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HIPNOSE E AUTO-HIPNOSE

Nosso consciente - onde mora a razão - constitui apenas um quinto da nossa existência.
A hipnose e a auto-hipnose, cuja origem, de tão antiga chega até mesmo a ser
desconhecida, têm permitido que milhões de pessoas no mundo inteiro achem
diariamente o caminho para os quatro quintos restantes. E quem pode negar que estes
quatro quintos não são exatamente os mais interessantes
!e nossa parte, pretendemos aqui apresentar aos leitores uma "isão #em o#jeti"a so#re
este assunto tão $ascinante, traduzindo da $orma mais did%tica poss&"el alguns princ&pios
uni"ersais desta pr%tica que PODE TRAZER BENEFÍCIOS INCALCULÁVEIS para
qualquer pessoa. 'a#e ressaltar, entretanto, que no (rasil a pr%tica da hipnose é
regulamentada por decreto sendo seu exerc&cio pro$issional restrito aos pro$issionais
médicos. Não h%, toda"ia, qualquer restri)ão legal ou médica para a pr%tica da auto-
hipnose, que chega a ser recomendada por psiquiatras, cl&nicos e psic*logos, como
terapia coadju"ante em di"ersas patologias, tais como+
, - !ores de ca#e)a cr-nicas de natureza conhecida ou não
. - !ores de est-mago
/ - !ores dos o"%rios
0 - !ores reum%ticas e ne"r%lgicas
1 - 2ns-nia
3 - 4er#ur#a)ões histéricas 5principalmente paralisias das extremidades e a$onia - perda
da "oz6
7 - !ist8r#ios da menstrua)ão
9 - :onam#ulismo espont;neo
< - :onhos a$litos
,= - 4erda assintom%tica do apetite
,, - Alcoolismo
,. - !ist8r#ios da $ala, principalmente a gagueira
,/ - 4ertur#a)ões ner"osas da "ista
,0 - >um#ido nos ou"idos
,1 - Agora$o#ia 5medo de $icar em grandes lugares a#ertos e lugares p8#licos6
,3 - 'ãim#ras
,7 - !ist8r#ios da aprendizagem
,9 - ?aus h%#itos 5como roer unhas, por exemplo6
,< - Ansiedade
.= - 4erda da capacidade de concentra)ão etc.
'omo "ocê pode "er, as possi#ilidades das técnicas hipnoter%picas são imensas.
4articularmente no que diz respeito @ AaprendizagemA os resultados chegam a ser
impressionantes. Atra"és de um relaxamento #em $eito e $ormula)ões apropriadas, pode-
se em curto espa)o de tempo+
,6 !esen"ol"er a capacidade criati"a
.6 ?elhorar su#stancialmente a mem*ria
/6 Aumentar a auto-estima
06 'orrigir maus h%#itos 5como a gula, que le"a @ o#esidade6
16 B#ter um sono reparador 5que é $undamental para a aprendizagem6
36 Cencer a timidez
76 Cencer determinados medos 5até mesmo a s&ndrome do p;nico6
96 Aca#ar com a ansiedade ou reduzi-la a n&"eis aceit%"eis
<6 'orrigir erros de postura
,=6 ?elhorar o racioc&nio etc.
4ara melhor compreensão do assunto, di"idimos o cap&tulo em duas sessões+
a6 Hipnose, onde apresentamos uma "isão geral so#re o tema e tam#ém algumas
técnicas reconhecidamente e$icazes para a indu)ão do transe hipn*tico. Esta sessão,
contudo, tem somente car%ter in$ormati"o. Nosso o#jeti"o é unicamente mostrar ao leitor
que hipnotismo é uma ciência e que, como tal, é aceita e "em ser"indo como terapia
coadju"ante para os mais di"ersos males, em todo o mundo. [Cliqe !qi p!"! le"#
#6 A$o-%ipnose, onde apresentamos, dentre outros assuntos, uma técnica e$icaz de
relaxamento, ensinamos como auto-induzir-se hipnoticamente e mostramos como de"em
ser $eitas as $ormula)ões p*s-hipn*ticas. 'om certeza, a aprendizagem destes
conhecimentos serão de grande utilidade para "ocê.
AUTO-HIPNOSE
Ven&en'o !s p"(p"i!s )!""ei"!s
Doje em dia, ninguém mais du"ida que o estudo do hipnotismo aumenta em muito nossa
capacidade de "i"er plenamente so# di"ersos aspectosE este estudo nos torna capazes de
solucionar muitos enigmas que nos têm intrigado. Fuando desco#rimos que até mesmo altera)ões
org;nicas podem ser causadas por sugestões, passamos atri#uir, imediatamente, um maior "alor
@s in$luências mentais na nossa "ida e passamos tam#ém a entender como as moléstias
chamadas imagin%rias 5mas que realmente não o são6 podem ser curadas atra"és dessas mesmas
in$luências mentais.
4oucas são as pessoas que não se impressionam quando um "izinho ou amigo 5@s "ezes até de
#rincadeira6 diz que parecem doentes, não é mesmo E se impressionam mais ainda quando estas
considera)ões são cumulati"asE o "izinho diz, o colega de tra#alho diz, o cunhado diz, o dono do
#oteco diz... 4ois #em, assim como a sugestão pode a$astar a dor 5nos seus m8ltiplos signi$icados6
, pode tam#ém cri%-la e $ortalecê-la. G por isso que pouco ajudamos a estas pessoas
impressionadas dizendo que tais doen)as são imagin%rias, pois mesmo que sejam realmente
imagin%rias, pertu#am-nas tanto como se $ossem reais.
A expressão Hdor imagin%riaI, ou Hdoen)a imagin%riaI, que é usada por muitos médicos e até por
leigos, é cienti$icamente $alsa. (reuer comparou muito #em Hdores imagin%riasI com alucina)ões.
Bra, podemos dizer que o o#jeto da alucina)ão seja imagin%rio, mas é $also dizer-se que a
percep)ão seja imagin%ria. Esta ser% a mesma, quer seja o o#jeto imagin%rio ou não.
B mesmo se passa quando a dor é sentida, seja o médico capaz ou não de desco#rir sua causa
$&sica. 4odemos dar a uma dor, sem sintomas o#jeti"os, o nome que quisermos dar, porém,
de"emos estar certos que ela é uma conseqJência necess%ria de algum dist8r#io real. 'ertas
idéias su#jeti"as causam tanta dor quanto um espinho penetrante na nossa pele. Elimin%-las é tão
de"er de um médico quanto é seu de"er tirar o espinho que o atormenta.
Kam#ém podemos estender esta idéia de AdorA ao campo comportamental, e, no nosso caso,
particularmente ao campo educacional. Fuantos estudantes $azem re$letir nas suas notas a dor do
medo, da inseguran)a, da Aconsciência de incapacidadeA :ou#essem eles que tudo isso pode ser
resol"ido sem remédios ou aulas particulares, e que ter ou não ter talento é uma decisão pr*pria de
cada um, as coisas se tornariam #em mais $%ceis.
Fualquer pessoa, seja ela quem $or, pode o#ter uma supermem*ria, tornar-se mais criati"o,
melhorar a concentra)ão, "encer a timidez, aca#ar com a gagueira, emagrecer ou até mesmo
parar de roer as unhas, apenas incutindo no seu su#consciente uma Aoutra associa)ãoA. E é isto
que n*s "amos "er agora.
O *UE + AUTO-HIPNOSE
Auto-hipnose é uma técnica hipn*tica le"ada a e$eito pelo pr*prio indi"&duo, sem a necessidade da
presen)a de um hipnotizador 5ou operador6. Esta técnica - e isto é uma a$irma)ão cienti$icamente
compro"ada - pode trazer grandes #ene$&cios a sua "ida, como melhorar a sa8de, melhorar a
aprendizagem, manter est%"el o n&"el do estresse cotidiano, ele"ar a auto-estima, en$im, permitir
que a pessoa alcance uma paz de esp&rito duradoura que se re$letir%, sem d8"ida alguma, em êxito
e $elicidade no seu dia a dia.
!e uma $orma #astante did%tica podemos dizer que toda hipnose, em s&ntese, é uma auto-hipnose
e que qualquer pessoa pode aprender esta técnica para aumentar sua con$ian)a e entusiasmo pela
"ida sem correr qualquer risco de e$eito colateral. N! !$o-%ipnose, o in'i-.'o in/len&i! ! si
p"(p"io po" pens!0en$os e s1es$2es qe l%es s3o in$e"ess!n$es e qe ele 0es0o /o"0l!4
HNum processo hipn*tico, é "ocê quem hipnotiza a si mesmo pelo poder emanado de sua pr*pria
inteligência e concentra)ãoI, a$irma ?erlin 4oLers, uma das maiores autoridades so#re o assunto
no mundo. AB hipnotizador é meramente um instrumento atra"és do qual o indi"&duo é capaz de
atingir um estado de hipnose. Ele tão-somente orienta e conduz o paciente para o estado hipn*tico
mas, na realidade, é o pr*prio paciente, por seus es$or)os, que consegue atingir o estado
hipn*tico. :e o paciente não quiser ser hipnotizado - j% dissemos isto antes - é imposs&"el induzi-lo
ao transe.A
?uitas pessoas recorrem, cada "ez mais, a medicamentos 5principalmente tranqJilizantes6 para
ali"iarem suas tensões e ang8stias, como se um simples comprimitido pudesse restaurar sua paz
de esp&rito, não é "erdade :em querer su#estimar o "alor destes remédios 5nem poder&amos
$azê-lo6, podemos a$irmar seguramente que 5 0i$o 0!is e/i&!6 &onse1i" o !$o-"el!7!0en$o -
qe 5 0! /o"0! n!$"!l 'e "el!7!0en$o !$"!-5s '! !$o-%ipnose - p!"! o)$e" ! $"!nq8ili'!'e
'ese9!'! 'o qe $en$!" o)$:-l! !$"!-5s 'e "e05'ios4 E com a "antagem de não ter qualquer
contra-indica)ão.
!a mesma $orma, atra"és da auto-hipnose qualquer pessoa pode melhorar a sua auto-estima,
acreditar mais em si mesmo e adquirir uma con$ian)a que jamais ha"ia experimentado antes. A
;&%!-e 0<1i&!; 5 o pens!0en$o, 'i"i1i'o 'e /o"0! posi$i-! !o se s)&ons&ien$e4 Assim
como "ocê conseguiu decorar a ta#uada, e consegue recuper%-la na mem*ria imediatamente
quando precisa dela, "ocê pode induzir tam#ém o seu su#consciente a reproduzir determinadas
rea)ões diante de situa)ões espec&$icas de$inidas por "ocê mesmo. Po" e7e0plo, -o&: po'e
s1e"i" qe se o"1!nis0o "espon'! &o0 &!l0! e $"!nq8ili'!'e se0p"e qe -o&: $i-e" qe
/!6e" 0! p"o-! o &on&"so4 E ele "espon'e"< !ssi0, &o0 &!l0! e $"!nq8ili'!'e4
B !r. :hindler, autor do li"ro Como viver 365 dias por ano, a$irmou que de 3= a 71M dos males que
as pessoas se queixam são psicossom%ticos. 2sto quer dizer que o $ator emocional desempenha
papel muito importante na doen)a. !iz ele+ Hj% que a doen)a ocasionada pela emo)ão é tão
$reqJente assim, parece l*gico que o controle das emo)ões ou o aprimoramento das atitudes
conseguido por meio da auto-hipnose muito pode $azer no sentido de impedir o desencadeamento
de dist8r#ios psicossom%ticos. A auto-hipnose pode tam#ém #ene$iciar o doente que so$re de
males $&sicos ou org;nicos, tornando-o menos apreensi"o e mais tolerante com seu pr*prio
padecimento, ao ponto de lhe $azer aumentar o desejo de "i"er.I
D% tam#ém que se considerar a tese, hoje largamente admitida nos meios médicos, que nen%0!
'oen=! 5 e7&lsi-!0en$e so0<$i&! o e7&lsi-!0en$e psi&ol(1i&!4 !esta $orma, a auto-
hipnose passa a ser recomendada para um espectro ainda maior de males, j% que o desequil&#rio
emocional pode estar na raiz de doen)as até então tidas como de a#soluto cunho som%tico.
>< s!)e0os, po" e7e0plo, qe &!p!&i'!'e i0nol(1i&! '! pesso! 5 'i"e$!0en$e !/e$!$! pel!
q!li'!'e '!s s!s e0o=2es4 A imunoglo#ulina A, encontrada na sali"a e que impede a
proli$era)ão de microoranismos nas "ias aéreas, reduz sua concentra)ão quando a pessoa se
sente diminu&da em sua auto-estima, é humilhada ou repreendida pu#licamente. G comum o
aparecimento de males - por exemplo, a gripe - imediatamente ap*s um e"ento desta natureza.
A auto-hipnose tem se mostrado tam#ém e$icaz na melhoria da comunica)ão interpessoal. A
autodisciplina e o autocontrole poss&"eis de serem o#tidos pela auto-hipnose $uncionam como
"erdadeira prote)ão, tanto do seu casamento quanto do seu emprego e das suas rela)ões
pessoais com amigos e "izinhos. Nada tão di$&cil que não possa ser tentado. A$inal de contas, "ocê
"ai HperderH somente alguns minutos di%rios que, quando menos, ser"irão para reduzir a tensão
muscular e es$riar a cuca. N% seria um #om lucro, não é mesmo
U0! &"iosi'!'e?
4ela auto-hipnose, o homem agJentaria "i"er, até mesmo, com pouco oxigênio, "ocê sa#ia disso
Bs $aquires na Ondia deixam-se enterrar naturalmente depois se su#meterem a uma r%pida sessãoE
cinco ou seis respira)ões por minuto passam a ser su$icientes para eles, in"és das ,1 ou .=
normais nos homens adultos. No seu leito de pregos pontiagudos, os $aquires não sentem as
espetadas, da mesma $orma como o paciente hipnotizado não perce#e a agulhada da inje)ão.
A SU@ESTAO HIPNBTICA
S1es$3o 5 ! i0posi=3o $e0po"<"i! '! -on$!'e 'e 0! pesso! no &5"e)"o 'e o$"! Co no
se p"(p"ioD po" 0 p"o&esso p"!0en$e 0en$!l4 Pm pro$essor que todos os dias repete os
mesmos preceitos e ensinamentos a seus alunos est%, em "erdade, impondo-lhes suas opiniões. B
pai que censura o $ilho por algum erro est%, de algum modo, inculcando no"os padrões de conduta
na mente do garoto. A mãe que acaricia seu $ilho tenta por meio desse carinho, acalmar, moti"ar e
equili#ar o emocional da crian)a. Na "erdade, se o#ser"armos direitinho, tudo isso é sugestão.
Kudo nesse mundo é sugestãoE nossas pr*prias idéias não são nossas, são AsugestõesA que
admitimos e incorporamos @ nossa mem*ria como sendo nossas e passam a ser as Anossas
"erdadesA. E nenhuma AhipnoseA é necess%ria para aceitarmos estas sugestões, não é "erdade
Elas chegam até n*s e tomam a nossa mente com a maior naturalidade.
Butros agentes externos tam#ém produzem e$eitos sugesti"os so#re n*sE um li"ro, um acidente,
um $ilme, os acordes de uma m8sica ou até mesmo um gesto de uma pessoa podem encher nosso
esp&rito das mais di"ersas impressões, que "ão da $elicidade @ dor. E isso tudo é AsugestãoA.
Ninguém contesta tam#ém o $ato de que o se" %0!no 5, n!$"!l0en$e, in&lin!'o ! o)e'e&e"4
A$inal de contas, somos eternos aprendizes e, aprendizagem, de certa $orma é uma espécie de
o#ediência, de acatamento, de concord;ncia, mesmo nas circunst;ncias contestat*rias. 4orém,
isso não quer dizer que estamos todos condenados a o#edecer sistematicamente e que sempre
seguiremos as sugestões que nos $orem en"iadas. ?esmo no estado hipn*tico a sugestão não é
todo poderosaE ela tem suas limita)ões positi"as.
Assim sendo, podemos dizer que a sugestão hipn*tica é uma ordem o#edecida por uma pessoa
em estado de sono induzido, por alguns segundosE no m%ximo por alguns minutos. Não pode ser
comparada, a não ser "agamente, @s sugestões em estado de "ig&lia, comunicadas a indi"&duos
que nunca esti"eram so# in$luência hipn*tioca. A sugestão hipn*tica pode ser repetida, mas é
a#solutamente impotente para trans$ormar - como j% se a$irmou - um criminoso em um homem
honesto ou "ice-"ersa.
N!pole3o &os$0!-! 'i6e" qe E! i0!1in!=3o &on$"ol! o 0n'oF4 Qealmente, se "ocê esti"er
numa rodinha de amigos e supreendê-los in$ormando que h% uma epidemia de piolhos no #airro,
poder% reparar que em poucos minutos todos estarão co)ando a ca#e)a, expressando
preocupa)ão.
Assim como um eletrocardiograma acusa os mais $inos impulsos elétricos de seu cora)ão, o
eletroence$alograma tam#ém demonstra os menores impulsos elétricos do seu cére#ro. :e alguém
se sente realmente amea)ado por um inimigo, surgem então no eletroence$alograma registros que
são exatamente iguais aos que se originam quando alguém apenas imagina que est% sendo
amea)ado. :e alguém tem a certeza que est% passando por um grande "exame, as cur"as do seu
eletroence$alograma se assemelham por completo @s que teria apenas com a imagina)ão "i"a de
estar se tornando al"o do "exame.
4odemos, desta $orma, esta#elecer alguns princ&pios $undamentais so#re a a)ãoRrea)ão da
imagina)ão so#re a realidade.
, - O qe 'e$e"0in! o nosso 0o'o 'e !1i" n3o 5 ! "e!li'!'e e7is$en$e, 0!s !qilo e0 qe
&"e0os e qe, p!"! n(s, 5 ! -e"'!'e4 A pessoa que se sente amea)ada ou perseguida, mesmo
que não haja nenhum perigo em torno dela e que nada lhe ameace, "i"e com medo da sua
realidade que, mesmo sem ter rela)ão com a realidade externa, é muito poderosa para ela.
. - A i0!1in!=3o 5 &!p!6 'e p"o-o&!" !l$e"!=2es 'e $o'! so"$e no o"1!nis0o 'e 0!
pesso!4 E, compro"adamente, estas altera)ões têm correla)ão qualitati"a+ pensamentos positi"os
- $é, amor, esperan)a, alegria etc. - pro"ocam rea)ões saud%"eis na pessoa. :entimentos
negati"os - *dio, ressentimento, medo etc. - pro"ocam rea)ões desagrad%"eis, como por exemplo,
dores assintom%ticas, prisão de "entre, indisposi)ão estomacal, ins-nia e, segundo compro"am as
pesquisas, tam#ém $azem #aixar o n&"el imunol*gico tornando a pessoa predisposta @ in$ec)ões
de di"ersos tipos.
/ - T'o o qe pens!0os, &o0 &l!"e6! e /i"0e6!, $"!nspl!n$!-se, 'en$"o 'os li0i$es 'o )o0
senso, p!"! ! /!i7! so0<$i&!4 Ao imaginarmos que estamos comendo uma $atia gostosa de
a#acaxi, não raro as gl;ndulas sali"ares come)am a segregar sali"a, j% repararam isso :e
imaginarmos, com $irmeza, que não podemos $azer uma coisa, por exemplo, soltar as mãos
$ortemente encaixadas uma na outra, então não poderemos mesmo.
0 - Nosso consciente é constantemente in$luenciado pelo su#consciente. !esta $orma, po'e0os
p"o1"!0!" nosso s)&ons&ien$e p!"! o s&esso '! 0es0! /o"0! &o0o po'e0os p"o1"!0<-
lo p!"! o /"!&!sso4
1 - Fuando o intelecto e a imagina)ão têm pontos de "istas di$erentes, "ence sempre a imagina)ão
5como de$iniu 'oué6. Ela é mais $orte que a inteligência. ?esmo sa#endo 5intelecto6 dos riscos
estéticos de $icar comendo doces a toda hora, poucos resistem @ idéia 5imagina)ão6 de pro"ar uma
$atia daquele pudim de laranja gostoso que est% na geladeira. Assim sendo, nenhuma pessoa
inteligente de"e $azer tentati"as a partir, exclusi"amente, da H$or)a de "ontadeI. Antes disso, ela
precisa, necessariamente, reprogramar sua imagina)ão.
3 - O !&esso 0!is /<&il p!"! o s)&ons&ien$e 5 o es$!'o 'e $o$!l "el!7!0en$o4 *!n'o !s
on'!s &e"e)"!is &!e0 p!"! e0 $o"no 'e oi$o &i&los po" se1n'o - n.-el !l/! - !)"e0-se os
po"os 'o nosso s)&ons&ien$e4
Camos "er, então, como atingir este estado de S ;$o$!l "el!7!0en$o; T, que é o ponto de partida
para modi$icarmos - de acordo com as nossas necessidades e interesses - os padrões existentes
no nosso su#consciente.
A T+CNICA DA AUTO-HIPNOSE
A hora mais indicada para aprender e exercitar o relaxamento pro$undo, isto é, a auto-hipnose, são
os minutos antes de "ocê adormecer5U6. Nesse momento, a pessoa ainda tem pleno dom&nio so#re
a consciência ao mesmo tempo em que, lentamente, suas ondas mentais #aixam de n&"el,
situando-se em torno de 9 a ,= ciclos por segundo. ?esmo sem esse relaxamento, em poucos
minutos o consciente a#re espa)o @ hegemonia mental do su#consciente e a pessoa dorme. B
Arelaxamento programado, entretanto, a#re passagem para o su#consciente antes mesmo que a
pessoa durma. 2sso é importante porque, durante o sono, ninguém não pode dar ordens a si
mesmo.
CGD Quando você começa a ficar com sono - aquele período crepuscular entre estar totalmente
acordado e totalmente dormindo - suas ondas cerebrais mudam, para ficar na faixa de 4 a ciclos
por se!undo, ou se"a, nível teta# $ntes, entretanto, de você você atin!ir este estado, sua mente
opera no nível alfa %baixo& por al!uns minutos, e que se!undo o 'r#(err) *)ler *ebb, + a faixa
apropriada para que se"am atin!idos os níveis mais profundos da mente, ou se"a, a mente
subconsciente# É nos estados alfa e teta que as grandes proezas da supermemória -
juntamente com os poderes de concentração e criatividade - são atingidos.
F!=! 'e !&o"'o &o0 es$e "o$ei"o?
Qecorte uma rodelinha de cartolina #ranca ou amarela, de dois cent&metros de di;metro, e cole na
parede onde se encosta a ca#eceira da sua cama, a uns oitenta cent&metros acima do colchão.
Esta rodelinha de"e $icar nesta posi)ão para que "ocê seja o#rigado a olhar para tr%s durante o
exerc&cio. 2sto "ai $or)ar os m8sculos oculares e cans%-los em pouco tempo.
Cocê j% est% na cama, pronto para dormir. Nada mais tem a $azerE as portas j% estão $echadas e as
janelas isolam o excesso do #arulho de $ora, se #em que o #arulho ininterrupto e sempre da
mesma da mesma intensidade, como o do tr;nsito que $lui l% $ora, pertur#a menos que um
despertador, a campainha do tele$one ou o latido de um cão no quintal do "izinho. ?as "ocê est%
pronto, as luzes estão apagadas e "ocê est% deitado, de costasE as pernas não se cruzam e os
#ra)os estão dispostos ao longo do corpo, sem toc%-lo.
Vixe então os olhos na tal rodelinha de cartolina, respire $undo duas ou três "ezes e, sem jamais
tirar os olhos deste ponto, pense nos seus pés. !iga a si mesmo, mentalmente, que "ocê usou
estas pernas o dia todo e ponha na ca#e)a que est% muito cansado de uma longa caminhada que
aca#a de $azer. 2magine que seus pés estão cansados, pesados, parecendo de chum#o. Espere
alguns instantes até sentir, realmente, seus pés pesados. !epois $a)a com que esta sensa)ão de
peso "% su#indo pelo corpo+ #arriga da perna, joelhos, coxas, costas, nuca. 4rocure sentir que
estão realmente pesados, muito pesados.
Em geral, suas p%lpe#ras se $echam naturalmente, por si mesmas, enquanto "ocê se concentra no
sentimento de peso nas canelas, joelhos, e por todo o corpo.
:e isto ocorreu, "ocê j% atingiu a $ase mais importante do relaxamento pro$undo. Nos primeiros
dias, isso poder% le"ar até uns cinco minutos, porém, normalmente, isto ocorre mais depressa.
!epois de algum treinamento, isto ocorrer% antes mesmo de "ocê contar até três. 4essoas
inteligentes, disciplinadas, de grande $or)a de "ontade, mental e espiritualmente sadias são as que
atingem este ponto mais rapidamente. Esta pr%tica, contudo, não é recomend%"el para pessoas
com arteriosclerose acentuada ou doentes mentais. As pessoas mais jo"ens aprendem o
relaxamento pro$undo em pouco tempo.

Assim que perce#er os olhos $echados, diga mentalmente a si mesmo+ H!a pr*xima "ez entrarei
mais depressa e mais intensamente no estado de pro$undo relaxamentoE a cada "ez que pratico o
relaxamento pro$undo chego mais depressa e mais intensamente a este estadoI.
Nes$e e7!$o 0o0en$o, os po"os 'o se s)&ons&ien$e es$3o !)e"$os e isso qe" 'i6e" qe
-o&: po'e 'i$!" $!"e/!s p!"! si 0es0o, $!"e/!s es$!s qe pos$e"io"0en$e se "e!li6!"3o,
spon'o-se, n!$"!l0en$e, qe es$!s $!"e/!s o o"'ens se9!0 "!&ion!is, e7e&$<-eis e
poss.-eis 'e se"e0 "e!li6!'!s po" -o&:4 Ceja um exemplo de uma ordem racional e execut%"el
que pode ser dada por qualquer pessoa e realizada, posteriormente, com êxito+ H!aqui em diante,
comerei "agarosamente, mastigando #emI, ou, Hpara mim não existem mais os alimentos que
engordam, como $rituras e chocolate.I
Cocê tam#ém pode melhorar sensi"elmente a sua aparência, adquirindo até mesmo ares
atraentes, dando esta ordem ao seu su#consciente + H!e hoje em diante, aparentarei uma
expressão mais jo"ial, meus olhos estarão sempre #rilhantes e manterei sempre uma postura
atraenteI.
A o"'e0 p(s-%ipn($i&! e ! &on-e"s3o e0 ene"1i!
Admite-se uma ordem p*s-hipn*tica como uma sugestão racional e execut%"el que não "% de
encontro aos princ&pios éticos, morais, religiosos e de comportamento do hipnotizado.
Fuando é pr*pria pessoa que se hipnotiza, tam#ém pode dar ordens p*s-hipn*ticas e certamente
as cumprir%. Não $osse assim, nem a hipnotiza)ão de outro, nem a auto-hipnose teriam sentido de
ser.
A mesma coisa que um médico hipnotizador ordena a seu paciente hipnotizado, n*s tam#ém nos
podemos sugerir na auto-hipnose. 'hamamos isso, na linguagem médica, de E/o"0!=3o '!
in$en=3oF4
A "oz do po"o diz que o caminho do in$erno est% ladrilhado de #ons prop*sitos e, geralmente, a
"oz do po"o não erra, principalmente nesta $rase. Cejam este relato que tem muito a "er com
pessoas que conhecemos #em de perto+
Arthur (rington era um empres%rio de renome internacional e que $uma"a entre 3= e 7= cigarros,
diariamente. Pm dia, decidido, Arthur comentou com seus amigos mais &ntimos que a#andonaria o
$umo pois tinha entendido, per$eitamente, que este "&cio era prejudicial a sua sa8de. Não $oram os
médicos que lhe disseram issoE $oram suas pr*prias conclusões a partir da constata)ão do seu
#aixo desempenho nos esportes, da di$iculdade que esta"a en$rentando para su#ir escadas etc.
!esta $orma, Arthur colocou até a sua honra em jogoE a$irmara em alto em #om tom que,
de$initi"amente, não poria mais um cigarro sequer na #oca e que deixaria de se chamar Arthur
(rington se "oltasse a $umar. E até desa$iou alguns amigos para uma aposta. :* que Arthur
esqueceu-se de a"isar ao su#consciente, que continua"a com a "elha imagem de Hcomo o cigarro
é gostosoWWWI 'om isso, a cada momento, a cada minuto, uma "oz interna 5o seu su#consciente6
"olta"a e lhe repetia a mensagem gra"ada+ H'omo o cigarro é gostosoWWWI
Xogo nas primeira horas ap*s a decisão anunciada, Arthur come)ou a se martirizar com a $alta do
cigarro, como é normal naqueles que querem a#andonar o "&cio. ?as perce#eu logo que luta seria
mais di$&cil do que imaginara. 'ome)a"a a& um terr&"el so$rimento+ de um lado a sua honra, sua
pala"ra, sua decisãoE de outro, seu su#consciente relem#rando Hcomo é gostoso $umarWWWI Fuem
"enceria
Não precisou muito tempo. B rel*gio não tinha ainda marcado o meio-dia quando "eio então um
grande choque pelo $ax da empresa+ um neg*cio de muitos milhões de d*lares que esta"a
praticamente $echado $ora des$eito pelo cliente, trazendo um grande preju&zo para ele e seus
acionistas. Arthur não se conte"e+ H- !esgra)aWWW E não tenho nem um cigarrinho aqui como
consoloW Fue se dane o mundoW 4re$iro expor minha "ida ao perigoWWWI
B que Arthur (rington não sa#ia - e pouca gente sa#e - é que não tem nenhum sentido o
consciente propor alguma coisa contra a qual o su#consciente se re"olta. Enquanto a pessoa não
con"encer seu inconsciente de que o $umo lhe é inteiramente indi$erente, enquanto ti"er na ca#e)a
que $umar é algo muito prazeroso, nada adiantar%. Nenhuma decisão perdurar%, por mais l*gica e
sensata que seja. G preciso, antes, reprogramar a mente com uma sugestão $orte e de$inida, do
tipo Ho cigarro é totalmente indi$erente para mimI.
Fuem j% $oi um dia $umante in"eterado e para quem agora o cigarro nada mais representa, sa#e
como se pode mudar de$initi"amente o ponto de "ista a respeito de uma coisa. Fuando atra"és da
hipnose ou auto-hipnose, se inculca no su#consciente que isto ou aquilo é completamente
indi$erente, seja o $umo, a #e#ida ou até mesmo alguma pessoa, o su#consciente reponde
naturalmente, no mesmo grau e intensidade. Arthur não teria se martirizado nem apelado para o
cigarro naquele momento cr&tico se ti"esse, pre"iamente, Ha"isadoI ao inconsciente que ele não
tinha mais o menor interesse em $umar cigarros.
As /("0l!s, o o"'ens !o s)&ons&ien$e, 'e-e0 se" se0p"e? &"$!s, sono"!s, posi$i-!s,
".$0i&!s e /<&eis 'e se 'e&o"!"4 Cejam algumas destas ordens, compro"adamente e$icazes+
- Alguém que se irrita muito no seu am#iente de tra#alho, de"e sugestionar-se assim+ HNo tra#alho,
muita calma e pazWI
- Alguém que se enru#esce por qualquer coisa+ H:e eu enru#escer, o sangue "ai para as pernas e
não para a ca#e)aWI
- Alguém que em contato com clientes come)a a suar nas mãos+ HNa presen)a de alguém, mãos
sempre calmas, secas e $irmesWWWI
Butras dicas para "ocê $ormular seus prop*sitos que se con"erterão em ordens ao su#consciente+
, - Examine #em o que "ocê quer propor.
. - Vormule este prop*sito 5por escrito6 :E?4QE positi"amente. Não $a)a nunca $ormula)ões
negati"as, do tipo Anão quero maisA, Anão "ou maisA etc.
/ - Veita a $ormula)ão, leia algumas "ezes em "oz alta, até sa#ê-la de c*r.
0 - Em estado de pro$undo relaxamento 5auto-hipnose6 pense intensamente nessa $rase. Não
precisa pronunci%-la em "oz alta. Ela é para ser pensada.
1 - :ai#a que $*rmulas curtas, repetidas com $reqJência 5mesmo durante o dia6 produzem mais
e$eito do que $rases longas que "ocê possa dizer de "ez em quando ou mesmo relem#rar. Pm
exemplo de $ormula)ão para quem tem o h%#ito de roer unhas+ A:e a mão quiser ir para a #oca,
muda de dire)ãoA.
Ceja a seguir três exemplos de exerc&cios auto-hipn*ticos que "ocê pode come)ar a praticar agora
mesmo, se $or o seu caso. Xeia muitas "ezes até que as idéias propostas penetrem,
de$initi"amente, no seu su#consciente. E assim, que se con"ertam em "erdadeW
VENCENDO A TIHIDEZI
Blhe $ixamente, por alguns segundos, para o ponto luminoso a#aixo.
Vique o mais im*"el que puder enquanto olha para ele. 4erce#a a mundan)a de suas cores.
Qespire o mais natural poss&"el, sem es$or)o, sem ;nsia. Vique assim por uns quinze segundos,
mais ou menos.
a
a
Agora leia calmamente, sem ;nsia. Cocê tem todo o tempo que quiser para ler.
Estamos s* n*s dois aqui.
Eu $alando com "ocê atra"és da tela do seu computador, e "ocê, o mais im*"el poss&"el, lendo o
que estou escre"endo.
Em primeiro lugar, "amos deixar #em claro o seguinte+ ;$i0i'e6; n3o 5 'oen=!, n3o 5
'e/ei$o e n3o /!6 'e nin150 0 se" in/e"io" !os 'e0!is4
?uitas personalidades da Dist*ria $oram tremendamente t&midas e nem por isso deixaram de ser
geniais e importantes para a humanidade. Einstein era t&mido.
Yandhi era t&mido. 4asteur era t&mido.
Cocê é um ser humano igual a todos os demais. ABSOLUTAHENTE I@UAL4 N3o %<, nes$e
0n'o, nen%0 se" %0!no spe"io" ! o$"o se" %0!no4 As di$eren)as são meramente
conceituais.
Algumas pessoas podem até aparentar superioridade so#re as demais, mas tudo não passa de
AaparênciaA, ou seja, da $orma como n*s interpretamos as suas imagens.
Elas s* nos parecem superiores porque n*s deixamos isto acontecer. :e quisermos, podemos
olh%-las de $rente, $ixamente nos seus olhos, e "eremos que nada acontece. E nada acontece
porque n3o %< n!'! e nin150 qe poss! 'o0in<-lo se0 qe -o&: !'0i$! es$e 'o0.nio4
Fualquer pessoa "ence a timidez no exato momento em que, diante de uma pessoa ou de "%rias
pessoas, põe os om#ros ligeiramente para tr%s, ergue a ca#e)a e olha $ixamente nos olhos do5s6
interlocutor5es6. 4arece di$&cil Fue nadaW Ceja+ #asta "ocê olhar a primeira "ez, deste jeito. Cocê
"ai perce#er que NA!A A'BNKE'EQZ com "ocê. 4elo contr%rioE "ocê "ai renascer nesta hora.
Acredite+ NADA VAI ACONTECER COH VOCJI
Cou lhe dar uma pequena dica+ se ainda ti"er algum receio de olhar nos olhos do seu interlocutor,
olhe para um ponto situado entre os olhos dele, logo acima do nariz. Esta pro"idência "ai lhe
acalmar enquanto, por outro lado, "ai deixar o interlocutor meio perdido, desorientado, su#misso a
"ocê. Ele olhar% nos seus olhos e não captar% o $oco, mesmo AachandoA que "ocê est% olhando
nos seus olhos. ExperimenteW G até di"ertido.
Xeia esta $rase em "oz alta, tantas "ezes quantas $orem necess%rias para que ela tome conta do
seu su#consciente. !ecore-a e repita sempre, mentalmente, "%rias "ezes por dia. [ noite, antes de
dormir, $a)a o exerc&cio de relaxamento e pense $irmemente nesta $rase+
;Di!n$e 'e q!lqe" pesso! e e0 q!lqe" l1!",
e 0e sin$o SEHPRE se1"o, /o"$e e &ons&ien$e
'e qe so HUITO i0po"$!n$e4 Ol%o /i7!0en$e
nos ol%os '!s pesso!s po"qe sei qe
TAHB+H so 0 SER SUPERIOR4;
A CADA DIA HAIS CRIATIVOI
Blhe $ixamente, por alguns segundos, para o ponto luminoso a#aixo.
Vique o mais im*"el que puder enquanto olha para ele. 4erce#a a mundan)a de suas cores.
Qespire o mais natural poss&"el, sem es$or)o, sem ;nsia. Vique assim por uns quinze segundos,
mais ou menos.
a
a
Estamos s* n*s dois aqui.
Eu $alando com "ocê atra"és da tela do seu computador, e "ocê, o mais im*"el poss&"el, lendo o
que estou escre"endo.
To'!s !s pesso!s $:0 0 po$en&i!l &"i!$i-o i0enso4 2sto j% $oi compro"ado pela 'iência. B que
as pessoas precisam, tão-somente, é admitir esta "erdade cient&$ica e deixar que sua criati"idade
se expresse, a todo instante, nas suas "idas.
Vo&: $!0)50 $e0 es$e i0enso po$en&i!l &"i!$i-o, 5 lo1i&oI E "ocê pode expressar sua
criati"idade simplesmente dizendo para "ocê mesmo Asou muito criati"o, sempreA. :imples, não é
mesmo :ai#a que se" &"i!$i-o 5 !pen!s 0! qes$3o 'e 'e&is3o pesso!l4 E "ocê decidiu que
é criati"oW E est% decididoW
Kenha certeza disto+ se "ocê quer se tornar cada dia mais criati"o, "ocê pode. Cocê s* precisa
querer ser. G decisão sua. E -o&: 9< 'e&i'iI
:e "ocê repetir com insistência Aeu sou muito criati"oWA, realmente ser%. A sua inteligência reproduz
$ielmente as coisas que "ocê aprendeu. E esta a$irma)ão é uma aprendizagem.
Xeia esta $rase em "oz alta, tantas "ezes quantas $orem necess%rias para que ela tome conta do
seu su#consciente. !ecore-a e repita sempre, mentalmente, "%rias "ezes por dia. [ noite, antes de
dormir, $a)a o exerc&cio de relaxamento e pense $irmemente nesta $rase+
;So 0i$o &"i!$i-o4 Ten%o se0p"e ($i0!s i'5i!s
so)"e $o'os os !ssn$os4 R!&io&ino "!pi'!0en$e
po"qe "!&io&ino se0 p"e&on&ei$os4
Assi0, so &!p!6 'e !p"en'e" $'o, "!pi'!0en$e,
e 'e $e" i'5i!s 0!"!-il%os!s se0p"e qe
/o"e0 ne&ess<"i!s4 E, REALHENTE,
so 0i$o in$eli1en$e e 0i$o &"i!$i-o;4
BRANCO, EH DIA DE PROVA, NUNCA HAISI
Blhe $ixamente, por alguns segundos, para o ponto luminoso a#aixo.
Vique o mais im*"el que puder enquanto olha para ele. 4erce#a a mundan)a de suas cores.
Qespire o mais natural poss&"el, sem es$or)o, sem ;nsia. Vique assim por uns quinze segundos,
mais ou menos.
a
a
Estamos s* n*s dois aqui.
Eu $alando com "ocê atra"és da tela do seu computador, e "ocê, o mais im*"el poss&"el, lendo o
que estou escre"endo.
:e "ocê aprendeu, se "ocê :A(E, nada pode impedir que recupere estas in$orma)ões na
mem*ria. ?uito menos o medo.
O 0e'o 5 s( 0! ils3o, n!'! 0!is 'o qe isso4 E, como toda ilusão, ela ter% sempre o
tamanho e a import;ncia que "ocê quiser que ela tenha.
No entanto, "ocê não pode admtir que uma ilusão tenha mais "alor do que as coisas que "ocê
aprendeu e que compõem o seu Amundo "erdadeiroA. 4ortanto, se -o&: s!)e, se -o&: !p"en'e,
VAI LEHBRAR SEHPRE *UE *UISER LEHBRAR4
Xeia esta $rase em "oz alta, tantas "ezes quantas $orem necess%rias para que ela tome conta do
seu su#consciente. !ecore-a e repita sempre, mentalmente, "%rias "ezes por dia. [ noite, antes de
dormir, $a)a o exerc&cio de relaxamento e pense $irmemente nesta $rase+
;E /i&o se0p"e HUITO &!l0o nos 'i!s 'e p"o-!4
Consi1o le0)"!" 'e $'o o qe es$'ei e,
0!is 'o qe isso, so $o0!'o nes$es 'i!s po"
0! i0ens! &!p!&i'!'e &"i!$i-!4
N!'! 0e pe"$")!, pelo &on$"<"io,
/i&o !ni0!'o, /eli6 e &ons&ien$e
'e qe -o o)$e" 0 EKCELENTE RESULTADO4
A/in!l 'e &on$!s,
EU SOU HUITO INTELI@ENTE E CRIATIVO4
E 0e'o 5 0! p!l!-"! qe e 'es&on%e=o4;