You are on page 1of 46

Revista da Escola Profissional Amar Terra Verde N.

º 7 Janeiro/Março 2010
nsino profissional
destaque destaque destaque destaque
Ter empregabilidade:
de que é que estamos a falar?
Índice
3 EditoriaI
4 Ter destaque
Ter opinião
Ter saúde
11 Ter ambiente
12 Ter fIoresta
14 Ter oportunidade
17 Ter turismo
Porto e Norte de Portugal:
Uma presença marcante na Bolsa de Turismo
de Lisboa
18 Ter escoIa
Ter sucesso
Márcia Alexandra de Carvalho
Terminou o curso de Técnico de Animação
Sociocultural em 2006

Ter cuItura
Ter desporto
Ter sabor
Ter web
Ter cabeça



Ter Empregabilidade:
de que é que estamos a falar?

7
Diz-me quanto dinheiro tens, dir-te-ei quem és!
''Estamos condicionados a ser pouco competitivos?''
10
HPV - Papiloma Vírus Humano
Resíduos Ìndustriais Não Perigosos - RÌNP

A Laranjeira
Um balanço do passado para projectar o futuro
Testemunho
Actividades
Visitas de Estudo

37
38
Literatura
O Castor Rebelde
Música
41
Dicas para ficar em forma este verão
43
Saber e Sabor da evolução da cozinha

44
45
Ficha Técnica
-·-,·.c+a+c
-.· -··· / .. ..
o.·c.:-·
·· ... . v·· ··_.
c--·+c-a+-· t+.:-·.a.
· c· .
¤c«.sa- +c :c·:-s
c· e·
c--sc.-- +c ¤c+a.,a-
/. e·
s. /.·
· c· .
-. -.
c .··
ocs.,- o·a·..- c ca,-a:
-· -·
c-.a--·a+-·cs
c .··
c· e·
.· ._·
·· v·
·· -.· .··
·_ ._
· c· .
· -.· v,.
· ._
v.· /.
v ·· c,·
v. c··
v.· v·
-.· v..·
s· . e·
.¬,·cssa-
.·. ...
-c·.-+...+a+c
·
:.·a,c¬
·,
oc,-s.:- cc,a.
..+.s+
.ss·
s+s+s
o.s:·.-a.,a- o·a:a.:a
:c·_c,a:«.,:
os a·:.,-s ,a-...a+-s sa- +a ·cs,--sa-...+a+c +-s scas
aa:-·cs c -a- «.-.a.a¬ a t-/:v.
ter ensino profissional 2
Editorial
s desafios da empregabilidade säo complexos e relacionam-se com as
competências que o jovem deve ter para exercer uma profissäo e,
Oconsequentemente, com o grau de ajustamento das suas qualificaçöes às
necessidades e oportunidades do mercado de trabalho. Por esta via entrecruzam-se
vários outros factores tais como, por exemplo, a adequaçäo das ofertas formativas de
ensino e formaçäo face às necessidades do tecido empresarial, as escolhas vocacionais
e a capacidade de adaptaçäo à mudança, em contexto de rápidas alteraçöes na ordem
económica regional e internacional. Fenómenos tais como a deslocalizaçäo das empresas
e a precariedade do trabalho säo factores adicionais a ter em conta. O protocolo da rede
de projectos subscrito pela Escola Profissional Amar Terra Verde com todas as
instituiçöes e escolas de Ensino e Formaçäo do Alto Homem, pretende criar relaçöes de
confiança na divulgaçäo da oferta formativa e na articulaçäo da mesma permitindo e até
fomentando a escolha livre das opçöes vocacionais dos jovens nos diferentes
estabelecimentos de ensino.
A inserçäo profissional dos jovens que terminam os seus cursos profissionais representa
actualmente um dos maiores desafios que se coloca à sociedade em geral, à escola que
os forma e aos jovens em particular. De facto, a transiçäo para a vida activa dos jovens
formados que pretendem iniciar uma actividade profissional constitui um processo
complexo, muitas vezes longo e de natureza precária, especialmente em algumas áreas
profissionais. A inserçäo profissional dos jovens é, assim, hoje assumida como um
processo complexo que, para além de se prolongar por periodos demasiados longos e
näo dar garantia de estabilidade profissional, está associada näo só a aspectos de
natureza contextual e externa aos jovens, como sejam o sector económico e a regiäo
geográfica em que se processa, mas também a questöes de ordem pessoal, como sejam
as relaçöes afectivas que mantém e as caracteristicas individuais que transportam. Com
efeito, a duraçäo e natureza do periodo de inserçäo profissional nos finais do século XX
e, fundamentalmente, nos principios deste século, tem gerado um conjunto de problemas
às novas geraçöes das sociedades ocidentais de hoje cujos contornos e efeitos näo säo
ainda bem conhecidos e que, por esse facto, urge estudar, analisar e compreender tendo
em vista resolver, ou pelo menos minimizar, relativamente às geraçöes de amanhä. Neste
contexto os inúmeros protocolos que a EPATV tem com as empresas, devem ser mais
activos no sentido de trazer a empresa à Escola e desenvolver diagnósticos de
necessidade de formaçäo, novos curriculos e actividades conjuntas.
Vivemos numa sociedade fortemente caracterizada pela incerteza, instabilidade e
mudança, fruto de profundas modificaçöes sociais e económicas a que näo säo alheias a
evoluçäo rápida da ciência e da tecnologia. A Escola Profissional Amar Terra Verde,
trabalha para dotar os seus alunos com competências/chave que os tornem aptos a
encarar com confiança a vida e a actividade profissional.

Dr. Joäo Luis Matos Nogueira
Director Geral da EPATV
ter ensino profissional 3
ter ensino profissional 4
Manuel de Oliveira Duarte,
Professor Catedrático da
Universidade de Aveiro
Coordenador da Agenda para a
Empregabilidade da CCDRN
destaque
Ter empregabiIidade:
de que é que estamos a faIar?
Este artigo aborda o conceito de Empregabilidade procurando
sublinhar as responsabilidades que cabem à escola e à
sociedade em geral, tendo em vista assegurar que jovens e
activos adquiram e mantenham ao longo da vida este atributo
essencial.
Acerca do Conceito de EmpregabiIidade
O conceito de empregabilidade tem sido amplamente tratado na
1
literatura e diversas propostas foram feitas no sentido da sua
definição. No contexto deste artigo o conceito de
empregabilidade será entendido como a capacidade de um
indivíduo obter, manter, readquirir ou criar o seu proprio
2
emprego .
Sendo algo que fundamentalmente diz respeito ao indivíduo, a
empregabilidade é fortemente influenciada e condicionada por
diversos factores que lhe são externos, nomeadamente pelos
sistemas de ensino e formação e pelo mercado de trabalho.
Em termos de factores individuais destacam-se as habilitações
escolares e as qualificações profissionais bem como um
conjunto de competências de natureza transversal, como é
caso, das competências sociais, comportamentais e de
adaptação a novas situações.
No que se refere aos factores externos ao indivíduo merecem
especial destaque os seguintes:
Æ- Factores externos de envolvente próxima - esta dimensão
diz respeito, essencialmente, a circunstâncias tais como o
ambiente familiar, o meio social em que se insere e o acesso a
recursos - financeiros, culturais, infra-estruturais, etc.
Æ- Factores externos de envolvente alargada - esta dimensão
diz respeito a factores, como por exemplo, as tendências
económicas, as dinâmicas do mercado de trabalho e o seu
enquadramento regulamentar, as políticas de recrutamento, o
sistema de ensino e
formação e a adequabilidade das suas ofertas.
Naturalmente, não chega a um indivíduo ter os devidos
atributos de empregabilidade para conseguir um emprego: é
também fundamental que esse emprego exista!... Este é já um
papel da economia. No entanto, a existência numa região de
quadros qualificados e de um sistema de ensino e formação
dinâmico pode desempenhar um efeito extremamente
importante na fixação das empresas já existentes e na atracção
ter ensino profissional 5
EmpregabiIidade: Um Desafio CoIectivo
Do exposto é possível concluir que os desafios da
empregabilidade são complexos. Relacionam-se com as
competências que o indivíduo deve ter para exercer uma
profissão e, consequentemente, com o grau de
ajustamento das suas qualificações às necessidades e
oportunidades do mercado de trabalho. Por esta via
entrecruzam-se vários outros factores tais como, por
exemplo, a adequação das ofertas de ensino e formação
face às necessidades do tecido económico, as escolhas
vocacionais e a capacidade de adaptação à mudança em
contexto de rápidas alterações na ordem económica
regional e internacional. Fenómenos tais como a
deslocalização das empresas e a precariedade do
trabalho são factores adicionais a ter em conta
A figura seguinte ilustra as relações enunciadas,
realçando o papel central que o indivíduo ocupa neste
contexto.
Figura 1: O indivíduo como elemento central na problemática da
empregabilidade.
Desafios da EmpregabiIidade
Os traços distintivos da problemática da
empregabilidade permitem identificar os seguintes
grandes desafios:
· Fazer com que mais jovens decidam estudar e que os
que tomem essa decisão o façam cada vez mais em
direcção a formações qualificantes e com
oportunidades no mercado de trabalho;
· Fazer com que mais activos decidam actualizar os
seus saberes profissionais;
· Fazer com que haja menos insucesso e abandono
escolar;
· Fazer com que o sistema de ensino e formação se
aproxime mais do que são as reais necessidades do
mercado de trabalho e não das modas do momento ou
das oportunidades de financiamento.
Parcerias para a EmpregabiIidade
Os desafios acima enunciados requerem a mobilização
de um leque variado de actores:
Das Escolas:
- As Escolas têm que melhorar a qualidade daquilo que
ensinam.
- As Escolas têm que melhorar a qualidade do seu
corpo docente (que nalguns casos quase não existe,
recorrendo-se frequentemente a uma poole de
formadores sem nenhum projecto de continuidade e de
aperfeiçoamento.
- A orientação vocacional para Jovens deve ser
intensificada através de acções tais como as seguintes:
- Acções de informação e sensibilização sobre
actividades profissionais, com particular destaque para
as novas profissões de base tecnológica.
- Promoção do empreendedorismo
Das Empresas: em muitas circunstâncias falta a
cooperação entre as Escolas e as Empresas:
- De um modo geral, a Escola não vai às Empresas e
as Empresas não vão à Escola.
- As (poucas) acções de aproximação existentes têm
um carácter ad hoc e raramente são apoiadas por
mecanismos formais de concertação.
Existem notáveis excepções mas não chegam para
quebrar aquilo que tem sido a tendência dominante.
É necessário criar mecanismos e práticas de
articulação entre a oferta escolar e a procura pelo
mercado de Trabalho.
É necessário que as Empresas de valorizarem a
formação dos seus novos quadros e a actualização e
requalificação dos seus activos.
Das famílias:
- De um modo geral, a Escola tem dificuldade em
envolver as Famílias.
- .as Família têm dificuldade em se aproximar da
Escola.
1
Destacam-se vários autores e abordagens de organismos tais como a OÌT
(Organização Ìnternacional do Trabalho), a União Europeia (em particular através do
CEDEFOP - European Centre for the Development of Vocational Education and
Training), a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico)
e a ONU (Organização das Nações Unidas).

2
O conceito de empregabilidade é também utilizado, frequentemente, como um
atributo de um determinado curso ou formação, capaz de conferir ao seu detentor
condições de acesso ou permanência no mercado de trabalho.
Das Redes Locais e Acção Social Em suma:
As Redes Locais de Acção Social tê a capacidade de
A mensagem final deste artigo é curta e pode ser congregando um vasto leque de actores com grande
sintetizada da seguinte maneira: relevância para a problemática da Empregabilidade.
Os desafios da Empregabilidade são árduos, requerem Das Autarquias
- Às Autarquia cabe também um importante papel mobilização de um leque variado de actores e só
através da implementação de medidas de dinamização, podem ser ganhos se houver a capacidade de.
concertação, regulação e avaliação capazes de
- diagnosticar regularmente o ajustamento entre as
promover o ajustamento coerente entre as
ofertas do sistema de ensino e formação e as
necessidades e oportunidades do mercado, as ofertas
oportunidades dos mercados de trabalho;
formativas e as escolhas vocacionais.
- concertar e articular as acções de todos os
A prática regular de diagnósticos de necessidades de
intervenientes, fazendo com que os seus esforços
formação a nível territorial e sectorial tem aqui um
convirjam;
papel fundamental:
- antecipar situações de risco decorrentes de mutações
Particular ênfase deve ser dada aos perfis profissionais
tecnológicas, organizacionais ou económicas com
associados aos empregos que pela sua importância
impacto significativo no emprego regional,
para alguns sectores vitais da região assumem uma
nomeadamente ao nível dos empregos sensíveis e.
natureza crítica é à identificação atempada de
- .alertar jovens e activos acerca das suas possíveis
situações de risco decorrentes de mutações
consequências;
tecnológicas, organizacionais ou económicas com
- combater a barreira do preconceito social ainda hoje
impacto significativo no emprego regional,
largamente difundido em relação ao ensino técnico e
nomeadamente ao nível dos empregos sensíveis cuja
profissionalizante;
continuidade pode estar em risco.
- Perseverar !...
- Os Conselhos Municipais de Educação podem (e
devem.) desempenhar um papel instrumental em todo
Os desafios da Empregabilidade não se vencem
este processo.
vencem com um sprint de 100 metros! São uma longa
O estímulo à maior vinculação das ofertas formativas
maratona!..
às necessidades e oportunidades do mercado de
trabalho, o apoio à transição para a vida activa e à
integração crescente dos jovens em ambientes de
formação em contexto de trabalho são algumas das
acções onde estes órgãos podem fazer sentir a sua
influência.
ter ensino profissional 6
ter ensino profissional 7
José Pedro Varques
Jorra||sla da RTP
opinião
Diz-me quanto dinheiro tens,
dir-te-ei quem és!
0uero parl|||ar ura |rqu|elaçao que |á vár|os d|as re ura vez ra|s se equac|ora a pr|val|zaçao da TAP ou da
desperlou o persarerlo. Porque será que os E.u.A RTP, ras aguarda-se aperas que a corjurlura ecorór|ca
seguer agora ura ||r|a ra|s soc|a| e a ur|ao Europe|a ur seja ra|s lavoráve| a a||eraçao.
ruro cada vez ra|s ||oera| da ecoror|a de rercado?
0 'povo¨ parece d|slraido cor o 'óp|o¨ c|arado luleoo|, ro
0s papé|s parecer |rverl|dos, já que alé |á oer pouco aro er que o 8erl|ca serv|u coro 'sedal|vo¨ para ru|los
lerpo a lerdèrc|a era corlrár|a. A grarde cr|se l|rarce|ra e porlugueses que agora, er vez de orderado, esperar o
a e|e|çao de 8arac| 0oara derar ura rac|adada lorle ro suosid|o ao l|r do rès.
persarerlo, alé ai arp|arerle ra|or|lár|o dos
arer|caros, de que o rercado regu|a ludo.
A esla ||r|a acrescerlava-se a|rda a |de|a de que quarlo
reros Eslado re||or. 0u seja, do oulro |ado do Al|àrl|co,
as c|asses soc|a|s rao l|r|ar oulra lorra de ajuslarerlo
se rao a do d|r|e|ro. A|guras vezes lu| d|sso leslerur|a
er |oca|s puo||cos e ras corversas d|las de calé erlre
arer|caros que se r|sluravar |rdeperderlererle da
prol|ssao, raça ou lerdèrc|a sexua|.
ura soc|edade |dea|? Ner por |sso. Ju|go que esse
serl|rerlo perrarece de ura ||pócr|la derocrac|a, orde
lodos sao |gua|s, cor ura ur|ca cord|çao: ler d|r|e|ro.
Nos oa|rros 'c||ques¨ dos arredores de NYC ou was||rglor
v|ver |ado a |ado o réd|co e o corslrulor c|v||, o po|il|co e o
corerc|arle. Todos 'reder lorças¨ cor os rerd|rerlos
arua|s corlados er dó|ares.
8arac| 0oara queorou cor esse ||oera||sro cego e
|rlroduz|u ur rovo laclor: a so||dar|edade. 0 s|slera
rac|ora| de saude puo||ca que o ra|or pais do rurdo eslá a
cr|ar, para que lodos os c|dadaos ler|ar acesso, gerou a
revo|la de vár|os seclores da soc|edade. lá rar|leslaçoes
de rua orde se acusa o pres|derle de rarx|sro e a
popu|ar|dade de 0oara eslá |orge de palarares já
al|rg|dos.
Por cá, er Porluga| e ra Europa |á s|ra|s corlrad|lór|os e
preocuparles. A so||dar|edade |rsl|luc|ora| da ur|ao esla
lec|ada ro arrár|o. Perarle a derrapager da 0réc|a, lodos
os paises assoo|ar para o ar e |arerlar o que eslá a
acorlecer. Esla lraclura roslra que a Europa jara|s será
ou lerá cord|çoes para ser ura lederaçao. Ao corlrár|o dos
E.u.A. o passado ||slór|co cr|ou descorl|arças, |derl|dades
e cu|luras ru|lo d|lererles.
Por cá perceoeros que o d|r|e|ro parece ludo corprar e
ex|sle o serl|rerlo gera| de que a (|r)jusl|ça é só para os
poores. Per|goso car|r|o esle. 0s do|s ra|ores parl|dos
po|il|cos, ra|s ou reros exp||c|larerle, delerder por
exerp|o, o ra|or peso dos pr|vados ro seclor da saude. As
pr|val|zaçoes de erpresas puo||cas parecer já rao
deperder do laclor ' |rleresse eslralég|co ' para o pais er
seclores cors|derados v|la|s.
ter ensino profissional 8
Joao Pau|o v|e|lo
0oulorado er C|èrc|as
Erpresar|a|s, Espec|a||zaçao er
F|rarças,
0|reclor
Esco|a 3uper|or de C|èrc|as
Erpresar|a|s
lrsl|lulo Po||lécr|co de
v|ara do casle|o
opinião
'A prosper|dade ecorór|ca de ura soc|edade rao deperde do lodos esles sécu|os |oje soro ur povo ra|or|lar|arerle
or|||arle que sao ur pequero rurero de pessoas, ras s|r da sua
avesso ao r|sco, e rao properso ao r|sco coro loros ro
capac|dade de produz|r er grarde esca|a pessoas corpelerles
passado.
er lodas as áreas da v|da¨
A aversao ao r|sco é rolór|a laroér ao rive| do ers|ro
(Keyres, 1911, d|scurso ra Vars|a|| 3oc|ely)
super|or, prol|ss|ora| e securdár|o, quardo ara||saros a
laxa de |rp|ererlaçao de ru|los dos projeclos |rovadores
No d|a 10 de Va|o do correrle aro, a Cor|ssao de Assurlos
que esles a|uros deservo|ver, cor ru|lo erper|o e
Ecorór|cos, lrovaçao e Ererg|a, da Assero|e|a da
ded|caçao, ao |orgo dos seus percursos de lorraçao. F|rda
Repuo| | ca, de l or ra | réd| l a, corvocou as
a lorraçao, a gerera||dade desles d|scerles aoardora
orgar|zaçoes/|rsl|lu|çoes ra|s re|evarles do pais para
esses corce|los de regóc|o - ru|los de|es cor lorle
lerlar perceoer coro se pode |rcrererlar a lraca
prooao|||dades de sucesso - para procurar ur 'erpregos
produl|v|dade e corpel|l|v|dade das pequeras e réd|as
esláve|¨, se é que esse corce|lo a|rda ex|slel
erpresas rac|ora|s.
Todo s|slera de apo|o, e |rcerl|vo, a esles jovers
No corlexlo de cr|se aclua| er que v|veros, esla é ura das
|rovadores, ra qua| se |rc|uer os 8arcos, 3oc|edades de
lerál|cas ra|s perl|rerles, já que a gerera||dade do rosso
cap|la| de R|sco, erlre ru|las oulras erl|dades, ercorlra-se
lec|do erpresar|a| é corsl|luido por PVEs. A queslao
lola|rerle desajuslado da rea||dade, |evardo a que ru|los
pr|rc|pa| er ará||se lo|: eslaros cord|c|orados a ser pouco
desses jovers, polerc|a|s erpresár|os de sucesso,
corpel|l|vos? 0e laclo, desde o cras| do Nasdaq er 2000,
aoardorer o que de ra|s |rporlarle o pais dever|a
que a ecoror|a Porluguesa rurca ra|s recuperou de
acar|r|ar rur corlexlo de cr|se - o espir|lo erpreerdedor.
lorra suoslarc|a|.
Verarerle a lilu|o de exerp|o, ras reduz|das s|luaçoes er
Esle espaço de deoale prelerd|a auscu|lar ur corjurlo de
que as |rsl|lu|çoes l|rarce|ras apo|ar esles jovers para
grardes |rd|v|dua||dades ro serl|do de se perceoer qua| a
|rp|ererlar os desejados projeclos ex|ger, gera|rerle
razao de lurdo para o pais corl|ruar a apreserlar oa|xas
ur vaslo |eque de gararl|as rea|s. Coro é possive| so||c|lar
perlorrarces.
a quer rer |r|c|ou a v|da acl|va, que ooler|a a|go que seja
||polecáve| para dar coro gararl|a ao l|rarc|arerlo que
so||c|la? 0ov|arerle que a ra|or|a dos a|uros l|ra||slas
rao ler, ra sua gerera||dade, oers ||polecáve|s. 3e ass|r
é, so||c|lar apo|o a oarca para se |r|c|ar ur projeclo de v|da
lorra-se quase ur processo |rrea||sla. Por oulro |ado, as
soc|edades de cap|la| de r|sco, cujo oojeclo soc|a| da sua
cr|açao é prec|sarerle apo|arer esle gérero de projeclos,
sao lao se|ecl|vas ra sua ará||se que quase só apo|ar
corce|los de regóc|o pral|carerle ser r|sco, exc|u|rdo-se,
|ogo a parl|da, ura vasl|dao de possive|s card|dalos. Coro
lac||rerle se pode percepc|orar, o rurero de projeclos
apo|ado por eslas |rsl|lu|çoes é laroér e|e ru|lo reduz|do,
lace as recess|dades rea|s do pais.
Acrescerle-se, a|rda, a lodo esle corlexlo a |rlorraçao de
que, por exerp|o, er paises coro os EuA, os delerlores
de regóc|os que la||ar sao |rd|viduos rorra|rerle
respe|lados e acar|r|ados pe|a soc|edade. E-||es
recor|ec|do o rér|lo do eslorço deservo|v|do ro serl|do de
cr|arer r|queza para o pais. Esse aco|||rerlo pos|l|vo |eva
a que, ru|los de|es, lerler ro luluro, apesar do |rsucesso
passado, |rp|ererlar oulros corce|los de regóc|o, alé
a|carçarer o desejado e rerec|do sucesso. Er Porluga| a
s|luaçao é ru|lo d|lererle. A cu|lura do '|rsucesso¨
preva|ece soore a cu|lura do 'sucesso¨. 0uer la||a a rive|
erpresar|a|, acaoa por ser rolu|ado pe|a soc|edade

ervo|verle coro lerdo corel|do pral|carerle ur cr|re.
0uase lodas as orgar|zaçoes/|rsl|lu|çoes preserles lorar
3ao recessár|os |orgos aros para que essa resra
uràr|res er descrever que ru|la da s|luaçao aclua| deve-
soc|edade ervo|verle corece, de lorra gradua|, corece a
se ao lraco espir|lo erpreerdedor da popu|açao acl|va
esquecer o |rsucesso passado desse c|dadao.
rac|ora|. Coro se pode exp||car esle lerórero, ura vez
A lodos esles laclores acresce a|rda o laclo de a
que |á vár|os sécu|os alrás loros dos povos ra|s
gerera||dade da corur|caçao soc|a| rac|ora|, desde |á
averlure|ros e |rovadores a rive| rurd|a|, ||derardo
vár|os aros, soorev|ver sucess|varerle da d|vu|gaçao de
resro parle do corérc|o rurd|a|? 3ao |rureras as
|rsucessos erpresar|a|s, deserprego, cr|re e desporlo.
razoes que poderos aporlar. A verdade é que, passados
Coro se pode |rcerl|var os jovers, e adu|los, a
"Estamos condicionados a ser
pouco competitivos?"
|rp|ererlarer projeclos |rovadores rur corlexlo eslao |rp|ererladas erpresár|os d|sporive|s para,
ervo|verle desle gérero? A larela, la| coro já perceoerar everlua|rerle, |rvesl|rer 10.000 a 15.000 euros resle
é ru|lo árdual gérero de projeclos, ru|los de|es de carácler lecro|óg|co?
Torra-se recessár|o, do reu porlo de v|sla, elecluar ura
'pequera revo|uçao¨ ra lorra de ag|rer para que a
desejada produl|v|dade e corpel|l|v|dade rac|ora| sejar
l|ra|rerle a|carçadas. Coro rao re parece que as
|rsl|lu|çoes l|rarce|ras vao a|lerar, a curlo prazo, a sua
l||osol|a de corcessao de créd|lo, so||c|lardo a esles
erpreerdedores reros gararl|as rea|s, ura possive|
so|uçao será, cada |rsl|lu|çao de ers|ro procurar, ra sua
zora de |rl|uèrc|a, ura oo|sa de erpresár|os, cor
razoáve| capac|dade l|rarce|ra, que prelerda ap||car ura
reduz|da parle do seu cap|la| ra |rp|ererlaçao de ur
projeclo |rovador deservo|v|do por ur, ou ra|s a|uros da
|rsl|lu|çao. As varlagers ser|ar s|gr|l|cal|vas para aroas
as parles. 3e ass|r rao lor, perdereros grarde parle do
espir|lo erpreerdedor dos rossos jovers e acaoareros,
la| coro ra u|l|ra geraçao, por corl|ruar a lorrar pessoas
para lraoa||ar er orgar|sros de carácler puo||co que,
apesar de pral|carer rerureraçoes ru|las vezes
|rler|ores as do seclor erpresar|a|, acaoar por ser
desejadas por ru|los jovers porque ||es eslá a|rda
assoc|ada a|rda a|gura eslao|||dade ro poslo de lraoa||o.
3e a oarca e as erpresas de cap|la| de r|sco rao
|rcerl|var, de lorra dev|da, os rossos jovers a arr|scarer
cr|ar rovos regóc|os, a|guér ler de o lazer, soo pera do
Cerlarerle que s|rl 0 proo|era res|de aperas ro laclo de
pais corl|ruar por ra|s 10 a 20 aros cor os rive|s de oa|xa
que, ra gerera||dade dos casos, rurca ||es roslraros a
produl|v|dade que aclua|rerle possu|.
qua||dade dos projeclos deservo|v|dos pe|os rossos
a|urosl Coro quereros que e|es parl|c|per raqu||o que
rao cor|ecer? E, ac|ra de ludo, ura la||a ra lrarsr|ssao
da |rlorraçao para a soc|edade ervo|verle.
Para que ex|sla aurerlo da corpel|l|v|dade e
produl|v|dade ro pais é recessár|o aurerlar a d|vu|gaçao
dos casos de sucesso er delr|rerlo de casos de |rsucesso
ra corur|caçao soc|a|. 3e corl|ruarerle a corur|caçao
soc|a| corl|ruar a evad|r as rossas casas de casos de
|rsucesso, coro la|èrc|as, elc, rao se pode esperar que o
espir|lo erpreerdedor dos jovers |rcrererle. 0esla
lorra, eslaros a lorerlar ra rossa popu|açao ura reror
propersao para o r|sco, que reduz|ra a|rda ra|s o pouco
espir|lo erpreerdedor rac|ora|.
Er lerros de corc|usao, delerdo que o erpreerdor|sro
dev|a ser ercarado coro ura pr|or|dade rac|ora| para que
o pais possa v|r a a|carçar, ro luluro, graus de
produl|v|dade e corpel|l|v|dade e|evados. No erlarlo, rao
se cr|ar erpreerdedores do d|a para ro|lel Esle é ur
processo |erlo. 3er rarger de duv|da que a adopçao de
ura lorraçao lrarsversa| resla área a lodos os rive|s de
lorraçao - desde a esco|a pr|rár|a alé ao ers|ro super|or -
ru|lo corlr|ou|r|a para ace|erar lodo esle processo.
0 sucesso pode res|d|r ra corsl|lu|çao de ura oo|sa de
erpresár|os |oca|s de sucesso, ou |rd|viduos cor a|gur
cap|la|, para que er parcer|a cor os a|uros das |rsl|lu|çoes
de ers|ro - sejar e|es de ers|ro super|or ou securdár|o -,
lerler |rp|ererlar projeclos que cors|derar |rovadores.
Nao ex|sl|rá er cada reg|ao orde eslas ur|dades de ers|ro
6mpreendedorIsmo

e
Inovaçao
ter ensino profissional 9
ter ensino profissional 10
escola saúde
HPV - PapiIoma Vírus Humano
0ao|rele de 3aude Esco|ar do
Cerlro de 3aude de v||a verde
8ab|as que ex|ste uma vac|na contra o hPV? Eslas vac|ras sao corsl|luidas por parlicu|as sere||arles
a virus, rao |rlecc|osas, que se desl|rar a preverçao das
0 pap||ora virus |uraro (lPv) é ur virus que se
|rlecçoes por lPv. Ass|r, as vac|ras corlra o lPv sao
lrarsr|le sexua|rerle, causardo |rureras |rlecçoes er
larlo ra|s el|cazes quarlo reror a prooao|||dade de a
pessoas de lodo o rurdo. 0 rosso pais rao é excepçao,
ru||er eslar |rleclada, deverdo ser adr|r|slrada
serdo d|agrosl|cados arua|rerle cerca de 1000 rovos
prelererc|a|rerle arles do |ric|o da v|da sexua|.
casos de carcro do co|o do ulero. As ru||eres que já sao sexua|rerle acl|vas, ou que já
l|verar ura |rlecçao por lPv laroér poder ser
vac|radas, e eroora a vac|ra rao cure ura |rlecçao já
ex|slerle, é el|caz para prever|r rovas |rlecçoes.
E prec|so fazer o Papan|co|au?
Cerca de 25 a 30º dos carcros do co|o do ulero rao sao
prever|dos pe|a vac|raçao, ou seja, rer|ura deslas
vac|ras corlere prolecçao corlra lodos os l|pos de lPv.
Ass|r, o lesle c|lo|óg|co de rol|ra (Papar|co|au) corsl|lu|
ur rélodo de raslre|o lurdarerla| para |derl|l|car as
a|leraçoes das cé|u|as do co|o que caso rao sejar lraladas
precocererle poder evo|u|r para |esoes ra|s graves e,
ur esludo rea||zado recerlererle er Porluga| ve|o everlua|rerle, para o carcro.
derorslrar que ura er cada c|rco ru||eres porluguesas
já lo| |rleclada por esle virus, serdo ra|or a |rlecçao er
ru||eres cor ra|s do que ur parce|ro sexua|. Esle esludo,
laroér perr|l|u ver|l|car que as ru||eres cor |dades
corpreerd|das erlre os 20 e os 21 aros sao as ra|s
alecladas.
A ra|or|a deslas |rlecçoes rao se serler e poder
desaparecer esporlarearerle. Corludo, a|gurs l|pos de
lPv poder provocar verrugas ger|la|s ou 'cravos¨ e oulros
poder |evar ao deservo|v|rerlo de carcro do co|o do
ulero, da vag|ra, da vu|va, do pér|s ou do àrus.
As |rlecçoes por lPv sao ra|s corurs er ado|escerles e Para a|ér da vac|raçao, ex|sler oulras red|das
adu|los jovers, serdo ra|s lrequerles ros |rd|viduos cor preverl|vas que dever ser co|ocadas er prál|ca para
ru|l|p|os parce|ros sexua|s ao |orgo da v|da. prever|r a lrarsr|ssao desla e de oulras doerças
Aclua|rerle ex|sler duas vac|ras corlra a|gurs l|pos de
sexua|rerle lrarsr|ssive|s. 0s corporlarerlos de r|sco
lPv, resporsáve|s por cerca de Z0º dos casos de carcro
dever ser ev|lados, serdo lurdarerla| o uso de
do co|o do ulero.
preserval|vo, e o cor|ec|rerlo soore os corporlarerlos
prév|os do parce|ro, pr|rc|pa|rerle se esle leve ru|l|p|os
parce|ros arler|ores.
A vac|ra |rc|uida ro P|aro Nac|ora| de vac|raçao é gralu|la
para lodas as jovers ro aro er que lazer 13 aros, serdo
Vari||a Cosla vac|radas laroér as jovers que corp|elarer 1Z aros. 0
(Erlerre|ra)
esquera vac|ra| recorerdado cors|sle ra adr|r|slraçao
de lrès doses por v|a |rlraruscu|ar, segurdo o esquera: 0,
Forle: 0|recçao-0era| da 3aude
2 e ê reses.
ter ensino profissional 11
ambiente
Pedro Vac|ado
L|cerc|ado er 0eslao de
Erpresas,
0|reclor 0era| Execul|vo da
8rava|,
v|ce-Pres|derle da AlV|r|o
A 8rava| corleslou, desde a 1³ |ora, a |rlerçao do corcorrèrc|a a s|luaçao que a prelersao da lule|a dar|a
V|r|slér|o do Aro|erle de carce|ar a aulor|zaçao dos or|ger.
E de exlrera |rporlàrc|a, ro que corcerre ao lralarerlo 3|sleras Vu|l|rur|c|pa|s de receoerer Residuos
de residuos, que |aja ura corsc|èrc|a de saude puo||ca e lrduslr|a|s Nao Per|gosos - RlNP, ros seus alerros
rao de cr|açao de r|queza. Esperaros que se cr|e ura ||vre sar|lár|os.
Er pr|re|ro |ugar, recorde-se que a la|la de a|lerral|vas corcorrèrc|a, ro seclor dos residuos, para que o c||erle
adequadas para a geslao e lralarerlo de RlNP lo| ur sér|o possa esco||er orde quer depos|lar os seus residuos, quer
proo|era que o Eslado Porluguès leve er raos e que, seja pe|as lar|las, quer pe|a preslaçao de ur serv|ço de
durarle ra|s de ura década (de 1998 a 2009), serpre lo| qua||dade e el|c|erle. Nurca se v|u e oxa|á rurca c|egue a
reso|v|do pe|os s|sleras ru|l|/|rlerrur|c|pa|s. ocorrer que, quardo se aore ur |osp|la| ou ur co|ég|o
Na prál|ca, cor esla red|da, a lule|a oor|ga os erpresár|os pr|vado, se lec|e ur |osp|la| ou esco|a puo||ca.
(roreadarerle |rduslr|as) a des|ocarer-se por Para curu|o, a 8rava| desde 2008 |r|c|ou o processo de
d|slàrc|as, ra ra|or parle dos casos, ru|lo ra|ores (lerdo ||cerc|arerlo de ur rovo a|véo|o para o alerro sar|lár|o,
er corla que a olerla de alerro exc|us|vos para residuos jurlo da APA (Agèrc|a Porluguesa de Aro|erle) e ao qua|
|rduslr|a|s oara|s é ru|lo |rler|or aos alerros para R3u dos a|rda rao ooleve resposla. Eslrar|aros o |rpasse, e o
3|sleras ru|l|/|rlerrur|c|pa|s), para depos|larer os seus espaço e d|r|e|ros puo||cos desperd|çados.
residuos er alerros que pral|car lar|las oaslarle
s u p e r | o r e s a s p r a l | c a d a s p e | o s s | s l e ra s
ru|l|/|rlerrur|c|pa|s. Nole-se que a d|slàrc|a erlre o alerro
ger|do pe|a 8RAvAL e o rovo alerro pr|vado de RlNP é de
51,ê qu||órelros.
Esla s|luaçao, já de s| grave, al|rge corlorros a|rda ra|s
preocuparles ura vez que os ruric|pes e as erpresas
pr|vadas u|lrapassar ura cr|se ecorór|ca ser
precederles e cujo l|r rao se v|s|urora, pe|o que,
pr|rc|pa|rerle ro periodo aclua|, oor|gar eslas erl|dades a
ra|s ur ercargo será, ras ra|or|a dos casos, ura
serlerça que d|lará o l|r de d|versas erpresas e o
aurerlo dos já e|evados rive|s de deserprego. Esla
s|luaçao é lac||rerle jusl|l|cáve| corparardo as lar|las
pral|cadas pe|as d|lererles erl|dades: a 8RAvAL coora
ura lar|la de 33 Euros por lore|ada de residuos ser
polerc|a| de va|or|zaçao (e receoe gralu|larerle qua|quer
residuo rec|c|áve|) e os alerros pr|vados da reg|ao pral|car
lar|las que var|ar erlre 18 e ê0 Euros por lore|ada da
gerera||dade dos residuos recepc|orados, serdo e|es
va|or|záve|s ou rao.
Por oulro |ado, e pe|a exper|èrc|a acuru|ada er ra|s de
ura dezera de aros ra geslao de residuos podereros
al|rrar que esla s|luaçao cr|ará as cord|çoes |dea|s para o
regresso, er rassa, do aoardoro aulor|dades ura rova
queslao de saude puo||ca e a recess|dade de rea||zar ur
L|rpar Porluga| arua|.
Corlrar|arerle ao que é a|egado pe|os orgar|sros cor
resporsao|||dades ro seclor (delesa da ||vre corcorrèrc|a e
do ||vre acesso ao rercado), parece-ros a rós que s|luaçao
que a lule|a cr|ar|a cor esla red|da é, e|a s|r, ler|da de
||ega||dade, ura vez que lavorece, rao a reso|uçao de ura
queslao aro|erla| ras o err|quec|rerlo de erl|dades
pr|vadas cor quesloes de saude puo||ca, cr|ardo ura
s|luaçao de roropó||o. Na prál|ca, a lule|a oor|gar|a
erpresas a corlralua||zarer serv|ços cor erl|dades que
pral|car lar|las ru|lo ra|s a|las e |rped|r|a (ou pe|o reros
d|l|cu|lar|a), adr|r|slral|varerle, que os 3|sleras
ru|l|/|rlerrur|c|pa|s acluer resse rercado, ||r|lardo
dessa lorra a ||vre esco||a dos produlores de residuos.
Ass|r, parece-ros ||ega| e alerlalór|a das regras da ||vre
Resíduos Industriais Não Perigosos
RINP
ter ensino profissional 12
Jorge Lage
Assessor do V|r|slér|o da
Educaçao,
Escr|lor e |rvesl|gador,
Coorderador d|slr|la| de
8raga do PR03EPE/c|uoes
da l|oresla.
A F|oresla é o corjurlo das árvores e arouslos, oer coro No sécu|o XlX é |rcrererlado o cu|l|vo a esca|a g|ooa|,
loda a o|od|vers|dade que ercerra, que a caracler|za e serdo |oje o 8ras|| e os Eslados ur|dos da Arér|ca
del|re. Arda por ai ru|la gerle a la|ar de F|oresla, para se (Ca||lórr|a e F|or|da) os do|s ra|ores exporladores de
reler|r a rorocu|luras, de p|r|e|ros oravos ou euca||plos, |ararja.
Er a|guras cu|luras as |ararjas lorar cor|ec|das por que rao sao oer o resro que l|oresla. Por exerp|o,
«raças do paraiso» e a |ararje|ra era p|rlada coro a segurdo o rosso ra|or d|c|orar|sla do sécu|o XX, José
«árvore da C|èrc|a». Pedro Vac|ado, ro 0rarde 0|c|orár|o da Lirgua
0erlro das |ararje|ras ex|sler d|versas var|edades, desde
Porluguesa, l|oresla é ura «assoc|açao ra|s ou reros
as que dao |ararjas ra|s arargas ou azedas, alé as ra|s
exlersa de p|arlas da espéc|e aroórea, se|va, oosque, rala
doces. Er Porluga| é popu|arrerle cor|ec|da pe|o rore
que aorarge grarde exlersao de lerrero. Corjurlo das
da reg|ao ou |oca||dade que a produz: |ararja dos Arcos de
árvores de ur oosque.»
va|devez, de Arares, do 0ouro (oac|a ||drográl|ca), de Poderos puxar a |ararje|ra, e as suas lar|||ares,
3eluoa|, do va|e do Tejo e do A|garve. larger|re|ra, làrgera, lorarje|ra, ||re|ra, pore|e|ra e
A rassa orarca e seca que ler a segu|r a casca, e arles
||roe|ro, para o lera F|oresla. Eroora, resle arl|go só
dos goros, ajuda a queorar o saoor ác|do, serdo, segurdo
|reros la|ar da |ararje|ra e esla apareça ra|s er porares.
a lrad|çao popu|ar, oerél|ca ao coraçao.
Fazè-ro-|o por a |ararje|ra ocupar ur |ugar pr|v||eg|ado er
0 rulr|erle ra|s cor|ec|do da |ararja (C. x s|rers|s) é a
Terras de Erlre-lorer-e-Cávado e ro orasao do
v|lar|ra C, por cada 100 graras de |ararja |á 18 rg desla
Vur|cip|o de Arares.
v|lar|ra e, laroér, da A, 81, 82 e 83 e ê5 Kca|, 15 rg de
A |ararje|ra de |ararjas doces perlerce a lari||a das
cá|c|o, 3ê rg de poláss|o, 21 rg de lósloro, 13 rg de sód|o,
Rulaceae, ao gérero C|lrus e a espéc|e C|lrus x s|rers|s. A
11 rg de erxolre, 8 rg de ragrés|o e oulros er reror
|ararje|ra, lao cara a Arares, é ura árvore |ior|da,
proporçao.
resu|larle do cruzarerlo arl|quiss|ro da lorarja (pore|a)
Na gaslroror|a a |ararja erlra er rece|las de pralos, ros
cor a larger|re|ra.
doces, ras corpolas e ||cores.
A or|ger da |ararje|ra s|lua-se erlre a lrd|a e o sudesle dos
Na Recorqu|sla de Porluga| aos rouros, esles ao serer
l|ra|a|as orde se ercorlrar, a|rda, a|guras espéc|es
expu|sos de 3||ves |arerlavar-se, pe|a voz dos seus
se|vagers.
poelas, de perder os |ararja|s de 3||ves.
Forar os porlugueses que lrouxerar a |ararja doce da
ura |erda la|a-ros do r||agre er que a Ra|r|a 3arla
C||ra ro sécu|o Xvl, espa||ardo-as pe|a Alr|ca e Arér|ca,
lsaoe| de ura sererle de |ararja ararga rasceu ura que
e é por |sso que, er a|gurs paises da Europa a assoc|ar a
dava |ararjas doces.
Porluga|, c|arardo-||e, por exerp|o, os gregos
0ulra d|z que o ravegador, vasco da 0ara, lrouxe ura ra|z
'porlo|a||¨, os lurco 'porlu|a|¨ e er a|gurs d|a|eclos
de |ararje|ra da C||ra para Porluga|, espa||ardo-se de ura
|la||aros 'porloga||o¨. Arles desla dala só era cor|ec|da ra
ur|ca espéc|e para oulros paises europeus.
Europa a var|edade de |ararja ararga ou azeda,
A|rda, oulra |erda, ra|s açoreara, la|a da Rapar|ga das
poss|ve|rerle |rlroduz|da pe|os Cruzados da Terra 3arla.
Lararjas que v|v|a ro sor|o de ercorlrar o seu Prirc|pe
ercarlado e ra sua ousca ac|ou ura |ararja cooerla de
ouro, que a lez procurar o |ararja| rág|co e passar a
acred|lar ra v|da e ro aror.
0urarle os 0escoor|rerlos Varil|ros as guarr|çoes das
rossas carave|as e raus passavar ru|lo lerpo ser se
a||rerlar cor produlos lrescos, corlra|rdo o escoroulo
dev|do a carèrc|a da v|lar|ra C de que a |ararja e al|rs sao
r|cas.
Er 1801, rercè da a||arça erlre Frarceses e Espar|ó|s,
que |rvader Porluga|, lorardo 0||verça e Jerurer|a, e
ao erlrar er E|vas o gerera| espar|o| 0odoy apar|ou
|ararjas e rardou-as a ra|r|a Var|a Luisa cor a rolic|a da
v|lór|a. A parl|r desse aclo passou a c|arar-se ao corl||lo, a
0uerra das Lararjas.
A |ararja arles de c|egar ro corsur|dor c|ega a derorar
ra|s de 15 d|as, passardo por càraras lr|goril|cas, pe|a
suor|ssao a lralarerlos para ser ra|s alraerle ao
corsur|dor, prejud|cardo a qua||dade a||rerlar. ur ou
oulro produlor lerla, pe|a verda d|recla, lazer c|egar a
|ararja a|garv|a ao corsur|dor er reros de 18 |oras,
depo|s de co|||da, suolra|rdo-a ao corlro|o de
arrazer|slas e |rlerred|ár|os. Por |sso, ro lerpo da
|ararja, o corsuro a da de Arares, é ra|s lresca e
saudáve| e a sua pegada eco|óg|ca reror que a a|garv|a e
escola floresta
A Laranjeira
ru|lo reror que a espar|o|a. 0a resra aulora é parle da reco||a dos provéro|os ou d|los
A |ararje|ra é siroo|o do ro|vado e da v|rg|rdade. A ro|va, a segu|r.
quardo suo|a ao a|lar, só pod|a |evar ur raro de l|or de
Eslar a pao e |ararjas. - Passar lore ou jejuar. |ararje|ra se losse v|rger. Por |sso a carga s|roó||ca do
A |ararja de rar|a é ouro, a larde prala e á ro|le rala.
aror que ercerra é grarde e suo||re.
Cor l|or de |ararja ludo se arrarja. - 3erve para aleslar ou
A Prolessora Varue|a Raros, ro ||vro «F|oresla de
||ud|r a v|rg|rdade ler|r|ra e para orrarerlar.
Provéro|os», oer coro ro seu o|ogue «d|as cor árvores»,
0uer core |ararjas er Jare|ro dá que lazer ao cove|ro.
ler |rleressarle reco||a de quadras popu|ares e que
0a |ararja e da ru||er o que e|a der.
aoa|xo de|xaros a|guras.
Lararja arles do Nala| ||vra do calarra|.
Pe|o Nala| o|co de parda| va| ao |ararja|.
Pe|o 3. 3eoasl|ao, |ararja ra rao.
Lararje|ra doce é a que apar|a varada.
0a |ararja o que qu|seres, da ||ra o que puderes, do ||rao
o que l|veres.
D men|na oas |aran¡as,
vooe que oa e que rem?
A |ararje|ra é árvore dos espaços puo||cos, |averdo, por
vooe esra ráo oorao|nna,
exerp|o, a|guras ro |argo da 3er|ora-a-8rarca, er
vooe or|noou oom a|guem?
8raga e a Praça da Repuo||ca, er v||a v|çosa ler ur
|ararja| de |ararjas doces, ras r|rguér loca re|as e o
/ |aran¡a oe maoura
Vur|cip|o apar|a-as e erlrega-as a |rsl|lu|çoes de
0aiu no ranque oa neve;
so||dar|edade soc|a|. 3|rlo ur prazer parad|siaco quardo
Va|s va|e a so|re|ra rr|sre,
v|s|lo v||a v|çosa e |rurdo a a|ra de lao c|e|roso perlure.
0o que a oasaoa a|egre. 0e|xo o desal|o ao rur|cip|o de Arares para que a
|ararje|ra, que eslá ro seu oe|o orasao, passe a ser
Ven|na oas |aran¡|nnas p|arlada e cresça ros espaços puo||cos. A |ararje|ra pode
ser ura ra|s va||a para a v||a, alra|rdo ra|s v|s|larles e 0uanras oa por um v|nrem
lur|slas, cor Arares ra|s verde e perlurada.
0ou uma a quem me oa ouas
0ou rres a quem me quer oem.
Tenno oenrro oo meu pe|ro
/ |aran¡a parr|oa
Para oar ao meu amor
0ue anoa oe oe|ça oaioa.
laran¡e|ra oarregaoa
0e |aran¡as, oe ||móes|
Ja náo na quem que|ra amar
Esres nossos ooraçóes.
0e|re|-me e aoormeo|,
0eoa|xo oa |aran¡e|ra,
0a|u-me uma l|or no rosro.
/|| Jesus, que ráo oem one|ra|
ter ensino profissional 13
ter ensino profissional 14
0entro No.as 0portun|dades
keconhec|mento, Va||dação e 0ert|f|cação de 0ompetênc|as
escola oportunidade
UH ßALANÇ0 00 PA88A00 PARA PR0JE6TAR 0 FUTUR0
O Centro Novas Oportunidades da EPATV partiu para o
biénio 2010/2011 com o dever cumprido e a intenção de
fazer melhor.
A satisfação dos adultos é algo que nos motiva, e tem
sido essa a nossa principal preocupação.
Ao longo destes três anos de existência, o CNO da
EPATV promoveu e realizou o processo de RVCC tendo
em vista a melhoria dos níveis de certificação escolar dos
adultos maiores de 18 anos de idade que não possuam o
nível básico ou secundário de escolaridade, numa
perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.
No sentido de apresentar conclusões sobre a actividade
do CNO, foi feito um estudo para conhecermos quem nos
procura, as suas expectativas e necessidades com vista a
definirmos estratégias de actuação quer no
desenvolvimento dos processos de RVCC quer para o
encaminhamentos dos adultos para outras ofertas
formativas externas ao Centro, como Cursos EFA,
Formações Modulares, Cursos de Aprendizagem, entre
outros.
Assim, após tratamento de dados, constatou-se que dos
3250 inscritos são maioritariamente mulheres assim como
no que diz respeito à percentagem de Certificações e
Encaminhamentos, com faixa etária entre os 30 e 40
anos.
Gráfico 1: Ìnscrições para o nível básico por género
Gráfico 2: Distribuição por género dos adultos certificados no
nível básico
Gráfico 3: Distribuição por faixa etária dos adultos certificados
no nível básico
Relativamente à situação face ao Emprego, se
inicialmente eram os empregados que mais se dirigiam ao
nosso Centro, actualmente essa diferença é quase
inexistente, pois a população que se encontra
desempregada mostra agora interesse em aumentar as
suas qualificações escolares e/ou profissionais de
maneira a fazer face à concorrência no mercado de
trabalho.
ter ensino profissional 15
Gráfico 4: Situação profissional dos adultos inscritos no CNO
Gráfico 5: Ìnscrições para o nível secundário por género
Gráfico 6: Situação profissional dos adultos inscritos
Gráfico 7: Distribuição por género dos adultos certificados no
nível secundário
Gráfico 8: Distribuição por faixa etária dos adultos certificados
no nível secundário
Gráfico 9: Encaminhamento de adultos para EFA's
Por último, quisemos saber o impacto da certificação
através do processo RVCC, tanto a nível pessoal como
profissional, após 6 meses da conclusão do mesmo,
verificando-se que este é visivelmente Muito Valorizado,
reflectindo-se no nível de satisfação de todos aqueles que
optaram por elevar as suas qualificações e que vai ao
encontro de outros estudos que se vão realizando em
termos nacionais.
Gráfico 10 e 11: Resultado dos inquéritos realizados aos
adultos após 6 meses da conclusão do processo RVCC -
Níveis Básico e Secundário
0uardo sai da esco|a, após corc|usao do êº aro, lrouxe cor|go a vorlade de ur
d|a corl|ruar a esludar, ur sor|o que o lraoa||o e o des|e|xo se ercarregarar de
ad|ar durarle ru|los aros. E|s, erlao, que ur d|a ouv| la|ar das Novas
0porlur|dades e do Recor|ec|rerlo, va||daçao e Cerl|l|caçao de Corpelèrc|as
(RvCC). Pesqu|se| ra lrlerrel e, rap|darerle, |rscrev|-re ro Cerlro Novas
0porlur|dades (CN0) da Esco|a Prol|ss|ora| Arar Terra verde (EPATv).
Cor a prec|osa ajuda dos prol|ss|ora|s daque|e CN0, prepare| o reu porleló||o
cor v|sla a corc|usao do 9º aro. Para roslrar as corpelèrc|as adqu|r|das ao
|orgo da r|r|a v|da, recue| as décadas de Z0, 80 e 90 e aos pr|re|ros aros do
rovo r||ér|o. Vex| er co|sas que parec|ar adorrec|das ro lerpo, lazerdo ura
descooerla de r|r própr|o e aperceo|-re do quao |rporlarle é saoer (al|ra|,
saoer corpersal)
vo|le| a serlar-re ras cade|ras da esco|a, para roslrar aos lorradores ludo de
oor que a v|da re ler ers|rado. 3erpre que la|o ros lorradores, ver-re a
rerór|a, ser exc|usao de parles, o de Valerál|ca para a v|da, o jover Prol.
Pedro. Por erlre lr|àrgu|os, reclàrgu|os e c|rcurlerèrc|as e|e, cor o seu esl||o
própr|o para o ers|ro, parece que ros pur|a a ver ludo aos quadrad|r|os
ergraçados, erquarlo, exp||cardo o Teorera de P|lágoras, ros corduz|a por
ura ||r|a recla, vezes ser corla, alé corsegu|rros dar corla do resu|lado
correclo da corla que ros |av|a |arçado e que rós, urs ra|s, oulros reros, ros
recordávaros de ur d|a lerros d|v|d|do cor a|guér op|r|oes acerca das corlas
que, agora, éraros oor|gados a preslar para l|carros va||dados.
Recorde| ||slór|as v|v|das, car|r|os percorr|dos, |oca|s cor|ec|dos e lraoa||os
deservo|v|dos. Resur|rdo, pus loda a r|r|a v|da a prova, rao a prova dos rove
que, ur d|a, o prolessor ra esco|a pr|rár|a re ers|rara, ras a prova da prova
que era recessár|o provar eslar preparado para a|carçar ur oojecl|vo.
Cor os lraoa||os lerr|rados e o reu doss|er prorlo, ro d|a 1 de Jare|ro de 2008,
suo| ao p|so ra|s a|lo da EPATv para a|| ser preserle a 3essao de Jur|, ra qua|,
receo|, para a|ér de e|og|os por parle da Pres|derle do Jur| e de lodos os
lorradores preserles, a cerl|l|caçao esco|ar do 3º C|c|o do Ers|ro 8ás|co.
Aclua|rerle, corl|ruo raque|e CN0 a deservo|ver eslorços para corsegu|r a
corcrel|zaçao de oulro sor|o: a corc|usao do 12º aro. E, ra r|r|a rare|ra de
ver, ura oporlur|dade a ser agarrada por lodos, quardo v|veros rur rurdo er
corslarle evo|uçao, o qua| de|xou de ler |ugar para ||elrados.
Por l|r, rao l|car|a oer cor a r|r|a corsc|èrc|a se rao l|zesse ura pa|avra de
apreço e de gral|dao a lodos os prol|ss|ora|s do CN0 da EPATv pe|o
prol|ss|ora||sro, pac|èrc|a e ded|caçao derorslrados. E oor poder corlar cor
vocès e é re||or a|rda saoer que, cor a vossa |rpresc|rdive| ajuda, acaoare|
por sa|r dai ru|lo ra|s r|co. 0or|gado a lodosl
Eri||o Cosla
testemunho
ter ensino profissional 16
por Carla Veloso
Ve|c||or Vore|ra

Pres|derle da Erl|dade
Reg|ora| de Tur|sro do Porlo
e Norle de Porluga|
turismo
A Tur|sro do Porlo e Norle de Porluga|, E.R. ro àro|lo de soorepoer, rer rel|rar ou d|r|ruer o prazer da
ur prolicuo d|á|ogo cor os Vur|cip|os e cor os aclores exper|èrc|a, arles pe|o corlrár|o lurc|orar coro
reg|ora|s parl|c|pou ra 8o|sa de Tur|sro de L|sooa que se recar|sro rol|vador e |rcerl|vador da descooerla |r |oco.
Acul||arle desal|o que parl|||aros cor os Vur|cip|os ro rea||zou de 13 a 1Z de Jare|ro.
Ev|derc|aros ura preserça grard|osa e rarcarle dos serl|do de ros pos|c|orarros eslraleg|carerle rur
Vur|cip|os do Porlo e Norle de Porluga| que esl|verar rercado cada vez ra|s corpel|l|vo.
Revero-ros |rle|rarerle ro docurerlo Roadrap lor corrosco para al|rrar o Porlo e Norle coro 0esl|ro
Recovery aprovado pe|a 0VT, e que lo| apreserlado pe|a Turisl|co de Exce|èrc|a e 0ua||dade cor ura lerdèrc|a
pr|re|ra vez er Porluga| ro àro|lo da Corlerèrc|a crescerle er lerros de evo|uçao de d|lererles segrerlos
lrlerrac|ora| que rea||zaros er parcer|a cor o lP0T, ro da Procura Turisl|ca.
A orgar|zaçao do espaço |rsl|luc|ora| (105 r2) asserlou passado d|a 10 de 0ezeroro, surg|rdo coro |rslrurerlo
rura |óg|ca de arl|cu|açao dos Produlos Eslralég|cos, or|erlador de superaçao da cr|se ro seclor do Tur|sro e
espec|l|carerle, Tur|sro de Nalureza, Tour|rg Cu|lura| & v|agers, cujas d|reclr|zes ercorlrar expressao prál|ca ro
Pa|sagisl|co e dos Palr|rór|os, Tur|sro Re||g|oso, àro|lo das rossas acçoes eslralég|cas.
ura ará||se da procura lurisl|ca d|z-ros que sao 0aslroror|a e v|r|os, Tur|sro de 3aude e 8er-Eslar, C|ly
crescerles as ex|gèrc|as do lur|sla quarlo a qua||dade da & 3|orl 8rea|s e Tur|sro de Negóc|os.
A parl|c|paçao dos Vur|cip|os lo| elecl|vada alravés de |rlorraçao, roreadarerle, ros corleudos |rlerprelal|vos
corleudos (|ragers e lexlos) que lorar polerc|ados e e ros suporles cada vez ra|s evo|uidos.
Eslaros, porlarlo, perarle ur rovo parad|gra cuja projeclados alravés das so|uçoes ru|l|réd|a. lrovaros ra
prerèrc|a decorre da recess|dade de se red|rers|orarer |rleracl|v|dade e ros própr|os corleudos ru|l|réd|a
rovas lorras de |rlerverçao do Tur|sro, deslacardo-se a d|spor|o|||zados pe|os Vur|cip|os e |rdexados aos sele
0ua||dade do Aco|||rerlo coro |rager de rarca do Porlo Produlos Eslralég|cos e que perr|l|rar ao v|s|larle
e Norle de Porluga|. cor|ecer ur rovo roslo lurisl|co desla reg|ao.
E esle o desal|o: corler|r ur rerovado pu|sar, va|or e Eslaros perarle ura aoerlura lecro|óg|ca do Tur|sro do
grardeza ao Porlo e Norle de Porluga|. Porlo e Norle de Porluga| decorrerle de ura corso||dada
0s F|rs-de-3erara 0aslrorór|cos soo a rarca
capac|dade de acred|lar e querer, que resu|lou rur coeso e
'porloerorle.core¨ |rserer-se resle desal|o e eslao já ro
prolicuo lraoa||o de equ|pa cor os Vur|cip|os e cujos
lerrero cor ê0 Vur|cip|os e cerca de 900 Reslaurarles
pr|re|ros e dec|s|vos passos lorar dados resle |rporlarle
Adererles que alé ao rès de Va|o, cu|r|rardo cor o l
cerlare que l|cou, |rde|eve|rerle, rarcado por serros o
Corgresso lrlerrac|ora| de 0aslroror|a e v|r|os do Porlo
3lard ra|s v|s|lado decorrerle do lao alracl|vo Prograra
e Norle de Porluga| e l Fe|ra de 0aslroror|a A Norle, a
de Ar|raçao proporc|orado pe|os Vur|cip|os e pe|as
rea||zar ra A|làrdega do Porlo, de 21 a 30 de Va|o, se
so|uçoes |rleracl|vas e ape|al|vas olerec|das ao v|s|larle,
apreserlar coro ura rol|vaçao ad|c|ora| para os lur|slas
perr| l| rdo descoor| r a reg| ao coro ur lodo,
v|s|larer o Porlo e Norle de Porluga|, a||ardo a
sa|vaguardardo as espec|l|c|dades e os corlrasles
lru|çao de espaços cu|lura|s a deguslaçao
reg|ora|s de cada Vur|cip|o.
de |guar|as gaslrorór|cas se|ecc|oradas
Eslaros a la|ar espec|l|carerle de ura p|alalorra
pe|a sua lrad|çao e aoordager
|rleracl|va perle|larerle erquadrada e el|c|erlererle
corlerporàrea.
suporlada, que gararle adequados recar|sros de
Eslao ass|r reur|das as cord|çoes
corsu|la e rar|pu|açao de |rlorraçao de acordo cor a
para a al|rraçao desle everlo
espec|l|c|dade dos serv|ços. Al|ra|, a lrlorraçao Turisl|ca
coro ur aulèrl|co ex-||or|s do
oer adr|r|slrada corsl|lu| ura prec|osa ra|s-va||a:
Porlo e Norle coro p|alalorra
gararle poder, va||da corpelèrc|as, |eg|l|ra eslralég|as, a pr|v||eg|ada de d|rar|zaçao do
sua verdade é a el|c|èrc|a e o seu resu|lado, o oor Produlo Eslralég|co
'0aslroror|a e v|r|os¨. deserper|o.
ura pa|avra de espec|a| le||c|laçao e recor|ec|rerlo pe|a
erlus|ásl|ca parl|c|paçao e adesao dos Vur|cip|os que ros
aore car|r|o para s|luarros o Tur|sro rura rova
rarral|va - as Tecro|og|as '||rpas¨ que deserper|ar ur
pape| crescerle resla aoordager suslerláve| oaseada er
recar|sros e lerrarerlas de car|z lecro|óg|co cujo
oojecl|vo se d|recc|ora ro serl|do de apo|ar o lur|sla que
v|s|la os Vur|cip|os do Porlo e Norle de Porluga|,
suporlardo a exper|èrc|a da descooerla cor corleudos
d|ràr|cos e d|g|la|s exlrerarerle ape|al|vos e or|erlados
para prál|cas aro|erla|rerle resporsáve|s.
A lecro|og|a rao se deve juslapor a averlura da descooerla.
0s recar|sros proposlos prel|gurarar-se coro ra|s-
va||as er lerros de acesso a |rlorraçao lurisl|ca, e rao se
Porto e Norte de PortugaI:
uma presença marcante na BoIsa de Turismo de Lisboa
ter ensino profissional 17

FEÌRA ÌNTERNACÌONAL DE TURÌSMO
ter ensino profissional 18
escola escola
Raciocínio, criatividade e
imaginação postos à prova,
matematicamente!
No dia 13 de Janeiro de 2010, decorreu a 2ª
Eliminatória das Olimpíadas Portuguesas da
Matemática. Estas olimpíadas, organizadas
anualmente pela Sociedade Portuguesa de
Matemática, são um concurso de problemas
de Matemática, que visa incentivar e
desenvolver o gosto por esta área do
conhecimento humano. Os problemas
propostos, neste concurso, fazem sobretudo
apelo à qualidade do raciocínio, à criatividade
e à imaginação dos estudantes.
Esta eliminatória contou com a presença de 7
alunos da Escola Profissional Amar Terra
Verde, 4 da categoria A e 3 da categoria B. A
categoria A destina-se a alunos que
frequentam o 8º ou 9º ano de escolaridade e
a categoria B destina-se a alunos que
frequentam o 10º, 11º ou 12º ano de
escolaridade. Os vencedores desta
eliminatória serão apurados para a final
nacional.
Do útiI ao agradáveI proveitoso!
No dia 21 de Janeiro, com o Sol a aquecer a
vida para lá das nuvens, as turmas do 2º ano,
dos Cursos de Educação e Formação de
Desenhadores de Construções Mecânicas e
de Operadores de CNC, acompanhados
pelos professores José Carlos Barros, Álvaro
Santos e Mário Rodrigues, participaram numa
visita de estudo com duas partes distintas. Na
primeira, de manhã, os alunos visitaram a
empresa A. BRÌTO, no Porto, e na segunda,
de tarde, assistiram à representação do Auto
da Barca do Ìnferno, pela Companhia de
Teatro de Braga (CTB), no Teatro Circo.
Durante a visita à empresa A. BRÌTO os
alunos puderam observar a aplicação prática
dos conhecimentos tecnológicos que estão a
adquirir nas formações que frequentam. Os
mais atentos tiveram a oportunidade de
perceber todo o processo de criação e
fabrico, desde a ideia até à peça.
Depois de almoçarem, junto ao Dragão,
retrocederam, vieram para Braga. Na sala
confortável do Teatro Circo, assistiram à
representação do famoso Auto da Barca do
Ìnferno, de Gil Vicente. Os alunos viram
desfilar, numa passerelle de bairro de lata,
vários defuntos que foram, em vida, seres
humanos maldizentes, orgulhosos,
usurpadores, concupiscentes, venais,
petulantes, fundamentalistas, invejosos,
mesquinhos, hipócritas que, mesmo assim,
reclamavam um lugar no Paraíso.
Depois de rir, satiricamente, o riso mais
antigo e ajuizado da existência portuguesa, a
excursão regressou a casa, à EPATV.
Mesmo atrás das nuvens, o Sol aqueceu a
vida.
Fixar " um oIhar sobre a
DesiguaIdade"
No passado dia 25 de Janeiro, a turma de
Técnico de Análise Laboratorial participou no
concurso de fotografia - "Um Olhar Sobre a
Desigualdade¨, lançado pelo Espaço Lúdico
Pedagógico - Jovem, no âmbito do Projecto "
Progredir Amares¨, com prémios para os
melhores trabalhos.
No auditório da EPATV - Delegação de
Amares, realizou-se a cerimónia de entrega
de prémios. Os alunos do curso Técnico de
Análise Laboratorial arrebataram os três
primeiros. As alunas Clementina Susana e
Daniela Cristina, com a fotografia " O mundo
ao contrário¨, ficaram com o 3º prémio. A
fotografia " Chama da Pobreza¨ deu-lhes
também o 2º prémio. O primeiro lugar foi
ganho pelas alunas Ìvone, Jéssica, Maria e
Stéphanie, com a fotografia "Pobreza¨. Às
vezes é verdade que «uma imagem vale mais
que mil palavras»!
A Vergonha que as paredes
escondem!
Ìnserido no Tema de Vida¨Violência
Doméstica¨, as formandas do Curso EFA -
Agente em Geriatria, realizaram uma peça
teatral que retratava alguns casos/situações
de Violência Doméstica.
Foi uma representação muito bem
conseguida, colocando em evidência esta
dura realidade que é transversal a todas as
classes sociais do nosso país. Como
complemento, elaborou-se, também, um Guia
de Apoio à Vítima, do qual foram publicados
100 exemplares pela EPATV.
No dia 26 de Janeiro, nas Ìnstalações da
Câmara Municipal de Terras de Bouro,
aconteceu uma palestra sobre o tema já
referido. Nesta palestra, discursou a Dra.
Teresa Sofia, da Associação Portuguesa de
Apoio à Vítima (APAV) e dois militares da
GNR de Braga, Dr. Alberto Mendes e a Dra.
Flora Pinto. O painel de oradores respondeu,
sempre que solicitado, às diversas perguntas
que lhe foram colocadas.
Esta acção teve a preocupação de interagir
com a comunidade local, através de
testemunhos, opiniões, formas de denunciar
e formas de ajudar quem atravessa tal
problema, alertando para uma trágica
realidade que assola a nossa sociedade.
Esta actividade, uma das mais emotivas e
estimulantes para as formandas, contou
também com a presença da Dra. Sandra
Monteiro - Directora Pedagógica e o Dr. João
Luís Nogueira - Director da EPATV. A todos
os intervenientes, o nosso agradecimento
cordial.
Um Porto Vintage com AImeida
Garret!
No dia 26 de Janeiro, as turmas do 11º ano
dos Cursos Técnico de Restauração, variante
Cozinha/Pastelaria e Técnico de
Restauração, variante Restaurante/Bar,
realizaram uma visita de estudo às Caves do
Vinho do Porto Graham's. Conheceram os
processos de produção e armazenamento do
Vinho do Porto bem como os vários tipos de
Vinho do Porto existentes no mercado e
respectivas características. Ao longo da
visita, ouviram a história da empresa e a sua
importância para o mercado económico
português, terminando com a degustação de
um Vinho do Porto Vintage e outro
considerado clássico.
No período da tarde, com início às 15 horas,
assistiram à peça de teatro "Frei Luís de
Sousa¨, pela Companhia de Teatro ACTUS.
na sala Sá da Bandeira, no Porto. Esta obra
dramática da autoria de Almeida Garrett,
grande impulsionador do teatro português,
integra-se no elenco modular da disciplina de
Português, módulo 7 (Textos de Teatro).
escola
ter ensino profissional 19
ter ensino profissional 20
Visita de estudo ao Zoo da Maia
e Teatro Sá da Bandeira
Nos dias 26, 27 e 28 de Janeiro de 2010, as
turmas do 2º ano dos Cursos Profissionais
Técnico de Frio e Climatização, Técnico de
Serviços Jurídicos e Técnico de Apoio
Psicossocial, as turmas do 1º ano dos Cursos
de Educação e Formação de Mecânico de
Automóveis Ligeiros, Bombeiro,
Electromecânico de Refrigeração e
Climatização, Serralheiro Mecânico, e ainda
as turmas do 2º ano de Operador CAD,
Electrónica e Telecomunicações, Produtos
Cárneos, Electromecânico de
Electrodomésticos e Soldador-T3,
efectuaram uma visita de estudo ao Zoo da
Maia e ao Teatro Sá da Bandeira, onde
visualizaram as peças dramáticas Frei Luís
de Sousa, Falar Verdade a Mentir, de
Almeida Garrett, e O Auto da Barca do
Ìnferno, de Gil Vicente, respectivamente,
integradas no programa de Português e
Língua Portuguesa.
Os objectivos definidos para esta visita de
estudo incidiram na sensibilização dos alunos
para a expressão dramática, motivando-os
para a leitura e criação de textos; promoção
do contacto com outras manifestações
artísticas e culturais de modo a desenvolver a
sensibilidade estética dos formandos e a
promoção do contacto com a fauna.
O Espírito de Iniciativa anda por
aqui!
Uma equipa do programa Ìniciativas da
RTP2/RTPN/RTPÌ deslocou-se à escola, por
indicação do POPH, e realizou uma
reportagem que foi vista no dia 28 de Janeiro,
pelas 19 horas, na RTP2. A reportagem falou
sobre os cursos e potencialidades de oferta
de formação/qualificação/educação que a
EPATV dispõe ao serviço da comunidade,
apostando na qualidade de ensino. Qualidade
que se comprova não só pelas entrevistas a
ex-alunos com sucesso profissional, mas
também pelas expectativas dos jovens alunos
que a frequentam. A nossa escola e a região
que representa deixaram uma imagem digna,
cheia de espírito de Ìniciativa em Portugal e
no Mundo.
Bactérias Azuis a bater à porta?
O Quê?
Durante os meses de Janeiro e Fevereiro,
alguns alunos, do Curso Técnico de Análise
Laboratorial da Sede - Vila Verde e da
Delegação de Amares, da Escola Profissional
Amar Terra Verde, participaram no projecto
científico intitulado "E se um bloom de
cianobactérias te batesse à porta?¨, proposto
pela Ciência Viva - Agência Nacional para
Cultura Científica e Tecnológica, no âmbito
do projecto "Oceanos, Biodiversidade e
Saúde Humana¨, orientados pelas
professoras Maria Manuel Gomes e Sylvie
Rodrigues.
Para participarem neste projecto, os alunos
tiveram de formar equipas. Em Vila Verde, foi
denominada por "TALgas¨, em Amares por
"Os Sabichões¨. A Ciência Viva e a Escola
Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
forneceram as cianobactérias e algum
material de laboratório específico, para a
realização de experiências. Nesses meses,
realizaram-se várias actividades laboratoriais,
a fim de se investigar quais as consequências
destas algas-bactérias azuis, no meio
ambiente.
A dedicar o seu pouco tempo livre à Ciência,
os alunos mostraram empenho, rigor
científico e responsabilidade em todas as
actividades de laboratório. No contacto com
instrumentos específicos de Microbiologia,
nesta prática científica, melhoraram a
compreensão e a aplicação de
conhecimentos teóricos. Além disso,
reforçaram, significativamente, o gosto pelas
Ciências.
escola escola
ter ensino profissional 21
"QuarteI Aberto" para o Curso
de Bombeiros
No passado dia 3 de Fevereiro de 2010, os
alunos do Curso de Bombeiros, Delegação de
Amares da EPATV, realizaram uma visita de
estudo, juntamente com o professor Gonçalo
Alves, às instalações da Companhia de
Sapadores Bombeiros de Braga. A visita foi
efectuada no âmbito da disciplina de
Tecnologias de Base, cujo tema era "Quartel
Aberto¨.
O objectivo do referido curso é formar
profissionais com base nas técnicas e nos
procedimentos adequados, de acordo com as
normas de segurança, higiene e saúde no
trabalho, tendo por missão primordial prestar
socorro, prevenir e garantir a segurança de
pessoas e bens.
Neste âmbito, a visita a um corpo profissional
de bombeiros, centrada na observação e
conhecimento do funcionamento e
organização, bem como na identificação e
visualização das diferentes viaturas de
socorro, seus equipamentos, permitiu a
aquisição de conhecimentos numa vertente
prática onde foi, também, muito importante, a
partilha de saberes, de experiências e de
convívio.
Após a recepção pelo Chefe de Serviço,
iniciámos a visita pela Central de
comunicações, pois qualquer socorro tem
início com uma chamada telefónica.
Posteriormente, foram apresentadas as
viaturas de socorro existentes, entre elas,

ambulâncias, viaturas de combate a
incêndios florestais, urbanos e industriais e
viatura de salvamento e desencarceramento.
Por fim, foi organizada uma visita às
camaratas, onde se pode observar o
Equipamento de Protecção Ìndividual
existente.
Esta visita de estudo foi muito interessante,
permitiu conhecer o funcionamento de um
quartel de Bombeiros profissionais e os meios
físicos e humanos do mesmo.
De uma forma geral, os alunos acharam a
visita muito interessante e enriquecedora,
uma vez que recolheram informações
pertinentes para a consolidação dos
conhecimentos adquiridos e permitiu o
convívio entre os colegas da turma e os
bombeiros profissionais.
Os alunos do curso de Bombeiro, da EPATV,
Delegação de Amares, manifestam, por isso,
aqui, o seu público agradecimento ao Chefe
de Serviço daquele corpo de bombeiros,
pelas explicações sobre o funcionamento do
mesmo, a sua história, a composição e
especificidades das viaturas disponíveis para
o socorro pelos bombeiros sapadores.
AuIa de dança reforça boa
dinâmica e espírito de equipa
No passado dia 4 de Fevereiro, as
Formandas do curso EFA- Agente em
Geriatria, participaram numa aula de dança,
inserida no Tema de Vida "Eu e os Outros¨. A
professora convidada para leccionar esta
aula, foi a Dra. Fátima Pimenta da Escola
Profissional Amar Terra Verde, a quem
agradecemos a disponibilidade e simpatia.
Toda a sessão de dança foi pautada pela
habitual boa disposição e espírito de equipa
que caracteriza este curso, reforçando ainda
mais a boa dinâmica existente entre o grupo
de formandas. No final o sentimento era
unânime, foi uma experiência para repetir.
escola
ter ensino profissional 20
Visita de estudo ao Zoo da Maia
e Teatro Sá da Bandeira
Nos dias 26, 27 e 28 de Janeiro de 2010, as
turmas do 2º ano dos Cursos Profissionais
Técnico de Frio e Climatização, Técnico de
Serviços Jurídicos e Técnico de Apoio
Psicossocial, as turmas do 1º ano dos Cursos
de Educação e Formação de Mecânico de
Automóveis Ligeiros, Bombeiro,
Electromecânico de Refrigeração e
Climatização, Serralheiro Mecânico, e ainda
as turmas do 2º ano de Operador CAD,
Electrónica e Telecomunicações, Produtos
Cárneos, Electromecânico de
Electrodomésticos e Soldador-T3,
efectuaram uma visita de estudo ao Zoo da
Maia e ao Teatro Sá da Bandeira, onde
visualizaram as peças dramáticas Frei Luís
de Sousa, Falar Verdade a Mentir, de
Almeida Garrett, e O Auto da Barca do
Ìnferno, de Gil Vicente, respectivamente,
integradas no programa de Português e
Língua Portuguesa.
Os objectivos definidos para esta visita de
estudo incidiram na sensibilização dos alunos
para a expressão dramática, motivando-os
para a leitura e criação de textos; promoção
do contacto com outras manifestações
artísticas e culturais de modo a desenvolver a
sensibilidade estética dos formandos e a
promoção do contacto com a fauna.
O Espírito de Iniciativa anda por
aqui!
Uma equipa do programa Ìniciativas da
RTP2/RTPN/RTPÌ deslocou-se à escola, por
indicação do POPH, e realizou uma
reportagem que foi vista no dia 28 de Janeiro,
pelas 19 horas, na RTP2. A reportagem falou
sobre os cursos e potencialidades de oferta
de formação/qualificação/educação que a
EPATV dispõe ao serviço da comunidade,
apostando na qualidade de ensino. Qualidade
que se comprova não só pelas entrevistas a
ex-alunos com sucesso profissional, mas
também pelas expectativas dos jovens alunos
que a frequentam. A nossa escola e a região
que representa deixaram uma imagem digna,
cheia de espírito de Ìniciativa em Portugal e
no Mundo.
Bactérias Azuis a bater à porta?
O Quê?
Durante os meses de Janeiro e Fevereiro,
alguns alunos, do Curso Técnico de Análise
Laboratorial da Sede - Vila Verde e da
Delegação de Amares, da Escola Profissional
Amar Terra Verde, participaram no projecto
científico intitulado "E se um bloom de
cianobactérias te batesse à porta?¨, proposto
pela Ciência Viva - Agência Nacional para
Cultura Científica e Tecnológica, no âmbito
do projecto "Oceanos, Biodiversidade e
Saúde Humana¨, orientados pelas
professoras Maria Manuel Gomes e Sylvie
Rodrigues.
Para participarem neste projecto, os alunos
tiveram de formar equipas. Em Vila Verde, foi
denominada por "TALgas¨, em Amares por
"Os Sabichões¨. A Ciência Viva e a Escola
Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
forneceram as cianobactérias e algum
material de laboratório específico, para a
realização de experiências. Nesses meses,
realizaram-se várias actividades laboratoriais,
a fim de se investigar quais as consequências
destas algas-bactérias azuis, no meio
ambiente.
A dedicar o seu pouco tempo livre à Ciência,
os alunos mostraram empenho, rigor
científico e responsabilidade em todas as
actividades de laboratório. No contacto com
instrumentos específicos de Microbiologia,
nesta prática científica, melhoraram a
compreensão e a aplicação de
conhecimentos teóricos. Além disso,
reforçaram, significativamente, o gosto pelas
Ciências.
escola escola
ter ensino profissional 21
"QuarteI Aberto" para o Curso
de Bombeiros
No passado dia 3 de Fevereiro de 2010, os
alunos do Curso de Bombeiros, Delegação de
Amares da EPATV, realizaram uma visita de
estudo, juntamente com o professor Gonçalo
Alves, às instalações da Companhia de
Sapadores Bombeiros de Braga. A visita foi
efectuada no âmbito da disciplina de
Tecnologias de Base, cujo tema era "Quartel
Aberto¨.
O objectivo do referido curso é formar
profissionais com base nas técnicas e nos
procedimentos adequados, de acordo com as
normas de segurança, higiene e saúde no
trabalho, tendo por missão primordial prestar
socorro, prevenir e garantir a segurança de
pessoas e bens.
Neste âmbito, a visita a um corpo profissional
de bombeiros, centrada na observação e
conhecimento do funcionamento e
organização, bem como na identificação e
visualização das diferentes viaturas de
socorro, seus equipamentos, permitiu a
aquisição de conhecimentos numa vertente
prática onde foi, também, muito importante, a
partilha de saberes, de experiências e de
convívio.
Após a recepção pelo Chefe de Serviço,
iniciámos a visita pela Central de
comunicações, pois qualquer socorro tem
início com uma chamada telefónica.
Posteriormente, foram apresentadas as
viaturas de socorro existentes, entre elas,

ambulâncias, viaturas de combate a
incêndios florestais, urbanos e industriais e
viatura de salvamento e desencarceramento.
Por fim, foi organizada uma visita às
camaratas, onde se pode observar o
Equipamento de Protecção Ìndividual
existente.
Esta visita de estudo foi muito interessante,
permitiu conhecer o funcionamento de um
quartel de Bombeiros profissionais e os meios
físicos e humanos do mesmo.
De uma forma geral, os alunos acharam a
visita muito interessante e enriquecedora,
uma vez que recolheram informações
pertinentes para a consolidação dos
conhecimentos adquiridos e permitiu o
convívio entre os colegas da turma e os
bombeiros profissionais.
Os alunos do curso de Bombeiro, da EPATV,
Delegação de Amares, manifestam, por isso,
aqui, o seu público agradecimento ao Chefe
de Serviço daquele corpo de bombeiros,
pelas explicações sobre o funcionamento do
mesmo, a sua história, a composição e
especificidades das viaturas disponíveis para
o socorro pelos bombeiros sapadores.
AuIa de dança reforça boa
dinâmica e espírito de equipa
No passado dia 4 de Fevereiro, as
Formandas do curso EFA- Agente em
Geriatria, participaram numa aula de dança,
inserida no Tema de Vida "Eu e os Outros¨. A
professora convidada para leccionar esta
aula, foi a Dra. Fátima Pimenta da Escola
Profissional Amar Terra Verde, a quem
agradecemos a disponibilidade e simpatia.
Toda a sessão de dança foi pautada pela
habitual boa disposição e espírito de equipa
que caracteriza este curso, reforçando ainda
mais a boa dinâmica existente entre o grupo
de formandas. No final o sentimento era
unânime, foi uma experiência para repetir.
escola
ter ensino profissional 22
escola escola
EPATV aproxima MACAU

A partilha de experiência e o enriquecimento
cultural, fazem parte da estratégia da Escola
Profissional Amar Terra Verde, sendo que a
Direcção da escola deslocou-se, no mês de
Fevereiro a Macau para proceder à
assinatura de protocolos enriquecedores para
a escola.
Tendo como base o turismo e a promoção da
língua, nós, no dia 4 de Fevereiro assinamos
um protocolo com a Confraria da
Gastronomia Macaense para o intercâmbio
de sabores gastronómicos minhotos e
macaenses. O presidente da confraria, Dr.
Luís Machado, propôs de imediato a criação
de um prato "min chi¨ em Vila Verde. A
materialização deste protocolo poderá passar
pela organização de mostras, exposições,
showcooking e semanas gastronómicas em
Vila Verde e em Macau, promovendo a
cozinha macaense como uma das cozinhas
de fusão mais antigas do mundo, assim como
a cozinha minhota e inclusive propor a
introdução de produtos endógenos dos dois
países inovando na concepção gastronómica.
Foi também assinado outro protocolo, no dia
6 de Fevereiro, com a Escola Portuguesa de
Macau, promovendo o intercâmbio de alunos
e professores, partilha de experiências e
projectos de novos currículos académicos
que potenciem a resposta às necessidades
da economia actual e da comunidade. A
directora da Escola Portuguesa de Macau,
Drª Edith Silva, manifestou a sua satisfação
pela aproximação das duas culturas e o
director geral da EPATV, Dr. João Luís
Nogueira e o Dr. António Vilela, como autarca
e presidente da Assembleia Geral da EPATV,
regressaram satisfeitos com as perspectivas
de bons resultados para o futuro dos alunos
da Escola Profissional Amar Terra Verde.
E o sonho aIi tão perto!
O Douro Palace Hotel Resort & SPA acolheu,
no passado dia 08 de Fevereiro, pelas 11h30,
em visita de estudo, as turmas dos Cursos
Técnico de Recepção e Massagista de
Estética da Delegação de Terras de Bouro -
Gerês, da Escola Profissional Amar Terra
Verde, acompanhados pelas Directoras de
Curso Sílvia Sá e Manuela Janela.
Numa fusão perfeita entre o antigo e o novo,
este hotel proporciona com requinte uma
vista esplêndida sobre o rio Douro,
disponibilizando aos clientes um alojamento
de qualidade, perto da aldeia de Santa Cruz
do Douro.
Na visita guiada às instalações, os alunos
tiveram a oportunidade de visualizar e
contactar directamente com todas as áreas
dos seus cursos, desde a recepção até aos
balneários e ao SPA.
No rosto dos alunos participantes, depois da
visita, brilhava a motivação, não só porque
conheceram de perto a realidade laboral que
os espera como também as diversas
carreiras profissionais na área da sua
formação, num ambiente de sonho.
EPATV «dá provas» no 14º
Aniversário da MAKRO de
Braga
Durante os dias 8, 9 e 10 de Fevereiro/2010,
os alunos do 12 º ano do Curso de
Restauração Cozinha/Pastelaria, participaram
na comemoração do 14º aniversário da loja
da MAKRO. Os clientes foram surpreendidos
pelos alunos com deliciosas provas de
petiscos de carne, peixe e doces.
Deste convívio, saímos nós mais experientes,
conhecedores e saiu reforçada a parceria
existente entre a Escola Profissional Amar
Terra Verde e a MAKRO de Braga.
ter ensino profissional 23
escola
TWISTERS DA EPATV - entram
em acção!
Os twisters da EPATV, formados por um
grupo de alunos do curso de Técnico de
Energias Renováveis, orientados pelo
professor Aurélio Machado, entraram em
acção com a realização de acções de
sensibilização dirigidas a toda a comunidade.
Nos dias 11 e 12 de Fevereiro, no auditório
da Escola Profissional Amar Terra Verde, os
twisters apresentaram um trabalho em
formato digital, da sua autoria, que muito
agradou a todos os presentes, pois além de
identificar medidas que permitem tornar a
escola mais eficiente do ponto de vista
energético, apela a favor de um
comportamento coerente com um futuro
sustentável.
No final foi entregue um desdobrável com
indicações de algumas boas práticas, assim
como foi recolhido um inquérito sobre os
hábitos de consumo energético de todos os
presentes, para posterior tratamento e
reflexão.
De recordar que o projecto¨TWÌST - a tua
energia faz a diferença¨ é uma iniciativa da
EDP e da Sair de Casa, apoiado pelo
Ministério da Educação que tem como
principal objectivo sensibilizar os jovens para
os temas da eficiência energética e das
alterações climáticas e está a ser
desenvolvido em estreita parceria com o
projecto Eco-Escolas da EPATV.
Os twisters da EPATV estão de parabéns
pelos resultados obtidos nesta sua primeira
intervenção pública.
OS TWÌSTERS DA EPATV AGUARDAM A
COLABORAÇÃO de TODOS! Para mais
informações poderão consultar o site
www.twist.edp.pt
Vender? Tem muito que se Ihe
diga!
Nos dias 11 e 12 de Fevereiro, os Cursos
Técnico de Comunicação - Marketing,
Relações Públicas e Publicidade e
Empregado Comercial, da EPATV/Delegação
de Amares, realizaram uma visita de estudo,
prevista no Plano Anual de Actividades dos
Cursos, ao "Factory¨ em Vila do Conde,
"Shooping Fórum¨ em Coimbra, "Expomoto -
Exposalão¨, Centro Comercial Vasco da
Gama¨ e "Freeport¨ em Lisboa.
Esta visita teve como principais objectivos
analisar as técnicas de comunicação,
vitrinismo, publicidade e de merchandising; o
processo de comunicação e organização de
um evento de dimensão internacional e
observar e caracterizar o layout do ponto de
venda em diferentes estabelecimentos
comerciais.
Esta visita permitiu aos alunos conhecer e
contactar com novas técnicas de marketing e
da actividade comercial, operadas por
diversas empresas nacionais e internacionais
de diferentes sectores do mercado.
NAMORAR NA AMAR TERRA
VERDE - Dia dos Namorados
Tal como vem sendo hábito, a EPATV
comemorou o Dia dos Namorados organizado
pelos alunos de forma entusiástica.
A pensar no Dia de S. Valentim e em todos
os apaixonados que às vezes têm alguma
dificuldade em expressar os seus
sentimentos, a Escola Profissional Amar
Terra Verde apresentou uma variedade de
produtos da autoria dos seus alunos, para
comemorar a data. As "Bolachas do Amor¨
extremamente refinadas, o "Licor dos
Namorados¨ comprovadamente afrodisíaco e
a "Água de Perfume¨ muito sensual, servem
na perfeição para transmitir todo o amor e
toda a paixão pela cara-metade.
Certamente, poucos gestos serão mais
românticos do que oferecer um produto
EPATV, a quem tanto nos diz.

Estes produtos foram vendidos durante a
cerimónia de apresentação que se realizou
no recinto da escola, seguido de um almoço
com "Ementa Romântica¨, confeccionada
pelos alunos dos cursos de restauração, cuja
receita reverteu para apoiar as causas sociais
a que se tem dedicado o Grupo de
Voluntariado da EPATV.
Estas actividades contaram com a presença
de alunos, professores e colaboradores da
escola, assim como da população em geral e
do Presidente da Câmara, Dr. António Vilela,
da vereadora da Cultura, Drª Júlia Fernandes,
do presidente da Proviver, Drº Manuel Barros,

ter ensino profissional 22
escola escola
EPATV aproxima MACAU

A partilha de experiência e o enriquecimento
cultural, fazem parte da estratégia da Escola
Profissional Amar Terra Verde, sendo que a
Direcção da escola deslocou-se, no mês de
Fevereiro a Macau para proceder à
assinatura de protocolos enriquecedores para
a escola.
Tendo como base o turismo e a promoção da
língua, nós, no dia 4 de Fevereiro assinamos
um protocolo com a Confraria da
Gastronomia Macaense para o intercâmbio
de sabores gastronómicos minhotos e
macaenses. O presidente da confraria, Dr.
Luís Machado, propôs de imediato a criação
de um prato "min chi¨ em Vila Verde. A
materialização deste protocolo poderá passar
pela organização de mostras, exposições,
showcooking e semanas gastronómicas em
Vila Verde e em Macau, promovendo a
cozinha macaense como uma das cozinhas
de fusão mais antigas do mundo, assim como
a cozinha minhota e inclusive propor a
introdução de produtos endógenos dos dois
países inovando na concepção gastronómica.
Foi também assinado outro protocolo, no dia
6 de Fevereiro, com a Escola Portuguesa de
Macau, promovendo o intercâmbio de alunos
e professores, partilha de experiências e
projectos de novos currículos académicos
que potenciem a resposta às necessidades
da economia actual e da comunidade. A
directora da Escola Portuguesa de Macau,
Drª Edith Silva, manifestou a sua satisfação
pela aproximação das duas culturas e o
director geral da EPATV, Dr. João Luís
Nogueira e o Dr. António Vilela, como autarca
e presidente da Assembleia Geral da EPATV,
regressaram satisfeitos com as perspectivas
de bons resultados para o futuro dos alunos
da Escola Profissional Amar Terra Verde.
E o sonho aIi tão perto!
O Douro Palace Hotel Resort & SPA acolheu,
no passado dia 08 de Fevereiro, pelas 11h30,
em visita de estudo, as turmas dos Cursos
Técnico de Recepção e Massagista de
Estética da Delegação de Terras de Bouro -
Gerês, da Escola Profissional Amar Terra
Verde, acompanhados pelas Directoras de
Curso Sílvia Sá e Manuela Janela.
Numa fusão perfeita entre o antigo e o novo,
este hotel proporciona com requinte uma
vista esplêndida sobre o rio Douro,
disponibilizando aos clientes um alojamento
de qualidade, perto da aldeia de Santa Cruz
do Douro.
Na visita guiada às instalações, os alunos
tiveram a oportunidade de visualizar e
contactar directamente com todas as áreas
dos seus cursos, desde a recepção até aos
balneários e ao SPA.
No rosto dos alunos participantes, depois da
visita, brilhava a motivação, não só porque
conheceram de perto a realidade laboral que
os espera como também as diversas
carreiras profissionais na área da sua
formação, num ambiente de sonho.
EPATV «dá provas» no 14º
Aniversário da MAKRO de
Braga
Durante os dias 8, 9 e 10 de Fevereiro/2010,
os alunos do 12 º ano do Curso de
Restauração Cozinha/Pastelaria, participaram
na comemoração do 14º aniversário da loja
da MAKRO. Os clientes foram surpreendidos
pelos alunos com deliciosas provas de
petiscos de carne, peixe e doces.
Deste convívio, saímos nós mais experientes,
conhecedores e saiu reforçada a parceria
existente entre a Escola Profissional Amar
Terra Verde e a MAKRO de Braga.
ter ensino profissional 23
escola
TWISTERS DA EPATV - entram
em acção!
Os twisters da EPATV, formados por um
grupo de alunos do curso de Técnico de
Energias Renováveis, orientados pelo
professor Aurélio Machado, entraram em
acção com a realização de acções de
sensibilização dirigidas a toda a comunidade.
Nos dias 11 e 12 de Fevereiro, no auditório
da Escola Profissional Amar Terra Verde, os
twisters apresentaram um trabalho em
formato digital, da sua autoria, que muito
agradou a todos os presentes, pois além de
identificar medidas que permitem tornar a
escola mais eficiente do ponto de vista
energético, apela a favor de um
comportamento coerente com um futuro
sustentável.
No final foi entregue um desdobrável com
indicações de algumas boas práticas, assim
como foi recolhido um inquérito sobre os
hábitos de consumo energético de todos os
presentes, para posterior tratamento e
reflexão.
De recordar que o projecto¨TWÌST - a tua
energia faz a diferença¨ é uma iniciativa da
EDP e da Sair de Casa, apoiado pelo
Ministério da Educação que tem como
principal objectivo sensibilizar os jovens para
os temas da eficiência energética e das
alterações climáticas e está a ser
desenvolvido em estreita parceria com o
projecto Eco-Escolas da EPATV.
Os twisters da EPATV estão de parabéns
pelos resultados obtidos nesta sua primeira
intervenção pública.
OS TWÌSTERS DA EPATV AGUARDAM A
COLABORAÇÃO de TODOS! Para mais
informações poderão consultar o site
www.twist.edp.pt
Vender? Tem muito que se Ihe
diga!
Nos dias 11 e 12 de Fevereiro, os Cursos
Técnico de Comunicação - Marketing,
Relações Públicas e Publicidade e
Empregado Comercial, da EPATV/Delegação
de Amares, realizaram uma visita de estudo,
prevista no Plano Anual de Actividades dos
Cursos, ao "Factory¨ em Vila do Conde,
"Shooping Fórum¨ em Coimbra, "Expomoto -
Exposalão¨, Centro Comercial Vasco da
Gama¨ e "Freeport¨ em Lisboa.
Esta visita teve como principais objectivos
analisar as técnicas de comunicação,
vitrinismo, publicidade e de merchandising; o
processo de comunicação e organização de
um evento de dimensão internacional e
observar e caracterizar o layout do ponto de
venda em diferentes estabelecimentos
comerciais.
Esta visita permitiu aos alunos conhecer e
contactar com novas técnicas de marketing e
da actividade comercial, operadas por
diversas empresas nacionais e internacionais
de diferentes sectores do mercado.
NAMORAR NA AMAR TERRA
VERDE - Dia dos Namorados
Tal como vem sendo hábito, a EPATV
comemorou o Dia dos Namorados organizado
pelos alunos de forma entusiástica.
A pensar no Dia de S. Valentim e em todos
os apaixonados que às vezes têm alguma
dificuldade em expressar os seus
sentimentos, a Escola Profissional Amar
Terra Verde apresentou uma variedade de
produtos da autoria dos seus alunos, para
comemorar a data. As "Bolachas do Amor¨
extremamente refinadas, o "Licor dos
Namorados¨ comprovadamente afrodisíaco e
a "Água de Perfume¨ muito sensual, servem
na perfeição para transmitir todo o amor e
toda a paixão pela cara-metade.
Certamente, poucos gestos serão mais
românticos do que oferecer um produto
EPATV, a quem tanto nos diz.

Estes produtos foram vendidos durante a
cerimónia de apresentação que se realizou
no recinto da escola, seguido de um almoço
com "Ementa Romântica¨, confeccionada
pelos alunos dos cursos de restauração, cuja
receita reverteu para apoiar as causas sociais
a que se tem dedicado o Grupo de
Voluntariado da EPATV.
Estas actividades contaram com a presença
de alunos, professores e colaboradores da
escola, assim como da população em geral e
do Presidente da Câmara, Dr. António Vilela,
da vereadora da Cultura, Drª Júlia Fernandes,
do presidente da Proviver, Drº Manuel Barros,

ter ensino profissional 24
escola escola
dos técnicos da DREN, Engª Anabela Santos
e Engº Alfredo Campos, do director-geral da
EPATV, Drº João Luis Nogueira, entre outros.
Da parte da tarde realizou-se o concurso dos
"Cocktails de S. Valentim¨,cuja característica
principal foi a ausência de álcool. No final, o
júri teve alguma dificuldade em nomear o
vencedor pela qualidade dos produtos
apresentados. Ainda durante a tarde a
EPATV recebeu uma equipa da SÌC que
efectuou uma reportagem sobre os produtos
editados em parceria com Namorar Portugal
que passou no Jornal das 13,00h da SÌC, do
dia 14-02-10.
O Grupo de Voluntariado da EPATV pode
assim, aumentar a sua receita com a venda
das "Bolachas do Amor¨, o "Licor dos
Namorados¨ e a "Agua de Perfume¨ que,
estiveram à venda durante todo o mês de
Fevereiro no espaço EPATV que se
encontrava no centro de Vila Verde.
Campanha Namorar com
SoIidariedade
No programa Namorar Portugal, o grupo
Jovens Voluntários EPATV realizou uma
exposição/venda de produtos associados ao
Dia dos Namorados, durante o dia 12 na
AmarTerraVerde. No dia seguinte, animou o
centro da vila com a exposição na
barraquinha e visitou o comércio local. A
comunidade, com a aquisição de uma
lembrança diferente e significativa para o dia
dos namorados, participava no projecto de
solidariedade com as famílias carenciadas do
concelho.
Esta actividade foi um sucesso! A significativa
ajuda obtida, em tão curto tempo, o agrado
manifestado pela população, os elogios que a
escola e os alunos receberam, reforçaram a
nosso espírito voluntário.
Os alunos acreditam e querem dedicar-se
mais a este projecto de solidariedade. É de
esperar, portanto, por outras iniciativas que
permitam alcançar os objectivos a que se
propuseram.
Nós acreditamos que sim! Contamos com
apoio de quem, como nós, acredita e não fica
«só» no sonho.
«Namorar PortugaI» com
«PortugaI no Coração»!
No passado dia 23 de Fevereiro, a EPATV
recebeu o programa da RTP 1- "Portugal no
Coração¨, e apresentou produtos e ementa
dedicados ao Dia dos Namorados: o Licor
dos Namorados, a Bolacha do Amor, os
Cocktail´s de S. Valentim e a Água de
Perfume Amar, Terra e Verde.
Os produtos confeccionados pelos alunos de
vários cursos estão integrados na lista de
produtos Namorar PortugaI. A receita da sua
venda reverte a favor do Grupo de
Voluntários da EPATV. Grupo, alunos e
professores, que presta apoio social e
económico às famílias mais carenciadas do
concelho de Vila Verde. Esta projecção da
escola representa um estímulo ao
desenvolvimento de projectos partilhados
com a comunidade em geral.
O Rancho Folclórico de Vila Verde e a Tuna
da Câmara Municipal de Vila Verde, também
Namorar PortugaI, animaram o momento.
ter ensino profissional 25
escola
Em busca da quaIidade e da
inovação em CasteIo Branco
As duas turmas do Curso Profissional
Técnico de Frio e Climatização efectuaram,
nos dias 25 e 26 de Fevereiro, uma visita de
estudo às fábricas, Centauro e Bitzer, em
Castelo Branco, acompanhados pelos
professores Magda Gomes, Margarida Mota
Lopes, Domingos Silva e Abel Soares.
A Centauro é uma fábrica portuguesa de
permutadores de calor, a Bitzer é uma
multinacional, fabricante de compressores.
Ambos os equipamentos produzidos por
estas fábricas são usados em frio e
climatização. Por isso, foi muito importante
esta visita para estes alunos, durante a qual
puderam contactar directamente com
diversos materiais e equipamentos em que a
qualidade e a inovação estão presentes.
Durante a visita, os alunos tiveram, ainda,
oportunidade de visitar o centro histórico da
cidade de Castelo Branco e a feira
Sinerclima, dedicada ao frio e climatização,
presente na Batalha.
Do ser naturaI ao ser
profissionaI!
No passo dia 26 de Fevereiro, as turmas de
Técnico de Análise Laboratorial e de Técnico
de Higiene e Segurança do Trabalho e
Ambiente da Delegação de Amares,
realizaram uma visita de estudo ao Parque
Biológico de Gaia e ao CÌTEVE - Centro
Tecnológico das Ìndústrias Têxtil e do
Vestuário de Portugal, acompanhados pelas
professoras Ana Rita Gonçalves, Manuela
Caçador, Marta Barbosa e Sylvie Rodrigues.
Durante a manhã, no Parque Biológico,
durante uma caminhada de 3000 metros
aproximadamente, os alunos puderam
constatar e apreciar a biodiversidade
existente no parque. Ao longo deste percurso
foi visível, por parte dos alunos, o respeito e o
gosto pela Natureza e biodiversidade que o
parque lhes mostrava.
Após o almoço, os alunos puderam visitar as
instalações do CÌTEVE, onde tiveram
oportunidade de contactar, mais
proximamente, com o mundo do trabalho.
Durante a visita, sob orientação do
representante do CÌTEVE, os alunos
conheceram as instalações e o seu
funcionamento, terminando com uma
pequena palestra.
«O tão pouco que damos,
significa muito para quem
recebe!»
O Curso de Massagista de Estética da
Delegação de Terras de Bouro, da Escola
Profissional Amar Terra Verde, sob a
orientação da professora Sónia Vilas Boas,
preparou uma actividade intitulada " Avós e
Netos¨, direccionada para idosos, vindos do
Centro Social e Paroquial de Rio Caldo e
Vilar da Veiga e do Lar da Misericórdia de
Vila Verde.
Com esta actividade, que se realizou no dia
2 de Março, ambicionava-se e concretizou-se
a promoção do contacto entre gerações, num
dia completo de bem-estar (tanto físico como
mental), fomentando a solidariedade, o
voluntariado (a importância do outro) e a
partilha de histórias de vida.
Durante o dia houve várias acções, tais
como: massagens faciais, manicura,
avaliação da tensão arterial, jogos de lazer,
dramatização, almoço e lanche especiais.
Todas elas foram implementadas graças à
especial colaboração das formadoras
ter ensino profissional 24
escola escola
dos técnicos da DREN, Engª Anabela Santos
e Engº Alfredo Campos, do director-geral da
EPATV, Drº João Luis Nogueira, entre outros.
Da parte da tarde realizou-se o concurso dos
"Cocktails de S. Valentim¨,cuja característica
principal foi a ausência de álcool. No final, o
júri teve alguma dificuldade em nomear o
vencedor pela qualidade dos produtos
apresentados. Ainda durante a tarde a
EPATV recebeu uma equipa da SÌC que
efectuou uma reportagem sobre os produtos
editados em parceria com Namorar Portugal
que passou no Jornal das 13,00h da SÌC, do
dia 14-02-10.
O Grupo de Voluntariado da EPATV pode
assim, aumentar a sua receita com a venda
das "Bolachas do Amor¨, o "Licor dos
Namorados¨ e a "Agua de Perfume¨ que,
estiveram à venda durante todo o mês de
Fevereiro no espaço EPATV que se
encontrava no centro de Vila Verde.
Campanha Namorar com
SoIidariedade
No programa Namorar Portugal, o grupo
Jovens Voluntários EPATV realizou uma
exposição/venda de produtos associados ao
Dia dos Namorados, durante o dia 12 na
AmarTerraVerde. No dia seguinte, animou o
centro da vila com a exposição na
barraquinha e visitou o comércio local. A
comunidade, com a aquisição de uma
lembrança diferente e significativa para o dia
dos namorados, participava no projecto de
solidariedade com as famílias carenciadas do
concelho.
Esta actividade foi um sucesso! A significativa
ajuda obtida, em tão curto tempo, o agrado
manifestado pela população, os elogios que a
escola e os alunos receberam, reforçaram a
nosso espírito voluntário.
Os alunos acreditam e querem dedicar-se
mais a este projecto de solidariedade. É de
esperar, portanto, por outras iniciativas que
permitam alcançar os objectivos a que se
propuseram.
Nós acreditamos que sim! Contamos com
apoio de quem, como nós, acredita e não fica
«só» no sonho.
«Namorar PortugaI» com
«PortugaI no Coração»!
No passado dia 23 de Fevereiro, a EPATV
recebeu o programa da RTP 1- "Portugal no
Coração¨, e apresentou produtos e ementa
dedicados ao Dia dos Namorados: o Licor
dos Namorados, a Bolacha do Amor, os
Cocktail´s de S. Valentim e a Água de
Perfume Amar, Terra e Verde.
Os produtos confeccionados pelos alunos de
vários cursos estão integrados na lista de
produtos Namorar PortugaI. A receita da sua
venda reverte a favor do Grupo de
Voluntários da EPATV. Grupo, alunos e
professores, que presta apoio social e
económico às famílias mais carenciadas do
concelho de Vila Verde. Esta projecção da
escola representa um estímulo ao
desenvolvimento de projectos partilhados
com a comunidade em geral.
O Rancho Folclórico de Vila Verde e a Tuna
da Câmara Municipal de Vila Verde, também
Namorar PortugaI, animaram o momento.
ter ensino profissional 25
escola
Em busca da quaIidade e da
inovação em CasteIo Branco
As duas turmas do Curso Profissional
Técnico de Frio e Climatização efectuaram,
nos dias 25 e 26 de Fevereiro, uma visita de
estudo às fábricas, Centauro e Bitzer, em
Castelo Branco, acompanhados pelos
professores Magda Gomes, Margarida Mota
Lopes, Domingos Silva e Abel Soares.
A Centauro é uma fábrica portuguesa de
permutadores de calor, a Bitzer é uma
multinacional, fabricante de compressores.
Ambos os equipamentos produzidos por
estas fábricas são usados em frio e
climatização. Por isso, foi muito importante
esta visita para estes alunos, durante a qual
puderam contactar directamente com
diversos materiais e equipamentos em que a
qualidade e a inovação estão presentes.
Durante a visita, os alunos tiveram, ainda,
oportunidade de visitar o centro histórico da
cidade de Castelo Branco e a feira
Sinerclima, dedicada ao frio e climatização,
presente na Batalha.
Do ser naturaI ao ser
profissionaI!
No passo dia 26 de Fevereiro, as turmas de
Técnico de Análise Laboratorial e de Técnico
de Higiene e Segurança do Trabalho e
Ambiente da Delegação de Amares,
realizaram uma visita de estudo ao Parque
Biológico de Gaia e ao CÌTEVE - Centro
Tecnológico das Ìndústrias Têxtil e do
Vestuário de Portugal, acompanhados pelas
professoras Ana Rita Gonçalves, Manuela
Caçador, Marta Barbosa e Sylvie Rodrigues.
Durante a manhã, no Parque Biológico,
durante uma caminhada de 3000 metros
aproximadamente, os alunos puderam
constatar e apreciar a biodiversidade
existente no parque. Ao longo deste percurso
foi visível, por parte dos alunos, o respeito e o
gosto pela Natureza e biodiversidade que o
parque lhes mostrava.
Após o almoço, os alunos puderam visitar as
instalações do CÌTEVE, onde tiveram
oportunidade de contactar, mais
proximamente, com o mundo do trabalho.
Durante a visita, sob orientação do
representante do CÌTEVE, os alunos
conheceram as instalações e o seu
funcionamento, terminando com uma
pequena palestra.
«O tão pouco que damos,
significa muito para quem
recebe!»
O Curso de Massagista de Estética da
Delegação de Terras de Bouro, da Escola
Profissional Amar Terra Verde, sob a
orientação da professora Sónia Vilas Boas,
preparou uma actividade intitulada " Avós e
Netos¨, direccionada para idosos, vindos do
Centro Social e Paroquial de Rio Caldo e
Vilar da Veiga e do Lar da Misericórdia de
Vila Verde.
Com esta actividade, que se realizou no dia
2 de Março, ambicionava-se e concretizou-se
a promoção do contacto entre gerações, num
dia completo de bem-estar (tanto físico como
mental), fomentando a solidariedade, o
voluntariado (a importância do outro) e a
partilha de histórias de vida.
Durante o dia houve várias acções, tais
como: massagens faciais, manicura,
avaliação da tensão arterial, jogos de lazer,
dramatização, almoço e lanche especiais.
Todas elas foram implementadas graças à
especial colaboração das formadoras
ter ensino profissional 26
escola escola
Elisabete Martins, Joana Cerqueira, Manuela
Janela e Olga Martins, bem como aos cursos
de Técnico de Restauração (Restaurante/Bar)
e Técnico de Recepção. Também
agradecemos a colaboração do Curso de
Padaria e Pastelaria, responsáveis pela
confecção de um "carinho/ miminho doce¨
oferecido a cada idoso.
O extraordinário deste dia foram as
constantes manifestações de carinho,
ternura, emoções e a lição que retiramos "o
tão pouco que damos, significa muito para
quem recebe¨.
Ficamos com a certeza que este é um
intercâmbio para continuar num futuro bem
próximo, uma vez que o feedback foi bastante
positivo por parte de todos os participantes,
referindo-se a esta iniciativa como " um
rebuçado que há muito que não tinham¨.
Curso de Serviços Jurídicos
Visita Arquivo de Braga
No dia 08 de Março de 2010, pelas 9h00, os
alunos do curso profissional Técnico de
Serviços Jurídicos visitaram o Arquivo
Distrital de Braga e assistiram a uma
audiência de foro criminal no Tribunal da
Comarca da mesma cidade.
Criado em 1917, o Arquivo Distrital de Braga
conserva um património documental
riquíssimo e do mais alto interesse para a
investigação, em múltiplos domínios das
ciências históricas.
Esta visita de estudo permitiu verificar as
regras de classificação de documentos de um
arquivo, compreender a sua organização e,
no aspecto jurídico, perceber o
desenvolvimento de uma sessão no tribunal,
preparando os alunos para o futuro
profissional.
Dia InternacionaI da MuIher, há
um sécuIo!
No passado dia 8 de Março de 2010, as
alunas do Curso Manicura/Pedicura
organizaram, na sede da EPATV, uma
actividade para a comemoração do 100º
aniversário do Dia Ìnternacional da Mulher.
Com a participação das alunas dos cursos
Cabeleireiro e Massagista de Estética das
Delegações de Amares e de Terras de Bouro
- Gerês da EPATV, a actividade incluiu, ao
longo do dia, sessões práticas, durante as
quais, as alunas executaram trabalhos de
manicura, massagens e penteados à
comunidade feminina.

Além destas sessões práticas, a Enfermeira
Maciel, técnica especializada do Centro de
Saúde de Vila Verde apresentou, de manhã,
uma sessão informativa, sensibilizando as
alunas e Encarregadas de Educação
presentes, para os problemas de saúde que a
Mulher pode encontrar ao longo da sua vida.
ter ensino profissional 27
escola
À tarde, no auditório, as alunas do Curso
Manicura/Pedicura apresentaram uma
coreografia da dança do ventre.
As alunas, a coordenadora e directora de
turma do Curso Manicura/Pedicura
agradecem a todas as pessoas que
participaram activamente nesta actividade,
assim como todas as mulheres presentes
neste dia.
O MaraviIhoso Mundo Marinho!
No âmbito do projecto Eco-Escola, os alunos
dos Cursos Técnico de Análise Laboratorial e
Animação Sociocultural, acompanhados
pelos professores Marco Alves, Rui Silva,
Clara Sousa e Paula Costa, visitaram, no
passado dia 8 de Março, o Pavilhão da Água
e o Sea Life, no Porto.
Situado no Parque da Cidade do Porto, o
Pavilhão da Água, é um magnífico
equipamento resultante da Expo 98. Neste
espaço, os alunos compreenderam a
importância dos recursos hídricos e como é
urgente a preservação do meio ambiente,
através de um conjunto de experiências
lúdicas e científicas. Os alunos divertiram-se
em várias experiências com a água, tais
como: o aquafone de garrafas, o ciclone de
água, o ciclo da água. Viram imagens em três
dimensões através de ilusões de óptica,
assistiram à formação de tornados e ciclones,
observaram o comportamento das ondas e
jactos de água de várias formas, ficando
assim a conhecer as diferentes fases do ciclo
da água.
O SEA LÌFE proporcionou uma experiência
única, a descoberta do maravilhoso mundo
marinho. Centenas de criaturas marinhas, o
impacto que cada uma delas tem na nossa
vida e o seu contributo para o ecossistema,
serviram para sensibilizar e consciencializar
os presentes, para os problemas ambientais.
No final do dia, estivemos nas palestras: "Os
Tubarões nas grutas do Oceano¨, "Na Baía
das Raias¨. A alimentação das Raias fechou
um dia repleto de maravilhas que interessa
proteger.
ter ensino profissional 26
escola escola
Elisabete Martins, Joana Cerqueira, Manuela
Janela e Olga Martins, bem como aos cursos
de Técnico de Restauração (Restaurante/Bar)
e Técnico de Recepção. Também
agradecemos a colaboração do Curso de
Padaria e Pastelaria, responsáveis pela
confecção de um "carinho/ miminho doce¨
oferecido a cada idoso.
O extraordinário deste dia foram as
constantes manifestações de carinho,
ternura, emoções e a lição que retiramos "o
tão pouco que damos, significa muito para
quem recebe¨.
Ficamos com a certeza que este é um
intercâmbio para continuar num futuro bem
próximo, uma vez que o feedback foi bastante
positivo por parte de todos os participantes,
referindo-se a esta iniciativa como " um
rebuçado que há muito que não tinham¨.
Curso de Serviços Jurídicos
Visita Arquivo de Braga
No dia 08 de Março de 2010, pelas 9h00, os
alunos do curso profissional Técnico de
Serviços Jurídicos visitaram o Arquivo
Distrital de Braga e assistiram a uma
audiência de foro criminal no Tribunal da
Comarca da mesma cidade.
Criado em 1917, o Arquivo Distrital de Braga
conserva um património documental
riquíssimo e do mais alto interesse para a
investigação, em múltiplos domínios das
ciências históricas.
Esta visita de estudo permitiu verificar as
regras de classificação de documentos de um
arquivo, compreender a sua organização e,
no aspecto jurídico, perceber o
desenvolvimento de uma sessão no tribunal,
preparando os alunos para o futuro
profissional.
Dia InternacionaI da MuIher, há
um sécuIo!
No passado dia 8 de Março de 2010, as
alunas do Curso Manicura/Pedicura
organizaram, na sede da EPATV, uma
actividade para a comemoração do 100º
aniversário do Dia Ìnternacional da Mulher.
Com a participação das alunas dos cursos
Cabeleireiro e Massagista de Estética das
Delegações de Amares e de Terras de Bouro
- Gerês da EPATV, a actividade incluiu, ao
longo do dia, sessões práticas, durante as
quais, as alunas executaram trabalhos de
manicura, massagens e penteados à
comunidade feminina.

Além destas sessões práticas, a Enfermeira
Maciel, técnica especializada do Centro de
Saúde de Vila Verde apresentou, de manhã,
uma sessão informativa, sensibilizando as
alunas e Encarregadas de Educação
presentes, para os problemas de saúde que a
Mulher pode encontrar ao longo da sua vida.
ter ensino profissional 27
escola
À tarde, no auditório, as alunas do Curso
Manicura/Pedicura apresentaram uma
coreografia da dança do ventre.
As alunas, a coordenadora e directora de
turma do Curso Manicura/Pedicura
agradecem a todas as pessoas que
participaram activamente nesta actividade,
assim como todas as mulheres presentes
neste dia.
O MaraviIhoso Mundo Marinho!
No âmbito do projecto Eco-Escola, os alunos
dos Cursos Técnico de Análise Laboratorial e
Animação Sociocultural, acompanhados
pelos professores Marco Alves, Rui Silva,
Clara Sousa e Paula Costa, visitaram, no
passado dia 8 de Março, o Pavilhão da Água
e o Sea Life, no Porto.
Situado no Parque da Cidade do Porto, o
Pavilhão da Água, é um magnífico
equipamento resultante da Expo 98. Neste
espaço, os alunos compreenderam a
importância dos recursos hídricos e como é
urgente a preservação do meio ambiente,
através de um conjunto de experiências
lúdicas e científicas. Os alunos divertiram-se
em várias experiências com a água, tais
como: o aquafone de garrafas, o ciclone de
água, o ciclo da água. Viram imagens em três
dimensões através de ilusões de óptica,
assistiram à formação de tornados e ciclones,
observaram o comportamento das ondas e
jactos de água de várias formas, ficando
assim a conhecer as diferentes fases do ciclo
da água.
O SEA LÌFE proporcionou uma experiência
única, a descoberta do maravilhoso mundo
marinho. Centenas de criaturas marinhas, o
impacto que cada uma delas tem na nossa
vida e o seu contributo para o ecossistema,
serviram para sensibilizar e consciencializar
os presentes, para os problemas ambientais.
No final do dia, estivemos nas palestras: "Os
Tubarões nas grutas do Oceano¨, "Na Baía
das Raias¨. A alimentação das Raias fechou
um dia repleto de maravilhas que interessa
proteger.
ter ensino profissional 28
escola escola
EPATV à Ia Française!
De 8 a 12 de Março, na EPATV, Vila Verde e
Delegações de Amares e Terras de Bouro,
com o objectivo de incrementar a motivação
para o estudo e conhecimento da Cultura e
Língua Francesa, aconteceram "Les Jours du
Français¨ - "Os Dias do Francês¨.
As professoras do grupo disciplinar de
Francês mobilizaram várias turmas para a
realização das actividades. A turma, de
Técnico de Análise Laboratorial, do 2.º ano,
elaborou uma exposição sobre perfumes
franceses e a turma, de Restauração, 2.º ano,
ilustrou a tão conhecida obra de Antoine de
Saint-Exupéry, "O Principezinho¨. Outras
turmas apresentaram, também, trabalhos
muito criativos, sobre monumentos e outras
marcas da Cultura Francesa, que podiam ver-
-se nas várias exposições de Vila Verde,
Amares e Terras de Bouro. Parabéns aos
artistas!
Sob a orientação da professora Maria João
Campos e do Chefe Vinagre, os alunos
confeccionaram saborosos pratos,
tipicamente franceses. Os famosos crepes
estiveram, deliciosamente presentes, em toda
a EPATV, de Vila Verde até Terras de Bouro,
passando por Amares.
Louis de Funès, o célebre actor, divertiu os
alunos com as suas aventuras hilariantes, no
filme "Les aventures de Rabi Jacob¨. O jogo
designado por "pétanque¨, que decorreu no
meio de um convívio muito saudável,
contribuiu muito para a descontracção vivida.
Na biblioteca, a música francesa esteve
também presente com temas de cantores
actuais. ET VÌVE LA FRANCE!
PS. O grupo disciplinar de Francês agradece
a simpatia e a disponibilidade dos alunos e
professores que contribuíram para os dias do
Francês. Muito obrigada e parabéns a todos!
Um pedacinho de oreIha de
vaca tem muita ciência!
O LNÌV - Laboratório Nacional de
Ìnvestigação Veterinária, mais em concreto, o
CTM -Centro de Testagem Molecular, nos
dias 10 e 11 de Março, proporcionou aos
alunos do Curso Técnico de Analise
Laboratorial, da sede e da Delegação de
Amares da EPATV, conhecer o dia-a-dia num
laboratório de genética animal.
Neste dia, dedicado à investigação da
genética animal, os alunos foram recebidos
pela Directora Dra. Susana Lopes, que os
elucidou sobre o funcionamento e a finalidade
do LNÌV. Além disso, terminou esta recepção
com uma palestra, na qual, fez uma breve
abordagem sobre alguns dos conhecimentos
adquiridos em Química Aplicada, essenciais à
compreensão e execução das actividades
experimentais que iriam realizar. Nos
laboratórios, os alunos colocaram mãos à
obra. A primeira das actividades
experimentais, orientada pela Dra. Sara João,
consistiu na extracção de ADN de tecido
auricular de uma vaca. Após a extracção, o
ter ensino profissional ter ensino profissional 29
escola
Dr. Hugo Pereira, mostrou que o processo de
extracção de amostras de ADN pode ser
realizado por um robot, explicando ainda o
seu funcionamento. Durante a tarde, o Dr.
Bruno Carvalho orientou os alunos na
preparação de amostras para PCR e
execução da Eléctroforese.
A todos os investigadores, o nosso muito
obrigado pela disponibilidade e simpatia com
que nos trataram.
Estas experiências científicas permitiram aos
alunos aplicarem conhecimentos adquiridos
nas disciplinas Tecnológicas. Além disso,
puderam conhecer o dia-a-dia de um Técnico
de Análise Laboratorial, contactando com
novos equipamentos. Enfim, um dia muito
interessante e enriquecedor.
«Bairro das Profissões» na
FUTURÁLIA 2010
A Escola Profissional Amar Terra Verde, a
convite da DREN, esteve presente, na
FUTURÁLÌA-Salão de Oferta Educativa,
Formação e Emprego, que se realizou no
Pavilhão 1 e 2 da FÌL, no Parque das Nações,
em Lisboa, de 10 a 13 de Março.
Os alunos do curso de Energias Renováveis,
acompanhados pelos seus professores, Ana
Cadete, Vitor Machado, Aurélio Machado e
Álvaro Santos, tiveram lugar de destaque, no
"Bairro das Profissões - Trabalhar em
Tecnologia¨. Realizaram experiências
relacionadas com a área curricular que
representam e permitiram a todos os
visitantes o desfrutar do carrinho solar da
EPATV.
A FUTURÁLÌA já se consolidou como o maior
evento nacional dedicado à Educação,
Formação, Qualificação e Emprego e, como
sempre, a EPATV marcou presença a
promover e a divulgar esta.paixão de
escola!
ExceIente aImoço pedagógico
de prato tradicionaI!
Ìnserida na sua estratégia de partilha e
abertura à comunidade, os cursos de
Restauração (Cozinha/Pastelaria e
Restaurante/Bar), orientados pelos seus
formadores, Chefe Vinagre, Maria João
Campos e Olga Martins, confeccionaram
vários pratos regionais com a tradicional
lampreia, tendo colocado a sua degustação à
avaliação de um conjunto de parceiros
institucionais e individuais de considerável
valia opinativa, no sucesso da promoção de
qualidade da gastronomia local, tais como os
presidentes das Câmaras de Vila Verde,
Amares e Terras de Bouro, da AÌMinho, da
Proviver, do ÌPCA, do curso de Direito de
Universidade do Minho, entre outros.
A degustação centrou-se nos pratos de
"Lampreia à Bordalesa¨ e "Arroz de
Lampreia¨ e no final foi realizada a avaliação
do evento no que concerne ao
serviço/atendimento, apresentação e
degustação dos pratos apresentados, sendo
a nota final de Excelente, o que muito satisfez
os alunos e professores do curso, assim
como toda a comunidade EPATV.
ter ensino profissional 28
escola escola
EPATV à Ia Française!
De 8 a 12 de Março, na EPATV, Vila Verde e
Delegações de Amares e Terras de Bouro,
com o objectivo de incrementar a motivação
para o estudo e conhecimento da Cultura e
Língua Francesa, aconteceram "Les Jours du
Français¨ - "Os Dias do Francês¨.
As professoras do grupo disciplinar de
Francês mobilizaram várias turmas para a
realização das actividades. A turma, de
Técnico de Análise Laboratorial, do 2.º ano,
elaborou uma exposição sobre perfumes
franceses e a turma, de Restauração, 2.º ano,
ilustrou a tão conhecida obra de Antoine de
Saint-Exupéry, "O Principezinho¨. Outras
turmas apresentaram, também, trabalhos
muito criativos, sobre monumentos e outras
marcas da Cultura Francesa, que podiam ver-
-se nas várias exposições de Vila Verde,
Amares e Terras de Bouro. Parabéns aos
artistas!
Sob a orientação da professora Maria João
Campos e do Chefe Vinagre, os alunos
confeccionaram saborosos pratos,
tipicamente franceses. Os famosos crepes
estiveram, deliciosamente presentes, em toda
a EPATV, de Vila Verde até Terras de Bouro,
passando por Amares.
Louis de Funès, o célebre actor, divertiu os
alunos com as suas aventuras hilariantes, no
filme "Les aventures de Rabi Jacob¨. O jogo
designado por "pétanque¨, que decorreu no
meio de um convívio muito saudável,
contribuiu muito para a descontracção vivida.
Na biblioteca, a música francesa esteve
também presente com temas de cantores
actuais. ET VÌVE LA FRANCE!
PS. O grupo disciplinar de Francês agradece
a simpatia e a disponibilidade dos alunos e
professores que contribuíram para os dias do
Francês. Muito obrigada e parabéns a todos!
Um pedacinho de oreIha de
vaca tem muita ciência!
O LNÌV - Laboratório Nacional de
Ìnvestigação Veterinária, mais em concreto, o
CTM -Centro de Testagem Molecular, nos
dias 10 e 11 de Março, proporcionou aos
alunos do Curso Técnico de Analise
Laboratorial, da sede e da Delegação de
Amares da EPATV, conhecer o dia-a-dia num
laboratório de genética animal.
Neste dia, dedicado à investigação da
genética animal, os alunos foram recebidos
pela Directora Dra. Susana Lopes, que os
elucidou sobre o funcionamento e a finalidade
do LNÌV. Além disso, terminou esta recepção
com uma palestra, na qual, fez uma breve
abordagem sobre alguns dos conhecimentos
adquiridos em Química Aplicada, essenciais à
compreensão e execução das actividades
experimentais que iriam realizar. Nos
laboratórios, os alunos colocaram mãos à
obra. A primeira das actividades
experimentais, orientada pela Dra. Sara João,
consistiu na extracção de ADN de tecido
auricular de uma vaca. Após a extracção, o
ter ensino profissional ter ensino profissional 29
escola
Dr. Hugo Pereira, mostrou que o processo de
extracção de amostras de ADN pode ser
realizado por um robot, explicando ainda o
seu funcionamento. Durante a tarde, o Dr.
Bruno Carvalho orientou os alunos na
preparação de amostras para PCR e
execução da Eléctroforese.
A todos os investigadores, o nosso muito
obrigado pela disponibilidade e simpatia com
que nos trataram.
Estas experiências científicas permitiram aos
alunos aplicarem conhecimentos adquiridos
nas disciplinas Tecnológicas. Além disso,
puderam conhecer o dia-a-dia de um Técnico
de Análise Laboratorial, contactando com
novos equipamentos. Enfim, um dia muito
interessante e enriquecedor.
«Bairro das Profissões» na
FUTURÁLIA 2010
A Escola Profissional Amar Terra Verde, a
convite da DREN, esteve presente, na
FUTURÁLÌA-Salão de Oferta Educativa,
Formação e Emprego, que se realizou no
Pavilhão 1 e 2 da FÌL, no Parque das Nações,
em Lisboa, de 10 a 13 de Março.
Os alunos do curso de Energias Renováveis,
acompanhados pelos seus professores, Ana
Cadete, Vitor Machado, Aurélio Machado e
Álvaro Santos, tiveram lugar de destaque, no
"Bairro das Profissões - Trabalhar em
Tecnologia¨. Realizaram experiências
relacionadas com a área curricular que
representam e permitiram a todos os
visitantes o desfrutar do carrinho solar da
EPATV.
A FUTURÁLÌA já se consolidou como o maior
evento nacional dedicado à Educação,
Formação, Qualificação e Emprego e, como
sempre, a EPATV marcou presença a
promover e a divulgar esta.paixão de
escola!
ExceIente aImoço pedagógico
de prato tradicionaI!
Ìnserida na sua estratégia de partilha e
abertura à comunidade, os cursos de
Restauração (Cozinha/Pastelaria e
Restaurante/Bar), orientados pelos seus
formadores, Chefe Vinagre, Maria João
Campos e Olga Martins, confeccionaram
vários pratos regionais com a tradicional
lampreia, tendo colocado a sua degustação à
avaliação de um conjunto de parceiros
institucionais e individuais de considerável
valia opinativa, no sucesso da promoção de
qualidade da gastronomia local, tais como os
presidentes das Câmaras de Vila Verde,
Amares e Terras de Bouro, da AÌMinho, da
Proviver, do ÌPCA, do curso de Direito de
Universidade do Minho, entre outros.
A degustação centrou-se nos pratos de
"Lampreia à Bordalesa¨ e "Arroz de
Lampreia¨ e no final foi realizada a avaliação
do evento no que concerne ao
serviço/atendimento, apresentação e
degustação dos pratos apresentados, sendo
a nota final de Excelente, o que muito satisfez
os alunos e professores do curso, assim
como toda a comunidade EPATV.
ter ensino profissional 30
escola escola
Os OIhos debaixo d'oIho!
Entre 15 e 19 de Março, na
EPATV/Delegação de Amares, os alunos
André Ferreira, Jorge Oliveira, José
Cerqueira, Márcio Vieira e Ricardo Antunes
do Curso de Técnico de Óptica Ocular,
organizaram, inserida na Prova de Aptidão
Profissional, a Semana da Óptica.
No decorrer dos dias, os alunos fizeram o
Rastreio Visual de toda a comunidade
escolar. No auditório, a escola viu o filme
"Viagem ao Centro da Terra¨, em 3D, e
assistiu à palestra, «Lentes de Contacto - O
que são e para que servem», proferida pela
Doutora Madalena Heira, da Universidade do
Minho.
RefIectir sobre a Eficiência
Energética
A equipa técnica de Frio e Climatização
organizou, no dia 17 de Março, a 2ª Jornada
Técnica intitulada «Eficiência Energética». O
objectivo foi reflectir acerca dos problemas
relacionados com a utilização da energia,
sem descurar a preservação do ambiente.
Para tal, as diversas intervenções ficaram a
cargo de especialistas, vindos da
Universidade do Minho e de Empresas do
sector.
Durante a manhã, o Eng.º Amaral Nunes, da
Universidade do Minho, abordou o tema: "Do
actual SCE à necessidade dos recuperadores
de calor¨. O Eng.º Luís Barreiros Martins,
também da Universidade do Minho, falou aos
participantes sobre as "Cogeração nos
sistemas de conversão energética¨.
Durante a tarde, foram abordadas as
temáticas, "CO2 Nos Sistemas de
Refrigeração¨ e "Regulamentação Europeia
sobre Gases Fluorados¨ pelos conferencistas
Eng.º Felix Sanz Castillo da Danfoss e Sr.
Eng.º Luís Guimarães da Toshiba,
respectivamente.
No final das conferências, todos os
convidados visitaram as instalações da
Escola, particularmente a nova Sala de Frio e
Climatização.
A 2ª Jornada, «Eficiência Energética», ajudou
a todos, alunos e técnicos do sector
energético, a aprofundar conhecimentos
sobre assuntos de grande actualidade.
Em Manzaneda, Espanha,
desporto promove o bem-estar.
Nos dias 18 e 19 de Março as turmas dos
Cursos Técnico de Recepção e Massagista
de Estética da Delegação de Terras de
Bouro, da Escola Profissional Amar Terra
Verde, no âmbito da disciplina de Educação
Física, participaram em várias actividades
desportivas, na Estação de Montanha -
Manzaneda, em Espanha.
No primeiro dia, depois de chegar à Estação
de Montanha, os alunos foram divididos em
vários grupos para participarem nas diversas
actividades desportivas, tais como, futebol,
natação, basquetebol e tiro com arco.
O segundo dia ficou reservado para a prática
de Ski e Snowboard. Os mais experientes
puderam pôr logo em prática as suas
capacidades desportivas nessas
modalidades. Os menos experientes tiveram
primeiro aulas particulares de Ski e
Snowboard, para depois, livremente, os
poderem praticar.
Foram dois dias de actividades desportivas
muito apreciadas por todos os participantes,
os quais reconheceram que se promoveu o
bem estar pela prática desportiva.
RefIectir sobre a Eficiência
Energética
A equipa técnica de Frio e Climatização
organizou, no dia 17 de Março, a 2ª Jornada
Técnica intitulada «Eficiência Energética». O
objectivo foi reflectir acerca dos problemas
relacionados com a utilização da energia,
sem descurar a preservação do ambiente.
Para tal, as diversas intervenções ficaram a
cargo de especialistas, vindos da
Universidade do Minho e de Empresas do
sector.
Durante a manhã, o Eng.º Amaral Nunes, da
Universidade do Minho, abordou o tema: "Do
actual SCE à necessidade dos recuperadores
de calor¨. O Eng.º Luís Barreiros Martins,
também da Universidade do Minho, falou aos
participantes sobre as "Cogeração nos
sistemas de conversão energética¨.
Durante a tarde, foram abordadas as
temáticas, "CO2 Nos Sistemas de
Refrigeração¨ e "Regulamentação Europeia
sobre Gases Fluorados¨ pelos conferencistas
Eng.º Felix Sanz Castillo da Danfoss e Sr.
Eng.º Luís Guimarães da Toshiba,
respectivamente.
No final das conferências, todos os
convidados visitaram as instalações da
Escola, particularmente a nova Sala de Frio e
Climatização.
A 2ª Jornada, «Eficiência Energética», ajudou
a todos, alunos e técnicos do sector
energético, a aprofundar conhecimentos
sobre assuntos de grande actualidade.
ter ensino profissional 31
escola
No Dia «Limpar PortugaI»
O dia 20 de Março é o dia «L», o dia de
Limpar Portugal. Os Jovens Voluntários e as
Brigadas Verdes EPATV não ficaram em
casa. Sem medo ao frio e à chuva,
contribuíram para um ambiente limpo, belo e
agradável no nosso concelho. Limparam o
recinto envolvente à escola e ajudaram, em
Aboim da Nóbrega. Os ambientalistas
participaram também numa formação
efectuada pelo coordenador de Vila Verde,
Paulo Barbosa, no auditório.
O sucesso da actividade deve-se aos alunos
do Curso de Climatização e Frio, 2ºano, e às
professoras Helena Sousa, Margarida Mota
Lopes, Alexandra Ferreira, Cidália Sousa e
Lúcia Lopes que se empenharam muito a
organizar e divulgar esta actividade junto da
comunidade escolar e local.
Alegria, orgulho e sentimento de dever
cumprido estão presentes nos elementos da
equipa que não ficou em casa e deu o seu
contributo nesta nobre e pedagógica
iniciativa. Os jovens participantes, após esta
formação/acção, reflectem os valores
adquiridos e apuramento na sensibilidade
ambiental.
Venham mais iniciativas! A vontade de
contribuir e fazer a diferença é grande!
Multiplicam-se os jovens a querer fazer parte
deste maravilhoso grupo!
Esferas coIoridas e Rodas sem
Iimites na engrenagem do
sonho!
Os alunos, do Curso de Técnico de
Mecatrónica/EPATV, orientados pelos seus
professores, Ana Cadete e Vítor Machado,
apresentaram dois projectos ao concurso
«Ciência na Escola», 8ª Edição, da Fundação
Ìlídio Pinho e BES Ìnovação, cujo tema era
"Artes da Física¨.
Os projectos, intitulados «As esferas
coloridas» e «Rodas sem limites», venceram
a 1ª fase do concurso, do 4º escalão.
Receberam, cada um, um prémio pecuniário
de 500 euro. Com este incentivo a permitir o
desenvolvimento e materialização destas
ideias tecnológicas e inovadoras, os projectos
vão apresentar-se à 2ª fase do concurso que
termina a 8 de Junho de 2010.
A equipa, professores e alunos, está com a
moral em alta! Mas, antes de qualquer prémio
está o trabalho!
EPATV/AMARES em
«Água Limpa para um Mundo
SaudáveI»
Em 1992, na Conferência das Nações Unidas
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
(UNCED), a Assembleia Geral da ONU
declarou que, no dia 22 de Março de cada
ano, a partir de 1993, seria celebrado o Dia
Mundial da Água. Este ano, a campanha
promovida pela ONU, para comemorar esta
data, tem como tema "Água Limpa para um
Mundo Saudável¨.
A Delegação de Amares da EPATV também
comemorou, no passado 22 de Março, o dia
Mundial da água com várias iniciativas. O
curso Técnico de Sistemas Ìnformáticos criou
um blog diamundialagua-epatv.blogspot.com
e um filme de sensibilização para a não
poluição da água. Promovendo a
consciencialização sobre a conservação de
ecossistemas saudáveis e bem-estar
humano, alertando os restantes colegas para
a adopção de medidas de prevenção na
contaminação da água. O curso de
Bombeiros realizou o concurso "Escritas
sobre a água!¨, que consistiu na criação de
uma banca, na Exposição sobre a Água,
onde todos os alunos poderam participar,
escrevendo uma frase alusiva à água. A frase
vencedora terá como prémio a divulgação no
recibo da água da Câmara Municipal de
Amares. O curso de Cabeleireiro decorou o
auditório com uma exposição sobre a água e
construiu um aquafone para assinalar a data.
Todos os alunos visitaram a exposição e
assistiram aos filmes criados pelas turmas.
ter ensino profissional 30
escola escola
Os OIhos debaixo d'oIho!
Entre 15 e 19 de Março, na
EPATV/Delegação de Amares, os alunos
André Ferreira, Jorge Oliveira, José
Cerqueira, Márcio Vieira e Ricardo Antunes
do Curso de Técnico de Óptica Ocular,
organizaram, inserida na Prova de Aptidão
Profissional, a Semana da Óptica.
No decorrer dos dias, os alunos fizeram o
Rastreio Visual de toda a comunidade
escolar. No auditório, a escola viu o filme
"Viagem ao Centro da Terra¨, em 3D, e
assistiu à palestra, «Lentes de Contacto - O
que são e para que servem», proferida pela
Doutora Madalena Heira, da Universidade do
Minho.
RefIectir sobre a Eficiência
Energética
A equipa técnica de Frio e Climatização
organizou, no dia 17 de Março, a 2ª Jornada
Técnica intitulada «Eficiência Energética». O
objectivo foi reflectir acerca dos problemas
relacionados com a utilização da energia,
sem descurar a preservação do ambiente.
Para tal, as diversas intervenções ficaram a
cargo de especialistas, vindos da
Universidade do Minho e de Empresas do
sector.
Durante a manhã, o Eng.º Amaral Nunes, da
Universidade do Minho, abordou o tema: "Do
actual SCE à necessidade dos recuperadores
de calor¨. O Eng.º Luís Barreiros Martins,
também da Universidade do Minho, falou aos
participantes sobre as "Cogeração nos
sistemas de conversão energética¨.
Durante a tarde, foram abordadas as
temáticas, "CO2 Nos Sistemas de
Refrigeração¨ e "Regulamentação Europeia
sobre Gases Fluorados¨ pelos conferencistas
Eng.º Felix Sanz Castillo da Danfoss e Sr.
Eng.º Luís Guimarães da Toshiba,
respectivamente.
No final das conferências, todos os
convidados visitaram as instalações da
Escola, particularmente a nova Sala de Frio e
Climatização.
A 2ª Jornada, «Eficiência Energética», ajudou
a todos, alunos e técnicos do sector
energético, a aprofundar conhecimentos
sobre assuntos de grande actualidade.
Em Manzaneda, Espanha,
desporto promove o bem-estar.
Nos dias 18 e 19 de Março as turmas dos
Cursos Técnico de Recepção e Massagista
de Estética da Delegação de Terras de
Bouro, da Escola Profissional Amar Terra
Verde, no âmbito da disciplina de Educação
Física, participaram em várias actividades
desportivas, na Estação de Montanha -
Manzaneda, em Espanha.
No primeiro dia, depois de chegar à Estação
de Montanha, os alunos foram divididos em
vários grupos para participarem nas diversas
actividades desportivas, tais como, futebol,
natação, basquetebol e tiro com arco.
O segundo dia ficou reservado para a prática
de Ski e Snowboard. Os mais experientes
puderam pôr logo em prática as suas
capacidades desportivas nessas
modalidades. Os menos experientes tiveram
primeiro aulas particulares de Ski e
Snowboard, para depois, livremente, os
poderem praticar.
Foram dois dias de actividades desportivas
muito apreciadas por todos os participantes,
os quais reconheceram que se promoveu o
bem estar pela prática desportiva.
RefIectir sobre a Eficiência
Energética
A equipa técnica de Frio e Climatização
organizou, no dia 17 de Março, a 2ª Jornada
Técnica intitulada «Eficiência Energética». O
objectivo foi reflectir acerca dos problemas
relacionados com a utilização da energia,
sem descurar a preservação do ambiente.
Para tal, as diversas intervenções ficaram a
cargo de especialistas, vindos da
Universidade do Minho e de Empresas do
sector.
Durante a manhã, o Eng.º Amaral Nunes, da
Universidade do Minho, abordou o tema: "Do
actual SCE à necessidade dos recuperadores
de calor¨. O Eng.º Luís Barreiros Martins,
também da Universidade do Minho, falou aos
participantes sobre as "Cogeração nos
sistemas de conversão energética¨.
Durante a tarde, foram abordadas as
temáticas, "CO2 Nos Sistemas de
Refrigeração¨ e "Regulamentação Europeia
sobre Gases Fluorados¨ pelos conferencistas
Eng.º Felix Sanz Castillo da Danfoss e Sr.
Eng.º Luís Guimarães da Toshiba,
respectivamente.
No final das conferências, todos os
convidados visitaram as instalações da
Escola, particularmente a nova Sala de Frio e
Climatização.
A 2ª Jornada, «Eficiência Energética», ajudou
a todos, alunos e técnicos do sector
energético, a aprofundar conhecimentos
sobre assuntos de grande actualidade.
ter ensino profissional 31
escola
No Dia «Limpar PortugaI»
O dia 20 de Março é o dia «L», o dia de
Limpar Portugal. Os Jovens Voluntários e as
Brigadas Verdes EPATV não ficaram em
casa. Sem medo ao frio e à chuva,
contribuíram para um ambiente limpo, belo e
agradável no nosso concelho. Limparam o
recinto envolvente à escola e ajudaram, em
Aboim da Nóbrega. Os ambientalistas
participaram também numa formação
efectuada pelo coordenador de Vila Verde,
Paulo Barbosa, no auditório.
O sucesso da actividade deve-se aos alunos
do Curso de Climatização e Frio, 2ºano, e às
professoras Helena Sousa, Margarida Mota
Lopes, Alexandra Ferreira, Cidália Sousa e
Lúcia Lopes que se empenharam muito a
organizar e divulgar esta actividade junto da
comunidade escolar e local.
Alegria, orgulho e sentimento de dever
cumprido estão presentes nos elementos da
equipa que não ficou em casa e deu o seu
contributo nesta nobre e pedagógica
iniciativa. Os jovens participantes, após esta
formação/acção, reflectem os valores
adquiridos e apuramento na sensibilidade
ambiental.
Venham mais iniciativas! A vontade de
contribuir e fazer a diferença é grande!
Multiplicam-se os jovens a querer fazer parte
deste maravilhoso grupo!
Esferas coIoridas e Rodas sem
Iimites na engrenagem do
sonho!
Os alunos, do Curso de Técnico de
Mecatrónica/EPATV, orientados pelos seus
professores, Ana Cadete e Vítor Machado,
apresentaram dois projectos ao concurso
«Ciência na Escola», 8ª Edição, da Fundação
Ìlídio Pinho e BES Ìnovação, cujo tema era
"Artes da Física¨.
Os projectos, intitulados «As esferas
coloridas» e «Rodas sem limites», venceram
a 1ª fase do concurso, do 4º escalão.
Receberam, cada um, um prémio pecuniário
de 500 euro. Com este incentivo a permitir o
desenvolvimento e materialização destas
ideias tecnológicas e inovadoras, os projectos
vão apresentar-se à 2ª fase do concurso que
termina a 8 de Junho de 2010.
A equipa, professores e alunos, está com a
moral em alta! Mas, antes de qualquer prémio
está o trabalho!
EPATV/AMARES em
«Água Limpa para um Mundo
SaudáveI»
Em 1992, na Conferência das Nações Unidas
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
(UNCED), a Assembleia Geral da ONU
declarou que, no dia 22 de Março de cada
ano, a partir de 1993, seria celebrado o Dia
Mundial da Água. Este ano, a campanha
promovida pela ONU, para comemorar esta
data, tem como tema "Água Limpa para um
Mundo Saudável¨.
A Delegação de Amares da EPATV também
comemorou, no passado 22 de Março, o dia
Mundial da água com várias iniciativas. O
curso Técnico de Sistemas Ìnformáticos criou
um blog diamundialagua-epatv.blogspot.com
e um filme de sensibilização para a não
poluição da água. Promovendo a
consciencialização sobre a conservação de
ecossistemas saudáveis e bem-estar
humano, alertando os restantes colegas para
a adopção de medidas de prevenção na
contaminação da água. O curso de
Bombeiros realizou o concurso "Escritas
sobre a água!¨, que consistiu na criação de
uma banca, na Exposição sobre a Água,
onde todos os alunos poderam participar,
escrevendo uma frase alusiva à água. A frase
vencedora terá como prémio a divulgação no
recibo da água da Câmara Municipal de
Amares. O curso de Cabeleireiro decorou o
auditório com uma exposição sobre a água e
construiu um aquafone para assinalar a data.
Todos os alunos visitaram a exposição e
assistiram aos filmes criados pelas turmas.
ter ensino profissional 32
escola escola
Entrem! Bem-Vindos à EPATV!
No passado dia 23 de Março, a turma do 10º
ano e alguns alunos da turma do 12º ano do
Curso de Técnico de Processamento e
Controlo de Qualidade Alimentar, orientados
pelo Professor Pedro Lançós, realizaram
várias demonstrações, na área do seu curso,
durante a visita que algumas escolas do
concelho efectuaram às nossas instalações.
Os alunos de 10º ano efectuaram e
demonstraram a extracção de ADN a partir de
um fruto. Os do 12º prepararam e produziram
vários produtos alimentares: Queijo Curado;
Queijo Petit Suisse e Ìogurte Capuccino.
No final do dia, os alunos visitantes estavam
maravilhados com todas as experiências
realizadas e pelos fenómenos observados.
Da teoria até à prática, com
simpatia.
Os alunos dos cursos de Técnico de Higiene
e Segurança no Trabalho e Ambiente e
Técnico de Construção Civil /Condução de
Obra da Delegação de Amares da Escola
Profissional Amar Terra Verde,
acompanhados pelas professoras Manuela
Caçador, Marta Barbosa e Cátia Ribeiro
realizaram, no dia 23 de Março, uma visita de
estudo à construção do Novo Hospital de
Braga e do Espaço Comercial Dolce Vita.
Durante a manhã, na visita guiada à
construção do Novo Hospital de Braga, os
alunos puderam aprofundar os seus
conhecimentos, através do contacto directo
com a obra e com as explicações dos
Técnicos da Somague envolvidos,
nomeadamente a Directora de Obra, Dr.ª
Dora Fernandes.
À tarde, a visita teve como guia a Dr.ª Liliana
do grupo ABB que, simpaticamente,
continuou a exposição de temas e clarificação
de dúvidas que os alunos colocaram, durante
a visita ao Espaço Comercial Dolce Vita.
Apesar de ser uma longa jornada de
formação, foi muito gratificante participar
nesta visita pela quantidade de informação
actualizada que será muito proveitosa, ao
longo da vida profissional dos participantes.
Resta agradecer às empresas envolvidas
cuja disponibilidade e simpatia excedeu todas
as expectativas.

CLUBE EUROPEU DA EPATV a
briIhar na Europa!
Mais uma vez, a Escola Profissional Amar
Terra Verde está de parabéns! Os trabalhos
elaborados pelos nossos alunos, do Curso de
Energias Renováveis, foram seleccionados
para fazerem parte de um projecto financiado
pela Comissão Europeia que pretende editar
um livro, em todas as línguas da EU, com
trabalhos oriundos de todos os países da
Comunidade Europeia.
Orientados pelos professores Lúcia Lopes,
Sónia Vilas Boas e Nuno Martins Soares,
apresentaram-se a concurso, tendo sido
brindados com a selecção de vários
trabalhos. Um deles, sobre o tema «A UE e o
Desporto em Vila Verde», foi destacado com
uma estrela - única estrela no distrito de
Braga -, a premiar-lhe a originalidade e a
criatividade.
O projecto " A Europa mora Aqui¨, é um
projecto lúdico-pedagógico, promovido pelo
Centro de Ìnformação Europeia Jacques
Delors, agindo com a delegação da
Representação da Comissão Europeia em
Portugal, que tem como objectivos dar a
conhecer os resultados concretos da acção
da União Europeia e a forma como estes
influenciaram a vida dos seus cidadãos.
Aguardamos a edição do livro! Chegará à
escola brevemente! Entretanto, os trabalhos
do Clube Europeu da EPATV poderão ser
consultados no site!
ter ensino profissional ter ensino profissional 33
escola
Armações de ÓcuIos, Made in
PortugaI!
No dia 25 de Março, os alunos do Curso de
Técnico de Óptica Ocular, EPATV/ Delegação
de Amares, acompanhados pelas professoras
Eduarda Duque, Coordenadora do curso, e
Alexandra Ferreira, visitaram a empresa
Sociel, em Gondomar, que se dedica à
construção de armações de óculos.
Foi uma visita muito interessante e
importante, porque foi possível acompanhar,
em pormenor, todo o processo de fabricação
de armações de óculos. Sendo esta empresa
única no país, reforçou a importância desta
visita, pois de outra forma não seria possível
a observação de todo o processo de fabrico
das armações.
Canguru Matemático sem
Fronteiras 2010
A EPATV participou, pela primeira vez, no
passado dia 25 de Março, no concurso
"Canguru Matemático¨. Em Portugal, a
organização deste concurso está a cargo do
Departamento de Matemática da Faculdade
de Ciências e Tecnologia da Universidade de
Coimbra, com o apoio da Sociedade
Portuguesa de Matemática. O Concurso
"Canguru Matemático" contribui para a
popularização e promoção da matemática
nos jovens. Actualmente, a associação conta
com representantes de 42 países e mais de 5
milhões de participantes, em todo o mundo.
Portugal participou, pela primeira vez, em
2005.
O Grupo disciplinar de Matemática da EPATV
tem como objectivo estimular o gosto e o
estudo pela Matemática, atraindo os alunos
que têm receio da disciplina e tentar que os
alunos se divirtam a resolver questões
matemáticas e percebam que conseguir
resolver os problemas propostos é uma
conquista pessoal muito recompensadora.
O concurso consiste numa única prova. Não
existe nenhuma selecção prévia nem existe
uma prova final. Existem cinco níveis, de
acordo com as idades dos alunos. A prova
consiste num questionário de escolha múltipla
de cerca de trinta questões de dificuldade
crescente.
Páscoa SoIidária
Uma das várias iniciativas, durante o período
pascal, foi a feira que os alunos do Curso
Técnico de Apoio Psicossocial, associados
ao voluntariado, realizaram, com a
colaboração preciosa de algumas casas
comerciais, visando a obtenção de fundos
para aquisição de bens alimentares
essenciais para duas famílias carenciadas
que são acompanhadas regularmente por
este grupo.
O grupo de voluntariado agradece a todos os
que contribuíram.
A nossa escola marca pela diferença de
valores e atitudes. A solidariedade da
comunidade tem sido uma mais-valia na
resolução de alguns problemas e alívio de
situações básicas urgentes como
alimentação e vestuário.
ter ensino profissional 32
escola escola
Entrem! Bem-Vindos à EPATV!
No passado dia 23 de Março, a turma do 10º
ano e alguns alunos da turma do 12º ano do
Curso de Técnico de Processamento e
Controlo de Qualidade Alimentar, orientados
pelo Professor Pedro Lançós, realizaram
várias demonstrações, na área do seu curso,
durante a visita que algumas escolas do
concelho efectuaram às nossas instalações.
Os alunos de 10º ano efectuaram e
demonstraram a extracção de ADN a partir de
um fruto. Os do 12º prepararam e produziram
vários produtos alimentares: Queijo Curado;
Queijo Petit Suisse e Ìogurte Capuccino.
No final do dia, os alunos visitantes estavam
maravilhados com todas as experiências
realizadas e pelos fenómenos observados.
Da teoria até à prática, com
simpatia.
Os alunos dos cursos de Técnico de Higiene
e Segurança no Trabalho e Ambiente e
Técnico de Construção Civil /Condução de
Obra da Delegação de Amares da Escola
Profissional Amar Terra Verde,
acompanhados pelas professoras Manuela
Caçador, Marta Barbosa e Cátia Ribeiro
realizaram, no dia 23 de Março, uma visita de
estudo à construção do Novo Hospital de
Braga e do Espaço Comercial Dolce Vita.
Durante a manhã, na visita guiada à
construção do Novo Hospital de Braga, os
alunos puderam aprofundar os seus
conhecimentos, através do contacto directo
com a obra e com as explicações dos
Técnicos da Somague envolvidos,
nomeadamente a Directora de Obra, Dr.ª
Dora Fernandes.
À tarde, a visita teve como guia a Dr.ª Liliana
do grupo ABB que, simpaticamente,
continuou a exposição de temas e clarificação
de dúvidas que os alunos colocaram, durante
a visita ao Espaço Comercial Dolce Vita.
Apesar de ser uma longa jornada de
formação, foi muito gratificante participar
nesta visita pela quantidade de informação
actualizada que será muito proveitosa, ao
longo da vida profissional dos participantes.
Resta agradecer às empresas envolvidas
cuja disponibilidade e simpatia excedeu todas
as expectativas.

CLUBE EUROPEU DA EPATV a
briIhar na Europa!
Mais uma vez, a Escola Profissional Amar
Terra Verde está de parabéns! Os trabalhos
elaborados pelos nossos alunos, do Curso de
Energias Renováveis, foram seleccionados
para fazerem parte de um projecto financiado
pela Comissão Europeia que pretende editar
um livro, em todas as línguas da EU, com
trabalhos oriundos de todos os países da
Comunidade Europeia.
Orientados pelos professores Lúcia Lopes,
Sónia Vilas Boas e Nuno Martins Soares,
apresentaram-se a concurso, tendo sido
brindados com a selecção de vários
trabalhos. Um deles, sobre o tema «A UE e o
Desporto em Vila Verde», foi destacado com
uma estrela - única estrela no distrito de
Braga -, a premiar-lhe a originalidade e a
criatividade.
O projecto " A Europa mora Aqui¨, é um
projecto lúdico-pedagógico, promovido pelo
Centro de Ìnformação Europeia Jacques
Delors, agindo com a delegação da
Representação da Comissão Europeia em
Portugal, que tem como objectivos dar a
conhecer os resultados concretos da acção
da União Europeia e a forma como estes
influenciaram a vida dos seus cidadãos.
Aguardamos a edição do livro! Chegará à
escola brevemente! Entretanto, os trabalhos
do Clube Europeu da EPATV poderão ser
consultados no site!
ter ensino profissional ter ensino profissional 33
escola
Armações de ÓcuIos, Made in
PortugaI!
No dia 25 de Março, os alunos do Curso de
Técnico de Óptica Ocular, EPATV/ Delegação
de Amares, acompanhados pelas professoras
Eduarda Duque, Coordenadora do curso, e
Alexandra Ferreira, visitaram a empresa
Sociel, em Gondomar, que se dedica à
construção de armações de óculos.
Foi uma visita muito interessante e
importante, porque foi possível acompanhar,
em pormenor, todo o processo de fabricação
de armações de óculos. Sendo esta empresa
única no país, reforçou a importância desta
visita, pois de outra forma não seria possível
a observação de todo o processo de fabrico
das armações.
Canguru Matemático sem
Fronteiras 2010
A EPATV participou, pela primeira vez, no
passado dia 25 de Março, no concurso
"Canguru Matemático¨. Em Portugal, a
organização deste concurso está a cargo do
Departamento de Matemática da Faculdade
de Ciências e Tecnologia da Universidade de
Coimbra, com o apoio da Sociedade
Portuguesa de Matemática. O Concurso
"Canguru Matemático" contribui para a
popularização e promoção da matemática
nos jovens. Actualmente, a associação conta
com representantes de 42 países e mais de 5
milhões de participantes, em todo o mundo.
Portugal participou, pela primeira vez, em
2005.
O Grupo disciplinar de Matemática da EPATV
tem como objectivo estimular o gosto e o
estudo pela Matemática, atraindo os alunos
que têm receio da disciplina e tentar que os
alunos se divirtam a resolver questões
matemáticas e percebam que conseguir
resolver os problemas propostos é uma
conquista pessoal muito recompensadora.
O concurso consiste numa única prova. Não
existe nenhuma selecção prévia nem existe
uma prova final. Existem cinco níveis, de
acordo com as idades dos alunos. A prova
consiste num questionário de escolha múltipla
de cerca de trinta questões de dificuldade
crescente.
Páscoa SoIidária
Uma das várias iniciativas, durante o período
pascal, foi a feira que os alunos do Curso
Técnico de Apoio Psicossocial, associados
ao voluntariado, realizaram, com a
colaboração preciosa de algumas casas
comerciais, visando a obtenção de fundos
para aquisição de bens alimentares
essenciais para duas famílias carenciadas
que são acompanhadas regularmente por
este grupo.
O grupo de voluntariado agradece a todos os
que contribuíram.
A nossa escola marca pela diferença de
valores e atitudes. A solidariedade da
comunidade tem sido uma mais-valia na
resolução de alguns problemas e alívio de
situações básicas urgentes como
alimentação e vestuário.
ter ensino profissional 34
escola escola
Empregado ComerciaI Promove
Feira da Páscoa
No âmbito das actividades que constam na
Planificação Anual das Actividades, na
delegação de Amares, os alunos do Curso
Empregado Comercial organizaram uma
Feira alusiva à Páscoa. O evento decorreu,
com a exposição e venda de alguns produtos
artesanais feitos por alunos e artesãos dos
concelhos de Vila Verde e Amares, na última
semana de aulas do segundo período.
A par desta feira, os alunos organizaram uma
exposição de imagens e frases sugestivas
com o intuito de levar à reflexão; um jogo em
que os alunos, acompanhados pelos
professores, teriam de legendar algumas
imagens que se referiam a sentimentos. Por
último, os visitantes da feira tiveram que
escrever uma mensagem, para mais tarde ser
colocada num baú que será enterrado no
recinto da escola.
A Feira foi um sucesso! Os alunos puseram
em prática os conhecimentos/competências
adquiridos ao longo do curso, principalmente
através das disciplinas da componente
tecnológica. Possibilitou que a comunidade
escolar interagisse criando, desta forma, uma
dinâmica interessante.
Comunhão PascaI
Com a alegria da chegada das férias do
segundo período e com o espírito de reviver a
festa da Páscoa, a Escola Profissional Amar
Terra Verde, à semelhança dos anos
anteriores, reuniu toda a comunidade escolar
no dia 26 de Março nos auditórios da escola,
em Amares às 10,30h e em Vila Verde às
11,30h, os quais se revelaram diminutos face
aos participantes, para a celebração da
Comunhão Pascal.
A cerimónia em Vila Verde foi presidida pelo
Arcipreste de Vila Verde, Padre António
Rodrigues, cuidadosamente acompanhada no
Ofertório pelo Grupo de Voluntariado da
EPATV orientado pela profª Margarida Mota
Lopes, e na animação pelo grupo coral do
profº Nuno Oliveira.
Na delegação de Amares, a celebração
Pascal foi presidida pelo Padre Avelino
Mendes, a qual contou com a animação do
grupo coral formado pelos alunos dos Cursos
de Animação Sócio Cultural e Análises
Clínicas, cuidadosamente ensaiados pelo
professor Marco Alves.
No final, e coincidindo com o início de férias,
foi servido um apetitoso almoço, oferecido
pela Direcção da escola, confeccionado pelos
alunos do curso de Restauração, sendo que
este ano a Páscoa se revelou ainda "mais
doce¨, com as novidades dos alunos do curso
de Pasteleiro/Padeiro.
ter ensino profissional 35
escola
PINTAR A PÁSCOA IV - a arte
popuIar nos jardins púbIicos de
ViIa Verde
A magia da Páscoa pintou os jardins públicos
de Vila Verde nos primeiros dias do mês de
Abril. Crianças, jovens e adultos, deram azo à
imaginação e transformaram as festividades
pascais num acontecimento de
confraternização pública e partilha da criação,
com ovos de todas as cores, de várias
formas, de diferentes materiais, com maior ou
menor imponência.mas sempre elegantes,
belos e radiantes.
O Concurso 'Pintar a Páscoa ÌV', organizado
pela Escola Profissional Amar Terra Verde,
com o apoio da Câmara Municipal, coloriu e
encheu de alegria os jardins da Praça da
República, no centro de Vila Verde. Foram 11
dias de pura magia, marcados pela presença
de 63 ovos de diferentes instituições da
Região que se juntaram a esta iniciativa.
Ìnfelizmente, logo após a inauguração da
exposição, muitos ovos sofreram actos de
vandalismo inexplicáveis e lamentáveis. Mas,
nem tais comportamentos tiraram brilho
àquela que foi a maior exposição realizada
até à data.
O público gostou e teceu os maiores elogios.
O júri acabou por escolher os melhores de
entre os melhores, sendo, unanimemente,
destacada a qualidade dos ovos e criações
apresentadas.
Acabaria por vencer o ovo da Casa do Povo
da Vila de Prado. Um grande coelho que,
com o pincel na mão, estava a acabar de
adornar o seu ovo com várias flores. Cada
flor representava uma criança da instituição.
O 2º lugar foi atribuído ao ovo apresentado
pelo Curso de Análise Laboratorial da
Delegação de Amares da EPATV.
O 3º lugar, pelo segundo ano consecutivo, foi
alcançado pelo ATL da ACDR de Pico de
Regalados.
O público, que votou em grande número,
elegeu, como o seu preferido, o ovo do
Jardim de Ìnfância de Gême, tendo ainda o
júri destacado com uma menção honrosa a
criação apresentada pelo Lar de Ìdosos da
Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde.
A entrega dos prémios vai decorrer na
abertura da Feira do Empreendedorismo, no
dia 17 de Maio de 2010, pelas 16 horas na
Praça das Comunidades Geminadas.
Aos premiados, damos as nossas
felicitações! A todos os participantes,
parabéns pelo esforço, empenho e
dedicação!
ter ensino profissional 34
escola escola
Empregado ComerciaI Promove
Feira da Páscoa
No âmbito das actividades que constam na
Planificação Anual das Actividades, na
delegação de Amares, os alunos do Curso
Empregado Comercial organizaram uma
Feira alusiva à Páscoa. O evento decorreu,
com a exposição e venda de alguns produtos
artesanais feitos por alunos e artesãos dos
concelhos de Vila Verde e Amares, na última
semana de aulas do segundo período.
A par desta feira, os alunos organizaram uma
exposição de imagens e frases sugestivas
com o intuito de levar à reflexão; um jogo em
que os alunos, acompanhados pelos
professores, teriam de legendar algumas
imagens que se referiam a sentimentos. Por
último, os visitantes da feira tiveram que
escrever uma mensagem, para mais tarde ser
colocada num baú que será enterrado no
recinto da escola.
A Feira foi um sucesso! Os alunos puseram
em prática os conhecimentos/competências
adquiridos ao longo do curso, principalmente
através das disciplinas da componente
tecnológica. Possibilitou que a comunidade
escolar interagisse criando, desta forma, uma
dinâmica interessante.
Comunhão PascaI
Com a alegria da chegada das férias do
segundo período e com o espírito de reviver a
festa da Páscoa, a Escola Profissional Amar
Terra Verde, à semelhança dos anos
anteriores, reuniu toda a comunidade escolar
no dia 26 de Março nos auditórios da escola,
em Amares às 10,30h e em Vila Verde às
11,30h, os quais se revelaram diminutos face
aos participantes, para a celebração da
Comunhão Pascal.
A cerimónia em Vila Verde foi presidida pelo
Arcipreste de Vila Verde, Padre António
Rodrigues, cuidadosamente acompanhada no
Ofertório pelo Grupo de Voluntariado da
EPATV orientado pela profª Margarida Mota
Lopes, e na animação pelo grupo coral do
profº Nuno Oliveira.
Na delegação de Amares, a celebração
Pascal foi presidida pelo Padre Avelino
Mendes, a qual contou com a animação do
grupo coral formado pelos alunos dos Cursos
de Animação Sócio Cultural e Análises
Clínicas, cuidadosamente ensaiados pelo
professor Marco Alves.
No final, e coincidindo com o início de férias,
foi servido um apetitoso almoço, oferecido
pela Direcção da escola, confeccionado pelos
alunos do curso de Restauração, sendo que
este ano a Páscoa se revelou ainda "mais
doce¨, com as novidades dos alunos do curso
de Pasteleiro/Padeiro.
ter ensino profissional 35
escola
PINTAR A PÁSCOA IV - a arte
popuIar nos jardins púbIicos de
ViIa Verde
A magia da Páscoa pintou os jardins públicos
de Vila Verde nos primeiros dias do mês de
Abril. Crianças, jovens e adultos, deram azo à
imaginação e transformaram as festividades
pascais num acontecimento de
confraternização pública e partilha da criação,
com ovos de todas as cores, de várias
formas, de diferentes materiais, com maior ou
menor imponência.mas sempre elegantes,
belos e radiantes.
O Concurso 'Pintar a Páscoa ÌV', organizado
pela Escola Profissional Amar Terra Verde,
com o apoio da Câmara Municipal, coloriu e
encheu de alegria os jardins da Praça da
República, no centro de Vila Verde. Foram 11
dias de pura magia, marcados pela presença
de 63 ovos de diferentes instituições da
Região que se juntaram a esta iniciativa.
Ìnfelizmente, logo após a inauguração da
exposição, muitos ovos sofreram actos de
vandalismo inexplicáveis e lamentáveis. Mas,
nem tais comportamentos tiraram brilho
àquela que foi a maior exposição realizada
até à data.
O público gostou e teceu os maiores elogios.
O júri acabou por escolher os melhores de
entre os melhores, sendo, unanimemente,
destacada a qualidade dos ovos e criações
apresentadas.
Acabaria por vencer o ovo da Casa do Povo
da Vila de Prado. Um grande coelho que,
com o pincel na mão, estava a acabar de
adornar o seu ovo com várias flores. Cada
flor representava uma criança da instituição.
O 2º lugar foi atribuído ao ovo apresentado
pelo Curso de Análise Laboratorial da
Delegação de Amares da EPATV.
O 3º lugar, pelo segundo ano consecutivo, foi
alcançado pelo ATL da ACDR de Pico de
Regalados.
O público, que votou em grande número,
elegeu, como o seu preferido, o ovo do
Jardim de Ìnfância de Gême, tendo ainda o
júri destacado com uma menção honrosa a
criação apresentada pelo Lar de Ìdosos da
Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde.
A entrega dos prémios vai decorrer na
abertura da Feira do Empreendedorismo, no
dia 17 de Maio de 2010, pelas 16 horas na
Praça das Comunidades Geminadas.
Aos premiados, damos as nossas
felicitações! A todos os participantes,
parabéns pelo esforço, empenho e
dedicação!
ter ensino profissional 36
escola escola
Participantes
Na edição de 2010, inscreveram-se:
o Centro Social Paroquial de Cervães,
EB1/JÌ de Sobral-Cervães,
Casa do Povo da Vila de Prado, Associação para a Defesa
dos Animais e Ambiente de Vila Verde,
Eb1 de Lanhas, JÌ de Parada de Gatim,
Lar de Ìdosos da Santa Casa da Misericórdia de Vila
Verde,
3º ano do Técnico de Energias Renováveis-EPATV,
JÌ da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde,
JÌ da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde,
Junta de Freguesia de Vila Verde-Componente de Apoio à
Família,
1º ano do Técnico de Design Gráfico-EPATV,
2º ano do Técnico de Multimédia-EPATV,
1º ano do T2-Electromecânico de Refrigeração e
Climatização-EPATV, EB1/JÌ de Bom Sucesso,
JÌ de Telheiras/Enc. Educação-Turiz,
JÌ de Gême,
1º ano do Técnico de Comunicação, Marketing, Relações
Públicas e Publicidade-EPATV,
1º ano do Técnico de Construção Civil-Condução de
Obra-EPATV,
EB1/JÌ de Carreiras S. Miguel-Componente de Apoio à
Família,
EB1/JÌ de Real-Barbudo,
EB1 da Ìgreja-Vila de Prado,
Lar do Trabalhador de Prado-Lar,
Lar do Trabalhador de Prado-Creche,
Associação Cultural,Recreativa, Desportiva e de
Solidariedade Social de Pico de Regalados-A.T.L.,
Clube Náutico de Prado,
Centro Comunitário de Vila de Prado-Delegação de Braga
da Cruz Vermelha Portuguesa,
Proviver E.M.-"Campos de Férias Vila Verde + Activa¨,
Junta de Freguesia da Vila de Prado,
EB1/JÌ de Codessal,
JÌ da Loureira, EB1/JÌ de Freiriz,
JÌ de Soutelo-Alívio, Casa do Povo de Vila Verde-A.T.L.,
1º ano do T2-Serralheiro Mecânico-EPATV,
Jornal "O Vilaverdense¨,
Aliança Artesanal,
3º ano do Técnico de Óptica Ocular - EPATV,
Eb1 de Devesa-Turmas de 2º e 3º ano,
2º ano do Técnico de Análise Laboratorial-EPATV
Amares,
Centro Escolar de Vila Verde,
APPACDM de Braga- Complexo de Vila Verde,
EB1/JÌ de Sande,
2º ano do Técnico de Análise Laboratorial-EPATV Vila
Verde,
2º ano do T2-Massagista de Estética-EPATV,
2º ano do Técnico de Recepção-EPTAV,
1º ano do Técnico de Higiene e Segurança
Trabalho-EPATV,
Casa do Benfica de Vila Verde,
"Os Regadinhas de Freiriz¨-Associação Desportiva e
Cultural,
JÌ do Centro Escolar de Vila Verde,
Centro de Convívio e Cultura de Prado,
Junta de Freguesia de Ponte S. Vicente,
EB1/JÌ de Sabariz,
2º ano Técnico de Electrotecnia/Voluntariado-EPATV ,
EFA Fruticultura e Viticultura-ATAHCA ,
EFA Operadores de Máquinas Agrícolas-ATAHCA ,
Junta de Freguesia da Lage/Ginástica Feminina da Lage,
Agrupamento de Escuteiros de S. Julião da Lage, Nº 596,
Porvilaverde-Movimento Cívico para a Liberdade,
Cultura, Desenvolvimento e Apoio Social de Vila Verde,
EB1/JÌ da Vila-Vila de Prado,
Escola Secundária de Vila Verde,
JÌ de Pico de Regalados,
Catequese de Aboim da Nóbrega e a
EB1/JÌ Cruz-Soutelo.
ter ensino profissional 37
sucesso
6ons|dera que a formação, ao |ongo dos 3 anos de curso na
EPATV, fo| adequada as ex|gènc|as do mercado de traba|ho?
3|r, de laclo esla esco|a ler esse cu|dado, os prolessores
preocupar-se er preparar oer os seus a|uros para essas
ex|gèrc|as. Corludo, |á cor|ec|rerlos que só se vao
aperle|çoardo cor a exper|èrc|a, ras as oases sao lorrec|das
pe|a esco|a.
0o conhec|mento que tem, cons|dera que a nossa oferta
format|va está adequada as necess|dades do mundo |abora| da
reg|ão onde está |nser|da?
Ac|o que grarde parle dos cursos, que a EPATv olerece, se
adequa as olerlas de lraoa||o da reg|ao er que se ercorlra.
Porér, poderá |aver ur curso ou oulro que rao seja lao
adequado. Nesses casos perso que, a|ér da ||pólese de |r para
oulra reg|ao, se ass|r se jusl|l|car e |ouver d|spor|o|||dade, por que
rao cr|ar ura erpresa, |rovardo e corlr|ou|rdo para o
deservo|v|rerlo |oca|?
0s a|unos que optam pe|o ens|no prof|ss|ona| terão ma|s
poss|b|||dades de encontrar emprego?
Perso que s|r. 3e o oojecl|vo rao passa por |rgressar ro ers|ro
super|or, perso que o ers|ro prol|ss|ora| é ura ra|s-va||a, po|s
poss|o|||la ura espec|a||zaçao e re||or preparaçao para o
rercado de lraoa||o.
0esde a conc|usão do seu curso prof|ss|ona| na EPATV, fez
ma|s a|guma formação?
3|r, apesar de rurca o ler prelerd|do arlesl T|re| a L|cerc|alura
er Educaçao ra ur|vers|dade do V|r|o.
0 ens|no prof|ss|ona| d|f|cu|tou o percurso no Ens|no
8uper|or? 0u fo| uma ma|s-va||a?
0|garos que rer d|l|cu|lou rer lac|||lou. T|ve a|guras ur|dades
curr|cu|ares er que ex|sl|a a|gura sere||arça cor d|sc|p||ras
arler|ores, lurc|orardo quase coro ura corl|ruaçao e ur
aprolurdarerlo da ralér|a dada ra lorraçao prol|ss|ora|. Er
corlraparl|da, oulras |ouve er que os cor|ec|rerlos rao erar
larlos. Fo| ur pouco ra|s d|lic||. No erlarlo, perso que as
oporlur|dades de sucesso ro Ers|ro 3uper|or rao sao ra|ores ou
rerores pe|o laclo de ler lrequerlado o ers|ro prol|ss|ora|.
6ons|dera |mportante a formação cont|nua dos traba|hadores?
A lorraçao corlirua va|or|za os lraoa||adores, é a lorra de
acorpar|ar as a|leraçoes e a evo|uçao da soc|edade, lurc|orardo
coro err|quec|rerlo e aperle|çoarerlo das aprerd|zagers
elecluadas.
0ua|s as ma|ores d|f|cu|dades que encontrou na procura de
emprego?
Nesla a|lura, er que re ercorlro a|rda a procura de erprego
esláve|, a ra|or d|l|cu|dade é a la|la de olerla derlro da r|r|a área
de lorraçao.
0ue mensagem de|xa aos a|unos que frequentam, neste
momento, a EPATV?
0ue aprove|ler ao ráx|ro as aprerd|zagersl 0ue l|rer o re||or
prove|lo das exper|èrc|as e acl|v|dades que a esco|a va|
deservo|verdo. 0 saoer rao ocupa |ugar. E e|es sao os pr|rc|pa|s
oerel|c|ár|os.
Várc|a A|exardra de Carva||o lerr|rou o curso de
Técr|co de Ar|raçao 3oc|ocu|lura|, er 200ê. No
erlarlo, a sua lorraçao rao l|cou pe|o Nive| lll
Prol|ss|ora|. Er 2009, lerr|rou a L|cerc|alura er
Educaçao ra ur|vers|dade do V|r|o.
lr|c|ou a sua acl|v|dade prol|ss|ora|, coro
acorpar|arle de Terpos L|vres, ra Assoc|açao
Recreal|va e Cu|lura| de Ca|res - Arares. No
preserle aro, deu |ric|o a acl|v|dade de lorradora,
ra rossa esco|a.

m
á
r
c
|
a

c
a
r
v
a
|
h
oanimação
sociocultural
por Elisabete Paiva
Marta Peixoto
ter ensino profissional 36
escola escola
Participantes
Na edição de 2010, inscreveram-se:
o Centro Social Paroquial de Cervães,
EB1/JÌ de Sobral-Cervães,
Casa do Povo da Vila de Prado, Associação para a Defesa
dos Animais e Ambiente de Vila Verde,
Eb1 de Lanhas, JÌ de Parada de Gatim,
Lar de Ìdosos da Santa Casa da Misericórdia de Vila
Verde,
3º ano do Técnico de Energias Renováveis-EPATV,
JÌ da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde,
JÌ da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde,
Junta de Freguesia de Vila Verde-Componente de Apoio à
Família,
1º ano do Técnico de Design Gráfico-EPATV,
2º ano do Técnico de Multimédia-EPATV,
1º ano do T2-Electromecânico de Refrigeração e
Climatização-EPATV, EB1/JÌ de Bom Sucesso,
JÌ de Telheiras/Enc. Educação-Turiz,
JÌ de Gême,
1º ano do Técnico de Comunicação, Marketing, Relações
Públicas e Publicidade-EPATV,
1º ano do Técnico de Construção Civil-Condução de
Obra-EPATV,
EB1/JÌ de Carreiras S. Miguel-Componente de Apoio à
Família,
EB1/JÌ de Real-Barbudo,
EB1 da Ìgreja-Vila de Prado,
Lar do Trabalhador de Prado-Lar,
Lar do Trabalhador de Prado-Creche,
Associação Cultural,Recreativa, Desportiva e de
Solidariedade Social de Pico de Regalados-A.T.L.,
Clube Náutico de Prado,
Centro Comunitário de Vila de Prado-Delegação de Braga
da Cruz Vermelha Portuguesa,
Proviver E.M.-"Campos de Férias Vila Verde + Activa¨,
Junta de Freguesia da Vila de Prado,
EB1/JÌ de Codessal,
JÌ da Loureira, EB1/JÌ de Freiriz,
JÌ de Soutelo-Alívio, Casa do Povo de Vila Verde-A.T.L.,
1º ano do T2-Serralheiro Mecânico-EPATV,
Jornal "O Vilaverdense¨,
Aliança Artesanal,
3º ano do Técnico de Óptica Ocular - EPATV,
Eb1 de Devesa-Turmas de 2º e 3º ano,
2º ano do Técnico de Análise Laboratorial-EPATV
Amares,
Centro Escolar de Vila Verde,
APPACDM de Braga- Complexo de Vila Verde,
EB1/JÌ de Sande,
2º ano do Técnico de Análise Laboratorial-EPATV Vila
Verde,
2º ano do T2-Massagista de Estética-EPATV,
2º ano do Técnico de Recepção-EPTAV,
1º ano do Técnico de Higiene e Segurança
Trabalho-EPATV,
Casa do Benfica de Vila Verde,
"Os Regadinhas de Freiriz¨-Associação Desportiva e
Cultural,
JÌ do Centro Escolar de Vila Verde,
Centro de Convívio e Cultura de Prado,
Junta de Freguesia de Ponte S. Vicente,
EB1/JÌ de Sabariz,
2º ano Técnico de Electrotecnia/Voluntariado-EPATV ,
EFA Fruticultura e Viticultura-ATAHCA ,
EFA Operadores de Máquinas Agrícolas-ATAHCA ,
Junta de Freguesia da Lage/Ginástica Feminina da Lage,
Agrupamento de Escuteiros de S. Julião da Lage, Nº 596,
Porvilaverde-Movimento Cívico para a Liberdade,
Cultura, Desenvolvimento e Apoio Social de Vila Verde,
EB1/JÌ da Vila-Vila de Prado,
Escola Secundária de Vila Verde,
JÌ de Pico de Regalados,
Catequese de Aboim da Nóbrega e a
EB1/JÌ Cruz-Soutelo.
ter ensino profissional 37
sucesso
6ons|dera que a formação, ao |ongo dos 3 anos de curso na
EPATV, fo| adequada as ex|gènc|as do mercado de traba|ho?
3|r, de laclo esla esco|a ler esse cu|dado, os prolessores
preocupar-se er preparar oer os seus a|uros para essas
ex|gèrc|as. Corludo, |á cor|ec|rerlos que só se vao
aperle|çoardo cor a exper|èrc|a, ras as oases sao lorrec|das
pe|a esco|a.
0o conhec|mento que tem, cons|dera que a nossa oferta
format|va está adequada as necess|dades do mundo |abora| da
reg|ão onde está |nser|da?
Ac|o que grarde parle dos cursos, que a EPATv olerece, se
adequa as olerlas de lraoa||o da reg|ao er que se ercorlra.
Porér, poderá |aver ur curso ou oulro que rao seja lao
adequado. Nesses casos perso que, a|ér da ||pólese de |r para
oulra reg|ao, se ass|r se jusl|l|car e |ouver d|spor|o|||dade, por que
rao cr|ar ura erpresa, |rovardo e corlr|ou|rdo para o
deservo|v|rerlo |oca|?
0s a|unos que optam pe|o ens|no prof|ss|ona| terão ma|s
poss|b|||dades de encontrar emprego?
Perso que s|r. 3e o oojecl|vo rao passa por |rgressar ro ers|ro
super|or, perso que o ers|ro prol|ss|ora| é ura ra|s-va||a, po|s
poss|o|||la ura espec|a||zaçao e re||or preparaçao para o
rercado de lraoa||o.
0esde a conc|usão do seu curso prof|ss|ona| na EPATV, fez
ma|s a|guma formação?
3|r, apesar de rurca o ler prelerd|do arlesl T|re| a L|cerc|alura
er Educaçao ra ur|vers|dade do V|r|o.
0 ens|no prof|ss|ona| d|f|cu|tou o percurso no Ens|no
8uper|or? 0u fo| uma ma|s-va||a?
0|garos que rer d|l|cu|lou rer lac|||lou. T|ve a|guras ur|dades
curr|cu|ares er que ex|sl|a a|gura sere||arça cor d|sc|p||ras
arler|ores, lurc|orardo quase coro ura corl|ruaçao e ur
aprolurdarerlo da ralér|a dada ra lorraçao prol|ss|ora|. Er
corlraparl|da, oulras |ouve er que os cor|ec|rerlos rao erar
larlos. Fo| ur pouco ra|s d|lic||. No erlarlo, perso que as
oporlur|dades de sucesso ro Ers|ro 3uper|or rao sao ra|ores ou
rerores pe|o laclo de ler lrequerlado o ers|ro prol|ss|ora|.
6ons|dera |mportante a formação cont|nua dos traba|hadores?
A lorraçao corlirua va|or|za os lraoa||adores, é a lorra de
acorpar|ar as a|leraçoes e a evo|uçao da soc|edade, lurc|orardo
coro err|quec|rerlo e aperle|çoarerlo das aprerd|zagers
elecluadas.
0ua|s as ma|ores d|f|cu|dades que encontrou na procura de
emprego?
Nesla a|lura, er que re ercorlro a|rda a procura de erprego
esláve|, a ra|or d|l|cu|dade é a la|la de olerla derlro da r|r|a área
de lorraçao.
0ue mensagem de|xa aos a|unos que frequentam, neste
momento, a EPATV?
0ue aprove|ler ao ráx|ro as aprerd|zagersl 0ue l|rer o re||or
prove|lo das exper|èrc|as e acl|v|dades que a esco|a va|
deservo|verdo. 0 saoer rao ocupa |ugar. E e|es sao os pr|rc|pa|s
oerel|c|ár|os.
Várc|a A|exardra de Carva||o lerr|rou o curso de
Técr|co de Ar|raçao 3oc|ocu|lura|, er 200ê. No
erlarlo, a sua lorraçao rao l|cou pe|o Nive| lll
Prol|ss|ora|. Er 2009, lerr|rou a L|cerc|alura er
Educaçao ra ur|vers|dade do V|r|o.
lr|c|ou a sua acl|v|dade prol|ss|ora|, coro
acorpar|arle de Terpos L|vres, ra Assoc|açao
Recreal|va e Cu|lura| de Ca|res - Arares. No
preserle aro, deu |ric|o a acl|v|dade de lorradora,
ra rossa esco|a.

m
á
r
c
|
a

c
a
r
v
a
|
h
oanimação
sociocultural
por Elisabete Paiva
Marta Peixoto
ter ensino profissional 38
por Marco Alves
l|slór|a e l|cçao sao do|s lerros que aparecer, ru|las
vezes, |ado a |ado, ou er corlrapos|çao. 3erdo que ur
rurca pode ser oulro, |rporla ressa|var a essèrc|a de
cada ur.
l|slór|a é a rarraçao escr|la dos laclos roláve|s
ocorr|dos rura soc|edade, a c|èrc|a que esluda laclos
passados, a sequèrc|a de laclos ou acçoes, o re|alo
desses acorlec|rerlos, a descr|çao dos seres da
Nalureza, o esludo das or|gers e progressos de ura
arle ou c|èrc|a, ou a o|ogral|a de ura persorager
cé|eore.
F|cçao é o aclo ou ele|lo de l|rg|r, a |rverçao (laou|osa
ou erger|osa), a d|ss|ru|açao ou a supos|çao (do
orador para aor|||arlar ou relorçar o d|scurso).
0uardo |eros, e sejar qua|s lorer os géreros
||lerár|os, aperceoero-ros, cor lrequèrc|a, da
preserça desles do|s lerros, ra resra oora, ou ooras
d|sl|rlas.
0 laclo ||slór|co é ur laclo corsurado, ocorr|do, rur
delerr|rado espaço e lerpo. A|rda que possaros l|car
ra duv|da quarlo as crór|cas, lao rerolas, e lerdo a
|rlorraçao, por vezes, ur carácler quase aredól|co,
serdo d|lic|| d|scerr|r qua|s os laclos ||slór|cos e o que
já lo| acresc|do pe|a própr|a popu|açao ou pe|os própr|os
cror|slas, |rporla ressa|var que é esla r|sce|àrea
||lerár|a que |rduo|lave|rerle 'ap|rerla¨ a rossa
vorlade pe|a |e|lura e pe|o cor|ec|rerlo. E
lrequerlererle ur verdade|ro desal|o a rossa
capac|dade de d|scerr|rerlo ressa capac|dade de
|derl|l|caçao do rea| e do |rag|rár|o.
A|rda que as ooras possar ler esse carácler d|sl|rlo,
|á, ser duv|da, ru|los aulores que co|ocar, ra sua
escr|la, ur verdade|ro desal|o aos |e|lores: o de
|derl|l|car os laclos ||slór|cos e os l|cc|ora|s.
Por |sso resro, a |e|lura rao se rerele aperas a ur
aclo ur|co. Nao oasla |er. é prec|so rel|ecl|r. só ass|r
podereros al|rg|r a sua p|er|lude.
Literatura
História e Ficção
escola cultura
T|tu|o: 0. Aré||a, A ra|r|a ex||ada
que de|xou o coraçao er Porluga|
Autor: lsaoe| 3l||We||
Ed|tora: Eslera dos L|vros
Ano: 2010
Nª Pág|nas: êZ2
8|nopse
ura ra|r|a rao loge, rao v|ra coslas ao seu desl|ro, ao seu pais. 0. Aré||a de 0r|eas e 8ragarça era ura ru||er rarcada pe|a lragéd|a quardo
eroarcou, er 0uluoro de 1910, ra Er|ce|ra ruro ao exi||o. Essa pa|avra ra|d|la que l|r|a rarcado a sua lari||a e a sua |rlàrc|a. 0 povo aco||eu-a
cor v|vas, aros arles, quardo c|egou a L|sooa. Adr|rou a sua oe|eza, corerlou coro era a|la e l|cou ercarlado cor o casarerlo de aror a que
ass|sl|u ra lgreja de 3ao 0or|rgos. A pr|rcesa serl|a-se ura ru||er le||z. Vas cedo coreçou a serl|r o peso da lragéd|a. 0 povo que a ac|arou
agora cr|l|cava os seus geslos, resro quardo erar er pro| dos ra|s deslavorec|dos. 0 rar|do, aos poucos, alaslava-se do seu coraçao,
descoor|u-||e lra|çoes e lraquezas e rer o aror dos seus do|s l|||os corsegu|u r|l|gar a dor. Nos d|as ra|s lr|sles passava os dedos pe|o co|ar de
péro|as que 0. Car|os ||e olerecera, êZ1 péro|as, cada ura siroo|o dos rorerlos le||zes que le|rava er rao esquecer.
lsaoe| 3l||We||, aulora oesl-se||er de rorarces ||slór|cos, lraz-ros a ||slór|a da u|l|ra ra|r|a de Porluga|. 0. Aré||a v|veu durarle 21 aros rur pais
que arou coro seu, apesar de re|e ler de|xado erlerrados ura l|||a preralura que rorreu a rascerça, o seu pr|rogér|lo 0. Luis F|||pe, |erde|ro
do lroro, e o rar|do 0. Car|os assass|rados ao p|ero Terre|ro do Paço a l|ro de carao|ra e p|slo|a. 0e rada ||e va|eu o raro de rosas que l|r|a ra
rao e cor o qua| lerlou alaslar o assass|ro. 0ulras rorles a persegu|r|ar... 0. Aré||a regressou er 1915 a corv|le de Arlór|o de 0||ve|ra 3a|azar
cor quer rarl|r|a correspordèrc|a e por quer l|r|a ura dec|arada adr|raçao. Vorreu se|s aros depo|s er Frarça, seu pais rala|, ra cara que
Co|uroaro |av|a p|rlado para e|a. Na caoece|ra eslavar deser|adas as arras dos 8ragarça.
T|tu|o: 30LAR
Autor: lar VcEWar
Ed|tora: 0rad|va Puo||caçoes
Ano: 2010
Nª Pág|nas: 310
8|nopse
Va|s ura vez, a capac|dade de lar VcEWar para surpreerder o |e|lor. A
resra ||oerdade e or|g|ra||dade ro que se relere ao esl||o, as so|uçoes
rarral|vas e ao erredo. 0 lera das a|leraçoes c||rál|cas - laroér e|e
|resperado rura oora de l|cçao de grarde qua||dade ||lerár|a - serve de
prelexlo para a expos|çao das lrag|||dades |uraras, |rd|v|dua|s e
co|ecl|vas. Perreada de |uror e d|á|ogos rag|slra|s, a rarral|va prerde
de |red|alo o |e|lor, perr|l|rdo-||e ura aulo-aprerd|zager da qua|
rel|rará grarde prazer.
T|tu|o: wo|l la||
Autor: l||ary Varle|
Ed|tora: C|v|||zaçao
Ano: 2010
Nª Pág|nas: êZ2
8|nopse
0e ura das re||ores escr|loras corlerporàreas, wo|l la|| exp|ora a
|rlersecçao de ps|co|og|a |rd|v|dua| cor oojecl|vos po|il|cos. Cor ura
grarde var|edade de persoragers e ura r|ca sucessao de |rc|derles,
recua ra ||slór|a para ros roslrar a lrg|alerra dos Tudor coro ura
soc|edade er lorraçao, que se ro|da a s| própr|a cor grarde pa|xao,
solr|rerlo e corager.
lrg|alerra, década de 1520. lerr|que vlll eslá ro lroro, ras rao ler
|erde|ros. 0 cardea| wo|sey é o corse||e|ro do re| ercarregue de ooler o
d|vórc|o que o papa recusa corceder. Nesle aro|erle de descorl|arça e
recess|dade aparece T|oras CrorWe||, pr|re|ro coro secrelár|o de
wo|sey, e depo|s coro seu sucessor. CrorWe|| é ur |orer ru|lo
or|g|ra|: l|||o de ur lerre|ro orulo, é ur gér|o da po|il|ca, ur suoorrador,
ur ga|arleador, ur arr|v|sla, ur |orer cor ura |ao|||dade |rcrive|
para rar|pu|ar pessoas e aprove|lar ocas|oes. lrp|acáve| ra procura
dos seus própr|os |rleresses, CrorWe|| é lao aro|c|oso ros seus
oojecl|vos po|il|cos coro ros seus oojecl|vos pessoa|s. 0 seu p|aro de
relorras é |rp|ererlado perarle ur par|arerlo que aperas ze|a pe|os
seus |rleresses e ur re| que l|ulua erlre pa|xoes roràrl|cas e lur|as
orula|s.
ter ensino profissional 39
cultura
O Castor RebeIde
Fábula
Lá dos corl|rs do lerpo, apareceu esla ||slór|a escr|la cor ur|as e derles rura
casca de árvore, er caslorès, |irgua de caslor. E perlercerle a ura corur|dade de caslores
que a|rda |oje |ao|lar os oosques das zoras lr|as do p|arela. 8osques de sors soror|os e
|ur|dos.
0|z a ||slór|a que, ro aro de saoe-se-|á-quardo, rasceu ur caslor que esparlou a caslorada.
Cor grardes e oors derles, cor grardes e lorles ur|as, lralava-se de ur exerp|ar raro da espéc|e.
val|cir|os de grarde luluro, poçoes de sor|os por rea||zar erc||ar os coc||c|os er redor do r|r|o do oeoé caslor.
Passado o esparlo, o oeoé coreçou a crescer, a lorrar-se rur caslor ado|escerle, proleg|do pe|a
corur|dade, cor a ajuda da rara que ||e c|arava Pulo. A rae ercarregava-se da sua educaçao, ers|rava-o a
ser ur caslor, a usar da re||or rare|ra os derles e as ur|as ra |ula pe|a soorev|vèrc|a.
Vas o caslor Pulo coreçou a rao querer usar rer derles rer ur|as. A rae, ro |ric|o, rao se preocupou
ru|lo. Passado a|gur lerpo, reparou que o l|||o se recusava, al|rcadarerle, a usar os derles e as ur|as. Era porque
rao ||e apelec|a, era porque os seus derles rao se pod|ar gaslar, era porque rao pod|a eslragar as ur|as. era porque
sor|ava que pod|a rudar a rare|ra de v|ver dos caslores. A rae, ser ra|s rer|ura so|uçao, expòs o caso ao caslor Cola.
Cola é ur caslor exper|erle, ru|lo |ao|luado a ||dar cor reoe|d|as de caslores coro o Pulo. Ped|u a rae que o
de|xasse corversar cor e|e. A rae ace|lou e o caslor Pulo lo| |evado a preserça do caslor Cola, decorr|a a |ora do carlo da
coruja. 0uardo o Pulo se preparava para argurerlar, o caslor Cola, |ider r|goroso e d|sc|p||rador, |evarlou a pala d|re|la e
d|sse:
- Ca|e-sel E ouçal... 0 rer|ro ler d|l|cu|dade er perceoer para que server os derles e as ur|as cor que rasceu?
Eu exp||co-||e. 3erver para corer, para lraoa||ar p'ra corer, para poder delerder-se o re||or possive| dos rossos predadores
ursos, |ooos, co|oles e |orers e, c|aro, para se d|verl|r e soc|a||zar. 0 rer|ro só ler duas ||póleses: ou ooedece a regra da
corur|dade e procura re||orar o uso das ur|as e dos derles ou lerá de se alaslar e cr|ar a sua própr|a corur|dade. Ai, laça as
suas regrasl Ter alé arar|a para lorar a sua dec|sao, alé arar|a, a |ora do carlo da colov|a.
Fer|do ro seu orgu||o r|ra||o, o caslor Pulo, alaslou-se, lo| serlar-se |orge rur lrorco de árvore jurlo ao |ago da
corur|dade caslor||. Varleve-se ru|lo lerpo a o||ar a sua |rager rel|ecl|da ra água |irp|da e qu|ela. ve|o o |uar, o oosque era
lurdo e s|r|slro, o s||èrc|o ru|doso e perelrarle. 0epo|s de ru|lo persar, rergu||ou ra água ge|ada, radou alé ao
|odo lurdo do |ago. 0uardo regressou a superlic|e, gr|lou oer a|lo, a corur|dade sooressa|lou-se e ve|o
ver o que se eslava a passar. 0 caslor Pulo roia ur lrorco de ura oélu|a, era a |ora do carlo da colov|a.
por Carlos Barros
ter ensino profissional 38
por Marco Alves
l|slór|a e l|cçao sao do|s lerros que aparecer, ru|las
vezes, |ado a |ado, ou er corlrapos|çao. 3erdo que ur
rurca pode ser oulro, |rporla ressa|var a essèrc|a de
cada ur.
l|slór|a é a rarraçao escr|la dos laclos roláve|s
ocorr|dos rura soc|edade, a c|èrc|a que esluda laclos
passados, a sequèrc|a de laclos ou acçoes, o re|alo
desses acorlec|rerlos, a descr|çao dos seres da
Nalureza, o esludo das or|gers e progressos de ura
arle ou c|èrc|a, ou a o|ogral|a de ura persorager
cé|eore.
F|cçao é o aclo ou ele|lo de l|rg|r, a |rverçao (laou|osa
ou erger|osa), a d|ss|ru|açao ou a supos|çao (do
orador para aor|||arlar ou relorçar o d|scurso).
0uardo |eros, e sejar qua|s lorer os géreros
||lerár|os, aperceoero-ros, cor lrequèrc|a, da
preserça desles do|s lerros, ra resra oora, ou ooras
d|sl|rlas.
0 laclo ||slór|co é ur laclo corsurado, ocorr|do, rur
delerr|rado espaço e lerpo. A|rda que possaros l|car
ra duv|da quarlo as crór|cas, lao rerolas, e lerdo a
|rlorraçao, por vezes, ur carácler quase aredól|co,
serdo d|lic|| d|scerr|r qua|s os laclos ||slór|cos e o que
já lo| acresc|do pe|a própr|a popu|açao ou pe|os própr|os
cror|slas, |rporla ressa|var que é esla r|sce|àrea
||lerár|a que |rduo|lave|rerle 'ap|rerla¨ a rossa
vorlade pe|a |e|lura e pe|o cor|ec|rerlo. E
lrequerlererle ur verdade|ro desal|o a rossa
capac|dade de d|scerr|rerlo ressa capac|dade de
|derl|l|caçao do rea| e do |rag|rár|o.
A|rda que as ooras possar ler esse carácler d|sl|rlo,
|á, ser duv|da, ru|los aulores que co|ocar, ra sua
escr|la, ur verdade|ro desal|o aos |e|lores: o de
|derl|l|car os laclos ||slór|cos e os l|cc|ora|s.
Por |sso resro, a |e|lura rao se rerele aperas a ur
aclo ur|co. Nao oasla |er. é prec|so rel|ecl|r. só ass|r
podereros al|rg|r a sua p|er|lude.
Literatura
História e Ficção
escola cultura
T|tu|o: 0. Aré||a, A ra|r|a ex||ada
que de|xou o coraçao er Porluga|
Autor: lsaoe| 3l||We||
Ed|tora: Eslera dos L|vros
Ano: 2010
Nª Pág|nas: êZ2
8|nopse
ura ra|r|a rao loge, rao v|ra coslas ao seu desl|ro, ao seu pais. 0. Aré||a de 0r|eas e 8ragarça era ura ru||er rarcada pe|a lragéd|a quardo
eroarcou, er 0uluoro de 1910, ra Er|ce|ra ruro ao exi||o. Essa pa|avra ra|d|la que l|r|a rarcado a sua lari||a e a sua |rlàrc|a. 0 povo aco||eu-a
cor v|vas, aros arles, quardo c|egou a L|sooa. Adr|rou a sua oe|eza, corerlou coro era a|la e l|cou ercarlado cor o casarerlo de aror a que
ass|sl|u ra lgreja de 3ao 0or|rgos. A pr|rcesa serl|a-se ura ru||er le||z. Vas cedo coreçou a serl|r o peso da lragéd|a. 0 povo que a ac|arou
agora cr|l|cava os seus geslos, resro quardo erar er pro| dos ra|s deslavorec|dos. 0 rar|do, aos poucos, alaslava-se do seu coraçao,
descoor|u-||e lra|çoes e lraquezas e rer o aror dos seus do|s l|||os corsegu|u r|l|gar a dor. Nos d|as ra|s lr|sles passava os dedos pe|o co|ar de
péro|as que 0. Car|os ||e olerecera, êZ1 péro|as, cada ura siroo|o dos rorerlos le||zes que le|rava er rao esquecer.
lsaoe| 3l||We||, aulora oesl-se||er de rorarces ||slór|cos, lraz-ros a ||slór|a da u|l|ra ra|r|a de Porluga|. 0. Aré||a v|veu durarle 21 aros rur pais
que arou coro seu, apesar de re|e ler de|xado erlerrados ura l|||a preralura que rorreu a rascerça, o seu pr|rogér|lo 0. Luis F|||pe, |erde|ro
do lroro, e o rar|do 0. Car|os assass|rados ao p|ero Terre|ro do Paço a l|ro de carao|ra e p|slo|a. 0e rada ||e va|eu o raro de rosas que l|r|a ra
rao e cor o qua| lerlou alaslar o assass|ro. 0ulras rorles a persegu|r|ar... 0. Aré||a regressou er 1915 a corv|le de Arlór|o de 0||ve|ra 3a|azar
cor quer rarl|r|a correspordèrc|a e por quer l|r|a ura dec|arada adr|raçao. Vorreu se|s aros depo|s er Frarça, seu pais rala|, ra cara que
Co|uroaro |av|a p|rlado para e|a. Na caoece|ra eslavar deser|adas as arras dos 8ragarça.
T|tu|o: 30LAR
Autor: lar VcEWar
Ed|tora: 0rad|va Puo||caçoes
Ano: 2010
Nª Pág|nas: 310
8|nopse
Va|s ura vez, a capac|dade de lar VcEWar para surpreerder o |e|lor. A
resra ||oerdade e or|g|ra||dade ro que se relere ao esl||o, as so|uçoes
rarral|vas e ao erredo. 0 lera das a|leraçoes c||rál|cas - laroér e|e
|resperado rura oora de l|cçao de grarde qua||dade ||lerár|a - serve de
prelexlo para a expos|çao das lrag|||dades |uraras, |rd|v|dua|s e
co|ecl|vas. Perreada de |uror e d|á|ogos rag|slra|s, a rarral|va prerde
de |red|alo o |e|lor, perr|l|rdo-||e ura aulo-aprerd|zager da qua|
rel|rará grarde prazer.
T|tu|o: wo|l la||
Autor: l||ary Varle|
Ed|tora: C|v|||zaçao
Ano: 2010
Nª Pág|nas: êZ2
8|nopse
0e ura das re||ores escr|loras corlerporàreas, wo|l la|| exp|ora a
|rlersecçao de ps|co|og|a |rd|v|dua| cor oojecl|vos po|il|cos. Cor ura
grarde var|edade de persoragers e ura r|ca sucessao de |rc|derles,
recua ra ||slór|a para ros roslrar a lrg|alerra dos Tudor coro ura
soc|edade er lorraçao, que se ro|da a s| própr|a cor grarde pa|xao,
solr|rerlo e corager.
lrg|alerra, década de 1520. lerr|que vlll eslá ro lroro, ras rao ler
|erde|ros. 0 cardea| wo|sey é o corse||e|ro do re| ercarregue de ooler o
d|vórc|o que o papa recusa corceder. Nesle aro|erle de descorl|arça e
recess|dade aparece T|oras CrorWe||, pr|re|ro coro secrelár|o de
wo|sey, e depo|s coro seu sucessor. CrorWe|| é ur |orer ru|lo
or|g|ra|: l|||o de ur lerre|ro orulo, é ur gér|o da po|il|ca, ur suoorrador,
ur ga|arleador, ur arr|v|sla, ur |orer cor ura |ao|||dade |rcrive|
para rar|pu|ar pessoas e aprove|lar ocas|oes. lrp|acáve| ra procura
dos seus própr|os |rleresses, CrorWe|| é lao aro|c|oso ros seus
oojecl|vos po|il|cos coro ros seus oojecl|vos pessoa|s. 0 seu p|aro de
relorras é |rp|ererlado perarle ur par|arerlo que aperas ze|a pe|os
seus |rleresses e ur re| que l|ulua erlre pa|xoes roràrl|cas e lur|as
orula|s.
ter ensino profissional 39
cultura
O Castor RebeIde
Fábula
Lá dos corl|rs do lerpo, apareceu esla ||slór|a escr|la cor ur|as e derles rura
casca de árvore, er caslorès, |irgua de caslor. E perlercerle a ura corur|dade de caslores
que a|rda |oje |ao|lar os oosques das zoras lr|as do p|arela. 8osques de sors soror|os e
|ur|dos.
0|z a ||slór|a que, ro aro de saoe-se-|á-quardo, rasceu ur caslor que esparlou a caslorada.
Cor grardes e oors derles, cor grardes e lorles ur|as, lralava-se de ur exerp|ar raro da espéc|e.
val|cir|os de grarde luluro, poçoes de sor|os por rea||zar erc||ar os coc||c|os er redor do r|r|o do oeoé caslor.
Passado o esparlo, o oeoé coreçou a crescer, a lorrar-se rur caslor ado|escerle, proleg|do pe|a
corur|dade, cor a ajuda da rara que ||e c|arava Pulo. A rae ercarregava-se da sua educaçao, ers|rava-o a
ser ur caslor, a usar da re||or rare|ra os derles e as ur|as ra |ula pe|a soorev|vèrc|a.
Vas o caslor Pulo coreçou a rao querer usar rer derles rer ur|as. A rae, ro |ric|o, rao se preocupou
ru|lo. Passado a|gur lerpo, reparou que o l|||o se recusava, al|rcadarerle, a usar os derles e as ur|as. Era porque
rao ||e apelec|a, era porque os seus derles rao se pod|ar gaslar, era porque rao pod|a eslragar as ur|as. era porque
sor|ava que pod|a rudar a rare|ra de v|ver dos caslores. A rae, ser ra|s rer|ura so|uçao, expòs o caso ao caslor Cola.
Cola é ur caslor exper|erle, ru|lo |ao|luado a ||dar cor reoe|d|as de caslores coro o Pulo. Ped|u a rae que o
de|xasse corversar cor e|e. A rae ace|lou e o caslor Pulo lo| |evado a preserça do caslor Cola, decorr|a a |ora do carlo da
coruja. 0uardo o Pulo se preparava para argurerlar, o caslor Cola, |ider r|goroso e d|sc|p||rador, |evarlou a pala d|re|la e
d|sse:
- Ca|e-sel E ouçal... 0 rer|ro ler d|l|cu|dade er perceoer para que server os derles e as ur|as cor que rasceu?
Eu exp||co-||e. 3erver para corer, para lraoa||ar p'ra corer, para poder delerder-se o re||or possive| dos rossos predadores
ursos, |ooos, co|oles e |orers e, c|aro, para se d|verl|r e soc|a||zar. 0 rer|ro só ler duas ||póleses: ou ooedece a regra da
corur|dade e procura re||orar o uso das ur|as e dos derles ou lerá de se alaslar e cr|ar a sua própr|a corur|dade. Ai, laça as
suas regrasl Ter alé arar|a para lorar a sua dec|sao, alé arar|a, a |ora do carlo da colov|a.
Fer|do ro seu orgu||o r|ra||o, o caslor Pulo, alaslou-se, lo| serlar-se |orge rur lrorco de árvore jurlo ao |ago da
corur|dade caslor||. Varleve-se ru|lo lerpo a o||ar a sua |rager rel|ecl|da ra água |irp|da e qu|ela. ve|o o |uar, o oosque era
lurdo e s|r|slro, o s||èrc|o ru|doso e perelrarle. 0epo|s de ru|lo persar, rergu||ou ra água ge|ada, radou alé ao
|odo lurdo do |ago. 0uardo regressou a superlic|e, gr|lou oer a|lo, a corur|dade sooressa|lou-se e ve|o
ver o que se eslava a passar. 0 caslor Pulo roia ur lrorco de ura oélu|a, era a |ora do carlo da colov|a.
por Carlos Barros
ter ensino profissional 40
escola cultura
Ter acontecimento
por Sónia Vilas Boas
Nesla rev|sla Ter varos la|ar da 1³ ed|çao do Roc| |r R|o. A cap|la| porluguesa prepara-se para receoer o ra|or everlo de rus|ca e
erlreler|rerlo do rurdo. Esle decorrerá, coro é |ao|lua|, ro Parque da 8e|a v|sla, ros d|as 21, 22, 2Z, 28 e 29 de Va|o.
Esle everlo, para a|ér do parle rus|ca|, ler serpre |rp|ic|lo ur projeclo soc|a|, esle aro asserle ra lerál|ca do deservo|v|rerlo
suslerláve|. Fo| cr|ado ur prér|o ' Roc| R|o Al|lude 3uslerláve|¨ cor o |rlu|lo de |oreragear pessoas e orgar|zaçoes que se d|sl|rgar
pe|o seu erper|o ra re||or|a da qua||dade de v|da da corur|dade, ao rive| |oca| e rac|ora|, ao exercer ura acluaçao corsorarle cor
os lrès p||ares do deservo|v|rerlo suslerláve| (aro|erla|, soc|a| e ecorór|co).
0 carlaz rus|ca| do Roc| |r R|o 2010 é ru|lo var|ado corlardo cor grardes persora||dades do parorara rus|ca| rac|ora| e
|rlerrac|ora|.
A L0 E|eclror|cs, a RFV e os F|rgerl|ps |arçarar ura acçao
que ler por l|ra||dade ercorlrar o próx|ro(a) voca||sla da
oarda porluguesa, ||derada por Ru| 3ara|va, rus|co e
corpos|lor, após a saida de Zé Varue|. Esla |r|c|al|va ler
coro oojecl|vo percorrer o|lo c|dades er ousca de ura rova
voz para os F|rgerl|ps, que |rlegrará a oarda a parl|r de Va|o
e dará o seu pr|re|ro grarde corcerlo ro Roc| |r R|o.
Hús|ca
Ter banda
No PALC0 VuN00 passará 3|a||ra, Jor| Vayer, lvele 3arga|o, Var|za, 2 Vary 0J3 L|ve, E|lor Jor|,
Leora LeW|s, Trovarle, Joao Pedro Pa|s, Vuse, 3roW Palro|, Xulos e Porlapés, 3ur 11, V||ey
Cyrus,Vcl|y, Ary Vacdora|d, 0'Zrl, Rarrsle|r, Vegadel|, Volor|ead e 3ou|l|y.
0 'ELECTR0NlCA¨ corlará cor 0eadarau5, Ca|v|r larr|s 0J 3el, C|r|s La|e, 0|ego V|rarda, 3ou|
Vales Feal Pedro Taouada & K|rg 8|zz, Vajor Lazer, 0rop T|e L|re, Zoro|e K|ds Feal Aqee|, Jar|e XX,
Zoro|es lor Vorey, Jo|r 0|gWeed, 0u| 8orallo, T|e TWe|ves, V|gue| 0u|rlao, T|a 8|oody 8aslards Feal
Vad Vac & Nuro Lopes, 0uol|re, 0J v|oe, Aud|ol|y, 0av|de 3qu|||ace, Tó R|cc|ard|, 0reer ve|vel L|ve,
3peedy J L|ve, Pau| R|lc| L|ve, J|r Vaslers, J|ggy e learlorea|erz.
0 '3uN3ET R0CK lN Rl0¨ corlará cor a preserça de 0queslrada & 3egredos de Porluga|, 8033 AC
& Yur| Cur|a, Aze|loras & Arlór|o Azaroujo, Ru| ve|oso & Var|a R|la ÷ Tor| 0arr|do, T|r & Var|za,
3ou|o|zress & Zoey Jores, Jorge Pa|ra & Zeca 8a|e|ro, Expers|ve 3ou| & 8|uey/ lrcogr|lo ÷ 0rar,
Nusou|lar||y & Ju||e Vc|r|g|l, Luis Represas & Varl|r|o da v||a, T|ago 8ellercourl ÷ Varl|a & T|è,
Luc|a Vor|z & V|sler L|zard, Rarp & la||, Vore T|ar A T|ousard & corv|dado e F|rgerl|ps & corv|dado.
3erao c|rco d|as de grarde especlácu|o, adrera||ra, eroçao, d|versao e ., serpre cor o |era¨ P0R uV VuN00 VELl0R¨. |llp: WWW.roc||rr|o-||sooa.sapo.pl
Ter curiosidade
0 pr|re|ro C0 gravado er |arga esca|a lo| do p|ar|sla c|||ero ralura||zado arer|caro C|aud|o Arrau, corlerdo rus|cas de C|op|r, er 1982.
A carçao ra|s regravada ro rurdo - Essa é ura das d|scussoes ra|s corlroversas e po|ér|cas do re|o rus|ca|. Alé |oje rao ex|sle ur corserso. A pr|rcip|o, ol|c|a|rerle dá-se a
'Yeslerday¨ de Pau| VcCarlrey o lilu|o de a ra|s regravada, cerca de ê r|| versoes d|lererles, ras |á quer d|ga que seja 'lrag|re¨ de Jo|r Lerror. 0ulra correrle delerde a leor|a de
que 'Fee||rgs¨ do oras||e|ro Vorr|s A|oerl seja a ra|s regravada.
ter ensino profissional 41
Nura a|lura er que se av|z|r|ar as a|las lerperaluras e as |das a pra|a, e|s que surger as |ao|lua|s preocupaçoes, e esle preuz|r|o |reslél|co, e esla
ce|u||le que rao re |arga.
v|veros rura soc|edade ru|lo |rgrala ro que d|z a quesloes eslél|cas, porque se rao ros assere||aros, ou se rao eslaros de acordo cor aque|es que sao
os ro|des da 'rorra||dade¨, erlerda-se, o que os rossos pares vèer coro rorra|, acaoaros al|rg|dos por precorce|los que, quarlo ra|s rao seja, aoa|ar
a rossa aulo-esl|ra.
Eroora ura ooa 'aparèrc|a¨ vos possa lazer sorr|r, para ros serl|rros 'oor|los¨ por lora, leros de ros serl|r oer por derlro. lslo |eva-ros a ura queslao
|rcorlorráve|, a 3Au0E. E o que é saude? 0e acordo cor a 0rgar|zaçao Vurd|a| da 3aude (0V3), saude del|re-se coro ur «eslado de corp|elo oer-eslar
lis|co, rerla| e soc|a| e rao cors|sl|rdo sorerle ra ausèrc|a de ura doerça ou erlerr|dade.»
E ser d|vagar ru|lo soore o que |slo quer d|zer, para ros rarlerros saudáve|s, ura co|sa que poderos lazer, e que eslá perle|larerle ao rosso a|carce é,
pral|car exercic|o lis|co de ura lorra regu|ar e equ|||orada.
Todos rós saoeros que, para a|ér de as vezes a vorlade rao ser ru|la, a|rda leros o proo|era da la|la de lerpo, ou de por vezes rao ex|sl|r olerla daque|a
roda||dade especil|ca que rós goslariaros de pral|car, ou pura e s|rp|esrerle, lrequerlar ur g|rás|o rao é propr|arerle oaralo, erlre ru|las oulras razoes,
que ra |ora de pral|car exercic|o, lodos rós ros |eroraros coro descu|pa para rao o lazer.
Dicas para ficar em forma este verão
00R8A|8 A|guns exerc|c|os que podemos rea||zar em casa, em apenas a|guns
m|nutos.
EXER6|6|08 60H ß0LA 8U|ÇA - F|TßALL
A oo|a suiça pode ser ur ópl|ro acessór|o para lraoa||os de lorça (oraços,
perras e lrorco), equ||ior|o e coorderaçao, l|ex|o|||dade, re|axarerlo e para
lraoa||o aeróo|o.
6u|dados ao usar a bo|a
Fazer serpre ur aquec|rerlo e os respecl|vos a|orgarerlos ro l|ra| dos
exercic|os, parar a execuçao serpre que esla provoque a|gura dor |rlersa,
lazer serpre o c|c|o resp|ralór|o (|rsp|raçao/exp|raçao), rao ul|||zar a oo|a er ACA6hAHENT0
p|sos escorregad|os e rea||zar os exercic|os rura sa|a ||vre de oojeclos
per|gosos.
FLEX0E8
Aß00H|NA|8
PRE88 de PE|T0
desporto
0e|lado cor as perras soore a oo|a e
os oraços a locarer o c|ao, a |argura
dos ororos. 0esce cor o pe|lo para o
c|ao e erpurra-le para c|ra. Varlér o
corpo d|re|lo. Faz 8 a 10 repel|çoes,
descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes. Para
se lorrar ra|s lác|| podes coreçar cor
as coxas er c|ra da oo|a.
0e|lado ra oo|a de lorra a que a parle super|or das coslas se apo|e oer ra oo|a. Para
rarler a eslao|||dade rarlér os pés ur pouco alaslados e as arcas e|evadas. Cor a
ajuda de pesos, desce o peso para o leu pe|lo e a segu|r erpurra, esl|cardo os oraços
para c|ra ser esl|car os colove|os. Faz 12 a 15 repel|çoes, descarsa, e repele o c|c|o 3
vezes.
0e|la-le corodarerle cor a pé|v|s e o
eslòrago soore a oo|a. Cor os oraços
cruzados alrás da ruca, sooe e desce
devagar o lrorco, rarlerdo-le a|gurs
segurdos er c|ra. Faz 12 a 15 repel|çoes,
descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes.
0e pé, co|oca a oo|a erlre a zora |oroar e a
parede. Alasla os pés do|s passos e separa-os a
|argura dos ororos. 0oora os joe||os e laz ura
pos|çao serlada, de|xardo que a oo|a rode
pe|as luas coslas.
Para quardo l|ver as coxas rura pos|çao
|or|zorla| cor o c|ao. Levarla as coslas e
repele 12 a 15 vezes, descarsa, e repele o c|c|o
3 vezes.
0e|lado soore a oo|a de lorra que o arco das luas coslas esleja oer apo|ado. Co|oca as
raos cruzadas ro pe|lo. Levarla o lrorco corlra|rdo os aodor|ra|s e |evarlardo os
ororos e parle super|or das coslas. Nao lorces o pescoço, rao deverás puxar a caoeça.
Repele 15 a 20 vezes, descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes.
ter ensino profissional 40
escola cultura
Ter acontecimento
por Sónia Vilas Boas
Nesla rev|sla Ter varos la|ar da 1³ ed|çao do Roc| |r R|o. A cap|la| porluguesa prepara-se para receoer o ra|or everlo de rus|ca e
erlreler|rerlo do rurdo. Esle decorrerá, coro é |ao|lua|, ro Parque da 8e|a v|sla, ros d|as 21, 22, 2Z, 28 e 29 de Va|o.
Esle everlo, para a|ér do parle rus|ca|, ler serpre |rp|ic|lo ur projeclo soc|a|, esle aro asserle ra lerál|ca do deservo|v|rerlo
suslerláve|. Fo| cr|ado ur prér|o ' Roc| R|o Al|lude 3uslerláve|¨ cor o |rlu|lo de |oreragear pessoas e orgar|zaçoes que se d|sl|rgar
pe|o seu erper|o ra re||or|a da qua||dade de v|da da corur|dade, ao rive| |oca| e rac|ora|, ao exercer ura acluaçao corsorarle cor
os lrès p||ares do deservo|v|rerlo suslerláve| (aro|erla|, soc|a| e ecorór|co).
0 carlaz rus|ca| do Roc| |r R|o 2010 é ru|lo var|ado corlardo cor grardes persora||dades do parorara rus|ca| rac|ora| e
|rlerrac|ora|.
A L0 E|eclror|cs, a RFV e os F|rgerl|ps |arçarar ura acçao
que ler por l|ra||dade ercorlrar o próx|ro(a) voca||sla da
oarda porluguesa, ||derada por Ru| 3ara|va, rus|co e
corpos|lor, após a saida de Zé Varue|. Esla |r|c|al|va ler
coro oojecl|vo percorrer o|lo c|dades er ousca de ura rova
voz para os F|rgerl|ps, que |rlegrará a oarda a parl|r de Va|o
e dará o seu pr|re|ro grarde corcerlo ro Roc| |r R|o.
Hús|ca
Ter banda
No PALC0 VuN00 passará 3|a||ra, Jor| Vayer, lvele 3arga|o, Var|za, 2 Vary 0J3 L|ve, E|lor Jor|,
Leora LeW|s, Trovarle, Joao Pedro Pa|s, Vuse, 3roW Palro|, Xulos e Porlapés, 3ur 11, V||ey
Cyrus,Vcl|y, Ary Vacdora|d, 0'Zrl, Rarrsle|r, Vegadel|, Volor|ead e 3ou|l|y.
0 'ELECTR0NlCA¨ corlará cor 0eadarau5, Ca|v|r larr|s 0J 3el, C|r|s La|e, 0|ego V|rarda, 3ou|
Vales Feal Pedro Taouada & K|rg 8|zz, Vajor Lazer, 0rop T|e L|re, Zoro|e K|ds Feal Aqee|, Jar|e XX,
Zoro|es lor Vorey, Jo|r 0|gWeed, 0u| 8orallo, T|e TWe|ves, V|gue| 0u|rlao, T|a 8|oody 8aslards Feal
Vad Vac & Nuro Lopes, 0uol|re, 0J v|oe, Aud|ol|y, 0av|de 3qu|||ace, Tó R|cc|ard|, 0reer ve|vel L|ve,
3peedy J L|ve, Pau| R|lc| L|ve, J|r Vaslers, J|ggy e learlorea|erz.
0 '3uN3ET R0CK lN Rl0¨ corlará cor a preserça de 0queslrada & 3egredos de Porluga|, 8033 AC
& Yur| Cur|a, Aze|loras & Arlór|o Azaroujo, Ru| ve|oso & Var|a R|la ÷ Tor| 0arr|do, T|r & Var|za,
3ou|o|zress & Zoey Jores, Jorge Pa|ra & Zeca 8a|e|ro, Expers|ve 3ou| & 8|uey/ lrcogr|lo ÷ 0rar,
Nusou|lar||y & Ju||e Vc|r|g|l, Luis Represas & Varl|r|o da v||a, T|ago 8ellercourl ÷ Varl|a & T|è,
Luc|a Vor|z & V|sler L|zard, Rarp & la||, Vore T|ar A T|ousard & corv|dado e F|rgerl|ps & corv|dado.
3erao c|rco d|as de grarde especlácu|o, adrera||ra, eroçao, d|versao e ., serpre cor o |era¨ P0R uV VuN00 VELl0R¨. |llp: WWW.roc||rr|o-||sooa.sapo.pl
Ter curiosidade
0 pr|re|ro C0 gravado er |arga esca|a lo| do p|ar|sla c|||ero ralura||zado arer|caro C|aud|o Arrau, corlerdo rus|cas de C|op|r, er 1982.
A carçao ra|s regravada ro rurdo - Essa é ura das d|scussoes ra|s corlroversas e po|ér|cas do re|o rus|ca|. Alé |oje rao ex|sle ur corserso. A pr|rcip|o, ol|c|a|rerle dá-se a
'Yeslerday¨ de Pau| VcCarlrey o lilu|o de a ra|s regravada, cerca de ê r|| versoes d|lererles, ras |á quer d|ga que seja 'lrag|re¨ de Jo|r Lerror. 0ulra correrle delerde a leor|a de
que 'Fee||rgs¨ do oras||e|ro Vorr|s A|oerl seja a ra|s regravada.
ter ensino profissional 41
Nura a|lura er que se av|z|r|ar as a|las lerperaluras e as |das a pra|a, e|s que surger as |ao|lua|s preocupaçoes, e esle preuz|r|o |reslél|co, e esla
ce|u||le que rao re |arga.
v|veros rura soc|edade ru|lo |rgrala ro que d|z a quesloes eslél|cas, porque se rao ros assere||aros, ou se rao eslaros de acordo cor aque|es que sao
os ro|des da 'rorra||dade¨, erlerda-se, o que os rossos pares vèer coro rorra|, acaoaros al|rg|dos por precorce|los que, quarlo ra|s rao seja, aoa|ar
a rossa aulo-esl|ra.
Eroora ura ooa 'aparèrc|a¨ vos possa lazer sorr|r, para ros serl|rros 'oor|los¨ por lora, leros de ros serl|r oer por derlro. lslo |eva-ros a ura queslao
|rcorlorráve|, a 3Au0E. E o que é saude? 0e acordo cor a 0rgar|zaçao Vurd|a| da 3aude (0V3), saude del|re-se coro ur «eslado de corp|elo oer-eslar
lis|co, rerla| e soc|a| e rao cors|sl|rdo sorerle ra ausèrc|a de ura doerça ou erlerr|dade.»
E ser d|vagar ru|lo soore o que |slo quer d|zer, para ros rarlerros saudáve|s, ura co|sa que poderos lazer, e que eslá perle|larerle ao rosso a|carce é,
pral|car exercic|o lis|co de ura lorra regu|ar e equ|||orada.
Todos rós saoeros que, para a|ér de as vezes a vorlade rao ser ru|la, a|rda leros o proo|era da la|la de lerpo, ou de por vezes rao ex|sl|r olerla daque|a
roda||dade especil|ca que rós goslariaros de pral|car, ou pura e s|rp|esrerle, lrequerlar ur g|rás|o rao é propr|arerle oaralo, erlre ru|las oulras razoes,
que ra |ora de pral|car exercic|o, lodos rós ros |eroraros coro descu|pa para rao o lazer.
Dicas para ficar em forma este verão
00R8A|8 A|guns exerc|c|os que podemos rea||zar em casa, em apenas a|guns
m|nutos.
EXER6|6|08 60H ß0LA 8U|ÇA - F|TßALL
A oo|a suiça pode ser ur ópl|ro acessór|o para lraoa||os de lorça (oraços,
perras e lrorco), equ||ior|o e coorderaçao, l|ex|o|||dade, re|axarerlo e para
lraoa||o aeróo|o.
6u|dados ao usar a bo|a
Fazer serpre ur aquec|rerlo e os respecl|vos a|orgarerlos ro l|ra| dos
exercic|os, parar a execuçao serpre que esla provoque a|gura dor |rlersa,
lazer serpre o c|c|o resp|ralór|o (|rsp|raçao/exp|raçao), rao ul|||zar a oo|a er ACA6hAHENT0
p|sos escorregad|os e rea||zar os exercic|os rura sa|a ||vre de oojeclos
per|gosos.
FLEX0E8
Aß00H|NA|8
PRE88 de PE|T0
desporto
0e|lado cor as perras soore a oo|a e
os oraços a locarer o c|ao, a |argura
dos ororos. 0esce cor o pe|lo para o
c|ao e erpurra-le para c|ra. Varlér o
corpo d|re|lo. Faz 8 a 10 repel|çoes,
descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes. Para
se lorrar ra|s lác|| podes coreçar cor
as coxas er c|ra da oo|a.
0e|lado ra oo|a de lorra a que a parle super|or das coslas se apo|e oer ra oo|a. Para
rarler a eslao|||dade rarlér os pés ur pouco alaslados e as arcas e|evadas. Cor a
ajuda de pesos, desce o peso para o leu pe|lo e a segu|r erpurra, esl|cardo os oraços
para c|ra ser esl|car os colove|os. Faz 12 a 15 repel|çoes, descarsa, e repele o c|c|o 3
vezes.
0e|la-le corodarerle cor a pé|v|s e o
eslòrago soore a oo|a. Cor os oraços
cruzados alrás da ruca, sooe e desce
devagar o lrorco, rarlerdo-le a|gurs
segurdos er c|ra. Faz 12 a 15 repel|çoes,
descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes.
0e pé, co|oca a oo|a erlre a zora |oroar e a
parede. Alasla os pés do|s passos e separa-os a
|argura dos ororos. 0oora os joe||os e laz ura
pos|çao serlada, de|xardo que a oo|a rode
pe|as luas coslas.
Para quardo l|ver as coxas rura pos|çao
|or|zorla| cor o c|ao. Levarla as coslas e
repele 12 a 15 vezes, descarsa, e repele o c|c|o
3 vezes.
0e|lado soore a oo|a de lorra que o arco das luas coslas esleja oer apo|ado. Co|oca as
raos cruzadas ro pe|lo. Levarla o lrorco corlra|rdo os aodor|ra|s e |evarlardo os
ororos e parle super|or das coslas. Nao lorces o pescoço, rao deverás puxar a caoeça.
Repele 15 a 20 vezes, descarsa, e repele o c|c|o 3 vezes.
ter ensino profissional 42
por Glória Lago
PERNA8 e CLUTE08 TR|6|P|TE8
PERNA8
EXER6|6|08 60H ELA8T|60
0 e|ásl|co pode ser ur ópl|ro acessór|o para lraoa||o de lorça, equ||ior|o e
coorderaçao. 0 e|ásl|co serve pr|rc|pa|rerle para var|ar o l|po de lraoa||o
|oca||zado que se coslura rea||zar, suosl|lu|rdo os |a|leres. E lac||rerle
lrarsporláve| e lodos esles exercic|os poder ser rea||zados er casa.
6u|dados ao usar o e|ást|co
Fazer serpre ur aquec|rerlo e os respecl|vos a|orgarerlos ro l|ra| dos
exercic|os, parar a execuçao serpre que esla provoque a|gura dor |rlersa, lazer
serpre o c|c|o resp|ralór|o (|rsp|raçao/exp|raçao).
608TA8
0HßR08
PE|T0RA|8
Coro l|cou perceplive| é oaslarle s|rp|es exerc|larro-ros er casa, rao
recess|laros de lazer lodos os exercic|os d|ar|arerle. 0s exercic|os
apreserlados poder ser le|los a|lerradarerle, ur d|a a F|loa|| , o e|ásl|co ro
oulro, o |rporlarle é rao esquecerros da |rporlàrc|a que a acl|v|dade lis|ca
ler ras rossas v|das.
Agora ul|||za a lua |rag|raçao e, lerdo serpre er corla as regras de segurarça
que aqu| le erureraros, cr|a os leus própr|os exercic|os.
háo se esqueçam de se lembrarem do veráo durante todo o ano.
1. Cruza ura das perras e apo|a os oraços |alera|rerle. 3ooe e desce a oac|a alé as
coslas al|rg|rer a pos|çao |or|zorla|. Faz 10 a 15 repel|çoes, descarsa, e repele 3
vezes.
2. Apo|a os ororos e a caoeça ra oo|a.
8raços cruzados, joe||os l|ecl|dos e pés ro c|ao. Corlra| os g|uleos e aodor|ra|s
durarle 15 segurdos. Repele 3 vezes.
0e pé, cor o e|ásl|co preso rur suporle l|xo, cor os joe||os ||ge|rarerle l|ecl|dos,
puxa o e|ásl|co lrazerdo as raos alé jurlo do pe|lo, puxardo os colove|os para lrás
corlorre a l|gura, ser e|evar os ororos. E |rporlarle ler o aodor|ra| corlraido.
Exp|ra quardo puxas o e|ásl|co e |rsp|ra quardo o a||v|a. Faz 3 sér|es de 12 a 15
repel|çoes.
0e|lado rur co|c|ao, cor o e|ásl|co por oa|xo das luas coslas, colove|os a||r|ados
cor os ororos, puxa o e|ásl|co para c|ra jurlardo as raos e esl|cardo os oraços.
Exp|ra quardo sooe os oraços e |rsp|ra quardo os desces. Faz 3 sér|es de 12 a 15
repel|çoes.
0e pé cor os joe||os ||ge|rarerle l|ecl|dos, cor o e|ásl|co alrás das coslas, esl|ca o
oraço d|re|lo, ser rexer o oraço corlrár|o. Faz 12 a 15 repel|çoes cor ur oraço e
depo|s cor o oulro, repele lrès vezes o exercic|o.
0e pé, cor o e|ásl|co preso ro pé/lorroze|o, cor a perra l|ecl|da, a perra de apo|o deve
eslar ||ge|rarerle l|ecl|da e o aodor|ra| corlraido, esl|ca a perra ser a|lerar a pos|çao
do oraço. Repele cor a oulra perra.
Faz 3 sér|es de 12 a 15 repel|çoes.
0e pé, cor o e|ásl|co deoa|xo da p|arla dos pés, colove|os ||ge|rarerle l|ecl|dos,
aodor|ra| corlraido. E|eva os oraços a lrerle alé a a|lura dos ororos e depo|s desce-os
|erlarerle. lrsp|ra quardo desces os oraços e exp|ra quardo os sooes. Faz 3 sér|es de
12 a 15 repel|çoes.
ter ensino profissional 43
sabor
C|el José v|ragre
C|ele de Coz|r|a
dos lolé|s do 8or Jesus,
Coz|r|e|ro corv|dado
do 3porl|rg C|uoe de 8raga
Var|a Joao Carpos
0eslora lole|e|ra
Saber e Sabor
da evoIução da cozinha
A 6oz|nha resu|ta da a||ança entre arte e técn|ca.
A ap||caçao de ura lécr|ca r|gorosa gararle a se|ecçao cerla dos produlos e gararle o curpr|rerlo e corlro|o das regras de
||g|ere e rarusearerlo dos a||rerlos desde o produlor ao corsur|dor. A execuçao de corles, rélodos e lerpos de corlecçao
adequados corlerer o re||or saoor, va|or rulr|l|vo e rerd|rerlo dos produlos.
A arle da lrarslorraçao, de reproduz|r, recorslru|r ou cr|ar ur pralo lorra a exper|èrc|a da coz|r|a ur|ca, para o c||erle e para o
coz|r|e|ro.
0elerderos a var|edade de esco||as, delerderos a evo|uçao da coz|r|a coro ur d|re|lo de quer execula ura peça de arle e de
quer quer ler rovas exper|èrc|as gaslrorór|cas.
0elerderos a preservaçao da coz|r|a lrad|c|ora| e o d|re|lo de quer gosla de a reproduz|r e de quer gosla de |derl|l|car os
resros pa|adares.
Ta| coro roulras lorras de arle, quarlo ra|s cor|ec|rerlo |ouver soore a ||slór|a da a||rerlaçao, quarlo ra|or lor a
exper|rerlaçao, ra|or capac|dade |averá para aprec|ar e lorar, a cada rorerlo, as rossas opçoes.
Pica no Chão "Macaense"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Louro
Açafrão
Canela
Pimentão doce
Cominhos
Legumes fritos em polme
Frango desossado
Pica no Chão (cabideIa)
Frango "Pica no chão¨
Sangue do animal
Arroz carolino
Cebola
Azeite
Alho
Sal
Pica no Chão "Crocante"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Toucinho fumado
Chouriço
Presunto
Salpicão
Chouriço
Frango desossado
Pica no Chão "Divagações"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Orelha salgada
Barriga salgada
Chouriço
Salpicão
Frango desossado
Pica no Chão "Risotto"
Queijo Parmesão
Arroz arbóreo
Natas
Cebolinho
Tomate cereja
Rebentos de alho francês
ter ensino profissional 42
por Glória Lago
PERNA8 e CLUTE08 TR|6|P|TE8
PERNA8
EXER6|6|08 60H ELA8T|60
0 e|ásl|co pode ser ur ópl|ro acessór|o para lraoa||o de lorça, equ||ior|o e
coorderaçao. 0 e|ásl|co serve pr|rc|pa|rerle para var|ar o l|po de lraoa||o
|oca||zado que se coslura rea||zar, suosl|lu|rdo os |a|leres. E lac||rerle
lrarsporláve| e lodos esles exercic|os poder ser rea||zados er casa.
6u|dados ao usar o e|ást|co
Fazer serpre ur aquec|rerlo e os respecl|vos a|orgarerlos ro l|ra| dos
exercic|os, parar a execuçao serpre que esla provoque a|gura dor |rlersa, lazer
serpre o c|c|o resp|ralór|o (|rsp|raçao/exp|raçao).
608TA8
0HßR08
PE|T0RA|8
Coro l|cou perceplive| é oaslarle s|rp|es exerc|larro-ros er casa, rao
recess|laros de lazer lodos os exercic|os d|ar|arerle. 0s exercic|os
apreserlados poder ser le|los a|lerradarerle, ur d|a a F|loa|| , o e|ásl|co ro
oulro, o |rporlarle é rao esquecerros da |rporlàrc|a que a acl|v|dade lis|ca
ler ras rossas v|das.
Agora ul|||za a lua |rag|raçao e, lerdo serpre er corla as regras de segurarça
que aqu| le erureraros, cr|a os leus própr|os exercic|os.
háo se esqueçam de se lembrarem do veráo durante todo o ano.
1. Cruza ura das perras e apo|a os oraços |alera|rerle. 3ooe e desce a oac|a alé as
coslas al|rg|rer a pos|çao |or|zorla|. Faz 10 a 15 repel|çoes, descarsa, e repele 3
vezes.
2. Apo|a os ororos e a caoeça ra oo|a.
8raços cruzados, joe||os l|ecl|dos e pés ro c|ao. Corlra| os g|uleos e aodor|ra|s
durarle 15 segurdos. Repele 3 vezes.
0e pé, cor o e|ásl|co preso rur suporle l|xo, cor os joe||os ||ge|rarerle l|ecl|dos,
puxa o e|ásl|co lrazerdo as raos alé jurlo do pe|lo, puxardo os colove|os para lrás
corlorre a l|gura, ser e|evar os ororos. E |rporlarle ler o aodor|ra| corlraido.
Exp|ra quardo puxas o e|ásl|co e |rsp|ra quardo o a||v|a. Faz 3 sér|es de 12 a 15
repel|çoes.
0e|lado rur co|c|ao, cor o e|ásl|co por oa|xo das luas coslas, colove|os a||r|ados
cor os ororos, puxa o e|ásl|co para c|ra jurlardo as raos e esl|cardo os oraços.
Exp|ra quardo sooe os oraços e |rsp|ra quardo os desces. Faz 3 sér|es de 12 a 15
repel|çoes.
0e pé cor os joe||os ||ge|rarerle l|ecl|dos, cor o e|ásl|co alrás das coslas, esl|ca o
oraço d|re|lo, ser rexer o oraço corlrár|o. Faz 12 a 15 repel|çoes cor ur oraço e
depo|s cor o oulro, repele lrès vezes o exercic|o.
0e pé, cor o e|ásl|co preso ro pé/lorroze|o, cor a perra l|ecl|da, a perra de apo|o deve
eslar ||ge|rarerle l|ecl|da e o aodor|ra| corlraido, esl|ca a perra ser a|lerar a pos|çao
do oraço. Repele cor a oulra perra.
Faz 3 sér|es de 12 a 15 repel|çoes.
0e pé, cor o e|ásl|co deoa|xo da p|arla dos pés, colove|os ||ge|rarerle l|ecl|dos,
aodor|ra| corlraido. E|eva os oraços a lrerle alé a a|lura dos ororos e depo|s desce-os
|erlarerle. lrsp|ra quardo desces os oraços e exp|ra quardo os sooes. Faz 3 sér|es de
12 a 15 repel|çoes.
ter ensino profissional 43
sabor
C|el José v|ragre
C|ele de Coz|r|a
dos lolé|s do 8or Jesus,
Coz|r|e|ro corv|dado
do 3porl|rg C|uoe de 8raga
Var|a Joao Carpos
0eslora lole|e|ra
Saber e Sabor
da evoIução da cozinha
A 6oz|nha resu|ta da a||ança entre arte e técn|ca.
A ap||caçao de ura lécr|ca r|gorosa gararle a se|ecçao cerla dos produlos e gararle o curpr|rerlo e corlro|o das regras de
||g|ere e rarusearerlo dos a||rerlos desde o produlor ao corsur|dor. A execuçao de corles, rélodos e lerpos de corlecçao
adequados corlerer o re||or saoor, va|or rulr|l|vo e rerd|rerlo dos produlos.
A arle da lrarslorraçao, de reproduz|r, recorslru|r ou cr|ar ur pralo lorra a exper|èrc|a da coz|r|a ur|ca, para o c||erle e para o
coz|r|e|ro.
0elerderos a var|edade de esco||as, delerderos a evo|uçao da coz|r|a coro ur d|re|lo de quer execula ura peça de arle e de
quer quer ler rovas exper|èrc|as gaslrorór|cas.
0elerderos a preservaçao da coz|r|a lrad|c|ora| e o d|re|lo de quer gosla de a reproduz|r e de quer gosla de |derl|l|car os
resros pa|adares.
Ta| coro roulras lorras de arle, quarlo ra|s cor|ec|rerlo |ouver soore a ||slór|a da a||rerlaçao, quarlo ra|or lor a
exper|rerlaçao, ra|or capac|dade |averá para aprec|ar e lorar, a cada rorerlo, as rossas opçoes.
Pica no Chão "Macaense"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Louro
Açafrão
Canela
Pimentão doce
Cominhos
Legumes fritos em polme
Frango desossado
Pica no Chão (cabideIa)
Frango "Pica no chão¨
Sangue do animal
Arroz carolino
Cebola
Azeite
Alho
Sal
Pica no Chão "Crocante"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Toucinho fumado
Chouriço
Presunto
Salpicão
Chouriço
Frango desossado
Pica no Chão "Divagações"
Acrescenta aos ingredientes da
base:
Orelha salgada
Barriga salgada
Chouriço
Salpicão
Frango desossado
Pica no Chão "Risotto"
Queijo Parmesão
Arroz arbóreo
Natas
Cebolinho
Tomate cereja
Rebentos de alho francês
ter ensino profissional 44
web
por Joäo Morais
Robô ED inteligência Artificial
http://www.ed.conpet.gov.br/converse.php
Erquadrado rur prograra de |rcerl|vo a geslao eco|óg|ca, esle Weos|le d|spor|o|||za ur polerle
'roool¨ prograrado para resporder a pergurlas do ul|||zador, cor oase rur |rlerlace sere||arle
ao V3N. Esle 'roool¨ é ur prograra que possu| ura exlersa oase de dados e |rlerage cor o
ul|||zador de ura lorra |rcr|ve|rerle lerorera|.e cor ura cóp|a de segurarça perrarerle
or||re.
FreeZ Online TV
Esla ap||caçao ler ra|s de 500 cara|s or||re e lrarsr|ssao d|recla de lodos os porlos
do g|ooo. Nao é recessár|o qua|quer p|aca de Tv ro corpulador já que os cara|s sao
lrarsr|l|dos alravés da ||gaçao de lrlerrel.
http://www.freezsoft.com/
Base de dados de Portugal
http://www.pordata.pt/
A Pordala é ur serv|ço puo||co que v|sa d|spor|o|||zar dados
eslalisl|cos soore Porluga|. Esle s|le lo| persado para ur vaslo
rurero de ulerles que corurgar do |rleresse er cor|ecer, cor
corl|arça e r|gor, ra|s soore Porluga|.
Alojamento Universitário
Aprox|ra-se a época dos exares rac|ora|s e posler|or acesso a ur|vers|dade
para r|||ares de jovers. Cor esle s|le poderá pesqu|sar e arurc|ar as olerlas
de a|ojarerlo ra sua área ou reg|ao. Para a|ér da varlager da pesqu|sa or-
||re, cor esle serv|ço as c|dades vao gar|ar er lerros aro|erla|s dado que a
lerdèrc|a será a exl|rçao dos arurc|os er pape| lip|cos ras |red|açoes das
ur|vers|dades.
www.1quarto.com
ter ensino profissional 45
cabeça
S
o
I
u
ç
õ
e
s

d
o

n
ú
m
e
r
o

a
n
t
e
r
i
o
r
Palavras cruzadas
Especialidades médicas
por José Carlos Dias
1- Cirurgião
2- Dentista
3- Dermatologia
4- Neurologista
5- Cardiologia
6- Estomatologia
7- Pediatra
8- Obstetra
Nomes colectivos
Completa os espaços em branco com os nomes colectivos apropriados: alcateias, arvoredo, bandos, cardumes, enxames, floresta,
matilhas, ninhadas, pomares, ramos, ranchos e rebanhos.
As andorinhas voam em bandos sobre a fIoresta, onde se acoitam aIcateias de lobos que são perseguidas por matilhas de cães.
Aí se albergam as ninhadas de várias aves, protegidas pelo denso arvoredo de castanheiros, carvalhos e outras árvores frondosas.
Por entre as pedras do riacho vivem cardumes de velozes peixes prateados.
As mulheres passam em ranchos a caminho dos campos e pomares de macieiras; os pastores conduzem os rebanhos para o pasto.
Meninos e meninas colhem flores para fazer ramos, seguem os enxames para descobrirem os favos de mel doirado e doce.
Palavras Cruzadas
Especialidades médicas
Verticais
1- Pessoa que se dedica ao ensino.
3- Pessoa que é proprietária de uma empresa
ou dirige uma fábrica.
4- Pessoa altamente qualificada, responsável
pela elaboração e direcção de projectos,
pesquisas ou trabalhos no âmbito técnico,
industrial ou agrícola.
6- Ìndivíduo que dirige uma embarcação ou um
avião.
7- Pessoa que, na rádio e na televisão,
apresenta as emissões ou lê as notícias.
9- Pessoa que orienta a preparação de um
desportista ou de uma equipa de desportistas.
12- Profissional que trata um doente.
Horizontais
2- Ofício do que trabalha a madeira.
5- Aquele que se dedica à cultura da terra.
6- Artista que se dedica ao retrato, à paisagem,
etc.
8- Pessoa que representa os interesses de um
país junto de outro.
10- Pessoa que se especializou no estudo da
Terra.
11- Artista que trabalha um material sólido para
representar ou sugerir pela forma um objecto.
12- Profissão daquele que monta e repara
máquinas e motores.
13- Agente da autoridade.
14 - Artista dramático.
Raciocinio
O Número de Paginas
Se eu leio 5 páginas por dia de um livro, eu termino de ler 16 dias antes do
que se eu estivesse lendo 3 páginas por dia. Quantas páginas tem o livro?
9- Oftalmologia
10- Psiquiatra
11- Geriatria
12- Oncologia
13- Anestesista
14- Nutricionista
15- Radiologia
16- Ortopedia
Completa o quadro
8
x
3 =
- 2 =
+
÷
= = =
= 3
÷
18
Distribuição de
algarismos
Distribui os algarismos 1, 2 e 3 em cada
coluna e em cada linha, sem os repetir, de
forma que horizontalmente e verticalmente a
soma seja sempre 10.
4
4
4
4
ter ensino profissional 44
web
por Joäo Morais
Robô ED inteligência Artificial
http://www.ed.conpet.gov.br/converse.php
Erquadrado rur prograra de |rcerl|vo a geslao eco|óg|ca, esle Weos|le d|spor|o|||za ur polerle
'roool¨ prograrado para resporder a pergurlas do ul|||zador, cor oase rur |rlerlace sere||arle
ao V3N. Esle 'roool¨ é ur prograra que possu| ura exlersa oase de dados e |rlerage cor o
ul|||zador de ura lorra |rcr|ve|rerle lerorera|.e cor ura cóp|a de segurarça perrarerle
or||re.
FreeZ Online TV
Esla ap||caçao ler ra|s de 500 cara|s or||re e lrarsr|ssao d|recla de lodos os porlos
do g|ooo. Nao é recessár|o qua|quer p|aca de Tv ro corpulador já que os cara|s sao
lrarsr|l|dos alravés da ||gaçao de lrlerrel.
http://www.freezsoft.com/
Base de dados de Portugal
http://www.pordata.pt/
A Pordala é ur serv|ço puo||co que v|sa d|spor|o|||zar dados
eslalisl|cos soore Porluga|. Esle s|le lo| persado para ur vaslo
rurero de ulerles que corurgar do |rleresse er cor|ecer, cor
corl|arça e r|gor, ra|s soore Porluga|.
Alojamento Universitário
Aprox|ra-se a época dos exares rac|ora|s e posler|or acesso a ur|vers|dade
para r|||ares de jovers. Cor esle s|le poderá pesqu|sar e arurc|ar as olerlas
de a|ojarerlo ra sua área ou reg|ao. Para a|ér da varlager da pesqu|sa or-
||re, cor esle serv|ço as c|dades vao gar|ar er lerros aro|erla|s dado que a
lerdèrc|a será a exl|rçao dos arurc|os er pape| lip|cos ras |red|açoes das
ur|vers|dades.
www.1quarto.com
ter ensino profissional 45
cabeça
S
o
I
u
ç
õ
e
s

d
o

n
ú
m
e
r
o

a
n
t
e
r
i
o
r
Palavras cruzadas
Especialidades médicas
por José Carlos Dias
1- Cirurgião
2- Dentista
3- Dermatologia
4- Neurologista
5- Cardiologia
6- Estomatologia
7- Pediatra
8- Obstetra
Nomes colectivos
Completa os espaços em branco com os nomes colectivos apropriados: alcateias, arvoredo, bandos, cardumes, enxames, floresta,
matilhas, ninhadas, pomares, ramos, ranchos e rebanhos.
As andorinhas voam em bandos sobre a fIoresta, onde se acoitam aIcateias de lobos que são perseguidas por matilhas de cães.
Aí se albergam as ninhadas de várias aves, protegidas pelo denso arvoredo de castanheiros, carvalhos e outras árvores frondosas.
Por entre as pedras do riacho vivem cardumes de velozes peixes prateados.
As mulheres passam em ranchos a caminho dos campos e pomares de macieiras; os pastores conduzem os rebanhos para o pasto.
Meninos e meninas colhem flores para fazer ramos, seguem os enxames para descobrirem os favos de mel doirado e doce.
Palavras Cruzadas
Especialidades médicas
Verticais
1- Pessoa que se dedica ao ensino.
3- Pessoa que é proprietária de uma empresa
ou dirige uma fábrica.
4- Pessoa altamente qualificada, responsável
pela elaboração e direcção de projectos,
pesquisas ou trabalhos no âmbito técnico,
industrial ou agrícola.
6- Ìndivíduo que dirige uma embarcação ou um
avião.
7- Pessoa que, na rádio e na televisão,
apresenta as emissões ou lê as notícias.
9- Pessoa que orienta a preparação de um
desportista ou de uma equipa de desportistas.
12- Profissional que trata um doente.
Horizontais
2- Ofício do que trabalha a madeira.
5- Aquele que se dedica à cultura da terra.
6- Artista que se dedica ao retrato, à paisagem,
etc.
8- Pessoa que representa os interesses de um
país junto de outro.
10- Pessoa que se especializou no estudo da
Terra.
11- Artista que trabalha um material sólido para
representar ou sugerir pela forma um objecto.
12- Profissão daquele que monta e repara
máquinas e motores.
13- Agente da autoridade.
14 - Artista dramático.
Raciocinio
O Número de Paginas
Se eu leio 5 páginas por dia de um livro, eu termino de ler 16 dias antes do
que se eu estivesse lendo 3 páginas por dia. Quantas páginas tem o livro?
9- Oftalmologia
10- Psiquiatra
11- Geriatria
12- Oncologia
13- Anestesista
14- Nutricionista
15- Radiologia
16- Ortopedia
Completa o quadro
8
x
3 =
- 2 =
+
÷
= = =
= 3
÷
18
Distribuição de
algarismos
Distribui os algarismos 1, 2 e 3 em cada
coluna e em cada linha, sem os repetir, de
forma que horizontalmente e verticalmente a
soma seja sempre 10.
4
4
4
4
Sede: Praça das Comunidades Geminadas, 1- Apartado 40, 4731-909 VILA VERDE TIf.: 253 322016 Fax: 253 324275
DeIegação de Amares: Lugar de Passos, Apartado 49, 4720-999 AMARES TIf.: 253 995400 Fax: 253 995402 e-maiI: geraI@epatv.pt
DeIegação de Terras de Bouro - Moimenta: Rua Dr. Domingos Mário da SiIva, 4840-100 TERRAS DE BOURO TIf.: 253 357119 Fax: 253 357121 e-maiI: geraI@epatv.pt
DeIegação de Terras de Bouro - Gerês: Av. ManueI Francisco da Costa, 4845-061 GERÊS TIf.: 253 397036 Fax: 253 397038 e-maiI: geraI@epatv.pt
e-maiI: geraI@epatv.pt
www.epatv.pt
DIRECÇÃO GERAL DO EMPREGO
E DAS RELAÇÕES DE TRABALHO
CREDIT A A A D R A O P D O A R M R O F EDADITNE
0UA0R0
0E REFERÈN6|A
E8TRATEC|60
NA6|0NAL
PORTUGAL
GOVERNO DA REPÚBLICA
PORTUGUESA
UNÌÃO EUROPEÌA
Fundo Social Europeu
0I0kI0Nl0K0lî
APRENDER COMPENSA