You are on page 1of 12

RESÍDUOS SÓLIDOS – SISTEMA PNEUMÁTICO

:
UMA ALTERNATIVA PARA A SUA COLETA


Ana Sonia Mattos
Centro Universitário Barriga Verde – UNIBAVE, ana.mattos@satc.edu.br

Gustavo Willemann
Centro Universitário Barriga Verde – UNIBAVE, gustavowill@hotmail.com














Resumo

A questão ambiental é constituída por diversos paradigmas da vida moderna, dentre elas está a
problemática dos resíduos sólidos, comumente interpretado como lixo. Nesse sentido, o
desenvolvimento de estratégias que minimizem a geração desses resíduos e que maximizem sua coleta
e reaproveitamento torna-se imprescindível. Assim este trabalho tem o objetivo de explanar sobre uma
alternativa de coleta através de um sistema pneumático. Para tanto, inicia-se uma discussão conceitual
sobre os resíduos sólidos e sua classificação, perpassando pela descrição técnica da pneumática e
finalizando com o relato de uma empresa que coleta materiais residuais através de sucção pneumática
subterrânea. Contudo, percebe-se que esse sistema reduz a circulação de veículos e o contato com
pessoas, inexistindo a negatividade estética e de odor resultantes do acúmulo de lixo, sendo um
exemplo de prática sustentável.
Palavras-chave: Resíduos Sólidos. Sistema de Coleta. Pneumática.

INTRODUÇÃO

Atualmente as questões que envolvem o meio ambiente são consideradas
fundamentais para a qualidade de vida da população, estando, para os governos e para a
sociedade em geral, como uma de suas prioridades. A poluição, de acordo com Mano et al
(2010), foi um dos problemas que eram inexistente nas gerações anteriores e que apareceram
no inicio do século XXI. Dentre os problemas que causam a poluição ambiental, destaca-se a
geração de resíduos sólidos urbanos.
Esses resíduos, popularmente chamados de lixo, geralmente tem conotação pejorativa,
indicando unicamente o descarte sem que se tenha uma análise de sua composição. Assim
cria-se um afastamento das pessoas em relação a esses materiais, tornando essa questão um
dos grandes desafios da vida moderna.
Segundo o autor acima citado, a poluição trata-se de toda alteração das propriedades
naturais do meio ambiente que tenham o potencial de prejudicar a saúde, a segurança ou o
bem-estar à população que está sob o efeito de tais alterações, que podem ser causadas por
agentes de qualquer espécie.
A produção de resíduos sólidos é parte do nosso dia-a-dia e não se pode imaginar um
modo de vida que não haja a geração destes resíduos. Com o aumento e maior concentração
da população humana em centros urbanos e a maneira e o ritmo em que tais espaços são
ocupados, assim como o modo de vida voltado a produção e consumo de bens rapidamente,
os problemas causados pelos resíduos tendem a ser cada vez mais visíveis. (PHILIPPI JR e
AGUIAR in PHILIPPI JR, 2005)
Conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de
2008 o Brasil possuía uma coleta diária de 259.547 toneladas de resíduos sólidos,
domiciliares ou públicos, e uma frota de 23.900 caminhões para serem utilizados no manejo
dos resíduos sólidos (variando entre caminhões com caçamba compactadoras e caminhões
com caçamba basculante), 1.037 no estado de Santa Catarina (IBGE, 2013).
A utilização dos caminhões para a coleta possui inúmeras desvantagens, sendo que as
mais notáveis são: o barulho e o mau cheiro proveniente dos resíduos, que possam vir a ser
acumulados antes da passagem do veículo coletor. Outra questão é a circulação desses
caminhões, que pode causar problemas de transito, e assim, em alguns casos, a coleta é feita
durante o período noturno, aumentando o incômodo sonoro e os riscos de acidente, caso não
haja sinalização adequada. Também há a liberação de poluentes devido ao uso de
combustíveis, e, caso não haja uma manutenção adequada do equipamento, a liberação do
chorume gerado pelos resíduos.
Deste modo, um meio alternativo para a coleta dos resíduos urbanos seria por
intermédio de um sistema pneumático. Um exemplo para este sistema é o implantado na
cidade de Barcelona na Espanha. Neste sistema se utiliza tubulações subterrâneas para o
recolhimento do resíduos sólidos.
Nesta perspectiva, este trabalho consiste em apresentar a vantagem do sistema
pneumático de coleta de resíduos sólidos nas cidades, além de apresentar alguns conceitos
relacionados à essas áreas da engenharia.




RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E SUA CLASSIFICAÇÃO

Para correta atuação nas questões que envolvem os resíduos sólidos, faz-se necessária
a compreensão da classificação dos mesmos, permitindo um entendimento sobre esta
problemática e proporcionando a mitigação de seus impactos.
Conforme a ABNT NBR 10004: 2004 os resíduos sólidos são definidos como:
Resíduos nos estados sólido e semissólido, que resultam de atividades de
origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de
varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas
de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de
controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades
tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de
água, ou exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis em
face à melhor tecnologia disponível.

Entretanto, para uma gestão eficiente dos resíduos sólidos não basta termos a
compreensão de seu significado, sendo necessária uma abordagem mais específica quanto à
composição e às particularidades de cada resíduo e dos locais onde eles são gerados.
Essa norma também classifica os resíduos sólidos, conforme sua periculosidade, em:
 Classe I – Perigosos: É classificado como perigoso o resíduo que seja corrosivo,
inflamável, reativo ou tóxico.
 Classe II – Não Perigosos: Essa classe é subdivida em:
o Classe II A – Não Inertes: São aqueles que não são classificados como
Classe I ou Classe II B. Eles podem apresentar propriedades de
biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.
o Classe II B – Inertes: Resíduos que não tenham seus constituintes
solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade,
com exceção de cor, turbidez, dureza e sabor.
Ainda, há a classificação conforme a origem do resíduo:
 Resíduos sólidos domiciliares: são gerados em residências, esse pode conter restos
de alimentos, jornais, revistas, embalagens, fraldas descartáveis, entre outros
(Figura 01);


Figura 01: resíduos sólidos residenciais.
 Resíduos sólidos industriais: são os produzidos em empresas, como sobra dos
processos de produção, entre eles: cinzas, lodo, escórias, papéis, metais, vidros,
cerâmicas;
 Resíduos sólidos comerciais: são aqueles que têm origem em atividades do
comércio ou de serviços, podendo ser papéis, plásticos, embalagens diversas
(Figura 02);


Figura 02: resíduos sólidos comerciais.

 Resíduos sólidos hospitalares: estes são aqueles descartados por hospitais, clínicas
e unidades de saúde, sendo divididos em resíduos sépticos, por exemplo, seringas,
algodões, tecidos removidos, sangue, luvas, materiais perfuro-cortantes, remédios
com prazo de validade vencidos, ou assépticos, que são os resíduos que não entram
em contato direto com pacientes ou resíduos sépticos (Figura 03);


Figura 03: resíduos sólidos hospitalares (PORTAL EDUCAÇÂO, 2013).

 Resíduos sólidos agrícolas: são os produzidos nas atividades da agricultura, como
embalagens de adubos, defensivos agrícolas, rações e restos de colheita (Figura
04);


Figura 04: resíduos sólidos agrícolas (RIBEIRO, 2013).

 Resíduos sólidos da construção civil: são aqueles que são gerados pela construção
civil, caracterizando-se como entulhos: pedras, tábuas, ladrilhos, caixotes, por
exemplo (Figura 05).


Figura 05: caçamba com resíduos da construção civil (NOTICIAS DO NORTE, 2013).

Ainda, é importante ressaltar que o ponto primordial para a redução da geração de
resíduos seria uma mudança na sociedade, que muitas vezes é movida pelo consumismo em
excesso. Porém, após a geração desses resíduos, uma das forma de destino sustentável seria a
reciclagem. Para tanto existe a classificação que padroniza em cores (Figura 06) como
demonstrado a seguir:
 Resíduos Úmidos
o Orgânico – lixeiras marrons: restos de comida, folhas e galhos de árvores;
 Resíduos Secos;
o Metal – lixeiras amarelas: latas de refrigerante, embalagens de enlatados;
o Papel – lixeiras azuis: folhas de papel, caixas de papelão, jornais e revistas;
o Plástico – lixeiras vermelhas: embalagens plásticas, garrafas PET, sacolas;
o Vidro – lixeiras verdes: frascos, garrafas;
 Resíduo não reciclável – lixeiras cinza: fitas adesivas, papeis engordurados,
cerâmicas, lâmpadas, chicletes.

Figura 06: lixeiras para a coleta seletiva dos resíduos sólidos (EPO, 2013).

SISTEMA PNEUMÁTICO DE COLETA

A pneumática é um processo similar a hidráulica. Ambas essas áreas do conhecimento
utilizam fluídos para a execução de uma atividade. Elas se diferenciam no fluído utilizado,
sendo a hidráulica a que usa líquidos, principalmente a água e o óleo, e a pneumática utiliza o
ar (STEWART, s/d.).
O uso de equipamentos que fazem uso de tais tecnologias está sendo cada vez mais
empregado, em diversas operações. A aplicação da hidráulica pode ser observada na direção e
freios dos automóveis, no mecanismo das pás de tratores, elevadores hidráulicos entre outras.
Já a pneumática pode ser observada no acionamento de portas de ônibus, trens ou metrô,
prensas pneumáticas entre outros. Pode-se atribuir esse fenômeno ao fato de que a
automatização de máquinas e processos aumenta a competitividade e reduz o erro humano.
A ideia de um sistema de recolhimento dos resíduos sólidos utilizando o ar como
forma de transporte teve origem no final dos anos 1950. Esse sistema foi criado na Suécia por
uma empresa, que tinha como principal produto sistemas de limpeza a vácuo acoplados a
parede, que aspirava a poeira e a levava até um ponto de coleta comum. Hospitais passaram a
utilizar essa forma de limpeza, levando ao crescimento da empresa. A criação do sistema de
coleta de resíduos foi “disparada” pela pergunta “se podemos aspirar a poeira e transportá-la
através de canos, por não fazer o mesmo com o lixo?” (ENVAC, 2013).
A invenção dos sistema foi em 1961, sendo que o primeiro foi instalado em
Estocolmo. Desde então os sistema tem-se espalhado, alguns exemplos de locais que o
utilizam são a cidade de Barcelona - Espanha, Disney World na cidade da Orlando – Estados
Unidas da América, e na Palm Island de Dubai – Emirados Árabes Unidos.

FUNCIONAMENTO DO SISTEMA PNEUMÁTICO DE COLETA

Em um sistema de coleta pneumática o resíduo é transportado por meio de tubulações
subterrâneas. É utilizando o ar para o transporte desse material até uma central de coleta. O
lixo é depositado em caixas coletoras localizadas na rua ou então em escotilhas localizada no
interior de construções, essa tecnologia é capaz de recolher mais de um tipo de resíduo ao
mesmo tempo, sendo que cada material possui uma caixa coletora própria. Uma mesma rede
de tubulações pode suportar de duas a quatro linhas de resíduos. A coleta é iniciada com o
acionamento de exaustores que criam uma pressão negativa na rede de coleta,
simultaneamente é acionado o sistema hidráulico dos componentes na central de coleta
(ENVAC, 2013).
A corrente de ar, para o transporte do resíduo, é possível, pois há válvulas para entrada
de ar ao longo da rede. As válvulas da primeira ramificação são abertas criando a corrente de
ar no interior dos tubos. Quando a velocidade do ar necessária é atingida, o sistema abre a
primeira válvula de descarga de resíduos da ramificação, assim o resíduo entra na tubulação
pela atuação da gravidade e sucção, então o material é levado até a estação de coleta. Após
alguns segundos a válvula de descarga é fechada e a próxima é aberta para ser descarregada.
A válvula de entrada de ar é fechada quando todo o resíduo é coletado da primeira
ramificação se inicia o processo na próxima ramificação e assim consecutivamente (ENVAC,
2013).
Na estação de coleta o ar é separado do resíduo por um ciclone. O resíduo cai em um
funil que alimentara um compactador que compactará os resíduos recolhidos, com exceção
dos materiais recicláveis que não devem ser compactados. Os resíduos compactados e os
recicláveis são depositados nos containers. Quando esses estão cheios o sistema de manuseio
dos containers ou a equipe de operação recebe um aviso para realizar a troca dos mesmos
(ENVAC, 2013).
Conforme visto acima o sistema possui grande suporte para a coleta seletiva, uma
vantagem em relação a coleta de resíduos utilizando caminhões, pois, no caso daqueles
equipados com compactadores, se não houver uma separação do lixo antes de coloca-los no
caminhão o matéria passível de reciclagem será perdido, já que eles ficam contaminados pelos
resíduos não recicláveis.
Segundo ENVAC (2013) a operação do sistema é automática e geralmente não se
necessita assistência manual ou supervisão. O gerenciamento do processo de recolhimento é
realizado por um computador localizado na central de coleta. O processo é realizado de duas a
cinco vezes por dia, conforme a quantidade de resíduos acumulados nas caixas coletoras e a
capacidade das mesmas. A duração do processo depende do tamanho do sistema, sendo que
dura de 15 a 20 minutos para pequenos sistemas até algumas horas para os maiores.
Além desse sistema, que utiliza uma central de coleta, existe uma versão móvel. Em
que são utilizados caminhões equipados com um mecanismo de sucção e um compartimento
para o armazenamento do resíduo coletado, esse é compactado. Para o transporte do material
dos tanques de armazenamento, abaixo das caixas coletoras, para o caminhão é necessário um
ponto para que o sistema de sucção seja acoplado a rede de tubos. Esses pontos são
localizados de forma que causem o menor incomodo possível, longe de áreas com grande
densidade populacional por exemplo (ENVAC, 2013).
Em ambos os sistemas o ar é filtrado antes de sua liberação na atmosfera, para que se
removam partículas sólidas e os odores deixados pelos resíduos.
Também há limitações quanto ao que pode ser depositado no sistema de coleta. Não
devem ser colocados materiais com grande volume, que possam causar gerar fogo ou
explodirem, duros, esponjosos, com grande quantidade de umidade entre outros (ENVAC,
2013).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante do exposto, percebe-se que a questão dos resíduos sólidos é muito importante
para a sociedade, considerando que a mesma causa muitos impactos negativos (poluição
visual, hídrica, edáfica, malefícios à saúde pública, entre outras), mas também pode ser uma
fonte de recursos se a gestão pública e a comunidade souber explorar este verdadeiro tesouro.
O sistema pneumático possui vantagens sobre o sistema tradicional de coleta dos
resíduos sólidos, dentre elas está a redução da circulação de veículos de grande porte nos
centros urbanos, com isso reduzindo o incomodo devido a problemas de trânsito criado
devido a necessidade de tais veículos pararem para que os resíduos sejam carregados nos
mesmos. Ainda em relação a circulação desses veículos, há a redução da emissão de poluentes
para atmosfera, como os gases do efeito estufa resultantes do consumo de combustíveis.
Também há a redução da interação das pessoas com os resíduos durante o processo de
recolhimento, desta forma evitando possíveis acidentes ocasionados pelo contato, como cortes
por vidros. Em caso de coleta manual se evita ferimentos causados pelos locais onde os
resíduos são armazenados para coleta ou esforço excessivo para erguer a caçamba de lixo.
No Brasil o sistema pode trazer benefícios. Nas cidades grandes pode se fazer a coleta
com maior frequência sem os inconvenientes acima citados ou excessivo barulho causado
pelo motor dos mesmos durante a sua locomoção e carregamento dos resíduos (que causa
ainda mais ruído devido à alta rotação do motor para erguer as caixas de armazenamento
temporário), que em casos onde é necessário que a coleta seja durante o período noturno
torna-se um grande inconveniente. Já nas cidades menores há a possibilidade da implantação
do sistema móvel, trazendo os mesmos benefícios porem sem os custos com a instalação de
uma central de coleta.
Com a implantação do sistema se reduz a oferta de emprego, já que não serão mais
necessárias a equipe de coleta (motorista e catadores). No entanto será necessária a
manutenção do sistema pneumático de coleta e equipes que trabalhem nos locais onde será
feita a destinação ou disposição final dos resíduos, como centrais de beneficiamento dos
resíduos sólidos recicláveis, usinas de compostagem e aterros sanitários.
Contudo, considerando suas vantagens e desvantagens, e o atual planejamento da
coleta de resíduos sólidos das cidades brasileiras, pode-se concluir que um sistema
pneumático de coleta de lixo pode ser viavelmente implantando, conferindo mais agilidade e
segurança na translocação dos materiais e desenvolvendo a sustentabilidade.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 10004:
Resíduos Sólidos - Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.
ENVAC. From Dust to Waste. Disponível em:
<http://www.envacgroup.com/about_envac/vacuum-system_history> Acesso em: 09 de out.
2013.
ENVAC. Movac - The 3rd generation mobile vacuum system. Disponível em:
<http://www.envacgroup.com/products_and_services/our_products/movac-the-3rd-
generation-mobile-vacuum-system> Acesso em: 11 de out. 2013.
ENVAC. Vacuum Tchnology. Disponível em: <
http://www.envacgroup.com/products_and_services/our_technology/vacuum_technology>
Acesso em: 09 de out. 2013.
EPO. Você conhece, exatamente, todas as cores para a coleta seletiva de lixo?.
Disponível em: <http://www.epo.com.br/voce-conhece-exatamente-todas-as-cores-para-a-
coleta-seletiva-de-lixo/> Acesso em: 10 de out. 2013.
IBGE. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008. Disponível em
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pnsb2008/PNSB_2008.p
df> Acesso em: 04 de out. 2013.
MANO, Eloísa B; PACHECO, Élen B. A. V; BONELLI, Cláudia M. C. Meio
ambiente, poluição e reciclagem. 3 ed. São Paulo – SP: Editora Edgard Blücher Ltda, 2010.
NOTICIAS DO NORTE. Entulho das obras: CMSV vais aplicar multas aos
infractores. Disponível em: <http://noticiasdonorte.publ.cv/13231/entulho-das-obras-cmsv-
vai-aplicar-multas-aos-infractores/> Acesso em: 10 de out. de 2013.
PHILIPPI JR., Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. Barueri – SP: Manole, 2005.
PORTAL EDUCAÇÂO. Resíduos de Serviço de Saúde. Disponível em: <
http://www.portaleducacao.com.br/Artigo/Imprimir/13342> Acesso em: 10 de out. 2013.
RIBEIRO, Juliana. Olimpio, um espantalho consciente e responsável. Disponível
em: <http://souagro.com.br/olimpio-um-espantalho-consciente-e-responsavel/> Acesso em:
10 de out. 2013.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. 3 ed. São Paulo – SP: Hemus
Livraria e Editora S.A., s/d.