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RADIOCOMUNICAÇÃO
Radiocomunicação é a
comunicação entre
pessoas, postos, que
utilizam o rádio como meio
para estabelecerem trocas
de informações.
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RADIOCOMUNICAÇÃO
FINALIDADE
transmissão de
mensagens
estabelecendo
uma
comunicação
bidirecional.
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A informação trocada pode ser relacionada à tarefa ou à
transmissão de uma ordem.
A capacidade de trocar informações táticas permite que
todos os elementos da organização monitorem o status de
outras unidades e o todo da operação.
COMUNICAÇÕES BÁSICAS EM RÁDIO
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Qualquer comunicação transmitida via rádio pode ser
repetida na mídia;
Operadores devem ter cuidado de não transmitir nenhuma mensagem
que possa refletir de maneira negativa nossa imagem.
Indivíduos que operam o rádio devem saber que as
transmissões são monitoradas pela mídia e público;
COMUNICAÇÕES BÁSICAS EM RÁDIO
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Texto claro envolve a utilização de termos que
sejam de conhecimento do público alvo e frase do
português padrão.
Historicamente, o uso de linguagem codificada tornou-se
uma necessidade devido a baixa qualidade das
transmissões.
Uma série de códigos simples foi desenvolvida para que
pudesse ser usada para transmitir mensagens que de outra
maneira usariam muitas palavras.
TEXTO CLARO VERSUS CÓDIGOS DE RÁDIO
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O grande problema com os códigos é
que jurisdições diferentes podem usar
códigos diferentes.
Os embaraços que podem
surgir são óbvios.
ATENÇÃO!
TEXTO CLARO VERSUS CÓDIGOS DE RÁDIO
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ATENÇÃO!
 Os equipamentos de rádios modernos eliminaram a
necessidade de códigos e em muitas áreas o uso dos
códigos é considerado arcaico. Muitas corporações
opinam por utilizar o texto claro que elimina os problemas
relativos às codificações.
TEXTO CLARO VERSUS CÓDIGOS DE RÁDIO
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TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO ESSENCIAL
 Manter grau de tolerância elevado, pois o interlocutor pode ter
dificuldades em repassar informações devido ao seu estado
emocional ou situacional.
 Por ser um atendimento prestado a serviços essenciais,
alguns quesitos, devem ser enfatizados:
Não esquecer que ao atender o telefone, a atenção deve ser
centrada e a ação transmitida ao setor responsável.
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Deve estar preparado para receber as ligações e encaminhá-las a
quem de direito, considerando que:
Geralmente o solicitante desconhece a sistemática e a estrutura
organizacional da instituição;
NA TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO ESSENCIAL
O PROFISSIONAL:
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Se sentir diminuído, surgem dificuldades de estabelecer uma
boa comunicação.
 O profissional por não estar familiarizado com os
procedimentos, ou ter passado por experiências ruins com
serviços similares, podem ter preconceitos e hostilidades;
NA TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO ESSENCIAL
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Ter cuidado com as palavras, decisões e atendimentos.
Garantir o discernimento e a complexidade da ocorrência;
Manter o equilíbrio e desconsiderar provocações e desafetos;
Uma ponte para manter a comunicação, porém não se
esquecendo dos sujeitos da ação;
ESSA SITUAÇÃO VAI EXIGIR DO PROFISSIONAL:
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ORDENS DIRETAS
CLAREZA
SIMPLICIDADE
BREVIDADE
SEGURANÇA
A mensagem transmitida deve ser bastante clara.
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CLAREZA: Fale mais lento do que a velocidade normal,
para que as pessoas possam compreendê-lo melhor, não
grite.
ORDENS DIRETAS
SIMPLICIDADE: para que todos possam entender.
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ORDENS DIRETAS
BREVIDADE: Mensagem deve ser precisa, vá
direto ao ponto.
SEGURANÇA: Siga os procedimentos de
segurança, não transmita informações
confidenciais por rádio.
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Mensagem
Emissor,
destinador
ou
remetente
Receptor
ou
destinatário
Canal de comunicação
Código
Contexto
COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
ORDENS DIRETAS
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A MENSAGEM:
É o conteúdo, a informação, o fato a ser comunicado ao
receptor;
O EMISSOR:
Um dos elementos básicos do processo de comunicação, sendo
aquele que codifica a mensagem original produzida pela fonte e
emite os sinais codificados ao receptor.
COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
ORDENS DIRETAS
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O CANAL, MEIO OU VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO:
Meio utilizado para enviar o sinal de um emissor a um
receptor; trata-se do meio utilizado para que a mensagem
chegue ao destinatário.
COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
RECEPTOR, DECODIFICADOR, DESTINATÁRIO: Aquele
que recebe os sinais transmitidos, decodificando-os de
forma a recuperar a mensagem original produzida para
atingir um destinatário.
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COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
É por meio do código, que qualquer estímulo físico poderá se tornar
um significante, associando a ele um significado.
CÓDIGO:
É o conjunto de signos organizados na elaboração da mensagem.
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COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
O emissor codifica o que o receptor deve decodificar e,
para tanto, é necessário o conhecimento do código por
ambas as partes.
CODIFICAR: significa modificar (informação)
reversivelmente, por meio de um código ou algoritmo que a
torna ininteligível, ou seja, criptografar.
ORDENS DIRETAS
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COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
CONTEXTO, REFERENTE OU REPERTÓRIO: situação
ou objeto a que a mensagem se refere.
Rede de referências, valores, conhecimentos históricos,
afetivos, culturais, os mais variados possíveis, que fazem
parte da socialização tanto do emissor quanto do
destinatário, que possam influenciar na decodificação da
mensagem.
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FORMAS DE COMUNICAÇÃO
 A comunicação é o diferencial no desfecho do trabalho a
ser desenvolvido.
 A transmissão se dá de várias formas:
verbal
gestual
escrita
ORDENS DIRETAS
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 As condições pessoais retratam como é passada a
comunicação.
CUIDADO!
Se estiver irritado(a):
 É preciso zelar pela comunicação que se estabelece com os
outros, para que não haja juízo de valores.
A fala soa
agressiva
a postura se
torna mais
tensa e
agitada
a escrita fica
truncada e
confusa
ORDENS DIRETAS
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ORDENS DIRETAS
COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
 O bom atendimento da instituição começa ao toque do telefone.
 Os cidadãos têm necessidades diferentes, deve-se canalizar os
esforços do bom atendimento com o intuito de:
- atendê-los cada vez melhor;
- passar segurança no instante do contato.
 Embora o contato com o solicitante deva ser rápido, não pode
desconsiderar as relações interpessoais.
 É preciso exercitar a empatia e manter um canal eficiente de
acolhimento, atendimento e comunicação.
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São agentes e equipamentos especializados interligados
para transmitir e receber mensagens escritas, impressas ou
faladas; com rapidez, segurança, confiabilidade e
continuidade exigidas.
ORDENS DIRETAS
MEIOS DE COMUNICAÇÃO
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MEIOS DE COMUNICAÇÕES
 O ser humano sente necessidade de se comunicar.
Há várias maneiras de comunicação:
gestos, palavras olhares, sinais
sons, pinturas
teatro, livros
e muitas descobertas tecnológicas
ORDENS DIRETAS
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A comunicação pode ser
MEIOS DE COMUNICAÇÕES
 Não verbal: sonora e simbólica.
 Oral: códigos que expressam sensações e sentimentos.
 Visual e escrita.
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OS CINCO “Cs” DA COMUNICAÇÃO
Concisão
Clareza
Confiança
Controle Capacidade
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CONCISÃO
 A comunicação deve ser tão concisa quanto possível ou as
frequências ficarão congestionadas e inúteis.

 Para assegurar a concisão, a supervisão operacional deve
aprender a planejar suas transmissões.
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CONCISÃO
Ter mensagens
orientadas para a tarefa
mensagens diretas
para a companhia
combinar a mensagem
e o receptor
manter as
mensagens
específicas
Deve-se fazer o seguinte:
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CLAREZA
O operador deve utilizar termo padrão
e linguagem comum sempre que
possível.
As mensagens devem ser passadas
em períodos de aproximadamente 30
segundos para melhor compreensão
do receptor.
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CONFIANÇA
demonstrar confiança
para que os receptores
reajam confiantemente
manter tom de voz
natural
falar pausadamente
 Durante operações de emergência, os operadores devem:
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Exigir que o receptor reconheça uma mensagem, repetindo-a.
Essa é uma forma de reduzir as chances de um mal-entendido
e assegurar ao emissor que sua mensagem seja
compreendida.
CONTROLE
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CAPACIDADE
Uma comunicação eficaz depende da
capacidade dos que enviam e dos que
recebem.
Essa capacidade não é limitada apenas
a proficiência técnica. Inclui a própria
habilidade de se comunicar.
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NORMAS INTERNACIONAIS
 O preceito de ÉTICA OPERACIONAL ligado ao uso
do radiotransmissor não poderia ser diferente da
ética estruturada em valores universalmente
reconhecidos como positivos e voltados para o
bem comum da coletividade.
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NORMAS INTERNACIONAIS
 Dentro das normas de rádio reguladas pela Agência
Nacional de Telecomunicações - ANATEL, as balizas
são formadas pelas Normas Internacionais das quais
o Brasil é signatário, bem como das leis e normas
emanadas do Ministério das Comunicações;
 Todo esse conjunto, amparado pela ética e na
responsabilidade individual e coletiva do grupo.
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 O indivíduo que não tiver a capacidade de
distinguir entre certo e errado dentro e fora da
radioperação, deverá rever urgentemente a sua
permanência no serviço.
NORMAS INTERNACIONAIS
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 Não é raro um radioperador desenvolver maus hábitos e
procedimentos inadequados ao serviço, apenas por falta de
conhecimento técnico.

 Deve-se desenvolver normas de conduta e operação para
que se mantenha a disciplina, a uniformidade e a agilidade
do serviço.
NORMAS INTERNACIONAIS
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CONDUTA NA TRANSMISSÃO
 As transmissões via rádio são ouvidas por todos operadores
na rede, suas palavras podem ser ouvidas tanto pelo
receptor desejado ou indesejado;

 Deve-se evitar palavreado chulo ou jargão de sentido
duvidoso e impróprio nas faixas, de forma que não venha a
ferir a suscetibilidade dos que estão escutando.

 O que for expressado poderá ter outro conceito por parte
dos RECEPTORES;
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CONDUTA NA TRANSMISSÃO
 Não extravasar pelo rádio falhas de medidas ou atitudes de
órgãos ou rádioperadores. Isso deve sempre ser feito por
escrito ao responsável;

 Seguir sempre as normas técnicas e éticas de operação
para que o sistema de rádio não transpareça um ambiente
de licenciosidade;

 Deve-se operar sempre com contato curto e objetivo.

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CONDUTA NA TRANSMISSÃO
 A cortesia e amistosidade devem ser cultivadas sempre;
 Cuidado com o transmissor e com a bateria;
 Não pôr mãos ou outras partes do corpo em contato com a
antena do transmissor quando em operação;
 Não transmitir muito próximo ou sob fontes de alta-tensão;
 Usar sempre um espaço entre câmbios, para dar oportunidade
para outro companheiro poder transmitir em caso de
necessidade.
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 O Rádio é o meio de comunicação mais importante entre o
Agente e a Central de Comunicação – CECOM;
 É através dele que o Agente irá solicitar qualquer
movimentação com o preso ou viatura e transmitir ocorrências,
fatos, informações, acontecimentos, comunicados internos e
outros.
 Caso haja necessidade, a CECOM comunica com a Central de
Comunicação do Comando de Operações Especiais - CECOPE
Central de Comunicações
CONDUTA NA TRANSMISSÃO
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 É imprescindível toda atenção para os comunicados que são
transmitidos na rede.
 É preciso ter conhecimento dos Códigos Interno de Atendimento de
Ocorrências, Código Fonético Internacional, Código “Q” e Ética
operacional.
 Todos devem falar uma só língua.
 Adotar critérios que evitem perda de tempo e má interpretação das
mensagens.
 Obedecer a uma disciplina de transmissão, empregando
corretamente os códigos e expressões adotadas, bem como evitar
linguajar inadequado.
Central de Comunicações
CONDUTA NA TRANSMISSÃO

Ligar o rádio, girando o controle de
volume no sentido horário.

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MANUSEIO DOS EQUIPAMENTOS

Ajustar o volume para um áudio perceptível
e confortável e selecionar o canal desejado.

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MANUSEIO DOS EQUIPAMENTOS
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CUIDADOS NA RECEPÇÃO POR RÁDIO
 Utilizar o rádio não é como falar ao telefone, é um diálogo em duas
vias, ou seja, você não pode falar e ouvir ao mesmo tempo, ou sem
quebrar a conversa;
 NUNCA interrompa outras pessoas
falando. Pacientemente espere que
termine, salvo se for uma emergência,
caso em que você deve informar as
outras partes que você tem uma
mensagem muito urgente de
emergência.
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CUIDADOS NA RECEPÇÃO POR RÁDIO
 Não responda a outros chamados se você não tiver certeza que
são para você.
 Nunca transmita informações sentimentais, confidenciais,
financeiras e militares em um rádio comunicador, poderiam ser
ouvidas por qualquer pessoa na mesma frequência.
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CUIDADOS NA RECEPÇÃO POR RÁDIO
Assegure-se que está ligado, e a bateria está carregada.
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CUIDADOS NA RECEPÇÃO POR RÁDIO
 Mantenha o volume alto o suficiente para ser capaz de ouvir
qualquer chamada, e faça regularmente checagens com
outras estações de rádio, para se certificar que tudo esteja
funcionando perfeitamente.
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
Retirar o microfone do seu suporte
(estação móvel, estação portátil e estação
fixa com microfone externo);
Manter uma distância aproximada de 5
(cinco) centímetros entre o microfone e a
boca;
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
Observar se a rede
está limpa, ou seja,
se não há ninguém
transmitindo naquele
instante;
acionar a tecla de
microfone,
verificando o
aparecimento de
sinal indicativo de
transmissão;
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
Aguardar três segundos antes de falar para que o início
da mensagem não seja incompleta.
Este cuidado deve ser tomado principalmente quando a
rede funciona através de repetidora;
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
 Em sistemas modernos, o simples apertar da tecla de
transmissão já identifica a estação na central.
Identifique-se. Em toda estação de rádio, para comunicação, a
identificação é obrigatória.
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
 Mentalizar a mensagem antes da transmissão.
Ela deve ser clara, concisa e precisa, mesmo
se complexa.
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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
 Adiar a chamada, caso uma estação não
responda. Repeti-la somente após alguns
minutos ou após um posicionamento melhor.
 Caso não seja possível, tentar a comunicação
com outras estações (inclusive móveis) e
solicitar a retransmissão da mensagem àquela
de interesse.

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CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
Utilizar o rádio somente em comunicação operacional.
Durante a transmissão, não utilizar expressões
desnecessárias;
Enquanto estiver transmitindo, manter a tecla apertada,
soltando-a imediatamente após a fala;
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 Para se obter um bom rendimento de um sistema de rádio
comunicações, torna-se imperioso adotar critérios que evitem
perda de tempo e má interpretação das mensagens.

 Necessário é que a rede-rádio obedeça a uma disciplina de
transmissão, empregue corretamente os códigos e
expressões adotadas, bem como evitar linguajar inadequado.
CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
EXPLORAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES
Subsecretaria de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema de Defesa Social

Escola de Formação da Secretaria de Estado de Defesa Social - EFES
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 Nas comunicações via rádio, para evitar interpretações
errôneas, recorrem a um alfabeto fonético próprio,
empregam expressões convencionais de serviço bem
como código específico, tornando as comunicações
mais rápidas e claras.
CUIDADOS NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
EXPLORAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES
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CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL
 O Alfabeto Fonético Internacional é um código utilizado
internacionalmente para facilitar as comunicações entre
operadores, principalmente em radiocomunicação ou em
transmissões onde exista interferência de ruídos.
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CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL
 Durante uma transmissão de rádio, muitas vezes é preciso
identificar cada uma das letras de uma palavra, para que o
ouvinte tenha condições de recebê-la de forma correta.
 Usamos códigos que facilitam a troca de mensagens entre dois
ou mais operadores.
 O encarregado da transmissão poderá particularizar cada letra,
conforme a primeira letra das palavras, pois facilita o envio de
nomes e dados técnicos via rádio.


B - BRAVO




C - CHARLIE




D - DELTA




E - ECHO




F - FOXTROTH




G - GOLF




I - INDIA




J - JULIET




L - LIMA




M - MIKE




N - NOVEMBER




O - OSCAR




P - PAPA




Q - QUEBEC




R - ROMEU




S - SIERRA




T - TANGO




U - UNIFORM




V - VICTOR




W - WHISKEY





H - HOTEL





K - KILO




X - X-RAY




Y - YANKEE




Z - ZULU


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A - ALFA


CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL
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O código fonético internacional “Q”, foi aprovado em
21 de dezembro do ano de 1959, em Genebra, na
convenção Internacional de Telecomunicações, da
qual o Brasil é país signatário.
CÓDIGO INTERNACIONAL "Q"
 É um recurso que visa simplificar e dar maior rapidez às
comunicações, pela substituição de palavras, frase ou
informações por um conjunto de três letras.
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 Em todos os serviços de telecomunicações o Código Q é o único
reconhecido pelo Ministério das Comunicações.

 É um código de livre conhecimento, não tendo conotação sigilosa.

 Facilitar as comunicações e agiliza a transmissão, dando uma maior
confiabilidade nos dados transmitidos.
CÓDIGO "Q"
O código Q é uma combinação de três letras começando com a
letra Q e que são muito utilizadas em radiocomunicação.
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QAP
NA ESCUTA
QRV
PROSSIGA
QRA
NOME DO
OPERADOR
QSO
CONTATO
QTH
LOCAL/
LOCALIZAÇÃO
QTA
CANCELE A ÚLTIMA
MENSAGEM
QTO
BANHEITO
QTC
MENSAGEM
QTI
A CAMINHO

QRF
REFEIÇÃO
QSJ
DINHEIRO
QSP
REPITA A MENSAGEM
QRU
NEGATIVO
QTR
HORA/HORÁRIO
QRL
ESTOU OCUPADO
QRX
AGUARDE
C
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EXEMPLOS DE CÓDIGOS DE COMUNICAÇÃO
MINAS GERAS. Secretaria de Estado de Defesa Social. Manual de Telecomunicações do Comando de
Operações Especiais – COPE.
SÃO PAULO. Coletânea de Manuais Técnicos de Bombeiros 13. Manual de Comunicações Operacionais.
PMESP – CCB. 1ª Ed., Volume 13. São Paulo, 2006.
ACETATOS DA CADEIRA DE COMUNICAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL, 2002/2003.
HELLER, Robert. Como Comunicar com Clareza. Porto: Livraria Civilização Editora, 1999.
MAESTRO, G. G. Como Falar em Público. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.
BELLOTO, Sônia. Você já pensou em escrever um livro? São Paulo: SAMM, 2008.
COMUNICAÇÃO. In: Enciclopédia Abril. São Paulo: Editora Abril, [19--].
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Curitiba: Positivo, 2004.
REVISTA FENAPEF. Distrito Federal, ano 1, n, 1, nov. 2005.
SQUARISI, Dad. Dicas de Português. Jornal Estado de Minas.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. In: Wikipédia. Disponível em:
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_informa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 01 mar. 2010.
Disponível em: <www.comofazertudo.com.br>. Acesso em fevereiro de 2014.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS