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ORAÇÕES E VÓS SOIS DEUSES

Organizado por OSVALDO POLIDORO
Nada é mais tolo do que afirmar que não há Espiritismo fora de Kardec;
Espiritismo não é questão de nomes ou palavras, mas sim de leis, elementos
e fenômenos. Estudem as 8 Grandes !"lias da #umanidade, se$am
inteli%entes e honestos, e estareis contri"uindo para o triunfo da &erdade, do
'mor e da &irtude; isto é, estareis for$ando o triunfo da (onsci)ncia da
*nidade, a (have da +a"edoria ,undamental.
-ara lem"rar apenas o (ristianismo.
/ Esp!rito Ga"riel devia esperar Kardec, para enunciar o nascimento de
0oão atista1
2evia esperar Kardec, para enunciar a 3aria o nascimento de 0esus1
/s sonhos de 0osé, deviam ser proi"idos ou tidos por errados, porque
Kardec não os autori4ou1
5odos os fenômenos medi6nicos de 0esus, inclusive o do 5a"or,
comunicando com 3oisés e Elias, e todos os demais, e tam"ém os dos
'p7stolos, foram mistifica89es, porque não foram autori4ados pela
(odifica8ão1
2eus sa"e o que fa4, pois não1
Então, s7 resta apelar para a 0usti8a 2ivina.
AVISO INICIAL
(he%ou, para esta #umanidade, o tempo de transi8ão mais vasto e
profundo de toda a sua #ist7ria; é aquele acontecimento que está citado no
'pocalipse so"re a %rande renova8ão, para antes do ano dois mil. 0amais
fim do mundo ou da #umanidade, que isso é mais rid!culo do que a"surdo.
Nenhum cataclismo, nenhuma %uerra conse%uirá $amais destruir totalmente
a #umanidade. -or estar tudo su"ordinado : 0usti8a 2ivina, todos os
acontecimentos humanos marcham para a finalidade a ser atin%ida, a união
vi"racional total de cada esp!rito, com o -rinc!pio, 2eus ou -ai 2ivino.
' (onsci)ncia da *nidade, o conhecimento de que do *3
,*N2'3EN5'; ou 2eus é que tudo emana; que no *3
,*N2'3EN5'; tudo move e atin%e a +a%rada ,inalidade, é realidade
que todos deverão entender e viver. 5odo aquele que desconhece esta
realidade, por certo se pre$udica, porque funciona fora de ordem. Nin%uém
fere a ;ei de #armonia, sem pa%ar caro pela ins<nia.
' (onsci)ncia da *nidade é, como movimento idealista, simples
2=&=N=+3/. > a certe4a da *N=2'2E, ou da realidade que é 2eus como
-rinc!pio Emanador, e 2eus como ?evelado ou Emanado, aquilo que
erradamente chamam de (ria8ão. /s verdadeiros 3estres, Grandes
=niciados ou =niciadores, sempre ensinaram assim. E $amais seriam Grandes
=niciados ou =niciadores se assim não ensinassem. 0esus, como irmão
3odelo, para afirmar esta realidade, disse simplesmente. E* +/* /
-?=N(@-=/, / 3E+3/ A*E &/+ ,';/. =sto é, repetiu o. &B+ +/=+
2E*+E+.
?eli%i9es for$adas por homens, cleresias, comércios id7latras,
politicalhas e outros corruptos movimentos, é que tudo desvirtuaram,
através dos tempos, fa4endo as %entes perderem a no8ão real da &E?2'2E
,*N2'3EN5';; isto é, a no8ão de /ri%em 2ivina, Evolu8ão Gradativa e
&olta : *nidade, em equidade vi"racional total.
's tr)s palavras que representam o =deal 2ivino são. =nteli%)ncia,
+a"edoria e (omportamento.
's tr)s palavras que representam a reali4a8ão do =deal 2ivino são.
&erdade, 'mor e &irtude.
(om =nteli%)ncia, +a"edoria e (omportamento, cada esp!rito reali4ará
em si mesmo a &erdade (onhecida, o 'mor -raticado e a &irtude
'cumulada.
Esta realidade é fundamental. / verdadeiro sá"io é aquele que sa"e usar,
com prud)ncia, todos os recursos e todas as li"erdades que 2eus oferece.
Auem assim fi4er questão de conhecer e viver, por certo não eCperimentará
o pranto e ran%er dos dentes.
'i daquele que, confiando na cren8a ou na fé, pretender dispensar a
o"ri%a8ão de /3 (/3-/?5'3EN5/.
A DOLOROSA EXPERIÊNCIA
2amos aqui, em resumo, aquilo que disse um esp!rito. Auem ainda está
pere%rinando pela encarna8ão, e tem o seu fanatismo reli%ioso e, talve4
muitos outros, tire destas confiss9es os devidos proveitos. Não poderá di4er,
depois de ler isto, que não sa"ia das &erdades 2ivinas. 'o desencarnar, se
tiver de sofrer o que sofreu o irmão comunicante, em dores e desilus9es,
remorsos, etc, será por conta e risco de suas teimosias. ;eiam com aten8ão.
DEu tinha a minha reli%ião e, como todos os crentes, das muitas centenas
de modalidades que há na 5erra, achava que a minha era a 6nica a salvar;
minha cor, minha ra8a, meu povo, minhas peculiaridades, tudo era mais e
melhor perante 2eus, a 0usti8a 2ivina, etc.
D(omo eu pensava, se%undo como me mandavam pensar as ta"elinhas
reli%iosistas dos meus padres. con$unto de %raus hierárquicos, vestes,
E
rituais, sacramentos e pontosFdeFvista, até 2eus tinha de aceitar assim,
porque os padres e as ta"elas eram do presente imediato, práticos, e 2eus
estava lon%e, fora, no (éu, etc.
D' 5erra era tudo, o =nfinito e a Eternidade eram em fun8ão da 5erra e
da #umanidade, e isso mesmo, tudo tendo na minha ra8a, no meu povo, nas
minhas verdades de al%i"eira, toda a import<ncia, a ra4ãoFdeFser de 2eus e
de tudo.
D5odos os crentes poderiam ter o seu pedacinho de (éu, mas o meu (éu
era +uperior de todos os demais, porque minha reli%ião era a verdadeira;
todos teriam de, ao morrer, reconhecer a supremacia das minhas verdades,
vindo a mim e di4endoFme palavras de perdão e su$ei8ão.
DEntretanto, irmãos, deiCei a carne entre dores, continuei com dores por
muito tempo, ha"itante de lu%ar som"rio, nada tendo feito a minha reli%ião,
os meus padres ou quem quer que fosse, por mim; depois de "ons penares,
fui procurado e condu4ido a lu%ar melhor, sendo tratado por irmãos de
outras cren8as, de outras ra8as, que tam"ém tinham vivido suas frustra89es,
por causa de suas supremacias reli%iosas, raciais, etc.
D2e minha parte, tenho a di4er que muito aprendi com a desencarna8ão;
aprendi que 2eus não é de reli%i9es, de fin%imentos, de apar)ncias, do fa4F
deFconta que tanto en%orda aqueles que se valem do +eu Nome para viver :
custa dos tolos que neles acreditam...
D' 5erra é apenas um pontinho na imensidão do (osmo; a #umanidade
constitu!da de encarnados e desencarnados é infinitesimal em face da
#umanidade (7smica; a import<ncia que há, realmente, está na /ri%em
2ivina dos esp!ritos, no -rocesso Evolutivo a ser reali4ado e na &olta ao
+eio 2ivino, por parte dos esp!ritos. No dia em que todos os ha"itantes do
-laneta sou"erem isto, terão sa"ido da &erdade que é a (have de 5odas as
&erdades. 'quilo que está fora deste conhecimento e deste prop7sito, está
fora da 2ivina /rdem 3oral, estando destinado ao pranto e ran%er dos
dentes...
D5ra"alho $unto a esp!ritos socorristas, em re%ião espiritual apropriada,
isto é, de relativa luminosidade; tendo encontro marcado com as lá%rimas e
as dores, os fanatismos reli%iosos e as d6vidas cruciantes, os
arrependimentos, os remorsos e as eCpectativas futuras... -orque há o
futuro, no seio do Eterno -resente, para que os esp!ritos vivam, aprendam e
venham a ser *nos um dia...
D-ouco espero de minha advert)ncia de irmão mais eCperimentado,
conclamando a que pensem e procedam, melhor do que eu pensei e
procedi... +ei que a cada um ca"e o direito fundamental de eCperi)ncia
pr7pria, e, por isso mesmo, concito a que usem "em o dever de aprender,
procurando fa4)Flos sem muito sofrimento...
DEm lu%ar de adular a 2eus, por meio de simula89es reli%iosistas,
discursos e palavr7rios, tão do %osto dos cleros capciosos, procurem
compreender as ;eis 2ivinas ou ,undamentais; e viv)Flas, ou viver de
acordo com elas. 3esmo porque, nenhum esp!rito, se$a quem for, do vosso
calendário iniciático, poderá $amais passar por cima da 0usti8a 2ivina, ou
di4er que outros, maiores do que ele, possam fa4)Flo. Esta verdade é aquela
que deve morar nos fundamentos conceptivos de quem quer, de fato, estar
"em perante si mesmo, na carne ou fora dela. / mundo espiritual está cheio
de consci)ncias terrivelmente constran%idas, porque não deram import<ncia
a esta realidade fundamental... =sto é, passaram a vida acreditando em
mistif7rios clericais, reli%iosistas sectários, etc., esqe!endo a !i"n!ia do
#azer $e%.
D5udo está acontecendo, na 5erra, em termos de como89es e %randiosas
conquistas, e profundos ensinamentos iniciáticos, para o %rande tr<nsito
entre a fase da $uventude, que passa, e a fase da maturidade, que come8ará
por volta dos meados do século vinte e um, considerandoFse, porém, que
tudo é entrosado, dando o devido tempo, para que as inteli%)ncias mais
l6cidas compreendam e tomem as devidas medidas de prud)ncia.
D(onhecer a &E?2'2E e praticar o E3 é a meta certa, devendo
findar a lon%u!ssima fase de cren8as clericais, formalistas e formulistas,
id7latras, politiqueiras, etc. -retender que se vá a 2eus, lon%e e fora, por
meio de simulacros ou de discurso4inhos histéricos de crentes quaisquer,
tam"ém é prática que cairá. (rer será rid!culo, porque o certo é conhecer,
visto que em 2eus nada depende de conceitos humanos, etc. 5r)s realidades
ficarão eternamente de pé, para serem conhecidas e vividas, por aqueles
que, ao desencarnar quiserem estar a salvo de tremendas desilus9es. &B+
+/=+ 2E*+E+ G '3'=F&/+ *N+ '/+ /*5?/+ G 5E?E=+ 2E +E?
E+-@?=5/ E &E?2'2E, /* 2E*+ E3 2E*+, /* =N5EG?'N5E+ 2'
*N=2'2E 2=&=N'.
D3uito "em alerta a !"lia so"re a comunica"ilidade dos esp!ritos.
2iscernir é tra"alho necessário, não s7 em virtude dos esp!ritos
propositalmente maldosos, porém em virtude da i%nor<ncia, da
mediocridade que aceitaram do mundo, e que tornam a derramar so"re os
encarnados, com aquelas lon%u!ssimas aren%as a t!tulo de li89es de moral,
etc. ,anatismos reli%iosistas, misticismos tolos, sectarismos rampeiros,
frivolidades, idolatrias, supersti89es, falsa autoridade perante encarnados
i%norantes, tudo isso anda vo%ando pela literatura medi6nica, como se fosse
H
importante. ' falta de conhecimento, por parte dos encarnados, de
conhecimento da /ri%em, Evolu8ão e +a%rada ,inalidade do esp!rito, fa4
aceitar afirma89es med!ocres e rid!culas, vindas do plano espiritual. +o"re a
vida nos planos erráticos, aquilo que há, vale como entroni4a8ão da
inferioridade, de mediocrismo evolutivo dos esp!ritos que se comunicam,
que transmitem tais informes.
DNin%uém mais tem o direito de i%norar sua 2ivina Ess)ncia
,undamental, sua /ri%em 2ivina, compreendendo a evolu8ão como
desa"rochamento das &irtudes 2ivinas que possui em estado latente, até
atin%ir a *nião &i"racional 5otal, a volta : *nidade Essencial ou 2eus. E
que, para isso, conhecer a &E?2'2E e praticar o E3 tudo resume, para
encarnados e desencarnados. > necessário deiCar de lado a caudal de
verdade4inhas med!ocres e rid!culas que vo%am nos meios esp!ritas, e
procurar viver consoante a /ri%em 2ivina e a +a%rada ,inalidade a ser
atin%ida.
DEstais vivendo o tempo previsto, no +ermão -rofético de 0esus e nas
pá%inas do 'pocalipse, so"re esc<ndalos, imoralidades, deprava89es,
corrup89es, etc. (omo está escrito, a onda trevosa será tal, que a&' %i&os
!on(e!edores se dei)ar*o arras&ar pe+a i%nd,!ia, pensando que nada
mais pode consertar a #umanidade. &ede "em, porque a! estão "em perto, o
dil6vio de fo%o e a separa8ão entre ca"ritos e ovelhas. Nada acontecerá por
acaso, tudo está pesado e medido.
D,ato imensamente chocante é aquele dos ne%adores de 2eus, da
imortalidade da alma e de suas responsa"ilidades morais. (omparecem ao
mundo espiritual, i%norantes, aparvalhados, intri%ados, rid!culos e, por
ve4es, mer%ulhados em an%6stias ou depress9es terrivelmente
constran%edoras. =sto, quando venham a merecer os lu%ares de relativa lu4,
por merecimentos em virtude de o"ras "oas praticadas durante a
encarna8ão, ou deriva8ão de vidas anteriores. -orque a %rande maioria
mer%ulha primeiro nos lu%ares de dor, para tempos depois ser recolhida e
instru!da, que é quando sofre os a"alos do novo conhecimento. de 2eus, da
imortalidade, responsa"ilidade se%undo as o"ras, etc.
D'quela cita8ão contida no 'pocalipse, cap EI, versos J e K, so"re a
necessidade de se voltar o homem a 2eus, o -rinc!pio ou -ai 2ivino, acima
de tudo e para todos os efeitos, virá a ser o motivo de tremendos
acontecimentos, em toda a 5erra e em toda a #umanidade. Nin%uém poderá
deter a marcha do homem, ou esp!rito, para 2eus, e os a"alos serão tanto
maiores e mais dolorosos, quanto mais o homem se fi4er contrário a ela, em
suas o"ras. 5odos os movimentos iniciáticos, de todos os tempos, lastreando
nomes de pessoas, terão de ceder lu%ar ao 2=&=N=+3/, movimento que
con%re%ará todos os homens, de todos os continentes, ra8as, povos, na89es,
etc. ' ;ei de 2eus, a ECcelsa 2outrina do -ai transmitida por 0esus (risto e
o 3inistério da ?evela8ão, certamente ficarão de pé, ina"aláveis. 5udo o
mais terá de mudar, ainda que custe muito a muitos conceitos humanos, ou
interesses criados por homens, fac89es, etc.
D> de suma import<ncia ler o ;ivro dos 'tos dos 'p7stolos, o cap!tulo
final do 'pocalipse, e, acima de tudo, ter muito cuidado com o que di4em e
fa4em esp!ritos encarnados e desencarnados, aqueles que se $ul%am donos
do Espiritismo e da consci)ncia dos seus semelhantes, por motivos
politiqueiros, sectários, mandonistas, conchavistas, etc. Não é mais
criminoso o fermento dos fariseus, por estas alturas da #ist7ria... / pior
está em certas pervers9es mentais, morais, sensuais e seCuais, que invadem
os meios em %eral, e pretendem passar por recomendáveis, ou pelo menos
com direito a foro e vi%)ncia... (uidemFse os prudentes, porque a hora
c!clicoFhist7rica é de tremenda si%nifica8ão, para o destino de cada umL.
'/+ A*E ?E';=M'3 +E++NE+ 2E -'++E+, ?'2='ONE+ E (*?'+P
'/+ A*E NE(E++=5'3 2E '*Q@;=/ E+-=?=5*';P
'/+ (/N#E(E2/?E+ 2'+ &E?2'2E+ @;=(/F-?/,>5=('+P
E G Aualquer estudioso das 8 Grandes !"lias da #umanidade desco"re,
nos seus ensinos, que há um -lano 2ivino, para os efeitos de /ri%em,
Evolu8ão e ,inalidade, quer dos 3undos, quer das #umanidades.
H G 2esco"re que esse -lano 2ivino sempre foi veiculado através da
comunica8ão de an$os, esp!ritos ou almas, por meio de pessoas dotadas de
dons espirituais, mediunidades, etc.
R G 2e todas as 8 Grandes !"lias da #umanidade, a chamada !"lia
/cidental é um verdadeiro 5ratado 3edi6nico, pois do G)nese ao
'pocalipse tudo %ira em torno de homens dotados de dons espirituais, que
tiveram contato com an$os, esp!ritos ou almas, que transmitiram
advert)ncias, ilustra89es e consola89es.
I G (ome8ando com as comunica89es de Ga"riel, as vis9es de 0osé, e
tudo o mais que aconteceu com 0esus, da 3an$edoura ao -entecostes, tudo
é fenomenolo%ia profética, medi6nica ou esp!rita.
S G Moroastro, (risna, 3oisés e 0esus fi4eram tudo para %enerali4ar a
?evela8ão, a comunica"ilidade dos esp!ritos, an$os ou almas. -rocure
estudáFlosP
J G / ;ivro dos 'tos dos 'p7stolos, que relata o %randioso fenômeno do
-entecostes, deve ser o pontoFdeFpartida dos estudiosos do Espiritismo
R
2ivinista, pois testemunha que $amais 0esus prometeu (onsolador al%um
para de4oito séculos mais tarde. / testemunho de 0esus é o esp!rito de
profecia, é a ?evela8ãoP
K G / (onsolador é o mesmo que 3inistério da ?evela8ão, isto é,
comunica"ilidade dos esp!ritos, em variantes modalidades fenom)nicas, e o
motivo daquilo que sempre foi chamado mila%roso, maravilhoso, divino,
eCtraterreno, so"renatural, ca"al!stico, si"ilino, hermético, ocultista,
esotérico, etc.
8 G / menor fenômeno medi6nico pode a"alar os conceitos cient!ficos,
os do%mas humanos, ou as leis conhecidas, mas, entendaFse "em, isso é por
parte da falta de estudos daqueles que se di4em cientistas, porque realmente
tudo é e eCiste e fa4 parte de uma *N=2'2E 5/5'; /*
,*N2'3EN5';.
T G (omo di4 o &elho 5estamento, enquanto o homem não desco"rir a
+'E2/?=' 2' *N=2'2E, sua ci)ncia será G DEstult!cia para 2eusL.
EU G / homem desco"re, aos poucos, aquilo que no -rinc!pio ou 2eus é
eterno, perfeito e imutável, isto é, constitui *N=2'2E ,*N2'3EN5';
E++EN(=';.
EE G > totalmente importante que estudem os teCtos "!"licos que se
encontram neste livrete, todos aqueles que pretenderem auC!lios espirituais,
pois fora da +'E2/?=' 2=&=N' tudo se redu4 a i%nor<ncia,
mediocridade, desespero e rid!culo.
EH G ' 3oral dos 2e4 3andamentos, a 2ivina ECemplifica8ão de 0esus
(risto e o cultivo sadio da ?evela8ão, constituem a (#'&E 2'
+'E2/?=' @;=(', e, portanto, quem se levantar contra será
esmi%alhado, como 0esus afirmou.
ER G 5udo será a"alado, nos 3undos e nas #umanidades, mas a ;ei de
2eus, a 2ivina 3odela%em dos (ristos -lanetários e a ?evela8ão $amais o
serão.
EI G Em virtude de tais &E?2'2E+ ,*N2'3EN5'=+,
recomendamos aos precisados de auC!lios espirituais, estudar, conhecer e
viver as verdades se%uintes.
a G ;eia as ora89es deste livrete, com todo o recolhimento poss!vel, e, se
puder, deitado no seu leito ou em lu%ar cômodo, se o seu caso for de
tratamento médicoFespiritual. /s Guias médicos necessitam da a$uda mental
dos pacientes, para reali4ar seus tra"alhos.
" G -articipe das sess9es, orando pelos outros, pois as permutas flu!dicas
e eletroma%néticas são indispensáveis para quaisquer tra"alhos espirituais.
c G Não pense em termos de fé, esperan8a e caridade, mas sim em temos
de (/N#E(=3EN5/, (E?5EM' e /N2'2E, pois em 2eus tudo é
questão de ;E=+, E;E3EN5/+ E ,'5/+. 5odos os fenômenos decorrem
de leis fundamentais. 3istérios, mila%res e eni%mas não eCistem em 2eus,
são ar%umentos de i%norantes ou maliciosos.
d G ?emédios e á%ua fluida t)m seus efeitos aumentados, quando a
pessoa participa de ora89es em con$unto e ora pelos outros. Auem não dá
não rece"eP
e G 5odas as pessoas que sa"em, pensam e a%em decentemente fornecem
fluidos e eletroma%netismo para que os Guias possam aplicar nos doentes e
precisados, se$am encarnados ou desencarnados. -rocure ser 6tilP
f G /s médiuns videntes, desdo"rantes e auditivos devem relatar o
tra"alho dos Guias, ou passar adiante seus avisos. 3edite so"re os teCtos
"!"licos se%uintes, e sa"erá o que é (ristianismo verdadeiro ou Espiritismo
2ivinista.
D2erramarei o meu Esp!rito so"re toda a carne, e vossos filhos e filhas
profeti4arão, vossos velhos terão sonhos e vossos $ovens terão vis9esL G
0oel, H, H8.
D3as rece"ereis a virtude do Esp!rito +anto, que virá so"re v7s, e me
sereis testemunhas em 0erusalém, 0udéia e +amaria, e até os confins da
5erraL G 'tos, cap E.
D-orque a um pelo Esp!rito é dada a palavra de sa"edoria, a outro de
ci)ncia, a outro o dom de curar, a outro a produ8ão de maravilhas, a outro a
profecia, a outro o discernimento dos esp!ritos, a outro as l!n%uas diversas,
e a outro as interpreta89esL G = Ep de -aulo aos (or!ntios, cap EH.
% G 0amais as sess9es de passes, radia89es e curas devem ser feitas
con$untamente com as de doutrina8ão de esp!ritos sofredores, pois estas
costumam ser, por nature4a, de muito "aiCo teor vi"racional, pre$udicando o
melhor tra"alho dos Guias médicos.
h G 2e maneira al%uma as cansativas e contradit7rias confer)ncias
devem ser reali4adas nas sess9es de passes, radia89es e curas, pois
desarmoni4am as mentes e provocam altera89es nas emiss9es flu!das e
eletroma%néticas das pessoas, o que pre$udica muito o tra"alho dos Guias.
i G 's sess9es de passes, radia89es e curas devem ser curtas, pois tudo
que é lon%o, e por demais falado, a"orrece e pre$udica. 2e muito "om
alvitre é recomendar, aos precisados em %eral, as "oas leituras doutrinárias
em suas casas, para que se$am realmente proveitosas.
$ G #oras de comunhão mental, através da ora8ão, podem ser J, EH, E8 e
HE horas; mas, ao deitar, fa4er ora8ão e recolhimento é muito importante,
I
porque durante a dormida o esp!rito do precisado a$uda no tra"alho dos
Guias.
l G Entretanto, li%ar com o -rinc!pio ou 2eus, ou com os Guias
Espirituais, é ato de qualquer momento e local. -a+ar ne% se%pre ' orar.
Entendam "em...
m G 'fora o ato de li%ar com os Guias, pela ora8ão, todos devem
compreender que 2eus, o -rinc!pio Emanador, é Ess)ncia /nipresente,
/nisciente e /nipotente, sendo errado procuráF;o fora, lon%e e de quando
em quando. 5odos devem reconhecer, que viver / E+5'2/ 2E
+=N5/N=' -E?ENE, para com 2eus, é o $usto, necessário, "om e 6til. '
li%a8ão entre o -rinc!pio e os seres emanados é inalienável.
n G 2a 2ivina Ess)ncia que 2eus é, dela os +eus chamados filhos
tam"ém são. E toda centelha emanada num tempo, terá de reali4ar o seu
processo evolutivo para vir a ser *N'. Nin%uém deiCará de retornar :
*N=2'2E E++EN(=';, em equidade vi"racional. Entendam. e%
eqidade /i$ra!iona+.
o G /s (ristos, ou &er"os 2ivinos ou Elos 2ivinos, como os chamais,
nada mais são do que centelhas a tais n!veis evolu!dos ou unas com o
-rinc!pio. -rocurem ler tudo so"re as palavras "!"licas, quando di4em. &B+
+/=+ 2E*+E+, /* A*E 2E*+ > E+-@?=5/ E &E?2'2E E +E*+
,=;#/+ 2E&E3 &=? ' +E? / 3E+3/.
p G ;eiam com muita aten8ão, neste livrete, o cap!tulo 3=N*5'
E&/;*5=&' +=N5>5=('. > min6sculo na forma, porém é infinito na
ess)ncia, porque contém a (#'&E 2E 5/2' ' +'E2/?='
=N=(=V5=('. E fa8a que outros tam"ém o conhe8amP
q G / que devem ler os que adentram uma sessão de passes, radia89es e
curas1 2evem ler de tudo, sem nunca do%mati4ar ou se escravi4ar a coisa
al%uma, se$am homens, livros, institui89es, etc. / %rau de cultura, portanto
o de assimila8ão, varia muito de pessoa para pessoa, sendo menos
interessante aconselhar leituras estas ou aquelas. ;eiam de tudo e sai"am
separar entre alhos e "u%alhos.
A REVELAÇ0O 1 ACI2A DE CLEROS E RELI3IÕES
Na vida de todos os anti%os Grandes =niciados pontificaram os
fenômenos medi6nicos, esp!ritas ou teof<nicos; procure conhecer, não vá na
onda daqueles que tiram proveitos da i%nor<ncia das %entes, fora ou dentro
do Espiritismo.
3oisés rece"eu a ;ei de 2eus por via medi6nica; e a ;ei nunca foi
madrinha de cleresias, reli%iosismos, panelas ou panelinhas, etc.
' vida de 0esus deve ser estudada e imitada; ela é todo um pro%rama de
feitos e fatos medi6nicos, desde antes do +eu nascimento. Sai$a e diga isso
a &odos.
/s sinais e prod!%ios, ou fenômenos medi6nicos, teof<nicos ou
proféticos, ou esp!ritas, constituem o 5E+5E3*N#/ 2' EQ(E;+'
2/*5?=N' 2/ ('3=N#/, deiCada viva por 0E+*+ (?=+5/. +7 aos
parvos ou portadores de máFfé se admite que não respeitem a &E?2'2E
2/+ 5EQ5/+ @;=(/+.
+e 0E+*+ viesse ao plano carnal, para fa"ricar mais um clero, seria o
mais tolo de todos os homens, pois dessas porcarias id7latras e politiqueiras
a #umanidade sempre esteve cheia. Na ;ei de 2E*+, na 2ivina
3odela%em de 0E+*+ (?=+5/ e no cultivo sadio da ?evela8ão não ca"em
os que eCploram os i%norantes com os seus simulacros, discurso4inhos
histéricos, apar)ncias de culto, fanatismos por homens e livros, etc.
Auando os homens for$am reli%i9es, sectarismos, camarilhas, i%re$inhas,
panelas e panelinhas, para fins politiqueiros, mandonistas, ou quaisquer
interesses de pan8a, "olso, estôma%o, seCo, or%ulho, e%o!smo, ci6mes,
vaidades, etc., certamente a falsa "ondade e a falsa ci)ncia prevalecem. E
costumam prevalecer através de inquisi89es, perse%ui89es, cal6nias,
falsidades, trai89es, etc. ' verdadeira autoridade espiritual $amais se
comprova através de r7tulos, de t!tulos for$ados por homens, ou de
formulismos e idolatrias; ela s7 pode ser provada com a viv)ncia da ;ei de
2eus, com a imita8ão do (ristoFECemplar e com o cultivo sadio da
?evela8ão.
5am"ém, '-?EN2EN2/ a ler a !"lia, todos ficarão sa"endo o que é o
(onsolador, o 3inistério da ?evela8ão, a (omunica"ilidade dos 'n$os,
Esp!ritos ou 'lmas, e não "a"oseiras mentirosas e eCploradoras que os
cleros fa4em questão de impor aos tolos, precisamente para eCploráFlos. E
sa"erão, tam"ém, que 0E+*+ $amais prometeu (onsolador al%um para
de4oito ou vinte séculos depois... /s tr)s livros indicados tudo ensinam,
so"re isso tudo e muito mais ainda, como foi profeti4ado que aconteceria.
;eiam e aprendam o que 2E*+ vos manda di4er no tempo certo.
S
ORAÇ0O A 4E5ERRA DE 2ENE5ES
N7s 5e ro%amos, -ai de =nfinita ondade e 0usti8a, as %ra8as de 0esus (risto,
através de e4erra de 3ene4es e suas le%i9es de companheiros. Aue eles nos
assistam, +enhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem
merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e eCpia89es a passar,
esclarecendo aos que dese$arem conhecer a &erdade e assistindo a todos quantos
apelam ao 5eu =nfinito 'mor.
0esus, 2ivino -ortador da Gra8a e da &erdade, estende 5uas mãos dadivosas em
socorro daqueles que 5e reconhecem o 2espenseiro ,iel e -rudente; fa4eFo, 2ivino
3odelo, através de 5uas le%i9es consoladoras, de 5eus +antos Esp!ritos, a fim de
que a ,é se eleve, a Esperan8a aumente, a ondade se eCpanda e o 'mor triunfe
so"re todas as coisas.
e4erra de 3ene4es, 'p7stolo do em e da -a4, ami%o dos humildes e dos
enfermos, movimenta as tuas falan%es ami%as em "enef!cio daqueles que sofrem,
se$am males f!sicos ou espirituais. +antos Esp!ritos, di%nos o"reiros do +enhor,
derramai as %ra8as e as curas so"re a humanidade sofredora, a fim de que as
criaturas se tornem ami%as da -a4 e do (onhecimento, da #armonia e do -erdão,
semeando pelo mundo os 2ivinos ECemplos de 0esus (risto.
ORAÇ0O PARA -LUIR 63UA
-e8o a 2eus, o 2ivino -rinc!pio que Emana, +ustenta e 2estina, e ao (risto
2ivino 3olde, for8as e oportunidades para os Esp!ritos 3ensa%eiros, a fim de que
possam lutar contra o 3al e venc)Flo, em todos os sentidos.
-e8o aos Esp!ritos 3ensa%eiros, que me prote$am contra as más influ)ncias
espirituais, e outras quaisquer. E ro%o pelos malfeitores, conscientes ou não, no
sentido da ;ei de 2eus e do (risto 3odelo, porque s7 a +a"edoria e o 'mor,
podem encaminhar : +a%rada ,inalidade, que é a cristifica8ão de todos os esp!ritos.
-e8o : 3ensa%eiria 2ivina, que me envolva com as ;u4es e Ener%ias dos
-lanos +uperiores do 3undo Espiritual, para que eu possa ser 6til aos meus
semelhantes, irradiando o em.
-e8o ao meu Esp!rito Guia, tam"ém chamado 'n$o Guardião, para que me
inspire no sentido da -aci)ncia, da 5oler<ncia e do -erdão, porque é a$udando que
se é a$udado, tolerando que se é tolerado, perdoando que se é perdoado, e é dando
que se rece"e.
-e8o que, nesta á%ua, se$am colocados elementos flu!dicos e ener%éticos, que eu
possa carecer, para o "em de minha sa6de.
E prometo : 2ivina Ess)ncia Emanadora, ao (risto 2ivino 3olde e :
mensa%eiria 2ivina, que procurarei viver em termos de &E?2'2E, '3/? e
&=?5*2E, para sa"er certo, pensar "em, sentir di%namente e praticar
decentemente, por ser esta a -E?,E=5' ?E;=G=W/.
ORAÇ0O A 2ARIA
3ei%a filha do Eterno -ai, amparai aos que pere%rinam os rinc9es
inferiores da vida, para que neles aflore o dese$o de (onhecimento, (erte4a
e ondade, deiCando de parte as idolatrias, os pa%anismos, os ritualismos e
todas as formas inferiores de culto espiritual.
'n$o tutelar das le%i9es que socorrem nas trevas e nos lu%ares de dor,
atendei ao clamor daqueles que, arrependidos, anseiam reencontrar o
(aminho da &erdade que livra.
2oce 3ensa%eira do 'mor, derramai vossa ternura maternal so"re os
cora89es aflitos, para que se elevem :s alturas do tra"alho redentor.
+enhora Eleita, inspirai o sentimento da &erdade, do 'mor e da &irtude
nos cora89es de todos aqueles que tendem aos desatinos do mundo, para
que não des8am aos lu%ares de pranto e ran%er dos dentes.
;evantai, 7 +enhora, dos a"ismos tene"rosos, a todos quantos erraram
por causa dos fanatismos reli%iosos.
=ntercedei, 7 mei%a estrela, por aqueles que, esquecidos da ;ei e
olvidados de 0esus (risto, mer%ulharam nos lu%ares de som"ra e de dor.
B ternura, ponde sentimento de pure4a em todos os cora89es femininos,
para que se convertam em verdadeiros an$os %uardiães.
+ede a lu4, 7 3aria, daqueles olhos que não podem ver.
'mparai, 7 +enhora, aos que fraque$am ao lon%o dos caminhos da vida.
/uvi, 7 +!m"olo das 3ães, a vo4 dos que não podem falar.
EnCu%ai a lá%rima, 7 mei%a irmã, daqueles que padecem falta de
miseric7rdia.
2ominadora de paiC9es, sede o an$o %uardião, daqueles que temem
resvalar nas vielas do pecado.
(onsoladora dos aflitos, un%i com o álsamo do 'mor aos que se
encontram de cora8ão an%ustiado.
Guiai os passos, 7 doce ami%a, dos que tendem a desanimar em face das
torturas do mundo.
2epositai, 7 3aria, em todos os cora89es, o sentimento de i%ualdade
perante as leis que re%em o *niverso =nfinito.
(ondu4i ao p7rtico da &erdade, 7 candura, a quem se encontrar
peram"ulando pelos caminhos da inverdade e do crime.
Envolvei com o vosso a4ulino manto, 7 3aria, a todos aqueles que
procuram as verdades eternas, perfeitas e imutáveis de 2eus, através da
2ivina 3odela%em de 0esus (risto.
'pontai, 7 luminosa estrela, ao 5estamento da 3oral, do 'mor, da
?evela8ão, da +a"edoria e da &irtude, para que todos os filhos do 'lt!ssimo
encontrem, de uma ve4 para sempre, os "ra8os a"ertos do 2ivino 'mi%o.
J
ORAÇ0O AOS PRE7OS VEL8OS
'o +a%rado -rinc!pio do 5odo invocamos, do mais !ntimo de nossa
(onsci)ncia, em sinal de rever)ncia : &erdade, ao 'mor e : &irtude,
propositando cooperar $unto :s ;e%i9es de -retos &elhos, @ndios, #indus e
(a"oclos, para os servi8os que são chamados a desempenhar na /rdem
2outrinária.
'o (risto apelamos, como 2iretor -lanetário e +enhor dos +ete Escal9es
em que se distri"ui a #umanidade 5errestre, composta de encarnados e
desencarnados, dese$ando oferecer cola"ora8ão eficiente, de caráter fraterno,
em defesa da &erdade e da 0usti8a, contra aqueles que, contrariando os
+a%rados /"$etivos da &ida, se entre%am aos atos que contradi4em a ;ei de
2eus.
(onscientes da inte%ridade da 0usti8a 2ivina, afirmamos a mais fiel e
intensa o"serv<ncia dos 3andamentos da ;ei, conforme o 2ivino ECemplo
do &er"o ECemplar, para todos os efeitos invocativos. 'cima de alternativas
constituirá "arreira contra o 3al, em qualquer sentido em que se apresente,
venha de onde vier, se$a contra quem for, conquanto que, em defesa da
&erdade, do em e do om.
(onseqXentemente, que aos "ondosos -retos &elhos se$a dado refletir, em
seus tra"alhos, os sá"ios e santos des!%nios daqueles que, tradu4indo a 2ivina
5utela do (risto -lanetário, assim determinarem das 'ltas Esferas da &ida.
Aue as le%i9es de @ndios, simples, espont<neas e valorosas, sempre
maravilhosamente li%adas : nature4a eCu"erante, possam a%ir so" a dire8ão
"enévola e ri%orosa dos 'ltos 3entores da &ida -lanetária. ;utando pela
/rdem e pelo em, pelo pro%resso no seio do 'mor, que tenham de 2eus as
%ra8as devidas.
Aue :s numerosas le%i9es de #indus, profundamente li%adas :s mais
remotas (ivili4a89es do -laneta, formando portanto nas 'ltas (ortes da
#ierarquia 5errestre, se$am concedidas pelo +enhor -lanetário as devidas
oportunidades, para que forcem, sustentem e imponham a +uprema
'utoridade. Aue nesta hora c!clica, em que a 5erra transita de uma para outra
Era, as 3entes humanas possam rece"er os efl6vios da -ure4a e da
+a"edoria, a fim de que sintam os 2ivinos 'pelos do (risto, em favor dos
+antos 2es!%nios do -ai amant!ssimo, que é a divini4a8ão de todos os filhos.
Aue as le%i9es de (a"oclos, humildes e "ondosos, tão li%adas aos que
pere%rinam a encarna8ão, para efeito de eCpia89es, miss9es e provas, a todos
possam envolver, prote%er e sustentar, desde que se esforcem a "em da
3oral, do 'mor, da ?evela8ão, da +a"edoria e da &irtude, pois que, fora
dessa /rdem 2outrinária, não há Evan%elho.
O ENCON7RO 2ARCADO
5odos t)m encontro marcado com a desencarna8ão... +ão feli4es aqueles
que, na hora eCata, permanecem de consci)ncia tranqXila... (omo isto não é
dado de %ra8a a nin%uém, porque não eCistem salvadores %ratuitos, ou
lavadores de pecados alheios, importa tomar muito cuidado.
No cap!tulo HH, do 'pocalipse, termina a !"lia... -or isso mesmo, so"re
a ;ei de 2eus e a 2ivina 3odela%em de 0esus (risto, ele adverte como
deve fa4)Flo... > normal que os inteli%entes e honestos procurem estar com
ele, isto é, com as suas advert)ncias.
-orque o mundo nunca será sem 2eus... ' #umanidade $amais deiCará
de ser responsável.. ' 0usti8a 2ivina $amais falhará... -ortanto, convidamos
aos sensatos, no sentido de que deiCem de querer resolver os pro"lemas de
2eus... ?esolvam os seus, que é quanto "asta...
Auem tem encontro marcado consi%o mesmo, depois da desencarna8ão,
fa4 "em em ser prudente...
3archando para fora, do -laneta ou da 3atéria, estareis marchando para
a (asa (7smica que nunca deiCou de ser vossa... / importante é marchar
para dentro, em termos de &erdade, 'mor e &irtude, até reali4ar a *nião
5otal com o 2ivino (entro Emanador, que é 2eus, participando
inte%ralmente de +ua 2ivina Ess)ncia. Auem tem encontro marcado
consi%o mesmo, através da 2esencarna8ão, não pode perder tempo com
superficialidades ou fanatismos reli%iosistas. Espiritismo é muito mais do
que aquilo que $á sa"eis.
2INU7A EVOLU7IVA SIN717ICA
E G No princ!pio tudo é Esp!rito ou Ess)ncia 2ivina.
H G 2a Ess)ncia 2ivina tudo parte, se$a o espiritual ou o material.
R G 's centelhas espirituais são emanadas em estado de simplicidade
a"soluta, contendo as &irtudes 2ivinas em potencial; com o
desa"rochamento, no seio dos mundos e intermundos, enfrentando
condi89es e situa89es, é que desa"rocha e torna a ser parte inte%rante da
*nidade Essencial, ou 2eus, em equidade vi"racional.
I G ' matéria come8a no Esp!rito, em termos de %ama, vem a ser ;u4
2ivina, Ener%ia, >ter, +u"st<ncia, Gás, &apor, ;!quido e +7lido. 2epois do
Esp!rito Essencial, lem"raiFvos, tudo é %ama, nada é realmente simples. +7
em 2eus, ou na *nidade ,undamental, é que a *nidade permanece, como
simples, não compleCa.
S G /s esp!ritos e os planetas estão su$eitos : lei de ori%em, evolu8ão e
finalidade. =mporta, sempre, considerar os fatores G leis, elementos e fatos.
K
J G 2eus, ou o -rinc!pio, não responde pela i%nor<ncia da centelha
espiritual, pelos seus conceitos. -ara melhor conceituar, é necessário
evoluir.
K G ;eis fundamentais re%em os fenômenos da matéria, e leis morais
re%em os fenômenos espirituais, mas, nos fundamentos, tudo se encerra
numa s7 ;ei. Na *nidade tudo é, movimenta e atin%e a finalidade.
8 G -ensai nos 'ltos Esp!ritos, ou (ristos, e tereis o in!cio dos
movimentos inteli%entes que ori%inam o aparecimento dos planetas. Nada
sem inteli%)nciaP
T G -ensai na evolu8ão normal, através dos mundos e intermundos, e
tereis a eCplica8ão da cristifica8ão das centelhas, isto é, dos esp!ritos.
EU G Nenhum esp!rito, da vossa hist7ria ou do vosso conhecimento,
representa ou é totalmente *N/ '/ -?=N(@-=/. Não podeis, ainda,
compreender a *N=W/ 5/5';, a reinte%ra8ão total da centelha, no
-rinc!pio ou 2eus.
EE G Entendendo ou não, &B+ +/=+ 2E*+E+.
EH G Nos devidos tempos, tereis as devidas informa89es, porque 2eus
não falha e a 'dministra8ão -lanetária funciona normalmente.
ER G 2eus e a 'dministra8ão -lanetária não falham, porém dão tempo,
para que as centelhas, com os acontecimentos da vida, despertem para a
?ealidade ,undamental, isto é, para si mesmas. -rocurai entender.
EI G 3uito antes dos tr)s reinos, mineral, ve%etal e animal, a centelha
emanada pelo -rinc!pio, ou 2eus, $á movimentava, $á desa"rochava.
(entenas de milh9es de anos desa"rocha, até atin%ir o primata humano.
ES G 2epois de atin%ir ao que chamais ra4ão, ou inteli%)ncia, ou
capacidade de racioc!nio, tudo desa"rocha mais depressa.
EJ G / interc<m"io entre encarnados e desencarnados é simples, há em
todos os n!veis da escala "iol7%ica, mas, entendei "em, a melhor
consci)ncia disso, advém da melhor evolu8ão atin%ida.
EK G No plano dos encarnados misturamFse esp!ritos dos mais variantes
%raus evolutivos, para que ha$a possi"ilidades de tra"alho e evolu8ão para
todos. =sso $á não ocorre no plano espiritual, a não ser em condi89es "em
mais restritas.
E8 G Em 2eus não eCistem mila%res, mistérios ou eni%mas, mas sim leis,
elementos e fatos. 3as eCistiriam os cleros, sem haver i%nor<ncias, erros e
rid!culos1
ET G Não foram mais do que de4, até ao presente, os verdadeiros
Grandes =niciados que encarnaram entre v7s, num curso de mais de
du4entos e quarenta mil anos. 2epois vieram os fa"ricantes de reli%i9es,
tri"ofes, i%re$inhas, etc.
HU G /s Grandes =niciados ensinaram &E?2'2E+ ,*N2'3EN5'=+,
$amais fundaram reli%i9es. 2epois vieram vultos menores, com os seus
altos e "aiCos normais, e andaram fundando reli%i9es, cleresias,
sectarismos, politiquismos, etc.
HE G Em tudo quanto foi ensinado, ou do seio de tudo isso, dois p7los
fundamentais, de /?2E3 3/?';, serão eternamente salientes. ' ;E= 2E
2E*+ e a 2=&=N' EQE3-;=,=('OW/ 2E 0E+*+ (?=+5/. 5udo o que
for contra será esmi%alhado, porque $amais al%uém triunfará
espiritualmente fora da 2=&=N' /?2E3 3/?';.
HH G / homem desco"re, aos poucos e sofrendo muito, aquilo que em
2eus é eterno, perfeito e imutável. / melhor a desco"rir é a (onsci)ncia da
*nidade.
HR G Entender é uma coisa, ser, é coisa totalmente diferente. ?eali4aiF
vosP
HI G 3oisés e 0esus encarnaram ao mesmo tempo; 0oão atista repetiu a
import<ncia fundamental da ;ei de 2eus, ou da 0usti8a 2ivina, e o (risto
3odelo deiCou a 2ivina 3odela%em. ?epresentam os dois p7los da 2ivina
/rdem 3oral.
HS G Nin%uém $amais foi, e nem $amais será redentor ou salvador
%ratuito de quem quer que se$a. (uidado com as patifarias clericais, com as
suas mentiras.
HJ G 5odos t)m as mesmas oportunidades, e todos deverão reali4ar, em
si, aquele ?eino =nterior, ou o &7s +ois 2euses, que não virá com mostras
eCteriores.
HK G (onfundir =N=(='ONE+ com reli%i9es é o"ra de i%norantes ou de
loucos.
H8 G ' &E?2'2E não precisa de advo%ados ou padrinhos, e sim de
tra"alhadores ou eCemplificadores. 2eus não é escravo de teolo%ias,
maquina89es, etc.
HT G Auem mais sa"e é apenas mais responsável, nada mais.
RU G (ristos, ou 'dministradores de mundos e humanidades, não
fa"ricam leis, mas apenas as aplicam. +7 na *N=2'2E 5/5'; há
sa"edoria e autoridade totais.
RE G 'ca"ai com os cleros, se quiserdes aca"ar com os erros maiores,
em termos de (i)ncia Espiritual ,undamental. -orém, mesmo aca"ando
com eles, nos meios doutrinários aparecerão as camarilhas, os i%norantes
fantasiados de donos das &erdades =niciáticas.
8
RH G Nada sa"eis ao certo, so"re 3oisés, ou o transmissor da ;ei de
2eus, porque +aul destruiu os documentos, e tudo foi, mais de quatrocentos
anos depois, reescrito se%undo as opini9es e conversas de al%umas pessoas.
/ caráter iniciático do G)nese perdeuFse totalmente.
RR G / Evan%elho de 0esus, o (risto 3odelo, é o mesmo 0esus. (uidado,
muito cuidado com aqueles que, em nome de 0esus, inventam formalismos
e formulismos, ou fa4em discursos histéricos, etc. -rocurai imitar o
3odeloP ?eprodu4i os feitos de 0esusP &ivei a ;ei de 2eus e cultivai a
comunica"ilidade dos an$os, esp!ritos ou almas, assim como 3oisés e 0esus
o fi4eram.
RI G -rocurai conhecer tudo so"re ?ama, os udas, os &edas, #ermes,
Moroastro, /rfeu, (risna, 3oisés, -itá%oras, 0esus, 'p7stolos, 3aomé, etc.
-rocurai entender, para discernir, entre as &erdades 2ivinas e as condi89es
humanas, em todos eles. Auem tem que a%enciar as &erdades 2ivinas são
os homens, e os homens falham, uns mais e outros menos. 5am"ém,
considerai o missionário no seio do seu tempo e da sua %ente, etc. /
fanatismo Yardecista é ultraFcriminoso.
RS G 3uita coisa que passa por 5*2/, perante os tolos em termos de
o"ras doutrinárias ou medi6nicas, nem sequer serve de a"ecedário, perante
a &E?2'2E 5/5'; /* 2=&=N'. (uidado com os i%norantes que tudo
aceitam, porém muito mais cuidado, com as camarilhas mandonistas,
politiqueiras, etc.
RJ G ' (odifica8ão se afirma o"ra incompleta, falha e omissa, e marca a
volta de Kardec, para terminar a restaura8ão do (ristianismo; entretanto, há
muita %ente do%mati4ando so"re os erros, as falhas e os rid!culos da
(odifica8ão, porque com isso defendem seus interesses su"alternos,
or%ulhos, vaidades, ci6mes, etc.
RK G oas inten89es não si%nificam feli4es solu89es.
R8 G Nenhum homem, encarnado ou desencarnado, é mais do que a ;ei
de 2eus e a 2ivina 3odela%em de 0esus (risto.
RT G #á esp!ritos med!ocres, derramando escritos ou comunica89es; mas
o pior é que há encarnados, que atri"uem a tais mediocridades o caráter de
+a"edoria 2ivina, etc. (onvidamos a não perder o senso do rid!culo, para
evitar o erro.
IU G +e$a como for, a import<ncia está na edifica8ão do (risto =nterno,
que não virá de fora. -or isso 0esus sentenciou G 2'= 2=GN/+ ,?*5/+
-E;/ EQE3-;/.
IE G =nfinitas são as verdade4inhas relativas, mas, *3' +B > '
E++EN(=';.
IH G 3uitos são os que se pre$udicam, por deiCarem de parte a ZN=('
&E?2'2E E++EN(=';, e se atirarem no torvelinho das verdade4inhas
rasteiras. 2a! surtem os fanatismos por homens, livrecos, institui89es, tudo
aquilo que "eneficia i%re$inhas, s6cias e panelinhas, com os seus
politiquismos e suas prepot)ncias mandonistas, e tudo falsamente
aco"ertado com o %an&o #a+so das prezas do&rin9rias e de o&ras
rid,!+as &iradas.
IR G Auem de fato pensar em tr)s verdades fundamentais, que são.
/ri%em, Evolu8ão e +a%rada ,inalidade do esp!rito, $amais irá do%mati4ar
so"re homens e livros, institui89es e i%re$inhas... -orque a ,inalidade
+a%rada a ser atin%ida é infinitamente superior ao i%norantismo, ao
mediocrismo dos livros doutrinários, medi6nicos ou não. / que sereis, é
infinitamente mais do que aquilo que sa"eis.
II G #istoricamente, a #umanidade lotada na 5erra está entre a primeira
meiaFidade, que finda, e a se%unda meiaFidade, que come8a. Não sa"eis
tudo so"re o $á percorrido, e muito menos ainda so"re as reali4a89es a
serem atin%idas, daqui para a frente. / que está para trás em"renhaFse nos
dédalos dos milh9es de anos, e o que está para a frente marcará a entrada
consciente na *N=2'2E 2=&=N'. Nem sa"eis dos prim7rdios, com
inteli%)ncia ou certe4a, e nem podeis compreender a %loriosa inte%ra8ão no
-rinc!pio ou 2eus, que vireis a reali4ar. / que importa, e muito, é tomar
cuidado contra o veneno das do%mati4a89es. ' hipocrisia, que é o fermento
dos fariseus, estará sempre querendo pre$udicar aos que dese$am pro%redir.
3uito cuidado com os donos da &erdade, os que pro!"em estudar tudo, etc.
IS G 'os sacerdotes, escri"as, fariseus e saduceus, 0esus sentenciou. D'i
de v7s, que ficais nas portas, e não permitis a entrada aos que poderiam
fa4)Flo.L +erão sempre assim, aqe+es qe &ira% pro/ei&os %a&eriais das
si&a:;es !riadas<
IJ G +e tudo se resume em (/N#E(E? ' &E?2'2E E -?'5=('? /
E3, quem não permite aos semelhantes o in%resso no (/N#E(=3EN5/
3'=/?, o que é, sem ser criminoso1
IK G / dia"o que eCiste chamaFse =GN/?[N(='... 2o dia"o de fora, se
ele eCistisse, "em depressa o homem dele se livraria; mas do dia"o interior,
que é a =GN/?[N(=', com muito custo e sacrif!cio li"ertarFseFá.
I8 G /s fanatismos reli%iosistas e sectários é que sustentam a
=GN/?[N(='...
IT G ?e%istrai isto. -ara praticar a ;ei de 2eus, a 2ivina 3odela%em de
0esus, e praticar a mais sadia ?evela8ão, nin%uém precisa ser escravo de
monop7lios reli%iosistas, ou sectários, inventados por homens. '
T
consci)ncia de cada um, sa"eis ou não, %ostais ou não, quereis ou não, é a
responsável direta.
SU G Auerendo melhores informes so"re os assuntos acima citados, lede
os se%uintes livros de /svaldo -olidoro. E&'NGE;#/ E5E?N/ E
/?'ONE+ -?/2=G=/+'+; /?'ONE+ E &E?2'2E+ 2=&=N'+;
(?=+5='N=+3/ &E?2'2E=?/ E /?'ONE+.
;em"rando que o -rinc!pio ou 2eus, as ;eis ?e%entes e os ,atos do
=nfinito e da Eternidade são acima de conceitos humanos, podeis e deveis
ser contra todos os m7r"idos fanatismos sectários, principalmente aqueles
que sustentam interesses criados por cleresias, i%re$inhas, panelas e
panelinhas, com suas politicalhas e muitos outros intentos rasteiros. 0á é
hora de poderem pensar, sentir e a%ir como adultos responsáveis, pelas
o"ras, não por maquina89es e ca"riolas inventadas por i%norantes ou
espertalh9es.
CAR7A AO DISC=PULO X
+e voc), 2isc!pulo Q, tivesse lido os meus livros ' @;=' 2/+
E+-@?=5'+, / N/&/ 5E+5'3EN5/ 2/+ E+-@?=5'+ e /
E&'NGE;#/ E5E?N/ E /?'ONE+ -?/2=G=/+'+, certamente
estaria em condi89es de não precisar per%untar. -orque, do que per%unta,
tudo está tratado em tais livros. Entretanto, vamos lá.
E G ' @;=' 2E 2E*+, o 2=&=N/ -?=N(@-=/ A*E E3'N',
+*+5EN5' E 2E+5=N', não é a !"lia dos homens. 2E*+ é a +ua
mesma !"lia, por assim di4er. +e 2E*+ tivesse !"lias a o"edecer, seria
tudo, menos -?=N(@-=/, 5/5';, /N=+(=EN5E, /N=-?E+EN5E E
/N=-/5EN5E, -/?5'N5/ E5E?N/, -E?,E=5/ E =3*5V&E;.
!"lias, 5estamentos e (odifica89es são da al8ada humana, relativa, o"ras
que %iram ou se movimentam so"re eiCos humanos, conceitos e
preconceitos, incompletos, falhos, omissos, errados e rid!culos, tam"ém,
para quem não tem interesse em do%mati4ar, a fim de aco"ertar or%ulhos,
vaidades, interesses criados, monop7lios etc.
H G 0á di4 a +a"edoria 'nti%a, 6dicoF&édica, que s7 eCiste 2E*+
=3'N=,E+5/ em +ua E++EN(=';=2'2E ,*N2'3EN5';, e
3'N=,E+5/ em +ua apresenta8ão eCterior, ou a chamada (ria8ão. /
termo (ria8ão não é o mais certo, porque em 2eus, ou -?=N(@-=/
5/5';, tudo é E5E?N/, -E?,E=5/ E =3*5V&E;, havendo
manifesta8ão por emana8ão, tudo porém continuando
,*N2'3EN5';3EN5E ;=G'2/, para efeito de +E?, 3/&=3EN5'?
e 2E+E3-EN#'? ' ,*NOW/, ' ,=3 2E '5=NG=? ' ,=N';=2'2E.
Nunca deiCa de haver um psiquismo, porque nada eCiste, se movimenta ou
marcha para uma finalidade, fora de 2E*+, do 2=&=N/ -?=N(@-=/
E3'N'2/?.
R G No livro E&'NGE;#/ E5E?N/ E /?'ONE+ -?/2=G=/+'+
tratamos "em das ori%ens da 3atéria, a partir do -?=N(@-=/. ;u4es,
Ener%ias, >teres, +u"st<ncias, Gases, &apores, ;!quidos e +7lidos, em
%amas, constitu!das de escamas m6ltiplas etc.
I G 's centelhas espirituais, ou esp!ritos, que são emanadas, não criadas,
terão de vir a ser *N'+ 5/5';3EN5E, depois de reali4ar o que podemos
chamar de total desa"rochamento das virtudes latentes. > o ?eino de
2E*+, de que 0E+*+ tratou, e (risna, #ermes e -itá%oras $á haviam
tratado antes, A*E NW/ &=?V 2E ,/?', por se%undos ou terceiros,
favores ou desaforos de 2E*+ etc. ' total reinte%ra8ão vi"racional do
esp!rito será através do (/N#E(=3EN5/ E (/3-/?5'3EN5/ de
cada um. +alvadores e redentores de fora, ou eni%mas, mistérios e mila%res
são ar%umentos de todos ou de espertalh9es, que eCploram re"anhos de
tolos... > tão divina ou %loriosa a finalidade de cada centelha, que nos seus
prim7rdios não é ela capa4 de admitir... Entretanto, lá che%aráP +erá 2E*+
em 2E*+, ou manifesta8ão individuada de 2E*+, naquilo que se di4
=nfinito e Eternidade.
S G (risna e uda $á ensinaram, muito intensamente, so"re a
=3-/?5[N(=' 2E EN+=N'? ' &E?E2' (E?5', ou a 2/*5?=N'
2/ ('3=N#/ etc. -ense nestas tr)s palavras e tudo dará certo, se as
transformar em '5/+. &E?2'2E, '3/?, &=?5*2E. Não ritualismos,
simula89es, fin%imentos, sacramentismos, que são idolatrias ou
comercialismos pa%ãos, mas sim (/N#E(=3EN5/ 2E ;E=+
,*N2'3EN5'=+ E 2E -?V5=('+ &=?5*/+'+. ;eia E&'NGE;#/
E5E?N/ E /?'ONE+ -?/2=G=/+'+, que tudo isso ensina, e muito
mais. / tempo dos fin%imentos e dos discurso4inhos histéricos passará, não
te importes, porque o -?/G?'3' E&/;*5=&/ não está fundamentado
em "alelas reli%iosistas inventadas pelos homens, com visos voltados para
os interesses de "olso, pan8a, vaidade e prepot)ncias mandonistas...
J G No udismo a ;ei de 2E*+ data de mais de on4e mil anos antes de
3oisés e o seu esp!rito é o mesmo, que a%ora o transmitimos, sinteti4ado.
E G Eu sou o +enhor teu 2eus, não há outro 2eus.
H G Não farás ima%ens quaisquer, para as adorar.
R G Não pronunciarás em vão o nome de 2eus.
I G 5erás um dia, na semana, para descanso e recolhimento.
S G #onrarás pai e mãe.
J G Não matarás.
EU
K G Não cometerás adultério.
8 G Não furtarás.
T G Não darás falso testemunho.
EU G Não dese$arás o que é do teu pr7Cimo.
K G +im, a ;ei é o (7di%o 3oral e o (?=+5/ 2ivino 3olde é
(/3-/?5'3EN5/, não veio derro%ar, como afirmou em palavras e atos,
mas &=&E?, para +e constituir -aradi%ma, 2ivino 3olde ou
ECemplificador. ' ;ei e o (?=+5/ 3odelo estão citados no cap!tulo on4e
do 'pocalipse, como 2*'+ 5E+5E3*N#'+, ,=>=+ E &E?2'2E=?'+.
-odes estar certo disto. tudo quanto for feito, ou pretender ser feito, contra
as 2*'+ 5E+5E3*N#'+, será esmi%alhadoP 'i daquele que pretender
destruir a 3oral da ;ei e a 2ivina 3odela%em de 0E+*+ (?=+5/P
8 G +im, não há ;ei e nem (?=+5/, sem o 3inistério da ?evela8ão. '
?evela8ão ou (omunica"ilidade dos 'n$os, Esp!ritos ou 'lmas, data de
toda a #ist7ria da #umanidade. Moroastro, (risna, 3oisés e 0esus tentaram
e provocaram a89es no sentido de GENE?';=M'? ' ?E&E;'OW/...
3as o -entecostes, depois da crucifica8ão de 0E+*+, foi o mais
empol%ante de todos os atos coletivos de %enerali4a8ão... ;eia e ensine teus
irmãos de $ornada evolutiva, so"re a tarefa de 0E+*+.
>Porqe? sendo e)a+&ado por Des? e? &endo re!e$ido de
Des a pro%essa do Esp,ri&o? derra%o a es&e so$re /@s?
!o%o agora o es&ais /endo e o/indoA< BA&os? C? DDE
F
DAuem dera que o +enhor desse o +eu Esp!rito +anto e que toda a carne
profeti4asseL. \N6meros, EE, HT]
D2erramarei o 3eu Esp!rito +anto so"re a tua semente, e a minha ")n8ão so"re
a tua descend)nciaL. \=sa!as, II, R]
D2erramarei o 3eu Esp!rito +anto so"re toda a carne, e vossos filhos e filhas
profeti4arão, vossos velhos terão sonhos e vossos $ovens terão vis9esL. \0oel, H, H8]
D+o"re aquele que vires descer o Esp!rito +anto, esse é que em Esp!rito
"ati4aráL. \0oão, E, RR]
D3as o (onsolador, que é o Esp!rito +anto, a quem o -ai enviará em meu nome,
ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lem"rar de tudo quanto vos tenho ditoL.
\0oão, EI, HJ]
DE foram todos cheios do Esp!rito +anto, e come8aram a falar em várias
l!n%uas, conforme o Esp!rito +anto lhes concedia que falassemL. \'tos, cap. H]
E
Nada é mais rid!culo do que confundir catolicismo romano com a ECcelsa 2outrina do (aminho,
deiCada por 0esus. Enquanto 0esus foi o 3issionário da Generali4a8ão da ?evela8ão, ?oma, em RHS,
fundou a sua i%re$a, para defender o =mpério, chamando coisa de el4e"u, precisamente ao que 0esus
fe4. /s teCtos "!"licos estão a!, para que as pessoas inteli%entes e honestas estudem e sai"am da
diferen8a que há entre (ristianismo e catolicismo romano. ;eiam, tam"ém, o livro (?=+5='N=+3/
&E?2'2E=?/ E /?'ONE+, pois contém a famosa (arta ao =rmão -aulo &=, que nin%uém deve
i%norar.
D-orque para v7s é a promessa, e para quantos estiverem lon%e, quantos o
+enhor a +i quiser chamarL. \'tos, cap. H]
D-orque a um pelo Esp!rito +anto é dada a palavra de sa"edoria, a outro de
ci)ncia, a outro a fé, a outro o dom de curar, a outro a produ8ão de maravilhas, a
outro a profecia, a outro o discernimento dos esp!ritos, a outro as l!n%uas diversas,
e a outro as interpreta89esL. \= Ep. (or!ntios, cap. EH]
D2aqui em diante vereis o céu a"erto e os an$os de 2eus su"indo e descendo
so"re o ,ilho do #omemL. \0oão, E, SE]
D2eus não é de mortos, mas de vivos, porque aqueles que forem di%nos da
ressurrei8ão, serão como os an$os do céuL. \3ateus, HH, RU]
D(ar!ssimos, não creiais a todo o esp!rito, mas provai se os esp!ritos são de
2eus, porque muitos $á foram os falsos profetas que se levantaram no mundoL. \=
Ep 0oão, I]
DEis que estavam falando com ele dois var9es, que eram 3oisés e EliasL.
\;ucas, cap. T]
DAuem tiver ouvidos, ou8a o que di4 o Esp!rito :s =%re$asL. \'pocalipse, cap. H]
D-orque o testemunho de 0esus é o Esp!rito de -rofeciasL. \'pocalipse, cap.
ET]
D2uros de cervi4, e va4ios de cora8ão, v7s sempre resistis ao Esp!rito +anto;
sois como vossos paisL. \'tos, cap. K]
DEntão lhes impuseram as mãos, e rece"eram o Esp!rito +antoL. \'tos, cap. 8]
D-ela mão do an$o que lhe aparecera no sar8alL. \'tos, cap. K]
D,a4 dos seus an$os esp!ritos e dos seus ministros, fo%o a"rasadorL. \+almos,
EUI G (uidado com certas !"lias adulteradas]
DE os disc!pulos estavam cheios de ale%ria e do Esp!rito +antoL. \'tos, cap. ER]
D&iu claramente, em visão, um an$o de 2eusL. \'tos, cap. EU]
DE disseFme o Esp!rito que fosse com elesL. \'tos, cap. EE]
D-orque esta noite, o an$o de 2eus, de quem sou e a quem sirvo, esteve
comi%oL. \'tos, cap. HK]
DE disse o +enhor, em visão, a -auloL. \'tos, cap. E8]
DEstendendo a tua mão para curar e para que se fa8am sinais e prod!%ios pelo
nome de 5eu santo filho 0esusL. \'tos, cap. I]
T G +im, 0E+*+ nunca prometeu (onsolador al%um para de4oito ou
vinte séculos mais tarde. E;E o cultivou, como todos os =niciados, 3estres
e -rofetas, ou =nstrutores da +a"edoria 'nti%a e 5=N#' 2E ?E';=M'? '
-?/3E++' 2/ 2E??'3E 2E E+-@?=5/ +/?E 5/2' ' ('?NE. /
que disserem em contrário, esp!ritas ou não esp!ritas, é "lasf)mia contra a
&E?2'2EP
EU G +im, a ;ei e 0E+*+ são ,*N2'3EN5/+ =N=(=V5=(/+ 2E
/?2E3 3/?';, e a ?evela8ão é instrumento de advert)ncia, ilustra8ão e
consola8ão. 's &E?2'2E+ 2=&=N'+ são totalmente acima de
fa"rica89es humanas, e "asta aos iluminados, que de fato o forem, passáFlas
EE
adiante, enunciáFlas... 2e acordo com a evolu8ão da #umanidade, os
3estres irão aparecendo... 5am"ém, lem"raFte, depois deles aparecem os
fa"ricantes de ta"elinhas, simula89es, do%mati4a89es rasteiras, i%re$inhas
ou panelinhas, tirando proveitos su"alternos, pre$udicando a evolu8ão da
#umanidade... &e$a os cleros, reli%iosismos, sectarismos, fanatismos de
homens, livros, "andeirolas e outras porcarias humanas... -or causa do
"olso, da pan8a, do or%ulho, da vaidade e do mandonismo, certos homens
são capa4es de tudo. Eles estão por a!, é fácil de reconhec)Flos, pois a%em
como capata4es de fa4enda, ou querendo ser os donos da &E?2'2E e
$u!4es da consci)ncia alheia, : custa de uma d64ia de conceitos e
preconceitos, que conse%uiram decorar.
EE G +im, importa ler tudo. +a"edoria 'nti%a, 5eosofia, Esoterismo,
?osacrucianismo, 3a8onaria, etc. 5ire, de tudo, o que tiver de "om, porque
t)m e muito, e fu$a dos donos da &E?2'2E, dos que inventam ta"elinhas
analfa"etas e as querem impor aos tolos, que as aceitam... ' &E?2'2E
não é propriedade particular de nin%uém e não precisa de advo%ados ou
padrinhos etc.
EH G +im, isto é realidade fundamental. para ficar com a ;ei de 2E*+,
com a 2ivina 3odela%em de 0E+*+ (?=+5/ e cultivar a ?evela8ão,
nin%uém precisa escravi4arFse a camarilhas ou panelinhas quaisquer, com
suas ta"elinhas ran8osas e enferru$adas, ou fedendo a podrid9es farisaicas...
ER G Não é mesmo por acaso que a !"lia está tradu4ida para quase
E.IUU idiomas... +e ela contém por acaso falhas humanas, informa tam"ém,
e %loriosamente, so"re as &E?2'2E+ 2=&=N'+. E, cumpre reconhe8am,
a !"lia /cidental é a 6nica, dentre todas, que contém E+-@?=5/
-?/,>5=(/, sentido revelacionista cont!nuo... Não adianta que certos
parvos, no seio do Espiritismo, falem até com 7dio contra a !"lia e as
'nti%as &erdades =niciáticas... Eles não podem contra 2E*+ e, portanto,
apodrecerão com as suas "a"oseiras...
EI G +im, o perisp!rito é quase que =N,=N=5'3EN5E (/3-;EQ/, e
os conceitos de esp!rito, perisp!rito e corpos, como está na (odifica8ão, é
simplesmente menos do que infantil. =mporta avan8ar, fora de rasteiros e
ran8osos conceitos sectários, ou fanatismos por livros, que se afirmam
i%norantes e med!ocres. Em E&'NGE;#/ E5E?N/ E /?'ONE+
-?/2=G=/+'+ há eCplica89es suficientes, so"re as realidades
profundamente si%nificativas do ('??/ 2' ';3'... +im, toda a
centelha, com ele e através dele, se movimenta, até tornáFlo *3' +B
(/?/' E (/N+5=5*@2' 2E ;*M 2=&=N'. -orque isto virá a ser o
esp!rito. 2E*+ em 2E*+, ou part!cula de 2E*+, tornada una
vi"racionalmente, tendo então no perisp!rito, -*?' ;*M 2=&=N'. -or ora
tudo isto é quase inconce"!vel para os terr!colas, mas che%arão, serão e
virão a a%ir, como a%entes divini4ados, a comandar 3undos e
#umanidades, ,=;5?'N2/ / -?=N(@-=/ 5/5'; /* 2E*+. / &elho
5estamento fala do tempo em que seriam 3'N=,E+5/+ /+ 3=+5>?=/+
2=&=N/+, quando aquele, semelhante ao ,ilho do #omem, viesse a reinar
no -laneta... 5am"ém di4 a mesma coisa so"re a crian8a ou menino, que
vos %uiará... Nos cap!tulos EI, E8 e ET, do 'pocalipse, há muito dito so"re
estas quest9es.
0ustamente isso, so"re o perisp!rito do -laneta, ou as suas faiCas, céus,
ou diferentes 4onas vi"racionais, para que os esp!ritos, quando
desencarnados, tenham lu%ar aonde residir, em perfeita equidade am"iental.
5udo quanto pertence : $urisdi8ão planetária, em trevas ou lu4es, tormentas
ou %l7rias, como locais de ha"ita8ão, está dentro do chamado perisp!rito da
5erra. 's diferentes camadas astrais, celestiais, ou 4onas ha"itacionais,
derivam das irradia89es do pr7prio material s7lido de que é constitu!do o
-laneta. +e al%uém tirasse a Ess)ncia 2ivina, a ;u4 2ivina, a Ener%ia, o
>ter, a +u"st<ncia, tudo deiCaria de ser, não haveria matéria s7lida e,
conse%uintemente, nem -laneta. ;em"ro que, depois de 2E*+, ou
-?=N(@-=/, tudo é %ama, se desdo"ra em m6ltiplas escamas. (ome8a no
centro do -laneta o seu perisp!rito, e so"ra muito para fora dele, e se vai
modificando, ou eteri4ando, ou divini4ando, quanto mais se afasta. 3uitos
livros tratam das diferentes faiCas, céus ou 4onas hierárquicas.
Nada t)m que ver os céus da 5erra, ou suas faiCas vi"racionais, ou 4onas
de ha"ita89es dos desencarnados, com os conceitos de mundos superpostos,
das teorias filos7ficas, aristotélicas e outras, "astante erradas em muitos
casos. 's faiCas ou céus, espirituais, são campos vi"racionais e, se são K
principais ou fundamentais, su"dividemFse em mais de RU.UUU escamas,
entenda "em. -orque devem servir, e servem, aos esp!ritos, em suas
muit!ssimas escalas hierárquicas ou vi"racionais. 3uitos livros, como $á
disse, que tratam dos planos espirituais, ensinam isso. ;endo tais livros,
muito mais aprenderiam os estudiosos, do que lendo os livros doutrinários
didáticos, fartamente ultrapassados em muitos pontos e, em outros,
fartamente errados e rid!culos. ' &=2' N/+ 3*N2/+ =N&=+@&E=+ G '
&=2' ';>3 2/ &>* G ('?5'+ 2E *3' 3/?5' G &/;5E= G '
+>?=E 'N2?> ;*=M G ' &/;5' 2E 0E+*+ (?=+5/ G e muitos outros
livros, desse %)nero, devem ser "em lidos.
#á um relacionamento, sem d6vida, entre as faiCas celestiais ou
vi"rat7rias do -laneta e as que constituem os perisp!ritos dos esp!ritos.
EH
Auem tiver o seu perisp!rito novo ou denso, ou com marcas cármicas
ne%ativas, $amais será ha"itante dos céus ou das faiCas ou 4onas astrais
eteri4adas, su"limadas ou divini4adas. E, muito menos ainda, passará ao
chamado -lano (r!stico, que nas =N=(='ONE+ 'N5=G'+ era chamado
(>* =N5E?3*N2/+ /* /=5'&/ (>*, o tam"ém alcunhado / 3'=+
*3. E nada disso, repito, tem coisa al%uma com os conceitos astrol7%icos
ou astronômicos, dos anti%os conceitos filos7ficos, como $á salientei.
' lei do peso espec!fico, entenda "em, eCplica tudo, quer para as faiCas
vi"racionais do -laneta, quer para as escamas do perisp!rito humano. > a lei
que, como acima dissemos, relaciona entre os céus hierárquicos do -laneta
e o merecimento, por hierarquia, ou evolu8ão, dos esp!ritos lotados na
5erra. E&'NGE;#/ E5E?N/ E /?'ONE+ -?/2=G=/+'+ di4 o
suficiente, para quem de fato dese$a aprender.
+im, tudo se resume em desa"rochar tanto o ?E=N/ 2E 2E*+, A*E >
=N5E?=/?, a ponto de transformar o perisp!rito em *3' (/?/' 2E
;*M 2=&=N'. -orque, aquele que isso tenha reali4ado sintoni4a com o
+'G?'2/ -?=N(@-=/, plana no +E=/ 2=&=N/, é então &E?/ /*
E;/ 2=&=N/, sendo normalmente parte inte%rante daquilo que se chama,
ou chamam de -?/&=2^N(=' 2=&=N', ou (/N2*5/?E+ 2E
3*N2/+ E #*3'N=2'2E+. Esta é a ?E';=2'2E ,*N2'3EN5';,
que che%ou a hora c!clicoFhist7rica de ir sendo mais conhecida, pelos
ha"itantes deste -laneta. 'ssim estamos ensinando, no tempo certo, dentro
das profecias e da fase evolutiva da #umanidade, sem perder tempo com os
calhordas, que se acreditam donos do Espiritismo, por se escravi4arem aos
ensinos i%norantes, med!ocres, errados e rid!culos, de livros que mal servem
como primários. ,ique com a ;ei de 2E*+, a 2ivina ECemplifica8ão de
0E+*+ (?=+5/ e cultive livremente a ?evela8ão, para ler de tudo, sa"er o
quanto possa e, acima de tudo, poder livrarFse das imundas camarilhas
cléri%oFfarisáicas, com ou sem "atina, que ainda muito mal fa4em :
#umanidade, com os seus purulentos do%matismos reli%iosistas ou
sectários, através do que fartam suas pan8as e seus monop7lios e
mandonismos.
+e é certo que os va4ios de Esp!rito não entendem a import<ncia dos
ensinos complementares da ?estaura8ão, tam"ém é certo que o tra"alho
complementar $amais iria depender de tais va4ios de Esp!rito.
_ _ _
Entendam isto, se quiserem estar a par da &ontade de 2eus. D'
(odifica8ão é %rande no que é pequeno, e é pequena no que é 2ivinamente
GrandeL.
O CÓDI3O I2OR7AL
E G DEUS. ' Ess)ncia 2ivina /nipresente, /nisciente e
/nipotente, que tudo Emana, +ustenta e 2estina através de leis Eternas,
-erfeitas e =mutáveis, e que está acima de reli%i9es, filosofias, seitas,
institui89es ou estatutos humanos quaisquer. +endo Esp!rito e &erdade,
assim quer que +eus filhos venham a ser, e lhes concita se%uirem o caminho
da &E?2'2E, do '3/? e da &=?5*2E, $á que é "lasf)mia supor se$a a
+ua 2ivina 0usti8a o"$eto de trafic<ncias reli%iosistas.
H G CRIAÇ0O. 5udo quanto eCiste, Espiritual e 3aterial, que
enche e movimenta o *niverso =nfinito, de que todos são parte e rela8ão.
Em nada depende dos homens, suas cren8as ou descren8as, porquanto
aquilo que é por 2eus não precisa de advocacias ou apadrinhamentos
humanos.
R G 2OVI2EN7O. /s mundos e os intermundos movimentamFse; o
3acro e o 3icrocosmo são for8ados a movimentarFse para que os +antos
2es!%nios de 2eus se$am atin%idos, queiram ou não, %ostem ou não os
pernosticismos humanos, crédulos ou incrédulos.
I G I2OR7ALIDADE. Em 2eus e +uas 3anifesta89es nada
morre, consintam ou não os "estuntos humanos, reli%iosistas ou não.
S G EVOLUÇ0O. / processo Evolutivo, a que tudo e todos estão
su$eitos, porque nada há na (ria8ão sem o"$etivo, sai"am ou não os
homens.
J G RESPONSA4ILIDADE. Ela cresce com o conhecimento de
causa dos esp!ritos, não havendo artimanhas ou %inásticas reli%iosas que
possam neutrali4áFla.
K G REENCARNAÇ0O. ' válvula redentora e evolutiva dos
esp!ritos, que tem, por 2etermina8ão 2ivina, curso for8ado, %ostem ou não
os preconceitos estultos de todos os escravos de fanatismos sectários.
8 G REVELAÇ0O. /s esp!ritos sempre se comunicaram, e isso para
advertir, ilustrar e consolar os encarnados. 'té 0esus (risto, o 3inistério do
(onsolador, teve caráter esotérico; e 0esus pa%ou com a vida aquela
?evela8ão /stensiva, de que o ;ivro dos 'tos trata, nos cap!tulos um, dois,
quatro, sete, de4 e de4enove; e é "om lem"rar que os comercialismos
clericais sempre condenaram a ?evela8ão, para com isso manterem a
#umanidade i%norante, a fim de, com ast6cia, eCploráFla : vontade,
metendoFse em tudo, passando por autoridade, mas nunca provando coisa
al%uma das fanfarronadas que impin%em aos simpl7rios.
T G 8A4I7AÇ0O CÓS2ICA. ' heran8a de todos os filhos de 2eus,
que nada deve a mano"rismos reli%iosistas.
ER
EU G SA3RADA -INALIDADE. / Grau (r!stico ou de *nidade
&i"rat7ria com o -ai 2ivino, ou Ess)ncia 2ivina /nipresente, e que se
conse%ue por Evolu8ão, vivendo a &E?2'2E, o '3/? e a &=?5*2E. +7
aos simpl7rios é ca"!vel pensar que salamaleques id7latras ou adula89es
reli%iosistas possam valer por medidas li"ertadoras, pois a li"erta8ão é uma
questão de crescimento consciencial e não de %inásticas vendidas por
homens fantasiados de ministros de 2eus.
EE G OS DE5 2ANDA2EN7OS. / (7di%o de (onduta, $amais
derro%ável, contra quem se hão de re"entar todas as artimanhas,
reli%iosistas ou não. -orque não manda ter reli%ião al%uma senão
o"servar a 3oral, o 'mor, a ?evela8ão, a +a"edoria e a &irtude, que
pairam acima de todas as trafic<ncias humanas, crédulas ou incrédulas.
-or causa da ;ei é que 0E+*+ manda procurar a &erdade e não as
?eli%i9es.
EH G O CRIS7O. +!ntese da /ri%em 2ivina, do -rocesso
Evolutivo, da +a%rada ,inalidade, da Generali4a8ão da ?evela8ão e da
?essurrei8ão ,inal dos esp!ritos. > o 3odelo 2ivino ofertado pelo (riador
e deve ser imitado por Evolu8ão, pairando acima de mano"rismos
reli%iosistas quaisquer. ,ora da &E?2'2E, do '3/? e da &=?5*2E
nin%uém / i%ualará, ainda que compre todas as adula89es e mal!cias
id7latras que os fanatismos reli%iosistas vendem aos simpl7rios.
ER G A VERDADE GUE LIVRA. > a verdade vertical de 2eus e
não a verdade hori4ontal dos homens. ' ;E= e o (?=+5/, as 2uas
5estemunhas ,iéis e &erdadeiras de que trata o 'pocalipse, ensinam a
realidade pura, fora de mano"rismos reli%iosistas, porque concitam :
prática de o"ras sociais corretas que, vistas por 2eus em secreto, terão
perfeita retri"ui8ão.
EI G AU7ORIDADE DOU7RIN6RIA. -ertence : 3oral, ao 'mor,
: ?evela8ão, : +a"edoria e : &irtude, estando errados aqueles que inventam
institui89es ou estatutos humanos, querendo com eles fa4er ca"ides para
mano"rismos, através dos quais aplicam or%ulhos, vaidades, e%o!smos e
outros infeli4es defeitos humanos.
ES G A2AIHVOS UNS AOS OU7ROS. (omo a parte de 2eus é
Eterna, -erfeita e =mutável, que os homens reali4em o que lhes compete.
(omo o 'mor &E?5=('; representa todos os valores positivos, 0esus
resumiu nele os deveres %erais. Não tem fei8ão reli%iosa ou sectária
qualquer, porque o '3/? &E?5=('; está acima de tri"ofes e
maquina89es.
EJ G RELI3I0O. > o cultivo da 3oral, do 'mor, da
?evela8ão, da +a"edoria e da &irtude. Auem estiver fora disto está fora do
?eino de 2eus.
EK G REINO DE DEUS. (ada qual o tem em si, porque é um (risto
em ela"ora8ão, é uma (/N+(=^N(=' que deve eCpandirFse : custa de
crescer em &E?2'2E, '3/? e &=?5*2E. ,ora disso, caudais de
idolatrias podem ser praticadas, que de nada valerão.
E8 G ESPIRI7IS2O. Elias come8ou a restaura8ão como 0oão
#uss e não a terminou como Kardec. 2e qualquer forma, não fa"ricou
nem está fa"ricando &E?2'2E+ 2/*5?=NV?='+. ' ordem de 0esus
foi para restaurar, consolidar e estender so"re a 5erra a EQ(E;+'
2/*5?=N', da qual Ele +e disse humilde transmissor. E as profecias
estão tendo cumprimento, queiram ou não as reli%i9es ou sectarismos
humanos. Auem ler o ;ivro dos 'tos sa"erá o que ?oma corrompeu e o
que devia ser reposto no lu%ar. 5odavia, não confundir a 2outrina com
os homens.
ET G A VOL7A DE IESUS CRIS7O. +eria, é e será so"re as nuvens
do (éu, que é a lin%ua%em sim"7lica do (onsolador ou da 3ensa%eiria
2ivina, a quem cumpre advertir, ilustrar e consolar os encarnados. &ide o
livro. ' &/;5' 2E 0E+*+ (?=+5/, pois contém ensinos para todos os
praticantes do atismo de Esp!rito, a Gra8a %enerali4ada por Ele no
-entecostes.
HU G IUS7IÇA DIVINA. =nfeli4 daquele em quem ela não encontrar
&E?2'2E, '3/? e &=?5*2E, porque, ainda que este$a forro de
t!tulos comprados aos reli%iosismos do mundo, irá parar nos lu%ares
de pranto e ran%er de dentes.
HE G O CÓDI3O I2OR7AL. > o eCtrato de todas as =nicia89es
ou ?evela89es e, portanto, acima de reli%i9es e sectarismos quaisquer. +uas
&E?2'2E+ ,*N2'3EN5'=+ em nada dependem de cren8as humanas,
porém apontam como "emFaventurados todos aqueles filhos de 2E*+ que
passarem o seu conhecimento aos seus irmãos, para que se li"ertem do
$u%o dos reli%iosismos, que tanto tem dividido os homens entre si.
HH G UNI-ICAÇ0O. +erá reali4ada pelo (/N#E(=3EN5/ 2'
&E?2'2E, no !ntimo de cada filho de 2eus e não no seio dos
conchavismos reli%iosos. 5am"ém, nunca será uma questão de institui89es
ou estatutos humanos, pois aquilo que é feito e visto pelos homens de um
modo, é visto e $ul%ado pela 0usti8a 2ivina de modo muito diferente. '
cada um cumpre dar di%nos frutos pelo eCemplo, para a reali4a8ão do ?eino
de 2eus em si pr7prio, que é como ser um "om %uia para os seus irmãos
menores em Evolu8ão. ,ora disso, or%ulhos e vaidades imperam.
EI
HR G S=N7ESE. Auem não conhece as &E?2'2E+
,*N2'3EN5'=+ /* =3/?5'=+ que este (B2=G/ encerra, ainda que
pense conhecer muito, nada de verdadeiramente importante conhecerá. E,
como a &E?2'2E não precisa de advocacias e de apadrinhamentos
humanos, este (B2=G/ fará o seu servi8o e triunfará, queiram ou não os
sectarismos humanos, modernos ou anti%os, mais ou menos fantasiados.
'ssim proclama o E+-@?=5/ 2' &E?2'2E, no deal"ar da Era (7smica,
para tornar cada filho de 2eus um ser livre perante as leis que re%em a
(ria8ão do mesmo 2eus. E o (?=+5/ acena com a 'N2E=?'
?'N(', em cu$o centro está escrito '3/?, e assim é para que este$a
acima de fronteiras e "arreiras humanas, para os confins dos tempos, até
que a #umanidade penetre de todo na 0E?*+';>3 (E;E+5=';.
HI G Em ess)ncia, o esp!rito é da 2ivina Ess)ncia que 2eus é, e deve
desa"rochar as &irtudes 2ivinas que contém em estado potencial. +em
&E?2'2E e sem '3/?, nin%uém o fará.
HS G 'través da ;ei 3oral e do (risto 3odelo, 2eus entre%ou
a +eus filhos as +upremas 3ensa%ens. ?epresentam a &E?2'2E e o
'3/?, que $amais terão fim.
O RESUL7ADO DA I3NORJNCIA
(ientistas terr!colas eCplicam o aparecimento do *niverso (7smico,
sem 2eus e até contra 2eus, ou 2ivino -rinc!pio Emanador, +ustentador e
2estinador...
Esp!ritos, apenas encarnados, ne%am eCistir esp!ritos desencarnados...
' matéria prova que não é, em princ!pio, matéria; mas esp!ritos se
afirmam materialistas...
#omens sem filosofia e va4ios de esp!rito se afirmam fil7sofos...
(léri%os de variada ordem pre%am a morte de 2eus... daquilo que, em
ess)ncia eles mesmos são...
,a"ricantes de reli%i9es sempre inventaram modos a"surdos de crer,
formalismos ou idolatrias, e sempre atri"u!ram a 2eus a culpa dos a"surdos
humanos...
/ v!cio reli%iosista aceita idolatrias e simula89es, e não aceita a
import<ncia inalienável da &erdade, do 'mor e da &irtude...
' (odifica8ão se afirma incompleta, falha e omissa G e podemos di4er
rid!cula em muitos pontos G; entretanto, interessados em seus mesmos
interesses su"alternos, muitos homens do%mati4am so"re tais erros, falhas,
etc...
' ;ei de 2eus e a 2ivina 3odela%em de 0esus falam em 2outrina do
-'=; mas os a"surdos humanos falam em doutrina dos esp!ritos...
/ ;ivro dos 'tos prova que 0esus deiCou o (/N+/;'2/?
GENE?';=M'2/; mas os a"surdos humanos, esp!ritas, di4em que o
prometeu para de4oito séculos depois...
Auem pre%a a morte de 2eus vive endeusando homens, livros, reli%i9es
e institui89es humanas...
'té quando o carnaval da imund!cia comandará o espetáculo1...
'té quando o homem colocará, na frente de 2eus, as sandices que
inventa, usa e adora1...
Entretanto, o homem terá de ser, um dia, E+-@?=5/ E &E?2'2E.
ORI3E2? EVOLUÇ0O E -INALIDADE DO ESP=RI7O
ORI3E2 G 2eus não cria, não tira de fora de si, nada fa4 por ma%ia,
mistério, eni%ma, mila%re, etc. 5udo em 2eus é questão de ;eis, Elementos
e ,atos. /s esp!ritos são centelhas emanadas do -rinc!pio, 2eus ou -ai
2ivino. Em virtude de ser o esp!rito da mesma 2ivina Ess)ncia que 2eus é,
em si desa"rochará as &irtudes 2ivinas, até voltar : *nidade &i"racional
5otal, para ser 2eus em 2eus, etc.
VÓS SOIS DEUSES G Esta senten8a é das =nicia89es 'nti%as, muito
anteriores a 3oisés. Entrou no &elho 5estamento, pelo lastro #erméticoF
Moroastrino e, mais tarde, 0esus repetiu a senten8a, di4endo que é normal.
O PAI 1 ESP=RI7O E VERDADE? ASSI2 GUERENDO GUE
SEUS -IL8OS VEN8A2 A SER G 0esus, nesta senten8a, repetiu o &B+
+/=+ 2E*+E+, isto é, a Ess)ncia 2ivina do esp!rito, que deve desa"rochar
e voltar : *nidade Essencial, em plena consci)ncia.
8ER2ES? 5OROAS7RO? CRISNA? OR-EU? PI763ORAS G
5odos eles ensinam que os esp!ritos emanam de 2eus, ou -rinc!pio, com as
&irtudes 2ivinas em potencial, devendo desa"rochar através do processo
evolutivo, até voltar : unidade ,undamental, participando das Gl7rias
2ivinas.
SI2PLES E I3NORAN7E G 'ssim é a sa!da de 2eus. +ai a centelha
simples e i%norante, por determina8ão do -rinc!pio, e todo o processo de
desa"rochamento será produto de sua viv)ncia, do seu esfor8o, etc. Em
lu%ar de di4er simples e i%norante, convém di4er inconsciente.
AU7O2A7IS2OS INCONSCIEN7ES G -or determina8ão de 2eus,
ou ;eis ?e%entes ,undamentais, o esp!rito é, não sa"e o que é, movimenta
nos mundos e nas camadas su"stanciais da matéria, coopera para os
fenômenos tel6ricos, climáticos, etc, e vai marchando lentamente para o
ES
=N+5=N5/. 5udo se%undo ;eis, Elementos e ,atos, e nada de mila%res,
eni%mas, mistérios, etc.
INS7IN7O G +u"sist)ncia, seCo, defesa da prole, etc. 'ssim come8a a
fase dos movimentos instintivos, dos impulsos primitivos, e vai crescendo,
marchando para a ra4ão, a inteli%)ncia, o racioc!nio, o cálculo, etc.
IN7ELI3ÊNCIA E RA50O G > o produto da imensa caminhada pelos
escaninhos anteriores, e, no corpo astral, carro da alma ou perisp!rito da
centelha, se caracteri4a pela ela"ora8ão cada ve4 mais perfeita do cére"ro. >
a entrada na verticali4a8ão em %eral do esp!rito, marchando lentamente para
a intui8ão, a união com o -rinc!pio ou 2eus, na intimidade profunda.
IN7UIÇ0O G =ntui8ão não é faculdade medi6nica, como erradamente
muitos sup9em, pois é patrimônio adquirido, mérito conquistado, produto
da evolu8ão feita, do %rau hierárquico atin%ido, etc. (omo tudo o"edece :
lei das %amas, dos infinitesimais %raus a serem atin%idos, a intui8ão é o
processo final de inte%ra8ão da centelha na *N=2'2E 2=&=N'.
DIVINA U4IGKIDADE G Esta &irtude de 2eus, -rinc!pio ou -ai
2ivino, pode ser considerada a &=?5*2E +@N5E+E, aquela que define
todas as &=?5*2E+ 2=&=N'+, e é a finalidade a que todo esp!rito terá de
atin%ir.
CRIS7OS? VER4OS? ELOS DIVINOS? E7C G 'ssim são chamados
os %raus hierárquicos que vão revelando a %rande4a interior adquirida pelos
esp!ritos. Nada há de especial, misterioso ou mila%roso, ou de favor de
2eus, etc. > normal o crescimento interior, a evolu8ão, e todos terão de
atin%ir tais n!veis evolutivos, e muito mais do que isso, se%undo o que por
ora conheceis.
UNI0O 7O7AL G Nin%uém, do vosso conhecimento, atin%iu ainda o
%rau de *N=W/ 5/5'; com o -rinc!pio ou 2eus, ou -ai 2ivino. '
inte%ra8ão total é estado vi"racional, ou de &=?5*2E+ 2=&=N'+
2E+'?/(#'2/?'+, que ultrapassa de muito o vosso poder
conceptivo presente. 3as lá tereis de che%ar, e é "om come8arem a pensar
nisso com toda a seriedade poss!vel. Entendam o G &B+ +/=+ 2E*+E+...
7RA2I7AÇ0O EVOLU7IVA G Nin%uém é capa4 de conce"er, o
quanto de conceitos a"surdos o esp!rito terá de enfrentar, durante a
tramita8ão evolutiva. Em nome da &E?2'2E todas as patifarias,
podrid9es cléri%oFfarisáicas, idolatrias, i%re$inhas ou panelinhas, camarilhas
com suas politicalhas e prepot)ncias mandonistas, ta"elinhas for$adas,
fanatismos por homens, livros, institui89es reli%iosistas, etc., terão lu%ar e
serão adorados, como se fossem a pr7pria &E?2'2E.
I3NORJNCIA G > o 6nico dia"o que realmente eCiste, sendo o
advo%ado das podrid9es cléri%oFfarisáicas, etc. ' ;E= de 2E*+, a 2ivina
ECemplifica8ão de 0esus e o cultivo sadio da ?evela8ão, por certo livrarão a
#umanidade de tais porcarias, isto é, dos pre$u!4os da i%nor<ncia. ' ;ei,
0esus e a ?evela8ão podem ser tidos como cetros de 3oral, 'mor e
=nforma8ão.
VERDADE G ' Essencial ou ,undamental é 2eus, o -rinc!pio ou -ai
2ivino, e +ua Ess)ncia, ou Nature4a, será conhecida de cada esp!rito ou
centelha, quando for *na, quando voltar a ser 2eus em 2eus. 'ntes, por
falta de ser, todos os conceitos aparecerão e passarão. ' luta conceptiva, em
cada esp!rito, não poderá deiCar de eCistir. 's filosofias, que nascem e
morrem, ou transformamFse, que o di%am. Entretanto, lem"ramos G infeli4 é
aquele que perde um conceito, sem antes admitir um outro mais elevado,
até vir a ser -;EN/, quando for 2eus em 2eus.
VERDADE RELA7IVA G 5udo o que deriva de 2eus, espiritual ou
material. Auem procura a &E?2'2E através dos ,'5/+, sempre encontra
&E?2'2E em tudo o que é, se$a mais ou menos, em termos de
,*N2'3EN5'; ou ?E;'5=&'. 5odos os fatos condu4em : &E?2'2E
,*N2'3EN5';, desde que se sai"a penetrar nas causas determinantes.
VERDADE GUE LIVRA G > a ,undamental, mas em termos
iniciáticos assim se chama ao que tem caráter de &erdade ?evelada, etc. 's
ta"elas reli%iosistas, cada uma reclama de ser a que livra. &erdade, 'mor,
&irtude, eis tr)s palavras "ásicas. &erdade para ser conhecida, 'mor para
ser vivido e &irtude para ser acumulada, eis a questão total, que condu4 :
*nião &i"racional com 2eus. E, fora disto, nin%uém reali4ará o ?eino de
2eus em si mesmo.
RELI3I0O G &irá a ser cultivo da &erdade, do 'mor e da &irtude; mas,
antes disso, todas as i%nor<ncias, "andalheiras, etc., terão lu%ar, passarão
como caminhos que condu4em a 2eus. Auantas reli%i9es $á nasceram e
morreram1...
DIVINIS2O G 5odos os D=+3/+L terão de ceder lu%ar ao
2=&=N=+3/, aquele que está citado no cap!tulo EI, do 'pocalipse, versos
J e K. 5odos os movimentos iniciáticos, que através dos tempos
influenciaram a #umanidade, fundamentados em nomes de homens, virão a
dar lu%ar ao 2=&=N=+3/, no curso dos tempos. *m é o 2ivino Esp!rito
Emanador, e, para Ele mesmo, tudo rumará, em -lenitude &i"racional.
=nfeli4 será, aquele que pretender lutar contra esta 2=&=N' ?E';=2'2E.
2ORAL G > a ci)ncia da #armonia e do 'mor, porque ci)ncia sem
3/?'; é fá"rica de pranto e ran%er dos dentes.
LEI DOS -A7OS G ?espeitáFla, tal é o que devem fa4er, acima de tudo,
todos os esp!ritos que se vão elevando na escala hierárquica. (om isto,
EJ
todos os en%odos clericais, todas as artimanhas sectárias, todas as
i%re$inhas, panelinhas e su$idades derivantes, ruirão e serão esmi%alhadas.
O REINO IN7ERIOR G > normal que o esp!rito, sendo part!cula de
2eus, usandoFse e usando tudo o que 2eus lhe pôs ao alcance, conse%uirá
via$ar pelo (osmo e desco"rir suas maravilhas, etc. 3as, fica "em lem"rado
isto G enquanto for po"re em sua intimidade hierárquica, ou 3/?';, ao
deiCar a carne mer%ulhará na sua mesma inferioridade. ' desencarna8ão
costuma esmi%alhar as petul<ncias humanas...
SA4EDORIA E 2ORAL G 5udo $á era em 2eus, antes que o esp!rito
sou"esse. (he%ar a conhecer e a se morali4ar, ou divini4ar, é dever de cada
um. Nin%uém precisa pensar para 2eus... -ense para si, como 2eus quer,
que é quanto "asta, para ir crescendo no rumo da *nião &i"racional.
(uidado com os donos de reli%i9es, etc.
-ALSA AU7ORIDADE G ,ora da 2ivina /rdem 3oral toda a
sa"edoria compromete. > por isso que, nos lu%ares de pranto e ran%er de
dentes, penam os cientistas, os reli%iosos, os fil7sofos, etc. +a"er é uma
coisa, empre%ar mal é outra...
2EN7IR OU -ALSEAR G -ode o homem mentir perante os seus
semelhantes, mas nunca o fará perante a 0*+5=O' 2=&=N'. -reteCtos
clericais, reli%iosos, filos7ficos, sectários, etc., ou fanatismos por homens,
livros, i%re$inhas e seus en%odos, não convencerão $amais a 0*+5=O'
2=&=N'.
A PROVA REAL G > a desencarna8ão, quando o esp!rito terá que
colher, se%undo o que semeou... > tremendamente chocante o que ocorre no
plano espiritual, com a che%ada dos donos de reli%i9es, dos cientistas do
mundo, dos fanáticos reli%iosistas, raciais, etc. +em 3oral e sem 'mor,
tudo marcha para a dor, o remorso, etc.
DIVINA SI2PLICIDADE G > a simplicidade de 2eus e das ;eis
?e%entes, com as quais o esp!rito terá que sintoni4ar, se quiser unirFse o
quanto antes a 2eus.
SI2PLICIDADE DIVINA G > aquela reali4ada pelo esp!rito, que,
conse%uintemente, lhe %arante a verdadeira felicidade, que é a do esp!rito
*N=,=('2/, (?=+5=,=('2/.
UNI0O 7O7AL G Nin%uém, do vosso conhecimento, é *N/ 5/5';,
ainda.
O PAI NOSSO DA E7ERNIDADE
+a%rado -rinc!pio, 2ivino Esp!rito Emanador,
-ai /nisciente, /nipresente e /nipotente,
(u$as ;eis ,undamentais resumem o 'mor,
' &irtude 2ivina que em"ala eternamente.
5eu +acro Nome é +anto por Ess)ncia,
2ispensa os conceitos de homem qualquer,
E quando o homem for "om, por dec)ncia,
(om o 'mor triunfará, porque este é o 3ister.
5eu ?eino é 'mor, =nteli%)ncia e Gl7ria,
Em cada esp!rito está, nos seus fundamentos.
E para desa"rochar, vive o homem sua hist7ria,
(omo "em ensinam, todos os 5estamentos.
5ua &ontade é ;ei, acima de humanos conceitos,
Nem tarda nem falta, mas oferece repara89es,
E todos assim aprendem, e eCecutam preceitos,
+o"em na Escala, e atin%em 2ivinos Escal9es.
+endo acima de infernos e de humanos céus,
2e tempos e locais, tão humanos e relativos,
' todos convida, para que deiCem de ser la"éus,
2esa"rochem o 'mor, e se$am da Gl7ria cativos.
5eu pão é o 'mor, e dele é feita a &it7ria,
-orque o do mundo passa, é apenas pere%rino,
E quem disto vem a sa"er, demanda : Gl7ria,
'quela união vi"racional, o +a%rado 2estino.
Em 5ua 0usti8a a #armonia tudo representa,
(om a dor e a tormenta, concita : repara8ão,
2e cada qual fa4 o $ui4, como a ;ei sustenta,
-orque é da eCperi)ncia, que surte a solu8ão.
#á testes, não tenta89es` E há que triunfar,
E para todos conhecerem, enviaste ?evela89es,
2i4endo que o ?eino, nin%uém fora irá reali4ar.
&isto que estão no homem, as 2ivinas Equa89es.
'ssim se$am, portanto, 5uas ;eis cumpridas,
E 5uas centelhas, que foram de 5i emanadas,
(rescendo na &erdade, virão a ser unidas,
&er"os 5eus serão, cumprindo 3iss9es +a%radas.
REALIDADES DIVINAS E CONCEI7OS 8U2ANOS
Em 2eus, -rinc!pio ou -ai 2ivino, tudo é questão de ;eis, Elementos e
,atos, e "em far!eis em assim compreender e viver, porque o resultado
EK
daquilo que sa"eis e viveis será totalmente vosso, ao desencarnar. &ossos
conceitos servem para satisfa4er o vosso v!cio reli%iosista, filos7fico,
sectário, ou aquilo que a%rade ao vosso há"ito, : vossa tend)ncia, palpite,
etc., mas de maneira al%uma terão o poder de modificar ou fa4er curvar a
0usti8a 2ivina.
Não mudem de continentes, casas e roupas, autom7veis e utens!lios,
apenas. +u%erimos que mudem de conhecimentos e práticas, para melhor,
sempre que isso calhe de oportuno. &7s é que tereis de mudar, não as ;eis
2ivinas. E, se pensais que os vossos reli%iosismos representam se%uran8a
perante a 0usti8a 2ivina, achamos melhor mudar, e mudar muitoP
Estais entrando na ,ase de 3aturidade Evolutiva, queirais ou não. /s
ami%os da i%nor<ncia e da mediocridade, e de seus interesses su"alternos,
or%ulhos e vaidades, nada farão por v7s na hora de enfrentar a 0usti8a
2ivina, ap7s a desencarna8ão. -ara cada fase evolutiva há a sua
responsa"ilidade, e, aquela que a%ora tereis de enfrentar, ela mesma é a
melhor %arantia de se%uran8a perante 2eus. 2onos de reli%i9es, de todos os
coloridos, penam nos lu%ares de pranto e ran%er dos dentes... -orque 2eus é
acima de i%nor<ncias, petul<ncias e palpites humanos...
CO2O DEUS DE7ER2INOU
E G 2epois de vários milh9es de anos de evolu8ão lent!ssima, quando
al%umas parcelas da #umanidade $á podiam compreender a import<ncia do
sentido 3/?'; da vida, através dos escal9es direcionais, enviou 2eus, ou
-rinc!pio +a%rado, missionários encarre%ados de ensinamentos iniciáticos.
E a! tendes participando das %loriosas pá%inas iniciáticas, ?ama, os udas,
os &edas, os -atriarcas de antes e p7s 2il6vio, #ermes, Moroastro, /rfeu,
3oisés, os -rofetas, (risna, -itá%oras, etc.
H G 'quele que conhece tem o"ri%a8ão de se (/3-/?5'?
devidamente; sem viver o melhor comportamento perante as ;E=+
?EGEN5E+, nada pode aspirar, quer encarnado, quer desencarnado. E foi
com o (7di%o 3oral, a ;ei de 2eus transmitida a diferentes povos, que a
no8ão máCima de (/3-/?5'3EN5/ se radicou no seio da #umanidade.
3oisés fe4 isso entre várias ?a8as e -ovos, até que tudo ficou definitivo, no
seio do -ovo #e"reu.
R G Nunca faltou a ?evela8ão, a comunica"ilidade dos an$os, esp!ritos
ou almas, e a vida de todos os Grandes =niciados ou 3estres esteve
pontificada de fenômenos medi6nicos, teof<nicos ou esp!ritas, como a%ora
di4eis.
I G ?ama, #ermes, (risna, Moroastro, 3oisés e 0esus foram os que se
salientaram como máCimos cultivadores de comunica"ilidade dos an$os,
esp!ritos ou almas, com o fito de salientar tr)s verdades "ásicas G
=3/?5';=2'2E, E&/;*OW/ G?'2'5=&' e ?E+-/N+'=;=2'2E
dos E+-@?=5/+.
S G (ou"e a 0esus, (risto 2ivino 3olde, a tarefa de, em escala
%randiosa, ati4ar em Esp!rito ou Generali4ar a ?evela8ão. ;ede tudo so"re
0esus, desde os -rofetas até o 'pocalipse, e entendereis quem veio para
deiCar a 2ivina 3odela%em e Generali4ar a ?evela8ão. Neste mesmo
tra"alho damos um mapa dos teCtos "!"licos a isso referente. =%norar ou
mentir, nada muda perante 2eusP
J G / Espiritismo ou ?evelacionismo, de 2eus para os homens, é
Eterno, -erfeito e =mutável; pertence aos 3undos, =ntermundos e
#umanidades, mas sofre das mediocridades humanas, se%undo a hierarquia
dos 3undos e das suas respectivas #umanidades. Nin%uém confunda a
ECcelsa 2outrina com homens...
K G -rocure cada um ler o livro dos 'tos, as (artas 'postolares e o
'pocalipse para sa"er como cada 'p7stolo, ou se%uidores, que vieram lo%o
ap7s, entenderam e cultivaram a ECcelsa 2outrina do (aminho, até ?oma
corromp)Fla, de RHS em diante. ?oma usurpou os nomes de 2eus, dos
-rofetas, do (risto 3odelo e dos seus se%uidores, para for$ar sua i%re$a e
chamar (/=+' 2='B;=(' ao atismo de ?evela8ão ou Esp!rito. 3as a
?E+5'*?'OW/ seria feita, no devido tempo, como assinalam as palavras
de 0esus e as profecias do 'pocalipse.
8 G aicliff, 0oão #uss, ;utero e Giordano runo foram os &>?5=(E+
da ?eforma, ou das preliminares da ?E+5'*?'OW/, enchendo o mundo
de !"lias, para que, mais tarde, todos viessem a compreender as verdades
proféticas e os fundamentos do Espiritismo 2ivinista.
T G Em tempo certo volta 0oão #uss, na personalidade de Kardec, e,
encontrando mais de mil (entros e Grupos cultivando a ?evela8ão, ou
atismo de Esp!rito, coletou informes e fe4 a (odifica8ão. Ela se di4 o"ra
falha, incompleta, omissa e com outros defeitos.
EU G 2i4 a (odifica8ão, que Kardec deveria voltar para completar a
o"ra.
EE G K'?2E( &/;5/* E 2E=Q/* 3*=5/+ ;=&?/+, não s7
reparando as falhas, as omiss9es e os erros da (odifica8ão, mas
acrescentando verdades iniciáticas $amais ensinadas antes, em !"lias,
5estamentos e (odifica89es quaisquer.
E8
EH G &árias de4enas de livros foram escritos por /+&';2/
-/;=2/?/, onde são consertados os erros, falhas e omiss9es de todas as
!"lias, 5estamentos e (odifica89es. -rincipalmente da (odifica8ão
Kardeciana, cu$as infantilidades e afirma89es rid!culas são patentes. E
ensinam, tais livros de /+&';2/ -/;=2/?/, verdades iniciáticas $amais
ensinadas antes, em !"lias ou documentos quaisquer, de caráter
doutrinário.
ER G (omo 2eus quis, assim foi feito, e a (i)ncia dos /ráculos, a
chamada +'E2/?=' 'N5=G', foi lem"rada fartamente. 'queles anti%os
Grandes =niciados foram citados, para que os estudantes de Espiritismo não
venham a ser i%norantes, med!ocres e até mesmo rid!culos, por não serem
capa4es de a"ordar, com "astante profundidade, tudo quanto a ?evela8ão
ensinou, desde os prim7rdios iniciáticos, há mas de du4entos e quarenta mil
anos.
EI G No seio do movimento esp!rita, como não podia deiCar de ser,
levantouFse uma camarilha com preten89es mandonistas, fanáticas pelos
livros falhos, omissos e até rid!culos em al%uns pontos, da (odifica8ão.
/r%ulhos, vaidades, ci6mes, inve$as, despeitos, falsidades e trai89es, tudo
contra a (/3-;E3EN5'OW/ 2' ?E+5'*?'OW/, essa camarilha
movimentou. =nteresses editoriais, livrecos e escrito4inhos raqu!ticos, e
tudo aquilo que o fanatismo ce%ante determinou, serviram a essa camarilha,
fantasiada de -?/-?=E5V?=' 2/ E+-=?=5=+3/. 3as de nada adiantou,
porque a &E?2'2E não será $amais escrava de su$idades humanas.
ES G / di4FqueFdi4 invadirá os tempos futuros, assim como veio até
aqui, ao tratar do tra"alho missionário levado a termo por /+&';2/
-/;=2/?/. /s que ho$e são do contra, no amanhã serão os seus mesmos
fanáticos, pre$udicando o avan8amento dos estudos, nas pessoas daqueles
que, então, serão os van%uardeiros da +eara do +enhor. -orque o pior de
tudo, sempre, foi feito por aqueles que se t)m presumido a ?E+E?&'
3/?'; 2'+ A*E+5NE+... > o retrato dos sacerdotes, escri"as, fariseus e
saduceus, que em todos os tempos foram os perse%uidores e assassinos de
=niciados, -rofetas, (ristos e 'p7stolos.
N0O 86 7E2PO A PERDER
Aualquer pessoa inteli%ente e não portadora de máFfé, entenderá de
pronto a se%uinte realidade. -ara a ;ei de 2eus, a 2ivina 3odela%em de
0esus (risto e o cultivo sadio da ?evela8ão, nin%uém precisa ser escravo de
cleresias, reli%iosismos, sectarismos, s6cias, camarilhas mandonistas,
i%re$inhas politiqueiras, panelas, panelinhas com suas prepot)ncias
mandonistas etc. -orque a hora hist7rica presente, com todo o seu potencial
de re%alias cient!ficas, informa89es imediatas e toda uma corte de
elucida89es espirituais, fará compreender a import<ncia das tr)s verdades
principais de ordem doutrinária, acima eCpostas. 2eveis entender, de uma
ve4 por todas, isto.
E G ' ;ei de 2eus não manda procurar reli%ião al%uma, porém ordena
(/N#E(E? ' &E?2'2E E -?'5=('? / E3; isto é, conhecer e viver
se%undo as verdades eternas, perfeitas e imutáveis de 2eus, e nunca fa4er
ao pr7Cimo aquilo que para si nin%uém %ostaria que al%uém fi4esse;
H G 0esus não mandou procurar reli%ião al%uma, mas sim a &E?2'2E
A*E ;=&?', e seu eCemplo foi, é e será, de paci)ncia e ren6ncia até a
morte. ECemplificou a imortalidade do esp!rito, comunicandoFse lo%o ap7s
a morte na cru4, e, o principal depois disso, %enerali4ou a ?evela8ão no
Glorioso -entecostes, como o ;ivro dos 'tos ensina... E ensina para
honestos e desonestosP...
R G /s udas, ?amas, os &edas, Moroastros, #ermes, /rfeu, (risna,
3oisés, -itá%oras, 0esus, etc. são testemunhas da comunica"ilidade dos
an$os, esp!ritos ou almas, e somente aos va4ios de esp!rito, ou portadores de
máFfé, se permite o direito criminoso de "lasfemar contra o 3inistério da
?evela8ão. /s teCtos "!"licos, que transcrevemos, falam a lin%ua%em da
verdade. Não está su$eita, a ?evela8ão, ao dom!nio de reli%i9es, cren8as,
sectarismos, ra8as, povos etc. E muito menos a homens, livros, ou
fanatismos quaisquer, de quem quer que se$a, so" preteCtos quaisquer.
5udo quanto for contra a ;ei de 2eus, a 2ivina 3odela%em de 0esus
(risto e a ?evela8ão, sai"am, será esmi%alhadoP
SUPRE2A D6DIVA SI3NI-ICA SUPRE2A RESPONSA4ILIDADE
-or ordem de seqX)ncia, assim devemos entender.
E G Emanados do -rinc!pio ou 2eus, com as &irtudes 2ivinas em
potencial;
H G 2esa"rochamento através do (osmo, no Espa8o e no 5empo;
R G -rimeira autoFconquista é o in!cio da (onsci)ncia =ndividual, que
resultará, um dia, na =ntui8ão -lena ou =nte%ra8ão no -rinc!pio ou 2eus;
I G (om o aumento da (onsci)ncia =ndividual e da =ntui8ão, sur%e o
aumento da no8ão de =mport<ncia da ;i"erdade =ndividual;
S G ' =mport<ncia da ;i"erdade =ndividual é, conse%uintemente, No8ão
3aior dos 2ireitos e 2everes, (have de todas as ?esponsa"ilidades
=ndividuais;
ET
J G ,atalmente, o em Geral é produto do em =ndividual, porque
nenhum todo deiCa de ser feito de partes;
K G 's partes, no -atrimônio =ndividual, são as &irtudes Aue 2evem +er
2esa"rochadas, para a ,orma8ão da *nidade (onsciencional, ou
'utocristifica8ão;
8 G ,orma8ão da *nidade (onsciencional, sem No8ão de
?esponsa"ilidade, nunca será poss!vel;
T G (onse%uintemente, o ?eino de 2eus, de /rdem =nterior, ou
'utocristifica8ão, nunca será produto da =%nor<ncia;
EU G 'prenda, pois, cada um, a 2iri%ir (erto a +ua ;i"erdade;
EE G ' ;ei de 2eus e o (risto 2ivino 3olde di4em tudo a quem de fato
queira sa"er e reali4ar (erto. 2eus oferece tudo, para tudo terminar
2ivinamente (erto.
A I2POR7JNCIA DOS -A7OS
> sempre dentre os mais i%norantes ou va4ios que saem os que se $ul%am
donos da &erdade, da 2outrina, e se acreditam $u!4es das consci)ncias
alheias, do%mati4ando, for$ando ta"elinhas etc.
/s Grandes ?eveladores, ou chamados Grandes =niciados, ensinaram
&erdades ,undamentais, não fa"ricaram reli%i9es, sectarismos etc. 2epois
deles é que vieram os fa"ricantes de reli%i9es, cleresias, politicalhas, s6cias
e panelinhas.
' #umanidade deve :s =nicia89es ,undamentais o que sa"e e fa4 de
/3, espiritualmente, e :s reli%i9es e cleresias o que tem de atraso, em
termos de &erdades ,undamentais. Auem não entender disto, tam"ém nada
entende do que é mais certo, "om e produtivo, para a solu8ão do. &B+
+/=+ 2E*+E+, ou ter que vir a ser E+-@?=5/ E &E?2'2E.
' +a"edoria 2ivina não ca"e em ta"elinhas ou %arrafinhas de fa"rica8ão
humana; mas, %ente que andou escrevendo livrecos e escrito4inhos
raqu!ticos ou entrou em tais comércios livreiros, ou se meteu a diretor de
certas (asas ou =nstitui89es, aplicando interesses de "olsos, pan8a,
or%ulhos, vaidades, ci6mes, etc na coisa; acha que ta"elinhas e %arrafinhas
resolvem o pro"lema da autocristifica8ão.
Não eCistem filhos especiais de 2eus.
Não eCistem redentores ou salvadores de fora; cada um tem que
despertar em si aquele ?eino de 2eus que não virá com mostras eCteriores.
Em 2eus tudo são leis, elementos e fatos; mistérios, mila%res, eni%mas,
etc., são o"ras de i%norantes ou maliciosos, para eCplorar tolos.
Ne%ar as verdades medi6nicas é o"ra de tolos.
' !"lia /cidental é o %rande 5?'5'2/ 3E2=ZN=(/ 2'
#*3'N=2'2E.
/ Espiritismo, mediunismo ou teofania, sempre teve muitos nomes,
através das ?a8as, -ovos, Na89es etc. /s nomes não importam, e sim os
fatos, as verdades.
Nenhuma profecia deiCará de ter cumprimento; entretanto, certos donos
do Espiritismo espumam de raiva quando ouvem falar da !"lia, do
Evan%elho, das profecias etc.
Não "asta ouvir esp!ritos; importa sa"er o que valem realmente.
Nin%uém é mais do que a ;ei de 2eus e a 2ivina 3odela%em de 0esus
(risto.
/ Evan%elho de 0esus (risto é o mesmo 0esus (risto; 2ivino 3olde em
tudo e não o amparo de i%nor<ncias, "urrices, idolatrias, fin%imentos,
discursos histéricos e muitas outras capiciosidades.
Auando o meado do século vinte e um vier, todos os homens inteli%entes
e honestos falarão nas profecias cumpridas, e por terem cumprimento,
porque como89es e sofrimentos tais virão, que a isso o"ri%arão. E muitos o
farão so" o peso de tremendos remorsos, porque foram inimi%os das
advert)ncias do -lano 2iretor 5errestre.
O4RAS DE OSVALDO POLIDORO
LIVROS. Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas; e4erra de
3ene4es e Narrativa =niciática; ;ei, Gra8a e &erdade; ' (aminho do (éu;
&erdades =mortais; *m 'teu 'lém do 56mulo; *ma &isão do (risto; *m
3édium de 5ransportes; /ra89es e -oesias 2ivinas; / 3ensa%eiro de
Kassapa; (onfiss9es de um (orruptor; (onfiss9es de *m -adre 3orto; '
!"lia dos Esp!ritas; / Novo 5estamento dos Esp!ritas; bs 3ar%ens do 3ar
3orto; +an%ue na (ru4; / -entecoste; ' &olta de 0esus (risto; / Grande
(isma; Nos 2om!nios 3aravilhosos da -sicometria; ?eencontro no (éu;
3oral, 'mor e ?evela8ão; Nos -lanos da 3orte; / (éu 3aravilhoso.
LIVRE7ES. 3ensa%em do 'n$o do 'pocalipse; ' 3ensa%em do 'n$o
do +ar8al; Evan%elho da 0usti8a 2ivina; 2epois da 5empestade
'pocal!ptica; / 'viso ,inal; &7s +ois 2euses.
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