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CURSOS SECRETARIADO

3º PERÍODO

Professor Eduardo Galante
BRASÍLIA
2014
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- APRESENTAÇÃO

- EVOLUÇÃO

- HISTÓRICO

- CONCEITO

- NATUREZA

- AUTONOMIA

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APRESENTAÇÃO
Meu nome é EDUARDO GALANTE, sou graduado em Secretariado e
em Direito, pós-graduado em Direito Administrativo, Direito
Constitucional, Direito Penal e Direito Civil, mestrando em
Ciências da Educação e Doutorando em Ciências Jurídicas. A
minha vida no Magistério e no mundo dos concursos teve início
em 1986, quando fui aprovado em primeiro lugar para o concurso
de aprendizes técnicos da Força Aérea Brasileira. De lá prá cá
foram vários outros concursos com muitas aprovações e outros
com muitas decepções. Entre os concursos que logrei aprovação
estão os certames para as seguintes instituições públicas: Cemig,
Polícia Militar de Minas Gerais, Escola de Sargento das Armas,
Escola de Especialistas de Aeronáutica, Tribunal Regional do
Trabalho da 3ª Região, Tribunal de Justiça de São Paulo, Prefeitura
de Piquete, Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Tribunal
Regional do Trabalho da 2ª Região, Agência Nacional de
Transporte Aquaviários, Polícia Civil de São Paulo, Polícia Civil do
Distrito Federal, entre outros.
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APRESENTAÇÃO
> O segredo? Dedicação, humildade, objetividade e
nunca desanimar. Estudar é um sacerdócio e requer
anos de preparação emocional e intelectual. E não parei
ainda. Atualmente estudo para o concurso da
magistratura federal e tenho fé em Deus que serei
aprovado com a ajuda dos todos.

> Espero que a minha experiência possa ajudá-los no
estudo do Direito Administrativo. Vamos tomar cuidado
com os erros mais comuns, aprofundar nos conteúdos
mais recorrentes e dar a matéria na medida certa,
assim como um bom médico prescreve um
medicamento.
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EVOLUÇÃO
> Segundo se tem notícia na História os Primeiros
órgãos judiciais trabalhistas foram: os Conseils de
prud`hommes – França e os Probiviri (Itália).


> No Brasil, ocorreram as seguintes fases históricas:

a) Primeira fase histórica dividida em três períodos:

- 1º período, Cria-se em 1907 os Conselhos
Permanentes de Conciliação e Arbitragem, previstos na
Lei 1.637, de 5.11. Tinha composição mista e paritária,
destinando-se a resolver os conflitos entre capital e
trabalho. Não chegaram a ser implantados.

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EVOLUÇÃO
- 2º período, Criam-se em 1922 os Tribunais Rurais de
São Paulo, Lei 1.869 de 10.10.1922, com competência
para dirimir conflitos decorrentes da interpretação e
execução dos contratos agrícolas, no valor de até 500
mil-réis. Era composto por um Juiz de Direito e de dois
outros membros um designado pelo trabalhador e o
outro pelo tomador do serviço.



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EVOLUÇÃO
- 3º período: 932, Decreto 21.364, de 04.05, cria as
Comissões Mistas de Conciliação com competência
para conciliar os dissídios coletivos, não julgavam, pois
somente o Conselho Nacional do Trabalho é que tinha
competência arbitral, prolatando decisões em dissídios
coletivos. Também neste ano por intermédio do
Decreto 22.132 de 22.11, foram criadas as Juntas de
Conciliação e Julgamento, com competência para
conciliar e julgar os dissídios individuais.

- Eram ligadas ao Poder Executivo, não tendo
autonomia administrativa ou jurisdicional.




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EVOLUÇÃO
b) 2ª Fase histórica.

É marcada pela constitucionalização da Justiça do
Trabalho, tendo em visa que as Constituições de 34 e
37 passaram a dispor expressamente sobre a Justiça do
Trabalho, embora como órgão não integrantes do
poder judiciário.




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EVOLUÇÃO
c) 3ª Fase histórica.

A Justiça do Trabalho, por intermédio do Decreto-Lei
9.797, de 9.9.1946, passa a ser reconhecida como
órgão integrante do Poder Judiciário, que foi
recepcionado pela constituição de 1946.



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CONCEITO
O Processo do Trabalho é um ramo do direito
público/subjetivo que tem por escopo disciplinar as
atividades dos órgãos da Justiça do Trabalho para a
solução dos conflitos individuais e coletivos de trabalho
entre empregados e empregadores, entre Sindicatos,
entre Sindicatos e empresas e, ainda, conflitos oriundos
de lides decorrentes da competência ampliada da
Justiça do Trabalho estabelecida no art. 114 CF/88.
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NATUREZA
NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO PROCESSUAL DO
TRABALHO


Direito público. (obs. O direito do trabalho tem
natureza jurídica de direito privado)
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AUTONOMIA
TEORIA MONISTA

Acredita que o Direito processual é um só, portanto, o
Direito Processual do Trabalho não seria regido por leis
próprias nem tão pouco teria estrutura própria.

TEORIA DUALISTA

Acredita na autonomia do D. Processual do Trabalho,
sendo composto de duas correntes, uma considerada
radical que prega a independência total do Processo do
Trabalho em relação ao Direito Processual, a exemplo
de Hélios Sarthou.

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HERMENEUTICA
HERMENÊUTICA é a ciência filosófica cujo
objetivo é interpretar um objeto. Deriva do
vocábulo grego hermeneuein, traduzindo-se
como a filosofia da interpretação. Em se
tratando de direito pode-se dizer que é a
técnica que visa compreender a
aplicabilidade de uma determinada norma
jurídica.

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HERMENEUTICA
Resumindo, no que pertine a
hermenêutica jurídica pode-se dizer que
é a ciência que estuda a sistematização
dos métodos de interpretação, contendo
em seu bojo a interpretação, integração e
aplicação do Direito.


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HERMENEUTICA
Diferença entre Hermenêutica e
Interpretação: Interpretar significa
determinar o sentido e o alcance da
norma jurídica, ao passo que
hermenêutica, como dito anteriormente é
a ciência que tem por objeto o estudo
dos sistemas aplicáveis para a
determinação do sentido e alcance da
norma jurídica.


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INTERPRETAÇÃO
INTERPRETAÇÃO

Interpretar uma norma significa compreender o
seu real significado e alcance, sendo as
principais formas de norma jurídica são:

AUTÊNTICA – a forma de interpretação autêntica
é aquela feita por quem criou a lei, ou seja, o
mesmo órgão que editou a norma jurídica edita
uma outra com a finalidade específica de
esclarecer a norma anterior e até mesmo
complementá-la.


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INTERPRETAÇÃO
LÓGICA – que também pode ser denominado de
método da coerência, socorre-se de técnicas da
lógica formal no sentido de se extrair o verdadeiro
significado e alcance da norma, harmonizando-a
com o momento social e com os demais textos
legais vigentes. Busca-se verificar a verdadeira razão
da lei.

SISTEMÁTICA – busca interpretar a norma em
consonância com ordenamento jurídico no qual ela
está inserida. Para se estabelecer o seu sentido e
alcance a análise é feita mediante comparação com
as demais normas que tratam de matérias
semelhantes.


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INTERPRETAÇÃO
TELEOLÓGICA OU FINALÍSTICA – busca-se a
interpretação de acordo com os fins sociais e
bens comuns a que se destina a norma.

HISTÓRICA - Parte da averiguação dos
antecedentes da lei, tais como: o que inspirou o
legislador a elaborar o projeto de lei,
justificativas e exposição de motivos
apresentadas, ou seja, pesquisa-se a causas,
necessidades condições psicológicas e culturais
sob as quais o preceito normativo surgiu.


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INTERPRETAÇÃO
EXTENSIVA OU AMPLIATIVA – “dá-se um sentido
mais amplo à norma a ser interpretada do que
ela normalmente teria”.


RESTRITIVA OU AMPLIATIVA - “dá-se um sentido
mais restrito, limitado, à interpretação da norma
jurídica”.


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FIM DA APRESENTAÇÃO E OBRIGADO