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O vídeo didático na perspectiva da educação musical

Cássia Virgínia Coelho de Souza

Resumo

Entre as propostas brasileiras feitas especificamente para professores da Educação


Básica têm-se as programações educativas transmitidas por satélite, que podem ser gravadas em
vídeo. Analisar algumas situações dentro desse processo pode ajudar a constituir um bom
referencial para o estabelecimento de fundamentação para uma educação musical não presencial.
Para a realização de tal incumbência escolheu-se o método descritivo. A coleta se deu em
três momentos: no levantamento de vídeos, seleção e análise de alguns vídeos mais adequados
à educação musical e na aplicação de questionário com educadores musicais.
Para a análise tomou-se as três situações ativas centrais e as duas periféricas da
experiência musical determinadas por Swanwick, e as três fases de mediação pedagógica,
organizadas por Gutiérrrez e Prieto.
A informação foi apontada como presença predominante nos programas, o que confirma a
hipótese inicial. Houve prioridade de propostas em apreciação e de tratamento com base no
conteúdo e forma.

Introdução

A Educação a Distância1, com as inovações e avanços tecnológicos,


encontra, cada vez mais, espaço para atuar com qualidade podendo ser uma
articulação para ampliar a educação musical em países de grande extensão
territorial, com desigualdades sociais como as do Brasil. No entanto, falta, ainda,
para a nossa educação musical, o entendimento de como isso pode ser feito com
eficiência.
Pontes ressalta a falta de referenciais nas críticas a esta modalidade e
lembra que

“falar de educação a distância e discutir suas qualidades e


limitações sem considerá-la no contexto de um sistema
apropriadamente concebido e implementado com essa finalidade
resulta, no mínimo, em uma discussão mal colocada” (Pontes 1993,
29).

Conforme essa recomendação, a análise de algumas situações


1 A designação Educação a Distância é um uso polêmico da crase. Neste trabalho optou-se em seguir a
recomendação de alguns especialistas de língua portuguesa, tais como, os do programa “Nossa Lingua
Portuguesa” da TV Cultura e TV Educativa.
específicas, tal como a atuação do vídeo2 dentro de um processo de formação de
professores a distância, a partir de um sistema concebido com esse objetivo deve
ajudar a constituir um bom referencial para o estabelecimento de fundamentação
para uma educação musical a distância. Num contexto de formação a distância de
professores para a Educação Básica, como se apresentam os vídeos na área de
música? Como educadores musicais avaliam esses vídeos?
Partiu-se da idéia que o vídeo, como meio de comunicação é bastante
eficiente, mas como instrumento pedagógico de educação musical continua
estabelecendo relações somente ao nível de informação. Provavelmente seria
visto com cautela pelos formadores de professores porque a tradição do ensino
de música é, quase sempre, baseada na estrutura de ensino tutorial, e, na
organização objetiva dos conteúdos em níveis hierárquicos.
Embora virtual, o vídeo representa uma entidade real, inteira, fazendo as
pessoas “sentirem” a sua presença, sendo no entanto, visível e audível,
somente. A visão distancia os objetos e eventos num espaço fazendo o sujeito
buscar fora a sua consciência do mundo. Já a audição tende a trazer de dentro as
experiências percebidas, vividas e sentidas, num espaço temporal, que torna o
ouvinte um ativo participante no mundo (Elliot, 1997). Por isso é que o vídeo
continua importante para a educação podendo ser usado em todas as áreas, na
pesquisa, como apoio em sala de aula ou como mediador de aprendizagem na
educação a distância.
No Brasil, o vídeo é acessível a uma boa parte da população. Pretto aponta
que ele ainda não conquistou a escola inteiramente, havendo contradição entre a
intimidade dos alunos com a televisão e a aceitação dos professores, que dizem
gostar do uso do vídeo, mas não registram sua efetiva utilização (Pretto 1996,
110).
Os programas de televisão educativa vão ao ar em redes comerciais ou em
canais específicos, transmitidos por satélite e recebidos através de antenas
parabólicas. Pode-se interrompe-los e repeti-los quantas vezes se desejar, graças
a capacidade de reprodução do vídeo. Para analisa-los deve-se observar como
eles se apresentam tecnicamente, bem como, em termos de educação musical,
quais as características da atividade que proporcionam aprendizagem
significativa. Esta, deve ser um processo consistente de apreensão dos

2 Neste trabalho as designações fita, filme ou vídeo são usadas como sinônimas.

2
fenômenos existentes e envolve a motivação e a reflexão do sujeito como
construtos de passagem para a compreensão do mundo e do próprio eu, num
esforço constante de reconstrução.

Metodologia

O método descritivo configurou-se como mais adequado para a realização


da pesquisa por tentar determinar as relações educacionais existentes a partir da
coleta de dados e crítica reflexiva. A coleta se configurou por três momentos: o
primeiro no levantamento de vídeos, o segundo com a seleção e análise de
vídeos mais adequados à educação musical e o terceiro com a aplicação de
questionário com educadores musicais, formadores de professores.
Para a análise dos resultados tomou-se por base as três situações ativas
centrais e as duas periféricas da experiência musical, segundo Swanwick (1991)
– composição (criação), audição (apreciação), execução, estudos da literatura
(reflexão e contextualização) e aquisição de habilidades (percepção e técnica).
As três fases de mediação pedagógica, organizadas por Gutierrez e Prieto
(1994) para a educação a distância – tratamento com base no conteúdo,
tratamento com base na aprendizagem e tratamento com base na forma –
também ampararam as decisões analíticas.

Procedimentos

Para fazer o levantamento de vídeos procurou-se uma instituição ligada a


formação ou capacitação de professores da Educação Básica, que possuísse
algum material desta natureza. Os vídeos observados para a análise neste
trabalho são da videoteca do Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador,
instituição estadual voltada para o aperfeiçoamento de professores.
Após o levantamento nos catálogos da videoteca selecionou-se 76 títulos
relacionados com música. Num período de um mês e meio conseguiu-se observar
vinte e sete fitas.
A grande maioria dos programas apresenta-se como reportagem, com a
formatação jornalística de uma situação musical, tendo a música ou o seu fazer,
apenas, como exemplos, em “flashes”. Documentários científicos sobre acústica,
também são comuns, o que fortalece a idéia dominante de música como
conhecimento, somente se for tratada, enquanto ciência exata. Outra situação

3
constante é o uso da música na escola para reforçar a aprendizagem de
conteúdos de outras disciplinas.
Considerando a proposta de ação com professores da Educação Básica
pode-se escolher cinco programas contidos nas fitas para a amostra final: 1) “O
colecionador de sons” (da produtora Didak), 2) “Pedro e o Lobo”, 3) “A expressão
artística na pré – escola” (trecho), 4) “Minha primeira experiência com o som e a
música” e 5) “Música e dança”, todos da produtora Fundação Roberto Marinho.
Esses programas têm em comum situações que poderiam caracterizar um
processo pedagógico pela identificação de estruturas de ensino; que “são grupos
de idéias, procedimentos e materiais intrinsecamente consistentes e têm
relacionamentos internos constantes” (Oliveira 1991, 64), com características
autônomas, cuja eficiência relaciona-se com a aprendizagem efetiva.
“O colecionador de sons” é um desenho animado que mostra um
ambiente familiar, com os dois personagens principais explorando os sons
cotidianos. O lúdico e a interlocução são fatores predominantes no programa. O
filme é acompanhado de material impresso (guia do professor).
“Pedro e o Lôbo” é um filme com personagens reais e de animação, com
música e estória de Sergei Prokofief. Embora longo é atrativo porque há a
possibilidade de conhecimento dos instrumentos e de elementos estruturais e
estéticos.
“A expressão artística na pré- escola” é um trecho do programa onde as
crianças exploram o jogo e a voz de maneira lúdica. Ressalta-se o brinquedo de
roda das crianças índias, em uma aldeia, e a brincadeira de um indiozinho com
um avião de papel – uma marca da assimilação de outra cultura e de símbolos da
modernidade.
“Minha primeira experiência com o som e a música” apesar de
também ter uma característica de reportagem, no estilo receitas fáceis, é
interessante porque aborda a construção de instrumentos com exploração dos
materiais visando um trabalho acústico.
“Música e dança” é o vídeo que mais explicita cuidados técnicos
recomendados para a educação a distância como a narração por um professor
ou a alternância de exemplos e falas de professores e músicos. Um problema
pode ser visto na frase: “Nesse bloco você vai ver por quê o brasileiro, desde
criança, tem o samba no pé”. Além de mostrar um estereótipo do “povo”

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brasileiro, determinado pela hegemonia da classe média em relação a música e
as expressões culturais, como programa didático nota-se falta de cuidado com
conceitos; uma atitude pedagógica descomprometida. Apesar disso, o programa
tem boa forma, enfoca a natureza das crianças, as características de uma
educação musical trabalhando valores, movimento, e música como produto da
cultura.
Como estava prevista a análise dos vídeos por educadores musicais, que
possuíssem experiência, pediu-se aos envolvidos com a pós graduação em
música para responder o questionário, após terem assistido os vídeos. Procurou-
se conhecer os educadores em 4 questões, e em 34 verificou-se como eles
entendiam os filmes selecionados.

Resultados

Dezessete educadores responderam o questionário. Onze respondentes


estão acima de 41 anos e a formação básica de dez professores é a Licenciatura
em Música, tendo ainda, cinco bacharéis em instrumento e dois com outra
formação. Havia no grupo um especialista, quatro mestres e um doutor. Esses
professores têm experiência em diversos níveis ou modalidades de ensino
paralelamente.
As concepções sobre a música sendo ensinada através de diferentes
meios de comunicação podem ser divididas em dois tipos. As otimistas são
aquelas que foram respondidas prontamente favoráveis e as cautelosas, até
vêem fatores positivos no uso dos diferentes meios mas colocam, também, suas
preocupações.
O critério para escolha de um vídeo que todos os respondentes
apontaram foi o “conteúdo contido na informação”. “Valores e filosofia do
trabalho” apareceu apenas em uma resposta. Se “valores e filosofia do trabalho”
correspondem às idéias que as pessoas têm de música, de educação musical e
da sua validade na vida dos alunos através das atividades, como podem
professores privilegiar conteúdo, parte básica do processo de ensino, como um
elemento isolado do contexto geral da educação?
O primeiro e o último programa tiveram maior aceitação , com mais de
70% das respostas apontando que “gostaram muito”. Os outros programas

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mantiveram 50% com esta resposta.
Os aspectos que mais chamaram a atenção dos professores em quatro
programas foram: “forma da estrutura de ensino”, seguida de “conteúdo”, e este,
de “aprendizagem”. Somente no último, a “aprendizagem” superou “forma” e
“conteúdo”.
Supondo trabalhos para a continuidade do ensino os professores
apontaram assuntos que podem surgir da “percepção e técnica” e da
“apreciação”. Os tipos de prática pedagógica mais adequada apontadas foram :
programa 1- “criação”; 2 – “apreciação”; 3 – “prática de ensino”; 4 – “criação”;
5 – “prática de ensino”. Entre as habilidades que poderiam ser desenvolvidas com
os programas predominam: 1- “apreciação”; 2 – “apreciação”; 3 – “execução”; 4
– “percepção e técnica”; 5 – “apreciação”.
Os comentários sobre a experiência de assistir os vídeos foram positivos
abordando vários aspectos. Um respondente referiu-se à qualidade comprometida
da produção dos vídeos, no aspecto didático. Nas observações finais foram feitos
elogios, recomendações ou críticas sobre a seleção das fitas, observação do
tempo de programa e de extensão do questionário.

Considerações Finais e Conclusão

Os resultados representam a avaliação, feita pelos educadores musicais,


dos vídeos de um sistema a distância feito para professores da Educação
Básica.
A informação foi apontada como situação de impacto causado pelos
programas, junto com a aprendizagem. Confirma-se o pressuposto inicial que o
vídeo como suporte pedagógico oferece mesmo informação; embora não
exclusivamente. Na perspectiva de elaboração dos vídeos a prioridade deveria
ser para o tratamento com base no conteúdo, mas o que foi consistentemente
visto pelos educadores musicais foi a forma. Esse aspecto é relevante mas não
constitui o cerne da educação musical.
Não foi constatada a preocupação dos professores com a seqüência
hierárquica dos conteúdos, embora fizessem relação entre os programas
independentes. Isso demonstra o desprendimento necessário para uma educação
gerenciada pelo próprio aluno, como a educação a distância. Pelas observações

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deve-se cuidar das colocações dos conceitos, principalmente, quando registram
atividades para a educação de sujeitos ainda desprovidos de discernimento crítico
na área.
A predominância de propostas em apreciação reforça a eficiência do vídeo
nesta atividade. Recomenda-se pesquisa nas outras atividades musicais através
deste instrumento. Os tipos de prática pedagógica mais apontados pelos
educadores musicais foram a prática de ensino e a criação, que comprovam sua
característica de material com proposta para a formação de professores.
Constata-se uma dificuldade de catalogar atividades, assuntos, habilidades
e processos cognitivos, psicológicos e afetivos na perspectiva das situações
centrais e, principalmente, das periféricas da experiência musical, segundo
Swanwick. Este fato pode ter ocorrido por limitações da pesquisa ou resultar da
falta de clareza nas respostas do questionário que não contemplaram uma
sistematização transparente das diferentes práticas pedagógicas dos
respondentes, ou, ainda, pode advir da não adeqüabilidade da teoria de
Swanwick para trabalhos dessa natureza.
É preciso que se selecione ou se produza material para educação a
distância tendo em mente que, para ensinar música, não basta conhecer ou
saber música. É necessário desenvolver habilidades e saber refletir criticamente
sobre o processo educativo, condição que reforça a necessidade do educador
musical ter uma filosofia de trabalho e de participar ativamente, tanto da produção
e elaboração dos programas, como do planejamento e utilização dos mesmos na
educação musical a distância.

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