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Aeroportos

Introdução.............................................................................................................. 3
Aeroportos.............................................................................................................. 4
Pistas de pouso e decolagem................................................................................. 4
Controle de tráfego aéreo...................................................................................... 5
Terminais de Passageiros........................................................................................ 6
anutenção de um aeroporto................................................................................ 6
!egurança.............................................................................................................. "
Con#guração de pistas de pouso e decolagem......................................................$
%T&'& AC()PC(............................................................................................... $
*+,-I!IT&! '+ P*&.+T& PA*A A! /-('A01+! 2.................................................33
Aeroporto Internacional de 4ong 5ong.................................................................33
Construção do aeroporto de 4ong 5ong...............................................................33
Conclusão............................................................................................................. 36
6I67I&8*A/IA....................................................................................................... 3$
3
Introdução
Este trabalho visa analisar a infra-estrutura dos Aeroportos Internacional de Hong
Kong. Serão apresentadas também algumas notícias atuais relacionadas com os aeroportos.
a primeira se!ão serão mostrados conceitos b"sicos sobre os aeroportos e sua infra-
estrutura.
a segunda se!ão ser" apresentada um pouco sobre o #egulamento $rasileiro da
Avia!ão %ivil.
Atualidades serão tratadas na terceira se!ão& como investimento em ind'strias de alta
tecnologia nos arredores do aeroporto& em obras de infra-estrutura aeroportu"ria e de liga!ão
entre modais. (m pouco sobre a transfer)ncia e a competi!ão do transporte de passageiros por
Avião sobre o transporte por *nibus em viagens a grandes dist+ncias.
4
Aeroportos
(m aeroporto é uma "rea com a infra-estrutura e os servi!os necess"rios para o
atendimento de pousos e decolagens de avi,es. (m pe-ueno aeroporto é muitas ve.es referido
por campo de aterrissagem /ou simplesmente campo0 ou aer1dromo. 2ambém pode ser
referido como base aérea& -uando o aeroporto est" designado a servir primariamente avi,es
militares.
Aeroportos precisam ser de f"cil acesso a estradas& para o transporte de passageiros&
trabalhadores e carga do aeroporto a outras cidades. 3ara esse fim& alguns aeroportos também
possuem acesso a ferrovias /carga0 e metr4 /passageiros0. Além disso& aeroportos
movimentados possuem e-uipes de emerg)ncia como bombeiros e prontos-socorros& para a
eventualidade de um acidente5 aeroportos maiores chegam a possuir hospitais completos.
3odem ocupar grandes espa!os& chegando por ve.es a ocupar mais de 678 9m:. (m
grande centro aeroportu"rio pode empregar diretamente mais de 78 mil pessoas& movimentar
centenas de aeronaves& mane;ar centenas de toneladas de carga aérea e v"rias de.enas de
milhares de passageiros num 'nico dia de opera!ão.
Pistas de pouso e decolagem
(ma parte indispens"vel num aeroporto são as pistas de pouso e decolagem& -ue
precisam ser suficientemente compridas e largas para permitirem opera!,es de pouso e
decolagem dos maiores avi,es usando o aeroporto. Além disso& precisam ser planas& sem ou
com a mínima inclina!ão possível.
Em aeroportos movimentados& as pistas são feitas geralmente de asfalto ou concreto.
3orém& campos de aterrissagem de pe-ueno porte em pe-uenas cidades muitas ve.es possuem
suas pistas feitas com terra& pedras ou turfa.
3ara o au<ílio das movimenta!,es de aeronaves em terra /ap1s um pouso& ou antes& de
uma decolagem& por e<emplo0& e<istem as ta<i=a>s& pistas de au<ílio -ue agili.am o tr"fego
de aeronaves no solo.
As cabeceiras das pistas de aterrissagem dos aeroportos precisam ser livres de
-uais-uer obst"culos -ue possam atrapalhar ou p4r em risco a opera!ão de pouso?decolagem
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de uma dada aeronave. A linha de apro<ima!ão de aeronaves precisa ser livre de torres&
prédios e edifícios.
3istas de pouso e decolagem devem ser construídas levando-se em conta o padrão dos
ventos da região@ os ventos precisam ser paralelos A pista em pelo menos BCD do tempo& para
a seguran!a de uma opera!ão de pouso ou decolagem& onde ventos laterais nunca são bem-
vindos. Euando acontecem& criam turbul)ncia na aeronave& aumentando muito as
probabilidades de um acidente. Euando uma dada região não possui constantes ventos
paralelos A pista de pouso& a constru!ão de uma nova pista& em um +ngulo perpendicular A
primeira& é aconselhada.
Controle de tráfego aéreo
Em aeroportos& as torres de controle organi.am o movimento de aeronaves no solo e
no espa!o aéreo -uando estas se apro<imam do aeroporto e autori.am opera!,es de pouso e
decolagem. 2orres de controle situam-se em uma locali.a!ão do aeroporto -ue permita ampla
visão do aeroporto como um todo& bem como ampla visão das aeronaves -ue se apro<imam
do aeroporto numa opera!ão de pouso. uma emerg)ncia& ordenam -ue e-uipes de
emerg)ncia do aeroporto este;am prontas para a situa!ão. 3orém& é necess"rio observar -ue
v"rios aer1dromos de pe-uena dimensão e campos de aterrissagem& bem como alguns
aeroportos de médio porte& não possuem torre de controle ou controle de tr"fego aéreo.
Aeroportos de uso civil são designados para o atendimento de passageiros -ue usam o
avião como meio de transporte& para carga e correio aéreo. A maioria dos aeroportos opera os
tr)s& mas muitos atendem principalmente ou passageiros ou carga?correio& dado certas
circunst+ncias@
- Focali.a!ão /incluindo a presen!a de outros aeroportos na região05
- Servi!os oferecidos@ 2amanho e -ualidade da pista de pouso?decolagem& -ualidade dos
terminais de passageiros e?ou carga& etc.05
- Gatores econ4micos@ ta<a cobrada pela companhia aeroportu"ria a pousos e estacionamento
de aeronaves no aeroporto& por e<emplo5
H tamanho de um aeroporto e a variedade de servi!os por ele oferecidos depende
primariamente da -uantidade de v4os atendidos pelo aeroporto e o movimento de tr"fego
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aéreo& -ue inclui o movimento de passageiros& carga e correio aéreo. aturalmente& aeroportos
-ue movimentam uma grande -uantidade de passageiros& com um alto movimento de
aeronaves& tendem a ocupar uma maior superfície.
Terminais de Passageiros
%entros aeroportu"rios de grande ou médio porte são bem e-uipados para o
atendimento de aeronaves de porte& bem como para o tr"fego movimentado de passageiros
pelo aeroporto. Em tais aeroportos& h" "reas destinadas ao chec9-in& terminais separados para
embar-ue /onde o passageiro espera o seu v4o0 e desembar-ue /esteiras de restitui!ão de
bagagem& por e<emplo0&comerciais /lo;as& bancos& casas de c+mbio& etc0& e estacionamento de
carros. Iuitos aeroportos possuem m"-uinas de raios-J& para a detec!ão de materiais
perigosos na bagagem de passageiros.
Aeroportos internacionais /destinados ao atendimento de v4os procedentes ou com
destino a outros países0 possuem também uma alf+ndega& onde passageiros -ue saem ou
entram do país são controlados pelos servi!os aduaneiros. Krandes hubs aéreos oferecem ao
passageiro uma grande variedade de servi!os& como salas LI3& um centro comercial de grande
porte& pla>grounds e outros meios de recrea!ão infantil& lugar de culto religioso& museu&
restaurantes& lanchonetes& etc.
Krandes terminais aeroportu"rios precisam ser plane;ados e construídos de forma a
poder cobrir o maior n'mero de passageiros possível& na mesma medida em -ue o espa!o
destinado ao estacionamento das aeronaves é ma<imi.ado.
Euando os terminais de passageiros estão afastados uns dos outros e?ou distantes do
terminal principal& linhas de 4nibus& trens especiais e esteiras rolantes conectam um terminal
ao outro& de modo a facilitar o movimento de passageiros e funcion"rios entre todos os
terminais.
Manutenção de um aeroporto
Hs aeroportos são administrados pelo município onde estes operam& ou por empresas
especialmente criadas para esse fim& podendo ser p'blicas ou privadas. Mevido ao grande
impacto econ4mico de um grande centro aeroportu"rio numa cidade& região e?ou país& os
"
aeroportos são geralmente administrados por empresas p'blicas& ou fortemente influenciados
por 1rgãos p'blicos -uando administrados por empresas privadas.
Euando a capacidade de passageiros& carga ou movimento de aeronaves do aeroporto
est" perto de sua capacidade total& algumas mudan!as podem ser necess"rias& como a
e<pansão de terminais de passageiros e?ou carga& novas ta<i=a>s& pistas de pouso e
decolagem e estacionamentos. Euando isto não é possível& considera-se a constru!ão de um
novo aeroporto na região.
A manuten!ão econ4mica de um aeroporto d"-se através das ta<as cobradas para o
pouso e estacionamento de uma dada aeronave5 os pre!os variam de aeroporto para aeroporto
e de aeronave para aeronave. A cobran!a de impostos ao comércio e ta<as de embar-ue de
passageiros& bem como a renda gerada pelo estacionamento de carros& também contribui de
maneira significativa para a manuten!ão econ4mica de um aeroporto -ue& no final das contas&
pode tornar-se muito lucrativa5 o Aeroporto Internacional de %umbica& em Kuarulhos& é
respons"vel por apro<imadamente N8D da receita total da Infraero.
Segurança
A seguran!a em grandes aeroportos de passageiros é um assunto muito sério& se
levarmos em conta -uest,es como a seguran!a de voo ou o terrorismo.
2erminais de passageiros movimentados fa.em uso de m"-uinas de raios-< para a
verifica!ão de materiais perigosos& detectores de metais para a detec!ão de armas e animais
treinados a detectar tra!os de e<plosivos em um dado passageiro& bagagem ou carga. Hs
seguran!as do aeroporto também podem ordenar uma revista completa numa pessoa e?ou na
bagagem desta. Além de ob;etos considerados armas /armas de fogo& facas& tesouras& etc0&
também são proibidos ob;etos -ue ponham em risco a integridade do voo& como is-ueiros&
materiais inflam"veis ou e<plosivos& etc. 3roblemas& como a falta de verbas& podem fa.er com
-ue tais medidas de seguran!a não se;am utili.adas como deveriam& aumentando muito o
risco de atentados ou se-uestros.
Hutras -uest,es envolvendo seguran!a nos aeroportos incluem a "rea de apro<ima!ão
de pouso de aeronaves& nem sempre livre de obst"culos /como& por e<emplo& o antigo
aeroporto de Hong Kong& com montanhas de grande altitude durante a apro<ima!ão0& ou a
rela!ão entre o n'mero de opera!,es de pousos e decolagens num dado aeroporto e o tamanho
$
da sua pista - problemas no Aeroporto Santos Mumont& no #io de Oaneiro& cu;a pista de 6P88
metros de comprimento pode ser considerada insegura para a opera!ão dos $oeing QPQ -ue aí
costumam operar.
Configuração de pistas de pouso e decolagem
A capacidade de um aeroporto é determinada pela configura!ão do sistema de pistas&
sendo um dos gargalos do sistema aeroportu"rio nos dias atuais. A AA% /Ag)ncia acional
de Avia!ão %ivil0 segue os padr,es e pr"ticas recomendadas pela %onven!ão Internacional de
Avia!ão %ivil para configura!ão de pistas de pouso e decolagem. Ela utili.a método do
'mero de %lassifica!ão da Aeronave - 'mero de %lassifica!ão de 3avimento /A%-3%0&
método internacional de notifica!ão de resist)ncia de pavimentos de aer1dromos. A
configura!ão da pista sempre depender" do tipo de aeronave -ue trafegar" neste aeroporto.
MÉTODO ACN-PCN
Mevido A globali.a!ão da avia!ão foi necess"rio criar padr,es internacionais em toda a
matéria envolvendo a utili.a!ão do avião como transporte aéreo. Sendo assim& foram criados
padr,es para o uso das pistas& de compara!ão entre a aeronave e as mesmas e& nessa matéria&
entre o peso do avião e a capacidade da pista em suportar esse peso. H sistema A%-3% é
estruturado de maneira -ue um pavimento com um determinado valor de 3% se;a capa. de
suportar& sem restri!,es& uma aeronave -ue tenha um valor de A% inferior ou igual ao valor
do 3% do pavimento& obedecidas as limita!,es relativas A pressão dos pneus. Isto é possível
pois os valores de A% e de 3% são calculados usando-se a mesma base técnica.
A%@ H 'mero de %lassifica!ão da Aeronave& e<pressa o efeito relativo da massa da
aeronave sobre um pavimento. 6 A% representa uma massa de C889g suportada por uma
'nica roda com pressão do pneu de 6&7C Ipa /6R6&7Cpsi0. A seguir& temos uma tabela com os
A%s m"<imos e mínimos de diferentes aeronaves.
Escolhida a aeronave a se utili.ar&siga em linha reta na tabela até o 2ipo de 3avimento
com a relativa %ategoria da %amada de Sub-leito. Hs dois n'meros encontrados representam
os A%s da aeronave com peso m"<imo S I2TA UIa<imum 2otal Teight Authori.ed& ou
3eso I"<imo 2otal Autori.ado& normalmente o 3eso I"<imo de #ampa /I#T0& -ue é o
3eso I"<imo de Mecolagem /I2HT0 somado com o %ombustível para o 2a<i /2JG0V S e
mínimo U3eso $"sico Hperacional /$HT0V.
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H A% #eal da aeronave é obtido através da interpola!ão@ A% W A% m"< S /3eso
I"<imo S 3eso #eal0/A%m"< S A% mín0? /3eso I"<imo S 3eso Iínimo0 EJEI3FH@
Eual é o A% de um $Q6Q-788 com um peso de NR8889g e pressão de pneus de 6XNpsi&
utili.ando a pista 8BF?7Q# de Kuarulhos /asfalto e categoria de resist)ncia de sub-leito
média0Y A% W P7 S /CPBQQ S NR.8880/P7 S 6X0?/CPBQQ S P8X6R0 A% W P7 S N&8BW 7Q&B6
Agora& para saber se a aeronave é compatível ao pavimento& basta comparar o 3% da pista
com o A% na aeronave. Se o A% for igual ou inferior ao 3%& é permitida a opera!ão da
aeronave na referida pista. Assim@ 3% da pista 8BF?7Q#@ RC A% do $Q6Q-788 com um
3eso de Mecolagem de NR.8889g@ 7Q&B6 %omo A%
3%@ 3% /'mero de %lassifica!ão do 3avimento0 é um n'mero -ue e<pressa a
capacidade de resist)ncia de um pavimento para opera!,es sem restri!ão. H valor numérico
do 3% de um pavimento pode ser determinado através de dois métodos& sendo um baseado
na e<peri)ncia com aeronaves -ue operam usualmente no pavimento e outro -ue se baseia em
avalia!ão técnica.
H 3% de um pavimento é notificado através de um c1digo -ue utili.a cinco
elementos@
a0 Lalor numérico do 3%@ indica!ão de resist)ncia do pavimento em termos de carga de
roda5 b0 2ipo de pavimento@ fle<ível /constituído por diversas camadas respons"veis por
distribuir gradualmente as cargas no pavimento0 ou rígido /constituído por uma 'nica camada
estrutural capa. de suportar as cargas no pavimento05
c0 #esist)ncia do subleito@ Lalores de resist)ncia do sub-leito normali.ados para pavimentos
rígidos@ Lalores de resist)ncia do sub-leito normali.ados para pavimentos fle<íveis@
2abela 7 - Lalores de resist)ncia de subleito normali.ados no método A%-3% para
pavimentos rígidos
3:
e0 Iétodo de avalia!ão@ H sistema 3% reconhece dois métodos de avalia!ão de pavimento.
Se a avalia!ão representa o resultado de um estudo técnico& o método de avalia!ão deve ser
codificado com a letra 2. Se a avalia!ão é baseada na e<peri)ncia com aeronaves -ue operam
usualmente no pavimento& o método de avalia!ão deve ser codificado com a letra (. A
avalia!ão técnica implica -ue algum c"lculo ou estudo técnico foi aplicado na determina!ão
do 3%. A avalia!ão baseada na e<peri)ncia com aeronaves significa -ue o 3% foi
determinado selecionando o maior valor de A% dentre as aeronaves -ue usualmente utili.am
o aer1dromo sem danificar o pavimento.
E<emplo@ H Aeroporto de Kuarulhos possui o seguinte c1digo 3%@ 3% RC?G?$?T?25 a
decodifica!ão seria@ 'mero de %lassifica!ão do 3avimento@ RC5 3avimento do tipo fle<ível
/asfalto05 #esist)ncia da %amada de Subleito@ Iédia5 3ressão de pneu ilimitada& sem
restri!,es5 As características do pavimento foram avaliadas tecnicamente.
%omo e<emplo podemos citar algumas características do aeroporto internacional
2ancredo neves& belo hori.onte minas gerais.
#e-uisitos de pro;etos para estruturas de a!o@ As estruturas de a!o deverão ser
pro;etadas conforme a norma A$2 $# RR88 /788R0@ Z3ro;eto de estruturas de a!o e de
estruturas mistas de a!o e concreto[& A$2 $# RXR6 /788N0@ ZA!,es e seguran!a nas
estruturas[& bem como outros normativos relacionados.
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Hp!,es de 3ro;eto@
H tipo de a!o& os sistemas estruturais& a estruturada cobertura& bem como o método de
pro;eto usado deverão ser baseados em estudo econ4mico comparativo e deverão ser a-ueles
-ue resultem no menor custo para a estrutura e<igida.
Hperacionalidade
As estruturas de a!o do terminal deverão permanecer operacionais durante toda a sua
vida 'til. Hs elementos estruturais de a!o deverão ser dur"veis com prote!ão ade-uada para
evitar a corrosão& e deverão ser pro;etados para serem livres de vibra!,es e de desli.amento
das cone<,es. Além disso& defle<,es estruturais -ue possam danificar divis1rias& tetos e v"rios
elementos ar-uitet4nicos deverão ser mantidas dentro de limites.
REQISIT!S "E PR!#ET! PARA AS $%"A&'ES @
2odas as sapatas e funda!,es deverão ser pro;etadas conforme as normas A$2 $#
X66R /788Q0@ Z3ro;eto de estruturas de concreto[& A$2 $# RXR6 /788N0@ ZA!,es e
seguran!a nas estruturas[& A$2 $# X667 /6BBX0@ Z3ro;eto e E<ecu!ão de Gunda!,es[&
A$2 $# R8NN /6BRP0@ Z3ro;eto Keotécnico[& bem como outros normativos relacionados.
Investiga!,es Keotécnicas@
As investiga!,es geotécnicas deverão ser e<ecutadas para determinar as tens,es
admissíveis do terreno e resist)ncia ao cisalhamento dos solos.
Sapatas@
As sapatas deverão ser pro;etadas de forma -ue a capacidade resistente do solo não
se;a e<cedida e o recal-ue diferencial se;a minimi.ado.
Estacas@
3;
Estacas são necess"rias para transmitir a carga de um prédio através de um material
com bai<a capacidade resistente ou para eliminar recal-ues diferenciais. As estacas pré-
moldadas são esbeltas& e derivam sua capacidade de portar carga através da resist)ncia lateral&
da resist)ncia de ponta ou da combina!ão de ambos. As estacas deverão ser de elementos de
a!o ou concreto cravados ou perfurados no solo. As estacas moldadas em loco deverão ser
construídas perfurando ou então escavando o solo& -ue ser" posteriormente preenchido com
concreto ou concreto armado. 2ubos de revestimento de a!o poderão ou não ser usados para
facilitar a constru!ão. A escolha de estacas pré-moldadas ou moldas em loco para uma dada
funda!ão dever" ser feita com base em estudos comparativos de custo& desempenho&
estabilidade sob cargas hori.ontais e verticais& e o método e<igido para e<ecu!ão.
%om referencia a seguran!a no aeroporto pode citar ainda as referencias colhida do
aeroporto internacional 2ancredo neves em belo hori.onte /minas gerais0.
• Inc)ndio
Mispositivos de monitoramento& alarmes e e-uipamentos para detec!ão e supressão de
inc)ndios deverão ser incorporados As instala!,es do terminal.
• #otas de Guga de Inc)ndios
%om o prop1sito de facilitar o direcionamento efetivo em situa!,es de emerg)ncia& as
rotas de fuga de inc)ndios deverão estar situadas& sempre -ue possível& ao longo das
principais rotas de circula!ão.
• %orrimãos e Kuarda-%orpos
%orrimãos e guarda-corpos deverão ser colocados em todas as plataformas entre
lances de escadas& mudan!as abruptas de nível& bem como nas beiradas de "reas vagas
acessíveis aos passageiros e ao p'blico. Essas barreiras deverão ter altura total mínima de
6&8C m& medida do piso ad;acente ao topo do componente hori.ontal contínuo mais alto. H
pro;eto dos guarda-corpos -ue terminam em uma escada rolante dever" ser integrado com
-ual-uer corrimão de escada rolante. (m detalhe de interface apropriado é necess"rio para
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fechar a lacuna entre ambos. A bra!adeira de fi<a!ão de -ual-uer corrimão dever" ficar na
parte de bai<o deste e não dever" impedir o apoio das mãos ao longo de toda a sua e<tensão.
Aeroporto Internacional de (ong )ong
A constru!ão do aeroporto de Hong Kong foi um gigantesco pro;eto de engenharia e
logística -ue envolveu& não somente a constru!ão do mesmo& como também o surgimento de
outras grandes obras interligadas como um 2'nel submerso& uma ponte suspensa& um grande
terminal de passageiros e uma alto-pista fa.endo a liga!ão entre todas as obras. 2al fa!anha
tinha -ue ser reali.ada num pra.o de sete anos& pois havia um acordo hist1rico -ue a
Inglaterra& -ue era a atual detentora dos direitos da-uela terra desde a guerra do 1pio& em
meados do século JLIII& devolveria a cidade aos chineses no ano de 6BBQ.
Construção do aeroporto de (ong )ong
o final da década de R8& o antigo aeroporto de Hong Kong& Kai 2a9& não conseguia
abarcar a -uantidade crescente de flu<o de avi,es& tanto de passageiros como de carga& -ue
multiplicavam a cada ano. Ga.ia-se necess"rio a cria!ão de um novo aeroporto a altura do
crescente comércio local. %omo não havia espa!o em terra para a cria!ão de tal obra& os
engenheiros civis propuseram a cria!ão de uma ilha artificial. Esta ilha foi construída
utili.ando& na época& o maior deslocamento de terra ;" reali.ado. Iais de cinco Iilh,es de
toneladas de areia e restos das rochas das antigas ilhas -ue serviram como elo da constru!ão e
foram utili.ados para a edifica!ão da ilha artificial.
%omo havia a necessidade de agili.ar o trafego entre o aeroporto e o centro comercial
de Hong Kong& era preciso criar ao mesmo tempo da edifica!ão do aeroporto& outras obras de
car"ter indispens"vel A fluide. do trafego de passageiros e de mercadorias. (ma dessas obras
foi A constru!ão de um t'nel -ue ligaria a ilha de Hong Kong ao continente. Hs seguimentos
do t'nel foram criados a 6C -uil4metros do local da sua instala!ão& em uma pedreira com
saída para o mar. Isso facilitava o deslocamento dos seguimentos& pois um a ve. finali.ado
cada parte do t'nel& o mesmo era transportado pelo mar e ao chegar ao local e<ato da
instala!ão& era submerso a uma profundidade de 6C metros& onde eram feitos os a;ustes finais
de veda!ão.
Era preciso também unir o continente para a outra ilha& chamada 2sing \i. Messa ve.
os engenheiros não podiam contar com a cria!ão de outro t'nel& uma ve. -ue a profundidade
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dessa travessia era maior e ainda havia um grande tr"fego de navios -ue elevaria os riscos da
instala!ão do t'nel. esse espa!o de cinco -uil4metros& foram então construídas duas pontes
suspensas& com seis fai<as de pista e uma passagem& no seu piso inferior& com uma liga!ão
férrea. 2al estrutura foi plane;ada e fortificada para suportar os tuf,es -ue sempre estão
presentes nos ver,es do sul do continente asi"tico. o momento da sua constru!ão& a sua
ponte maior& denominada 2sing Ia& era a segunda maior ponte suspensa do mundo. Ho;e ela
se encontra em R] lugar& tendo uma e<tensão de 6PQQ metros comprimento e 78X metros de
altura por N6 metros de largura.
3ara da continuidade ao pro;eto& era necess"rio criar estradas para unir o novo 2'nel&
locali.ado na enseada Lit1ria& no centro comercial da cidade& com as novas pontes&
locali.adas mais ao sul. %onstruir estradas em um local -ue ;" estava e<tremamente
engarrafado se tornou uma tarefa desafiadora. Era preciso criar estratégias de plane;amento de
constru!ão ao ponto de não pre;udicar ainda mais o trafego da cidade. Muas alto-estradas
foram construídas. A primeira ligava o 2'nel As novas pontes& essa foi construída por cima das
antigas pistas sem as danificar e nem impedir a sua utili.a!ão& se tornando a primeira estrada
suspensa de Hong Kong. A segunda auto-estrada ligaria a ponte ao aeroporto. esta obra foi
preciso criar terreno entre as montanhas e o mar& pois esta constru!ão passaria tanto a auto-
estrada com a nova malha ferrovi"ria e os elementos necess"ria para o suporte ao aeroporto&
tais como os dutos de liga!ão de "gua& g"s& sistemas de abastecimento elétrico& telef4nicos&
entre outros& segundo mencionou o engenheiro pro;etista Kevin Mi<on. A nova e<tensão de
terra criada era de apro<imadamente 6Km entre a costa e o mar. H cumprimento dessa auto-
estrada é de 67 Km& ligando a ponte A nova esta!ão e ao Aeroporto.
3ara condu.ir o gigantesco n'mero de passageiros ao novo aeroporto de Hong Kong& em toda
a e<tensão das auto-estradas foram criados em paralelo& estradas férreas com trens de alta
velocidade. 2ambém se fa.ia necess"rio a cria!ão de uma nova esta!ão e& da mesma forma
como aconteceu com o aeroporto& novamente o mar foi coberto por areia e rocha no meio da
enseada vit1ria& -ue fica a PC 9m do aeroporto.
A 'ltima etapa do pro;eto foi A cria!ão do terminal do aeroporto -ue seria a maior
constru!ão fechada do mundo. Surgiram problemas de estrutura como a infiltra!ão das "guas
do mar nas funda!,es da esta!ão. 3orém& o principal problema A-uela altura não era de car"ter
estrutural e sim& político. %omo todo o pro;eto deveria ficar pronto antes de 86 de ;ulho de
6BBQ& pra.o final para a entrega de Hong Kong para o governo %hin)s pela Inglaterra& os
engenheiros constataram -ue não haveria tempo para a constru!ão total da esta!ão. Em meio a
acordos políticos& o governo %hin)s concedeu um pra.o de mais um ano para o termino da
constru!ão.
o dia 8X de Oulho de 6BBR o antigo aeroporto& o Kai 2ai& é desativado e ocorreu todo
um deslocamento de pessoal e de estruturas de suporte para o novo aeroporto Internacional.
os primeiros dias de Atividade& o aeroporto Internacional sofreu pela falta de testes
preparat1rios& principalmente no seu sistema automati.ado de gerenciamento de bagagens e
de mercadorias. 3orém& com o passar do tempo& os problemas foram contornados e toda a
operacionali.a!ão pude ser corrigida por meio de a;ustes aplicados aos processos.
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/Aeroporto Internacional de Hong Kong0

Em 7866 o Aeroporto Internacional de Hong Kong Goi eleito o melhor aeroporto do mundo.
S1 em 7868& cerca de C8&B milh,es de passageiros passaram por este aeroporto. Além disso&
ele possui cerca de B8 voos di"rios& conectando 6X8 destinos através de mais de BC
companhias aéreas.
Mesde sua inaugura!ão& o aeroporto coleciona pr)mios& em apenas de. anos& ele
ganhou sete pr)mios S9>tra< de satisfa!ão ao cliente.
36
Conclusão
A mobilidade ;" ultrapassou a condi!ão de conforto para se tornar uma necessidade do
homem moderno. Afinal& o turismo e o laser não são mais apenas lu<o& mas direito de todos.
o mundo dos neg1cios& o deslocamento r"pido é ainda mais indispens"vel dada a urg)ncia
dos contratos. A oferta do servi!o de transporte aéreo seguro& pontual e de -ualidade constitui
mercado -ue tem -ue ser disputado e somente ser" vencido pelo competidor -ue agregar
pre!o bai<o a tudo isso. %omo em -ual-uer setor& essa receita é cl"ssica e demanda -ualidade
de gestão& sem a -ual ninguém pode se credenciar ao lucro. A sociali.a!ão do pre;uí.o não é
mais aceit"vel.
Estruturando-se para participar competitivamente do mercado de economia
globali.ada& a na!ão brasileira depara-se com um cen"rio prospectivo do setor de avia!ão
civil& rico em inova!,es tecnol1gicas e possibilidades de crescimento& cu;a an"lise e
e<plora!ão são essenciais para o desenvolvimento deste setor estratégico da vida nacional& de
import+ncia vital para a evolu!ão econ4mica e social do nosso 3aís. %ompondo este cen"rio
estão as aeronaves de grande velocidade e as aeronaves Ztransatmosféricas[& com
características operacionais e<tremamente variadas e opera!ão prevista ;" para os pr1<imos
anos. esta mesma escalada evolutiva& estão os novos e sofisticados sistemas de controle de
tr"fego aéreo e de navega!ão aérea. 2ais avan!os tecnol1gicos& aliados a uma intensa
utili.a!ão do transporte aéreo como principal fator de mobilidade desta realidade mundial
dever" estabelecer um novo -uadro de demandas para o Sistema de Avia!ão %ivil /SA%0& cu;o
atendimento e<igir" da ind'stria do transporte aéreo& dos operadores da infra-estrutura
aeron"utica e do governo& uma postura igualmente nova& em termos de plane;amento&
desenvolvimento& gestão e controle do Sistema em sua totalidade.
A an"lise das atuais condi!,es operacionais da infra-estrutura do SA% vem revelando
a e<ist)ncia de dese-uilíbrios entre a oferta de capacidade?servi!os aeroportu"rios e as
demandas de tr"fego& em alguns dos principais aeroportos nacionais. Estes dese-uilíbrios t)m
derivado@
^ o aumento das opera!,es nos hor"rios de pico& decorrentes da concentra!ão dos v4os em
aeroportos específicos e hor"rios preferenciais& somados aos efeitos da fle<ibili.a!ão em
curso no transporte aéreo& -ue viabili.ou a entrada das antigas regionais no mercado
doméstico regular5
3"
^ o acelerado incremento das opera!,es Zcharters[& domésticas e internacionais& transportando
principalmente turistas& -ue v)m pressionando fortemente a capacidade de determinados
aeroportos nacionais não aparelhados para receber o aumento e a nature.a desse tr"fego5
^ a evolu!ão tecnol1gica da frota& com novas e<ig)ncias relativas ao suporte e opera!ão das
facilidades e servi!os de infra-estrutura5
^ o recente e acentuado crescimento da demanda pelos servi!os de transporte e
arma.enamento de carga nos aeroportos& decorrente da op!ão dos usu"rios por um servi!o
mais r"pido& mais eficiente e de melhor -ualidade5
^ a ocupa!ão desordenada da "rea de entorno dos aeroportos& limitando seu potencial de
desenvolvimento e acarretando& por ve.es& a necessidade de sua transfer)ncia para outro sítio5
e&
^ a insufici)ncia de recursos para investimentos no Sistema para atendimento da acelerada
evolu!ão do transporte aéreo.
Em face disto e visando a uma priori.a!ão dos investimentos setoriais& uma das
principais necessidades& com impacto na opera!ão da infra-estrutura& é a reestrutura!ão das
redes de servi!o do transporte aéreo& tanto a nível regional& -uanto nacional& associada a um
reestudo das concess,es das linhas. A perspectiva desta reestrutura!ão& aliada aos altos custos
da e<pansão e ade-ua!ão da infra-estrutura aeroportu"ria e<igem& a estratifica!ão da infra-
estrutura do SA% em grupos de aeroportos& onde as melhorias re-ueridas se;am en-uadradas
segundo sua import+ncia relativa para o interesse do tr"fego aéreo -ue nele opera& em
compatibilidade com os interesses do Sistema e da esfera administrativa de governo.
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