You are on page 1of 7

MÓDULO TEÓRICO AFT

ECA
Cristiane Dupret
1
ATUAÇÃO DO AUDITOR FISCAL

Quanto à atuação dos agentes da inspeção, a Lei
n.º 10.593/02 reestruturou a carreira dos
auditores, transformando em cargo de Auditor
Fiscal do Trabalho, na Carreira Auditoria Fiscal
do Trabalho, os antigos cargos de Fiscal do
Trabalho; de Assistente Social, encarregado da
fiscalização do trabalho da mulher e do menor;
de Engenheiros e Arquitetos, com a
especialização prevista na Lei n.º 7.410/85,
encarregados da fiscalização da segurança no
trabalho; e do Médico do Trabalho, encarregado
da fiscalização das condições de salubridade do
ambiente laboral.

Art. 10. São transformados em cargo de Auditor-
Fiscal do Trabalho, na Carreira Auditoria-Fiscal
do Trabalho, os seguintes cargos efetivos do
quadro permanente do Ministério do Trabalho e
Emprego:



PONTOS DE IMPORTÂNCIA PARA A PROVA:

BANCA ESAF

- NORMAS DE SEGURANÇA
- PROTEÇÃO INTEGRAL
- TRABALHO DO MENOR
(ECA, CLT, Convenções Internacionais)


CONSTITUIÇÃO FEDERAL – ARTIGO 7º,
XXXIII

Menores de 18 anos – Proibição de trabalho
noturno, insalubre e perigoso

Menores de 16 anos – Proibição de qualquer
trabalho, salvo a partir de 14 anos na condição
de aprendiz

PORTARIA Nº 88, DE 28 DE ABRIL DE 2009

A Secretária de Inspeção do Trabalho, no uso
das atribuições que lhes são conferidas pelo
inciso I do artigo 405 da Consolidação das Leis
do Trabalho - CLT, resolve:

Art. 1º Para efeitos do art. 405,
inciso I, da CLT, são considerados
locais e serviços perigosos ou
insalubres, proibidos ao trabalho
do menor de 18 (dezoito) anos, os
descritos no item I - Trabalhos
Prejudiciais à Saúde e à
Segurança, do Decreto nº 6.481,
de 12 de junho de 2008, que
publicou a Lista das Piores Formas
do Trabalho Infantil.

Decreto 6.481/08 – Principais disposições

A classificação específica dos locais ou serviços
como perigosos ou insalubres decorre do
princípio da proteção integral à criança e ao
adolescente, não sendo extensiva aos
trabalhadores maiores de 18 anos.

Os trabalhos técnicos ou administrativos serão
permitidos, desde que realizados fora das áreas
de risco à saúde e à segurança.
A proibição poderá ser elidida por meio de
parecer técnico circunstanciado, assinado por
profissional legalmente habilitado em segurança
e saúde no trabalho, que ateste a não-exposição
a riscos que possam comprometer a saúde e a
segurança dos adolescentes, o qual deverá ser
depositado na unidade descentralizada do
Ministério do Trabalho e Emprego da
circunscrição onde ocorrerem as referidas
oportunidades.

Sempre que houver controvérsia quanto á efetiva
proteção dos adolescentes envolvidos nas










MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
2
atividades constantes do referido parecer, o
mesmo será objeto de análise por Auditor-Fiscal
do Trabalho, que tornará as providências legais
cabíveis.

Para fins de aplicação das alíneas “a”, “b” e “c”
do artigo 3o da Convenção no 182, da OIT,
integram as piores formas de trabalho infantil:

I - todas as formas de escravidão ou práticas
análogas, tais como venda ou tráfico, cativeiro ou
sujeição por dívida, servidão, trabalho forçado ou
obrigatório;
II - a utilização, demanda, oferta, tráfico ou
aliciamento para fins de exploração sexual
comercial, produção de pornografia ou atuações
pornográficas;
III - a utilização, recrutamento e oferta de
adolescente para outras atividades ilícitas,
particularmente para a produção e tráfico de
drogas; e
IV - o recrutamento forçado ou compulsório de
adolescente para ser utilizado em conflitos
armados.

ATENÇÃO:

Entre as atividades elencadas, estão as que se
referem aos serviços domésticos. Isso porque os
jovens que trabalham nestas atividades estão
sujeitos, por exemplo, a esforços físicos intensos;
isolamento; abuso físico, psicológico e sexual;
longas jornadas de trabalho; trabalho noturno;
calor; exposição ao fogo, posições ante
ergonômicas e movimentos repetitivos, podendo
comprometer o processo de formação social e
psicológica.
O trabalho a partir de 16 anos fica autorizado
apenas em situações onde os adolescentes não
estejam expostos a riscos comprometedores à
saúde, à segurança e à moral. Portanto, a faixa
entre 16 e 18 anos, que antes podia trabalhar
como doméstico, fica proibida a partir deste
decreto presidencial.

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
LEI 8.069/90





AÇÃO CIVIL PÚBLICA
DIREITOS TRABALHISTAS
MENOR

Estatuto da Criança e do Adolescente
Art. 201. Compete ao Ministério Público:
(...)
V - promover o inquérito civil e a ação civil pública
para a proteção dos interesses individuais,
difusos ou coletivos relativos à infância e à
adolescência, inclusive os definidos no art. 220, §
3º inciso II, da Constituição Federal;

Art. 210. Para as ações cíveis fundadas em
interesses coletivos ou difusos, consideram-se
legitimados concorrentemente:
I - o Ministério Público;
II - a União, os estados, os municípios, o Distrito
Federal e os territórios;
III - as associações legalmente constituídas há
pelo menos um ano e que incluam entre seus fins
institucionais a defesa dos interesses e direitos
protegidos por esta Lei, dispensada a autorização










MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
3
da assembléia, se houver prévia autorização
estatutária.

§ 1º Admitir-se-á litisconsórcio facultativo entre os
Ministérios Públicos da União e dos estados na
defesa dos interesses e direitos de que cuida
esta Lei.
§ 2º Em caso de desistência ou abandono da
ação por associação legitimada, o Ministério
Público ou outro legitimado poderá assumir a
titularidade ativa.

Art. 148. A Justiça da Infância e da Juventude é
competente para:
(...)
IV - conhecer de ações civis fundadas em
interesses individuais, difusos ou coletivos afetos
à criança e ao adolescente, observado o disposto
no art. 209;

Art. 209. As ações previstas neste Capítulo serão
propostas no foro do local onde ocorreu ou deva
ocorrer a ação ou omissão, cujo juízo terá
competência absoluta para processar a causa,
ressalvadas a competência da Justiça Federal e
a competência originária dos tribunais superiores.

ENTENDIMENTO DO TST:

“AÇÃO CIVIL PÚBLICA. MINISTÉRIO PÚBLICO
DO TRABALHO.
LEGITIMIDADE ATIVA. DIREITOS INDIVIDUAIS
HOMOGÊNEOS. INTERESSES RELATIVOS À
CRIANÇA E AO ADOLESCENTE.
Tem legitimidade o Ministério Público do Trabalho
para propor ação civil pública, visando tutelar
direitos em favor das crianças e adolescentes.
Tal é a hipótese sob exame, em que o Parquet
Trabalhista persegue a condenação da
reclamada, ante a constatação por Inquérito Civil
Público da utilização ilegal de mão-de-obra
infantil.
A legitimidade alcança os direitos individuais
homogêneos, que, na dicção da jurisprudência
corrente do excelso Supremo Tribunal Federal,
nada mais são senão direitos coletivos em
sentido lato, uma vez que todas as formas de
direitos metaindividuais (difusos, coletivos e
individuais homogêneos), passíveis de tutela
mediante ação civil pública, são coletivos.
Imperioso observar, apenas, em razão do
disposto no artigo 127 da Constituição Federal,
que o direito individual homogêneo a ser tutelado
deve revestir-se do caráter de indisponibilidade.”
(RR – 334/1999-411-02-00 - PUBLICAÇÃO: DJ –
06/09/2007 – TST – 1ª. Turma)


A Declaração Universal dos Direitos Humanos
das Nações Unidas destaca o direito à educação,
proclamando que:

“Toda pessoa tem direito à educação. A
educação deve ser gratuita, ao menos no que
concerne à instrução elementar e fundamental. A
instrução elementar será obrigatória. A instrução
técnica e profissional haverá de ser universal...”

CONVENÇÃO 138 – OIT
Convenção sobre Idade Mínima de Admissão
ao Emprego

Promulgada no Brasil pelo Decreto 4.134/02, que
também promulgou a Recomendação 146 da
OIT.










MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
4
Alguns aspectos importantes da Convenção:
Os dispositivos desta Convenção serão
aplicáveis, no mínimo, a: mineração e pedreira;
indústria manufatureira; construção; eletricidade,
água e gás; serviços sanitários; transporte,
armazenamento e comunicações; plantações e
outros empreendimentos agrícolas de fins
comerciais, excluindo, porém, propriedades
familiares e de pequeno porte que produzam
para o consumo local e não empreguem
regularmente mão-de-obra remunerada.

Artigo 1º
Todo País-Membro em que vigore esta
Convenção, compromete-se a seguir uma política
nacional que assegure a efetiva abolição do
trabalho infantil e eleve progressivamente, a
idade mínima de admissão a emprego ou a
trabalho a um nível adequado ao pleno
desenvolvimento físico e mental do adolescente.

Artigo 2º
... 3. A idade mínima fixada nos termos
do parágrafo 1º deste Artigo não será inferior à
idade de conclusão da escolaridade obrigatória
ou, em qualquer hipótese, não inferior a quinze
anos.
4. Não obstante o disposto no Parágrafo 3º deste
Artigo, o País-membro, cuja economia e
condições do ensino não estiverem
suficientemente desenvolvidas, poderá, após
consulta às organizações de empregadores e de
trabalhadores concernentes, se as houver,
definir, inicialmente, uma idade mínima de
quatorze anos.

Artigo 6º
Esta Convenção não se aplicará a trabalho feito
por crianças e adolescentes em escolas de
educação vocacional ou técnica ou em outras
instituições de treinamento em geral ou a
trabalho feito por pessoas de no mínimo quatorze
anos de idade em empresas em que esse
trabalho for executado dentro das condições
prescritas pela autoridade competente, após
consulta com as organizações de empregadores
e de trabalhadores concernentes, onde as
houver, e constituir parte integrante de:

a) curso de educação ou treinamento pelo qual é
principal responsável uma escola ou instituição
de treinamento;
b) programa de treinamento principalmente ou
inteiramente executado em uma empresa, que
tenha sido aprovado pela autoridade competente,
ou
c) programa de orientação vocacional para
facilitar a escolha de uma profissão ou de um tipo
de treinamento.

Artigo 7º
1. As leis ou regulamentos nacionais
poderão permitir o emprego ou trabalho a
pessoas entre treze e quinze anos em serviços
leves que:
a) não prejudiquem sua saúde ou
desenvolvimento, e
b) não prejudiquem sua frequência escolar,
sua participação em programas de orientação
vocacional ou de treinamento aprovados pela
autoridade competente ou sua capacidade de se
beneficiar da instrução recebida.

2. As leis ou regulamentos nacionais poderão
também permitir o emprego ou trabalho a
pessoas com, no mínimo, quinze anos de idade e
que não tenham ainda concluído a escolarização
obrigatória em trabalho que preencher os
requisitos estabelecidos nas alíneas a) e b) do
parágrafo 1º deste Artigo.
3. A autoridade competente definirá as
atividades em que o emprego ou trabalho poderá
ser permitido nos termos dos parágrafos 1º e 2º
deste Artigo e estabelecerá o número de horas e
as condições em que esse emprego ou trabalho
pode ser desempenhado.

4. Não obstante o disposto nos parágrafos 1º e 2º
deste Artigo, o País-membro que se tiver servido
das disposições do parágrafo 4º do Artigo 2º
poderá, enquanto continuar assim procedendo,
substituir as idades de treze e quinze anos pelas
idades de doze e quatorze anos e a idade de
quinze anos pela idade de quatorze anos dos
respectivos Parágrafos 1º e 2º deste Artigo.

CONVENÇÃO 182 – OIT










MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
5
Convenção sobre a Proibição das Piores
Formas de Trabalho Infantil e a Ação Imediata
para a sua Eliminação

A Convenção 182 foi promulgada no Brasil pelo
Decreto 3.597/00, que também promulgou a
Recomendação 190 da OIT.
Vejamos alguns aspectos importantes da
Convenção:

Artigo 2
Para efeitos da presente Convenção, o termo
"criança" designa toda pessoa menor de 18 anos.

Artigo 3
Para efeitos da presente Convenção, a
expressão "as piores formas de trabalho infantil"
abrange:
a) todas as formas de escravidão ou práticas
análogas à escravidão, tais como a venda e
tráfico de crianças, a servidão por dívidas e a
condição de servo, e o trabalho forçado ou
obrigatório, inclusive o recrutamento forçado ou
obrigatório de crianças para serem utilizadas em
conflitos armados;
b) a utilização, o recrutamento ou a oferta de
crianças para a prostituição, a produção de
pornografia ou atuações pornográficas;
c) a utilização, recrutamento ou a oferta de
crianças para a realização para a realização de
atividades ilícitas, em particular a produção e o
tráfico de entorpecentes, tais com definidos nos
tratados internacionais pertinentes; e,
d) o trabalho que, por sua natureza ou pelas
condições em que é realizado, é suscetível de
prejudicar a saúde, a segurança ou a moral das
crianças.

Artigo 7
1. Todo Membro deverá adotar todas as
medidas necessárias para garantir a aplicação
efetiva e o cumprimento dos dispositivos que
colocam em vigor a presente Convenção,
inclusive o estabelecimento e a aplicação de
sanções penais ou outras sanções, conforme o
caso.
2. Todo Membro deverá adotar, levando em
consideração a importância para a eliminação de
trabalho infantil, medidas eficazes e em prazo
determinado, com o fim de:

a) impedir a ocupação de crianças nas piores
formas de trabalho infantil;
b) prestar a assistência direta necessária e
adequada para retirar as crianças das piores
formas de trabalho infantil e assegurar sua
reabilitação e inserção social;
c) assegurar o acesso ao ensino básico gratuito
e, quando for possível e adequado, à formação
profissional a todas as crianças que tenham sido
retiradas das piores formas de trabalho infantil;
d) identificar as crianças que estejam
particularmente expostas a riscos e entrar em
contato direto com elas; e,
e) levar em consideração a situação particular
das meninas.

Estatuto da Criança e do Adolescente
Direito à Profissionalização e Proteção ao
Trabalho

Premissas básicas para o entendimento das
normas relacionadas ao trabalho do menor:

Até os 18 anos, o menor depende de autorização
de seu responsável legal para contratar trabalho.
Aos 18 anos, já é lícito contratar diretamente,
adquirindo, portanto, plena capacidade
trabalhista.

No Direito do Trabalho, a incapacidade absoluta
estende-se até os dezesseis anos.
Com esta idade, o menor pode praticar certos
atos, como celebrar contrato de trabalho ou
distratar, firmar recibo de pagamento e pactuar
alterações relativas ao contrato de trabalho (art.
402/CLT e art. 439/CLT). Entretanto, para
ingressar com reclamatória trabalhista na Justiça
do Trabalho, por exemplo, precisa haver a
representação de seu responsável legal.
A incapacidade relativa é a que ocorre entre os
dezesseis e dezoito anos, período este em que o
trabalhador precisa ser assistido, como no caso
de quitação das verbas rescisórias.

Vejamos agora as disposições do ECA (Estatuto
da Criança e do Adolescente):











MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
6
Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores
de quatorze anos de idade, salvo na condição de
aprendiz.

Art. 61. A proteção ao trabalho dos adolescentes
é regulada por legislação especial, sem prejuízo
do disposto nesta Lei.

Art. 62. Considera-se aprendizagem a formação
técnico-profissional ministrada segundo as
diretrizes e bases da legislação de educação em
vigor.

Art. 63. A formação técnico-profissional
obedecerá aos seguintes princípios:

I - garantia de acesso e frequência obrigatória ao
ensino regular;
II - atividade compatível com o desenvolvimento
do adolescente;
III - horário especial para o exercício das
atividades.

Art. 64. Ao adolescente até quatorze anos de
idade é assegurada bolsa de aprendizagem.

Art. 65. Ao adolescente aprendiz, maior de
quatorze anos, são assegurados os direitos
trabalhistas e previdenciários.

Art. 66. Ao adolescente portador de deficiência é
assegurado trabalho protegido.

Art. 67. Ao adolescente empregado, aprendiz, em
regime familiar de trabalho, aluno de escola
técnica, assistido em entidade governamental ou
não-governamental, é vedado trabalho:

I - noturno, realizado entre as vinte e duas horas
de um dia e as cinco horas do dia seguinte;
II - perigoso, insalubre ou penoso;
III - realizado em locais prejudiciais à sua
formação e ao seu desenvolvimento físico,
psíquico, moral e social;
IV - realizado em horários e locais que não
permitam a frequência à escola.

Art. 68. O programa social que tenha por base o
trabalho educativo, sob responsabilidade de
entidade governamental ou não-governamental
sem fins lucrativos, deverá assegurar ao
adolescente que dele participe condições de
capacitação para o exercício de atividade regular
remunerada.

§ 1º Entende-se por trabalho educativo a
atividade laboral em que as exigências
pedagógicas relativas ao desenvolvimento
pessoal e social do educando prevalecem sobre
o aspecto produtivo.
§ 2º A remuneração que o adolescente recebe
pelo trabalho efetuado ou a participação na
venda dos produtos de seu trabalho não
desfigura o caráter educativo.

Art. 69. O adolescente tem direito à
profissionalização e à proteção no trabalho,
observados os seguintes aspectos, entre outros:

I - respeito à condição peculiar de pessoa em
desenvolvimento;
II - capacitação profissional adequada ao
mercado de trabalho.













MÓDULO TEÓRICO AFT
ECA
Cristiane Dupret
7
Destaques:








Extinção do contrato de aprendizagem:

O contrato de aprendizagem extinguir-se-á no
seu termo ou quando o aprendiz completar 24
(vinte e quatro) anos, ou de forma antecipada nas
seguintes hipóteses:

I – desempenho insuficiente ou inadaptação do
aprendiz;
II – falta disciplinar grave;
III – ausência injustificada à escola que implique
perda do ano letivo;
IV – a pedido do aprendiz.