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1.

Equações de Balanço em Coordenadas
Cílíndricas
A partir da forma vetorial geral das equações de balanço necessárias
para a descrição de um fuido em escoamento, ou seja, as equações da
continuidade, do movimento e da energia, podem-se obter as principais
equações necessárias para a descrição de um fuido em escoamento através
de um duto. ara tal, é necessário, primeiramente, reescrev!-las em
coordenadas cil"ndricas.
1.1. Equação da Continuidade
A partir da sua forma vetorial ( ) v ρ ⋅ ∇ − ·

ρ ∂
t

e da forma cil"ndrica do operador divergente de um campo vetorial#
( )
( )
z
v v
r
1
r
v r
r
1
z r


+
θ ∂

+


· ⋅ ∇
θ
v ,
a equação da continuidade pode ser reescrita na forma de coordenadas
cil"ndricas#
$quação da continuidade em
coordenadas cil"ndricas
1.2. Equação do Movimento
A partir da sua forma vetorial
( )
( ) ( ) ( ) g
T
ρ + ⋅ ∇ − ⋅ ∇ − ⋅ ∇ − ·

ρ ∂
τ δ P ρ
t
v v
v

e da forma cil"ndrica do operador divergente de um campo tensorial#
( )
( )
( )
( )
% lin&a
lin&a
r lin&a

θ ⇒

1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸


τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂
τ − τ
+

τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂
τ


τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂
· τ ⋅ ∇
θ
θ θ θ θθ θ
θθ θ
z r
1
r
r
r
1
r z r
1
r
r
r
1
r z r
1
r
r
r
1
zz z rz
r r z r
2
2
zr r rr




a equação do movimento pode ser reescrita na forma de coordenadas
cil"ndricas#
( ) ( ) ( )
) 1 . 1 (
z
v ρ v ρ
r
1
r
v ρ r
r
1
t
ρ
z r

,
_

¸
¸


+
θ ∂

+


− ·


θ
( )
( )
( )
( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
( ) ( )
( )
( )
) 2 . 1 (
g
g
g
z r
1
r
r
r
1
r z r
1
r
r
r
1
r z r
1
r
r
r
1
z
P
P
r
1
r
P
r
P r
r
1
z
v ρv v ρv
r
1
r
v ρv r
r
1
r
v ρv v ρv
z
v ρv v ρv
r
1
r
v ρv r
r
1
r
v ρv
z
v ρv v ρv
r
1
r
v ρv r
r
1
t
v
t
v
t
v
z
r
zz z rz
r r z r
2
2
zr r rr
z z z z r
r r z r
2
2
r z r r r
z
r
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸

ρ +
1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸


τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂
τ − τ
+

τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂
τ


τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂

1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸



θ ∂






1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸



+
θ ∂

+



+


+
θ ∂

+





+
θ ∂

+



·
1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸


ρ ∂

ρ ∂

ρ ∂
θ
θ
θ θ θ θθ θ
θθ θ
θ
θ θ θ θ θ θ
θ θ θ
θ






1.3. Equação da Energia
A partir da sua forma vetorial
( )
( ) [ ] ( ) ( )
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
⋅ ρ + ⋅ τ ⋅ ∇ − ⋅ ∇ −
− ⋅ ∇ −

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ
⋅ ∇ −
·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


g
q
v v v
v
P
Û
2
v
Û
2
v
t
2
2
,
e da forma cil"ndrica do operador divergente de um campo vetorial#
( )
( )
z
v v
r
1
r
v r
r
1
z r


+
θ ∂

+


· ⋅ ∇
θ
v ,
a equação da energia pode ser reescrita na forma de coordenadas
cil"ndricas#
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
( )
( )
) 3 . 1 (
g v g v g v
z
v v v
v v v
r
1
r
v v v r
r
1
z
Pv Pv
r
1
r
Pv r
r
1
z
q q
r
1
r
q r
r
1
z
v Û
2
v
v Û
2
v
r
1
r
v Û
2
v
r
r
1
Û
2
v
t
z z r r
z zz z r zr
z z r r z rz r r rr
z r z r
z
2
2
r
2
2
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
+ + ρ +
+
1
1
1
1
1
]
1

¸


τ + τ + τ ∂
+
+
θ ∂
τ + τ + τ ∂
+

τ + τ + τ ∂

,
_

¸
¸


+
θ ∂

+


,
_

¸
¸


+
θ ∂

+




1
1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ

+
θ ∂

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ

+

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


θ θ
θ θ
θ θ θθ θ θ θ
θ θ
θ



ou
( ) ( ) ( ) ( )
[ ] ( ) [ ] [ ]
( ) ¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
+ + ρ +
+
1
]
1

¸


⋅ τ ∂
+
θ ∂
⋅ τ ∂
+

⋅ τ ∂

,
_

¸
¸


+
θ ∂

+


,
_

¸
¸


+
θ ∂

+




1
1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ

+
θ ∂

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ

+

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


θ θ
θ
θ θ
θ
z z r r
z r
z r z r
z
2
2
r
2
2
g v g v g v
z r
1
r
r
r
1
z
Pv Pv
r
1
r
Pv r
r
1
z
q q
r
1
r
q r
r
1
z
v Û
2
v
v Û
2
v
r
1
r
v Û
2
v
r
r
1
Û
2
v
t
v v v


2. Simplicação das Equações de Balanço em
Coordenadas Cílíndricas para Escoamento
E!clusivamente "!ial em um #uto
$mbora &aja variação de pressão ao longo de r e ' e as componentes g
r
e g
θ
do vetor gravidade sejam diferentes de %ero, para a descrição de um
fuido em escoamento e(clusivamente a(ial em um duto, as componentes r
e ' da equação vetorial do movimento )eq. *.+, não são relevantes e não
serão objeto de estudo.
Assim, a partir da simpli-cação das formas cil"ndricas das equações da
continuidade )eq. *.*, e de energia )eq. *.., e da componente % da equação
vetorial do movimento )eq. *.+,, podem ser obtidos os respectivos balanços
ao longo de % para um fuido em escoamento e(clusivamente a(ial, ou seja,
para v
r
/ 0, v
θ
/ 0.
2.1. Equação da Continuidade
$quação da continuidade em coordenadas
cil"ndricas para um fuido em escoamento
e(clusivamente a(ial
( )
( ) 1 . 2
z
v ρ
t
ρ
z



− ·


2.2. Equação do Movimento
( ) ( ) ( )

z
zz z rz z z z
g
z r
1
r
r
r
1
z
P
z
v ρv
t
v
ρ +
,
_

¸
¸

τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂

,
_

¸
¸


,
_

¸
¸


− ·

ρ ∂
θ
$sta equação foi obtida da componente % da equação de movimento na
forma cil"ndrica )eq. *.+, e anulando-se os termos contendo v
r
e v
'
, uma ve%
que v
r
/ 0 e v
'
/ 0. odem-se anular, ainda, os termos
θ ∂
τ ∂
θz
, uma ve% que v
%
é constante ao longo de ' e
z θ
τ
/ 0, e
z
zz

τ ∂
, uma ve% que a tensão devido 1
variação de v
%
ao longo de % é muito pequena, ou seja, a componente % da
tensão sobre o plano perpendicular a % é despre%"vel )
zz
τ
2 0,. Assim a
equação acima é simpli-cada para#
( ) ( ) ( )
) 2 . 2 ( g
r
r
r
1
z
P
z
v ρv
t
v
z
rz z z z
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸


,
_

¸
¸


− ·

ρ ∂
2.3. Equação da Energia
( )
( ) ( ) ( ) ( )
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂
+
θ ∂
τ ∂
+

τ ∂

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸


+
θ ∂

+



1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


θ
θ
z z
z zz z z z rz z
z r
z
2
2
g v
z
v v
r
1
r
v r
r
1
z
Pv
z
q q
r
1
r
q r
r
1
z
v Û
2
v
Û
2
v
t



$sta equação foi obtida da equação da energia na forma cil"ndrica )eq.
*.., e anulando-se os termos contendo v
r
e v
'
, uma ve% que v
r
/ 0 e v
'
/ 0.
odem-se anular, ainda, os termos
( )
θ ∂
τ ∂
θ z z
v
, uma ve% que v
%
é constante ao
longo de ' e, conseq3entemente,
z θ
τ
/ 0, e
( )
z
v
z zz

τ ∂
, uma ve% que a tensão
devido 1 variação de v
%
ao longo de % é muito pequena, ou seja, a
componente % da tensão sobre o plano perpendicular a % é despre%"vel )
zz
τ
2
0,. Assim a equação acima é simpli-cada para#
( )
( ) ( )
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸


+
θ ∂

+



1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


θ
z z
z rz z
z r
z
2
2
g v
r
v r
r
1
z
Pv
z
q q
r
1
r
q r
r
1
z
v Û
2
v
Û
2
v
t


$sta equação pode ser novamente simpli-cada e anulando-se, ainda,
os termos
θ ∂

θ
q
, uma ve% que a temperatura não varia ao longo de ' e,
conseq3entemente,
θ
q
/ 0, e
z
q
z


, uma ve% que a transfer!ncia de calor
devido 1 variação de temperatura ao longo de % é despre%"vel )
z
q
2 0,.
Assim a equação acima é simpli-cada para#
( )
( ) ( )
) 3 . 2 (
g v
r
v r
r
1
z
Pv
r
q r
r
1
z
v Û
2
v
Û
2
v
t
z z
z rz z
r
z
2
2



¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸



1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ +
ρ


·

,
_

¸
¸
ρ +
ρ



3. $epresentação das Equações em %unção de
&a'ão m(ssica ) *+ ,ressão ),* e -emperatura
)-*
As equações +.*, +.+ e +.. podem ser rearranjadas para serem escritas
em função da 4a%ão mássica )5,, ressão ), e 6emperatura )6,. ara tal
serão usadas as seguintes relações#
1
]
1

¸

1
]
1

¸

ρ
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

− −
2
1
3
1
m
1
A
kg
m
s
kg
m
s
m
v 
, onde A é a área da seção reta do duto.
[ ]
1
]
1

¸

·
ρ
− ·
ρ
·
1
]
1

¸

1
]
1

¸

· −
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

kg
Joule P
H
ˆ
U
ˆ
: Assim

1
!
ˆ
o"#e
kg
m
!
ˆ
m
Joule
s m
m kg
P
kg
Joule
H
ˆ
kg
Joule
U
ˆ
3
3 2 2



m

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸


+

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸


·


t
$
$
H
ˆ
t
P
P
H
ˆ
t
H
ˆ
P $

,
_

¸
¸


+

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸


·


⇒ ·

,
_

¸
¸


t
$
%
t
P
P
H
ˆ
t
H
ˆ
%
$
H
ˆ
P
$
P
P

,
_

¸
¸


+

,
_

¸
¸


1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸


− ·


,
_

¸
¸


− ·

,
_

¸
¸


t
$
%
t
P
$
!
ˆ
$ !
ˆ
t
H
ˆ
$
!
ˆ
$ !
ˆ
P
H
ˆ
P
P P $
Analogamente#

,
_

¸
¸


+

,
_

¸
¸


1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸


− ·


z
$
%
z
P
$
!
ˆ
$ !
ˆ
z
H
ˆ
P
P
orém, nas equações para
z
H
ˆ


e
t
H
ˆ


, os termos contendo
P
%
e
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸



P
$
!
ˆ
$ !
ˆ
referem-se, respectivamente, 1 variação da entalpia para o gás
ideal e 1 variação da entalpia devido ao desvio da idealidade, denominada
entalpia residual. A entalpia residual pode ser obtida a partir da integração
do termo
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸



P
$
!
ˆ
$ !
ˆ
, onde !
ˆ
é calculado a partir das equações de estado
clássicas da termodin7mica, como, por e(emplo, 8oave-9edlic&-:5ong
)*;<+,, eng-9obinson )*;<=,, entre outras, das quais a >ltima é a mais
indicada para &idrocarbonetos. ? mesmo é válido para
H
ˆ
, sendo que para
este fa%-se necessário adotar um
H
ˆ
de refer!ncia para calculá-lo a partir de
re&
H
ˆ
H
ˆ
H
ˆ
− · ∆ .
3.1. Equação da Continuidade

3.2. Equação do Movimento
( )
[ ]
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

· ρ +
,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸


,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ

− ·

,
_

¸
¸

s m
'ome"to
m
(
m
P)
s m
kg
g
r
r
r
1
z
P
z
A
m
t
A
m
3 3 2 2
z
rz
2
2



3.3. Equação da Energia
[ ]
1
]
1

¸

·

,
_

¸
¸

− ·


s m
kg
z
A
m
t
ρ
3


( )
( ) ( )



¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸



1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ
/
− ρ
/
+
ρ


·

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
ρ
/
− ρ
/
+
ρ


z z
z rz z
r
z
2
2
g v
r
v r
r
1
z
Pv
r
q r
r
1
z
v
P
H
ˆ
2
v
P
H
ˆ
2
v
t

( )
( ) ( )



¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
ρ +

,
_

¸
¸

τ ∂

,
_

¸
¸



,
_

¸
¸



1
1
1
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
− +
ρ


·

,
_

¸
¸
− +
ρ


z z
z rz z
r
z
2
2
g v
r
v r
r
1
z
Pv
r
q r
r
1
z
v P H
ˆ
2
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 
 

....*. C(lculo da Entalpia $esidual a partir da Equação de Estado de
,eng.$o/inson )1012*
A partir da $quação de $stado de eng-9obinson )*;<=,#
( ) ( ) - !
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r
$
$
$ ·
@
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1
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ˆ
@ ϖé o fator ac!ntrico e 6
A
e
A
são 6emp. e
ressão cr"ticos
ode-se obter a e(pressão para !
ˆ
, multiplicando eng-9obinson por
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e isolando
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onde por substituições sucessivas de !
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, adotando-se
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ˆ
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· é poss"vel
obt!-lo apBs a converg!ncia.
8ubstituindo o !
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, calculado por eng-9obinson, na e(pressão
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esta na forma integrada da entalpia residual#

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, onde#
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7 · e
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/012/ 2
#$
#)
% %
2
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....+. C(lculo da Entalpia do 3(s no Estado de 3(s 4deal a partir da
Equação para C
,
5
2 2
+,
P
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%

+ + + · , para 6 em :elvins, de +;D : 1 6
EFG,
onde, para o
metano#
A / *,<0+ @ H / ;,0D* ( *0
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