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FUNDAMENTOS DA LUZ
FRANCISCO ROCHA
DRT-DF 4617/85
Francisco Rocha – DRT/DF 4617/85
Para a física o termo luz serve para designar
todo o espectro de radiação eletromagnética.
A pequena faixa localizada entre a radiação
infravermelha e a radiação ultravioleta, à qual o
olho humano é sensível, é designada: Luz visível.
“A luz é a sombra de Deus.”
Albert Einstein

LUZ
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Esta radiação eletromagnética, a luz, é
constituída de variados comprimentos de onda, mas
também de partículas que são os fótons. Sendo
assim, ela tem comportamento ondulatório ou
corpuscular, manifestando-se conforme o caso.
Uma outra definição poderia ser: A luz é uma
forma de energia radiante que se manifesta pela
capacidade de produzir a sensação da visão.
Em qualquer dos casos, somente uma parte
do espectro é visível.





















Espectro Visível:
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Ultra Violeta (UV), de 200 a 380 nm
Infra Vermelho (IV), maior que 760 nm
Luz
Espectro Invisível:
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Porção do espectro visível entre outras
ondas eletromagnéticas (invisíveis)
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Radiação Infravermelha (IR)
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Maior comprimento de onda e menor freqüência
Radiação de menor potencial de ação fotoquímica
sobre os materiais orgânicos mas que possui maior
capacidade de promover aquecimento radiante.
Produz o efeito “craquelê” em obras de arte.
Fonte: Iluminação Econômica. Cálculo e Avaliação Gilberto José de Corrêa da Costa

Radiação Ultravioleta (UV)
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Menor comprimento de onda e maior freqüência.
Mais energética e por isso considerada como
de maior potencial de ação fotoquímica sobre os
materiais orgânicos sensíveis como os pigmentos.
Causa “desbotamento” em obras de arte.
Fonte: Iluminação Econômica. Cálculo e Avaliação Gilberto José de Corrêa da Costa

As Fontes de Luz
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Fonte Luminosa é todo
corpo capaz de emitir luz.
Aos corpos que emitem
luz própria damos o nome:
fonte primária ou corpos
luminosos.

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Aos corpos que emitem ou difundem luz de
uma fonte primária damos o nome de fonte
secundária ou corpos iluminados.

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Produção da radiação luminosa
Incandescência: elevação da temperatura do corpo.
Ocorre por elevação do estado
de energia dos corpos. Os métodos
mais comuns são:
Luminescência: emissão da radiação sob efeito de
excitação.
• Fluorescência: o efeito cessa junto com o
estímulo.
• Fosforescência: o efeito perdura após o estímulo.

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A luz se desloca em linha reta na
velocidade de 300.000 Km/s (exatamente:
299.792.458 m/s), o que é o mesmo que
1.079.252.848,8 Km/h.
Características físicas da luz
Suas Características mais importantes são:
• Reflexão
• Absorção
• Transmissão
• Refração

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Reflexão
É a capacidade de uma determinada superfície
refletir ou não a luz sobre ela projetada.
Esse reflexo é quantificado percentualmente em
comparação com a luz incidente original.
Pode ser:
• Dirigida
• Semidirigida
• Semidifusa
• Difusa
• Mista

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Reflexão dirigida (ou especular) – quando
o feixe de luz incide sobre uma superfície lisa
e brilhante (espelhada), é refletida para outra
direção com o mesmo ângulo em que foi
projetada.

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Reflexão difusa – quando o feixe de luz se
projeta sobre uma superfície fosca e rugosa
como isopor ou gesso, e é refletida em todas
as direções em forma de explosão.

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Reflexão Mista – quando a luz se projeta
sobre uma superfície metálica ou metalizada
irregular, ou branca acetinada ou esmaltada,
é refletida em forma de explosão, mas com
uma relativa direcionalidade.
Pode ser:

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Parte da luz se transforma em
outro tipo de energia. Um bom
exemplo de seu uso são os
aquecedores solares.
Todo fluxo luminoso que incide sobre um corpo é
absorvido em menor ou maior proporção de
acordo com o material que compõe o corpo. Então
podemos afirmar que os fenômenos de reflexão e
absorção têm uma estreita relação entre si, pois
são inversamente proporcionais.
Absorção
A percepção das cores tem a
ver com a absorção...

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Transmissão
A propagação da luz através de corpos
transparentes ou translúcidos, sem qualquer
modificação na freqüência dos componentes
monocromáticos da radiação recebe o nome de
transmissão.
• Dirigida
• Difusa
As classes de transmissão são, à semelhança
da reflexão:

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Transmissão dirigida – quando o feixe de
luz se propaga através de corpos de alta
transparência como o vidro e o acrílico
cristalinos.

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Transmissão difusa – quando o feixe de luz se
propaga através de corpos de baixa transparência
como o vidro texturizado ou translúcido, lâminas
plásticas e o acrílico opalino.


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Transmissão difusa – quando o feixe de luz se
propaga através de corpos de baixa transparência
como o vidro texturizado ou translúcido, lâminas
plásticas e o acrílico opalino.


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Refração
Somente é perceptível
quando o feixe de luz, incide em
ângulo oblíquo passando de um
meio transparente para outro
também transparente.
É a alteração da velocidade da luz ao passar
de um meio para outro de diferente densidade, por
exemplo, do ar para a água.
Este desvio que a luz sofre
é o fenômeno da refração.

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Atenção com a segurança também é competência profissional.

FIM
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A chave do funcionamento
da maioria deles está nas lentes.
A principal aplicação do
fenômeno da refração na vida
prática é o desenvolvimento de
instrumentos óticos.
no uso cotidiano. Seja na criação de
sofisticados equipamentos para as
complexas pesquisas astronômicas,
ou em câmeras digitais baratas e
populares, seja em lentes de óculos
ou lupas de leitura.
Feitas de cristal, vidro, acrílico ou outro plástico.
È a aplicação da ótica geométrica de maior destaque

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Tipos de Lentes
Quanto à sua
superfície, as lentes
podem ser classificadas
como lentes esféricas,
cilíndricas ou planas.
A lente cilíndrica
serve para correção do
astigmatismo e a lente
fresnel é uma lente do
tipo plana.
As mais utilizadas entre todas são, com
certeza, as lentes esféricas.

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Lentes Esféricas
Bordas Finas
Lentes convergentes
Bordas Grossas
Lentes divergentes

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Lente divergente: Nela, os raios
divergem a partir de um ponto. Ele
também é chamado foco, mas por
ele não passam raios luminosos.
Ele é virtual.
Focos de uma lente esférica:
Lente convergente: Os raios
convergem para um ponto: o
foco da lente. A distância entre
o foco e a lente é chamada de
distância focal. O foco é real.

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As lentes de Fresnel são lisas em um lado
mas têm arestas no outro. Elas foram usadas pela
primeira vez no século XIX como a lente que
concentrava o feixe de luz das lâmpadas nos faróis
de navegação.
As lentes de Fresnel
Em pouco tempo estavam
também nos equipamentos de
iluminação cênica.
Hoje, devido à sua luz
concentrada mas de bordas
pouco nítidas, é a lente mais
utilizado em cinema e vídeo.

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A idéia básica é
simples: é como
pegar uma lente de
plano convexa (“de
aumento”) e fatiá-la
em forma de anéis
concêntricos.
do que o próximo e focaliza a luz na direção do
centro. Então basta juntar todos os anéis novamente
para ter uma lente de Fresnel. É possível fazer lentes
extremamente grandes
Cada anel é um
pouco mais fino do