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Dados da consulta aos estudantes sobre os fóruns

-Pesquisa através de formulário eletrônico

Participantes: 18

Formato:

Periodicidade:

Submissão:
Continuação dos Concionários:

Frequencia:
Dia da semana:

Horário:

Presença Docente:
Ps.: Segue em anexo o arquivo completo com as justificativas e opiniões.

-Lista de discussão

Emails trocados: 52

Logo abaixo uma síntese, feita por Luciano Carôso, do conteúdo das discussões.

• Expansão de conteúdo e discussão dos fóruns num site na internet. Algo como o netlabel
Fragilité (que idéia interessante!) é também perfeitamente realizável na minha opinião e
pode trazer ótimos benefícios.
• O incentivo ao envolvimento de todos nas discussões através de "jogos" ( a partir do formato
dos seminários de Paulo Lima).
• Considero essencial a participação de professores e orientadores porque eles teoricamente
têm melhor condição de fazer uma análise crítica do trabalho apresentado, podendo assim
contribuir mais objetivamente com as discussões. Já que é inviável que todos os professores
estejam em todos os fóruns, pelo menos os respectivos orientadores (insisto na presença
deles) e outros professores que tivessem linhas de pesquisas mais tangentes aos trabalhos
apresentados no dia deveriam ser mais veementemente convidados a participar.
• Incremento da divulgação. E aí vale tudo o que foi dito por aqui e muito mais: boca a boca;
intimar os presentes no momento a participar; enviar releases para os meios de comunicação
viáveis; dar conhecimento prévio aos alunos da graduação e incentivá-los a participar, etc,
etc, etc.
• Os apresentadores dos trabalhos ficariam obrigados a fornecer um resumo do mesmo (com a
devida antecedência) e/ou UM texto para leitura (o mais didático e conciso possível), o que
ajudaria na contextualização prévia daqueles que quisessem chegar ao fórum com algum
conhecimento do assunto.

Aqui abaixo um panorama maior das opiniões:

1)
Então, tentando colaborar eu penso que um dia inteiro de fórum pode serum bom formato, mas tem
que reservar m tempo razoável para as discussões, então tem que calcular o número de
apresentações. Só acho difícil, conseguir conciliar um dia da semana que a maioria possa estar
inteiramente disponível, pois não é apenas uma questão de aula, mas, daqueles que trabalham
também. Mas a idéia é boa. É preciso valorizar, por isso é preciso selecionar, considero esta uma
ótima idéia e também, ter sempre um professor paa moderar seria ótimo. Lembrando que nada
impede, que tenhamos outros professores conosco.
O formato por área de concentração seria bom se todos, das outras áreas participassem dando sua
contribução, e assim de maneira interdisciplinar, estaríamoscolaborando para que ada um tvesse
uma visão mas ampla do seu próprio trabalho.
Independente do formato, temos que pensar em agregar nossos conhecimento a nosso favor e em
favor do outro.
Quanto ao Concionário, é que é muito específico e às vezes é preciso um pré-conhecimento amlo e
direcionado, sem o qual, não é possiel compreender o trabalho, acho que não é indisposicão, mas é
difícil algu'm se deslocar de seusafazeres, despender um tempo numa atividade e ao fim, não
compreendê-la.

2)
Na condição de aluno, sinto que é frustrante, sobretudo, a ausência maciça de professores, nos
fóruns e concionários. Não resta dúvida sobre a real e maior importância na participação dos
estudantes; um fórum dispensa participação docente, se conta com platéia engajada oriunda do
corpo discente. Mas, obedecendo as hierarquias dessa vida, de cima pra baixo (professor --> aluno),
não tá rolando o mínimo de exemplo.

Fazer seleção é muito bom, mas pode ser muito ruim, se:
• Tira a possibilidade de algo que parecia ser fraco ser muito forte;
• Tira a possibilidade de algo realmente fraco melhorar;

Se o fórum faz parte da tal formação, a seleção é um ruído excludente, antagônico a este fim.

Acho que a participação de alunos da graduação é imprescindível e a divulgação deve chegar lá,
com força.

3)
Concodo com o ..... em gênero, número e grau quanto a participação dos alunos de graduação, seria
um ótimo link com eles e somaríamos muito à sua formação acadêmica e certamente, eles à nossa.
Quanto ao formato, o atual é bom, mas somando fóruns e concionários, todas as sextas estão
ocupadas, isto deveria dar a nós uma maior possibilidade de presença, pois se faltar em uma na
outra terá, todavia, não tem acontecido assim, e a mim, parece inerente ao ser-humano (peo menos
aos que tenho conhecido) dar maior valor aquilo que é raro, mesmo que o valor real de ter sempre e
de vez em quando seja o mesmo, no caso, o aterial de vaor é o conhecimento.
Quanto á seleção, vou mudar de idéia e concorda com o .... (ainda bem que não escrevo minhas
idéias a ferro e fogo), se o conceito do fórum ''formar' é uma excelente oportunidade também, para
os mais despreparados, de ouvir as críticas e sugestões e crescer, melhorar. É um ótimo laboratório,
pois aí virão as ANPPONs, ABEMs, ABETs, etc., qualquer coisa precisado mehorar, que seja vista
primeiro em casa. Entendo o Alexandre, já assisti trabalho de todo tipo, mas, é uma oportunidade,
inclusive, do expositor entender que se vai se apresentar devemos levar o melhor e não qualquer
coisa ao público, assim, acho que a seleção podrá não ser tão útil.

4)
Acho interessante a idéia de fazer 10-12 apresentações em um dia, mas isto se torna mais com cara
de um evento interno, que tb poderia ser uma boa idéia para estimular a produção e presença. A
questão, porém, é não tornar este dia uma maratona, uma corrida contra o tempo, como alertou .... .
A gente já sofre com o formato (10) 15 minutos +5 para discussão (e olhe lá!) nos eventos de porte
nacional por causa da falta de tempo ... acho que internamente a gente deveria ter tempo para
debater, para aprender a argumentar, a ouvir e a lidar com a diferença de opiniões, aprofundando os
assuntos em questão. Por conta disso, acho que o fórum nao deveria ser uma vitrine, mas algo que
suponha uma discussão mais profunda.

A questão da falta docente é lastimável e realmente não estimula a presença dos estudantes. Isto foi
sempre cobrado, infelizmente, com pouco resultado, mas acho que seja necessário continuar
insistindo nesta tecla. Acho que pelos menos os orientadores deveriam se fazer presentes no dia.

5)
Agora, nós estudantes precisamos ter em mente que o fórum é um momento importante para o
nosso crescimento acadêmico. Eu acho que a freqüência quinzenal (fórum e concionário) continua
sendo a melhor solução, mas realmente se não funciona é preciso rever isto,

Não simpatizo com a idéia de fazer uma seleção de trabalhos. Acho que justamente o fórum deve
permanecer um espaço democrático para mostrar e discutir trabalhos mais maduros e ajudar a
crescer aqueles ainda verdes. O espírito colaborativo, a parceria e o companheirismo me parecem de
fundamental importância. Fortalecem o nosso crescimento acadêmico e, de reflexo, o programa.
E vamos fortalecendo o diálogo com a graduação ... eventualmente migrando para outra sala ...
mais acessível, no imaginário popular da Emus ...

6)
Pessoalmente, eu acho o formato que está muito bom. Contemplar a maior quantidade de pessoas é
ótimo, ter a maior diversidade tb é muito bom. O problema é que não está funcionando. Temos o
formato ideal e não funciona... Será que o problema é o conteúdo dos trabalhos? Pq ele não é
atraente pros outros? E aí? O que fazer? Sempre tem gente sobrando pra apresentar, se todos que
apresentassem trabalhos viessem nos outros foruns teríamos boa quantidade de presentes sempre
mas isso não ocorre. Será que temos que nos conformar com fóruns esvaziados? Será que temos que
nos acostumar a apresentar trabalhos pra nós mesmos? Isso fazemos em casa... então qual o
objetivo dos fóruns? Já se tentou fazer com que fosse obrigatório a renovação das bolsas e
concessão de passagens para eventos fosse atrelada a presença nos fóruns. Funcionou?

Será que queremos que existam fóruns?

Pra mim todos os trabalhos tem sido úteis. Até os piores me ensinam como não fazer...

7)
já que pós-graduação implica pesquisa e esta atitude a gente deveria carregar pelo resto da vida ...
acho que todas estas questões mereceriam uma pesquisa interna para saber o que está acontecendo
com o programa. Enfim, me parece chegada a hora de fazer uma avaliação geral para compreender
onde está o programa, onde estão os estudantes. O que funciona, o que precisa ser reformulado.

e as questões que vc colocou e outras que foram colocadas anteriormente poderiam justamente ser a
espinha dorsal deste levantamento de dados que nos proporcionem o quadro da situação e possíveis
soluções ...

8)
Sinceramente não acho que qualquer dos formatos apresentados venha melhorar a questão das
participações discente e docente nos fóruns. Faço coro com os que dizem que o formato atual deve
continuar. Também queria frisar que, pessoalmente sou contra qualquer tipo de seleção. O fórum é
exatamente uma das poucas e boas oportunidades que todos temos de apresentar pra comunidade o
trabalho que estamos fazendo. É fundamental por tudo que já foi dito aqui que esta oportunidade
seja oferecida a todos e, que, mais do que isso, seja uma obrigação de todos fazê-lo. Ah, acho uma
boa idéia a participação da graduação na condição de ouvinte. Agora, no mais, o que é que se pode
fazer?
Primeiro, EXIGIR (no bom sentido) dos orientadores que pelo menos eles estejam presentes. Eu
faço isso com o meu.
Depois nós temos de pensar maneiras de cobrar dos professores e dos alunos participação mais
efetiva. Em 2000, quando fiz alguns seminários como ouvinte, a participação docente era bem mais
freqüente. A discente também. Talvez se nós déssemos o exemplo, tivéssemos até mais força e
convicção pra cobrar dos professores, não acham? Então acho que cada um de nós deve tomar
consciência da grande importância de participar do fórum. Sei que todos temos afazeres e que
ninguém, em tese, falta sem razão. Mas ninguém aqui é mais criança e todos sabem quais as
finalidades e as idiossincrasias de um processo de pós-graduação. Dediquemos, então, menos tempo
a justificar ausências e mais em participações. O ponto mais nevrálgico da coisa somos nós
mesmos. A cura tá na mudança de atitude.
Acho também que medidas que pudessem articular separadamente as pessoas de cada área
poderiam ajudar. Concinários específicos pra o pessoal de composição e performance, por exemplo.
Discussões periódicas entre etnomusicólogos envolvendo assuntos transversais de seus trabalhos,
outro exemplo. Mas tudo isso, como atividades complementares do fórum.
9)
Na minha opinião teríamos que ter um fórum por mês tb, podendo ser 4 trabalhos em cada dia.
Acredito que o fato de estar acontecendo fórum todas as semanas é o ponto forte da ausência da
maioria. Gosto da idéia de separar os fóruns por área, mas tenho consciência de que isso diminuiria
a participação de pessoas de outras áreas... no entanto, talvez esta medida viesse fortalecer as
discussões.

Selecionar os trabalhos é bom e ruim... Acho que as inscrições podem continuar como estão. No
entanto, acho imprescindível que no ato da inscrição seja mandado O RESUMO DO TRABALHO.
Digo isso pq as pessoas nunca mandam...e ficar cobrando depois é muito difícil.... Desta forma,
mandaríamos os resumos nas dilvulgações, o que prepararia o ouvinte, podendo gerar maior
interesse, ou não...

Também concordo que seria extremamente importante a participação da graduação. Este ponto
também foi levantado em nossa "reunião". Precisamos melhorar a divulgação e tentar mostrar aos
alunos da graduação que a pós "não morde"....=)

A participação dos professores... não há dúvida de que isso é importante. Em relação ao orientador
assistir a apresentação... é legal, mas se tivesse outro professor seria muito mais produtivo, visto que
o orientador já conhece muito bem o seu trabalho e outro professor daria outro ponto de vista. .
Pensamos em: sendo um fórum por mês, cada fórum seria de responsabilidade de um professor.
Faríamos assim um planejamento de acordo com a disponibilidade e interesse de cada professor.
Em se tratando de um fórum por mês acho mais fácil de se organizar neste sentido. Poderíamos
solicitar que reuniões não fossem marcadas no dia do fórum, visto que seria apenas uma sexta por
mês. Acho que é de se pensar. E tb acho que temos que insistir nesta tecla.

10)
-Um único fórum (10 ou 12 trabalhos - tem que calcular o tempo) no semestre onde seriam
apresentados trabalhos pela manhã e à tarde. Não haveriam aulas nesse dia e poderíamos
concentrar melhor os esforços de divulgação tentando abranger ao máximo a comunidade.

Asse formato me agrada muito! Acho que aí sim haveria uma dedicação maior da comunidade ao
evento. Uma espetacularizaçãozinha dessa não faria mal a ninguém.

A outra sugestão (um fórum por área) pode cair como uma luva pra quem quer se dedicar mais à
sua área específica, mas me parece que só vai aprofundar nossa ignorância sobre temas das áreas
vizinhas .

Mudar a data/horário para segunda fim de tarde pode facilitar a vida, a não que seja o grande fórum
do dia inteiro: aí podia ser numa sexta mesmo.

-Todos os trabalhos seriam pré-selecionados por um grupo de pareceristas. Isso teoricamente


garantiria que seriam apresentados os melhores trabalhos.

Quanto a essa sugestão, acho que apenas um cuidado deve ser tomado: a composição do grupo de
pareceristas deve ser discutida neste Fórum (este digital aqui) e, na minha opinião, ela deveria ser
rotativa, quer dizer, com diferentes membros a cada edição do f'órum. Digamos que o grupo seja
formado por um professor, um aluno de doutorado e um de mestrado (isso é só um exemplo): a cada
edição do fórum - ou a cada duas, sei lá - esses "cargos" seriam preenchidos por pessoas
diferentes. O grupo parecerista terá o poder de decidir quais serão os trabalhos aptos a serem
apresentados e esse poder (acredito eu) não deveria estar sempre concentrado num mesmo grupo de
pessoas, por mais que acreditemos na idoneidade uns dos outros.
No mais, acho positivíssima essa mobilização pela melhora dos fóruns. Precisamos fazer com que
esses e outros eventos da pós se tornem encontros orgásticos (no sentido reichiano..)
Sim, só um esclarecimento: a princípio também sou contra seleção de trabalhos (as sugestões de ...,
enviar resumo antecipadamente, etc, me parecem menos excludentes e ainda assim gantiriam uma
dedicação mínima), mas botei o carro na frente dos bois e sugeri aquela comissão rotativa, caso a
idéia de selecionar vingasse.
11)
O engraçado é isso, né? Sobra gente pra apresentar, falta pra assistir e discutir. E aí?
Acho que esse fato só reforça que seleção e mudança de formato provavelmente não terão efeito
significativo nas participações discente e docente nos fóruns. O buraco é mais embaixo.

12)
O buraco, é que a gente deveria pensar mais em termos de coletividade. Se cada um pensa no seu
mas não do outro ... o resultado não pode ser que este.

Acho que além dos aspectos já apontados tem outro que, a meu ver, deveria ser considerado, ou
seja, apresentar trabalhos em uma linguagem compreensível aos não adeptos daquele assunto/linha
de pesquisa ou o que for. É preciso se lembrar que o público é/deveria ser composto por colegas de
todas as áreas, que não necessariamente partilham aquele assunto.
Às vezes, a especificidade faz com que uma pessoa até assista, mas não tenha como acrescentar ou
entrar no debate. Este acho que é um aspecto que desestimula. Por esta razão, acho necessário se
preocupar sobre como, com que linguagem são apresentados os trabalhos.

13)
Faço coro com os que pensam neste formato se manter. Mas realmente como fazer para ser o menos
excludente possível?
Digo por mim, quando iniciou o semestre andei futucando aqui e ali para saber como seria e quem
seria responsável pelos fóruns. Sabia que quando "abrisse" seria um corre corre atrás de datas.
Ficava checando email sempre e coisas do tipo.
Penso que os fóruns são de suma importância para o crescimento de todos, inclusive do nosso PPG.
Uma forma que vi numa reunião com a coordenação quando entrei no programa, que já se
preocupava que essa evasão, era cobrar a participação dos alunos através de listas de presenças e
exigir a participação dos bolsistas em no mínimo 80 % e demais 50%.
Acho que não é por aí que chegaremos a um bom resultado.
Este ano adotei a meta de todas sextas está livre para poder ir aos fóruns. Mas sei também que
muitos tem que trabalhar, etc. Talvez uma mudança de dia seja uma boa.
Fico pensando que tudo num dia só poderia ser bom, mas vejamos pelo lado de ter muitos trabalhos,
para quem não vai apresentar nada é cansativo e com certeza terá gente em uns, mais em outros,
nenhum em outros... Seria uma maneira de focalizar tudo num único dia deixando todos "livre"
depois disso.
Sempre vi os fóruns também, além de tudo que já foi falado, como forma de aprendizado de como
se portar e falar em meio acadêmico, modo de manter o contato com as diferentes abordagens e
formatos, aprender e melhorar cada vez mais. Por isso acho que DEVEMOS SEMPRE que
pudermos, está sim presente em grande coro. Até porque, como já foi dito, como podemos cobrar
presença dos coordenadores e professores se nós mesmo não vamos?
Meu orientador está sempre me perguntado sobre e cobrando minha presença, que ao meu ver é
importante sim. Inclusive sabe quando vou apresentar e como vou apresentar. Já pensou chegar
numa defesa de pesquisa sem nunca ter ido a uma? Será muito mais "difícil" do que parece.
Fazer esse intercâmbio com a graduação é bom, mandei emails para meus alunos, mas...
Somente quero ressaltar a importância dos fóruns para tudo e todos. E que devemos discutir sempre
e mais ainda antes de chegar a uma conclusão final.

Poderiamos, quem sabe, caso o concionários fiquem mesmo "somente entres os compositores",
mudar o dia dos concionários e manter sexta ou outro dia para os fóruns tendo mais dias para mais
trabalhos. Sei que isso vai sobrecarregar mais um dia, mas podemos tem um ou dois por mês, como
forma de trocar informações e afirmar muitas outras, que por sinal o último foi muito bom. O
Contato com os colegas e essa troca de diferentes visões da mesma coisa é tão boa e essencial.

o burraco é mais embaixo, mudar o dia pode ser bom, mas acho que será somente mudar o
problema de lugar.
Mas podemos experimentar.

14)
Eu acho que selecionar trabalhos não é uma boa idéia, uma vez que, se os trabalhos estão sendo
orientados por profesores qualificados num programa sério de pós-graduação, não pode haver
diferenças qualitativas tão significativas a ponto de justificarem uma exclusão (pelo menos não
deveria, se é que há). Penso que quanto mais trabalhos expostos mais ricos serão os eventos, além
de serem ótimas oportunidades de se conhecer o que o PPGMUS anda produzindo.
Talvez a divigulgação não esteja sendo muito eficiente. É preciso que ela torne os fóruns visíveis à
toda comunidade da escola de música e não só ao pessoal da pós. Uns cartazes já ajudam. Além
disso, é preciso que a divulgação busque atingir também as diversas faculdades da UFBA sem se
restringir a ela. Ou seja, de algum modo é preciso tornar os fóruns um evento público via jornal, etc.
Acho que não haveria muita dificuldade com a imprensa se nos dirigíssemos aos seus meios
institucionalmente e com uma antecedência de uns 15 dias.

15)
Concordo com Caroso no sentido de que mudar formato, horário, número de apresentações, o
escambáu!, não vai mudar a participação das pessoas.
Tempo é uma questão de prioridade. Realmente acho que o problema não é com o Fórum, mas com
as pessoas... coitado do Fórum!
Sou também, como muitos, a favor de não termos seleção de trabalhos para TODOS os Fóruns, o
que não impede elegermos uma data por semestre para um seminariozinho com trabalhos que
passem por uma comissão para termos uma legitimação lattesiana (essa foi boa!).
Gostaria de lembrar que o Concionário Filotécnico era pra ser um Fórum Sonoro, quer dizer, não é
exclusivo dos alunos de composição e vamos lá pra ouvir música. ... não penso que realmente seria
necessário um conhecimento prévio para apresentar ou participar de um Concionário Filotécnico.
Finalmente, penso que ganhamos muito com a interdisciplinaridade e que devemos buscar a
solidariedade de conceitos e opiniões entre os diversos saberes musicais.

16)
Quero esclarecer melhor a minha opinião quanto ao Concionário: os trabalhos apresentados estão
em um nível de pequisa e conhecimento específico que a grande maioria não possui para que haja
uma compreensão ampla, o que não sinifica, que não possa haver edificação por ambas as partes.
Para ser clara, eu já ouvi muitas pessoas dizerem que não alcançam em sua compreensão toda
informação e conhecimento que está implícta ao trabalho. Não vejo problema algum em admitir,
que algumas questões de composição são de difícil compreensão para aqueles que não se dedicam a
ela.
Eu sou, como você, uma defensora das questões inter/ transdisciplinares e como estudo criatividade
musical, eu estou sempre de olho nos processos de composicão, que respeitando as devidas
proporções, já consegui adequar algumas idéias para por em prática em sala de aula como
atividades de criação musical para alunos em iniciação musical, todavia, existe sim, no geral, uma
sensação de incompreensão destes conteúdos, agora quantos sustentam seus comentários...
Mas, fico feliz em saber que a idéia de que todos podem construir mutuamente seus saberes é
compartilhada por nós de maneira praticamente unânime, e vamos trabalhar para que isto aconteça,
vamos trabalhar em nós mesmos e em nossos esforços para que isto venha acontecer, como diria o
poeta: "Depende de nós..."

17)
Se há tanta evasão, é por que a culpa não é dos que evadem. Tudo bem que não se trata de buscar
um culpado (se bem que poderia haver uma comissão de caça, 'catando pelo percoço' possíveis
participantes em suas casas, no meio-dia da sexta).

Assim, pensar mudança de formato não é pensar mudança de dia e quantidade de trabalhos
apresentados. Uma mudança de forma implica uma mudança no jeito que as coisas são apresentadas
e, ainda, nas coisas que são apresentadas. Por exemplo, já é sabido que nada pega fogo em
apresentações do fórum (pelo menos eu, em minha pequena experiência, não vi nenhuma
faisquinha). Isso é, na verdade, o demonstrativo de uma grande virtude - que, de tão grande, dá
espaço à permissividade absurda e à falta de qualquer sensacionalismo - ou melhor, contravenção.

Um formato difundido, em suas disciplinas, pelo Prof. Paulo Lima caminha nessa direção e pode
ser uma boa solução: o paredão. Se, a cada fórum, elegemos, além dos que apresentam, alguns
pouco que contra-apresentam, criamos um jogo, uma brincadeira: uns têm que apresentar e se
defender; outros precisam arranjar, a todo custo, fraquezas nas apresentações. Uma terceira
personagem no jogo é o público, que, em espaço reservado pra isso, rebate, critica, sugestiona e
lança questões tanto para um quanto para os outros.

18)
pois é, salvo raros casos ... é díficil ver o fórum "pegar fogo", mas é importante que isto se estimule,
pois quanto mais a gente discute internamente, menos problemas teremos na hora das defesas. Tb
gostei muito da dinâmica do paredão usada por Paulo Lima. No fórum caberia ao público esta
função do paredão, mas é preciso entender porque isto não acontece ...É porque ninguém quer ferir
o ego do outro fazendo uma crítica? é porque não conhece o assunto? ou não compreendeu a
exposição? Do meu ponto de vista, admito que em apresentações da área de composição e
performance várias vezes foi difícil entrar no debate pois o assunto para mim era novo ou muito
técnico.

Talvez, caso a discussão não parta sozinha, a gente poderia definir coletivamente alguns pontos
guias para avaliar a apresentação quanto à clareza, relevância, organização do discurso, capacidade
de comunicar ... enfim, dar um retorno a quem apresentou sobre sua performance.

Outra sugestão é que a cada fórum (feito quinzenalmente e não semanalmente ... inclusive por conta
das reuniões previstas nos vários setores da emus) se convide um professor para que apresente seus
trabalhos de pesquisa ou o que quiser ...
Têm tantos professores ...
Além dos professores da casa, acho que a gente poderia convidar tb professores de outras unidades
reforçando nossa essência inter- e trans-, disciplinar, já que a gente bebe constantemente de outras
áreas.

19)
Imagino que haja muita gente que, como eu, não
esteja indo em grande parte por impossibilidade
(o que quer dizer que o evento não é prioridade).

Parte dos motivos pode também ser a falta de


interessse. Acho que, nesse sentido, seria útil
que as pessoas dissessem o que não acham
interessante neles (por mais interessante que os
considerem).

No meu caso, o que mais me desestimula (ou


desestimularia, caso eu estivesse em condições de
comparecer) é a falta de um debate mais demorado
posterior às apresentaçòes (algo como o paredão
de P Lima). Acho
que esse debate, essa "advocacia do diabo", tanto
valida a participação da audiência como mais do
que meros ouvintes (é preferível talvez ler
textos em casa), quanto propicia crescimento pra
quem apresenta. Acho que o trunfo dos fóruns
estaria exatamente aí nesse "pegar fogo" amistoso
(obviamente a discussão amigável precisa ser
viável, o que às vezes é difícil ou mesmo
impossível em certos círculos, com relação a
questões polêmicas).

Isso também leva à questão da quantidade de


apresentadores versus tempo, o que pode ser uma
equação complicada. Pergunto-me qual seria uma
relação ótima de números de apresentações por
pós-graduando, e em que periodicidade... Como
isso tem sido pensado (se me perdoam a
desinformação)?

Talvez, além disso tudo, os motivos tenham alguma


relação com a estrutura geral da nossa escola,
tanto da graduação quanto da pós - o que torna a
questão mais grave e a discussão potencial ainda
mais interessante e profunda...

20)
eis o que eu penso:

- fóruns: poderíamos ter um blog, wiki, site, sei lá, com todos os papers, apresentações, vídeos das
apresentações, incluíndo as perguntas do público, tudo lá documentado, não é verdade? Acho que
isso seria beeeeem mais válido do que toda sexta essa sensação ruim de apresentar uma pesquisa pra
3 pessoas.

- concionário: a idía original se bem me lembro, não era só pra compositores não....mas pros
intérpretes apresentarem seus trabalhos artísticos não necessariamente conectado com a
pesquisa...ou seja: tocar! Acho que seria um momento legal pros etnomusicologos e educadores
mostrarem seus trabalhos artisticos...lembro que o concionario poderia ser uma brecha acadêmica
que nos conectasse com a vida estritamente musical. Nesse sentido também faz tempo que
proponho a criação de um netlabel, um selo nosso sem fim lucrativo, com propósito de acumular
conhecimento sensível (música). Um formato legal de netlabel seria o do conservatório de Moscou :
http://fragilite.com/en/ que nesse caso agrega só compositores, mas penso que deveria incluir
gravações de interpretes também.
Claro que isso não substitui os encontros presenciais, mas pelo menos fica disponível pra quem não
pode ir.

Outra coisa: não tem sentido algum colocar seleção nos trabalhos dos fóruns.

21)
Em relação a discussão, creio que Fóruns mensais seriam interessantes, mas acredito que o
problema da baixa frequencia ñ esteja relacionado ao dia e horário, conforme opinião de Guilherme
e Luciano. Nós, estudantes e professores, temos que valorizar as nossas atividades para melhora
do próprio programa.

Recentemente, juntamente com outras colegas, estive presente a um evento internacional e pude
observar diversos formatos de apresentações. Deu de tudo, alunos de orientadores e Universidades
de peso se embananando em vários aspectos (tempo, desenvoltura, etc). Acredito que não fizemos
feio, até por que já haviamos apresentado nos Fóruns da casa, pois tivemos esta oportunidade
(justificativa de ser contra o processo seletivo de trabalhos).

Entretanto, acredito que poderíamos rever os nossos formatos de apresentação envolvendo:


1) Maior interação entre os participantes do mesmo fórum - não sugiro separação por áreas (sou
TOTALMENTE contra) e nem por temáticas, mas por meio de um diálogo (nada que via internet ñ
possamos realizar) entre os participantes para criar uma maior conexão entre os trabalhos
apresentados (quem sabe até planejamento "mais ou menos" junto?);
2) Presença de docentes nos eventos - Se os da casa ñ podem se fazer presente por várias razões,
podemos convidar professores de outras unidades ou Instituições para mediar nossos Fóruns e
comentar os trabalhos apresentados. Tem tanta gente boa espalhada por ai (até mesmo ex
alunos)...;
3) Convite para comunidades a fins - A depender dos trabalhos apresentados poderímos extender o
convite para diversos setores da comunidades local (graduação, ONG'S, setor público, etc) e estes,
se quizessem, poderiam participar apresentando os seus trabalhos por meio de exposição de fotos na
cantina (para incentivar sua presença!rs);
4) Elaboração das comunicações - Preocupação em se FAZER ENTENDER desde o resumo,
discurso, aos elementos audio-visuais, entre outros.
Bom, são mais idéias, reforçando tantas outras já levantadas e apontadas por nós para tentar
solucionar algumas das questões apresentadas como a falta de coletividade, grande quantidade
de apresentações, processo de seleção de trabalhos, envolvimento da comunidade, utilização de
linguagem mais acessível, etc.

22)
Até agora se falou principalmente em mudança de formato, ou de fôrma. Você lembra que é
possível uma mudança de forma. Se se pensa em mudar horário, periodicidade, quantidade de
trabalhos apresentados, etc, se está tentando mudar a fôrma. Agora, se se propôe mudanças de
atitude, aí a tentativa é de mudar a forma. Por exemplo, Flávia Candusso sugere que algumas das
razões dos fóruns não "pegarem fogo" poderiam ser porque "ninguém quer ferir o ego do outro
fazendo uma crítica" ou porque não se "compreendeu a exposição". Na "brincadeira" de Paulo Lima
se é estimulado a dizer: "meu caro, você precisar melhorar no ponto x" ou "o ponto y não está nada
claro". Ou então, "que porra é essa que você tá falando aí? Dá pra explicar pros mortais aqui?". Não
importam muito as especificidades do modelo (aqui sinônimo de fôrma) adotado por Paulo Lima. O
que é fundamental é que este modelo estimula uma mudança de atitude. E isso, a meu ver, é o que
pode "salvar" os fóruns.

Penso que uma das perguntas importantes a serem feitas a nós mesmos é a que ... sugeriu: "O que
eu não gosto ou me desestimula nos fóruns atualmente?". Fica como uma sugestão a todos se
manifestarem acerca do assunto na última questão do formulário. Talvez até ganhássemos mais,
seria menos dispersivo, se houvesse uma pergunta direta com esse teor mas, enfim, agora alguns já
enviaram suas contribuições pelo formulário. Mesmo assim acho que as respostas que ainda
chegarem com esse teor podem ajudar muito na tentativa de reformulação dos fóruns. Agora,
falando nisso, acabei de enviar a 14ª participação no formulário criado por Espinheira. Ainda é
muito pouca participação, não acham? Vamos lá gente, é preciso envolvimento!

23)
Em tempos de discussão e reformulação curricular, fiz uma sugestão esses dias a Cristina, de tornar
o fórum uma atividade curricular obrigatória. Isso já acontece com os mestrandos e doutorandos em
composição que tem que se matricular na atividade "Fórum dos compositores", criado pelo
supracitado Jamary e que acabou virando o nosso fórum. A proposta é: Cria-se a atividade curricular
obrigatória "forum do PPGMUS", que entraria no curriculo com carga horária e creditação, (o nosso
curso tá precisando disso, perdemos pontos por ter carga horária baixa por não incluir as
atividades), obrigatória em 2 semestres no mestrado e 3 no doutorado, de preferencia perto da época
da apresentação do projeto de tese (ou dissertação). Essa atividade teria um professor responsável,
em caráter rotativo, que definiria a dinamica das atividades, (podendo instituir o papel do advogado
do diabo-vide emails anteriores). Os alunos matriculados teriam que apresentar um trabalho e ter
presença mínima. Obviamente as apresentações e discursões seriam abertas ao público.

24)
Não acredito que a obrigatoriedade resolva muita coisa, ou pelo menos, até agora não me parece
que resolveu. Acho que a participação deve vir por entender que é importante para o nosso
crescimento e não por decreto, inclusive porque depois deve-se prever a figura do fiscal que vai
controlar quem fez, quem não fez, por que e por como ...
Sou mais a favor da sensibilizaçao ...

Mas acho que um ponto sério para reflexão é ...

estamos na pós atrás de um título ou para aprender e crescer como seres humanos e acadêmicos?

Daí ... tudo vai fazer a diferença ... é uma questão de objetivos e projetos de vida e uma questão
ética, como minha xará acabou de colocar.

25)
1 - a obrigatoriedade, sendo os fóruns tratados como disciplinas, com carga horária, créditos, etc, e
sendo apenas por dois ou três semestres (principalmente nos finais dos cursos), me parece uma
alternativa razoável. A obrigatoriedade total, por outro lado, me soa absurda. Concordo com as
Flávias sobre a questão ética, e volto a pontuar: precisamos descobrir o tesão de apresentar nos
fóruns (o último fórum me fez acreditar que pode pintar um clima....^_~)

2- Toda essa empreitada virtual, HD, blog, etc, é muito mais do que bem vinda. Acredito que
colocadas as pedras fundamentais por quem tem mais competência nesse métier todos os outros
estudantes menos inteirados dessa parte mais espinhosa poderão contribuir e construir a interface
virtual da pós. Já tá bem em tempo, aliás, né? De novo, porém, concordo com .... : o encontro ao
vivo, carne e osso e datashow é imprescindível, e não só nos fóruns.

26)
E também acho que o fórum como disciplina uma opção bem razoável.
E acho o blog/wiki uma ótima opção! Não querendo acabar ou substituir o fórum presencial. Até
porque sei que não é essa proposta.