You are on page 1of 5

Francisco Rocha

DRT/DF 4617/85
TEORIA DAS
CORES







1

Cor é o fenômeno
físico que ocorre quando o
olho interpreta a reemissão,
por um determinado corpo,
da luz que foi emitida por
uma fonte luminosa por meio de ondas
eletromagnéticas; mas que
corresponde à parte visível do
espectro eletromagnético.

Mas também pode ser a “cor” da própria luz
emitida pela fonte, caso esta seja monocromática.

Aristóteles concluiu que as
cores eram uma propriedade dos
objetos. Assim como peso, material,
textura, eles tinham cores.
Leonardo Da Vinci irá afirmar que
a cor não era uma propriedade dos
objetos, mas da luz, e que todas as
outras cores poderiam se formar a
partir do vermelho, verde, azul e
amarelo. Afirmou ainda que o branco e
o preto não são cores mas extremos da
luz.

Isaac Newton realizou vários experimentos
científicos ao longo dos anos e revolucionou os
conhecimentos sobre a luz.

Em 1666, usando um
prisma de vidro em formato
triangular (um peso de papel)
observou a decomposição de um
raio de sol nas sete cores do arco
íris. Em seguida, com o auxílio de
uma lupa, convergiu as cores em
um único ponto obtendo a luz
branca.
Sir Newton

No século XVIII, um pintor e
gravurista alemão chamado J acob
Christoph Le Blon (1667 – 1741)
testou diversos pigmentos até
chegar aos três básicos para
impressão: o vermelho, amarelo e
azul.
Goethe, por sua vez reinterpretou
os pigmentos de Le Blon, e os
chamou de: púrpura, amarelo e azul
claro, se aproximando com muita
precisão das atuais tintas magenta,
amarelo e ciano utilizadas em
impressão industrial.

A cor para pigmento:

A luz ao atingir um
determinado objeto é
refletida em parte e em
parte absorvida.
A noção de cor, portanto, é perceptível
através da reflexão dos raios luminosos que
irão atingir nossos olhos.
Assim funciona a cor dos pigmentos!

2

Os materiais que compõe os objetos tem
comportamentos e características diferenciados
e, conseqüentemente, absorvem e refletem as
ondas eletromagnéticas em proporções
diferentes.

Atualmente, o estudo da teoria das cores
nas universidades se divide em três matérias
com as mesmas características que Goethe
propunha para cores:
• a cor física (óptica física)
• a cor fisiológica (óptica fisiológica)
• a cor química (óptica fisico-química).
CURIOSIDADE:
Mas não precisamos ir tão fundo.

Sistemas de Cores
Também chamado Espaço
de cores ou espectro de
cores é um modelo abstrato
matemático para formalizar a
descrição de cores através
composições de números,
tipicamente formadas por três
ou quatro elementos.

Um Espaço de Cor
pode ser visto como
um sistema definido
por determinada base
representativa de suas
componentes, e que
está de acordo com a
definição do espaço
considerado.
A representação de
qualquer cor pode então ser
feita à custa da combinação
dessas componentes.

O Alguns sistemas, como o sistema de cores de
Munsell são tridimensionais e permitem especificar
uma determinada cor através de três dimensões.

RGB e CMYK também
são sistemas de cores.

CMYK – Síntese Subtrativa
As cores primárias para os
pigmentos, como aprendemos
na escola, são o vermelho, o
azul e o amarelo ou, para ser
mais exato: o Cyan,o Yellowe
o Magenta.
Devido ao fato de a somatória das cores
pigmento tenderem ao preto este modelo é
chamado sistema subtrativo, ou síntese
subtrativa.

RGB – Síntese Aditiva
A cor luz se baseia no
sistema RGB (red, green
e blue).
É a chamada síntese
aditiva pois a soma das
cores tende ao branco.
As demais cores são obtidas pela
adição das cores primárias em diferentes
proporções.

3

HSV é a abreviatura
para o sistema de cores
formado pelas seguintes
componentes:
• Hue (matiz),
• Saturation (saturação) e
• Value (valor).
Esse sistema também é conhecido como
HSB, onde brightness (brilho) substitui valor.
Ele define o espaço de cor utilizando seus
três parâmetros, conforme descrito abaixo:

Matiz (tonalidade): Verifica o tipo de
cor, abrangendo todas as cores do espectro,
desde o vermelho até o violeta.
Saturação: Também chamado de "pureza".
Verifica o grau de “pureza” da cor em
contraposição à mistura com o cinza.

Brilho (ou “valor”)
Define o brilho da cor
ou seja, a sua luminosidade
(Lightness).
É a variação entre o
preto (0%) e a luminosidade
total (100%). Um matiz tem,
originalmente, um nível de
brlho de 50%.
UmExemplo:
A imagem subaquática acima, mostra a
variação do brilho decrescendo na medida
em que aumenta a profundidade.
Valor, ou brilho: Define o brilho da cor
ou sua luminosidade (Lightness).
Geralmente medido como a porcentagem de 0%
(preto) a 100% (branco), é a razão entre a
quantidade de luz refletida e a quantidade de luz
incidente.

A escala de Cinzas
O ColorChecker padrão com 24
amostras de referência para o branco, o
cinza a 18% e o preto deve ter uma
superfície uniforme e neutra em termos
espectrais, isto é, refletindo quantidades
iguais de vermelho, azul e verde em todas
as condições de iluminação.
Através do valor
cinza dos meios-tons,
é possível corrigir
facilmente a cor da
imagem sob a maioria
das condições de
iluminação.
No estúdio, permite aos fotógrafos configurar
rapidamente a proporção adequada entre a iluminação
principal e a de preenchimento para capturar a cor
exata sem necessitar de muita manipulação posterior.

Este sistema foi inventado em 1974 pelo Ph.D.
em Ciências da Computação Alvy Ray Smith e se
caracteriza por ser uma transformação não-linear do
sistema de cores RBG.
Todos os valores
acima variam em
uma escala de 0 a
100%, embora em
algumas aplicações
o matiz possa variar
entre 0 e 360.

4


Síntese Aditiva: Composta
por vermelho, verde e azul
cuja combinação resulta
em BRANCO (a “soma” de
todas as cores).
Síntese Subtrativa:
Composta pelo Azul Ciano,
pelo Amarelo e o Magenta
e cuja combinação resulta
em PRETO (“ausência” de
todas a cores.



FIM