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JOÃO
BOIADEIRO
POR ALEXANDRE CUMINO
O boiadeiro é o valente, o
forte, aquele que nos protege
e defende de todo o mal. São
diretos e de poucas palavras,
com algumas exceções.
Trabalham duro e de forma
ativa costumam conduzir os
espíritos perdidos (eguns) e
encaminhá-los.
A Linha dos Boiadeiros na
Umbanda não é tão conhecida
como a linha dos Caboclos ou
Pretos Velhos, esta é uma Linha
até considerada como “auxiliar”
para muitos.
Os Boiadeiros fazem um ex-
celente trabalho de limpeza e
descarrego de energias nega-
tivas. Podemos dizer que eles
nos trazem uma forma popular
de manifestar a fé.
Entre os que chamamos de
Boiadeiros encontramos tam-
bém Romeiros, Tropeiros e até
Pantaneiros. O que os une é a
forma de trabalhar e a afinidade
de vibração.
Mui tos trabal hadores da
esquerda encontram um
caminho de trabalhar na direita
através desta Linha.
Página -12 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
Página -2 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
Muito mais que um jornal - A sua religião em fascículos...
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Cláudio Gianfardoni, que através
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o transcende. Para conhecer
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EDITORIAL:
Este mês estamos com um jornal mais enxuto e objetivo.
No mês passado nossa diagramadora Laura Carreta remodelou
a “cara” do Jornal de Umbanda Sagrada, o que deu uma nova
imagem para o JUS.
Neste mês estamos fazendo esta experiência com o volume
de páginas e no tamanho dos textos também. Estamos
procurando trabalhar com textos mais curtos e objetivos.
Esperamos assim ir ao encontro do que buscamos de informação
e esclarecimento.
Que cada página deste jornal seja recebida com todo o
Amor que é dedicado à religião e a nossos Orixás. Esperamos
sempre tocar nossos leitores com o esclarecimento de quão
bela é a Umbanda, enquanto religião, que tem um único objetivo,
nos ajudar a amar o próximo como à nos mesmos. Encontramos
na Umbanda a mensagem de Cristo, Buda, Krishna, Mohamed,
Moisés, Abraão, Ramakrishna, Vivekananda, Lao-Tsé e todos os
outros Mestres da humanidade, pois Todos somos UM; UM em
UMA BANDA.
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -11
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -3
LIÇÕES DE VIDA
uma sala de aula, uma das
crianças perguntou à profes-
sora:
- Professora o que é o amor?
Ciente da importância da resposta
que deveria dar, a professora apro-
veitou o intervalo para o recreio e pe-
diu que cada aluno trouxesse, no re-
torno, algo que expressasse nele um
sentimento de amor.
Ao voltarem, a professora pediu
que cada um mostrasse o que cada um
trouxera:
- Eu trouxe esta flor, não é linda? -
disse a primeira criança.
- Eu trouxe esta borboleta. Vou
colocá-la em minha coleção. - disse a
segunda.
- Eu trouxe este filhote de passa-
rinho. Ele havia caído do ninho junto
com outro irmão. Não é bonitinho? -
disse a terceira criança.
E assim as crianças iam mostrando
o que tinham trazido, cada uma mais
contente que a outra. Aí, a professora
notou, no fundo da sala, uma criança
O que é o amor?
que tinha ficado quieta o tempo todo,
vermelha de vergonha, pois nada havia
trazido. A professora então se dirigiu a
ela e perguntou:
- Meu bem, por que você não
trouxe nada?
A criança ameaçando o choro res-
pondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor, sen-
ti o perfume e pensei em arrancá-la,
mas fiquei com pena de matá-la e deixei
para trás. Depois, vi também a borbo-
leta, linda, colorida, parecia tão feliz
voando que não tive coragem de apri-
sioná-la. Vi também o passarinho caído,
mas olhei para o ninho e vi sua mãe
olhando tão triste, que resolvi devolvê-
lo ao ninho. Portanto, trouxe o que
não posso lhe dar: O perfume da flor, a
liberdade da borboleta e a gratidão que
senti no olhar da mãe do passarinho.
Foi por isso que não trouxe nada.
A professora agradeceu e deu
àquela criança a nota máxima.
O amor verdadeiro é o que
trazemos no coração.

Fonte: “Parábolas Eternas” Ed. Soler
N
egundo o vernáculo, pedreiro é:
aquele que executa trabalhos de
alvenaria (tijolos, pedras, etc.).
Não vou falar sobre a construção de
templos Umbandistas nem daqueles
que os constroem, falarei de uma cate-
goria de pessoas que ao contrário dos
pedreiros, não constroem mas querem
destruir por meio da falácia e da enge-
nharia lingüística, do ataque sistemá-
tico, da calúnia e do engodo, quem
quer que pense ou atue diferente deles.
Falarei de quem atira pedras. Sim,
eles mesmos. Usarei, portanto, uma
expressão idiomática que, com a licen-
ça que peço ao vernáculo, defino como:
“Aqueles que atiram pedras nos outros
por não poderem, ou não consegui-
rem, fazer ou realizar o mesmo que os
seus opostos”. Tudo bem! Agora que
já despejei o meu excesso de bílis, ex-
plicarei melhor o meu raciocínio.
Como espíritos em evolução temos
tendência a precipitação, a falta de
compreensão, a intolerância, a influ-
ência de outros e até a maldade. Abor-
do este assunto por observar que mui-
tos irmãos nossos não compreendem o
modelo de cursos pagos, e fazem assim
críticas precipitadas.
Peço que voltem ao início do texto
e percebam que usei de palavras duras
e até de sarcasmo. Me apropriei do idio-
ma para atacar quem pensa diferente
de mim, e tive uma postura dura e in-
flexível para com meus opostos de ideal.
Resumo da atitude:
Fiz tudo errado!
Certamente ao pensar melhor no
assunto ponderei que esses nossos ir-
mãos (os chamo de irmãos pois é o que
são: meus irmãos), tem o direito a opi-
nião contrária. Ter divergências quan-
to a doutrina e a forma de ensinar são
caminhos para todos evoluirmos, ten-
tando entender que quem cobra pelos
cursos tem seus custos de pesquisa,
tempo, espaço físico, dedicação, ma-
terial, aluguel, água, luz, telefone, hora
trabalho, lembrando também que os
ministrantes dos cursos trabalham reli-
giosamente de forma gratuita, aten-
Pedreiros na Umbanda
dendo assim as necessidades daqueles
que os procuram.
Respeitando a Umbanda como reli-
gião traçamos um comparativo com ou-
tras religiões, ressaltando que todas,
sem excessão, possuem suas escolas
preparatórias para que a religião seja
representada de forma eficaz e profis-
sional, lembrando que a lingüística, a
argumentação, o conhecimento teórico
prático e experimental necessitam de
prévia preparação. Certamente não
existe nenhum Padre, Pastor ou Rabino
que nunca precisou de preparação.
Peço a todos os que divergem destes
argumentos que ponderem, reflitam,
procurem entender e se possí vel
venham conhecer o tamanho
deste trabalho e os benefícios
advindos dele.
O respeito a individualidade e
ao l i vre pensamento são
responsabilidades inerentes a
qualquer religioso e principalmente
aos Umbandi stas, poi s
pessoalmente me orgulho muito
desta Religião que acolhe a todos,
não discrimina (haja visto nossos
guias: Índios, Negros, Jagunços,
etc... ) e aceita elementos de
outras religiões.
Livres de conceitos pessoais certa-
mente será mais fácil avaliar a funcio-
nalidade deste trabalho e principal-
mente que não nos arrogarmos donos
da Umbanda, nem tampouco detento-
res do saber religioso, mas sim que so-
mos dedicados ao conhecimento e ao
crescimento de nossa amada Umbanda.
A partir deste momento vamos
construir mais, destruir menos e criticar
de uma maneira positiva, pois a crítica
positiva é sempre bem vinda e nos faz
crescer e aprimorar nossos métodos, e
não podemos nos esquecer que quem
bate deve estar preparado para apa-
nhar. Um abraço fraterno.
JORGE SCRITORI
E HANS BONFÁ
WAGNER
BORGES
H
Regeneração
ouve um tempo
em que fomos
iniciados nas artes do
espírito. Penetramos
nas brumas dos mis-
térios e levantamos o
véu das ilusões. Ficamos frente a
frente com a Luz! E descobrimos o
mistério de nós mesmos.
O olho espiritual devassou os Pla-
nos Invisíveis e nos mostrou a Luz
Perene. Foi-nos revelada a Sabedoria
Arcana, e Ela era puro amor sereno.
Em sua presença solene, nossas pos-
turas equivocadas e nossas emoções
enferrujadas morreram... dissolvidas
na Luz. Despojados de nossa antiga
arrogância, renascemos... dourados
de Amor Sereno!
O ferro sujo (o Eu antigo, medroso
e tristonho) se dissolveu... E, em seu
lugar, surgiu o Ser Dourado (O Novo
Homem) renascido das entranhas de si
mesmo e iniciado na Consciência Uni-
versal. Expostos à Luz Suprema, nus,
em Espírito e Verdade, juramos seguir
os desígnios Superiores de Liberdade,
Igualdade e Fraternidade.
Sim, houve um tempo em que fomos
iniciados juntos, em Espírito e Verdade.
Porém, não conseguimos aplicar na vida
e em nossas relações com os outros,
aquilo que a Luz nos ensinou. Permiti-
mos que o nosso discernimento fosse
engolfado pelas emoções pesadas e
por energias mesquinhas.
Gradativamente, sob o domínio das
ilusões, fomos enferrujando novamen-
te... Então, os nossos ideais espirituais
foram manchados pelo sangue de nos-
sas espadas. A senda iniciática, que
tanto prezávamos, foi inundada de san-
gue e violentada pelos nossos atos
violentos e sem méritos.
Lentamente, essa Luz foi sumindo
dentro de nossas emoções violentas.
Felizmente, a Justiça Cósmica nos
prendeu inexoravelmente em sua imen-
sa teia cármica. Sob sua ação depu-
rativa, a dor se fez presente em nos-
sos caminhos. Acicatados pelos de-
senganos e posturas equivocadas,
lambemos nossas feridas e choramos
a dor da queda no profano. Na ver-
dade, profanamos a nós mesmos e pi-
samos em cima de nossos ideais, cheios
de empáfia e de falsa glória.
Contudo, a Luz não estava morta
dentro de nós. Paciente, ela nos espe-
rou em segredo. Ela sabia que em nos-
sa queda estava o embrião de uma
grande lição e a possibilidade do re-
começo. Serenamente, ela viu o tempo
e o carma operarem seu trabalho de
regeneração em nós...
A Roda da Vida girou, o tempo
passou, e estamos juntos novamente.
Os ensinamentos herméticos do Antigo
Egito e da Grécia Antiga, a Espiri-
tualidade dos Rishis da Velha Índia, a
Sabedoria do Tibet e da China ime-
morável, a honra e a lealdade dos ini-
ciados celtas da Velha Europa, os amo-
res e as dores do passado, tudo isso
vive em nós.
Tomara que, dessa vez, nós seja-
mos dignos dos valores espirituais que
esposamos. Oxalá, que a ferrugem se
dissolva novamente, e que brilhe em
nós aquele amor sereno, como antes,
naquel e tempo bom, em nossos
pensamentos, sentimentos e atitudes.
Sim, estamos juntos na Luz! Mais uma
vez...
(Essas linhas são dedicadas ao mestre
búlgaro Omraam Mikhael Aivanhov).
S
No próximo dia 1 de Agosto à partir
das 20h30 WAGNER BORGES estará
ministrando uma PALESTRA GRATUITA
sob o tema “Viagem Astral” no
Colégio de Umbanda
Sagrada Pena Branca à
Rua Paracatu, 220 - Metrô Saúde
- Reserva de vagas pelo telefone:
(11) 5072-2112- das 9h às 17h
Contatos: www.ippb.org.br
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Página -4 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
e é assim, perguntarão? Então o
espiritismo é uma religião? Ora,
sim, sem dúvida senhores! No
sentido filosófico, o Espiritismo é uma
religião, e nós nos vangloriamos por
isso, porque é a Doutrina que funda os
vínculos da fraternidade e da comunhão
de pensamentos, não sobre uma sim-
ples convenção, mas sobre bases mais
sólidas: as próprias leis da Natureza.
Por que, então, temos declarado
que o Espiritismo não é uma religião?
Em razão de não haver senão uma pa-
lavra para exprimir duas idéias dife-
rentes, e que, na opinião geral, a pala-
vra religião é inseparável da de culto;
porque desperta exclusivamente uma
idéia de forma, que o Espiritismo não
tem. Se o Espiritismo se dissesse uma
religião, o público não veria aí mais que
uma nova edição, uma variante, se se
quiser, dos princípios absolutos em ma-
téria de fé; uma casta sacerdotal com
seu cortejo de hierarquias, de cerimô-
nias e de privilégios; não o separaria
das idéias de misticismo e dos abusos
contra os quais tantas vezes a opinião
se levantou.
Não tendo o Espiritismo nenhum
dos caracteres de uma religião, na acep-
ção usual da palavra, não podia nem
devia enfeitar-se com um título sobre
cujo valor inevitavelmente se teria equi-
vocado. Eis por que simplesmente se
diz: Doutrina filosófica e moral.
As reuniões espíritas podem, pois,
ser feitas religiosamente, isto é, com o
recolhimento e o respeito que comporta
a natureza grave dos assuntos de que
se ocupa; pode-se mesmo, na ocasião,
aí fazer preces que, em vez de serem
ditas em particular, são ditas em comum,
sem que, por isto, sejam tomadas por
assembléias religiosas. Não se pense
que isto seja um jogo de palavras; a
nuança é perfeitamente clara, e a apa-
rente confusão não provém senão da
falta de uma palavra para cada idéia.
Qual é, pois, o laço que deve existir
entre os espíritas? Eles não estão unidos
entre si por nenhum contrato material,
por nenhuma prática obrigatória. Qual
o sentimento no qual deve confundir
todos os pensamentos? É um sentimen-
to todo moral, todo espiritual, todo hu-
manitário: o da caridade para com todos
ou, em outras palavras: o amor do pró-
ximo, que compreende os vivos e os
mortos, pois sabemos que os mortos
sempre fazem parte da Humanidade.
A caridade é a alma do Espiri-
tismo; ela resume todos os deveres
do homem para consigo mesmo e
para com os seus semelhantes,
razão porque se pode dizer que
não há verdadeiro espírita sem
caridade.
Mas a caridade é ainda
uma dessas palavras de senti-
do múltiplo, cujo inteiro alcan-
ce deve ser bem compreen-
dido; e se os Espíritos não ces-
sam de pregá-la e defini-la, é
que, provavelmente, reconhe-
cem que isto ainda é necessá-
rio. O campo da caridade é muito
vasto; compreende duas gran-
des divisões que, em falta de ter-
mos especiais, podem designar-
se pelas expressões caridade be-
neficente e caridade benevolente.
Compreende-se facilmente a primeira,
que é naturalmente proporcional aos
recursos materiais de que se dispõe;
mas a segunda está ao alcance de
todos, do mais pobre como do mais rico.
Se a beneficência é forçosamente limi-
tada, nada além da vontade poderia
estabelecer limites à benevolência.
O que é preciso, então, para prati-
car a caridade benevolente? Amar ao
próximo como a si mesmo. Ora, se se
amar ao próximo tanto quanto a si,
amar-se-o-á muito; agir-se-á para com
outrem como se quereria que os outros
agissem para conosco; não se quererá
nem se fará mal a ninguém, porque não
quereríamos que no-lo fizessem.
Amar ao próximo é, abjurar todo
sentimento de ódio, de animosidade,
de rancor, de inveja, de ciúme, de vin-
gança, numa palavra, todo desejo e
todo pensamento de prejudicar; é per-
doar os inimigos e retribuir o mal com o
bem; é ser indulgente para as imperfei-
ções de seus semelhantes e não procu-
rar o argueiro no olho do vizinho, quan-
do não se vê a trave no seu; é esconder
ou desculpar as faltas alheias, em vez
de se comprazer em as pôr em relevo,
por espírito de maledicência; é ainda
não se fazer valer à custa dos outros;
não prcurar esmagar ninguém sob o pe-
so de sua superioridade; não desprezar
ninguém pelo orgulho. Eis a verdadeira
caridade benevolente, a caridade prá-
tica, sem a qual a caridade é palavra
vã; é a caridade do verdadeiro espírita,
como do verdadeiro cristão; aquela sem
a qual aquele que diz: Fora da caridade
não há salvação, pronuncia sua própria
condenação, tanto neste quanto no ou-
tro mundo.
Quantas coisas haveria a dizer so-
bre este assunto! Que belas instruções
não nos dão os Espíritos incessante-
mente! Não fosse o receio de alongar-
me em demasia e de abusar de vossa
paciência, senhores, seria fácil demons-
trar que, em se colocando no ponto de
vista do interesse pessoal, egoísta, se
se quiser, porque nem todos os homens
estão ainda maduros para um completa
abnegação, para fazer o bem unica-
mente por amor do bem, digo que seria
fácil demonstrar que têm tudo a ganhar
em agir deste modo, e tudo a perder
agindo diversamente, mesmo em suas
relações sociais; depois, o bem atrai o
bem e a proteção dos bons Espíritos; o
mal atrai o mal e abre a porta à malevo-
lência dos maus. Mais cedo ou mais tar-
de o orgulhoso será castigado pela hu-
milhação, o ambicioso pelas decepções,
o egoísta pela ruína de suas esperan-
ças, o hipócrita pela vergonha de ser
desmascarado; aquele que abandona
os bons Espíritos por estes é abando-
nado e, de queda em queda, finalmente
se vê no fundo do abismo, ao passo
que os bons Espíritos erguem e ampa-
ram aquele que, nas maiores prova-
ções, não deixa de se confiar à Provi-
dência e jamais se desvia do reto cami-
nho; aquele, enfim, cujos secretos sen-
timentos não dissimulam nenhum pensa-
mento oculto de vaidade ou de inte-
resse pessoal. Assim, de um lado, ganho
assegurado; do outro, perda certa; ca-
da um, em virtude do seu livre-arbítrio,
pode escolher a sorte que quer correr,
mas não poderá queixar-se senão pelas
conseqüências de sua escolha.
Crer num Deus Todo Poderoso, so-
beranamente justo e bom, crer na alma
e em sua imortalidade; na preexistência
da alma como única justificação do pre-
sente; na pluralidade das existências co-
mo meio de expiação, de reparação e
de adiantamento intelectual e moral; na
perfectabilidade dos seres mais imper-
feitos; na felicidade crescente com a
perfeição; na eqüitativa remuneração do
bem e do mal, segundo o princípio: a
cada um segundo as suas obras; na igual-
dade da justiça para todos, sem ex-
ceções, favores nem privilégios para
nenhuma criatura; na duração da expia-
ção limitada à da imperfeição; no livre
arbítrio do homem, que lhe deixa sempre
a escolha entre o bem e o mal; crer na
continuidade das relações entre o mun-
do visível e o mundo invisível; na solida-
riedade que religa todos os seres passa-
dos, presentes e futuros, encarnados e
desencarnados; considerar a vida ter-
restre como transitória, e uma das fases
da vida do Espírito, que é eterno; aceitar
corajosamente as provações, em vista
de um futuro mais invejável que o pre-
sente; praticar a caridade em pensamen-
to, em palavras e obras na mais larga
acepção do termo; esforçar-se cada dia
para ser melhor que na véspera,
extirpando toda imperfeição de sua alma;
submeter todas as crenças ao controle
do livre exame e da razão, e nada aceitar
pela fé cega; respeitar todas as crenças
sinceras, por mais irracionais que nos
pareçam, e não violentar a consciência
de ninguém; ver, enfim, nas descobertas
da Ciência, a revelação das leis da
Natureza, que são as leis de Deus: eis o
Credo, a religião do Espiritismo, religião
que pode conciliar-se com todos os
cultos, isto é, com todas as maneiras de
adorar a Deus. É o laço que deve unir
todos os espíritas numa santa comunhão
de pensamentos, esperando que ligue
todos os homens sob a bandeira da
fraternidade universal.
Com a fraternidade, filha da cari-
dade, os homens viverão em paz e se
pouparão males inumeráveis, que nas-
cem da discórdia, por sua vez filha do
orgulho, do egoísmo, da ambição, da
inveja e de todas as imperfeições da
Humanidade.
O Espiritismo dá aos homens tudo o
que é preciso para a sua felicidade aqui
na Terra, porque lhes ensina a se con-
tentarem com o que têm. Que os espí-
ritas sejam, pois, os primeiros a apro-
veitar os benefícios que ele traz, e que
inaugurem entre si o reino da harmonia,
que resplandecerá nas gerações futu-
ras.
Os Espíritos que nos cercam aqui
são inumeráveis, atraídos pelo objetivo
que nos propusemos ao nos reunirmos,
a fim de dar aos nossos pensamentos a
força que nasce da união. Ofereçamos
aos que nos são caros uma boa lem-
brança e o penhor de nossa afeição,
encorajamentos e consolações aos que
deles necessitem. Façamos de modo que
cada um recolha a sua parte dos sen-
timentos de caridade benevolente, de
que estivermos animados, e que esta
reunião dê os frutos que todos têm o
direito de esperar.
ALLAN KARDEC – (Revista
Espírita, dezembro de 1868,
Ed. FEB, p. 487-495.)
Transcrito do livro “Instruções
de Allan Kardec ao Movimento
Espírita” Ed. FEB
O Espiritismo é uma religião?
ALEXANDRE
CUMINO
“Fanus” vem do gre-
go e quer dizer tem-
plo, o fanático é a-
quele que “trocou”
Deus pelo templo. A
adoração dele já não
é para Deus e sim para “coisas” do
Templo em si. É a pessoa apegada ao
meio e não ao fim pelo qual este meio
busca alcançar.
Ele se prende entre procedimentos
rituais, dogmas e tabus. O Fanático
além de não pensar em outra coisa,
senão no “Templo” com suas “regras”
também crê que sua religião é melhor
que as outras.
O fanático quer converter a todos
e salvar o mundo com sua religião, a
única que tem condições para isto. O
fanatismo é um vício no campo da Fé.
O Templo é algo que faz parte da
religião, mas não é a religião.
No templo se criam dogmas e ta-
bus, na religião de Umbanda não, pois
não está instituída, não responde a
uma instituição. O que dá uma grande
liberdade a seus praticantes que de-
vem seguir sim a ética e o bom senso,
pois esta sim é a Lei da Umbanda.
Seja livre, a Umbanda é livre, tanto
que é quase uma “não-religião” ou uma
“anti-religião”. Muitos são Católicos e
freqüentam a Umbanda, muitos são es-
píritas e praticam a Umbanda, outros
são de nação e trabalham na Um-
banda...
Podemos ser Umbandistas e fre-
qüentar outras religiões e cultos, a Um-
UMBANDISTA SIM, FANÁTICO NÃO!
banda reconhece todos os caminhos que
levam a Deus.
Umbanda é mais do que uma reli-
gião, é uma forma de pensar e viver.
Para mim “Umbanda é Universalismo
prático”. Ser Umbandista é ter o pé no
chão e a cabeça aberta a tudo.
Religião não é um conjunto de re-
gras, práticas, dogmas e tabus... reli-
gião é uma experiência concreta com o
Sagrado, Religião é o ato de se religar
a Deus. Religião é algo ligado ao sentir,
o que se busca na religião transcende
o intelecto.
O pensar é algo bom, intelectualizar
nem sempre é bom, muita coisa foi feita
para sentir e não para se entender.
Quando encontrar Deus nas outras
religiões e muito mais do que isso,
quando encontrá-lo nas pessoas com
quem convive, independente de sua
crença, quando encontrá-lo dentro de
você, então estará encontrando a
Umbanda.
S
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -9
TAMBOR DE ORIXÁ
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Ministrantes: Alexandre Cumino (01)
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Núcleo de Magia Divina Senzala do Amor
Ministrante: Julio Novo (164)
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Jd. São Luís - Tel: (11) 5851-2915
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Ministrantes: Deborah Oliveira (23)
Leandro R. B. Oliveira (30)
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Ministrante: José Augusto (190)
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Ministrante: Maria C. Nascimento (28)
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Nucleo De Magia Divina Abracadabra
Ministrante: Elizabeth Bretzel (244)
Rua Vieira de Morais, 103 - Cpo Belo
tel: 5542-1374 5073-5872
Núcleo Caboclo Flecha Certeira e Pai
Manuel de Arruda
Ministrante: Paulo Sergio Ludogero (27)
Rua Dr. Victor Eugenio do Sacramento
260 - Jabaquara - Tel: (11) 5012-0926
Fundação Cacique Cobra Coral
Ministrante: Jorge Scritori (221)
Av. Tiradentes, 1290 - Metrô Armênia
Tel. 3313-6751
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Ministrante: Eden Carlos da Silva (14)
Rua Padre Saboya de Medeiros, 729 -
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Ministrante: Maria do C. D.França (281)
Rua Francisca Biriba, 14d - Santana
(zona Norte) - Tel: 6950-5027
Templo da Luz Dourada
Ministrante: Mônica Berezutchi (255)
Av. Vila Ema 3593 – Vila Ema
Tel: (11) 6102-4087
Núcleo de Umbanda Caboclo Pena
Branca e Caboclo Flecha Ligeira
Ministrante: Manuel Costa (183)
Rua Natal 486 B 1 - Mooca
tel: 9578-1903 (Rosane)
Fraternidade Espírita Umb.
Preto Velho Pai João
Ministrante: Iara Fátima Drimel (197)
Av. Mutinga, 2713 fds. - Pirituba
Tel: 3906-8677
ARQUEIROS DO SABER E DA LUZ
Ministrante: Irene Mueller(166)
Trav. Álvaro Medina, casa 03 -
Água Branca - Tel: 3864-5882
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Tenda Holística Caboclo Tupinambá
Ministrante: Nilson de Oliveira (203)
Av. Presidente Getúlio Vargas 966
Bairro Mogi Moderno -
tel: 4799-9862 7121-4422
SUZANO
Nucleo Umbandista e Espiritualista Pai
Ogum e Caboclo 7 Flechas
Ministrante: Antonio C. Gomes (80)
Rua Maria de Lourdes M. Vieira, 429 -
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Pai Oxalá - Pai Ogum
Ministrante: Mercedes Soares (39)
Rua Tietê, 600 - Vila Vivaldi
Tel: (11) 4365-1108
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Ministrante: Savério Spina (130)
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Campo Limpo Paulista - Jundiaí
Tel. (11) 7839-6542
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Ministrante: Daniel Augusto Sossi (154)
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Tel: (11) 9685-1005
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Ministrante: Lúcia Castro (258)
Rua Dom Jose Gaspar 243
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Ministrante: Sidney Rodrigues (58)
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Ministrante: Marcos C. Mozol (155)
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Núcleo de Magia Divina 7 Espadas
Ministrante: Marcos C. Mozol (155)
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Sagrada - Bauru
BAURU - 05/08: MAGIA DIVINA
DAS SETE CHAMAS SAGRADAS
Horário: 20h00 às 22h00
Local: Colégio de Umbanda Sagrada -
Rua Albuquerque Lins, 6-24, Falcão.
Informações: (14) 3011-1499
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28/07: MAGIA DAS OFERENDAS
Horário: 13h00 às 16h30
Local: Fundação Cacique Cobra Coral -
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Armênia Tel. (11) 3313-6751
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22/07: MAGIA DAS OFERENDAS
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Local: Instituto Cultural Aruanda - ES -
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18/08: MAGIA DIVINA DAS
SETE CHAMAS SAGRADAS
Horário: 13h às 17h30
Local: Instituto Cultural Aruanda - ES -
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Horário: 9h30 às 17h00
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1) A Origem dos Orixás
2) Diferenças e semelhanças
UMBANDA X CANDOMBLÉ X KARDECISMO
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• Teologia de Umbanda;
• Portal do Pai Obaluaiê;
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JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -5
DOUTRINA E
CULTURA UMBANDISTA
MÔNICA
BEREZUTCHI
I
rmãos umbandistas, este mês nós
iremos juntos adentrar aos mistérios
minerais de pedras e cristais dos
Pais e Mães Orixás, são irradiadoras e
absorvedoras de essências.
Podemos no Altar ao lado das ima-
gens colocar a pedra do Orixá corres-
pondente. Como podemos também
representar os Orixás com pedras,
símbolos, flores, ervas, águas, etc.
Essas pedras deverão ser limpas
com água e sal grosso em uma bacia e
deixar no tempo por 24 horas, depois
lavadas em água corrente e depois
utilizando água mineral com ervas dos
Orixás, fazer um “banho” e deixar a
pedra mergulhada por 24 horas co-
berta com pano branco e velas circun-
dando aquela bacia.
Para depois oferecer na “mão” do
Orixá incorporado no dirigente para
consagrá-la e irradiar seu axé e depois
com a determinação do Orixá colocar
a pedra em seu lugar.
Podemos também colocar a pedra
correspondente aos nossos Orixás An-
cestre, de Frente e Adjuntó na quar-
tinha branca que usamos para o anjo
da guarda.
E para os sacerdotes que possuem
seu Otá fundamentado no terreiro,
também colocar 1 quartinha da cor do
Orixá Ancestre e dentro colocar as pe-
dras correspondentes do Orixá Ances-
tre, de Frente e Adjuntó.
Enfim as pedras são elementos da
natureza onde após serem imantadas
e consagradas serão elementos agre-
gadores energeticamente e passarão
a ter a ligação com a essência do Orixá.
ORIXÁS PEDRAS CORRESPONDENTES
Pai OXALÁ ------------------------- Cristal
Mãe OIÁ --------------------------- Quartzo fume rutilado, sodalita
Mãe OXUM ------------------------ Quartzo rosa, ametista
Pai OXUMARÉ --------------------- Opala, fluorita, cianita azul
Pai OXÓSSI ------------------------ Quartzo verde, esmeralda
Mãe OBÁ--------------------------- Calcedônia, hematita, madeira petrificada
Pai XANGÔ ------------------------ Jaspe, pirita, pedra do sol, olho de tigre
Mãe IANSÃ ------------------------ Citrino
Pai OGUM-------------------------- Granada, hematita
Mãe EGUNITÁ--------------------- Topázio imperial, ágata do fogo
Pai OBALUAIÊ--------------------- Turmalina preta
Mãe NANÃ BURUQUÊ ----------- Rubelita, ametista
Mãe IEMANJÁ--------------------- Madre pérola, água marinha, diamante
Pai OMULÚ ------------------------ Ônix preto
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Espiritualista toda Quinta-feira às 10:30
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RODRIGO
QUEIRÓZ
ongá firmado,
corrente me-
diúnica a pos-
tos e na con-
sulência consulentes pegavam suas
senhas e se acomodavam como podiam,
pois toda última sexta feira do mês é
sempre assim, gira de Exu e o terreiro
enche tanto que muitos ficam de pé e
formam fila até o portão.
Na expectativa de milagres fáceis
ou mesmo por achar que exu seja uma
espécie de “office-boy do além”, muitos
recorrem aos terreiros solicitando so-
luções emergenciais às suas tormentas.
O dirigente abre a gira e após todo
ritual pertinente os exus e pomba giras
incorporam nos médiuns e aguardam o
atendimento que acontece adiante...
- Salve tu moça!
- O ... oi... Bo...boa noite...
- Boa noite moça, é sua primeira
vez por estas bandas?
- Sim.
- Seja bem vinda.
- Obrigada!
- O que lhe traz aqui?
- Então Exu, é que meu irmão pre-
cisa separar da noiva...
- ...
- Pois é, ela só faz inferno na minha
vida e sei que ele não é feliz, ele aban-
donou a família, eu moro com ele e ela
está tirando-o do seio familiar...
- ...
- Bem, pensando nisso é que trouxe
o RG dele, uma foto dela, uma roupa
dela e endereço dele...
- “Mais uma serpente revestida de
Conheça-te a ti mesmo
santa” – meditou o exu.
- Então Exu? O que fará para livra-
lo desta piranha?
Esta afirmação bastou para que o
Exu se manifestasse.
- Certo moça vamos ler o que vejo
aqui, primeiro saiba que esta mulher
que está com seu irmão o ama verda-
deiramente sendo igualmente corres-
pondida, ele jamais imaginou viver
tamanho sentimento e nela encontrou
o sentido de liberdade e crescimento.
Liberdade porque finalmente se livrará
de você, uma mulher encalhada e res-
sequida no coração, que não acredita
no amor, não se movimenta para mudar
sua realidade, vive do dinheiro que ele
lhe dá e acomodada com esta vidinha e
medo de perder tudo isto, sente-se no
direito de ter o seu irmão como posse
para que nada mude na sua vida a ponto
de se propor a encomendar um “feitiço”
para desgraçar a vida dele e por fim
amarrá-lo em você.
Moça, esta é sinceramente uma das
situações mais inusitadas que vivencio,
uma irmã querendo amarrar o irmão,
enquanto que o normal seria uma apai-
xonada querendo prender o apaixo-
nado. Pior é este sentimento que te
move, covarde e inescrupuloso...
A mulher já em prantos, reconhe-
cendo o erro que cometera não conse-
gue pronunciar uma palavra ao que o
Exu finaliza:
- Sendo assim, pegue esta roupa,
fotos e demais elementos, volte para
sua casa, olhe-se no espelho e se en-
vergonhe de ser o que está sendo, pro-
ponha-se a mudar e trate bem esta
mulher que será a companheira do seu
irmão, tenha nela sua amiga que jamais
irá te desamparar, antes de dormir ore
ao Criador pedindo perdão por enver-
gonhá-lo.
- Desculpe Exu....
- Leve esta vela, acenda quando
sentir vontade e lembre-se que neste
dia se deparou com um Exu... tenha
uma boa noite...
- Desculpe Exu...
Pois é leitor, estas situações são
mais comuns do que parecem. Acredite,
esta é uma história verídica e bem re-
sumida que narra o egoísmo humano,
a covardia e o julgo inversor de valores.
Por vezes nos deparamos com situa-
ções que não nos pertencem,
avaliamos atitudes, alegrias, tristezas
e decisões das pessoas no nosso
convívio sem que sejamos interpelados
para isso, tomamos em nossas mãos o
papel de juiz da vida alheia, promotor
e executor de tudo aquilo que não nos
compete.
Não vou me ater em delongas e
proponho a você leitor: Por algum mo-
mento se sentiu na história? Sobre
quem e o que falaste nos últimos dias?
Você fala ou escuta mais?
Responda si nceramente estas
questões e ao se olhar no espelho
lembre-se da frase tão preconizada
pelo pensador Sócrates: - Conheça-te
a ti mesmo. Perceba como deve agir e
seja feliz.
Meu fraterno abraço...Sarava!
(contato@tvus.com.br)
C
xiste um lixo emocional. Ele é
produzido nas usinas de nosso
pensamento, enquanto crescemos
interiormente.
São emoções que passaram por
nossa vida e nos ajudaram, mas que
não têm mais utilidade.
São sentimentos que foram impor-
tantes no passado, não no presente.
São recordações de dor que nos
amadureceram e que agora não servem
Lixo Emocional
ENVIADO POR JULIO NOVO
E
para nada.
Não podemos carre-
gar este lixo. Ele foi feito
para ser jogado fora. E,
no entanto, apegados
aos nossos sentimentos
antigos, ficamos com pe-
na de deixá-los.
Enchemos nosso po-
rão espiritual com uma
quanti dade i mensa de memóri as
inúteis, que ofuscam as lembranças
importantes. Não procure sentir coisas
que você não está sentindo mais.
Não procure ser como você era.
Você está mudando.
Permita que seus sentimentos o
acompanhem.
Página -8 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
ERVEIRO DA JUREMA
CURSO DE ERVAS:
Vivência de manipulação ritualística
Ministrado por Adriano Camargo
MÓDULO I (BÁSICO): Curso Prático e Apostilado
O tradicional encontro com o vegetal. Um fantástica viagem pelo
história, botânica e uso das ervas dentro das religiões em todas
as épocas. As ervas e os Orixás. Desmitificando o uso das ervas.
MÓDULO II ÁGUAS E ERVAS
A prática da magia natural, o uso dos elementos líquidos (águas,
álcool, azeite, etc), preparo prático dos banhos e das águas de
cabeça (amacis) Venha para esse fantástico encontro com as
águas e seu uso com as ervas.
(Somente para quem já fez o Módulo Básico).
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O Jornal de Umbanda Sagrada (JUS)
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Ministrado por Conceição Florindo e Solange Amorim
Teologia de Umbanda
Ministrado por Conceição Florindo; Cecília Benedicto; Lúcio Cândido;
Maria Íris Cordeiro; Solange Amorim; Tatiana D´Amore e convidados
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Ministrado por Valquíria Ganacevitch; Avalon Ernandes; Almíscar
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Terças feiras das 20h00 às 22h00 com Mãe Mercedes Soares
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Aos Sábados das 15h00 às 17h00 com Mãe Mercedes Soares
CURSO DE ASTROLOGIA BÁSICA MÓDULO I
Formando turma, com início em maio.
Ministrado Ivan Freitas - Em 3 sábados das 9h00 às 12h00
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As vagas para este curso são limitadas
28/07 - SÁBADO - Das 9h00 às 11h00
• TEOLOGIA DE UMBANDA - Sábados 16h00
PORTAL DE LUZ DO PAI OBALUAIÊ
Neste curso o aluno conhecerá quem são os espíritos Sofredores,
Eguns e Quiumbas, aprenderá como identificar a aproximação em seu
campo eletromagnético e encaminhá-los. É ensinado a abrir Portais de Luz
do Trono da Evolução para que sejam curados e encaminhados com a
essência do Pai Obaluaiê. Esse trabalho ou encaminhamento será passado
de forma que o aluno poderá realizar em sua própria casa pois, após ser
consagrado ao Mistério do Pai Obaluaiê terá a outorga de amparar e ajudar
também seus semelhantes. Também será consagrado e iniciado como
oferenda viva ao Portal de Luz do Pai Obaluaiê, como um servidor e será
amparado pelo Trono da Evolução. Venha ser um iniciado ao Portal de Luz
do Pai Obaluaiê e conhecerá o fundamento da palavra caridade.
TEÓRICO, PRÁTICO E APOSTILADO EM APENAS
3 ENCONTROS - TAXA ÚNICA R$ 50,00
Sábado dias 11, 18 e 25 de agosto – 10:00 às 12:00
Terça-feira dias 14, 21 e 28 de agosto – 20:30 às 22:30
Ministrado por Jorge Scritori
Sábado - 22 de Setembro – 19:30 às 22:30
CURSO DE BENZIMENTO
INTRODUÇÃO AO SACERDÓCIO
DE UMBANDA SAGRADA
Curso gratuito de 1 mês para inicio
dia 09 de agosto às 20:30 – quinta-feira
Página -6 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -7
RONALDO
LINARES
batismo de uma
criança no ritual
umbandista di-
fere em sua essência
daquele que é realiza-
do no ritual católico, pois neste a ceri-
mônia do batismo é parte de um exor-
cismo em que o sacerdote expulsa o
demônio que habita a criança em conse-
qüência do pecado original (herança
bíblica de Adão e Eva e do relacio-
namento íntimo dos pais da criança).
Na Umbanda não se aceita absoluta-
mente que a criança possa já nascer
em estado de pecado; o batismo sim-
boliza a apresentação aos irmãos em
Oxalá do jovem recém-nascido, bem co-
mo sua aceitação na fraternidade. O
sacerdote invocará as bênçãos de Deus
para essa criança, e
um casal de irmãos
deverá assumi r,
di ante do al tar de
Deus, o compromisso
de que na ausência
dos pais da criança
estes ampara-la-ão
como se fora seu
próprio filho.
DESCRIÇÃO DO
RITUAL
Faz-se a abertura
normal dos trabalhos,
e quando chega o
momento das
incorporações o pai
espiritual solicita que
sejam trazidos ante o
altar a criança, seus pais e os padrinhos.
Antes de dar início à cerimônia, dirige
algumas palavras ao público presente,
explicando os porquês da cerimônia,
visto ser muito comum em tal caso a
presença de convidados curiosos, não-
umbandistas, mas parentes ou amigos
dos pais da criança, e estes devem ser
esclarecidos para não somente verem
o ritual, mas inteirarem-se de seu pro-
fundo significado esotérico e huma-
nístico.
O pai espiritual oficiante da cerimô-
nia estará de frente para o público e de
costas para o altar; os participantes es-
tarão de costas para o público e de fren-
te para o altar e para o pai espiritual; a
criança deverá vestir uma roupa prática
e fácil de manusear e estará nos braços
da madrinha. Ao lado direito da ma-
drinha ficará o padrinho, sustentando
uma vela de batismo (a vela representa
a luz divina, a presença do espírito de
Deus e é consagrada a Ifá, o Espírito
Santo); ao lado esquerdo da madrinha
ficará a mãe da criança e ao lado desta,
o pai. Dando início à cerimônia, o pai
espiritual tomará a banha de Ori (tam-
bém chamada limo da costa), uma subs-
tância gordurosa, extraída da glândula
supra-renal do cordeiro, e traçará com
ela o símbolo da Umbanda (dois triân-
gulos entrelaçados) três vezes na fronte
da criança, proferindo as seguintes
palavras:
“ Ao ungir tua fronte com o Ori sa-
grado, eu te consagro a Deus
segundo a lei da Umbanda por Olorum,
por Oxalá e por Ifá”.
Desta forma, o sacerdote umban-
dista estará rogando a proteção de
Deus e dos Orixás para o batizando. A
cerimônia tem prosseguimento quando
BATISMO DE CRIANÇAS
O
a madrinha vira a criança, descobrindo
sua nuca e pescoço, e na vértebra cer-
vical mais saliente (a que leva o nome
proeminente, ponto de encontro dos
feixes nervosos que descem do cérebro
e chacra da maior importância) o pai
espiritual repetirá a cerimônia. Voltando
a criança à posição normal, a mãe deve
abrir sua roupa no peito para que mais
uma vez o pai espiritual possa cruzá-
la, da mesma forma que o realizado
anteriormente. Exclui-se o cerimonial
das mãos da criança, pois esta é uma
atitude que a criança tomará mais
tarde, quando souber discernir se
deseja ou não prosseguir seu caminho
na seara umbandista.
Dando seqüência à cerimônia, o pai
espiritual utiliza a pemba em pó, prepa-
rada especialmente para esse fim.
Tomando nas
mãos o recipiente
onde deverá
estar a pemba,
repetirá todo o
ri tual usado
durante a
pri mei ra parte
com a banha
trocando apenas
os dizeres, que
passarão a ser:
“Com a pemba,
eu te consagro a
Olorum, Oxalá e
Ifá”.
A cerimônia
prossegue com a
unção do sal, que
obedece ainda à mesma ritualística,
sendo que ao final deposita-se um
pouquinho (uma pitada) de sal também
na boca da criança dizendo-lhe:
“Receba o sal da terra, você que não
passa de um punhado de terra re-
vivida pela vontade de Deus”.
Usa-se normalmente sal refinado
em lugar do sal grosso, pois sendo
muito delicada a pele do bebê, o sal
grosso poderia feri-la; também pode-
se pilar e peneirar em peneira fina o sal
grosso, com o mesmo resultado. Ao
terminar esta parte do ritual, o padrinho
toca com uma das mãos o peito da cri-
ança e com a outra continua segurando
a vela, enquanto a madrinha segue
segurando a criança em seus braços.
O pai espiritual, neste instante,
chama a atenção dos padrinhos para a
importância do ato solene e da respon-
sabilidade que se seguirá, pedindo-lhes
que repitam cada uma das suas pa-
lavras, assumindo perante o altar de
Deus suas responsabilidades para com
o batizando. Diz o sacerdote:
“Eu (e cada um dos padrinhos repete
seu próprio nome por extenso) rece-
bo-te (dizem o nome da criança) na
falta ou ausência de teus pais, como
se fora meu próprio filho, prometendo
alimentar-te, educar-te, orientar-te
e amar-te, encaminhando-te dentro
dos ensinamentos de nossa crença
no amor a Deus e aos Orixás por
Olorum, por Oxalá e por Ifá”.
A seguir, cada um dos padrinhos
repete o seu próprio nome e diz:
“Eu juro”.
Naturalmente, não é de forma algu-
ma necessário que as palavras sejam
repetidas exatamente nesta ordem;
basta que a idéia do que exprimem não
seja alterada. A seguir, o pai espiritual
coloca na palma da mão do padrinho
uma pitada de pemba, e este deverá
dizer á criança:
“Em nome de Deus eu te recebo e
abençôo”.
Em seguida soprará a pemba sobre
a criança. O mesmo farão a madrinha,
o pai e a mãe da criança e também o
pai espiritual, que dirá:
“ Em nome de Deus, eu te consagro e
abençôo”.
Esta parte do ritual lembra o sopro
divino, que teria dado origem ao pri-
meiro homem, ou melhor, à dependên-
cia divina do próprio homem.
A seguir, um Ogã pede ao pai da
criança que segure sob a cabeça dela
uma pequena bacia de louça, passa pa-
ra o pai espiritual a concha de batismo
e a enche com água pura. Tomando a
concha, o pai espiritual dirá:
“ Com a água que mantém a vida,
eu lavo de sua cabeça toda e qualquer
impureza ou negatividade, por Olorum,
por Oxalá e por Ifá”.
Após esta cerimônia, o Ogã, auxi-
liado pela mãe ou pela madrinha da cri-
ança, enxuga a cabeça dela.
Os utensílios sagrados voltam ao
congá. O pai espiritual cumprimenta to-
dos, felicita-os e lembra-os da grande
responsabilidade assumida ante o altar
de Deus.
Em seguida, será iniciado o cântico
que chamará uma ou mais entidades
espirituais para que do espaço tragam
suas vibrações positivas para o bati-
zando e demais participantes, sendo
de livre escolha dos pais da criança as
entidades que serão chamadas, as
quais não deverão ser mais que duas
ou três.
Também não é obrigatório que a
entidade incorporante seja do pai ou
da mãe espiritual do templo; poderá
ser perfeitamente de qualquer médium
da casa, incluindo-se os pais ou pa-
drinhos da criança.
Após a cerimônia, o padrinho apa-
gará a vela e a entregará á mãe da
criança, que deverá acendê-la e orar
diante da chama sagrada, quando hou-
ver qualquer dificuldade experimentada
pela criança, pois a referida vela foi
consagrada a Ifá – o Espírito Santo.
LINARES, Ronaldo – Iniciação à
Umbanda – Tríade Editorial – vol.02
MELHOR PREÇO
Tels: (11) 3148-0848 / 3148-0846 www.viraj.com.br
Grande coleção de
ESPADAS
Visite o site da Viraj na Internet:
Agora em novo endereço:
Av.Paulista, 807 - Galeria Loja 46
Traga esta
edição e ganhe um brinde na
compra de uma espada
ADRIANO
CAMARGO
S
alve sagrados irmãozinhos e irmã-
zinhas nas ervas!
Vamos dedicar nosso espaço des-
te mês para falarmos um pouco
sobre nossa amada Mãe Orixá Nanã.
Essa amada Mãe, que por muitos é
considerada uma Orixá de culto novo
na Umbanda, na ver-
dade aparece na Um-
banda Tradicional há
mais tempo do que pa-
rece. Por exemplo, no
primeiro curso de Um-
banda conheci do, o
tradicional “barco” de
Pai Ronaldo Linares,
pela Federação de Um-
banda do Grande ABC,
já se falava sobre Mãe
Nanã.
Seu culto dentro
da religião se fortificou,
e vem se fortalecendo
dia a dia, após o enun-
ciado teológico da Um-
banda Sagrada, trazida a nós por Pai
Benedito de Aruanda, pela psicografia
de Rubens Saraceni.
Na verdade, o que mais importa é
que a cada dia, evoluímos e aprendemos
um pouco mais sobre cada uma dos Pais
e Mães Orixás no ritual de Umbanda. E
nesse fator evolutivo é que encontra-
mos (também) Mamãe Nanã.
Mãe transformadora, recebe em
seus braços os espíritos a serem prepa-
rados para continuar sua caminhada
evolutiva, ou aqueles que irão se pre-
parar para a reencarnação. Seus fato-
res decantadores e trasmutadores, que
se manifestam em prol da evolução dos
seres, se somam à força de cura, de
regeneração, de renovação.
Esses fatores são quase que divi-
didos com nosso Pai Obaluaiyê, mas há
certas diferenças nesse campo de
atuação, pois Mamãe Nanã entra na vi-
da dos seres, independente de suas
vontades, para transformar uma evo-
lução que estava indo para uma di-
reção incorreta, num “recurso” evo-
lutivo, tanto para o ser em questão,
como para os seres à sua volta. Seu
ponto de forças são os
lagos e águas tranqüilas,
paradas mesmo.
E suas ervas carregam
em si os fatores aqui descritos
e muito mais. Alguns exemplos
de ervas de Nanã:
Ervas quentes
(agressivas) de Nanã:
Folhas de Chorão (decan-
tação e l i mpeza), Arni ca
(purificadora), Periquito ou
Penicilina (purificadora de larvas
e miasmas astrais).
Ervas mornas
(equilibradoras) de Nanã:
Assa Peixe (fortalecedora e cura-
dora), Trapoeraba (protetora e estimu-
ladora da mediunidade), Melão de São
Caetano (equi l i brador e poderoso
curador espiritual), Sete Sangrias (re-
generador astral, fortalecedor).
É isso turminha, Bênçãos de Mamãe
Nanã em nossas vidas!
Sucesso e muita saúde a todos!
Adriano Camargo / Erveiro da Jurema
(11) 4177-1178
adriano@ervasdajurema.com.br
Falando de Umbanda
Ouça o programa:
COM ALEXANDRE CUMINO E JORGE SCRITORI
Terça-feira das 13h00 às 13h30
Ou pelo site: www.radiomundial.com.br
Página -6 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -7
RONALDO
LINARES
batismo de uma
criança no ritual
umbandista di-
fere em sua essência
daquele que é realiza-
do no ritual católico, pois neste a ceri-
mônia do batismo é parte de um exor-
cismo em que o sacerdote expulsa o
demônio que habita a criança em conse-
qüência do pecado original (herança
bíblica de Adão e Eva e do relacio-
namento íntimo dos pais da criança).
Na Umbanda não se aceita absoluta-
mente que a criança possa já nascer
em estado de pecado; o batismo sim-
boliza a apresentação aos irmãos em
Oxalá do jovem recém-nascido, bem co-
mo sua aceitação na fraternidade. O
sacerdote invocará as bênçãos de Deus
para essa criança, e
um casal de irmãos
deverá assumi r,
di ante do al tar de
Deus, o compromisso
de que na ausência
dos pais da criança
estes ampara-la-ão
como se fora seu
próprio filho.
DESCRIÇÃO DO
RITUAL
Faz-se a abertura
normal dos trabalhos,
e quando chega o
momento das
incorporações o pai
espiritual solicita que
sejam trazidos ante o
altar a criança, seus pais e os padrinhos.
Antes de dar início à cerimônia, dirige
algumas palavras ao público presente,
explicando os porquês da cerimônia,
visto ser muito comum em tal caso a
presença de convidados curiosos, não-
umbandistas, mas parentes ou amigos
dos pais da criança, e estes devem ser
esclarecidos para não somente verem
o ritual, mas inteirarem-se de seu pro-
fundo significado esotérico e huma-
nístico.
O pai espiritual oficiante da cerimô-
nia estará de frente para o público e de
costas para o altar; os participantes es-
tarão de costas para o público e de fren-
te para o altar e para o pai espiritual; a
criança deverá vestir uma roupa prática
e fácil de manusear e estará nos braços
da madrinha. Ao lado direito da ma-
drinha ficará o padrinho, sustentando
uma vela de batismo (a vela representa
a luz divina, a presença do espírito de
Deus e é consagrada a Ifá, o Espírito
Santo); ao lado esquerdo da madrinha
ficará a mãe da criança e ao lado desta,
o pai. Dando início à cerimônia, o pai
espiritual tomará a banha de Ori (tam-
bém chamada limo da costa), uma subs-
tância gordurosa, extraída da glândula
supra-renal do cordeiro, e traçará com
ela o símbolo da Umbanda (dois triân-
gulos entrelaçados) três vezes na fronte
da criança, proferindo as seguintes
palavras:
“ Ao ungir tua fronte com o Ori sa-
grado, eu te consagro a Deus
segundo a lei da Umbanda por Olorum,
por Oxalá e por Ifá”.
Desta forma, o sacerdote umban-
dista estará rogando a proteção de
Deus e dos Orixás para o batizando. A
cerimônia tem prosseguimento quando
BATISMO DE CRIANÇAS
O
a madrinha vira a criança, descobrindo
sua nuca e pescoço, e na vértebra cer-
vical mais saliente (a que leva o nome
proeminente, ponto de encontro dos
feixes nervosos que descem do cérebro
e chacra da maior importância) o pai
espiritual repetirá a cerimônia. Voltando
a criança à posição normal, a mãe deve
abrir sua roupa no peito para que mais
uma vez o pai espiritual possa cruzá-
la, da mesma forma que o realizado
anteriormente. Exclui-se o cerimonial
das mãos da criança, pois esta é uma
atitude que a criança tomará mais
tarde, quando souber discernir se
deseja ou não prosseguir seu caminho
na seara umbandista.
Dando seqüência à cerimônia, o pai
espiritual utiliza a pemba em pó, prepa-
rada especialmente para esse fim.
Tomando nas
mãos o recipiente
onde deverá
estar a pemba,
repetirá todo o
ri tual usado
durante a
pri mei ra parte
com a banha
trocando apenas
os dizeres, que
passarão a ser:
“Com a pemba,
eu te consagro a
Olorum, Oxalá e
Ifá”.
A cerimônia
prossegue com a
unção do sal, que
obedece ainda à mesma ritualística,
sendo que ao final deposita-se um
pouquinho (uma pitada) de sal também
na boca da criança dizendo-lhe:
“Receba o sal da terra, você que não
passa de um punhado de terra re-
vivida pela vontade de Deus”.
Usa-se normalmente sal refinado
em lugar do sal grosso, pois sendo
muito delicada a pele do bebê, o sal
grosso poderia feri-la; também pode-
se pilar e peneirar em peneira fina o sal
grosso, com o mesmo resultado. Ao
terminar esta parte do ritual, o padrinho
toca com uma das mãos o peito da cri-
ança e com a outra continua segurando
a vela, enquanto a madrinha segue
segurando a criança em seus braços.
O pai espiritual, neste instante,
chama a atenção dos padrinhos para a
importância do ato solene e da respon-
sabilidade que se seguirá, pedindo-lhes
que repitam cada uma das suas pa-
lavras, assumindo perante o altar de
Deus suas responsabilidades para com
o batizando. Diz o sacerdote:
“Eu (e cada um dos padrinhos repete
seu próprio nome por extenso) rece-
bo-te (dizem o nome da criança) na
falta ou ausência de teus pais, como
se fora meu próprio filho, prometendo
alimentar-te, educar-te, orientar-te
e amar-te, encaminhando-te dentro
dos ensinamentos de nossa crença
no amor a Deus e aos Orixás por
Olorum, por Oxalá e por Ifá”.
A seguir, cada um dos padrinhos
repete o seu próprio nome e diz:
“Eu juro”.
Naturalmente, não é de forma algu-
ma necessário que as palavras sejam
repetidas exatamente nesta ordem;
basta que a idéia do que exprimem não
seja alterada. A seguir, o pai espiritual
coloca na palma da mão do padrinho
uma pitada de pemba, e este deverá
dizer á criança:
“Em nome de Deus eu te recebo e
abençôo”.
Em seguida soprará a pemba sobre
a criança. O mesmo farão a madrinha,
o pai e a mãe da criança e também o
pai espiritual, que dirá:
“ Em nome de Deus, eu te consagro e
abençôo”.
Esta parte do ritual lembra o sopro
divino, que teria dado origem ao pri-
meiro homem, ou melhor, à dependên-
cia divina do próprio homem.
A seguir, um Ogã pede ao pai da
criança que segure sob a cabeça dela
uma pequena bacia de louça, passa pa-
ra o pai espiritual a concha de batismo
e a enche com água pura. Tomando a
concha, o pai espiritual dirá:
“ Com a água que mantém a vida,
eu lavo de sua cabeça toda e qualquer
impureza ou negatividade, por Olorum,
por Oxalá e por Ifá”.
Após esta cerimônia, o Ogã, auxi-
liado pela mãe ou pela madrinha da cri-
ança, enxuga a cabeça dela.
Os utensílios sagrados voltam ao
congá. O pai espiritual cumprimenta to-
dos, felicita-os e lembra-os da grande
responsabilidade assumida ante o altar
de Deus.
Em seguida, será iniciado o cântico
que chamará uma ou mais entidades
espirituais para que do espaço tragam
suas vibrações positivas para o bati-
zando e demais participantes, sendo
de livre escolha dos pais da criança as
entidades que serão chamadas, as
quais não deverão ser mais que duas
ou três.
Também não é obrigatório que a
entidade incorporante seja do pai ou
da mãe espiritual do templo; poderá
ser perfeitamente de qualquer médium
da casa, incluindo-se os pais ou pa-
drinhos da criança.
Após a cerimônia, o padrinho apa-
gará a vela e a entregará á mãe da
criança, que deverá acendê-la e orar
diante da chama sagrada, quando hou-
ver qualquer dificuldade experimentada
pela criança, pois a referida vela foi
consagrada a Ifá – o Espírito Santo.
LINARES, Ronaldo – Iniciação à
Umbanda – Tríade Editorial – vol.02
MELHOR PREÇO
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edição e ganhe um brinde na
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ADRIANO
CAMARGO
S
alve sagrados irmãozinhos e irmã-
zinhas nas ervas!
Vamos dedicar nosso espaço des-
te mês para falarmos um pouco
sobre nossa amada Mãe Orixá Nanã.
Essa amada Mãe, que por muitos é
considerada uma Orixá de culto novo
na Umbanda, na ver-
dade aparece na Um-
banda Tradicional há
mais tempo do que pa-
rece. Por exemplo, no
primeiro curso de Um-
banda conheci do, o
tradicional “barco” de
Pai Ronaldo Linares,
pela Federação de Um-
banda do Grande ABC,
já se falava sobre Mãe
Nanã.
Seu culto dentro
da religião se fortificou,
e vem se fortalecendo
dia a dia, após o enun-
ciado teológico da Um-
banda Sagrada, trazida a nós por Pai
Benedito de Aruanda, pela psicografia
de Rubens Saraceni.
Na verdade, o que mais importa é
que a cada dia, evoluímos e aprendemos
um pouco mais sobre cada uma dos Pais
e Mães Orixás no ritual de Umbanda. E
nesse fator evolutivo é que encontra-
mos (também) Mamãe Nanã.
Mãe transformadora, recebe em
seus braços os espíritos a serem prepa-
rados para continuar sua caminhada
evolutiva, ou aqueles que irão se pre-
parar para a reencarnação. Seus fato-
res decantadores e trasmutadores, que
se manifestam em prol da evolução dos
seres, se somam à força de cura, de
regeneração, de renovação.
Esses fatores são quase que divi-
didos com nosso Pai Obaluaiyê, mas há
certas diferenças nesse campo de
atuação, pois Mamãe Nanã entra na vi-
da dos seres, independente de suas
vontades, para transformar uma evo-
lução que estava indo para uma di-
reção incorreta, num “recurso” evo-
lutivo, tanto para o ser em questão,
como para os seres à sua volta. Seu
ponto de forças são os
lagos e águas tranqüilas,
paradas mesmo.
E suas ervas carregam
em si os fatores aqui descritos
e muito mais. Alguns exemplos
de ervas de Nanã:
Ervas quentes
(agressivas) de Nanã:
Folhas de Chorão (decan-
tação e l i mpeza), Arni ca
(purificadora), Periquito ou
Penicilina (purificadora de larvas
e miasmas astrais).
Ervas mornas
(equilibradoras) de Nanã:
Assa Peixe (fortalecedora e cura-
dora), Trapoeraba (protetora e estimu-
ladora da mediunidade), Melão de São
Caetano (equi l i brador e poderoso
curador espiritual), Sete Sangrias (re-
generador astral, fortalecedor).
É isso turminha, Bênçãos de Mamãe
Nanã em nossas vidas!
Sucesso e muita saúde a todos!
Adriano Camargo / Erveiro da Jurema
(11) 4177-1178
adriano@ervasdajurema.com.br
Falando de Umbanda
Ouça o programa:
COM ALEXANDRE CUMINO E JORGE SCRITORI
Terça-feira das 13h00 às 13h30
Ou pelo site: www.radiomundial.com.br
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -5
DOUTRINA E
CULTURA UMBANDISTA
MÔNICA
BEREZUTCHI
I
rmãos umbandistas, este mês nós
iremos juntos adentrar aos mistérios
minerais de pedras e cristais dos
Pais e Mães Orixás, são irradiadoras e
absorvedoras de essências.
Podemos no Altar ao lado das ima-
gens colocar a pedra do Orixá corres-
pondente. Como podemos também
representar os Orixás com pedras,
símbolos, flores, ervas, águas, etc.
Essas pedras deverão ser limpas
com água e sal grosso em uma bacia e
deixar no tempo por 24 horas, depois
lavadas em água corrente e depois
utilizando água mineral com ervas dos
Orixás, fazer um “banho” e deixar a
pedra mergulhada por 24 horas co-
berta com pano branco e velas circun-
dando aquela bacia.
Para depois oferecer na “mão” do
Orixá incorporado no dirigente para
consagrá-la e irradiar seu axé e depois
com a determinação do Orixá colocar
a pedra em seu lugar.
Podemos também colocar a pedra
correspondente aos nossos Orixás An-
cestre, de Frente e Adjuntó na quar-
tinha branca que usamos para o anjo
da guarda.
E para os sacerdotes que possuem
seu Otá fundamentado no terreiro,
também colocar 1 quartinha da cor do
Orixá Ancestre e dentro colocar as pe-
dras correspondentes do Orixá Ances-
tre, de Frente e Adjuntó.
Enfim as pedras são elementos da
natureza onde após serem imantadas
e consagradas serão elementos agre-
gadores energeticamente e passarão
a ter a ligação com a essência do Orixá.
ORIXÁS PEDRAS CORRESPONDENTES
Pai OXALÁ ------------------------- Cristal
Mãe OIÁ --------------------------- Quartzo fume rutilado, sodalita
Mãe OXUM ------------------------ Quartzo rosa, ametista
Pai OXUMARÉ --------------------- Opala, fluorita, cianita azul
Pai OXÓSSI ------------------------ Quartzo verde, esmeralda
Mãe OBÁ--------------------------- Calcedônia, hematita, madeira petrificada
Pai XANGÔ ------------------------ Jaspe, pirita, pedra do sol, olho de tigre
Mãe IANSÃ ------------------------ Citrino
Pai OGUM-------------------------- Granada, hematita
Mãe EGUNITÁ--------------------- Topázio imperial, ágata do fogo
Pai OBALUAIÊ--------------------- Turmalina preta
Mãe NANÃ BURUQUÊ ----------- Rubelita, ametista
Mãe IEMANJÁ--------------------- Madre pérola, água marinha, diamante
Pai OMULÚ ------------------------ Ônix preto
Tabela de pedras:
contatos: monica@luzdourada.org.br
Adquira o CD “Louvação aos Orixás”,
com 15 pontos inéditos. O Programa
“Luz Dourada” transmitido pela TV
Espiritualista toda Quinta-feira às 10:30
e 18:30 e Sexta-feira as 02:30.
Todos os programas estarão disponí-
veis, na videoteca, através do nome
Monica Berezutchi.
Maiores informações:
www.luzdourada.org.br
E-mail:
monica@luzdourada.org.br
Fone: 6102-4087
www.tvespiritualista.com.br
RODRIGO
QUEIRÓZ
ongá firmado,
corrente me-
diúnica a pos-
tos e na con-
sulência consulentes pegavam suas
senhas e se acomodavam como podiam,
pois toda última sexta feira do mês é
sempre assim, gira de Exu e o terreiro
enche tanto que muitos ficam de pé e
formam fila até o portão.
Na expectativa de milagres fáceis
ou mesmo por achar que exu seja uma
espécie de “office-boy do além”, muitos
recorrem aos terreiros solicitando so-
luções emergenciais às suas tormentas.
O dirigente abre a gira e após todo
ritual pertinente os exus e pomba giras
incorporam nos médiuns e aguardam o
atendimento que acontece adiante...
- Salve tu moça!
- O ... oi... Bo...boa noite...
- Boa noite moça, é sua primeira
vez por estas bandas?
- Sim.
- Seja bem vinda.
- Obrigada!
- O que lhe traz aqui?
- Então Exu, é que meu irmão pre-
cisa separar da noiva...
- ...
- Pois é, ela só faz inferno na minha
vida e sei que ele não é feliz, ele aban-
donou a família, eu moro com ele e ela
está tirando-o do seio familiar...
- ...
- Bem, pensando nisso é que trouxe
o RG dele, uma foto dela, uma roupa
dela e endereço dele...
- “Mais uma serpente revestida de
Conheça-te a ti mesmo
santa” – meditou o exu.
- Então Exu? O que fará para livra-
lo desta piranha?
Esta afirmação bastou para que o
Exu se manifestasse.
- Certo moça vamos ler o que vejo
aqui, primeiro saiba que esta mulher
que está com seu irmão o ama verda-
deiramente sendo igualmente corres-
pondida, ele jamais imaginou viver
tamanho sentimento e nela encontrou
o sentido de liberdade e crescimento.
Liberdade porque finalmente se livrará
de você, uma mulher encalhada e res-
sequida no coração, que não acredita
no amor, não se movimenta para mudar
sua realidade, vive do dinheiro que ele
lhe dá e acomodada com esta vidinha e
medo de perder tudo isto, sente-se no
direito de ter o seu irmão como posse
para que nada mude na sua vida a ponto
de se propor a encomendar um “feitiço”
para desgraçar a vida dele e por fim
amarrá-lo em você.
Moça, esta é sinceramente uma das
situações mais inusitadas que vivencio,
uma irmã querendo amarrar o irmão,
enquanto que o normal seria uma apai-
xonada querendo prender o apaixo-
nado. Pior é este sentimento que te
move, covarde e inescrupuloso...
A mulher já em prantos, reconhe-
cendo o erro que cometera não conse-
gue pronunciar uma palavra ao que o
Exu finaliza:
- Sendo assim, pegue esta roupa,
fotos e demais elementos, volte para
sua casa, olhe-se no espelho e se en-
vergonhe de ser o que está sendo, pro-
ponha-se a mudar e trate bem esta
mulher que será a companheira do seu
irmão, tenha nela sua amiga que jamais
irá te desamparar, antes de dormir ore
ao Criador pedindo perdão por enver-
gonhá-lo.
- Desculpe Exu....
- Leve esta vela, acenda quando
sentir vontade e lembre-se que neste
dia se deparou com um Exu... tenha
uma boa noite...
- Desculpe Exu...
Pois é leitor, estas situações são
mais comuns do que parecem. Acredite,
esta é uma história verídica e bem re-
sumida que narra o egoísmo humano,
a covardia e o julgo inversor de valores.
Por vezes nos deparamos com situa-
ções que não nos pertencem,
avaliamos atitudes, alegrias, tristezas
e decisões das pessoas no nosso
convívio sem que sejamos interpelados
para isso, tomamos em nossas mãos o
papel de juiz da vida alheia, promotor
e executor de tudo aquilo que não nos
compete.
Não vou me ater em delongas e
proponho a você leitor: Por algum mo-
mento se sentiu na história? Sobre
quem e o que falaste nos últimos dias?
Você fala ou escuta mais?
Responda si nceramente estas
questões e ao se olhar no espelho
lembre-se da frase tão preconizada
pelo pensador Sócrates: - Conheça-te
a ti mesmo. Perceba como deve agir e
seja feliz.
Meu fraterno abraço...Sarava!
(contato@tvus.com.br)
C
xiste um lixo emocional. Ele é
produzido nas usinas de nosso
pensamento, enquanto crescemos
interiormente.
São emoções que passaram por
nossa vida e nos ajudaram, mas que
não têm mais utilidade.
São sentimentos que foram impor-
tantes no passado, não no presente.
São recordações de dor que nos
amadureceram e que agora não servem
Lixo Emocional
ENVIADO POR JULIO NOVO
E
para nada.
Não podemos carre-
gar este lixo. Ele foi feito
para ser jogado fora. E,
no entanto, apegados
aos nossos sentimentos
antigos, ficamos com pe-
na de deixá-los.
Enchemos nosso po-
rão espiritual com uma
quanti dade i mensa de memóri as
inúteis, que ofuscam as lembranças
importantes. Não procure sentir coisas
que você não está sentindo mais.
Não procure ser como você era.
Você está mudando.
Permita que seus sentimentos o
acompanhem.
Página -8 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
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também seus semelhantes. Também será consagrado e iniciado como
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amparado pelo Trono da Evolução. Venha ser um iniciado ao Portal de Luz
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Página -4 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
e é assim, perguntarão? Então o
espiritismo é uma religião? Ora,
sim, sem dúvida senhores! No
sentido filosófico, o Espiritismo é uma
religião, e nós nos vangloriamos por
isso, porque é a Doutrina que funda os
vínculos da fraternidade e da comunhão
de pensamentos, não sobre uma sim-
ples convenção, mas sobre bases mais
sólidas: as próprias leis da Natureza.
Por que, então, temos declarado
que o Espiritismo não é uma religião?
Em razão de não haver senão uma pa-
lavra para exprimir duas idéias dife-
rentes, e que, na opinião geral, a pala-
vra religião é inseparável da de culto;
porque desperta exclusivamente uma
idéia de forma, que o Espiritismo não
tem. Se o Espiritismo se dissesse uma
religião, o público não veria aí mais que
uma nova edição, uma variante, se se
quiser, dos princípios absolutos em ma-
téria de fé; uma casta sacerdotal com
seu cortejo de hierarquias, de cerimô-
nias e de privilégios; não o separaria
das idéias de misticismo e dos abusos
contra os quais tantas vezes a opinião
se levantou.
Não tendo o Espiritismo nenhum
dos caracteres de uma religião, na acep-
ção usual da palavra, não podia nem
devia enfeitar-se com um título sobre
cujo valor inevitavelmente se teria equi-
vocado. Eis por que simplesmente se
diz: Doutrina filosófica e moral.
As reuniões espíritas podem, pois,
ser feitas religiosamente, isto é, com o
recolhimento e o respeito que comporta
a natureza grave dos assuntos de que
se ocupa; pode-se mesmo, na ocasião,
aí fazer preces que, em vez de serem
ditas em particular, são ditas em comum,
sem que, por isto, sejam tomadas por
assembléias religiosas. Não se pense
que isto seja um jogo de palavras; a
nuança é perfeitamente clara, e a apa-
rente confusão não provém senão da
falta de uma palavra para cada idéia.
Qual é, pois, o laço que deve existir
entre os espíritas? Eles não estão unidos
entre si por nenhum contrato material,
por nenhuma prática obrigatória. Qual
o sentimento no qual deve confundir
todos os pensamentos? É um sentimen-
to todo moral, todo espiritual, todo hu-
manitário: o da caridade para com todos
ou, em outras palavras: o amor do pró-
ximo, que compreende os vivos e os
mortos, pois sabemos que os mortos
sempre fazem parte da Humanidade.
A caridade é a alma do Espiri-
tismo; ela resume todos os deveres
do homem para consigo mesmo e
para com os seus semelhantes,
razão porque se pode dizer que
não há verdadeiro espírita sem
caridade.
Mas a caridade é ainda
uma dessas palavras de senti-
do múltiplo, cujo inteiro alcan-
ce deve ser bem compreen-
dido; e se os Espíritos não ces-
sam de pregá-la e defini-la, é
que, provavelmente, reconhe-
cem que isto ainda é necessá-
rio. O campo da caridade é muito
vasto; compreende duas gran-
des divisões que, em falta de ter-
mos especiais, podem designar-
se pelas expressões caridade be-
neficente e caridade benevolente.
Compreende-se facilmente a primeira,
que é naturalmente proporcional aos
recursos materiais de que se dispõe;
mas a segunda está ao alcance de
todos, do mais pobre como do mais rico.
Se a beneficência é forçosamente limi-
tada, nada além da vontade poderia
estabelecer limites à benevolência.
O que é preciso, então, para prati-
car a caridade benevolente? Amar ao
próximo como a si mesmo. Ora, se se
amar ao próximo tanto quanto a si,
amar-se-o-á muito; agir-se-á para com
outrem como se quereria que os outros
agissem para conosco; não se quererá
nem se fará mal a ninguém, porque não
quereríamos que no-lo fizessem.
Amar ao próximo é, abjurar todo
sentimento de ódio, de animosidade,
de rancor, de inveja, de ciúme, de vin-
gança, numa palavra, todo desejo e
todo pensamento de prejudicar; é per-
doar os inimigos e retribuir o mal com o
bem; é ser indulgente para as imperfei-
ções de seus semelhantes e não procu-
rar o argueiro no olho do vizinho, quan-
do não se vê a trave no seu; é esconder
ou desculpar as faltas alheias, em vez
de se comprazer em as pôr em relevo,
por espírito de maledicência; é ainda
não se fazer valer à custa dos outros;
não prcurar esmagar ninguém sob o pe-
so de sua superioridade; não desprezar
ninguém pelo orgulho. Eis a verdadeira
caridade benevolente, a caridade prá-
tica, sem a qual a caridade é palavra
vã; é a caridade do verdadeiro espírita,
como do verdadeiro cristão; aquela sem
a qual aquele que diz: Fora da caridade
não há salvação, pronuncia sua própria
condenação, tanto neste quanto no ou-
tro mundo.
Quantas coisas haveria a dizer so-
bre este assunto! Que belas instruções
não nos dão os Espíritos incessante-
mente! Não fosse o receio de alongar-
me em demasia e de abusar de vossa
paciência, senhores, seria fácil demons-
trar que, em se colocando no ponto de
vista do interesse pessoal, egoísta, se
se quiser, porque nem todos os homens
estão ainda maduros para um completa
abnegação, para fazer o bem unica-
mente por amor do bem, digo que seria
fácil demonstrar que têm tudo a ganhar
em agir deste modo, e tudo a perder
agindo diversamente, mesmo em suas
relações sociais; depois, o bem atrai o
bem e a proteção dos bons Espíritos; o
mal atrai o mal e abre a porta à malevo-
lência dos maus. Mais cedo ou mais tar-
de o orgulhoso será castigado pela hu-
milhação, o ambicioso pelas decepções,
o egoísta pela ruína de suas esperan-
ças, o hipócrita pela vergonha de ser
desmascarado; aquele que abandona
os bons Espíritos por estes é abando-
nado e, de queda em queda, finalmente
se vê no fundo do abismo, ao passo
que os bons Espíritos erguem e ampa-
ram aquele que, nas maiores prova-
ções, não deixa de se confiar à Provi-
dência e jamais se desvia do reto cami-
nho; aquele, enfim, cujos secretos sen-
timentos não dissimulam nenhum pensa-
mento oculto de vaidade ou de inte-
resse pessoal. Assim, de um lado, ganho
assegurado; do outro, perda certa; ca-
da um, em virtude do seu livre-arbítrio,
pode escolher a sorte que quer correr,
mas não poderá queixar-se senão pelas
conseqüências de sua escolha.
Crer num Deus Todo Poderoso, so-
beranamente justo e bom, crer na alma
e em sua imortalidade; na preexistência
da alma como única justificação do pre-
sente; na pluralidade das existências co-
mo meio de expiação, de reparação e
de adiantamento intelectual e moral; na
perfectabilidade dos seres mais imper-
feitos; na felicidade crescente com a
perfeição; na eqüitativa remuneração do
bem e do mal, segundo o princípio: a
cada um segundo as suas obras; na igual-
dade da justiça para todos, sem ex-
ceções, favores nem privilégios para
nenhuma criatura; na duração da expia-
ção limitada à da imperfeição; no livre
arbítrio do homem, que lhe deixa sempre
a escolha entre o bem e o mal; crer na
continuidade das relações entre o mun-
do visível e o mundo invisível; na solida-
riedade que religa todos os seres passa-
dos, presentes e futuros, encarnados e
desencarnados; considerar a vida ter-
restre como transitória, e uma das fases
da vida do Espírito, que é eterno; aceitar
corajosamente as provações, em vista
de um futuro mais invejável que o pre-
sente; praticar a caridade em pensamen-
to, em palavras e obras na mais larga
acepção do termo; esforçar-se cada dia
para ser melhor que na véspera,
extirpando toda imperfeição de sua alma;
submeter todas as crenças ao controle
do livre exame e da razão, e nada aceitar
pela fé cega; respeitar todas as crenças
sinceras, por mais irracionais que nos
pareçam, e não violentar a consciência
de ninguém; ver, enfim, nas descobertas
da Ciência, a revelação das leis da
Natureza, que são as leis de Deus: eis o
Credo, a religião do Espiritismo, religião
que pode conciliar-se com todos os
cultos, isto é, com todas as maneiras de
adorar a Deus. É o laço que deve unir
todos os espíritas numa santa comunhão
de pensamentos, esperando que ligue
todos os homens sob a bandeira da
fraternidade universal.
Com a fraternidade, filha da cari-
dade, os homens viverão em paz e se
pouparão males inumeráveis, que nas-
cem da discórdia, por sua vez filha do
orgulho, do egoísmo, da ambição, da
inveja e de todas as imperfeições da
Humanidade.
O Espiritismo dá aos homens tudo o
que é preciso para a sua felicidade aqui
na Terra, porque lhes ensina a se con-
tentarem com o que têm. Que os espí-
ritas sejam, pois, os primeiros a apro-
veitar os benefícios que ele traz, e que
inaugurem entre si o reino da harmonia,
que resplandecerá nas gerações futu-
ras.
Os Espíritos que nos cercam aqui
são inumeráveis, atraídos pelo objetivo
que nos propusemos ao nos reunirmos,
a fim de dar aos nossos pensamentos a
força que nasce da união. Ofereçamos
aos que nos são caros uma boa lem-
brança e o penhor de nossa afeição,
encorajamentos e consolações aos que
deles necessitem. Façamos de modo que
cada um recolha a sua parte dos sen-
timentos de caridade benevolente, de
que estivermos animados, e que esta
reunião dê os frutos que todos têm o
direito de esperar.
ALLAN KARDEC – (Revista
Espírita, dezembro de 1868,
Ed. FEB, p. 487-495.)
Transcrito do livro “Instruções
de Allan Kardec ao Movimento
Espírita” Ed. FEB
O Espiritismo é uma religião?
ALEXANDRE
CUMINO
“Fanus” vem do gre-
go e quer dizer tem-
plo, o fanático é a-
quele que “trocou”
Deus pelo templo. A
adoração dele já não
é para Deus e sim para “coisas” do
Templo em si. É a pessoa apegada ao
meio e não ao fim pelo qual este meio
busca alcançar.
Ele se prende entre procedimentos
rituais, dogmas e tabus. O Fanático
além de não pensar em outra coisa,
senão no “Templo” com suas “regras”
também crê que sua religião é melhor
que as outras.
O fanático quer converter a todos
e salvar o mundo com sua religião, a
única que tem condições para isto. O
fanatismo é um vício no campo da Fé.
O Templo é algo que faz parte da
religião, mas não é a religião.
No templo se criam dogmas e ta-
bus, na religião de Umbanda não, pois
não está instituída, não responde a
uma instituição. O que dá uma grande
liberdade a seus praticantes que de-
vem seguir sim a ética e o bom senso,
pois esta sim é a Lei da Umbanda.
Seja livre, a Umbanda é livre, tanto
que é quase uma “não-religião” ou uma
“anti-religião”. Muitos são Católicos e
freqüentam a Umbanda, muitos são es-
píritas e praticam a Umbanda, outros
são de nação e trabalham na Um-
banda...
Podemos ser Umbandistas e fre-
qüentar outras religiões e cultos, a Um-
UMBANDISTA SIM, FANÁTICO NÃO!
banda reconhece todos os caminhos que
levam a Deus.
Umbanda é mais do que uma reli-
gião, é uma forma de pensar e viver.
Para mim “Umbanda é Universalismo
prático”. Ser Umbandista é ter o pé no
chão e a cabeça aberta a tudo.
Religião não é um conjunto de re-
gras, práticas, dogmas e tabus... reli-
gião é uma experiência concreta com o
Sagrado, Religião é o ato de se religar
a Deus. Religião é algo ligado ao sentir,
o que se busca na religião transcende
o intelecto.
O pensar é algo bom, intelectualizar
nem sempre é bom, muita coisa foi feita
para sentir e não para se entender.
Quando encontrar Deus nas outras
religiões e muito mais do que isso,
quando encontrá-lo nas pessoas com
quem convive, independente de sua
crença, quando encontrá-lo dentro de
você, então estará encontrando a
Umbanda.
S
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -9
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Ipiranga - Tel. (11) 6161- 5957
P. S. E Águas de Luz
Ministrante: Maria C. Nascimento (28)
Rua Prof. Aprigio Gonzaga, 725
Metrô São Judas - Tel: 5573-3852
Nucleo De Magia Divina Abracadabra
Ministrante: Elizabeth Bretzel (244)
Rua Vieira de Morais, 103 - Cpo Belo
tel: 5542-1374 5073-5872
Núcleo Caboclo Flecha Certeira e Pai
Manuel de Arruda
Ministrante: Paulo Sergio Ludogero (27)
Rua Dr. Victor Eugenio do Sacramento
260 - Jabaquara - Tel: (11) 5012-0926
Fundação Cacique Cobra Coral
Ministrante: Jorge Scritori (221)
Av. Tiradentes, 1290 - Metrô Armênia
Tel. 3313-6751
Casa Sara Kali
Ministrante: Eden Carlos da Silva (14)
Rua Padre Saboya de Medeiros, 729 -
Vila Maria Alta - Tel 6987-0906
PATHSHALA Tratamentos Alternativos
Ministrante: Maria do C. D.França (281)
Rua Francisca Biriba, 14d - Santana
(zona Norte) - Tel: 6950-5027
Templo da Luz Dourada
Ministrante: Mônica Berezutchi (255)
Av. Vila Ema 3593 – Vila Ema
Tel: (11) 6102-4087
Núcleo de Umbanda Caboclo Pena
Branca e Caboclo Flecha Ligeira
Ministrante: Manuel Costa (183)
Rua Natal 486 B 1 - Mooca
tel: 9578-1903 (Rosane)
Fraternidade Espírita Umb.
Preto Velho Pai João
Ministrante: Iara Fátima Drimel (197)
Av. Mutinga, 2713 fds. - Pirituba
Tel: 3906-8677
ARQUEIROS DO SABER E DA LUZ
Ministrante: Irene Mueller(166)
Trav. Álvaro Medina, casa 03 -
Água Branca - Tel: 3864-5882
MOGI DAS CRUZES
Tenda Holística Caboclo Tupinambá
Ministrante: Nilson de Oliveira (203)
Av. Presidente Getúlio Vargas 966
Bairro Mogi Moderno -
tel: 4799-9862 7121-4422
SUZANO
Nucleo Umbandista e Espiritualista Pai
Ogum e Caboclo 7 Flechas
Ministrante: Antonio C. Gomes (80)
Rua Maria de Lourdes M. Vieira, 429 -
Pq. Maria Helena - Tel: 4748-6535
SÃO BERNARDO DO CAMPO
Templo de Doutrina Umbandista
Pai Oxalá - Pai Ogum
Ministrante: Mercedes Soares (39)
Rua Tietê, 600 - Vila Vivaldi
Tel: (11) 4365-1108
JUNDIAÍ
Ministrante: Savério Spina (130)
Estrada da Bragantina - KM 8
Campo Limpo Paulista - Jundiaí
Tel. (11) 7839-6542
Colégio de Umbanda Sagrada de Jundiaí
Ministrante: Daniel Augusto Sossi (154)
Rua João Kross 79 – Vila Viotto – Jundiaí
Tel: (11) 9685-1005
Guardiões da Luz Divina
Ministrante: Lúcia Castro (258)
Rua Dom Jose Gaspar 243
Vila Rio Branco - Tel: (11) 9605-4181
LITOTERAPIA
SANTOS
Terreiro Divindades de Olorum
Ministrante: Sidney Rodrigues (58)
Rua Lucas Fortunato, 185
Vila Matias - Santos - SP
Tel: (13) 3273-4187 (parte da manhã)
PRAIA GRANDE
Núcleo de Magia Divina Praia Grande
Ministrante: Laura Costa (225)
Rua Olga Colli, 119
Aviação - Praia Grande
Tel: (13) 3596-6873 (13) 9135-8261
ITANHAÉM
Espaço Holístico Hórus
Ministrante: Marcos C. Mozol (155)
R: Leão XIII, 762 — Suarão
Tel: (13) 9122-0044 (Deise)

MONGAGUÁ
Núcleo de Magia Divina 7 Espadas
Ministrante: Marcos C. Mozol (155)
R: Canadá 28 — Jd. Vera Cruz
Tel: (13) 9122-0044 (Deise)
Colégio de Umbanda
Sagrada - Bauru
BAURU - 05/08: MAGIA DIVINA
DAS SETE CHAMAS SAGRADAS
Horário: 20h00 às 22h00
Local: Colégio de Umbanda Sagrada -
Rua Albuquerque Lins, 6-24, Falcão.
Informações: (14) 3011-1499
SÃO PAULO:
28/07: MAGIA DAS OFERENDAS
Horário: 13h00 às 16h30
Local: Fundação Cacique Cobra Coral -
Av. Tiradentes, 1290, ao lado do metrô
Armênia Tel. (11) 3313-6751
VILA VELHA - ES:
22/07: MAGIA DAS OFERENDAS
Horário - 9h30 às 13h30
Local: Instituto Cultural Aruanda - ES -
Rua Monte Sinai, s/nº, (casa verde)
Vale Encantado
Tels: (27) 3339-7503/ 9989-0159
18/08: MAGIA DIVINA DAS
SETE CHAMAS SAGRADAS
Horário: 13h às 17h30
Local: Instituto Cultural Aruanda - ES -
Rua Monte Sinai, s/nº, (casa verde)
Vale Encantado
Tels.: (27) 3339-7503/ 9989-0159
19/08: TEOLOGIA DE UMBANDA
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Horário: 9h30 às 17h00
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1) A Origem dos Orixás
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JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -3
LIÇÕES DE VIDA
uma sala de aula, uma das
crianças perguntou à profes-
sora:
- Professora o que é o amor?
Ciente da importância da resposta
que deveria dar, a professora apro-
veitou o intervalo para o recreio e pe-
diu que cada aluno trouxesse, no re-
torno, algo que expressasse nele um
sentimento de amor.
Ao voltarem, a professora pediu
que cada um mostrasse o que cada um
trouxera:
- Eu trouxe esta flor, não é linda? -
disse a primeira criança.
- Eu trouxe esta borboleta. Vou
colocá-la em minha coleção. - disse a
segunda.
- Eu trouxe este filhote de passa-
rinho. Ele havia caído do ninho junto
com outro irmão. Não é bonitinho? -
disse a terceira criança.
E assim as crianças iam mostrando
o que tinham trazido, cada uma mais
contente que a outra. Aí, a professora
notou, no fundo da sala, uma criança
O que é o amor?
que tinha ficado quieta o tempo todo,
vermelha de vergonha, pois nada havia
trazido. A professora então se dirigiu a
ela e perguntou:
- Meu bem, por que você não
trouxe nada?
A criança ameaçando o choro res-
pondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor, sen-
ti o perfume e pensei em arrancá-la,
mas fiquei com pena de matá-la e deixei
para trás. Depois, vi também a borbo-
leta, linda, colorida, parecia tão feliz
voando que não tive coragem de apri-
sioná-la. Vi também o passarinho caído,
mas olhei para o ninho e vi sua mãe
olhando tão triste, que resolvi devolvê-
lo ao ninho. Portanto, trouxe o que
não posso lhe dar: O perfume da flor, a
liberdade da borboleta e a gratidão que
senti no olhar da mãe do passarinho.
Foi por isso que não trouxe nada.
A professora agradeceu e deu
àquela criança a nota máxima.
O amor verdadeiro é o que
trazemos no coração.

Fonte: “Parábolas Eternas” Ed. Soler
N
egundo o vernáculo, pedreiro é:
aquele que executa trabalhos de
alvenaria (tijolos, pedras, etc.).
Não vou falar sobre a construção de
templos Umbandistas nem daqueles
que os constroem, falarei de uma cate-
goria de pessoas que ao contrário dos
pedreiros, não constroem mas querem
destruir por meio da falácia e da enge-
nharia lingüística, do ataque sistemá-
tico, da calúnia e do engodo, quem
quer que pense ou atue diferente deles.
Falarei de quem atira pedras. Sim,
eles mesmos. Usarei, portanto, uma
expressão idiomática que, com a licen-
ça que peço ao vernáculo, defino como:
“Aqueles que atiram pedras nos outros
por não poderem, ou não consegui-
rem, fazer ou realizar o mesmo que os
seus opostos”. Tudo bem! Agora que
já despejei o meu excesso de bílis, ex-
plicarei melhor o meu raciocínio.
Como espíritos em evolução temos
tendência a precipitação, a falta de
compreensão, a intolerância, a influ-
ência de outros e até a maldade. Abor-
do este assunto por observar que mui-
tos irmãos nossos não compreendem o
modelo de cursos pagos, e fazem assim
críticas precipitadas.
Peço que voltem ao início do texto
e percebam que usei de palavras duras
e até de sarcasmo. Me apropriei do idio-
ma para atacar quem pensa diferente
de mim, e tive uma postura dura e in-
flexível para com meus opostos de ideal.
Resumo da atitude:
Fiz tudo errado!
Certamente ao pensar melhor no
assunto ponderei que esses nossos ir-
mãos (os chamo de irmãos pois é o que
são: meus irmãos), tem o direito a opi-
nião contrária. Ter divergências quan-
to a doutrina e a forma de ensinar são
caminhos para todos evoluirmos, ten-
tando entender que quem cobra pelos
cursos tem seus custos de pesquisa,
tempo, espaço físico, dedicação, ma-
terial, aluguel, água, luz, telefone, hora
trabalho, lembrando também que os
ministrantes dos cursos trabalham reli-
giosamente de forma gratuita, aten-
Pedreiros na Umbanda
dendo assim as necessidades daqueles
que os procuram.
Respeitando a Umbanda como reli-
gião traçamos um comparativo com ou-
tras religiões, ressaltando que todas,
sem excessão, possuem suas escolas
preparatórias para que a religião seja
representada de forma eficaz e profis-
sional, lembrando que a lingüística, a
argumentação, o conhecimento teórico
prático e experimental necessitam de
prévia preparação. Certamente não
existe nenhum Padre, Pastor ou Rabino
que nunca precisou de preparação.
Peço a todos os que divergem destes
argumentos que ponderem, reflitam,
procurem entender e se possí vel
venham conhecer o tamanho
deste trabalho e os benefícios
advindos dele.
O respeito a individualidade e
ao l i vre pensamento são
responsabilidades inerentes a
qualquer religioso e principalmente
aos Umbandi stas, poi s
pessoalmente me orgulho muito
desta Religião que acolhe a todos,
não discrimina (haja visto nossos
guias: Índios, Negros, Jagunços,
etc... ) e aceita elementos de
outras religiões.
Livres de conceitos pessoais certa-
mente será mais fácil avaliar a funcio-
nalidade deste trabalho e principal-
mente que não nos arrogarmos donos
da Umbanda, nem tampouco detento-
res do saber religioso, mas sim que so-
mos dedicados ao conhecimento e ao
crescimento de nossa amada Umbanda.
A partir deste momento vamos
construir mais, destruir menos e criticar
de uma maneira positiva, pois a crítica
positiva é sempre bem vinda e nos faz
crescer e aprimorar nossos métodos, e
não podemos nos esquecer que quem
bate deve estar preparado para apa-
nhar. Um abraço fraterno.
JORGE SCRITORI
E HANS BONFÁ
WAGNER
BORGES
H
Regeneração
ouve um tempo
em que fomos
iniciados nas artes do
espírito. Penetramos
nas brumas dos mis-
térios e levantamos o
véu das ilusões. Ficamos frente a
frente com a Luz! E descobrimos o
mistério de nós mesmos.
O olho espiritual devassou os Pla-
nos Invisíveis e nos mostrou a Luz
Perene. Foi-nos revelada a Sabedoria
Arcana, e Ela era puro amor sereno.
Em sua presença solene, nossas pos-
turas equivocadas e nossas emoções
enferrujadas morreram... dissolvidas
na Luz. Despojados de nossa antiga
arrogância, renascemos... dourados
de Amor Sereno!
O ferro sujo (o Eu antigo, medroso
e tristonho) se dissolveu... E, em seu
lugar, surgiu o Ser Dourado (O Novo
Homem) renascido das entranhas de si
mesmo e iniciado na Consciência Uni-
versal. Expostos à Luz Suprema, nus,
em Espírito e Verdade, juramos seguir
os desígnios Superiores de Liberdade,
Igualdade e Fraternidade.
Sim, houve um tempo em que fomos
iniciados juntos, em Espírito e Verdade.
Porém, não conseguimos aplicar na vida
e em nossas relações com os outros,
aquilo que a Luz nos ensinou. Permiti-
mos que o nosso discernimento fosse
engolfado pelas emoções pesadas e
por energias mesquinhas.
Gradativamente, sob o domínio das
ilusões, fomos enferrujando novamen-
te... Então, os nossos ideais espirituais
foram manchados pelo sangue de nos-
sas espadas. A senda iniciática, que
tanto prezávamos, foi inundada de san-
gue e violentada pelos nossos atos
violentos e sem méritos.
Lentamente, essa Luz foi sumindo
dentro de nossas emoções violentas.
Felizmente, a Justiça Cósmica nos
prendeu inexoravelmente em sua imen-
sa teia cármica. Sob sua ação depu-
rativa, a dor se fez presente em nos-
sos caminhos. Acicatados pelos de-
senganos e posturas equivocadas,
lambemos nossas feridas e choramos
a dor da queda no profano. Na ver-
dade, profanamos a nós mesmos e pi-
samos em cima de nossos ideais, cheios
de empáfia e de falsa glória.
Contudo, a Luz não estava morta
dentro de nós. Paciente, ela nos espe-
rou em segredo. Ela sabia que em nos-
sa queda estava o embrião de uma
grande lição e a possibilidade do re-
começo. Serenamente, ela viu o tempo
e o carma operarem seu trabalho de
regeneração em nós...
A Roda da Vida girou, o tempo
passou, e estamos juntos novamente.
Os ensinamentos herméticos do Antigo
Egito e da Grécia Antiga, a Espiri-
tualidade dos Rishis da Velha Índia, a
Sabedoria do Tibet e da China ime-
morável, a honra e a lealdade dos ini-
ciados celtas da Velha Europa, os amo-
res e as dores do passado, tudo isso
vive em nós.
Tomara que, dessa vez, nós seja-
mos dignos dos valores espirituais que
esposamos. Oxalá, que a ferrugem se
dissolva novamente, e que brilhe em
nós aquele amor sereno, como antes,
naquel e tempo bom, em nossos
pensamentos, sentimentos e atitudes.
Sim, estamos juntos na Luz! Mais uma
vez...
(Essas linhas são dedicadas ao mestre
búlgaro Omraam Mikhael Aivanhov).
S
No próximo dia 1 de Agosto à partir
das 20h30 WAGNER BORGES estará
ministrando uma PALESTRA GRATUITA
sob o tema “Viagem Astral” no
Colégio de Umbanda
Sagrada Pena Branca à
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(11) 5072-2112- das 9h às 17h
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Página -10 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
Página -2 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007
Muito mais que um jornal - A sua religião em fascículos...
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religião, divulgando material teológico e unificando a comunidade Umbandista.
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nos ajudar a amar o próximo como à nos mesmos. Encontramos
na Umbanda a mensagem de Cristo, Buda, Krishna, Mohamed,
Moisés, Abraão, Ramakrishna, Vivekananda, Lao-Tsé e todos os
outros Mestres da humanidade, pois Todos somos UM; UM em
UMA BANDA.
JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007 Página -11
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JOÃO
BOIADEIRO
POR ALEXANDRE CUMINO
O boiadeiro é o valente, o
forte, aquele que nos protege
e defende de todo o mal. São
diretos e de poucas palavras,
com algumas exceções.
Trabalham duro e de forma
ativa costumam conduzir os
espíritos perdidos (eguns) e
encaminhá-los.
A Linha dos Boiadeiros na
Umbanda não é tão conhecida
como a linha dos Caboclos ou
Pretos Velhos, esta é uma Linha
até considerada como “auxiliar”
para muitos.
Os Boiadeiros fazem um ex-
celente trabalho de limpeza e
descarrego de energias nega-
tivas. Podemos dizer que eles
nos trazem uma forma popular
de manifestar a fé.
Entre os que chamamos de
Boiadeiros encontramos tam-
bém Romeiros, Tropeiros e até
Pantaneiros. O que os une é a
forma de trabalhar e a afinidade
de vibração.
Mui tos trabal hadores da
esquerda encontram um
caminho de trabalhar na direita
através desta Linha.
Página -12 JORNAL DE UMBANDA SAGRADA - JULHO/2007