MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MINISTRA: Esther de Figueiredo Ferraz SECRETARIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SECRETÁRIO: Gladstone Rodrigues da Cunha Filho

SUB-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUÇÃO SUPERIOR SUB-SECRETÁRIA: Marilù Fontoura de Medeiros

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
SECRETARIA DE ENSINO SUPERIOR

OS CURSOS DE NUTRIÇÃO NO BRASIL . EVOLUÇÃO • CORPO DOCENTE . CURRICULO

Brasilia, setembro, 1982

M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E CULTURA Secretaria da Educação Superior

0 E N S I N O DE N U T R I Ç Ã O NO B R A S I L evolução, corpo docente e Currículo

INDICE

APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO .............. .................................. EVOLUÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO ...................... ....... CORPO DOCENTE............ - ................................ C U R R I C U L O DE GRADUAÇÃO ............. ...................... CONCLUSÕES --............................................... CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................... ANEXOS I. S E M I N A R I O N A C I O N A L DE AVALIAÇÃO DO E N S I N O DE NUTRIÇÃO II. C U R R Í C U L O S NOS C U R S O S DE GRADUAÇÃO 15 21 41 77 139 149

INDICE DE GRÁFICOS

01.

D i s t r i b u i ç ã o dos Cursos de N u t r i ç ã o pelos estados brasileiros ----- ....... -- .... -------------------E v o l u ç ã o do c r e s c i m e n t o de C u r s o s de N u t r i ç ã o no Brasil .............................................. D i s t r i b u i ç ã o procentual do crescimento dos Cursos da Area de S a ú d e no p e r í o d o 1960/1980 ................. E x p a n s ã o do E n s i n o de N u t r i ç ã o no B r a s i l ....................

24

02.

25 27 31

03.

04. 05.

Número de vagas nos Cursos de Nutrição: evolução do aumento de vagas segundo dependencia administ r a t i v a , 1975/1980 .................................. 34 Relação entre a inscrição no v e s t i b u l a r em Nutrição e o v e s t i b u l a r geral da I n s t i t u i ç ã o ...................... Corpo Docente dos Cursos de N u t r i ç ã o : Titulação A c a d ê m i c a , no B r a s i l e por regiões -------------------C o r p o D o c e n t e dos Cursos de N u t r i ç ã o : Titulação A c a d ê m i c a e Area Profissional ------------------------39

06. 07. 08. 09.

45 47

Corpo Docente dos Cursos de Nutrição: Titulação Acadêmica e Dependência Administrativa das Insti tuições --------------------------------------------49 Corpo Docente dos Cursos de N u t r i ç ã o : Situação F u n c i o n a l , no B r a s i l e por r e g i õ e s ------------------C o r p o Docente dos Cursos de N u t r i ç ã o : Situação Funcional e Area Profissional ---------------------------C o r p o D o c e n t e dos Cursos de Nutrição: Situação Funcional e Dependência A d m i n i s t r a t i v a --------------Corpo D o c e n t e dos Cursos de N u t r i ç ã o : R e g i m e de T r a b a l h o , no B r a s i l e por r e g i ã o --------------------Corpo D o c e n t e dos Cursos de N u t r i ç ã o : R e g i m e de T r a b a l h o e Area P r o f i s s i o n a l ------------------------52 53

10.

11
12.

55

13.

57

14.

58

15. Corpo Do c e n t e dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : R e g i m e de Trabalho e Dependência Administrativa ----------------16. C o r p o Docente dos Cursos de N u t r i ç ã o : C a r g a Horária Semanal segundo A t i v i d a d e s ------------------------

60 63

17. C o r p o D o c e n t e dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : Tempo de Graduação, no B r a s i l e por r e g i ã o ---------------------------------65 18. C o r p o Docente dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : Tempo de Graduação e Area P r o f i s s i o n a l ------------------------19. Corpo Docente dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : Tempo de Graduação e D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a ---------------20. Corpo Docente dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : Tempo de Doc ê n c i a , no B r a s i l e por r e g i õ e s ---------------------21. Corpo D o c e n t e dos C ur s o s de N u t r i ç ã o : Tempo de Docência e Área P r o f i s s i o n a l ................................... 22. Corpo D o c e n t e dos Cursos de N u t r i ç ã o : Tempo de Docência e Dependência A d m i n i s t r a t i v a das I n s t i t u a i ções.. -------- ..... 72 23. C o r p o Docente dos Cursos de N u t r i ç ã o : C o m p a r a ç ã o da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . T i t u l a ç ã o Acadêmica .................................................. 24. Corpo Docente dos Cursos de Nutrição: Comparação da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . R e g i m e de T r a b a l h o ------66 67 69 70

74 75 83

25. E s t u d o do C u r r i c u l o de Graduação: C o m p o s i ç ã o da carga h o r á r i a segundo o CFE . C i c l o Básico -----------26. E s t u d o do C u r r i c u l o de Graduação: C o m p o s i ç ã o da carga horária segundo o CFE . C i c l o Profissional --------27. Estudo do C u r r i c u l o de Graduação: Distribuição da carga h o r á r i a , segundo o C F E . R e g i ã o N o r d e s t e -----28. Estudo do C u r r i c u l o de Graduação: Distribuição da carga h o r a r i a , s e g u n d o o C F E . R e g i ã o Sudes_ te.I ........... . ....... . ..........................

84 86

88

29. E s t u d o do C u r r i c u l o de Graduação: D i s t r i b u i ç ã o da carga h o r á r i a , s e g u n d o o CFE . R e g i ã o Sudeste..II ------30. E s t u d o do C u r r í c u l o de Graduação: D i s t r i b u i ç ã o da carga h o r á r i a s e g u n d o o C F E . R e g i ã o Centro.0este e Pará ............................................ 31. E s t u d o do C u r r i c u l o de Gr a d u a ç ã o : D i s t r i b u i ç ã o da c a r g a h o r á r i a s e g u n d o o CFE . R e g i ã o Sul --------------32. E s t u d o do C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o s e g u n d o regiões . Ciclo B á s i c o do CFE ----- .................... . .... .. 33. E s t u d o do C u r r i c u l o de Graduação s e g u n d o r e g i õ e s . Ciclo P r o f i s s i o n a l do CFE ...... -- ......... -------34. E s t u d o do C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o : C o m p a r a ç ã o com a C E P A N D A L . R e g i ã o Nordeste ......................... 35. E s t u d o do C u r r i c u l o de G r a d u a ç ã o : C o m p a r a ç ã o com a CEPANDAL . R e g i ã o S u d e s t e . I .................... ---36. E s t u d o do C u r r i c u l o de G r a d u a ç ã o : Comparação com a C E P A N D A L . R e g i ã o Sudeste.II ....................... 37. E s t u d o do C u r r i c u l o de Graduação: Comparação com a CEPANDAL . Região Centro.Oeste e Pará ................... .. 38. E s t u d o do C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o : Comparação com a C E P A N D A L . R e g i ã o Sul ............................... 39. 0 C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o em N u t r i ç ã o s e g u n d o o CFE (I) .............................................. 40. 0 C u r r í c u l o de Graduação em N u t r i ç ã o segundo o CFE (II) .................................... ... ..... 41. 0 C u r r í c u l o de Graduação em N u t r i ç ã o s e g u n d o a CEPANDAL .................................. . ........ 42. C u r r í c u l o de Graduação : Comparação da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . C i ê n c i a s B á s i c a s ..................... 43. C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o : Comparação da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . C i ê n c i a s S o c i a i s e E c o n ô m i c a s .. ....... .

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92 94

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44. C u r r í c u l o de Graduação: Comparação da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . C i ê n c i a s da E d u c a ç ã o . ....... -------45. C u r r í c u l o de Graduação: Comparação da s i t u a ç ã o em 1975 e 1981 . C i ê n c i a s da Saúde P ú b l i c a ............. 46. Currículo de Graduação: Comparação da situação em 1975 e 1981 . C i ê n c i a s da N u t r i ç ã o e Alimenta_ ção .................................................

135 136

137

INDICE DE TABELAS

1. 2.

Distribuição dos Cursos de Nutrição por região e dependência administrativa das Instituições --------------------28 Número de Cursos de Nutrição, por região no, período de 1975 a 1981 ................................... 29 30

03. Número de vagas nos Cursos de Nutrição por região, no periodo 1975 a 1981 .............................. 04. D i s t r i b u i ç ã o do número de vagas por região geográfica no período 1975 a 1980 .......................... 05. Distribuição porcentual do número de vagas por ano e região geográfica --------------------------------06. Distribuição do número de vagas nos Cursos de trição segundo dependência administrativa das tituições -----------------------------------------)7. Distrib uição do número de graduados por ano e área geográfica durante o período estudado .. ........ -8. 9. Relação entre a inscrição no vestibular em Nutri-ção vestibular geral da Instituição, por região ----------Porcentual de evasão por região no período do estudo ............................................... e

32 33 NuIns35 36 o 37 40

10. Comparação da Carga Horária Total do Currículo com a recomendada pelo CFE, segundo as regiões do estudo ...............................................

81

11. Comparação da Carga Horária Total do Currículo com a recomendação mínima da CEPANDAL, segundo regiões do estudo ------------------------------------101 Comparação da Carga Horária Total do Currículo com a recomendação máxima CEPANDAL ----- ........ ------

101

13. Adequação p o r c e n t u a l da C a r g a Horária do Currículo s e g u n d o as áreas de e s t u d o da C E P A N D A L : Ciên cias Básicas ----------------------- .............. -14. Adequação da Carga H o r á r i a do C u r r i c u l o segundo as áreas de es t u d o da C E PA N D A L : C i ê n c i a s S o c i a i s e Econômicas -----------------------------------------15. A d e q u a ç ã o da Carga H o r á r i a do C u r r i c u l o segundo as A r e a s de Estudo da CEPANDAL: Educação .................. 16. Adequação da C a r g a H o r á r i a do C u r r í c u l o s e g u n d o as Areas de E s t u d o da C E P A N D A L : C i ê n c i a s da Saúde Pública .......................................... 17. A d e q u a ç ã o da C a r g a H o r á r i a do C u r r í c u l o segundo as A r e a s de E s t u d o da C E P A N D A L : C i ê n c i a s de Nutrição e A l i m e n t a ç ã o ---------------- • -----------------18. Adequação da Carga H o r á r i a do C u r r i c u l o s e g u n d o as Areas de Estudo da CEPANDAL: M u l t i d i s c i p l i n a r ---------

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APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO Evidente por si mesma, a importância de um estudo como o que ora se publica dispensa uma justificativa enfática. Como é sabido, o problema nutricional no Brasil, onde ocupa notória e desconfortável prioridade, tem sido foco de merecida atenção do governo da Republica, escala plurissetorial. O estudo, cujo resultado apresentamos, em agora

representa o testemunho da atenção e do

empenho do MEC em relação àquele problema. Os cursos de Nutrição no país, tendo crescido este estudo sistemático. em

poucos anos numa escala exponencial, estavam a merecer

Este trabalho resultou do "Diagnóstico Nacional dos Cursos de Nutrição" analisados e avaliados estes cursos sob o tríplice aspecto de sua evolução, seu corpo docente e seu currículo. Sob pena de incursão em erro, cabe-nos registrar a valiosa cooperação recebida do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN) e da Federação Brasileira de Associações de Nutricionistas (FEBRAN) na realização do "Diagnóstico". Agradecemos a operosidade da Dra. Lúcia Ypiranga de Souza Dantas e Rodriguez, assessora desta Secretaria, de cujo empenho resultaram o projeto e a execução da maior parte do trabalho.

Gladstone Rodrigues da Cunha Filho Secretário da Educação Superior/MEC

INTRODUÇÃO

O E N S I N O DE NUTRIÇÃO NO B R A S I L

I. INTRODUÇÃO O e n s i n o de nutrição vem se e x p a n d i n d o nos ú l t i m o s anos de uma forma b a s t a n t e r á p i d a . A n e c e s s i d a d e de c o n t r o l e dessa expansão, bem como, o a p o i o ao d e s e n v o l v i m e n t o dos Cursos de Nutrição, no c o n t e x t o do E n s i n o U n i v e r s i t á r i o do País, tem sido uma das p r e o c u p a ç õ e s da S e c r e t a r i a da E d u c a ç ã o Superior (SESu.MEC). Is-so tem se e v i d e n c i a d o em documentos recentes, p r o d u z i d o s por seus a s s e s s o r e s permanentes ou por c o n s u l t o r e s t e m p o r á r i o s , e s p e c i a l i s - tas em nutrição. A s i t u a ç ã o dos Cursos de N u t r i ç ã o tem sido anali_ sada em d i v e r s a s oportunidades, em q u e se destaca um l e v a n t a m e n t o feito pelo Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN), em 1975, quando esses c u r s o s eram o i t o (1). A t u a l m e n t e esses cursos são t r i n t a a s s i m distribuídos: 01 na R e g i ã o Norte, 07 na Região Nor-deste, 13 na R e g i ã o S u d e s t e , 03 na R e g i ã o C e n t r o . O e s t e e 06 na Re-gião Sul. Desses c u r s o s 09 p e r t e n c e m ao setor p r i v a d o e 21 ao setor p ú b l i c o (18 federais e 03 estaduais). Nas a n á l i s e s a c i m a refe r i d a s há u n a n i m i d a d e em r e l a ç ã o ã n e c e s s i d a d e de formação docente em N u t r i ç ã o e ã revisão da organização curricular. Nesse s e n t i d o , uma das recomendações do e n t ã o G r u p o S e t o r i a l de Saúd e, do DAU/MEC, foi a de s i s t e m a t i z a ç ã o de um p l a n o r e g u l a r de cooper ação técnica, por p a r t e do MEC. B u s c a n d o a c o n t i n u i d a d e desta a t i v i d a d e dentro da SESu, a a s s e s s o r i a de n u t r i ç ã o , da então C o o r d e n a d o r i a de C i ê n c i a s da Saúde, q u a n d o i n i c i o u suas a t i v i d a d e s em j a n e i r o de 1981,propôs um d i a g n ó s t i c o da s i t u a ç ã o de f u n c i o n a m e n t o e organização curricular dos Cursos de N u t r i ç ã o para a p o i o ã p o l í t i c a de formação de do centes e incentivo ã pós graduação (2). Este d i a g n ó s t i c o teve início com um l e v a n t a m e n t o da s i t u a ç ã o dos Cursos, real i z a d o no período de a g o s t o a outubro de 1981, q u a n d o o I N A N e a Federação B r a s i l e i r a (1) MINISTERIO DA SAÜDE . INAN. Relatório da Comissão. PORTARIA N9 013/75 (2) MINISTERIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA . SESU/SDA . Cooperação Técnica com os Cur sos de Graduação em Nutrição . Projeto da Coordenadoria de Ciencias da Saude .Brasilia, janeiro, 1981.

de Ass oci açõ es de N u t r i c i o n i s t a s (FEBRAN) se a s s o c i a r a m ao MEC, in_ t e g r a n d o e x p e c t a t i v a s e o b j e t i v o s comuns, r e l a c i o n a d o s ao conhecim e n t o das c o n d i ç õ e s de formação dos N u t r i c i o n i s t a s . R e a l i z o u - s e no período de a g o s t o a o u t u b r o de 1981 , um d i a g n ó s t i c o da s i t u a ç ã o dos Cu r s o s de G r a d u a ç ã o em N u t r i ç ã o no país, com a f i n a l i d a d e de: . p r o p o r c i o n a r s u b s í d i o s para a p o l i t i c a de c a p a c i t a ção do p r o f i s s i o n a l n u t r i c i o n i s t a s e, . i d e n t i f i c a r estratégias de a r t i c u l a ç ã o das Instituições de E n s i n o S u p e r i o r (IES), com a p r á t i c a pro f i s s i o n a l em n u t r i ç ã o . Este d i a g n ó s t i c o foi f e i t o a t r a v é s de l e v a n t a m e n t o da s i t u a ç ã o e a n á l i s e dos dados. As c o n d i ç õ e s dos c u r s o s foram le_ v a n t a d a s a t r a v é s de um q u e s t i o n á r i o e s p e c í f i c o e de uma v i s i t a à t o d a s as I n s t i t u i ç õ e s . Esta e t a p a , c o m ca rát er , também de o b s e r v a - ção, p r o p i c i o u a d i s c u s s ã o da s i t u a ç ã o de cada c u rso com as dire-ções e coordenações dos m e s m o s , com os professores e com os alunos . A a n á l i s e dos dados foi feita em Reuniões Regionais, por representantes dos Cursos, n u t r i c i o n i s t a s , e outros pro_ fi s s i o n a i s , e n v o l v i d o s com a t i v i d a d e s de e n s i n o e de prestação de serviços. Para o p l a n e j a m e n t o desses Encontros R e g i o n a i s , realizou-.se em B r a s i l i a , uma r e u n i ã o com r e p r e s e n t a n t e s de cada Reg ião . 0 ob je ti vo das Reu ni õe s R e g i o n a i s foi d i s c u t i r a situação dos cursos ã nível de sua r e a l i d a d e local. Tal discussão f o c a l i z o u o e s t u d o do c u r r í c u l o (objetivos c u r r i c u l a r e s , c a r g a hor ã r i a e d i s c i p l i n a s do c i c l o p r o f i s s i o n a l ) a d e s c r i ç ã o do a l u n a d o e a c o m p o s i ç ã o do c o r p o docente. S u a m e t o d o l o g i a b á s i c a foi o tra balho em grupo, d i r i g i d o por roteiros p r e v i a m e n t e e l a b o r a d o s . Todas as I n s t i t u i ç õ e s p a r t i c i p a r a m d e s t a s R e u n i õ e s .

Os resultados das a n á l i s e s r e g i o n a i s c o n s o l i d a d o s por representantes e l e i t o s nas Reuniões forarn a p r e s e n t a d o s no Semi_ nário N a c i o n a l de A v a l i a ç ã o do E n s i n o de Nutrição, real izado em Bra_ sília, de 09 a 13 de agosto de 1982, a m p l i a n d o a s s i m a d i s c u s s ã o e c o n s o l i d a n d o as c o n c l u s õ e s e recomendações do d i a g n ó s t i c o ( A N E X O I: " S e m i n á r i o N a c i o n a l de A v a l i a ç ã o do E n s i n o de Nutrição: C o n c l u _ es e Recomendações). As r e g i õ e s foram d i v i d i d a s l e v a n d o em c o n t a a dens i d a d e dos C u r s o s de N u t r i ç ã o e c a r a c t e r i s t i c a s da área: N O R D E S T E . compreendendo sete cursos: . . . . . . . Universidade Universidade Universidade Universidade Universidade Universidade Universidade Federal do P i a u í . UFPI E s t a d u a l do Ceará . UECE Federal do Rio Grande do N o r t e - UFRN Federal da Paraíba . UFPB Federal de P e r n a m b u c o . UFPE Federal de A l a g o a s . UFAL Federal da B a h i a . UFBA

, S U D E S T E . I . compreendendo sete cursos dos Estados do Rio de J a n e i r o e M i n a s G e r a i s : . . . . Universidade Federal do Rio de Janeiro . UFRJ Universidade do R i o de J a n e i r o . U N I R I O Universidade Federal F l u m i n e n s e . UFF Universidade do E s t a d o do Rio de J a n e i r o . UERJ . Universidade Santa Úr s u l a - USU . Universidade Federal de Viçosa . UFV . Universidade F e d e r a l de Ouro P r e t o . UFOP , SUDESTE . II . c o m p r e e n d e n d o os seis c u r s o s do Estado de São P a u l o : . U n i v e r s i d a d e de São P a u l o . USP . U n i v e r s i d a d e de Mogi das Cruzes . UMC . F a c u l d a d e de C i ê n c i a s da S a ú d e São C a m i l o . FSC

. Pontificia Universidade Católica . Campinas . F a c u l d a d e de Enfermagem . S.C. . B a u r ú . U n i v e r s i d a d e M e t o d i s t a de P i r a c i c a b a . U N I M E P , C E N T R O . O E S T E e PARÁ . compreendendo os três c u r s o s do C e n t r o . O e s t e e o c u r s o do Pará: . . . . Universidade Universidade Universidade Universidade F e d e r a l de Mato Grosso . UFMT F e d e r a l de G o i á s . UFGO de B r a s í l i a . UnB F e d e r a l do Pará . UFPA

, SUL . compreendendo seis c urso s: . . . . U n i v e r s i d a d e do Vale do Rio dos Sinos . U N I S I N O S I n s t i t u t o M e t o d i s t a de E d u c a ç ã o e C u l t u r a . IMEC U n i v e r s i d a d e F e d e r a l de P e l o t a s . UFPEL F u n d a ç ã o I n te g r a ç ã o e D e s e n v o l v i m e n t o do Noroeste do E s t a d o . F I D E N E , I j u í / R S . U n i v e r s i d a d e F e d e r a l de San ta C a t a r i n a . UFSC . U n i v e r s i d a d e F e d e r a l do P a r a n ã . UFPR No presente e stud o, outros a s p e c t o s l e v a n t a d o s no d i a g n ó s t i c o , como c o n d i ç õ e s de p e s q u i s a , de p ó s g r a d u a ç ã o e área f í s i c a não são c o n s i d e r a d o s , devendo, p o s t e r i o r m e n t e integrar estudos da SESu.MEC, dando c o n t i n u i d a d e a a n á l i s e ora inic ia_ da.

EVOLUÇÃO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO

EVOLUÇÃO DOS CURSOS DE N U T R I Ç Ã O

Este e s t u d o procurou c o b r i r os anos de 1975 a 1980, que representa o perìodo entre o I D i a g n ó s t i c o dos C u r s o s de Nutri-ção, r e a l i z a d o pelo INAN, e o a t u a l . 0"Diagnóstico N a c i o n a l dos Cursos de Nutrição" , a p r e s e n t o u as s e g u i n t e s informaçõ es, q u a n t o à oferta e demanda de v a g a s , no período de 1975.1980. A. OFERTA DE VAGAS 1. Número de C u r s o s por R e g i ã o Em 1975, h a v i a 07 Cursos de N u t r i ç ã o , reconhecidos no país: 02 no Nordeste (UFPE e UFBA) e 05 no S u d e s t e (UFRJ, U N I R I O , UERJ e UFF no Rio de J a n e i r o e USP em São P a u l o ) ; ã época já f u n c i o n a v a m os cursos da UFPA (Pará), da U n i v e r s i d a d e de Mogi das Cruzes (São P a u l o ) e da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.UNISINOS (Rio G r an d e do Sul) que, e x c e t u a n d o a UFPA, não foram c o n s i d e r a d o s no I D i a g n ó s t i co. A t u a l m e n t e (1981), os Cursos de N u t r i ç ã o são 30: 18 f e d e r a i s , 3 e s t a d u a i s e 9 p r i v a dos (gráfico 01 )

G R A F I C O 01

DISTRIBUICÃO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO PELOS ESTADOS BRASILEIROS . 1982.

MEC.SESu, "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO

Desses Cursos, onze não e s t a v a m , ã época do levantamento, reconhe cido s pelo Cons e lho Fede ral de E d u c a ç ã o (03 no N o r d e s t e , 04 no Sudes_ te, 03 no Sul e 01 no Centro.Oeste). Ao se observar a evolução do da crescimento 02) de 70 década dos fica na Cursos clara expansão de a do Nutrição influincia (gráfico

e n s i n o da N u t r i ç ã o .

G R A F I C O 02

EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DE CURSOS DE NUTRIÇÃO NO BRASIL, BRASÍLIA, 1982.

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÒSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: BRASÍLIA, DF, 1981

A formação do n u t r i c i o n i s t a , i n i c i a d o no Bra^ sil, na d é c a d a de 40 (USP . São Paulo .UNIRIO, UFRJ e UERJ-Rio de Janeiro) cresce paulatinamen-te nos anos de 50 (UFBA e UFPE, no Nor_ deste) e a t i n g e o fim da d é c a d a de 60 com 07 C u r s o s (UFF, no Rio de J a n e i r o ) . É a p a r t i r de 1976 que se i n i c i a o c r e s c i m e n t o acelera-do dos Cursos de Nutrição. Esta E x p a n s ã o acon-t e c e u em todo o e n s i n o superior no B r a s i l , como decorrência p o l ì t i c a da expansão econômica da época. Um fato importante a ser rela_ c i o n a d o ao processo de crescimento do e n s i n o de N u t r i ç ã o é o a d v e n t o do II Programa de A l i m e n t a ç ã o e Nutrição (II PRONAN) que apresentava uma d i r e t r i z e s p e c i f i c a r e l a c i o n a d a ã formação de recursos h u m a n o s em N u t r i ç ã o (3), tendo mesmo, o Instituto N a c i o n a l de A l i m e n t a ç ã o e N u t r i ç ã o . INAN, promovido e a p o i a d o a formação de Cursos de N u t r i ç ã o no país. Na área de s a ú d e o c r e s c i m e n t o dos diferen-tes c u r s o s não foi u n i f o r m e , como d e m o n s t r a o g r a f i c o 03. A e x p a n s ã o v e r i f i c a d a nos Cur-sos de N u t r i ç ã o e Enfermagem, a p a r t i r da dé_ cada de 70, é i n v e r s a m e n t e proporcional ao c r e s c i m e n t o dos Cursos de M e d i c i n a . O que faz s u p o r que a e x p a n s ã o d e s s a s áreas se deu às c u s t a s de um remanejamento na M e d i c i n a , cujo p r o c e s s o de c r e s c i m e n t o começava a ser regu_ lado. Por outro lado, se antes de 1975, o e n s i n o de Nutrição era exclusivamente público .atual mente apresenta 30% dos c u r s o s (nove) no Se(3) BRASIL . Conselho de Desenvolvimento Social. Programa Nacional de Alimentação e Nutrição . PRONAN . Brasília, 1976.

G R A F I C O 03

DISTRIBUIÇÃO PORCENTUAL DO CRESCIMENTO DOS CURSOS DA ÁREA DE SAÜDE NO PERÍODO 1960 / 1980

FONTE:MEC/SESu . 1982.

tor de i n i c i a t i v a p r i v a d a . E s se s nove curssos privados representam 48% das v a g a s oferec i d a s em 1980. Outra o b s e r v a ç ã o a ser f e i t a é que, nas Regiões Centro.Oeste e Nordeste a expansão dos Cursos de Nutrição foi feita exclusivamente pelo setor p ú b l i c o , enquanto no Sudeste e no Sul houve p r e d o m í n i o da I n i c i a tiva p r i v a d a , ( t a b e l a 1)

TABELA 01

DISTRIBUIÇÃO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO POR REGIÃO E DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA DAS INSTITUIÇÕES

1981

No p e r i o d o e s t u d a d o , c o n s i d e r a n d o - s e as re

giões por area de d i a g n ó s t i c o , o numero de cursos de nutrição eleva-se de 10 para 30 , refletindo um aumento de 200%; sendo que as regiões Sudeste II (o estado de São Paulo) e N o r d e s t e são as que rnais c o n t r i b u í r a m para tal s i t u a ç ã o (passando de 1 para 5 e de 2 para 7, r e s p e c t i v a m e n t e ) .

TABELA 02

NÚMERO DE CURSOS DE NUTRIÇÃO. POR REGIÃO NO PERÍODO DE

1975 A 1981

ANO 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981

NE 2 3 5 6 7 7 7

SE-I 4 4 6 6 7 7 7

SE-II 1 2 2 2 4 5 6

CO. . PA 2 3 3 4 4 4 4

SUL

Nº 1 2 2 3 3 5 6

% DE AUMENTO 10 14 18 21 25 28 30

40 40 110 150 160 200

2. Número de V a g a s por R e g i ã o e_ por Curso Observa-se que em 1975, o número de vagas nos Cursos de Nutrição era de 570, passando para 1592 em 1980, e v i d e n c i a n d o um aumento total de 179%, sendo que na região Sudeste II ob-servase um considerável incremento no núme_ ro de vagas, s e g u i d o das Regiões Nordeste,

Sudeste I, Centro e Para.

TABELA 03

NÚMERO DE VAGAS NOS CURSOS DE NUTRIÇÃO POR REGIÃO, NO

PERÍODO 1975 A 1981
REGIAO TOTAL % DE PA SUL AUMENTO N9 570 .

ANO
1975 1976 1977 1978 1979 1980

NE 120 135 220 305 505 325

SE-I

150 190 272 322 382 382

SE-II 20(*) 100(*) 100(*) 100(*) 220(*) 480(*)

CO. . 80 95 85 125 125 125

200 220 430 380 420
(**)280

740
1107 1232 1452 1592

29 94 116 154 179

(*) . UM CURSO SEM INFORMAÇÃO (**) . DOIS CURSOS SEM INFORMAÇÃO Nota-se, nas observações até aqui discutidas que a expansão do ensino de Nutrição é proporcionalmente rnais expressiva, em relação ao número de v a g a s que, ao número de cursos. Este fato, evidenciado na figura 04, intensif i c a - s e a p a r t i r de 1976.

G R A F I C O 04

EXPANSÃO DO ENSINO DE NUTRIÇÃO DO BRASIL:

DISTRIBUICÃO PROPORCIONAL DE CURSOS E VAGAS NO PERÍODO 1975/1981.

Vale ressaltar que, analisando as 1nforma_ ções por região geográfica (Norte, Nordeste, Sudeste, Centro.Oeste e Sul),comprova.se que o maior porcentual de aumento ocorre na Região Sudeste com 40%, seguido das Regiões Nor-deste, Centro.Oeste e Sul com porcentuais de 170%, 112* e 40% respectivamente. Na Região Norte, o número de vagas permanece estável no período em estudo.

TABELA 04

DISTRIBUICÃO DO NÚMERO DE VAGAS POR REGIÃO GEOGRÁFICA NO PERÌODO

1975/1980

REGIAO

ANO
1975 1976 1977 1978 1979 1980

NORTE

NORDESTE

SUDESTE

40 40 40 40 40 40

120 135 220 305 305 325

170 290 372 422 602 862

SUL 200 220 430 380 420 280

CENTRO.OESTE

TOTAL

40 55 45 85 85 85

570 740
1107 1232 1452 1592

% DE AUMEN-

.

170

407

40

112

179 TO

Considerando o número de vagas por ano e região geográfica, em relação ao total, obser-

va-se que ocorre um decréscimo nas Regiões Norte, Sul e Centro.Oeste, enquanto houve um aumento a c e n t u a d o no Sudeste e uma e v o l u ç ã o relativamente estável na região Nordeste ( t a b e l a 05)

TABELA 05

DISTRIBUICÃO PERCENTUAL DO NÚMERO DE VAGAS POR ANO E REGIÃO GEOGRÁFICA REGIAO ANO 1975 1976 1977 1978 1979 1980 NORTE 7,0 5,4 3,6 3,2 2,7 2.5 NORDESTE 21,0 18,2 19,9 24,8 21,0 20,4 SUDESTE 29,8 39,2 33,6 34.2 41,5 54,1 SUL 35,1 29,7 38,8 30,8 28,9 17,6 CENTRO.OESTE 7,0 7,4 4,1 6,9 5,9 5,3 TOTAL 8,5 11,0 16,5 18,4 21,7 23,8

3. Oferta de vagas segundo d e p e n d ê n c í a nistrativa

admi-

A proporção de I n s t i t u i ç õ e s do setor públi-co i seguramente m a i o r que as do setor pri-vado, (tabela 06). A evolução do aumento de vagas nos Cursos de Nu tr i ç ã o mostra, porém, uma retração na p a r t i c i p a ç ã o do setor públi-co e uma a c e n t u a d a e l e v a ç ã o do setor p r i v a - do na formação do n u t r i c i o n i s t a .(gráfico 05) . Um fato curioso a se registrar é que os cursos de Nu-

t r i ç ã o do setor p r i v a d o , em sua m a i o r i a , tem origem em Instituições religiosas. G R A F I C O 05

NÚMERO DE VAGAS NOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: EVOLUÇÃO
DO

AUMENTO DE VAGAS SEGUNDO DEPENDÊNCÍA

ADMINISTRATIVA DAS I NSTITUIÇÕES : 1975/1980

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ". BRASÍLIA, 1981

TABELA 06

DISTRIBUICÃO DO NÚMERO DE VAGAS NOS CURSOS DE NUTRIÇÃO, SEGUNDO DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA DAS INSTITUIÇÕES BRASÍLIA, 1981

DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA ANO PÚBLICA PRIVADA TOTAL

4. Número de Graduados por ano, no perìodo estudado Através da Tabela 6, observa-se que dos 206 graduados no ano de 1975, 18,4% foram da Re_ gião Nordeste e 81,5% da Região Sudeste.Nos anos seguintes, com a expansão de graduados nas diversas regiões, evidencia-se uma redu_ ção do porcentual de graduados na Região Sudeste (embora c o n t i n u e sendo a região que

mais gradua nutricionistas), Norte, Sul e Centro.Oeste, com uma elevação na Região Nordeste em 1980. ( t a b e l a 07)

TABELA 07

DISTRIBUIÇÃO DO NÚMERO DE GRADUADOS POR ANO E ÁREA GEOGRÁFICA DURANTE O PERÍODO ESTUDADO

B. DEMANDA 1. Número de I n s c r i t o s no V e s t i b u l a r , em Relação ao Numero de I n s e c r i tos em N u t r i ç ã o por Região A T a b e l a 8 demonstra que a relação e n t r e o número de inscritos em Nutrição e o número de inscritos no v e s t i b u l a r por região, no

período est u dado permanece re lat iva ment e es tàvel nas Regiões Nordeste e Sudeste I, com uma tendência negativa na Centro.Oeste e crescente nas Regiões Sudeste II e Sul. Considerando esta mesma relação a nível na_ donai, pode-se concluir que não existe modificações s i g n i f i c a t i v a s no período estuda_ do.

TABELA 08

RELAÇÃO ENTRE A INSCRIÇÃO NO VESTIBULAR EM NUTRIÇÃO E O VESTIBULAR GERAL DA INSTITUIÇÃO, POR REGIÃO (DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL)

Diante desses dados pode-se afirmar que a procura aos Cursos de Nutrição, dentro das Instituições de En si no Superior varia entre 2 e 3%, proporção não tão e l e v a d a quanto se fazia supor ã época da expansão dos cursos. E grande a i m p o r t â n c i a des te dado, quando se

o b s e r v a que em um dos momentos de maior exp a n s ã o do e n s i n o da Nutrição, 1976 a 1977 ( g r á f i c o 04), a proporção de procura dos Cursos de N u t r i ç ã o d i m i n u i , (gráfico 06)

G R A F I C O 06

CURSOS DE NUTRIÇÃO: RELAÇÃO ENTRE A INSCRIÇÃO NO VESTIBULAR EM NUTRIÇÃO E O VESTIBULAR GERAL DA INSTITUIÇÃO.

FONTE : MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL BRASÌLIA,DF, 1981

DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO"

2. Evasão nos Cursos de N u t r i ç ã o An al is a nd o- se a e va s ão dos Cursos de Nutrição, ( ta b el a 9), a p a r t i r da m a tr í cu la inicial e do n ú m e r o de g r a d u a d o s constata-se que a evasão é crescente no país, principalmente nas Regiões Sul e Centro.Oeste. Quanto ã b a i x a evasão da R e g i ã o Sudeste, os da-dos não permitem uma conclusão i m e d i a t a ,des-de que são referentes a apenas 02 (dois)cur-sos, dos 06 (seis) e x i s t e n t e s (01 não reme-teu informação e 03 a i n d a não graduaram).

TABELA 09

PORCENTUAL DE EVASÃO (*) POR REGlÃO NO PERÍODO DO ESTUDO REGIÕES % DE EVASÃO A N I V E L NACIONAL 28.1 25.9 43.8

ANO 1978 1979 1980

NE 26.6 28.8 20.0

SD.I 12.6 17.8 17.2

SD.II . 8.0 .

S

CO

50.0 63.4 32.7 41.0 81.1 52.9

(*) O PERCENTUAL DE EVASÃO FOI CALCULADO A PARTIR DA MATRÍCULA INICIAL EM 1975, 1976 E 1977 E DO NÚMERO DE GRADUADOS NOS ANOS DE 1978, 1979 E 1980.

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO

C O R P O DOCENTE DOS CURSOS DE N U T R I Ç Ã O

O corpo docente foi a n a l i s a d o segundo: titulação a c a d ê m i c a , s i t u a ç ã o f u n c i o n a l , r e g i m e de t r a b a l h o , tempo de gradua^ ção e de d o c ê n c i a . Neste estudo, c o n s i d e r o u - s e a p e n a s , os docentes vinc u l a d o s ao Ciclo P r o f i s s i o n a l dos C u r s o s de N u t r i ç ã o : 378, dos q u a i s , 70% são n u t r i c i o n i s t a s . A. T I T U L A Ç Ã O A C A D Ê M I C A A proporção de docentes com p ó s - g r a d u a ç ã o "stric-tu senso" é b a i x a : 5,6% para d o u t o r a d o e 18% pa-ra mestrado. A t i t u l a ç ã o rnais freq üente é a esp e c i a l i z a ç ã o (48,9%). A a u s ê n c i a de q u a l q u e r tit u l a ç ã o é o b s e r v a d a em 22% dos docentes. 1. Por R e g i ã o A " l i v r e - d o c ê n c i a " ê mais freqüente no Sudes_ te I (67%) e no Nordeste (24%), m u i t o rara no S u d e s t e II e no C e n t r o . O e s t e e Pará (5%) e i n e x i stente no Sul. A a u s ê n c i a de t i t u l a ç ã o é m a i o r no N o r d e s t e (41%) e menor no Sudeste II (5%). ( g r á f i c o 07) A f r e q ü ê n c i a alta de d o c e n t e s com m e s t r a d o no N o r d e s t e pode ser e x p l i c a d a por se encon-trar n a q u e l a região, o ú n i c o curso de Mestra-do, e s p e c i f i c o para N u t r i ç ã o (na UFPE). Enquanto que a "Livre Docência" parece ser

c a r a c t e r í s t i c a do S u d e s t e - I , onde também, é

maior a proporção de docentes com mais tempo de graduação e de docência, sendo essas ca_ racterísticas necessárias à esta titulação. A proporção m a i o r de docentes com doutorado, no Sudeste (I e II) deve estar associada ã maior incidência desta titulação entre os docentes de outras áreas profissionais, uma vez que a proporção desses docentes é rnais eleva_ da nestas duas regiões. A presença de docentes, sem qual que r titulação é bastante elevada. Essa proporção deve estar relac iona da ao processo de expansão dos cursos e ã dificuldade de realização da pósgraduação.

G R A F I C O 07

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO TITULAÇÃO ACADÊMICA

2. Por Área P r o f i s s i o n a l A a u s ê n c i a de t i t u l a ç ã o a c a d ê m i c a é m a i o r entre os docentes n u t r i c i o n i s t a s (84%). A espec i a l i z a ç ã o , t i t u l a ç ã o rnais f r e q ü e n t e entre os docentes, e o mestrado a p r e s e n t a m m a i o r proporção e n t r e os d o c e n t e s n u t r i c i o n i s t a s . Por o u t r o lado, o d o u t o r a d o e a livre docên-cia são rnais f req üent es entre os doc ent es de o u t r a s área s profissionais (81% e 52%, resp e c t i v a m e n t e ) . ( g r á f i c o 08) Este s d a d o s r e f l e t e m a d i f i c u l d a d e de forma_ ção a c a d ê m i c a do d o c e n t e n u t r i c i o n i s t a . 0 acesso, deste profissional, ã pós-graduação, "strictu senso" é d i f i c u l t a d a pela i nexi stê ncia de c urs os e s p e c í f i c o s ã área de N u t r i ç ã o e A l i m e n t a ç ã o , r e d u z i n d o o número de nutric i o n i s t a s pós g r a d u a d o s e, o que é rnais gra_ ve, f o r ç a n d o o d o c e n t e a " m i g r a r " para outras áreas a f i n s ã N u t r i ç ã o , d i s t a n c i a n d o - s e de seu n ú c l e o de origem. Ao lado da e x p a n s ã o v e r t i g i n o s a do e n s i n o de g r a d u a ç ã o , a s1tua_ ção do e n s i n o de p ó s - g r a d u a ç ã o se m a n t e v e inalterada: duas i n s t i t u i ç õ e s ofereciam mes_ t r a d o em N u t r i ç ã o (USP e UFPE) em 1975 e cont i n u a m , como ú n i c a s , em 1981. Os cursos de p ó s g r a d u a ç ã o , "latu senso", são e s p o r á d i c o s e de pouca c o b e r t u r a .

G R A F I C O 08

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO TITULAÇÃO ACADÊMICA
E

ÁREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRICAO ", BRASÍLIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

3. Por D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a da Instituição A livre d o c ê n c i a é uma forma de t i t u l a ç ã o a c a d ê m i c a e n c o n t r a d a a p e n a s entre os docentes de I n s t i t u i ç õ e s do setor p ú b l i c o (6,9% dos d o c e n t e s dos cursos federais e 5,3% dos docentes dos e s t a b e l e c i m e n t o s e s t a d u a i s ) . A proporção de docentes com d o u t o r a d o é m a i o r entre as Instituições do setor p r i v a d o (9%) do que e n t r e as do s e t o r p ú b l i c o (5%). 0 m e s t r a d o é rnais f r e q ü e n t e e n t r e os docentes do s e t o r p ú b l i c o (20% federais e 16% es_ taduais). A proporção de docentes sem t i t u l a ç ã o é rnais e l e v a d a no setor p r i v a d o (30%) do que no pú_ lico (20%) . (gráfico 09)

GRAFICO 09

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: TITULAÇÃO ACADÉMICA
E

DEPENDENCIA ADMINISTRATIVA

S. PÚBLICO

S. PRIVADO

FONTE:MEC.SESu, "DIAGNOSTICO BRASÍLIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO ",

B. SITUAÇÃO F U N C I O N A L A c a t e g o r i a f u n c i o n a l mais freqüente entre os docentes i a de PROFESSOR A S S I S T E N T E (47%) enq u a n t o que a de menor f r e q u ê n c i a está nas cate gorias de PROFESSOR T I T U L A R (6,2%) e de PROFES-SOR COLABORADOR (6,0%). (gráfico 10) 1. Por R e g i ã o A m a i o r proporção de professores a s s i s t e n t e s esta no N o r d e s t e (41%) e a m e n o r no S u d e s t e II (2%). 0 N o r d e s t e também a p r e s e n t a a m a i o r proporção de p r o f e s s o r c o l a b o r a d o r e n q u a n t o que esta c a t e g o r i a i n e x i s t e no Sudeste. 0 Sudeste I a p r e s e n t a a m a i o r proporção de professor t i t u l a r (68%) e de p r o f e s s o r adjunto (41%). A f r e q ü ê n c i a m a i o r de professores titulares na R e g i ã o Sudeste (I e II) pode ser e x p l i c a d a por ser esta região, a rnais a n t i g a no e n s i n o da n u t r i ç ã o e t a l v e z a i n d a , pelo fato de que, entre os cursos recentemente re conhecidos a ascensão ã esta categoria fun c i o n a l é feita, a u t o m a t i c a m e n t e , no momento do reconhecimento pelo CFE, especialmente nas I n s t i t u i ç õ e s privadas. Em relação ã distrb u i ç ã o da c a t e g o r i a de professor adjunto, ve r i f i c a . s e que sua proporção é m a i o r nas reg i õ e s onde o e n s i n o de n u t r i ç ã o é mais antigo: o S u d e s t e e o N o r d e s t e , r e f l e t i n d o o processo de a s c e n s ã o f u n c i o n a l do d o c e n t e . 2. Por Área P r o f i s s i o n a l E n tr e os docentes n u t r i c i o n i s t a s são mais fre-

quentes as c a t e g o r i a s funcionais: a s s i s t e n t e (52%), a u x i l i a r (31Ï) e c o l a b o r a d o r (6%), enq u a n t o que as c a t e g o r i a s de p r o f e s s o r titular e adjunto são mais freqüentes e n t r e os docentes de outras áreas p r o f i s s i o n a i s . Esta relação, i n v e r s a m e n t e proporcional, en_ tre docentes n u t r i c i o n i s t a s e de o u t r a s áreas profissionais, tanto na titulação acadêmica quanto na situação funcional, revela uma desv a n t a g e m do profissional n u t r i c i o n i s t a no ma_ gistério (gráfico 11) localizada, especial-mente, na falta de pós-graduação e s p e c í f i c a para a área de n u t r i ç ã o .

G R A F I C O 10

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO SITUAÇÃO FUNCIONAL

GRAFICO 11

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: SITUAÇÃO FUNCIONAL
E

ÁREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESu, "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRIÇÃO ", BRASÍLIA, 1981

DOS

CURSOS

DE

3. Por D e p e n d e n c i a a d m i n i s t r a t i v a da I n s t i t u i ç ã o No s e t o r p ú b l i c o em geral, a c a t e g o r i a fun c i o n a l mais freqüente é a de p r o f e s s o r a s s i s tente (49%), e n q u a n t o que no s e t o r p r i v a d o é a de p r o f e s s o r a u x i l i a r (40%). A c a t e g o r i a de p ro f e s s o r t i t u l a r a p r e s e n t a m a i o r p ro p o r ç ã o entre os docentes das i n s t i t u i ç õ e s p r i v a d a s , e n q u a n t o que a c a t e g o r i a de p r o f e s s o r c o l a b o r a d o r está p r e s e n t e apenas nos c u r s o s do s e t o r p ú b l i c o (5% dos fede-rais e 21% dos e s t a d u a i s ) A f r e q ü ê n c i a m a i o r de pr ofessores t i t u l a r e s , no setor p r i v a d o , reforça a e x p l i c a ç ã o ante rior sobre a m a i o r proporção d e s t a c a t e g o r i a f u n c i o n a l na R e g i ã o S u d e s t e , uma vez que nes ta r e g i ã o está a m a i o r d e n s i d a d e de cu rsos no Setor P r i v a d o ( s e i s dos nove cursos priva-dos), ( g r á f i c o 12)

G R A F I C O 12

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO SITUAÇÃO FUNCIONAL E DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA

FONTE:MEC.SESu . "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRIÇÃO ". BRASILIA, 1981

DOS

CURSOS

DE

C. R E G I M E DE TRABALHO C i n c o .cursos (das R e g i õ e s S u d e s t e II e Sul) dej^ x a r a m de i n f o r m a r sobre o r e g i m e de t r a b a l h o do corpo d o c e n t e . 1. Por R e g i ã o 0 regime de t r a b a l h o mais freqüente entre os d o c e n t e s é o de 40 horas s e m a n a i s com ded icação e x c l u s i v a (40.DE). E n t r e os docentes sob r e g i m e de t r a b a l h o de 40.DE, a m a i o r p r o p o r ç ã o de d o c e n t e s em 40 h o r a s s e m a n a i s está no N o r d e s t e (46%) e a me nor na R e g i ã o Sul (4%). Não há docentes sob r e g i m e de t r a b a l h o de 40 ou 20 h o r a s semanais na R e g i ã o S u d e s t e II: nesta r e g i ã o os docen-tes estão d i s t r i b u í d o s em 40.DE ou r e g i m e inf e r i o r a 20 horas. 0 r e g i m e de t r a b a l h o i n f e r i o r a 20 horas se m a n a i s não e x i s t e na R e g i ã o C entro.Oeste e Pará. E n t r e os d o c e n t e s sob esse r e g i m e a propor-ção m a i o r está na R e g i ã o Sul (32%). Em síntese, na r e g i ã o N ordeste p r e d o m i n a ,por ordem: 40h, 20h, DE e I n f e r i o r a 20; no SU-d e s t e I: 20h, DE, i n f e r i o r a 20 e 40h; no Su d e s t e II: i n f e r i o r a 20h e DE; no C e n t r o - o e s _ te e Para: 40h, DE e 20h; no Sul: 20h, DE , 20h e 40h. ( g r á f i c o 13)

GRAFICO 13

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRICÃO REGIME DE TRABALHO

2. Por Área Profissional Não há grandes diferenças entre o regime de trabalho dos docentes nutricionistas e de outras áreas profissionais, (gráfico 14)

GRAFICO 14

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO REGIME DE TRABALHO E ÁREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESu, "DIAGNÓSTICO NACIONAL BRASILIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO ",

3, Por Dependência Administrativa da Instituição 0 regime de t r a b a l h o 40.DE è m u i t o mais fre_ quente nas Instituições do setor público ( 38% em DE e 34% em 40 horas) e n q u a n t o que no se-tor p r i v a d o p r evalece o regime i n f e r i o r a 20 horas s e m a n a i s (85%). (gráfico 15) Isto e x p l i c a as proporções mais altas de docentes sob regime de 40h e DE, nas regiões N o r d e s t e , Centro.Oeste e Para, onde também prevalecem Instituições p ú b l i c a s e, ao contrãrio, no S u d e s t e II, onde a proporção de Instituições privadas é maior, prevalece o r e g i m e de t r a b a l h o i n f e r i o r a 20 horas.

G R A F I C O 15

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO REBINE DE TRABALHO E DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL BRASILIA, 1981

DOS

CURSOS

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NUTRIÇÃO "

4. Carga H o r a r i a S e m a n a l por A t i v i d a d e A n a l i s a n d o a d i s t r i b u i ç ã o p e r c e n t u a l da carga horária semanal por a t i v i d a d e (ensino,pesq u i s a , extensão e administração) observa-se que: , A proporção de h o r a s por a t i v i d a d e s de ensino é maior em todas as Regiões: NE = 41,5% SE.I = 72,8%, CO e PA = 70,1% (as R e g i õ e s SE.II e Sul deixaram de informar sobre es_ se i t e m ) . , A menor p r op o r ç ã o é r e g i s t r a d a para atividades de e x t e n s ã o (31,6% no NE, 15,8% SE.I). no

, Em r e l a ç ã o a área p r o f i s s i o n a l , os d o c e n tes nutricionistas utilizam mais horas em a t i v i d a d e s de e n s i n o (60%) e de ad min i stra, ção (21%) que os de o u t r a s áreas p r o f i s s i o nais (51% e 8%, respectivamente). E n q u a n t o que, estes ú l t i m o s u t i l i z a m rnais seu tempo em p e s q u i s a (35%) que os d o c e n t e s n u t r i c i o n i s t a s (13%). ( g r á f i c o 16) A d i s t r i b u i ç ã o das a t i v i d a d e s entre os docentes de Nutrição não se afasta daquela verifi_ cada em o utr as áreas ( 4 ). C o n s i d e r a - s e con-tudo, que a proporção de tempo u t i l i z a d o em p e s q u i s a e extensão é i n s u f i c i e n t e para as s e g u r a r aos Cursos de Nutrição um ensino ba-seado na realidade e necessidades locais;por outro

lado, a o b s e r v a ç ã o f e i t a , no m o m e n t o ( 4/) BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria da Educação Superior. Perfil Acadêmico das IES Federais. 1980.

do d i a g n ó s t i c o , p e r m i t e a f i r m a r que são muI-to poucas as I n s t i t u i ç õ e s que d e s e n v o l v e m pro gramas r e l e v a n t e s de p e s q u i s a e que d i s p õ e m de r e c u r s o s para tal.

GRAFICO 16

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO CARGA HORÁRIA SEMANAL SEGUNDO ATIVIDADES

ATIVIDADES E AREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL BRASÍLIA, 1981

DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO ",

D. TEMPO DE GRADUAÇÃO A proporção de d o c e n t e s g r a d u a d o s há m e n o s de seis anos (recém g r a d u a d o s em 1975, i n í c i o da s é r i e do e s t u d o ) é de 45%. A proporção de d o c e n t e s e S udes te docentes com menos de um ano de II. Não e x i s t e na

g r a d u a ç ã o é de 3%. Destes, 60% estão no N o r d e s - te I e 40% no S udeste com menos de um ano de g r a d u a ç ã o

r e g i ã o C e n t r o . O e s t e e Pará. E n t r e os d o c e n t e s com tempo de g r a d u a ç ã o supe rior a 6 anos (55%) as m a i o r e s proporções e s t ã o no N o r d e s t e (38%) e no S u d e s t e I (35%). Entre os n u t r i c i o n i s t a s há m a i o r proporção de docentes com tempo de g r a d u a ç ã o i n f e r i o r a 6 anos (52%) do que entre docentes de outras áreas p r o f i s s i o n a i s (28%). Por o u t r o lado, a freqüência de d o c e n t e s com t e m p o de g r a d u a ç ã o i n f e r i o r a 6 anos é menor no set or p ú b l i c o (42%) do que no setor p r i v a d o (60). (gráfi cos 17, 18 e 19). Esta constatação reflete a d i f i c u l d a d e de im p l a n t a ç ã o do ciclo pro f ission al dos Cursos de N u t r i ç ã o , c o n s e q ü ê n c i a de sua e x p a n s ã o acelerada.

G R A F I C O 17

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO TEMPO DE GRADUAÇÃO

GRADUAÇÃO (ANOS)

FONTE:MEC.SESu. " DIAGNÓSTICO NACIONAL B RASILIA , 1981

DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO "

GRAFICO 18

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO TEMPO DE GRADUAÇÃO E ÁREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRÍÇÃO ". BRASÍLIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

G R A F I C O 19

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO TEMPO DE GRADUAÇÃO
E

DEPENDENCIA ADMINISTRATIVA

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRIÇÃO ". BRASÍLIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

E. TEMPO DE D O C E N C I A A m a i o r i a dos d o c e n t e s (78%) tem menos de anos de e x e r c i c i o docente: 77% no NE, 55% CO e Pará e 90% no Sul. E n t r e os d o c e n t e s com menos de um ano de exerc-cio docente (8%), as m a i o r e s proporções esta no S u d e s t e I (45%) e no C e n t r o . O e s t e e Par (40%). 0 Sudeste II d e i x o u de i n f o r m a r s o b r e e te dado. ( g r á f i c o 20) n SE.I, 79% no

G R A F I C O 20

FONTE :MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL BRASILIA, 1981.

DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO "

A proporção de docentes nutricionistas com exercîcio docente inferior a 6 anos é ligeiramente maior (80%) do que a de docentes profissionais de outras áreas (74%). (gráfico 21)

GRAFICO 21

COMPOSICÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS TE NUTRIÇÃO TEMPO DE DOCÊNCIA
E

AREA PROFISSIONAL

FONTE:MEC.SESU. "DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO '.' BRASÍLIA, 1981.

Q u an t o ã d e p e n d ê n c i a a d m i n i s t r a t i v a , 93% dos do_ ce n te s do setor p r i v a d o têm tempo de e x e r c i c i o d o c e n t e i n f e r i o r a 6 anos, e n q u a n t o que no se-tor p ú b l i c o esta p r o p o r ç ã o é 74,5% nos cursos f e d e r a i s e 86% nos e s t a d u a i s , ( g r á f i c o 22) A a n á l i s e do tempo de d o c ê n c i a , no ciclo profiss i o n a l de N u tr i çã o e v i d e n c i a de m a n e i r a definitiva, a n e c e s s i d a d e de formação d o c e n t e n e s t a área. 0 fato da alta p r e v a l ê n c i a de docentes com tempo de d o c ê n c i a i n f e r i o r a 5 anos no set o r p r i v a d o ê r e le v a n t e , ao se considerar que, pro_ p o r c i o n a l m e n t e , esse setor se e x p a n d i u mais e que s u b m e t e o professor (na m a i o r i a das I n s t i tuições) a um r e g i m e de t r a b a l h o i n a d e q u a d o ã p r á t i c a docente.

G R A F I C O 22

COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO : TEMPO DE DOCÊNCIA E DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA

FONTE:MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ". BRASÍLIA, 1981

F. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O CORPO DOCENTE A situação do corpo docente dos cursos de Nutrição, apontada em 1975, já era grave. A razão nº de docentes/nº de Cursos em 1975 era de 24, di_ minuindo para 13 em 1981. Agravos qualitativos também acompanham esta deterioração quantitati-va: a proporção de docente sem qualquer titula-ção permanece quase inalterada e aumenta a fre-qílincia de especialistas enquanto diminui a pro_ porção de mestres e doutores, (gráfico 23 ). A melhoria da situação em relação ao regime de trabalho (gráfico 2'4 ) . menos docentes sob re_ gime inferior a 20h semanais e maior proporção submetida a 40h de trabalho semanais, e explicada pela implantação do Plano de Classificação de Cargos . Grupo Magistério, já esperado no momento do I Diagnóstico, razão pela qual o refe rido estudo não formulou conclusões e recomendações a esse respeito ( 5). Quanto ao tempo de docência, em 1975 a propor ção de docentes com experiência inferior a cinco anos era de 23%, proporção que se eleva a 78%, em 1981.

( S ) MINISTERIO DA SAÜDE . INAN . op. art., p. 17

G R A F I C O 23

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: TITULAÇÃO ACADÊMICA: Comparação da situação em 1975 e 1981

FONTE:_ MS-INAN. "DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO "_ RELATÓRIO DA COMISSÃO. PORTARIA Nº 013/75 _MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL NUTRIÇÃO ". BRASILIA, 1981
DOS

CURSOS

DE

GRAFICO 24

CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO: REGIME DE TRABALHO . SITUAÇÃO
EM

1975

E

1981

FONTE:. MS.INAN . "DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ". RELATÓRIO DA COMISSÃO. PORTARIA Nº 013/75 . MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ". BRASÍLIA, 1981

CURRICULO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO

C U R R I C U L O DE GRADUAÇÃO EM N U T R I Ç Ã O

O C u r r í c u l o de G r a d u a ç ã o foi d i s c u t i d o , nas Reun i õ e s R e g i o n a i s , do D i a g n ó s t i c o N a c i o n a l , s e g u n d o tris aspectos: os o b j e t i v o s c u r r i c u l a r e s , a c o m p o s i ç ã o h o r á r i a por área de estu-do e a d e s c r i ç ã o das d i s c i p l i n a s do ciclo p r o f i s s i o n a l (nomencla_ tura, c a r g a h o r á r i a , m e t o d o l o g i a , c o n t e úd o e b i b l i o g r a f i a ) . A d i v i s ã o da d i s c u s s ã o nessas e t a p a s teve por fin a l i d a d e v i s u a l i z a r os aspectos co n ce i t ua i s , estruturais e metodol ó g i c o s da o r g a n i z a ç ã o c u r r i c u l a r . Sobre os a s p e c t o s c o n c e i t u a i s p r o c u r o u - s e anali-sar os o b j e t i v o s c u r r i c u l a r e s e marcos t e ó r i c o s dos Cursos e dis-c u t i r as expectativas e percepção dos docentes sobre o t i p o d e p r o - f i s s i o n a i que seu C u r s o produz. E ss a d i s c u s s ã o chegou a r e s u l t a d o s s e m e l h a n t e s em todas as regiões: os cursos a p r e s e n t a m objetivos c u r r i c u l a r e s dentro de um m a r c o teórico s i t u a d o nas definições clás-s i c a s de a t u a ç ã o e c o m p e t ê n c i a do n u t r i c i o n i s t a , q u a s e sempre par-t i c i p a n t e do setor saúde com fortes c a ra c t er í s ti c a s e x e c u t i v a s ; a e x p e c t a t i v a do c e nt e i i d e a l i z a d a em torno de um "profissional ge-n e r a l i s t a " , em todas as r e g i õ e s , (uma delas a d m i t e que seja "gene-r a l i s t a com ê n f a se em n u t r i ç ã o c l í n i c a ) ; e, a o r g a n i z a ç ã o curricu-lar o r i e n t a a formação para a p r á t i c a de a l i m e n t a ç ã o c o l e t i v a , que é a p r e s s ã o do mercado de t r a b a l h o . A " v i s ã o s o c i a l " na formação do n u t r i c i o n i s t a foi e n f a t i z a d a em m u i t a s r eg i õ es , mas a a n á l i s e da e s t r u t u r a do C u r r i c u l o m o s t r a r á outra t e n d ê n c i a . A d i s c u s s ã o dessas contradições, c onstatadas nos E n c o n t r o s R e g i o n a i s , foi ap r of u nd a d a no S e m i n á r i o N a c i o n a l de AvaI l a ç ã o do E n s i n o de N u t r i ç ã o , s a i n d o do mesmo, c o n c l u s õ e s e recom e n d a ç õ e s e s p e c í f i c a s para esse a s p e c t o. A e s t r u t u r a c u r r i c u l a r sera d i s c u t i d a mais adian_ te. Quanto ã descrição das d i s c i p l i n a s do ciclo profissional foi

d i s c u t i d a , nas R e g i o n a i s e no S e m i n á r i o , segundo A r e a s de Atuação do N u t r i c i o n i s t a . As c o n c l u s õ e s d es s a d i s c u s s ã o estão no A n e x o I. A. 0 CURRÍCULO SEGUNDO 0 C O N S E L H O FEDERAL DE EDUCAÇÃO 0 C o n s e l h o Federal de E d u c a ç ã o (CFE) e s t a b e l e ce, em sua R e s o l u ç ã o 36/74, o C u r r í c u l o M i n i m o para Graduação Resolução, de N u t r i c i o n i s t a s o Curriculo (6). Segundo esta compreende as Mínimo

seg uin te s matérias: Básicas Biologia C i ê n c i a s Mo r fo l ó gi c a s C i ê n c i a s Fi s io l ó gi c a s Patologia C i ê n c i a s da Saúde P ú b l i c a C i ê n c i a s S o c i a i s e E c on ô m ic a s Profissionais H i g i e n e dos A l i m e n t o s B r o m a t o l o g i a e T e c n o l o g i a de A l i m e n t o s C i ê n c i a s da N u t r i ç ã o e A l i m e n t a ç ã o Nutrição A p l i c a d a A d m i n i s t r a ç ã o dos S e r v i ç o s de A l i m e n t a ç ã o 0 C u r rí c ul o , a s s i m , c o n s t i t u í d o , deverá ser int e g r a l i z a d o em um m í n i m o de 2880 horas, t r e z e n tas das q u a i s serão u t i l i z a d a s em e s t á g i o s SUpervisionados. (6) BRASIL, Ministério da Educação e Cultura/Conselho Federal de Educação. CURrículos Mínimos dos Cursos de Graduação. 4a. Ed. Brasilia, 1981. pag-452 a 457

1. Carga H o r á r i a Total do C u r r í c u l o C o n s i d e r a n d o - s e como parâmetro o e s t a b e l e c i do pelo CFE o b s e r v a - s e que: , Do total de cursos estud ados 22% apresen-tamse no l i m i t e m i n i m o e st a b e l e c i do ; , A m a i o r i a dos cursos, 74% do total .excede a esse m i n i m o com carga horária de 4 a 695 s u p e r i o r ao r e c o m e n d a d o ; , Um curso a i n d a não al c a n ç a a e x i g ê n c i a minima, apresentando um d é f i c i t lação ao f i x a d o . de 6% em re

TABELA 10

COMPARAÇÃO DA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURRÍCULO COM A RECOMENDADA PELO CFE, SEGUNDO AS REGIÕES DO ESTUDO

VARIAÇÃO A C I M A DO M I N I M O FIXADO = 4 A 69%

2. O C u r r i c u l o s e g u n d o as M a t é r i a s f i x a d a s pelo CFE A a n á l i s e da c o m p o s i ç ã o do C u r r i c u l o , s e g u n do as m a t é r i a s f i x a d a s pelo CFE, mostrou en todas as regiões, e l e v a d a p a r t i c i p a ç ã o das matérias básicas. Em relação ás matérias prof i s s i o n a i s , " C i ê n c i a s da Nutrição e A l i m e n t a ç ã o " a p r e s e n t a - s e com a p r o p o r ç ã o mais e l e v a d a de c a r g a h o r á r i a (em t o r n o de 302 do ciclo p r o f i s s i o n a l ) . Q u a n t o ã proporção de " P r á t i c a s " v a r i a de 19 a 50% da c a r g a hor a r i a d e d i c a d a ás m a t é ri a s profissionais. 0 setor do c u r r í c u l o , d e n o m i n a d o de "Diversos": m a t é r i a s que não estão nos c i c l o s b á s i c o ou p r o f i s s i o n a l , d i s t r i b u i - s e em torno de 15 a 20%. A observação desta d i s t r i b u i ç ã o h o r á r i a per mite c o n c l u i r que a carga h o r á r i a d e d i c a d a á s m a t é r i a s b á s i c a s é e l e v a d a e que a "prá tica s u p e r v i s i o n a d a " não é c o n s i d er a d a com ê n f a s e d e s ej a d a , ( g r á f i c o 25 e 26)

G R A F I C O 25

SESu . MEC, BRASÍLIA, 1981 DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO; Composição da carga horária segundo o C.F.E. MATERIAS DO CICLO BÁSICO. ( midia horaria )

MATÉRIAS DO CICLO BÁSICO: I. BIOLOGIA II. CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS IH. CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS IV. PATOLOGIA
V. VI. CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

GRAFICO 26

SESu. MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO : COMPOSIÇÃO DA CARGA C.F.E. MATÉRIAS DO CICLO PROFISSIONAL ( MÉDIA HORARIA )

HORARIA SEGUNDO O

HATERÍAS DO CICLO PROFISSIONAL
VII. VIII. IX. X. XI. XII. Bromatologia e Tecnologia de Alimentos Higiene dos Alimentos Ciências da Nutrição e Alimentos Nutrição Aplicada Administração de Serviços de Alimentação Prática ( estágios ) 84

a. R e g i ã o Nordeste A proporção da c a r g a h o r á r i a u t i l i z a d a nas m a t é r i a s b á s i c a s está entre 35 a 47% dos Currículos Plenos dos sete Cursos que compõem a R e g i ã o Nordeste. Dentre essas matérias, predomina "Ciências F i s i o l ó g i cas", numa proporção que v a r i a de 16 a 34%. A matéria que se apresenta em m e n o r p r o p o r ç ã o é " B i o l o g i a (de 6 a 11%)". Quanto is m a t é r i a s pr of is sio na is , no Nordeste, representam 44 a 60% do C u r r i c u l o Pleno, e n q u a n t o que as ma t ér ia s "Diversas" se s i t u a m e ntr e 4 e 13%. Das maté rias profissionais " C i ê n c i a s da N u t r i ç ã o e A l i m e n t a ç ã o " ê a que a p r e s e n t a porpor-ção mais e l e v a d a , 27 a 42%. " N u t r i ç ã o A p l i c a d a " va ria entre 4 e 16% da carga ho_ rária p r o f i s s i o n a l . A " Prá ti ca " no Nord e s t e r e p r e s e n t a de 23 a 47% do tempo destinado ás m a t é r i a s p ro fi ssi on ai s, (gráfico 27) 0 setor " D i v e r s o s " v a r i a de 4 a 12%.

G R A F I C O 27

SESu . MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO: DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO . ( CFE, RESOLUÇÃO 36/74 )

R.
NORDESTE

b. Região Sudeste . I As matérias básicas, nos sete cursos da região Sudeste-I, representam de 28 a 40% da carga horaria de seus Currículos Plenos. A materia basica de maior proporção é "Ciências Fisiológicas", com 18 a 36 % e, a de menor proporção é "Biología" com 2 a 17%. No Sudeste-I, o ciclo profissional representa 45 a 64% dos Currículos Plenos. Entre as matérias profissionais, a de maior proporção horaria é "Ciências da Nutrição e Alimentação", 21 a 37%. "Nutrição Aplicada" 17%. A representa varia 20 a numa proporção de 8 a no da Sudeste-I, horária 43% carga "Pratica",

profissional. 0 setor "Diversos" compreende de 4 a 18% dos Currículos Plenos dos Cursos da Região. (gráfico 28)

G R A F I C O 28

SESu.MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO : DISTRIBUIÇÃO DA HORÁRIA, SEGUNDO O CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO ( CFR . RESOLUÇÃO 36/74 ) R. SUDESTE . I
( R. Janeiro e M. Gerais

CARGA

c. R e g i ã o S u d es t e . II N e s t a r e gi ã o as m a t é r i a s b á s i c a s p o n d e m de 25 a 35% dos C u r r í c u l o s dos C u r s o s . D e s s a s m a t é r i a s , as cias F i s i o l ó g i c a s " representam 12 c o r r e s p o n d e n d o a m a i o r proporção. corres_ Plenos "Ciêna 32%,

As m a t é r i a s p r o f i s s i o n a i s representam 44 a 69% dos Currículos Plenos. A matéria "Ciências da Nutrição e Alimentação" não r e p r e s e n t a a m a i o r p r o p o r ç ã o , 22 a 52% , e "N u t ri ç ã o A p l i c a d a " v a r i a maior de 8 a 15% . N e s t a região, a " P r á t i c a " é que detêm a proporção (38 a 50%) das m a t é r i a s profi s s i o n a i s. A proporção de " D i v e r s o s " , na R e g i ã o Sud e s t e - I , r e p r e s e n t a 4 a 21% dos Currículos. ( g r á f i c o 29)

G R A F I C O 29

SESu.MEC, BRASÍLIA, 1981 DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS

DE

NUTRIÇÃO

ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO; distribuição
da carga horária segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, ( CFE:Resolução 36/74

R. SUDESTE.II
(Est. de S. Paulo )

d, Região Centro.Oeste e Pará As materias básicas compõem o Currículo Pleno dos Cursos desta Região, em uma pro porção que v ar ia de 35 a 53%. Dentre essas matérias, a de m a i o r proporção é "Ciências Fisiológicas" (14 a 282). 0 ciclo profissional representa 38 a 55% dos Currículos dos Cursos desta Região . A matéria "Ciências de Nutrição e Alimetação" varia entre 33 e 40% do carga ho riria profissional, enquanto, esta pro_ porção para Nutrição A p l icad a está entre 8 a 18%. A "Prática" representa 27 a 42% das matérias profissionais nesses cursos. 0 setor "Diversos", representa 9 a 15% dos Currículos Plenos dos Cursos de Nutri-ção da Região Centro.Oeste e Pará. (grá_ fico .30)

GRAFICO 30

SESu.MEC, BRASÍLIA, 1981 DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: distribuição
da carga horária, segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO ( CFE . resolução 36/74 )

R. C. OESTE E PARA

e. R e g i ã o Su Os cursos de R e g i ã o Sul a p r e s e n t a m 31 a 34% da carga h o r a r i a de seus currículos, distribuidos nas matérias básicas.Dessas matérias, "Ciências F i s i o l ó g i c a s " e a que a p r e s e n t a m a i o r proporção (26 a 35%) As m a t é r i a s p r o f i s s i o n a i s representam 53 a 58% dos Currículos Plenos. " C i e n c i a s d a Nutrição e Alimentação" participa dos Currículos na proporção de 31 a 48%,a m a i o r entre as ma t éri as p r o f i s s i o n a i s . A "Prática", nos Cursos da R e g i ã o Sul, repres e n t a 26 a 34% das m a t é r i a s pr of is si o nais. As matérias t i d a s como "Diversos" repres e n t a m 7 a 16% dos C u r r í c u l o s d e s ta Re gião. (gráfico 31)

GRAFICO 31

SESu.MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL
DOS

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO

ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇO:distribuição
da carga horária, segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO ( CFE, Resolução 36/74 )

R.
SUL

Ao se f az er uma s í n t e s e da a n á l i s e do C u r r i c u l o s egundo o CFE v e r i f i c a - s e : M a t é r i a s b á s i c a s (gráfico 32) A d i s t r i b u i ç ã o das m a t é r i a s b á s i c a s nos Cur rí cu -los P l e n o s v a r i a de 25 a 47%. A r e g i ã o que a p r e s e n t a um i n t e r v a l o d e v a r i a ç ã o m a i o r é a C e n t r o . O e s t e / P a r á (35 a 53%), e n q u a n t o que 0 m e n o r i n t e r v a l o está na r e g i ã o S u l (26 a 35%).

GRAFICO 32 SESu.MEC, Brasilia, 1981 Diagnóstico Nacional dos Cursos de Nutrição ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO pelo CF.E. CICLO BASICO

Matérias Profissionais (gráfico 33) Os Currículos Plenos apresentam uma composição de Laterías profissionais que varia de 38 a 69% da carga horaria tortai. Outra vez a Região Sul apresentou maior homogeneidade na diItrlbuição proporcional da carga horária (53 a 58%). 0 maior interLalo de variação está na Sudeste II (44 a 69%). A menor proporção de matérias profissionais está em um curso do Centro.Oeste e Pará ii38%) e a rnais e l e v a d a está no Nordeste (um curso com 60%). DIversos
As regiões que a p r e s e n t a m m a i o r e s proporções e in-ttrvalos de v a r i a ç ã o são o Sudeste-I (4 a 18%) e o S u d e s t e . I I (4 21%). A menor v a r i a ç ã o está no C e n t r o . O e s t e e Pará.

GRAFICO 33. SESu.MEC, Brasília, 1981, Diagnostico Nacional dos Cursos de Nutrição, ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO, Carga Horária segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CICLO PROFISSIONAL

B. O C U R R I C U L O S E G U N D O AS R E C O M E N D A Ç Õ E S DA CEP ANDAL A C o m i s s ã o de E s t u d o s s o b r e P r o g r a m a s Acadêmicos para Nutricionistas e Dieti sta s da América L a t i n a (CEPANDAL), em sua 2a. Reunião, realizada em São Paulo, 1973, estudou o Currículo de Grad uaç ão de N u t r i c i o n i s t a s e recomendou sua c o m p o s i ç ã o por Áreas de E s t u d o (7 ). E s s a s Á reas, s u b d i v i d i d a s em setores são as seguinte: . C I E N C I A S BÁSICAS ------------------. Q u i m i c a (25%) . B i o l o g i a (60%) . M a t e m á t i c a (15%) . CIENCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS -------. C i ê n c i a s da C o n d u t a (75%) . Economia (25%) . EDUCAÇÃO --------------------------. P e d a g o g i a (50%) . Educação (50%) . SAÜDE P U B L I C A ---------------------. Saúde P ú b l i c a . N ut ri ç ã o A p l i c a d a (30%) (20%)

20%

8%

5%

25%

. P r á t i c a de N u t r i ç ã o A p l i c a d a ( 5 0 % )

( 7 ) ORGANIZACIÓN PANAMERICANA PE LASALUD. Formaci on Acadêmica de Nutricionistas .Dietistas en America Latina. Org. San. Pan., Pub. Cient nº 340.Washing ton, 19/7

. NUTRIÇÃO E A L I M E N T A Ç Ã O . Alimentos . Nutrição . Dietética . Dietoterapia . Alimentação Coletiva . Prática em Dietética cional . MULTIDISCIPLINAR . (15X) (10%) (15%) (17%) (10%) Institu- (33%)

-

38%

4X

Em termos de c a r g a horária total, a CEPANDAL recomenda um mínimo de 3200 h o r a s e um máxi-mo de 4080 horas. 1. Carga H o r ária total do Curriculo C o n s i d e r a n d o - s e como parâmetro a carga horá ria total m í n i m a recomendada pela CEPANDAL, a análise diagnostica revelou que: A carga horária m ì n i m a recomendada é aten dida por 67% dos Cursos; , Dentre os cursos que atendem ã recomendai ção, 83% contam com c a r g a horária de 2 a 51% s u p e r i o r ao proposto; , Do total de cursos, 331 apresentam-se aquém do recomendado pelo parâmetro utili-zado,

TABELA 11

COMPARAÇÃO DA CARGA HORARIA TOTAL DO CURRÍCULO, COM A RECOMENDAÇÃO MÍNIMA CEPANDAL, SEGUNDO REGIÕES DO ESTUDO

DA

CARGA HORÁRIA

CURSOS POR RE GIÃO SE.I 4 . 2 1 1 SE.II 1 12 5 1 1 « . CO/PA

T

O

T

A

L

TOTAL ________ NE . 3.200 3.200 — 3.500 3.500 — 4.000 4.000 — 4.500 4.500 .

SUL 229 12 1.7 . .

Nº ___________ % 33,3 8 1 2 29,7 25,9 3,7 7,4

T O T A L

7

7

5

4

4

27

VARIAÇÃO ACIMA DA RECOMENDAÇÃO= 2 A 51% A comparação dos dados d i a g n ó s t i c o s com a carga horária total máxima proposta pela CEPANOAL demonstra que: , A m a i o r i a dos c u r s o s (932 do t o t a l ) não a l c a n ç a a recomendação máxima da CEPANDAL. TABELA 12 COMPARAÇÃO DA CARGA HORARIA TOTAL DO CURRÍCULO COM A RECOMENDAÇÃO MAXIMA CAPAN-

CARGA H O R A R I A
I N F E R I O R a 4.080 S U P E R I O R a 4.080 T O T A L

NE
76 -1 77

SE-I
4 1 5

SE-II
4 4 4 -

CO/PA

SUL

Nº _____ %
25 2 27 22,6 7,4

4

O Curriculo segundo as Areas de Estudo rec o m e n d a d a s pela CEPANDAL Ao se comparar os C u r r í c u l o s dos C u r s o s com as recomendações C E P A N D A L , um fato fica evi-d e n t e em t o d a s as regiões: as áreas de "Ciên-cias Básicas" e " M u l t i d i s c i p l i n a r " apresen ta-se a c i m a das recomendações, e n q u a n t o que as áreas de "Ciências Sociais e Econômicas" " E d u c a ç ã o e S a ú d e P ú b l i c a " , estão a b a i x o do r e c o m e n d a d o . a. R e g i ã o Nordeste (gráfico .34) C i ê n c i a s Básicas Todos os c u r s o s a t i n g e m a recomendação a p e n a s um, não a u l t r a p a s s a . A p r o p o r ção de a d e q u a ç ã o ã recomendação v a r i a de 100 a 185%. , Cinciêas S o c i a i s e Econômicas Apenas um Curso a t i n g e (e supera) a re_ c o m e n d a ç ã o para essa área. A a d e q u a ç ã o está s i t u a d a entre 50 e 112%. Educação Todos os cursos estão a b a i x o da reco mendação e a proporção de a d e q u a ç ã o va ria de 40 a 80%. . Saúde P ú b l i c a A p e n a s dois, dos sete cursos, a t i n g e m

(e superam) a recomendação para a area. A proporção de adequação se situa eri tre 28 e 144%. Nutrição e Alimentação Cinco cursos estão abaixo da recomende ção. A adequação varia de 55 a 118%. Muitidisciplinar Apenas um curso está dentro da recomendação para a área. Os demais a superam, com uma porporção de adequação situada entre 125 a 312%.

GRÁFICO 34

SESu.MEC, BRASÍLIA, 1981 DIAGNÓSTICO NACIONAL ESTUDOS
DO DOS DE

CURSOS

DE

NUTRIÇÃO

CURRÍCULO

GRADUAÇÃO:adequação da carga horária, por AREAS

de Estudo, as recomendações CEPANDAL ( 2a. Reunião. São Paulo, 1973 ).

REGIAO NORDESTE

b. R e g i ã o Sudeste . I (gráfico 35.) , Ciências Básicas A p e n a s um curso está a b a i x o da recomen_ dação (90% de adequação). Os d e m a i s a a t i n g e m e s uperam-na, com uma p o r p o r ção de adequação que varia de 105 a 150%. , C iê n ci a s Sociais e Econômicas Todos os cur sos estão a b a i x o das recomendações. A adequação está entre 38 e 75%. Educação Um c u r so a l c a n ç a e s u p e r a a recomendação. Os d e m a i s se s i t u a m a b a i x o do re co m e nd a do , com uma a d e q u a ç ã o que v a r i a de 40 a 80%. Saúde Pública Apenas um curso a t i n g e o l i m i t e f i x a d o para essa área. Os outros cursos apre_ sentam-se a b a i x o da recomendação, com uma adequação de 60 a 84%.

G R A F I C O 35

SESu . MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO¡ADEQUAÇÃO DA CARGA HORARIA, POR AREAS DE ESTUDO Ás RECOMENDAÇÕES CEPANDAL (2º REUNIÃO, SÃO PAULO, 1973). REGIÃO SUDESTE . I (Rio DE JANEIRO E MINAS GERAIS)

c. R e g i ã o Sudeste . II (gráfico 36) Ciências Básicas Nesta região apenas um curso supera o l i m i t e da recomendação. Os quatro restantes v a r i a m entre 75 e 90% do recomendado para a Area. , C i ê n c i a s S o c i a i s e Econômicas A recomendação para essa área é alcan-çada apenas em um curso. Os demais es-tão a b a i x o do l i m i t e , numa proporção que v a r i a e n t r e 62 e 88%. , Educação Com exceção de um curso, que atinge e supera a recomendação, os cursos da Sudeste.II estão a b a i x o do recomendado para a área (20 a 80%). , Saúde Pública Dois cursos cobrem o recomendado e três estão a b a i x o , com uma v a r i a ç ã o de 76 a 96% de a d e q u a ç ã o . , Nutrição e Alimentação Todos os cursos a t i n g e m e superam o li_ mite recomendado, com exceção de um (87% de adequação).

Multidisciplinar E x c l u i n d o um curso que a p r e s e n t a 10ÛX de adequação, os d e m a i s superam o limite recomendado para área, com uma adeq u a ç ã o que v a r i a de 125 a 525%.

GRAFICO 36

SESu . MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRICÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO:ADEQUAÇÃO DA CARGA HORARIA, POR AREAS DE ESTUDO, SEGUNDO CEPANDAL . (2º REUNIÃO, SÃO PAULO, 1973 ) REGIÃO SUDESTE . II (ESTADO DE SÃO PAULO)

d. Região Centro.Oeste e Pará (gráfico 37) Ciências Básicas Todos os cursos estão a c i m a do recomen dado, com uma proporção de a d e q u a ç ã o entre 115 a 1951%. , Ciências Sociais e_ Econômicas Apenas um curso está a b a i x o da recomen dação (62,5%). Dois a a t i n g e m (100%) e o o u t r o a supera (125%). , Educação Com exceção de um curso, que a l c a n ç a e supera o recomendado (160%), os três cursos restantes estão a b a i x o do limite da área (20 a 80%). , Saúde Publica Todos os cursos estão a b a i x o da reco mendação, com uma adequação s i t u a d a en tre 56 e 92%. , Nutrição e Alimentação Três cursos estão a b a i x o do l i m i t e recomendado (62 a 92%) e um o a l c a n ç a e supera (105%). , Multidisciplinar Excetuando um curso, que atinge o limi-

te proposto, os outros tris o superam com uma adequação que varia de 175 a 375%.

G R A F I C O 37

SESu . MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃ0:ADEQUAÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR AREAS DE ESTUDO, ÁS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL (2º REUNIÃO, SÃO PAULO, 1973) REGIAO CENTRO.OESTE
E

PARÁ

e. R e g i ã o Sul (grafico 38) Ciências Básicas Apenas um curso esta abaixo da recomendação. Os d e m a i s a a t i n g e m (100a 110%). Ciências Sociais e Econômicas Todos os cursos estão a b a i x o do limite recomendado. (62 a 75% de adequação). Educação Apenas um curso a t i n g e e supera a recomendação (120%). Os d e m a i s não a alcan_ çam, a p r e s e n t a n d o uma adequação de 80%. Um curso não apresenta carga horária ex_ p l i c i t a para essa área. , Saúde Pública Com e x c e ç ã o de um curso, todos os de_ rnais d e i x a m de satisfazer a recomendação, apresentando adequação que v a r i a de 64 a 92%. , N u t r i ç ã o e Alimentação Dois cursos superam o l i m i t e recomenda-do (110 e 115%) e dois estão a b a i x o do mesmo (82 e 97%). , Multidisciplinar Todos os cursos s u p e r a m o l i m i t e reco-

m e n d a d o , numa proporção que vai de 175 a 400% de a d e q u a ç ã o .

GRAFICO 38

SESu . MEC, BRASILIA, 1981 DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO: ADEQUAÇÃO DA CARGA HORÁRIA. POR AREAS DE ESTUDO As RECOMENDAÇÕES CEPANDAL. (2º REUNIÃO,
SÃO PAULO, 1973). REGIÃO SUL

S i n t e t i z a n d o a a n á l i s e do c u r r í c u l o s e g u n d o recomendações CEPANDAL, segundo as Áreas de Estudo, observa-se: Brea Básica , Os dados d i a g n ó s t i c o s r e v e l a m ção da CEPANDAL para a área é dos cursos, o q u e c o r r e s p o n d e de E s n i n o S u p e r i o r (IES);

as

que a recomendaa t e n d i d a por 78% a 21 Instituições

, D e n t r e os cursos que atendem a r e c o m e n d a ç ã o , ob s e r v a - s e q u e 90% c o n t a m com c a r g a h o r á r i a de 5 a 95% s u p e r i o r ao p r e v i s t o ; , Vale r e s s a l t a r q u e 06 cursos, que correspondes a 22% do total estudado, a i n d a apresentam uma d e f i c i ê n c i a de c a r g a h o r á r i a de 5 a 22% em rela ção ao parâmetro e s t u d a d o .

TABELA 13

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRÍCULO SEGUNDO AS ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDALI ÁREA BÁSICA

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL . 100 100 — 120 120 — 140 140 — 160 160 — 180 180 — 190 T O T AL NE

_
1 3 2

SE-I 1 2 3 1

SE.II 4 1

CO/PA

_
1 1 1

SUL 1 3

NO 6 8 7 4

%
22,2 29,7 25,9 14,8

. .
7

. .
7

. . . .
5

.
1 4

. . . .
4

.
1 27

.
3,7

RECOMENDAÇÃO PARA A ÁREA BÁSICA = 20% INTERVALO DE VARIAÇÃO: SUPERIOR = 5 A 95% INFERIOR = 5 A 25%

Área Sócio-Econômica , A a n á l i s e d i a g n ó s t i c a demonstra que 28% dos cursos não a ti ng e m ao porcentual recomendado pela CEPANDAL, apresentando carga horária de 12 a 62% inferior ã recomendação; , A p e n a s 18% do total de cursos e s t u d a d o s alcan-çam o p o r c e n t u a l de c a r g a h o r á r i a recomendado pelo CEPANDAL.

TABELA

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRICULO SEGUNDO AS ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDAL, ÁREA SÓCIO-ECONÔMICAS

NE

SE-I

SE-II

CO/PA

SUL

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL . 100 100 — 115 115 — 120 120 — 125 125 — T O T A L RECOMENDAÇÃO PARA A ÁREA DE C, SÓCIO.ECONÔMICAS = 8% INTERVALO DE VARIAÇÃO: SUPERIOR = 12 A 25% = 12 A 62% 22 4 81,5 14,8

3,2 27

INFERIOR

Area de E d u c a ç ã o , A an á li se da carga horária dedicada a essa área nos diferentes currículos permite observar que 85% dos cursos estão aquém da recomendação ,apre_ sentando deficiências de carga horária que variam de 20 a 80% em r e la çã o a proposta da CEPAN-DAL; Somente 15% dos cursos estudados atendem à recimendação da C E P A N D A L para essa área.

TABELA 15

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRICULO SEGUNDO AS ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDAL EDUCAÇÃO
ADEQUAÇÃO PORCENTUAL 100 100—140.1 140 — 160 160 — T 0 T A L 7 . . .1 7 NE 7 SE-I 64 . .. 1 5 1 . . SE-II 3 2 .. 2 4 = 5% 7,4 4 27 CO/PA 3 SUL 23 7,4 Nº________% 85,2

RECOMENDAÇÃO PARA A ÁREA DE EDUCAÇÃO INTERVALO DE VARIAÇÃO: SUPERIOR INFERIOR = =

20 A 60% 20 A 80%

Area de Saúde P ú b l i c a

N e s s a área o d i a g n ó s t i c o demonstra que 78% dos cursos encontram-se inadequados, por apresenta_ rem um considerável "déficit" de carga horária, que v a r i a de 04 a 72% em r e l a ç ã o ao recomendado pela C E P A N D A L ; Os demais cursos a n a l i s a d o s , que constituem 22% do total , a t e n d e m a recomendação da CEPANDAL pa_ ra a área.

TABELA 16

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRÍCULO SEGUNDO AS ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDAL C I E N C I A S DA SAÙDE PÚBLICA ADEQUAÇÃO PORCENTUAL 100 100 — 115 115 — 130 130— NE 5 1 1 7 5 6 1 SE-I 3 2 SE-II 4 . 1 4 CO /P A 3 1 3.7 4 27 SUL 21 5 Nº ___ % 7 7,8 18,5

T 0 T A L 7

RECOMENDAÇÃO A ÁREA DE SAÚDE PÚBLICA = 25% INTERVALO DE VARIAÇÃO: SUPERIOR = 8 A 44% I N F E R I O R = 4 A 72%

Area de Nutrição e Ali m e n t a ç ã o 0 e s t u d o dos d a d o s r e f e r e n t e s a área de Nutrição e Alimentação revela que 49% dos cursos encontram.se aquém da recomendação, apresentando uma d e f i c i ê n c i a de carga h o r á r i a que v a r i a entre 03 a 15% em r e l a ç ã o ao p r o p o s t o pela CEPAN DAL

TABELA 17

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRÍCULO SEGUNDO ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDAL C, NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

As

RECOMENDAÇÃO PARA A ÁREA DE NUTRICÃO E ALIMENTAÇÃO = 38% INTERVALO DE VARIAÇÃO! SUPERIOR = 2 A 39% INFERIOR = 3 A 45%

Área Muitidisciplinar Na área multidisciplinar, a análise que a t o t a l i d a d e dos cursos atinge a çÃo da CEPANDAL, s e n d o que 852 deste de 25 a 420% ao parâmetro u t i l i z a d o . demonstra recomendaexcedem

TABELA 18

ADEQUAÇÃO PORCENTUAL DA CARGA HORÁRIA DO CURRÍCULO SEGUNDO AS ÁREAS DE ESTUDO DA CEPANDAL MULTIDISCIPLINAR ADEQUAÇÃO PORCENTUAL
.100 100 — 150 150 — 200 200 — 250 250 — 300 300 — 350 350 — 400 400 — T 0 T A L . 7

NE
11 2 1 1 2 .

CURSOS POR REGIAO SE-I SE-II CO/PA
1 1 . 1 . 2 1 1 7
2

SUL
. . 1 . 2 . 1 . 4 5 3 4 4 2 3 2 4

T O T A L Nº %
14,8 18,5 11,1 14,8 14,8 7,4 11,1 7,4

1 . 1 1 . . 1 . 4

. 1 . . . 1 5

27

RECOMENDAÇÃO PARA A ÁREA MULTIDISCIPLINAR = 4% INTERVALO DE VARIAÇÃO! SUPERIOR = 25 A 420%

C. C O N S I D E R A Ç Õ E S G E R A I S S O B R E O C U R R I C U L O 1. S i t u a ç ã o em 1981 A a n á l i s e do Curriculo, tanto segundo o CRI quanto a CEPANDAL revela uma g r a n d e proporção d. carga h o r a r i a d e d i c a d a ao ciclo basico e . materias não r e l a c i o n a d a s essencialmente i formação do n u t r i c i o n i s t a ( " D i v e r s o s do CFI e " M u l t i d i s c i p l i n a r " na CEPANDAL). Este fato pode t r a z e r s e r i a s c o n s e q ü ê n c i a : is c a r a c t e r í s t i c a s do p r o f i s s i o n a l em que; tão. Por o u t r o lado, esta d i s t o r ç ã o r e f l e t e as c o n d i ç õ e s de c r i a ç ã o e e v o l u ç ã o dos Cut sos de N u t r i ç ã o . Com a d i f i c u l d a d e em se q u a l i f i c a r o docente do ciclo profissional. rnais especificamente, o n u t r i c i o n i s t a , este área do C u r r í c u l o foi se r e a l i z a n d o , sen do p r e e n c h i d a por matérias básicas, já i n s t a l e das e d e s e n v o l v i d a s , pois são necessárias a todos os c u r s o s de S a ú d e e, por o u t r a s maté rias, disponíveis pelas Instituições. Esse deformação se t o r n a rnais e v i d e n t e na comparação com o parâmetro C E P A N D A L , q u a n d o se o b s e r v a uma d e p r e s s ã o nas áreas e s s e n c i a l mente p r o f i s s i o n a i s (Só cio .E co nô mic a, E d u c a ção, Saúde P ú b l i c a e Nu tri çã o e Alimentação a c o m p a n h a d a por uma h i p e r t r o f i a da área bá sica e da c o m p l e m e n t a r . Essa o b s e r v a ç ã o é n í t i d a em t o d a s as r e g i õ e s ( a p e n a s o estado de São Paulo m o s t r a a l g u m a s d i f e r e n ç a s en r e l a ç ã o ã área b á s i c a ) . Outra c o n s t a t a ç ã o que também pode ser f e i t a e que i n f l u e n c i a r á d e c i s i v a m e n t e o p e r f i l do p r o f i s s i o n a l a ser f o r m a d o é a d i s t r i b u -

ção h o r á r i a das a r e a s que o c a p a c i t a r ã o pa ra a articulação dos aspectos biológicos da Nutrição,comos soc iai s . Isto está claro quan-do se c o n s t a t a que a m a i o r i a dos cursos apresenta uma b a i x a proporção em "Nutrição A p l i c a d a " (segundo o CFE) e se acham abaixo das recomendações para "Ciências Sociais e Econômicas", "Educação" e "Saúde P ú b l i c a " (segundo o C E P A N D A L ) . Isto por certo não con t r i b u i r á para que o n u t r i c i o n i s t a apreenda a natureza do seu objeto de t r a b a l h o e con preenda, em todas as suas a rti c u l a ç õ e s , a gênese do p r o b l e m a n u t r i c i o n a l . Sabe-se que a c a r g a horária, d e f i n e a t e n d ê n c i a da formação mas representa a g a r a n t i a de um discussão dos aspectos que cin d i v e i s a sua atuação. a por si so, não profissional, e s p a ç o para a julga impres-

Nas discussões regionais do Diagnóstico Na_ c i o n a l dos Cursos, chegou-se a essa constatação e também f i c o u d e l i n e a d a a c o n t r a d i ção entre os o b j e t i v o s c u r r i c u l a r e s , aspira_ ções dos d oc e n t e s e o desenvolvimento curricular. E ainda, um terceiro elemento contra_ d i t ó r i o se Insere no processo, q u a n d o se per_ cebe que o p r o f i s s i o n a l formado não corres_ ponde, também aos a n s e i o s téoricos das Inst i t u i ç õ e s formadoras. Numa esquematização grafica pode-se apresentar o Cur ríc u l o de Graduação em N u t r i ç ã o se_ gundo as m a t é r i a s fix ad as pelo CFE: um edifício, cuja base, f i x a d a em seis c o l u n a s (matérias), ê ampla e pouco profunda. As ma_ t é r i a s p r o f i s s i o n a i s representam o corpo dessa construção, ( g r á f i c o 39)

GRAFICO 39

SESu . MEC/MS . INAN / FEBRAN DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO
D I S T R I B U I C Ã O DO CURRÍCULO SEGUNDO C. F. E.

Mas, se a i n d a , ao se c o n s i d e r a r as m a t é r i a s B r o m a t o l o g i a e T e c n o l o g i a de A l i m e n t o s , Hig i e n e dos A l i m e n t o s , A d m i n i s t r a ç ã o de Serviços de A l i m e n t a ç ã o e P r a t i c a , como c o m p o n e n tes da C i e n c i a da N u t r i ç ã o e A l i m e n t a ç ã o , o corpo da construção se m o d i f i c a e surge um p r o d u t o , cuja formação a p r e s e n t a como c a r a c terîstica p r i n c i p a l os aspectos i n d i v i d u a i s e b i o l ó g i c o s , em d e t r i m e n t o do soc i al. (gráfico 40)

G R A F I C O 40

CURRICULO DE GRADUAÇÃO DO C.F.E. (II DIAGNÓSTICO DOS CURSOS)

A v i s ã o e s q u e m á t i c a da o r g a n i z a ç ã o c u r r i c u lar recomendada por C E P A N D A L m o s t r a uma ba-se c o n c e n t r a d a em três c o l u n a s (setores) on-de a rnais p r o f u n d a é B i o l o g i a (60%)carac-terizando o n u t r i c i o n i s t a como p r o f i s s i o n a l b i o l ó g i c o . 0 corpo da construção ê represen tado pelas C i ê n c i a s da N u t r i ç ã o e A l i m e n t a ção, que confere i d e n t i d a d e ao n u t r i c i o n 1 $ ta, e, p a r a l e l a m e n t e , as áre as que p e r m i t i - rão a r t i c u l a r esses c o n h e c i m e n t o s b i o l ó g i - cos aos sociais, d i s t r i b u í d a s , e q u i t a t i v a me nte , na mesma proporção . 38%. Finalmente, p o s s i b i l i t a - s e a cada I n s t i t u i ç ã o , que defi-na seu p r o f i s s i o n a l de acordo com as c a r a c t e r í s t i c a s de sua região, a t r a v é s de uma área m u l t i d i s c i p l i n a r . 4%. (gráfico 41)

G R A F I C O 41

SESu . MEC/MS . INAN / FEBRAN

DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO ESQUEMATIZAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL

2. Comparação com o_ Currículo dos Cursos 1975 ( g r á f i c o s 42 a 46) 0 r e l a t ó r i o do I D i a g n ó s t i c o dos Cursos (8v realizado em 1975, refere "urna acentuada diversificação na estrutura dos currículos plenos em relação a: número, n o m e n c l a t u r a , carga h o r á r i a e créditos das d i s c i p l i n a s " . Este fato continua sendo observado em 1981. A a n a l i s e regional ainda revelou divergências de conteúdos, s u r g i n d o como recomendação além da r e v i s ã o e e s t u d o de áreas do Currículo, a formação de uma C o m i s s ã o Permanente de Ensino, na Federação B r a s i l e i r a de Asso ciações de N u t r i c i o n i s t a s . FEBRAN. Uma outra conclusão da a n á l i s e d i a g n o s t i c a de 1975 é que apenas um curso (UFRJ) t i n h a seu c u r r i c u l o estruturado com base no míni-mo do CFE/74. As d e m a i s b a s e a v a m - s e nas nor mas f i x a d a s p e l o CFE em 1962. Em r e l a ç ã o ã c o m p o s i ç ã o do C u r r í c u l o , em 1975 já se o b s e r v a v a "uma d i s c r e p â n c i a entre os percentuais r e l a t i v o s à carga horá-ria, distribuída nos diversos setores"... A distribuição proporcional distorcida, obser vada em 1981, já e x i s t i a em 1975: hipertro_ fia d a s áreas de " C i ê n c i a s B á s i c a s " (seto res de Quimica, Biologia e Matemática) e "Multidisciplinar". A a n á l i s e da d i s t r i b u i ç ã o da carga horária por setor, dentro da Área de Estudo.permi-te a o b s e r v a ç ã o de que a h i p e r t r o f i a da Area de " C i ê n c i a s B á s i c a s " é d e v i d o ao excesso de c a r g a h o r á r i a no setor " B i o l o g i a " , (8) MINISTERIO DE EDUCAÇÃO . INAN . Op cit. p 11 e 12.

fato verificado nas duas a n a l i s e s diagnósticas. N e s t a mesma área, o s e t o r " Q u í m i c a " es_ tá abaixo da recomendação, tanto em 1975 , q u a n t o em 1981. As áreas e n c o n t r a d a s d e f i c i e n t e s , pelo diagn ó s t i c o de 1981: " C i ê n c i a s S o c i a i s e Econôm i c a s , E d u c a ç ã o e S a ú d e P u b l i c a " , já se encontravam assim em 1975. Na área de Saúde P ú b l i c a , a d e f i c i e n c i a esteve, em 1975, nos setores de " N u t r i ç ã o A p l i c a d o r e de "Práti_ ca em N u t r i ç ã o A p l i c a d a " . Em 1981 a deficiência verificou-se também no setor de "Saúde P ú b l i c a " , embora t e n h a d i m i n u i d o no setor de " N u t r i ç ã o A p l i c a d a " . Na área de "Educa_ ção", em 1975, a d e f i c i ê n c i a m a i o r e s t a v a no setor "Educação" enquanto que em 1981 é n i t i d a m e n t e d e f i c i e n t e o setor de "Pedag£ g i a ". Quanto á área de "Ciências da Nutrição, e Alimentação", que define o profissional , apresenta, nos dois momentos, baixa cobertu-ra no setor "Prática em D i e t é t i c a Institu-c i o n a l " ; s e n d o que a proporção de cursos que não atingem a recomendação aumentou consideravelmente: de 57% em 1975 para 92% em 1981. O setor de "Dietética", que em 1975 era de_ ficiente em 29% dos curios, a t u a l m e n t e não a l c a n ç a o recomendado em 52% dos cursos. No entanto, "Dietoterapia" que, em 1975 estava com c a r g a horária a b a i x o da recomendação , 43%, d i m i n u i u essa proporção, em 1981, para 4% (um curso a p e n a s ) . Os outros setores que diminuíram a p r o p o r ç ã o de defi c i ê n c i a de car_ ga horária foram os de " A l i m e n t o s ( d e 7 1 % p a _ 37%), "Nutrição" e "Alimentação Coletiva "

(71% para 59%). A observação da evolução da carga horária desta area permite a f i r m a r que: A definição do conteúdo da área de Ciências da Nutrição e Alimentação é f e i t a p o r "Dietoterapia", único setor que alcança (e ultrapassa) a recomendação, na ma io ri a dos cursos. , 0 setor de "Alimentação Coletiva" que representa o apelo do Mercado de Trabalho cujas recomendações eram a l c a n ç a d a s apenas em dois cursos (29%), em 1975, aumen-tou sua proporção de adequação (41% = 11 cursos) embora continue com a m a i o r i a dos cursos sem c o b r i r a recomendação. , 0 setor de "A li me n to s" cresceu e d i m i n u i u a deficiência encontrada em 1975: de 71 % para 37%. Este avanço é importante na me dida que poderá significar a conquista de rnais um campo de atuação do Nutricionista.

G R A F I C O 42

CURRICULO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO COMPARAÇÃO COM AS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL: SITUAÇÃO EM 1975 E 1981 ÁREA: CIENCIAS BÁSICAS

CURSOS QUE ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

CURSOS QUE NÃO ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

FONTE:. MS.INAN.DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO" RELATÓRIO DA COMISSÃO. PORTARIA Nº 013/75 . MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO" BRASILIA. 1981.

G R A F I C O 43

CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO COMPARAÇÃO COM AS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL SITUAÇÃO EM 1975 E 1981 ÁREA:CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS

CURSOS QUE ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

CURSOS QUE NAO ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

FONTE: . MS,INAN. DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO . RELATÓRIO COMISSÃO. PORTARIA N° 013/75 . MEC.SESu. DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO BRASILIA, 1981

DA

GRAFICO 44

CURRICULO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO COMPARAÇÃO COM AS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL; SITUAÇÃO EM 1975 E 1981 ÁREA: EDUCAÇÃO

CURSOS QUE ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

CURSOS QUE NÃO ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

FONTES:. MS.INAN;'DIAGNÒSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO, RELATÓRIO DA COMISSÃO, PORTARIA N° 013/75 . MEC.SESu. "DIAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO BRASÍLIA, 1981.

G R A F I C O 45

CURRICULO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO COMPARAÇÃO COM AS RECOMENDAÇÕES CEPANDAL SITUAÇÃO EM 1975 E 1981 AREA SAÚDE PUBLICA

CURSOS QUE ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

CURSOS QUE NAO ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

FONTE:MS.INAN. DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO . RELATÓRIO DA COMISSÃO, PORTARIA Nº 013/75. MEC.SESu. "DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ." BRASILIA, 1981

GRAFICO 46

CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO COMPARAÇÃO COM AS RECOMENTAÇÕES CEPANDAL SITUAÇÃO EM 1975 E 1981 ÁREA CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO E ALIMENTACÃO

:URS0S QUE ALCANÇAM \S RECOMENDAÇÕES

CURSOS QUE NAO ALCANÇAM AS RECOMENDAÇÕES

CONCLUSÕES

CONCLUSÕES

O estudo sobre a l g u n s as pectos r e l a c i o n a d o s ao en_ Lino de N u t r i ç ã o no B r a s i l , retirados do D i a g n ó s t i c o Nacional dos Cursos, 1981, permite c o n c l u i r : A. QUANTO A E V O L U Ç Ã O DOS CURSOS 1 . 0 p r o c e s s o de e x p a n s ã o dos C u r s o s de Nutrição teve s e u i n í c i o na d é c a d a de 1970 e não há i n d i c i o s (em 1980) de que tenha d i m i n u i d o a aceleração. 2. Este crescimento foi g e n e r a l i z a d o em todo o e n s i n o s u p e r i o r . Na área de Saúde , os cursos de N u t r i ç ã o a p r e s e n t a m o m a i o r desenvolvimento proporcional. 3. 0 i n í c i o da expansão dos Cursos de N u t r i ç ã o coincide com a diminu ição proporcional do crescimento dos Cursos de M e d i c i n a , fazendo supor que este crescimento foi devido ao re manejamento d a s v a g a s e x i s t e n t e s nas Instit u i ç õ e s de E n s i n o S u p e r i o r para outros setorres como a N u t r i ç ã o e a Enfermagem. A ausên-cia de controle na expansão dos Cursos de Nu-trição faz supor b a i x a i n c i d ê n c i a de corpora-tivismo profissional. 4. A expansão dos cursos de N u t r i ç ã o nas reg i õ e s Norte, Nordeste e C e n t r o . O e s t e se deu às custas do setor p ú b l i c o enquanto que no Sul e S u d e s t e d e v e - s e à i n i c i a t i v a p r i v a d a o aceleramento do processo.

5. O c r e s c i m e n t o do número de v a g a s é proporcion a l m e n t e m a i o r do que o de cursos. No proces so de aumento de v a g a s a p a r t i c i p a ç ã o do se tor p r i v a d o é p r o p o r c i o n a l m e n t e m a i o r do que a do setor p ú b l i c o e apresenta uma tendência crescente. 6. A proporção de i n d i v í d u o s que procuram os Cursos de Nutrição, dentro das Instituições é b a i x a (entre 2 e 3%). Esta proporção é m a i o r na r e g i ã o Sul e S u d e s t e II, onde predomina o setor p r i v a d o e menor na r e g i ã o C e n t r o . O e s t e e Pará.

B. QUANTO AO CORPO DOCENTE DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO 1. A composição do corpo docente do Ciclo Profissional das Cursos de Nutrição sofreu, en_ tre 1975 e 1981, alterações quantitativas e qualitativas. Este fato se deu de maneira prejudicial ã formação do nutricionista, uma vez que a expansão elevada do número dos cur_ sos (200%) não se fez acompanhar do necessário fortalecimento do corpo docente e demais estruturas do ensino. 2. 0 docente nutricionista, imprescindível ao ciclo profissional do Currículo, está em des_ vantagem, sob o ponto de vista acadêmico , porque não encontra condições de aprimorar a sua formação. A pós-graduação específica pa_ ra a área de Nutrição e Alimentação não cres_ ceu: os dois Cursos "strictu-sensu" que existiam em 1975, permanecem em 1981, enquanto que o "sensu-latu" é descontinuo e com pouca cobertura. 3. As diferenças de composição do corpo docente por região, em relação ao regime de trabalho, são explicadas pela relação administrativada Instituição: no setor público há maior proporção de docentes sob regime de tempo integral e dedicação exclusiva enquanto que no privado, o regime dominante é o inferiora 20 horas semanais. É o caso das Regiões Nordes_ te e Centro-Oeste e Pará, onde existe unica_ mente o setor público e se registra a maior proporção de docentes sob regime de 40 horas semanais e Dedicação E xclusiva.

4. A situação funcional dos docentes, nas dife-rentes regiões é e x p l i c a d a pela tradição no e n s i n o de N u t r i ç ã o ( t i t u l a r e s no Sudeste e Adjuntos no Nordeste). A i n c i d ê n c i a da maior proporção de t i t u l a r e s no S u d e s t e poderá tam-bém,estar associada ã inserção administrativa dos Cursos, uma vez que, e n t r e as I n s t i t u i - ções P r i v a d a s , as e x i g ê n c i a s para essa cate goria funcional são menores e nesta região ha p r e d o m í n i o do s e t o r p r i v a d o . 5. 0 b a i x o tempo de e x e r c i c i o d o c e n t e e n c o n t r a do nos C u r s o s de N u t r i ç ã o , c o n s e q ü ê n c i a do seu processo acelerado de expansão, é rnais um indicador da necessidade de capacitação e formação do professor n e s t a área. 6. F i n a l m e n t e , seguindo as te ndências das pro porções observadas, pode -se a f i r m a r que o do_ cente do ciclo profissional dos Cursos de Nu t r i ç ã o é: . Nutricionista, . com t i t u l a ç ã o a c a d ê m i c a a nível de especialização, . sob regime de t r a b a l h o de 40 h o r a s sema nais nos cursos do setor público e Inferior a 20 horas semanais, nos cursos do setor privado, . com mais de seis anos de g r a d u a d o e, . com menos de 5 anos de e x p e r i ê n c i a docente.

C. QUANTO AO C U R R I C U L O A a n á l i s e do D i a g n o s t i c o N a c i o n a l do C u r s o de Nutrição, 1981, p e r m i t e c o n c l u i r que: 1. Há uma contradição a nível conceitual do Curr i c u l o de G r a d u a ç ã o : a. 0 d i s c u r s o t e ó r i c o o f i c i a l dos cursos mostra uma tendência, situada nas definições clássicas da atuação do n u t r i c i o n i s t a ,que não representa a e x p e c t a t i v a dos docentes, r e l a c i o n a d a à uma p r á t i c a generalista; b. a estrutura c u r r i c u l a r , por sua vez, está o r g a n i z a d a no s e n t i d o de reforçar aspe£ tos t é o r i c o s ( b a i x a proporção de carga hor ã r i a nos setores de " P r á t i c a " ) , e algumas Areas de Estudo, notadamente o setor de " D i e t o t e r a p i a " , o que não l e v a r á ã formação i d e a l i z a d a ; este perfil idealizado, também é d i s t o r c i d o pela i n s u f i c i ê n cia de carga horária d e d i c a d a a áreas de estudo que levariam o profissional à artic u l a ç ã o do nivel b i o l ó g i c o da Nutrição com o nivel s o c i a l ; c. A pressão do mercado de t r a b a l h o parece d i r i g i r - s e para o setor de "Alimentação coletiva", fato que a e v o l u ç ã o da distribuição h o r á r i a por setor, mostrou na compara_ ção dos dois momentos diagnósticos: 1975 e 1981.

2. A c o m p o s i ç ã o h o r á r i a do C u r r í c u l o , demonstra uma h i p e r t r o f i a das m a t e r i a s das áreas de "Ciências Básicas", e "Mult i d i s c i p l i nar"com d e t r i m e n t o das m a t e r i a s e s p e c í f i c a s a forma ção p r o f i s s i o n a l do N u t r i c i o n i s t a : "Ciências da Nutrição e Alimentação", que lhe confere i d e n t i d a d e e, " C i ê n c i a s S o c i a i s e Econômicas", "Educação" e "Saúde Pública" que lhe instrumentam para a a r t i c u l a ç ã o dos aspectos b i o l ó g i c o s com os s o c i a i s da N u t r i ç ã o . 3. Essa d i s t o r ç ã o , na área b á s i c a , i d e v i d a ess e n c i a l m e n t e , a g r a n d e proporção de c a r g a ho rári a d e d i c a d a ao setor de " B i o l o g i a " em de t r i m e n t o dos setores de " M a t e m á t i c a " e de "Química" (neste ú l t i m o , n e n h u m curso a t i n g e a proporção r e c o m e n d a d a ) . 4. Essa d i s t o r ç ã o nas proporções das áreas de "Ciências Básicas" e " M u l t i d i s c i p l i n a r " pode ser r e l a c i o n a d a a m u i t o s aspectos. A excessi va ê n f a s e no setor " B i o l o g i a " pode ser explicada pela r e l a t i v a f a c i l i d a d e de acesso ã es sa área do c o n h e c i m e n t o , uma vez que é e s s e n - ciai às profissões de saúde e encontram-se d i s p o n í v e i s nas I n s t i t u i ç õ e s onde f u n c i o n a m os C u r s o s de N u t r i ç ã o . Por o u t r o lado, as m a t é r i a s e x c l u s i v a s ã formação p r o f i s s i o n a l do n u t r i c i o n i s t a , não a p r e s e n t a m esse mesmo nível de d i s p o n i b i l i d a d e , e s p e c i a l m e n t e aquelas v o l t a d a s ã a p l i c a ç ã o da Nutrição em populações: daí a d e p r e s s ã o d e s s a s áreas, específ i c a s da N u t r i ç ã o como p r o c e s s o s o c i a l . A a n á l i s e do corpo d o c e n t e do ciclo p r o f i s s i o nal dos cursos de nutrição, e v i d e n c i o u defic i ê n c i a s em grandes p r o p o r ç õ e s , o que difi-

culta o desenvolvimento das materias profiss i o n a i s . E s s e s f a t o r e s concorrem para que se " c o m p l e t e " a carga h o r a r i a do C u r r i c u l o Pleno com matérias "diversas", da area Multidisciplinar, d i s p o n í v e i s nas Instituições. 5. F i n a l m e n t e , a b a i x a proporção de " p r á t i c a s " ou e s t á g i o s s u p e r v i s i o n a d o s é e v i d e n t e na a n a l i s e da d i s t r i b u i ç ã o h o r a r i a e se refleti_ rá na formação profis s i o n a l do n u t r i c i o n i s t a . 6. Os aspectos d i v e r g e n t e s r e l a c i o n a d o s com o desenvolvimento das d i s c i p l i n a s do ciclo pro_ f i s s i o n a l , que forarn d i s c u t i d o s exaustivamen-te nas A n a l i s e s R e g i o n a i s do D i a g n ó s t i c o Na_ clonal, c o n t i n u a m sendo os m e s m o s q u e j á eram o b s e r v a d o s em 1975: n ú m e r o , n o m e n c l a t u r a e c a r g a h o r á r i a de d i s c i p l i n a s .

CONSIDERAÇÕES FINAIS

CONSIDERAÇÕES F I N A I S

A observação dos fatos ate aqui d i s c u t i d o s permite a f i r m a r que o e n s i n o de N u t r i ç ã o está p a s s a n d o por um processo que poderá trazer sérias conseqüências a q u a l i d a d e do profissional for_ mado. 0 r a p i d o c r e s c i m e n t o dos Cursos de N u t r i ç ã o aconteceu sem o a d e q u a d o d e s e n v o l v i m e n t o da e s t r u t u r a a c a d ê m i c a necessãria à formação do profissional. Uma dessas lacunas relaciona-se com a f o r m a ç ã o do corpo d o c e n t e , e s p e c i a l m e n t e na área p r o f i s s i o - nai. Por outro lado, a i n d a não se d i s p õ e de e f e t i v o s c o n h e c i m e n t o s sobre o M e r c a d o de T r a b a l h o do N u t r i c i o n i s t a , para se promover a e x p a n s ã o da c a t e g o r i a sem q u e h a j a suporte para sua u t i l i z a ç ã o . Desta m a n e i r a , não ê recomendável que a e x p a n s ã o dos Cursos de Nutrição continue de forma i n d i s c r i m i n a d a . E necessá-rio, prioritariamente, fortalecer os cursos já existentes. Este fortaledmento se fará a t r a v é s do d e s e n v o l v i m e n t o de n ú c l e o s de pesq u i s a e pós-graduação l o c a l i z a d o s principalmente nas regiões de m a i o r e x p e r i ê n c i a e tradição na área. Os .cursos e x i s t e n t e s também serão fortalecidos a t r a v é s do a p o i o t é c n i c o de I n s t i t u i ç õ e s como o p r ó p r i o MEC, a F E B R A N , a O r g a n i z a ç ã o M u n d i a l da Saúde e a 0rganiza_ ção P a n a m e r i c a n a da S a ú d e . OMS/OPS, e n t r e outras. Através do Diagnóstico Nacional, a l g u m a s regiões apresentam-se "saturadas" de cursos e vagas: o Sudeste, Sul e o Nordeste. Se houver necessidade de c o n t i n u i d a d e do processo de ex-pansão, d e v e - s e dar p r i o r i d a d e às I n s t i t u i ç õ e s P ú b l i c a s l o c a l i z a das nas r e g i õ e s onde a densidade dos Cursos (e vagas) de Nutrição é p r o p o r c i o n a l m e n t e menor: o N o r t e e o Centro.Oeste.

A N E X O I: S e m i n a r i o N a c i o n a l de A v a l iação do E n s i n o de N u t r i ç ã o . C o n c l u s õ e s e recomendações . P a r t i c i p a n t e s do D i a g n ó s t i c o N a c i o n a l de Cursos de Nutrição.

M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E CULTURA . S e c r e t a r l a da Educação S u p e r i o r . SESu

I M I N I S T E R I O DA SAÜDE . Instituto Nacional de A l i m e n t a ç ã o e Nutrição . INAN

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE ASSOCIAÇÕES DE N U T R I C I O N I S T A S . FEBRAN

S E M I N A R I O NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO E N S I N O DE N U T R I Ç Ã O

B r a s i l i a , 09 a 13 de a g o s t o de 1982

D IAGNÓSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E C U L T U R A
secretaria da E d u c a ç ã o S u p e r i o r

01. Dr. G l a d s t o n e R o d r i g u e s da C u n h a Filho S e c r e t á r i o da E d u c a ç ã o S u p e r i o r 02. Dra. M a r i l u Fontoura de M e d e i r o s S u b s e c r e t á r i a da E d u c a ç ã o S u p e r i o r 03. Dr. Cíc ero A d o l p h o da Silva C o o r d e n a d o r de A p o i o ao D e s e n v o l v i m e n t o Social e Cultural

MINISTERIO DA S A Ü D E I n s t i t u t o N a c i o n a l de A l i m e n t a ç ã o e N u t r i ç ã o 1. Dr. B e r t h o l d o Kruze Grande de Arruda Presidente Dra. Nize de Paula B a r b o s a Assessora de Recursos Humanos

2.

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE A S S O C I A Ç Õ E S DE N U T R I C I O N I S T A S 01. Dra. N e u z a T. de R e z e n d e C a v a l c a n t e Presidente

COORDENAÇÃO DO PROJETO DE DIAGNÓSTICO

01. Dra. L ú c i a Y p i r a n g a de Souza D a n t a s e R o d r i g u e z Assessora de Nutrição . SESu.MEC

MEC.SESu/MS.INAN/FEBRAN S e m i n á r i o N a c i o n a l de Avaliação do E n s i n o de N u t r i ç ã o , B r a s í l i a 09/13 a g o s t o 1982. (+)

I. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A análise diagnóstica realizada no periodo agosto/ o u t u b r o de 1981, demonstra que os Cursos de N u t r i ç ã o p r e t e n d e m uma formação g e n e r a l i s t a para o p r o f i s s i o n a l ; no e n t a n t o , essa expectativa não se c o n c r e t i z a . 0 estudo da c o m p o s i ç ã o h o r á r i a do c u r r í c u l o permite a f i r m a r que a formação do p r o f i s s i o n a l n u t r i c i o n i s t a , a nivel n a c i o n a l , caracteriza-se p e l o fortalecimento das áreas bási-cas e m u l t i d i s c i p l i n a r , em detrimento da área profissional, princi p á l m e n t e nos setores que o r i e n t a m para a compreensão do s o c i a l , Educação, C i ê n c i a s Sócio-Econômicas e Saúde P ú b l i c a , l e v a n d o , a s s i m , a um h i a t o na a r t i c u l a ç ã o do b i o l ó g i c o com o s o c i a l . Frente ã essas conclusões, o Seminário N a c i o n a l de A v a l i a ç ã o do E n s i n o de N u t r i ç ã o recomenda : A. QUANTO AOS O B J E T I V O S , EXPECTATIVAS E COMPROMISSOS CURRICULARES 1. Que se reforce, na formação do p r o f i s s i o n a l n u t r i c i o n i s t a , o caráter g e n e r a l i s t a , procedendo-se a a v a l i a ç ã o dos currículos e reformulação, q u a n d o necessária, à nível de cada Instituição; 2. Que se promova i n t e g r a ç ã o e f e t i v a entre a teoria e a prática no d e s e n v o l v i m e n t o Curricular., 3. Que se p r o p i c i e m a i o r e s e m e l h o r e s oportunid a d e s de e x p e r i ê n c i a s em s e r v i ç o d u r a n t e a

formação p r o f i s s i o n a l além dos e s t á g i o s riculares ;

cur

4. Que se v i a b i l i z e o d e s e n v o l v i m e n t o da percep_ ção crítica de p r o f e s s o r e s e a l u n o s tornando .os aptos a i n t e r a g i r com a r e a l i d a d e em que a u n i v e r s i d a d e esteja I n s e r i d a ; 5. Que se busque a r t i c u l a ç ã o entre o conhecime-to biologico, politico, econômico e s o c i a l no desenvolvimento das d i s c i p l i n a s ; 6. Que o c u r r i c u l o expresse as n e c e s s i d a d e s da s o c i e d a d e em termos de m a i o r participação quantitativa e q u a l i t a t i v a do nutricionista na solução de problemas n u t r i c i o n a i s e alimenta_ res a nível I n d i v i d u a l , I n s t i t u c i o n a l e social; 7. Que na criação e d e s e n v o lv i m e n t o d e C u r s o s d e N u t r i ç ã o haja m e l h o r r a c i o n a l i z a ç ã o dos recursos i n s t i t u c i o n a i s com v i s t a s a a l c a n ç a r a formação do p r o f i s s i o n a l g e n e r a l i s t a . B. QUANTO A COMPOSIÇÃO DO C U R R I C U L O 1. Que sejam r ev i s t a s as cargas h o r á r i a s totais dos Cursos de Nutrição, v i s a n d o o a l c a n c e do m i n i m o recomendado pela C E P A N D A L ; 2. Que se estabeleça a d i s t r i b u i ç ã o p e r c e n t u a l da carga h o r á r i a das d i f e r e n t e s á r e a s de co_ nhecimento que i n t e g r a m o c u r r í c u l o do curso, c o n s i d e r a n d o - s e as recomendações da C E P A N D A L , adptando-as à atual r e a l i d a d e b r a s i l e i r a . C. QUANTO AS D I S C I P L I N A S DO C I C L O P R O F I S S I O N A L 1. Area de N u t r i ç ã o e_ Ali m e n t a ç ã o

, Quanto i Nomenclatura . Que a d i s c i p i l n a Nutrição Normal passe denominar-se: Nutrição e Dietética; . Que as disciplinas constantes nos currículos com as denominações Bromatologia e Análise, Bromatologia e Tecnologia de Al mentos Bromatológicos da Dietética adotem a denominação BROMATOLOGIA e que a disciplina Tecnologia de Alimentos seja desdobrada e mi ni st ra da isolada; . Que as di sc ipli nas constantes dos currículos com as denominações H i g i e n e dos Al im en to s e H i g i e n e e Controle dos Alimentos passem a denominar-se: H IG I EN E E LEGISLAÇÃO DOS ALIMENTOS; . Que a d i s c i p l i n a TECNICA DIETETICA E CU LINA RIA , passe a denominar-se : TÉCNICA DIETETICA; . Que a d i s c i p l i n a Composição dos Alimentos seja extinta e seu conteúdo incorpo rado ã Bromatologia. Quanto ao Conteúdo e M et odol ogi a . Que se constituam comissões regionais compostas dos responsáveis pelas diferentes disciplinas que compõem a area, a fim de estabelecerem os objetivos, conteúdos pro gramáticos, pré e co-requisitos , metodologia e determinação de padrões mínimos indispensáveis para a adequação dos laboratórios específicos dessa área; . Que seja obedecida a relação máxima de 15 alunos por professor para aulas práticas

de laboratorios, v i s a n d o a m e l h o r i a q u a l i d a d e de ensino. 2. Area de Nutrição Cl í ni ca , Quanto ã Nomenclatura

da

. Que a d i s c i p l i n a "PATOLOGIA DA NUTRIÇÃO e DIETOTERAPIA" seja s u b d i v i d i d a em duas; PATOLOGIA DA NUTRIÇÃO , DIETOTERAPIA . Que o Estágio dessa àrea denomine.se:"ES_ TAGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA". Quanto à C a r g a H o r á r i a . Que se promova um intercâmbio interinstitucional visando o desparecimento do dese q u 1l T br 1 o detectado no d ia g nó s t ic o, est a b e l e c e n d o - s e uma carga horária m í n i m a para as d i s c i p l i n a s . Quanto ao Conteúdo . Que os diferentes cursos por região promovam i n t e r c â m b i o permanente v i s a n d o a uniformização e at u a l i z a ç ão do conteúdo programático em d e s e n v o l v i m e n t o . Quanto a M e t o d o l o g i a . Que as p r áticas da d i s c i p l i n a DIETOTERAPIA sejam ministradas em unidades de pa_ ci e n te s internos e externos e que seja estimulada uma maior diversificação dos métodos a serem empregados, tendo em vista a m a i o r eficácia do processo de ensino.

, Quanto aos E s t á g i o s C u r r i c u l a r e s Que seja e s t a b e l e c i d a uma c a r g a horária m í n i m a para a área de N u t r i ç ã o Clín i ca. 3, Area de N u t r i ç ã o S o c i a l . Quanto ã Nomenclatura . Que seja adotada a d e n o m i n a ç ã o "Nutrição S o c i a l " para a area de c o n h e c i m e n t o que envolve as d i s c i p l i n a s Nutrição em Saúde P u b l i c a , Avaliação N u t r i c i o n a l , Educação N u t r i c i o n a l e Nu t r i ç ã o Materno-infantil, Quanto à C a r g a H o r á r i a . Que sejam revistas as cargas horárias das d i s c i p l i n a s , tendo em v i s t a a m e l h o r form a ç ã o dos n u t r i c i o n i s t a s na àrea. , Q u a n t o ao Conteúdo . Que seja a d i s c i p l i n a Nutrição M a t e r n o infantil, desenvolvida com predominante enfoque s o c i a l ; . Que se forme uma com iss ão, a nível nado nal, de docentes das áreas de Nutri ção e Alimentação, Nutrição Clínica e Nutrição S o c i a l , a fim de se d e f i n i r a participação de cada uma d e s s a s áreas na d i s c i p l i na Nutrição M a t e r n o - i n f a n t i l : ,, Que a d i s c i p l i n a N u t r i ç ã o em Saúde Pública proporcione ao aluno o conheci-mento da i n t e r r e l a ç ã o e n t r e o proces_ so econômico-social e p o líti co e as cond içõ es de A l i m e n t a ç ã o e N u t r i ç ã o da

população brasileira, incluindo também o Planejamento de Programas e Aná_ lise crítica dos Programas em execu-ção no Brasil ; ,, Que a d i s c i p l i n a Avaliação Nutricio_ nal proporcione aos alunos conhecimentos teórico-práticos que possibilitem a determinação do Estado Nutr ici o nal da Comunidade, no âmbito sócio-econômico-cultural e biológico, conhecendo a magn itu de e os graus em que ocorrem na sua va ri aç ão histórica; Que as experiências práticas da AvaliaNutricional proporcionadas aos alunos sejam condizentes com a realidade da sociedade em que atuam e façam parte de uma programação global em prol do de se nv ol vi m en to da mesma; Que a disciplina Educação Nutricional estimule e prepare o aluno para despertar a consciência social e sanitária do indivíduo em seu grupamento so_ cial ; ,, Que sejam considerados como requisi_ tos fundamentais ao desenvolvimento da disciplina Educação Nutricional os conhecimentos sobre Processo Educativo e o instrumental metodológico e críti_ co da avaliação nutricional. , Quanto ao Estágio Curricular . Que o Estágio Cu rr ic u la r da área passe a denominar-se "ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO SOCIAL";

. Que seja r e v i s t a a carga h o r á r i a e,period i c a m e n t e , a programação do E s t á g i o de N u t r i ç ã o Social, tendo em v i s t a o fortal e c i m e n t o da formação do p r o f i s s i o n a l nut r i c i o n i s t a n e s s a area. 4. Area de A d m i n i s t r a ç ã o de S e r v i ç o s de Alimentação Quanto à Nomenclatura . Que seja o b e d e c i d a a f i x a d a pelo CFE para a matéria, isto é: A D M I N I S T R A Ç Ã O DOS S E R V I Ç O S DE ALIMENTAÇÃO. Quanto à Carga Horária . Que para uma m e l h o r formação p r o f 1 s s i o _ nal nessa área, sejam re v i s t a as cargas h o r á r i a s em função de um m a i o r aprofundamento teórico-prático. Q u a n t o ao C o n t e ú d o Que o conteúdo da m a t é r i a " A d m i n i s t r a ç ã o de Serviços de A l i m e n t a ç ã o " tenha por ob_ jetivo levar o estudante a a d q u i r i r conhecimentos, h a b i l i d a d e s , destrezas e a t i t u d e s que p e r m i t a m a aplicação do processo a d m i n i s t r a t i v o em um S e r v i ç o d e Ali-mentação; . Que para o a l c a n c e do o b j e t i v o s u p r a - c i tado ocorra m a i o r I n t e r c â m b i o técnico . . c i e n t í f i c o e n t r e os p r o f i s s i o n a i s da área; . Que para maior aprofundamento teórico-prá_

tico dos c o n h e c i m e n t o s inerentes à área, a matéria "ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO" seja s u b d i v i d i d a em duas disc i p l i n a s a saber: A D M I N I S T R A Ç Ã O DE SERVI_ ÇOS DE ALIMENTAÇÃO E N U T R I Ç Ã O e,A L I M E N T A ÇÃO I N S T I T U C I O N A L . Quanto ao E s t á g i o Curricular . Que seja uniforme o emprego da denomição "ESTÁGIO S U P E R V I S I O N A D O EM A D M I N I TRAÇÃO DE S E R V I Ç O S DE A L I M E N T A Ç Ã O " para e s t á g i o c u r r i c u l a r da área; . Que "Estágio S u p e r v i s i o n a d o em "ADMINISTRAÇÃO DE S E R V I Ç O S DE A L I M E N T A Ç Ã O " t e n h a por objetivo maximizar a formação do prof i s s i o n a l , tornando-o apto a i n t e g r a r - s e à equipe muultiprofissional atuante no ser_ viço, através da integração entre o ensino a c a d ê m i c o da nutrição e as a t i v i d a d e s a d m i n i s t r a t i v a s inerentes ao serviço,ori_ g i n a n d o assim um profissional capaz de c o n t r i b u i r com seus c o n h e c i m e n t o s técnicos para uma m a i o r i n t e g r a ç ã o e n t r e a Nutrição e a Administração. 5. Bibli o g r a f ia B á s i c a para o Ciclo Profissional . Que haja dotação de recursos necessários ã formação do acervo b i b l i o g r á f i c o dos cursos; . Que sejam m o b i l i z a d a s outras insti tuições r e l a c i o n a d a s ã A l i m e n t a ç ã o e N u t r i ç ã o de modo a proporcionar: a reedição de obras esgotadas, a p u b l i c a ç ã o de e x p e r i ê n c i a s de_

s e n v o l v i d a s no B r a s i l e a d i s s e m i n a ç ã o informações c i e n t í f i c a s do c o n h e c i m e n t o ; Que seja d e f i n i d a uma Bibliografia para todos os cursos de n u t r i ç ã o e i n c e n t i v e a tradução de l i v r o s de se da área. de um modo atendam p l e n a m e n t e a c o n s t a n t e

de

geral que atuali-zação

Básica que se interés

CONSIDERAÇÕES F I N A I S A. QUANTO AO CURRÍCULO 1. Considerando que a p a r t i r deste d i s g n ó s t i c o surge como e x p e c t a t i v a do corpo d i s c e n t e uma maior integração entre teoria e prática, rec o m e n d a . s e q u e os C u r s o s de N u t r i ç ã o realizem a a n á l i s e da e f i c á c i a do desenvolvimento do c u r r i c u l o no processo de formação do pro_ fissional ; 2. Considerando que em algumas regiões foram de_ tectados problemas quanto ã seqüência dos conteúdos do c u r r i c u l o , com p r e j u í z o p a r a o s dis_ centes em r e l a ç ã o à c o m p r e e n s ã o do conheci m e n t o como um todo, r e c o m e n d a - s e que cada c u r s o promova a a n á l i s e da estrutura seqüen-cial do c u r r í c u l o , com o o b j e t i v o de alcançar o e n c a d e a m e n t o l ó g i c o dos c o n t e ú d o s , tanto no s e n t i d o h o r izontal como no v e r t i c a l ; 3. Considerando a importância das experiência s em serviço na formação do profissional e as d i f i c u l d a d e s detectadas em a l g u m a s regiões em p r o p o r c i o n a r ao g r a d u a n d o tais experiên-cias, recomenda-se que cada curso proceda a a v a l i a ç ã o destes recursos educacionais inclu_ indo e s t á g i o s c u r r i c u l a r e s v i s a n d o uma melhor adequação dos mesmos à formação de um profissional inserido em sua reali dade regio_ nal e l o c a l ; 4. Considerando a necessidade sentida pelo cor-po discente de m a io r contacto com a área profissional, enquanto aluno do c i c l o - b á s i co ,vi-

sando o fortalecimento de sua opção Profissional, recomenda-se que seja m i n i s t r a d a no currículo pleno do curso a d i s c i p l i n a "ETICA P R O F I S S I O N A L e E X E R C I C I O DA PROFISSÃO", inc l u i n d o enfoque de H i s t ó r i a Contemporânea da Nutrição; 5. C o n s i d e r a n d o que a formação p r o f i s s i o n a l é a meta de todo t r a b a l h o r ea l i z a d o pela institui-ção formadora, recomenda-se que os a l u n o s na medida de suas expectativas tenham acesso às instalações da i n s t i t u i ç ã o para participa de atividades curriculares e extra-curriculares; 6. C o n s i d e r a n d o a n e c e s s i d a d e de se formar um profissional c r i a t i v o e i n q u i r i d o r , recomen da-se que o aluno da graduação t e n h a d u r a n t e o d e s e n v o l v i m e n t o do seu curso, uma i n i c i a ção em c i ê n c i a e t e c n o l o g i a através do conhecimento da metodologia científica e do desenv o l v i m e n t o de projetos; 7. Considerando a d e f i c i ên c i a apresentada nos Currículos em relação ao estudo da área sócioeconômica, com prejuízo para a a r t i c u l a _ ção dos aspectos b i o l ó g i c o s aos sociais, na pratica profissional, recomenda-se que se en_ fatize as disciplinas sociologia, economia e psicologia, já i n c l u í d a s no Curriculo M i n i m o e que as d i s c i p l i n a s antropologia, filosofia e m e t o d o l o g i a c i e n t í f i c a p a r t i c i p e m da forma_ ção do n u t r i c i o n i s t a ; 8. C o n s i d e r a n d o os d i f e r e n t e s conteúdos que a análise diagnostica constatou para as disci_ p l i n a s com a mesma n o m e n c l a t u r a r e c o m e n d a - s e

que se p r o c e d a a e s t u d o s v i s a n d o a elaboração de ementas b á s i c a s que s i r v a m de orientação para o d e s e n v o l v i m e n t o dos conteúdos programáticos das referidas d i s c i p l i n a s que compõem o c u r r i c u l o do c urso; 9. C o n s i d e r a n d o os dois ú l t i m o s Itens que se proceda uma revisão no Ciclo Básico para sua m e l h o r articulação com o Ciclo Profissional. B. QUANTO AO CORPO DOCENTE Considerando que a quantidade, q u a l i d a d e e condições de t r a b a l h o do corpo d o c e n t e são fatores diretamente condicionantes do aprimoramento do e n s i n o m i n i s t r a d o em um curso, re comenda-se que: 1. Ampliem-se os quadros de docentes dos Cur_ sos de G r a d u a ç ã o em N u t r i ç ã o , de modo a a t en d e r ás n e c e s s i d a d e s dos mesmos e per_ m i t i r ao mesmo tempo, um constante aprimo ramento; 2. Seja i m p l e m e n t a d a pelos Órgãos competen-tes, cursos a nivel de pós-graduação, pref e r e n c i a l m e n t e para n u t r i c i o n i s t a s docentes e n u t r i c i o n i s t a s l i g a d o s a serviços das diferentes áreas de conhecimento da nutrição; 3. 0 r e g i m e de t r a b a l h o seja, no mínimo de 20 horas semanais, possibilitando maior contato e c o n v i v ê n c i a com os a l u n o s ;

4. E s t a b e l e ç a - s e como um dos c r i t é r i o s na c o n t r a t a ç ã o de docentes a e x p e r i ê n c i a comprovada era " c u r r i c u l u m V i t a e " de pelo menos 02 anos de e f e t i v o e x e r c í c i o pr o f i s slonal e/ou cursos de a p e r f e i ç o a m e n t o e es p e c i a l i zação; C. QUANTO AO P R E S E N T E D I A G N O S T I C O C o n s i d e r a n d o a r e l e v â n c i a de eventos deste porte, que permitem aos p r o f i s s i o n a i s do en sino ura i n t e r c â m b i o c u l t u r a l gerador de mud a n ç a s em prol da m e l h o r formação do n u t r i c i o n i s t a , recomenda-se reuniões de docentes (cora representação d i s c e n t e ) com o o b j e t i v o de a n a l i s a r e a v a l i a r a formação do n u t r i c i o nista, p e r i o d i c a m e n t e , com I n t e r v a l o m í n i m o de dois anos. D. QUANTO AS I N S T I T U I Ç Õ E S DE E N S I N O S U P E R I O R 1. C o n s i d e r a n d o que a a n á l i s e d i a g n o s t i c a revela a e x i s t ê n c i a de um alto p e r c e n t u a l de evasão nos C u r s o s de N u t r i ç ã o , de g r a n d e p a r t e das regiões do país, recomenda-se que cada I n s t i t u i ç ã o de E n s i n o S u p e r i o r responsável pela formação do n u t r i c i o n i s t a r e a l i z e siste_ m a t i c a m e n t e a a n á l i s e das causas da evasão e que os dados e n c o n t r a d o s sejam comparados aos dos outros c u r s o s da área da s a ú d e , com o ob-jetivo de m i n i m i z a r a f r e q u ê n c i a do problema; 2. C o n s i d e r a n d o a formação p r o f i s s i o n a l recomen_ da-se que os C o o r d e n a d o r e s de C u r s o s de Nu-

trição, bem como os professores das disciplinas constantes apenas no C u r r i c u l o d e s t e cur-so, conforme i n s t r u m e n t o legal (Lei 5.276/67 ) sejam p r i v a t i v a s do docente nutricionista , tendo em vista a experiência profissional e pedagógica, a opção vocacional, adequados e s c l a r e c i m e n t o s e m o t i v a ç ã o q u a n t o ao campo de n u t r i ç ã o ; 3. Que seja e s t i m u l a d a e assegurada a p a r t i c i p a ção do e d u c a n d o nos Órgãos c o l e g i a d o s com o fim de conduzí-lo ao d e s e n v o l v i m e n t o da correta a t i t u d e p r o f i s s i o n a l , fazendo-o partici_ par de sua p r ó p r i a formação; 4. Que sejam proporcionadas e asseguradas reais o p o r t u n i d a d e s de c a p a c i t a ç ã o aos docentes dentro e fora da sua I n s t i t u i ç ã o . E. QUANTO AS A S S O C I A Ç Õ E S DE CLASSE Considerando o s i g n i f i c a t i v o papel que as associações de c l a s s e podem e devem ter na for_ mação do pro fissional nutricionista, sua qua_ l i f i c a ç ã o e a b s o r ç ã o pelo mercado de traba lho, recomenda-se às referid as e n t i d a d e s que: 1. Somem esforços para efetivar as presentes recomendações no que se refere a: abertu_ ra de novos cursos; l i m i t a ç ã o do número de v a g a s nos e x i s t e n t e s ; conhecimento concre-to da demanda do mercado de t r a b a l h o ; 2. Atuem i n t e g r a d a m e n t e junto as institui_ ções formadoras v i s a n d o a determinação do perfil profissional do nutricioni sta a ser

formado na região em que se insere; 3. Seja c r i a d a na FEBRAN uma c o m i s s ã o perman e n t e de e n s i n o composta de representa-tes de cada região, v i s a n d o m a n t e r em con-t a n t e a v a l i a ç ã o e a t u a l i z a ç ã o a formação do n u t r i c i o n i s t a nas d i f e r e n t e s regiões do País. F. QUANTO Á R E S P O N S A B I L I D A D E DO MEC NA FORMAÇÃO no PROFISSIONAL C o n s i d e r a n d o a a c e l e r a d a e x p a n s ã o do número de cursos de n u t r i ç ã o no País na ú l t i m a década, em a l g u n s casos d e s a c o m p a n h a d a do desejável fortalecimento q u a l i t a t i v o da formação profissional e do estudo do mercado de tra balho da região; Considerando a i n d a que se faz necessário gar a n t i r a esse p r o f i s s i o n a l condições de tra balho condizentes com sua formação superior, r e c o m e n d a - s e que: 1. Se r e e s t u d e o número de v a g a s o f e r e c i d a s nos Cursos de N u t r i ç ã o ; 2. A criação de novos cursos seja condiciona_ da aos seguinte s critérios : infra-estrutu-ra da I n s t i t u i ç ã o para oferecimento de um curso de nível a d e q u a d o ; m e r c a d o de traba lho da região; número de profi s s i o n a i s for_ mados a n u a l m e n t e na região; 3. Nas Comissões de Verificação com vistas a Autorização e Reconhecimento dos Cursos

de N u t r i ç ã o conste, obrigatoriamente, um d o c e n t e - n u t r i c i o n i sta , com experiência na área de e n s i n o ; 4. A n o m e n c l a t u r a . Curso de Gra dua ção de Nu_ t r i c i o n i s t a seja s u b s t i t u í d a por Curso de G r a d u a ç ã o em N u t r i ç ã o , área de conhec imen -to que i d e n t i f i c a o p r o f i s s i o n a l ; 5. Que os a t u a i s cursos e x i s t e n t e s sejam efe tivamente a p o i a d o s para d e s e n v o l v i m e n t o e c o n s o l i d a ç ã o de suas est rutu ras ; 6. F i n a l m e n t e c o n s i d e r a n d o a r e l e v â n c i a do MEC como ó r g ã o máximo da e d u c a ç ã o no país recomenda-se que: seja m a n t i d a n a q u e l e Min i s t é r i o uma a s s e s s o r i a t é c n i c o - p e d a g ó g i co contínua para os c u r s o s de N u t r i ç ã o a ser d e s e n v o l v i d a por nutricionista-docen-te com comprovada e x p e r i ê n c i a .

! I. P A R T I C I P A N T E S DO S E M I N Á R I O N A C I O N A L DE A V A L I A Ç Ã O DO E N S Í N O DE N U T R I Ç Ã O

PA RT I CI P AN TE S

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29.

C a r m e n L ú c i a de A r a ú j o C a l a d o ---- .......... C i c e r o A d o l p h o da Silva ...................... Cora L u i z a P a v i m Ar aú jo --------------------Elisa Ines T e i x e i r a .......................... E l e n i c e Costa .............................. Elza M a r i a da Silva Tavares ................. — E m i l i a de J e su s F e r r e i r o ------------------E m i l s o n Souza P o r t e l l a . ......... . ......... E n i l d a Lins da Cruz G o u v e i a ....... ----------E r i d a n de M e d e i r o s C o u t i n h o ---- ......... -F a b i o l a de A g u i a r N u n e s ---------- ........— F e r n a n d o José da C o s t a A g u i a r --------------Fra nc is ca Elima C a v a l c a n t i Luz --------------G a b r i e l a C o e l h o S ar ai va ..... ------ ........ G i l b e r t o P a i x ã o Ro sa do -------------- .... -H e l o i s a de A n d r a d e Lima C o e l h o --------------Ione Rosa T e i x e i r a -------------------------Iara B a r r e t o ... ........ ---- ............... José A p a r e c i d o N u n e s F i l h o ------- .......... José A r t u r R. da C o s t a ------- ................ Klaas Woortman ............................... Laura A g u i l a r V a l d e z ........ ................ L ú c i a Y p i r a n g a de S o u z a D a n t a s e R o d r i g u e z — L u i z a de A p a r e c i d a T e i x e i r a C o s t a . ....... -L u i z a H e l e n a H e c k t h e u e r ...... . ............. Lygia Paim ---------- ... . ..... . ........... M a r i a A r i o n e t e da Silva L i b o r i o -------------M a t h i l d e R. F. N o g u e i r a ........... . ....... Marta C e c i l i a Soli Alves ............ . ........

UFRN SESu . MEC UFPEL UFRJ UFPE UFAL UFF UERJ UNIRIO UFPE SESu . MEC UFPE UFPI UnB UFV UFPE UFMT UFGO INAN . PNS UFPB UnB UFSC SESu . MEC SESu . MEC FIDENE CNPq UnB UECE UNIMEP

30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52.

Mércia Irabel Cardoso Batista — ................. UFBA M o a c i r Caboclo dos Santos ------------------ UFC Myrta T. de Lima e Silva ...................... PUC . CAMP Neli Rodrigues Davidovich ------- .......... --- UFF N e u z a T. de Rezende C a va l c a n t i ......... ---- FEBRAN Nize de Paula Barbosa ......................... INAN Nevolanda Alves Modesto ....................... FSCSC Nonete Barbosa Guerra --------- .... — ....... UFPE Odette V i a n n a M. P i m e n t e l ................... UERJ Olga Maria S i l v é r i o Amâncio .................. PUC . CAMP Paulo Rogério Gonçalves --------------------- SESu . MEC Pedro Roberto V e n e z i a n o ..................... USP . RIB.P. R i c a r d o Gonçalves .......................... UFOUP Rosa Nilda Mazzilli ......................... USP Ruth Benda Lemos ................ ----- ...... CFN R e n i t a Botelho .......................... —. MS Rye K. D'Arrivi11age ........................... FSCB S a n d r a Chaves dos Santos .. ............. ---- UFMT Sila Mary Rodrigues Ferreira.................. .. UFPR V â n i a M.C.P. do Lago ........... . ............ SESu . MEC Vera L ú c i a do Amaral B a s t o s da Silva .......... UFPB W a l t e r Silva Jorge João ...................... UFPA Vilma Turano ............................ --- USU

53. Z e i l m a da C u n h a ........................... UFRJ 54. Zélia M. C a v a l c a n t i de O l i v e i r a ........... .. UFPE 55. Zuleica Portella ...................... --- CNPq

CONFERENCISTAS

01 . Dr. Jose Ramos Secretaria da Educação Superior . MEC 02. Dr. Mozart de Abreu e L i m a Secretaria Geral do M i n i s t é r i o da S a ú d e 03. Dr. Bertholdo K. G. de Arruda Instituto N a c i o n a l de A l i m e n t a ç ã o e Nutrição

175

04. Dr. E l e u t é r i o Rodríguez Neto M i n i s t e r i o da P r e v i d e n c i a e Assistência Social

IV . PARTICIPANTES DOS ENCONTROS R E G I O N A I S 1. Região Sudeste I (Rio de Janeiro e Minas Gerais) SEDE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PERÍODO: 10 a 12 de maio de 1982.

R E G I A O SUDESTE I

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DE OURO PRETO

1. 2. 3. 4.

Dirceu do Nascimento Fátima Aparecida Ferreira Leite Ricardo Gonçalves Coelho S í l v i a Nascimento

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

Albertina Correa Zacour Antonina Sanf"Anna leda Lobo da Silveira Gilberto Paixão Rosado Ivan Mourthé de O l i v e i r a Marco Aurélio Freitas Lina Enriqueta de Lima Rosado Lúcia Maria Maffia Maria do Carmo Rezende Fontes Maria Nazareth de Oliveira Martinho Maria de Lourdes Ferreira Garcia M a r i a das Dores Ferreira

13. 14. 15. 16.

Marilene Pinheiro Euclydes Nilza M a r i a Fontes Roberto G o n ç a l v e s J u n q u e i r a R a q u e l Cordeiro de A z e v e d o

U N I V E R S I D A D E ESTADUAL DO RIO DE J A N E I R O

1. 2. 3.

Dulce Borges C o c c a v o M a r i a C r i s t i n a de Barros C i d r e i r a Odete Vianna Marques Pimentel (representante regional)

U N I V E R S I D A D E FEDERAL F L U M I N E N S E

1. 2. 3.

E m i l i a de Je sus Ferre iro Neuza Therezinha de Rezende C a v a l c a n t e Stela M a r i a Pereira de G r e g o r i o

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DO RIO DE J A N E I R O

1. 2. 3. 4.

Elisa Ines Teixeira M a r i a L ú c i a M a g a l h ã e s Bosi N e l z i r T r i n d a d e Reis Ruth Benda Lemos

U N I V E R S I D A D E DO RIO DE J A N E I R O . U N I R I O

1. 2. 3.

E l v i r a Leonardo Rodr igu e s E n i l d a Lins da Cruz G o u v e i a L u c i a Marques Alves V i a n n a

U N I V E R S I D A D E SANTA U R S U L A

01. 02. 03 . 4. 5.

M a r i a A u x i l i a d o r a Santa Cruz C o e l h o T h e r e z i n h a C o e l h o de Souza WiIma T u r a n o Doraci Otero Cortes S a l v i o Isa G i m é n e z de J e s u s

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE A S S O C I A Ç Õ E S DE N U T R I C I O N I S T A S

01. Neli Rodrigues Davidovlch

INSTITUTO NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

01. Nize de Paula B a r b o s a

M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E CULTURA Secretaria da Educação Superior

01. L ú c i a Y p i r a n g a de S o u z a - D a n t a s e R o d r i g u e z

SEDE: P O N T I F I C I A U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A DE C A M P I N A S PERIODO: 19 a 21 de maio de 1982

R E G I A O S U D E S T E II (Estado de São P a u l o )

FACULDADE DE SAÙDE P Ú B L I C A . USP

1. 2. 3.

Ana M a r i a Dianeri Gambardella M a r i a de F á t i m a Nunes M a r u c c i Rosa Nilda M a z z i l l i

FACULDADE DE C I E N C I A S DA SAÚDE SAO CAMILO

31. 32. 33. 34. 35. 36. 37.

M a r i a X a v i e r Bon Dalva Maria O l i a n i D e n i s e G i a c o m o da Motta Maecyra B e r n a r d e s de Melo Maria Angélica Coquenala N e v o l a n d a Alves Modesto (representante r e g i o n a l ) R e g i n a G l ó r i a Ramos D i z a n t i

U N I V E R S I D A D E DE MOGI DAS C R U Z E S

01. 02. 03. 04.

C l á u d i a C a r v a l h e i r a Farhud Mayumi Ayamada M o a c i r C a b o c l o dos Santos M ô n i c a G. N. S p i n e l l i

PONTIFÌCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS

Dl. 2. 3. 4. 5. 6. 7.

Dayse B. W ol ko f f E l i a n e M. Mattar (aluna) F l á v i a Helena de Carvalho Pischi (aluna) Myrta Teresinha de Lima e Silva Marisa Meira Russeff Olga Maria S i l v é r i o Amâncio S o n i a M. F. Silva

FACULDADE DE ENFERMAGEM DO SAGRADO CORAÇÃO . BAURU

01 . Rye K. de A r r i v i l l a g a

UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA . UNIMEP

01. Marta C e c i l i a Soli Alves

HOSPITAL CELSO PIERRO . PUC II

01. Akiko Toma

INSTITUTO DA CRIANÇA . SÃO PAULO 01.

lida Nogueira de Lima

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE A S S O C I A Ç Õ E S DE N U T R I C I O N I S T A S

01. M a r i a Hel ena Villar

I N S T I T U T O NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E N U T R I Ç Ã O

01. Nize de Paula Barbosa

M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E CULTURA

01. Lúcia Ypiranga de Souza Dantas e Rodriguez

SEDE: U N I V E R S I D A D E FEDERAL DO RIO GRANDE DO N O R T E PERIODO: 26 a 28 de maio de 1982

REGIAO NORDESTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

1. 2.

F r a n c i s c a Elima Cavalcante Luz M a r i a Mercês de A r a ú j o Luz

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L DO CEARA

01. M a t h i l d e R e b e l o Fortes N o g u e i r a

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L DO RIO GRANDE DO N O R T E

0l. 02. 03. 04. 05. 06. 07.

Izolda Leite Fonseca Lívia Rodrigues Câmara de Carvalho M a r i a Inês Magnata M a r i a do Socorro Silva Lima M a r i a Odete D a n t a s de Araújo N e i d e M a r i a Ferreira da Rocha R o s i n e i d e Barbosa da Silva

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DA PARAÍBA

01. C l e i d e Macedo de Lima

2. 3. 4.

Ivaldo NTd1o Sitonio Trigueiro Jose A r t u r R o d r i g u e s da Costa L e n i c e Magno de C a r v a l h o R o d r i g u e s da Costa

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.

Clara Lúcia C a l a f f o de F r e i t a s Elenice Costa F e r n a n d o José da C o s t a A g u i a r M a r i a A n u n c i a d a F. Lucena (representante regional) S y l v i a de Azevedo Mello Romani T a n i a L u c i a Montenegro S t a n f o r d Zélia Milet C. de Oliveira

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L DE ALAGOAS

01 . José de Souza Leão

02. M a r i a de F á t i m a de Souza Leão

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DA B A H I A

1. 2.

Ana Marlucia O l i v e i r a A s s i s Mercia Irabel Cardoso Batista

3.

Rosane D a n t a s

S E C R E T A R I A DA SAÚDE P Ú B L I C A DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

1. 2.

E v e l i n e M a r i a Paes Barreto P e r e i r a de Mecedo T â n i a M a r i a Borges de Mulato

INSTITUTO NACIONAL DE .ALIMENTAÇÃO E N U T R I Ç Ã O

0 1 . N1ze de Paula B a r b o s a

FEDERAÇÃO B R ASI LEI RA DE ASSOCIAÇÕES DE NUTRICIONISTAS

01. Carmen L ú c i a de Araújo C a l a d o M I N I S T E R I O DA

EDUCAÇÃO E CULTURA . SESu 01. L ú c i a Y p i r a n g a de S o u z a

Dantas e Rodriguez REPRESENTANTE E S T U D A N T I L 01. L í d i c e

X a v i e r de O l i v e i r a

SEDE: INSTITUTO NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO . INAN PERÌODO: 01 a 03 de junho de 1982

R E G I A O CENTRO.OESTE E PARA

UNIVERSIDADE DE BRASILIA

1. 2. 3. 4. 5.

Eduardo F. 0. Queiroz Ednilda Bispo Dristig Eliane Said M a r i a Arionete da Silva Liborio Nancy de Pilla

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS

1. 2. 3. 4. 5.

Dulce Terezinha Oliveira da Cunha Iara Barreto Maria Altina Moreira Maria de Fátima G11 M a r i a Claret Costa Monteiro

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DE MATO GROSSO

01 . 2. 3. 4.

Ione Rosas Teixeira Raul Von der Heyde Regina Baptista dos Reis Sandra M a r i a Chaves dos Santos (representante regional)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

01. Walter da Silva João Jorge

INSTITUTO N A C I O N A L DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

1.

João Batista da Lima Filho

2.

Nize de Paula Barbosa

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE ASSOCIAÇÕES DE NUTRICIONISTAS

01. Gabriela Coelho Saraiva

02. Neuza Therezinha de Rezende Cavalcante

MINISTERIO DA ED UC A ÇÃ O E CULTURA

01. L ú c i a Y p i r a n g a de Souza Dantas e Rodriguez

SEDE: U N I V E R S I D A D E FEDERAL DE PELOTAS PERÌODO: 07 a 09 de j u n h o de 1982

REGIAO SUL

I N S T I T U T O METODISTA DE EDUCAÇÃO E CULTURA

01 . Gilda Masoni 2. 3. 4. Maria de Lourdes B. H i r s c h l a n d M i r i a Wolffenbrittel Rosa M a r i a S o e i r o de Souza

FIDENE . IJUÍ

01. L u i s a H e l e n a Hecktheuer

U N I V E R S I D A D E FEDERAL DE PELOTAS

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

Ana L ú c i a M a t o s o Cileide Cunha M o u l i n Cora L u i z a Pavim de Araújo Denisi Petrucci Gigante E l a i n e Mary Moura de S o u z a José Carvalhal Marly Costa dos Santos M a r i a A p a r e c i d a dos Santos Tejada Raimundo Filomena Ribeiro Brandin S a n d r a Santoro R o d r i g u e s da Silva Zilma de Holanda Cavalcanti Millan

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L DO PARANA

01. Sila Mary R . F e r r e i ra

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L DE SANTA C A T A R I N A

01 . Arlete Corso 2. 3. 4. 5. 6. Carla M a r i a V i e i r a C e l a r i n a dos Santos R i b e i r o de O l i v e i r a C o r n e l i a Hoffmann G e t ú l i o D o r n e l l e s Larratea ( r e p r e s e n t a n t e r e g i o n a l ) Laura A g u i l a r V a l d e z

7. S o l a n g e da Silva

U N I V E R S I D A D E DO VALE DO RIO DOS SINOS

01.D e l v i n a S av ari s Gmidorsi 02. L i a n a Bercht 3. M a r i a B e a t r i z Boccasius M a s t a l i r 4. Nilza Petry

FEDERAÇÃO B R A S I L E I R A DE ASSOCIAÇÕES DE N U T R I C I O N I S T A S 01. N e l z i r T r i n d a d e Reis

INS TIT UT O NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

01. Nize de Paula Barbosa

M I N I S T E R I O DA EDUCAÇÃO E CULTURA

01. L ú c i a Y p i r a n g a de So u z a D a n t a s e R o d r í g u e z

R E S P O N S Á V E I S PELA C O N S O L I D A Ç Ã O DOS RELATÓRIOS R E G I O N A I S ( R e u n i ã o de 19 a 23 de julho, B r a s í l i a , DF).

R E G I A O NORDESTE 01. Profa. M a r i a A n u n c i a d a F e r r a z de Lucena UFPE R E G I A O S U D E S T E I (Rio de J a n e i r o e M i n a s G e r a i s ) 01. Profa. Odete V i a n n a P i m e n t e l UFRJ R E G I A O S U D E S T E II (Estado de São P a u l o ) 01. Profa. N e v o l a n d a Alves Modesto (F.S. São C a m i l o ) R E G I A O C E N T R O . O E S T E E PARA 01. Profa. Sandra M a r i a C h a v e s dos Santos UFMT REGIAO SUL 01. Prof. G e t ú l i o D o r n e l l e s L a r r a t é a UFSC S E C R E T A R I A TECNICA FEBRAN 01. Profa. N e u z a T h e r e z i n h a de Rezende C a v a l c a n t e

SESu . MEC 01. Profa. L ú c i a Y p i r a n g a de S o u z a D a n t a s e R o d r i g u e z

EXO II Currículos dos Cursos de Graduação de Nutrição: distribuição da carga horária segundo o CFE e CEPANDAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

Secretaria da Educação Superior - SESu

DIAGNOSTICO NACIONAL DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição da carga horária dos Currículos de Graduação em N u t r i ç ã o

Brasília, novembro, 1981

REGIAO NORDESTE

SESu.MEC,

Brasília.

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Comparação do Currículo da Graduação com as Recomendações do CFE e da CEPANDAL REGIÃO NORDESTE (*)

(*)

CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO ( R e s o l u ç ã o 3 6 / 7 4 )

. COMISSÃO

DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2.ª Reunião, 1973).

SESu.MEC. Brasília.

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DD CURRICULO DE GRADUAÇÀO: Dist ri bu içã o Porcentual

da Carga Horária Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

REGIAO

NORDESTE

SESu.MEC. Brasilia.

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS

DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária. Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

. UFPI N» HORAS

MATÉRIAS

%
35.1 6,8 18,4 25,3 18.4 20,7 10.4

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÙDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1.305 90 240 330 240 270 135

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

1.950 165 60 600 285 120 720 465

52,4 8.5 3.1 30.8 14,6 6.1 36.9 12.5

TOTAL

3.720

SESu.MEC. Brasilia. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária. Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARA

. UECE Nº HORAS

MATERIAS

\
40.6 10.2 15,4 20,5 20.5 23.1 10.3

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIENCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 .170 120

180
240 240 270 120

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

1 .605 60 60 645 195 150 495 105

55.7 3,8 3.8 40.2 12.1 9.3 30.8 3.6

TOTAL

2.880

SESu.MEC. Brasilia. CURSOS DE

1981 DIAGNOSTICO DOS

NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO OE

GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária. Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES: MATÉRIAS

UNIVERSIDADE

FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Nº HORAS

.

UFRN

\
35,8 6.5 13,0 18,2 16,9 14,3 31,1

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PUBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1.155 75 150 210 195 165 360

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

1 .920 120 45 525 210 120 900 150

59.5 6,3 2,3 27,3 10.9' 6.3 46.9 4.7

TOTAL

3.225

203

SESu.MEC. Brasilia. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IESs

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

.

UFPB

MATÉRÍAS

Nº HORAS

%
36.5 10.8 16.2 21,6 14,9 16.2 20,3

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PUBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1.110 120 180 2 4 0 165 180 225

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

1 .650 120 45 480 165 90 750

54.2 7,3 2.7 29.1 10.0 5.4 45,5

285

9.3

TOTAL

3.045

SESu.MEC. B rasí li a.

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Di st ri bu içã o da Carga Ho r á r i a , Segundo o CONSELHO F E D E R A L DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE

FEDERAL DE PERNAMBUCO . Nº HORAS

UFPE

MATERIAS

%
39.2 8.0 25,3 23.0 10.3 17.2 16.2

CICL O I. II. III. IV. V. VI.

BASICO BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1.305 105 330 300 135 225 210

CICLO PROFISSIONAL

1 .830 405 45 615 75 180 510 195

54,9 22.1 2.5 33.6 4,1 9,6 27.9

VII.
VIII. IX. X. XI. XII.

BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

5 .9

TOTAL

3.330

SESu.MEC. Brasilia.

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: D i s t r i b u i ç ã o da Carga Ho rá ri a. Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES: MATÉRIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

.

UFAL

Nº HORAS

%
47.2 58.2 16.5 9.9 15.4 44.5 8.1 3.5 41.9 13.9 9.3 23.3 8.3

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 .365 795 225

.

.

135 210 1 .290 105 45 540 180 120 300 240

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DCS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

TOTAL

2.895

SESu.MEC. Brasília,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Hor ár ia, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE

FEDERAL DA BAHIA
Nº HORAS

MATÉRIAS

%
42.6

CICLO BASICO

1 .260

I. II. III. IV. V. VI.

BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

60 120 435 210 180 255

4.8 9.5 34.5 16 ,7 14.3 20.2

CICLO PROFISSIONAL

1 .365

46.2

VII. VIII. IX. X. XI. XII.

BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA DIVERSOS

150 60 540 225 75 315

11 .0 4 .4 39.6 16.5 5.5 23,0

330

11 .2

TOTAL

2.955

SESu.MEC. Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS OE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

REGIAO
AREAS DE ESTUDO

NORDESTE
MINIMO REC. CEPANDAL UFPI UECE CURSOS UFRN 19.5 100% 9.3 112% 3.7 80% 27.0 108% DE GRADUAÇÃO UFPB 27.1 135% UFPE 26.1 130% 37.3 185% 28.4 140% UFAL UFBA

BASICA

20

25.8 130%

29.2 145% 4.2 50% 2.1 40% 16.1 64%

SÓCIO-ECONÔMICA

8

3.6 50% 1.6 40%

7.4 87% 2.0 40% 17.2 68%

6.3 75% 2.2 40% 6.8 28%

7.3 87% 2.0 40% 12.0 48%

6,6 87% 4.1 80% 13.2 53% 36.5 95% 11.2 275%

EDUCAÇÃO 5 SAÙDE PÛBLICA 25 NUTR. E ALIMENT. 38

35.9 144%

20.6 SS%

44.8 118% 3.6 100%

35.8 95% 4.7 125%

37.0 97% 9.3 225%

52.7 139% 5.9 150%

33,1 87% 8.3 200%

MULTIDISSIPLINAR

4

12.5 312%

E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2ª. Reunião. 1973).

SESu-MEC DIAGNÓSTICO DOS CURSOS NUTRIÇÃO GRADUAÇÃO:

DE ESTUDO DO CURRICULO DE

Distribuição Porcentual por AREAS E SETORRES Segundo Reunião. 1973).

Recomendações CEPANDAL (2 . ª

REGIÃO

NORDESTE

SESu.MEC. Brasília. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS OE ESTUDO. Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

. UFPI

AREAS DE ESTUDO
BASICA

% REC0M. CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

960

25.8 3,6 1.6 35.9 20.6 12.5

SOCIO.ECONÔMICA

0

135

EDUCAÇÃO

5

60

SAÜDE PÚBLICA NUTR. E ALIMENTAÇÃO

25 38

1.335

765

MULTIDISCIPLINAR

4

465

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE E

3.720 PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO (2ª Reunião. 1973).

D I E T E T I C A DA AMÉRICA LATINA

SESu.MEC. Brasilia.

1981 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE

Dis tr ib uiç ão Porcentual do C u r r í c u l o do Graduação por ÁREAS DE E S T U D O . Secundo Rocomendações CEPANDAL UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARA . (*)

UEC

´´AREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL (MÍNIMO) 20

HORAS

%

BÁSICA

840

29.2

SÓCIO-ECONÔMICA EDUCAÇÃO

8 5

120 60

4.2 2.1

SAÚDE PÚBLICA

25

465

16.1

NUTR. E ALIMENTAÇÃO

38

1.290

44.6

MULTIDISCIPLINAR

4

105 2.680

3.6

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA (2º Reunião. 1973).

SESu.MEC. Brasilia. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO. Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

. UFRN

AREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL (MINIMO] 20

Nº HORAS

BÁSICA

630

19.5

SÓCIO-ECONÔMICA

B

300 120 870

.
3.7

EDUCAÇÃO

5

SAÜDE PÚBLICA

25

27.0

NUTR. E ALIMENTAÇÃO MULTIDISCIPLINAR

3B 4

1.155 150

35.6 4.7

3.225

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2. Reunião. 1973).

SESu.MIC. B r a s í l i a .

1901 NUTRIÇÃO Graduação por CEPANDAL (*)

DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE ÁREAS PE ESTUDO.

Distribuição P o r c e n t u a l do Currículo du

Segundo Recomondações

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

.

UFPB

BREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

%
27.1

BÁSICA

825

SÓCIO-ECONÔMICA EDUCAÇÃO

8 5

225 60

7.4 2.0

SAÙDE PÚBLICA

25

525

17.2

NUTR. E ALIMENTAÇÃO

38

1 .125

37.0

[MULTIDISCIPLINAR

A 285

9.3

(*)

COMISSÃO DE E DIETÈTICA

ESTUDOS SOBRE PROCRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO DA AMÉRICA LATINA (2. Reunião. 1973).

SESu.MEC. Brasilia.

1981 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE

D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do C u r r í c u l o de Graduação por AREAS DE ESTUDO. Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

.

UFPE

ÁREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL

Nº HORAS

%
26.1

(Mínimo)
BÁSICA

20

870

SÓCIO.ECONOMICA

8 5 25 38

210 75 22S 1.755

6.3 2.2 6.0

EDUCAÇÃO SAÙDE PÚBLICA
NUTR. E ALIMENTAÇÃO

52.7
5.9

MULTIDISCIPLINAR

4 195

(*)

COMISSÃO DE E

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS (2ª

ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO 1973).

DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA

Reunião,

SESu.MEC. Brasília.

19B1 NUTRIÇÃO

DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE

D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do C u r r í c u l o de Graduação por AREAS DE ESTUDO. Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

.

UFAL

UREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL ( MÍ NI MO) 20

Nº HORAS

%
37,3

BASICA

1.080

SÓCIO-ECONÔMICA

8

210

7.3

EDUCAÇÃO

5

60

2.0

SAÙDE PÚBLICA NUTR. E ALIMENTAÇÃO

25 38

345 960

12.0 33.1

MULTIDISCIPLINAR

4 240

8.3

2 895

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2. Reunião. 1973).

SESu.MEC. Brasília. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo da Graduação por AREAS DE ESTUDO. Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

. UFBA

AREAS DE ESTUDO

% RECOM. CEPANDAL (MINIMO)

Nº HORAS

%

BÁSICA

20

840

28.4

SÓCIO-ECONÔMICA EDUCAÇÃO

8 5

195 120

8.6

..,
13.2

SAÙDE PÚBLICA

25

390

NUTR. E ALIMENTAÇÃO

38

1.080

36.5

MULTIDISCIPLINAR

4

330

11.2

2.955

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRI ÇÃ O E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA (2ª Reunião. 1973).

REGIAO SUDESTE . I

SESu.MEC. Brasilia. 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Comparação do Curriculo da Graduação com as R e c o m e n d a ç õ e s do CFE • da CEPANDAL (*) REGIAO CURSOS SUDESTE . I HORAS 00 CURRICULO % DE ADEQUAÇÃO CURRICULO CFE 2.88O UFRJ UNIRIO UFF UERJ USU UFV UFOP 3.720 3.570 3.690 3.300 4.860 3.330 3.705 129.2 123.9 128.1 114.6 168.7 115.6 128.6 CURR. CEPANDAL 4.080 91,8 87.3 70.6 81.6 119.1 81.6 70.6 3.200 116.2 111.6 115.3 103.1 151.9 104.1 115.8

(*) CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO (Resolução 36/74) . C O M I S S Ã O DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMERICA LATINA (2ª Reunião. 19733.

S E S u , M E C , Brasilia,

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO OE GRADUAÇÀO: Distribuição Porcentual

da Carga Horária Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

REGIAO

SUDESTE , I

MATÉRÍAS

UFRJ

UNIRIO

UFF

UERJ

USU

UFV

UFOP

BÁSICAS I, II, III, IV,
V,

34,7 3,5 11,6 30,2 11,6 24,4 18,7

28,1 7,5 17,9 20,9 19,4 20,9 13,4

32,1 2,5 13,9 30,4 16,4 11,4 25,4

30,9 17,6 11,8 17,6 20,7 14,7 17,6

33,3 13,0 16,0 31,0 11,0 16,0 13,0

37,0 13,4 15,8 23,2 9,8 17,0 20,8

40,1

BIOLOGIA C, MORFOLÓGICAS C, FISIOLÓGICAS PATOLOGIA
C, DA S, PÚBLICA

5,0

VI,

C, SOC, E ECONOMIA

10,0 36,3 13,3 19,2 16,2

PROFISSIONAIS VU, VIII, IX,
X,

61,6 6,5 2,6 34,6 11,8 5,2 39,3

61,7 9,5 2,7 29,2 10,9 4,2 43,5

54,1 10,5 2,2 37,6 17,3 12,0 20,4

64,1 11,3 2,8 27,7 11,3 4,3 42,6

48,8 25,3 1,9 21,0 7,6 7,6 36,6 17,9 4,86C

50,0 20,7 3,6 32,4 14,4 3,6 25,3

45,3 11,6 5,7 33,9 13,3 7,2 28,6

BROMATOLOGIA E T,A, HIGIENE DOS AL, C, NUT, E ALIMENT,
NUTRIÇÃO APLIC,

XI, XII,

ADM, SERV, ALIM, PRATICA

DIVERSOS

3,7

10,2

13,8

5,0

13,0

14,6

CARTA HORARIA

3,720

3,570

3,690

3,300

3,330

3,705

S E S u . M E C , Brasilia.

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Nº HORAS

.

UFRJ

MATÉRIAS

\
34.7 3.5 11 .6 30.2 11 .6 24.4 18.7

CICLO BASICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 .290 45 150 390 150 315 240

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO OE SERV. AL. PRATICA

2 . 2 95 150 60 795 270 120 900

61.6 6.5 2,6 34.6 11.8 5.2 39.3 3.7

DIVERSOS TOTAL

135 3.720

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS-CURSOS

DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Dist ri bu içã o da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO

,

UNIRIO

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
28,1 7,5 17,9 20,9 19,4 20,9 13,4

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,005 75 180 210 195 210 135

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2 , 2 0S 210 60 645 240 90 960

61,7 9,5 2,7 29,2 10,9 4,2 43,5

10,2 DIVERSOS TOTAL 360 3,570

SESu-MEC. Brasilia, 1961 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horaria. Segundo o CONSELHO FEDERAL OE EDUCAÇÃO

[ES!

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

, UFF

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
32,1 2,5 13,9 30,4 16,4 11,4 25,4

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,185 30 165 360 195 135 300

CICLO PROFISSIONAL VII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS VIII, HIGIENE DOS ALIMENTOS IX, C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO X, NUTRIÇÃO APLICADA [XX, ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, XII, PRATICA

1 , 99 5 210 45 750 345 240 405

54,1 10,5 2,2 37,6 17,3 12,0 20,4

13,8 DIVERSOS TOTAL 510 3,690

SESu-MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO DE

JANEIRO

, UERJ

MATÉRIAS

Nº HORAS

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIENCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÙDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,020 180 120 180 210 150 180

30,9 17,6 11,8 17,6 20,7 14,7 17,6

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2 , 1 15 240 60 585 240 90 900

64,1 11,3 2,8 27,7 11,3 4,3 42,6

5,0 DIVERSOS TOTAL 165 3,300

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÀO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA

,

USU

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
33,3 13,0 16,0 31,0 11,0 16,0 13,0

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1,620 210 255 510 180 255 210

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2,370 600 45 495 180 180 870

48,8 25,3 1,9 21,0 7,6 7,6 36,6

17,9 DIVERSOS TOTAL 870 4,860

SESu,MEC, E •attilla, CURSOS OE

1981 DIAGNOSTICO ODS

OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO

GRADUAÇÀO: Distribuição da Carga Horária,

Segundo o CONSELHO FEDERAL OE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE

FEDERAL DE VIÇOSA

,

UFV

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
37,0 13,4 15,8 23,2 9,8 17,0 20,8

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,230 165 195 285 120 210 255

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,665 345 60 540 240 60 4 20

50,0 20,7 3,6 32,4 14,4 3,6 25,3


DIVERSOS TOTAL 435 3,330

13,0

SESu,MEC, Brasília, CURSOS

1981 DIAGNOSTICO DOS

DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO

DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, S e g u n d o o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO , UFOP Nº HORAS

MATÉRIAS

%
40.1 5.0 10.0 38.3 13.3 19.2 16.2

CICLO BÁSICO I. II. III. IV. V. VI. BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 .485 75 150 540 195 285 240

CICLO PROFISSIONAL VII. VIII. IX. X. XI. XII. BROMATOLOGIA E TEC. ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C. DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV. AL. PRATICA

1 .680 195 90 570 225 120 480

45.3 11.6 5.4 33.9 13.3 7.2 28,6

14.6 DIVERSOS TOTAL 540 3.705

SESu,MEC, Brasilia,

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (*)

REGIAO SUDESTE I

,

(*)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO , ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição Porcentual por ÁREAS 1973), E SETORRES Segundo Recomendações CEPANDAL ( 2 º Reunião,

REGIAO SUDESTE , I

SESu,MEC, Brasí1ia, 1961 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUD,O, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

, UFRJ

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL ( MÍ NI MO)
20

Nº HORAS

%
23,8

BÁSICA

885

SOCIO,ECONÔMICA

e
5

1SS

5,2

EDUCAÇÃO

135

3,6

SAÚDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

915

24,6 39,1

38

1,455
135

MULTIDISCIPLINAR

4

3,7

3,720

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÉMICOS EM NUTRIÇÃO E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasília, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por ÁREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO

, UNIRIO

(*)

COMISSÃO OE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESU,MF,C, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Secundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

, UFF

AREAS DE ESTUDO
BÁSICA

% RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%
21,9
4,9 5,8

810

SOCIO,ECONÔMICA EDUCAÇÃO

8 5

180 210

SAÜDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

585 1,395

15,8 37,8 13,8

MULTIDISCIPLINAR

4

510

3,690

(%)

COMISSÃO DE E

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO (2, Reunião, 1973),

D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do Currículo do Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Rocomendações CEPANDAL (*)

UNIVERSIDADE

DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

,

UERJ

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

%

BÁSICA

690

20,9

SÓCIO-ECONÓMICA EDUCAÇÃO

8 5

180 75

5,4 2,3

SAÙDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

600 1,590

18,2 48,2

MULTIDISCIPLINAR

4 1B5

5,0

3,300

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA (2ª Reunião, 1973),

SESU,MEC, Brasília,

1981 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE

Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Sogund,o Recomendações CEPANDAL (%) UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA , USU

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

%
25,0

BÁSICA

1,215

SOCIO,ECONÔMICA

e
5

180 105 420 2,070

3,7

EDUCAÇÃO

,
8,6 42,6 17,9

SAÜDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

MULTIDISCIPLINAR

4

870

4,860

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETETICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasília, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por ARI AS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

, UFV

(%)

COMISSÃO DE E DIETETICA

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS DA AMÉRICA L A T I N A (2,

ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO Reunião, 1973),

S E S u , M L C , B ra síl ia,

1961 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DC

D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do Currículo do Graduação por AREAS DE ES T U D O , Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

, UFOP

AREAS DE
BÁSICA

ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

N9 HORAS

%
29,8

1,110

SÓCIO-ECONÔMICA

e
5

195 120 555

5,3

EDUCAÇÃO

3,2 15,0

SAÚDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

38

1,1B5

32,0

MULTIDISCIPLINAR

4 540

14,6

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA L A T I N A (2, Reunião, 1973J,

REGIAO SUDESTE , II

SESu,MEC, Brasília,

1981 DE NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS

Comparação do C u r r i c u l o de Graduação com as Recomendações do CFE e da CEPANDAL (%) REGIAO SUDESTE , II

USP SAO CAMILO MOGI DAS CRUZES CAMPINAS BAURU UNIMEP (1)

4,020 3,420 4,590 3,480 2,715

Í 139,6 1 1 8, 7 159,4 120,8 94,3

98,5 83,8 112,5 85,3 66,5

1 2 5 1 0 1 4 1 0 8 4

(%) CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO (Resolução 36/74) , COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E D I E T É TICA L A T I N A (2ª, Reunião, (1) 1973), DA AMÉRICA

NÃO RESPONDEU O QUESTIONÁRIO,

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO OE GRADUAÇÃO: Distribuição Porcentual da Carga Horária Segundo o CONSELHO FEDERAL OE EDUCAÇÃO

REGIÃO
MATÉRIAS

SUDESTE , II
USP S, CAMILO MOGI
PUCC

BAURU

BÁSICAS I, II, III, IV,
V,

25,4 11,8 5,9 32,3 8,8 17,7 23,5

31,6 11,1 5,6 20,8 16,7 19,4 26,4

32,6 12,0 8,0 16,0 24,0 20,0 20,0

31,0 11,2 19,4 19,4 19,4 11,2 19,4

35,4 12,5 12,5 12,5 12,5 23,4 26,6

BIOLOGIA C, MORFOLÓGICAS C, FISIOLÓGICAS PATOLOGIA
C, DA S, PÚBLICA

VI,

C, SOC, E ECONOMIA PROFISSIONAIS

69,0 12,4 1,6 22,2 8,1 5,9 49,8

64,5 11,6 2,0 25,2 11,6 10,2 39,4

68,8 8,3 2,1 35,4 10,4 4,2 39,6 4,6 4,590

59,6 7,4 2,9 32,4 14,7 4,4 38,2

43,6 17,7 5,1 51,9 15,2 10,1

VII, VIII, IX,
X,

BROMATOLOGIA E T,A, HIGIENE DOS AL, C, NUT, E ALIMENT,
NUTRIÇÃO APLIC,

XI, XII,

ADM, SERV, ALIM, PRATICA

DIVERSOS

5,6

3,9

10,4

21,0

CARTA HORARIA

4,020

3,420

3,480

2,715

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE DE SAO PAULO

, USP
Nº HORAS

MATÉRIAS

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,020 120 60 330 90 180 240

25,4 11,8 5,9 32,3 8,8 17,7 23,5

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2,775 345 45 615 225 165 1 , 38 0

69,0 12,4 1,6 22,2 8,1 5,9 49,8

5,6 DIVERSOS TOTAL 225 4,020

SESu,MEC, Brasília,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

FACULDADE

DE

CIÊNCIAS DA SAÜDE

,

SAO CAMILO

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
31 ,6

CICLO BASICO

1 ,080 120 60 225 180 210 285

I, II, III, IV, V, VI,

BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

11,1 5,6 20,8 16,7 19,4 26,4

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2,205 225 45 555 255 225 870

64,5 11,6 2,0 25,2 11,6 10,2 39,4 3,9

DIVERSOS TOTAL

135 3,420

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÀO: Distribuição da Carga Ho rá ri a, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE DE MOGI

DAS

CRUZES

,

UMC

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
32,6 12,0 8,0 16,0 24,0 20,0 20,0

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,500 180 120 240 360 300 300

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

2,880 240 60 1 ,020 300 120 1 ,140

62,8 8,3 2,1 35,4 10,4 4,2 39,6 4,6

DIVERSOS TOTAL

210 4,590

SESu,MEC, Brasília, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Nº HORAS

, PUCC

MATERÍAS
CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÙDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÓMICAS

%
31 ,0 11,2 19,4 19,4 19,4 11,2 19,4

1 ,080 120 210 210 210 120 210

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO OE SERV, AL, PRATICA

2,040 150 60 660 300 90 780

7,4 7,4 2,9 32,4 14,7 4,4 38,2 10,4

DIVERSOS TOTAL

360 3 , 4 80

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

FACULDADE

DO SAGRADO CORAÇÃO

, BAURU

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
35,4 12,5 12,5 12,5 12,5 23,4 26,6

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

960 120 120 120 120 225 255

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 , 1B5 210 60 615 180 120

43,6 17,7 5,1 51,9 15,2 10,1

21,0 DIVERSOS TOTAL 570 2,715

SESu,MEC, Brasilia,

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segunda Recomendações CEPANDAL (%)

REGIAO SUDESTE

, II
MÍNIMO REC, CEPANDAL %

ÁREAS DE
ESTUDO BASICA

USP

S,CAMILO

MOGI

CAMPINAS

BAURU

(1) UNIMEP

20

15 75% 5 62%

18 90% 7 88%

19 95 % 5 62%

22 110% 5 62%

18 90% B 100%

,,,

SOCIO,ECONÔMICA

a
5
8 160% 25 100% 41 108% 6 150% 4 80% 24 96% 43 113% 4 100% 4 80% 25 100% 42 110% 5 125% 4 80% 20 80% 39 103% 10 250", 1 20% 19 76% 33 87% 21 525%

EDUCAÇÃO

SAÜDE PÚBLICA

25

NUTR, E ALIMENT,

38 4

MULTIDISSIPLINAR

(%)

COMISSÃO DE

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE (2ª, Reunião, 1973),

NUTRIÇÃO

E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA

CD

Não respondeu o questionario,

SESu,MEC DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO , ESTUDO 00 CURRICULO OE GRADUAÇÃO: Distribuição Porcentual Reunião, por AREAS E SETORRES Segundo

Recomendações CEPANDAL ( 2 ,

1973),

REGIAO

SUDESTE

, II

BASICA (25%) I, QUIMICA (60%) II, BIOLOGIA (15%) III, MATEMATICA C, SÓCIO,ECONÓMICAS (75%) IV, C, CONDUTA (25%) V, ECONOMIA EDUCAÇÃO (50%) VI, PEDAGOGIA (50%) VII, EDUCAÇÃO SAÜDE PÚBLICA (30%) VIII, SAÚDE PÚBLICA (20%) IX, NUT, APLICADA (50%) X, PRAT, EM N, AP, NUTRIÇÃO E ALIMENT, (15%) XI, ALIMENTOS (10%) XII, NUTRIÇÃO (15%) XIII, DIETÉTICA (17%) XIV, DIETOTERAPIA (10%) XV, AL, COLETIVA (33%) XVI, PR, ALIM, INST, (04%) MULTIDISCIPLINAR TOTAL

100 86 14 — 100 31 20 31 21 5 15 36 10 13 6

93 75 25 — 100 33 16 59 20 4 11 33 15 17 '4

100 75 25 33 67 53 10 47 12 6 16 41 6 19 5

100 67 20 60 40 39 34 35 15 9 10 36 7 20 10

100 60 33 ___ 100 66 26 — 37 14 13 25 14 ___ 21

: ,,, :

(%)

Não respondeu o questionário,

SESu,MEC, Brasília,

1901 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE

Dis tr ib uiç ão Porcentual do Cur ríc ul o de Graduação por ARCAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

FACULDADE

DE SAÚDE PÚBLICA/UNIVERSIDADE

DE SAO PAULO ( U S P )

ÁREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL ( MÍ NI MO)

Nº HORAS

%

BÁSICA

20

600

14,9

SÓCIO-ECONÔMICA

8

210 300 1,020 1,665 225

5,2 7,5 25,4 41,4 5,6

EDUCAÇÃO

5

SAÚDE

PÚBLICA

25

NUTR, E ALIMENTAÇÃO

38

MULTIDISCIPLINAR

4

4,020

(%)

COMISSÃO DE E

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS (2,

ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO 1973),

DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA

Reunião,

SESu,MEC, Brasilia, 1901 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DC NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

, SAO CAMILO

AREAS DE ESTUDO
BÁSICA

% RECOM, CEPANDAL [MINIMO) 20

HORAS

%
18,4

630

SÓCIO-ECONÔMICA

8

240

7,0

EDUCAÇÃO

5

135

3,9 24,3 42,5

SAÜDE PÚBLICA

25

825

NUTR, E ALIMENTAÇÃO

38

1,455

MULTIDISCIPLINAR

4

135

3,9

3,420

100,0

(%)

COMISSÃO

OE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO Reunião, 1973),

E DIETÉTICA DA AMÉRICA L ATIN A (2,

SESu-MEC, Brasilia,

1901 NUTRIÇÃO

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE

Distribuição P o r c e n t u a l do Currículo de Graduação por AREAS OE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%) FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE , MOGI OAS CRUZES

AREAS DE ESTUDO
BÁSICA

% RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%
19,6

900

SOCIO,ECONOMICA EDUCAÇÃO

8 5

240 160

5,3 3,9

SAÙDE PÚBLICA

25

1,140

24,6

NUTR, E ALIMENTAÇÃO

38

1,920

41,8

MULTIDISCIPLINAR

4

210

4,6

4,590

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS CM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESU-MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DC NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%) PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS , PUCC

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%
21,5

BÁSICA

750

SÓCIO-ECONÔMICA

8

180

5,2

EDUCAÇÃO

5

150

4,3

SAÙDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

690 1,350

19,8 38,8

MULTIDISCIPLINAR

4

360

10,4

3,480

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE E

PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO (2, Reunião, 1973),

D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA

SESu,MEC, Brasilia,

1961 NUTRIÇÃO

DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DE

Distribuição Porcentual do Cur rícu l o de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

FACULDADES

DO SAGRADO CORAÇÃO

, BAURU

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%
17,7

BÁSICA

480

SÓCIO-ECONÔMICA

8

225

8,3

EDUCAÇÃO

5

30

1,1

SAÜDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

525 885

19,3 32,6

MULTIDISCIPLINAR

4

570

21,0

2,715

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRI ÇÃ O E D I E T E T I C A DA AMÉRICA L A T I N A (2, Reunião, 1973),

REGIÃO CENTRO-OESTE E PARÁ

SESu,MEC, Brasília, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Comparação do Currículo de Graduação com as Recomendações do CFE e da CEPANDAL (%) REGIAO CENTRO-OESTE e PARÁ

(%)

CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO ( R e s o l u ç ã o 3 6 / 7 4 ) DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS TICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973J,

, COMISSÃO

DE NUTRIÇÃO E DIETE-

SESu,MEC, Brasilia,

1981

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÀO: Distribuição Porcentual

da Carga Horária Segundo o CONSELHO FEDERAL OE EDUCAÇÃO

REGIAO

CENTRO,OESTE ■ PARA

UnB

MATÉRIAS BÁSICAS I, II, III, IV,
V,

UFMT 34,6 B,B 15,4 24,2 12,0
15,4

UFGO

UFPA 52,8 3,8 12,4 27,6 23,8 13,4 19,0 45,6 6,8 1B,2 13,6 1B,2 21,6 21,6

41,2 4,4 17,8 22,2 16,7 14,4 24,4

BIOLOGIA C, MORFOLÓGICAS C, FISIOLÓGICAS PATOLOGIA
C, DA S, PÚBLICA

VI,

C, SOC, E ECONOMIA

24,2

PROFISSIONAIS VII, VIII, IX,
X,

50,0 7,6 2,3 39,7
16,8

55,0 8,3 3,3 43,3 B,7 8,3 30,0

38,1 10,6 5,3 34,2 18,4 2,6 28,9

47,1 9,9 2,2 33,0 8,8 4,4 41,7

BROMATOLOGIA E T,A, HIGIENE DOS AL, C, NUT, E ALIMENT,
NUTRIÇÃO APLIC,

XI, XII,

ADM, SERV, ALIM, PRATICA

6,1 27,5

DIVERSOS

15,4

3,8

9,1

7,3

CARTA HORARIA TOTAL

3,930

3,270

2,985

2,895

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO OE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
Nº HORAS

, UFMT

MATERIAS

%
34,6 8,8 15,4 24,2 12,0 15,4 24,2

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 , 36 5 120 210 330 165 210 330

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 , 96 5 150 45 780 330 120 540

50,0 7 ,6 2,3 39,7 16,8 6,1 27,5 15,4

DIVERSOS TOTAL

600 3 930

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO OE GRADUAÇÀO: D i s t r i b u i ç ã o da Carga Horaria, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS

, UFGO Nº HORAS

MATÉRÍAS

%
41,2 4,4 17,8 22,2 16,7 14,4 24,4

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIENCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIENCIAS DA SAÙDE PÚBLICA CIENCIAS SOCIAIS E ECONÓMICAS

1 ,350 60 240 300 225 195 330

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,800 150 60 780 120 150 540

55,0 8,3 3,3 43,3 6 ,7 8,3 30,0 3,8

DIVERSOS TOTAL

120 3,270

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS

OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÀO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE DE BRASILIA

, UnB Nº HORAS

MATÉRIAS

%
52,8 3,8 12,4 27,6 23,8 13,4 19,0

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAS E ECONÔMICAS

1 ,575 60 195 435 375 210 300

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1,140 120 60 390 210 30 300

38,1 10,6 5,3 34,2 18,4 2,6 28,9

9,1 DIVERSOS TOTAL 270 2,98S

SESu-MEC, Brasilia, CURSOS

1981 DIAGNOSTICO DOS

OE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO

DE GRADUAÇÃO: D i s t r i b u i ç ã o da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE

FEDERAL DO PARA

,

UFPA

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
45,6 6,8 18,2 13,6 18,2 21 ,6 21,6

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,320 90 240 160 240 285 285

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,365 135 30 450 120 60 570

47,1 9,9 2,2 33,0 8,8 4,4 41,7

7,3 DIVERSOS TOTAL 210 2,895

SESu,MEC, Brasilia, DIAGNOSTICO DOS

1981 CURSOS DE NUTRIÇÃO

Dis tr ib uiç ão P o r c e n t u a l do Cu r rícu lo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

REGIAO

CENTRO,OESTE e PARA

(%)

COMISSÃO OE E

ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS OE (2.ª Reunião, 1973),

NUTRIÇÃO

D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA

SESu,MEC DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO - ESTUDO DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição Porcentual por AREAS E SETORRES Segundo

Recomendações CEPANDAL ( 2 , Reunião,

1973),

REGIAO CENTRO,OESTE e PARA

S E S u , M C C , Brasil,la, 1961 DIAGNOSTICO nos CHUSOS DL N U T R I Ç Ã O Distribuição Porcentual do C u r r í c u l o de Graduação por

AREAS DE

ESTUDO,

segundo Rocomendações

CEPANDAL

(%)

UNIVERSIDADE FEDERAL, DE MATO GROSSO

, UFMT

ÁREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MlNÍMO) 20

Nº HORAS

',,
22,5

BÁSICA

885

SÓCIO-ECONÓMICA EDUCAÇÂO

a 5

210 300

5,3 7,6

SAÙDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25 38

555 1,380

14,1 35,1

MUL TI DI S CIP LINA R

4

600 3,900

15,4

,

(%)

COMISSÃO DE

ESTUDOS SOBRE,

PROGRAMAS (2ª

ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO 1973),

E DI E T É T I C A DA AMÉRICA L A T I N A

Reunião,

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%) UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS , UFGO

AREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

HORAS

%
25,2

BASICA

625

SOCIO,ECONÔMICA

a
5

270

8,2

EDUCAÇÃO

90

2,7

SAÚDE PÚBLICA

25

645

19,7

NUTR, E ALIMENTAÇÃO

38

1,320

40,4

MULTIDISCIPLINAR

4

120

3,8

3,270

;

[*}

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE DE BRASILIA

, UnB

AREAS

DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MI NI MO ) 20

Nº HORAS

%

BASICA

1,155

38,7

SÓCIO-ECONÔMICA

B

240

8,0

EDUCAÇÃO SAÜDE PÚBLICA

5 25

120 420

4,0 14,1

NUTR. E ALIMENTAÇÃO

38

7B0

26,1

MULTIDISCIPLINAR

4

270

9,1

2,985

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETéTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasília, 1901 DIAGNÓSTICO DOS CURSOS DC NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA

, UFPA

ARCAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

N9 HORAS

\
28,0

BÁSICA

810

SÓCIO-ECONÔMICA

8

285 30 675 885 210

9,8

EDUCAÇÃO

5

1,0

SAÜDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

23,3

38

30,6

MULTIDISCIPLINAR

4

7,3

2,895

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETETICA DA AMERICA LATINA (2, Reunião, 1973),

REGIÃO SUL

SESu,MEC, Brasília, DIAGNOSTICO DOS

1981 CURSOS DE NUTRIÇÃO

Comparação do C u r r í c u l o de Graduação com as Recomendações do CFE e da CEPANDAL (%)

REGIAO

SUL

(%) CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO (Resolução 36/74) , COMISSÃO OE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973), (1) NAO INFORMARAM SOBRE O CURRÍCULO,

SESu,MEC, Brasília, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição Porcentual

da Carga Horária Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

REGIAO

SUL UNISINOS IMEC UFPEL IJUI

MATÉRIAS

BÁSICAS I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA C, MORFOLÓGICAS C, FISIOLÓGICAS PATOLOGIA C, DA S, PÚBLICA C, SOC, E ECONOMIA

34,3 5,9 11,8 35,3 11,8 17,6 17,6

35,0 5,7 14,3 25,7 14,3 2,0 2,0

31,3 7,2 10,1 29,0 14,5 18,6 20,4

34,2 8,1 8,1 27,0 16,2 19,0 21,6

PROFISSIONAIS VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E T,A, HIGIENE DOS AL, C, NUT, E ALIMENT, NUTRIÇÃO APLIC, ADM, SERV, ALIM, PRATICA 7,4

54,6 6,9

58,0

53,2 6,8 4,3 30,8 15,4 8,5 34,2

55,5 8,3 3,7 3,3 36,6 16,7 5,0 30,0

48,2 7,4 3,7 29,6

3,4 32,8 20,7 10,3 25,9

DIVERSOS

11,1

7,0

15,5

10,3

CARTA HORARIA

2,970

3,000

3,300

3,240

SESu,MEC, Brasilia, CURSOS DE

1981 DIAGNOSTICO DOS

NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRÍCULO DE

GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOS SINOS Nº HORAS

,

UNISINOS

MATÉRIAS

%
34,3 5,9 11,8 35,3 11,8 17,6 17,6

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÓMICAS

1 ,020 60 120 360 120 180 180

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,620 120 60 780 120 60 4B0

54,6 7,4 3,7 48,2 7,4 3,7 29,6

11,1 DIVERSOS TOTAL 330 2,970

SESu,MEC, Brasília,

1961 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

INSTITUTO METODISTA DE EDUCAÇÃO E CULTURA Nº HORAS

,

IMEC

MATÉRIAS

%
35,0 5,7 14,3 25,7 14,3 2,0 2,0

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÚDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,050 60 150 270 150 210 210

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,740 120 60 570 360 180 450

58,0 6,9 3,4 32,8 20,7 10,3 25,9

7,0 DIVERSOS TOTAL 210 3,000

SESu,MEC, Brasilia,

1981 DIAGNOSTICO DOS

CURSOS HE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

,

UFPEL

MATÉRIAS

Nº HORAS

%
31 ,3 7,2 10,1 29,0 14,5 18,8 20,4

CICLO BASICO I, II, III, IV, V, VI, BIOLOGIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÜDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

1 ,035 75 105 300 150 195 210

CICLO PROFISSIONAL VII, VIII, IX, X, XI, XII, BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

1 ,755 120 75 540 270 150 600

53,2 6,8 4,3 30,8 15,4 8,5 34,2 15,5

DIVERSOS TOTAL

510 3 ,300

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: Distribuição da Carga Horária, Segundo o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

IES:

FUNDAÇÃO DE INTEGRAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO DO NORDESDO DO ESTADO , FIDENE , IJUÍ
Nº HORAS %

MATÉRIAS

CICLO BASICO

1,110

34,2

I, II, III, IV, V, VI,

BIOLOGIA CIENCIAS MORFOLÓGICAS CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PATOLOGIA CIÊNCIAS DA SAÍDE PÚBLICA CIÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

90 90 300 180 210 240

8,1 8,1 27,0 16 ,2 19,0 21,6

CICLO PROFISSIONAL

1 ,800

55,5

VII, VIII, IX, X, XI, XII,

BROMATOLOGIA E TEC, ALIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS C, DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO APLICADA ADMINISTRAÇÃO DE SERV, AL, PRATICA

150 60 660 300 90 540

8,3 3,3 36,6 16,7 5,0 30,0

10,3 DIVERSOS TOTAL 330 3,240

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Curriculo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

REGIAO SUL

C%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

(1)

Não informaram sobre o currículo,

SESu,MEC DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO , ESTUDO DO CURRICULO DE GRADUAÇÃO: D i s t r i b u i ç ã o Porcentual por AREAS E SETORRES Segundo Recomendações CEPANDAL (2, R e u n i ã o , 1973),

REGIAO SUL

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS OE NUTRIÇÃO D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do C u r r í c u l o de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%) UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS , UNISINOS

AREAS DE ESTUDO
BÁSICA

% RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

%
22,2
8,1

660

SÓCIO,ECONOMICA

8

180

EDUCAÇÃO

5

,
480 1,320

,
16,2 44,4 11,1

SAÙDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

38

MULTIDISCIPLINAR

4

330

2,970

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E D I E T É T I C A DA AMÉRICA LATINA (2, Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasilia,

1901

DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcent ual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%)

I N S T I T U T O METODISTA DE EDUCAÇÃO E CULTURA

, IMEC

ÁREAS DE ESTUDO ,

\ RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%

BÁSICA

630

21,0

SÓCIO,ECONÔMICA

8

180

6,0

EDUCAÇÃO

5

180

6,0

SAÙDE PÚBLICA

25

540

18,0

NUTR, E ALIMENTAÇÃO

38

1,260

42,0

MULTIDISCIPLINAR

4

210

7,0

3,000

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA ( 2 , Re uni ã o, 1973),

SESu-MEC, Brasilia,

1981

DIAGNOSTICO DÛS CURSOS DE NUTRIÇÃO Distribuição Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS , UFPEL (%)

ÁREAS DE ESTUDO

% RECOM, CEPANDAL (MINIMO) 20

Nº HORAS

%
19,1

BÁSICA

630

SÓCIO,ECONÔMICA

8

180

5,4

EDUCAÇÃO

5

120

3,6

SAÜDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

825

25,0 31,4 15,5

38

1,035

MULTIDISCIPLINAR

4

510

3,300

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E D I E T E T I C A DA AMÉRICA LATINA (2.ª Reunião, 1973),

SESu,MEC, Brasilia, 1981 DIAGNOSTICO DOS CURSOS DE N U T R I Ç Ã O D i s t r i b u i ç ã o Porcentual do Currículo de Graduação por AREAS DE ESTUDO, Segundo Recomendações CEPANDAL (%) FUNDAÇÃO DE INTEGRAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO DO NORDESTE DO ESTADO , FIDENE , IJUÍ

AREAS DE ESTUDO

RECOM, CEPANDAL (MÍNIMO) 20

Nº HORAS

%
20,4

BÁSICA

660

SÓCIO,ECONÔMICA

8

180

5,5

EDUCAÇÃO

5

120

3,7

SAÚDE PÚBLICA NUTR, E ALIMENTAÇÃO

25

750 1,200

23,1

38

37,0

MULTIDISCIPLINAR

4

330

10,3

)
3,240

(%)

COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE PROGRAMAS ACADÊMICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DA AMÉRICA LATINA (2ª Reunião, 1973),