do mesmo sócio ostensivo. Este somente é
compensável com lucros fiscais da própria SCP, observado o limite de 30%, cuja regra
também é aplicável às demais empresas.
Este modelo societário tem sido alvo de diversas ações do Ministério Público, já que tem sido
utilizado para a criação de falsos fundos de investimento imobiliário e consórcios sem os
devidos registros na CVM e outros órgãos e agências reguladoras.

20

9.5. Sociedade Capital e Indústria

Sociedade Capital e Indústria: É formada por duas ou mais pessoas, contribuindo uma ou
algumas para a formação do capital social e outra ou outras concorrendo apenas com o seu
trabalho, é regulada pelos arts 317 a 324 do C. Com.
Características e natureza: se caracteriza pelo fato de possuir sócios que concorrem para o
capital com dinheiro, créditos ou outros bens e sócios que não contribuem para o capital
social, mas que entram para a sociedade com o trabalho ou indústria; são, assim , sociedades
de pessoas, de formação contratual, ou tomando-se em consideração a responsabilidade
assumida pelos sócios, são sociedades de responsabilidade mista.
Constituição: são constituídas mediante um contrato, seja por escritura pública, seja por
instrumento particular; deverão constar os requisitos do art. 302, sendo indispensável, que as
obrigações do sócio ou sócios de indústria sejam especificadas, bem como a participação dos
mesmos nos lucros da sociedade.
Sócios: existem duas classes de sócios: os capitalistas, que concorrem para a formação do
capital e possui responsabilidades ilimitadas e solidárias pelas obrigações sociais (320),
competindo-lhes privativamente a gerência da sociedade (321); e os sócios de indústria, que
entram apenas com seu trabalho.
Gerência: as sociedades de capital e indústria serão geridas por um ou mais sócios
capitalistas; o exercício da gerência por um dos sócios de indústria dá-lhe responsabilidade
ilimitada e solidária pelas obrigações sociais.



21

9.6. Consórcio de Empresas

Consórcio de Empresas: O consórcio de empresas é um instrumento jurídico previsto nos
artigos 278 e 279 da Lei das Sociedades Anônimas, comumente utilizado pelo setor da
construção civil, que, no anseio de otimizar custos, estruturas e o implemento das melhores e
mais avançadas tecnologias de construção, dele se vale com habitualidade. Dentro de seu
espectro de atuação há questões que são indissociáveis à figura do instrumento consorcial. Os
consórcios, embora não dotados de personalidade jurídica, como, por exemplo, os
condomínios e os espólios, têm plena capacidade de contratar, de ser parte, de demandar e ser
demandado, sem qualquer ressalva ou limitação.
E nesse ponto, a Instrução Normativa nº 834, ao reconhecer a capacidade do consórcio de
contratar os bens e serviços utilizados na consecução das atividades consorciais e não a mão-
de-obra cai em flagrante equívoco, que não se limita à omissão. Não obstante a instrução
normativa, até por conta da "competência" da Receita Federal, trate somente de alguns
tributos federais, estabelece que nas hipóteses autorizadas pela legislação do ICMS, a nota
fiscal ou fatura poderá ser emitida pelo próprio consórcio, e não pelos consorciados, que é a
regra geral por ela instituída., não havendo, entretanto, previsão semelhante em relação às
hipóteses autorizadas pelas legislações municipais que tratam do Imposto Sobre Serviços
(ISS).

9.7. Joint Venture

O Joint Venture ou Empreendimento Conjunto: É uma associação de empresas, que pode
ser definitiva ou não, com fins lucrativos, para explorar determinado(s) negócio(s), sem que
nenhuma delas perca sua personalidade jurídica. Difere da sociedade comercial (partnership)
porque se relaciona a um único projeto cuja associação é dissolvida automaticamente após o
seu término. Um modelo típico de joint venture seria a transação entre o proprietário de um
terreno de excelente localização e uma empresa de construção civil, interessada em levantar
um prédio sobre o local.
Há várias empresas, de diversos setores da economia, que investem nesse tipo de sociedade.
As maiores joint ventures no mundo aconteceram nos ramos de tecnologia, automobilismo e
alimentação.
22

10. Principais Diferenças Entre as Empresas “Sociedades Empresárias” e “Sociedades
Anônimas
10.1. Dados Sociedade Empresária Limitada Sociedade Anônima
Autorização Inicial Requerimento com assinatura do administrador, sócio, procurador, com
poderes específicos, ou terceiro interessado As sociedades por ações, revestidas na forma de
sociedade anônimas, são reguladas, basicamente, pela lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 e
arts. 59 a 73 do Decreto - Lei 2.627 de 26 de setembro de 1940, estando obrigadas ao
arquivamento e registro de seus atos constitutivos e posteriores no Registro do comércio.

10.2. Características da Razão Social na Forma de Administração de uma Empresa
LTDA
A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões “Companhia ou
CIA” ou “Sociedade Anônima ou S/A”, expressas por extenso ou abreviadamente. É vedada a
utilização da expressão “Companhia” ou abreviadamente “CIA” no final da denominação.
Nome fantasia seu nome deverá ser formado pelo nome ou prenome de um ou mais sócios,
pessoas físicas. Uso exclusivo de denominação social ou nome fantasia (não utiliza firma ou
razão social).

10.3. Depósito Inicial para Abertura da Empresa
O patrimônio inicial da sociedade corresponde a mais ou menos o capital. “Iniciadas as
atividades sociais, o patrimônio líquido tende a exceder o capital, se a sociedade acumular
lucros, e a inferiorizar-se, na hipótese de prejuízos.” Realização, como entrada, de 10% (dez
por centro) no mínimo, do preço de emissão das ações subscritas em dinheiro.

10.4. Nome Descritivo da Posse da Parte do Capital Social
O capital social divide-se em quotas, iguais ou desiguais, cabendo uma ou diversas a cada
sócio. O capital social é dividido em ações, e a responsabilidade dos acionistas (proprietário
das ações) é limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas.


23

10.5. Do Prazo de Duração
Já que na sociedade limitada, por prazo de duração indeterminado, o sócio pode retirar-se da
mesma quando quiser mediante notificação aos demais sócios. O prazo de duração da
sociedade será por tempo indeterminado.
Dos valores mínimos do capital social é aconselhável a determinação do numero de quotas de
forma que seu valor seja igual a uma unidade monetária (R$ 1,00): Seu capital é dividido em
ações, e a responsabilidade dos sócios ou acionistas é limitada ao preço de emissão das ações
subscritas ou adquiridas.

10.6. Da Quantidade Mínima e Máxima de Sócios Subscrição
Pelo menos por duas pessoas, de todas as ações em que se divide o capital social fixado no
estatuto; Subscrição, pelo menos por duas pessoas, de todas as ações em que se divide o
capital social fixado no estatuto.

10.7. Quem Administra a Sociedade
É administrada por uma ou mais pessoas designadas no contrato social ou em ato separado.
A administração da companhia competirá, conforme dispuser o estatuto, ao conselho de
administração e à diretoria, ou somente à diretoria. Existência de conselhos pode o contrato
instituir conselho fiscal composto de três ou mais membros e respectivos suplentes, sócios ou
não, residentes no país, eleitos na assembleia anual.

10.8. Normas para publicação das demonstrações contábeis
Emitir parecer descrevendo a situação econômica da empresa e suas operações sociais,
tomando por base suas demonstrações contábeis, e apresenta-lo na assembleia anual dos
sócios; as sociedades anônimas são ainda obrigadas a publicar suas demonstrações
financeiras, expondo sua situação econômica ao público em geral, e, consequentemente, a
todos os seus concorrentes. Obrigatoriedade de ser auditada por auditores independentes
Órgãos onde deve ser registrada
24

11. Referências Bibliográficas:

https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpYU5HRE1FQ1pCX2s
https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpcUg4ZTBnRmFhWTQ
https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpR25sQVJMQVhNdUk
https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpeEJDUDlLNVV0UjQ
https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpWVlkanp2aUEtdXM
www.cvm.gov.br
https://docs.google.com/open?id=0B9r14r4nyLDpdllDWnVQS2VCU1E
http://www.receita.fazenda.gov.br
http://pt.wikipedia.org
http://www.visaoreal.com.br/resumo_de_direito_comercial
http://www.sindifisconacional.org.br
http://jus.com.br/assunto/joint-venture/revista
MARION, José Carlos. Teoria da Contabilidade. 2. ed. Campinas: Alínea, 2010. PLT 146.