Projeto de Tese de Doutorado em Administração

Aluna: Simone Alves
Orientador: A. Roberto R. Nogueira


COPPEAD/UFRJ
31 de Julho/2012
Fonte: (UNWTO, 2011b, p. 3)
Fonte: (UNWTO, 2011a)
 Crescimento contínuo
 Recuperação após a crise
econômica mundial 2008-2009
 Desconcentração geográfica
de destinos
 Crescimento do mercado nas
economias emergentes
Fonte: (Ministério do Turismo, 2010, p. 27)
Fonte: (UNWTO, 2011, p. 7-8)
Fonte: (WTTC e OXFORD ECONOMICS, 2012, p. 3)
Fonte: INFRAERO
Contribuição no PIB
Desembarques Aéreos
(Milhões de passageiros)
2011:
• Crescimento de 6% (vs 3%
mundial (Fonte: WTTC)
• Desembarques aéreos:
• Nacional: 79 Milhões PSGRs
• Internacional: 5,4 Milhões PSGRs
R$ bilhões (a preço constante)
Percentual sobre o PIB total
Induzida Direta Indireta
Direta Indireta Induzida
R$ bilhões (a preço constante)
Percentual sobre o PIB total
Induzida Direta Indireta
Direta Indireta Induzida
Principais players e Tecnologias - Antes da Internet (“a.I.”)
Sistema de
Infraestrutura
de Tecnologias
da Informação e
Comunicação &
devices
Sistema de
Hospedagem
Sistema de
Opções do
Destino
Turístico
Sistema de Meios
de Pagamentos
Sistema de Distribuição
Consumidor
Lazer
Consumidor
Corporativo
Redes
Hoteleiras
Hotéis
Independentes
Pequenas
Hospedagens
(Pousadas, Hostels, etc)
Op. Tur.
Offline
Ag. Viagens
Offline
Ag. Viagens
Corporativas
GDS
Consolidadores
Ag. Receptivo
CRS
GSA´s
Computador
Monitores
API
ERP
TI Soluções
Back-office e front-officce
OCD`s
Restaurantes
Transp. Local
(Táxis, metrôs, etc
Entretenimento &
Cultura
Sistema de
Transporte
Cias.
Aéreas
Full
Locadoras
Automóveis
Trens Tours
Cruzeiros
Táxis Aéreos /
Helicópteros
Charters
IATA
Bancos
BSP,
Copet, etc
Cartões
Principais players e Tecnologias - Depois da Internet (“d.I.”)
Op. Tur.
Online
Ag. Viagens
Online
e-Consórcios
Ex.: Orbitz, Opodo,
etc
e-Travel
puro
Self-booking
Low
Costs
e-Payment
Cartões
Virtuais
Ex.: EBTA, CTA, CPB, UATP
Comunidades
Virtuais
Internet
Redes de Voz
Mobiles
Webservices
EDI
Realidade Virtual
/ Gaming
Ecossistema de Negócios - Antes da Internet (“a.I.”)
Consumidor
Lazer
Op. Tur.
Offline
Ag. Viagens
Offline
Ag. Viagens
Corporativas
GDS
Cias. Aéreas
Full
Locadoras
Automóveis
Trens Tours
Cruzeiros
Táxis Aéreos /
Helicópteros
Consolidadores
Ag. Receptivo
Consumidor
Corporativo
Redes
Hoteleiras
Hotéis
Independentes
Charters
Pequenas
Hospedagens
(Pousadas, Hostels,
etc)
Bancos
Cartões
OCD`s
Restaurantes
Transp. Local
(Táxis, metrôs, etc
Entretenimento &
Cultura
Computador
Pessoal
Monitores
API
CRS
ERP
GSA´s
IATA
TI Soluções
Back-office e front-
officce
BSP,
Copet, etc
Ecossistema de Negócios - Depois da Internet (“d.I.”)
Consumidor
Lazer
Op. Tur.
Offline
Ag. Viagens
Offline
Ag. Viagens
Corporativas
Op. Tur.
Online
Ag. Viagens
Online
e-Consórcios
Ex.: Orbitz, Opodo, etc
GDS
e-Travel
puro
Cias. Aéreas
Full
Locadoras
Automóveis
Trens Tours
Cruzeiros
Táxis Aéreos /
Helicópteros
Varejo
Virtual
Consolidadores
Ag. Receptivo
Consumidor
Corporativo
Low Costs
Redes
Hoteleiras
Hotéis
Independentes
Charters
Pequenas
Hospedagens
(Pousadas, Hostels, etc)
Bancos
e-Payment
Cartões Virtuais
Ex.: EBTA, CTA, CPB, UATP
Cartões
OCD`s
Restaurantes
Transp. Local
(Táxis, metrôs, etc
Entretenimento &
Cultura
Internet
Computador
Pessoal
Redes de Voz
Monitores
Mobiles
Realidade Virtual
/ Gaming
ADSL
API
Webservices
CRS
GPS
ERP
GSA´s
Self-
booking
IATA
TI Soluções
Back-office e front-officce
RFID
Comunidades
Virtuais
BSP,
Copet, etc
ASP
MODELO
Unidade de Análise
(Def. de Destino)
Tipo Variáveis
Testado
Empiricamente
Crouch e Ritchie (2003)
Não definida (Destino
genérico)
Descritivo Não Incluídas Sim
Dwyer e Kim (2003) Países Descritivo Não Incluídas Sim
Monitor de Competitividade WTTC
(2001-2003) modificado por Mazanec,
Wöber e Zins (2007)
Países Causal
Incluídas e
Medidas
Sim
MTur, SEBRAE e FGV - 65 Destinos
indutores (2010)
Municípios Descritivo
Incluídas mas
não medidas
Sim
Bornhorst, Ritchie e Sheehan (2010)
destinos canadenses
(Estados, cidades e
territórios)
Descritivo Não Incluídas Não
Índice de Competitividade Turística do
Fórum Econômico Mundial (WEF ,
2008;2009) modificado por Mazanec e
Ring (2011)
Países Causal
Incluídas e
Medidas
Sim
Competitividade e Sustentabilidade de Destinos Turísticos
 Foco em destinos estrangeiros -
casos específicos;
 Falta de pesquisas comparativas
(+ de um destino);
 Modelos baseados ou na oferta
ou na demanda (surveys ou com
stakeholders/especialistas ou
com consumidores/turistas);
 Pesquisas com destinos
brasileiros não usam modelos
causais.
Competitividade e
Sustentabilidade de Destinos
Turísticos
1. Tema com oportunidades de pesquisa apesar de
literatura abundante na última década (FERNÁNDEZ e
RIVERO, 2010);
2. Não há teoria consolidada sobre competitividade de
destinos turísticos (CROES, 2010; MAZANEC e RING, 2011);
3. Maioria dos modelos teóricos são descritivos (MAZANEC;
WÖBER e ZINS, 2007a; CROES, 2010; MAZANEC e RING, 2011);
4. Modelos existentes são fragmentados e não existem
modelos integrativos;
5. Modelos testados empiricamente apenas em destinos
estrangeiros (CROES, 2011);
6. Poucos estudos testam modelos teóricos para mais de
um destino (MIKI; GÂNDARA e MEDINA-MUÑOZ, 2011; MIKI; MEDINA-
MUÑOZ e MEDINA-MUÑOZ, 2011);
7. Modelos empíricos não conciliam oferta e demanda
turísticas nas pesquisas empíricas (percepções
separadas de especialistas/stakeholders ou consumidor-
turista);
8. Não existe no Brasil modelos que tentem determinar o
impacto sobre variáveis finalísticas.
Construir e testar um modelo, que permita compreender e estimar os
efeitos dos fatores que influenciam a competitividade turística
sustentável de destinos turísticos.
Definição:
A competitividade turística sustentável é a capacidade de um destino de
criar e integrar produtos turísticos de valor agregado que mantenham a posição
competitiva do destino no mercado de turismo frente aos destinos
concorrentes, assegurando a capacidade das gerações futuras da comunidade
do destino de satisfazer suas próprias necessidades.
Referência-Literatura para os conceitos:
1) Competitividade sustentável proposta pelo Fórum Econômico Mundial (BLANKE, J. et al., 2011)
2) Competitividade de destino turístico (HASSAN, 2000)
Nesta pesquisa a competitividade turística sustentável será medida
por indicadores do desempenho turístico do destino e sua
sustentabilidade.
1. Compreender a competitividade turística de municípios brasileiros (turismo
doméstico) a partir de indicadores do desempenho turístico local e sua
sustentabilidade;
2. Elaborar um diagrama geral do ecossistema de negócios de turismo em
municípios turísticos brasileiros;
3. Testar empiricamente o modelo conceitual por pesquisa empírica a partir de
indicadores secundários e dados primários baseados na percepção de do
consumidor-turista brasileiro e do grupo de stakeholders representado por
profissionais que atuam diretamente neste mercado;
4. Fornecer uma ferramenta que possa ser utilizada como subsídio no apoio à
tomada de decisões estratégicas por gestores públicos e privados
associados à atividade turística nos municípios brasileiros.
1. Quais os fatores que influenciam a
competitividade turística sustentável de
destinos turísticos no Brasil?

2. Como estes fatores estão relacionados
ao desempenho turístico e a
sustentabilidade do destino?
 Unidade de Análise
Destino = município “turístico” brasileiro

 População
Total de municípios Brasil = 5.565 (Censo 2010 – IBGE, 2011)
Critérios de seleção dos municípios “turísticos”:
1. Fazer parte do grupo de 65 destinos indutores do turismo regional
(MTur, 2008);
2. Apresentar estatísticas turísticas relevantes para a Atividade Econômica
Alojamento (CNAE 555)*  Proxy = Total de ocupações Pesquisa RAIS
(>100 ocupações)
(*) Integra o grupo de ACT´s (Atividades Características do Turismo – OMT, 1994) e o Núcleo
das ACTS (IPEA, 2011 – coeficientes de consumo de visitantes > 0,7)

 População (Continuação)
3. Perfil dos resultados em 11 indicadores turísticos adicionais:
• PO (Pessoal Ocupado) RAIS Alojamento Dez-2010;
• PO RAIS Alojamento Ano 2010;
• PO RAIS 2010 das 7 ACT´s (SIMT – IPEA, 2008);
• IPEA 20 Destinos indutores -2010 (Set2008)  Sim/Não;
• Destinos mais visitados no Turismo Doméstico (FIPE, 2007);
• Destinos mais desejados no Turismo Doméstico (FIPE, 2007);
• Destinos mais visitados por turistas internacionais (FIPE, 2011);
• Capital  Sim/Não;
• Cidade-Sede Copa de Futebol FIFA 2014  Sim/Não;
• Aeroporto homologado para voos regulares regionais ou internacionais,
pela INFRAERO (2011) e pela ANAC (2010)  Sim/Não;
• Segmento turístico principal baseado no(s) principal(is) atrativo(s)
turístico do município




Grupo resultante: 71 municípios
 Amostra
4. Grupo de interseção com presença nas 4 listas:
65 destinos indutores (MTUR; SEBRAE e FGV, 2008)

destinos domésticos mais visitados (FIPE e MTUR, 2009)

destinos mais visitados por turistas internacionais (MTUR e FIPE, 2011)



Grupo resultante: 12 municípios
São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Natal, Curitiba,
Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Florianópolis e Belém
Amostra – Survey
Ser capital de uma das UFs do País
(RAIS ESTABELECIMENTOS)
( IBGE/Pesquisa de Serviços de
Hospedagem )
(RAIS ESTABELECIMENTOS)
(ANTT)
(MCKINSEY & COMPANY)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
INFRAESTRUTURA
DE TIC
Telefone Fixo - Domicílios
PC - Domicílios
PC & Internet - Domicílios
Escolas Ens. Fundamental c/ PC
Escolas Ens. Fundamental c/ Lab. Informática
Escolas Ens. Médio c/ PC
Escolas Ens. Fundamental c/ Internet
Escolas Ens. Médio c/ Internet
Escolas Ens. Médio c/ Lab. Informática
Energia e TV - Domicílios
(ATLAS DES. HUMANO
BRASIL-PNUD)
(MAPA DA INCLUSÃO
DIGITAL-FGV; IBGE)
(MIN. EDUCAÇÃO-
INEP)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(ATLAS DES.
HUMANO BRASIL-
PNUD)
(IBGE, Portal ODM)
(MIN. DES., IND. E COMÉRCIO)
(IBGE, Portal ODM)
(DATASUS; Portal ODM)
(ATLAS ÁGUA BRASIL )
(DATASUS; Portal ODM)
DESENVOLVIMENTO
SOCIOECONÔMICO
Expectativa Vida
PIB per capita
Cresc. População
Conta Comércio
AIDS
Doenças Mosquitos
Pobreza
IDH-Longevidade
Cólera
Dengue
Mortalidade infantil
Desnutrição infantil
(+)
(+)
(+)
(+)
(-)
(-)
(-)
(-)
(-)
(-)
(-)
(-)
(ATLAS DES. HUMANO
BRASIL-PNUD)
(IBGE)
(MIN. EDUCAÇÃO - INEP)
(ATLAS DES. HUMANO
BRASIL-PNUD)
IDH-Educação
Distorção Séries Ens.
IDEB
Ens. Crianças/ Adolescentes
Alfabetização
Freq. Bruta à Escola
Adultos c/ superior
Prof. Residentes Ens. Superior
EDUCAÇÃO
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(-)
(PREÇO MÉDIO – Categorias
Guia 4 Rodas : Site CMNet)
(PREÇO MÉDIO Site CVC
– Pacote sem Aéreo)
(CVB ou Prefeitura local)
COMPETITIVIDADE DE
PREÇOS TURÍSTICOS
Preço do Pacote
Turístico Nacional
Preço de Hotéis
ISS
Taxa de Turismo
(-)
(-)
(-)
(-)
(UNESCO)
(GUIA 4 RODAS – “O que fazer”)
(RAIS ESTABELECIMENTOS
– Classe 91023)
(IPHAN)
(+)
(+)
(+)
(+)
PATRIMÔNIO &
CULTURA
PATRIMÕNIO IPHAN
CULTURA & LAZER CNAE
PATRIMÓNIO UNESCO
ATRATIVO 4 RODAS
PRESERVAÇÃO
AMBIENTAL
Densidade Populacional
% Àgua Encanada
% Àgua Encanada e Banheiro
% Coleta de Lixo
% Esgoto adequado
% Lei da Mata Atlântica
Área Remanescentes
Florestais
Área Deflorestamento
% Recuperação de
Recicláveis
% Coleta seletiva
Autossuficiência Manejo
Resíduos sólidos urbanos
(IBGE, Portal ODM)
(ATLAS DES. HUMANO
BRASIL - PNUD)
(IBGE, SNSA, Portal ODM)
(SNSA)
(ATLAS DOS
REMANESCENTES
FLORESTAIS DA
MATA ATLÂNTICA )
(-)
(-)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(SURVEY)
(-)
(+)
(-)
(+)
(+)
(-)
(-)
Emprego
no Turismo
Fluxo Turístico
Rodoviário
Fluxo Turístico
Aéreo
Qualidade da
Experiência
Turística
(SURVEY)
(RAIS OCUPAÇÕES - Alojamento)
(ANAC / INFRAERO)
(ANTT)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
(+)
1) Análise estatística descritiva e análise exploratória de
dados;
2) Validação dos construtos (análises: unidimensionalidade,
validade e confiabilidade);
3) Avaliação do modelo de mensuração para cada
construto;
4) Análise estrutural do modelo.
1. Teste empírico do modelo conceitual:
2.1 Levantamento dos dados secundários para os 14 municípios da
amostra selecionada;
2.2 Construção da base dados com os dados secundários;
2.3 Levantamento de base de contato de respondentes (profissionais
de turismo no Brasil);
2.4 Construção do questionário da Survey e levantamento dos dados
primários;
2.5 Integração dos dados primários à base de dados;
2. Análise dos dados;
3. Redação final da Tese;
4. Defesa da Tese.