CENTRO ESPÍRITA VICENTE DE PAULO

Rua 7 de setembro no. 14-50 - Bauru - Centro – CEP. 17015-030
VOLUME 1 NÚMERO 70 JULHO DE 2009

SER JUSTO
"Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos" (Mt, 5:6).

Muitos homens que estudam os ensinamentos de Jesus, os comentários evangélicos dos discípulos, inclusive Paulo, e aqueles que antes foram transmitidos pelos profetas do Velho Testamento passam boa parte da existência sem compreenderem bem a abrangência da justiça. Avançaram bastante no entendimento do amor e a importância da sua prática, mas deixaram a desejar no que se refere a esse outro artigo da Lei de Deus, que é essencial, e que nunca pode ser esquecido na hora de pronunciarem qualquer palavra ou frase e de praticarem os atos, inclusive fazer o bem. É muito difícil ser justo nesse mundo. Em parte, porque não compreendemos em profundidade a justiça; em parte, por encontrarmos tanta resistência em aplicá-la, não só nas situações de maior relevância, como no cotidiano. O egoísmo e o conseqüente interesse pessoal estão entre os principais obstáculos à aplicação da justiça. Portanto, enquanto predominarem, não será possível cumpri-la, de modo satisfatório, na Terra Jesus, nosso único modelo, foi o exemplo vivo da justiça. Não é por acaso que foi chamado "o Justo" pelos seus discípulos, principalmente João. E é o seu exemplo que devemos observar com muita atenção para incorporá-la à nossa vida, em todas as situações, e tornarmo-nos efetivamente justos. Quantas vezes, as nossas preces, feitas com fé, não produzem os resultados que gostaríamos! Muitos homens são bons, mas não aliam a bondade à justiça. Entre estes, há os que prestam assistência material por anos a fio, mas não ensinam o assistido a "pescar". Oportuno lembrarmos que Deus atende a oração do justo, conforme ensinam a Escritura. No sermão do monte, o Mestre considera bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça e os que são perseguidos por causa dela. De fato, o homem verdadeiramente evangelizado é justo. E o desenvolvimento pleno de bondade, caridade, humildade ou qualquer outra virtude ocorre, ao mesmo tempo, com o da justiça. Portanto a bondade e a caridade devem estar sempre aliadas à justiça. Isso é o verdadeiro amor. Necessário se faz, pois, eliminarmos toda a resistência interna a sermos justos. Mais do que isso, é essencial desenvolvermos a espontaneidade na sua aplicação em todos os momentos de nossa vida. Umberto Ferreira

EXPOSITORES DE JULHO
02 - YARA RAPINI 09 - NAZIL CANARIN JUNIOR 16 - RUBENS ROBERTO FRANÇOSO 23 - ANDRÉ LUIZ MALVEZZI 30 - PAULO ESTEVÃO

ANIVERSARIANTES DE JULHO
07 - JOEL ALIPIO AMARAL 08 - REGINA RICO 15 - JOSÉ ANTÔNIO MOYSES 16 - MÁRCIA REGINA BASTOS DE OLIVEIRA 28 - JOÃO CARLOS AZNAR

"SE VOCÊ QUER MUDAR ALGO EM SUA VIDA, MUDE O CANAL E A FREQUÊNCIA MUDANDO SEUS PENSAMENTOS."

VELHA DICA, SEMPRE ESQUECIDA
As instituições espíritas estão vivendo momento difícil de sua história: a sensibilização geral da própria família espírita para o efetivo estudo e comprometimento com a lúcida proposta apresentada pela Doutrina Espírita. Costuma-se dizer que falta trabalhador, que muitos não comparecem nem ajudam quando mais se precisa, que em muitos casos há uma debandada geral, que falta responsabilidade e por aí vai... Deixemos esse aspecto negativo de lado. Cada criatura é dona de seus próprios rumos e não temos o direito de questionar as opções. Temos é que fazer a nossa parte. Todavia, há um segredo esquecido. Da entrevista com Sandra Borba – renomada expositora espírita de Natal-RN, publicada na revista eletrônica www.oconsolador.com.br, edição 98 de 15/03/09, extraímos uma das perguntas e respectiva resposta para apreciação do leitor e objetivo da presente abordagem: O Consolador: Há uma maneira de sensibilizar mais a família espírita para o estudo e comprometimento com a proposta espírita? Resposta: A instituição espírita deve se tornar uma comunidade educativa, pela própria natureza pedagógica da Doutrina. Obviamente que não lidamos com processos invasivos na intimidade dos freqüentadores das casas espíritas, mas podemos sensibilizar as famílias e os trabalhadores através das diversas atividades já desenvolvidas no interior das instituições, sem que nos sintamos inibidos de buscar novas práticas, respeitando o bom senso que deve caracterizar nossos processos comunicativos e interativos. Existe algo, porém, que precisa urgentemente ser repensado entre nós: a casa espírita não é apenas o ponto de encontro de trabalhadores, mas a escola de almas de irmãos que necessitamos estreitar nossos laços de amizade, inclusive fora do espaço institucional. Os grandes ou pequenos problemas de relacionamento interno, nas instituições, podem ser atenuados e até resolvidos se pararmos para pensar um pouco no final da resposta de Sandra: Existe algo, porém, que precisa urgentemente ser repensado entre nós: a casa espírita não é apenas o ponto de encontro de trabalhadores, mas a escola de almas de irmãos que necessitamos estreitar nossos laços de amizade, inclusive fora do espaço institucional. Eis o detalhe: almas de

irmãos que precisam estreitar laços de amizade, inclusive fora do espaço de convivência do trabalho espírita. Vivemos apressados, correndo, apenas vinculados à rotina do trabalho, esquecendo-nos de estender as mãos e conviver também fora do ambiente físico da instituição a que nos vinculamos. Precisamos nos colocar mais na condição de irmãos, seres humanos com suas lutas humanas semelhantes, ao invés de nos postarmos simplesmente como orientadores da vida alheia, quando na verdade igualmente somos todos necessitados de orientação. E como seres humanos, precisamos todos uns dos outros. Mais do que imaginamos. Esse toque de fraternidade é o detalhe para mutuamente nos sensibilizarmos. Essa atenção provinda da fraternidade, da empatia, eis o segredo de aperfeiçoarmos os relacionamentos.
Orson Peter Carrara DIRETORIA E CONSELHO FISCAL Presidente................................ Nicolau Assis Neto Vice Presidente ....................... Maria Aparecida S. Sanches Secretário Geral ...................... Rafael Moron Martins 1o. Secretária .......................... Eduardo Luiz de Oliveira 2o. Secretário .......................... Delvita Rocha Cozza 1o. Tesoureiro.......................... Joel Alípio Amaral 2o. Tesoureiro.......................... Cláudio Vinicius Silva Pistori 1o. Diretor de Patrimônio ......... Marco Antônio Battaiola 2o. Diretor de Patrimônio ......... Celso Evangelista CONSELHO FISCAL Conselho Fiscal ....................... Paulo Roberto Souza Sérgio Libório Ulisses Frederigue Junior Suplentes ................................. Elno José de Alencar André Luiz Malvezzi Rosana Monti Gouveia DEPARTAMENTOS ATIVOS E EM ESTRUTURAÇÃO Artesanato ............................... Olinda Okada Figueiredo Brígida Adair C. E. Santos Assistência Fraterna ................ Rafael Moron Martins Maria De Fátima Q. Antunes Assistência a Maternidade ...... Jandira Líria B. Talamoni Geisa Cristina De Freitas Cultural e Artístico ................... Cesar Esteves Moron Clube Pais ............................... Cláudio Vinicius Silva Pistori André Luiz Malvezzi Estudos e Divulgação .............. Eduardo Luiz de Oliveira Maurício Gonçalves Moura Biblioteca ................................. Rosana Monti Gouveia Giovanna M. M de Andrade Evangelização Infantil .............. Giedre Berretin Felix Laudelina Vitória D. Oliveira Débora S.da Silva Pistori Eventos .................................... Nicolau Assis Neto Maria Aparecida S. Sanches Mocidade ................................. André Luiz Malvezzi O. Assistência às Famílias ...... Joel Alípio Amaral Reuniões Mediúnicas .............. Rafael Moron Martins André Luiz Malvezzi

"VOCÊ CONSEGUE O MELHOR DOS OUTROS QUANDO DÁ O MELHOR DE SI MESMO." HARRY FIRESTONE

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